<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874</id><updated>2024-11-05T19:06:26.610-08:00</updated><title type='text'>Mulheres Liberadas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-6664457343618453470</id><published>2011-03-06T12:06:00.000-08:00</published><updated>2011-03-06T12:43:22.662-08:00</updated><title type='text'>O Poder da Mulher Sobre a Escrita Hoje.</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIOcCJN3e6xJZX0nVjLQNVVNcdkWlRjKxFl1VhyphenhyphenIm86SdyaFW689bpjvi5uxG7UL2Hf8XBVx4l-ixgW8QFn5_bVwgZmwEnuxcZ0CewihAabIqwWGiNNoR1x7xFeV0O9SGlTNUKPcVs5k6H/s1600/mulher-escrevendo-na-mesa-38f22.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIOcCJN3e6xJZX0nVjLQNVVNcdkWlRjKxFl1VhyphenhyphenIm86SdyaFW689bpjvi5uxG7UL2Hf8XBVx4l-ixgW8QFn5_bVwgZmwEnuxcZ0CewihAabIqwWGiNNoR1x7xFeV0O9SGlTNUKPcVs5k6H/s320/mulher-escrevendo-na-mesa-38f22.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5581070009713208866&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um orgulho feminino ver o sucesso que as mulheres escritoras, estão fazendo pelo mundo. O tempo em que as Escolas Literárias eram dominadas pelos punhos masculinos, enfim acabou. A criatividade agora vem de quem por muito tempo não pôde expressar suas idéias.  É claro que muitas sabem exercer o dom (Jane Austen, Clarice Lispector, J.K Rowling), outras nem tanto (Stephene Meyer, Zíbia Gasparetto), mas podemos considerar ao menos o fato de que as barreiras foram vencidas. Além do que, antigamente raramente uma mulher chegava ao curso superior e um escritor estudado é de mais prestígio.&lt;br /&gt;O importante é que existem autoras para todos os estilos, tanto para Aventura, Ficção Científica como Auto-Ajuda e Livros Didáticos. Ou seja, nos habituamos a todo modo de escrita.&lt;br /&gt;A independência ajuda bastante, é claro. Dessa maneira, viver como autora é difícil, mas não impossível, acreditar em si mesma é o melhor caminho por onde começar.  Saber que podemos tocar vidas, incentivar mentes e mudar atitudes são os melhores resultados que se pode ter.&lt;br /&gt;Pois ler é um exercício, escrever é uma atividade o proveito que se tira de tudo isso, depende de você.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/6664457343618453470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2011/03/o-poder-da-mulher-sobre-escrita-hoje.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/6664457343618453470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/6664457343618453470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2011/03/o-poder-da-mulher-sobre-escrita-hoje.html' title='O Poder da Mulher Sobre a Escrita Hoje.'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIOcCJN3e6xJZX0nVjLQNVVNcdkWlRjKxFl1VhyphenhyphenIm86SdyaFW689bpjvi5uxG7UL2Hf8XBVx4l-ixgW8QFn5_bVwgZmwEnuxcZ0CewihAabIqwWGiNNoR1x7xFeV0O9SGlTNUKPcVs5k6H/s72-c/mulher-escrevendo-na-mesa-38f22.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-4735503576845457231</id><published>2010-12-19T06:52:00.000-08:00</published><updated>2010-12-19T07:12:40.974-08:00</updated><title type='text'>A Jovem Rainha Vitória - A mãe do Capitalismo sem fronteiras.</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwRGKbTE2wnerwYS5iEp3bLOoeFobEYY4sa6aUQeasDuX2LR9ytMhaMovBMmNPy3cD_xTefz4BPPYSJ0JofwKdVqDGDg6l4atEQvPbvivu1geiAe82Bq9x1WvRG4uZ9RwTc7ob0SBfzhFx/s1600/cinema-the-young-victoria.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 224px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwRGKbTE2wnerwYS5iEp3bLOoeFobEYY4sa6aUQeasDuX2LR9ytMhaMovBMmNPy3cD_xTefz4BPPYSJ0JofwKdVqDGDg6l4atEQvPbvivu1geiAe82Bq9x1WvRG4uZ9RwTc7ob0SBfzhFx/s320/cinema-the-young-victoria.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5552411471319481330&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aos 18 anos de idade, a jovem Alexandrina Vitória Regina assumiu o trono britânico. Algo que só pôde ter sido possível com a morte prematura de suas duas primas e posteriormente com o falecimento de seu tio Guilherme IV, até então rei da Inglaterra. Era filha do duque de Kent e da ex-princesa de Leininge, seu pai morreu logo após seu nascimento. Seu reinado durou 64 anos, tendo nesse tempo elevado a Inglaterra ao posto de maior império do mundo. O seu governo era sinônimo de pontualidade e sofisticação, isso se deve ao fato da soberana ter influenciado o estilo de vida e comportamento dos ingleses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitória após ser coroada passou a ser o centro das atenções, embora não fosse dotada de beleza física, ela estava sempre bem-humorada e preocupada com a exatidão e a regularidade das horas de trabalho. Logo manifestou interesse em seu primo Albert de Saxe-Coburg. A união com Albert fez com que a rainha se preocupasse com as questões que antes não a importava como, a política. A rainha percebeu que o país não poderia se manter isolado em suas fronteiras, que deveria ampliar seus horizontes. Diversos países europeus passaram a sofrer com a febre expansionista, porém, nenhum deles aumentou seus domínios territoriais como a Inglaterra da rainha Vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o intuito de ampliar o mercado consumidor, a rainha fortaleceu as campanhas contra a escravidão mundial e incentivou a abertura dos portos internacionais. Com a morte de seu marido em 1861, o reinado de Vitória perdeu o seu antigo encanto. Abalada com a morte de Albert, ela passou a se trancar em casa e a recusar-se solenemente a cumprir seus deveres públicos. Nunca mais pronunciou nada sobre política e, nem admitiu que ninguém esquecesse por um só segundo a sua dor, nem que tivesse infelicidade maior que a sua. A tristeza só foi embora em 1897, quando completou 60 anos de reinado, estivesse de luto eterno. A rainha Vitória morreu em 1901.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Eliene Percília&lt;br /&gt;Equipe Brasil Escola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota da Emy: Também é interessante buscar assistir o filme/biografia, lançado em 2009, com um ótimo elenco selecionado para interpretar esta magnífica história. Emily Blunt em destaque, como A Rainha Vitória.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/4735503576845457231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/12/jovem-rainha-vitoria-mae-do-capitalismo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/4735503576845457231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/4735503576845457231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/12/jovem-rainha-vitoria-mae-do-capitalismo.html' title='A Jovem Rainha Vitória - A mãe do Capitalismo sem fronteiras.'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwRGKbTE2wnerwYS5iEp3bLOoeFobEYY4sa6aUQeasDuX2LR9ytMhaMovBMmNPy3cD_xTefz4BPPYSJ0JofwKdVqDGDg6l4atEQvPbvivu1geiAe82Bq9x1WvRG4uZ9RwTc7ob0SBfzhFx/s72-c/cinema-the-young-victoria.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-1834650416062961450</id><published>2010-12-14T12:55:00.000-08:00</published><updated>2010-12-14T12:57:46.558-08:00</updated><title type='text'>Somos Criaturas Misteriosas, Não?</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjytGF20EuClAwVpFsdwZrH8dNOJL20EXXovxiivcuvmEBTsz4m8_tSXmKWnsNq4sDlFFrpV40JJRqFY2Wm2cS5Ab5WKMQUwKdiPA0d0JXtMrRfBckV9Y5GL1O5UeRg5ptf5hOsFKtx_wdp/s1600/evening.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 255px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjytGF20EuClAwVpFsdwZrH8dNOJL20EXXovxiivcuvmEBTsz4m8_tSXmKWnsNq4sDlFFrpV40JJRqFY2Wm2cS5Ab5WKMQUwKdiPA0d0JXtMrRfBckV9Y5GL1O5UeRg5ptf5hOsFKtx_wdp/s320/evening.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5550645012845245746&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Será que isso é mesmo um fato? Ou apenas um tipo de suposição generalizada? Na minha opinião,  a frase faz bastante sentido, e como se refere às mulheres, se faz mais claro ainda.&lt;br /&gt;Quantas vezes você já se perguntou, imaginou ou comentou o passado da sua professora mais experiente? E aquela recepcionista idosa do consultório, onde sua mãe vai todo mês? Sem contar as velhinhas desbocadas, que aproveitam a idade pra dizerem todo o tipo de besteira, mas que como toda mulher, venceram barreiras para tal liberdade.&lt;br /&gt;O termo “misteriosa” usado na frase dita pela personagem do filme Evening, interpretada pela Meryl Streep, se torna tão significativo em relação a história do filme, que apenas essa palavra pode caracterizá-lo. Esconder toda uma juventude dos seus filhos, do seu marido e das pessoas que precedem tais acontecimentos, é um ato meticuloso, doloroso e isolado. Porém é algo que podemos fazer e muito bem. O ser humano é altamente capaz. E o “humano/mulher” é mais capacitado que todos para isso, acho que por questão de sentimento, vivência e personalidade, onde no caso das mulheres, são mais sensíveis e delicados. Dessa forma temos um potencial especial, que nos permite esconder coisas de nós mesmas, nos enganarmos e não nos conhecermos, até que alguém nos descubra.&lt;br /&gt;Sendo assim, você nunca vai saber o que realmente se passa ou já se passou, na vida da sua colega de trabalho, escola ou faculdade. Aquela amiga maravilhosa que conheceu pela internet, já pode ter sofrido bastante na vida ou sido a mulher mais feliz do mundo por instantes. A não ser que ela conte é claro, mas até lá tudo será ignorado, pois não se tem como criticar o desconhecido. E afinal, preocupar-se com isso é bobeira!Todas nós somos assim, acredite: Misteriosas.  Ou vai me dizer que você é como te vêm e sua vida é tão alva que podemos adivinhá-la?  Temos que aprender a absorver a nos mesmas. Existem coisas que pertencem a você, somente. “E No fundo de cada um de nós há uma personalidade que não pode ser conhecida.&quot;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por  Emy Azev’s</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/1834650416062961450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/12/somos-criaturas-misteriosas-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/1834650416062961450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/1834650416062961450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/12/somos-criaturas-misteriosas-nao.html' title='Somos Criaturas Misteriosas, Não?'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjytGF20EuClAwVpFsdwZrH8dNOJL20EXXovxiivcuvmEBTsz4m8_tSXmKWnsNq4sDlFFrpV40JJRqFY2Wm2cS5Ab5WKMQUwKdiPA0d0JXtMrRfBckV9Y5GL1O5UeRg5ptf5hOsFKtx_wdp/s72-c/evening.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-584636044101642901</id><published>2010-10-19T15:01:00.000-07:00</published><updated>2010-12-08T15:43:27.134-08:00</updated><title type='text'>Coco Avant Chanel</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZtBmZ5JAbXh-bU70scxQiYx6DCBRM685yI2ttZV_8UYFu7oyoNOESGacoUuKhle84joShHVQkJOkBy8Q1ATbFXnLV-gG5HsJlBgx7tJj9dtDVjjkjMbsEPhav6vasmbP9zituhSjqHizs/s1600/coco-avant-chanel1.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 241px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZtBmZ5JAbXh-bU70scxQiYx6DCBRM685yI2ttZV_8UYFu7oyoNOESGacoUuKhle84joShHVQkJOkBy8Q1ATbFXnLV-gG5HsJlBgx7tJj9dtDVjjkjMbsEPhav6vasmbP9zituhSjqHizs/s320/coco-avant-chanel1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5529884238430254082&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Após a morte da mãe, Gabrielle “Coco” Chanel é deixada pelo pai num orfanato, junto com a irmã. Na juventude, trabalha numa alfaiataria durante o dia e canta num cabaré à noite. Lá conhece o milionário Étienne Balsan, e tem um relacionamento com ele, até ele voltar para sua cidade. Percebendo as poucas perspectivas de vida, Coco resolve fazer suas malas e ir atrás dele, pedindo abrigo em sua casa por um breve período, que se alonga mais do que ele esperava.É fazendo roupas para o amante que Chanel desenvolve o talento de estilista. Logo passa a usá-las também, ultrapassando os limites entre a vida, o amor e o trabalho. Mesmo vivendo apaixonadamente sabia, no entanto, que nunca se casaria; nem com o homem de sua vida, Boy Capel . Afrontando as convenções do seu tempo, Chanel inventa a mulher moderna.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quem atualmente não conhece, ouviu falar ou até mesmo possui algo da marca Chanel?&lt;br /&gt;Mas quantos realmente sabem a história de sua dona e criadora? Sua inteligência, originalidade e genialidade, levaram-na a acreditar que seu sonho seria vencido com persistência e crença em si mesma. Colocando em prática suas idéias, refletindo assim sua personalidade. Seu estilo era na época o posto do que as muulheres costumavam usar, tanto pela moda, como pela demonstração de riqueza. Porém, Chanel mostrou que é possível estar absolutamente bem vestida, sendo rica ou pobre e com modernidade. &lt;br /&gt; Sua atuação na moda do século XX foi certamente uma revolução; o preto passou a ser fundamental, listras e xadrez nunca foram tão utilizados em sua época, principalmente através de um novo estilo, dispensando os babados e as cores chantily. Combinação de contrastes que singularmente constituem um bom modelo.&lt;br /&gt; Não é a toa que Paris sempre foi o país da moda. E podemos concedê-la os créditos finais.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/584636044101642901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/10/coco-avant-chanel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/584636044101642901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/584636044101642901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/10/coco-avant-chanel.html' title='Coco Avant Chanel'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZtBmZ5JAbXh-bU70scxQiYx6DCBRM685yI2ttZV_8UYFu7oyoNOESGacoUuKhle84joShHVQkJOkBy8Q1ATbFXnLV-gG5HsJlBgx7tJj9dtDVjjkjMbsEPhav6vasmbP9zituhSjqHizs/s72-c/coco-avant-chanel1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-2770225815094013952</id><published>2010-08-21T15:22:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T15:26:39.618-07:00</updated><title type='text'>SACRIFÍCIO</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFkA4CP8DearPiOGU_hWDkBRVwq9E1tid3_gkIgW_Rwz-mk_3tc2S5oUl1gBqQg4l-UGMt6W9TAFAlGNGIFkq6mxOwpVohi1j3Y8Tim0J_CVx-JZeohwuJZxHb1jZE15l0wz3lFkws-HsB/s1600/Mrs-Lovett-nellie-lovett-1524249-336-560.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 192px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFkA4CP8DearPiOGU_hWDkBRVwq9E1tid3_gkIgW_Rwz-mk_3tc2S5oUl1gBqQg4l-UGMt6W9TAFAlGNGIFkq6mxOwpVohi1j3Y8Tim0J_CVx-JZeohwuJZxHb1jZE15l0wz3lFkws-HsB/s320/Mrs-Lovett-nellie-lovett-1524249-336-560.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5507993019776642290&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mrs. Lovett, um dos mais fantásticos personagens interpretado pela atriz britânica Helena Bonham Carter. Com uma personalidade excêntrica e cômica Lovett não deixa reprimido seu amor por Todd (Johnny Depp), ao apoiá-lo em seus assassinatos e ajudá-lo a planejar sua vingança contra o Juiz Turpin, que o condenou injustamente e por interesses próprios a 15 anos de prisão.&lt;br /&gt;Ela sabe que o amor de Todd pela esposa Lucy é irrevogável, mas mesmo assim ela arrisca sua liberdade ajudando-o em sua vingança, sabendo que logo após ele pode deixá-la. Inventando a mentira de que Lucy morreu em suicídio, Lovett toma algum tempo tendo chance de conquistá-lo, com sua devoção e lealdade. Reconhece que o amor verdadeiro dele ela nunca terá, mas o sacrifício se torna necessário para se ter uma mera ilusão de afeto.&lt;br /&gt;Não é somente em filmes, novelas ou livros que encontramos histórias de sacrifícios em prol do amor. Temos a história real de um casal golpista que se passava por irmãos, enquanto o homem atraía mulheres frustradas para um relacionamento com ele. Tudo foi se agravando por conta da esposa, que passou a sentir ciúmes e não admitia mais ser humilhada com a tal farsa, pois se passando apenas por irmã, seu papel diminuía cada vez mais, podendo ser descartado. A partir daí ela entrou em loucura e passou a exigir a morte das mulheres, obrigando em prova de amor que o marido executasse todas. Além do mais eles já tinham o dinheiro e os bens delas, o que mais poderiam querer? Quem sabe um pouco mais de liberdade por parte dele? Ou uma família verdadeira, sem fugas e mortes? Cega pelo amor doentio ela não via que o marido já estava cansado de uma vida fracassada e imprevisível. Seu sacrifício era maior, então ele não podia deixá-la, depois de tudo que ela fez para ajudá-lo; não agora que ela tinha se sujado ainda mais que ele, pois ela executou a maioria dos assassinatos. Todos eles movida pelo amor.&lt;br /&gt;Sacrifício, é inacreditável, mas nós o praticamos todos os dias, principalmente aqueles que vivem para outros. A mãe se sacrifica pelos filhos, o marido pela família, a namorada pelo namorado ou o contrário. Seja por coisas sentimentais ou materiais, sempre nos negligenciamos por algo que consideramos mais importantes. Mas o pior de todos estes é o sacrifício pelo amor. Ser movida pelo amor é algo simplório, mas pela insanidade dele é perigoso.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/2770225815094013952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/08/sacrificio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/2770225815094013952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/2770225815094013952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/08/sacrificio.html' title='SACRIFÍCIO'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFkA4CP8DearPiOGU_hWDkBRVwq9E1tid3_gkIgW_Rwz-mk_3tc2S5oUl1gBqQg4l-UGMt6W9TAFAlGNGIFkq6mxOwpVohi1j3Y8Tim0J_CVx-JZeohwuJZxHb1jZE15l0wz3lFkws-HsB/s72-c/Mrs-Lovett-nellie-lovett-1524249-336-560.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-3821465892333168716</id><published>2010-07-05T15:31:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T07:26:36.736-07:00</updated><title type='text'>“Não sei que tipo de garota eu  sou.”</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgz9n48dbUU15eJoUFdozi8dDIj3rLcAz9HINgw-boljucdilrZoZEd_ef1Ff10RJuFlTFj3sfpyye9KmEoj2LxD57Lx5feWXCE1fzBk1YnL6dCIuHD4mHL1HS5O3YhR9LxaXkLYW2Wg0C/s1600/juno_soundtrack.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgz9n48dbUU15eJoUFdozi8dDIj3rLcAz9HINgw-boljucdilrZoZEd_ef1Ff10RJuFlTFj3sfpyye9KmEoj2LxD57Lx5feWXCE1fzBk1YnL6dCIuHD4mHL1HS5O3YhR9LxaXkLYW2Wg0C/s320/juno_soundtrack.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5490555813258096978&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas mulheres/adolescentes já tiveram ou ainda têm essa dúvida? Não com as mesmas palavras, mas com o mesmo sentimento? Isso é fundamental na vida feminina: se conhecer, se descobrir, saber o que quer ou o que fazer . -  No filme Juno, a personagem  é confusa sobre suas ações, ela sabe que é responsável, mas ainda existe um conflito interno dentro de si. Sempre tentando agir de forma independente e ao mesmo tempo buscando um ponto seguro emocional, onde ela não se sinta culpada e perdida. Ela então decide como resolver tudo sozinha, não envolvendo o pai da criança, por dizer que não foi “idéia dele” o que aconteceu levando-a a gravidez. Nisso ela encontra um casal para adotar seu filho e faz uma boa amizade com o marido, que infelizmente não dura por ele alegar ainda não estar preparado para ser pai e não estar mais apaixonado pela esposa. Mas Juno não desiste e continua  esperançosa em entregar a criança para a mulher.  Após vários acontecimentos e voltas em sua vida, ela reconhece que realmente ama Paulie Blinker tanto pelo que ele é espontaneamente como por ele aceitá-la em sua forma verdadeira. Chega a hora do parto e o momento de entregar o que nunca foi dela, mas da verdadeira mãe que o aceitou desde o início, preferindo assim nunca vê-lo e seguir sua vida em frente apenas com essa experiência. -  A comédia humana da vida é tão ilógica e insensata que nunca poderemos escolher quando ou com quem pode acontecer, sendo tão imprevisível. As vezes pode ser instável ou duradoura, o importante é que ela sempre vai trazer um legado, uma experiência que torna fundamental em sua vida o que trouxe com ela. Pode ocorrer um arrependimento profundo, uma questão de não se saber como resolver o problema. Ou talvez não haja conseqüência alguma e você possa ser feliz o resto da vida.&lt;br /&gt;Nunca queira servir de exemplo pra alguém, tenha seus objetivos próprios, faça o bem para si, altruísmo só em último caso. Como salvar alguém se está perdido?&lt;br /&gt;Seus atos apenas o torna essencial nesse mundo: isso é o equilíbrio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por Emy Azev&#39;s</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/3821465892333168716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/07/nao-sei-que-tipo-de-garota-eu-sou.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/3821465892333168716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/3821465892333168716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/07/nao-sei-que-tipo-de-garota-eu-sou.html' title='“Não sei que tipo de garota eu  sou.”'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgz9n48dbUU15eJoUFdozi8dDIj3rLcAz9HINgw-boljucdilrZoZEd_ef1Ff10RJuFlTFj3sfpyye9KmEoj2LxD57Lx5feWXCE1fzBk1YnL6dCIuHD4mHL1HS5O3YhR9LxaXkLYW2Wg0C/s72-c/juno_soundtrack.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-5158846059858537011</id><published>2010-06-28T01:03:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T07:27:06.447-07:00</updated><title type='text'>Senhora</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQpY4Pi7P3uqwSrQeSP0lqmEvdmtPM0kfieMKQln6SGrLdpmyQgYMqUtQNeo95p53vijg3AbKpskC6RiLkaGDZ6kWGyuWGlThYgZffqwLWeroyiYqgLOUI1U3FoqzirEY0ZctCsb1ZSnF_/s1600/Senhora.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 261px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQpY4Pi7P3uqwSrQeSP0lqmEvdmtPM0kfieMKQln6SGrLdpmyQgYMqUtQNeo95p53vijg3AbKpskC6RiLkaGDZ6kWGyuWGlThYgZffqwLWeroyiYqgLOUI1U3FoqzirEY0ZctCsb1ZSnF_/s320/Senhora.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5487732526788021170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje falaremos sobre uma das principais obras feministas do autor José de Alencar. Temos em conhecimento três livros dos quais abordam o assunto: Diva, Senhora e Lucíola. Porém, eventualmente Senhora será nosso foco. Recordemos um pouco a história: - Após ser abandonada por seu noivo Seixas, Aurélia se reclusa de qualquer relacionamento com outro rapaz. Nisso, acontecem reviravoltas em sua vida e seu avô em forma de compensação por seu erro, deixa como herança uma enorme fortuna para a moça. Ela já praticamente sozinha no mundo, tendo passado pelo luto de seu pai, irmão e mãe; fica sob a tutoria de seu Tio.&lt;br /&gt;    Associando a necessidade de casar com seu fracasso no amor passado, Aurélia decide vingar-se do homem que a fez sofrer, provocando sentimentos de amargura e desilusão. Negociando com seu Tio e este tratando com Fernando, fica fechada a compra de seu marido. Casando-se e mantendo as aparências perante as pessoas, mas travando internamente uma guerra com o tal amado e odiado esposo. -  Observando os acontecimentos que levaram ao desenrolar desse Romance, podemos disparar que, a causa é: a sociedade e seus hábitos doentios, obrigando que o valor seja a imoralidade de seus bens e privilégios. Nada de angustia, desgraça ou problemas; o que ela quer de você é sua felicidade forçada sem considerar as conseqüências que os atos para tanto podem causar.&lt;br /&gt;    Na obra, Aurélia antagônica, não deixa de se fazer a esposa realizada. Preocupando-se com tudo, não priva seu marido de nenhum mimo ou ostentação. E aproveitando sempre as oportunidades de jogar-lhe na cara a compra e rebaixa dele por se vender, tendo a primeira como a sua Lua de Mel, descartando qualquer possibilidade de um casamento feliz. Deixando Seixas revoltado e enojado com toda a situação de desprezo e culpa.&lt;br /&gt;    Nada pode ser pior do que uma vingança mascarada, pois te causa dor com uma alegria aparente e ódio com um amor incoerente levando à insanidade (como é visto na personagem). A própria sociedade pode explicar os fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Emy Azev&#39;s</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/5158846059858537011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/06/senhora.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/5158846059858537011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/5158846059858537011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/06/senhora.html' title='Senhora'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQpY4Pi7P3uqwSrQeSP0lqmEvdmtPM0kfieMKQln6SGrLdpmyQgYMqUtQNeo95p53vijg3AbKpskC6RiLkaGDZ6kWGyuWGlThYgZffqwLWeroyiYqgLOUI1U3FoqzirEY0ZctCsb1ZSnF_/s72-c/Senhora.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-8062295560146460080</id><published>2010-02-02T13:40:00.000-08:00</published><updated>2010-07-10T07:27:23.763-07:00</updated><title type='text'>&quot;Sua esposa sabe que você está abraçando outra mulher?&quot;</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw_GfLSjtOE-7fo8CaldDuPI5ya26ue2XI7Eih-zso8ddOee9z-UMNVoNtAmCOCwfW57J3R2TrAnIaH6er1ZfQwIYm5H58cnk1D3WMqIYC6UykMXLGMZu50TrlaMpjB5IQTS9jeTZu_qMY/s1600-h/traicao.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw_GfLSjtOE-7fo8CaldDuPI5ya26ue2XI7Eih-zso8ddOee9z-UMNVoNtAmCOCwfW57J3R2TrAnIaH6er1ZfQwIYm5H58cnk1D3WMqIYC6UykMXLGMZu50TrlaMpjB5IQTS9jeTZu_qMY/s320/traicao.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5433765057377106258&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sua esposa sabe que você está abraçando outra mulher?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta frase pode ser vista numa cena da série americana Everybody Hates Chris humorística. No episódio a mãe do persongaem principal, Rochelle (Tichina Arnold), descobre que seu marido Julius (Terry Crews) está casado há muito tempo com outra mulher. Mas nem mesmo ele sabia disso, pensava que o divórcio tinha sido concluído anos atrás, antes de se casar com ela, Rochelle.&lt;br /&gt;    Trazendo para a realidade podemos associar esse caso a vários que vêm acontecendo a anos. No episódio da série vemos que Rochelle se sente traída, dizendo ser a concubina dele por todos esses anos. Mas será que realmente as mulheres que fazem o papel de amante se sentem dessa forma? Será que até mesmo as mulheres que traem seus maridos, programando suas próprias aventuras sexuais, pensam assim? Acompanhando a história do livro Mulheres Liberadas, as personagens principais tinham esse hábito adúltero e elas o praticavam como um ato irrelevante, pois diziam amar seus maridos e essas experiências extraconjugais não afetariam seus casamentos.&lt;br /&gt;    Julius diz que esse acidente aconteceu em Las Vegas, cidade onde sabemos, as pessoas casam e podem se divorciar no dia seguinte. Felizmente o caso deles foi resolvido e ele conseguiu sua certidão de divórcio restabelecendo o casamento atual. O fato é que a mulher nunca vai aceitar ser apenas amante, nunca vai aceitar para si mesma ser “A outra” na vida de um homem. Por mais que traia seu marido,para ela, ele continuará sempre sendo seu marido (até tudo ser descoberto, claro), assim ela sente segurança com o casamento mantido e o “escape” atrás das cortinas.&lt;br /&gt;    Quando infelizmente tudo acaba em separação, a mulher se sente derrotada e mesmo forte, isso torna-se uma perda. E as vezes essa é a conseqüência de ser uma Mulher Liberada, o que a autora tenta nos passar ao final do livro: instabilidade emocional, rompimento com a família e solidão. Ser uma “mulher liberada”, ter princípios próprios e qualidade de vida independente, é ótimo! Mas quando se trata de seus próprios prazeres fúteis, se torna um caso pensante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Emy Azev&#39;s</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/8062295560146460080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/02/sua-esposa-sabe-que-voce-esta-abracando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/8062295560146460080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/8062295560146460080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/02/sua-esposa-sabe-que-voce-esta-abracando.html' title='&quot;Sua esposa sabe que você está abraçando outra mulher?&quot;'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw_GfLSjtOE-7fo8CaldDuPI5ya26ue2XI7Eih-zso8ddOee9z-UMNVoNtAmCOCwfW57J3R2TrAnIaH6er1ZfQwIYm5H58cnk1D3WMqIYC6UykMXLGMZu50TrlaMpjB5IQTS9jeTZu_qMY/s72-c/traicao.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-4373298375990851731</id><published>2010-01-30T16:22:00.000-08:00</published><updated>2010-01-30T16:23:41.547-08:00</updated><title type='text'>Mulheres na Música</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRrKfOWYYQcT7tTYsZGAAnsk5B3kS7zCUqUexu3M977R9bsBKQ64Rufw5tzDffgLGY6n2lthgp0qKyaO1e2BTw6pTeCgSATEE6M4wGFOixUlLmL6Ge_WnVv3UfFDfR3y7y4bkuX-P-l_5C/s1600-h/gogospromo2001.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRrKfOWYYQcT7tTYsZGAAnsk5B3kS7zCUqUexu3M977R9bsBKQ64Rufw5tzDffgLGY6n2lthgp0qKyaO1e2BTw6pTeCgSATEE6M4wGFOixUlLmL6Ge_WnVv3UfFDfR3y7y4bkuX-P-l_5C/s320/gogospromo2001.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5432692923807252370&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Go-Go&#39;s é uma banda  formada em 1978  nos Estados Unidos da América, que entrou para a história da música por ser o primeiro grupo totalmente feminino a ter um álbum no topo da Billboard, por escrever suas próprias letras e a tocar seus próprios instrumentos. Seus estilo é rock and roll, mas também tocam canções de surf music, pop-punk e new wave. O grupo, formado por Belinda Carlisle, Jane Wiedlin, Charlotte Caffey, Kathy Valentine e Gina Schock, ficou famoso no início da década de 1980.Tiveram a música &quot;We got the beat&quot; presente no Guitar Hero Encore: Rocks the 80s</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/4373298375990851731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/01/mulheres-na-musica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/4373298375990851731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/4373298375990851731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/01/mulheres-na-musica.html' title='Mulheres na Música'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRrKfOWYYQcT7tTYsZGAAnsk5B3kS7zCUqUexu3M977R9bsBKQ64Rufw5tzDffgLGY6n2lthgp0qKyaO1e2BTw6pTeCgSATEE6M4wGFOixUlLmL6Ge_WnVv3UfFDfR3y7y4bkuX-P-l_5C/s72-c/gogospromo2001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-76193455172728874.post-2047289917890554455</id><published>2010-01-29T19:55:00.000-08:00</published><updated>2010-01-29T19:58:19.438-08:00</updated><title type='text'>Mulheres em movimento: histórias do feminismo pela fotografia</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrirM4nOiVc5S0PpNEmCqQl16uVT65YAiw_ZzAQjQt8sGln6W8vaDru9Lpcv7fxYf1bJ1vEflR68IE-WdgH-tGrl-ozsBjSepz7-VoUnkJrKQ6QDYGsg-A_0Mhb0iYUXzFeV2dz1Jb5qYq/s1600-h/mulheres+em+movimentos.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 205px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrirM4nOiVc5S0PpNEmCqQl16uVT65YAiw_ZzAQjQt8sGln6W8vaDru9Lpcv7fxYf1bJ1vEflR68IE-WdgH-tGrl-ozsBjSepz7-VoUnkJrKQ6QDYGsg-A_0Mhb0iYUXzFeV2dz1Jb5qYq/s320/mulheres+em+movimentos.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5432377134027363010&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; 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 &lt;p&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;I&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Psicóloga, doutoranda do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e pesquisadora do Núcleo MARGENS/UFSC. &lt;a href=&quot;mailto:jperucchi@hotmail.com&quot;&gt;jperucchi@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;sup&gt;II&lt;/sup&gt;Psicóloga, doutoranda no Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas, sócia fundadora do Instituto Papai e pesquisadora do Núcleo MARGENS/UFSC. &lt;a href=&quot;mailto:kgalvaoadriao@hotmail.com&quot;&gt;kgalvaoadriao@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;A proliferação vertiginosa de ensaios fotográficos com foco nos movimentos sociais tem evidenciado a contribuição da fotografia não apenas para o registro histórico desses processos, mas, sobretudo, para que se possa rever certas posturas, suprir lacunas e legitimar estratégias de lutas. Ao mesmo tempo em que resgatam o cotidiano da militância feminista, onde as possibilidades se apresentam como bandeiras que buscam a unidade/pluralidade do sujeito &quot;mulheres&quot;, enquanto estratégia política, o material histórico contemplado pela fotografia, remete a este lugar de pesquisadoras militantes feministas, em diálogo com o campo.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;O acervo fotográfico reunido no livro &lt;i&gt;Mulheres e movimentos,&lt;/i&gt; da fotógrafa Claudia Ferreira e da socióloga Claudia Bonan (que assina os textos ao longo da obra), lançado em março de 2005, reúne fotos que retratam a história dos últimos 15 anos do movimento feminista no Brasil e na América Latina, discutindo as relações de Gênero e como estas são representadas no cotidiano do movimento. A história do livro começa quando Claudia Ferreira fotografou o &lt;i&gt;8º Encontro Nacional Feminista&lt;/i&gt;, ocorrido em 1989 em Bertioga, São Paulo. Fotógrafa e câmera começam ali sua trajetória na captura de imagens de mulheres no movimento feminista. Mas como relatam as próprias autoras, a história do livro começa antes, em 1975, quando, pela primeira vez, a ONU institui o Ano Internacional da Mulher e dedica a década seguinte às mulheres do mundo inteiro. Os registros da presença das mulheres na vida política e nas manifestações sociais do feminismo estão reunidos em 260 fotos que retratam as personagens, a militância, as reivindicações e bandeiras de luta, os encontros, seminários, protestos, enfim, momentos e pessoas importantes do feminismo nos últimos anos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;O livro parece mostrar um lado do feminismo que o grande público não conhece. A idéia de que o movimento feminista continua queimando sutiãs em praça pública, de que as feministas são mulheres mal amadas, recalcadas, chatas e mal humoradas ainda atravessa concepções do senso comum. O livro pretende mostrar que as reivindicações feministas, apesar de serem todas muito sérias, importantes e bem articuladas, são feitas e encaminhadas pelas militantes com bom humor e de maneira bastante criativa e festiva. Embora em preto e branco, as fotos retratam o colorido e o brilho do movimento. A estrutura do livro foi organizada de modo a fugir da maneira mais simplista de contar a história, que seria pela cronologia linear: o que aconteceu antes, o durante e o depois. O resgate fotográfico escapa brilhantemente dessa linearidade e transgride a cronologia.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;O primeiro capítulo retrata o Movimento Feminista ao longo dos anos 90 na América Latina e no Brasil, tratando dos grandes temas da agenda feminista – direitos sexuais e reprodutivos, violência de gênero, acesso ao trabalho.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;O segundo capítulo é dedicado aos encontros feministas brasileiros, apresentados e retratados como momentos de articulação e de convivência feminista, espaços de troca de idéias, de organização e articulação das reivindicações, retratados em sua seriedade, mas também em sua informalidade e intimidade. Ou seja, espaços de constituição de um &lt;i&gt;ethos&lt;/i&gt; feminista, onde se aprende e se apreende as relações de desigualdade de gênero – desde as vivências intimistas de grupos de discussão, retomando a égide &quot;nosso corpo nos pertence&quot;, até pautas da agenda transnacional de reivindicações dos movimentos feministas e de mulheres.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;O terceiro capítulo do livro retrata a participação das feministas nas conferências internacionais. Com a participação de aproximadamente 500 brasileiras, a conferência de Beijing ganhou representação especial, assim como a de Durban e a ECO92.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;No quarto capítulo, as autoras apresentam as perspectivas para o terceiro milênio, dois grandes acontecimentos estão em foco: o processo de conferências organizado pela Articulação de Mulheres Brasileiras (importante rede nacional feminista, que articula os 27 fóruns de mulheres estaduais), que se iniciou em abril de 2000 e tinha como objetivo a realização de uma conferência nacional de mulheres que sintetizasse em uma plataforma a agenda feminista de longo prazo e que apresentasse as mulheres como sujeitos políticos no contexto eleitoral de 2002. Esta conferência ganhou destaque pelas lentes de Claudia Ferreira e pelo texto de Claudia Bonan, exatamente pela importância deste evento no panorama feminista nacional. Entre os vários desdobramentos, o principal resultado foi a Plataforma Política Feminista, construída no processo da Conferência Nacional de Mulheres Brasileiras (CNMB), em Brasília, junho de 2002.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;O livro retrata o movimento feminista que o grande público não conhece. A fotógrafa teve interesse especial em divulgar o movimento para além do público feminista, mas também para esse público, e retratar o que as feministas estão fazendo ao longo desses anos. Esta perspectiva, da própria fotógrafa e militante, deu visibilidade ao movimento. O livro não se pretende restrito às militantes feministas – protagonistas das fotografias reunidas na obra –, tampouco aos estudiosos das teorias feministas, talvez por isso tenha ultrapassado os limites do movimento, estendendo-se ao campo da produção artística, apesar de manter a referência teórica e histórica das lutas feministas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Para além de atestar a existência de personagens, atos de militância, reivindicações, encontros, seminários, protestos, as fotos de Claudia Ferreira afirmam a presença do movimento feminista na realidade brasileira e latinoamericana de modo contundente há, pelo menos, mas não apenas, quinze anos. Os instantes capturados pela lente da fotógrafa permitem ler as peças de um quebra-cabeça que contempla os processos de construção democrática, articulação política, proposição de políticas públicas, mudanças na legislação, transformações nos arranjos sociais, enfim, dos desdobramentos que se processaram no Brasil ocasionados, não exclusivamente, mas muito fortemente, por situações e por pessoas ali retratadas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Se a imagem que se tinha do movimento feminista, e das pessoas que dele fizeram parte ao longo desses anos, era carregada de concepções equivocadas, as fotos de Claudia Ferreira evidenciam outras existências neste movimento: pessoas felizes, festivas, comprometidas, sérias, porém, bem humoradas, que amam tanto suas bandeiras de luta, quanto suas companheiras de luta.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Talvez a característica mais marcante do livro, especialmente das fotografias, seja o impacto que elas têm no sentido de refutar concepções preconceituosas que comumente definem o feminismo. As fotos ali reunidas são testemunhos de algo que nós, feministas, já sabemos: o feminismo não é um movimento composto exclusivamente de mulheres, brancas, assexuadas, de camadas médias e da elite, intelectualizadas e urbanas. O feminismo é, acima de tudo, um movimento plural, que agrega diferentes pessoas, de diferentes camadas sociais, de múltiplas etnias, com diferentes crenças religiosas, de diversas orientações sexuais e oriundas de diferentes contextos territoriais. O feminismo não é sisudo, mal amado ou chato. Se nos arriscássemos a brincar com as autoras e colocássemos uma legenda geral para as fotos, poderíamos utilizar uma citação de Carmen da Silva, tirada do próprio livro: &quot;Digam o que disserem, o Feminismo é uma festa!&quot;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Esse debate também vem contribuir para as discussões na atualidade em torno de possíveis identidades feministas. Ou seja, quais referentes constituem as mulheres enquanto grupo-movimento reivindicatório. Ao mesmo tempo, coloca a discussão em torno de: se o que une as mulheres em torno de processos de desigualdade está marcado em seus corpos (se é que os corpos são atestado de concretude dissecada em uma binaridade natureza-cultura), então, é sobretudo essa concretude que as torna mulheres – sexo feminino – seres unidos neste mesmo conjunto-movimento reivindicatório. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Assim, as fotos que compõem o livro são de mulheres – corpos femininos. Mulheres diversas, em diversidade. São mulheres que fazem os movimentos feministas pós-terceira onda, onde a diferença faz-se presente dentro do próprio movimento. Processos de diferença demarcados através da existência de diversos grupos que buscam processos de igualdade, enfaticamente marcados nestas diferenças. Além de compor um belíssimo ensaio fotográfico, este livro aponta para um entendimento do percurso de nosso passado e reflexão de nosso presente, vislumbrando as pautas das contradições atuais e futuras do movimento feminista na América Latina.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Recebida para publicação em março de 2007, aceita em junho de 2007.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;nt&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:10pt;&quot;  &gt;Mulheres e movimentos, Claudia Ferreira e Claudia Bonan, Rio de Janeiro, Aeroplano, 2005, 208p.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/feeds/2047289917890554455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/01/mulheres-em-movimento-historias-do.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/2047289917890554455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/76193455172728874/posts/default/2047289917890554455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mulheresliberadas.blogspot.com/2010/01/mulheres-em-movimento-historias-do.html' title='Mulheres em movimento: histórias do feminismo pela fotografia'/><author><name>Emy Azev&#39;s</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17703666077799330818</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1nU0K2plgC5PrrBjn9yBOgD2GU2eG_vjatOjIM_wsj0B_yYMQB_EtPzBF4boIij2Z96OluEm3SkuFqg31NPwkWW0J44ZdjJvllI4UD8eqm8i8ubo1rvQYETNt_sX5MA/s220/100_1522.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhrirM4nOiVc5S0PpNEmCqQl16uVT65YAiw_ZzAQjQt8sGln6W8vaDru9Lpcv7fxYf1bJ1vEflR68IE-WdgH-tGrl-ozsBjSepz7-VoUnkJrKQ6QDYGsg-A_0Mhb0iYUXzFeV2dz1Jb5qYq/s72-c/mulheres+em+movimentos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>