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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkcBQX04eip7ImA9WxNbEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289</id><updated>2009-11-14T12:14:10.332-02:00</updated><title>mundo insano</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="license" type="text/html" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/" /><logo>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</logo><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/MundoInsano" type="application/atom+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;DkEBRXs9fip7ImA9WxNUGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-7186817908582334450</id><published>2009-11-12T00:51:00.001-02:00</published><updated>2009-11-12T00:57:34.566-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-12T00:57:34.566-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ego ferido" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fim de relação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentimentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prioridades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida de solteiro" /><title>O Sapato Certo</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Svt4EA9OP0I/AAAAAAAAEpI/vlPx44l4BKA/s1600-h/qual%20sapato%5B11%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; width: 386px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="qual sapato" border="0" alt="qual sapato" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Svt4N01VMJI/AAAAAAAAEpM/3e4-KK-KP0k/qual%20sapato_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" width="386" height="228" /&gt;&lt;/a&gt;Ontem passei metade do dia com dores nos pés. O verão está chegando, os dias estão mais quentes, então resolvi colocar um sapato que comprei no verão passado. Ele é bonito, combinava com a minha roupa e é ideal para esta estação: nem muito aberto, nem tão fechado. Quando o comprei, ele machucou meus pés no primeiro dia de uso. A pele fina e sensível, acostumada com os sapatos de inverno, logo se acostumaria com o couro do sapato. Em seguida, os pés criariam calos e não doeria mais. Mas ele continuou me machucando. Logo que o descalço, sinto o alívio de quem foi “torturado” o dia inteiro por ele, então o guardo no lugar e fico um tempo sem usá-lo. Tempos depois, esqueço da dor do dia que o calcei e retorno a usá-lo. Esquecer é modo de dizer, pois eu sei que os meus pés irão doer, mesmo assim insisto, dizendo a mim mesma que desta vez eu me acostumo com ele. Mas nunca me acostumarei. O mais sensato a fazer é não usá-lo mais e admitir que fiz a escolha errada ao comprá-lo. Existem outros sapatos, muito mais bonitos, e que combinam mais com as minhas roupas e comigo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tem vezes que tenho essa mania de insistir em algo que não tem nada a ver comigo, mas que gostaria que tivesse. O porquê eu não sei, talvez seja para eu preencher um vazio do momento, como se fosse a solução. “Empaco” e me mantenho fixa naquele propósito, para provar a mim mesma que é possível e que vai ser legal. É um desafio. Em alguns relacionamentos agi assim, focada no cara como se ele fosse o “último biscoito do pacote”, a salvação dos dias e noites solitários. Bobagem, já diz o ditado: “O amor permanece, os homens é que mudam.” Que é besteira agir assim aprendemos com o tempo, ou não. Tenho amigas que também agem desta forma, até dá certo conforto saber que não sou a única que uma vez ou outra entra na fase “Glenn Close” de ser (para quem assistiu ao filme &lt;em&gt;Atração Fatal&lt;/em&gt;, sabe do que se trata), mas quando estamos de “expectadoras” da vida alheia, percebemos a perda de tempo que é. E o tempo é precioso, pena que não o valorizamos. Tudo passa, e não há máquina do tempo para recuperarmos o que perdemos de viver. Damos-nos conta do quanto desperdiçamos as nossas horas depois que a paixão passa, então é como se tirássemos a venda dos olhos e víssemos o outro como ele realmente é, ou seja, uma pessoa “nada a ver”. É tão ruim quando a ficha demora a cair... Apaixonarmo-nos pela idealização que fazemos do outro nos impede de vê-lo como realmente é: com seus defeitos, suas manias e opiniões diferentes das nossas – inclusive a falta de reciprocidade de sentimentos. Não admitir que apenas na nossa mente exista aquele ideal de pessoa criado é o que nos faz fixar no outro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Cada pé tem o sapato certo. Insistir em usar algo que incomoda, para provar o que nem se sabe o quê, só evitará que se viva outros momentos. Andar descalço também é muito bom. E dar-se a oportunidade de descobrir novos rumos, sem focar em uma paisagem específica, pois há muito de interessante para ser visto, faz do caminho algo bem mais interessante e agradável.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Svt4PAfwW9I/AAAAAAAAEpQ/R9fTjirM4pg/s1600-h/p%C3%A9%20descal%C3%A7o%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; width: 191px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="pé descalço" border="0" alt="pé descalço" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Svt4RAh33CI/AAAAAAAAEpU/LEi1YY9T8W0/p%C3%A9%20descal%C3%A7o_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="187" height="169" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;object width="353" height="132"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=89c0a0a" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-7186817908582334450?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/7186817908582334450/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=7186817908582334450&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/7186817908582334450?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/7186817908582334450?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/rqq1TxmzOlA/o-sapato-certo.html" title="O Sapato Certo" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/11/o-sapato-certo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4CQH06cSp7ImA9WxNWGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-3832005826817421239</id><published>2009-10-19T00:26:00.001-02:00</published><updated>2009-10-19T00:56:01.319-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-19T00:56:01.319-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="caverna" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amadurecimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="autoestima" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Um Domingo com Teatro e Fotografia</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;O &lt;em&gt;Centro Cultural Banco do Brasil Itinerante&lt;/em&gt; está com uma programação bem legal. Não conhecia este projeto, vi no &lt;a href="http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/index.jsp"&gt;site&lt;/a&gt; que foi criado em 1999. Antes saber tarde do que nunca! Muito boa esta iniciativa, pois facilita o acesso à cultura, por oferecer programação barata ou com entrada gratuita. Reclamam que o povo não vai ao teatro, não se interessa por cultura, mas com os preços da maioria das peças, nem todos podem ir, o que desestimula, não faz criar hábitos culturais. Parabéns aos autores do projeto cultural!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Vi a exposição do fotógrafo &lt;a href="http://www.claudioedinger.com/"&gt;Claudio Edinger&lt;/a&gt;: &lt;em&gt;Portraits&lt;/em&gt;. Edinger teve fotos publicadas nas revistas Isto É, Veja, The New York Times, Paris Match e outras mídias. Na e&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/StvOJewfF0I/AAAAAAAAEns/oLi-hoUr_Nw/s1600-h/homem%20indiano%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; width: 300px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="homem indiano" border="0" alt="homem indiano" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/StvOKkKGx-I/AAAAAAAAEnw/nA3dYHtRpgo/homem%20indiano_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" width="246" height="246" /&gt;&lt;/a&gt;xposição, há fotos de Bruna Lombardi, Woody Allen, Lula, algumas fotos da Índia (maravilhosas!), do Nordeste brasileiro, da Cláudia Magno, tão jovem (tinha esquecido dela, uma pena ter morrido tão cedo!). Linda a exposição. Amo fotografia, e está entre meus planos um curso de fotos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Assisti também Shirley Valentine, com Betty Faria. Fiquei sabendo do CCBB pela propaganda da peça, gostei da sinopse: um monólogo de uma dona de casa, com um marido e dois filhos já criados. Shirley, tão vivaz e sonhadora na adolescência, se transformou em uma mulher apagada, que fala com as paredes. E o marido, também solitário, fala com a geladeira. Quando foi que o diálogo entre eles acabou, ela não sabia dizer. É estranha a transformação da relação que alguns casais passam: tão íntimos e, com o passar do tempo, tão estranhos um ao outro, pela falta de conversa. Shirley era só. A única certeza que tinha era ir em busca da sua essência, a Shirley Valentine da época de solteira. Então ela aceita o convite de uma amiga para ir à Grécia, por 15 dias, e se redescobre. Encantada com a mensagem que o texto passa, lá fui eu ao Teatro São Pedro comprar os ingressos, convidei meu pai para ir comigo. Já estava quase lotado (o valor do ingresso era quinze reais, e meia entrada para quem era correntista do Banco do Brasil). Consegui lugar somente na Galeria Central, no último andar do teatro. “Visibilidade Prejudicada”, mencionava o bilhete. Isso significava que teríamos que chegar uma hora antes, para conseguirmos ficar na fileira da frente, encostados na grade, para poder enxergar o espetáculo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/StvOLxkg7CI/AAAAAAAAEn0/L31TnYXvxlE/s1600-h/shirley%201%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; width: 276px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="shirley 1" border="0" alt="shirley 1" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/StvONG8FfeI/AAAAAAAAEn4/Xn5SadJibSM/shirley%201_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="276" height="187" /&gt;&lt;/a&gt; Conseguimos o lugar, mas algumas pessoas não. Nestas horas percebemos que teatros antigos são belíssimos pela arquitetura, mas mal planejados: o pessoal que ficou na fileira de trás, visualizava o corrimão da grade, cortando a visão. E, detalhe, tenho fobia de altura. No lugar que sentei, os meus pés encostavam-se à grade, e eu via toda a platéia debaixo, no térreo, pequenininha. Cheguei a sentir um frio nos pés (quem tem fobia de altura sabe do que estou falando: o frio, ao invés de ser na barriga, é nos pés). Olhei para a senhora que estava ao meu lado e disse que hoje curaria minha fobia de altura. “Sempre gostei de altura”, ela me respondeu, e fiquei pensando quando começou este meu pavor por lugares altos. Quando criança, lembro de subir escadas, não as de casa, mas as de pedreiro, mas não conseguia descê-las, por medo de cair. Apesar disso, quando eu ia a parques de diversão, adorava brinquedos como a Roda Gigante e o Kamikase. Hoje, ainda aceitaria andar em algum, mas ficar solta, sem proteção, nas alturas, faz-me suar frio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/StvOOf8qPuI/AAAAAAAAEn8/38ooBqE6blQ/s1600-h/shirley%203%5B19%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; width: 300px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="shirley 3" border="0" alt="shirley 3" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/StvOPi0VmfI/AAAAAAAAEoA/538Ff5OfE84/shirley%203_thumb%5B15%5D.jpg?imgmax=800" width="302" height="206" /&gt;&lt;/a&gt; A peça começou e Betty Faria encarnou a personagem com uma sensibilidade que nos fazia rir e nos emocionar ao mesmo tempo. Sozinha no palco, Shirley Valentine desabafava sobre a vida parada que levava, como se conversasse com amigos. Era engraçada ao falar das suas desgraças e nos fazia refletir: “Pra que tanta vida, sem nem a usamos?”, questionava ela. O medo de mudar faz com que se criem barreiras na própria vida. A acomodação sempre vem acompanhada do medo, seja do ridículo ou da própria mudança, como se as pessoas não merecessem sair daquela vida sempre igual. A única coisa boa que o tédio traz é a segurança. Viver sem novidades: nem boas, nem ruins. Há um momento, na vida da maioria das pessoas, em que se sente necessidade de movimentar o tédio. Uns deixam a vontade passar, outros vão para a “Grécia”, como Shirley. Revolucionar para se reencontrar, e não perder vida! A peça acabou e aplaudi Betty em pé, sem medo de cair da galeria do último andar do teatro. Quando enfrentamos nossos medos, eles se tornam tão menores, que seria um desperdício nos focarmos tanto neles. Viver é necessário, o resto é mesmice.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aconselho a todos a assistir: &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="4"&gt;Shirley Valentine&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com Betty Faria.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Texto de Willy Russell. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradução de Euclides Marinho. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Direção de Guilherme Leme. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Site da peça: &lt;a href="http://shirleyvalentine.com.br/"&gt;http://shirleyvalentine.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;e a ver:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;em&gt;Portraits – Claudio Edinger&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;15 a 25 de outubro de 2009, no Teatro São Pedro, Porto Alegre/RS.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Demais cidades, consultar o site do CCBB.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;object width="353" height="132"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=2daf7e4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-3832005826817421239?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/3832005826817421239/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=3832005826817421239&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3832005826817421239?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3832005826817421239?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/kqx7adISRGQ/um-domingo-com-teatro-e-fotografia.html" title="Um Domingo com Teatro e Fotografia" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/10/um-domingo-com-teatro-e-fotografia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcBSX46fCp7ImA9WxNXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8286981682500380003</id><published>2009-10-06T00:11:00.002-03:00</published><updated>2009-10-06T01:07:38.014-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-06T01:07:38.014-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="namoro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pavio curto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="caverna" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ansiedade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tpm" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bronca" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentimentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Homem-Caverna x Mulher-TPM</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Ssq1YvDRPkI/AAAAAAAAEnc/0TWKIdjPhYQ/s1600-h/femininoxmasculino10.jpg"&gt;&lt;img alt="feminino x masculino" border="0" height="292" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Ssq1acRvFTI/AAAAAAAAEng/172Zib311aA/femininoxmasculino_thumb8.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; width: 365px;" title="feminino x masculino" width="383" /&gt;&lt;/a&gt; A guerra dos sexos sempre existirá, homens e mulheres querendo se autoafirmar não só no ambiente de trabalho, como também nos relacionamentos. O número de divorciados e separados aumentou em triplo em comparação ao tempo dos nossos pais, os precursores em não querer mais conviver em conflito. Homens reclamando que não entendem as mulheres é o mais comum de se ouvir, virou clichê. Com a independência feminina e a mulher impondo sua opinião, elas também soltam o verbo e afirmam: homens são mais difíceis de entender que mulheres. Talvez por eles terem uma visão mais simples das coisas, não complicam. E entender esta ausência de complicação não é nada fácil para o sexo feminino, tão detalhista. Em tempos de guerra, a mulher descarrega o estresse na fase da TPM. Os homens escolheram a Caverna para se esconderem dos dias cinzentos. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Tensão Pré-Menstrual (TPM) é famosa por enlouquecer a todos que estão ao redor das mulheres que sofrem deste mal. Sim, porque TPM é um mal. Ou ela faz brigar com o mais paciente ser que cruza o caminho de uma mulher em fúria, deixando-a com raiva de tudo e de todos, ou a faz chorar diante de um mero comercial de televisão. O lado bom – ou ruim? - deste choramingo que a disfunção hormonal provoca é a inspiração criativa provocada por uma sensibilidade à flor-da-pele, muito útil em algumas áreas da vida. Uma autoanálise surge nas fases melancólicas e a mulher tem a impressão que é a única solitária da face da Terra, mesmo estando acompanhada. É a fase do “descarrego”, em que tudo o que incomoda e está guardado no íntimo eclode. Quem aguenta elas nestes dias? Nem elas mesmas se suportam!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pior que conviver com uma mulher em TPM, é ter que lidar com um homem enquanto ele estiver na Caverna. Quando isso acontece, ele some por um tempo, porque não quer ser visto “na escuridão” da depressão que o estresse lhe provocou e, se não for possível desaparecer, ele se cala, respondendo apenas monossilabicamente a qualquer pergunta, e o faz de forma tão sussurrante, como se falasse para dentro, que a mulher tem que pedir para ele repetir o que disse, deixando-o irritado. Não se sabe do problema, se o incômodo é com ela ou com o trabalho, talvez seja com os amigos. Ele não diz o que tem, porque “não é da tua conta”. Enquanto ele se esconde, mil coisas passam na mente da mulher, pela falta de atenção e indiferença que ela recebe, deixando-a confusa e insegura. Seria mais fácil e causaria menos estresse se o homem na Caverna desabafasse ou, pelo menos, desse alguma pista do que está acontecendo. Viver uma relação assim é como estar sozinho, mas juntos. Não há troca. Segundo John Gray, autor de &lt;i&gt;Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus&lt;/i&gt;, o homem só sai da caverna depois de “ruminar” os seus problemas, até encontrar uma solução, e a mulher precisa entender esta necessidade de isolamento que ele tem. Quem aguenta o homem nestes dias? Nem eles se suportam!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se ambos estão “nesses dias” na mesma época, sai da frente que vem “chumbo grosso”. A teoria faz a convivência parecer ser fácil, porém nem todos estão dispostos a adaptarem-se com as necessidades do outro. Vivemos tempos de ansiedade e somente muito amor ou, pelo menos, muita vontade de que o relacionamento dê certo renova a compreensão e a paciência dos primeiros anos da relação. Temperamentos imprevisíveis desgastam o afeto e cansam. Também não se pode deixar de comentar que há mulheres que vivem em uma eterna TPM e homens que nunca saem da Caverna. São os chamados “difíceis de conviver” ou pessoas de “gênio forte”. Ao passo que a TPM atiça sentimentos explosivos, como raiva e impaciência, a Caverna amorna pelo isolamento, como se esfriasse aos poucos o amor. Relação morna ninguém quer, nem chá ou café mornos são bons. Homens e mulheres tem diferentes formas de extrapolar o estresse, mas as conseqüências são semelhantes: distanciam o outro. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seria tudo mais fácil, se as pessoas não complicassem tanto. Todavia o que fazer se os hormônios são os que comandam? Aprender a conviver com as diferenças e saber que tudo não passa de &lt;i&gt;fogo de palha&lt;/i&gt; é a forma mais adequada. Hoje em dia, a medicina já tem solução para quase tudo: a Psicanálise deixou de ser tratamento para doidos, vencendo o preconceito, e a TPM é controlada com comprimidos que regulam os hormônios. Mas e a Caverna? Ainda sem solução e, em pleno século XXI, o homem estressado se isola, recusando ajuda, parecendo os seus antepassados pré-históricos. E depois as mulheres é que são difíceis de entender.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=314c55b" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8286981682500380003?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8286981682500380003/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8286981682500380003&amp;isPopup=true" title="18 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8286981682500380003?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8286981682500380003?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/vhwuN2K7sNk/homem-caverna-x-mulher-tpm.html" title="Homem-Caverna x Mulher-TPM" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">18</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/10/homem-caverna-x-mulher-tpm.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYARn8zeyp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-7767089238394047740</id><published>2009-09-26T17:14:00.024-03:00</published><updated>2009-10-03T13:25:47.183-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T13:25:47.183-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança de fase" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amadurecimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="opinião" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Quem são elas…, no blog Afrodite para Maiores</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Há algumas semanas, recebi o convite da minha amiga blogueira Luciana P., para escrevermos um texto onde falaríamos sobre as perspectivas e o que pensam mulheres de diferentes décadas. Achei muito boa a ideia e aceitei, junto a outras blogueiras. Interessante ver o amadurecimento e pensamentos de mulheres em diferentes fases. O texto ficou pronto e publicado ontem, no blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://afroditepramaiores.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Afrodite para Maiores&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;, da Luciana. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Adorei o resultado! Eu me vi em Kika quando tinha a idade dela, época de sonhos, de não saber “o que serei quando crescer” e de que está na hora de levar a vida a sério, pois finalmente chegamos à vida adulta. Comparando meu depoimento ao das outras blogueiras, percebi o quanto sou séria. Queria ser mais alegre, mais divertida. Eu me considero bem-humorada, dou bastante risada, faço piadas de tudo, mas esta forma de encarar a vida eu queria que fosse mais &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;light&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;, mais leve, como quando eu tinha os meus 20 anos. Estes dias eu estava falando a um amigo que eu estava com baixa autoestima de personalidade. Estou contente com minha aparência, o que era possível mudar eu já mudei, mas este “ser maduro demais" não me agrada. O meu problema é que levo a sério demais o ditado “prevenido morreu de velho”. Sempre penso no depois e, na vida, o bom é viver o momento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;De todas as que deram depoimento, a que me pareceu estar em uma fase tranqüila, a fase Carpe Diem, foi Ava. Pela sua experiência de vida e mostrar-se uma mulher que não se acomoda, merece aproveitar o que a vida oferece de melhor. Hoje, eu me identifico muito com a Luciana, talvez por isso sejamos amigas e sempre mantemos contato. Temos o mesmo signo, somos arianas. Quatro depoimentos, um desejo: o de ser feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A Luciana P. me autorizou a publicar o texto no Mundo Insano, e para quem quiser saber mais sobre estas mulheres tão cheias de vida e de incertezas, convido-os a conhecerem o blog delas (o link está no texto da Lu). Vale à pena a visita.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=c8feed6" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Eis o texto:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://afroditepramaiores.blogspot.com/2009/09/nascidas-em-decadas-diferentes-quatro.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Quem são elas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr519vw2zeI/AAAAAAAAEec/Ui1uOX99TNU/s1600-h/meninas2%5B2%5D.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="meninas2" border="0" height="165" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr51-yJDFwI/AAAAAAAAEeg/7nclRY6icPM/meninas2_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="meninas2" width="420" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;ascidas em décadas diferentes, quatro mulheres de estereótipos personalíssimos, com um ponto em comum: todas blogueiras. Ava (&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://avassaladora-minhasvidas.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Minhas Vidas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;), Lu (&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://afroditepramaiores.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Afrodite para Maiores&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;), Dani (&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://andarsemrumo.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mundo Insano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;) e Kika (&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://avidaehcurtademais.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Felicidade à Vista&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;) Elas expõem quem são, o que pensam sobre a vida e quais as suas expectativas, num contexto amplo e irrestrito.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr51__31d3I/AAAAAAAAEfk/FdLV46lqfdc/s1600-h/ava%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr51__31d3I/AAAAAAAAEfs/gziX3qTirIs/s1600-h/ava%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="ava" border="0" height="194" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52Bp3Ng8I/AAAAAAAAEew/9oe0A7bP19Q/ava_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="ava" width="160" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Ava/Alice, 50 anos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;, divorciada, administradora de empresas, começando minha Pós-Graduação em Gestão de Negócios. Voltei ao mercado de trabalho após 21 anos. Tempo esse em que curti meu casamento e criei meus filhos... Um tempo muito feliz!       &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Recomeçar exigiu de mim uma força colossal... Força que, em momento algum, senti fraquejar. Sinto-me realizada como profissional, como mãe e como mulher. Voltar à ativa não é fácil, e hoje percebo que consegui, e que estou produzindo, trabalhando, criando, dentro de uma organização que me absorve totalmente.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Acredito no amor e em suas várias formas de se manifestar... Gosto do amor, gosto de amar e de ser amada... E gosto daquele homem que consegue, um pouquinho pelo menos, acompanhar o pique dessa mulher de 50 anos.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; &amp;nbsp;Enfim, sou apenas uma mulher que ama, que vibra, que pulsa, que sente o amor, que ri, que chora, que grita, que faz silêncio, que sente a vida como se quisesse bebê-la em grandes goles... Que sente o fogo da vida em labaredas gigantescas, arder o tempo todo dentro de mim...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52C29g7_I/AAAAAAAAEf0/_W1KfSrj0Sc/s1600-h/luciana%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52C29g7_I/AAAAAAAAEf4/JLYdPiEikfk/s1600-h/luciana%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="luciana" border="0" height="225" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52EtpltQI/AAAAAAAAEe8/1grdRz7LmTU/luciana_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="luciana" width="144" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Luciana/Lu, 41 anos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;, professora de Português. Quando se está nesta fase da vida não é muito difícil olhar para trás e perceber o que ainda está faltando. Já tenho uma ideia exata do significado da palavra “ausência”. Portanto, eu sei perfeitamente o que preciso para o meu presente e quais expectativas ainda alimento para o futuro.        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Não concordo com as pessoas que dizem que uma mulher de quarenta é segura, decidida e sabe o que quer. As inseguranças surgem dependendo do contexto que se está vivendo e não da idade em que se está. Não é porque já escrevi mais da metade da minha história que terei respostas prontas para os capítulos vindouros, que podem surgir numa manhã de primavera ou numa noite cálida de verão.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Uma mulher de quarenta não terá os rompantes da juventude, pois sabe que isso poderá lhe causar danos irreparáveis ao coração. Nesta idade, posso ser tão sensível quanto qualquer mulher mais jovem, mas consigo camuflar num sorriso inteligente e maduro todas as dores e instabilidades que, de repente, estou vivenciando.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; A única certeza que uma mulher madura como eu tem é a mesma que uma de 20, 30, 50 ou mais: buscar a felicidade, esteja ela onde estiver.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52FjY3MnI/AAAAAAAAEgE/FmK2Ias7ZmA/s1600-h/Daniela%20Figueiredo%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52FjY3MnI/AAAAAAAAEgI/22X1u-O06ro/s1600-h/Daniela%20Figueiredo%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="Daniela Figueiredo" border="0" height="190" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52HvRn0CI/AAAAAAAAEfQ/61jYWm-ik8k/Daniela%20Figueiredo_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="Daniela Figueiredo" width="142" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Daniela Figueiredo, 34 anos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;, servidora pública. Adorei quando fiz 30 anos, ao contrário de algumas amigas que entraram em crise de idade. Depois dos 30, passei a cuidar de mim, investi numa reeducação alimentar e exercícios físicos - era completamente sedentária antes disso.        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Quero chegar aos 40 anos em boa forma. Estou na época de realizar os planos feitos aos 20, agora que já conquistei a minha independência. Fui criada para não depender de ninguém e, sim, ter meu próprio dinheiro para fazer o que eu tivesse vontade. Nunca sonhei em casar na igreja, de véu e grinalda, e formar uma família. Claro, que eu queria ter marido e filhos, porém a minha prioridade era minha profissão. Não poder me sustentar sozinha era o meu maior medo. No momento, meu projeto é livrar-me do aluguel e adquirir um apartamento. Também voltei a estudar em um curso pré-vestibular, vou cursar outra faculdade. Quero fazer tanta coisa, que me falta tempo. Sinto falta de ter um namorado, ninguém quer ficar sozinho, e eu me pergunto se estou dando espaço para “ele” entrar na minha vida. Recém aprendi que podemos viver tudo, que para nos dedicarmos a uma área da vida não é necessário esquecermos as outras. Estou mais light comigo mesma.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Vivi algumas paixões, mas nada que mexesse muito comigo. Não acredito em “par ideal” ou “príncipe encantado”, mas sempre quis viver os romances de cinema. Não quero ser como aquelas mulheres desiludidas e conformadas. Sei que criar expectativas só atrapalha, pois faz com que a gente fantasie e deixe de aceitar o outro do jeito que é.         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Viver o momento e me permitir aproveitar o que a vida oferece, sem criar barreiras e desculpas, é a minha prioridade atualmente.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52IlQNSaI/AAAAAAAAEgU/2wa8GEhnt40/s1600-h/%C3%A9rika%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52IlQNSaI/AAAAAAAAEgc/FW4dbK8N7kk/s1600-h/%C3%A9rika%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="érika" border="0" height="189" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sr52Kde3R6I/AAAAAAAAEfc/n8pDzwip7io/%C3%A9rika_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="érika" width="145" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Érika/Kika, 22 anos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;, é pouca idade ainda para a jornada que me espera pela frente. Posso resumir minha vida em uma palavra: DESCOBERTAS. Estudos, trabalhos, baladas, namorados, amigos, curtir a vida... Muitooo... Tudo tem um pouco de novidade.        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Já me formei, tive amores (que não deram certo), fiz mts amigos, curti minha adolescência, estou curtindo minha juventude, mas ainda tenho muito pra viver, né? Cresci, aprendi a lutar pelo que quero, estou correndo atrás dos meus sonhos, meus objetivos...         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; &amp;nbsp;Acredito que o mais importante seja APROVEITAR intensamente cada fase da vida. Não tenho pressa em crescer. Estou numa fase maravilhosa. O início da vida adulta... Sei que nem tudo são FLORES... Encarar responsabilidades, Ixiiii...os amores (a descoberta da vida sexual), o trabalho, o dinheiro, hehe, a consciência do que realmente é a vida, e como ela é BOA.        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; Os amores, por enquanto, são passageiros, mas cada um que passa por nossa vida, o pensamento é o mesmo: “Será que é ele?” Desilusões são normais nesta fase, são necessárias para o amadurecimento. Quem não aprende a sofrer agora, pode ser pior depois. Fase boa para crescer profissionalmente também. Estudar, estudar, estudar... Fico muito ansiosa para saber o que será do meu futuro. Casa, carro, casamento, filhos, netos, um AMOR de verdade... Alguém aí tem uma bola de cristal??? Rsrsrs. Mas prefiro ter calma... Uma coisa de cada vez!!! Ainda tenho muito chão pela frente.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Luciana P. também é editora do blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://blogariana.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Simplesmente Ariana&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;; Ava também é uma das editoras do blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://verbofeminino-rm.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;...RM no Verbo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; e Kika também é uma das editoras do blog &lt;/span&gt;&lt;a href="http://umamorprecorda.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Um Amor para Recordar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-7767089238394047740?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/7767089238394047740/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=7767089238394047740&amp;isPopup=true" title="29 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/7767089238394047740?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/7767089238394047740?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/4OGqvTMMOO0/quem-sao-elas-no-blog-afrodite-para.html" title="Quem são elas…, no blog Afrodite para Maiores" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">29</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/09/quem-sao-elas-no-blog-afrodite-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQGQHYzfSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-2954176289785842760</id><published>2009-09-12T01:40:00.003-03:00</published><updated>2009-10-03T13:28:41.885-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T13:28:41.885-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="autoestima" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Quando a razão é melhor para o coração.</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SqsmJMcT-9I/AAAAAAAAEd8/INAVA7lE7hY/s1600-h/janela%20aberta%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="John?r Bildbyr? AB
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&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Maria é casada com João há 30 anos. No começo, tudo era maravilhoso, como quase todos os casamentos. Um apaixonado pelo outro, sonhos em comum, planos de progredirem juntos, eram companheiros. Tiveram um filho, Francisco, 25 anos e já “encaminhado na vida”. Hoje, Maria e João têm situação financeira estável e uma vida muito confortável. Ela não pode dizer que eles vivem brigando, embora uma rusguinha surja de vez em quando, mas aquela paixão que causava sensações de “borboletas no estômago” no começo da relação, não existe mais, transformou-se em amor, em companheirismo, quando se ama o outro com defeitos e tudo. Há um ano, Maria descobriu que João a trai com uma mulher vinte anos mais jovem que ela. Logo que soube, fez de conta que não sabia de nada, afinal, era com ela que ele passava as noites, as datas especiais e as viagens de férias. Pedir a separação seria o mesmo que desistir de tudo que conquistaram juntos, do casamento, das futuras experiências que ainda viveria com aquele homem tão importante para ela. A impressão que tinha, era que tudo foi em vão, que nada do que viveram tinha importância. A autoestima foi prejudicada, ela não se sentia mais aquela mulher desejável que tanto atraía o marido no começo da relação. Estaria ele tão insatisfeito? Logo ela, que nunca descuidou da aparência e tinha um corpo de dar inveja a muita menina! Aguentou firme aquela situação, até que, há quatro meses, Camila, a jovem amante de 27 anos, começou a incomodar. Mandava emails e cartas - uma continha um DVD com os melhores momentos dos dois – que Maria não teve coragem de assistir. Dissimular, fazendo de conta que tudo está perfeito é fácil, quando o que incomoda não aparece. “Longe dos olhos, longe do coração”, já dizia o sábio ditado. Maria disse a João que sabia de tudo. Ele chorou, dizendo que ela era a mulher da vida dele e a base de tudo. Sem ela, ele era ninguém. Maria sabia que os homens sempre choram nestas horas. “Lágrimas de crocodilo”, pensou. Tinha chegado o momento dela decidir eliminar tudo aquilo que a incomodava e era o seu principal tema de várias sessões no analista. Valeria à pena continuar com aquele faz de conta?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lúcia sempre sonhou com o alguém especial, embora nem sempre (ou quase sempre?), atraísse um homem que preste, como dizia a sua avó. Lúcia não era acomodada com ela mesma e nem com a vida, não era de ficar em casa esperando o futuro bater à porta. Festeira, saía sempre com os amigos. Nestas saídas, conhecia vários homens: solteiros, comprometidos, baixinhos, altos, intelectuais, burros, dos mais variados tipos... Todos eram temporários, nenhum permanecia. O penúltimo cara com quem tinha saído criticou-a por não ter lido Dotoiévski e preferir “leituras junk food” (como ele denominava os livros de autoras como Martha Medeiros e Helen Fielding, que toda mulher normal, realista e sonhadora ao mesmo tempo, adora). O Erudito, como ela o denominou, a fez se sentir o verdadeiro “Big Mac” após o encontro, embora ele e o sanduíche tivessem em comum o conservante como ingrediente mais ativo. Vá ser conservador assim longe dela! Lúcia gostava de clássicos, mas leitura leve também faz bem à alma. Traumatizada com os caras que costumava atrair, ela fugia para a internet, que a fazia fantasiar com relacionamentos virtuais e legais (porque no mundo virtual todos são queridos), e esquecer um pouco dos homens reais que a faziam se sentir para baixo. Sabia, mais que ninguém, que neste mundo virtual não se deve levar as coisas a sério, mas gostava de sonhar acordada. Costumava conversar com André, um cara que morava a 1.109 Km de distância. Gostava do papo, ele dava a atenção que toda mulher carente quer. Chamava-a de &lt;i&gt;meu amor&lt;/i&gt; e, de vez em quando, de &lt;i&gt;meu anjo&lt;/i&gt;. Apesar de tratá-la sempre com carinho, André nunca demonstrou curiosidade em conhecê-la, e dava em cima de várias mulheres na internet. Teve o dia em que ela resolveu ver o perfil dele no Facebook, e descobriu não ser o único &lt;i&gt;anjo&lt;/i&gt; e, muito menos, o único &lt;i&gt;meu amor&lt;/i&gt;. Aliás, algumas das amigas virtuais, ele chamava de “Gostosa!”, em incontroláveis rompantes hormonais, quando uma ou outra postava, em seu perfil no tal site, que foi picada por mosquitos tarados e ameaçadores ou estava sendo vista pelo vizinho lavando louça usando apenas lingerie. Isso o levava à loucura. André nunca a tinha chamado de “Gostosa!”. Pelo visto, Lúcia não agradava o suficiente nem pela internet. Ela estava desiludida. Se os mesmos erros estavam se repetindo constantemente, estava na hora dela mudar.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Duas mulheres, com vivências diferentes e algo em comum: a baixa autoestima. Por não se sentirem merecedoras de bons relacionamentos, mesmo que inconscientemente, se acostumaram a relações que as fazem se sentir para baixo, como se isso fosse o normal. Todas querem ser amadas e especiais. Algumas mulheres, como Lúcia, por quererem tanto, criam expectativas onde não há, e se assombram quando o homem que estão envolvidas se mostra diferente da fantasia criada por elas. “Um cafajeste!”, dizem algumas. E estes se defendem, dizendo que nunca enganaram ninguém. E têm razão. Eles dão os sinais e deixam claros os seus propósitos, a mulher é que se deixa enganar. Outras, como Maria, têm medo da mudança e do começar de novo. Preferem viver com o nó na garganta e o aperto no peito, pois refletem no que será da vida delas sem o marido. Conseguirão ser felizes sozinhas e contar com elas mesmas? Até que ponto essa dependência emocional afeta a vida delas? &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A revista &lt;i&gt;Women’s Health&lt;/i&gt;, de setembro de 2009, publicou a matéria &lt;i&gt;Suba no Salto&lt;/i&gt;, que fala sobre a autoestima. Nesta reportagem, Juliana Diniz entrevista a terapeuta Lana Hanari, que explica esse envolvimento que mulheres com baixa autoestima têm em relação a homens que não as fazem se sentir especiais. “A relação é alimentada pela confirmação de sua inferioridade”, diz a matéria da revista, que também explica o porquê os homens que as fazem se sentir amadas não agradam, pois isso não é algo comum para elas. Se alguém gosta delas do jeito que são, é porque não é bom o suficiente. São mulheres que precisam de alguém que elas admiram para se gostarem. E só admiram quem elas acham superior a elas, então idolatram o outro, colocando-o em um pedestal. Ignoram que, para serem felizes, têm que se gostar primeiro. Sustentarem-se sozinhas, sem bengalas, para se manterem em pé. Não usar o outro para aumentar a autoestima, este tem que ser visto como um companheiro do mesmo peso, para não haver desequilíbrio na balança. E por se sentirem inferiores, atraem homens iguais a elas, que nunca as acham suficientemente boas para eles, pois a baixa autoestima afeta também alguns homens, que tentam contornar este problema de maneira bem parecida, ao esperarem encontrar a mulher perfeita para exibirem aos amigos, e causar inveja a outros homens. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O exercício da boa autoestima é diário. E não é fácil. A razão diz para não seguir o coração e não criar expectativas. Deixar a vida correr o seu rumo. Sem se limitar, sem fechar caminhos. Mudar o foco, pensar mais em si mesma e não no outro. Quando alguém se propõe a se cuidar melhor, como realmente merece, atrai coisas boas porque amplia a visão sobre os fatos. Novas oportunidades aparecem e nota-se que a vida não é apenas aquele mundinho criado na mente. Não olhar sempre na mesma direção e, sim, abrir janelas, permitir-se. O mundo é amplo, e viver o que a vida oferece de bom, sem medos, é o segredo da felicidade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=ddb43e0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-2954176289785842760?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/2954176289785842760/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=2954176289785842760&amp;isPopup=true" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2954176289785842760?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2954176289785842760?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/XLuOduCEtS8/quando-razao-e-melhor-para-o-coracao.html" title="Quando a razão é melhor para o coração." /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/09/quando-razao-e-melhor-para-o-coracao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQAQHsyfCp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8048331546320081011</id><published>2009-09-05T23:31:00.005-03:00</published><updated>2009-10-03T13:29:01.594-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T13:29:01.594-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insônia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ansiedade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="internet" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prioridades" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Tempo para Tudo</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SqMfBmzz78I/AAAAAAAAEb8/GfHNJdat48k/s1600-h/ampulheta%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="ampulheta" border="0" height="367" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SqMfCyvu3gI/AAAAAAAAEcA/Dg1EOV53ud0/ampulheta_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="ampulheta" width="438" /&gt;&lt;/a&gt; Eu queria que meu dia tivesse 27 horas, só para poder dormir. E que nessas cinco horas a mais, não tivesse nada de interessante para fazer. Em tempos de correria, que queremos fazer e acontecer, não nos sobra tempo nem para dormir. Como o dia só tem 24 horas, dormir se tornou perda de tempo. Pensei em recuperar o sono perdido nos finais de semana, mas se estes vêm junto a um sol maravilhoso, que incentivo tenho de gastar o dia reservado para o lazer, dormindo? Finais de semana são para se divertir. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje em dia, fala-se muito na Ressonância Schumann. Segundo esta teoria, os dias não têm mais 24h e, sim, 16h. Oito horas a menos (e eu só queria cinco a mais). A Terra está acelerada, o que tem causado certo desequilíbrio na natureza. Se isso procede, não sei, mas tem certo sentido, pois a maioria de nós representa ser bem mais novo do que a idade que tem e o final de ano logo está aí. Pelo menos temos em quem colocar a culpa por esta “correria” temporal. Aliás, a falta de tempo é uma desculpa que costumamos usar quando não cumprimos determinados desejos-deveres, como estudar ou fazer aquela tarefa que estamos nos programando faz um bom tempo, mas que nunca estamos disponíveis para tal. Falta de organização com a própria vida, isso sim! E haja horário para encaixarmos tudo o que queremos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas vezes, desperdiçamos nosso tempo na Internet - por exemplo - logo ela, tão revolucionária e informativa. É a comodidade que nos prende, só pelo fato de trocarmos muita informação em um curto espaço de tempo. Disponibilidade e dúvidas resolvidas em menos de um minuto. “&lt;i&gt;O Google é o meu pastor, nada me faltará!&lt;/i&gt;” é o novo lema. Gastamos, no mínimo, umas duas horas nela (o que sobra 14h livres, fora o tempo para dormir, levando em conta a Ressonância Schumann). Além das notícias e MSN, em que conversamos com amigos que estão longe ou não conhecemos, e que gostaríamos que estivessem perto da gente, pois nada substitui o estar perto, temos as redes sociais, em que raramente um conhece o outro pessoalmente. Apesar dos pesares, não deixa de ser um quebra-galho para os dias de solidão. Funciona como uma terapia, lugar em que se desabafa com amigos, alguns que nunca se veem ou, muitas vezes, fala-se sozinho, largando frases soltas para o nada, como no &lt;i&gt;Twitter&lt;/i&gt;, em que dificilmente alguém responde. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aquele tempo reservado para ler, ir ao cinema, pular de para-quedas, fazer exercícios, se divertir ou apenas caminhar à beira da praia se tornou escasso. A relação unilateral entre máquina e homem leva à acomodação e à anti-socialização real. Na Internet, todos estão juntos, sós. Cada qual em seu canto. Uma união de solitários. Passar muito tempo na rede é sinal de solidão. E esta chega quando os dias se tornam iguais e ficamos inertes na mesmice. Uma vontade de “ficar na sua” se apodera, como forma de proteção. A vontade de mudança permanece, mas se torna uma fantasia, cada vez mais distante da realidade. E, assim, perde-se tempo, perde-se vida. É como se todos os dias fossem cinza.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando a ficha cai e se torna imperceptível o desperdício de não estar aproveitando a vida como ela merece ser vivida, é hora de reorganizar os valores e rever as ações. O que se está fazendo da própria vida? É isso que realmente quer para si? Mudar nem sempre (ou quase sempre?) é fácil, mas é necessário. A acomodação que se tem consigo mesmo só é notada quando se perdeu muito tempo. O pouco que nos resta merece ser aproveitado com prazer. Porque merecemos. Qualquer coisa fora disso pode esperar.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=c863d88" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8048331546320081011?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8048331546320081011/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8048331546320081011&amp;isPopup=true" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8048331546320081011?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8048331546320081011?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/AQJw2GIS-fg/tempo-para-tudo.html" title="Tempo para Tudo" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">11</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/09/tempo-para-tudo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUACSH85eyp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-310949074274026262</id><published>2009-08-21T02:04:00.009-03:00</published><updated>2009-10-03T13:36:09.123-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T13:36:09.123-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="melancolia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tpm" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Dias Cinzentos</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/So4qvusjjZI/AAAAAAAAEaM/pHQhPkBcg38/s1600-h/liberdade09%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="liberdade09" border="0" height="363" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/So4qxKtVN4I/AAAAAAAAEaQ/gTo3Vy32VPE/liberdade09_thumb%5B7%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="liberdade09" width="470" /&gt;&lt;/a&gt; Não é somente o ócio que não me faz bem. Os dias nublados também não. Quando fico sem fazer nada, penso besteiras, fico carente e me apego facilmente às coisas e pessoas. E incomodo, querendo atenção. Ah, como incomodo! Para que isso não aconteça, eu preciso constantemente de movimento. Se esses dias de ócio forem aliados a dias de chuva, entro em melancolia. Uma tristeza bate em mim e o coração aperta. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As aulas voltaram na segunda-feira e meu tempo de ócio acabou, mas faz duas semanas que não para de chover. Para não dizer que tivemos um intervalo, na semana passada apareceu um sol maravilhoso, provocando um calor de 33ºC em pleno inverno do Rio Grande do Sul. E haja saúde para tanta alteração na temperatura. São Pedro está &lt;i&gt;deprê&lt;/i&gt;, para manter por tanto tempo o cinza no céu. Gosto de claridade. Nem a luz das luminárias me agrada, esta eu gosto só para quando eu for dormir. Se eu fosse personagem do filme de terror &lt;i&gt;Poltergeist&lt;/i&gt;, em que a parapsicóloga aconselha a garotinha loira, sequestrada por espíritos revoltados e sem noção, a não caminhar em direção à luz, eu estaria ferrada! Escuridão não é comigo. E os dias nublados também não. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para espantar a tristeza, nada como ouvir músicas que levantem o astral. Aquelas que a gente não consegue ficar parada e – quando escutamos – balançamos nem que seja os pés. É incrível como a melodia de uma música interfere no nosso humor. Há terapeutas que usam a Musicoterapia para tratamento de seus pacientes, tamanha é a eficiência nos resultados. Tempos de chuva deveriam ser acompanhados de música que nos fazem bem. Aliás, a vida deveria ter trilha sonora. Quando passo na frente do Mercado Público, em Porto Alegre, e ouço aqueles músicos de rua tocando - seja teclado, violino ou aquelas gaitas de boca - enquanto caminho, sinto, por um momento, que minha vida está sendo musicada. Agora não me perguntem qual seria a minha música-tema, pois não saberia dizer. Mudo constantemente, teriam que ser várias. Talvez, &lt;i&gt;As Curvas da Estrada de Santos&lt;/i&gt;, para homenagear os 50 anos de shows do Rei Roberto Carlos, mas cantada por Elis Regina, e mais, não deve ser escutada em tempos nublados, como falei antes, estes necessitam de músicas alegres. Escute-a se quiser se jogar do primeiro viaduto que ver pela frente.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensei em escutar &lt;i&gt;O Sol&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Dias Melhores&lt;/i&gt;, do Jota Quest, pois falam em sol e tempo bom, mas desisti, não levantariam o meu astral. Tem gente que gosta de curtir fossa, eu não. Não tenho vocação para Emo. Aliás, detesto aquelas pessoas que se acham coitadas, não tenho paciência com elas. Caiu? Levanta! Bola pra frente que tem muita vida a ser vivida. Então, nada como um Rock’n Roll para dar uma sacudida no corpo e espantar a melancolia. A trilha sonora para os dias nublados tem que conter &lt;i&gt;We Will Rock You&lt;/i&gt;, do Queen (faz um excelente trabalho no humor de qualquer um), &lt;i&gt;Misirlou&lt;/i&gt;, de Dick Dale (aquela do filme Pulp Fiction); &lt;i&gt;Satisfaction&lt;/i&gt;, do Rolling Stones; as do Village People; &lt;i&gt;Last Night&lt;/i&gt;, dos Strokes; &lt;i&gt;Like a Virgin&lt;/i&gt;, da Madonna (ela não poderia ficar de fora); &lt;i&gt;Girls Just Want to Have Fun&lt;/i&gt;, da Cindy Lauper; e &lt;i&gt;Crazy&lt;/i&gt;, do Aerosmith. Para não dizer que não falei das brasileiras, &lt;i&gt;Homem Primata&lt;/i&gt;, do Titãs; &lt;i&gt;Não Sei, Nunca Mais Voltar, Cachorro Louco, Gata Maluca&lt;/i&gt;, e etc. e tal do TNT (acho que quase todas deles); &lt;i&gt;Será e Tempo Perdido&lt;/i&gt;, do Legião Urbana; &lt;i&gt;Natasha&lt;/i&gt;, do Capital Inicial; e assim vai. São músicas que me fazem bem. O engraçado é que a sensação que tenho de ouvir essas músicas brasileiras dos anos 80/90, mesmo não sendo tão alegres as mensagens de algumas, é de nostalgia, são aquelas músicas em que adoramos cantar junto nos barezinhos, sorrindo e felizes!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E como protesto a São Pedro, pelo tempo ruim que espero passar logo, dedico a ele &lt;i&gt;I Will Survive&lt;/i&gt;, com Cake. Porque a gente sobrevive a tempos nublados e o sol sempre volta a brilhar. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;* &lt;/span&gt;Não sei por que, mas esta última frase soou tão brega! Bom, normal, não tem como não ser brega em dias cinzentos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=c7df8ce" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;center&gt;  &lt;/center&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-310949074274026262?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/310949074274026262/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=310949074274026262&amp;isPopup=true" title="25 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/310949074274026262?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/310949074274026262?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/DZ4BMK0rw1g/dias-cinzentos.html" title="Dias Cinzentos" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">25</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/08/dias-cinzentos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIFQnkyfSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4123684667924957951</id><published>2009-08-14T19:21:00.012-03:00</published><updated>2009-10-03T13:31:53.795-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T13:31:53.795-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="autoestima" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida de solteiro" /><title>Mulher, Modelo Nota 1000</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Achei muito divertido o quadro do &lt;i&gt;Fantástico&lt;/i&gt;, &lt;a href="http://especiais.fantastico.globo.com/ligadasmulheres/"&gt;Liga das Mulheres&lt;/a&gt;. Lá, Renata Ceribelli e outras garotas aconselham sobre algumas atitudes que acabam criando uma barreira na &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SocPMiRYkUI/AAAAAAAAEZs/vydW5wrbkYw/s1600-h/Radical%20Chic%2029%5B13%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="Radical Chic 29" border="0" height="438" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SocPOEaQXoI/AAAAAAAAEZw/OiztIVWfM0Q/Radical%20Chic%2029_thumb%5B11%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="Radical Chic 29" width="357" /&gt;&lt;/a&gt; vida amorosa das mulheres. No programa do dia 09-08-2009, elas estavam tentando ajudar Kátia, uma moça que quer muito ter um namorado, mas não está sendo tarefa fácil arrumar um. A Liga analisou, através de filmagens feitas, como Kátia se comportava em danceterias, barezinhos, as gafes cometidas nos encontros, a maneira de se vestir e etc. e tal. Deram os devidos conselhos, mostraram a ela os vídeos feitos, para que ela pudesse se observar e corrigir o necessário, pois o que os olhos não veem o coração não sente.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ver tanta gente aconselhando Kátia a como agir e mostrando-lhe o que estava errado com as atitudes dela, não pude deixar de me lembrar do filme &lt;i&gt;Mulheres Perfeitas&lt;/i&gt;, com Nicole Kidman, Glenn Close, Bette Midler e Matthew Broderick. O filme se passa em Stepford, no subúrbio de Connecticut. Um lugar onde a vida é perfeita, e as mulheres lindas, prendadas, ótimas mães e cozinheiras, excelentes amantes e donas de casa. Já os maridos, esses não precisavam ser perfeitos. Nem sempre essas mulheres foram assim, antes de morar em Stepford elas tinham suas manias, gostos e desgostos próprios de uma mulher com opinião própria. Mas como ser elas mesmas não agradava aos maridos, eles as transformaram em robôs, colocaram chips no cérebro delas, que eram controlados por controle remoto. Elas não aceitariam mudar por conta própria, deixar de ter personalidade para adaptar-se ao gosto deles, então, nada mais apropriado que a tecnologia moderna. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos livros de auto-ajuda, que aconselham sobre como arrumar um parceiro, estão dentre os mais vendidos nas livrarias. Há muita gente solteira, e ninguém quer ficar &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SoXja91q5OI/AAAAAAAAEZk/dtjQgbacp5k/s1600-h/noiva_armada_thumb%5B1%5D%5B22%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="noiva_armada_thumb[1]" border="0" height="282" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SoXjcScYinI/AAAAAAAAEZo/SMFPAXVEbEA/noiva_armada_thumb%5B1%5D_thumb%5B18%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="noiva_armada_thumb[1]" width="215" /&gt;&lt;/a&gt; sozinho. Esses dias, li um texto em um site de humor que dava dicas para arrumar um namorado, eis algumas: faça joguinhos; não fale muito sobre você; não dê no primeiro encontro (somente se estiver muito afim, aí dê à vontade); se ele te trair, o traia com o melhor amigo dele; e assim vai. Terminava com um “E seja você mesma, que nós nos apaixonaremos!” Contraditório, não? Ser você mesma e, ao mesmo tempo, fazer joguinhos, agarrar o melhor amigo do cara (e se ele for um horror?), não ficar muito tempo conversando, porque mulher interessante não tem tempo para nada, muito menos para o cara. Faça isso! Não faça aquilo! ...Ufa! Dá muito trabalho essa jornada! A mulher tem que estar muito &lt;i&gt;antenada&lt;/i&gt;, e utilizar as armas certas para conquistar a “alma gêmea”.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, assim, Kátia, a garota solteira do Fantástico, vai “consertando” o que há de “errado”, tentando se adaptar com os “&lt;i&gt;chips" &lt;/i&gt;considerados ideais, como os do filme &lt;i&gt;Mulheres Perfeitas&lt;/i&gt;, para arranjar um namorado. Ela não conseguiu entrar no jogo e, por ser ela mesma, não está agradando. Se esse esforço vale à pena, eu não sei. Mudar para ser amada não parece ser o melhor caminho. Se for necessária essa transformação, o relacionamento já está condenado, pois este só dará certo quando um se sentir à vontade com o outro, sem receios de não agradar. Uma coisa é certa, a mudança é temporária. Ninguém consegue ser outra pessoa por tanto tempo. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;"Amar as minhas belezas qualquer um pode, é fácil demais. Mas para amar os meus defeitos é necessária uma pessoa especial. (...) É horrendos que queremos ser amados." &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;(Marina Colasanti ) &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=66d3900" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4123684667924957951?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4123684667924957951/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4123684667924957951&amp;isPopup=true" title="15 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4123684667924957951?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4123684667924957951?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/M2s6eQvSBZ4/mulher-modelo-nota-1000.html" title="Mulher, Modelo Nota 1000" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/08/mulher-modelo-nota-1000.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMBR3o4fSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8294121017038087020</id><published>2009-08-08T22:40:00.004-03:00</published><updated>2009-10-03T12:40:56.435-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:40:56.435-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pavio curto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: mas o que é isso, Falcon?</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sn4v0rrMAzI/AAAAAAAAEWc/o6xrSzsKaLo/s1600-h/falcon%5B51%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="falcon" border="0" height="411" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sn4v2FZ4JmI/AAAAAAAAEWg/uqHJ9z2htgQ/falcon_thumb%5B41%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="falcon" width="239" /&gt;&lt;/a&gt; As gerações anos 90 e de agora talvez não conheçam ou nunca tenham ouvido falar do Falcon, um boneco que fez o maior sucesso nos anos 80. Era para meninos, e tinha cabelo e barba &lt;i&gt;de verdade&lt;/i&gt;! Coisa rara em bonecos masculinos. Se fosse personagem de algum filme, não ficaria devendo para os valentões como Chuck Norris ou Arnold Schwarzenegger. E por ter a aparência que imitava direitinho um homem de verdade, era comum muita gente parecer-se com ele.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carlos era um homem vaidoso, estava sempre atento ao visual, que mudava com frequência. Naquele ano, optou pela barba, que mantinha bem aparada, tal como os cabelos. Era empregado público de um banco do Estado, no começo dos anos 80. O banco costumava qualificar seus funcionários com vários cursos e, na seção de Carlos, ele foi o escolhido para fazer um dos cursos. Ficou uns dias fora e, quando voltou, as coisas não eram mais as mesmas na repartição. Fuinha tomou o lugar de Carlos, era o novo chefe. O colega que ele ensinou todo o serviço, que era quieto e sem boca pra nada, agora, com a nova função, estava completamente mudado. A postura de ombros caídos tinha desaparecido e o nariz estava empinado demais. É comum essa troca de cargos em órgãos do governo, quando este muda. Fuinha era amigo de um dos dirigentes do partido do novo governo e foi lembrado na distribuição de cargos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;E aí, Falcon. Sou teu novo chefe agora&lt;/i&gt;, disse Fuinha, com as pernas cruzadas por cima da mesa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;Que bom, parabéns! Mas do que tu me chamaste, mesmo?&lt;/i&gt;, falou Carlos, já nervoso.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;Eu te chamei de Falcon!&lt;/i&gt;, insistiu o, então, debochado Fuinha.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;Olha, cara. Eu não gosto de apelidos, e se tu me chamares de novo de Falcon, eu vou te bater tanto, que tu vai te arrepender de ter nascido!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;- Tu não farias isso, serias demitido...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;Experimenta pra ver, então, me chame de Falcon pra ti ver o que te acontece.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;- Chamo, sim: F A L C O N!!!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carlos não pensou duas vezes, partiu para cima de Fuinha e descontou toda a raiva sentida pelo cargo perdido e pelo novo apelido. Os colegas apartaram e Carlos foi chamado, às pressas, à diretoria. José Paulo, o diretor da seção, era gente boa, compreensivo, conhecia bem o trabalho dos dois.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;Meu filho, tu sempre foste um ótimo funcionário. O que houve?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;- Ele me chamou de Falcon!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;- Como?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carlos teve que explicar o que era o Falcon. José Paulo estava quase se aposentando, era de uma geração diferente e o boneco era totalmente desconhecido para ele. João Paulo compreendeu a reação de Carlos, achou que ele estava estressado e o aconselhou a tirar férias, para esfriar a cabeça. Na volta, trocaria de setor. Não trabalharia mais com Fuinha.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quinze dias depois, a cabeça esfriou e Carlos voltou ao trabalho. Foi informado que a permuta não era possível, pois não encontraram quem quisesse trabalhar com o Fuinha. Até encontrarem alguém que quisesse trocar de setor, Carlos teria que aguentar o colega debochado. As coisas estavam indo bem, não tinha tido nenhum problema, até ouvir Fuinha reclamar de uma planilha de cálculos:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Essa planilha está uma porcaria, uma droga mal feita, isso só pode ser coisa do Falcon!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carlos, que já não tinha uma grande afeição por Fuinha, levantou-se e, indignado, perguntou:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O que tu ta dizendo?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Eu disse que este gráfico ta uma porcaria, Falcon!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Tu me chamaste de quê?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Eu te chamei de Falcon. F – A – L – C – O – N!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fuinha apanhou novamente. Talvez fosse um desejo secreto dele, levar uma surra em pleno ambiente de trabalho. Seria ele masoquista em querer provocar tanto? &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carlos foi chamado novamente à diretoria, mas desta vez, não teve jeito. Estava demitido. Foi no Sindicato e exigiu todos os seus direitos. O pessoal do Sindicato também não estava entendendo o que aconteceu, Carlos era querido por todos:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- &lt;i&gt;Mas o que foi isso, companheiro?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;- Ele me chamou de Falcon...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, mais maduro e experiente, Falcon, digo, Carlos, está mais tranquilo. Passou em outro concurso, ganha bem e tem estabilidade. Ele pensa duas vezes antes de reagir a uma provocação, mas não engole sapos. Estes não lhe caem bem, causam indigestão. A última notícia que teve de Fuinha foi há uns vinte anos. Ele foi demitido do banco dois anos após o acontecido, não sabe ao certo por quê. Se encontrasse com ele hoje, agradeceria à provocação, pois se ele não o tivesse chamado de Falcon, talvez Carlos ainda estivesse trabalhando no banco, ganhando bem menos que agora. Há males que vêm pra bem. Neste meio tempo, Carlos conviveu com pessoas de diversas personalidades, algumas como o Fuinha, e soube tirar de letra as provocações. O segredo é não se abalar com coisas pequenas, não vale à pena.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8294121017038087020?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8294121017038087020/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8294121017038087020&amp;isPopup=true" title="13 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8294121017038087020?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8294121017038087020?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/P90ttvg4Ivo/curtas-insanos-mas-o-que-e-isso-falcon.html" title="Curtas insanos: mas o que é isso, Falcon?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">13</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/08/curtas-insanos-mas-o-que-e-isso-falcon.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUEQng8fSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8977575799329080174</id><published>2009-08-02T00:42:00.008-03:00</published><updated>2009-10-03T12:36:43.675-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:36:43.675-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Nietzche" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="margarida filosófica" /><title>Margarida Filosófica: Pensar, com Nietzsche</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Margarida Filosófica é a nova seção do Mundo Insano, uma forma de eu driblar a minha falta de inspiração. Antes eu me valia dos &lt;i&gt;Curtas Insanos&lt;/i&gt;, em que conto histórias baseadas em fatos reais. Mas nem estes estão criativos ultimamente. Aqui, divagarei na inspiração de outros. Frases que me chamam a atenção e me fazem pensar. A estreia não poderia ser outra: Nietzsche. Logo ele, que considera o erudito um limitado: “&lt;i&gt;O erudito, que no fundo apenas se limita a ‘moer’ livros, ao fim das contas acaba perdendo por completo a capacidade de pensar por si mesmo&lt;/i&gt;”. Leitura pesada. Lê-lo é aprofundar-se, o que faz economizar algumas sessões na terapia. A frase inspiradora?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;“A vida mais doce é não pensar em nada.”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Friedrich Nietzsche&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img alt="Nietzsche O Grito" border="0" height="306" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SnULPgU7VtI/AAAAAAAAEUs/l4Oxxs7uiJM/Nietzsche%20O%20Grito_thumb%5B17%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Nietzsche O Grito" width="373" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cada dia, eu percebo que o autor (que desconheço) da frase “pensar enlouquece” tem razão. Queremos tanto saber os porquês de certas coisas que os neurônios “entram em curto circuito”. Quão feliz e tranquilo é quem apenas vive livre de dúvidas e incertezas. Este aproveita o momento! É o segredo da felicidade. Contentar-se, sem necessidade de explicações. Apenas viver, sem analisar as consequências. Não deixa de ser uma acomodação.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por pensar demais, muitas vezes se deixa de viver bons momentos. Costuma-se encarar o presente já pensando em como será o futuro. “Prevenido não morreu vencido” é a frase do divagante. Quando este não deixa de viver, devido ao que pensou e não gostou, encarando a situação como um “quebra-galho” momentâneo, a insatisfação permanece. A frustração estará lá, para lembrar que o melhor é possível, então por que se contentar com o pouco?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se formos analisar a personalidade de grandes pensadores e filósofos, a maioria é depressiva e solitária. A forma de superar a solidão é criando. Felicidade não produz, pois não temos tempo para tanto, estamos vivendo! E “viver ultrapassa o entendimento”, já dizia a sábia Clarice Lispector.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A busca pelo autoconhecimento não é fácil, tanto que muitos preferem ignorar, e se consideram autosuficientes para encarar seus problemas sozinhos, ou seja, não encaram. Tem coisas que só fazemos pagando, e o enfrentar-se é uma delas. Quando ficamos cara a cara com os nossos demônios, a doçura desaparece. Ignorar o que nos incomoda, esconder a sujeira debaixo do tapete é mais cômodo. Falo do que interfere o nosso comportamento e forma de encarar as intempéries. Somos o que pensamos, e se não temos uma boa ideia da nossa vida, estamos “fritos”! Infelizmente, muita gente que precisa de terapia ainda pensa assim, e talvez nunca se livre do que incomoda. Preferem viver na Ilha da Fantasia, à espera do Sr, Roarke e do Tattoo para o tirarem da rotina entediante que a vida se tornou. Um mundo perfeito, &lt;i&gt;no problems. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas é doce não pensar? Alienar-se da própria vida? Autoproteger-se para não sofrer. Criar barreiras a si próprio, como se o mundo fosse perfeito, vale a pena? E quando o problema resolver mostrar a cara, obrigar o outro a reagir, estará ele preparado para enfrentá-lo? &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“A gente não deve jamais poupar a si mesmo, a gente tem que ter a dureza entre seus hábitos a fim de poder permanecer alegre e contente no meio de tantas verdades duras.”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Friedrich Nietzsche&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma contradição de Nietzsche. Como não pensar e não se poupar ao mesmo tempo? Uma coisa anula a outra. Ou nos poupamos, ou pensamos. Talvez o que ele queria dizer é que a doçura não vale o esforço, e o agridoce é bem mais saboroso. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre fui filosófica, e prefiro continuar pensando, apesar da insanidade bater na minha porta de vez em quando. Nunca fui muito fã de doces, prefiro os salgados. Um amarguinho é prazeroso. Muita doçura repugna e dá dor de barriga.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13px; white-space: pre;"&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=12d0177" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8977575799329080174?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8977575799329080174/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8977575799329080174&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8977575799329080174?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8977575799329080174?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/fDcHnXY36zk/margarida-filosofica-pensar-com.html" title="Margarida Filosófica: Pensar, com Nietzsche" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/08/margarida-filosofica-pensar-com.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04GQHc4cCp7ImA9WxNXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8567504367685580187</id><published>2009-07-18T02:35:00.006-03:00</published><updated>2009-10-03T15:52:01.938-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T15:52:01.938-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ego ferido" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="valores" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="preconceito" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="opinião" /><title>Ser diferente incomoda muita gente…</title><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SmH2-nQ17NI/AAAAAAAAERo/_YuWgesaU-g/s1600-h/Preconceito%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="Preconceito" border="0" height="448" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SmFfEcXtKDI/AAAAAAAAERs/f59NlJzf3bE/Preconceito_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; height: 363px; margin-left: auto; margin-right: auto; width: 412px;" title="Preconceito" width="521" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Preconceito, segundo o Houaiss, é qualquer opinião ou sentimento, quer favorável ou desfavorável, concebido sem exame crítico. Também é ideia, opinião ou sentimento desfavorável formado &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt;, sem maior conhecimento, ponderação ou razão. Ou, ainda, atitude, sentimento ou parecer insensato, de natureza hostil, assumido em conseqüência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio; intolerância.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Preconceito é uma palavrinha delicada, sentimento que todos nós sentimos, uma vez ou outra. Atire a primeira pedra quem nunca teve preconceito com alguém ou alguma coisa! Hoje aconteceu algo que me fez refletir, quando voltei da aula de um curso que estou fazendo: Até quanto uma brincadeira agride o outro?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho essenciais as brincadeiras dos professores nas salas de aula, seja para descontrair e tornar a matéria menos chata, seja para acordar de vez o pessoal, pois é um curso noturno, em que a maioria levanta às cinco ou seis da manhã e, por estudar à noite, chega em casa lá pela meia-noite ou à uma da manhã. Tenho muitos colegas que moram na região metropolitana, verdadeiros guerreiros! Não é fácil trabalhar e estudar ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Brincadeiras a respeito de homossexuais, sexo, mulheres e “piçudos” são comuns. Mas qual é o limite que se pode ir nessas brincadeiras, para não ofender ao próximo? Será que, para divertir uma sala de aula é realmente necessário fazer chacota da escolha sexual do outro, em exemplos da matéria em questão? Sou deficiente física e confesso que, nas aulas sobre o corpo humano, quando o professor demonstra como um indivíduo que teve Poliomelite ou tem a perna mais curta que a outra caminha, me incomoda. Nessas horas, sempre penso: “Será que os colegas estão associando a mim?” Tenho sequelas de encefalite, e estas são parecidas com as das doenças que mencionei. Mas não reclamo, porque acredito que é algo que as pessoas têm que ter consciência de como é, e se formos querer “tapar o sol com a peneira”, nunca falando no assunto, somente permitiremos uma sociedade alienada e sem opinião sobre os fatos. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na aula de hoje, o professor – muito simpático e querido por todos – não estava nos seus melhores dias. Implicou com alguns alunos que o interromperam nas suas piadas (com outras piadas) e reclamou sobre o olhar – nada simpático – de uma colega. Fez seu discurso sobre ter respeito pelo próximo e achar necessária a brincadeira ao ensinar, para facilitar o ensinamento, porque a gente aprende mais brincando do que decorando (concordo). O que ele não esperava era ouvir de um aluno – homossexual - uma reclamação, um pedido de respeito, sobre as brincadeiras com mulheres e homossexuais. O professor, que é obeso, desculpou-se e se defendeu dizendo que ele próprio faz brincadeiras sobre o físico dele. E o aluno respondeu que isso é um problema entre o professor com ele mesmo. E tem razão.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não preciso dizer que a aula, sempre divertida, foi uma chatice, pois o professor se fechou. Entendo que ele não tinha a intenção de ofender ninguém (pois ofensa é algo que ele repugna, e deixa muito claro isso), e nem condeno o colega ao reclamar sobre a falta de respeito com os homossexuais e as mulheres. Mas é necessário refletir sobre até que ponto as nossas brincadeiras ofendem a dignidade do próximo. Até quanto machuca. Quando praticamos o que tanto condenamos, como aconteceu com o professor? Logo ele, o professor que sempre foi contra à discriminação, sendo acusado de desrespeito!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro ponto a se pensar é o que o colega disse em resposta ao professor, sobre fazer brincadeiras sobre si mesmo. Os “excluídos”, os “diferentes”, os “fora do padrão” aceitos pela sociedade, têm essa mania de fazer brincadeiras e chacotas com eles próprios, para serem aceitos. Por que entrar no jogo e se colocar para baixo, alvo de risadas, falando mal de si mesmo? Para fazer os outros rirem e pensarem o quanto ele(a) é legal? Vale à pena? Infelizmente, o excluído entra no jogo e se coloca para baixo, em público. E todos riem, aceitando o “diferente” e o “não agradável” em troca de diversão.  Um fato é certo quando isso acontece: nós podemos nos depreciar, o outro não. Senão ficamos furiosos! Nos ofendemos! Mas que amor próprio é esse, em que nos permitimos nos autodepreciar? Coitados de nós, que não nos respeitamos! Respeito é fundamental para se viver bem. E o respeito por nós mesmos é o mais importante. Como podemos exigir algo que nem nós nos oferecemos?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13px; white-space: pre;"&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=b3a1d80" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8567504367685580187?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8567504367685580187/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8567504367685580187&amp;isPopup=true" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8567504367685580187?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8567504367685580187?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/yHby7TapXak/ser-diferente-incomoda-muita-gente.html" title="Ser diferente incomoda muita gente…" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/07/ser-diferente-incomoda-muita-gente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQNQ34_cSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4966512759098752044</id><published>2009-07-11T02:11:00.002-03:00</published><updated>2009-10-03T12:39:52.049-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:39:52.049-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sexo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: a Frígida</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Todo ano, no verão, Carlos ia para a mesma praia. Ficava no Estado vizinho, onde tem algumas das praias mais lindas. Escolheu um lugar menos movimentado, preferia uma praia pacata durante o dia, mas que ficava perto das agitadas, para quando saísse à noite.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma vez ou outra, ele passava por uns apuros, até mesmo pelas diferenças de um Estado para o outro. Como a vez em que ele foi a uma pizzaria e pediu uma &lt;i&gt;Calabresa&lt;/i&gt;. O garçom lhe trouxe a linguiça. Ele estava em uma pizzaria, pensou que, ao dizer que queria uma Calabresa, o garçom lhe traria uma &lt;i&gt;Pizza de Calabresa&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era uma tarde de quarta-feira, em fevereiro, quando ele teve que ir ao supermercado da esquina, faltava pão e leite para o café da manhã do dia seguinte. Carlos detestava fazer mercado, mas teve que ir. Na saída, ao analisar qual caixa tinha a menor fila, notou uma linda moça, como funcionária do caixa do supermercado. Nem se importou daquela fila ser a mais longa, ela era muito bonita. Quando chegou a vez dele, trocou poucas palavras com ela, e não conseguiu descobrir o seu nome, pois o crachá estava virado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltou no dia seguinte, desta vez, comprou umas cervejas e uns petiscos. Puxou conversa sobre o tempo, elogiou-lhe as sobrancelhas e quis saber mais sobre quanto tempo ela trabalhava lá, e etc. e tal. Ela, muito sorridente e simpática, lhe deu todas as informações. Sentindo-se mais íntimo, perguntou-lhe o nome. Foi quando ela lhe respondeu, com o sorriso mais sincero que ele já recebeu: &lt;i&gt;- Meu nome é Frígida! &lt;/i&gt;Carlos, como quem não tivesse entendido direito, pediu-lhe para repetir. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;– Frígida, meu nome é Frígida!&lt;/i&gt;, disse ela, feliz, mostrando-lhe o crachá. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;– Que nome diferente tu tens: Frígida,&lt;/i&gt; disse ele, com voz de quem estava tentando entender o porquê daquele nome. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Soava estranho ele chamar, com um qualitativo tão apático como frígida, uma moça tão bonita. E ela ainda completou que adorava o nome. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;- É mesmo?, &lt;/i&gt;ele replicou, imaginando se não teria sido ideia do pai dela, frustrado, ter lhe dado aquele nome tão... tão... sem VIDA! Teria se inspirado na mãe da menina?&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mórbido é a palavra certa para definir aquele nome que chocava tanto. Não era um nome que passasse despercebido, incólume de comentários. &lt;i&gt;E ela disse que adorava o nome&lt;/i&gt;... &lt;i&gt;Será&lt;/i&gt; &lt;i&gt;que sabe o seu real significado?, &lt;/i&gt;insistia seu pensamento. Diversas indagações lhe passavam pela mente naquele momento. Todavia não quis lhe perguntar o porquê, afinal mal a conhecia. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fato é que Carlos não foi mais ao caixa de Frígida. É como se o nome afetasse o que ela era. Tem certas coisas que transmitem uma energia mais forte que a pessoa, e a apagam. Talvez ela não tivesse a ver com o nome, que carregaria para toda a vida, caso não quisesse trocá-lo. Entretanto, indiretamente, ela estava contaminada pelo seu significado. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Preconceito de Carlos, talvez. Mas nenhum encanto sobrevive a uma... Frígida!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4966512759098752044?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4966512759098752044/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4966512759098752044&amp;isPopup=true" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4966512759098752044?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4966512759098752044?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/5D3dUtGM0Kw/curtas-insanos-frigida.html" title="Curtas insanos: a Frígida" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/07/curtas-insanos-frigida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMAQHk8eCp7ImA9WxNXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-1699795763918527195</id><published>2009-07-05T23:36:00.003-03:00</published><updated>2009-10-03T16:00:41.770-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T16:00:41.770-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="música" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="falta de inspiração" /><title>Quando as palavras fogem.</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;A falta de inspiração tomou conta do meu ser. Pausa para a vida, que precisa, sempre, ser bem vivida. Meus pensamentos que esperem, estou sem tempo para eles. Cansei de refletir sobre tudo. Viver é simples, por que complicar? Até a próxima inspiração, pensamento, reflexão, divagação, loucura, insanidade, dúvidas e incertezas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BpsCBr_pyZ0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BpsCBr_pyZ0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;  &lt;br /&gt;
PS: Samba da Bênção é lindo, até em francês. Mas o que não fica lindo em francês?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-1699795763918527195?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/1699795763918527195/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=1699795763918527195&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1699795763918527195?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1699795763918527195?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/6rQEey_QZ90/quando-as-palavras-fogem.html" title="Quando as palavras fogem." /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/07/quando-as-palavras-fogem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQCQnc6fSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-2914963216004390681</id><published>2009-06-21T03:42:00.004-03:00</published><updated>2009-10-03T12:39:23.915-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:39:23.915-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinema" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="autoestima" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Descabelada!</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WUaryr8I/AAAAAAAAD-c/VnZRjB0_obY/s1600-h/descabelada%5B28%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="descabelada" border="0" height="320" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WV_1ycfI/AAAAAAAAD-g/WqNLmy7Mc8s/descabelada_thumb%5B26%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="descabelada" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fiz autoanálise no cinema. Deitei no &lt;i&gt;Divã&lt;/i&gt; de Martha Medeiros ao assistir ao filme, baseado no livro dela. Eu me identifiquei com a personagem, bem mais velha do que eu, e que tinha uma amiga da época de adolescência, parceira nas loucuras, no qual ela contava toda a vida dela. Mercedes, personagem de Lilia Cabral, levava uma vida básica, com uma família básica e o visual não era diferente. Quando começou a fazer análise, resolveu viver tudo aquilo que sempre quis. Isso também aconteceu comigo quando comecei a fazer terapia. A análise de nós mesmos nos faz acordar para a vida. Adorei quando ela foi ao cabeleireiro e pediu que ele lhe repicasse o cabelo. O cabeleireiro tentava compreender o que fez a sua cliente, tão &lt;i&gt;mesmice&lt;/i&gt;, querer mudar o visual de uma hora para outra. Fiquei pensando se o meu visual estava muito sem vida. Nunca fui discreta, mas, depois de velha, eu me vi certinha, aparência que tanto critico. É um visual apagado. Saí do cinema com uma vontade de repicar o cabelo, como se isso fosse resolver todas as minhas insanidades.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="290" width="360"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4vi7KsoGiCM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4vi7KsoGiCM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="360" height="290"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No outro dia, saí às compras com minha mãe e a Erleth, uma amiga perua. Erleth é daquelas amigas que eu posso falar sobre mim, que ela não vai se apavorar com as minhas maluquices (ou a falta delas), tal como a amiga do filme. Somos amigas há 16 anos! Eu e minha mãe precisávamos renovar o guarda-roupa de inverno, detesto comprar roupas de inverno, nada me agrada. Não gosto de andar entrouxada, gosto mesmo é do verão, pouca roupa nos dá a sensação de liberdade. Minha amiga adora comprar, e consultoria de moda é a cara dela. Como nunca sei o que quero e fico horas tentando escolher o que levar, ela me pediu para experimentar um blusão com pelúcia na parte da frente, imitando pele. “&lt;i&gt;Cansei do teu visual básico, tu precisas se repaginar!&lt;/i&gt;”, dizia ela, jogando várias roupas no provador para eu experimentar. Para ela me dizer isso, era porque a coisa estava feia. Como eu suspeitava, estava com visual de velha. Acabei comprando o tal blusão com pelúcia, meio receosa em usá-lo. Quando cheguei ao trabalho, vestida com o tal, meu chefe me perguntou se eu tinha cortado um pedaço do carpete e colado na roupa. Isabel, outra amiga, lançou um olhar diferente no blusão. “&lt;i&gt;Este blusão é a cara da Erleth!&lt;/i&gt;”, disse ela. “&lt;i&gt;Não me encontrei ainda, preciso achar um estilo só meu&lt;/i&gt;”, pensei. Mas não posso negar que o blusão chama a atenção, e não preciso dizer que adoro aparecer. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O básico me lembra velhice, aposentadoria. Quero manter distância desta aparência. Em seguida chego aos quarenta (em seguida? Faltam seis anos, quando devo começar a dizer que estou chegando lá?) e, dizem, que a vida começa nesta fase. Idade da loba com cara de ovelha mansa não combina. Aliás, mansa é uma palavra que não tem nada a ver comigo, explosiva que sou. Tem pessoas que tem um estilo próprio, uma característica. Não sou assim, mas gostaria de ter uma marca que registrasse que algo é “a minha cara”. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É estranho como algumas pessoas se contêm com o passar dos anos. Não só no comportamento, mas no visual. Sempre fui meio perua, gosto de me arrumar e vivo mudando o cabelo, contudo não estava contente com essa minha fase discreta de ser. Aliás, nunca soube da discrição fazer alguém feliz. Não que eu esteja incentivando a indiscrição, acho que temos que nos preservar, pois há muitas pessoas que adoram julgar os outros. Falsos moralistas. Falo do conservadorismo, de se anular. Fui correndo a minha cabeleireira e disse a ela que queria repicar o cabelo, precisava tirar aquela imagem certinha, tinha me enjoado. Eu me enjôo fácil, tanto que já fui ruiva, loira e morena, agora estou com mechas e lisa. Na verdade, sou tão crespa quanto a Patrícia Pillar, mas pra ela combina aquele volume todo na cabeça, porque é alta. Eu, com menos de um metro e meio de altura, fico igual a um espanador de pó. “&lt;i&gt;Lá vem um cabelo&lt;/i&gt;”, diriam. Nada como uma escova definitiva (sem formol, porque este deixa careca com o passar dos anos). Um colega me disse uma vez que eu sou a alegria dos cabeleireiros, e também que eu sou a versão feminina do David Bowie, o camaleão do rock. Não só do meu visual eu enjôo, mas também o do meu blog. O Mundo Insano... tem um ano e este já é o terceiro layout dele. Ontem mudei o do &lt;a href="http://arquivomundoinsano.blogspot.com/"&gt;Puxadinho Mundo Insano...&lt;/a&gt;, não agüentava mais aquela mulher gr&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3amq3hvyI/AAAAAAAAD-s/m7GtSvG5D10/s1600-h/puxadinho%20mundo%20insano%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="puxadinho mundo insano" border="0" height="92" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3aoZhhKnI/AAAAAAAAD-w/j5xBYmmHKPo/puxadinho%20mundo%20insano_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="puxadinho mundo insano" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;itando no blog (a imagem do cabeçalho, no lugar da margarida, era a da mulher do filme Psicose). Não gosto da mesmice, necessito de mudanças. Minha terapeuta reikiana (que também entende de Astrologia) me disse que esta é uma característica dos arianos, a busca pelo novo, a necessidade de sempre começar algo diferente. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acabei desfiando o cabelo, não sei se gostei da mudança, ficou legal, é que ainda estou me acostumando com a falta de cabelo. Está curto, pelos ombros, ele era comprido. Gosto das mudanças radicais. Mudar aos poucos, para se acostumar com a diferença, não é comigo. Quero que dê para perceber que mudei. E acho tão sem graça aquelas pessoas que não notam nada. Tu vais co&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WXpy_8bI/AAAAAAAAD-k/5VXs6ixFvPY/s1600-h/ninon%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="ninon" border="0" height="180" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WZlUkpbI/AAAAAAAAD-o/7ipoqnxyTf8/ninon_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="ninon" width="163" /&gt;&lt;/a&gt;m uma roupa/cabelo diferente ao trabalho ou ao curso e ninguém fala nada. Tem pessoas assim, dou graças pelos meus colegas notarem tudo! Nada escapa na percepção deles, gosto de gente assim. Também não entendo as pessoas que vivem sempre com o mesmo corte de cabelo. Conheço uma que ainda mantém aquele cabelo repicado dos anos 80, tipo a Ninon, personagem de Cláudia Raia em Roque Santeiro. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mensagem que Divã passa é sobre mudança. “&lt;i&gt;Para mudar é preciso dar o primeiro passo&lt;/i&gt;”, diz no site do filme. Mudar o visual renova, é a primeira etapa de uma transformação. No meu caso, esta é a vigésima etapa, pois meu processo de camaleoa começou há uns dois anos e meio, ou nunca teve começo, estou constantemente em renovação, em busca de mim. Tenho fases que me escondo, e outras que quero aparecer. E assim levo a vida, vivendo e aprendendo. Mudando, quando necessário.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 13px; white-space: pre;"&gt;&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=53b75ea" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-2914963216004390681?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/2914963216004390681/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=2914963216004390681&amp;isPopup=true" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2914963216004390681?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2914963216004390681?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/CbkJTZ8efrI/descabelada.html" title="Descabelada!" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">10</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/descabelada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMMSHs8cCp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5705515705013452805</id><published>2009-06-20T03:09:00.003-03:00</published><updated>2009-10-03T12:41:29.578-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:41:29.578-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentimentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Ensaio Sobre a Paixão</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;A paixão. Verdadeira turbulência na vida de alguém. Capaz de causar os maiores estragos e as melhores sensações. Ou é oito ou é oitenta. Não há meio termo com ela. É intensa e profunda. É viver como se fosse morrer amanhã. É morrer e renascer; pois, quando ela acaba, todos renascem como se fossem sobreviventes de alguma catástrofe. A paixão é cataclismo, é drama, é mexicana, é brega. É aprendizado, é experiência. É suspirar sozinha, sonhando acordada. É desespero por alguém que está lá, vivendo as mesmas sensações e a mesma necessidade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8AMpnE0I/AAAAAAAAD7Y/jsn05zmXXO8/s1600-h/paix%C3%A3o%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="paixão" border="0" height="382" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8O9C6ymI/AAAAAAAAD7c/0xAS2N3idiU/paix%C3%A3o_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="paixão" width="309" /&gt;&lt;/a&gt; Tema dos mais importantes romances, não há quem um dia não se entregou a uma paixão ou não desejou senti-la. Mas não falo daquelas paixões de adolescência, falo da paixão madura, que - quando a gente pensa que já se aposentou – surge como um &lt;i&gt;tsunami&lt;/i&gt;, devastando tudo que vê pela frente. Paixão é fome, é vontade de saciar, sem nunca se satisfazer. É ânsia, é desejo. É entorpecente.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cinema nos mostra este sentimento através das suas personagens, despertando-nos a vontade de viver uma história ou sensação parecida. Falei em paixão, não em amor. Este, eu deixo para outra postagem. O amor e a paixão são diferentes. O amor é calmaria, a paixão é agitação. O amor é como um lago, tranqüilo, parado, gostoso. A paixão é o mar, com suas ondas que nos derrubam quando não estamos atentos. É a correnteza, que nos arrasta para direções que não queremos ir.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Selecionei alguns filmes que descrevem a paixão e me fazem desejar viver uma:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8fKKHsBI/AAAAAAAAD7g/8_7drOBiYSc/s1600-h/filmes%20paix%C3%A3o%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="filmes paixão" border="0" height="340" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8th4iRWI/AAAAAAAAD7k/nPw0MYlY244/filmes%20paix%C3%A3o_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="filmes paixão" width="382" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Paixão Turca&lt;/i&gt;, de Vicente Aranda, com Ana Belén e George Corraface. O filme é inadequado para menores de 18 anos. É de 1994, e conta a história de uma turista espanhola, que casou sem estar muito apaixonada pelo marido. Vivia uma vida confortável, sem grandes emoções, até visitar Istambul, na Turquia, e se apaixona pelo guia. Dentre obstáculos e coragem de mudar, ela larga tudo para viver esse romance. Detalhe: o cara era o típico mulherengo. Lembro de tê-lo achado lindo na primeira vez que assisti. Mas na segunda vez, aquele cabelinho com brilhantina não me agradou. É um filme sensível e erótico ao mesmo tempo. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Loucos de Paixão&lt;/i&gt;, de Luis Mandoki, com Susan Sarandon e James Spader. Jovem bem sucedido se apaixona por uma garçonete bem mais velha que ele. Os dois perderam pessoas importantes na vida deles, então a carência os une. A quebra de paradigmas e diferenças torna este romance avassalador. A paixão não tem preconceitos, apenas tem que ser vivida. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Além da Paixão&lt;/i&gt;, um filme de 1985, com Regina Duarte e Paulo Castelli, e direção de Bruno Barreto. Uma mulher casada e, aparentemente, conservadora, se envolve com um garoto de programa e sai viajando com ele, Brasil afora, vivendo todas as fantasias que deseja. Ela apenas vive. Apenas é ela mesma. Como se tirasse férias daquela vida certinha que vivia. Vale a pena assisti-lo. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Nove e meia semanas de amor&lt;/i&gt;, com Kim Bassinger e Mikey Rourke (antes de ter se deformado com o boxe e as plásticas). Uma mulher se envolve com um desconhecido e eles vivem todas as fantasias sexuais. Até gastar o desejo. Tem o dia que até a paixão cansa. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vinícius de Moraes não vivia sem paixão, tanto que se casou nove vezes. A paixão acabava, e ele partia para outra. Não tinha esta de viver sem paixão, de restar o companheirismo e a amizade, ele necessitava das borboletas sobrevoando&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; constantemente, no estômago. Roberto Freire escreveu um livro sobre esta entrega, sem restrições, &lt;i&gt;Ame e Dê Vexame, &lt;/i&gt;e comenta que - quando jovem - tinha medo dessa entrega, por fazê-lo se sentir frágil e &lt;i&gt;usável&lt;/i&gt;. “&lt;i&gt;Felizmente, acabei podendo dar todos os vexames possíveis a que tinha direito, no correr dos amores e da vida&lt;/i&gt;”, explica. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx81rSlLZI/AAAAAAAAD7o/L1JIendVXNo/s1600-h/carne%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="carne" border="0" height="185" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx9E77cgAI/AAAAAAAAD7s/WeC0Kbc83zg/carne_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="carne" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nunca vivi uma paixão de cinema, e nem sei realmente se ela existe, embora conheça pessoas que viveram uma, no qual tiveram opções de parar por ali mesmo ou ficar juntos para sempre. A paixão avassaladora não combina com o “pra sempre”, porque este sempre, sempre acaba (já dizia a música &lt;i&gt;Por Enquanto&lt;/i&gt;, do Renato Russo). Quando não se vive uma paixão até gastar, ela permanece nostálgica, com aquela saudade de um tempo que não volta mais. Não que eu nunca tenha me apaixonado, vivo me apaixonando, mas nunca uma paixão que mexesse tanto comigo, uma paixão que me fizesse perder o controle.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um amigo meu diz que a paixão é imatura, e que acha impróvável que se apaixone um dia. Mas eu me pergunto: será que uma pessoa, por mais madura que seja, está livre de viver uma paixão? Não sei se é imaturidade, mas sair dos eixos de vez em quando é saudável. Conter-se é a pior coisa que uma pessoa pode fazer por ela mesma, é deixar de viver. E o que de saudável tem a maturidade quando se trata de paixão? Tem idade certa para ser sentida? Paixão é sofrer, mas é um sofrimento que vale a pena ser vivido, pelo menos, no cinema, um dos responsáveis por devaneios e desejos de algo que revoluciona o tédio. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=cbabd42" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5705515705013452805?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5705515705013452805/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5705515705013452805&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5705515705013452805?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5705515705013452805?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/_RHHIfAZfYw/ensaio-sobre-paixao.html" title="Ensaio Sobre a Paixão" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/ensaio-sobre-paixao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YCR3g5cSp7ImA9WxJWEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-1220275495998782544</id><published>2009-06-15T01:34:00.001-03:00</published><updated>2009-06-15T10:06:06.629-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-15T10:06:06.629-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="espiritualidade" /><title>Curtas insanos: o santo caloteiro</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;O dia de Santo Antônio passou, sem nenhuma novidade. Lembro que, na minha adolescência, esta era a época de simpatias e adivinhações, verdadeiro furor para saber com quem iríamos nos casar. E tinham várias: &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Acender uma vela e pingar a cera derretida em um copo d’água, onde formaria a letra inicial do futuro amado; &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Cravar uma faca bem na metade de uma laranja, ou em um pé de bananeira, e deixá-la descansando no sereno da noite que, ao amanhecer, estaria – na faca – gravada a inicial do futuro marido; &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Outra, era ficar nua na frente do espelho, à meia-noite, que apareceria a imagem do talzinho refletida nele. Os mais velhos diziam que, ao invés do marido, apareceria a imagem do “demo”. A ideia de saber que a filha estaria de uma forma nada convencional na frente do espelho, e tão tarde da noite (para quem dorme com as galinhas), não era nada confortável.&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas nenhuma história de simpatias me surpreendeu tanto quanto a que minha amiga Francisca me contou:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clarice tinha doze anos quando fez a simpatia ensinada pela avó. Na véspera de Santo Antônio, tudo o que ela comesse ou bebesse, teria que guardar uma parte para o santo. Se bebesse água, o restinho tinha que ficar no copo. No almoço, era a mesma coisa, um restinho ficava no prato. Os restos de alimentos e bebidas tinham que ser colocados ao redor da cama, onde ela dormiria. À noite, antes de dormir, ela teria que rezar um Pai-Nosso e fazer um pedido a Santo Antônio, para sonhar com o homem que estaria junto a ela na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, dividindo – pelo menos – uma parte da vida com ela. Clarice fez tudo conforme a avó havia ensinado. Amanheceu, e a frustração: &lt;i&gt;Não&lt;/i&gt; &lt;i&gt;deu certo,&lt;/i&gt; s&lt;em&gt;onhei com o Cláudio!,&lt;/em&gt; exclamou&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; O noivo da irmã! &lt;i&gt;Não se deve acreditar em simpatias&lt;/i&gt;, pensou ela, desiludida. Santo Antônio, quem diria, tinha lhe dado o calote! Logo o Cláudio, que nunca tinha lhe despertado paixões, pois era bem mais velho e apaixonado pela irmã!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A irmã casou-se com o noivo, tiveram filhos, e a vida continuou. Mas, infelizmente, a irmã faleceu de repente, de uma doença que não lembro qual. Clarice cresceu, namorou e se divertiu com os amigos, como qualquer garota da idade dela. O tempo passou então Cláudio e Clarice tornaram-se amigos próximos, se apaixonaram e… Se casaram! Santo Antônio não tinha lhe dado o calote, apenas era um pouco atrasado nas previsões. Ninguém é perfeito, nem mesmo os santos! E Santo Antônio tem uma bela história, não iria decepcioná-la.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clarice e Cláudio são pais de Francisca, que também fez o mesmo ritual para saber qual seria o rosto do futuro marido, na adolescência. O rosto dele não apareceu no sonho, mas a roupa, sim, que ela reconheceu em Vítor quando fez a catequese: ele usava calças de cor marrom, conforme o homem que apareceu no sonho. Hoje os dois estão casados e têm uma linda menina. Desta vez, Santo Antônio tinha sido mais rápido na previsão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nunca fiz esta simpatia, pois sempre me lembro dela quando o dia de Santo Antônio já passou. É daquelas histórias de se arrepiar só de imaginar!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-1220275495998782544?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/1220275495998782544/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=1220275495998782544&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1220275495998782544?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1220275495998782544?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/b0cA3QEIJtQ/curtas-insanos-o-santo-caloteiro.html" title="Curtas insanos: o santo caloteiro" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/curtas-insanos-o-santo-caloteiro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIMQ3s8fSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5296518281993716132</id><published>2009-06-07T04:16:00.004-03:00</published><updated>2009-10-03T12:43:02.575-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:43:02.575-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mudança de fase" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tragicomédias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="balzaquiana" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amadurecimento" /><title>Senhora!</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Palavrinha que soa esquisito ouvir pela primeira vez, de forma constante. Tudo bem, isso faz parte da boa educação, tratar as mulheres acima de 30 anos de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, mas podes acreditar que não é nada agradável ser chamada como tal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrZ4HfsOI/AAAAAAAAD4g/dGJj12tWN1w/s1600-h/senhora%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="senhora" border="0" height="236" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrbXDvHnI/AAAAAAAAD4k/QkmNlH0NoU8/senhora_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="senhora" width="159" /&gt;&lt;/a&gt; Em visita ao blog &lt;a href="http://ideiasdistorcidas.blogspot.com/2009/04/20-de-abril-de-2009.html"&gt;Coisas de Maria&lt;/a&gt; , percebi que não sou a única incomodada com a palavra, e amei a resposta da Maria ao ter sido chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; pela primeira vez: “&lt;i&gt;E quer saber, Senhora é um livro de José de Alencar”,&lt;/i&gt; disse ela. Autor que não aprecio nem um pouco, por sinal, e que chegou a escrever uma obra com o título maldito. Fugindo um pouquinho do tema, a minha implicância com José de Alencar vem de &lt;i&gt;O Guarani&lt;/i&gt;, quando fui obrigada a lê-lo, para uma Ficha de Leitura, no Ensino Médio (nem sei se elas – as Fichas – ainda existem):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;“- &lt;i&gt;Mas então, exclamou a menina com um assomo de impaciência, se eu te pedisse aquela nuvem?... E apontou para os brancos vapores que passavam ainda envolvidos nas sombras pálidas da noite. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- Peri ia buscar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- A nuvem? perguntou a moça admirada.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- Sim, a nuvem.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;i&gt;Cecília pensou que o índio tinha perdido a cabeça; ele continuou: - Somente como a nuvem não é da terra e o homem não pode tocá-la, Peri morria e ia pedir ao Senhor do céu a nuvem para dar a Ceci&lt;/i&gt;.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Nuvem? O que ela faria com uma nuvem? Presente de pobre, que não precisa gastar para agradar. Pode até parecer romântico, mas não tenho a mínima paciência para romances açucarados. Aliás, doce demais me repugna. Gosto de ser bem tratada, mas sem exageros. Detalhe: Ceci estava com um &lt;i&gt;assomo&lt;/i&gt; &lt;i&gt;de impaciência&lt;/i&gt;, ou seja, nem ela aguentava o romantismo excessivo do índio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Voltando ao livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, ele tem uma sinopse bem interessante, que lembra-nos muito os romances de Sabrina e Júlia, ou de Bárbara Cartland, que toda adolescente sonhadora adora ler: uma menina pobre, rejeitada pelo pretendente que queria uma posição social melhor, recebe uma herança milionária e negocia seu casamento com o &lt;i&gt;dito-cujo&lt;/i&gt; que a rejeitou. E se vinga ao casar-se com ele, deixando bem claro que... O comprou. Não li &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, mas deve ser bem mais interessante que &lt;i&gt;O Guarani&lt;/i&gt; (fiquei traumatizada com o livro). Contudo, mesmo a sinopse tendo despertado o meu interesse, ao pensar que lerei, pelo menos, três páginas descrevendo o vestido da tal &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que certamente ele descreverá, perco a motivação de saber mais sobre ela. José de Alencar era muito detalhista, coisa que não sou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;A primeira vez que me senti incomodada ao ouvir ser chamada por &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; foi há pouco tempo, no cursinho pré-vestibular que me inscrevi. Ao procurar saber do curso, antes de fazer a matrícula, fui muito bem recebida por um rapaz supersimpático, que demonstrou ficar espantado ao saber que eu estava há 18 anos sem ver matéria do Ensino Médio. Todavia, ao fazer a matrícula, fui encaminhada às funcionárias (ou estagiárias) que, de forma educada e insistente, me chamavam de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- A &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; é a responsável financeiramente pela sua matrícula? (Com ar de espanto. Puxa, são raras as mulheres que pagam seus próprios cursos?)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- Qual a forma de pagamento que a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; prefere?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- Ao se matricular nos nossos cursos, a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; terá direito a atividades extraclasses de História e Geografia, como palestras sobre atualidades com professores da UFRGS e, também, ao Sarau Literário, onde nossos professores dissertarão sobre as Leituras Obrigatórias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;- A &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; também poderá participar da Festa das Tintas, onde haverá um show de rock em que os alunos se pintam com tintas e se divertem bastante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Confesso que, ouvir ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;tantas vezes, fez com que eu me sentisse uma velha ao me imaginar, esmagada e enlouquecida, pulando no meio de tantos adolescentes, suados e eufóricos. Imaginei, também, a banda que estaria tocando: &lt;i&gt;Cachorro Grande&lt;/i&gt;, da minha época, claro. Amo rock gaúcho! A música em que eu me esguelaria cantando, baladinha de rock que amo de paixão? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=71a39e5" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Começaram as aulas, e nem todos eram adolescentes, mas a maioria é uns 10 anos mais nova do que eu, a traumatizada com tantos &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Foi quando, na aula de Inglês, entrou um carinha de barba. &lt;i&gt;Legal, alguém da minha idade!&lt;/i&gt; Era o professor. Tudo bem, sem falar que um dos professores de Física que tenho é bem mais moço que eu. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Eis os efeitos colaterais de ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  por tantas vezes, em um curto espaço de tempo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Agora, já não me sinto a “velha” da turma, pois já passei para o Intensivo e apareceram pessoas da &lt;i&gt;minha idade&lt;/i&gt; (acho que são da mesma idade que eu, se não, são um pouco judiadas). Fiz algumas amizades com colegas que me lembram como eu era quando fiz meu primeiro vestibular. Escolhi o curso que queria: Direito, e mais duas opções: Administração e Contábeis. Quem escolhe tanto, não sabe o que quer. Enfim, eu acabei me formando em Administração, curso que não tem nada a ver comigo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Como nem tudo são flores, o lado ruim de ter passado dos 30 é ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  Mas isso a gente tira de letra: ou se acostuma, ou passa a conviver somente com pessoas que não nos chamam assi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;m porque sabem o real significado da palavra &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: alguém que se &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;acomodou por achar que já viveu tudo o que acha que teri&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;a direito de ter vivido. Ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, ninguém merece!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrcpT60hI/AAAAAAAAD4o/MPoT3wDW5jg/s1600-h/rosa-verme%5B4%5D.png"&gt;&lt;img alt="rosa-verme" border="0" height="153" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrdyllsnI/AAAAAAAAD4s/1uB3xpX-0MQ/rosa-verme_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="rosa-verme" width="156" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt; &lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/Waldick-Soriano-Senhora/228569/" target="_blank"&gt;Waldick Soriano - Senhora&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;object align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" height="60" id="yehplay" width="260"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1587"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b3db8c997afb1bfca0854a7950ee74b0"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b3db8c997afb1bfca0854a7950ee74b0"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b3db8c997afb1bfca0854a7950ee74b0" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5296518281993716132?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5296518281993716132/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5296518281993716132&amp;isPopup=true" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5296518281993716132?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5296518281993716132?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/ak26qH8NiZ8/senhora.html" title="Senhora!" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/senhora.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMCQHk4eyp7ImA9WxNXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8605871398697534468</id><published>2009-05-24T15:32:00.005-03:00</published><updated>2009-10-03T16:01:01.733-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T16:01:01.733-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="falta de inspiração" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Férias de Mim</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;“&lt;i&gt;A vida necessita de pausas&lt;/i&gt;”, já dizia Drummond. Como não consigo ficar quieta, e não gosto nem um pouco da mesmice, a forma que encontrei de dar uma pausa na minha vida foi tirar umas longas férias de mim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Este blog foi criado em 08 de junho de 2008, ou seja, estou há quase um ano divagando sobre minha vida e sobre alguns temas que despertam o meu interesse. Sem férias e sem pausas. A maioria dos textos falam sobre mim ou sobre algum fato que presenciei. É uma excelente terapia, escrever sobre algumas experiências que tive e sobre o que penso, e receber comentários de pessoas com ideias iguais ou contrárias às minhas. Isso que fascina no blog, o retorno. Saber outra opinião e experiência de algo que escrevi. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Mas não irei abandonar meu blog, apenas curtirei uma folga. De vez em quando virei aqui para postar alguma coisa, mas sem aquela disciplina de uma vez por semana ter coisa nova. Não ter obrigação de escrever (pois me imponho muita coisa), e relaxar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;"&lt;i&gt;Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever&lt;/i&gt;." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Clarice Lispector&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;No momento, estou com preguiça de tentar entender e achar respostas. Vou me permitir a ter dúvidas e não pensar. Depois volto. Beijos e inté.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ShmTR6sDh3I/AAAAAAAAD2Y/1Z27eZhmqHc/s1600-h/P1010064a%5B26%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="P1010064a" border="0" height="201" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ShmTTXFzpLI/AAAAAAAAD2c/i7Je9oGDU0I/P1010064a_thumb%5B20%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="P1010064a" width="355" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Lua Adversa&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;&lt;i&gt;Tenho fases, como a lua&lt;br /&gt;
Fases de andar escondida,&lt;br /&gt;
fases de vir para a rua...&lt;br /&gt;
Perdição da minha vida!&lt;br /&gt;
Perdição da vida minha!&lt;br /&gt;
Tenho fases de ser tua,&lt;br /&gt;
tenho outras de ser sozinha&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;&lt;i&gt;Fases que vão e que vêm,&lt;br /&gt;
no secreto calendário&lt;br /&gt;
que um astrólogo arbitrário&lt;br /&gt;
inventou para meu uso.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;&lt;i&gt;E roda a melancolia&lt;br /&gt;
seu interminável fuso!&lt;br /&gt;
Não me encontro com ninguém&lt;br /&gt;
(tenho fases, como a lua...)&lt;br /&gt;
No dia de alguém ser meu&lt;br /&gt;
não é dia de eu ser sua...&lt;br /&gt;
E, quando chega esse dia,&lt;br /&gt;
o outro desapareceu...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Cecília Meireles&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=bf0b02f" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8605871398697534468?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8605871398697534468/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8605871398697534468&amp;isPopup=true" title="15 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8605871398697534468?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8605871398697534468?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/PRuduvUjmb0/ferias-de-mim.html" title="Férias de Mim" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/05/ferias-de-mim.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUFR3w_fCp7ImA9WxNXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5796159160964572507</id><published>2009-05-05T09:28:00.004-03:00</published><updated>2009-10-03T15:56:56.244-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T15:56:56.244-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="namoro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="autoestima" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Perfeitas para casar</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAzj7Jyr-I/AAAAAAAADq8/okzTMLIn9QA/s1600-h/bem-me-quer%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="bem-me-quer" border="0" height="320" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAzkxj5g7I/AAAAAAAADrA/Y8mhht8ZylE/bem-me-quer_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="bem-me-quer" width="198" /&gt;&lt;/a&gt;Carina adorava uma festa, raramente ficava em casa nos finais de semana e feriados. Tinha uma turma grande de amigos, nunca estava sozinha. Eram daqueles amigos companheiros, da época da faculdade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela queria muito se casar. O tempo estava passando e continuava solteira. Já tivera muitos namorados, todos bem sucedidos e inteligentes. Estava com 24 anos e o desejo de ser mãe aflorou como nunca, só faltava o marido. Não queria ser mãe solteira. Foi quando Reginaldo apareceu. Moço de família tradicional, bonito, inteligente e estável financeiramente, se encantou por ela.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começou o namoro e Carina mudou com os amigos. Estava sempre ausente e, até mesmo na faculdade, evitava-os. Dizia que Reginaldo sentia ciúmes dos amigos dela. Nada podia estragar o novo namoro, e ela seguia todas as regras que achava recomendáveis para manter o relacionamento. Ela cuidava de Reginaldo como se fosse uma esposa dos sonhos: cozinhava, costurava os botões que estavam frouxos nas camisas dele e etc. e tal. Ele sempre a buscava na faculdade e, quando aparecia, Carina fazia questão de esperá-lo sozinha, longe das amigas. Ela se afastou de todos, e passou a andar somente com o namorado e a turma de amigos dele. Carina engravidou e se casou. Não convidou a melhor amiga para o casamento, disse que estava tão atarefada com os preparativos que esqueceu. A amiga ficou tão magoada que se afastou de vez. Aos poucos, Carina foi perdendo todos os amigos. Hoje, quando está triste, ela sente falta deles, e se pergunta “por que eles se afastaram?”, sem ao menos se dar conta que quem os afastou foi ela mesma. Continua casada. E o casamento? Vai bem, obrigada.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgJoavp_dVI/AAAAAAAADrM/qreVAsQYgy4/s1600-h/mal-me-quer%5B2%5D.png"&gt;&lt;img align="right" alt="mal-me-quer" border="0" height="320" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgJobxl4rrI/AAAAAAAADrQ/5Uomn_mp0g0/mal-me-quer_thumb%5B2%5D.png?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="mal-me-quer" width="169" /&gt;&lt;/a&gt; Luiza, uma senhora com muitos anos a mais que Carina, avó de quatro netos, dedicou sua vida a Osmar. Quem olha diz: Q&lt;i&gt;ue lindo casal, juntos há tanto tempo!&lt;/i&gt; Mas a rotina é cruel, e alguns casamentos duram para sempre por não ter outra opção. Luiza é dependente emocional do marido. Reclama que ele se isola na biblioteca da casa e não conversa com ela. Eles não têm assunto. Luiza se culpa por não ter estudado, se tivesse, teria o que conversar com ele. O pai dela, na época em que estava em idade escolar, dizia que bastava ela saber fazer contas, no demais, estudo para quê? Mas ele também era uma pessoa sem estudo e, naquela época, eram raras as mulheres que trabalhavam. As filhas que teve com Osmar tentaram convencê-la a estudar, elas mesmas a ensinariam. Mas Luiza ficava brava, como dizia o pai, estudo para quê? O marido estava ali, presente. Gostava dela, mostrava desejo. Isso era o importante. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luiza se dedicava mais a ele do que aos filhos. Era o amor da vida dela, apesar de sair com outras. Mesmo procurando outras mulheres, era com ela que ele estava oficialmente. Ela o mimava, cortava-lhe, inclusive, as unhas. O tempo passou, Luiza envelheceu e Osmar também. Sexo já não existia mais entre os dois, natural, pela idade, mas ela sentia falta, embora sem a mesma freqüência de quando jovem. O corpo envelheceu, mas a mente não. Velho também sente desejos, ignorância de quem pensa que tudo termina com o passar dos anos. Ele não a procurava mais e ela sabia que ele tinha outra mulher, apesar de velho. E não era uma mulher jovem, tinha apenas alguns anos a menos que ela. Para Luiza, a certeza que Osmar a amava, era o desejo. Se este acabou, o amor se foi.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Duas histórias de mulheres que viveram em gerações diferentes, mas com uma característica semelhante: viver em função do outro. É válido? Amor é doação, mas até que ponto? Abdicar da individualidade pode ter um preço muito alto com o passar do tempo. Deixar de viver o seu momento, em razão do parceiro, que muitas vezes nem pediu por isso. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É natural se afastar um pouco dos amigos quando se começa um namoro, mas normalmente acontece aos poucos. As afinidades mudam e os programas da vida de solteira já não são tão agradáveis assim, turmas diferentes, universos diferentes. O desejo de ter um companheiro e o medo de que não dê certo faz algumas mulheres se isolarem e viverem somente para ele. E quando este relacionamento termina? Com quem ficam os amigos e com quem se pode contar? &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Elas tornam-se as mulheres perfeitas, que não oferecem nenhum risco ao namorado. Oferecem segurança. E adoram serem controladas pelos parceiros. Para elas, isso é sinal de que ele as ama. Mesmo na empolgação da paixão, de querer viver todos os momentos com (e para) o companheiro, não se pode deixar de lado a importância da individualidade, o quanto as próprias experiências são importantes. Fazer o que gosta e viver a própria vida. Este é o segredo de um relacionamento sadio e sem perigo de cobranças futuras. Ninguém tem que ser o responsável pela felicidade do outro, e tanta dedicação não é garantia de se obter um amor para toda a vida. Ceder em algumas coisas é necessário; mas anular-se, nunca.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAw1rmg_TI/AAAAAAAADq0/W17iORGf9xw/s1600-h/margarida20984.jpg"&gt;&lt;img alt="margarida-2098" border="0" height="200" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAw29pIJCI/AAAAAAAADq4/bwkmhcd3Dc0/margarida2098_thumb2.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="margarida-2098" width="260" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 130%;"&gt;“&lt;i&gt;Apagar-me,&lt;br /&gt;
diluir-me,&lt;br /&gt;
desmanchar-me.&lt;br /&gt;
Até que depois&lt;br /&gt;
de mim,&lt;br /&gt;
de nós,&lt;br /&gt;
de tudo,&lt;br /&gt;
não reste mais&lt;br /&gt;
que o charme&lt;/i&gt;.” &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 130%;"&gt;(Leminski)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=52a9dfb" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5796159160964572507?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5796159160964572507/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5796159160964572507&amp;isPopup=true" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5796159160964572507?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5796159160964572507?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/L35w7Jzq8eI/perfeitas-para-casar.html" title="Perfeitas para casar" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/05/perfeitas-para-casar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYMR348fCp7ImA9WxNXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-3328943828928014668</id><published>2009-04-25T17:34:00.003-03:00</published><updated>2009-10-03T15:56:26.074-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T15:56:26.074-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sexo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curiosidade" /><title>Curtas insanos: a janela indiscreta</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Carlos adorava observar as pessoas pela janela do seu apartamento, no décimo primeiro andar. Tinha comprado até um binóculo. Morar em apartamento é como uma gaiola, pois não tem um pátio para entreter. Só tem a janela ou a sacada. No caso de Carlos, não havia sacada, mas este hábito de observar as pessoas como se fosse um &lt;i&gt;voyer&lt;/i&gt; poderia ser encarado como uma indiscrição sadia, pois ele já tinha ajudado diversas pessoas, graças à janela. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia de tempo chuvoso, ao observar a vizinha cortar a grama, lembrou-se de uma reportagem que tinha lido, sobre um homem que morreu eletrocutado ao cortar a grama em dia de chuva, gritou-lhe da janela, desesperado, já imaginando-a morta e estirada na grama. Ela, rindo com a situação, estranhou ver aquele homem naquela janela do prédio que ficava aos fundos da casa dela, gritando, e o avisou que já terminaria o serviço. Outra vez, observando a casa de outra vizinha, Carlos percebeu que dois filhotes de cachorro tinham caído na piscina, e a cadela-mãe andava aflita ao redor, sem ter como salvá-los. Carlos ligou para a vizinha, sem se identificar – para não pensarem que ele era um doido observador – e lhe disse para ir até a piscina, porque seus cachorrinhos estavam se afogando. Ela pensou que fosse trote, mas ele insistiu tanto que ela foi ver se era verdade. Ao perceber que realmente os filhotes estavam se afogando, pulou na piscina e levantou-os com os braços, mostrando-os para o nada, pois não sabia onde estava o homem que a tinha alertado. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No edifício ao lado da vizinha dos cachorrinhos, morava Ângela. Todos os dias ela ia para a sacada aguar as plantas. Carlos a achava linda, Ângela era daquelas mulheres com estilo próprio, originais no vestir e no comportamento. Naquele dia, Carlos não aguentou e foi procurar na lista telefônica, a que classifica por endereços, o número dela. Encontrou a rua e o número do edifício, faltava descobrir o número do apartamento. Na terceira tentativa, após alguns enganos, o telefone chamou e Ângela, que estava aguando as plantas, foi atendê-lo. “&lt;i&gt;É ela, e se chama Ângela!”,&lt;/i&gt; pensou ele. Carlos confessou que sempre a olhava pela janela, a achava uma mulher interessante e gostaria de conhecê-la. Ângela se interessou e marcou um encontro no apartamento dela, em determinada hora, pois o namorado não poderia estar em casa. Carlos suou frio e, nervoso, aceitou o convite. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era final de tarde, ela morava em um edifício pequeno, três andares e sem elevador, em uma das coberturas. Carlos subiu às escadas e quando chegou lá, estranhou ver a porta entreaberta. Cauteloso, abriu-a com cuidado e se deparou com Ângela deitada em um divã, vestida com um quimono e uma faixa nos cabelos, fumava um cigarro com uma piteira e havia cheiro de incenso no ar. O clima era de mistério. “Sente-se”, ela disse. Carlos, meio sem jeito, sentou-se em uma poltrona próxima. Ela lhe ofereceu um chá, que ele recusou. “&lt;i&gt;Sabe-se lá o que tinha dentro daquele chá&lt;/i&gt;”, lembra. Era tudo muito estranho, parecia cena de filme. Conversaram pouco. Carlos deu uma desculpa e foi embora, antes que o namorado dela chegasse e algo mais estranho acontecesse. Tinha encontrado uma mais doida que ele.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meses depois ele mudou de apartamento e de bairro, não sei se continua com o velho hábito de observar pela janela, mas ele sempre se lembra de Ângela, a mulher que conseguiu intimidá-lo. Nunca mais a tinha visto e, dez anos depois do acontecido, ligou para ela, mas outra mulher atendeu ao telefonema. “&lt;i&gt;Ângela saiu, mas se quiser deixar recado…&lt;/i&gt;”, falou a mulher. “&lt;i&gt;Diga a ela que o Carlos ligou&lt;/i&gt;”, respondeu ele, aliviado. Ele sabia que ela não se lembraria dele, só com este recado, já tinha se passado muito tempo. Mas a curiosidade a respeito dela ainda o assombra.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-3328943828928014668?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/3328943828928014668/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=3328943828928014668&amp;isPopup=true" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3328943828928014668?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3328943828928014668?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/ADDDZIvlIW8/curtas-insanos-janela-indiscreta.html" title="Curtas insanos: a janela indiscreta" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/curtas-insanos-janela-indiscreta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQFR3s9eCp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-705061729688052860</id><published>2009-04-24T00:24:00.005-03:00</published><updated>2009-10-03T13:11:56.560-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T13:11:56.560-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sexo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="feminismo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Sim, nós podemos! Será?</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Até que ponto a iniciativa das mulheres na conquista amorosa atrapalha? Estará o mundo de &lt;i&gt;ponta-cabeça&lt;/i&gt;, como diziam nossos avôs? O que deu nas mulheres&lt;i&gt; &lt;/i&gt;de hoje? É uma pergunta que aflige a mente de alguns homens, assustados com a independência, não só financeira, mas comportamental de algumas mulheres. Criaram até uma classificação para elas: mulheres andróginas. Diz o dicionário &lt;i&gt;Houaiss&lt;/i&gt;, que andrógino é “aquele que apresenta características, traços ou comportamentos, entre o masculino e o feminino, ou que tem, notavelmente, característica do sexo oposto”. Ou seja, mulheres com atitudes masculinas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw7mzmyhI/AAAAAAAADqA/A7AfJBWsSmU/s1600-h/We_Can_Do_It3%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="We_Can_Do_It3" border="0" height="214" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw8_TGhuI/AAAAAAAADqE/_ZIiRLCf8H8/We_Can_Do_It3_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="We_Can_Do_It3" width="176" /&gt;&lt;/a&gt; Elas gostam de se produzir, querem casar e ter filhos e sonham com um amor para toda vida, mas se &lt;i&gt;ele&lt;/i&gt; (o amor) não aparecer, não cortam os pulsos por causa disso. São independentes financeira e emocionalmente e se sentem seguras em dar o primeiro passo para conquistar uma relação. Mulheres pós-feministas, lutando pelo seu espaço e mesmas oportunidades. Igualdades salariais, fim da violência contra a mulher e divisão de tarefas no lar são alguns dos objetivos femininos almejados. “&lt;i&gt;We can do it!”, &lt;/i&gt;frase utilizada em um cartaz, na Segunda Guerra Mundial, em que convocava as mulheres “do lar” para trabalharem nas fábricas, enquanto seus homens guerreavam, abriu caminhos e conceitos. “&lt;i&gt;Nós podemos fazê-lo!”&lt;/i&gt; é empolgante, transmite a sensação de liberdade, de “querer é poder”. E poder é ser livre para demonstrar seus desejos e sentimentos. De ousar agir, para satisfazê-los.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No campo dos relacionamentos, apesar de vivermos tempos modernos, muitos homens reclamam da forma direta que algumas mulheres tomam ao se aproximarem deles. Sem o flerte, “&lt;i&gt;agindo que nem homem&lt;/i&gt;”, contam alguns, “&lt;i&gt;elas quebram o clima e se tornam vulgares&lt;/i&gt;”, desabafa Daniel, comerciante. Se a abordagem for sem rodeios, não agrada. “&lt;i&gt;Não tem como levar uma mulher assim a sério&lt;/i&gt;”, diz Roberto, servidor público, “&lt;i&gt;gosto de mulher que toma a iniciativa, adoro, mas tem que manter a feminilidade&lt;/i&gt;”, conclui. É complicado, para eles, aceitarem uma mulher que age com atitudes até então ditas como masculinas. Nikos sempre gostou de mulheres que tomam a iniciativa, mas ao receber uma cantada “inusitada” de uma colega que só tinha conversado as&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw9nhcALI/AAAAAAAADqI/RzD1QU6KpIM/s1600-h/assediosexual25%5B23%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="assediosexual25" border="0" height="234" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw-qQ_uYI/AAAAAAAADqM/3_TIYWpQ-y4/assediosexual25_thumb%5B21%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="assediosexual25" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;suntos de trabalho, ao dizer a ele que queria vê-lo nu, ele se surpreendeu. “&lt;i&gt;Gostei da atitude, não necessariamente da forma como aconteceu&lt;/i&gt;”, explica, “&lt;i&gt;se esse pedido fosse feito em uma balada, por exemplo, eu sairia com ela, mas só. Se acontecer em um ambiente de trabalho, tem que ser diferente, e a cantada tem que ser criativa&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Hoje as mulheres simplesmente perderam o encanto do flerte, porque querem ser como os homens: pegar, comer e largar...”,&lt;/i&gt; conclui&lt;i&gt;.&lt;/i&gt; Para algumas mulheres, homens que abordam&lt;i&gt; &lt;/i&gt;de forma direta, sem que se tenha dado abertura para isso, também não agrada, pois é interpretado como invasão de espaço. No fundo, homens e mulheres pensam iguais. É preciso estar na mesma sintonia, ter o mesmo propósito, para que não haja nenhum mal-entendido. Se desejar romance, será preciso rever algumas atitudes. “&lt;i&gt;Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”&lt;/i&gt;, já aconselhava Che Guevara. Muitas confundem ao ver o “ser ideal” em um relacionamento casual. Então, o que deveria ser visto apenas como prazer, se transforma em insatisfação.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dizer que o homem sente mais necessidade sexual que a mulher é mito. Na sociedade conservadora em que vivemos (conservadorismo tanto masculino quanto feminino), é “permitido” aos homens usarem esta desculpa para satisfazerem seus desejos. A mulher, mesmo com todas as conquistas que teve até o momento, ainda só é levada a sério se tiver o comportamento esperado por esta sociedade: submissa emocionalmente, complacente, comportada, legítima “moça de família”. “&lt;i&gt;Mulheres para casar não saem pelos bares, à procura de sexo casual&lt;/i&gt;”, fala Mário, o que parece ser pensamento da maioria dos homens (eu disse maioria, não totalidade). A relação casual não é nenhuma novidade da geração 00, a amizade colorida já existe há muito tempo, embora ocorresse de maneira mais discreta. O que mudou foi que agora a mulher se sente mais livre para agir e viver um relacionamento de uma noite só. Controlar os sentimentos, a não entrega, talvez seja uma forma de proteção contra as desilusões. Querer viver o momento, sem esperar nada em troca, apenas sentir, não a faz perder o desejo de &lt;i&gt;querer um homem para chamar de seu&lt;/i&gt;, apenas é uma forma de aproveitarem o tempo enquanto o &lt;i&gt;Há-de-Vir&lt;/i&gt; não vem. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivemos épocas de mudança de valores e de quebra de paradigmas. Se isto é saudável ou não, só o tempo irá dizer, e cabe lembrar, que quando há muita liberdade, os antigos valores retornam como forma de freio. Saber separar sexo de amor evita muitas frustrações, mas para a mulher, que é mais emocional, não é fácil. Conhecer-se, saber o que realmente quer e, principalmente, o que não quer para sua vida são os primeiros passos para se alcançar a satisfação pessoal. Ser você mesmo, independente de saber impor o que deseja, ou não.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;*&lt;/span&gt; Não deixe de ler a reflexão masculina sobre o assunto, feita pelo meu amigo Maha, em &lt;a href="http://blogdomaha.blogspot.com/2009/04/sexo-casual-por-que-nao.html#comment-form"&gt;Blog do Maha: Sexo casual, por que não?&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=b8eb02f" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-705061729688052860?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/705061729688052860/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=705061729688052860&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/705061729688052860?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/705061729688052860?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/mGrDtb9NAw4/sim-nos-podemos-sera.html" title="Sim, nós podemos! Será?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/sim-nos-podemos-sera.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAERXY6fyp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4399252137112471288</id><published>2009-04-18T20:49:00.004-03:00</published><updated>2009-10-03T12:45:04.817-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:45:04.817-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amadurecimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Amadureço em Porto Alegre.</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sepm33qhNFI/AAAAAAAADpo/1RVWHr6JV-w/s1600-h/velas%20anivers%C3%A1rio%5B3%5D.png"&gt;&lt;img alt="velas aniversário" border="0" height="457" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sepm7UmrdZI/AAAAAAAADps/LZHykOFggJQ/velas%20anivers%C3%A1rio_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-right: 0px; border-top: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="velas aniversário" width="267" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;O tempo passa, o tempo voa, e tudo continua numa boa! Amanhã completo 34 anos, e acho que estou bem melhor agora do que antigamente, não só na aparência, mas, principalmente, nas atitudes. É engraçado como mudamos em um simples espaço de tempo. Lembrando da época em que cheguei a Porto Alegre, há seis anos, não me sinto mais a mesma. Eu era, digamos, medrosa. E o medo nos bloqueia, nos faz &lt;i&gt;não ser&lt;/i&gt;. Eu me contive tanto que chegou o dia em que explodi, e hoje estou aqui, indisposta a engolir qualquer sapo. Estou amadurecendo, e isso é bom. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;Nunca entrei em crise de idade. Adorei quando fiz trinta anos. Achava o máximo ser chamada de balzaquiana, era como se eu fizesse parte da turma do seriado &lt;i&gt;Sex and the City&lt;/i&gt;. Aos trinta estamos mais maduras, mais conscientes, as loucuras dos vinte anos são mais pensadas e os relacionamentos... Esses não mudam, continuam insanos! Enquanto aos vinte estamos preocupadas em sermos independentes, em batalhar para conseguir o que queremos (nem todas, mas a maioria), aos trinta aproveitamos a colheita. Época ideal para olharmos para nós mesmas, repensar antigos valores, cuidar-se para – quando chegarmos aos quarenta – estarmos inteiras! Estar bem não só de corpo, mas de mente. Iniciar uma terapia, conhecer-se e conhecer o outro. O autoconhecimento é apaixonante, saber os porquês, tudo tem explicação. Ao tomarmos consciência de nós mesmos, amadurecemos, sabemos como agir e o que devemos evitar, nos tornamos quase um &lt;i&gt;highlander&lt;/i&gt;! Eu sou apaixonada por terapia, mas gosto da holística. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;Os contras de ficar mais velha é que não temos mais o mesmo pique de antigamente, se antes fazíamos festas quinta, sexta e sábado, hoje o corpo não acompanha. A ressaca do dia seguinte é cruel! Mas agora temos a sábia sabedoria de alternar a bebida alcoólica com água ou coca-cola. Os famosos pés de galinha já se tornam visíveis nas fotografias (imagine ao vivo) e os fios brancos surgem como ervas daninha. Mas nada que não tenha solução, basta lembrar que só tem pés de galinha quem ri muito ou tem a pele seca. Minha pele é mista, logo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;Costumo comemorar as idades terminadas em zero e cinco. Não sei o porquê, talvez por ter nascido em 1975, como se eu tivesse um ciclo certo para comemorar: de cinco em cinco. Apesar disso, de todos os meus aniversários, o que mais comemorei foram os meus 33 anos. Dividi as festas por turma: família, amigos do trabalho, amigos de São Gabriel em Porto Alegre e amigos de São Gabriel em São Gabriel! Era maio e eu ainda estava comemorando, parecia um &lt;i&gt;Querb&lt;/i&gt;! Neste ano não estou com toda a empolgação, apesar de 34 ser um número bom: 3 + 4 = 7! E daí? Daí que procurei o significado do número sete na internet, e a única coisa que achei foi: sete são os pecados capitais, sete são os sábios da Grécia, sete são os dias da semana e sete são os anões de Branca de Neve. Como não tenho vocação para mocinha de contos de fada, então deixei pra lá o significado do tal 7. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;Meu ano começa amanhã, e fazendo um balanço do que passou, não tenho do que reclamar. Nos meus 33, fiz novas amizades, apaixonei-me umas duas vezes (volúvel? As paixões são assim...) e me desiludi, também reencontrei um ex-namorado e comprovei que determinados relacionamentos têm prazo de validade: ou eu mudei, ou ele mudou, ou ambos. O tempo acaba até com a afinidade, permaneceu o carinho. Também coloquei alguns planos em prática, criei meus blogs, descobri que gosto de escrever e o que eu quero ser quando crescer. Tive alta da minha terapeuta e saí à procura de outra, urgente! Voltei a estudar matérias que não via há 18 anos, idade de alguns colegas do cursinho pré-vestibular, alguns como eu quando tinha a idade deles, sem saber qual caminho seguir e escolhendo várias opções de curso, e talvez nenhuma das escolhas seja a certa. Também consegui ficar um ano com a mesma cor de cabelo, isso é caso raro para mim. Mas hoje já mudei, para entrar no novo ciclo renovada: nem loira, nem morena – os dois: e vivam as mechas, agora equilibrei meus neurônios!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;O que espero desta nova idade? Que eu continue colocando meus planos em prática e que minha agenda esteja sempre ocupada, mas sem ansiedades. Não gosto de ficar parada, sinto falta de preencher meu tempo, só o trabalho não me basta. Que eu consiga me organizar, fazendo meus trabalhos com qualidade. Espero ter novas amizades e manter as que tenho, pois são pessoas especiais, e me apaixone novamente, porque ninguém é de ferro. Que a inspiração esteja sempre comigo e a felicidade também. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;&lt;i&gt;♪Peço-te o prazer legítimo&lt;br /&gt;
E o movimento preciso&lt;br /&gt;
Tempo tempo tempo tempo&lt;br /&gt;
Quando o tempo for propício&lt;br /&gt;
Tempo tempo tempo tempo...&lt;br /&gt;
De modo que o meu espírito&lt;br /&gt;
Ganhe um brilho definido&lt;br /&gt;
Tempo tempo tempo tempo&lt;br /&gt;
E eu espalhe benefícios&lt;br /&gt;
Tempo tempo tempo tempo...♪ &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Gisha; font-size: 100%;"&gt;(Caetano Veloso, em Oração ao Tempo)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=cc17403" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4399252137112471288?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4399252137112471288/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4399252137112471288&amp;isPopup=true" title="16 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4399252137112471288?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4399252137112471288?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/d0kykrJB7XA/amadureco-em-porto-alegre.html" title="Amadureço em Porto Alegre." /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">16</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/amadureco-em-porto-alegre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8DQXk-eSp7ImA9WxNXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-855796874453775775</id><published>2009-04-07T09:44:00.003-03:00</published><updated>2009-10-03T12:47:50.751-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T12:47:50.751-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="traição" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Você perdoaria uma traição?</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAaQEu1MI/AAAAAAAADoQ/q1Ue5HJGngU/s1600-h/trai%C3%A7%C3%A3o%5B14%5D.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;img alt="traição" border="0" height="287" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAcMOxWqI/AAAAAAAADoU/Kw1-Z7gFLqY/trai%C3%A7%C3%A3o_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="traição" width="365" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Trair é uma palavra forte, lembra atraiçoar, &lt;i&gt;apunhalar pelas costas&lt;/i&gt;, ser desleal, e nem sempre ser infiel tem este significado. Não podemos colocar toda a culpa no outro, pois uma relação para ser perfeita depende dos dois. O desgaste, a falta de paixão, a incompatibilidade sexual e a rotina são algumas das causas para que se &lt;i&gt;pule a cerca&lt;/i&gt;, sinal de que alguma coisa não vai bem no casamento ou namoro. Até que ponto cada parte é culpada não podemos dizer com certeza, mas o perdão depende principalmente da maneira como se encara a infidelidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;O homem e a mulher têm uma visão diferente do sexo, assim como da traição. Para a mulher, é mais fácil perdoar uma &lt;i&gt;pulada de cerca&lt;/i&gt; se o homem não está envolvido emocionalmente. O importante é ela se sentir especial, de modo que nenhuma outra mulher abale a relação. Para o homem, uma mulher fazer sexo casual com outro é bem mais difícil de perdoar, pois mexe com o ego masculino e a virilidade. O homem quer ser o que proporciona maior prazer, o mais atraente, o &lt;i&gt;bam bam bam&lt;/i&gt;. Saber que a própria mulher está transando com outro só o fará pensar que ele não é &lt;i&gt;tão bom&lt;/i&gt; quanto pensava, então, ele se sente &lt;i&gt;reprovado&lt;/i&gt; na matéria de satisfazê-la, sem perceber que a causa pode nem ser sexual, mas alguma atitude ou indiferença dele. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;É difícil perdoar, porque se perde a confiança. Se a traição for com alguém conhecido, como uma amiga ou parenta - por exemplo, é bem pior. Danuza Leão, em seu livro &lt;i&gt;Na Sala com Danuza&lt;/i&gt;, em relação à traição de marido com amiga, aconselha: “&lt;i&gt;Se você descobriu – sem sombra de dúvida – que sua amiga e confidente se fez de mais do que engraçadinha para o seu marido – em alguns casos vale também para o ex-marido -, corte direto, sem perdão. Já que você não pode matá-la, o que seria o ideal, rompa, ignore-a, nunca mais cumprimente. Há certos crimes que não prescrevem – e traição de amiga é uma delas. De marido é menos grave, acredite. Até porque eles acabam contando&lt;/i&gt;.” Algumas mulheres interpretam o fato do marido contar sobre uma traição como tentativa dele de manter o laço de confiança, mostrando-se arrependido. Mas em alguns casos, o marido quer mesmo que a mulher o mande embora, pois assim se sentem menos culpados por saírem de casa por conta própria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAdUxcpQI/AAAAAAAADoY/_2UgGT4rRro/s1600-h/frida%5B21%5D.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;&lt;img align="right" alt="frida" border="0" height="333" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAe6UmyII/AAAAAAAADoc/kmBS-XmnHDY/frida_thumb%5B19%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="frida" width="235" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt; Quando alguém descobre que foi traído, a frase que mais lhe passa pela mente é &lt;i&gt;Onde foi que eu errei?. &lt;/i&gt;Tentar entender as causas da traição, o que fez o parceiro se interessar por outra pessoa, qual a parcela de culpa que lhe cabe, se perdoa ou não, são dúvidas que tomam conta da pessoa. Mas as respostas a estes questionamentos nem sempre são iguais a todos, não existe causa certa para suprir tais dúvidas. Há casos e casos. Alguns homens têm natureza infiel, não conseguem ser monogâmicos, por mais linda e maravilhosa que a mulher seja, eles traem. Diego Rivera é um exemplo. Frida Kahlo, artista plástica mexicana, suportou as traições de Diego por anos, talvez por dependência emocional ou medo de ficar sozinha. Dizia não dar importância, desde que ele fosse leal. Mas em uma de suas cartas a Diego, publicada no livro &lt;i&gt;Cartas Apaixonadas de Frida Kahlo&lt;/i&gt;, de Martha Zamora, ela desabafa: “&lt;i&gt;Acho que o que está acontecendo é que sou meio estúpida e uma tola, porque todas essas coisas aconteceram e se repetiram nos sete anos que vivemos juntos. Toda esta raiva simplesmente me fez compreender melhor que eu o amo mais do que minha própria pele, e que, embora você não me ame tanto assim, pelo menos me ama um pouquinho – não é? Se isto não for verdade, sempre terei a esperança de que possa ser, e isto me basta...&lt;/i&gt;” Quando Diego a traiu com a irmã dela, ele foi desleal. A irmã não era uma estranha, era alguém que ela gostava muito. Na raiva, Frida cortou os cabelos, deixou-os bem curtos, e expôs a dor sentida em uma de suas telas. Passados alguns anos, ela se reconciliou com o marido e fez as pazes com a irmã, ambos cuidaram dela até a sua morte. Muitas agem como Frida, para elas basta pensar que o parceiro as ama nem que seja um pouquinho. Amam mais a ele do que a elas próprias, são as chamadas “mulheres que amam demais” (ou que se amam de menos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;O lado da amante também não é nada fácil, apesar de brincarem ao dizer que &lt;i&gt;é melhor ser amante que esposa, pois a amante só fica com o lado bom,&lt;/i&gt; a maioria sonha em se tornar a &lt;i&gt;matriz&lt;/i&gt;. Festas de final de ano, de aniversário, passear de mãos dadas em locais públicos nunca farão parte da rotina da amante. Passará o dia dos namorados solitária, se empanturrando de chocolates. Para as que adoram presentear, perda de tempo, como ele explicaria para mulher o presente? Fora as viagens que ele sempre realizará com a esposa. A amante sempre será vista como solitária pelos amigos, e muitas se anulam pelo homem, esperando o dia em que ele deixará a esposa para ficar com elas. Em alguns casos, quando este dia chega, não é por causa delas, e sim porque a esposa não aguentou, não quis mais. Na maioria das vezes a mulher é quem pede a separação, o homem toma esta iniciativa se realmente está apaixonado pela outra. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Gisha;"&gt;Roberto Freire definiu bem a complexidade do relacionamento bígamo em seu livro &lt;i&gt;Sem Tesão Não Há Solução&lt;/i&gt;: “&lt;i&gt;O problema maior que sempre necessitamos enfrentar nessas experiências é o ciúme. Costumo dizer que toda vez que vamos viver um triângulo amoroso, esse triangulo acaba nunca sendo equilátero e azar de quem fica com o ângulo menor, pois vai morrer de ciúmes, atrapalhando a dinâmica da triangulação.&lt;/i&gt;” Sempre haverá alguém que se sentirá recebendo menos do que merece. Somos possessivos por natureza, egoístas no amor e queremos ser exclusivos. Difícil saber como agir quando sabemos da traição. Tapar o sol com a peneira não é aconselhável e nem sadio para a relação. Ignorar ou fingir que perdoou, para na primeira briga cobrar do outro a traição, só irá desgastar ainda mais a relação. Não é algo fácil para se resolver, vai depender de muitos fatores: o tipo de relação, a convivência e experiências que passaram juntos. É necessário os casais dialogarem, discutirem quando foi que o relacionamento parou de dar certo. Mexer na ferida dói, dá medo! Tem casais que não se abrem, criam uma barreira – a mesma responsável pela traição -, e têm medo de conversar. Deixar para conversar em uma outra hora, ir empurrando &lt;i&gt;com a barriga&lt;/i&gt;, só vai fazer piorar as coisas, e quando a tal conversa finalmente acontecer, talvez seja tarde demais para recuperar o relacionamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=2731347" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-855796874453775775?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/855796874453775775/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=855796874453775775&amp;isPopup=true" title="13 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/855796874453775775?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/855796874453775775?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/wQPHMHUvQU8/voce-perdoaria-uma-traicao.html" title="Você perdoaria uma traição?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">13</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/voce-perdoaria-uma-traicao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUNSH0zeip7ImA9WxNXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-6494952303365880302</id><published>2009-04-05T00:30:00.007-03:00</published><updated>2009-10-03T15:58:19.382-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-03T15:58:19.382-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinema" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dicas" /><title>Vale à pena ver de novo?</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdglshZbzGI/AAAAAAAADnw/Z4DpgBUvvfA/s1600-h/cinema%5B14%5D.png"&gt;&lt;img alt="cinema" border="0" height="388" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdglvhlCs1I/AAAAAAAADn0/Q6w6FeVNObk/cinema_thumb%5B14%5D.png?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="cinema" width="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando criança eu era fissurada em televisão. Um amigo me dizia que meus olhos ficariam gigantescos quando eu crescesse, de tanto que eu assistia a TV. Ele estava certo, meus olhos cresceram bastante. Das programações preferidas, os filmes me chamavam mais atenção. Não perdia a &lt;i&gt;Sessão da Tarde&lt;/i&gt; e nos finais de semana a &lt;i&gt;Sessão Coruja&lt;/i&gt;, mais tarde transformada em &lt;i&gt;Corujão&lt;/i&gt;, e a &lt;i&gt;Sessão de Gala&lt;/i&gt;. Eu tinha um caderninho onde anotava os filmes que assistia e no final do caderno tinha colagens de reportagens sobre os filmes. Um dia mostrei a um amigo e ele me disse, indignado: &lt;i&gt;tu és uma fanática!&lt;/i&gt; Fiquei tão preocupada em ter me tornado uma fanática, que parei de anotá-los, hoje não faria isso. O primeiro filme que assisti no cinema foi uma sessão dupla: &lt;i&gt;A Filha de Iemanjá&lt;/i&gt;, com o Teixeirinha e a Mari Terezinha, e um filme dos Trapalhões, que não lembro o nome, só lembro que no filme ele fritava um ovo de avestruz e eu levei um susto ao ver o tamanho do ovo!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdglxvq21YI/AAAAAAAADn4/dqlulMp01uU/s1600-h/babetteeste%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="babetteeste" border="0" height="255" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdglzF5ZgiI/AAAAAAAADn8/17WlW_xP0FY/babetteeste_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="babetteeste" width="179" /&gt;&lt;/a&gt; Com a onda dos 1001 coisas para ver, viver, ouvir, viajar, etc. e tal, comprei o livro &lt;i&gt;1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer&lt;/i&gt;, de Steven Jay Schneider, e descobri que eu não assisti a quase nada de filmes! É muita coisa! Assisti aos mais novos e poucos antigos, muito poucos. Alguns maravilhosos e outros nem tanto. Há pouco saiu uma reportagem no jornal &lt;i&gt;Zero Hora&lt;/i&gt;, sobre as pessoas estarem mais exigentes quando vão ao cinema. Se o filme é ruim, abandonam a sala. Nunca aconteceu de eu sair ou querer sair do cinema antes do filme acabar. Minha prima já dormiu no filme &lt;i&gt;De Olhos Bem Fechados&lt;/i&gt;, o filme era tão sem graça e sem criatividade que a deixou de olhos bem fechados em pleno cinema! &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem filmes que chamam mais atenção por serem ruins. A tia Lena, irmã da minha mãe, assistiu ao &lt;i&gt;A Festa de Babette&lt;/i&gt;, ela nos falou tanto do filme, mas tanto, do quanto ele era ruim, tenebroso, pavoroso (palavras dela), que eu e minha prima tivemos que assistir, que fil&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl0gF-vUI/AAAAAAAADoA/hY7MV4hyauI/s1600-h/F1%20aconteceu-naquela-noite-poster01%5B31%5D.jpg"&gt;&lt;img align="right" alt="F1 aconteceu-naquela-noite-poster01" border="0" height="252" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl2N-QVvI/AAAAAAAADoE/rObTHWNTS7k/F1%20aconteceu-naquela-noite-poster01_thumb%5B27%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="F1 aconteceu-naquela-noite-poster01" width="167" /&gt;&lt;/a&gt;me era esse para provocar tamanha repulsa na tia Lena? Fomos ver e não achamos tão ruim assim, não era uma maravilha, mas também não era aquele terror todo que a minha tia falou. O filme conta a história de uma mulher que ganha na loteria e gasta todo o dinheiro do prêmio dando um banquete à francesa para a vizinhança. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com tantas dicas de coisas para se ver antes de morrer, pensei sobre quais filmes eu não gostaria de assistir nem na próxima vida! Claro que gosto é gosto, já dizia uma mulher grávida comendo sabão de côco pensando que era queijo. E propaganda, mesmo negativa, dá certo. Ficou comprovado com o &lt;i&gt;Festa de Babette&lt;/i&gt;! Escolhi cinco filmes que não gostaria de ver novamente (alguns não são ruins e ganharam prêmios, mas são tão sofríveis as situações que mostram que quero distância deste tipo de filme) e cinco filmes que valem a pena ver de novo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #004080; font-size: 100%;"&gt;&lt;b&gt;Filmes que quero distância:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #400000;"&gt;&lt;b&gt;Menina de Ouro:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; drama de Clint Eastwood. O filme conta a história de uma menina (Hilary Swank), cujo sonho é ser campeã de boxe. Ela sofre uma lesão em uma luta que a deixa paralisada do pescoço para baixo, e então o martírio começa. Metade do filme é sobre a dor que ela sente por não poder se mexer, a família que só quer saber do dinheiro dela e o Clint Eastwood sofrendo feito um condenado ao vê-la naquele estado. Duas horas depois que eu assisti ao filme, eu ainda estava chorando. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #400000;"&gt;&lt;b&gt;Abaixo o Amor:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; comédia romântica de Peyton Reed. Muito chato, o filme tenta passar o clima daqueles filmes de Dóris Day, mas sem sucesso. Entediante e sem química entre os atores. Com Renée Zellweger e Ewan McGregor. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #400000;"&gt;&lt;b&gt;Irreversível:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; drama de Gaspar Noé. Tenebroso, pavoroso, horroroso e tudo de ruim terminado em &lt;i&gt;oso&lt;/i&gt;. Ovacionado pela crítica por ser um novo estilo de filmagem, o filme começa do fim. Alguém já assistiu A Bruxa de Blair? Pois uma parte do filme também foi gravada com uma câmera, horrível. Isso sem falar na violência que a Monica Bellucci sofre, o filme é em função disso, do estupro (ou atentado violento ao pudor, já que estupro é só na frente, então dá para imaginar como foi), fora os chutes e pontapés que a coitada levou após ser violentada. Para quem gosta de filmes violentos, é uma dica. Ah, eu dormi no meio do filme. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #400000;"&gt;&lt;b&gt;Sonhos:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; drama de Akira Kurosawa. Junta diversas histórias curtas. O filme é tão “cabeça”, que faz com que a gente se sinta “sem cabeça”. Muito chato. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #400000;"&gt;&lt;b&gt;A Mansão Mastern:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; terror de Mikael Salomon, baseado no livro de Stephan King. Loquei o DVD e dormi assistindo, quando acordei, todos os personagens tinham virado vampiros. Eu não tinha lido a sinopse e escolhi o filme pela capa, nunca mais faço isso. Vampiros? Só nos filmes do Drácula, que adoro. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #004080; font-size: 100%;"&gt;&lt;b&gt;Filmes que valem a pena ver de novo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Lanternas Vermelhas:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; drama de Yimou Zhang. Menina é obrigada a se casar com um homem muito bem de vida, que já tem três esposas. Cada mulher tem sua casa, mas no mesmo terreno. A esposa escolhida para ele passar a noite tem a lanterna da casa acesa, que é vermelha. O que provoca disputa entre as mulheres, ciúmes e competição. O filme mostra o drama da menina ao tentar se adaptar naquele “estilo” de vida. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;O Exorcista:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; terror de William Friedkin. Este sim é o mestre dos filmes de terror. Linda Blair, personagem de Regan MacNeal, assusta com alguns contorcionismos que faz com o corpo ao ser possuída pelo demônio. A viradinha de cabeça é horripilante! Não é indicado para se assistir sozinho. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Diário de Uma Paixão:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; romance de Nick Cassavetes, inspirado no livro &lt;i&gt;O Caderno de Noah&lt;/i&gt;, de Nicholas Sparks. Sabe aqueles filmes que a gente assiste e pensa “eu quero um amor assim!”? Este é um deles. Conta a história de um homem que visita a esposa internada em uma clínica geriátrica, ela está com mal de Alzheimer e não lembra mais de nada, muito menos dele. Allie, a esposa esquecida, ao saber da doença, faz um diário sobre a vida deles, como se conheceram e os percalços pelo qual todo grande amor passa. Após terminar o diário, Allie pede que Noah o leia para ela quando tiver esquecido de tudo, assim ela lembraria dele nem que fosse por um momento. Todos os dias ele lia o diário para ela. O filme mostra a história de Allie (Gena Rowlands e Rachel McAdams, na fase jovem) e Noah (James Garner e Ryan Gosling, na fase jovem), jovens e depois de velhos. É uma história tocante, suspirante, nem um pouco melosa, que faz chorar até os marmanjos no cinema (um amigo disse que passou a maior vergonha ao assistir ao filme no cinema, saiu de lá chorando feito um condenado). Apesar do choro, vale a pena assistir, pois não é um choro de tristeza, como o &lt;i&gt;Menina de Ouro&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;A Cor Púrpura:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; drama de Steven Spielberg. Uma meninha adolescente casa com um marido bêbado e mulherengo, que a trata como uma empregada. Mostra o drama de uma mulher forte e sofrida, cujo sonho é rever os filhos separados dela quando nasceram. A fotografia do filme é linda e este é um dos melhores papéis que Woopi Goldberg interpretou, ganhou o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz por ele, merecido.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;O Diário de Bridget Jones:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; comédia-romãntica de Sharon Maguire. Não poderia deixar de fora as comédias-românticas, adoro quase todas. As aventuras e desventuras de uma balzaquiana (Renée Zellweger) à espera do grande amor. Em meio às barbadas e roubadas, rimos muito com as trapalhadas da moça. Vale a pena ver também as outras partes. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi difícil selecionar qual colocaria na lista, deixei de fora filmes que adoro de paixão, como &lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Os Intocáveis; Mudança de Hábito; Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu; E O Vento Levou...; Vida de Solteiro; Os Goonies; E Se Fosse Verdade; O &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl3ZkLhtI/AAAAAAAADoI/r6s4WbU46Jk/s1600-h/mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;img align="right" alt="mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04" border="0" height="260" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl4pzUxYI/AAAAAAAADoM/-2pKsYPmAbM/mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04" width="188" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Poderoso Chefão; O Último Rei da Escócia; Nunca Fui Santa; Fale Com Ela; O Silêncio dos Inocentes; O Clube da Felicidade e da Sorte; Um Convidado Bem Trapalhão; A Gaiola das Loucas (original); O Labirinto do Fauno; Drácula; Atração Fatal; Se Eu Fosse Você 2; Cantando na Chuva; Como Eliminar Seu Chefe; Aconteceu Naquela Noite (de 1934); Ben-Hur&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; e muito mais. Mas estes ficam para um próximo post. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E tu, quais filmes gostaste e quais não gostaria de ver novamente?&lt;br /&gt;
&lt;object height="132" width="353"&gt;&lt;embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=f27b43b" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-6494952303365880302?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/6494952303365880302/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=6494952303365880302&amp;isPopup=true" title="14 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6494952303365880302?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6494952303365880302?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/xl4SqiCHPTI/vale-pena-ver-de-novo.html" title="Vale à pena ver de novo?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">14</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/vale-pena-ver-de-novo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cMRHg-fSp7ImA9WxVbEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4066498846339913615</id><published>2009-03-26T00:34:00.002-03:00</published><updated>2009-03-26T00:44:45.655-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-26T00:44:45.655-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: aconteceu no ônibus</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;O universo dos ônibus nos traz acontecimentos – no mínimo – interessantes. Eis três fatos que ocorreram neste meio de transporte que tem muita história para contar:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gislaine trabalhava em uma imobiliária, era secretária. Oito horas diárias, de vez em quando fazia hora extra, era cansativo e, no final da tarde, ela já não via a hora de chegar em casa. No caminho, Gislaine costumava viajar nos seus pensamentos enquanto olhava a paisagem através da janela do ônibus. No horário em que ela costumava pegar o ônibus sempre tinha muitos lugares para sentar, dificilmente estava lotado. Todos os dias da semana eram iguais para ela, da casa para o trabalho e do trabalho para casa. Mas naquela segunda-feira de 2004, após feriadão de Páscoa, Gislaine voltava do trabalho, com aquele olhar perdido de sempre, quando foi trazida de volta ao mundo real por uma mulher, que entrou correndo no ônibus e acertou-lhe um soco no rosto, na bochecha direita. A maluca insana, assim como entrou no ônibus, saiu. Gislaine, em uma crise de choro pela agressão sofrida, perguntou ao cobrador o que tinha acontecido. Na maior calma do mundo, como se o que tinha acontecido fosse aceitável e normal, respondeu-lhe: &lt;i&gt;Ela sempre faz isso, entra correndo ônibus adentro e agride a primeira pessoa que vê pela frente. Depois vai embora.&lt;/i&gt; Gislaine ficou ali, sentada, chorando, até chegar à parada de destino. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Larry era um cara bem apessoado. Não era aquele tipo de homem que chama a atenção das mulheres ao entrar em um lugar, mas tinha charme, um bom papo e era divertido. Em uma das voltas para casa, pegou o ônibus de costume e, ao lado dele, sentou-se uma senhora de mais ou menos setenta anos e muito falante. Quando Larry estava quase chegando a casa, faltavam apenas algumas quadras, a senhora o olha - bem séria - e lhe diz, com uma naturalidade impressionante: &lt;i&gt;Eu gostei de ti, o achei interessante. Quer ir comigo, lá em casa, para nos conhecermos melhor? Se é que tu me entendes... Eu lhe dou R$ 50,00!&lt;/i&gt; Larry, sem entender direito o que estava acontecendo (nestas horas, como se em estado de choque, a gente sempre tem a impressão que não é com a gente) agradeceu ao convite, mas teria que recusar, pois não fazia aquele tipo de serviço. A senhora pareceu ficar desapontada. Larry desceu do ônibus, um tanto decepcionado com a proposta de uma senhora que poderia ser a avó dele. Ao chegar a casa, se olhou bem no espelho, como se estivesse se olhando pela primeira vez, tentando entender o que levou àquela doce e frágil senhora confundi-lo com um prostituto... &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Michele, estudante de Administração, conseguiu o seu primeiro estágio em uma empresa de grande porte. Estava feliz, trabalhava meio turno e tinha tempo para estudar e fazer outras coisas. Em uma das idas ao novo trabalho, ao pegar o ônibus, sentou-se no banco detrás do banco em que duas senhoras estavam sentadas, e elas falavam sem parar. Não teve como não prestar atenção no que elas diziam, a tristeza da voz da senhora mais falante lhe chamava atenção. Ela desabafava com a amiga sobre o divórcio da filha: &lt;i&gt;Coitada da minha filha, ela é muito jovem para enfrentar uma separação, ainda mais agora, grávida. O marido foi embora de casa dizendo que tem outra, que está apaixonado. Nunca mais ligou, não atende aos telefonemas dela, uma tristeza! E a pobrezinha fica lá, chorando pelos cantos. Ela ficou tão traumatizada, mas tão traumatizada com o que aconteceu, que quase teve um traumatismo craniano. É brinquedo, não! &lt;/i&gt;Michele não sabia se ria ou se chorava com o que tinha acabado de ouvir, mas sentiu pena da moça. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim como Gislaine, Larry e Michele, tu também deves ter tido uma história incomum que ocorreu em um ônibus para nos contar. Solte o verbo e desabafe, afinal, ninguém está livre de certos acontecimentos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4066498846339913615?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4066498846339913615/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4066498846339913615&amp;isPopup=true" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4066498846339913615?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4066498846339913615?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/jjTjMUQgQHM/curtas-insanos-aconteceu-no-onibus.html" title="Curtas insanos: aconteceu no ônibus" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">10</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/03/curtas-insanos-aconteceu-no-onibus.html</feedburner:origLink></entry></feed>
