<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556</id><updated>2024-11-01T07:07:06.743+00:00</updated><category term="Parto Humanizado"/><category term="Parto Natural."/><category term="Amor"/><category term="Coisas que acredito..."/><category term="Do livro My Child Won’t Eat"/><category term="Humanização"/><category term="do pediatra Carlos González."/><title type='text'>Meus Milagrinhos.......</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-1891329959746027034</id><published>2012-06-23T21:53:00.001+01:00</published><updated>2012-06-23T21:53:28.555+01:00</updated><title type='text'>Parto: Quando devo ir para o hospital?</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;/div&gt;O trabalho de parto não se inicia, normalmente, de forma repentina. Há um período que se chama «fase latente» em que as contracções podem estar regulares e depois parar, depois voltam de novo e parece que a dilatação já está em marcha. É nesta fase que muitas mulheres decidem ir para o hospital, sem saber que teriam todas as vantagens em esperar mais um pouco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta questão é muito importante, pois chegar demasiado cedo tem riscos, tendo em conta o modelo de assistência ao parto dos hospitais portugueses. Ou seja, se está provado que a liberdade de movimentos, as posições verticais e a tranquilidade são muito importantes para que a dilatação se faça naturalmente e o trabalho de parto progrida, está bom de ver que ficar deitada numa cama quando ainda se está no início do processo não é favorável e pode ter como consequência que a dilatação páre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicia-se assim uma sequência de intervenções que não seriam necessárias se a grávida tivesse chegado ao hospital já mais perto da fase da expulsão. Hoje ouve-se mais do que nunca mulheres dizerem «não fazia dilatação», «a dilatação parou, por isso teve de fazer-se uma cesariana.» &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegar demasiado cedo leva a mais intervenções &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A enfermeira parteira Lúcia Leite afirma que muitas das questões que hoje se põem sobre a humanização do parto e as intervenções médicas desnecessárias devem-se ao facto de «as mulheres chegarem aos hospitais em estádios muitos precoces do trabalho de parto. Há 15 anos isto não se discutia, porque as mulheres estavam em casa, deambulavam, comiam, tomavam um chuveiro e não iam a correr para o hospital assim que sentiam uma contracção. Estavam preparadas para o facto de o parto ser um processo demorado. Quando chegavam ao hospital estavam em trabalho de parto activo». &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo esta especilaista, as mulheres hoje estão menos preparadas e têm menos acompanhamento, pelo que correm para o hospital ao primeiro sinal. «Claro que isto leva a muitos procedimentos desnecessários», afirma: «Temos tendência a acelerar aquele processo porque há outras grávidas que vão chegar. Internamos em fases muito precoces, aceleramos com ocitocina artificial que dá origem a dores mais fortes, por isso depois damos epidural. Se damos epidural, temos de recorrer à monitorização contínua e é um crescendo que acaba muitas vezes em partos instrumentalizados e cesarianas que poderiam ter sido evitados.» &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega-se, portanto, demasiado cedo, há muita ansiedade e pouca preparação. Por vezes, as contracções que estavam regulares e bem ritmadas páram assim que se entra na porta do hospital. Mas nenhuma grávida quer chegar demasiado tarde. Como saber qual a altura ideal? As mães de primeiro filho são as que mais dúvidas têm. Também são aquelas que têm, em média, o trabalho de parto mais demorado. Mas, apesar disso, são as que chegam mais cedo ao hospital, devido à ansiedade e à falta de experiência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cenários que devem fazer sair de casa &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O momento de sair para o hospital depende de muitos factores. Inclusive da distância a que se está. Se não tem a quem telefonar, converse com o seu médico no final da gravidez, para conhecer quais os sinais a que deve estar atenta e qual o cenário que a deve fazer sair de casa. Lembre-se que um parto é um processo natural, o seu corpo está preparado para passar por ele e dir-lhe-á o que fazer em cada fase. Com a ajuda da doula Catarina Pardal, que já acompanhou muitas grávidas em trabalho de parto, deixamos-lhe alguns conselhos, para que esteja tranquila e decida sem precipitações: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contracções são o principal sinal de trabalho de parto e dizem-nos em que fase este se encontra. Se houver contracções bem intensas, dolorosas e regulares a cada três ou quatro minutos; se estas contracções tiverem uma duração superior a 30 segundos; se a sua intensidade tem vindo a aumentar progressivamente ao longo do tempo; se não diminuem de intensidade nem deixam de ser regulares, faça a grávida o que fizer (mudar de posição, comer, deitar-se, andar), então provavelmente o trabalho de parto está numa fase activa, está bem estabelecido e é hora de pensar em ir para o hospital. &lt;br /&gt;
Se são contracções mais espaçadas e se não são regulares, deixe-se ficar por casa. Tome um duche quente, baixe as luzes, tente concentrar-se no seu corpo, converse com o seu bebé, fale pouco com quem estiver consigo. O trabalho de parto só terá início se estiver preparada para receber o seu bebé, se estiver tranquila e confiante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se não é o primeiro filho, o trabalho de parto tem tendência a ser mais rápido. Não adie muito a partida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estiver muito ansiosa e preocupada porque o hospital é longe, ou porque não tem ninguém que a acompanhe em casa e lhe diga que ainda vai demorar mas está tudo bem, então mais vale ir calmamente para o hospital e, em vez de entrar logo, caminhar num sítio agradável que haja nas imediações. Espere até ter a certeza de que está em fase activa, com contracções mais fortes e regulares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se houver ruptura da bolsa, ou seja se as «águas rebentarem», havendo perda de líquido, é importante anotar a que horas começou essa perda e se foi total, ou seja se saiu uma grande quantidade de líquido de repente, ou se tem havido pequenas perdas. É importante também reparar no aspecto e cheiro do líquido - para informar a equipa médica se era incolor, ensanguentado ou esverdeado, se tinha um cheiro desagradável ou se era inodoro. &lt;br /&gt;
O facto de as águas rebentarem não quer dizer que o trabalho de parto tenha começado. Se não houver contracções, ainda não há dilatação, mas é um sinal de que está para breve. A maior parte das mulheres entra espontaneamente em trabalho de parto passadas algumas horas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Organização Mundial de saúde (OMS) só recomenda a indução 48 horas após a ruptura da bolsa. Mas nos hospitais portugueses, a indução é feita imediatamente após a chegada da grávida ao hospital, mesmo que não haja contracções. O risco de infecção aumentado é a justificação para se induzir logo o parto, apesar das recomendações da OMS no sentido de esperar que o trabalho de parto se inicie espontaneamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já teve um ou mais filhos e teve anteriormente um trabalho de parto rápido, então dirija-se ao hospital aos primeiros sinais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: IOL Mae&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ler mais: http://www.g-sat.net/gravidez-e-puericultura-1389/parto-quando-devo-ir-para-o-hospital-250063.html#ixzz1yeTu87Ty&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/1891329959746027034/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/1891329959746027034?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/1891329959746027034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/1891329959746027034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2012/06/parto-quando-devo-ir-para-o-hospital.html' title='Parto: Quando devo ir para o hospital?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2791481403603689622</id><published>2012-06-08T20:02:00.001+01:00</published><updated>2012-06-08T20:02:27.216+01:00</updated><title type='text'>Are IV fluids necessary during labor?</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;/div&gt;So, I’ve been looking forward to writing these posts on IV’s. I am a Registered Nurse, and I  have put in my fair share of IV’s into people’s veins. I’ll admit it, I like to check out people’s veins in line at the grocery store. But I hate getting them myself. So when I was pregnant with my first child, I was bummed to find out that receiving IV fluids would be a standard part of my care.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
But were these IV fluids necessary?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
I’ll admit, I figured that since I was NPO, it was better to stay hydrated than not. But I thought the rate of my IV fluids (~250 mL/hour) seemed rather high. And then I was in labor for 24 hours. And I received an epidural, which meant that I got an additional fluid bolus. But I didn’t fully experience the risks of these IV fluids until I got home from the hospital.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
The next day, out of curiousity, I stepped on the scale. I had given birth to a 6.5 lb (2.95 kg) baby, plus the placenta and all that stuff. So I figured I’d be down about 10-12 pounds, right?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
I had lost 3 pounds. Only three pounds.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
These aren’t my legs, but this is what they looked like, only worse.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
What the heck??&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Instead of losing weight, I gained fluid. And lots of it. Think 24 hours times 250 mL/hour fluids. Think roughly 5-6 Liters of fluids infused into my body. Think 3+ pitting edema from my thighs to my feet (that is swelling that you can push dents into– see picture on right). Think extremely painful breast edema and engorgement that lasted for weeks, which made breastfeeding an uphill battle.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Now I never had any swelling– not even a little bit– during my entire pregnancy. So I was kind of surprised by what was going on. But I figured that maybe this was a normal physiological reaction to giving birth. And to tell you the truth, I didn’t even realize that this fluid volume overload was related to my excess IV fluid intake until several years later, when a midwife pointed out to me that my breast engorgement was probably caused by the IV fluids. Even being a nurse, I had never figured this out on my own.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
The physiologic rationale for giving IV fluids is because labor is a physically demanding exercise. And many women in the United States (and other countries) are NPO (nothing by mouth) during labor. However, if you read one of my earlier posts on Eating and Drinking during labor, you will see that this NPO practice is not evidence based. “Nothing by mouth” during labor is based on the clinician’s fear that a woman will need a general anaesthetic and inhale stomach contents during surgery– but the odds of this happening are less than being struck by lightning (7 events in 10 million births).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
But anyways, today I am going to present to you the scientific evidence for IV fluids during labor.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Interestingly, although IV fluids during labor has been standard practice for decades, the first randomized controlled trials evaluating this practice were done in the past 10-12 years. Two studies have been done with first-time moms who were NPO (nothing by mouth) and were admitted during spontaneous labor. Garite et al. (2000) ranomized 195 women to receive either 125 mL or 250 mL per hour of IV fluids. Women in the 125 mL group had a higher percentage of total labor duration greater than 12 hours (26% in the 125 mL group vs. 13% in the 250 mL group), but that was the only difference between groups. However, the authors did not measure any markers of fluid volume overload in the moms and babies.  Interestingly, the authors note that in their previous clinical experience, moms who receive only 125 mL/hour of IV fluids seem thirsty and dehydrated. However not once in the entire article do the authors suggest that we could just let the thirsty moms drink!&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
In the second study with moms who were NPO, Eslamian et al. (2006) randomized 300 first-time moms to receive either 125 or 250 mL/hour.  The first stage of labor and the total duration of labor were significantly shorter in the 250 mL group. Prolonged labor (greater than 15 hours) was more common in the 125 mL group, and the 125 mL group was more likely to have oxytocin augmentation for slow labor. There were no differences between groups with duration of pushing and C-section rate. The authors did not measure any markers of fluid overload in moms or babies.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Two more recent studies have looked at IV fluids in first-time moms (in spontaneous labor) who were allowed to drink as much fluids as they liked during labor. Coco et al. (2010) randomized 80 moms to receive IV fluids at 250 mL per hour or no IV fluids. Women in both groups were allowed to drink as much fluids as they desired (water, juice, sodas).  There were no differences between groups with regard to total labor length, first stage of labor length, pushing, or oxytocin augmentation. No adverse effects were seen in either group. The authors did not mention anything about measuring markers of fluid volume overload in the moms or babies, so I contacted the primary author and asked– and no, no markers of fluid volume overload were measured. The researchers of this study concluded that women intuitively know how to drink enough fluids to self-regulate their fluid status during labor, making IV fluids unnecessary.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Finally, in 2012, Kavitha et al. randomized 293 moms into one of three groups: oral fluids (plain water and coconut water), IV fluids at 125 mL/hr, or IV fluids at 250 mL/hr. The women in the IV fluid groups were also allowed to have oral fluids. There were no differences between groups with length of labor (first stage, second stage, or total length), oxytocin augmentation, or any other complications. There were no differences in complication rates, and no cases of pulmonary edema (However, again, other signs and symptoms fluid volume overload were not measured). There was a decreased incidence of vomiting in the 250 mL group (6% vomiting in the 250 mL group versus 11% in the 125 mL group and 24% in the oral fluid group).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
So after reading these studies, we can conclude that IV fluids offer only one benefit (decreased vomiting) to women who are allowed to drink during labor. But I still had a lot of questions after reading these studies. What is the effect of IV fluids on mom’s fluid status after delivery? Breastfeeding and engorgement? On baby fluid outcomes? None of the RCT’s covered these questions. So our next best evidence is to turn to some observational studies that looked at the relationship between IV fluids during labor and fluid volume overload in babies.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
I found two observational studies that looked at the relationship between IV fluids during labor and newborn weight loss. I could not find any studies about IV hydration and postpartum edema (swelling) or breast edema/engorgement. Add that to the list of research studies I would like to conduct some day!&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Chantry et al. (2010) followed 448 pregnant women through pregnancy and after birth to determine risk factors for excess weight loss in newborns (excess weight loss was defined as &gt;10% of birth weight at 3 days old). Of the breastfed newborns, 16-19% experienced excess weight loss. The authors ran a regression (a powerful type of statistical technique) to determine the predictors of excess weight loss in these babies. The only two things that predicted excess weight loss in newborns were increased IV fluids given during labor and delayed milk production. If moms received more than 200 mL/hour of fluids, their babies were 3.2 times more likely to experience excess weight loss at 3 days compared to moms who had less than 100mL/hr of fluids. The infants whose mothers had a higher IV fluid rate—well, these babies also peed more during the first 4 hours of life. When you put 2 and 2 together, this means that the babies had too much fluid on board. They peed more after birth. Hence the excess weight loss at 3 days. The bad news?? Thirty percent of infants in this study (whose moms intended to exclusively breastfeed) were supplemented with formula. And in this study, supplementation with formula at 3 days was associated with decreased intent to breastfeed. Reason for supplementation? You guessed it. Excess weight loss, along with concerns about a delay in milk coming in.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
So, this is the possible unintended consequence of receiving IV fluids during labor:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
IV fluids (100-200+ mL/hour) during labor&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
↓&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Excess fluid loss in the newborn&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
↓&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Clinician concerns about “excess weight loss”&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
↓&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mom feels like she is not making enough milk&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
↓&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Supplementation with formula&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
↓&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Decreased intent to breastfeed&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
In a smaller study, a different group of researchers also found that higher amounts of IV fluids during labor were associated with excess weight loss in newborns. The authors suggested that clinicians use the 24-hour weight—not the birth weight—as the baseline weight when following infant weight over time. Okay, this is just me talking, but wouldn’t a simpler, more evidence-based solution be to just let women drink during labor and avoid the whole IV fluid thing in the first place, seeing as that is the cause of the whole weight loss problem to begin with?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
So, in summary, among women who have unrestricted access to oral fluids, IV hydration during labor offers only one advantage– it may reduce the incidence of nausea/vomiting. It does not have any other benefits. It does not shorten the length of labor. The risks are that IV hydration during labor may lead to an artificially high drop in the newborn’s weight, which can adversely affect breastfeeding. The risks related to post-partum edema and engorgement are unknown. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
New addition to this post: I know that some of you would like to avoid this unnecessary intervention but may have difficulty convincing your healthcare provider to go along with you. So for a PDF, printable summary of this article written especially for your health care provider, click here. If you would also like to print off the summary on eating and drinking during labor for your health care provider, click here. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
With my second baby, I chose to avoid IV fluids and I drank oral fluids instead. I probably had a sip of fluids between every contraction. I know I was well hydrated, because I had to go to the bathroom about every 20-30 minutes. After birth? Not even the slightest bit of edema in my legs or ankles. No engorgement. Breastfeeding was a breeze, partially because I didn’t have to deal with the engorgement.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
So what do you think? Would you rather have IV fluids during labor or  would you rather be allowed to drink? Any other thoughts that you have about IV fluids during labor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
References:&lt;br /&gt;
 1.Chantry, C. J., L. A. Nommsen-Rivers, et al. (2011). “Excess weight loss in first-born breastfed newborns relates to maternal intrapartum fluid balance.” Pediatrics 127(1): e171-179.&lt;br /&gt;
 2.Coco, A., A. Derksen-Schrock, et al. (2010). “A randomized trial of increased intravenous hydration in labor when oral fluid is unrestricted.” Fam Med 42(1): 52-56.&lt;br /&gt;
 3.Eslamian, L., V. Marsoosi, et al. (2006). “Increased intravenous fluid intake and the course of labor in nulliparous women.” International journal of gynaecology and obstetrics 93(2): 102-105.&lt;br /&gt;
 4.Garite, T. J., J. Weeks, et al. (2000). “A randomized controlled trial of the effect of increased intravenous hydration on the course of labor in nulliparous women.” Am J Obstet Gynecol 183(6): 1544-1548.&lt;br /&gt;
 5.Kavitha, A., K. P. Chacko, et al. (2012). “A randomized controlled trial to study the effect of IV hydration on the duration of labor in nulliparous women.” Arch Gynecol Obstet 285(2): 343-346.&lt;br /&gt;
 6.Noel-Weiss, J., A. K. Woodend, et al. (2011). “An observational study of associations among maternal fluids during parturition, neonatal output, and breastfed newborn weight loss.” Int Breastfeed J 6:9.&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2791481403603689622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2791481403603689622?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2791481403603689622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2791481403603689622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2012/06/are-iv-fluids-necessary-during-labor.html' title='Are IV fluids necessary during labor?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-8580617308009014025</id><published>2012-06-08T19:49:00.000+01:00</published><updated>2012-06-08T19:49:29.032+01:00</updated><title type='text'>MEDICAR A FEBRE – UM ERRO COMUM</title><content type='html'>Você comete esse erro quando seu filho está enfermo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A febre é uma das razões principais que levam os pais a procurar os médicos de seus filhos, e é verdade que qualquer febre em uma criança de menos de 3 meses é motivo de grande preocupação, uma vez que existe o risco de infecções bacterianas graves. Além disso, uma criança que tem uma convulsão com febre deve ser examinada por um médico, pelo menos na primeira ocorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a febre é realmente um sinal de que um sistema imunológico está funcionando bem e em crianças mais velhas não parece ser particularmente angustiante, a febre é um sinal positivo. É prova que a criança tem um sistema imunológico ativo. A febre não prejudica seu cérebro nem seu corpo, embora ela aumente sua necessidade de líquidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais, entretanto, não são as únicas pessoas que podem tornar-se excessivamente preocupadas, de acordo com o New York Times:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Outros estudos têm examinado as atitudes entre o pessoal médico, que pode parecer tão aflito com a febre quanto os pais… Um pouco dessa fobia vêm de médicos e enfermeiros.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São altas horas da noite e seu filho acorda com uma febre. Para muitos pais, este cenário solicita uma ida ao serviço médico e uma reação imediata para reduzir a febre tão rapidamente quanto possível, muitas vezes usando um antipirético (medicamento para reduzir a temperatura).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas é a febre do seu filho realmente um motivo de preocupação e está reduzí-la é a melhor escolha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria dos casos, uma febre simples é realmente um sinal de que o sistema imunológico de seu filho está funcionando no seu melhor. Praticamente todos os animais naturalmente desenvolvem febre quando eles estão lutando uma doença bacteriana ou viral, e esta resposta ocorre porque melhora a capacidade do seu corpo para se livrar do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim em muitos casos, reduzir uma febre não é apenas desnecessário, como isso realmente pode prejudicar o processo de recuperação do seu filho, prolongando a doença, em vez de resolvê-lo mais rapidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se de que a febre não é algo a temer. Há boa evidência de que a febre na verdade serve como um saudável estímulo para desenvolver um forte sistema imunológico e normalmente quanto maior a febre melhor o estímulo. Algo como levantar pesos quando se usa pesos mais pesados normalmente produzem mais crescimento muscular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Academia Americana de Pediatria não recomenda o uso de medicamentos antifebris&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia Americana de Pediatria (AAP) reconhece que a febre não é uma doença, mas um sinal de que seu corpo está fazendo o que é suposto fazer para combater uma infecção. Eles recomendam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Febre não é uma doença, em realidade, ela é um sintoma da doença e é normalmente um sinal positivo de que o corpo está lutando contra a infecção”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A AAP também não recomenda tratar seu filho com medicamentos antipiréticos, mesmo com temperaturas mais elevadas. Está afirmado em seu site oficial:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“As febres geralmente não precisam ser tratadas com medicamentos, a menos que seu filho esteja muito desconfortável ou tenha uma história de convulsões febris. A febre pode ser importante para ajudar seu filho a combater a infecção”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Temperaturas ainda mais elevadas não são em si perigosas ou significativas a menos que seu filho tem um histórico de convulsões ou uma doença crônica. Mesmo que seu filho tenha uma história de convulsões relacionadas com febre, mesmo ao tratar a febre com medicação, eles ainda podem ter este tipo de sintoma… Se ele continua se alimentando, e dormindo bem e tem períodos de bem estar, ele provavelmente não precisa de qualquer tratamento.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os benefícios da febre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando um organismo invade seu corpo, provoca a liberação de pirogênio, uma substância que sinaliza para o hipotálamo no cérebro para elevar a temperatura do seu corpo. Isso é feito através de um número de diferentes mecanismos, incluindo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
» Arrepios&lt;br /&gt;
» Liberação de hormônio TRH&lt;br /&gt;
» Aumentar a sua taxa metabólica&lt;br /&gt;
» Restrição do fluxo de sangue para a pele para minimizar a perda de calor&lt;br /&gt;
» Pilo ereção (ereção de pequenos pêlos), que suprime a transpiração (o suor é um mecanismo de resfriamento)&lt;br /&gt;
A febre, por sua vez, inicia uma série de processos corporais benéficos que direta ou indiretamente ajudam a repelir bactérias ou vírus invasores. Alguns destes benefícios incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
» Aumento de anticorpos – células treinadas especificamente para o ataque ao tipo exato de invasor que seu corpo está recebendo&lt;br /&gt;
» Mais células brancas do sangue são produzidas para ajudar a combater os invasores&lt;br /&gt;
» Mais interferon, uma substância antiviral e anticâncer natural, é produzido, o que ajuda a bloquear a propagação de vírus para células saudáveis&lt;br /&gt;
» Redução do ferro sérico, que tem efeito inibidor para bactérias&lt;br /&gt;
» O aumento da temperatura mata diretamente micróbios (a maioria das bactérias e vírus realmente crescem melhor em temperaturas inferiores do corpo humano)&lt;br /&gt;
» Melhor capacidade de certas células brancas do sangue de destruir bactérias e células infectadas&lt;br /&gt;
» A febre também prejudica a replicação de muitas bactérias e vírus&lt;br /&gt;
É raro que uma febre aumento superior a 40 graus, e desde que seu filho não pareça angustiado, não há nenhum mal em deixar uma febre em seu curso. Tenha em mente também que as febres tendem a picos no final da tarde e à noite, assim um ligeiro aumento na febre durante este período não é necessariamente motivo para alarme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que os remédios para reduzir a febre são normalmente desnecessários e até prejudiciais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como mencionado anteriormente, na maioria dos casos, que você deve evitar dar remédios para seu filho para reduzir a febre, como estes medicamentos geralmente só suprimem os mecanismos naturais de cura da febre e prolongar a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na verdade, o artigo: Febre em crianças – Uma bênção oculta (Fever in Children – A Blessing in Disguise), originalmente impresso na Mothering Magazine que definitivamente vale a pena ser lido se você tiver crianças pequenas em casa, apresenta vários estudos apoiando o fato de que reduzir a febre realmente prolonga a doença:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
» Um estudo de adultos com resfriados constatou que a aspirina e paracetamol suprimiram a produção de anticorpos e aumentaram sintomas da gripe, com uma maior tendência de contágio.&lt;br /&gt;
» Em um estudo de crianças com varicela, o acetaminofeno prolonga as coceiras e o tempo de erupção em comparação com o uso de placebo como tratamento.&lt;br /&gt;
» Em estudos de tubo de ensaio, níveis terapêuticos de aspirina suprimiram a capacidade das células brancas do sangue humano de destruir bactérias.&lt;br /&gt;
» Outro estudo descobriu que uma gama de analgésicos, incluindo a aspirina e ibuprofeno, inibiu as células brancas na produção de anticorpos em até 50%.&lt;br /&gt;
Estes medicamentos também levar a riscos de efeitos colaterais, incluindo problemas de fígado com acetaminofeno, dor de estômago com Ibuprofeno e síndrome de Reye com aspirina (recomenda-se que para crianças com menos de 19 anos não ser dado aspirina quando têm febre, devido à relação com a síndrome de Reye).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se: o objetivo da febre é estimular o sistema imunológico e criar um ambiente inóspito para organismos, essencialmente elevando a temperatura o suficiente para que os micróbios invasores não possam viver. Assim sempre que você baixar uma febre artificialmente você está tornando seu corpo mais hospitaleiro para os patógenos invasores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reduzir uma febre com medicamentos também mascara os seus sintomas, o que pode levar ao retorno às suas atividades normais mais rapidamente, quando seu corpo pode ainda se beneficiar em repouso adicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando é um perigoso de febre?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria dos casos, o descanso e a abundância de líquidos é tudo o que é necessário quando enfrentamos uma febre. A febre aumenta a perda de líquidos, por isso é importante dar a seu filho uma abundância de fluidos, mesmo se eles não sintam sede, para evitar a desidratação. Há alguns casos, no entanto, que a febre requer atenção médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso inclui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
» Febre em uma criança de menos de 3 meses (em qualquer temperatura)&lt;br /&gt;
» Febre acima de 39 graus em crianças entre 3 meses e 36 meses, se elas parecerem enfermas&lt;br /&gt;
» A qualquer momento uma febre sobe mais de 40.1 graus&lt;br /&gt;
Em crianças com 5 anos ou menos, a febre também podem levar a uma convulsão, conhecida como uma convulsão febril. Embora isso possa ser assustador, isso normalmente não irá causar efeitos duradouros. Durante uma convulsão febril, deve-se colocar seu filho de lado ou de barriga para baixo, afrouxar as roupas e proteger a criança para evitar traumas. Quando a crise cessa, você deve procurar atendimento médico imediatamente para certificar-se de que a convulsão não foi causada por algo além da febre, tal como uma meningite ou bactérias no sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, lembre-se que deixar uma febre seguir seu curso é geralmente a melhor escolha para ajudar seu filho a combater uma infecção viral ou bacteriana… mas você também deve tomar medidas para fortalecer o sistema imunológico de seu filho para repelir agentes patogénicos sem precisar que apareça a febre, usando ferramentas como uma nutrição adequada, exercícios, alívio de stress e boa qualidade de sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo original:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/02/03/the-benefits-of-fever.aspx&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artigo comentado do Dr. Joseph Mercola&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução José Carlos Brasil Peixoto&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/02/03/the-benefits-of-fever.aspx' href='http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2011/02/03/the-benefits-of-fever.aspx' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/8580617308009014025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/8580617308009014025?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/8580617308009014025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/8580617308009014025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2012/06/medicar-febre-um-erro-comum.html' title='MEDICAR A FEBRE – UM ERRO COMUM'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-327153113826140630</id><published>2011-09-22T21:04:00.002+01:00</published><updated>2011-09-22T21:33:43.165+01:00</updated><title type='text'>Escolinha e desabafos....</title><content type='html'>Bem a Diana começou a escolinha e parece que está a gostar, mas confesso que isso acabou bagunçando a nossa rotina e ainda não me acertei bem com os novos horários e muito menos elas, ai com isso tudo tem sido birras e choros todos os dias por toda parte e eu exaustaaaa por conta de tanto choro e exigência delas. Dias como hoje me deixam de rasto e não me permitem fazer as coisas da casa direito.
A Diana como o esperado todas a manhãs chora desalmadamente a implorar para não ir para a escola, já na volta vem toda contente pedindo que a gente leve ela no dia seguinte, vá entender estas cabecinhas neh, o negócio é respirar fundo e tentar não se estressar, mas a verdade é que não é nada animador começar o dia cheio de choro até pq ai a bia começa a chorar tbm, ou por ciumes da atenção que vai para a irmã ou simplesmente pro simpatia, já que tá triste a chorar vamos junto no embalo.Para ajudar a loucura toda ficamos todos doentes com uma grande gripe, foi febre, dor de garganta, tudo e mais alguma coisa, mas pronto entre mortos e feridos saímos todos bem.
Mesmo no meio de tanta loucura há coisas boas(penso eu ser boa, embora me sinta por um lado preocupada), a Diana com 3 dias de aulas já escreve as vogais todas, o 
que por uma lado me deixa muito contente como mãe babada que sou, mas por outro lado me deixa preocupada e me faz levantar questões como: Não será muito cedo???É pq sinceramente não entendo porque esta pressa, ela nem os 4 completou e já sabe escrever vogais e algumas consoantes, e depois no questionaram que entregam tem perguntas estúpidas como o que nós pais esperamos que nosso filho siga como profissão??!!!! &lt;strong&gt;Como assim gente??!!!!!!&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Ela só tem 3 anos e meio &lt;/em&gt;.O que eu posso esperar ou exigir dela com esta idade, de onde saiu esta pressa toda, aonde tá escrito que tenho que definir o futuro da minha filha ao berço?? Eu devo ter perdido esta aula só pode, eles estão na idade de brincar, explorar o mundo, não ficar sentados a ter aulas. Sabe eu as vezes fico triste achando que fiz mal em colocar ela na escola, por causa deste lado ditador , tem que se comer tudo, tem que andar em filas, tem que chamar de educadora e não professora, (aliás isso é outra coisa que ná gosto pq educadora???? eu que educo meus filhos eles são só os professores deles, mas pronto deixa estar que isso já é outra conversa), tem isso, tem que aquilo, acho tão desgastante e desnecessário, mas eu queria que ela fosse a escola socializar, pois ela á tão tímida e eu achei sinceramente que a escola ajudaria ela a se soltar mais, mas ao chegar lá me deparei com um regime de ditadura enrustida, mas pronto agora já está o mal feito neh, para o ano talvez reconsidere as coisa ou veja de forma diferente.
Bem fico por aqui porque acho que já macei todo mundo.Até pq o meu chamado de dona de casa me chama e as crianças já dormem.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/327153113826140630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/327153113826140630?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/327153113826140630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/327153113826140630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2011/09/escolinha-e-desabafos.html' title='Escolinha e desabafos....'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-4416621479353589594</id><published>2011-06-03T04:30:00.003+01:00</published><updated>2011-06-03T04:32:52.474+01:00</updated><title type='text'>UMA SOLIDÃO SOLTEIRA</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;UMA SOLIDÃO SOLTEIRA
Fabrício Carpinejar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;

O que é ser mãe? É nunca precisar responder a essa pergunta. Diferente de pai, que sempre se explica e gosta de se explicar. Mãe parece que nasce sabendo, não importa a idade, não importa a disposição. Julga-se como um dom natural e um desejo de vida, desde o momento em que brincava de boneca na infância e formava uma família imaginária no quarto. Que menina, quando pequena, já não sonhava em trocar a roupa do filho ao vestir e desvestir sua Barbie? Ser mãe não é encarado como profissão nem deve, mas é tão estafante quanto um início de carreira. O papel é visto como prazer e dádiva. Para alguns homens, é reconhecido como o cumprimento de um ideal. Um sonho. Mas não significa que será fácil. E não é. Responde a um dos períodos de maior aprendizado, nervosismo e tensão. Durante a gravidez, a mulher se multiplica. Espiritualmente é duas. Ganha atenção dobrada. Seus pedidos mais estranhos são atendidos. Cavalheirismo e educação exagerados batem à sua porta. Não me refiro aos assentos vermelhos do ônibus e do metrô e dos guichês do banco, reservados a gestantes. Muito além disso: abrem-se os caminhos do entendimento e da cordialidade. Ela encontra uma paz de bosque, uma quietude social. Não é contestada, criticada, desafiada. Nada que prejudique o andamento da gestação. Sua fragilidade a ilumina de carícias. 
Depois do nascimento, desconfia de que sua barriga serviu para um aluguel de luxo, que os familiares se importavam com a criança a vir, não com a criança adulta que se transforma em mãe. Paparicam o bebê e ela acaba de canto, alheia, sequiosa por um aconchego que não chega. Na hipótese de atravessar uma cesariana, dolorida e custosa, não receberá sequer algum questionamento sobre sua saúde. Andará sozinha, bem lenta, atrás do cortejo. A depressão pós-parto não é uma miragem, sinaliza desvalia. 
De uma hora para outra, a mulher não é mais responsável pela sua existência, é responsável por duas vidas. Não poderá se dar ao luxo de pensar somente em si. Pensará em si por último, caso sobre tempo. Aliás, vejo que não é casando que a mulher deixa de ser solteira, ela muda efetivamente de estado civil ao gerar um filho. A dependência é substituída pela independência, no sentido de orientar e educar a criança. 
Por mais que esteja acompanhada de um marido companheiro e atento, é como se mandasse no campinho. É ela que deverá responder – ou acredita que deve responder – no surgimento de dúvidas e impasses. O homem ainda goza da regalia de coadjuvante, com atenuante de que não precisa conhecer tudo. Pai está aprendendo a ser pai, mãe está ensinando a ser mãe. A crença é que a mulher tem uma enciclopédia embutida no ventre. 
Licença-maternidade não é uma licença poética. Não é apenas estacionar o filho na vaga preferencial do seio. Mal se recuperou do parto e enfrenta a multiplicidade de atividades. Não dorme pelo medo de dormir e deixar escapar um apelo do bebê e ser incriminada por omissão. A insônia é o de menos. Até encontrar a posição certa de segurar o nenê para não ter cólicas, até encontrar a melodia adequada que tranqüiliza o choro, até encontrar a postura confortável para não sofrer com dor nas costas, é uma arte. 
Entre cueiros e tip-tops, entre fraldas e lençóis, dificilmente será reconhecida em família pelos seus pequenos e imprescindíveis feitos. De que modo contar a terceiros e ao próprio marido o que fez? Que deu leite, arrumou as roupas, limpou o cocô, deu papinha e que essas operações tomaram o seu dia? As energias gastas em 24 horas serão reduzidas a um relato de três minutos. Dirão que é exagero. Começa a cobrança e a sensação de que não é compreendida. 
O marido aparecerá em casa, leve e lépido, mais disposto (é claro), e brincará descansado com o filho, imitará sons de bichos, desfrutará da organização e de uma companhia para dividir as tarefas. Ele curte o que desejava para você. O pai é o parque, a mãe é dia útil. Resta assistir à alegria como se fosse sua. 
Imagine uma profissional hiperativa mergulhar de repente nesse mundo em que nada aparenta acontecer e tudo acontece sem jeito de demonstrar? Ter a rotina reduzida a dez quarteirões do bairro, na faixa que compreende a quitanda, a farmácia, a praça e o mercado, como um exílio em sua cidade? Uma mãe recente é uma ótima crítica da televisão à tarde. Pela primeira vez, é capaz de opinar com fundamento sobre a qualidade dos programas. 
De um comercial a outro, o filho cresce mais rápido do que supunha. O que adiava para fazer continuará adiando. Se nos preparativos, demorava séculos para definir a cor do enxoval, as decisões agora são rápidas e fulminantes. São para ontem. O filho largou o peito, deve então acertar a temperatura do leite, preparar a comida, optar pelas peças da gaveta. Será que ponho casaco ou não? Está quente ou frio? O ponto mais visitado é a bunda rosada da criança, para verificar assaduras. As mãos cheiram a hipoglós e não é de estranhar que a pasta branca fique nos vãos dos dedos no momento de dormir. E, quando toca o telefone, a mãe se envergonha de dizer que está segurando o filhote no colo e faz o impossível para que a voz na linha não note o incômodo. Um malabarismo para acalmar os gritos do pequeno, entender a conversa e ser educada. Mãe carrega muita culpa desnecessária. A maternidade é uma solidão desproporcional, uma solidão solteira em cama de casal. 
A libido fica em baixa, não se tem a mesma vontade louca de transar. Nem é vontade, é disposição, condicionamento físico. Após desbotar o tapete do corredor no vaivém, não há como se arrumar. Arrepende-se dos espelhos no quarto adquiridos para projetar posições eróticas. O homem se aproxima dengoso e amoroso e a dor de cabeça é a saída menos explicativa. Existe um cansaço inclusive para DR (Discutir o Relacionamento). 
A mulher se vê acima do peso, com os seios estranhamente grandes (talvez o homem goste da protuberância, esquece que o aumento é inchaço, dói e não é para ele) e a cintura se equilibrando com a transformação. Pela primeira vez, um maiô não é uma idéia insuportável. O corpo está longe da rigidez e para recuperar as formas antigas só com muita ginástica, musculação e sorte. 
Ela está distanciada do nécessaire, substituída pela sacola forrada de plástico, com pomadas, panos, bicos e o restante infinito do arsenal infantil. O máximo a fazer é paquerar a sinaleira. O único jeito de avançar no sinal vermelho é ali, com o carrinho de bebê na faixa de segurança. 
Se não está aprontando e ordenando as coisas, está limpando a bagunça. Se não está encaminhando a criança ao sono, está dormindo junto. O banho de banheira da criança que encharcará o piso será o raro momento em que se ausentará, ouvirá novamente sua respiração e buscará informações atualizadas da rua. 
Falei do trabalho, porém é o isolamento que mata. O pai age, na maioria das vezes, como um porteiro das visitas, cumpre a convenção social de mostrar o bebê para em seguida continuar suas conversas. Um elogio pra lá, um elogio pra cá, a criança abandona a cena e a mãe corre atrás, para atender as chamadas noturnas. Não há como acompanhar os papos entusiasmados e eufóricos. Escuta-se as risadas do quarto, com receio de que a criança seja acordada e tenha que recomeçar o acalento. Torce para que as visitas saiam cedo. 
Os amigos e amigas da mulher, de contato freqüente, de repente desaparecem. No início, podem rodear o bebê, propor bilu-bilu e esganiçar dublagens. Exaltam o nascimento. No instante do socorro e exaustão, nenhuma alma por perto. Acontece uma segregação silenciosa e terrível. Alguns se afastam para não incomodar, outros para não serem incomodados. 
Durante essa fase, os relacionamentos escasseiam também devido à exclusividade materna. Quem não tem filho pode achar esquisito, mas pais discorrem na mesa sobre quantas vezes a cria foi aos pés e a cor das idas e vindas! Ela encontrará dificuldade de conversar de outros assuntos que não os relativos ao seu filho. Afinal, seu universo gira em torno dele. Vai se aproximar de outras mães para dividir suas dores e delícias. Um dos motivos para que as reuniões das creches sejam longas. É um momento de desafogo e de cumplicidade. 
A mãe quer se sentir ouvida, falar do que incomoda na hora em que sente. Não depois quando já se confortou. Ou antes quando não entende. Tal jornal – mãe é para ser lida no dia. A pior coisa para ela é estocar sentimentos e apreensões, como quem guarda inutilmente papel velho. Mãe deve dizer o que a confunde de pronto e ser respeitada em silêncio até o fim, para que a preocupação não seja convertida em recalque. 
Quando não está ao lado da criança, mãe padece com severa intensidade. Uma saída para se distrair – ou ao retornar ao trabalho –, e está ligando apavorada para a babá, solicitando relatos minuciosos dos últimos movimentos do rebento. Pavor de que não há quem cuide melhor do que ela. Ou pavor de que alguém cuide melhor do que ela. 
O QUE É SER MÃE? É nunca precisar fazer essa pergunta. O que se experimenta em segredo, o esforço hercúleo, o afeto pontual serão recompensados com a telepatia. A mãe notará que é possível esconder seus sentimentos de qualquer um, menos de sua criança, que alisará seus cabelos no desalento com o pente das unhas e nadará com alegria em seu corpo em cada abraço. E basta observar que a criança imita seu trejeito, basta reparar que a criança segura os objetos com a sua firmeza, basta reconhecer na voz dela o galho florido de seu timbre, basta cheirar o cangote e descobrir quantas fragrâncias não foram criadas, basta vê-la caminhar longe do apoio, balançando como um pingüim, basta ouvi-la dizer “mãe” com a pausa de uma reza, basta ser surpreendida com as repetições de suas idéias, basta que ela invente novas possibilidades para linguagem, basta que ela ponha a digital em um cartão, que ela retribua o “eu te amo”, e as adversidades serão esquecidas. As adversidades já serão amor.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/4416621479353589594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/4416621479353589594?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/4416621479353589594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/4416621479353589594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2011/06/uma-solidao-solteira.html' title='UMA SOLIDÃO SOLTEIRA'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-5687032256914709228</id><published>2010-11-20T01:48:00.002+00:00</published><updated>2010-11-20T01:51:27.358+00:00</updated><title type='text'>Vamos Aderir!!!!!!!!!</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTekleEKIaPanpsMfHZf3yztl2Icika7OaeBb9_dbkYntRKa18bx-6e248f79uzD4UHJLz0X3EWvzCvzgaGHapd1TNpfX1x92JoiaBYXmbp-rGLlhpP5wPuzScuNUEoKoeDb8PzPgXp3U/s1600/banner+contra+violencia+infantil.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 142px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTekleEKIaPanpsMfHZf3yztl2Icika7OaeBb9_dbkYntRKa18bx-6e248f79uzD4UHJLz0X3EWvzCvzgaGHapd1TNpfX1x92JoiaBYXmbp-rGLlhpP5wPuzScuNUEoKoeDb8PzPgXp3U/s200/banner+contra+violencia+infantil.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5541443561347678338&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/5687032256914709228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/5687032256914709228?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/5687032256914709228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/5687032256914709228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/11/vamos-aderir.html' title='Vamos Aderir!!!!!!!!!'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjTekleEKIaPanpsMfHZf3yztl2Icika7OaeBb9_dbkYntRKa18bx-6e248f79uzD4UHJLz0X3EWvzCvzgaGHapd1TNpfX1x92JoiaBYXmbp-rGLlhpP5wPuzScuNUEoKoeDb8PzPgXp3U/s72-c/banner+contra+violencia+infantil.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2174405797299026578</id><published>2010-11-08T22:51:00.002+00:00</published><updated>2010-11-08T23:00:46.851+00:00</updated><title type='text'>CONTRAÇÕES</title><content type='html'>&quot;Não sei se você vai entender, mas o seu depoimento me trouxe alguma alegria. Sabe por que? Porque você reflete exatamente o medo de MILHARES de mulheres. Mas você está, por alguma força interior, tentando ultrapassá-lo. E isso já determina a grande mulher que é, independente dos seus parcos 20 aninhos.

Você não me conhece e, por isso, não tem motivo algum para confiar em mim. Mas eu lhe dou a minha palavra que a dor do parto não é nem de perto esse monstro que você prevê. Porém ela vestirá essa roupagem, se você permitir.

Eu sou uma otimista e creio piamente que TODA mulher capaz de gerar, salvo raríssimas exceções, também é capaz de parir. Naturalmente.

Nunca tive medo da dor do parto. Mas minha doula me disse uma coisa importante que me ajudou muito a entender o processo das contrações em meu corpo. Ela me disse: são como ondas. Imagine um mar com ondas calmas, indo e vindo. É desta forma que o TP começa. E, acredite, assim como é uma delícia deixar o corpo ao sabor de um mar morno e tranquilo, as contrações SEM indução começam de forma extremamente prazeirosa.

Então, na primeira contração, que vai durar bem pouquinho, você já poderá deslumbrar o que lhe espera. Ficará surpresa, porque NADA do que lhe contaram sobre serem terríveis e insuportáveis se parecerá com a sensação que elas produzem. Por isso algumas mulheres que se entregam ao prazer do parto recusam-se a chamar de “dor”. O termo certo não é dor. Mas não sei qual é. Assim como algumas línguas não possuem uma palavra para traduzir o que chamamos de “saudade”, a sensação de uma contração não deveria ser traduzida com a palavra “dor”.

Bem, se eu tivesse que usar alguma sensação dolorosa para comparar com a contração, a mais próxima seria de uma cólica menstrual. Não sei se você já teve. Mas aquela dorzinha fininha, começando nas costas e caminhando até o baixo ventre. Uma contração é mais ou menos isso (ou não!). 
Ela vai durar bem pouquinho no início. Tanto é que, as primeiras se você estiver dormindo, nem vai sentir. Duram segundinhos. E até vir a próxima “onda” leva tanto tempo que você já se esqueceu como foi a anterior. Está entendendo?

Quando o TP engrenar, o que pode demorar horas ou dias, você já vai estar habituada com a contração. Já conseguirá identificar quando ela inicia, saberá quando está na “crista da onda” e também quando ela está indo embora. Então o que muda para ficar tão difícil como dizem?? Muda a duração da contração, que era segundinhos, e passa a ser de um minuto ou pouco mais. Muda também o intervalo, que podia ser de hora ou longos minutos, e pode passar a ter segundinhos.

Ou seja, não existe um momento a partir do qual você sentirá uma dor dilacerante e ficará com ela por dias. Contrações são ondas. Vem e vão. E algumas mulheres, com TP prolongado, podem ter intervalos de minutos e até DORMIREM entre uma contração e outra.

Mas aí vem o grande mistério do poder feminino de parir. Se você entender muito bem que aquelas ondas estão trazendo seu filho, a cada contração você sentirá ele mais próximo dos seus braços. Você não lutará contra a contração, porque você QUER que ela venha e lhe traga seu filho. Estar dando a luz e ser a protagonista daquele fenômeno é tão fabuloso que em vez de vestir aquele momento com dor… surpreendentemente você poderá fazê-lo com PRAZER.

Porém, você só pode fazer aquilo que acredita que pode. Ainda resta algum tempo até o seu parto, portanto, eu gostaria de lhe dizer para reforçar a auto-estima, olhar para a Cris que muitas vezes superou outros obstáculos na vida, e encontrar força e confiança para assumir o nascimento do seu filho. Acredite que, apesar de tudo que já lhe disseram sobre dores insuportáveis, as mulheres têm sobrevivido à isso por milénios. E elas não o fariam tantas vezes, se realmente fosse maior do que elas podem aguentar.

Eu acredito em você!

Xícara de Luz &quot; 

Texto tirado do orkut
http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=9636329&amp;tid=2509125703312303578&amp;kw=Xicara+da+luz&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2174405797299026578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2174405797299026578?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2174405797299026578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2174405797299026578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/11/contracoes.html' title='CONTRAÇÕES'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-306086912212098123</id><published>2010-10-16T22:22:00.001+01:00</published><updated>2010-10-16T22:42:52.176+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Do livro My Child Won’t Eat"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="do pediatra Carlos González."/><title type='text'>O que fazer para aumentar a produção de leite?</title><content type='html'>“Por que você quer ter mais leite? Pensando em abrir uma fábrica de laticínios?

A preocupação que as mães apresentam sobre produção suficiente de leite é antiga: séculos atrás, quando todas amamentavam, preces eram direcionadas aos santos e às virgens “especialistas” em leite bom e abundante e as mães usavam ervas e poções com reputação sólida.

Talvez o medo venha da ignorância. As pessoas acreditavam que a quantidade de leite dependia da mãe – havia mães que produziam muito leite e outras que tinham pouco; mães que secretavam leite bom e outras que faziam leite fraco.

Na maioria dos casos, a quantidade de leite não depende da mãe, mas do bebê. Há bebês que mamam muito e outros que mamam pouco e a quantidade de leite será sempre exatamente o que o bebê retira.

Exatamente? Sim. A produção de leite é regulada minuto a minuto pela quantidade de leite que seu bebê tomou na mamada anterior. Se o bebê estava faminto e rapidamente esvaziou o seio, o leite será produzido com grande velocidade. Se, contudo, o bebê não estava muito interessado e deixou o seio meio cheio, a produção de leite será de forma mais lenta. Isso já foi demonstrado através de cuidadosos cálculos medindo o aumento no volume disponível no seio entre mamadas. 

Para a mãe que tem leite insuficiente, ou seja, menos que o bebê dela necessita, uma das seguintes condições TEM que estar presente:

1. Um bebê que não mama o suficiente (por exemplo, se o bebê está doente, cheio de água com açúcar ou chazinho ou tomou mamadeira);
2. Um bebê que mama, mas incorretamente (por exemplo, se o bebê posiciona a língua incorretamente porque acostumou-se com chupetas ou mamadeiras, ou está fraco porque tem perdido muito peso ou devido a um problema neurológico).
3. Um bebê que não é permitido mamar em livre demanda , porque as pessoas querem alimentá-lo em horários rígidos ou entretê-lo com uma chupeta quando ele mostra sinais de fome.

Além dessas três circunstâncias (ou algumas poucas outras que podem ocorrer muito raramente), praticamente todas as mães tesrão exatamente a quantidade de leite de que o bebê delas necessita. 
Então, quando me perguntam “como posso aumentar o volume do meu leite?”, a primeira coisa a ser estabelecida é se realmente existe um problema (se o bebê está perdendo peso ou engordando muito lentamente). Se este for o caso, será um problema de descobrir qual das três circunstâncias acima está envolvida (ou talvez todas as três) e corrigir isso. Se o bebê está doente, precisamos descobrir o problema e tratá-lo. Se ele está tão fraquinho que não consegue mamar, então tire o leite e alimente-o usando outro método. Se ele está chupando chupeta ou tomando água, pare de dar os dois. Se ele estava tomando mamadeiras, pare com elas também (isso deverá ser feito gradualmente, se ele estava tomando várias). Se a posição for o problema, corrija-a para ele aprender. Um grupo de apoio à amamentação pode ser útil (veja www.lalecheleague.org)

Contudo, há muitas, muitas situações em que a mãe acredita (erroneamente), por uma ou outra razão, que ela não tem leite suficiente. 
Alguns dos “sintomas” de pouco leite são:

• o bebê chora
• o bebê não chora
• o bebê quer mamar com freqüência inferior a 3 horas
• já se passaram 3 horas e o bebê não está pedindo pra mamar
• o bebê leva mais de 10 minutos para mamar
• o bebê mama e em 5 minutos não quer mais
• o bebê mama de noite
• o bebê não mama de noite
• minha mãe também não teve leite
• minha mãe tinha muito mais leite que eu
• meus seios estão cheios demais
• meus seios estão vazios e murchos
• meus seios são imensos
• meus seios são pequenos demais
• eu não tenho bico
• eu tenho 3 mamilos (você ri? Muitas mães dizem seriamente “eu não tenho bico”. Eu garanto que é muito mais comum ter 3 mamilos que não ter nenhum). 

Quando preocupada com estes sintomas, a mãe decide fazer alguma coisa para aumentar sua produção de leite. Se ela decide fazer algumas coisa inútil, mas inofensiva, como comer amêndoas ou acender uma vila para Santo Antônio, provavelmente nada deruim acontecerá e é possível que sua fé faça com que ela credite que seu leite aumentou e todos ficam felizes. Mas algumas vezes a mãe tenta alguma coisa que funciona, ou pelo menos tem o potencial para funcionar. Nestes casos, os conselhos das pessoas que sabem alguma coisa sobre lactação humana pode fazer mais mal que bem, especialmente nos casos em que a mãe não tinha problemas de produção suficiente de leite.

O caso desta mãe retrata a profundidade da angústia que pode ser provocada quando se juntam a regra dos 10 minutos, o ganho de peso e alguns conselhos que parecem razoáveis, ainda que irrelevantes, já que não havia problema a ser solucionado: 

Meu filho tem 3 meses e 10 dias. Ele pesa somente 4,640g. Nasceu com 3,120g e perdeu peso nos primeiros dias, chegando a 2,760g. O maior problema é que ele nunca quer mamar. Primeiro, eu o amamentava a cada 3 horas, mas ele sempre mamou só um pouquinho. O pediatra sugeriu que eu amamentasse a cada 2 horas, mas as coisas não melhoraram e me sugeriram que eu o colocasse no peito o tempo todo. As coisas pioraram. O bebê só mama bem à noite e durante o dia quando ele está sonolento. Eu já tentei tudo o que me aconselharam: tirei leite com a bomba antes de dar o peito, assim ele pode mamar o leite mais calórico e até eliminei tudo de laticínio da minha dieta. Nada adiantou e ele está me deixando louca. Já tentei dar mamadeira e ele não quer. O pediatra disse que ele é saudável (fez vários exames de laboratório) e normal, mas estou muito estressada. Vivo em constante desespero, preocupada se ele vai mamar direito na próxima mamada ou não, sempre observando para colocá-lo no peito quando ele vai dormir e ver se ele engole. Eu não posso sair de casa, porque ele pode querer mamar. Estou preocupada porque o peso dele está abaixo da média.

O peso deste bebê está no percentil 7 da curva, ou seja, 7 de cada 100 bebês saudáveis desta idade pesam menos que ele. Isso dá 280.000 dos 4 milhões de bebês nascidos todo ano nos Estados Unidos. Como será que as mães dos outros 280.000 bebês estão sobrevivendo? Esse peso é absolutamente normal. 


Contudo, o problema não era o peso, mas o fato que o “bebê mama muito pouco”. O que isso significa aqui é que (uma vez que o bebê é amamentado e a gente não tem como saber o quanto ele mama) o bebê mama muito rápido. Quanta dor teria sido evitada se esta mãe soubesse que alguns bebês mamam super rápido e outros bem lentamente e que não é necessário olhar o relógio. Teria sido tão melhor se da primeira vez que a mãe dissesse “meu bebê mama pouco”, alguém tivesse dito “claro! Ele é tão esperto que já descobriu como mamar com eficiência e rápido”. Ao invés disso, ela foi informada de que havia um problema, o bebê não estava mamando o suficiente... e receber conselho para amamentar mais vezes. Conselho destinado ao fracasso, já que o bebê não precisava mamar mais e não conseguia.

Em 4 meses, a situação deteriorou ao ponto de que o bebê só mama dormindo. Um psicólogo poderia ter falado sobre o assunto, mas não precisamos procurar razões psicólogicas abstratas para perceber que, se o bebê mamou dormindo já tomou tudo o que precisava (o que é evidente já que ele cresce normalmente) e é impossível adicionar mais mamadas depois que ele acorda. Ele comeria o dobro do que precisa.

O bebê não será capaz de mamar acordado se a mãe continua a amamentá-lo enquanto ele está dormindo. Ele só tem 4 meses, ainda vai experimentar sólidos e passar pela perda normal de apetite com 1 ano de idade. Se algo não mudar, a situação familiar ficará desesperadora.

Como o bebê vê esta situação? Claro, ele não entende o que está acontecendo. Ele não sabe que precisa mamar 10 minutos, nem que seu peso está no percentil 7. Ele estava bem, mamando quando queria, quando de repente coisas estranhas começaram a acontecer. Ele estava sendo acordado para mamar com muita freqüência e o melhor que ele podia fazer era ser flexível, fazendo as mamadas mais curtas, claro. Algumas vezes alguém tirava o leite desnatado do início da mamada e já no primeiro gole ele recebia creme de leite, cheio de gordura e caloria. Como era de se esperar, fazia as mamadas ainda mais curtas. Naturalmente, ele não aceitava a mamadeira (“mas eu já mamei 8 vezes hoje!” ). A cada mudança, ele respondia de maneira lógica, incapaz de compreender a sua mãe e os conselhos que ela recebia. Algumas semanas atrás ele começou a ter “pesadelos” estranhos. Ele sonha que um peito é introduzido na sua boca e que seu estômago enche-se de leite. A coisa mais estranha de todas é que o sonho é tão real, que ele até acorda com a barriga cheia e incapaz de mamar durante o dia.

Sua mãe parece mais preocupada a cada dia que passa; ele a vê chorando e isso o assusta. Se ele pudesse falar, diria a mesma coisa que sua mãe diz à gente “ela está me deixando louco”. E se ele fosse capaz de entender o que se passa, ele certamente faria um esforço para mamar bem lentamente e ficar 10 minutos no seio (mamando a mesma quantidade, claro, não há motivo para procurar uma indigestão). E isso faria todos felizes. Mas ele não entende o que acontece e não pode fazer um gesto de boa vontade. Somente sua mãe pode mudar; senão o problema permanecerá por muitos meses ou anos.”

Do livro My Child Won’t Eat, do pediatra Carlos González.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/306086912212098123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/306086912212098123?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/306086912212098123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/306086912212098123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/10/o-que-fazer-para-aumentar-producao-de.html' title='O que fazer para aumentar a produção de leite?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-6032741592873450640</id><published>2010-09-13T01:54:00.004+01:00</published><updated>2010-09-13T02:02:47.042+01:00</updated><title type='text'>O meu bebé tem cólicas… e agora?</title><content type='html'>O choro de um bebé desperta a nossa vontade de o querer acalmar e essa vontade é instintiva, mas a capacidade para o fazer com sucesso é uma habilidade que deve ser aprendida.
Se forem cólicas, existe um método que ajuda a parar o choro do bebé, tornando-o mais calmo e ajudando-o a dormir melhor. Chama-se The Happiest Baby e foi criado pelo Dr. Harvey Karp, reconhecido médico pediatra americano, na tentativa de ensinar aos pais modernos, saberes que se foram perdendo ao longo dos tempos, e que uma tribo por si observada e estudada, os Kung!, continua a transmitir de geração em geração. Os seus bebés têm gases como os nossos, choram muito menos e as mães sabem o que fazer para os acalmar.
Para percebermos se a causa do choro são cólicas, o Dr. Harvey Karp ensina a Regra dos Três. Pode-se dizer que o bebé tem cólica se chora três horas por dia, três dias por semana, durante três semanas de seguida. Segundo um estudo feito pelo Dr. Brazelton, o choro de cólica normalmente começa às 2 semanas, aumenta às 6 semanas e termina entre os 3 e os 4 meses de idade. Alguns bebés só por volta dos 6 meses, mas é raro.
Segundo o Dr. Harvey Karp, existe um 4º trimestre de gravidez em falta
Cabe aos pais a grande missão de cuidar dos bebés e respeitar um acordo que se estabelece entre o bebé e a mãe: Mãe, eu vou nascer 3 meses antes do esperado 4º trimestre, ajudando-te assim no parto e porque nesse período seria muito difícil me transportares dentro de ti, e tu cuidas de mim como se eu ainda estivesse dentro da tua barriga! Os pais aprendem que, ao imitar os sons do ventre, confortam os bebés e isso fá-los sentirem-se em “casa”. De facto, essas experiências, incluídas num dos passos do método The Happiest Baby, activam uma resposta neurológica profunda – o reflexo de acalmia (calming reflex). É o botão automático que acalma o choro do bebé e é verdadeiramente o melhor amigo do bebé e dos pais.

&lt;a href=&quot;http://gymboreeportugal.blogspot.com/2010/04/o-meu-bebe-tem-colicas-e-agora.html&quot;&gt;&lt;/a&gt;http://gymboreeportugal.blogspot.com/2010/04/o-meu-bebe-tem-colicas-e-agora.html&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/6032741592873450640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/6032741592873450640?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/6032741592873450640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/6032741592873450640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/09/o-meu-bebe-tem-colicas-e-agora.html' title='O meu bebé tem cólicas… e agora?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2276374435407830801</id><published>2010-09-11T00:00:00.000+01:00</published><updated>2010-09-11T00:04:37.966+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coisas que acredito..."/><title type='text'>Bebés mimados tornam-se adultos menos ansiosos</title><content type='html'>Estudo comprova que experiências precoces podem influenciar a vida futura


Um estudo, publicado no Journal of Epidemiology and Community Health, assegura que a afeição maternal dada aos bebés torna-os melhor preparados para enfrentar os problemas da vida na idade adulta.

A investigação foi realizada durante vários anos com 482 pessoas no estado americano de Rhode Island, onde os cientistas compararam dados sobre a relação dos bebés de oito meses com a mãe e o seu desempenho emocional, medido por testes, aos 34 anos de idade.




O objectivo era verificar se as relações afectivas fortes a partir da primeira infância fornecem uma base sólida para fazer frente aos problemas futuros.

Os estudos anteriores eram apenas baseados nos relatos de memórias infantis, porém sem acompanhamento científico.

A qualidade da interacção das crianças com as mães dói avaliada por um psicólogo, que observou as reacções de afecto e atenção da mãe.

Um caso em dez, o psicólogo notou um baixo nível de afecto maternal, em 85 por cento dos casos, o nível de afeição era normal e em seis por cento das situações era elevado.

Após 34 anos, as mesmas pessoas foram testadas através de uma lista de sintomas reveladores de ansiedade, hostilidade e mal-estar em relação ao mundo.

Mais carinho menos ansiedade

Independentemente do meio social em que os indivíduos estavam inseridos, ficou constatado que os que foram alvo de mais carinhos aos oito meses tinham nível de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos.

 
Joanna Maselko, investigadora 
Curiosamente, não havia diferenças relevantes entre os que receberam um nível de afecto baixo e normal. Segundo os cientistas, isto pode ser explicado pela falta de interacções verdadeiramente negativas no grupo observado.

Os mesmos investigadores afirmam que este estudo confirma que as experiências, mesmo as mais precoces, podem influenciar na vida adulta. As memórias biológicas construídas podem “produzir vulnerabilidades latentes”, explicou Joanna Maselko, autora do estudo, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos.


Comentários
Carla Santos, em 2010-08-04 às 14:02, disse:
&quot;a afeição maternal dada aos bebés torna-os MELHOR PREPARADOS para enfrentar os problemas da vida na idade adulta.&quot;
Acompanho sempre esse site, sou professora e como imagino que essa empresa preocupa-se com sua imagem, gostaria de lembrá-los que na Língua Portuguesa não deve ser usado MELHOR antes de verbos no particípio.

Teresa, em 2010-08-03 às 18:07, disse:
Acredito fortemente que seja verdade.


http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=44312&amp;op=all&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2276374435407830801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2276374435407830801?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2276374435407830801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2276374435407830801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/09/bebes-mimados-tornam-se-adultos-menos.html' title='Bebés mimados tornam-se adultos menos ansiosos'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-654798959345108731</id><published>2010-06-26T00:57:00.000+01:00</published><updated>2010-06-26T00:58:13.806+01:00</updated><title type='text'>A cólica - Por Dr. González</title><content type='html'>Os bebês ocidentais costumam chorar bastante durante os primeiros meses, o que se conhece como cólica do lactente ou cólica do primeiro trimestre. Cólica é a contração espasmódica e dolorosa de uma víscera oca; há cólicas dos rins, da vesícula e do intestino. Como o lactente não é uma vesícula oca e o primeiro trimestre muito menos, o nome logo de cara não é muito feliz. Chamavam de cólica porque se acreditava que doía a barriga dos bebês; mas isso é impossível saber. A dor não se vê, tem de ser explicada pelo paciente. Quando perguntam a eles: “por que você está chorando?”, os bebês insistem em não responder; quando perguntam novamente anos depois, sempre dizem que não se lembram. Então ninguém sabe se está doendo a barriga, ou a cabeça, ou as costas, ou se é coceira na sola dos pés, ou se o barulho está incomodando, ou simplesmente se estão preocupados com alguma notícia que ouviram no rádio. Por isso, os livros modernos frequentemente evitam a palavra cólica e preferem chamar de choro excessivo na infância. É lógico pensar que nem todos os bebês choram pelo mesmo motivo; alguns talvez sintam dor na barriga, mas outro pode estar com fome, ou frio, ou calor, e outros (provavelmente a maioria) simplesmente precisam de colo.

Tipicamente, o choro acontece sobretudo à tarde, de seis às dez, a hora crítica. Às vezes de oito à meia-noite, às vezes de meia-noite às quatro, e alguns parecem que estão a postos vinte e quatro horas por dia. Costuma começar depois de duas ou três semanas de vida e costuma melhorar por volta dos três meses (mas nem sempre).

Quando a mãe amamenta e o bebê chora de tarde, sempre há alguma alma caridosa que diz: “Claro! De tarde seu leite acaba!”. Mas então, por que os bebês que tomam mamadeira têm cólicas? (a incidência de cólica parece ser a mesma entre os bebês amamentados e os que tomam mamadeira). Por acaso há alguma mãe que prepare uma mamadeira de 150 ml pela manhã e de tarde uma de 90 ml somente para incomodar e para fazer o bebê chorar? Claro que não! As mamadeiras são exatamente iguais, mas o bebê que de manhã dormia mais ou menos tranquilo, à tarde chora sem parar. Não é por fome.

“Então, por que minha filha passa a tarde toda pendurada no peito e por que vejo que meus peitos estão murchos?” Quando um bebê está chorando, a mãe que dá mamadeira pode fazer várias coisas: pegar no colo, embalar, cantar, fazer carinho, colocar a chupeta, dar a mamadeira, deixar chorar (não estou dizendo que seja conveniente ou recomendável deixar chorar, só digo que é uma das coisas que a mãe poderia fazer). A mãe que amamenta pode fazer todas essas coisas (incluindo dar uma mamadeira e deixar chorar), mas, além disso, pode fazer uma exclusiva: dar o peito. A maioria das mães descobrem que dar de mamar é a maneira mais fácil e rápida de acalmar o bebê (em casa chamamos o peito de anestesia), então dão de mamar várias vezes ao longo da tarde. Claro que o peito fica murcho, mas não por falta de leite, mas sim porque todo o leite está na barriga do bebê. O bebê não tem fome alguma, pelo contrário, está entupido de leite.

Se a mãe está feliz em dar de mamar o tempo todo e não sente dor no mamilo (se o bebê pede toda hora e doem os mamilos, é provável que a pega esteja errada), e se o bebê se acalma assim, não há inconveniente. Pode dar de mamar todas as vezes e todo o tempo que quiser. Pode deitar na cama e descansar enquanto o filho mama. Mas claro, se a mãe está cansada, desesperada, farta de tanto amamentar, e se o bebê está engordando bem, não há inconveniente que diga ao pai, à avó ou ao primeiro voluntário que aparecer: “pegue este bebê, leve para passear em outro cômodo ou na rua e volte daqui a duas horas”. Porque se um bebê que mama bem e engorda normalmente mama cinco vezes em duas horas e continua chorando, podemos ter razoavelmente a certeza de que não chora de fome (outra coisa seria um bebê que engorda muito pouco ou que não estava engordando nada até dois dias atrás e agora começa a se recuperar: talvez esse bebê necessite mamar muitíssimas vezes seguidas). E sim, se pedir para alguém levar o bebê para passear, aproveite para descansar e, se possível, dormir. Nada de lavar a louça ou colocar em dia a roupa para passar, pois não adiantaria nada.

Às vezes, acontece de a mãe estar desesperada por passar horas dando de mamar, colo, peito, colo e tudo de novo. Recebe seu marido como se fosse uma cavalaria: “por favor, faça algo com essa menina, pois estou ao ponto de ficar doida”. O papai pega o bebê no colo (não sem certa apreensão, devido às circunstâncias), a menina apoia a cabecinha sobre seu ombro e “plim” pega no sono. Há várias explicações possíveis para esse fenômeno. Dizem que nós homens temos os ombros mais largos, e que se pode dormir melhor neles. Como estava há duas horas dançando, é lógico que a bebê esteja bastante cansada. Talvez precisasse de uma mudança de ares, quer dizer, de colo (e muitas vezes acontece o contrário: o pai não sabe o que fazer e a mãe consegue tranquilizar o bebê em segundos).

Tenho a impressão (mas é somente uma teoria minha, não tenho nenhuma prova) de que em alguns casos o que ocorre é que o bebê também está farto de mamar. Não tem fome, mas não é capaz de repousar a cabeça sobre o ombro de sua mãe e dormir tranqüilo. É como se não conhecesse outra forma de se relacionar com sua mãe a não ser mamando. Talvez se sinta como nós quando nos oferecem nossa sobremesa favorita depois de uma opípara refeição. Não temos como recusar, mas passamos a tarde com indigestão. No colo da mamãe é uma dúvida permanente entre querer e poder; por outro lado, com papai, não há dúvida possível: não tem mamá, então é só dormir.

Minha teoria tem muitos pontos fracos, claro. Para começar, a maior parte dos bebês do mundo estão o dia todo no colo (ou carregados nas costas) de sua mãe e, em geral, descansam tranquilos e quase não choram. Mas talvez esses bebês conheçam uma outra forma de se relacionar com suas mães, sem necessidade de mamar. Em nossa cultura fazemos de tudo para deixar o bebê no berço várias horas por dia; talvez assim lhes passemos a idéia de que só podem estar com a mãe se for para mamar.

Porque o certo é que a cólica do lactente parece ser quase exclusiva da nossa cultura. Alguns a consideram uma doença da nossa civilização, a consequência de dar aos bebês menos contato físico do que necessitam. Em outras sociedades o conceito de cólica é desconhecido. Na Coreia, o Dr. Lee não encontrou nenhum caso de cólica entre 160 lactentes. Com um mês de idade, os bebês coreanos só passavam duas horas por dia sozinhos contra as dezesseis horas dos norteamericanos. Os bebês coreanos passavam o dobro do tempo no colo que os norteamericanos e suas mães atendiam praticamente sempre que choravam. As mães norteamericanas ignoravam deliberadamente o choro de seus filhos em quase a metade das vezes.

No Canadá, Hunziker e Barr demonstraram que se podia prevenir a cólica do lactente recomendando às mães que pegassem seus bebês no colo várias horas por dia. É muito boa idéia levar os bebês pendurados, como fazem a maior parte das mães do mundo. Hoje em dia é possível comprar vários modelos de carregadores de bebês nos quais ele pode ser levado confortavelmente em casa e na rua. Não corra para colocar o bebê no berço assim que ele adormecer; ele gosta de estar com a mamãe, mesmo quando está dormindo. Não espere que o bebê comece a chorar, com duas ou três semanas de vida, para pegá-lo no colo; pode acontecer de ter “passado do ponto” e nem no colo ele se acalmar. Os bebês necessitam de muito contato físico, muito colo, desde o nascimento. Não é conveniente estarem separados de sua mãe, e muito menos sozinhos em outro cômodo. Durante o dia, se o deixar dormindo um pouco em seu bercinho, é melhor que o bercinho esteja na sala; assim ambos (mãe e filho) se sentirão mais seguros e descansarão melhor.

A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios. Há algumas décadas, as farmácias espanholas vendiam medicamentos para cólicas que continham barbitúricos (se fazia efeito, claro, o bebê caía duro). Outros preferem as ervas e chás, os remédios homeopáticos, as massagens. Todos os tratamentos de que tenho notícia têm algo em comum: tem de tocar no bebê para dá-lo. O bebê está no berço chorando; a mãe o pega no colo, dá camomila e o bebê se cala. Teria seacalmado mesmo sem camomila, com o peito, ou somente com o colo. Se, ao contrário, inventassem um aparelho eletrônico para administrar camomila, ativado pelo som do choro do bebê, uma microcâmera que filmasse o berço, um administrador que identificasse a boca aberta e controlasse uma seringa que lançasse um jato de camomila direto na boca... Acredita que o bebê se acalmaria desse modo? Não é a camomila, não é o remédio homeopático! É o colo da mãe que cura a cólica.

Taubman, um pediatra americano, demonstrou que umas simples instruções para a mãe (tabela 1) faziam desaparecer a cólica em menos de duas semanas. Os bebês cujas mães os atendiam, passaram de uma média de 2,6 horas ao dia de choro para somente 0,8 horas. Enquanto isso, os do grupo de controle, que eram deixados chorando, choravam cada vez mais: de 3,1 horas passaram a 3,8 horas. Quer dizer, os bebês não choram por gosto, mas porque alguma coisa está acontecendo. Se são deixados chorando, choram mais, se tentam consolá-los, choram menos (uma coisa tão lógica! Por que tanta gente se esforça em nos fazer acreditar justo no contrário?).

Tabela 1 – Instruções para tratar a cólica, segundo Taubman (Pediatrics 1984;74:998)
1- Tente não deixar nunca o bebê chorando.
2- Para descobrir por que seu filho está chorando, tenha em conta as seguintes possibilidades:
a- O bebê tem fome e quer mamar.
b- O bebê quer sugar, mesmo sem fome.
c- O bebê quer colo.
d- O bebê está entediado e quer distração.
e- O bebê está cansado e quer dormir.
3- Se continuar chorando durante mais de cinco minutos com uma opção, tente com outra.
4- Decida você mesma em qual ordem testará as opções anteriores.
5- Não tenha medo de superalimentar seu filho. Isso não vai acontecer.
6- Não tenha medo de estragar seu filho. Isso também não vai acontecer.

No grupo de controle, as instruções eram: quando o bebê chorar e você não souber o que está acontecendo, deixe-o no berço e saia do quarto. Se após vinte minutos ele continuar chorando, torne a entrar, verifique (um minuto) que não há nada, e volte a sair do quarto. Se após vinte minutos ele continuar chorando etc. Se após três horas ele continuar chorando, alimente-o e recomece.

As duas últimas instruções do Dr. Taubman me parecem especialmente importantes: é impossível superalimentar um bebê por oferecer-lhe muita comida (que o digam as mães que tentam enfiar a papinha em um bebê que não quer comer); e é impossível estragar um bebê dando-lhe muita atenção. Estragar significa prejudicá-lo. Estragar uma criança é bater nela, insultá-la, ridicularizá-la, ignorar seu choro. Contrariamente, dar atenção, dar colo, acariciá-la, consolá-la, falar com ela, beijá-la, sorrir para ela são e sempre foram uma maneira de criá-la bem, não de estragá-la.

Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos... Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade. E se não, amiga leitora, relembre e compare: quantas pessoas, desde que você ficou grávida, avisaram da importância de colocar protetores de tomada, de guardar em lugar seguro os produtos tóxicos, de usar uma cadeirinha de segurança no carro ou de vacinar seu filho contra o tétano? Quantas pessoas, por outro lado, avisaram para você não dar muito colo, não colocar para dormir na sua cama, não acostumar mal o bebê?

Lee K. The crying pattern of Korean infants and related factors. Dev Med Child Neurol. 1994; 36:601-7
Hunziker UA, Barr RG. Increased carrying reduces infant crying: a randomized controlled trial. Pediatrics 1986;77:641-8
Taubnan B. Clinical trial of treatment of colic by modification of parent-infant interaction. Pediatrics 1984;74:998-1003

Do livro Un regalo para toda la vida- Guía de la lactancia materna,Carlos González

Tradução: Fernanda Mainier
Revisão: Luciana Freitas
Postado por Grupo MAMA às 14:31&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/654798959345108731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/654798959345108731?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/654798959345108731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/654798959345108731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/06/colica-por-dr-gonzalez.html' title='A cólica - Por Dr. González'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-4446081368012248938</id><published>2010-06-26T00:55:00.002+01:00</published><updated>2010-06-26T00:56:36.554+01:00</updated><title type='text'>O Ferro e a Anemia em Bebês</title><content type='html'>Extraído do livro Un Regalo para Toda La Vida - Guía de Lactancia Materna, do Dr. Carlos González.




Se é verdade que nenhum bebê amamentado sofre escorbuto (por falta de vitamina C) ou pelagra (por falta de niacina), sim que existem muitos que têm anemia por falta de ferro.

O leite materno é pobre em ferro, mas esse ferro se absorve muito bem, melhor que o de qualquer outro alimento. O leite de vaca também é pobre em ferro e ainda por cima se absorve muito mal. E o leite de todos os mamíferos que já foram analisados é pobre em ferro. Quando uma mãe toma suplemento de ferro, a quantidade de ferro no seu leite não aumenta. O qual nos chama a atenção, porque se damos a essa mesma mãe aspirina, a quantidade de aspirina sim aumenta. Existe, ao parecer, um mecanismo biológico que impede, ativamente, que no leite exista demasiado ferro. Será que o excesso de ferro não é bom para os bebês? Dizem (mas não há provas) que o excesso de ferro no tubo digestivo poderia facilitar a diarréia, porque vários dos micróbios maus que produzem diarréia necessitam muito ferro para viver, enquanto que os micróbios bons, os lactobacilos que formam a flora digestiva dos bebês amamentados, podem viver com muito pouco ferro. Em uma série de estudos, os bebês saudáveis, sem anemia, aos que se davam suplementos preventivos de ferro, ao completar um ano pesavam e mediam um pouco menos que os do grupo de controle, sem suplementos de ferro. Parece que dar muito ferro a um bebê que não necessita não é de todo inócuo e talvez seja conveniente evitá-lo (estou falando dos que não necessitam. Se seu filho tem anemia e receitaram ferro, claro que você deve dá-lo).

Se o leite tem pouco ferro, porque não tem anemia todos os bebês desde que nascem? De onde conseguem o ferro? De lugar nenhum, os bebês já nascem com depósitos de ferro.
O ferro faz parte da hemoglobina, a molécula que transporta o oxigênio para o sangue. O feto toma o oxigênio do sangue da mãe, através da placenta. Imagine a placenta como uma rede, e dos dois lados os times jogam a bola. Aquele que fica com a bola ganha. Mas a natureza não pode permitir que a mãe ganhe esse jogo, se a mãe fica com o oxigênio, seu filho morre. De modo que existe um &quot;trambique&quot;. O time do feto tem mais jogadores e são todos profissionais. O feto tem um tipo de hemoglobina especial, a hemoglobina fetal, que se engancha mais forte ao oxigênio que a hemoglobina normal. E além disso, tem um monte de glóbulos vermelhos, mais (por mililitro) que sua mãe e inclusive mais que seu pai (os homens adultos têm mais glóbulos vermelhos que as mulheres, mas o feto tem ainda mais).

O resultado é que quando nasce, o feto tem um monte de glóbulos vermelhos de sobra. Rapidamente se destroem não só os que sobram, mas todos, porque já não necessita hemoglobina fetal. E ao mesmo tempo se fabricam novos glóbulos vermelhos, com hemoglobina normal. A hemoglobina que é destruída se converte em bilirrubina, por isso alguns recém-nascidos ficam ictéricos (amarelos). Entre um e dois meses, ela alcança o ponto mais baixo, quando restam poucos glóbulos vermelhos fetais, mas ainda não se fabricaram suficientes glóbulos normais e o bebê tem uma anemia transitória, a anemia fisiológica do recém-nascido (fisiológico quer dizer que é normal, que não é uma doença).

O ferro daqueles glóbulos vermelhos restantes se armazena e se usa aos poucos para fabricar novos glóbulos. Assim que o grande problema é: quando durarão os depósitos? Quando o ferro armazenado se acabe, o pouco ferro do leite materno será insuficiente e o bebê necessitará comer outros alimentos ricos em ferro.
Já faz muitas décadas foram feitos cuidadosos cálculos e chegou-se à conclusão que esses depósitos podem esvaziar-se entre os seis e os doze meses. Baseando-se nesses dados, é costume dizer que &quot;a partir dos seis meses o ferro no leite materno é insuficiente e por isso é necessário introduzir a alimentação complementar&quot;. Mas, claro, isso é uma simplificação muito exagerada. O mais correto é dizer &quot; A partir dos seis meses, alguns bebêm podem precisar de alimentação complementar, enquanto outros têm ferro suficiente só com o peito até os doze meses&quot; (ou talvez mais). O problema é saber quem precisa de ferro e quem não.

Esses cálculos foram feitos numa época em que era costume cortar o cordão umbilical logo ao nascer. Hoje sabemos que é melhor cortar-lo alguns minutos depois e que assim diminuem os casos de anemia no primeiro ano de vida.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/4446081368012248938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/4446081368012248938?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/4446081368012248938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/4446081368012248938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/06/o-ferro-e-anemia-em-bebes.html' title='O Ferro e a Anemia em Bebês'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-4771852640092728714</id><published>2010-05-30T01:13:00.004+01:00</published><updated>2010-05-30T01:26:06.222+01:00</updated><title type='text'>What Babies Want</title><content type='html'>&lt;object width=&quot;640&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/Nl1zi_mjzIs&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/Nl1zi_mjzIs&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xd0d0d0&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

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Em Portugal, a profissão de parteira é assumida pelos Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica, reconhecidos pela Ordem dos Enfermeiros, após obterem as qualificações académicas exigidas para o exercício legal da actividade, como profissionais responsáveis, autónomos, que trabalham em parceria com as mulheres, famílias e comunidades, no sentido de alcançar bons resultados em saúde ao longo do ciclo reprodutivo da mulher, designadamente na gravidez e no nascimento.

Os Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica exercem a sua actividade profissional nos diferentes contextos, nomeadamente no domicílio, na comunidade, nos hospitais, em unidades de saúde ou clínicas privadas.

A prática clínica dos Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica caracteriza-se pela intervenção própria na gestão de cuidados de Saúde à Mulher no seio da Família, pelo enfoque na promoção da saúde e prevenção da doença, considerando a gravidez como um acontecimento natural na vida da Mulher, pelo que deve incluir a educação para a saúde ante, pré e pós-natal, a preparação para o parto e a parentalidade, abrangendo a saúde sexual e reprodutiva.

Os Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica são responsáveis não somente pelos cuidados que prestam directamente às mulheres, mas também pela identificação atempada das que devem beneficiar de outros níveis de cuidados, estando habilitados a detectar complicações e a aplicar medidas de emergência.

Os cuidados de saúde prestados pelas parteiras às mulheres e recém-nascidos são um investimento para as famílias e comunidade, porque promovem o nascimento e crescimento saudável das gerações actuais e futuras.

A Comissão de Especialidade de Saúde Materna e Obstétrica
Fonte: Ordem dos Enfermeiros&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/8044568532754746923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/8044568532754746923?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/8044568532754746923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/8044568532754746923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/05/dia-internacional-da-parteira.html' title='Dia internacional da parteira'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2841643155075983470</id><published>2010-04-29T01:34:00.004+01:00</published><updated>2010-04-29T01:38:40.770+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Parto Humanizado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Parto Natural."/><title type='text'>Entrevista com o obstetra Michel Odent..(Tradução)</title><content type='html'>&quot;O que se pode dizer atualmente é que dentro de um centro obstétrico bem equipado, a segurança da cesareana é equivalente à segurança de um parto pela via natural. Isso é uma coisa nova e temos que ter cuidado para não tirar conclusões apressadas demais. É certo que atualmente, se usarmos os critérios que vêm sido usados até hoje para avaliar como nascem os bebês, poder-se-ia talvez perguntar finalmente “por que não oferecer a cesárea para quase todas as mulheres grávidas? Por que não fazer a cesárea em todas?” Se considerarmos o número de bebês nascidos vivos, os problemas de saúde que a mulher pode ter depois de dar a luz, o custo, considerando os critérios usuais, hoje em dia se pode dizer que ambas as formas são comparáveis e que muitas mulheres de fato preferem uma cesárea eletiva, inclusive algumas que são médicas. Estudos com mulheres obstetras na Europa e nos Estados Unidos mostram que várias dizem que para o nascimento dos próprios filhos, elas preferem uma cesárea eletiva, sendo este o ponto de vista de muitos médicos e de pessoas leigas. Isso é uma questão importante, porque talvez seja preciso introduzir critérios novos. Se dissermos “por que não oferecer cesárea a todas as mulheres?”, as pessoas têm um tipo de conhecimento intuitivo que há algo de errado nesta conclusão, elas acreditam que a forma como nascemos tem conseqüências a longo prazo, que temos que pensar em termos de civilização... Finalmente, isso nos ajuda a acreditar que é preciso introduzir critérios novos para avaliar como nascemos.&quot; 
E há várias formas de compreender de que tipo de critérios precisamos hoje. Há pessoas que possuem um conhecimento intuitivo e que não precisam de informação científica para transmitir esse conhecimento. Elas pensam que podem falar a linguagem do coração. De fato, se elas usarem a linguagem do coração e da intuição, não serão ouvidas por ninguém. Tais pessoas precisam aprender a serem bilíngües. O que isso significa? Precisam aprender a combinar e transmitir o que sabem através da linguagem intuitiva e emotiva com o que sabemos hoje a partir de uma perspectiva científica, que está usualmente fora do campo da medicina. E esta perspectiva científica mostrará quais novos critérios precisam ser introduzidos para avaliar a forma como nascem os bebês, do ponto de vista obstétrico. Dentre as perspectivas científicas a que me refiro, pois há muitas delas, todas participam naquilo que chamo “cientificação do amor”. O que isso significa? Significa que até recentemente, amor era um assunto para poetas, filósofos, novelistas. Atualmente o amor é estudado de várias perspectivas científicas, que podemos mencionar brevemente. A primeira é a perspectiva dos estudiosos da ética, que são cientistas observadores dos comportamentos de animais e de seres humanos, comparando espécies diferentes. Eles foram particularmente os primeiros a nos dizer que os mamíferos, não se separam da cria imediatamente após o nascimento, naquele curto espaço de tempo, que é um período crítico, que jamais se repetirá e que é fundamental para o apego entre mãe e bebê. Isso foi a primeira perspectiva, mas há muitas outras. Uma das mais espetaculares do nosso tempo é uma fornecida por aqueles estudiosos dos hormônios envolvidos durante o parto.
Sabemos que, para dar a luz, mamíferas em geral e humanas, em particular, precisam liberar um fluxo de hormônios. O componente principal dessa mistura de hormônios é a ocitocina. O que aprendemos atualmente é que a ocitocina não é necessária somente para contrair o útero para o parto e expulsão da placenta, mas talvez seja considerada o típico hormônio do amor. Muito poucas pessoas dão-se conta de que isso é um passo importantíssimo para a história da ciência: o hormônio necessário para o parto é o típico hormônio do amor, necessário para a expulsão do bebê do útero e depois da placenta, também está também envolvido num processo após o nascimento. Então, aprendemos também bastante sobre os outros componentes dessa complexa mistura hormonal. Isso para mostrar que hoje podemos ter uma visão diferente sobre o que acontece quando mamíferas dão a luz e, em particular, mulheres.

Podemos explicar hoje que, para parir é necessário liberar um complexo coquetel de hormônios do amor. Isso é algo novo, que não poderia ser afirmado 30 anos atrás. Isso mostra que tipo de critério deve ser adicionado atualmente aos critérios convencionais para avaliar como nascem os bebês. Significa que precisamos pensar a longo prazo. Até agora, o critério envolvia olhar somente para o período durante o parto, se o bebê nasce vivo e saudável, etc. Quando sabemos que a capacidade de amar está envolvida na forma como nascem os bebês, precisamos pensar em termos de civilização, o que é algo novo, um ponto de mudança na história do nascimento, quiçá também na história da humanidade.&quot; 
&quot;Podemos nos perguntar o porquê, na nossa sociedade e em quase todas no mundo, muitas mulheres não conseguem liberar o hormônio necessário na hora do parto. De fato, há uma razão para isso: têm sido completamente esquecidas as necessidades básicas de uma mulher durante o parto. Há uma razão para termos esquecido isso: o processo de parto vem sendo controlado pela cultura por milhares de anos. Todas as sociedades conhecidas perturbam dramaticamente o processo de parto, principalmente com rituais, crenças e etc. Temos muitos exemplos, o mais recente é a industrialização do processo de parto. Outra razão é que, durante as últimas décadas, surgiram muitas teorias dando suporte a escolas de parto natural e muitas delas são inaceitáveis no contexto científico atual, elas tornam as coisas muito mais complexas.

No inverno de 1953-54, como um estudante de medicina, eu passei 6 meses na maternidade ... em Paris. E o que eu lembro daquele tempo era a tradicional atitude da parteira quando uma mulher estava dando a luz. O que eu visualizo hoje, em retrospectiva, é uma mulher em trabalho de parto, numa casa pequena, sem ninguém à sua volta, além da parteira sentada num cantinho fazendo tricô. Recentemente percebi a importância de tal atitude, quando ouvi a respeito de um estudo na Universidade de Cambridge sobre a resposta fisiológica da chamada atividade repetitiva, como o tricô, cujo efeito é manter seu nível de adrenalina o mais baixo possível. E isso é importante porque a chave principal quando uma mulher está prestes a dar a luz é que ela precisa manter seu nível de adrenalina o mais baixo possível. Quando a mulher está liberando adrenalina, ela não consegue liberar ocitocina. A liberação de adrenalina é altamente contagiante e você consegue reduzir seu nível de adrenalina se não houver ninguém à sua volta liberando adrenalina. É uma vantagem a parteira poder manter o nível dela de adrenalina o mais baixo possível e este é o efeito do tricô.&quot; 
&quot;É algo muito simples, que retornou à minha mente há pouco tempo. Só para dizer que, naquele tempo não tínhamos as estatísticas que temos hoje, foi antes da era da cesárea segura, mas até mesmo para primíparas, os partos eram fáceis para muitas delas. Era simples, mas desde então temos tornado as coisas mais e mais complexas, então o que precisamos fazer hoje é redescobrir o que é simples. Quando eu penso numa visão nova do que aprendi nestes últimos 50 anos ou até mais, eu aprendi que o melhor ambiente possível para um parto fácil é quando não há ninguém por perto, exceto uma parteira experiente, maternal e calada. Claro que nem todas as parteiras precisam ser especialistas em tricô, mas isso serve para ilustrar qual deveria ser a preocupação principal da parteira: manter seu próprio nível de adrenalina o mais baixo possível. Temos que redescobrir quem era a parteira originalmente: uma figura substituta da mãe. Num mundo ideal, a mulher se sente segura no parto com a mãe (sentir-se segura é uma necessidade básica para o parto), sem sentir-se observada ou julgada, o que é outra necessidade básica durante o parto: a privacidade. São coisas que precisam ser redescobertas, inclusive a privacidade na hora de parir.

Podemos nos perguntar o porquê de todas as sociedades conhecidas e não somente as modernas, não somente a americana e os países europeus, mas todas elas dramaticamente atrapalharem o processo de parto, através de rituais e crenças. Um exemplo é a mutilação genital, largamente praticada em partes da África. O efeito é uma cicatriz que fará o parto mais difícil. A parteira originalmente era somente alguém como a mãe. Quando você sente que sua mãe não está longe, você se sente mais segura. Mas com freqüência ela se tornou uma guia autoritária, tornando o parto mais difícil.&quot; 
&quot;O ponto importante é perceber que as sociedades vêm interferindo no processo do parto por milhares de anos. Um exemplo: ao transmitir a crença de que o colostro é ruim (que é o que o bebê pode encontrar no peito logo após o nascimento e que para a ciência moderna é um líquido precioso mas que a maioria das sociedades clamou como perigoso) chegou-se ao hábito de que, após o parto o bebê não fica no peito e nos braços da mãe, mas nos braços de outra pessoa. E para isso é necessário um ritual para cortar o cordão. Tudo para perturbar o que hoje é chamado o terceiro estágio do parto. Posso dar muitos outros exemplos, mas há milhares deles, a conclusão é que se quisermos redescobrir o processo de nascimento, não podemos nos basear em nenhum modelo cultural. É por isso que precisamos da perspectiva de fisiologistas (cientistas que estudam as funções do corpo, estudando o que é universal, comum a todas as culturas).

Em termos de fisiologia, a pessoa é igual em Tóquio e em Londres. O que pode ser um ponto de referência em termos fisiológicos do qual tentamos não nos desviar demasiadamente? Não temos nenhum modelo cultural mas podemos inspirar algumas perguntas: como explicar que todas as sociedades dramaticamente perturbam o momento do nascimento, particularmente a fase do parto entre o nascimento do bebê e a expulsão da placenta? Uma fase importante, quando é esperado que a mãe libere um pico do hormônio do amor, um período de tempo crucial para a expulsão da placenta. E a expulsão da placenta é vital para a sobrevivência da mãe, que pode morrer de hemorragia. É uma fase do parto que é crítica para desenvolver a capacidade de amar.&quot; 
&quot;Como explicar que todas as sociedades arrumam truques para tornar esta fase mais difícil? Apesar do custo de todos esses rituais e crenças, os efeitos de perturbação do primeiro contato entre mãe e filho e da expulsão da placenta têm um custo enorme em termos de hemorragia e de morte materna. Ainda há muitas mortes maternas no mundo, a maioria relacionada ao sangramento pós-parto por interferência nesta fase. Para explicar esta tendência de perturbar o processo de parto, precisamos lembrar que todas estas culturas partilham basicamente as mesmas estratégias de sobrevivência, sempre de natureza dominante, de um grupo humano dominando outro, uma civilização sempre tentando dominar a outra. Isso tem sido uma vantagem, até agora, para desenvolver um potencial para a agressividade humana. Nestas sociedades, o efeito é de moderar a capacidade para amar, incluindo o amor à natureza e o desenvolvimento do potencial para agressividade como estratégia. Podemos assim explicar a vantagem da interferência no nascimento, mas atualmente há algo novo.

Estamos aprendendo que há limites para o domínio da natureza, percebemos que precisamos viver em unidade com o planeta. De repente, precisamos fazer novas perguntas, por exemplo “como desenvolver o respeito pela Terra, nossa mãe?&quot; Isto é uma nova faceta do amor. Atualmente precisamos criar novas estratégias de sobrevivência e para isso, o que precisamos mais no futuro é provavelmente da energia do amor. Isso significa que todas estas crenças e rituais idealizados para atrapalhar o processo de parto estão perdendo sua vantagem evolutiva. É urgente, apesar da segurança da cirurgia cesariana, descobrir as necessidades básicas da parturiente e do bebê recém-nascido e, para isso, temos que confiar nas perspectivas dos fisiologistas, que estudam as funções do corpo.&quot; 
“Atualmente, no contexto de grandes departamentos de obstetrícia, a maioria das cesarianas é de fato necessária. As mulheres precisam da cesárea por não estarem no ambiente certo e porque esquecemos as necessidades básicas de uma mulher em trabalho de parto, falta conhecimento sobre a fisiologia do parto. As parteiras atuais não fazem o papel da figura materna, sendo somente um membro da equipe médica. Mulheres não conseguem parir facilmente e precisam de intervenções, de drogas e de cesariana. Isso significa também que hoje as organizações de saúde pública olham para estatísticas e para as taxas de cesárea que são crescentes. O ponto não é dizer que temos que reduzir as taxas de cesárea porque isso pode ser perigoso, mas podemos observar que quando o objetivo primário é reduzir a taxa de cesárea, o primeiro efeito visível é que há mais e mais nascimentos difíceis pela via vaginal. Tenta-se tudo para evitar uma cesárea, então os bebês nascem após partos longos, com intervenções, ventosa, fórceps e é isso é que é perigoso e deveria ser evitado na era da cesárea segura: partos vaginais difíceis. O ponto não é pregar a redução da taxa de cesárea, mas redescobrir as necessidades básicas durante o parto e o resto virá como conseqüência.” 


Tradução de Flávia Mandic, tirado http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=1651309&amp;tid=5265065760945861957&amp;kw=entrevista+com+Michel+Odent&amp;na=1&amp;nst=1&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2841643155075983470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2841643155075983470?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2841643155075983470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2841643155075983470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/04/entrevista-com-o-obstetra-michel.html' title='Entrevista com o obstetra Michel Odent..(Tradução)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-1564449171300154677</id><published>2010-04-29T01:20:00.007+01:00</published><updated>2010-04-29T01:34:44.080+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Parto Humanizado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Parto Natural."/><title type='text'>Entrevista com o obstetra Michel Odent......</title><content type='html'>&lt;object width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/zBjZ5rMoHkU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/zBjZ5rMoHkU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

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Estamos despreparados para a maternidade. Não só para a trabalheira insana, mas sobretudo para os conflitos e transformações profundas que vem com ela. Há uma crença generalizada de que questionar os fundamentos da maternidade é como questionar o ar que respiramos. Da mesma maneira, nenhuma mulher madura pode falar com segurança sobre as muitas e grandes alegrias da maternidade sem reconhecer todos seus muitos e grandes sofrimentos.   O termo que hoje as mulheres usam mais do que qualquer outro para descrever como administram sua vida é “malabarismo”. A maternidade é uma das bolas que estamos tentando manter no ar. No entanto, ela não é apenas uma das coisas que fazemos, e que suspeitamos estar fazendo mal. Quando se trata da questão de criar os filhos, nossa sociedade nos dá a seguinte resposta: “Você vai logo descobrir, meu bem.” Porque as mulheres partem da expectativa de conciliar a maternidade com o resto da vida e acabam com a realidade do malabarismo?  Pesquisadores do Reino Unido descobriram que metade de todas as mães com filhos com menos de cinco anos apresentam sintomas de intenso sofrimento emocional regular ou continuamente. Não é toda mãe que da conta do recado. E um mito que dá. E uma grande mentira. Nem toda mãe dá conta, mas só algumas tem a coragem de admitir isso. O esforço exigido para dar a impressão de não haver esforço algum é titânico.   O choque de ser inteiramente responsável por alguém deixa as mulheres vulneráveis no plano emocional, e sua vida se torna literalmente desequilibrada. Muitas mulheres tem a impressão de que as exigências de ser responsável por alguém são injustas, mas é raro elas expressarem esse sentimento. No entanto, mais perturbadora ainda é a percepção de que o velho senso de justiça da pessoa transformou-se de repente em relíquia, em exotismo, em vestígio de idéia que se tornou irrelevante de súbito, com o corte de um cordão.  O corte do cordão umbilical é a linha de partida tanto da vida de um bêbe recém-nascido como da identidade de sua mãe recém-nascida. E difícil dizer para qual dos dois os ajustamentos vão ser maiores. Os rigores de amamentar de dia e de noite, de trocar fraldas, limpar e tranqüilizar um bêbe recém-nascido são chocantemente subestimados no discurso oficial sobre criação de filhos. Os efeitos da privação prolongada de sono mal são mencionados nos textos-padrāo. No entanto os problemas de sono é praticamente epidêmico entre as mães de filhos pequenos. Estou convencida de que há uma ligação direta e empírica entre a difundida privação de sono entre as mães e o esterótipo da mulher aérea. Não dormir o suficiente, ou ter um sono interrompido a toda hora, tira os pés do chão mesmo. Alem disso, confirma indiscutivelmente o medo secreto da mulher de não ter mais lugar em sua própria vida. Quanto maior a autonomia de que uma mulher desfrutava em sua vida antes da maternidade, tanto mais agudamente vai sentir sua perda assim que a grande linha divisória for transporta. Ao mesmo tempo, essas mulheres amam seus filhos tão absoluta e ferozmente quanto as mães sempre amaram. No entanto, sua percepção desse amor como uma mistura de bençāo e maldição e tanto mais consciente quanto mais aguda  Sentir ambivalência a respeito da maternidade e uma coisa. Expressá-la - é , por extensão, legitimá-la - é outra bem diferente. A Máscara da Maternidade garante que a face da ambivalência, por mais comum ou agudamente sentida, continua sendo um segredo culpado. A disposição em reconhecer a ambivalência e a incerteza não é um sinal de fraqueza, é sim um indicio de resiliência e maturidade rara.    De uma forma muito profunda, uma mulher que tem seu primeiro filho deixa de ser ela mesma por um longo tempo. Por mais que tenha querido o bêbe, por maior que tenha sido a felicidade sentida com sua chegada,por mais ajuda que tenha em casa, mesmo assim você vai ser obrigada a trocar a pele de seu antigo eu individual e deixar crescer outra nova com espaço suficiente para essa pessoinha-que-ainda-nao-e-bem-um-individuo. Essa troca de pele, embora potencialmente cheia de calor e assombro, é fundamentalmente corrosiva e irritante.  Mas eu suspeito que a culpa seja o ele mento mais corrosivo de todos - o medo constante de que, pelo fato de esses sentimentos serem muito raramente reconhecidos e expressos entre as mulheres e contradizerem tão completamente a Máscara da Maternidade de nossos dias, deve haver algo de terrivelmente errado com eles. Toda mãe, exceto ela própria, é serena. Toda mãe tem certeza que a raiva, a exaustão física, o desejo desesperado de duas horas consecutivas de privacidade sem culpa são sentimentos que só ela tem... e que suas amigas achariam que havia algo de estranho ou errado com ela se soubessem.  O que exatamente são as circunstancias de nossa vida de mães? A primeira é que ser mãe de filhos pequenos é uma experiência vivida em isolamento, longe do que a maioria de nos passou a considerar o mundo de verdade. Esse isolamento é tanto físico, implicando uma espécie de prisão domiciliar, como emocional e intelectual. A segunda condição da maternidade contemporânea é que a maioria das mulheres que são mães de filhos pequenos, independentemente de seu estado civil, vive basicamente como se fosse mãe solteira, assumindo a total responsabilidade pelas tarefas exigentes e continuas associadas ao cuidado das crianças e as tarefas  domésticas. Para muitas mulheres, o resultado é um coquetel letal de solidão, fadiga crônica e pânico. Nessas circunstâncias, seria surpreendente se a gente não pirasse.   Não temos sombra de duvida de que vale infinitamente a pena criar nossos filhos. Só que, na verdade, preferíamos estar fazendo outra coisa. Muitas dizem “vou dedicar 3 anos a ela”, como se a criança não fosse mais precisar da mãe e pudesse ir sozinha de carro para a creche ou para a escolinha. Como se a maternidade fosse um período para dar continuidade aos estudos, ou para passar um anos em um pais estrangeiro, as mulheres entram cada vez mais nessa viagem com uma espécie de falso escrúpulo. Começamos determinadas a tirar o maior proveito possível dela enquanto durar - e acabamos pasmas ao descobrir que a opção pelo modo de vida que queríamos ter não é uma fase pela qual uma mulher passa, mas uma mudança sísmica de identidade e consciência da qual não existe possibilidade de retorno. Não se trata de ferias. E mais uma migração em larga escala.    “As mães devem ser serenas”, a Máscara da Maternidade lembra ao mundo e a suas usuárias. Mas ser mãe de um bêbe realmente produz alguns dos mais intensos sentimentos de pânico, medo, raiva e desespero que os adultos são capazes de experimentar. Os homens de nossa sociedade não desfrutam o luxo, ainda exigido por muitas mulheres, de optar por um trabalho remunerado. Ou participam da força de trabalho remunerada, ou são considerados (e se consideram eles próprios) uma aberração. O que é tão injusto quanto discriminatório. Significa que, na verdade, os homens têm menos - e não mais - alternativas de modo de vida entre as quais escolher. Ao mesmo tempo, menos alternativas significam menos ansiedade. Os homens falam sistematicamente de graus maiores de satisfação com a vida conjugal e familiar do que as mulheres. Têm menor probabilidade de pedir divorcio ou separação, dizem sentir mais confusão e ressentimento quando o casamento acaba e tem muito mais chances de voltar a se casar logo. Para os homens, a vida em família - que se traduz quase universalmente em emprego de período integral e PATERNIDADE PERIFERICA - ainda funciona bem.   Para as mulheres, funciona cada vez menos. O preço que estamos pagando por nossos “privilégios” recém-conquistados e altíssimo - em termos de acomodação emocional é de puro e simples desgaste energético. Em vez de “ter tudo”, descobrimos que “estamos fazendo tudo”. Casamos e nos tornamos mães com a expectativa de que nossa vida de independência e realizações continuaria fundamentalmente inalterada. Esperávamos dividir a criação dos filhos, dividir a carga de tarefas domésticas, dividir a carga das responsabilidades financeiras com nossos homens. Levamos um choque ao descobrir - e muitas vezes ficamos envergonhadas demais para reconhecer - a distância a que chegamos desse ideal. Uma queixa comum entre as mulheres de hoje é que seus companheiros continuam a ver suas contribuições domesticas como “ajuda” - como em “eu ajudei você a limpar a casa durante o sábado inteiro. O que mais você quer?”  Mesmo as famílias com uma renda suficiente para pagar uma boa parte da carga domestica, as tarefas de administrar a ajuda - de encontrar alguém, de se comunicar e de pagar a babá ou enfermeira, de organizar a faxina ou mandar passar as roupas, e até de planejar as refeições para a viagem - recaem quase exclusivamente sobre as mulheres. A premissa é de que e ela quem esta sendo substituída pala ajuda paga, que e seu tempo que esta sendo “liberado” por esse trabalho. Essa mesma lógica extremamente tradicional dita que a soma de todas as despesas com os cuidados com as crianças e com a casa é deduzida do salário da mãe. Em muitos casos, considera-se que a mulher conquistou o privilégio de participar do mercado de trabalho se e somente se o dinheiro que ela leva para casa excede significantemente o custo de substituí-la   Não tenho duvida de que a privação de sono é o principal fator do estado precário de saúde mental das mulheres durante os primeiros anos da maternidade. Também é o menos pesquisado. Pubicamente, alimentamos o mito de que , assim que o bêbe começar a “dormir a noite toda”, aos 3, 4 ou 6 meses de idade, o problema esta resolvido.  Na esfera privada, a realidade do sono interrompido durante a noite em geral dura anos - até a criança ir para a escola, e mesmo depois. Nas famílias com dois ou mais filhos, o período em que a mãe pode esperar ter seu repouso interrompido rotineiramente pode durar dez anos ou mais. Para as mães que tem um emprego remunerado durante o dia, a desvantagem invisível da falta de sono pode se tornar um pesadelo nas horas de vigília. Mas, seja como for, a grande maioria enfrenta a batalha em silêncio, vivendo como sonâmbulas e com a temporãs latejando praticamente o tempo todo, sonhando acordadas com um sono ininterrupto durante a noite toda da mesma maneira com que as outras pessoas tecem suas fantasias com sexo selvagem ou com ganhar na loteria. Em qualquer outro contexto, condenaríamos essas condições como uma forma de tortura, mas no contexto da maternidade, em que as máscaras que as mulheres usam são quase tão impenetráveis para nós mesmas como para os outros, nossos esforços, alem de não receber loas, passam completamente despercebidos.   Ter filhos pode enriquecer ou não um casamento. Mas não há duvida nenhuma de que vai ser um teste para nossas idéias de convivência em que muito poucos conseguirão passar; para a maioria, vai ser desilusão pura e simples. Nosso êxito em imaginar é, em parte, viver uma visão igualitária de parceria sexual dificultou-nos perceber o fracasso de estender essa visão - na teoria e na prática, ao projeto de criação dos filhos.  Com o surgimento do primeiro filho, vai haver uma divergência marcante de interesses e atividades do casal - um aumento dramático do fosso entre o mundo “dele” e o mundo “dela”. E a direção dessa divergência vai ser ditada pelas definições tradicionais dos papeis de gêneros. Por mais igualitário que um casamento tenha sido antes dos filhos, depois deles a atração gravitacional desses papeis de gênero vai exercer uma forca que, não maioria dos casos, parece irresistível.  O nascimento do primeiro filho costuma dar inicio a uma crise de relações industriais dentro de casa. As mulheres, que na maioria dos casos vão fazer seis vezes mais tarefas domesticas do que seus companheiros antes do nascimento, descobrirão que sua carga de trabalho não remunerado praticamente dobrou. Uma grande parte desse aumento será tempo dedicado ao cuidados básicos com o filho. As mães vão dedicar aproximadamente 21 horas por semana aos cuidados básicos com cada filho em idade pré-escolar. Para os pais, mesmo nas famílias em que as mães também participam do mercado de trabalho remunerado, o tempo gasto com cuidados básicos som os filhos e insignificante. A contribuição do marido para o trabalho domestico geral da família aumenta em apenas uma hora por semana, quer sua mulher esteja trabalhando dez ou quarenta horas semanais em um emprego remunerado.   Ate agora falamos somente do numero de horas que uma nova mãe vai trabalhar sem receber um tostão; igualmente importante e a qualidade desse trabalho e a forma como e visto. O trabalho de mãe, que na maioria dos casos continua ligado as tarefas domesticas, e uma combinação paradoxal de intenso esforço físico e resultados externos invisíveis. A maioria das tarefas domesticas e repetitiva e focada na manutenção, e a maior parte delas e realizada em um vácuo social. Em resumo, e o tipo do trabalho que só e notado quando não e feito.  A mãe tem maior probabilidade de atuar como “administradora psicológica das tarefas”, com a carga diária das necessidades cotidianas da criança na cabeça, desejando que o pai participasse mais nisso. São as mulheres que pensam o tempo todo nas fraldas que precisam ser lavadas, nas unhas que precisam ser cortadas, nas roupas novas que precisam ser compradas. Também se preocupam em marcar a consulta no medico e hora com a baba, preocupam-se com o surgimento dos primeiros dentes do bebe, se ele esta com uma infecção no ouvido ou só fazendo birra, ler o livro sobre crianças pequenas para saber qual e o próximo estagio de seu desenvolvimento, pesquisar escolhinhas maternais e entrar nas listas de espera - recai sempre sobre os ombros da mulher.  Não há como evitar que o cansaço resultante cobre seu tributo sobre o próprio casamento, e em particular, sobre a relação sexual dos cônjuges. Não há duvida de que a diferença em termos de fadiga tem conseqüências enormes e geralmente desastrosas para a intimidade de vida conjugal depois da chegada dos filhos. Embora muitas pesquisas relevantes tenham se concentrado no impacto de curto prazo que os filhos tem sobre a vida sexual dos pais, tudo indica que as conseqüências são, infelizmente, de longo alcance. Para as mães com filhes de ate quatro ou cinco anos de idade, as perspectivas de uma noite de sono ininterrupto assim que a cabeça encosta no travesseiro continuam mínimas. Nas primeiras semanas e meses haverá inevitavelmente demandas por alimentação, troca de fraldas e chupeta. Mais tarde ainda, vai ser a dentição, ou o fato de a criança ter rolado para fora da cama ou ficado descoberta. Mais tarde ainda, vai querer tomar água, ter pesadelos ou necessidade de ir ao banheiro. Quando há mais de uma criança pequena na família, as demandas por atenção durante a noite podem dobrar ou triplicar.  A causa mais obvia para a redução da libido das novas mães e o cansaço. A pergunta “ o que que as mulheres querem?” pode ser respondida com muita facilidade no caso das mulheres que acabaram de ter um filho. O que elas querem e dormir, e, senão for sono, ao menos um repouso que não seja interrompido. E um assunto sobre o qual nossa educação pré-parto, nossos manuais e guias de auto-ajuda para a criação de filhos mantém no mais casto dos silêncios.   O problema da sexualidade nos primeiros tempo depois da chegada do bebe torna-se mais complexo ainda a medida que nos distanciamos do período de choque de seis semanas depois do parto. Os pesquisadores definem dormir a noite toda como o sono ininterrupto entre meia-noite e o amanhecer. Esta perfeito para o bebe, no entanto, para a maioria das mães, ainda significa pelo menos uma interrupção do sono por noite para alimentar a criança. Muitas e muitas mães continuam achando que 9 e meia e tarde da noite para estar de pé, ao menos ate a criança entrar para a escolhinha maternal. A hora de dormir de seus companheiros parece, ao contrario, sofrer poucas alterações com a presença do primeiro filho. Na verdade, as mulheres dizem que seus companheiros parecem nunca ter ficado acordados ate tão tarde. Essa tendência a horários diferentes para dormir aparece nos primeiros dias do pós-parto; mas persiste muito tempo depois, com conseqüências obvias para as relações sexuais do casal.   Alem da falta de sono ou, como e mais comum acontecer, conjugada a ela, praticamente toda mãe de filhos pequenos enfrenta o problema adicional de pura e simples sobrecarga tátil. As mulheres que assumem o grosso dos cuidados com os filhos pequenos passam necessariamente uma boa parte de cada dia - e muitas vezes da noite também - em contato direto de pele com corpos vivos e exigentes. Muitas mulheres que resistem bem ao estresse dessas demandas dizem que, apesar disso, ficam cheias de “não-me-toques”.  Em síntese: observamos que, para a vasta maioria dos casais, a transição para a paternidade/maternidade vai criar uma miríade de fatores estressantes e imprevistos. O trabalho vai ser dividido cada vez mais desigualmente entre os cônjuges, com as cargas físicas e psicológicas de cuidar das crianças e da casa recaindo sobre os ombros das mulheres, quer elas trabalhem fora, que não. Apesar do amor de ambos os cônjuges pelo filho que começou essa historia toda, a maioria dos casamentos vai mostrar um claro pendor pela divergência. Os papeis reservados aos homens e as mulheres, por mais convergentes que tenham sido antes, vão tender a se diferenciar rápida e inevitavelmente depois do nascimento do primeiro filho. E o rumo dessa diferenciação vai ser determinado pelo tipo tradicional de cada gênero. Para todos nos que chegamos a maioridade com expectativas de oportunidades iguais, inclusive o novo ideal de “dividir a criação dos filhos”, essas mudanças serão vividas como fatores estressantes. Para muitos casamentos, serão claramente desastrosas.  A MASCARA DA MATERNIDADE  By Susan Maushart&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/1217704198939493470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/1217704198939493470?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/1217704198939493470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/1217704198939493470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/04/mascara-da-maternidade.html' title='A MASCARA DA MATERNIDADE'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-7612157981141593298</id><published>2010-04-16T17:19:00.000+01:00</published><updated>2010-04-16T17:20:14.129+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Humanização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Parto Humanizado"/><title type='text'>Nascer é ou não é algo natural? Humanizar, é preciso!</title><content type='html'>Nascer é sem dúvida um acto natural como tantos outros, mesmo no caso dos seres humanos. Ninguém parece contestar esta afirmação, pelo menos, em teoria. Mas então porque será que o nascimento do ser humano em Portugal se afastou tanto de algo natural nos últimos 40 anos?

A resposta parece estar no alto grau de inteligência que o homem possui e que o afasta dos vulgares animais e do que é natural. Assim, temos o homem a construir veículos para se deslocar que como consequência trazem a contaminação atmosférica, a chuva ácida, o aumento das doenças respiratórias e outros problemas de saúde associados à falta de actividade física. O homem utiliza a sua inteligência para desviar rios cujos cursos são mais tarde corrigidos pelo inmesurável poder da natureza. É o único animal que usa a sua capacidade de invenção para construir artefactos de destruição maciça, precisamente para se auto-destruir.


Mas nem tudo parece ser mau. Ele usa a sua inteligência para criar antídotos para os problemas que ele próprio fabrica: para a obesidade criam-se as dietas, os ginásios, as cirurgias plásticas, os nutricionistas, etc.. Para as guerras criam-se os armamentos “defensivos” como as bombas atómicas, os antimísseis, as defesas tipo “guerra das estrelas”, etc.; Para a fome criam-se as agências humanitárias que por não poderem entregar os recursos a quem precisa, pedem a essencial colaboração de forças armadas internacionais; Destroem-se habitats naturais que subsistiriam sem custos e em perfeita harmonia e criam-se as reservas naturais muito dispendiosas e com um equilíbrio precário. Enfim, o homem cria o problema mas logo inventa um antídoto.


Não seria mais sábio e prudente apenas... não criar o problema?


No nascimento foram criados um grande número de procedimentos escudados na necessidade de salvar vidas de bebés e/ou mães que eventualmente pudessem estar em perigo. Isso é extraordinário! Porém, por causa de, no fundo, saber que não pode controlar todos os acontecimentos, o homem inteligente decidiu que era melhor “não arriscar” e então criou esses procedimentos mais ou menos intervencionistas. A ciência que, para além de evitar - e muito bem - a morte de uma ínfima parte de seres humanos ao nascer, decidiu - e desta vez mal - que seria melhor intervir em “todos” os restantes nascimentos, apenas para prevenir. De repente a mulher deixou sequer de imaginar que parir é algo natural e fisiológico. Voltamos assim ao início desta exposição.


Afinal nascer é ou não é algo natural? Agora, muitos, a maioria, parece dizer com os seus procedimentos que na realidade nascer não é algo natural! As mulheres dizem frequentemente: “Nem pensar ter um filho fora do hospital!”


Lemos constantemente as recomendações para evitar as visitas desnecessárias aos hospitais, as intervenções cirúrgicas ou medicalização desnecessárias, mas diz-se à mãe que vai parir um bebé que vá fazê-lo dentro de um hospital onde, para além de todos os riscos inerentes à simples entrada no hospital, ela e o seu frágil bebé terão garantidos um largo leque de procedimentos intervencionistas e uma boa dose de medicamentos com mais ou menos contraindicações, humanismo raramente.


Vejamos outro exemplo pelo seu lado positivo. A pediatria tem como uma das suas bandeiras a não intervenção desnecessária, porque isso prejudica o normal equilíbrio psicológico e até físico da criança. Espantoso! O mesmo homem do qual temos estado a falar chegou a essa interessante conclusão naturalmente “humana”. Muitas dessas recomendações, seguidas à risca, são emanadas de organismos internacionais credenciados. Segundo parece, para o mundo médico pediátrico isso é claro e não oferece qualquer dúvida ou contestação. Então, porquê tanta resistência em alterar hábitos que não são nada naturais, mas já amplamente comprovados como ineficazes ou até contraindicados do ponto de vista puramente técnico?


A mulher tem direito a ser respeitada durante a gravidez, o parto e puerpério, por todos os intervenientes do sistema de saúde. Deram-se, em Portugal, passos gigantes no que diz respeito aos cuidados médicos tanto na gravidez como no puerpério, talvez porque muitos desses cuidados são prestados nos centros de saúde onde os médicos conhecem os seus doentes e até criaram laços de amizade com eles.


Mas ainda há um longo caminho a percorrer no campo da intervenção hospitalar nos 3 estágios da primeira fase da vida humana, antes, durante e logo após o parto.


Como sempre, também existem honrosas excepções de médicos, enfermeiros, auxiliares e até serviços completos de obstetrícia que praticam alguma assistência humanizada digna de louvor. Nalguns dos partos dos meus nove filhos, aos quais assisti, eu próprio presenciei parteiras e auxiliares a chorar após um final feliz. Assisti aos esforços para evitar uma episiotomia. Surprendeu-nos o convite feito pela parteira do meu 5º filho de ser a mãe a segurar o seu filho a meio da expulsão, brindando-nos assim com uma sensacional imagem humana que jamais esqueceremos e que ficou gravada também em vídeo. Lembramos uma médica e uma parteira que fizeram questão de ir visitar o bebé e a mãe na enfermeria. Que bem nos sentimos por essa atenção! Enfim, nem tudo está mal mas muito precisa ser mudado. Tivemos algumas más experiências, mas essas também nos dão força para percorrer o caminho da humanização do parto em Portugal. Inúmeros testemunhos de mães portuguesas corroboram a urgente necessidade de humanizar.


A HumPar – Associação Portuguesa Pela Humanização do Parto quer sensibilizar, quer informar. No fundo, a nossa grande missão é devolver ao parto a sua verdadeira dimensão humana! Convidamos todos, mães, pais, profissionais de saúde e população em geral a embarcar nesta luta. 


Américo Torres
Secretário Geral

HumPar – www.humpar.org&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/7612157981141593298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/7612157981141593298?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/7612157981141593298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/7612157981141593298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/04/nascer-e-ou-nao-e-algo-natural.html' title='Nascer é ou não é algo natural? Humanizar, é preciso!'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2977468032574483635</id><published>2010-01-27T12:41:00.000+00:00</published><updated>2010-01-27T12:43:19.049+00:00</updated><title type='text'>Amamentar: o segredo para um bebê e uma mamãe saudáveis</title><content type='html'>O auxílio de profissionais especializados te ajudará durante o processo natural, embora às vezes complicado, de amamentar.

&lt;strong&gt;Benefícios da amamentação&lt;/strong&gt;
A amamentação, que os médicos recomendam que seja mantida por pelo menos um ano, oferece benefícios tanto ao bebê como à mãe. Para o bebê, isso significa menos infecções de ouvido e alergias alimentares, menor risco de sofrer de síndrome do intestino irritável e diabetes juvenil. Pesquisas também sugerem que o leite materno aumenta o QI dos bebês. Para a mãe, os benefícios incluem menos hemorragias após o parto, maior rapidez na diminuição do volume do útero, e mais dinheiro no bolso!

&lt;strong&gt;Como começar&lt;/strong&gt;
Para começar a amamentar, fique próxima do bebê e atenta aos seus sinais durante os primeiros dias. Algumas vezes, os nenéns mexem a boca quando têm fome. Outras, colocam as mãos na boca. Reaja rapidamente, pois se ele começar a chorar, o fará à exaustão e não sobrarão forças para sugar. Para ter certeza de que ele vai se prender ao seio e mamar, não lhe dê mamadeira, chupeta ou leite em pó, exceto por recomendações médicas. Além disso, também não tenha medo de pedir ajuda; são poucas as mães que conseguem amamentar corretamente desde o início, e há muitas associações e consultores em aleitamento que podem ajudá-la.

&lt;strong&gt;Mitos sobre a amamentação&lt;/strong&gt;
&quot;Meus seios são muitos pequenos para produzir leite&quot;
O tamanho dos seios não determina sua capacidade de amamentar.
&quot;Minha mãe não teve leite; logo, eu também não terei&quot;
Sua mãe deve ter produzido muito leite, mas teve pouco auxílio. As mães de hoje compreendem melhor a importância da amamentação e têm mais acesso à ajuda e à informação.
&quot;Não estou produzindo leite&quot;
Durante os primeiros dias de vida, os bebês não precisam de leite e as mães não o produzem. No início, elas produzem colostro, uma espécie de &quot;ouro líquido&quot; segundo especialistas, já que é necessária somente uma pequena quantidade deste líquido rico em anticorpos e nutrientes para ajudar a construir um bom sistema imunológico no bebê, e limpar seu trato digestivo. O leite só aparece de 3 a 5 dias após o nascimento do bebê.
&quot;Se estou amamentando, não posso comer guloseimas e beber cerveja&quot;
As mães não precisam se comportar como santas. Todo mundo se sente melhor com uma alimentação equilibrada, mas você pode produzir leite rico e nutritivo mesmo que sua dieta não seja a ideal.

http://www.discoverybrasil.com/homeandhealth/beleza/gravidez/amamentar-o-segredo-para-um-bebe-e-uma-mamae-saudaveis/&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2977468032574483635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2977468032574483635?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2977468032574483635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2977468032574483635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2010/01/amamentar-o-segredo-para-um-bebe-e-uma.html' title='Amamentar: o segredo para um bebê e uma mamãe saudáveis'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-3011119325552558060</id><published>2009-04-10T02:44:00.004+01:00</published><updated>2009-04-10T03:27:17.381+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/dmM6TF9XnVk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/dmM6TF9XnVk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;




Julie through the glass
Just born a day ago
And who knows where you&#39;ve been
And where you&#39;re gonna go.

Julie through the glass
Lookin&#39; up at me
Well you&#39;ve just gotta be
The sweetest thing I&#39;ve ever seen.

We want you to love the world
To know it well and play a part
And we&#39;ll help you to learn to love yourself 
&#39;Cause that&#39;s where lovin&#39; really starts.

Julie through the glass, I&#39;m looking forward to, doing things with you, for many, many years to come... 
A new mother looking at her newborn daughter Julie through the window of the hospital nursery has glimpses of significant future events that they will experience together. 

The message seems to be that even though life will have its ups and downs, learning to love life starts with learning to love yourself. 

&quot;As you teach her to love the world, teach her to love herself because that&#39;s where loving really starts. &quot;

Lyrics by Carly Simon and very good ones by the way...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/3011119325552558060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/3011119325552558060?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/3011119325552558060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/3011119325552558060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2009/04/httpwww.html' title=''/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2328861326497228026</id><published>2009-04-09T13:44:00.001+01:00</published><updated>2009-04-09T13:48:18.840+01:00</updated><title type='text'>Porque param de comer com um ano</title><content type='html'>Extraído do livro Mi Niño No Me Come, do Dr. Carlos González



Os bebês comem, em relação ao seu tamanho, muito mais que os adultos. Isso significa que, no processo de tornar-se adultos, cedo ou tarde terão que começar a comer menos. Mais cedo, que tarde, para surpresa e terror de muitas mães. Os bebês costumam “deixar de comer”, aproximadamente ao fazer um ano. Alguns já deixam de comer desde os nove meses, outros “aguentam” até um ano e meio ou dois anos. Uns poucos nunca deixam de comer, enquanto outros “nunca comeram bem, desde que nasceram”.

O motivo dessa mudança por volta do primeiro ano é a diminuição da velocidade do crescimento. No primeiro ano, os bebês engordam e crescem mais rapidamente que em qualquer outra época da sua vida extra-uterina. Durante o segundo ano, diferentemente, o crescimento é muito mais lento: uns nove centímetros e um par de quilos. Assim temos que, dos três principais capítulos do gasto energético, a energia necessária para movimentar-se aumenta, porque o bebê se move mais e a necessária para manter-se com vida também aumenta, porque o bebê é maior. Mas a energia necessária para crescer diminui de forma espetacular e o resultado é que muitos bebês necessitam comer o mesmo ou menos. &lt;strong&gt;Segundo cálculos de especialistas, os bebês de um ano e meio comem pouco mais que os de nove meses. Os pais, não informados deste fato, fazem um cálculo aparentemente lógico: “Se com um ano come tanto, com dois comerá o dobro”. Resultado: uma mãe tentando dar o dobro de comida a um bebê que precisa da metade ou menos. O conflito é inevitável e violento. &lt;/strong&gt;

“Até quando ficam sem comer?” A situação costuma ser transitória. Aconselhadas por avós, vizinhas e pediatras, as mães costumam pensar que seus filhos “mudarão”. De fato, muitas crianças com cinco ou sete anos, ao aumentar seu tamanho corporal, começam a comer um pouco mais que antes. Mas, nem sempre este pequeno aumento é suficiente para suprir as aspirações de suas famílias. Por uma parte, a quantidade de alimento que cada pessoa precisa é muito variável e algumas crianças comem mais ou muito menos que seus colegas da mesma idade e tamanho. Por outra parte, &lt;strong&gt;as expectativas dos pais podem ser também muito distintas: algumas mães se conformariam que seu filho coma todo o macarrão do prato, outras esperam que além do macarrão coma também um bife com batata, uma banana e um iogurte.&lt;/strong&gt; Por um motivo ou por outro, muitas crianças continuam sem comer até o início da adolescência. Então, quando o lento crescimento dos anos anteriores se transforma na espichada, os moleques sentem um apetite insaciável e para espanto e alegria de suas mães assaltam a geladeira e metem tudo o que encontram dentro de un sanduíche.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2328861326497228026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2328861326497228026?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2328861326497228026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2328861326497228026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2009/04/porque-param-de-comer-com-um-ano.html' title='Porque param de comer com um ano'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5809114003281847556.post-2587241490394223282</id><published>2009-04-09T03:28:00.002+01:00</published><updated>2009-04-09T03:33:52.251+01:00</updated><title type='text'>O Ferro e a Anemia em Bebês</title><content type='html'>Extraído do livro Un Regalo para Toda La Vida - Guía de Lactancia Materna, do Dr. Carlos González.

Se é verdade que nenhum bebê amamentado sofre escorbuto (por falta de vitamina C) ou pelagra (por falta de niacina), sim existem muitos que têm anemia por falta de ferro.

&lt;strong&gt;O leite materno é pobre em ferro, mas esse ferro se absorve muito bem, melhor que o de qualquer outro alimento.&lt;/strong&gt; O leite de vaca também é pobre em ferro e ainda por cima se absorve muito mal. E o leite de todos os mamíferos que já foram analisados é pobre em ferro. Quando uma mãe toma suplemento de ferro, a quantidade de ferro no seu leite não aumenta. O qual nos chama a atenção, porque se damos a essa mesma mãe aspirina, a quantidade de aspirina sim aumenta. Existe, ao parecer, um mecanismo biológico que impede, ativamente, que no leite exista demasiado ferro. Será que o excesso de ferro não é bom para os bebês? Dizem (mas não há provas) que o excesso de ferro no tubo digestivo poderia facilitar a diarréia, porque vários dos micróbios maus que produzem diarréia necessitam muito ferro para viver, enquanto que os micróbios bons, os lactobacilos que formam a flora digestiva dos bebês amamentados, podem viver com muito pouco ferro. Em uma série de estudos, os bebês saudáveis, sem anemia, aos que se davam suplementos preventivos de ferro, ao completar um ano pesavam e mediam um pouco menos que os do grupo de controle, sem suplementos de ferro. Parece que dar muito ferro a um bebê que não necessita não é de todo inócuo e talvez seja conveniente evitá-lo (estou falando dos que não necessitam. Se seu filho tem anemia e receitaram ferro, claro que você deve dá-lo).

&lt;strong&gt;Se o leite tem pouco ferro, porque não tem anemia todos os bebês desde que nascem? De onde conseguem o ferro? De lugar nenhum, os bebês já nascem com depósitos de ferro.&lt;/strong&gt; 
O ferro faz parte da hemoglobina, a molécula que transporta o oxigênio para o sangue. O feto toma o oxigênio do sangue da mãe, através da placenta. Imagine a placenta como uma rede, e dos dois lados os times jogam a bola. Aquele que fica com a bola ganha. Mas a natureza não pode permitir que a mãe ganhe esse jogo, se a mãe fica com o oxigênio, seu filho morre. De modo que existe um &quot;trambique&quot;. O time do feto tem mais jogadores e são todos profissionais. O feto tem um tipo de hemoglobina especial, a hemoglobina fetal, que se engancha mais forte ao oxigênio que a hemoglobina normal. E além disso, tem um monte de glóbulos vermelhos, mais (por mililitro) que sua mãe e inclusive mais que seu pai (os homens adultos têm mais glóbulos vermelhos que as mulheres, mas o feto tem ainda mais).

O resultado é que quando nasce, o feto tem um monte de glóbulos vermelhos de sobra. Rapidamente se destroem não só os que sobram, mas todos, porque já não necessita hemoglobina fetal. E ao mesmo tempo se fabricam novos glóbulos vermelhos, com hemoglobina normal. A hemoglobina que é destruída se converte em bilirrubina, por isso alguns recém-nascidos ficam ictéricos (amarelos). &lt;strong&gt;Entre um e dois meses&lt;/strong&gt;, ela alcança o ponto mais baixo, quando restam poucos glóbulos vermelhos fetais, mas ainda não se fabricaram suficientes glóbulos normais e &lt;strong&gt;o bebê tem uma anemia transitória, a anemia fisiológica do recém-nascido (fisiológico quer dizer que é normal, que não é uma doença).&lt;/strong&gt;
O ferro daqueles glóbulos vermelhos restantes se armazena e se usa aos poucos para fabricar novos glóbulos. Assim que o grande problema é: quando durarão os depósitos? Quando o ferro armazenado se acabe, o pouco ferro do leite materno será insuficiente e o bebê necessitará comer outros alimentos ricos em ferro.  
Já faz muitas décadas foram feitos cuidadosos cálculos e chegou-se à conclusão que esses depósitos podem esvaziar-se entre os seis e os doze meses. Baseando-se nesses dados, é costume dizer que &quot;a partir dos seis meses o ferro no leite materno é insuficiente e por isso é necessário introduzir a alimentação complementar&quot;. Mas, claro, isso é uma simplificação muito exagerada.  &lt;strong&gt;(O mais correto é dizer &quot; A partir dos seis meses, alguns bebêm podem precisar de alimentação complementar, enquanto outros têm ferro suficiente só com o peito até os doze meses&quot;ou talvez mais). &lt;/strong&gt;O problema é saber quem precisa de ferro e quem não.

Esses cálculos foram feitos numa época em que era costume cortar o cordão umbilical logo ao nascer. Hoje sabemos que é melhor cortar-lo alguns minutos depois e que assim diminuem os casos de anemia no primeiro ano de vida. 

&lt;strong&gt;É por estas e por muitassss outras razões que eu já estou a preparar meu plano de parto.&lt;/strong&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;mamã babada&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nanaebruno.blogspot.com/feeds/2587241490394223282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/5809114003281847556/2587241490394223282?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2587241490394223282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5809114003281847556/posts/default/2587241490394223282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nanaebruno.blogspot.com/2009/04/o-ferro-e-anemia-em-bebes.html' title='O Ferro e a Anemia em Bebês'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>