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	<title>Mescla Sonora</title>
	
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		<title>| Tracks | Marnie Stern: For Ash</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:31:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É altura de erguer braços (e guitarras) no ar: Marnie Stern está de volta. E não nos deixar ir para o período oficial de sol &#38; banhos sem antes nos espicaçar com um novo tema. Ainda que o disco só tenha saída prevista para 5 de Outubro, a editora Kill Rock Stars já disponibilizou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://sonicitchmusic.com/post%20pics/marnie%20stern.jpg" alt="" width="206" height="154" />É altura de erguer braços (e guitarras) no ar: Marnie Stern está de volta. E não nos deixar ir para o período oficial de sol &amp; banhos sem antes nos espicaçar com um novo tema. Ainda que o disco só tenha saída prevista para 5 de Outubro, a editora Kill Rock Stars já disponibilizou a faixa de abertura, <em>For Ash</em>. Sempre com a companhia desse deus da bateria que é Zack Hill (Hella), Stern deixa transparecer mais uma dose de frenesim sónico &#8211; aqui especialmente devedor às composições de Glenn Branca. O sucessor de <em> This Is It and I Am It and You Are It and So Is That and He Is It and She Is It  and It Is It a</em><em> </em><em>nd That Is That </em>promete ter um título bem mais curto; de facto, tão curto e simples como o nome da própria artista. Sentido de humor é  uma coisa bonita.</p>
<p><span id="more-2488"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://krs5rc.com/krs/bands/marniestern/audio/ForAsh.mp3">MP3 Download</a></p>
<p><em><a title="This Is It and I Am It and You Are It and So Is That and He Is It and She Is It and It Is It and That Is That" href="/wiki/This_Is_It_and_I_Am_It_and_You_Are_It_and_So_Is_That_and_He_Is_It_and_She_Is_It_and_It_Is_It_and_That_Is_That"><br />
</a></em></p>
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		<title>Jazz em Agosto de regresso</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 14:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entre os dias 6 e 15 de Agosto o anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian volta a receber mais uma edição do Jazz Em Agosto. Este ano há a destacar as presenças de Evan Parker Electro-Acoutic Ensemble, Louis Sclavis (com a apresentação Lost On The Way), John Surman &#38; Jack DeJohnette ou ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_IdL4ekvq_M0/SIP0hN_RW2I/AAAAAAAAC8g/l521h5EiPjo/s400/EvanParker.BillSmith.jpg" alt="" width="324" height="223" />Entre os dias 6 e 15 de Agosto o anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian volta a receber mais uma edição do Jazz Em Agosto. Este ano há a destacar as presenças de <strong>Evan Parker Electro-Acoutic Ensemble, Louis Sclavis </strong>(com a apresentação <em>Lost On The Way</em>)<strong>, </strong><span><strong>John Surman &amp; Jack DeJohnette</strong> ou ainda</span><span><strong> Circulasione Totale Orchestra </strong>entre outros. E como nem só de música ao vivo se faz o Jazz Em Agosto, também se poderá assistir à conferência &#8220;Jazz Americano e Jazz Europeu: Um diálogo não interrompido&#8221;, apresentado por Francesco Martinelli, assim como à visualização do documentário<strong> </strong></span><em>Han Bennink «Hazentijd </em>(de Jellie Dekker e Dick Lucas). Os bilhetes diários custam 20 euros (descontos para maiores de 65 anos e menores de 25 anos) e podem ser adquiridos na própria Gulbenkian, Recepção do CAMJAP ou no site do fetsival.</p>
<p><span id="more-2483"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.musica.gulbenkian.pt/jazz/index.html.pt">Site Jazz Em Agosto</a></p>
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		<title>| Ao Vivo | Flower Corsano Duo + Z´EV &amp; David Maranha</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 18:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Noite de reis na ZDB. Dois duos que não só transportam em si toda a experiência e criatividade de cada elemento como também continuam a lançar importantes pistas para o futuro da música. É na palavra liberdade que ambos se encontram, ainda que através de diferentes formas. Estranhamente, ou nem tanto, contemplação é algo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Noite de reis na ZDB. Dois duos que não só transportam em si toda a experiência e criatividade de cada elemento como também continuam a lançar importantes pistas para o futuro da música. É na palavra liberdade que ambos se encontram, ainda que através de diferentes formas. Estranhamente, ou nem tanto, contemplação é algo que paira por aqui.</p>
<p><span id="more-2479"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flower Corsano Duo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Da celebração do ruído e da espiritualidade oriental, Chris Corsano e Michael Flower têm criado um universo francamente fascinante. Muito além da confrontação noise ou da entrega do free-jazz, o duo reúne estas e outras linguagens num lugar unicamente seu. De um lado o <em>shaahi baaja </em>(instrumento híbrido, algures entre um banjo eléctrica e uma sítara) de Flower; do outro a bateria vulcânica de Corsano.</p>
<p style="text-align: justify;">A cumplicidade entre os dois é indiscutível. Sem descurar na prestação de Flower &#8211; talvez por ser menos imediata &#8211; as atenções iniciais inevitavelmente caem em Chris Corsano. A classe do baterista impressiona quem o vê e seguir a sua dinâmica rítmica apresenta-se como um fabuloso exercício, mesmo para quem não tem qualquer tipo de noção e/ou iniciação no instrumento. Por outras palavras, sente-se de forma muito directa o calibre do músico. A Flower reconhece-se a criação de complexas malhas sónicas, numa constante e libertadora fonte de energia. Talvez semelhante aquela que escutamos em disco como <em>Wonderful Rainbow</em> dos Lightning Bolt ou no sempre deslumbrante <em>Black Woman</em> de Sonny Sharrock. E de lembrar que tudo isto sai de um bizarro instrumento de cordas que dificilmente soará como qualquer outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ampla e tantas vezes desvirtuada, a palavra zen acaba por ser chave de ouro para a música incendiária de Flower Corsano Duo. Uma única e extensa faixa que constituiu a apresentação arrebatadora que já se esperava e naturalmente, se veio a confirmar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Z´EV &amp; David Maranha</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se Flower Corsano Duo acentuam intensidade à sua música através de uma frenesim energético e magnético, já Z´EV e David Maranha atingem-na através de um abordagem mais negra e cerebral. Algo que até nem é de estranhar dado percurso de Z´EV, um dos pioneiros na música industrial e figura maior na música improvisada internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de um complexo jogo de percussão em cenário pós-maquinal, Z´EV soube construir um momento ritualista negro que ganhou corpo e forma a seu próprio tempo. A partir de um clima de tensão em que o silêncio é peça vital, o caminho traçado assentou numa construção em crescendo  que em muito se intensificou pela excelente prestação de Maranha. O membro dos Osso Exótico teceu sabiamente um cuidadoso manto sonoro sobre o ritmo frio e evocativo produzido pelo músico norte-americano. Uma estrutura inteligente que traz surpresa no que diz respeito à criação de paisagens sonoras apocalípticas ou simplesmente cinemáticas. Uma busca  energética pela face mais obscura da música e &#8211; em certa medida &#8211; igualmente próxima de uma atmosfera e filosofia orientais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Nuno Afonso</strong></em></p>
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		<title>| Vídeo | !!!: AM/FM</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Strange Weather, Isn´t It? Esta é a pergunta que os !!! &#8211; Chk Chk Chk &#8211; nos fazem e que dá título ao novo álbum. Numa altura em que foram também anunciadas datas da digressão europeia (que incluem Lisboa e Porto, 9 e 10 de Novembro, respectivamente), já se pode ver e escutar o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://www.themusicslut.com/wp-content/uploads/2010/06/ChkChkChk.jpg" alt="" width="169" height="169" />Strange Weather, Isn´t It?</em> Esta é a pergunta que os !!! &#8211; Chk Chk Chk &#8211; nos fazem e que dá título ao novo álbum. Numa altura em que foram também anunciadas datas da digressão europeia (que incluem Lisboa e Porto, 9 e 10 de Novembro, respectivamente), já se pode ver e escutar o primeiro tema a ser conhecido. O vídeo para o tema <em>AM/FM </em>já por aí anda a rodar no site oficial da banda e blogosfera. Com a mão mutante dos amigos Black Dice na produção visual, não será pois de estranhar o nível de psicadelismo e bizarria que caracterizam o trabalho. Ainda que musicalmente os !!! não nos surpreendam substancialmente neste tema, o vídeo faz uma interessante ponte entre o cenário único de Madchester e a iconografia pop de NY.</p>
<p><span id="more-2472"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Visões caleidoscópicas em cores e formatos que tanto nutrem de um sentido hipnótico-expressivo como de um lado assumidamente festivo. No fundo, a própria premissa dos !!!, agora numa linguagem visual.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="426" height="342" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LO_AofgXHFU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="426" height="342" src="http://www.youtube.com/v/LO_AofgXHFU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>| Tracks | El Guincho: Bombay</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 14:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Verão está salvo, ou pelo menos assim apetece dizer. Alegranza foi o disco que conquistou muitos corações e muitas danças em 2008 e este ano promete ser agitado para esse mago dos trópicos conhecido por El Guincho. Ainda há semanas o músico espanhol lançou um curioso EP intitulado Piratas de Sudamérica Vol.1 que reúne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://www.analoguemagazine.com/wp-content/uploads/elguincho1.jpg" alt="" width="320" height="245" />O Verão está salvo, ou pelo menos assim apetece dizer. <em>Alegranza</em> foi o disco que conquistou muitos corações e muitas danças em 2008 e este ano promete ser agitado para esse mago dos trópicos conhecido por El Guincho. Ainda há semanas o músico espanhol lançou um curioso EP intitulado <em>Piratas de Sudamérica Vol.1</em> que reúne versões suas de alguns temas tradicionais sul americanos. Agora, apresenta no seu site um novo tema que, ao que tudo indica, fará parte do próximo álbum <em>Pop Negro</em>, a sair lá mais para o final do ano. Há-que esperar até lá mas ao menos  já se pode escutar a novidade <em>Bombay</em> e assim aguçar interesse para o que aí está para vir.</p>
<p><span id="more-2464"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As primeiras impressões indicam um seguimento sonoro face ao trabalho anterior em que os ritmos  contagiantes e as melodias tropicais continuam no mesmo (bom) ponto. Contudo, ainda é cedo para avaliar como será o próximo disco. Certo é que <em>Bombay</em> não inova mas também não desilude.</p>
<p style="text-align: justify;">De recordar que El Guincho é um dos nomes anunciados no cartaz Milhões de Festa, a realizar-se  já a partir de amanhã na cidade de Barcelos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://elguincho.com/">MP3 Download</a></p>
<p style="text-align: justify;">[ficheiro zip]</p>
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		<title>| PT. | Paus</title>
		<link>http://www.mesclasonora.com/pt-paus/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[É mais um exemplo do estado de graça em que vive a música nacional. Um espírito contagiante de inovação e de levar géneros aos limites, de uma forma descomprometida. Os Paus nascem também dessa amizade e troca de experiências, neste caso entre membros dos extintos Vicious Five e dos actuais If Lucy Fell. Quem conhece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mesclasonora.com/wp-content/l_5d2bb79ffbe94b30803d1fb60dce5dd5.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2460" style="float: left; margin-right: 8px;" title="l_5d2bb79ffbe94b30803d1fb60dce5dd5" src="http://www.mesclasonora.com/wp-content/l_5d2bb79ffbe94b30803d1fb60dce5dd5-300x200.jpg" alt="l_5d2bb79ffbe94b30803d1fb60dce5dd5" width="321" height="219" /></a>É mais um exemplo do estado de graça em que vive a música nacional. Um espírito contagiante de inovação e de levar géneros aos limites, de uma forma descomprometida. Os Paus nascem também dessa amizade e troca de experiências, neste caso entre membros dos extintos Vicious Five e dos actuais If Lucy Fell. Quem conhece o trabalho destas bandas saberá de antemão que intensidade é coisa que nunca faltou. Nesta nova aventura chamada Paus, essa intensidade mantém-se, as ideias renovam-se e criam-se outros mundos. Muito para além de géneros, o que aqui se ouve e se sente é tão simplesmente a vontade de criar algo assente numa genuína liberdade criativa capaz de incorporar várias referências e &#8211; mais importante &#8211; baralhá-las diante de nós, fazendo-nos gostar disso.</p>
<p><span id="more-2459"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que o passado destes músicos esteja directamente ligado ao rock, respira-se mais que isso. Percebe-se antes de mais que são melómanos, malta que ouviu e certamente ouve muita e diferente música que se traduz, por sua vez, nessa posição de mutação sonora e horizontes abertos. Tudo isto sem realmente pôr o espírito do rock de parte, até porque não haveria razão para o fazer. E é bonito, de vez em quando, fazê-lo sem o recurso a guitarras. Aliás, a enigmática bateria siamesa (como assim foi baptizada) andou por algum tempo a fazer crescer a curiosidade  de alguns por blogs e fóruns nacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">O EP <em>É uma água </em>já se encontra disponível no mercado, desde o mês passado, pela mão da  Enchufada. Reúne quatro temas, entre eles o mais conhecido <em>Surdo E Mudo </em>que fez parte da  mais recente compilação da editora. Os Paus fazem magia e passar ao lado dela é negá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Nuno Afonso</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/bandapaus">Myspace</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11352386&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11352386&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/11352386">PAUS  &#8211; MUDO E SURDO</a> from <a href="http://vimeo.com/user3710257">PAUS</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>| Discos | Rangda: False Flag</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 18:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A expressão supergrupo poderá soar aterradora, para lá de pretenciosa. Culpa de falsos supergrupos ou da nossa mania de rotular tudo para nossa conveniência, diria que os próprios Rangda não se consideram como tal. No entanto, é facto que este trio reúne alguns dos nomes mais relevantes da música experimental nos últimos anos (mais um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.mesclasonora.com/wp-content/large.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2451" style="float: left; margin-right: 8px;" title="large" src="http://www.mesclasonora.com/wp-content/large.jpg" alt="large" width="154" height="154" /></a>A expressão supergrupo poderá soar aterradora, para lá de pretenciosa. Culpa de falsos supergrupos ou da nossa mania de rotular tudo para nossa conveniência, diria que os próprios Rangda não se consideram como tal. No entanto, é facto que este trio reúne alguns dos nomes mais relevantes da música experimental nos últimos anos (mais um rótulo, eu sei). Richard Bishop (dos extintos Sun City Girls), Ben Chasny (Six Organs Of Admittance) e ainda Chris Corsano (baterista imparável, na primeira linha de improvisação) fazem dos Rangda um projecto próximo da força de natureza. Cada músico com um historial que fala por si mas aqui, os três demonstram como exorcizar demónios e incendiar fantasmas. Ainda que o psicadelismo paire sempre por este lado, os Rangda entendem e fazem-nos entender o lado mais cru e desvairado linguagem do rock.</p>
<p><span id="more-2450"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O início épico que se ouve em <em>Waldorf Hysteria </em>impõe-se como um trovão que antecede a uma tempestade. As guitarras de Chasny e Bishop ganham uma vida quase própria, unindo-se quando necessário mas também caminhando sem receios para explorações progressivas. <em>First Family</em> é de resto, o momento-fascínio neste aspecto. A bateria de Corsano é o motor de um enorme vendaval psicadélico que tem tanto de algum psy-rock dos anos 70 como do magnetismo do noise oriental. Uma mistura que sentimos já ter escutado em qualquer lado embora não desta forma tão uniforme (mais uma vez, o historial de cada músico a falar por si).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sarcophagi </em>por sua vez, demonstra uma faceta mais contemplativa e bastante mais próxima do registo habitual de Chasny a solo. Um respiro profundo antes do regresso fervilhante da tempestade através de<em> Serrated Edges</em>. As referências são muitas assim como as abordagens pois ainda que uma música aparente algo, existe sempre mais por detrás. Até algumas aproximações  ao metal fazem parte dos Rangda.</p>
<p style="text-align: justify;">A montanha, a noite, o vento, a chuva. Há um toque de natureza e de rural bem como de negro e intenso em<em> False Flag</em>. Um ritual roqueiro demoníaco que conhece diferentes estados, entregas e naturalmente, resultados. Tudo com a coerência, força e beleza que é exigida num disco deste género. Para arrumar ao lado de discos dos Comets On Fire ou Acid Mothers Temple.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Rita Andrade</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/calonarang ">Myspace</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JakvyyNmo4A">Vídeo Bull Lore (ao vivo)</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>| Tracks | Holy Fuck: Latin America</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 15:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Serão realmente necessários computadores e técnicas como sample e loops para criar música electrónica? Aparentemente não. Ainda que aqui o termo electrónica se cruze com o rock mais tribal e paisagens mais sónicas, os Holy Fuck preferem o analógico ao digital. Porque o som de uma pistola espacial de brincadeira ou de um mini teclado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://www.cbc.ca/gfx/images/news/photos/2008/08/15/f-holy-fuck-band-shot.jpg" alt="" width="318" height="244" />Serão realmente necessários computadores e técnicas como sample e loops para criar música electrónica? Aparentemente não. Ainda que aqui o termo electrónica se cruze com o rock mais tribal e paisagens mais sónicas, os Holy Fuck preferem o analógico ao digital. Porque o som de uma pistola espacial de brincadeira ou de um mini teclado a pilhas da Casio poderão valer tanto ou mais &#8211; estilísticamente falando &#8211; que padrões musicais ordenados num laptop. De África a Nova Iorque, a banda engloba em si géneros e sons em constante mutação e de momento prepara-se para lançar o terceiro disco. <em>Latin</em> sairá brevemente pela XL Recordings enquanto a banda se encontra em digressão pelo Canadá, Estados Unidos e também pela Europa (no mês de Agosto).</p>
<p><span id="more-2443"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Latin America</em> é um dos nove temas do novo álbum. Mais planante e intenso e não tão explosivo e imediato, este é um exemplo da criatividade dos Holy Fuck que, sem tirarem os pés do seu próprio terreno, são capazes de alcançar outras vistas. Definitivamente, um regresso a ter em conta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mp3.insound.com/download.php?mp3id=3815">MP3 Download</a></p>
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		<title>Podcast # 7 :: Julho de 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo voa e, assim de repente, já se passou meio ano de actividade podcast. Escolhas mensais que não são mais que as nossas apostas musicais para cada mês. Música refrescante e muitas novidades que julgamos incontornáveis e que merecem chegar ao maior número possível de ouvintes pois acreditamos nesse sentido de partilha. Nesta sétima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://seraquealguemvailer.files.wordpress.com/2008/11/podcast_logo.jpg" alt="" width="164" height="181" />O tempo voa e, assim de repente, já se passou meio ano de actividade podcast. Escolhas mensais que não são mais que as nossas apostas musicais para cada mês. Música refrescante e muitas novidades que julgamos incontornáveis e que merecem chegar ao maior número possível de ouvintes pois acreditamos nesse sentido de partilha. Nesta sétima edição do podcast Mescla Sonora recuperámos todo o Verão em ácido daquela que é provavelmente a melhor banda brasileira de sempre, <strong>Os Mutantes</strong>. Contudo, e porque se contam muitos regressos em 2010 , há a destacar novos temas de <strong>!!!</strong>, <strong>These Are Powers</strong>, <strong>Of Montreal</strong>, <strong>Washed Out</strong> ou ainda <strong>Best Coast</strong>. No campo das novidades escolhemos música de <strong>FUR</strong>, <strong>Wu Lyf</strong>, <strong>Mount Kimbie</strong> e <strong>Ariel Pink</strong> com <strong>Added Pizzazz</strong>. Mas melhor que ler, será mesmo escutar tudo isto.</p>
<p><span id="more-2437"></span></p>
<p>Mescla Sonora :: Podcast # 7</p>
<p>Size: 59 MB<br />
Quality: 160 kbps<br />
Running time: 51m38s</p>
<p><img style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNzg5NTQ2ODM5MjgmcHQ9MTI3ODk1NDY5MTE1NiZwPTg*NjgxJmQ9Jmc9MSZvPTc4YzJkNjJjMjQ2MTQ*ZjFiZjUy/NmI1OWY3MzQ*NDY4Jm9mPTA=.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="85" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="menu" value="false" /><param name="flashvars" value="jsonLocation=http://mesclasonora.podomatic.com/entry/embed_params/2010-07-12T10_06_03-07_00?autoPlay=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://mesclasonora.podomatic.com/swf/joeplayer_v3.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="85" src="http://mesclasonora.podomatic.com/swf/joeplayer_v3.swf" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="jsonLocation=http://mesclasonora.podomatic.com/entry/embed_params/2010-07-12T10_06_03-07_00?autoPlay=0" menu="false" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.gigyamailbutton.com/wildfire/gigyamailbutton.ashx?url=aHR*cDovL3dpbGRmaXJlLmdpZ3lhLmNvbS93aWxkZmlyZS93ZnBvcC5hc3B4P21vZHVsZT1lbWFpbCZ1cmw9aHR*cCUzYSUyZiUyZnd3dy5wb2RvbWF*aWMuY29tJTJmcG9kY2FzdCUyZmVtYmVkJTJmbWVzY2xhc29ub3JhJTJmMTUyMjgzNg==" target="_blank"><img src="http://cdn.gigya.com/wildfire/i/includeShareButton.gif" border="0" alt="" width="60" height="20" /></a></p>
<p>[00:00-02:32] <strong>FUR</strong>: Tunnels<br />
[02:33-07:21]<strong> !!!</strong> &#8211; AM/FM<br />
[07:22-11:59] <strong>These Are Powers</strong>: Anything Above Nothing<br />
[12:00-15:20] <strong>The Books</strong>: A Cold Freazin´Night<br />
[15:21-18:57] <strong>Of Montreal</strong>: Coquet Coquette<br />
[18:58-21:22] <strong>Best Coast</strong>: Boyfriend<br />
[21:23-24:23] <strong>Wu Lyf</strong>: Anti Pop<br />
[24:24-28:21] <strong>Mount Kimbie</strong>: Maybes<br />
[28:22-33:20] <strong>Washed Out</strong>: You and I<br />
[33:21-35:06] <strong>Family Trees</strong>: Dream Talkin´<br />
[35:07-38:09] <strong>Os Mutantes</strong>: Bat Macumba<br />
[38:10-41:21] <strong>Ariel Pink With Added Pizzazz</strong>: In The Heat Of The Night<br />
[41:22-51:38] <strong>Flower-Corsano Duo</strong>: Earth</p>
<p><a href="http://mesclasonora.podomatic.com/enclosure/2010-07-12T10_06_03-07_00.mp3"><br />
</a><a href="http://mesclasonora.podomatic.com/enclosure/2010-07-12T10_06_03-07_00.mp3">Download directo</a></p>
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		<title>Em Julho continua o ciclo de cinema no terraço da ZDB</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 12:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom cinema ao ar livre, sempre com a temática musical de fundo. É  a continuação do ciclo de cinema no Terraço da ZDB. Todas as quartas e sempre às 22h00, a ZDBMÜZIQUE apresenta uma selecção de filmes que retratam algumas das mais interessantes e inconformadas aventuras artística na música.  Atravessando três décadas de criação musical [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://www.electronicbeats.net/var/eb/storage/images/news/music/135-grand-street-new-york-s-no-wave-scene/85483-1-eng-GB/135-Grand-Street-New-York-s-No-Wave-scene_header_image.jpg" alt="" width="323" height="172" />Bom cinema ao ar livre, sempre com a temática musical de fundo. É  a continuação do ciclo de cinema no Terraço da ZDB. Todas as quartas e sempre às 22h00, a ZDBMÜZIQUE apresenta uma selecção de filmes que retratam algumas das mais interessantes e inconformadas aventuras artística na música.  Atravessando três décadas de criação musical e alimentando sempre a busca de novos horizontes e novas linguagens. O documentário sobre  movimento no wave,<em> <strong>135 Grand Street, New York, 1979</strong></em><strong> </strong>foi o primeiro  ser projectado, esta semana. Segue-se, na quarta dia  14, <strong>Noise Filmes</strong> a selecção de Lee Ranaldo (Sonic Youth) de cinco curtas-metragens de autoria do próprio Ranaldo, Leah Singer e Chris Habib. Após os filmes, haverá concerto de <strong>Sei Miguel</strong>. Dia 21 será noite de exibição de alguns trabalhos de Vivienne Dick, em <strong>Super 8 Films,</strong> ilustrando o papel de artistas femininas como Lydia Lunch  no cenário da wave nova-iorquina. Dia 28, a última sessão de Julho é dedicada à visão exploratória e em work in progress de João Milagre. <strong>É Preciso Aprender a Amar</strong> – Fragmentos de um Trabalho em Curso (João Milagre),  conta com a particiapção de músicos como Bernardo Devlin, David Maranha Manuel Mota ou ainda Tropa Macaca. No final, está agendado um concerto de Filipe Felizardo.</p>
<p><span id="more-2419"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As entradas são de dois euros para os dias 7, 21 2 28 e de cinco euros para o dia 14. Este ciclo de cinema representa uma o portunidade única de assistir a raros documentos visuais artísticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.zedosbois.org/">Mais info</a></p>
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		<title>| Fresh Cuts | Balam Acab</title>
		<link>http://www.mesclasonora.com/balamaca/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Não me refiro apenas aos melómanos  mas bastará alguma atenção pela blogosfera e comunidades dedicadas a música independente para certamente já terem lido termos como hypnagogic pop ou chill wave. Do que realmente tratam, ninguém saberá ao certo ainda que muito se fale. Se no primeiro caso há a destacar nomes como Zola Jesus, US Girls ou Pocahaunted, no segundo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://cdn.pitchfork.com/media/balamacab.png" alt="" width="261" height="228" />Não me refiro apenas aos melómanos  mas bastará alguma atenção pela blogosfera e comunidades dedicadas a música independente para certamente já terem lido termos como <em>hypnagogic pop</em> ou <em>chill wave</em>. Do que realmente tratam, ninguém saberá ao certo ainda que muito se fale. Se no primeiro caso há a destacar nomes como Zola Jesus, US Girls ou Pocahaunted, no segundo, os Toro Y Moi, Washed Out e Neon Indian têm sido artistas representativos. Independentemente de géneros ou catalogações de imprensa, a verdade é que são todos bons exemplos de música de qualidade produzida neste último ano. Na continuação de novos termos musicais, tomem nota, há a salientar um outro: <em>witch house</em>.</p>
<p><span id="more-2403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez mais, um termo pouco ou nada explicativo mas que ao escutarmos Balam Acab, podemos perceber melhor. Uma fusão melancólica e doce entre o shoegaze e a electrónica segundo padrões do dub. O resultado é uma mão cheias de jovens produtores com nomes bizarros (alguns até impronunciáveis) que acabam por criar uma sonoridade etérea mas negra e até spooky. Os anos 80´s estão mais em voga do que nunca, e aqui nota-se a redescoberta de um lado mais obscuro e frio dessa década, ainda que com a devida actualização. Ainda sem disco editado (o EP estreia <em>See Birds</em> sairá no póximo mês), Balam Acab tem sido um fenómeno à sua escala nos ditos blogs mais atentos a novos sons. Se o duo texano Salem são hoje apontados como os precurssores deste som, é normal que se escute alguma semelhança na música de Balam Acab. Por vezes com base em efeitos analógicos rudimentares, outras numa pop cósmico-futurista, esta <em>witch house</em> poderá morrer tão depressa como nasceu. Todavia, para o momento em questão, esta é definitivamente música interessante e para quem procura outras paisagens, terá em Balam Acab um caso de paixão. Provavelmente &#8211; mas não certo &#8211; fugaz, como um amor de Verão e realmente apetecível.</p>
<p><strong><em>Rita Andrade</em></strong></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/thebalamacab ">Myspace</a></p>
<p><a href="http://thefader.cachefly.net/balam-acab-see-birds.mp3">&#8220;See Birds&#8221; MP3 Download</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>| Entrevista | Former Ghosts</title>
		<link>http://www.mesclasonora.com/entrevista-former-ghosts/</link>
		<comments>http://www.mesclasonora.com/entrevista-former-ghosts/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 12:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Afonso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[É actualmente um dos criadores da electro pop mais intensa, bela e perturbante que por aí se pode escutar. O ano passado, e sob o pseudónimo de Former Ghosts, deu-nos a conhecer uma nova fase da sua vida após o projecto This Song Is A Mess But So Am I. Numa altura especialmente agitada da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="float: left; margin-right: 8px;" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/252/5772984.jpg" alt="" width="150" height="98" />É actualmente um dos criadores da electro pop mais intensa, bela e perturbante que por aí se pode escutar. O ano passado, e sob o pseudónimo de Former Ghosts, deu-nos a conhecer uma nova fase da sua vida após o projecto This Song Is A Mess But So Am I. Numa altura especialmente agitada da sua carreira, Freddy Ruppert tirou uns minutos para o Mescla Sonora e falou-nos sobre o passado, presente e futuro de Former Ghosts. No final ficámos a saber que o novo disco já se encontra pronto e já há ideias para um terceiro&#8230;</p>
<p><span id="more-2392"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Imagino que estes tenham sido dias agitados para ti. Recentemente estiveste em digressão pela Europa, como correu?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Têm sido dias agitados de facto, com o lançamento do novo disco e cada vez mais concertos. A digressão europeia foi realmente incrível. As pessoas foram extremamente atenciosas, os concertos foram óptimos e foi a primeira vez que pude estar nessas cidades portanto foi uma experiência fantástica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sentiste alguma diferença assinalável entre o público norte-americano e  o público europeu?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, julgo que existe uma grande diferença entre ambos. Algo que notei é que consigo ser bastante  aberto em relação à música electrónica e tenho acompanhado de perto o crescimento deste cenário musical. Contudo, penso que o público indie norte-americano ainda continua a querer assistir a concertos com instrumentos tocados ao vivo ao passo que estou habituado a actuar como músico de lapstop através de um sintetizador e alguma percussão de apoio. Apenas lanço a música no laptop e toco teclados e canto. E parece-me que esta abordagem musical ao vivo consegue ser mais aceite na Europa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apesar de seres o principal criador nos Former Ghost, Jamie [Stewart, dos Xiu Xiu] and Nika [Zola Jesus] – que colaboraram em &#8220;Fleurs&#8221; – nem sempre estão disponíveis para te acompanhar em digressão, devido aos seus próprios projectos.  É difícil interpretar os temas que gravaste em estúdio e não contar com a presença dessas pessoas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes consegue ser complicado não ter o Jamie ou a Nika em palco comigo. Há alturas em que me sinto estranho por estar sozinho em palco. Mas também acho que às vezes a ideia das pessoas em redor de Former Ghosts são diferentes em relação ao que o projecto realmente é. Ou seja, estes colaboradores, todos eles têm bandas e nem sempre estão livres para me acompanharem nas digressões, nem os Former Ghosts são uma prioridade para eles. Portanto quando os Former Ghosts tocam ao vivo é algo adaptável, que se apresenta por si mesmo e que pode adquirir vários formatos. Parece que finalmente as pessoas começam a perceber isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://rcrdlbl.com/files/rblog_images/formerghosts(1).jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Antes de dares vida aos Former Ghosts tinhas o projecto This Song Is A Mess But So Am I. O que mudou, de um projecto para o outro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">This Song Is A Mess But So Am foi basicamente uma forma de lidar com o cancro mortal da minha mãe. A dada altura, atingi um ponto em que já não queria lidar tão intensamente com a situação, então decidi pôr esse projecto de parte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se pudesses escolher uma canção favorita qual escolherias?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Canção favorita? De minha autoria ou de outros artistas? A minha favorita de todos os tempos é <em>I Know It´s Over</em> dos The Smiths. De minha autoria, não sei bem, nunca pensei nisso, não gosto especialmente de escutar as minhas próprias canções (risos).</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Sei que tens um blog pessoal, o qual procuras actualizar com regularidade. É importante para ti manter esse grau de proximidade com os teus fans?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho que é bastante importante ter esse tipo de proximidade com as pessoas. Não gosto da ideia de uma barreira entre o músico e o ouvinte. É algo verdadeiramente essencial para mim. Adoro conhecer novas pessoas e travar novas amizades. Gosto simplesmente de pessoas e como tal, o contacto com elas é-me crucial. E penso que com o desenvolvimento da internet &#8211; actualmente com o Facebook, blogs, Twitter, etc – é completamente possível deitar essas barreiras abaixo. É isso que procuro.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>O vídeo de <em>Hold On</em> é bem intenso e até poderá parecer chocante, de certo modo, embora se sinta também uma alegria vibrante. Conta-nos um pouco sobre isso, qual o conceito do vídeo e se concordas com essa presença dessa suposta alegria.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O conceito por detrás desse vídeo surgiu quase que por acidente. Pode parecer tolo admiti-lo mas na verdade foi uma noite em que estava bastante chateado e então o meu amigo Amir apareceu em casa para bebermos uns copos e ele simplesmente sugeriu filmarmos aquele momento para um vídeo. E eu concordei. Então fomos para a Redondo Beach Pier, bebemos por lá enquanto filmávamos e depois regressámos ao meu apartamento para acabarmos a restante bebida. Fiquei bastante embriagado e filmei as partes em que cantava. Continuei cada vez mais bêbado e acabei por vomitar&#8230; Penso que talvez aquilo que te pareça alegria acaba por vir desta forma quase niilista de beber para esquecer (e não o digo de uma perspectiva alcóolica, ou seja, é mais no sentido de te sentires tão baixo que tens aquela necessidade de te encontrares com os amigos e beber noite dentro) como uma tentativa de te esqueceres ou até ultrapassares algo ou então, uma mera distracção a alguma coisa ou um castigo a ti mesmo . Por outro lado, também estava acompanhado por um dos meus melhores amigos enquanto filmava e bebia por isso existem definitivamente momentos de alegria. No entanto, foi uma uma experiência igualmente forte e estúpida.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/500/17306737/Former+Ghosts+fredi+ghosts.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Fleurs</em> parece ter sido, até ao momento, o teu trabalho mais intenso, não apenas de uma perspectiva musical mas especialmente na escrita das canções. Consideras esse processo uma parte difícil?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O disco nasceu  numa complicada mas provavelmente também mais bela fase da minha vida. O processo de escrita não é fácil mas isso acaba por surgir de forma natural até porque todas as canções de Fleurs foram dirigidas a uma pessoa específica e escritas numa altura em que estava desesperado por terminá-las a tempo para que essa pessoa pudesse escutá-las antes ainda de qualquer ideia delas num lançamento discográfico. Apenas escrevi e gravei estes temas o mais depressa possível e colocá-los então no meu blog.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Encontras-te a preparar novo material, certo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O próximo disco já está terminado e confesso que foi bem mais difícil de o compôr. Surgiu de uma ideia completamente diferente, com excepção de três dessas canções, e nenhuma delas foi escrita para um pessoa específica. Em vez disso, elas lidam mais comigo mesmo e com alguns aspectos  relacionados com o ciúme e a obsessão e não ser capaz de deixar algo, não sabendo como amar num todo. Julgo que este seja um álbum bastante mais difícil, mais sombrio e, salvaguardando três temas, não é de todo um disco romântico. Aborda mais a exaustão, o facto de perder a própria ideia de amor e não saber como voltar atrás, não sendo capaz de aceitar as coisas como são.</p>
<p style="text-align: justify;"> <strong>Existe alguém que gostasses de convidar para o próximo disco de Former Ghosts?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, visto que o segundo álbum já está pronto e conta com a colaboração do Jamie Stewart [Xiu Xiu], Nika Roza Danilova [Zola Jesus] e Yasmine Kittles [Tearist], este está quase a ponto de ser lançado. Para um terceiro disco? Gostaría de convidar Terius Nash [The Dream].</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Nuno Afonso</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/formerghostssleep ">Myspace</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://freddyruppert.blogspot.com/">Blog de Freddy Ruppert</a></p>
]]></content:encoded>
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