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	<title>Mercadologia</title>
	
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	<description>Seja irresponsável. Leia sem moderação.</description>
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		<title>Pulseira do Equilíbrio – Parte II</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 22:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Napoleão Mira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na minha fraca memória tenho ideia de nos idos anos sessenta ter havido uma coisa do género, penso que eram umas braceletes de relógio aos quadradinhos que tinham uns poderes especiais, que já não me lembro quais, mas que suponho andarem pelo mesmo registo desta pseudo-sofisticada pulseira do equilíbrio, que cada vez vejo mais nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha fraca memória tenho ideia de nos idos anos sessenta ter havido uma coisa do género, penso que eram umas braceletes de relógio aos quadradinhos que tinham uns poderes especiais, que já não me lembro quais, mas que suponho andarem pelo mesmo registo desta pseudo-sofisticada pulseira do equilíbrio, que cada vez vejo mais nos pulsos dos portugueses e portuguesas, pequenos e graúdos, novos e velhos, ricos e pobres e até em crentes e cépticos, sem que até agora tenha lido uma linha escrita ou falada da comunidade cientifica aprovando os poderes da tal pulseira da moda.</p>
<p>Não há-de tardar (se por acaso não existir já!) a mesmíssima pulseira, mas de uma griff qualquer, só que custando os olhos da cara, e quem sabe se outros, mas que hão-de marcar diferença em excelsos pulsos de uma certa elite parola, mas seguramente endinheirada, daquela que só frequenta os espaços VIP das summer sessions dos clubes da moda.</p>
<p>Esta coisa parece que é cíclica. Se lá pelos idos anos sessenta apareceu a tal pulseira de relógio com propriedades metabólicas, já pelos anos oitenta apareceram as famosas pulseiras do Sala, que ao que se me afigura, em vez do holograma quântico, dos iões de poderes quase sobrenaturais, tinham duas bolas nas pontas da tal metálica pulseira que bailava de pulso em pulso e que tinha o condão de aliviar (para além da carteira) a fadiga, o cansaço, dores de cabeça e sei lá mais quantas propriedades milagrosas que mudavam a vida a quem adquirisse tão prodigioso penduricalho, que, se bem me lembro, até tinha anuncio na televisão e tudo.</p>
<p>Existem ainda outras decorações pulsares como as famosas fitas brasileiras que as pessoas usam até apodrecer, na expectativa de que o desejo formulado se realize com o natural rompimento da dita fita, que curiosamente satisfizeram o desejo de quem as criou e que consistia em ficar rico sem mexer uma palha.<br />
Enfim, modismos etéreos que permitem a uns quantos encherem os bolsos, enquanto outros se enchem de ridículo. </p>
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		<title>Pulseira do Equilíbrio – Parte I</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 19:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Napoleão Mira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na verdade não tenho muito contacto com as famosas, resplandecentes e inovadoras braceletes do equilíbrio, que ao que parece, trazem aos seus utilizadores um novo bem-estar até aqui desconhecido. Penso mesmo que trazem ainda um melhor bem-estar ao esperto que desenvolveu o conceito e o comercializou, mas isso são contas de outro rosário.
Como trabalho em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade não tenho muito contacto com as famosas, resplandecentes e inovadoras braceletes do equilíbrio, que ao que parece, trazem aos seus utilizadores um novo bem-estar até aqui desconhecido. Penso mesmo que trazem ainda um melhor bem-estar ao esperto que desenvolveu o conceito e o comercializou, mas isso são contas de outro rosário.<br />
Como trabalho em marketing, o aparecimento deste tipo de produtos, desperta-me sempre a curiosidade e até, quem sabe, o desejo de um dia ter a desfaçatez de introduzir no mercado um produto que não faça bem nem mal, não aqueça nem arrefeça, mas que me engorde rápida e sorrateiramente a conta bancária.</p>
<p>Um feirante durante a FATACIL no Algarve teve o desplante de procurar credibilizar o produto em questão via preço, dizendo-me ao ouvido, como se fosse uma dica que valesse ouro: «Se custarem menos de 70/80 euros não compre, são falsas!»</p>
<p>Esta abordagem ao ouvido já a tive em diversas ocasiões. A que me lembro  e que mais me marcou, foi a de um vendedor de terços na Praça de São  Pedro no Vaticano, que me chamou de lado para me dizer que os terços da  direita eram benzidos pelo Papa mas os restantes não. À pergunta como  havia conseguido tão bendita benzedura, chamou-me ainda mais para o lado  e para debaixo duma coluna e olhando para um lado e para outro dando ao  momento a solenidade e confidencialidade que este exigia, apertou-me o  braço e disse-me ao ouvido: «Sou amigo do Cardeal Saraiva, com quem  almoço de vez em quando numa tratoria aqui nas traseiras, que me leva  uns quantos para o Papa benzer&#8230; mas isto fica aqui entre nós!»</p>
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		<title>Sem roupa</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:59:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leio na edição on-line do jornal diário Correio da Manhã que «Vinte pessoas despem-se para ganhar roupa»:
O mote foi dado por uma loja de roupa. No dia da inauguração, esta terça-feira às 13h00, os primeiros 20 clientes que aparecessem no centro comercial Gran Plaza, no Porto, completamente despidos tinham direito a ser premiados com peças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio na edição <em>on-line</em> do jornal diário <a href="http://www.cmjornal.xl.pt/">Correio da Manhã</a> que «<a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/insolito/vinte-pessoas-despem-se-para-ganhar-roupa">Vinte pessoas despem-se para ganhar roupa</a>»:</p>
<blockquote><p>O mote foi dado por uma loja de roupa. No dia da inauguração, esta terça-feira às 13h00, os primeiros 20 clientes que aparecessem no centro comercial Gran Plaza, no Porto, completamente despidos tinham direito a ser premiados com peças de roupa. [...]</p></blockquote>
<p>Boa iniciativa. Embora não seja obviamente uma ideia original no mundo, é interessante começar a arriscar mais por cá.</p>
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		<title>… e chegou a Internet.</title>
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		<comments>http://www.mercadologia.org/e-chegou-a-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 23:59:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Li no grande blogue Comunicadores a entrada «Como a Internet Mudou a Propaganda», que é ilustrada por um video com o mesmo nome. Muito bom. Não percam.
Um interessante vídeo que traz uma breve história dos meios de comunicação até chegar na internet, mostrando como ela revolucionou a forma de compartilhar informações e de fazer propaganda. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Li no grande blogue <a href="http://comunicadores.info/">Comunicadores</a> a entrada «<a href="http://comunicadores.info/2010/06/28/como-a-internet-mudou-a-propaganda/">Como a Internet Mudou a Propaganda</a>», que é ilustrada por um video com o mesmo nome. Muito bom. Não percam.</p>
<blockquote><p>Um interessante vídeo que traz uma breve história dos meios de comunicação até chegar na <strong>internet</strong>, mostrando como ela revolucionou a forma de compartilhar informações e de fazer propaganda. [...]</p></blockquote>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" style="width:582px; height:471px;" data="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1" /></object></p>
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		<title>Enoturismo: o marketing</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 23:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Serrenho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sendo condição sine qua non a existência de vinha e produção de vinho para o desenvolvimento do enoturismo numa região, esta poderá não ser suficiente para a criação de um produto completo. Daí que o desenvolvimento deva começar com o marketing porque o motor do marketing, são as necessidades dos clientes. Os promotores devem compreender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo condição <em>sine qua non</em> a existência de vinha e produção de vinho para o desenvolvimento do enoturismo numa região, esta poderá não ser suficiente para a criação de um produto completo. Daí que o desenvolvimento deva começar com o <em>marketing</em> porque o motor do <em>marketing</em>, são as necessidades dos clientes. Os promotores devem compreender o que os clientes desejam, quais os benefícios que procuram, pois sem mercado não há venda de produto.</p>
<p>Para além de estudar os potenciais clientes, deve-se conhecer os actuais e estabelecer com eles uma relação sustentável (<em>relationship marketing</em>). Toda a adega devia elaborar uma base de dados que incluísse os nomes e contactos de cada visitante, especialmente os que compraram vinho e outros produtos. Tal base de dados é essencial para os esforços promocionais de <em>follow-up</em>, incluindo informação sobre novos produtos e actividades promovidas pela adega.</p>
<p>O ambiente de concorrência, particularmente entre pequenas adegas, preconiza ainda a segmentação do mercado que consiste no agrupamento de turistas em categorias específicas com desejos homogéneos. Esta tornar-se-á cada vez mais uma importante ferramenta do planeamento de <em>marketing</em> estratégico para o desenvolvimento do turismo, sobretudo, a nível regional. A segmentação representa uma adaptação do produto e do esforço de <em>marketing</em> às necessidades do consumidor.</p>
<p>É a partir da análise dos mercados que se escolhe o valor a criar. Um perfil irá informar sobre a natureza dos benefícios procurados pelos melhores clientes, e quais os produtos, serviços, e mensagens de comunicação que irão atrai-los.</p>
<p>Concomitantemente, como muito do <em>marketing</em> e promoção do vinho e turismo parecem testemunhar, quando uma pessoa compra vinho estão a adquirir muito mais do que um produto físico, estão a consumir imagens, estilos de vida, experiências e lugares.<br />
Neste âmbito, a classificação Denominação de Origem Controlada oferece potencial para uma marca regional e consequente imagem do destino.<br />
O sistema DOC, identifica um produto que retira a sua autenticidade e a sua tipicidade da sua origem geográfica. Hoje em dia, os turistas procuram a autenticidade, o saber fazer, os particularismos de cada território e o encontro com quem lhes dá forma.</p>
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		<title>Enoturismo como produto turístico</title>
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		<comments>http://www.mercadologia.org/enoturismo-como-produto-turistico/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 23:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Serrenho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Como produto turístico, o desenvolvimento do enoturismo é confrontado com um número de questões críticas, entre as quais:

Secundarização do turismo como actividade na indústria do vinho;
Visão dominante de concentração no produto de produtores e marketers do vinho;
Falta 	de experiência e compreensão dentro da indústria do vinho sobre turismo, e subsequente falta de capacidades empreendedoras com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como produto turístico, o desenvolvimento do enoturismo é confrontado com um número de questões críticas, entre as quais:</p>
<ul>
<li>Secundarização do turismo como actividade na indústria do vinho;</li>
<li>Visão dominante de concentração no produto de produtores e <em>marketers</em> do vinho;</li>
<li>Falta 	de experiência e compreensão dentro da indústria do vinho sobre turismo, e subsequente falta de capacidades empreendedoras com respeito ao <em>marketing</em> e desenvolvimento do produto, qualidade do serviço e compreensão do comportamento do consumidor;</li>
<li>Falta de coesão dentro da indústria do vinho, e entre a indústria do 	vinho e a indústria do turismo.</li>
</ul>
<p>Como consequência, o enoturismo tem sido desenvolvido sob uma orientação de produto. Um dos maiores problemas no desenvolvimento da relação entre as indústrias do vinho e do turismo, é que muitas associações da indústria do vinho não reconhecem o potencial da indústria do turismo para aumentar as vendas do vinho. O seu produto é o vinho e não as experiências que o consumidor possa associar ao seu consumo, e para muitas adegas, os visitantes são mais amantes do vinho do que turistas.</p>
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		<title>Enoturismo e enoturistas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 23:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Serrenho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O vinho é mais do que uma actividade agrícola. Tradição centenária em Portugal, o vinho está perfeitamente integrado nos nossos hábitos alimentares, na nossa cultura, reflectindo-se em muita da nossa produção artística popular e erudita. Partir à descoberta dos vinhos portugueses e do meio em que são produzidos é um excelente pretexto para ficar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vinho é mais do que uma actividade agrícola. Tradição centenária em Portugal, o vinho está perfeitamente integrado nos nossos hábitos alimentares, na nossa cultura, reflectindo-se em muita da nossa produção artística popular e erudita. Partir à descoberta dos vinhos portugueses e do meio em que são produzidos é um excelente pretexto para ficar a conhecer também a gastronomia, o artesanato, o património paisagístico e arquitectónico, as gentes e suas tradições. 	</p>
<p>A investigação conduzida sobre o tema tem-se concentrado na oferta do enoturismo, enquanto que a natureza dos enoturistas — as suas motivações e intenções e como podem ser efectivamente segmentados — tem sido negligenciada, sobretudo na Europa, por comparação com os estudos realizados no Novo Mundo.<br />
As características dos actuais enoturistas, incluindo demografia e comportamento de compra, devem ser determinadas para uma melhor compreensão do que constitui “enoturismo” e de forma a desenvolver o produto. Alguns investigadores tentaram criar um perfil generalista do enoturista, contudo não existe um único, estereotipado turista. Até mesmo o conceito de enoturista é posto em causa nalgumas pesquisas. Para além disso, é preciso ter em conta as diferenças culturais em termos de atitude em relação ao vinho que podem condicionar a experiência do consumidor.</p>
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		<title>O que farias pela Língua de Camões?</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 23:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Serrenho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[“O que fazias pela Selecção?”, este é o mote do  passatempo da Cerveja Sagres, um dos principais patrocinadores da  Selecção Nacional de Futebol, no âmbito da campanha para o Mundial de Futebol de 2010.
Na minha humilde opinião é uma iniciativa brilhante, na medida em que apela à criatividade e sentido de humor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O que fazias pela Selecção?”, este é o mote do  passatempo da Cerveja Sagres, um dos principais patrocinadores da  Selecção Nacional de Futebol, no âmbito da campanha para o Mundial de Futebol de 2010.</p>
<p>Na minha humilde opinião é uma iniciativa brilhante, na medida em que apela à criatividade e sentido de humor de  um povo a precisar de estímulo positivo. Contudo, verifico que o  interesse futebolístico ofuscou uma questão talvez mais relevante para a  nossa portugalidade… a Língua. Pesquisei na Internet a pergunta de partida com curiosidade de ver que comentários surgiam associados. Ao  contrário das minhas expectativas, e de forma infeliz, encontrei vários  comentários negativos à Selecção, mas nenhum sobre o erro gramatical presente na pergunta de partida.</p>
<p>Creio que a formulação correcta da pergunta é:  “O que farias pela Selecção?”. Uma vez que se apresenta a acção como uma hipótese, o modo verbal a ser empregue é o Condicional. É um facto que na oralidade o modo condicional é pouco utilizado, porém julgo que, dada  a exposição das suas mensagens, os anunciantes e as agências devem agir  segundo um princípio de responsabilidade social e divulgar o certo e não promover o erro (excepção feita, é claro, aos casos em que a reprodução do erro faz parte da estratégia criativa, mas assim dever-se-á sinalizar a deturpação com itálico, aspas, etc.).</p>
<p>Apesar da crítica, construtiva, faço um <em>mea culpa</em> em relação à redacção deste <em>post</em>, pois não sei se  alguma vez irei conseguir respeitar o novo acordo ortográfico!</p>
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		<title>Steve Moore, o baterista</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 23:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helder Encarnação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Moore é um baterista admirável. Além de dominar a arte de bem percurtir, é dono de uma coordenação extraordinária que lhe permite, ao mesmo tempo que toca, fazer malabarismo e&#8230; dançar. Vejam o video (viral) abaixo, em que a banda norte-americana Rick K. &#38; The Allnighters toca &#8220;Sharp Dressed Man&#8221; dos ZZ Top. Steve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.themaddrummer.com/">Steve Moore</a> é um baterista admirável. Além de dominar a arte de bem percurtir, é dono de uma coordenação extraordinária que lhe permite, ao mesmo tempo que toca, fazer malabarismo e&#8230; dançar. Vejam o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ItZyaOlrb7E">video</a> (<a href="http://new.music.yahoo.com/blogs/videogaga/48514/drummer-at-wrong-gig-has-the-right-stuff/">viral</a>) abaixo, em que a banda norte-americana <a href="http://www.myspace.com/rickkandtheallnighters">Rick K. &amp; The Allnighters</a> toca &#8220;Sharp Dressed Man&#8221; dos ZZ Top. <a href="http://www.myspace.com/stevemooreofficial">Steve Moore &#8211; Mad Drummer Inc.</a>, como ele próprio se intitula, arrasa. Não verão apenas a célebre baqueta jogada ao ar ao estilo de Roger Taylor ou Mike Portnoy&#8230;</p>
<p>Sendo este um blogue sobre <em>marketing</em>, o que terá esta conversa a ver com a temática que aqui se debate? Tudo. Como disse na entrada <a href="http://www.mercadologia.org/arrisque/"><em>Arrisque</em></a>:</p>
<blockquote><p>[...] toda a sua concorrência está a tomar decisões ponderadas, planificadas até ao mais ínfimo pormenor? Não seja igual a eles. Ouse ser distinto. Proceda diferentemente. Talvez parte do problema resida em todos agirem do mesmo modo. [...]</p></blockquote>
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		<title>Criatividade</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 23:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Serrenho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Partilho convosco uma palestra de Sir Ken Robinson, um estudioso de assuntos ligados à criatividade, inovação e cultura, sobre o sistema educacional da sociedade ocidental.
É uma reflexão bastante actual e pertinente sobre o papel das instituições de ensino no desenvolvimento dos seres humanos como seres reprodutores e privados de alternativas, ao invés de seres criativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Partilho convosco uma palestra de Sir Ken Robinson, um estudioso de assuntos ligados à criatividade, inovação e cultura, sobre o sistema educacional da sociedade ocidental.<br />
É uma reflexão bastante actual e pertinente sobre o papel das instituições de ensino no desenvolvimento dos seres humanos como seres reprodutores e privados de alternativas, ao invés de seres criativos e criadores. </p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" style="width:582px; height:471px;" data="http://www.youtube.com/v/MZIlJN0JVro&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MZIlJN0JVro&#038;hl=pt_PT&#038;fs=1&#038;" /></object></p>
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