<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825</id><updated>2024-09-13T02:37:47.842+00:00</updated><title type='text'>Mente (des)Regulada</title><subtitle type='html'>&quot;A unica diferença entre um louco e eu, é que eu não sou louco.&quot; - Salvador Dali</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>51</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-6272031793492005560</id><published>2012-11-25T15:51:00.000-01:00</published><updated>2012-11-25T15:51:21.422-01:00</updated><title type='text'>Angústia é doença e tem cura por Adriana Toledo</title><content type='html'> &lt;br /&gt;
«Chego pela manhã ao complexo do Hospital das Clínicas, em São Paulo, e me dirijo ao primeiro andar do prédio do Instituto de Psiquiatria, onde sou recebida pelo chefe do departamento, o psiquiatra Valentim Gentil. Nosso objetivo é definido: caracterizar, com elementos concretos, o conceito de angústia. A missão é árdua. &quot;Diferentemente do medo ou da ansiedade, que são experimentados pela maioria das pessoas, a angústia acomete menos de 50% da população. E nunca tive essa experiência, o que dificulta a tarefa de descrevê-la com precisão&quot;, confessa. &quot;Em geral, meus pacientes relatam uma agonia mental sem gatilho aparente, atrelada a um sufoco semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito&quot;, descreve. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incentivar o diagnóstico e um tratamento personalizado é a proposta de Gentil, que assina o artigo intitulado Why Anguish? — em português, Por que angústia? —, que acaba de ser divulgado na publicação científica inglesa Journal of Psychopharmacology. Isso porque, nas discussões entre especialistas do mundo todo, o sentido dessa emoção se esvaziou ao longo do tempo. E frequentemente ela é confundida com o distúrbio de ansiedade ou de pânico (veja os complementos desta matéria). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Mas são comportamentos mentais diferentes, com padrões de ativação cerebral distintos&quot;, defende Gentil. &quot;A ansiedade é uma apreensão exagerada em relação ao futuro, enquanto a angústia é um sofrimento relacionado ao presente.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Munida dos esclarecimentos sobre as manifestações físicas do sintoma, sigo ao consultório da psicanalista paulistana Maria de Lourdes Félix, que auxilia Gentil nas pesquisas sobre a face psicológica da angústia. &quot;Meus pacientes costumam levar as mãos ao peito e reportar um sentimento de vazio. Sentem conflitos diante das inúmeras possibilidades de escolhas no dia a dia e questionam o sentido de sua existência&quot;, conta. &quot;Em casos extremos, essas pessoas são dominadas pela introversão. Elas perdem a capacidade de análise, de lidar com o cotidiano, de interagir socialmente. Ficam paralisadas.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À luz do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855), a psicóloga Marília Dantas, da Universidade Estácio de Sá, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, traduz o mal-estar: &quot;O ser humano sente desamparo, incerteza, falta de controle diante da liberdade de decidir. Optar por um caminho significa correr riscos, abrir mão das alternativas. Isso é angustiante&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Mas os angustiados de plantão podem contribuir, fornecendo detalhes de como se sentem. É o que constatei nas conversas durante os trajetos de consultório em consultório. A pergunta que fiz a motoristas, recepcionistas, colegas e pedestres com quem cruzei no caminho era sempre a mesma: o que é angústia para você? As respostas variaram. &quot;É pensar como seria minha vida se eu tivesse estudado psicologia.&quot; Ou &quot;É um beco sem saída dentro do peito&quot;. Ou ainda &quot;É uma incerteza sobre as consequências das decisões que tomei&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. &quot;Eles chegam ao pronto-socorro com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito&quot;, confirma o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo. Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. &quot;Mas os problemas cardiovasculares só se confirmam em 30% dos casos&quot;, estima. Ele conta que, depois de realizar exames e apontar que o sujeito está em condições perfeitas de saúde, os pacientes confessam que vêm se sentindo nervosos e... angustiados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando é assim, excluída a presença de doenças físicas, o passo seguinte deveria ser a visita a um psiquiatra. &quot;Há hipóteses de que a angústia seja desencadeada por uma maior ativação de uma região chamada ínsula, no córtex cerebral, relacionada à percepção de funções viscerais, como as do coração, do diafragma e dos pulmões&quot;, explica Valentim Gentil. &quot;Por isso, acreditamos que suas vítimas possam responder bem a calmantes chamados benzodiazepínicos, a alguns antipsicóticos e a uma classe de antidepressivos conhecida como tricíclicos&quot;, continua. &quot;A imipramina é um dos principais medicamentos desse grupo e se mostra eficaz, apesar de promover eventuais efeitos colaterais, como tonturas e alterações cardíacas&quot;, completa seu colega Jair Mari, da Universidade Federal de São Paulo. Essa droga modula neurotransmissores como a noradrenalina, substâncias que agem no cérebro e controlam as emoções. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ideal é complementar esse tratamento com o de um psicólogo ou psicanalista. &quot;Trabalhamos o desenvolvimento emocional, fazendo com que o paciente reflita e traduza seus pensamentos, criando condições para contornar sentimentos que julga insuportáveis&quot;, explica Maria de Lourdes. A angústia é, portanto, um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se ela anda sufocando-o, chega de sofrer em silêncio: busque auxílio e afrouxe, de vez, esse nó dentro do peito.»&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://saude.abril.com.br/edicoes/0324/bem_estar/conteudo_563179.shtml?fb_action_ids=424343320966555&amp;fb_action_types=og.recommends&amp;fb_source=aggregation&amp;fb_aggregation_id=246965925417366 </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/6272031793492005560/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/11/angustia-e-doenca-e-tem-cura-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6272031793492005560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6272031793492005560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/11/angustia-e-doenca-e-tem-cura-por.html' title='Angústia é doença e tem cura por Adriana Toledo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-3901675527848394415</id><published>2012-10-05T00:00:00.003+00:00</published><updated>2012-10-05T00:00:38.877+00:00</updated><title type='text'>Boss AC - &quot;Alguém me ouviu (Mantém-te Firme)&quot; featuring Mariza</title><content type='html'>«Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar&lt;br /&gt;
É como morrer de sede no meio do mar e afogar&lt;br /&gt;
Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta&lt;br /&gt;
Vocês não ouvem o grito da minha revolta&lt;br /&gt;
Choro a rir, isto é mais forte do que pensei&lt;br /&gt;
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei&lt;br /&gt;
Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta &lt;br /&gt;
É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta&lt;br /&gt;
As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço&lt;br /&gt;
O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso&lt;br /&gt;
O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado&lt;br /&gt;
Vagueio sem destino nem sei se estou acordado&lt;br /&gt;
O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha&lt;br /&gt;
Não sei a alma existe mas sei que alguém feriu a minha&lt;br /&gt;
Às vezes penso se algum dia serei feliz&lt;br /&gt;
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que diz..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chorei&lt;br /&gt;
Mas não sei se alguém me ouviu&lt;br /&gt;
E não sei se quem me viu&lt;br /&gt;
Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde&lt;br /&gt;
Vou ser forte e vou-me erguer&lt;br /&gt;
E ter coragem de querer&lt;br /&gt;
Não ceder, nem desistir eu prometo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Busquei&lt;br /&gt;
Nas palavras o conforto&lt;br /&gt;
Dancei no silêncio morto&lt;br /&gt;
E o escuro revelou que em mim a Luz se esconde&lt;br /&gt;
Vou ser forte e vou-me erguer&lt;br /&gt;
E ter coragem de querer&lt;br /&gt;
Não ceder, nem desistir eu prometo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há dia que não pergunte a Deus porque nasci&lt;br /&gt;
Eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui&lt;br /&gt;
Se dependesse de mim teria ficado onde estava&lt;br /&gt;
Onde não pensava, não existia e não chorava&lt;br /&gt;
Sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo&lt;br /&gt;
Às vezes penso que passo tempo de mais comigo&lt;br /&gt;
Olho para os lados, não vejo ninguém para me ajudar&lt;br /&gt;
Um ombro para me apoiar, um sorriso para me animar&lt;br /&gt;
Quem sou eu? Para onde vou? Donde vim?&lt;br /&gt;
Alguém me diga porque me sinto assim&lt;br /&gt;
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê&lt;br /&gt;
Sinto lágrimas nos meus olhos mas ninguém as vê&lt;br /&gt;
Estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso&lt;br /&gt;
Mostrem-me a saída deste abismo imenso&lt;br /&gt;
Pergunto-me se algum dia serei feliz&lt;br /&gt;
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tento não me ir abaixo mas não sou de ferro&lt;br /&gt;
Quando penso que tudo vai passar parece que mais me enterro&lt;br /&gt;
Sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver&lt;br /&gt;
E penso para mim mesmo será que Deus me quer&lt;br /&gt;
Será a vida apenas uma corrida para a morte?&lt;br /&gt;
Cada um com a sua sina, cada um com a sua sorte&lt;br /&gt;
Não peço muito, não peço mais do que tenho direito&lt;br /&gt;
Olho para trás e analiso tudo o que tenho feito&lt;br /&gt;
E mesmo quando errei foi a tentar fazer bem&lt;br /&gt;
Não sei o que é o ódio não desejo mal a ninguém&lt;br /&gt;
Há-de surgir um raio de luz no meio da porcaria&lt;br /&gt;
Porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia&lt;br /&gt;
Vou-me aguentando, a esperança é a última a morrer&lt;br /&gt;
Neste jogo incerto que o resultado não posso prever&lt;br /&gt;
E quando penso em desistir por me sentir infeliz&lt;br /&gt;
Oiço uma voz dentro de mim que me diz... Mantém-te firme»</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/3901675527848394415/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/10/boss-ac-alguem-me-ouviu-mantem-te-firme_5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/3901675527848394415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/3901675527848394415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/10/boss-ac-alguem-me-ouviu-mantem-te-firme_5.html' title='Boss AC - &quot;Alguém me ouviu (Mantém-te Firme)&quot; featuring Mariza'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-4551051807709948660</id><published>2012-09-23T20:27:00.001+00:00</published><updated>2012-09-23T20:27:31.268+00:00</updated><title type='text'>A Psicodinâmica do Borderline</title><content type='html'>&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
«Kernberg e col. (Apud. Dal’Pizol, et. al., 2003) descrevem o funcionamento  psicodinâmico borderline a partir de três critérios: &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;difusão  de identidade&lt;/span&gt;; &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;nível de  operações defensivas&lt;/span&gt; e &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;capacidade de teste de realidade&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A difusão de identidade caracteriza-se como falta de integração do conceito  de self e de outros significativos. Ela mostra-se na experiência subjetiva do  paciente como sensação de vazio crônico, contradição nas percepções sobre si e  em atitudes contraditórias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os mecanismos de defesa do ego mais utilizados são as defesas primitivas,  centradas no mecanismo de clivagem. Para proteger o ego do conflito, recorrem à &lt;em&gt;idealização primitiva&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;identificação projetiva&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;denegação&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;controle onipotente e desvalorização.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os portadores TP Borderline mantêm a capacidade de teste de realidade, mas  possuem alterações na sua relação com a realidade: a realidade é adequadamente  avaliada, mas o comportamento é inapropriado e incoerente com a avaliação da  realidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Bergeret (2006) os estados-limítrofes se acham circunscritos  economicamente como organizações autônomas e distintas, ao mesmo tempo das  neuroses e das psicoses. O autor lembra que Freud ao introduzir o conceito de  narcisismo, destacado o papel do Ideal do Ego, feito a descrição da escolha  anaclítica de objeto e a descoberta do papel desempenhado pelas frustrações  afetivas da criança, reconhece a existência de um tipo libidinal “narcisista” sem um Superego completamente constituído, onde o essencial do conflito  pós-edipiano não se situa em uma oposição entre o ego e o superego, uma  fragmentação do ego se apresenta como intermediária, justamente entre a  fragmentação psicótica e o conflito neurótico. Em seus últimos trabalhos Freud  descreve os mecanismos da clivagem e da recusa e faz alusão a um tipo “narcisista” de personalidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nos arranjos-limítrofes o ego em formação consegue ultrapassar o momento em  que as frustrações da primeira idade teriam podido operar fixações  pré-psicóticas tenazes e desagradáveis, não regredindo a essas fixações.  Entretanto no momento em que se dava a evolução edipiana normal esses sujeitos  sofreram um trauma psíquico importante. É um trauma afetivo que corresponde a  uma “comoção pulsional”, ocorrida em um momento em que o ego ainda está  não-organizado e demasiado imaturo no plano do equipamento, da adaptação e das  defesas. O Ego imaturo busca então, integrar essa experiência (o trauma  psíquico) as outras experiências do momento e interpreta essa percepção como uma  frustração e uma ameaça à sua integridade narcísica. Nessas condições o sujeito  não terá possibilidades de negociar essa percepção no contexto de uma economia  triangular genital, como poderia fazer, um pouco mais tarde e melhor equipada,  uma estrutura neurótica. Para essa pessoa será impossível se apoiar no amor por  um genitor para suportar sentimentos eventualmente hostis em relação ao outro  genitor. Tenderá a não saber usar o recalcamento para eliminar do consciente a  tensão sexual ou agressiva, recorrerá a mecanismos mais próximos dos que emprega  o psicótico (a recusa, a identificação projetiva, a clivagem das imagos, o  manejo onipotente dos objetos, entre outros) (BERGERET, 2006).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Bergeret (2006) o &lt;em&gt;estado-limítrofe&lt;/em&gt; não pode ser considerado  uma verdadeira estrutura, pois permanece em uma situação somente “arranjada”, mas não estruturalmente fixada. É um esforço instável e custoso do Ego pra se  manter fora das duas grandes estruturas, a linhagem psicótica, a qual no seu  desenvolvimento ultrapassou, e a linhagem neurótica, a qual não conseguiu  atingir.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Zimerman (2004) todas as partes inerentes a parte &lt;em&gt;psicótica&lt;/em&gt;  da personalidade estão presentes, em algum grau e forma, nesses pacientes  fronteiriços; mas conservam um juízo crítico e senso de realidade. Segundo o  autor a raiz do estado &lt;em&gt;psicótico borderline&lt;/em&gt; reside nas faltas e falhas  ocorridas durante o desenvolvimento emocional primitivo, com a conseqüente  formação de vazios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Bergeret (2006) localiza o estado-limítrofe como uma &lt;em&gt;doença do  narcisismo&lt;/em&gt;. O ego não consegue aceder a uma relação de objeto genital, no  nível dos conflitos entre Id e Superego. A relação de objeto fica centrada em  uma dependência anaclítica do outro. E o limítrofe fica se defendendo contra o  perigo imediato da depressão, sofre de uma angústia de perda de objeto e de  depressão e centra seus investimentos na relação de dependência em relação ao  outro. A relação de objeto é uma relação a dois, onde trata-se de ser amado pelo  outro, o forte, o grande, estando ao mesmo tempo separado dele como objeto  distinto, mas ao mesmo tempo “apoiando-se contra ele” (anaclitismo).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Zimerman (2004) nomeia-os como portadores de uma “&lt;em&gt;neurose  polissintomática&lt;/em&gt;”, onde esses pacientes recobrem suas intensas angústias  depressivas e paranóides com uma fachada de sintomas ou de traços  caracteriológicos, de fobias diversas, manifestações obsessivo-compulsivas,  histéricas, narcisistas, somatizadoras, perversas, etc. todas podendo ser  concomitantes ou alternantes. Em casos avançados podem aparecer manifestações  pré-psicóticas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Zimerman (2004) destaca que no borderline a presença de sintomas de  estranheza (em relação ao meio ambiente exterior) e de despersonalização  (estranheza em relação a si próprio) estão intimamente ligados ao fato de que  essas pessoas apresentam um transtorno do sentimento de identidade, o qual  consiste no fato de que não existe uma integração dos diferentes aspectos de sua  personalidade, e essa “não integração” resulta numa dificuldade que esse tipo de  paciente tem de transmitir uma imagem integrada, coerente e consistente de si  próprio. Zimerman destaca que esse tipo de estado mental decorre do fato de o  borderline fazer uso excessivo da defesa da clivagem (dissociação) dos  diferentes aspectos de seu psiquismo, que permanecem contraditórios ou em  oposição entre si, de modo que ele se organiza como uma pessoa ambígua, instável  e compartimentada. Tendem a sentir uma ansiedade difusa e uma sensação de  vazio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Kernberg (1980, apud. Vieira Junior, 1998) a dificuldade essencial do  borderline é manter mesclados aspectos de violência afetiva positiva e negativa  de um mesmo objeto ou de si mesmos, da qual tentariam se defender por meio de um  mecanismo de splitting. Essa dificuldade de lidar com a ambivalência leva também  a extensivo uso de identificações projetivas e idealizações primitivas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Pizol, Lima et. al. (2003) as características estruturais secundárias  desta organização de personalidade como manifestações de fraqueza egóica,  patologias do superego e relações objetais cronicamente caóticas seriam  consequências diretas da difusão de identidade e do predomínio de operações  defensivas imaturas.&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tratamento terapêutico&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As dificuldades enfrentadas pelo paciente borderline são muito amplas, são  pessoas severamente disfuncionais; podem psicotizar numa situação de estresse; e  no processo terapêutico podem regredir facilmente em resposta à sua falta de  estrutura ou interromper as psicoterapias tempestuosa e impulsivamente. É  preciso lidar ainda com as ameaças constantes e o risco suicida e possíveis  necessidades de internação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em relação ao tratamento terapêutico Dal Pizol et. al. (2003) esclarecem que  a psicoterapia individual pode proporcionar a exploração intrapsíquica profunda  e se, reativadas as relações objetais primitivas, poderá permitir a integração  dos aspectos dissociados da personalidade. A terapia de grupo permite a  exploração das transferências múltiplas, a resolução das resistências  interpessoais, proporciona novos modelos de identificação e apoio ao ego, bem  como fornece um “laboratório” para a vivência de novos comportamentos, alem de  ajudar a limitar a raiva e administrar a atuação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A intervenção social constitui-se de uma estratégia essencial no tratamento  do paciente Borderline. Segundo Gabbard (1998, apud Dal Pizol et. al.)  intervenções familiares podem ser necessárias para que o tratamento tenha  sucesso, sendo o primeiro passo para a identificação do papel das interações  familiares na patogênese e manutenção da sintomatologia do paciente. É preciso  articular a construção de toda uma rede social de apoio ao sujeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O borderline não é capaz de suportar grande quantidade de ansiedade. Segundo  Vieira Junior (1998) a psicoterapia deve privilegiar uma abordagem mais  relacional do que transferencial, mais ativa e expressiva do que passiva e  expectante, mais suportiva que geradora de ansiedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Romaro (2002) destaca que um dos problemas no manejo terapêutico é a intensa  agressão que se expressa na relação transferencial e que exige que o terapeuta  possa conter, tolerar e compreender essas reações, sem agir de forma  retaliatória e sem sentir sua identidade ameaçada. O impasse é transformar o  comportamento destrutivo em uma específica constelação transferencial.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na abordagem terapêutica é importante o estabelecimento de parâmetros e  limites claros que norteiem o tratamento, maior atividade verbal do que  geralmente se aplicaria no tratamento de outros pacientes, maior tolerância a  comportamentos hostis, desestímulo a atuações e privilégio do aqui e agora em  detrimento de análises de reminiscências (Vieira Junior, 1998).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vieira Junior (1998) diz que a terapia deve buscar aliviar os sintomas  angustiantes e propiciar a alteração de alguns padrões de personalidade que se  mostram pouco adaptativos. O paciente deve ser levado a ter contato com suas  distorções cognitivas e dinâmicas, corrigir deficiências egóicas e fortalecer  habilidades sociais e fazê-lo usar a seu favor suas funções egóicas mais  estáveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Romaro (2002) o grande desafio é criar um espaço mental onde o pensar  possa ocorrer, tornando representável o irrepresentável, pois é a capacidade de  representação que propicia a transformação das imagens em palavras dentro do  nível da realidade, o que pode ocorrer no processo analítico por meio da  introjeção das interpretações. O estabelecimento da aliança terapêutica é algo  particularmente difícil, devido à alta probabilidade de ocorrência de &lt;em&gt;acting-out, &lt;/em&gt;com manifestações transferenciais e contratransferenciais  intensas exigindo que o terapeuta seja ativo, flexível e continente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As terapias devem auxiliar o sujeito a encontrar formas mais adaptativa para  enfrentamento de suas dificuldades e conflitos, ajudar a controlar o acting e os  sintomas que causam sofrimentos e conflitos. É preciso considerar a  heterogeneidade dos sintomas e as comorbidades. O borderline não é uma categoria  homogênea, engloba sinais e sintomas diversos, além de diferentes níveis de  adaptação e regressão.»&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/transtornos-psiquicos/personalidade-borderline#ixzz27KJIFwuA&quot; style=&quot;color: #003399;&quot;&gt;http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/transtornos-psiquicos/personalidade-borderline#ixzz27KJIFwuA&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/4551051807709948660/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/09/a-psicodinamica-do-borderline.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/4551051807709948660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/4551051807709948660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/09/a-psicodinamica-do-borderline.html' title='A Psicodinâmica do Borderline'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-240574672881677895</id><published>2012-01-19T20:26:00.003-01:00</published><updated>2012-01-19T20:27:17.259-01:00</updated><title type='text'>Ômega 3 no tratamento da depressão</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
«A suplementação com Ômega 3 melhora o controlo das emoções e do humor, prevenindo a depressão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;O&amp;nbsp;Ômega3 presente nos peixes, crustáceos e algas é um nutriente muito importante para as funções cerebrais, pois 60% do cérebro é constituído por gordura sendo que na sua maior parte de ácidos gordos Ômega 3. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;A deficiente ingestão desta gordura está associada a maior perda de memória do idoso, e a elevados níveis de sentimentos de angústia. No tratamento da depressão das crianças e dos adolescentes a toma de Ômega 3 mostrou ter a mesma, se não maior, eficácia terapêutica que os anti depressivos químicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; Durante a gravidez, a deficiente ingestão desta gordura está associada a menor QI verbal do filho e a suplementação com Ômega 3 melhora o desenvolvimento neurológico da criança.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos bebês prematuros a sua suplementação melhora as capacidades cognitivas, sua suplementação pode ser recomendada durante a gestação e o aleitamento para suprir as necessidades acrescidas da mãe e do filho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos doentes com depressão sujeitos a tratamento farmacológico a toma de Ômega 3 (EPA e DHA) melhora o quadro clínico e os efeitos dos medicamentos, reduz a intensidade das manifestações da depressão, ansiedade, perturbações do sono e disfunção sexual, é um tratamento eficaz e muito bem tolerado na depressão.» &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.tuasaude.com/omega-3-no-tratamento-da-depressao/&quot;&gt;http://www.tuasaude.com/omega-3-no-tratamento-da-depressao/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/240574672881677895/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/01/omega-3-no-tratamento-da-depressao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/240574672881677895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/240574672881677895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/01/omega-3-no-tratamento-da-depressao.html' title='Ômega 3 no tratamento da depressão'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-2354602470732723603</id><published>2012-01-16T07:48:00.003-01:00</published><updated>2012-01-16T07:52:48.312-01:00</updated><title type='text'>Noticia do Translational Psychiatry</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;112&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;«Os Maus tratos na infância&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;113&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;114&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;que provocam a modificação&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;115&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;epigenética&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;116&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;do&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;117&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;gene do receptor de&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;118&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;glucocorticóide&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps atn&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;119&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;120&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;NR3C1&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;121&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;),&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;122&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;influenciam o&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;123&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;eixo hipotálamo-hipófise&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;atn&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;124&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;-adrenal (&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;125&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;eixo HPA&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;126&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;).&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;127&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;Foi investigado se os &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;128&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;maus tratos na infância&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;129&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;e sua gravidade&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;130&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;estariam associados com&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;131&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;aumento da&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;132&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;metilação&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;133&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;do promotor&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;134&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;exon&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;135&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;NR3C1&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;136&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;1F,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;137&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;em 101&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;138&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;pessoas com transtorno de personalidade&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;139&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;borderline (TPB)&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;140&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;e 99&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;141&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;com transtorno depressivo maior&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;142&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;(MDD),&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;143&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;indivíduos com&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;144&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;, respectivamente,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;145&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;uma taxa&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;146&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;alta e baixa&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;147&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;de&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;148&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;maus tratos na infância&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;149&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;150&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;e 15 indivíduos&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;151&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;152&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;MDD&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;153&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;comorbidade&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;154&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;com transtorno severo pós-traumático&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;155&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;(TEPT).&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;156&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;O abuso sexual na infância&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;157&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;158&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;a sua gravidade&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;159&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;eo número de&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;160&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;tipo de&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;161&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;maus-tratos&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;162&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;é positivamente correlacionado com&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;163&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;NR3C1&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;164&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;metilação&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;165&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;(P =&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;166&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;6,16&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;167&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;×&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;168&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;10-8,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;169&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;10-7 e&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;170&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;5,18&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;171&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;×&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;172&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;1,25&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;173&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;×&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;174&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;10-9,&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;175&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;respectivamente).&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;176&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;Na&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;177&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;BPD&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;178&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;, a repetição de&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;179&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;abusos&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;180&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;e abuso&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;181&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;sexual&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;182&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;com penetração&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;183&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;estão correlacionados com&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;184&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;uma maior porcentagem de&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;185&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;metilação.&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;186&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;O sangue periférico&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;187&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;pode&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;188&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;, portanto, servir&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;189&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;como um proxy&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;190&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;para os efeitos ambientais&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;191&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;nos processos&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;192&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;epigenéticos&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;193&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;194&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;Essas descobertas sugerem que&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;195&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;os eventos de vida&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;196&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;precoce podem&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;197&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;de forma permanente&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;198&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;causar impacto no&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;199&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;eixo&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;200&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;HPA&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;201&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;que&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;202&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;ocorrendo modificações epigenéticas&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;203&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;do&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;204&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;NR3C1&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_mey8ct=&quot;205&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;.&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;206&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;Este é um&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;207&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;mecanismo pelo qual a&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;208&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;maus tratos na infância&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;209&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;podem levar&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;210&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;para uma vida adulta&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;211&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;psicopatológica.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;hps alt-edited&quot; closure_uid_mey8ct=&quot;211&quot; kc=&quot;null&quot;&gt;fonte: &lt;a href=&quot;http://www.nature.com/tp/journal/v1/n12/full/tp201160a.html&quot;&gt;http://www.nature.com/tp/journal/v1/n12/full/tp201160a.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/2354602470732723603/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/01/noticia-do-translational-psychiatry.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/2354602470732723603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/2354602470732723603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/01/noticia-do-translational-psychiatry.html' title='Noticia do Translational Psychiatry'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-760513689657798882</id><published>2012-01-02T16:09:00.000-01:00</published><updated>2012-01-02T16:18:31.966-01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; « Na patologia borderline, predomina a identificação primária. De facto, encontramos fortes alterações da identidade nos pacientes psicóticos e nos estados-limite. Nos primeiros, encontramos uma identidade alienígena, constituída por assimilação do que os outros disseram ao sujeito que ele era, isto é, por identificação imagóico-imagética. Nos pacientes borderline, a identidade é difusa – o indivíduo não tem uma identidade definida, o que acontece porque o indivíduo construiu-se na base da identificação imagóico-imagética e da identificação ao modelo, pouco se interrogando a si mesmo e observando a sua experiência. Neste sentido, a identidade idiomórfica está pouco organizada – o sujeito não se conhece por dentro, por aquilo que sente que é, mas por aquilo que os outros lhe dizem que ele é.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ansiedade de separação é muito intensa, já que o paciente borderline liga-se ao outro mais por necessidade do que por afecto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A capacidade de funcionar e o prazer no funcionamento estão ausentes no borderline – é um paciente que passa ao acto, não investindo na tarefa, mas apenas na finalidade. Deste modo, são pessoas com pouca capacidade lúdica e pouca capacidade de simbolização (já que esta depende aquela). A baixa tolerância à frustração e o fraco controlo dos impulsos acentua a tendência de passagem, ao acto. Nestes pacientes, o pensamento é um esforço e não um prazer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Etiopatogenia da patologia borderline&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Segundo A. Coimbra de Matos, a etiopatogenia da patologia borderline centra-se na estimulação e resposta inadequadas, isto é, rejeitantes, de engolfamento, desnarcisantes e acusadores, actuando antes e sobretudo durante a sub-fase de reaproximação no processo de separação-individuação e em reaproximações ulteriores (fase genital infantil, período de latência ou em plena adolescência). Este tipo de relação objectal terá como consequência o acentuar do universal conflito de ambitendência e o agravamento do conflito em torno da agressividade, aumentada e dificilmente integrada na personalidade. Assim, dada a imaturidade do ego e a sobrecarga emocional a que o sujeito é exposto, s mecanismos de defesa predominantemente utilizados serão processos primitivos ou arcaicos:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•clivagem afectiva binária (bipartição do objecto em bom e mau) – processo activo de defesa contra a ambivalência extrema e insuportável (na psicose, a clivagem não é apenas afectiva, mas também geográfica – formando objectos parciais – e múltipla, o que leva à fragmentação do objecto e do self, sendo também tendencialmente passiva, ou seja, não exigindo um esforço activo da parte do indivíduo, é mais um desmoronamento por falta de coesão – desmantelamento do eu)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•projecção identificativa (projecção do mau para fora da relação privilegiada sobre um terceiro)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•denegação da realidade&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•reforço da dependência com idealização objectal primária (idealização extrema e acrítica)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•erosão narcísica e da auto-imagem (diluição da identidade e ameaça de fragmentação do self)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As defesas neuróticas podem emprestar ao quadro clínico um colorido neurótico; por vezes, encontramos também defesas depressivas pela introjecção da malignidade do objecto; mais frequente é o recurso à posição maníaca – o sujeito agarra-se a satisfações pontuais, negando a realidade interior de insatisfação afectiva, abandono, desamparo e agressão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A defesa maníaca, ao negar a depressão por perda/carência de afecto, trava a evolução para a posição depressiva e impede a reconciliação com o objecto, bem como o estabelecimento de uma relação minimamente satisfatória. Pelo controlo agressivo e omnipotente do objecto, impede o investimento da representação objectal – o triunfo é, então, ilusório e, consequentemente, a satisfação e precária e diminuta, daí o recurso a gratificações episódicas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos pacientes borderline, o mundo interior é invadido pelo mau, que domina o bom; eclode, então, a raiva e o sentimento de vazio. Em face de tamanha ambivalência, insuportável pelo sofrimento que provoca, a clivagem impõe-se. Com a clivagem, instala-se a típica relação alternante da personalidade limite – efusão passional seguida de ataque raivoso. E as ondas positivas e negativas sucedem-se – com interregnos de apatia (anulação afectiva, aborrecimento) e redução do investimento na realidade externa – depressão limite – ou de hiperactividade maniforme ou ansiosa (busca de estímulos, passagem ao acto, irrequietude) – hipomania.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A instabilidade do humor, das relações, da intencionalidade e dos próprios processos defensivos complementares será o denominador comum dos variados quadros clínicos que a perturbação nuclear vai apresentar. Por outro lado, encontramos difusão da identidade e indecisão ou alternância na orientação libidinal, logo, ambiguidade na identidade sexual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este síndrome, em qualquer idade que se apresente, traduz um conflito intrapsíquico não resolvido à volta da separação do objecto primário, isto é, a dolorosa fixação do paciente num estado de certa simbiose/dependência com a figura materna e/ou dos seus substitutos, extensões geográficas ou representantes simbólicos. A frequência com que encontramos nestes pacientes uma mãe, ou um pais (ou ambos) com características simbiônticas – desejando e vivendo predominantemente em simbiose – é enorme, o que nos leva a considerar a importância etiológica da personalidade borderline do objecto materno.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É precisamente a necessidade que alguns pais têm de que os filhos preencham as suas lacunas narcísicas, rejeitando-os quando assim não acontece, que pode fabricar um caso-limite. Neste sentido, a simbiose da qual o paciente tem dificuldade em sair não é só produto de um período simbiótico infantil insuficiente ou insuficientemente vivido – por carência sistemática, abandonos drásticos e frequentes – mas também da traça simbiôntica do objecto parental, o que impede o desprendimento evolutivo e favorece o laço simbiótico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; São mães e pais que gratificam a simbiose-dependência e atacam os desejos, impulsos ou comportamentos autónomos da criança, isto é, toda a sua exploração e autonomia é sistematicamente reprovada, reprimida e diminuída, ao mesmo tempo que é estimulado, valorizado e premiado o comportamento de aproximação e de apego. Logo, o percurso evolutivo é travado e distorcido por um predomínio do sistema de apego sobre o sistema de exploração.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; É uma verdadeira cultura de colonização dos filhos – o filho é uma espécie de prótese ou adorno dos pais e só é valorizado enquanto tal, quando e como desempenha essa função. Frequentemente, à excessiva simbiose com a mãe, soma-se a carência paterna, por ausência ou indisponibilidade afectiva; o que reforça ainda mais a simbiose.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma outra característica destes pacientes é o ressentimento, que depende da vulnerabilidade narcísica. O ressentimento é indomável, violento e duradouro, provocando desejo de vingança, retracção e ruptura relacional – a ruptura por ressentimento, tendencialmente definitiva, duradoura e dissolvente da relação objectal.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim, a representação do objecto apaga-se, quase desaparece, e daí o vazio, a desertificação do mundo interior, o esbatimento ou semi-perda do objecto interno. A constância afectiva do objecto (permanência no mundo interno) é atingida – donde, a dificuldade em evocá-lo na sua ausência, principalmente, de recordá-lo de um modo vivo, animado e relacional, revivendo saudosamente o passado e construindo uma fantasia de agradável reencontro, um romance interior. No paciente limite, a recordação existe, mas é pungente e dolorosa e a sua depressão – a depressão limite – aproxima-se da depressão psicótica, do buraco depressivo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O mecanismo típico da personalidade borderline é a clivagem afectiva do objecto, que perde, assim, a sua continuidade afectiva como defesa contra a insuportável ambivalência, o intolerável vivido de sentir-se rejeitado pelo objecto. Pela clivagem, instala-se a alternância da relação boa e má, ou seja, relação de objecto aceite porque aceitante e rejeitado porque rejeitante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A consequência é a clivagem do self – bom self, identificado com o bom objecto, e mau self, identificado com o mau objecto. Esta relação clivada e alternante é a característica dinâmica mais típica da personalidade borderline, que acentua e torna perene a sua conhecida instabilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao nível da consciência psicológica borderline, em que a percepção/representação do próprio está ligada à percepção/representação do objecto, a perda deste é seguida de perda no self. Verifica-se, então, por curta que a vivência de falta seja, uma angústia de morte – este vazio ou desaparecimento do essencial traduz a experiência borderline primária, que pela vida fora se repetirá, por evocação emocional reflexa, sempre que algo de semelhante seja vivido na realidade actual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Psicopatologia&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O paciente limite, ao invés do psicótico, mantém o investimento no mundo exterior – a decepção com alguém ou o desprazer com uma situação leva-o à ruptura do laço afectivo e ao desinvestimento da realidade circunstancial, porém, é uma retirada limitada à pessoa ou situação frustrante. Trata-se, em regra, de um desinvestimento maciço do objecto, mas só do objecto em causa, com apagamento da sua representação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A difusão da identidade, característica importante destes pacientes, tem aqui, nesta dificuldade de persistir nos investimentos, uma das suas mais importantes raízes. Assim, a fim de limitar o sofrimento e a decepção, em face de circunstâncias desagradáveis ou mesmo insuportáveis, o paciente limite retira-se e desinveste, investindo noutros objectos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim, após ruptura amorosa, a face negativa do objecto eclipsa o bom objecto; de qualquer forma, o sujeito retoma o investimento – se não do mesmo, de outro objecto; se não libidinalmente, agressivamente. É uma eleição narcísica – o sujeito reflecte-se no espelhado do objecto ou aquece-se ao seu brilho e participa na sua grandiosidade; ou ainda porque o objecto o representa, é um duplo narcísico – a sua imagem especular. Neste último caso, quando o tempo e a realidade lhe mostra as diferenças, irrita-se, decepciona-se e abandona. É, aqui, uma escolha por projecção do eu ideal.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A sua vida é pontuada de grandes estusiasmos/amores ardentes, cedo abandonados, porque rapidamente frustrantes, pela não correspondência o ideal desejado. Muito desejado, porque nunca obtido, não fora essa a sua falta básica – a de um amor materno/paterno de qualidade indiscutível, um afecto incondicional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em face do comportamento parental de exigência e sucção, a criança ou se deprime e culpabiliza ou se torna um revoltado agressivo e disfórico; a insuficiência narcísica com defesa pela retracção, arrogância e supercompensação configurando o quadro da personalidade narcísica ou o desenvolvimento de uma personalidade anti-social são também saídas possíveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Outro aspecto significativo do funcionamento limite é a existência de uma certa confusão entre percepção e fantasia, realidade exterior e realidade interna. A intensidade do afecto que impregna as fantasias do paciente limite é tal que facilmente elas adquirem o cunho de realidade. Complementarmente, a violência emocional com que as percepções ressoam é frequentemente tão grande que, com facilidade, estas são de tal maneira distorcidas que já pouco têm que ver com o real observado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O paciente limite recorre abundantemente à identificação projectiva. Tendo atingido o nível da tridimensionalidade – com o reconhecimento do mundo/espaço interno do objecto e desenvolvimento do seu próprio mundo interno -, mas não tendo conseguido ainda uma suficiente estabilidade, coesão, domínio e aceitação do seus conteúdos internos, é-lhe fácil desembaraçar-se daquilo que o incomoda ou causa problemas projectando-o no outro. Esses conteúdos, reconhecidos então como alheios, deixam de perturbar o self e são mais bem controlados. É uma evacuação agressiva, que dá às relações um cariz paranóide, mas alivia a tensão e o conflito intrapsíquicos. É, por outro lado, debilitante, porque produz um certo esvaziamento do self.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais frequentemente, o borderline projecta no objecto externo actual ou em pessoas circunstanciais atributos do objecto interno arcaico. Esta projecção identificativa tem por principal finalidade conservar a boa relação com o objecto eleito, desembaraçando este dos seus defeitos mais desagradáveis. É uma projecção para fora da relação privilegiada, que se quer defender e preservar da toxicidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; A angústia de separação, a depressão de abandono, o sentimento de solidão e desamparo (falta e inacessibilidade do objecto) e de vazio interior (não consolidação do introjecto objectal orbitário) traduzem em linguagem semiológica o desconforto e mal-estar, a aflição, a tristeza e o desespero específicos destes pacientes. Verdadeiramente só e vazio, porque sem representação evocável do objecto anaclítico, a segurança interior do paciente borderline assenta fundamentalmente no objecto externo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A patologia borderline é a patologia da insegurança, da perda objectal precoce e da ferida narcísica profunda, o que impõe uma reconstrução analítica que permita a emergência dos afectos perdidos, uma construção da transferência que facilite a restauração do self e uma capacidade de sonho e autorização de liberdade no analista capazes de promover a eclosão do funcionamento mental criador do analisando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O tratamento psicológico da perturbação borderline visa:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•compreensão, análise e resolução transfero-contratransferencial da depressão de desamparo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•restauração da falha narcísica através da transferência simbiótica, que permite uma contínua, consistente e não traumática progressão para a separação, individuação e autonomia&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
•diferenciação, confirmação da identidade própria e afirmação de intenção e desejo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O tratamento da clivagem pela interpretação sistemática da transferência negativa no aqui e agora do vivido da sessão – a insuportável ambivalência que a determinava vai-se temperando pela experiência de não retaliação nem abandono ou desprezo e pela simultânea constatação da permanência do bem-estar e contentamento do objecto analítico&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte de matéria : &lt;a href=&quot;http://www.depressaoansiedade.com/patologia-borderline.html&quot;&gt;http://www.depressaoansiedade.com/patologia-borderline.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/760513689657798882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/760513689657798882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2012/01/na-patologia-borderline-predomina.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-3191232762861079522</id><published>2011-12-26T15:51:00.004-01:00</published><updated>2011-12-26T15:52:44.573-01:00</updated><title type='text'>O que é a Psicoterapia Cognitiva Comportamental  -Kelen de Bernardi Pizol - psicóloga, São Paulo</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp; «A psicoterapia cognitiva ou cognitiva comportamental é uma abordagem psicoterápica que integra várias dimensões importantes do ser humano para explicar como somos e como nossa psiquê funciona. Nesta visão, os pensamentos, as emoções, as crenças, as ações, o meio no qual se vive, sua história, as memórias, todos estes aspectos estão interligados e juntos formam o modo todo especial de ser de cada um. Então, tudo isso é levado em conta no processo psicoterápico, para se entender o que está acontecendo com aquela pessoa e se poder direcionar e aprofundar a psicoterapia do melhor modo diante dos objetivos que a levaram a procurar o psicólogo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O psicólogo e o paciente trabalham juntos durante as sessões procurando conhecer as crenças e pensamentos mais importantes para a vida e a problemática do paciente e entender suas emoções e comportamentos. É uma abordagem cooperativa. Assim como detetives, eles vão juntando pistas e trabalhando com hipóteses, que podem ser descartadas ou demonstrar-se corretas no decorrer da psicoterapia. Quando os pensamentos e, principalmente, as crenças que aquela pessoa construiu estão prejudicando-a de alguma forma, procura-se por modos alternativos de se ver e/ou de se comportar frente às situação ou emoções que os suscitam ou ativam. Aos poucos isso vai sendo integrado em sua vida fora das sessões, auxiliando-a a lidar com suas dificuldades específicas e outras que ela venha a enfrentar no seu dia-a-dia. Além disso, o psicólogo pode passar tarefas para o paciente fazer entre as sessões, já que a maior parte do tempo ele está fora do consultório e não em sessão... &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O modo que a pessoa age frente às situações também é importante na psicoterapia cognitiva e dependendo da especificidade do caso, é dada maior ênfase à mudança de comportamentos, principalmente no início.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O objetivo geral principal da psicoterapia cognitiva comportamental é modificar os pensamentos e comportamentos e - indiretamente - as emoções que levam aquela pessoa a sofrer e a ter uma qualidade de vida ruim.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além da visão integradora do ser humano, a psicoterapia cognitiva comportamental é uma psicoterapia que integra diferentes tipos de conhecimento psicológico. Com os avanços em psicologia e em neurofisiologia, com pesquisas comparativas abrangendo diferentes métodos de tratamento e diferentes transtornos, pôde-se criar uma base teórica consistente e coerente, abrangendo ao mesmo tempo técnicas e procedimentos válidos utilizados em outros tipos de psicoterapia. Então, nesse tipo de psicoterapia, o psicólogo integra os conhecimentos reconhecidamente funcionais do behaviorismo, da psicoterapia centrada no cliente, técnicas de psicodrama e da gestalt, entre outros.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; Em vários casos, é uma psicoterapia de curta duração, durando poucos meses, pois ela é desde o início direcionada à melhora dos sintomas do paciente e aos seus objetivos específicos. Logicamente, a duração e o progresso na psicoterapia dependem de vários fatores, como a possibilidade de se fazer o número de sessões adequadas àquele caso, a disposição do paciente em colaborar com seu tratamento, o tipo e a cronicidade do problema, entre outros. Por exemplo, a psicoterapia é mais prolongada quando há mais de um transtorno envolvido ou para transtornos de personalidade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Devido aos bons resultados que vêm sendo demonstrados, a psicoterapia cognitiva comportamental tem sido indicada para uma variedade de transtornos e conflitos psicológicos. Estão entre eles os transtornos ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, fobias específicas, fobia social, transtorno do estresse pós-traumático), a depressão, os transtornos alimentares (bulimia, anorexia), problemas somáticos (stress, hipocondria, etc), disfunções sexuais (vaginismo, ejaculação precoce, etc), problemas de relacionamento (como dificuldades conjugais), ciúmes mórbido ou patológico, tabagismo, etc. (...)»</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/3191232762861079522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/3191232762861079522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/12/o-que-e-psicoterapia-cognitiva.html' title='O que é a Psicoterapia Cognitiva Comportamental  -Kelen de Bernardi Pizol - psicóloga, São Paulo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-4457735259134287521</id><published>2011-10-26T20:12:00.001+00:00</published><updated>2011-10-26T20:18:08.115+00:00</updated><title type='text'>Transtorno Esquizoafetivo pelo DSM-IV</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Características e Aspectos Associados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A característica essencial do Transtorno Esquizoafetivo é um período ininterrupto de doença durante o qual, em algum momento, existe um Episódio Depressivo Maior, Maníaco ou Misto, concomitante com sintomas que satisfazem o Critério A para Esquizofrenia (Critério A). Além disso, durante o mesmo período de doença, ocorreram delírios ou alucinações por pelo menos duas semanas na ausência de sintomas proeminentes de humor (Critério B). Finalmente, os sintomas de humor estão presentes por uma porção substancial da duração total da doença (Critério C). Os sintomas não devem decorrer dos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., cocaína) ou de uma condição médica geral (por ex., hipertiroidismo ou epilepsia do lobo temporal) (Critério D). A fim de satisfazerem os critérios para Transtorno Esquizoafetivo, as características essenciais devem ocorrer dentro de um único período ininterrupto de doença. A expressão “período de doença”, tal como utilizada aqui, refere-se a um período de tempo durante o qual o indivíduo continua apresentando sintomas ativos ou residuais de doença psicótica. Para alguns indivíduos, este período de doença pode durar anos ou mesmo décadas. Um período de doença é considerado findo quando o indivíduo se recuperou completamente por um intervalo significativo de tempo e não mais apresenta quaisquer sintomas significativos do transtorno. A fase da doença com sintomas psicóticos ou de humor concomitantes caracteriza-se por satisfazer todos os critérios, tanto para a fase ativa da Esquizofrenia (a saber, Critério A) quanto para Episódio Depressivo Maior, Episódio Maníaco ou Episódio Misto. A duração do Episódio Depressivo Maior deve ser de no mínimo 2 semanas; a duração do episódio maníaco ou misto deve ser de pelo menos 1 semana. Como os sintomas psicóticos devem ter uma duração total de pelo menos 1 mês para satisfazerem o Critério A para Esquizofrenia, a duração mínima de um Episódio Esquizoafetivo também é de 1 mês. Uma característica essencial de um Episódio Depressivo Maior é a presença de humor deprimido ou interesse ou prazer acentuadamente diminuídos. Como a perda de interesse ou prazer também é comum nos Transtornos Psicóticos não-afetivos, a fim de satisfazer o Critério A para Transtorno Esquizoafetivo, o Episódio Depressivo Maior deve incluir humor deprimido global (isto é, não basta a presença de interesse ou prazer acentuadamente diminuídos). A fase da doença apenas com sintomas psicóticos é caracterizada por delírios ou alucinações que duram pelo menos 2 semanas. Embora alguns sintomas de humor possam estar presentes durante esta fase, eles não predominam. Esta determinação pode ser difícil e exigir uma observação longitudinal, além de múltiplas fontes de informações. Os sintomas do Transtorno Esquizoafetivo podem ocorrer em uma variedade de padrões temporais. O seguinte é um padrão típico: um indivíduo pode ter alucinações auditivas e delírios persecutórios pronunciados por 2 meses antes do aparecimento de um Episódio Depressivo Maior proeminente. Os sintomas psicóticos e o Episódio Depressivo Maior plenos estão presentes, então, por 3 meses. Depois, a pessoa recupera-se completamente do Episódio Depressivo Maior, mas os sintomas psicóticos persistem por mais 1 mês antes de também desaparecerem. Durante este período de doença, os sintomas do indivíduo satisfazem concomitantemente os critérios para Episódio Depressivo Maior e o Critério A para Esquizofrenia e, durante este mesmo período de doença, as alucinações auditivas e os delírios estiveram presentes tanto antes quanto após a fase depressiva. O período total de doença durou cerca de 6 meses, com a presença de sintomas psicóticos isolados durante os 2 meses iniciais, sintomas depressivos e psicóticos durante os 3 meses seguintes e apenas sintomas psicóticos durante o último mês. Neste caso, a duração do Episódio Depressivo não foi breve, relativamente à duração total da perturbação psicótica, de modo que a apresentação se qualifica para um diagnóstico de Transtorno Esquizoafetivo. O Critério C para Transtorno Esquizoafetivo especifica que os sintomas de humor que satisfazem aos critérios para um episódio de humor devem estar presentes por uma porção substancial de todo o período de doença. Se os sintomas de humor estão presentes apenas por um período relativamente breve, o diagnóstico é de Esquizofrenia, e não Transtorno Esquizoafetivo. Ao avaliar este critério, o clínico deve determinar a proporção de tempo durante o período contínuo da doença psicótica (isto é, sintomas ativos e residuais) no qual ocorreram sintomas significativos de humor acompanhando os sintomas psicóticos. A operacionalização do que queremos dizer com “uma porção substancial de tempo” requer julgamento clínico. Por exemplo, um indivíduo com uma história de 4 anos de sintomas ativos e residuais de Esquizofrenia desenvolve um Episódio Depressivo Maior sobreposto que dura cinco semanas, durante as quais persistem os sintomas psicóticos. Esta apresentação não satisfaria o critério para “uma porção substancial da duração total”, uma vez que os sintomas que satisfazem os critérios para um episódio de humor ocorreram apenas durante 5 semanas de um total de 4 anos da perturbação. O diagnóstico, neste exemplo, continua sendo de Esquizofrenia, com o diagnóstico adicional de Transtorno Depressivo Sem Outra Especificação para indicar o Episódio Depressivo Maior sobreposto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Subtipos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dois subtipos de Transtorno Esquizoafetivo podem ser anotados com base no componente de humor do transtorno:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
F25.0 – Tipo Bipolar. Este subtipo aplica-se se um Episódio Maníaco ou Episódio Misto faz parte da apresentação. Episódios Depressivos Maiores também podem ocorrer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
F25.1 – Tipo Depressivo. Este subtipo aplica-se quando apenas Episódios Depressivos Maiores fazem parte da apresentação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Características e Transtornos Associados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pode haver um fraco funcionamento ocupacional, uma faixa restrita de contato social, dificuldades com os cuidados pessoais e um aumento no risco de suicídio em associação com o Transtorno Esquizoafetivo. Os sintomas residuais e negativos geralmente são menos severos e menos crônicos do que aqueles vistos na Esquizofrenia. Os indivíduos com Transtorno Esquizoafetivo podem estar em maior risco para o desenvolvimento posterior de episódios de um Transtorno do Humor puro (por ex., Transtorno Depressivo Maior ou Transtorno Bipolar) ou de Esquizofrenia ou Transtorno Esquizofreniforme. Pode haver transtornos associados Relacionados ao Álcool ou Relacionados a Outras Substâncias. Evidências clínicas limitadas sugerem que o Transtorno Esquizoafetivo pode ser precedido por Transtorno da Personalidade Esquizóide, Esquizotípica, Borderline ou Paranóide. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para uma discussão adicional de fatores de cultura, idade e gênero relevantes à avaliação dos sintomas psicóticos, consultar o texto para Esquizofrenia, e para uma discussão dos fatores relevantes ao diagnóstico de Transtornos do Humor,. O Transtorno Esquizoafetivo, Tipo Bipolar, pode ser mais comum em adultos jovens, enquanto o Transtorno Esquizoafetivo, Tipo Depressivo, pode ser mais comum em adultos mais velhos. Comparado com a Esquizofrenia, o Transtorno Esquizoafetivo provavelmente ocorre com maior freqüência em mulheres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Prevalência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não há informações detalhadas disponíveis, mas o Transtorno Esquizoafetivo parece ser menos comum que a Esquizofrenia. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Curso&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A idade típica de início do Transtorno Esquizoafetivo provavelmente se situa nos primeiros anos da idade adulta, embora possa ocorrer desde qualquer momento da adolescência até uma idade mais avançada. O prognóstico para o Transtorno Esquizoafetivo é um pouco melhor que o prognóstico para a Esquizofrenia, mas consideravelmente pior do que para Transtornos do Humor. Uma disfunção ocupacional e social significativa não é incomum. O resultado do Transtorno Esquizoafetivo, Tipo Bipolar, pode ser melhor do que o do Transtorno Esquizoafetivo, Tipo Depressivo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Padrão Familiar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Existem evidências substanciais de um risco aumentado para Esquizofrenia em parentes biológicos em primeiro grau de indivíduos com Transtorno Esquizoafetivo. A maioria dos estudos também mostra que os parentes de indivíduos com Transtorno Esquizoafetivo estão em maior risco para Transtornos do Humor. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Diagnóstico Diferencial&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Condições médicas gerais e uso de substâncias podem apresentar uma combinação de sintomas psicóticos e de humor. Transtorno Psicótico Devido a uma Condição Médica Geral, delirium ou demência são diagnosticados quando existem evidências, a partir da história, exame físico ou testes laboratoriais, indicando que os sintomas são a conseqüência fisiológica direta de uma condição médica geral específica. Transtorno Psicótico Induzido por Substância e Delirium Induzido por Substância são diferenciados do Transtorno Esquizoafetivo pelo fato de que uma substância (por ex., uma droga de abuso, um medicamento ou exposição a uma toxina) presumivelmente está etiologicamente relacionada com os sintomas. A distinção entre Transtorno Esquizoafetivo, Esquizofrenia e Transtorno do Humor com Aspectos Psicóticos freqüentemente é difícil. No Transtorno Esquizoafetivo, deve haver um episódio de humor concomitante com os sintomas da fase ativa da Esquizofrenia, os sintomas de humor devem estar presentes por uma porção substancial da duração total da perturbação e os delírios ou alucinações devem estar presentes por pelo menos 2 semanas, na ausência de sintomas proeminentes de humor. Em comparação, os sintomas de humor na Esquizofrenia têm uma duração breve em relação à duração total da perturbação, ocorrem apenas durante as fases prodrômica ou residual ou não satisfazem todos os critérios para um episódio de humor. Se os sintomas psicóticos ocorrem exclusivamente durante períodos de perturbação do humor, o diagnóstico é Transtorno do Humor com Aspectos Psicóticos. No Transtorno Esquizoafetivo, os sintomas não devem ser atribuídos a um episódio de humor se forem claramente decorrentes de sintomas de Esquizofrenia (por ex., dificuldade para dormir em razão de alucinações auditivas perturbadoras, perda de peso porque o alimento é considerado envenenado, dificuldade para concentrar-se em vista da desorganização psicótica). A perda de interesse ou prazer é comum em transtornos psicóticos não-afetivos; portanto, a fim de satisfazer o Critério A para Transtorno Esquizoafetivo, o Episódio Depressivo Maior deve incluir um humor globalmente deprimido. Uma vez que a proporção relativa de sintomas de humor para sintomas psicóticos pode mudar durante o curso da perturbação, o diagnóstico apropriado para um episódio individual da doença pode mudar, de Transtorno Esquizoafetivo para Esquizofrenia (por ex., um diagnóstico de Transtorno Esquizoafetivo para um Episódio Depressivo Maior severo e proeminente com duração de 3 meses, ocorrendo durante os primeiros 6 meses de uma doença psicótica crônica, seria mudado para Esquizofrenia se os sintomas psicóticos ativos ou residuais proeminentes persistissem por vários anos sem a recorrência de outro episódio de humor). O diagnóstico também pode mudar para episódios diferentes da doença separados por um período de recuperação. Por exemplo, um indivíduo pode ter um episódio de [284]sintomas psicóticos que satisfazem o Critério A para Esquizofrenia durante um Episódio Depressivo Maior, recuperar-se completamente deste episódio e, mais tarde, desenvolver 6 semanas de delírios e alucinações sem sintomas proeminentes de humor. O diagnóstico, neste caso, não é Transtorno Esquizoafetivo, porque o período de delírios e alucinações não foi contínuo ao período inicial da perturbação. Ao invés disso, os diagnósticos apropriados são, para o primeiro episódio, Transtorno do Humor com Aspectos Psicóticos, Em Remissão Completa, e Transtorno Esquizofreniforme (Provisório) para o episódio atual. Perturbações do humor, especialmente depressão, em geral se desenvolvem durante o curso de um Transtorno Delirante. Entretanto, essas apresentações não satisfazem os critérios para Transtorno Esquizoafetivo, porque os sintomas psicóticos no Transtorno Delirante são restritos a delírios não-bizarros e, portanto, não satisfazem o Critério A para Transtorno Esquizoafetivo. Quando existem informações insuficientes envolvendo a relação entre os sintomas psicóticos e de humor, Transtorno Psicótico Sem Outra Especificação pode ser o diagnóstico mais apropriado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Critérios Diagnósticos para F25.x – 295.70 Transtorno Esquizoafetivo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A. Um período de doença ininterrupto durante o qual, em algum momento, existe um Episódio Depressivo Maior, um Episódio Maníaco ou um Episódio Misto, concomitante com sintomas que satisfazem o Critério A para Esquizofrenia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nota: O Episódio Depressivo Maior deve incluir o Critério A1: humor deprimido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
B. Durante o mesmo período de doença, ocorreram delírios ou alucinações por pelo menos 2 semanas, na ausência de sintomas proeminentes de humor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
C. Os sintomas que satisfazem os critérios para um episódio de humor estão presentes por uma porção substancial da duração total dos períodos ativo e residual da doença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
D. A perturbação não se deve aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por ex., uma droga de abuso, um medicamento) ou a uma condição médica geral.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Especificar tipo:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tipo Bipolar: se a perturbação inclui um Episódio Maníaco ou Misto (ou um Episódio Maníaco ou Misto e Episódios Depressivos Maiores). Tipo Depressivo: se a perturbação apenas inclui Episódios Depressivos Maiores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/4457735259134287521/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/10/transtorno-esquizoafetivo-pelo-dsm-iv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/4457735259134287521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/4457735259134287521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/10/transtorno-esquizoafetivo-pelo-dsm-iv.html' title='Transtorno Esquizoafetivo pelo DSM-IV'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-6304783846100870910</id><published>2011-10-25T16:20:00.000+00:00</published><updated>2011-10-25T16:20:36.679+00:00</updated><title type='text'>Doenças emocionais</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Publicado por Nelson S. Lima em 21 janeiro 2009 às 19:19 em O CÓDIGO DAS EMOÇÕES&lt;br /&gt;
Muito raramente se fala ou escreve sobre patologias emocionais, excepção feita aos estados depressivos (de que existem diversos tipos), à ansiedade crónica (geralmente um traço de personalidade), aos alarmantes ataques de pânico e às incapacitantes fobias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora gostaria de referir o facto de que alguns problemas mentais serem, efectivamente, patologias de foro afectivo/emocional. Espero com este tópico aguçar o &quot;apetite&quot; para o tema das emoções e, em particular, para o seu Código.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrevo sumariamente a seguir algumas perturbações de foro emocional que são já problemas de natureza psiquiátrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALEXITIMIA: as pessoas que sofrem deste problema têm muita dificuldade em discernir sobre as suas próprias emoções e descrever os sentimentos. Pode ser induzida por abuso de drogas, stress pós-traumático, problemas vasculares estando presente no autismo e na esquizofrenia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANEDONIA: incapacidade total ou parcial de obter e sentir prazer no dia-a-dia, geralmente associada à APATIA (ver adiante). Presente nos estados depressivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APAGAMENTO EMOCIONAL: não há expressão das emoções; a pessoa não transmite qualquer estado emocional visível no rosto, no olhar, na boca (ausência de expressão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APATIA: geralmente é uma situação decorrente da depressão. O humor está muito diminuído e há falta de interesse, motivação e desejo. Incapacidade de sentir afectos. Certas doenças mentais podem provocar esta situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EMBOTAMENTO EMOCIONAL: neste caso significa que a pessoa não sente normalmente as emoções; estas parecem apagadas no que se refere à intensidade e, por isso, quase não se percebe o que ela realmente sente. Aparece na demência, em certas lesões cerebrais e nos doentes psicóticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DISFORIA: diferente da ansiedade, a disforia é um estado de humor desagradável e negativo que inclui desconforto emocional e intranquilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EUFORIA: humor de sinal positivo, elevado, contentamento que pode ser extremo. Pode ser uma &quot;alegria patológica&quot;, já com carácter preocupante e a necessitar de ajuda psiquiátrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HUMOR ANSIOSO: sensação de apreensão, tensão interior, que pode exprimir-se através de palpitações, náuseas, sudação e outras alterações fisiológicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HUMOR DEPRIMIDO: equivale a um estado de tristeza e disforia (ver atrás).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NEOTIMIA: problema decorrente de psicose que envolve sentimentos e estados afectivos inteiramente novos, estranhos e até bizarros para o doente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PUERILIDADE: vida afectiva superficial, nenhum afecto profundo, a pessoa ri ou chora por motivos banais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RESTRIÇÃO EMOCIONAL: sucede nos casos da pessoa com dificuldade em sentir certas emoções. Pode ser temporário ou indicar alguma perturbação afectiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte (resumo): O CÓDIGO DAS EMOÇÕES (Nelson S. Lima)</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/6304783846100870910/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/10/doencas-emocionais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6304783846100870910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6304783846100870910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/10/doencas-emocionais.html' title='Doenças emocionais'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-1843268948345294379</id><published>2011-09-29T17:35:00.000+00:00</published><updated>2011-09-29T17:35:11.440+00:00</updated><title type='text'>Relatoório</title><content type='html'>Muitos dias preenchidos de alegria. Alguns,&amp;nbsp;com profundos sentimentos de vazio. E uma réstea de dias de completo desespero. A média estatistica está muito positiva! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/1843268948345294379/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/09/relatoorio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/1843268948345294379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/1843268948345294379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/09/relatoorio.html' title='Relatoório'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-7296544575061653653</id><published>2011-01-19T19:26:00.000-01:00</published><updated>2011-01-19T19:26:29.808-01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_eh5e9bx3XuV6pvBlk_okpVYbMVi9ztyj-vhXtSrd7Zg-mLNF7gFfLT6llJ7cI1WGgd4Z2rTs4qIMyoHGAajEXXD4VSDeICFggZrwsky_Dcu3gI02WYRGRg2ikmu_0dOqbrMId1w5bf0g/s1600/desespero2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; n4=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_eh5e9bx3XuV6pvBlk_okpVYbMVi9ztyj-vhXtSrd7Zg-mLNF7gFfLT6llJ7cI1WGgd4Z2rTs4qIMyoHGAajEXXD4VSDeICFggZrwsky_Dcu3gI02WYRGRg2ikmu_0dOqbrMId1w5bf0g/s320/desespero2.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
«Não existe maior loucura no mundo, do que um homem entrar em desespero.»&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Miguel de Cervantes&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/7296544575061653653/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/01/nao-existe-maior-loucura-no-mundo-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/7296544575061653653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/7296544575061653653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2011/01/nao-existe-maior-loucura-no-mundo-do.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_eh5e9bx3XuV6pvBlk_okpVYbMVi9ztyj-vhXtSrd7Zg-mLNF7gFfLT6llJ7cI1WGgd4Z2rTs4qIMyoHGAajEXXD4VSDeICFggZrwsky_Dcu3gI02WYRGRg2ikmu_0dOqbrMId1w5bf0g/s72-c/desespero2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-5309577600661698269</id><published>2010-11-06T22:02:00.002-01:00</published><updated>2010-11-07T12:19:51.786-01:00</updated><title type='text'>Proposta de revisão da definição de transtorno de personalidade Borderline para o DSM-V</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
«As pessoas que correspondem a este tipo&amp;nbsp;de transtorno de personalidade, têm um conceito de si próprios extremamente frágil&amp;nbsp;, &amp;nbsp;que é facilmente rompido e fragmentado sob stresse e&amp;nbsp;resultam&amp;nbsp;numa&amp;nbsp;experiência de falta de identidade ou de sentimentos crônicos de vazio. Como resultado, eles têm uma pobre e / ou instável estrutura própria e uma dificuldade permanente em manter relacionamentos íntimos. A auto-avaliação que fazem de si&amp;nbsp;é freqüentemente associada com a auto-aversão, raiva e desânimo. Os indivíduos com este transtorno experiênciam uma rápida mutação, intensa e imprevisível,&amp;nbsp;com&amp;nbsp;emoções reativas&amp;nbsp;que podem&amp;nbsp;tornar-se extremamente ansiosas ou deprimidas. Eles também podem ficar com raiva ou&amp;nbsp;serem&amp;nbsp;hostis, e se sentem incompreendidos, maltratados ou vítimizados. Eles podem se envolver em actos verbais ou físicos de agressão quando estão com raiva. As reações emocionais são geralmente em resposta a eventos negativos interpessoais que envolvem a perda ou decepção.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os relacionamentos são baseados na fantasia de que outros são&amp;nbsp;&amp;nbsp;necessários &amp;nbsp;para a sobrevivência, a dependência excessiva e&amp;nbsp; medo de rejeição e / ou abandono. A dependência envolve tanto um apego inseguro, uma&amp;nbsp;dificuldade&amp;nbsp;intensa em tolerar a solidão, o medo intenso de perda, abandono ou rejeição por parte de outros que são significativos, e a urgente necessidade de contato com&amp;nbsp;esses quando está stressado ou angustiado, acompanhada às vezes por um comportamento subserviente,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;submissão. Ao mesmo tempo, o envolvimento intenso e íntimo com outra pessoa, muitas vezes leva ao medo da perda da identidade do indivíduo. Assim, as relações interpessoais são altamente instáveis e alternam entre a dependência excessiva e a&amp;nbsp;fuga do envolvimento. A empatia para com os outros é severamente prejudicada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os&amp;nbsp;traços emocionais e de comportamento interpessoal podem estar associados a uma&amp;nbsp;desregulação cognitiva, ou seja,as &amp;nbsp;funções cognitivas podem&amp;nbsp;ficar prejudicadas &amp;nbsp;em momentos de stress, levando ao processamento de informações de forma concreta, a preto e branco, tudo ou nada, a&amp;nbsp;reações quase-psicóticas, incluindo a paranóia e a dissociação, que podem evoluir para a psicose transitória. Os indivíduos com este tipo de transtorno são tipicamente impulsivos, agindo na fúria&amp;nbsp;do momento, e freqüentemente se envolvem em atividades com conseqüências potencialmente negativas. Atos deliberados de automutilação (por exemplo, corte, queima), a ideação suicida e tentativas de suicídio ocorrem tipicamente no contexto de sofrimento intenso e disforia, particularmente no contexto de sentimentos de abandono, quando uma relação importante é interrompida. Este sofrimento intenso também pode levar a outros comportamentos de risco, incluindo abuso de substâncias, direcção imprudente, comer compulsivamente, ou promiscuidade sexual.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A. Tipo de classificação.&lt;/strong&gt; Taxa de personalidade do paciente, utilizando a escala de 5 pontos abaixo. Circule o número que melhor descreve a personalidade do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 = Muito Bom - &amp;nbsp;correspondente a paciente exemplifica este tipo&lt;br /&gt;
4 = Bom - correspondente a Paciente significativamente semelhante a este tipo de&lt;br /&gt;
3 = moderado&amp;nbsp; - correspondendo a paciente tem características proeminentes deste tipo&lt;br /&gt;
2 = Leve&amp;nbsp; - correspondendo a &amp;nbsp;paciente tem características menores deste tipo&lt;br /&gt;
1 = sem correspondência - a descrição não se aplica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;B. Avaliação dos&amp;nbsp;Traços&lt;/strong&gt;. Taxa medida em que as seguintes características associadas ao tipo &quot;borderline&quot; são descritivos do paciente usando esta escala de quatro pontos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
0 = Muito pouco ou nada descritiva&lt;br /&gt;
1 = Levemente descritiva&lt;br /&gt;
2 = moderadamente descritiva&lt;br /&gt;
3 = extremamente descritiva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Descrição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
1. Emoções negativas: labilidade emocional&lt;br /&gt;
Tendo experiências emocionais instáveis&amp;nbsp;e alterações do humor. Tter emoções,que são facilmente despertados, intensose / ou fora de proporção em relação aos eventos e circunstâncias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Emoções negativas: automutilação&lt;br /&gt;
Engajar-se em pensamentos e comportamentos relacionados à auto-destruição (por exemplo, o corte intencional ou queima) e suicídio, incluindo ideação suicida, ameaças, gestos e tentativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Emoções negativas: insegurança /separação.&lt;br /&gt;
Os medos de rejeição por parte, e / ou separação de outras pessoas que lhe são significativas; aflição quando outros não estão presentes ou disponíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Emoções negativas: ansiedade&lt;br /&gt;
Os sentimentos de nervosismo, tensão e / ou estar na ponta; preocupar-se com experiências desagradáveis do passado e as possibilidades futuras negativas; sentimentos de medo e ameaçados pela incerteza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Emoções negativas: Baixa auto-estima&lt;br /&gt;
Ter uma opinião negativa das suas habilidades,&amp;nbsp;e acreditando que é um inútil, ou não gostar de estar insatisfeito consigo mesmo, acreditando que não se pode fazer coisas ou não consegue fazê-las bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Emoções negativas: depressividade&lt;br /&gt;
Ter sentimentos freqüentes de estar por baixo / infeliz / depressão / sem esperança; ; crença de que é simplesmente uma pessoa / triste, deprimido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Antagonismo: Hostilidade&lt;br /&gt;
Irritabilidade, temperamento quente,&amp;nbsp; ser hostil, rude, grosseiro ou desagradável; responder com raiva, desprezo e insultos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Antagonismo: Agressão&lt;br /&gt;
Sendo&amp;nbsp;cruel, ou de coração frio; ser verbalmente, emocionalmente, ou fisicamente abusivo; humilhar os outros, sem boa vontade e voluntariamente se engajar em atos de violência contra pessoas e objetos; beligerância activa e aberta ou vingança, usando dominação e intimidação para controlar outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Desinibição: Impulsividade&lt;br /&gt;
Agindo no impulso do momento em resposta a estímulos imediatos, agindo de forma momentânea, sem um plano ou consideração de resultados,&amp;nbsp;com dificuldade&amp;nbsp;em estabelecer e seguir planos; incapacidade de aprender com a experiência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Esquizotipico: Propensão a dissociação&lt;br /&gt;
Tendência a experimentar interrupções no fluxo da experiência consciente, &quot;perda de noção do&amp;nbsp;tempo&quot;, (por exemplo, o desconhecimento de como se&amp;nbsp;foi&amp;nbsp;para&amp;nbsp;determinadolocal),&amp;nbsp;sentindo-se num ambiente estranho ou irreal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte de matéria:http://www.dsm5.org/ProposedRevisions/Pages/proposedrevision.aspx?rid=17#</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/5309577600661698269/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/11/revisao-proposta-de-definicao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/5309577600661698269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/5309577600661698269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/11/revisao-proposta-de-definicao-de.html' title='Proposta de revisão da definição de transtorno de personalidade Borderline para o DSM-V'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-281823669828138700</id><published>2010-09-24T19:19:00.000+00:00</published><updated>2010-09-24T19:19:42.140+00:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhkDypik2YlZ2JXPJqiOUsotWUNhIgnlEa22Qf4rSW2YKuN7_JaiWOk-jv-GBQ0eTtHpWPkhQ4JDAeKefkHPp3Ed_V9Q3W_iXiD2YNkAnQ69RvPTsfB2qCqAigoQCESgoIxlj2MqKtO6wl/s1600/coracao-vazio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhkDypik2YlZ2JXPJqiOUsotWUNhIgnlEa22Qf4rSW2YKuN7_JaiWOk-jv-GBQ0eTtHpWPkhQ4JDAeKefkHPp3Ed_V9Q3W_iXiD2YNkAnQ69RvPTsfB2qCqAigoQCESgoIxlj2MqKtO6wl/s320/coracao-vazio.jpg&quot; width=&quot;314&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
Quando passo estas fases de sentimentos crónicos de vazio,&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
acho que me transformo num boneco.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
Vazio.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
Quase morta.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
Não sou capaz de sentir&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
alegria, nem tristeza&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
raiva, ou paz&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
amor ou ódio,&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
nem saudade.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
Nada.﻿&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/281823669828138700/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/09/quando-passo-estas-fases-de-sentimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/281823669828138700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/281823669828138700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/09/quando-passo-estas-fases-de-sentimentos.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhkDypik2YlZ2JXPJqiOUsotWUNhIgnlEa22Qf4rSW2YKuN7_JaiWOk-jv-GBQ0eTtHpWPkhQ4JDAeKefkHPp3Ed_V9Q3W_iXiD2YNkAnQ69RvPTsfB2qCqAigoQCESgoIxlj2MqKtO6wl/s72-c/coracao-vazio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-6029603527562799440</id><published>2010-09-16T22:10:00.001+00:00</published><updated>2010-09-16T22:11:44.673+00:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;span closure_uid_y7wp5i=&quot;45&quot; se=&quot;Recent research studies have been confirming the evidence that patients with personality borderline disorder (BPD) suffer significant neuropsychological disorders.&quot; te=&quot;Pesquisas recentes têm vindo a confirmar as evidências de que pacientes com transtorno de personalidade borderline (BPD) sofrem importantes distúrbios neuropsicológicos. &quot; title=&quot;&quot;&gt;« Pesquisas recentes têm vindo a confirmar as evidências de que pacientes com transtorno de personalidade borderline (BPD) sofrem de&amp;nbsp;importantes distúrbios neuropsicológicos.A &lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_y7wp5i=&quot;46&quot; se=&quot;Neurocognitive dysfunction of BPD seems to mainly affect the functions characteristic of the prefrontal areas that participate in information processing and management and in the regulation of complex behavioral responses.&quot; style=&quot;background-color: #e6ecf9; color: black;&quot; te=&quot;disfunção neurocognitiva de DBP parece afetar principalmente as funções características das áreas pré-frontais que participam no processamento de informação e de gestão e na regulação das respostas comportamentais complexas. &quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;disfunção neurocognitiva&amp;nbsp;&amp;nbsp;parece afetar principalmente as funções características das áreas pré-frontais&amp;nbsp;do cérebro,&amp;nbsp;que participam no processamento de informação, gestão e regulação das respostas comportamentais &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;complexas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_y7wp5i=&quot;47&quot; se=&quot;Neuropsychological disorders not only are seen in the specific tests but are also reflected and could play an important role in the clinical manifestations of borderline disorder, such as emotional dysregulation and impulsive behaviors.&quot; style=&quot;background-color: white;&quot; te=&quot;Distúrbios neuropsicológicos são vistos não só nas provas específicas, mas também são refletidas e poderá desempenhar um papel importante nas manifestações clínicas do transtorno borderline, como a desregulagem emocional e comportamentos impulsivos. &quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Distúrbios&lt;/span&gt; neuropsicológicos são vistos nas provas específicas e &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;span closure_uid_y7wp5i=&quot;47&quot; se=&quot;Neuropsychological disorders not only are seen in the specific tests but are also reflected and could play an important role in the clinical manifestations of borderline disorder, such as emotional dysregulation and impulsive behaviors.&quot; style=&quot;background-color: white;&quot; te=&quot;Distúrbios neuropsicológicos são vistos não só nas provas específicas, mas também são refletidas e poderá desempenhar um papel importante nas manifestações clínicas do transtorno borderline, como a desregulagem emocional e comportamentos impulsivos. &quot; title=&quot;&quot;&gt;poderão reflectir&amp;nbsp;um papel importante nas manifestações clínicas do transtorno borderline, como a desregulagem emocional e comportamentos impulsivos. A &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span closure_uid_y7wp5i=&quot;48&quot; se=&quot;Neurocognitive rehabilitation therapy has been used successfully in psychiatric disorders such as schizophrenia, also characterized by the presence of neuropsychological dysfunctions.&quot; style=&quot;background-color: white;&quot; te=&quot;terapia de reabilitação neurocognitiva foi utilizado com êxito em transtornos psiquiátricos como esquizofrenia, também caracterizada pela presença de disfunções neuropsicológicas. &quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;terapia de reabilitação neurocognitiva foi utilizada com êxito em transtornos psiquiátricos como esquizofrenia, também caracterizada pela presença de disfunções neuropsicológicas&lt;/span&gt;. »&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span closure_uid_y7wp5i=&quot;48&quot; se=&quot;Neurocognitive rehabilitation therapy has been used successfully in psychiatric disorders such as schizophrenia, also characterized by the presence of neuropsychological dysfunctions.&quot; style=&quot;background-color: white;&quot; te=&quot;terapia de reabilitação neurocognitiva foi utilizado com êxito em transtornos psiquiátricos como esquizofrenia, também caracterizada pela presença de disfunções neuropsicológicas. &quot; title=&quot;&quot;&gt;Fonte de matéria: &lt;a href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19927237&quot;&gt;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19927237&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/6029603527562799440/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/09/pesquisas-recentes-tem-vindo-confirmar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6029603527562799440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6029603527562799440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/09/pesquisas-recentes-tem-vindo-confirmar.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-8788918640779208763</id><published>2010-08-24T18:29:00.000+00:00</published><updated>2010-08-24T18:29:24.576+00:00</updated><title type='text'>Prato do dia</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRTUUgtPuAJC3bPi5A_IziCGLvoH2VkpRtAnc-kJ0u2gMjNPyE1Y1avicCLPy0RszcYRjGiqK1Q0fOflVCAF1jHT5qmQge5SkP2SuMRW2RNw27Rs7AQrVzz1CqU4a5VUdSHfHv2KyAmAh-/s1600/cabe%C3%A7a.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRTUUgtPuAJC3bPi5A_IziCGLvoH2VkpRtAnc-kJ0u2gMjNPyE1Y1avicCLPy0RszcYRjGiqK1Q0fOflVCAF1jHT5qmQge5SkP2SuMRW2RNw27Rs7AQrVzz1CqU4a5VUdSHfHv2KyAmAh-/s320/cabe%C3%A7a.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/8788918640779208763/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/prato-do-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/8788918640779208763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/8788918640779208763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/prato-do-dia.html' title='Prato do dia'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRTUUgtPuAJC3bPi5A_IziCGLvoH2VkpRtAnc-kJ0u2gMjNPyE1Y1avicCLPy0RszcYRjGiqK1Q0fOflVCAF1jHT5qmQge5SkP2SuMRW2RNw27Rs7AQrVzz1CqU4a5VUdSHfHv2KyAmAh-/s72-c/cabe%C3%A7a.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-9209577400733998920</id><published>2010-08-22T20:55:00.001+00:00</published><updated>2010-08-22T21:09:35.801+00:00</updated><title type='text'>Dicas para vencer a preguiça</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Preguiça é a inimigo número 1 da produtividade, comprometendo o&amp;nbsp;nosso tempo e saúde, e torna-se facilmente uma barreira para conquistar metas&amp;nbsp;a longo prazo, aquelas metas que são&amp;nbsp;realmente importantes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É necessário entender que a preguiça é&amp;nbsp;uma batalha psicológica entre&amp;nbsp;nós e a inércia e, se quisermos progredir, vamos ter que vencer a&amp;nbsp; preguiça. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;1. Exercite-se&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Podemos sentirmo-nos preguiçosos se não tivermos energia suficiente para o dia a dia. Uma rotina diária de exercicios&amp;nbsp;deixa o corpo disposto e alerta e menos propenso a baixas energéticas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;2. Durma&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como poderemos sentirmo-nos motivados e entusiasmados, se não estivermos a dormir o suficiente? &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;strong&gt;3. Determine um prazo curto para começar e aja &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O mais dificil é começar.&amp;nbsp;Determine um prazo curto (5 a 15 minutos) para começar a tarefa a todo o custo. A melhor motivação é&amp;nbsp;a acção. Se precisar refazer o início depois, o tempo necessário certamente será menor que a eterna protelação. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;4.Remova as distracções&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Desligue a T.V, a internet ou outra qualquer coisa que o esteja a distrair. Vai sentir-se muito melhor, uma vez que tiver que tiver terminado a tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5.&amp;nbsp;Visualize os benefícios&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A preguiça alimenta-se&amp;nbsp;da &amp;nbsp;nossa visão de determinado&amp;nbsp;problema, e focar só as dificuldades da&amp;nbsp;resolução&amp;nbsp;torna mais difícil começar a resolvê-lo. Imaginar todos os benefícios que teremos ao concluir&amp;nbsp;o dever,tornará mais fácil colocar mãos a obra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;6. Estabeleça prêmios&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estabeleça para si mesmo um prazo para cumprir a tarefa e um prémio pela sua consecução. Entra como um bónus no pacote de benefícios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;7.&amp;nbsp;Pense nas conseqüências do não cumprimento&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outro motivador para&amp;nbsp; vencer a preguiça é&amp;nbsp;pensar n&amp;nbsp;as conseqüências negativas de se entregar à inércia. Se os benefícios não são o suficiente para motivá-lo, pense no prejuízo financeiro, profissional ou emocional que vai ter se não fizer o que deve.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;8.&amp;nbsp;Encontre parceiros.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Todos nós temos baixas&amp;nbsp;de motivação, e pessoas com interesses em comum podem ser o melhor apoio&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
quando a vontade própria não é o suficiente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;9. Divida a tarefa em partes administráveis&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Às vezes, a visão obscura que temos do problema&amp;nbsp;impede-nos de definir por onde começar. Se estiver diante de uma questão complexa ou trabalhosa, divida o processo em etapas menores, administráveis, com prazos para início e conclusão para cada uma.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;10. Faça uma coisa de cada vez&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não é da nossa natureza ser multifuncional. Organize o seu pensamento e dedique-se a uma tarefa de cada vez. A concentração beneficia muito&amp;nbsp;a criatividade e nosso potencial para ter resultados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;11. Descreva seu processo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sentir-se-à&amp;nbsp;mais motivado se perceber com clareza como sua produtividade varia de acordo com a freqüência com que se entrega à preguiça. Uma maneira de visualizar este processo é registrar seu progresso diariamente,anotando quantas metas de propôs, quantas atingiu e como foi seu estado energético e emocional neste dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;12. Lembre-se do que realmente interessa.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A preguiça alimenta-se de desculpas que damos a nós mesmos: &#39;é muito cedo&#39;, &#39;é muito tarde&#39;, &#39;estou muito&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
cansado&#39;, &#39;eu mereço esta folga&#39;. Ás vezes realmente é verdade, e precisamos relaxar e descansar o corpo. Mas háuma voz interna, auto-crítica e ciente de nossos estados emocionais, que nos diz se estamos realmente cansados ou&amp;nbsp;se estamos&amp;nbsp;nos entregando à preguiça. Nas horas críticas, esta voz é a nossa mais sábia conselheira.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Baseado no texto: 16 powerful tips to overcome laziness. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/9209577400733998920/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/dicas-para-vencer-preguica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/9209577400733998920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/9209577400733998920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/dicas-para-vencer-preguica.html' title='Dicas para vencer a preguiça'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-3380844264245992140</id><published>2010-08-15T11:10:00.000+00:00</published><updated>2010-08-15T11:10:27.404+00:00</updated><title type='text'>Mecanismos de Defesa - Jogos emocionais comuns</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Sentimentos criam factos&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em geral, as pessoas emocionalmente saudáveis, baseiam&amp;nbsp;ose seus sentimentos em factos. Se o seu pai chegar em casa bêbedo&amp;nbsp;todas as&amp;nbsp;noite (facto) você pode sentir-se preocupado ou interessado (sentimento). Se o seu chefe o&amp;nbsp;elogiou&amp;nbsp;pelo seu grande projeto (facto) você iria sentir-se orgulhoso e feliz (sentimento). &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pessoas com este transtorno, podem fazer o oposto. Quando os seus sentimentos não condizem com os factos, eles podem, de modo inconsciente, &amp;nbsp;rever os factos para que estes atendam os seus&amp;nbsp;sentimentos. Isto poderá ser uma das&amp;nbsp;razões pela qual a percepção dos acontecimentos é tão diferente das pessoas que não têm o transtorno.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Splitting: «Odeio-te. Não me abandones.»&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pessoas com TPL podem ter séria dificuldade em ver as áreas cinzentas.&amp;nbsp;Para eles, as pessoas e as situações são preto ou branco, maravilhosas ou más. Este processo da separação serve mais como&amp;nbsp;um mecanismo da defesa. Pedro, que tem TPL, explica: &quot;A divisão do mundo em bem ou mal&amp;nbsp;torna o mundo&amp;nbsp;mais fácil de entender. Quando eu me sinto mal,&amp;nbsp;isto explica por que eu sou do jeito que sou. Quando você estiver mal, isso explica porque eu&amp;nbsp;vejo as coisas más em&amp;nbsp;você&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Jogo de Projeção&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Algumas pessoas com&amp;nbsp;TPL que atuam exteriormente, &amp;nbsp;podem usar um tipo mais complicado de mecanismo de defesa -jogo de projecção,&amp;nbsp;para&amp;nbsp;aliviar a ansiedade, dor e sentimentos de vergonha. É um processo mais complexo, porque combina a vergonha, a divisão, negação e projecção. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A estas pessoas&amp;nbsp;geralmente lhes falta um senso claro de quem eles são, e um sentimento de vazio e de ser&amp;nbsp;intrinsecamente defeituoso. Outros parecem fugir deles,&amp;nbsp;o&amp;nbsp;que é solitária e extremamente doloroso. Então podem tentar inculcar os seus sentimentos noutra pessoa.&amp;nbsp;A isto se&amp;nbsp;chama projecção. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na projeção a pessoa está negando a sua própria maneira de ser&amp;nbsp;desagradável, o seu comportamento, mediante a atribuição a outros dos seus sentimentos (freqüentemente de um modo acusá-los). Numa&amp;nbsp;entrevista, Elyce M. Benham,&amp;nbsp; explicou que a projeção é como olhar para si mesmo&amp;nbsp;num pequeno espelho. Quando você pensar que a sua cara é feia, você vira o espelho&amp;nbsp;para os outros ao&amp;nbsp;redor. Voilà! Agora o cara&amp;nbsp;que você encontrou no espelho pertence a outra pessoa. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Às vezes, a projeção é um exagero de algo real. Por exemplo o borderline pode acusá-lo do &quot;ódiá-lo&quot;, quando você sente irritado com ele. Algumas vezes a projeção pode vir inteiramente da imaginação: por exemplo, eles o acusam de jogos sensuais com o vendedor quando você estava apenas a pedir indicações ao departamento de calçados. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A esperança inconsciente&amp;nbsp;do Borderline&amp;nbsp;é que´, projetando essas coisas desagradáveis sobre outra pessoa, poderão sentir-se&amp;nbsp;melhor consigo mesmos. E eles realmente se sentem melhor, mas apenas por pouco tempo. Assim que a dor volta, o seu jogo é&amp;nbsp;jogado outra vez. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Projeção também tem outro propósito: o Borderline, inconscientemente, teme que, se você descobrir que não ele não&amp;nbsp;é perfeito, que&amp;nbsp;você vai abandoná-lo. Eles&amp;nbsp;vivem em constante terror, por temer&amp;nbsp;que você descubra a pessoa por detrás da cortina. Projectando as características e sentimentos negativos sobre&amp;nbsp;os outros&amp;nbsp;é uma maneira de manter fechadas&amp;nbsp;as cortinas&amp;nbsp; e redireccionar a atenção sobre a imagem perfeita que eles tentaram criar para si próprios. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como pode um Borderline&amp;nbsp;negar que eles estão projetando quando é tão óbvio para todo o mundo? A resposta é que a vergonha e&amp;nbsp;o «splitting»&amp;nbsp;é combinado com a projecção e negação&quot; como&amp;nbsp;mecanismo de defesa, como&amp;nbsp;forma poderosa de negar a posse de pensamentos e sentimentos desagradáveis. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns que entram em relações com borderlines sentem que foram «lavados cerebralmente». Benham diz: &quot;A técnica da lavagem cerebral é simples: isolar a vítima, expô-los&amp;nbsp;a mensagens incoerentes, misturar com privação de sono, adicionar alguma forma de abuso, levar a pessoa a duvidar do que eles sabem e sentem, mantê-los nas suas mãos, puxá-los para o fundo, e mexer tudo muito&amp;nbsp;bem. &quot; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Tudo é culpa sua&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Culpar os outros continuamente e criticá-los é&amp;nbsp;outro dosmecanismos de defesa de alguns Borderlines&amp;nbsp;que agem&amp;nbsp;exteriormente, &amp;nbsp;utilizado isso como uma ferramenta desobrevivência. A crítica pode ser baseada&amp;nbsp;num problema real que&amp;nbsp;o Borderline&amp;nbsp;exagerou, ou então ser mera fantasia. Por exemplo,&amp;nbsp; enfurecem-se&amp;nbsp;castigando os outros por coisas banais como carregar um saco de maneira errada,&amp;nbsp;forçando os outros a ler um livro que eles exijam, etc. Caso&amp;nbsp;os parentes ou amigos não concordem com a critica ou tentem defender-se, o Borderline&amp;nbsp;pode acusá-los de serem defensivos, muito sensíveis, ou incapazes de aceitar a crítica construtiva. Uma vez que a sua própria sobrevivência parece estar em jogo, eles podem defender-se com a ferocidade de um urso mãe protegendo seus filhotes. Quando a crise passa e o Borderline parece ter ganho, eles podem agir surpresos de que os outros ainda estejam chatiados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Fonte:http://www.bpdcentral.com/resources/basics/games.shtml</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/3380844264245992140/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/mecanismos-de-defesa-jogos-emocionais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/3380844264245992140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/3380844264245992140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/mecanismos-de-defesa-jogos-emocionais.html' title='Mecanismos de Defesa - Jogos emocionais comuns'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-478015628679072946</id><published>2010-08-15T10:27:00.000+00:00</published><updated>2010-08-15T10:27:24.013+00:00</updated><title type='text'>Variações dentro do Transtorno de Personalidade Borderline</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Alta-funcionalidade, Baixa-funcionalidade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pessoas com TPL podem variar bastante na&amp;nbsp;sua funcionalidade: isto é,&amp;nbsp;no que diz respeito à&amp;nbsp;sua capacidade&amp;nbsp;de viver um estilo de vida normal, trabalhar dentro ou fora do domicílio, lidar com os problemas diária, interagir com os outros e assim por diante. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Algumas pessoas com TPL&amp;nbsp;são tão incapacitadas pela sua doença que&amp;nbsp;são incapazes de trabalhar.Podem passar muito tempo no hospital por causa da automutilação,de graves distúrbios alimentares, abuso de substâncias, ou tentativas de suicídio.&amp;nbsp;Torna-se muito difícil&amp;nbsp;formarem relacionamentos,&amp;nbsp;tendo assim um fraco sistema de apoio. Podem ser incapazes de lidar com o dinheiro, a ponto de não terem recrusos financeiros para se alimentar ou ter uma habitação.Borderlines com baixa funcionalidade&amp;nbsp;frequentemente vivem de crise&amp;nbsp;em crise. Muitas vezes sentem-se manipulados por auto-mutilação e tentativas de suicídio. Entretanto, porque são obviamente doentes, costumam receber compreensão e apoio da família e dos amigos. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Borderlines com alta funcionalidade&amp;nbsp;agem de modo&amp;nbsp;perfeitamente normal a maioria do tempo. Bem sucedidos, e bastante amados,&amp;nbsp;tendem a&amp;nbsp;mostrar o seu lado negro apenas a pessoas que conhecem muito bem. Embora tenham os mesmos sentimentos que um Borderline de baixa funionalidade,estes aprenderam a cobrir o transtorno muito bem-&amp;nbsp;tão bem, que, na verdade, podem sentir-se estranhos a si mesmos. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cuidadores que se envolvam com Borderlines de alta-funcionalidade precisam ter suas percepções e sentimentos confirmada. Amigos e familiares que não&amp;nbsp;conhecem o Borderline, podem nem acreditar em histórias de raiva e abuso verbal. Até mesmo muito terapeutas&amp;nbsp;já&amp;nbsp;se recusaram&amp;nbsp;a acreditar&amp;nbsp;descrições deste tipo de comportamento. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Claro, há muita margem de manobra entreoalto funcionamento (por vezes referido como o &quot;borderline&quot; borderline) e os de baixo funcionamento. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Acção interior, Acção exterior&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O comportamento borderline baseia-se numa coisa:&amp;nbsp;tentar lidar com a angústia interna. No entanto, as pessoas com&amp;nbsp;TPL podem fazer isso de maneiras diferentes. Na nossa experiência adquirida, o comportamento das pessoas com&amp;nbsp;TPL tende a cair em duas categorias gerais: &quot;Acção exterior&quot; e &quot;acção&amp;nbsp;interior&quot;. Estas categorias&amp;nbsp;não são oficiais, são apenas empiricamente pesquisadas. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Comportamentos de acção exterior são&amp;nbsp;as tentativas de aliviar a dor por colocá-la noutra pessoa - por exemplo: com fúria culpar, criticar, fazer denúncias,&amp;nbsp;tornando-se fisicamente violento, e&amp;nbsp;prqaticando abuso verbal.Estes comportamentos causam angústia directa aos amigos, familiares e parceiros. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Comportamentos de acção interior, ferem em especial a pessoa com o transtorno, embora parentes e amigos também sejam afectados. Nesta situação, alguém com TPL, podem essencialmente sentir-se extremamente culpados&amp;nbsp;em circunstâncias&amp;nbsp;em que imaginem ter transgredido, ou feito alguma coisa de mal. Podem mutilar-se, para tentar lidar com a sua ira, e culpam-se a si mesmos por problemas que&amp;nbsp;na realidade não&amp;nbsp;são culpa deles.&amp;nbsp;O suicídio é também uma possibilidade. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns&amp;nbsp;parecem atuar principalmente&amp;nbsp;interiormente, e outros apenas exteriormente. E alguns agem de ambos os modos.&lt;/div&gt;
Fonte: http://www.bpdcentral.com/resources/basics/types.shtml</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/478015628679072946/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/variacoes-dentro-do-transtorno-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/478015628679072946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/478015628679072946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/variacoes-dentro-do-transtorno-de.html' title='Variações dentro do Transtorno de Personalidade Borderline'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-8713201330112958273</id><published>2010-08-15T09:58:00.001+00:00</published><updated>2010-08-15T09:59:28.797+00:00</updated><title type='text'>Traços adicionais comuns a pessoas com TPL</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pessoas com este transtorno podem ter outros atributos que não fazem parte da definição do DSM, mas que os investigadores acreditam serem comuns ao Transtorno. Muitas desses podem estar relacionados a abuso físico ou sexual sofridos cedo na vida. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Profunda vergonha&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Há no Borderline&amp;nbsp;o sentimento omnipresente de que é falho e deficiente como ser humano. Deixa de ser uma emoção que assinala os seus limites para ser um nucleo de identidade. Esta vergonha&amp;nbsp;tóxica lhe dá uma sensação de inutilidade, a sensação de estar isolado, vazio, e&amp;nbsp;completamente só.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Limites indefinidos&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Questões de controle&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pessoas com este transtorno podem precisar sentir-se&amp;nbsp;no controle de outras pessoas, porque sentem que não se conseguem controlar a si&amp;nbsp;´próprias. Além disso, eles podem estar tentando&amp;nbsp;tornar o&amp;nbsp;seu mundo mais predizível e controlável.&amp;nbsp;Borderlines podem inconscientemente tentar controlar os outros pondo-os em qualquer situações vitoriosas, criando o caos que mais ninguém pode descobrir, ou acusando outro de tentar controlá-las. Em contrapartida, alguns podem lidar com a sensação de controlo por abandonar a sua própria energia; por exemplo: eles podem escolher um estilo de vida onde todas as escolhas são feitas por eles, como o serviço militar ou um culto, ou eles podem se alinhar com pessoas abusivas que tentam controlá-los através do medo. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Falta constância do objecto &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando estamos sós, muitos de nós&amp;nbsp;conseguem acalmar-se por&amp;nbsp;recordar o amor que os outros têm por nós. Isto é muito confortável mesmo que essas pessoas estejam longe, ou&amp;nbsp;mesmo&amp;nbsp;que até&amp;nbsp;não estejam mais vivos. Esta capacidade é conhecida como constância de objetos. Algumas pessoas com Transtorno Borderline, no entanto, acham difícil invocar uma imagem de um ente querido a acalmá-los quando se sentem tristes ou ansiosos. Se a pessoa não estiver fisicamente presente, simplesmente não existe a nível emocional. Por isso é que o Borderline&amp;nbsp;pode telefonar-lhe frequentemente só para ter certeza que você ainda está lá e ainda se preocupa com eles.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Sensibilidade Interpessoal&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos indivíduos teêm notado que alguns pessoas com&amp;nbsp;TPL teêm uma habilidade incrivel de ler as pessoas e descobrir seus gatilhos e vulnerabilidades.&amp;nbsp;Já houve quem chamasse estes Borderlines de «psiquicos». &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Competência Situacional&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns&amp;nbsp;pessoas com TPL&amp;nbsp;são competentes e estão no controle em alguns casos. Por exemplo: muitos têm um&amp;nbsp;desempenho muito bom&amp;nbsp;no trabalho e são grandes empreendedores. Muitos são muito inteligentes, criativos e artísticos. Isto pode ser muito confuso para os familiares que não entendem porque a pessoa pode agir deste modo numa situação e&amp;nbsp;não serem bem sucedidos em outras&amp;nbsp;situações. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Demandas&amp;nbsp;Narcisicas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns indivíduos com&amp;nbsp;TPL procuram&amp;nbsp;frequentemente trazer o foco da atenção para si. Eles podem reagir&amp;nbsp;às&amp;nbsp;situações baseando-se exclusivamente em como elas os afetam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: http://www.bpdcentral.com/resources/basics/additional.shtml&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/8713201330112958273/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/tracos-adicionais-comuns-pessoas-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/8713201330112958273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/8713201330112958273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/tracos-adicionais-comuns-pessoas-com.html' title='Traços adicionais comuns a pessoas com TPL'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-5879509057453490079</id><published>2010-08-12T23:09:00.000+00:00</published><updated>2010-08-12T23:09:32.007+00:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEY_uwDynKeNwfPblg0mD0f0R2aD4Iv9mdzEcrLgWDWG1gic8Hsitt2xOe3q_HWpeUkjaRS2-R7SvDPwzzh5ihB8mynEzaUL0Kldis_dbHkBZsMEP1pJo-BJJPOHbQRDGKjYbJgG-mOBHR/s1600/Capturar.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;226&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEY_uwDynKeNwfPblg0mD0f0R2aD4Iv9mdzEcrLgWDWG1gic8Hsitt2xOe3q_HWpeUkjaRS2-R7SvDPwzzh5ihB8mynEzaUL0Kldis_dbHkBZsMEP1pJo-BJJPOHbQRDGKjYbJgG-mOBHR/s320/Capturar.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/5879509057453490079/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/5879509057453490079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/5879509057453490079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/blog-post.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEY_uwDynKeNwfPblg0mD0f0R2aD4Iv9mdzEcrLgWDWG1gic8Hsitt2xOe3q_HWpeUkjaRS2-R7SvDPwzzh5ihB8mynEzaUL0Kldis_dbHkBZsMEP1pJo-BJJPOHbQRDGKjYbJgG-mOBHR/s72-c/Capturar.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-462981352839019247</id><published>2010-08-09T22:08:00.000+00:00</published><updated>2010-08-09T22:08:43.777+00:00</updated><title type='text'>11 Sinais preocupantes do Transtorno de Personalidade Normal</title><content type='html'>1.&amp;nbsp;Busca&amp;nbsp;Regular de apoio&amp;nbsp;numa rede&amp;nbsp;de amigos e familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.Expectativas positivas crónicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Episódios repetidos de gratidão e generosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Aumento&amp;nbsp;de vontade&amp;nbsp;para a atividade física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Tendência marcada de identificar e expressar sentimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Compulsão de&amp;nbsp;contribuir para a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.&amp;nbsp;Grande sensibilidade aos sentimentos dos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Comportamento habitual relacionado à busca de novos desafios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Ânsia por experiências de pico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Tendência a se adaptar às novas condições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Bom sennso de humor persistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: http://www.bouldertherapist.com/html/humor/MentalHealthHumor/12signGoodHealth.html</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/462981352839019247/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/11-sinais-preocupantes-do-transtorno-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/462981352839019247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/462981352839019247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/11-sinais-preocupantes-do-transtorno-de.html' title='11 Sinais preocupantes do Transtorno de Personalidade Normal'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-2680909302123255734</id><published>2010-08-09T21:40:00.001+00:00</published><updated>2010-08-09T21:42:02.798+00:00</updated><title type='text'>Letra «Entre mim e eu» - Luís Represas</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Porque é que naquela rocha&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Perdida no meio do mar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Arrasada pelo vento&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Despida pelo luar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Porque é que foi no segredo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De não ter com quem falar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que me despedi do medo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que tinha de me encontrar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desembarco só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Neste porto só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sou eu quem me espera&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entre mim e eu&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um de nós me deu&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O espelho que eu quero&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não foi por ser inocente&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que ali me fui encontrar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A mim que já não me via&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nem me podia tocar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foi porque um de nós sabia&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que o outro lhe contou&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sabia que não fugia&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nenhum de nós lá ficou&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desembarco só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Neste porto só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sou eu quem me espera&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Só&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entre mim e eu&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um de nós me deu&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O espelho que eu quero&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Gostava que tu soubesses&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que tenho a rota traçada&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sei lá ir quando quiseres&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se houver conversa adiada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/2680909302123255734/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/porque-e-que-naquela-rocha-perdida-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/2680909302123255734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/2680909302123255734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/porque-e-que-naquela-rocha-perdida-no.html' title='Letra «Entre mim e eu» - Luís Represas'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-6781480771173190879</id><published>2010-08-07T21:41:00.000+00:00</published><updated>2010-08-07T21:41:04.207+00:00</updated><title type='text'>Transtorno de Personalidade Histriónico</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Características de Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A característica essencial do Transtorno da Personalidade Histriônica consiste de um padrão invasivo de emocionalidade excessiva e comportamento de busca de atenção, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Histriônica sentem-se desconfortáveis ou desconsiderados quando não são o centro das atenções (Critério 1). Freqüentemente animados e dramáticos, tendem a chamar a atenção sobre si mesmos e podem, de início, encantar as pessoas com quem travam conhecimento por seu entusiasmo, aparente franqueza ou capacidade de sedução. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tais qualidades, contudo, perdem sua força à medida que esses indivíduos continuamente exigem ser o centro das atenções. Eles requisitam o papel de &quot;dono da festa&quot;. Quando não são o centro das atenções, podem fazer algo dramático (por ex., inventar estórias, fazer uma cena) para chamar a atenção. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esta necessidade freqüentemente se manifesta em seu comportamento diante do clínico (por ex., adular, trazer presentes, oferecer descrições dramáticas de sintomas físicos e psicológicos que a cada consulta são substituídos por sintomas novos).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A aparência e o comportamento dos indivíduos com este transtorno com freqüência são, de maneira inadequada, sexualmente provocantes ou sedutores (Critério 2). Este comportamento é dirigido não apenas às pessoas pelas quais o indivíduo demonstra um interesse sexual ou romântico, mas ocorre em uma ampla variedade de relacionamentos sociais, ocupacionais e profissionais, além do que seria adequado para o contexto social. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A expressão emocional pode ser superficial e apresentar rápidas mudanças (Critério 3). Os indivíduos com este transtorno usam consistentemente sua aparência física para chamar a atenção (Critério 4). &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eles empenham-se excessivamente em impressionar os outros com sua aparência e despendem tempo, energia e dinheiro excessivos para se vestir e se arrumar. Eles podem &quot;caçar elogios&quot; pela sua aparência e se aborrecer com facilidade e em demasia por algum comentário crítico acerca de como estão ou por uma fotografia na qual, em sua opinião, não saíram bem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esses indivíduos têm um estilo de discurso excessivamente impressionista e carente de detalhes (Critério 5). Fortes convicções em geral são expressadas com talento dramático, porém com um embasamento vago e difuso, sem fatos e detalhes corroborantes. Por exemplo, um indivíduo com Transtorno da Personalidade Histriônica pode comentar que determinado indivíduo é uma pessoa maravilhosa, porém ser incapaz de oferecer quaisquer exemplos específicos de boas qualidades que confirmem sua opinião. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com este transtorno caracterizam-se por autodramatização, teatralidade e expressão emocional exagerada (Critério 6). Eles podem embaraçar amigos e conhecidos por uma excessiva exibição pública de emoções (por ex., abraçar conhecidos casuais com um ardor exagerado, soluçar incontrolavelmente em ocasiões sentimentais de pouca importância, ou ter ataques de fúria). &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entretanto, suas emoções com freqüência dão a impressão de serem ligadas e desligadas com demasiada rapidez para serem profundamente sentidas, o que pode levar a acusações de que estão fingindo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Histriônica têm um alto grau de sugestionabilidade (Critério 7). &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Suas opiniões e sentimentos são facilmente influenciados pelos outros e por tendências do momento. Eles podem ser confiantes demais, especialmente em relação a fortes figuras de autoridade, a quem vêem como capazes de oferecer soluções mágicas para seus problemas. Eles apresentam uma tendência a curvar-se a intuições ou adotar convicções prontamente. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com este transtorno muitas vezes consideram os relacionamentos mais íntimos do que são de fato, descrevendo praticamente qualquer pessoa recém conhecida como &quot;meu querido, meu amigo&quot; ou chamando um médico visto apenas uma ou duas vezes sob circunstâncias profissionais por seu prenome (Critério 8). Devaneios românticos são comuns.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Características e Transtornos Associados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Histriônica podem ter dificuldade em adquirirem intimidade emocional em relacionamentos românticos ou sexuais. Eles com freqüência representam um papel (por ex., &quot;vítima&quot; ou &quot;princesa&quot;) em seus relacionamentos, sem se dar conta disto. Eles podem, em um nível, tentar controlar seu parceiro através da manipulação emocional ou sedução, enquanto exibem acentuada dependência em outro nível. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com este transtorno muitas vezes têm relacionamentos deficientes com amigos do mesmo sexo, porque seu estilo interpessoal sexualmente provocante pode parecer uma ameaça aos relacionamentos dos amigos. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esses indivíduos também podem afastar os amigos com suas exigências de constante atenção. Eles freqüentemente ficam deprimidos e aborrecidos quando não são o centro das atenções. Eles podem ser ávidos por novidades, estimulação e excitação e ter uma tendência a entediar-se com sua rotina habitual. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estes indivíduos em geral manifestam intolerância ou frustração por situações que envolvem um adiamento da gratificação, sendo que suas ações freqüentemente são voltadas à obtenção de satisfação imediata. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Embora muitas vezes iniciem um trabalho ou projeto com grande entusiasmo, seu interesse pode desaparecer rapidamente. Os relacionamentos a longo prazo podem ser deixados de lado para dar lugar a relacionamentos novos e excitantes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O risco real de suicídio é desconhecido, mas a experiência clínica sugere que os indivíduos com o transtorno estão em maior risco para gestos ou ameaças de suicídio para chamar a atenção e coagir os outros a um maior envolvimento. O Transtorno da Personalidade Histriônica tem sido associado com taxas superiores de Transtorno de Somatização, Transtorno Conversivo e Transtorno Depressivo Maior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Existe, freqüentemente, a co-ocorrência de Transtornos da Personalidade Borderline, Narcisista, Anti-Social e Dependente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Características Específicas à Cultura, à Idade e ao Gênero&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As normas de comportamento interpessoal, aparência pessoal e expressão emocional variam amplamente entre as culturas, gêneros e grupos etários. Antes que os vários traços (por ex., emocionalidade, sedução, estilo interpessoal dramático, busca de novidades, sociabilidade, encanto, impressionabilidade e tendência à somatização) possam ser considerados evidências de um Transtorno da Personalidade Histriônica, é importante determinar se eles causam prejuízo ou sofrimento clinicamente significativo. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nos contextos clínicos, este diagnóstico tem sido mais freqüente em mulheres; entretanto, a proporção entre os sexos não difere significativamente em relação à clientela geral do respectivo contexto clínico. Em contrapartida, alguns estudos usando avaliações estruturadas relatam taxas similares de prevalência entre homens e mulheres. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A expressão comportamental do Transtorno da Personalidade Histriônica pode ser influenciada pelos estereótipos do papel sexual. Por exemplo, um homem com este transtorno pode vestir-se e comportar-se de um modo freqüentemente identificado como &quot;machão&quot;, procurando ser o centro das atenções e alardeando habilidades atléticas, ao passo que uma mulher, por exemplo, pode escolher roupas muito femininas e falar acerca do quanto impressionou seu instrutor de dança.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Prevalência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os poucos dados de estudos da população geral sugerem uma prevalência de cerca de 2-3% para o Transtorno da Personalidade Histriônica. Taxas de cerca de 10 a 15% foram relatadas em contextos ambulatoriais e de internação em saúde mental, ao utilizar uma avaliação estruturada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outros Transtornos da Personalidade podem ser confundidos com o Transtorno da Personalidade Histriônica, em razão de certos aspectos em comum, de modo que é importante distinguir esses transtornos com base nas diferenças em seus aspectos característicos. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entretanto, se um indivíduo apresenta características de personalidade que satisfazem os critérios para um ou mais Transtornos da Personalidade além do Transtorno da Personalidade Histriônica, todos podem ser diagnosticados. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Embora o Transtorno da Personalidade Borderline também possa caracterizar-se por busca de atenção, comportamento manipulador e rápidas oscilações emocionais, ele se distingue por um comportamento autodestrutivo, rompimentos coléricos de relacionamentos íntimos e sentimentos crônicos de profundo vazio e perturbação da identidade. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Anti-Social e Transtorno da Personalidade Histriônica compartilham uma tendência à impulsividade, superficialidade, busca de excitação, imprudência, sedução e manipulação, porém no Transtorno da Personalidade Histriônica existe uma maior tendência ao exagero das emoções e a não se envolver, caracteristicamente, em comportamentos anti-sociais. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Histriônica são manipuladores para obter afeto, ao passo que no Transtorno da Personalidade Anti-Social a manipulação ocorre para obter vantagens financeiras, poder ou alguma outra forma de gratificação material. Embora os indivíduos com Transtorno da Personalidade Narcisista também sejam ávidos pela atenção dos outros, eles comumente desejam obter louvores por sua &quot;superioridade&quot;, ao passo que o indivíduo com Transtorno da Personalidade Histriônica presta-se a ser visto como frágil ou dependente, se isto for de utilidade para obter atenção. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os indivíduos com Transtorno da Personalidade Narcisista podem exagerar a intimidade de seus relacionamentos, mas estão mais propensos a enfatizar a condição &quot;VIP&quot; ou de riqueza de seus amigos. No Transtorno da Personalidade Dependente, a pessoa é excessivamente dependente dos elogios e orientação dos outros, mas não apresenta as características exuberantes, exageradas e emotivas do Transtorno da Personalidade Histriônica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Transtorno da Personalidade Histriônica deve ser diferenciado de uma Alteração da Personalidade Devido a uma Condição Médica Geral, na qual os traços emergem devido aos efeitos diretos de uma condição médica geral sobre o sistema nervoso central. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ele também deve ser distinguido de sintomas que podem desenvolver-se em associação com o uso crônico de substâncias (por ex., Transtorno Relacionado à Cocaína Sem Outra Especificação).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos indivíduos podem exibir traços de personalidade histriônica, mas estes apenas constituem um transtorno da Personalidade Histriônica quando são inflexíveis, mal-adaptativos e persistentes e causam prejuízo funcional significativo ou sofrimento subjetivo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte de matéria: http://virtualpsy.locaweb.com.br/dsm_janela.php?cod=159&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/6781480771173190879/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/transtorno-de-personalidade-histrionico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6781480771173190879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/6781480771173190879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/transtorno-de-personalidade-histrionico.html' title='Transtorno de Personalidade Histriónico'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-5853641788505416603</id><published>2010-08-02T23:23:00.000+00:00</published><updated>2010-08-02T23:23:39.879+00:00</updated><title type='text'>Pensamentos inquietantes de uma Borderline</title><content type='html'>Eu não sei porque é que fiz isto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se eu fiz alguma coisa de errado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acham que não é suposto eu estar sempre a pensar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me faças ficar chatiada!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não consigo parar de me preocupar, mesmo que queira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece que simplesmente não consigo começar nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha casa está sempre de pernas pro ar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque é que eu sempre falo sem primeiro pensar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como fico seriamente chatiada com os outros! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha vida é feita de altos e baixos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque é que para eu ser feliz preciso de me esforçar tanto, e os outros não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu odeio-me quando as pessoas não gostam de mim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tenho energia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quê lutar? Não vai resultar de qualquer modo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu morrer, a dor finalmente desaparecerá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não acredito no que fiz. Nunca me perdoarei a mim mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu entendo que a comida é como uma droga para mim, mas mesmo assim não consigo parar de comer em excesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas acham que eu sou esquisita&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto-me tão revoltada!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;É tão dificil tomar decisões!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu mereço sofrer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu tenho um temperamento muito mau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu odeio-me a mim própria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não consigo parar de sentir que ou enlouqueço ou morro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O stress transforma-me num monstro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me obriguem a cumprir com as minhas responsabilidades!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As coisas não parecem reais. Tenho medo de dizer isto aos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada realmente trata a minha depressão..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho momentos de mau humor sem haver um bom motivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ansiedade, revolta, depressão e desespero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto-me tão vazia cá dentro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Simplesmente parece que não consigo terminar as minhas tarefas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/5853641788505416603/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/pensamentos-inquietantes-de-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/5853641788505416603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/5853641788505416603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/pensamentos-inquietantes-de-uma.html' title='Pensamentos inquietantes de uma Borderline'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8181897865770950825.post-938089951344421170</id><published>2010-08-02T22:27:00.000+00:00</published><updated>2010-08-02T22:27:40.214+00:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM6hO4imR7Zie30IYZBl68FMhO65sC8iTUm2jIuuSKMfZVsE7M6BlMx3P25W-PH-ehe0S-DA01IzYBHOohvlPDhUDNa85tQGvwaIknTNYhYzNqgcXJ5usxydytj2QisRGaq55pm9voQ3QJ/s1600/Desespero1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; bx=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM6hO4imR7Zie30IYZBl68FMhO65sC8iTUm2jIuuSKMfZVsE7M6BlMx3P25W-PH-ehe0S-DA01IzYBHOohvlPDhUDNa85tQGvwaIknTNYhYzNqgcXJ5usxydytj2QisRGaq55pm9voQ3QJ/s320/Desespero1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Desespero = Agonia; Sofrimento intenso; tristeza pungente&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/feeds/938089951344421170/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/desespero-agonia-sofrimento-intenso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/938089951344421170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8181897865770950825/posts/default/938089951344421170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mentedesregulada.blogspot.com/2010/08/desespero-agonia-sofrimento-intenso.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11206968809970247235</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM6hO4imR7Zie30IYZBl68FMhO65sC8iTUm2jIuuSKMfZVsE7M6BlMx3P25W-PH-ehe0S-DA01IzYBHOohvlPDhUDNa85tQGvwaIknTNYhYzNqgcXJ5usxydytj2QisRGaq55pm9voQ3QJ/s72-c/Desespero1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>