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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkAGQ3k8eyp7ImA9WxJUFEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289</id><updated>2009-07-13T09:38:42.773-03:00</updated><title>mundo insano...</title><subtitle type="html">as divagações de uma balzaquiana, suas alegrias, reclamações, dúvidas e opiniões.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>65</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><link rel="license" type="text/html" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/" /><logo>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</logo><link rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/MundoInsano" type="application/atom+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;C0QMQH4yfyp7ImA9WxJUEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4966512759098752044</id><published>2009-07-11T02:11:00.001-03:00</published><updated>2009-07-11T02:49:41.097-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-11T02:49:41.097-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: a Frígida</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Todo ano, no verão, Carlos ia para a mesma praia. Ficava no Estado vizinho, onde tem algumas das praias mais lindas. Escolheu um lugar menos movimentado, preferia uma praia pacata durante o dia, mas que ficava perto das agitadas, para quando saísse à noite.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma vez ou outra, ele passava por uns apuros, até mesmo pelas diferenças de um Estado para o outro. Como uma vez em que ele foi a uma pizzaria e pediu uma &lt;em&gt;Calabresa&lt;/em&gt;. O garçom lhe trouxe a linguiça. Ele estava em uma pizzaria, pensou que, ao dizer que queria uma Calabresa, o garçom lhe traria uma &lt;i&gt;Pizza de Calabresa&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Era uma tarde de quarta-feira, em fevereiro, quando ele teve que ir ao supermercado da esquina, faltava pão e leite para o café da manhã do dia seguinte. Carlos detestava fazer mercado, mas teve que ir. Na saída, ao analisar qual caixa tinha a menor fila, notou uma linda moça, como funcionária do caixa do supermercado. Nem se importou daquela fila ser a mais longa, ela era muito bonita. Quando chegou a vez dele, trocou poucas palavras com ela, e não conseguiu descobrir o seu nome, pois o crachá estava virado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Voltou no dia seguinte, desta vez, comprou umas cervejas e uns petiscos. Puxou conversa sobre o tempo, elogiou-lhe as sobrancelhas e quis saber mais sobre quanto tempo ela trabalhava lá, e etc. e tal. Ela, muito sorridente e simpática, lhe deu todas as informações. Sentindo-se mais íntimo, perguntou-lhe o nome. Foi quando ela lhe respondeu, com o sorriso mais sincero que ele já recebeu: &lt;i&gt;- Meu nome é Frígida! &lt;/i&gt;Carlos, como quem não tivesse entendido direito, pediu-lhe para repetir. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;– Frígida, meu nome é Frígida!&lt;/i&gt;, disse ela, feliz, mostrando-lhe o crachá. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;– Que nome diferente tu tens: Frígida,&lt;/i&gt; disse ele, com voz de quem estava tentando entender o porquê daquele nome. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Soava estranho ele chamar, com um qualitativo tão apático como frígida, uma moça tão bonita. E ela ainda completou que adorava o nome. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;- É mesmo?, &lt;/i&gt;ele replicou, imaginando se não teria sido ideia do pai dela, frustrado, ter lhe dado aquele nome tão... tão... sem VIDA! Teria se inspirado na mãe da menina?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mórbido é a palavra certa para definir aquele nome que chocava tanto. Não era um nome que passasse despercebido, incólume de comentários. &lt;i&gt;E ela disse que adorava o nome&lt;/i&gt;... &lt;i&gt;Será&lt;/i&gt; &lt;i&gt;que sabe o seu real significado?, &lt;/i&gt;insistia seu pensamento. Diversas indagações lhe passavam pela mente naquele momento. Todavia não quis lhe perguntar o porquê, afinal mal a conhecia. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O fato é que Carlos não foi mais ao caixa de Frígida. É como se o nome afetasse o que ela era. Tem certas coisas que transmitem uma energia mais forte que a pessoa, e a apagam. Talvez ela não tivesse a ver com o nome, que carregaria para toda a vida, caso não quisesse trocá-lo. Entretanto, indiretamente, ela estava contaminada pelo seu significado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Preconceito de Carlos, talvez. Mas nenhum encanto sobrevive a uma... Frígida!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4966512759098752044?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4966512759098752044/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4966512759098752044" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4966512759098752044?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4966512759098752044?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/5D3dUtGM0Kw/curtas-insanos-frigida.html" title="Curtas insanos: a Frígida" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/07/curtas-insanos-frigida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMNSHc-eip7ImA9WxJUEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-1699795763918527195</id><published>2009-07-05T23:36:00.002-03:00</published><updated>2009-07-10T01:01:39.952-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-10T01:01:39.952-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="falta de inspiração" /><title>Quando as palavras fogem</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;A falta de inspiração tomou conta do meu ser. Pausa para a vida, que precisa, sempre, ser bem vivida. Meus pensamentos que esperem, estou sem tempo para eles. Cansei de refletir sobre tudo. Viver é simples, por que complicar? Até a próxima inspiração, pensamento, reflexão, divagação, loucura, insanidade, dúvidas e incertezas.&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-left: 0px; width: 308px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:4cb881e2-b109-43d2-a0bb-5b7aeb862ecc" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="c8254e07-d77b-412d-a7cd-e4bf5bda0c2f" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="308" height="257"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eHeR50NQctE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/eHeR50NQctE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="308" height="257"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PS: Samba da Bênção é lindo, até em francês. Mas o que não fica lindo em francês?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-1699795763918527195?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/1699795763918527195/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=1699795763918527195" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1699795763918527195?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1699795763918527195?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/6rQEey_QZ90/quando-as-palavras-fogem.html" title="Quando as palavras fogem" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/07/quando-as-palavras-fogem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MNRnw4fip7ImA9WxJUFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-2914963216004390681</id><published>2009-06-21T03:42:00.002-03:00</published><updated>2009-07-12T18:51:37.236-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-12T18:51:37.236-03:00</app:edited><title>Descabelada!</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WUaryr8I/AAAAAAAAD-c/VnZRjB0_obY/s1600-h/descabelada%5B28%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="descabelada" border="0" alt="descabelada" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WV_1ycfI/AAAAAAAAD-g/WqNLmy7Mc8s/descabelada_thumb%5B26%5D.jpg?imgmax=800" width="275" height="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Fiz autoanálise no cinema. Deitei no &lt;em&gt;Divã&lt;/em&gt; de Martha Medeiros ao assistir ao filme, baseado no livro dela. Eu me identifiquei com a personagem, bem mais velha do que eu, e que tinha uma amiga da época de adolescência, parceira nas loucuras, no qual ela contava toda a vida dela. Mercedes, personagem de Lilia Cabral, levava uma vida básica, com uma família básica e o visual não era diferente. Quando começou a fazer análise, resolveu viver tudo aquilo que sempre quis. Isso também aconteceu comigo quando comecei a fazer terapia. A análise de nós mesmos nos faz acordar para a vida. Adorei quando ela foi ao cabeleireiro e pediu que ele lhe repicasse o cabelo. O cabeleireiro tentava compreender o que fez a sua cliente, tão &lt;em&gt;mesmice&lt;/em&gt;, querer mudar o visual de uma hora para outra. Fiquei pensando se o meu visual estava muito sem vida. Nunca fui discreta, mas, depois de velha, eu me vi certinha, aparência que tanto critico. É um visual apagado. Saí do cinema com uma vontade de repicar o cabelo, como se isso fosse resolver todas as minhas insanidades.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify" style="text-align: center;"&gt;    &lt;object width="360" height="290"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4vi7KsoGiCM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4vi7KsoGiCM&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="360" height="290"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No outro dia, saí às compras com minha mãe e a Erleth, uma amiga perua. Erleth é daquelas amigas que eu posso falar sobre mim, que ela não vai se apavorar com as minhas maluquices (ou a falta delas), tal como a amiga do filme. Somos amigas há 16 anos! Eu e minha mãe precisávamos renovar o guarda-roupa de inverno, detesto comprar roupas de inverno, nada me agrada. Não gosto de andar entrouxada, gosto mesmo é do verão, pouca roupa nos dá a sensação de liberdade. Minha amiga adora comprar, e consultoria de moda é a cara dela. Como nunca sei o que quero e fico horas tentando escolher o que levar, ela me pediu para experimentar um blusão com pelúcia na parte da frente, imitando pele. “&lt;em&gt;Cansei do teu visual básico, tu precisas se repaginar!&lt;/em&gt;”, dizia ela, jogando várias roupas no provador para eu experimentar. Para ela me dizer isso, era porque a coisa estava feia. Como eu suspeitava, estava com visual de velha. Acabei comprando o tal blusão com pelúcia, meio receosa em usá-lo. Quando cheguei ao trabalho, vestida com o tal, meu chefe me perguntou se eu tinha cortado um pedaço do carpete e colado na roupa. Isabel, outra amiga, lançou um olhar diferente no blusão. “&lt;em&gt;Este blusão é a cara da Erleth!&lt;/em&gt;”, disse ela. “&lt;em&gt;Não me encontrei ainda, preciso achar um estilo só meu&lt;/em&gt;”, pensei. Mas não posso negar que o blusão chama a atenção, e não preciso dizer que adoro aparecer. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O básico me lembra velhice, aposentadoria. Quero manter distância desta aparência. Em seguida chego aos quarenta (em seguida? Faltam seis anos, quando devo começar a dizer que estou chegando lá?) e, dizem, que a vida começa nesta fase. Idade da loba com cara de ovelha mansa não combina. Aliás, mansa é uma palavra que não tem nada a ver comigo, explosiva que sou. Tem pessoas que tem um estilo próprio, uma característica. Não sou assim, mas gostaria de ter uma marca que registrasse que algo é “a minha cara”. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É estranho como algumas pessoas se contêm com o passar dos anos. Não só no comportamento, mas no visual. Sempre fui meio perua, gosto de me arrumar e vivo mudando o cabelo, contudo não estava contente com essa minha fase discreta de ser. Aliás, nunca soube da discrição fazer alguém feliz. Não que eu esteja incentivando a indiscrição, acho que temos que nos preservar, pois há muitas pessoas que adoram julgar os outros. Falsos moralistas. Falo do conservadorismo, de se anular. Fui correndo a minha cabeleireira e disse a ela que queria repicar o cabelo, precisava tirar aquela imagem certinha, tinha me enjoado. Eu me enjôo fácil, tanto que já fui ruiva, loira e morena, agora estou com mechas e lisa. Na verdade, sou tão crespa quanto a Patrícia Pillar, mas pra ela combina aquele volume todo na cabeça, porque é alta. Eu, com menos de um metro e meio de altura, fico igual a um espanador de pó. “&lt;em&gt;Lá vem um cabelo&lt;/em&gt;”, diriam. Nada como uma escova definitiva (sem formol, porque este deixa careca com o passar dos anos). Um colega me disse uma vez que eu sou a alegria dos cabeleireiros, e também que eu sou a versão feminina do David Bowie, o camaleão do rock. Não só do meu visual eu enjôo, mas também o do meu blog. O Mundo Insano... tem um ano e este já é o terceiro layout dele. Ontem mudei o do &lt;a href="http://arquivomundoinsano.blogspot.com/"&gt;Puxadinho Mundo Insano...&lt;/a&gt;, não  agüentava mais aquela mulher gr&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3amq3hvyI/AAAAAAAAD-s/m7GtSvG5D10/s1600-h/puxadinho%20mundo%20insano%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="puxadinho mundo insano" border="0" alt="puxadinho mundo insano" align="left" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3aoZhhKnI/AAAAAAAAD-w/j5xBYmmHKPo/puxadinho%20mundo%20insano_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="199" height="92" /&gt;&lt;/a&gt;itando no blog (a imagem do cabeçalho, no lugar da margarida, era a da mulher do filme Psicose). Não gosto da mesmice, necessito de mudanças. Minha terapeuta reikiana (que também entende de Astrologia) me disse que esta é uma característica dos arianos, a busca pelo novo, a necessidade de sempre começar algo diferente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Acabei desfiando o cabelo, não sei se gostei da mudança, ficou legal, é que ainda estou me acostumando com a falta de cabelo. Está curto, pelos ombros, ele era comprido. Gosto das mudanças radicais. Mudar aos poucos, para se acostumar com a diferença, não é comigo. Quero que dê para perceber que mudei. E acho tão sem graça aquelas pessoas que não notam nada. Tu vais co&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WXpy_8bI/AAAAAAAAD-k/5VXs6ixFvPY/s1600-h/ninon%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="ninon" border="0" alt="ninon" align="right" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sj3WZlUkpbI/AAAAAAAAD-o/7ipoqnxyTf8/ninon_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="163" height="180" /&gt;&lt;/a&gt;m uma roupa/cabelo diferente ao trabalho ou ao curso e ninguém fala nada. Tem pessoas assim, dou graças pelos meus colegas notarem tudo! Nada escapa na percepção deles, gosto de gente assim. Também não entendo as pessoas que vivem sempre com o mesmo corte de cabelo. Conheço uma que ainda mantém aquele cabelo repicado dos anos 80, tipo a Ninon, personagem de Cláudia Raia em Roque Santeiro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A mensagem que Divã passa é sobre mudança. “&lt;em&gt;Para mudar é preciso dar o primeiro passo&lt;/em&gt;”, diz no site do filme. Mudar o visual renova, é a primeira etapa de uma transformação. No meu caso, esta é a vigésima etapa, pois meu processo de camaleoa começou há uns dois anos e meio, ou nunca teve começo, estou constantemente em renovação, em busca de mim. Tenho fases que me escondo, e outras que quero aparecer. E assim levo a vida, vivendo e aprendendo. Mudando, quando necessário. &lt;/p&gt; &lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt; &lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/Elaine-Guedes-Rapteme-Camaleoa/87021/" target="_blank"&gt;Elaine Guedes - Rapte-me Camaleoa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="yehplay" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=13c0ac8f9e980c352cd9315051e68436"&gt;&lt;param name="quality" value="High"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=13c0ac8f9e980c352cd9315051e68436" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-2914963216004390681?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/2914963216004390681/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=2914963216004390681" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2914963216004390681?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2914963216004390681?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/CbkJTZ8efrI/descabelada.html" title="Descabelada!" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/descabelada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYMQ3Y-fyp7ImA9WxJWFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5705515705013452805</id><published>2009-06-20T03:09:00.001-03:00</published><updated>2009-06-20T13:43:02.857-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-20T13:43:02.857-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Ensaio Sobre a Paixão</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;A paixão. Verdadeira turbulência na vida de alguém. Capaz de causar os maiores estragos e as melhores sensações. Ou é oito ou é oitenta. Não há meio termo com ela. É intensa e profunda. É viver como se fosse morrer amanhã. É morrer e renascer; pois, quando ela acaba, todos renascem como se fossem sobreviventes de alguma catástrofe. A paixão é cataclismo, é drama, é mexicana, é brega. É aprendizado, é experiência. É suspirar sozinha, sonhando acordada. É desespero por alguém que está lá, vivendo as mesmas sensações e a mesma necessidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8AMpnE0I/AAAAAAAAD7Y/jsn05zmXXO8/s1600-h/paix%C3%A3o%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="paixão" border="0" alt="paixão" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8O9C6ymI/AAAAAAAAD7c/0xAS2N3idiU/paix%C3%A3o_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="309" height="382" /&gt;&lt;/a&gt; Tema dos mais importantes romances, não há quem um dia não se entregou a uma paixão ou não desejou senti-la. Mas não falo daquelas paixões de adolescência, falo da paixão madura, que - quando a gente pensa que já se aposentou – surge como um &lt;em&gt;tsunami&lt;/em&gt;, devastando tudo que vê pela frente. Paixão é fome, é vontade de saciar, sem nunca se satisfazer. É ânsia, é desejo. É entorpecente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O cinema nos mostra este sentimento através das suas personagens, despertando-nos a vontade de viver uma história ou sensação parecida. Falei em paixão, não em amor. Este, eu deixo para outra postagem. O amor e a paixão são diferentes. O amor é calmaria, a paixão é agitação. O amor é como um lago, tranqüilo, parado, gostoso. A paixão é o mar, com suas ondas que nos derrubam quando não estamos atentos. É a correnteza, que nos arrasta para direções que não queremos ir.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Selecionei alguns filmes que descrevem a paixão e me fazem desejar viver uma:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8fKKHsBI/AAAAAAAAD7g/8_7drOBiYSc/s1600-h/filmes%20paix%C3%A3o%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="filmes paixão" border="0" alt="filmes paixão" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx8th4iRWI/AAAAAAAAD7k/nPw0MYlY244/filmes%20paix%C3%A3o_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="382" height="340" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Paixão Turca&lt;/i&gt;, de Vicente Aranda, com Ana Belén e George Corraface. O filme é inadequado para menores de 18 anos. É de 1994, e conta a história de uma turista espanhola, que casou sem estar muito apaixonada pelo marido. Vivia uma vida confortável, sem grandes emoções, até visitar Istambul, na Turquia, e se apaixona pelo guia. Dentre obstáculos e coragem de mudar, ela larga tudo para viver esse romance. Detalhe: o cara era o típico mulherengo. Lembro de tê-lo achado lindo na primeira vez que assisti. Mas na segunda vez, aquele cabelinho com brilhantina não me agradou. É um filme sensível e erótico ao mesmo tempo. &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Loucos de Paixão&lt;/i&gt;, de Luis Mandoki, com Susan Sarandon e James Spader. Jovem bem sucedido se apaixona por uma garçonete bem mais velha que ele. Os dois perderam pessoas importantes na vida deles, então a carência os une. A quebra de paradigmas e diferenças torna este romance avassalador. A paixão não tem preconceitos, apenas tem que ser vivida. &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Além da Paixão&lt;/i&gt;, um filme de 1985, com Regina Duarte e Paulo Castelli, e direção de Bruno Barreto. Uma mulher casada e, aparentemente, conservadora, se envolve com um garoto de programa e sai viajando com ele, Brasil afora, vivendo todas as fantasias que deseja. Ela apenas vive. Apenas é ela mesma. Como se tirasse férias daquela vida certinha que vivia. Vale a pena assisti-lo. &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Nove e meia semanas de amor&lt;/i&gt;, com Kim Bassinger e Mikey Rourke (antes de ter se deformado com o boxe e as plásticas). Uma mulher se envolve com um desconhecido e eles vivem todas as fantasias sexuais. Até gastar o desejo. Tem o dia que até a paixão cansa. &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Vinícius de Moraes não vivia sem paixão, tanto que se casou nove vezes. A paixão acabava, e ele partia para outra. Não tinha esta de viver sem paixão, de restar o companheirismo e a amizade, ele necessitava das borboletas sobrevoando&lt;em&gt;,&lt;/em&gt; constantemente, no estômago. Roberto Freire escreveu um livro sobre esta entrega, sem restrições, &lt;em&gt;Ame e Dê Vexame, &lt;/em&gt;e comenta que - quando jovem - tinha medo dessa entrega, por fazê-lo se sentir frágil e &lt;i&gt;usável&lt;/i&gt;. “&lt;i&gt;Felizmente, acabei podendo dar todos os vexames possíveis a que tinha direito, no correr dos amores e da vida&lt;/i&gt;”, explica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx81rSlLZI/AAAAAAAAD7o/L1JIendVXNo/s1600-h/carne%5B6%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="carne" border="0" alt="carne" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sjx9E77cgAI/AAAAAAAAD7s/WeC0Kbc83zg/carne_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="248" height="185" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nunca vivi uma paixão de cinema, e nem sei realmente se ela existe, embora conheça pessoas que viveram uma, no qual tiveram opções de parar por ali mesmo ou ficar juntos para sempre. A paixão avassaladora não combina com o “pra sempre”, porque este sempre, sempre acaba (já dizia a música &lt;em&gt;Por Enquanto&lt;/em&gt;, do Renato Russo). Quando não se vive uma paixão até gastar, ela permanece nostálgica, com aquela saudade de um tempo que não volta mais. Não que eu nunca tenha me apaixonado, vivo me apaixonando, mas nunca uma paixão que mexesse tanto comigo, uma paixão que me fizesse perder o controle.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um amigo meu diz que a paixão é imatura, e que acha impróvável que se apaixone um dia. Mas eu me pergunto: será que uma pessoa, por mais madura que seja, está livre de viver uma paixão? Não sei se é imaturidade, mas sair dos eixos de vez em quando é saudável. Conter-se é a pior coisa que uma pessoa pode fazer por ela mesma, é deixar de viver. E o que de saudável tem a maturidade quando se trata de paixão? Tem idade certa para ser sentida? Paixão é sofrer, mas é um sofrimento que vale a pena ser vivido, pelo menos, no cinema, um dos responsáveis por devaneios e desejos de algo que revoluciona o tédio. &lt;/p&gt; &lt;font size="2" face="Arial"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/Kleiton-e-Kledir-Paixao/18200/" target="_blank"&gt;Kleiton e Kledir - Paixão&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;   &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="yehplay" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=440622c6204f70b89d747b712cab6df3" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=440622c6204f70b89d747b712cab6df3" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5705515705013452805?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5705515705013452805/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5705515705013452805" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5705515705013452805?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5705515705013452805?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/_RHHIfAZfYw/ensaio-sobre-paixao.html" title="Ensaio Sobre a Paixão" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/ensaio-sobre-paixao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YCR3g5cSp7ImA9WxJWEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-1220275495998782544</id><published>2009-06-15T01:34:00.001-03:00</published><updated>2009-06-15T10:06:06.629-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-15T10:06:06.629-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="espiritualidade" /><title>Curtas insanos: o santo caloteiro</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;O dia de Santo Antônio passou, sem nenhuma novidade. Lembro que, na minha adolescência, esta era a época de simpatias e adivinhações, verdadeiro furor para saber com quem iríamos nos casar. E tinham várias: &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Acender uma vela e pingar a cera derretida em um copo d’água, onde formaria a letra inicial do futuro amado; &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Cravar uma faca bem na metade de uma laranja, ou em um pé de bananeira, e deixá-la descansando no sereno da noite que, ao amanhecer, estaria – na faca – gravada a inicial do futuro marido; &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;Outra, era ficar nua na frente do espelho, à meia-noite, que apareceria a imagem do talzinho refletida nele. Os mais velhos diziam que, ao invés do marido, apareceria a imagem do “demo”. A ideia de saber que a filha estaria de uma forma nada convencional na frente do espelho, e tão tarde da noite (para quem dorme com as galinhas), não era nada confortável.&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas nenhuma história de simpatias me surpreendeu tanto quanto a que minha amiga Francisca me contou:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clarice tinha doze anos quando fez a simpatia ensinada pela avó. Na véspera de Santo Antônio, tudo o que ela comesse ou bebesse, teria que guardar uma parte para o santo. Se bebesse água, o restinho tinha que ficar no copo. No almoço, era a mesma coisa, um restinho ficava no prato. Os restos de alimentos e bebidas tinham que ser colocados ao redor da cama, onde ela dormiria. À noite, antes de dormir, ela teria que rezar um Pai-Nosso e fazer um pedido a Santo Antônio, para sonhar com o homem que estaria junto a ela na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, dividindo – pelo menos – uma parte da vida com ela. Clarice fez tudo conforme a avó havia ensinado. Amanheceu, e a frustração: &lt;i&gt;Não&lt;/i&gt; &lt;i&gt;deu certo,&lt;/i&gt; s&lt;em&gt;onhei com o Cláudio!,&lt;/em&gt; exclamou&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; O noivo da irmã! &lt;i&gt;Não se deve acreditar em simpatias&lt;/i&gt;, pensou ela, desiludida. Santo Antônio, quem diria, tinha lhe dado o calote! Logo o Cláudio, que nunca tinha lhe despertado paixões, pois era bem mais velho e apaixonado pela irmã!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A irmã casou-se com o noivo, tiveram filhos, e a vida continuou. Mas, infelizmente, a irmã faleceu de repente, de uma doença que não lembro qual. Clarice cresceu, namorou e se divertiu com os amigos, como qualquer garota da idade dela. O tempo passou então Cláudio e Clarice tornaram-se amigos próximos, se apaixonaram e… Se casaram! Santo Antônio não tinha lhe dado o calote, apenas era um pouco atrasado nas previsões. Ninguém é perfeito, nem mesmo os santos! E Santo Antônio tem uma bela história, não iria decepcioná-la.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clarice e Cláudio são pais de Francisca, que também fez o mesmo ritual para saber qual seria o rosto do futuro marido, na adolescência. O rosto dele não apareceu no sonho, mas a roupa, sim, que ela reconheceu em Vítor quando fez a catequese: ele usava calças de cor marrom, conforme o homem que apareceu no sonho. Hoje os dois estão casados e têm uma linda menina. Desta vez, Santo Antônio tinha sido mais rápido na previsão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nunca fiz esta simpatia, pois sempre me lembro dela quando o dia de Santo Antônio já passou. É daquelas histórias de se arrepiar só de imaginar!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-1220275495998782544?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/1220275495998782544/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=1220275495998782544" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1220275495998782544?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/1220275495998782544?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/b0cA3QEIJtQ/curtas-insanos-o-santo-caloteiro.html" title="Curtas insanos: o santo caloteiro" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/curtas-insanos-o-santo-caloteiro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQFRXo8eyp7ImA9WxJXE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5296518281993716132</id><published>2009-06-07T04:16:00.002-03:00</published><updated>2009-06-07T13:31:54.473-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-07T13:31:54.473-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tragicomédias" /><title>Senhora!</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Palavrinha que soa esquisito ouvir pela primeira vez, de forma constante. Tudo bem, isso faz parte da boa educação, tratar as mulheres acima de 30 anos de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Senhora&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas podes acreditar que não é nada agradável ser chamada como tal. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrZ4HfsOI/AAAAAAAAD4g/dGJj12tWN1w/s1600-h/senhora%5B9%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="senhora" border="0" alt="senhora" align="right" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrbXDvHnI/AAAAAAAAD4k/QkmNlH0NoU8/senhora_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="159" height="236" /&gt;&lt;/a&gt; Em visita ao blog &lt;a href="http://ideiasdistorcidas.blogspot.com/2009/04/20-de-abril-de-2009.html"&gt;Coisas de Maria&lt;/a&gt; , percebi que não sou a única incomodada com a palavra, e amei a resposta da Maria ao ter sido chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; pela primeira vez: “&lt;em&gt;E quer saber, Senhora é um livro de José de Alencar”,&lt;/em&gt; disse ela. Autor que não aprecio nem um pouco, por sinal, e que chegou a escrever uma obra com o título maldito. Fugindo um pouquinho do tema, a minha implicância com José de Alencar vem de &lt;i&gt;O Guarani&lt;/i&gt;, quando fui obrigada a lê-lo, para uma Ficha de Leitura, no Ensino Médio (nem sei se elas – as Fichas – ainda existem):&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;“- &lt;i&gt;Mas então, exclamou a menina com um assomo de impaciência, se eu te pedisse aquela nuvem?... E apontou para os brancos vapores que passavam ainda envolvidos nas sombras pálidas da noite. &lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- Peri ia buscar.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- A nuvem? perguntou a moça admirada.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- Sim, a nuvem.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;i&gt;Cecília pensou que o índio tinha perdido a cabeça; ele continuou: - Somente como a nuvem não é da terra e o homem não pode tocá-la, Peri morria e ia pedir ao Senhor do céu a nuvem para dar a Ceci&lt;/i&gt;.” &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Nuvem? O que ela faria com uma nuvem? Presente de pobre, que não precisa gastar para agradar. Pode até parecer romântico, mas não tenho a mínima paciência para romances açucarados. Aliás, doce demais me repugna. Gosto de ser bem tratada, mas sem exageros. Detalhe: Ceci estava com um &lt;i&gt;assomo&lt;/i&gt; &lt;i&gt;de impaciência&lt;/i&gt;, ou seja, nem ela aguentava o romantismo excessivo do índio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Voltando ao livro &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, ele tem uma sinopse bem interessante, que lembra-nos muito os romances de Sabrina e Júlia, ou de Bárbara Cartland, que toda adolescente sonhadora adora ler: uma menina pobre, rejeitada pelo pretendente que queria uma posição social melhor, recebe uma herança milionária e negocia seu casamento com o &lt;i&gt;dito-cujo&lt;/i&gt; que a rejeitou. E se vinga ao casar-se com ele, deixando bem claro que... O comprou. Não li &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, mas deve ser bem mais interessante que &lt;i&gt;O Guarani&lt;/i&gt; (fiquei traumatizada com o livro). Contudo, mesmo a sinopse tendo despertado o meu interesse, ao pensar que lerei, pelo menos, três páginas descrevendo o vestido da tal &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que certamente ele descreverá, perco a motivação de saber mais sobre ela. José de Alencar era muito detalhista, coisa que não sou.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;A primeira vez que me senti incomodada ao ouvir ser chamada por &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; foi há pouco tempo, no cursinho pré-vestibular que me inscrevi. Ao procurar saber do curso, antes de fazer a matrícula, fui muito bem recebida por um rapaz supersimpático, que demonstrou ficar espantado ao saber que eu estava há 18 anos sem ver matéria do Ensino Médio. Todavia, ao fazer a matrícula, fui encaminhada às funcionárias (ou estagiárias) que, de forma educada e insistente, me chamavam de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- A &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; é a responsável financeiramente pela sua matrícula? (Com ar de espanto. Puxa, são raras as mulheres que pagam seus próprios cursos?)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- Qual a forma de pagamento que a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; prefere?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- Ao se matricular nos nossos cursos, a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; terá direito a atividades extraclasses de História e Geografia, como palestras sobre atualidades com professores da UFRGS e, também, ao Sarau Literário, onde nossos professores dissertarão sobre as Leituras Obrigatórias. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;- A &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; também poderá participar da Festa das Tintas, onde haverá um show de rock em que os alunos se pintam com tintas e se divertem bastante.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt; Confesso que, ouvir ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;tantas vezes, fez com que eu me sentisse uma velha ao me imaginar, esmagada e enlouquecida, pulando no meio de tantos adolescentes, suados e eufóricos. Imaginei, também, a banda que estaria tocando: &lt;i&gt;Cachorro Grande&lt;/i&gt;, da minha época, claro. Amo rock gaúcho! A música em que eu me esguelaria cantando, baladinha de rock que amo de paixão? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;font size="2" face="Arial"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/Cachorro-Grande-e-Nando-Reis-Sinceramente/186518/" target="_blank"&gt;Cachorro Grande e Nando Reis - Sinceramente&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;  &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="yehplay" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=2a51c22b8ef4403d128437fcf6723106" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=2a51c22b8ef4403d128437fcf6723106" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Começaram as aulas, e nem todos eram adolescentes, mas a maioria é uns 10 anos mais nova do que eu, a traumatizada com tantos &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Foi quando, na aula de Inglês, entrou um carinha de barba. &lt;em&gt;Legal, alguém da minha idade!&lt;/em&gt; Era o professor. Tudo bem, sem falar que um dos professores de Física que tenho é bem mais moço que eu. &lt;/font&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Eis os efeitos colaterais de ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;#160; por tantas vezes, em um curto espaço de tempo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Agora, já não me sinto a “velha” da turma, pois já passei para o Intensivo e apareceram pessoas da &lt;em&gt;minha idade&lt;/em&gt; (acho que são da mesma idade que eu, se não, são um pouco judiadas). Fiz algumas amizades com colegas que me lembram como eu era quando fiz meu primeiro vestibular. Escolhi o curso que queria: Direito, e mais duas opções: Administração e Contábeis. Quem escolhe tanto, não sabe o que quer. Enfim, eu acabei me formando em Administração, curso que não tem nada a ver comigo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Como nem tudo são flores, o lado ruim de ter passado dos 30 é ser chamada de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;#160; Mas isso a gente tira de letra: ou se acostuma, ou passa a conviver somente com pessoas que não nos chamam assi&lt;/font&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;m porque sabem o real significado da palavra &lt;b&gt;&lt;i&gt;Senhora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: alguém que se &lt;/font&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;acomodou por achar que já viveu tudo o que acha que teri&lt;/font&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;a direito de ter vivido. Ser chamada de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Senhora!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ninguém merece!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrcpT60hI/AAAAAAAAD4o/MPoT3wDW5jg/s1600-h/rosa-verme%5B4%5D.png"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="rosa-verme" border="0" alt="rosa-verme" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SivrdyllsnI/AAAAAAAAD4s/1uB3xpX-0MQ/rosa-verme_thumb%5B4%5D.png?imgmax=800" width="156" height="153" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/Waldick-Soriano-Senhora/228569/" target="_blank"&gt;Waldick Soriano - Senhora&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="yehplay" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b3db8c997afb1bfca0854a7950ee74b0" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b3db8c997afb1bfca0854a7950ee74b0" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5296518281993716132?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5296518281993716132/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5296518281993716132" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5296518281993716132?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5296518281993716132?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/ak26qH8NiZ8/senhora.html" title="Senhora!" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/06/senhora.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQDQno6fCp7ImA9WxJQEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-8605871398697534468</id><published>2009-05-24T15:32:00.002-03:00</published><updated>2009-05-24T15:39:33.414-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-24T15:39:33.414-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Férias de mim</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;"&gt;“&lt;em&gt;A vida necessita de pausas&lt;/em&gt;”, já dizia Drummond. Como não consigo ficar quieta, e não gosto nem um pouco da mesmice, a forma que encontrei de dar uma pausa na minha vida foi tirar umas longas férias de mim. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;"&gt;Este blog foi criado em 08 de junho de 2008, ou seja, estou há quase um ano divagando sobre minha vida e sobre alguns temas que despertam o meu interesse. Sem férias e sem pausas. A maioria dos textos falam sobre mim ou sobre algum fato que presenciei. É uma excelente terapia, escrever sobre algumas experiências que tive e sobre o que penso, e receber comentários de pessoas com ideias iguais ou contrárias às minhas. Isso que fascina no blog, o retorno. Saber outra opinião e experiência de algo que escrevi. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;"&gt;Mas não irei abandonar meu blog, apenas curtirei uma folga. De vez em quando virei aqui para postar alguma coisa, mas sem aquela disciplina de uma vez por semana ter coisa nova. Não ter obrigação de escrever (pois me imponho muita coisa), e relaxar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;"&lt;em&gt;Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever&lt;/em&gt;." &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;"&gt;Clarice Lispector&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;"&gt;No momento, estou com preguiça de tentar entender e achar respostas. Vou me permitir a ter dúvidas e não pensar. Depois volto. Beijos e inté.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ShmTR6sDh3I/AAAAAAAAD2Y/1Z27eZhmqHc/s1600-h/P1010064a%5B26%5D.jpg"&gt;&lt;img title="P1010064a" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; DISPLAY: block; FLOAT: none; MARGIN-LEFT: auto; BORDER-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-BOTTOM: 0px" height="201" alt="P1010064a" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ShmTTXFzpLI/AAAAAAAAD2c/i7Je9oGDU0I/P1010064a_thumb%5B20%5D.jpg?imgmax=800" width="355" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lua Adversa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Tenho fases, como a lua&lt;br /&gt;Fases de andar escondida,&lt;br /&gt;fases de vir para a rua...&lt;br /&gt;Perdição da minha vida!&lt;br /&gt;Perdição da vida minha!&lt;br /&gt;Tenho fases de ser tua,&lt;br /&gt;tenho outras de ser sozinha&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;Fases que vão e que vêm,&lt;br /&gt;no secreto calendário&lt;br /&gt;que um astrólogo arbitrário&lt;br /&gt;inventou para meu uso.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;E roda a melancolia&lt;br /&gt;seu interminável fuso!&lt;br /&gt;Não me encontro com ninguém&lt;br /&gt;(tenho fases, como a lua...)&lt;br /&gt;No dia de alguém ser meu&lt;br /&gt;não é dia de eu ser sua...&lt;br /&gt;E, quando chega esse dia,&lt;br /&gt;o outro desapareceu...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;"&gt;Cecília Meireles&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt; &lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/lulu-santos-De-repente-California/66580/" target="_blank"&gt;Lulu Santos - De Repente California&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="yehplay" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=3e9f26355ded124d27eb38c621739bbc"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=3e9f26355ded124d27eb38c621739bbc"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=3e9f26355ded124d27eb38c621739bbc" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-8605871398697534468?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/8605871398697534468/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=8605871398697534468" title="15 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8605871398697534468?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/8605871398697534468?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/PRuduvUjmb0/ferias-de-mim.html" title="Férias de mim" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/05/ferias-de-mim.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08FSXY5eSp7ImA9WxJSFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5796159160964572507</id><published>2009-05-05T09:28:00.001-03:00</published><updated>2009-05-07T01:50:18.821-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-07T01:50:18.821-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Perfeitas para casar</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAzj7Jyr-I/AAAAAAAADq8/okzTMLIn9QA/s1600-h/bem-me-quer%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="bem-me-quer" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px" height="320" alt="bem-me-quer" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAzkxj5g7I/AAAAAAAADrA/Y8mhht8ZylE/bem-me-quer_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="198" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Carina adorava uma festa, raramente ficava em casa nos finais de semana e feriados. Tinha uma turma grande de amigos, nunca estava sozinha. Eram daqueles amigos companheiros, da época da faculdade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela queria muito se casar. O tempo estava passando e continuava solteira. Já tivera muitos namorados, todos bem sucedidos e inteligentes. Estava com 24 anos e o desejo de ser mãe aflorou como nunca, só faltava o marido. Não queria ser mãe solteira. Foi quando Reginaldo apareceu. Moço de família tradicional, bonito, inteligente e estável financeiramente, se encantou por ela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Começou o namoro e Carina mudou com os amigos. Estava sempre ausente e, até mesmo na faculdade, evitava-os. Dizia que Reginaldo sentia ciúmes dos amigos dela. Nada podia estragar o novo namoro, e ela seguia todas as regras que achava recomendáveis para manter o relacionamento. Ela cuidava de Reginaldo como se fosse uma esposa dos sonhos: cozinhava, costurava os botões que estavam frouxos nas camisas dele e etc. e tal. Ele sempre a buscava na faculdade e, quando aparecia, Carina fazia questão de esperá-lo sozinha, longe das amigas. Ela se afastou de todos, e passou a andar somente com o namorado e a turma de amigos dele. Carina engravidou e se casou. Não convidou a melhor amiga para o casamento, disse que estava tão atarefada com os preparativos que esqueceu. A amiga ficou tão magoada que se afastou de vez. Aos poucos, Carina foi perdendo todos os amigos. Hoje, quando está triste, ela sente falta deles, e se pergunta “por que eles se afastaram?”, sem ao menos se dar conta que quem os afastou foi ela mesma. Continua casada. E o casamento? Vai bem, obrigada.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgJoavp_dVI/AAAAAAAADrM/qreVAsQYgy4/s1600-h/mal-me-quer%5B2%5D.png"&gt;&lt;img title="mal-me-quer" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="320" alt="mal-me-quer" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgJobxl4rrI/AAAAAAAADrQ/5Uomn_mp0g0/mal-me-quer_thumb%5B2%5D.png?imgmax=800" width="169" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Luiza, uma senhora com muitos anos a mais que Carina, avó de quatro netos, dedicou sua vida a Osmar. Quem olha diz: Q&lt;i&gt;ue lindo casal, juntos há tanto tempo!&lt;/i&gt; Mas a rotina é cruel, e alguns casamentos duram para sempre por não ter outra opção. Luiza é dependente emocional do marido. Reclama que ele se isola na biblioteca da casa e não conversa com ela. Eles não têm assunto. Luiza se culpa por não ter estudado, se tivesse, teria o que conversar com ele. O pai dela, na época em que estava em idade escolar, dizia que bastava ela saber fazer contas, no demais, estudo para quê? Mas ele também era uma pessoa sem estudo e, naquela época, eram raras as mulheres que trabalhavam. As filhas que teve com Osmar tentaram convencê-la a estudar, elas mesmas a ensinariam. Mas Luiza ficava brava, como dizia o pai, estudo para quê? O marido estava ali, presente. Gostava dela, mostrava desejo. Isso era o importante. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Luiza se dedicava mais a ele do que aos filhos. Era o amor da vida dela, apesar de sair com outras. Mesmo procurando outras mulheres, era com ela que ele estava oficialmente. Ela o mimava, cortava-lhe, inclusive, as unhas. O tempo passou, Luiza envelheceu e Osmar também. Sexo já não existia mais entre os dois, natural, pela idade, mas ela sentia falta, embora sem a mesma freqüência de quando jovem. O corpo envelheceu, mas a mente não. Velho também sente desejos, ignorância de quem pensa que tudo termina com o passar dos anos. Ele não a procurava mais e ela sabia que ele tinha outra mulher, apesar de velho. E não era uma mulher jovem, tinha apenas alguns anos a menos que ela. Para Luiza, a certeza que Osmar a amava, era o desejo. Se este acabou, o amor se foi.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Duas histórias de mulheres que viveram em gerações diferentes, mas com uma característica semelhante: viver em função do outro. É válido? Amor é doação, mas até que ponto? Abdicar da individualidade pode ter um preço muito alto com o passar do tempo. Deixar de viver o seu momento, em razão do parceiro, que muitas vezes nem pediu por isso. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É natural se afastar um pouco dos amigos quando se começa um namoro, mas normalmente acontece aos poucos. As afinidades mudam e os programas da vida de solteira já não são tão agradáveis assim, turmas diferentes, universos diferentes. O desejo de ter um companheiro e o medo de que não dê certo faz algumas mulheres se isolarem e viverem somente para ele. E quando este relacionamento termina? Com quem ficam os amigos e com quem se pode contar? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Elas tornam-se as mulheres perfeitas, que não oferecem nenhum risco ao namorado. Oferecem segurança. E adoram serem controladas pelos parceiros. Para elas, isso é sinal de que ele as ama. Mesmo na empolgação da paixão, de querer viver todos os momentos com (e para) o companheiro, não se pode deixar de lado a importância da individualidade, o quanto as próprias experiências são importantes. Fazer o que gosta e viver a própria vida. Este é o segredo de um relacionamento sadio e sem perigo de cobranças futuras. Ninguém tem que ser o responsável pela felicidade do outro, e tanta dedicação não é garantia de se obter um amor para toda a vida. Ceder em algumas coisas é necessário; mas anular-se, nunca.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAw1rmg_TI/AAAAAAAADq0/W17iORGf9xw/s1600-h/margarida20984.jpg"&gt;&lt;img title="margarida-2098" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="200" alt="margarida-2098" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SgAw29pIJCI/AAAAAAAADq4/bwkmhcd3Dc0/margarida2098_thumb2.jpg?imgmax=800" width="260" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Gisha" size="4"&gt;“&lt;em&gt;Apagar-me,          &lt;br /&gt;diluir-me,           &lt;br /&gt;desmanchar-me.           &lt;br /&gt;Até que depois           &lt;br /&gt;de mim,           &lt;br /&gt;de nós,           &lt;br /&gt;de tudo,           &lt;br /&gt;não reste mais           &lt;br /&gt;que o charme&lt;/em&gt;.” &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Gisha" size="4"&gt;(Leminski)&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.yehplay.com/musics/Chico-Buarque-tatuagem/208751/" target="_blank"&gt;Chico Buarque - Tatuagem&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;   &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="yehplay" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=06e6d9bc028576d0a1260ded67c77017" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=06e6d9bc028576d0a1260ded67c77017" quality="High" width="260" height="60" name="yehplay" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5796159160964572507?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5796159160964572507/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5796159160964572507" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5796159160964572507?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5796159160964572507?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/L35w7Jzq8eI/perfeitas-para-casar.html" title="Perfeitas para casar" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/05/perfeitas-para-casar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EBQn44eyp7ImA9WxJTFkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-3328943828928014668</id><published>2009-04-25T17:34:00.001-03:00</published><updated>2009-04-25T17:34:13.033-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-25T17:34:13.033-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: a janela indiscreta</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Carlos adorava observar as pessoas pela janela do seu apartamento, no décimo primeiro andar. Tinha comprado até um binóculo. Morar em apartamento é como uma gaiola, pois não tem um pátio para entreter. Só tem a janela ou a sacada. No caso de Carlos, não havia sacada, mas este hábito de observar as pessoas como se fosse um &lt;em&gt;voyer&lt;/em&gt; poderia ser encarado como uma indiscrição sadia, pois ele já tinha ajudado diversas pessoas, graças à janela. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um dia de tempo chuvoso, ao observar a vizinha cortar a grama, lembrou-se de uma reportagem que tinha lido, sobre um homem que morreu eletrocutado ao cortar a grama em dia de chuva, gritou-lhe da janela, desesperado, já imaginando-a morta e estirada na grama. Ela, rindo com a situação, estranhou ver aquele homem naquela janela do prédio que ficava aos fundos da casa dela, gritando, e o avisou que já terminaria o serviço. Outra vez, observando a casa de outra vizinha, Carlos percebeu que dois filhotes de cachorro tinham caído na piscina, e a cadela-mãe andava aflita ao redor, sem ter como salvá-los. Carlos ligou para a vizinha, sem se identificar – para não pensarem que ele era um doido observador – e lhe disse para ir até a piscina, porque seus cachorrinhos estavam se afogando. Ela pensou que fosse trote, mas ele insistiu tanto que ela foi ver se era verdade. Ao perceber que realmente os filhotes estavam se afogando, pulou na piscina e levantou-os com os braços, mostrando-os para o nada, pois não sabia onde estava o homem que a tinha alertado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No edifício ao lado da vizinha dos cachorrinhos, morava Ângela. Todos os dias ela ia para a sacada aguar as plantas. Carlos a achava linda, Ângela era daquelas mulheres com estilo próprio, originais no vestir e no comportamento. Naquele dia, Carlos não aguentou e foi procurar na lista telefônica, a que classifica por endereços, o número dela. Encontrou a rua e o número do edifício, faltava descobrir o número do apartamento. Na terceira tentativa, após alguns enganos, o telefone chamou e Ângela, que estava aguando as plantas, foi atendê-lo. “&lt;em&gt;É ela, e se chama Ângela!”,&lt;/em&gt; pensou ele. Carlos confessou que sempre a olhava pela janela, a achava uma mulher interessante e gostaria de conhecê-la. Ângela se interessou e marcou um encontro no apartamento dela, em determinada hora, pois o namorado não poderia estar em casa. Carlos suou frio e, nervoso, aceitou o convite. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Era final de tarde, ela morava em um edifício pequeno, três andares e sem elevador, em uma das coberturas. Carlos subiu às escadas e quando chegou lá, estranhou ver a porta entreaberta. Cauteloso, abriu-a com cuidado e se deparou com Ângela deitada em um divã, vestida com um quimono e uma faixa nos cabelos, fumava um cigarro com uma piteira e havia cheiro de incenso no ar. O clima era de mistério. “Sente-se”, ela disse. Carlos, meio sem jeito, sentou-se em uma poltrona próxima. Ela lhe ofereceu um chá, que ele recusou. “&lt;em&gt;Sabe-se lá o que tinha dentro daquele chá&lt;/em&gt;”, lembra. Era tudo muito estranho, parecia cena de filme. Conversaram pouco. Carlos deu uma desculpa e foi embora, antes que o namorado dela chegasse e algo mais estranho acontecesse. Tinha encontrado uma mais doida que ele.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Meses depois ele mudou de apartamento e de bairro, não sei se continua com o velho hábito de observar pela janela, mas ele sempre se lembra de Ângela, a mulher que conseguiu intimidá-lo. Nunca mais a tinha visto e, dez anos depois do acontecido, ligou para ela, mas outra mulher atendeu ao telefonema. “&lt;em&gt;Ângela saiu, mas se quiser deixar recado…&lt;/em&gt;”, falou a mulher. “&lt;em&gt;Diga a ela que o Carlos ligou&lt;/em&gt;”, respondeu ele, aliviado. Ele sabia que ela não se lembraria dele, só com este recado, já tinha se passado muito tempo. Mas a curiosidade a respeito dela ainda o assombra.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-3328943828928014668?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/3328943828928014668/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=3328943828928014668" title="12 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3328943828928014668?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3328943828928014668?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/ADDDZIvlIW8/curtas-insanos-janela-indiscreta.html" title="Curtas insanos: a janela indiscreta" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">12</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/curtas-insanos-janela-indiscreta.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MMQ3w_fSp7ImA9WxJSFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-705061729688052860</id><published>2009-04-24T00:24:00.003-03:00</published><updated>2009-05-07T01:44:42.245-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-07T01:44:42.245-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Sim, nós podemos! Será?</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Até que ponto a iniciativa das mulheres na conquista amorosa atrapalha? Estará o mundo de &lt;em&gt;ponta-cabeça&lt;/em&gt;, como diziam nossos avôs? O que deu nas mulheres&lt;i&gt; &lt;/i&gt;de hoje? É uma pergunta que aflige a mente de alguns homens, assustados com a independência, não só financeira, mas comportamental de algumas mulheres. Criaram até uma classificação para elas: mulheres andróginas. Diz o dicionário &lt;em&gt;Houaiss&lt;/em&gt;, que andrógino é “aquele que apresenta características, traços ou comportamentos, entre o masculino e o feminino, ou que tem, notavelmente, característica do sexo oposto”. Ou seja, mulheres com atitudes masculinas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw7mzmyhI/AAAAAAAADqA/A7AfJBWsSmU/s1600-h/We_Can_Do_It3%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img title="We_Can_Do_It3" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: inline; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="214" alt="We_Can_Do_It3" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw8_TGhuI/AAAAAAAADqE/_ZIiRLCf8H8/We_Can_Do_It3_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="176" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Elas gostam de se produzir, querem casar e ter filhos e sonham com um amor para toda vida, mas se &lt;i&gt;ele&lt;/i&gt; (o amor) não aparecer, não cortam os pulsos por causa disso. São independentes financeira e emocionalmente e se sentem seguras em dar o primeiro passo para conquistar uma relação. Mulheres pós-feministas, lutando pelo seu espaço e mesmas oportunidades. Igualdades salariais, fim da violência contra a mulher e divisão de tarefas no lar são alguns dos objetivos femininos almejados. “&lt;i&gt;We can do it!”, &lt;/i&gt;frase utilizada em um cartaz, na Segunda Guerra Mundial, em que convocava as mulheres “do lar” para trabalharem nas fábricas, enquanto seus homens guerreavam, abriu caminhos e conceitos. “&lt;i&gt;Nós podemos fazê-lo!”&lt;/i&gt; é empolgante, transmite a sensação de liberdade, de “querer é poder”. E poder é ser livre para demonstrar seus desejos e sentimentos. De ousar agir, para satisfazê-los.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No campo dos relacionamentos, apesar de vivermos tempos modernos, muitos homens reclamam da forma direta que algumas mulheres tomam ao se aproximarem deles. Sem o flerte, “&lt;i&gt;agindo que nem homem&lt;/i&gt;”, contam alguns, “&lt;i&gt;elas quebram o clima e se tornam vulgares&lt;/i&gt;”, desabafa Daniel, comerciante. Se a abordagem for sem rodeios, não agrada. “&lt;i&gt;Não tem como levar uma mulher assim a sério&lt;/i&gt;”, diz Roberto, servidor público, “&lt;i&gt;gosto de mulher que toma a iniciativa, adoro, mas tem que manter a feminilidade&lt;/i&gt;”, conclui. É complicado, para eles, aceitarem uma mulher que age com atitudes até então ditas como masculinas. Nikos sempre gostou de mulheres que tomam a iniciativa, mas ao receber uma cantada “inusitada” de uma colega que só tinha conversado as&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw9nhcALI/AAAAAAAADqI/RzD1QU6KpIM/s1600-h/assediosexual25%5B23%5D.jpg"&gt;&lt;img title="assediosexual25" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: inline; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="234" alt="assediosexual25" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SfEw-qQ_uYI/AAAAAAAADqM/3_TIYWpQ-y4/assediosexual25_thumb%5B21%5D.jpg?imgmax=800" width="188" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;suntos de trabalho, ao dizer a ele que queria vê-lo nu, ele se surpreendeu. “&lt;i&gt;Gostei da atitude, não necessariamente da forma como aconteceu&lt;/i&gt;”, explica, “&lt;i&gt;se esse pedido fosse feito em uma balada, por exemplo, eu sairia com ela, mas só. Se acontecer em um ambiente de trabalho, tem que ser diferente, e a cantada tem que ser criativa&lt;/i&gt;. &lt;em&gt;Hoje as mulheres simplesmente perderam o encanto do flerte, porque querem ser como os homens: pegar, comer e largar...”,&lt;/em&gt; conclui&lt;em&gt;.&lt;/em&gt; Para algumas mulheres, homens que abordam&lt;i&gt; &lt;/i&gt;de forma direta, sem que se tenha dado abertura para isso, também não agrada, pois é interpretado como invasão de espaço. No fundo, homens e mulheres pensam iguais. É preciso estar na mesma sintonia, ter o mesmo propósito, para que não haja nenhum mal-entendido. Se desejar romance, será preciso rever algumas atitudes. “&lt;i&gt;Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”&lt;/i&gt;, já aconselhava Che Guevara. Muitas confundem ao ver o “ser ideal” em um relacionamento casual. Então, o que deveria ser visto apenas como prazer, se transforma em insatisfação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dizer que o homem sente mais necessidade sexual que a mulher é mito. Na sociedade conservadora em que vivemos (conservadorismo tanto masculino quanto feminino), é “permitido” aos homens usarem esta desculpa para satisfazerem seus desejos. A mulher, mesmo com todas as conquistas que teve até o momento, ainda só é levada a sério se tiver o comportamento esperado por esta sociedade: submissa emocionalmente, complacente, comportada, legítima “moça de família”. “&lt;em&gt;Mulheres para casar não saem pelos bares, à procura de sexo casual&lt;/em&gt;”, fala Mário, o que parece ser pensamento da maioria dos homens (eu disse maioria, não totalidade). A relação casual não é nenhuma novidade da geração 00, a amizade colorida já existe há muito tempo, embora ocorresse de maneira mais discreta. O que mudou foi que agora a mulher se sente mais livre para agir e viver um relacionamento de uma noite só. Controlar os sentimentos, a não entrega, talvez seja uma forma de proteção contra as desilusões. Querer viver o momento, sem esperar nada em troca, apenas sentir, não a faz perder o desejo de &lt;i&gt;querer um homem para chamar de seu&lt;/i&gt;, apenas é uma forma de aproveitarem o tempo enquanto o &lt;i&gt;Há-de-Vir&lt;/i&gt; não vem. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vivemos épocas de mudança de valores e de quebra de paradigmas. Se isto é saudável ou não, só o tempo irá dizer, e cabe lembrar, que quando há muita liberdade, os antigos valores retornam como forma de freio. Saber separar sexo de amor evita muitas frustrações, mas para a mulher, que é mais emocional, não é fácil. Conhecer-se, saber o que realmente quer e, principalmente, o que não quer para sua vida são os primeiros passos para se alcançar a satisfação pessoal. Ser você mesmo, independente de saber impor o que deseja, ou não.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Tribalistas-Ja-sei-namorar/23476/" target="_blank"&gt;Tribalistas - Já sei namorar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=c3ec35743a9520a030aef73d9165201f"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=c3ec35743a9520a030aef73d9165201f"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=c3ec35743a9520a030aef73d9165201f" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;*&lt;/span&gt; Não deixe de ler a reflexão masculina sobre o assunto, feita pelo meu amigo Maha, em &lt;a href="http://blogdomaha.blogspot.com/2009/04/sexo-casual-por-que-nao.html#comment-form"&gt;Blog do Maha: Sexo casual, por que não?&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#008000;"&gt;*&lt;/span&gt; Este texto também foi publicado no blog &lt;a href="http://apaneladassetemulheres.blogspot.com/"&gt;A Panela das 7 Mulheres&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-705061729688052860?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/705061729688052860/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=705061729688052860" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/705061729688052860?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/705061729688052860?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/mGrDtb9NAw4/sim-nos-podemos-sera.html" title="Sim, nós podemos! Será?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/sim-nos-podemos-sera.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UFRXk9eyp7ImA9WxJTEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4399252137112471288</id><published>2009-04-18T20:49:00.002-03:00</published><updated>2009-04-19T00:20:14.763-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-19T00:20:14.763-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Amadureço em Porto Alegre.</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sepm33qhNFI/AAAAAAAADpo/1RVWHr6JV-w/s1600-h/velas%20anivers%C3%A1rio%5B3%5D.png"&gt;&lt;img title="velas aniversário" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; DISPLAY: block; FLOAT: none; MARGIN-LEFT: auto; BORDER-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-BOTTOM: 0px" height="457" alt="velas aniversário" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sepm7UmrdZI/AAAAAAAADps/LZHykOFggJQ/velas%20anivers%C3%A1rio_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" width="267" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;O tempo passa, o tempo voa, e tudo continua numa boa! Amanhã completo 34 anos, e acho que estou bem melhor agora do que antigamente, não só na aparência, mas, principalmente, nas atitudes. É engraçado como mudamos em um simples espaço de tempo. Lembrando da época em que cheguei a Porto Alegre, há seis anos, não me sinto mais a mesma. Eu era, digamos, medrosa. E o medo nos bloqueia, nos faz &lt;em&gt;não ser&lt;/em&gt;. Eu me contive tanto que chegou o dia em que explodi, e hoje estou aqui, indisposta a engolir qualquer sapo. Estou amadurecendo, e isso é bom. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;Nunca entrei em crise de idade. Adorei quando fiz trinta anos. Achava o máximo ser chamada de balzaquiana, era como se eu fizesse parte da turma do seriado &lt;i&gt;Sex and the City&lt;/i&gt;. Aos trinta estamos mais maduras, mais conscientes, as loucuras dos vinte anos são mais pensadas e os relacionamentos... Esses não mudam, continuam insanos! Enquanto aos vinte estamos preocupadas em sermos independentes, em batalhar para conseguir o que queremos (nem todas, mas a maioria), aos trinta aproveitamos a colheita. Época ideal para olharmos para nós mesmas, repensar antigos valores, cuidar-se para – quando chegarmos aos quarenta – estarmos inteiras! Estar bem não só de corpo, mas de mente. Iniciar uma terapia, conhecer-se e conhecer o outro. O autoconhecimento é apaixonante, saber os porquês, tudo tem explicação. Ao tomarmos consciência de nós mesmos, amadurecemos, sabemos como agir e o que devemos evitar, nos tornamos quase um &lt;em&gt;highlander&lt;/em&gt;! Eu sou apaixonada por terapia, mas gosto da holística. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;Os contras de ficar mais velha é que não temos mais o mesmo pique de antigamente, se antes fazíamos festas quinta, sexta e sábado, hoje o corpo não acompanha. A ressaca do dia seguinte é cruel! Mas agora temos a sábia sabedoria de alternar a bebida alcoólica com água ou coca-cola. Os famosos pés de galinha já se tornam visíveis nas fotografias (imagine ao vivo) e os fios brancos surgem como ervas daninha. Mas nada que não tenha solução, basta lembrar que só tem pés de galinha quem ri muito ou tem a pele seca. Minha pele é mista, logo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;Costumo comemorar as idades terminadas em zero e cinco. Não sei o porquê, talvez por ter nascido em 1975, como se eu tivesse um ciclo certo para comemorar: de cinco em cinco. Apesar disso, de todos os meus aniversários, o que mais comemorei foram os meus 33 anos. Dividi as festas por turma: família, amigos do trabalho, amigos de São Gabriel em Porto Alegre e amigos de São Gabriel em São Gabriel! Era maio e eu ainda estava comemorando, parecia um &lt;em&gt;Querb&lt;/em&gt;! Neste ano não estou com toda a empolgação, apesar de 34 ser um número bom: 3 + 4 = 7! E daí? Daí que procurei o significado do número sete na internet, e a única coisa que achei foi: sete são os pecados capitais, sete são os sábios da Grécia, sete são os dias da semana e sete são os anões de Branca de Neve. Como não tenho vocação para mocinha de contos de fada, então deixei pra lá o significado do tal 7. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;Meu ano começa amanhã, e fazendo um balanço do que passou, não tenho do que reclamar. Nos meus 33, fiz novas amizades, apaixonei-me umas duas vezes (volúvel? As paixões são assim...) e me desiludi, também reencontrei um ex-namorado e comprovei que determinados relacionamentos têm prazo de validade: ou eu mudei, ou ele mudou, ou ambos. O tempo acaba até com a afinidade, permaneceu o carinho. Também coloquei alguns planos em prática, criei meus blogs, descobri que gosto de escrever e o que eu quero ser quando crescer. Tive alta da minha terapeuta e saí à procura de outra, urgente! Voltei a estudar matérias que não via há 18 anos, idade de alguns colegas do cursinho pré-vestibular, alguns como eu quando tinha a idade deles, sem saber qual caminho seguir e escolhendo várias opções de curso, e talvez nenhuma das escolhas seja a certa. Também consegui ficar um ano com a mesma cor de cabelo, isso é caso raro para mim. Mas hoje já mudei, para entrar no novo ciclo renovada: nem loira, nem morena – os dois: e vivam as mechas, agora equilibrei meus neurônios!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;"&gt;O que espero desta nova idade? Que eu continue colocando meus planos em prática e que minha agenda esteja sempre ocupada, mas sem ansiedades. Não gosto de ficar parada, sinto falta de preencher meu tempo, só o trabalho não me basta. Que eu consiga me organizar, fazendo meus trabalhos com qualidade. Espero ter novas amizades e  manter as que tenho, pois são pessoas especiais, e me apaixone novamente, porque ninguém é de ferro. Que a inspiração esteja sempre comigo e a felicidade também. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;♪Peço-te o prazer legítimo&lt;br /&gt;E o movimento preciso&lt;br /&gt;Tempo tempo tempo tempo&lt;br /&gt;Quando o tempo for propício&lt;br /&gt;Tempo tempo tempo tempo...&lt;br /&gt;De modo que o meu espírito&lt;br /&gt;Ganhe um brilho definido&lt;br /&gt;Tempo tempo tempo tempo&lt;br /&gt;E eu espalhe benefícios&lt;br /&gt;Tempo tempo tempo tempo...♪  &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Gisha;font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;(Caetano Veloso, em Oração ao Tempo)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt; &lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Ira-Envelheco-Na-Cidade/41366/" target="_blank"&gt;Ira! - Envelheço Na Cidade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=6686009d81c9bb2c41e9a6c44efda0a6"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=6686009d81c9bb2c41e9a6c44efda0a6"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=6686009d81c9bb2c41e9a6c44efda0a6" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4399252137112471288?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4399252137112471288/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4399252137112471288" title="16 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4399252137112471288?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4399252137112471288?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/d0kykrJB7XA/amadureco-em-porto-alegre.html" title="Amadureço em Porto Alegre." /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">16</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/amadureco-em-porto-alegre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcESXs5eCp7ImA9WxVaEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-855796874453775775</id><published>2009-04-07T09:44:00.001-03:00</published><updated>2009-04-07T23:00:08.520-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-07T23:00:08.520-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Você perdoaria uma traição?</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAaQEu1MI/AAAAAAAADoQ/q1Ue5HJGngU/s1600-h/trai%C3%A7%C3%A3o%5B14%5D.jpg"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;img title="traição" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="287" alt="traição" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAcMOxWqI/AAAAAAAADoU/Kw1-Z7gFLqY/trai%C3%A7%C3%A3o_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800" width="365" border="0" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Trair é uma palavra forte, lembra atraiçoar, &lt;i&gt;apunhalar pelas costas&lt;/i&gt;, ser desleal, e nem sempre ser infiel tem este significado. Não podemos colocar toda a culpa no outro, pois uma relação para ser perfeita depende dos dois. O desgaste, a falta de paixão, a incompatibilidade sexual e a rotina são algumas das causas para que se &lt;i&gt;pule a cerca&lt;/i&gt;, sinal de que alguma coisa não vai bem no casamento ou namoro. Até que ponto cada parte é culpada não podemos dizer com certeza, mas o perdão depende principalmente da maneira como se encara a infidelidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;O homem e a mulher têm uma visão diferente do sexo, assim como da traição. Para a mulher, é mais fácil perdoar uma &lt;i&gt;pulada de cerca&lt;/i&gt; se o homem não está envolvido emocionalmente. O importante é ela se sentir especial, de modo que nenhuma outra mulher abale a relação. Para o homem, uma mulher fazer sexo casual com outro é bem mais difícil de perdoar, pois mexe com o ego masculino e a virilidade. O homem quer ser o que proporciona maior prazer, o mais atraente, o &lt;i&gt;bam bam bam&lt;/i&gt;. Saber que a própria mulher está transando com outro só o fará pensar que ele não é &lt;i&gt;tão bom&lt;/i&gt; quanto pensava, então, ele se sente &lt;i&gt;reprovado&lt;/i&gt; na matéria de satisfazê-la, sem perceber que a causa pode nem ser sexual, mas alguma atitude ou indiferença dele. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;É difícil perdoar, porque se perde a confiança. Se a traição for com alguém conhecido, como uma amiga ou parenta - por exemplo, é bem pior. Danuza Leão, em seu livro &lt;i&gt;Na Sala com Danuza&lt;/i&gt;, em relação à traição de marido com amiga, aconselha: “&lt;i&gt;Se você descobriu – sem sombra de dúvida – que sua amiga e confidente se fez de mais do que engraçadinha para o seu marido – em alguns casos vale também para o ex-marido -, corte direto, sem perdão. Já que você não pode matá-la, o que seria o ideal, rompa, ignore-a, nunca mais cumprimente. Há certos crimes que não prescrevem – e traição de amiga é uma delas. De marido é menos grave, acredite. Até porque eles acabam contando&lt;/i&gt;.” Algumas mulheres interpretam o fato do marido contar sobre uma traição como tentativa dele de manter o laço de confiança, mostrando-se arrependido. Mas em alguns casos, o marido quer mesmo que a mulher o mande embora, pois assim se sentem menos culpados por saírem de casa por conta própria. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAdUxcpQI/AAAAAAAADoY/_2UgGT4rRro/s1600-h/frida%5B21%5D.jpg"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;&lt;img title="frida" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px" height="333" alt="frida" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdmAe6UmyII/AAAAAAAADoc/kmBS-XmnHDY/frida_thumb%5B19%5D.jpg?imgmax=800" width="235" align="right" border="0" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Gisha"&gt; Quando alguém descobre que foi traído, a frase que mais lhe passa pela mente é &lt;i&gt;Onde foi que eu errei?. &lt;/i&gt;Tentar entender as causas da traição, o que fez o parceiro se interessar por outra pessoa, qual a parcela de culpa que lhe cabe, se perdoa ou não, são dúvidas que tomam conta da pessoa. Mas as respostas a estes questionamentos nem sempre são iguais a todos, não existe causa certa para suprir tais dúvidas. Há casos e casos. Alguns homens têm natureza infiel, não conseguem ser monogâmicos, por mais linda e maravilhosa que a mulher seja, eles traem. Diego Rivera é um exemplo. Frida Kahlo, artista plástica mexicana, suportou as traições de Diego por anos, talvez por dependência emocional ou medo de ficar sozinha. Dizia não dar importância, desde que ele fosse leal. Mas em uma de suas cartas a Diego, publicada no livro &lt;i&gt;Cartas Apaixonadas de Frida Kahlo&lt;/i&gt;, de Martha Zamora, ela desabafa: “&lt;i&gt;Acho que o que está acontecendo é que sou meio estúpida e uma tola, porque todas essas coisas aconteceram e se repetiram nos sete anos que vivemos juntos. Toda esta raiva simplesmente me fez compreender melhor que eu o amo mais do que minha própria pele, e que, embora você não me ame tanto assim, pelo menos me ama um pouquinho – não é? Se isto não for verdade, sempre terei a esperança de que possa ser, e isto me basta...&lt;/i&gt;” Quando Diego a traiu com a irmã dela, ele foi desleal. A irmã não era uma estranha, era alguém que ela gostava muito. Na raiva, Frida cortou os cabelos, deixou-os bem curtos, e expôs a dor sentida em uma de suas telas. Passados alguns anos, ela se reconciliou com o marido e fez as pazes com a irmã, ambos cuidaram dela até a sua morte. Muitas agem como Frida, para elas basta pensar que o parceiro as ama nem que seja um pouquinho. Amam mais a ele do que a elas próprias, são as chamadas “mulheres que amam demais” (ou que se amam de menos).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;O lado da amante também não é nada fácil, apesar de brincarem ao dizer que &lt;i&gt;é melhor ser amante que esposa, pois a amante só fica com o lado bom,&lt;/i&gt; a maioria sonha em se tornar a &lt;i&gt;matriz&lt;/i&gt;. Festas de final de ano, de aniversário, passear de mãos dadas em locais públicos nunca farão parte da rotina da amante. Passará o dia dos namorados solitária, se empanturrando de chocolates. Para as que adoram presentear, perda de tempo, como ele explicaria para mulher o presente? Fora as viagens que ele sempre realizará com a esposa. A amante sempre será vista como solitária pelos amigos, e muitas se anulam pelo homem, esperando o dia em que ele deixará a esposa para ficar com elas. Em alguns casos, quando este dia chega, não é por causa delas, e sim porque a esposa não aguentou, não quis mais. Na maioria das vezes a mulher é quem pede a separação, o homem toma esta iniciativa se realmente está apaixonado pela outra. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Gisha"&gt;Roberto Freire definiu bem a complexidade do relacionamento bígamo em seu livro &lt;i&gt;Sem Tesão Não Há Solução&lt;/i&gt;: “&lt;i&gt;O problema maior que sempre necessitamos enfrentar nessas experiências é o ciúme. Costumo dizer que toda vez que vamos viver um triângulo amoroso, esse triangulo acaba nunca sendo equilátero e azar de quem fica com o ângulo menor, pois vai morrer de ciúmes, atrapalhando a dinâmica da triangulação.&lt;/i&gt;” Sempre haverá alguém que se sentirá recebendo menos do que merece. Somos possessivos por natureza, egoístas no amor e queremos ser exclusivos. Difícil saber como agir quando sabemos da traição. Tapar o sol com a peneira não é aconselhável e nem sadio para a relação. Ignorar ou fingir que perdoou, para na primeira briga cobrar do outro a traição, só irá desgastar ainda mais a relação. Não é algo fácil para se resolver, vai depender de muitos fatores: o tipo de relação, a convivência e experiências que passaram juntos. É necessário os casais dialogarem, discutirem quando foi que o relacionamento parou de dar certo. Mexer na ferida dói, dá medo! Tem casais que não se abrem, criam uma barreira – a mesma responsável pela traição -, e têm medo de conversar. Deixar para conversar em uma outra hora, ir empurrando &lt;i&gt;com a barriga&lt;/i&gt;, só vai fazer piorar as coisas, e quando a tal conversa finalmente acontecer, talvez seja tarde demais para recuperar o relacionamento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Cazuza-Codinome-BeijaFlor/24274/" target="_blank"&gt;Cazuza - Codinome Beija-Flor&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;     &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=6f56d1b26b7f9a6fdf99057d242bdbc1" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=6f56d1b26b7f9a6fdf99057d242bdbc1" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;*&lt;/font&gt; Texto publicado no blog &lt;a href="http://apaneladassetemulheres.blogspot.com"&gt;A Panela das 7 Mulheres&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-855796874453775775?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/855796874453775775/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=855796874453775775" title="13 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/855796874453775775?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/855796874453775775?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/wQPHMHUvQU8/voce-perdoaria-uma-traicao.html" title="Você perdoaria uma traição?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">13</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/voce-perdoaria-uma-traicao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAARXY5fyp7ImA9WxVbGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-6494952303365880302</id><published>2009-04-05T00:30:00.005-03:00</published><updated>2009-04-05T01:45:44.827-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-05T01:45:44.827-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinema" /><title>Vale à Pena Ver de Novo?</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdglshZbzGI/AAAAAAAADnw/Z4DpgBUvvfA/s1600-h/cinema%5B14%5D.png"&gt;&lt;img title="cinema" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: block; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FLOAT: none; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: auto; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="388" alt="cinema" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdglvhlCs1I/AAAAAAAADn0/Q6w6FeVNObk/cinema_thumb%5B14%5D.png?imgmax=800" width="236" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando criança eu era fissurada em televisão. Um amigo me dizia que meus olhos ficariam gigantescos quando eu crescesse, de tanto que eu assistia a TV. Ele estava certo, meus olhos cresceram bastante. Das programações preferidas, os filmes me chamavam mais atenção. Não perdia a &lt;em&gt;Sessão da Tarde&lt;/em&gt; e nos finais de semana a &lt;em&gt;Sessão Coruja&lt;/em&gt;, mais tarde transformada em &lt;em&gt;Corujão&lt;/em&gt;, e a &lt;em&gt;Sessão de Gala&lt;/em&gt;. Eu tinha um caderninho onde anotava os filmes que assistia e no final do caderno tinha colagens de reportagens sobre os filmes. Um dia mostrei a um amigo e ele me disse, indignado: &lt;em&gt;tu és uma fanática!&lt;/em&gt; Fiquei tão preocupada em ter me tornado uma fanática, que parei de anotá-los, hoje não faria isso. O primeiro filme que assisti no cinema foi uma sessão dupla: &lt;em&gt;A Filha de Iemanjá&lt;/em&gt;, com o Teixeirinha e a Mari Terezinha, e um filme dOs Trapalhões, que não lembro o nome, só lembro que no filme ele fritava um ovo de avestruz e eu levei um susto ao ver o tamanho do ovo!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdglxvq21YI/AAAAAAAADn4/dqlulMp01uU/s1600-h/babetteeste%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img title="babetteeste" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: inline; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="255" alt="babetteeste" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SdglzF5ZgiI/AAAAAAAADn8/17WlW_xP0FY/babetteeste_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="179" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Com a onda dos 1001 coisas para ver, viver, ouvir, viajar, etc. e tal, comprei o livro &lt;em&gt;1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer&lt;/em&gt;, de Steven Jay Schneider, e descobri que eu não assisti a quase nada de filmes! É muita coisa! Assisti aos mais novos e poucos antigos, muito poucos. Alguns maravilhosos e outros nem tanto. Há pouco saiu uma reportagem no jornal &lt;em&gt;Zero Hora&lt;/em&gt;, sobre as pessoas estarem mais exigentes quando vão ao cinema. Se o filme é ruim, abandonam a sala. Nunca aconteceu de eu sair ou querer sair do cinema antes do filme acabar. Minha prima já dormiu no filme &lt;em&gt;De Olhos Bem Fechados&lt;/em&gt;, o filme era tão sem graça e sem criatividade que a deixou de olhos bem fechados em pleno cinema! &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tem filmes que chamam mais atenção por serem ruins. A tia Lena, irmã da minha mãe, assistiu ao &lt;em&gt;A Festa de Babette&lt;/em&gt;, ela nos falou tanto do filme, mas tanto, do quanto ele era ruim, tenebroso, pavoroso (palavras dela), que eu e minha prima tivemos que assistir, que fil&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl0gF-vUI/AAAAAAAADoA/hY7MV4hyauI/s1600-h/F1%20aconteceu-naquela-noite-poster01%5B31%5D.jpg"&gt;&lt;img title="F1 aconteceu-naquela-noite-poster01" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: inline; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="252" alt="F1 aconteceu-naquela-noite-poster01" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl2N-QVvI/AAAAAAAADoE/rObTHWNTS7k/F1%20aconteceu-naquela-noite-poster01_thumb%5B27%5D.jpg?imgmax=800" width="167" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;me era esse para provocar tamanha repulsa na tia Lena? Fomos ver e não achamos tão ruim assim, não era uma maravilha, mas também não era aquele terror todo que a minha tia falou. O filme conta a história de uma mulher que ganha na loteria e gasta todo o dinheiro do prêmio dando um banquete à francesa para a vizinhança. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com tantas dicas de coisas para se ver antes de morrer, pensei sobre quais filmes eu não gostaria de assistir nem na próxima vida! Claro que gosto é gosto, já dizia uma mulher grávida comendo sabão de côco pensando que era queijo. E propaganda, mesmo negativa, dá certo. Ficou comprovado com o &lt;em&gt;Festa de Babette&lt;/em&gt;! Escolhi cinco filmes que não gostaria de ver novamente (alguns não são ruins e ganharam prêmios, mas são tão sofríveis as situações que mostram que quero distância deste tipo de filme) e cinco filmes que valem a pena ver de novo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#004080;"&gt;&lt;strong&gt;Filmes que quero distância:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#400000;"&gt;&lt;strong&gt;Menina de Ouro:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; drama de Clint Eastwood. O filme conta a história de uma menina (Hilary Swank), cujo sonho é ser campeã de boxe. Ela sofre uma lesão em uma luta que a deixa paralisada do pescoço para baixo, e então o martírio começa. Metade do filme é sobre a dor que ela sente por não poder se mexer, a família que só quer saber do dinheiro dela e o Clint Eastwood sofrendo feito um condenado ao vê-la naquele estado. Duas horas depois que eu assisti ao filme, eu ainda estava chorando. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#400000;"&gt;&lt;strong&gt;Abaixo o Amor:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; comédia romântica de Peyton Reed. Muito chato, o filme tenta passar o clima daqueles filmes de Dóris Day, mas sem sucesso. Entediante e sem química entre os atores. Com Renée Zellweger e Ewan McGregor. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#400000;"&gt;&lt;strong&gt;Irreversível:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; drama de Gaspar Noé. Tenebroso, pavoroso, horroroso e tudo de ruim terminado em &lt;i&gt;oso&lt;/i&gt;. Ovacionado pela crítica por ser um novo estilo de filmagem, o filme começa do fim. Alguém já assistiu A Bruxa de Blair? Pois uma parte do filme também foi gravada com uma câmera, horrível. Isso sem falar na violência que a Monica Bellucci sofre, o filme é em função disso, do estupro (ou atentado violento ao pudor, já que estupro é só na frente, então dá para imaginar como foi), fora os chutes e pontapés que a coitada levou após ser violentada. Para quem gosta de filmes violentos, é uma dica. Ah, eu dormi no meio do filme. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#400000;"&gt;&lt;strong&gt;Sonhos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; drama de Akira Kurosawa. Junta diversas histórias curtas. O filme é tão “cabeça”, que faz com que a gente se sinta “sem cabeça”. Muito chato. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#400000;"&gt;&lt;strong&gt;A Mansão Mastern:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; terror de Mikael Salomon, baseado no livro de Stephan King. Loquei o DVD e dormi assistindo, quando acordei, todos os personagens tinham virado vampiros. Eu não tinha lido a sinopse e escolhi o filme pela capa, nunca mais faço isso. Vampiros? Só nos filmes do Drácula, que adoro. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#004080;"&gt;&lt;strong&gt;Filmes que valem a pena ver de novo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Lanternas Vermelhas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; drama de Yimou Zhang. Menina é obrigada a se casar com um homem muito bem de vida, que já tem três esposas. Cada mulher tem sua casa, mas no mesmo terreno. A esposa escolhida para ele passar a noite tem a lanterna da casa acesa, que é vermelha. O que provoca disputa entre as mulheres, ciúmes e competição. O filme mostra o drama da menina ao tentar se adaptar naquele “estilo” de vida. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;O Exorcista:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; terror de William Friedkin. Este sim é o mestre dos filmes de terror. Linda Blair, personagem de Regan MacNeal, assusta com alguns contorcionismos que faz com o corpo ao ser possuída pelo demônio. A viradinha de cabeça é horripilante! Não é indicado para se assistir sozinho. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Diário de Uma Paixão:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; romance de Nick Cassavetes, inspirado no livro &lt;em&gt;O Caderno de Noah&lt;/em&gt;, de Nicholas Sparks. Sabe aqueles filmes que a gente assiste e pensa “eu quero um amor assim!”? Este é um deles. Conta a história de um homem que visita a esposa internada em uma clínica geriátrica, ela está com mal de Alzheimer e não lembra mais de nada, muito menos dele. Allie, a esposa esquecida, ao saber da doença, faz um diário sobre a vida deles, como se conheceram e os percalços pelo qual todo grande amor passa. Após terminar o diário, Allie pede que Noah o leia para ela quando tiver esquecido de tudo, assim ela lembraria dele nem que fosse por um momento. Todos os dias ele lia o diário para ela. O filme mostra a história de Allie (Gena Rowlands e Rachel McAdams, na fase jovem) e Noah (James Garner e Ryan Gosling, na fase jovem), jovens e depois de velhos. É uma história tocante, suspirante, nem um pouco melosa, que faz chorar até os marmanjos no cinema (um amigo disse que passou a maior vergonha ao assistir ao filme no cinema, saiu de lá chorando feito um condenado). Apesar do choro, vale a pena assistir, pois não é um choro de tristeza, como o &lt;em&gt;Menina de Ouro&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A Cor Púrpura:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; drama de Steven Spielberg. Uma meninha adolescente casa com um marido bêbado e mulherengo, que a trata como uma empregada. Mostra o drama de uma mulher forte e sofrida, cujo sonho é rever os filhos separados dela quando nasceram. A fotografia do filme é linda e este é um dos melhores papéis que Woopi Goldberg interpretou, ganhou o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz por ele, merecido.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O Diário de Bridget Jones:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; comédia-romãntica de Sharon Maguire. Não poderia deixar de fora as comédias-românticas, adoro quase todas. As aventuras e desventuras de uma balzaquiana (Renée Zellweger) à espera do grande amor. Em meio às barbadas e roubadas, rimos muito com as trapalhadas da moça. Vale a pena ver também as outras partes. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Foi difícil selecionar qual colocaria na lista, deixei de fora filmes que adoro de paixão, como &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Os Intocáveis; Mudança de Hábito; Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu; E O Vento Levou...; Vida de Solteiro; Os Goonies; E Se Fosse Verdade; O &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl3ZkLhtI/AAAAAAAADoI/r6s4WbU46Jk/s1600-h/mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;img title="mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: inline; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="260" alt="mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/Sdgl4pzUxYI/AAAAAAAADoM/-2pKsYPmAbM/mulheres-a-beira-de-um-ataque-poster04_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="188" align="right" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Poderoso Chefão; O Último Rei da Escócia; Nunca Fui Santa; Fale Com Ela; O Silêncio dos Inocentes; O Clube da Felicidade e da Sorte; Um Convidado Bem Trapalhão; A Gaiola das Loucas (original); O Labirinto do Fauno; Drácula; Atração Fatal; Se Eu Fosse Você 2; Cantando na Chuva; Como Eliminar Seu Chefe; Aconteceu Naquela Noite (de 1934); Ben-Hur&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e muito mais. Mas estes ficam para um próximo post. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E tu, quais filmes gostaste e quais não gostaria de ver novamente?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Rita-Lee-Flagra/282758/" target="_blank"&gt;Rita Lee - Flagra&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=aca605b46585078d2c8bc4142080b1c4"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=aca605b46585078d2c8bc4142080b1c4"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=aca605b46585078d2c8bc4142080b1c4" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-6494952303365880302?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/6494952303365880302/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=6494952303365880302" title="14 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6494952303365880302?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6494952303365880302?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/xl4SqiCHPTI/vale-pena-ver-de-novo.html" title="Vale à Pena Ver de Novo?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">14</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/04/vale-pena-ver-de-novo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cMRHg-fSp7ImA9WxVbEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-4066498846339913615</id><published>2009-03-26T00:34:00.002-03:00</published><updated>2009-03-26T00:44:45.655-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-26T00:44:45.655-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: aconteceu no ônibus</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;O universo dos ônibus nos traz acontecimentos – no mínimo – interessantes. Eis três fatos que ocorreram neste meio de transporte que tem muita história para contar:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gislaine trabalhava em uma imobiliária, era secretária. Oito horas diárias, de vez em quando fazia hora extra, era cansativo e, no final da tarde, ela já não via a hora de chegar em casa. No caminho, Gislaine costumava viajar nos seus pensamentos enquanto olhava a paisagem através da janela do ônibus. No horário em que ela costumava pegar o ônibus sempre tinha muitos lugares para sentar, dificilmente estava lotado. Todos os dias da semana eram iguais para ela, da casa para o trabalho e do trabalho para casa. Mas naquela segunda-feira de 2004, após feriadão de Páscoa, Gislaine voltava do trabalho, com aquele olhar perdido de sempre, quando foi trazida de volta ao mundo real por uma mulher, que entrou correndo no ônibus e acertou-lhe um soco no rosto, na bochecha direita. A maluca insana, assim como entrou no ônibus, saiu. Gislaine, em uma crise de choro pela agressão sofrida, perguntou ao cobrador o que tinha acontecido. Na maior calma do mundo, como se o que tinha acontecido fosse aceitável e normal, respondeu-lhe: &lt;i&gt;Ela sempre faz isso, entra correndo ônibus adentro e agride a primeira pessoa que vê pela frente. Depois vai embora.&lt;/i&gt; Gislaine ficou ali, sentada, chorando, até chegar à parada de destino. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Larry era um cara bem apessoado. Não era aquele tipo de homem que chama a atenção das mulheres ao entrar em um lugar, mas tinha charme, um bom papo e era divertido. Em uma das voltas para casa, pegou o ônibus de costume e, ao lado dele, sentou-se uma senhora de mais ou menos setenta anos e muito falante. Quando Larry estava quase chegando a casa, faltavam apenas algumas quadras, a senhora o olha - bem séria - e lhe diz, com uma naturalidade impressionante: &lt;i&gt;Eu gostei de ti, o achei interessante. Quer ir comigo, lá em casa, para nos conhecermos melhor? Se é que tu me entendes... Eu lhe dou R$ 50,00!&lt;/i&gt; Larry, sem entender direito o que estava acontecendo (nestas horas, como se em estado de choque, a gente sempre tem a impressão que não é com a gente) agradeceu ao convite, mas teria que recusar, pois não fazia aquele tipo de serviço. A senhora pareceu ficar desapontada. Larry desceu do ônibus, um tanto decepcionado com a proposta de uma senhora que poderia ser a avó dele. Ao chegar a casa, se olhou bem no espelho, como se estivesse se olhando pela primeira vez, tentando entender o que levou àquela doce e frágil senhora confundi-lo com um prostituto... &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Michele, estudante de Administração, conseguiu o seu primeiro estágio em uma empresa de grande porte. Estava feliz, trabalhava meio turno e tinha tempo para estudar e fazer outras coisas. Em uma das idas ao novo trabalho, ao pegar o ônibus, sentou-se no banco detrás do banco em que duas senhoras estavam sentadas, e elas falavam sem parar. Não teve como não prestar atenção no que elas diziam, a tristeza da voz da senhora mais falante lhe chamava atenção. Ela desabafava com a amiga sobre o divórcio da filha: &lt;i&gt;Coitada da minha filha, ela é muito jovem para enfrentar uma separação, ainda mais agora, grávida. O marido foi embora de casa dizendo que tem outra, que está apaixonado. Nunca mais ligou, não atende aos telefonemas dela, uma tristeza! E a pobrezinha fica lá, chorando pelos cantos. Ela ficou tão traumatizada, mas tão traumatizada com o que aconteceu, que quase teve um traumatismo craniano. É brinquedo, não! &lt;/i&gt;Michele não sabia se ria ou se chorava com o que tinha acabado de ouvir, mas sentiu pena da moça. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim como Gislaine, Larry e Michele, tu também deves ter tido uma história incomum que ocorreu em um ônibus para nos contar. Solte o verbo e desabafe, afinal, ninguém está livre de certos acontecimentos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-4066498846339913615?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/4066498846339913615/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=4066498846339913615" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4066498846339913615?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/4066498846339913615?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/jjTjMUQgQHM/curtas-insanos-aconteceu-no-onibus.html" title="Curtas insanos: aconteceu no ônibus" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">10</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/03/curtas-insanos-aconteceu-no-onibus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4MQno8eCp7ImA9WxJREEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-3853497711030205040</id><published>2009-03-21T16:00:00.004-03:00</published><updated>2009-05-11T00:03:03.470-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-11T00:03:03.470-03:00</app:edited><title>Incomodada Ficava a Sua Avó</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;Você trocaria uma vida movimentada, com seus horários preenchidos com academia, trabalho, cursos, salão de beleza, lazer e, de vez em quando, um happy hour com amigos, por uma vida igual àquela que a sua avó teve? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;Mesmo nos dias atuais, ainda encontramos mulheres que optaram por serem donas-de-casa e não se arrependeram, mas acredito que nem estas mulheres gostariam de ter o seu tempo ocupado com as “tarefas do lar”. Camille Paglia, intelectual americana da cultura pop, ao ser questionada pela revista Veja sobre os conflitos existentes aos diversos papéis que a mulher tem que representar nos dias de hoje, faz uma crítica sobre a pressão que a mulher atual recebe atualmente para se tornar a supermulher, comparando-a com as mulheres de antigamente: “Alguém lembra de ter tido uma avó tão agitada?” &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU8KkwGiAI/AAAAAAAADmo/sM8zh1rkDEM/s1600-h/amelia%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img title="amelia" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; DISPLAY: inline; MARGIN-LEFT: 0px; BORDER-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="229" alt="amelia" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU5It0NQfI/AAAAAAAADms/os0pNeQgdng/amelia_thumb.jpg?imgmax=800" width="198" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; As nossas avós não viveram a vida agitada porque não tiveram escolhas. A maioria foi criada para ser esposa e mãe, não que isso seja ruim, caso tivesse a sorte de ter um “bom marido”, levavam uma vida confortável - mas sem muitas realizações pessoais. Os filhos e o casamento foram as únicas realizações de muitas mulheres de antigamente, mas os filhos crescem, adquirem sua independência financeira, criam “asas” cedo e vão viver suas vidas. E depois, como fica?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;Essa busca pela realização pessoal, de querer ser a melhor profissional, a melhor namorada, a melhor mãe, a melhor tudo que desejarmos ganhou críticas de Camille ao interpretar o tempo que a mulher gasta com ela mesma como estressante: “&lt;i&gt;a feminilidade americana hoje é estressada, é louca, é ‘superconceituada’. Todas as mulheres querem ser a Carrie de Sex and the City. (...) O máximo que uma mulher jovem e bem colocada na carreira tem a oferecer é uma instigante conversa sobre trabalho ou um empolgante almoço de negócios. É um tédio conversar com elas&lt;/i&gt;.” Assim como há mulheres que vivem para o trabalho e, consequentemente, tem como único assunto o trabalho, também há diversos homens que agem assim. Mas não é a maioria. A própria Camille parece se contradizer, pois não teria chegado aonde chegou se vivesse aquela vida básica de feijão com arroz e não tivesse apostado na carreira, e nem por isso ela é uma mulher de um assunto só. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU5Jyo_2fI/AAAAAAAADmw/ext3FYtK4Co/s1600-h/peso_do_feminismo%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img title="peso_do_feminismo" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; DISPLAY: inline; MARGIN-LEFT: 0px; BORDER-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="302" alt="peso_do_feminismo" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU5LOGybmI/AAAAAAAADm4/Tj4VagvCWjY/peso_do_feminismo_thumb.jpg?imgmax=800" width="204" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A mulher atual está investindo nela, no que ela quer para a vida dela e colocando os planos em prática: pensar na própria saúde, ao querer gastar algumas horas na academia; fazer aquela faculdade ou aquele curso, que em outras épocas não foi possível, ou pela falta de grana ou porque recém descobriu o que quer ser quando crescer; cuidar da aparência, apesar da correria do dia-a-dia, porque quer se sentir bonita. Tudo isso ocupa muito o tempo da mulher, mas a faz se sentir bem. Por que pensar em si mesma e ocupar o tempo realizando o que quer têm que ser encarado como estressante? Por que quando uma mulher resolve investir nela é porque está sendo pressionada pela sociedade? As mulheres de hoje evoluíram muito em relação àquela época das nossas avós, estão mais independentes e com mais atitude. Elas vão atrás do que querem, e isso assusta muita gente. Muitas mulheres são encaradas como competidoras ao buscarem a realização pessoal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;Martha Medeiros, em sua crônica &lt;em&gt;Mulheres na Pressão&lt;/em&gt;, publicada pelo jornal Zero Hora de oito de março de 2009, diz: “&lt;i&gt;Claro que as mulheres podem tudo, está sacramentado. Mas será que devemos querer tudo? Onde foi parar nosso critério de seleção?&lt;/i&gt;”. Tudo tem um preço, pode ser estafante, mas se nos faz sentirmos realizadas, por que não ‘querer tudo’? As pessoas têm biorritmos diferentes, algumas se sentem bem com uma vida mais sossegada, mas outras necessitam deste movimento, não porque são pressionadas ou querem competir, mas porque a agitação faz parte da personalidade destas mulheres. O sossego, a falta de movimento, também estressa. Depende da personalidade de cada um, as pessoas se sentem bem de formas diferentes. O que é bom para uns, pode não ser bom para outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;A vida agitada se torna estressante quando a pessoa não tem mais tempo para o lazer, é quando ela olha somente para uma direção e perde de descobrir coisas novas que existem ao redor. É prejudicial quando as mulheres priorizam tanto a carreira e os estudos, que esquecem o lado afetivo e o de ser mulher. Sentem tanta paixão pelo que fazem, que não dão lugar a mais nada. Elas querem ter alguém para se apaixonar, compartilhar a vida, namorar, beijar, transar e etc. e tal, e reclamam que o “príncipe/sapo” não aparece nunca, mas esquecem de se perguntar se estão mesmo preparadas para viver um relacionamento. Muitas vezes nem dão oportunidade para que as coisas aconteçam, e nem se dão conta. Essas mulheres, quando arrumam um namorado, um tempo depois se questionam ao sentirem saudades do tempo de solteira. Estão tão direcionadas aos seus objetivos, que não dão abertura às novas experiências, porque não conseguem se dividir. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU5MgnEp6I/AAAAAAAADmg/Gxq1PQYYC3w/s1600-h/mulher7.jpg"&gt;&lt;img title="mulher" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: block; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; FLOAT: none; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: auto; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="389" alt="mulher" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU5OH4R6gI/AAAAAAAADmk/eI0kbP2-uYI/mulher_thumb5.jpg?imgmax=800" width="375" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Merecemos viver tudo, podemos viver tudo e dar lugar a tudo. Podemos ser a mulher bem sucedida, a namorada exemplar e a mulher de bem consigo mesma sem ter que desistir de alguma coisa para ter outra. Viver em equilíbrio e saber se dividir. Não tenho nenhuma vontade de ter a vida sossegada que a minha avó teve, sem estresse e aspirações. Quero mais. E se a minha avó tivesse tido as mesmas oportunidades que tenho, ela também seria como essa mulher pós-feminista que tanto assusta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Ataulfo-Alves-Ai-Que-saudades-da-Amelia/270865/" target="_blank"&gt;Ataulfo Alves - Ai! Que saudades da Amélia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=57d3b9308f694698efad4441b06650ef"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=57d3b9308f694698efad4441b06650ef"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=57d3b9308f694698efad4441b06650ef" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;*&lt;/span&gt; Leia também &lt;a href="http://luxsalus.blogspot.com/2009/03/feliz-era-o-seu-avo_19.html"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#ff0080;"&gt;Feliz Era o Seu Avô!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; no blog LuxSalus, post do meu amigo querido Paulo Pereira: um outro ponto de vista referente a este texto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:gisha;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;*&lt;/span&gt; Este texto também foi publicado no blog A Panela das 7 Mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-3853497711030205040?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/3853497711030205040/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=3853497711030205040" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3853497711030205040?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3853497711030205040?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/peRvTHI3SrA/incomodada-ficava-sua-avo.html" title="Incomodada Ficava a Sua Avó" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">10</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/03/incomodada-ficava-sua-avo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4DRX04eyp7ImA9WxVUFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-2062372309070432920</id><published>2009-03-13T00:13:00.005-03:00</published><updated>2009-03-21T16:16:14.333-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-21T16:16:14.333-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tragicomédias" /><title>Cuma? Um dia de tiete com o Frejat…</title><content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SbnPQYT2lJI/AAAAAAAADlg/LFJ5Y15AU6o/s1600-h/248_2956capafrejatrod11.jpg"&gt;&lt;img title="248_2956-capa-frejat-rod" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="283" alt="248_2956-capa-frejat-rod" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SbnPSB7Fl6I/AAAAAAAADlk/4_2bDUJDIVU/248_2956capafrejatrod_thumb9.jpg?imgmax=800" width="283" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não gosto de multidão. Eu me sinto sufocada, talvez por ser baixinha (1,48cm) e todos serem mais altos do que eu. Em um show, não me agrada a idéia de ter um monte de gente suada e enlouquecida pulando ao meu redor. Não sou fresca, mas tenho medo de me sufocar. Não sou só eu que tenho esse medo de me acontecer algo no meio de uma multidão, uma amiga minha consegue ter um medo mais esquisito do que o meu de ser sufocada, aliás, acho o meu medo bastante comum: ela tem medo que lhe arranquem as unhas. Não consigo imaginar as unhas de alguém serem arrancadas por uma multidão, mas cada qual com sua fobia. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não assisti a muitos shows, os que assisti pelo menos um tombo caí. Para se ter uma ideia, em um show de uma banda cover (que não lembro o nome), eu fiquei em frente ao palco para enxergar melhor e me proteger da multidão. Eu morava em São Gabriel, região Centro-Oeste do RS, e – na época, não sei agora com a nova geração – o estranho dos shows era o enorme espaço vazio que ficava entre o público e o inicio do palco. Algumas bandas chamavam o povo para chegar mais perto, estranhando o afastamento. Para quem detesta multidão, aquele espaço era um ótimo lugar para assistir a um show de pé: ficar livre para dançar e cantar, sem ter alguém esbarrando em ti e nem tu se sentindo sufocada. Ledo engano. Um cara, de tão afoito que estava com as músicas, eram boas mesmo, foi dançando e pulando, chegando mais perto do palco, até que pulou em cima de mim e lá fui eu ao chão. Lembro de cair deitada e, ao olhar para cima, pude ver o guitarrista olhando para mim, de cima do palco, com uma cara de ponto de interrogação ao ver aquele bolinho se formando ao meu redor. A dificuldade de levantar quando caímos em público é que todo mundo tenta te levantar e, como não consegue, tu vais caindo e levantando, até conseguir se firmar. Péssima experiência. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Outra experiência traumatizante que tive em shows foi quando assisti a um do Charles Master, da antiga banda TNT, em um festival estudantil de música, e todos esperando ansiosos o Charles Master aparecer para encerrar o festival. Para variar, fiquei em frente ao palco, apoiada na grade que o separava do público. Era inverno, fui com meu casaco vermelho e percebi que era melhor ter ido com outro casaco, quando olhei para o telão e vi todos com roupas escuras, só eu me destacava com aquele casaco vermelho. O show começou e o público enlouqueceu. Quando ele cantou &lt;em&gt;Cachorro Louco&lt;/em&gt;, os gurizinhos que estavam por perto começaram a se jogar uns contra os outros, batendo as barrigas e, para darem o impulso no pulo, recuavam, empurrando para perto da grade, onde eu estava, as pessoas atrás deles, que me prensaram contra a grade e lá estava eu sendo esmagada. O pior é que eu tinha que sorrir, pois só dava eu com meu casaco vermelho no telão (o que virou gozação: ‘Adivinhe o que é um pontinho vermelho no meio de uma multidão? A Dani!’). Enquanto meu corpo era prensado contra a grade, olhei para o lado, apavorada que estava, como se pedindo ajuda, e me deparei com uma menina de uns cinco anos (a doida da mãe dela a levou ao show), pendurada na grade, balançando a cabeça para frente e para trás, como se estivesse em um show de heavy metal. Olhei para trás, e vi meus amigos pulando conforme o povo pulava, para não caírem e serem pisoteados, se iam para a esquerda, eles seguiam a direção e vice-versa. Outro amigo estava passando por outra situação nada agradável: uma guria que estava atrás dele tirou o cachecol do pescoço e o rodopiava com o braço para cima, como se quisesse laçar alguém, aquele cachecol batia incessantemente no rosto do meu amigo, que ficou quieto, abraçado na namorada, quieta também. Com o povo ensandecido, o bom senso dizia a eles que o melhor era não contrariar ninguém. O show foi ótimo, apesar do sufoco. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essas histórias que contei aconteceram há uns dez anos mais ou menos e desde que vim morar em Porto Alegre, há cinco anos, eu só tinha assistido a shows ao ar livre, como os que têm perto da Usina do Gasômetro, ou a peças de teatro e alguma música ao vivo em algum pub. Foi quando a Isabel, uma amiga, me avisou que o Frejat estaria em Porto Alegre, no teatro do Bourbon Country, com o show &lt;em&gt;Intimidade Entre Estranhos&lt;/em&gt;. Teatro do Bourbon? Só topo se eu não correr o risco de ser esmagada na multidão. Isabel topou, ela gosta de assistir a shows no teatro sentada e, se possível, levantar para dançar também. Feito, lá fomos nós: eu, Isabel e o Sullivan, marido dela, rumo ao show do Frejat!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/FREJAT-DOIS-LADOS/201467/" target="_blank"&gt;Frejat – Dois Lados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=7abdbf8fcde14defe68ad2c9ae17215e"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=7abdbf8fcde14defe68ad2c9ae17215e"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=7abdbf8fcde14defe68ad2c9ae17215e" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O show foi ótimo, teve até participação especial do Alemão Ronaldo. Eu não entendo nada de técnicas vocais e etc. e tal, não analisei o show, só curti, e achei a voz do Frejat realmente maravilhosa, tem cantores que quando a gente ouve ao vivo se decepciona, devido à tecnologia de melhorar a voz que usam ao gravar um CD, o que não era o caso dele, a voz dele ao vivo era igual à voz do CD. O Sullivan que é músico e entende de som não parava de elogiar o guitarrista e o baterista, dizia que tocavam muito bem. Frejat cantou músicas do novo CD e algumas da Adriana Calcanhoto, do Renato Russo e do Barão Vermelho. Gravei com minha câmera a Bete Balanço, essa não poderia deixar de registrar. Quando era adolescente, costumávamos pensar em qual música seria a trilha sonora da nossa vida, pelo menos naquele momento, e uma amiga – a Alessandra B., dizia que a dela era &lt;em&gt;Gata Maluca&lt;/em&gt;, do TNT. Quando me perguntaram qual era a minha música, a primeira que me veio à mente foi &lt;em&gt;Bete Balanço&lt;/em&gt;, um amigo me perguntou o porquê e eu lhe respondi: “Por que meu futuro é duvidoso...” O pessoal caiu na risada e meu amigo sempre se lembrava desta história quando nos víamos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Barao-Vermelho-Bete-Balanco-Mtv-Ao-vivo/71027/" target="_blank"&gt;Barão Vermelho - Bete Balanço (Mtv Ao vivo)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b65c058165d034505c68f159813f2075"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b65c058165d034505c68f159813f2075"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=b65c058165d034505c68f159813f2075" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Terminado o show, eu não poderia sair dali sem uma foto com o Frejat. &lt;i&gt;Eu tirei foto até do Didi dos Trapalhões, tenho que tirar com o Frejat também&lt;/i&gt; (isso tudo para terror do Sullivan e da Isabel). Mais de uma hora na fila, falei para meus amigos que eles poderiam ir para casa, eu pegaria um táxi depois, mas eles não quiseram me deixar sozinha e aguentaram firme comigo a longa espera. &lt;i&gt;Por que ele está demorando tanto? Esperando que alguém desista da foto e vá embora?&lt;/i&gt; Disse o segurança para mim: &lt;i&gt;Após o show, o Frejat gosta de ficar alguns minutos em silêncio. &lt;/i&gt;Sei, como assim, alguns minutos em silêncio? Preparando-se para ter uma &lt;em&gt;Intimidade Entre Estranhos&lt;/em&gt;? Já tinha passado mais de uma hora, devia ter dormido no meio da meditação. &lt;i&gt;Moço, não dá para colocar um timer ao lado dele, para despertá-lo dos minutos de silêncio?&lt;/i&gt; Eu já estava quase íntima do segurança e do pessoal da fila, alguma vantagem tem que ter por esperar tanto tempo: amizades de fila. Conversei com uma guria igual à Cássia Eller e com um casal, ela jornalista e ele músico. Não ficaram muito tempo na fila, pois o sogro dela queria ir embora (acho que eu não o obedeceria, fingiria que não ouvi os apelos para ir embora). Pensando em outro lado positivo (dando uma de Pollyana): &lt;i&gt;Pelo menos ele não é daqueles artistas que – revoltados com não sei o quê – jogam toda a mobília do quarto do hotel janela afora, ele preferia gastar o tempo meditando e pensando na vida&lt;/i&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Frejat-Homem-nao-chora/66748/" target="_blank"&gt;Frejat - Homem Não Chora&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=626b115feaa0c46607aecf57f7b8a058"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=626b115feaa0c46607aecf57f7b8a058"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=626b115feaa0c46607aecf57f7b8a058" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando finalmente o Frejat apareceu, levei um susto: ele era quase do meu tamanho! Bom, está certo, eu estou exagerando, mas eu fico um pouco acima do ombro dele, isso é coisa rara! Realmente o palco nos faz ter outra impressão, pensei que ele fosse bem maior. Claro que, para falar com ele, tivemos que nos enfiar no meio da multidão, atropelando alguns e colocando o ingresso na cara dele, pedindo autógrafo e foto: “&lt;i&gt;Frejazinho, meu nome é Daniela Figueiredo&lt;/i&gt;”. Ele, super simpático, me perguntou: “&lt;i&gt;Pode ser só Daniela?&lt;/i&gt;” “&lt;i&gt;Claro, e eu quero tirar foto&lt;/i&gt; &lt;i&gt;contigo&lt;/i&gt;”. Ele me chamou e quando fiquei ao lado dele para foto, o empresário/segurançaparticularmetidoabesta apontou para a Isabel e disse: &lt;i&gt;Ela está contigo, &lt;/i&gt;e a jogou junto a nós, para tirarmos fotos juntas. Tiramos a tal foto e eu disse ao Frejat que queria tirar uma foto sozinha com ele. Ele respondeu sorridente (sorria pra todo mundo, super querido): &lt;i&gt;Claro&lt;/i&gt;! Nessa hora o empresário/segurançaparticularditadormuitochato ordenou: &lt;i&gt;Ela já tirou foto, não pode!&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Segurança, acompanhe a moça até a saída. Quem é o próximo? &lt;/i&gt;Olhei para o Frejat, que me olhou com uma cara de quem não quer desobedecer aos pais, e falou em voz baixa e complacente: &lt;i&gt;Ele falou que não pode...&lt;/i&gt; Tudo bem, fazer o quê! Dei três beijinhos e um abraço, e esperei a Isabel tirar uma foto do Sullivan com o Frejat, afinal o Sully &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SbnPT52qaZI/AAAAAAAADlo/26fQYZs0dmY/s1600-h/Coloagem%20Frejat%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Coloagem Frejat" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px" height="384" alt="Coloagem Frejat" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SbnPVhl_iJI/AAAAAAAADls/rscwxb7Qtis/Coloagem%20Frejat_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="329" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;também é músico, tínhamos que registrar o momento do encontro de dois artistas!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Frejat-Nada-Alem/213123/" target="_blank"&gt;Frejat - Nada Além&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=304371e3b2cbdb9f36e41f8ae14b9e2c"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=304371e3b2cbdb9f36e41f8ae14b9e2c"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=304371e3b2cbdb9f36e41f8ae14b9e2c" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tarefa cumprida, eu me desculpei com meus amigos por fazê-los esperar tanto tempo na fila para tirar uma foto. Então o Sullivan me olhou e disse: &lt;i&gt;Danika, esperamos porque era o Frejat, um roqueiro, se fosse o Didi, não esperaríamos, podes ter certeza!&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Frejat-Por-Voce/231519/" target="_blank"&gt;Frejat - Por Você&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=1cf5e32e86b251e5a730006827e1142b"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=1cf5e32e86b251e5a730006827e1142b"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=1cf5e32e86b251e5a730006827e1142b" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apesar de eu ter assistido ao show no teatro, sentada e sem ninguém pulando suado ao meu redor, confesso que senti falta de poder dançar de pé (dancei sentada, ninguém dançou de pé, só quem estava na pista). Assistir a um show de música em teatro é esquisito, é como assistir a uma peça. Acho que gosto mais de barzinho com música ao vivo, em que ficamos sentadas, tomando uma cervejinha, comendo sanduíche aberto e cantando junto com o cantor. Bem que estes artistas poderiam cantar em bares! Um amigo me disse que têm casas de shows com mesas para assistirmos ao espetáculo aqui em Porto Alegre, mas ainda não fui nestas casas, agora já tenho dicas de algumas! Próximo show que me aguarde! Quem sabe Nando Reis (que amo de paixão). Só espero que ele não esteja acompanhado de um empresário/segurançaparticularbobão, e se ele estiver, que não seja tão obediente...&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Frejat-Tunel-do-tempo/118893/" target="_blank"&gt;Frejat - Túnel do tempo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=bd5c3f1b8087f43b1b6f809050ace09c"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=bd5c3f1b8087f43b1b6f809050ace09c"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=bd5c3f1b8087f43b1b6f809050ace09c" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2fcd2a71-f814-463a-8206-1463c7b3357f" style="padding-right: 0px; display: block; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin-left: auto; width: 298px; margin-right: auto; padding-top: 0px"&gt;&lt;div id="0707b323-7b93-4afd-b1e9-23127409fc4c" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=kFV8ymyBRbU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/ScU8pmFiSZI/AAAAAAAADnI/xZK3Fp4yvAM/video4cb5060f27a2%5B5%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('0707b323-7b93-4afd-b1e9-23127409fc4c'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;298\&amp;quot; height=\&amp;quot;249\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/kFV8ymyBRbU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/kFV8ymyBRbU&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;298\&amp;quot; height=\&amp;quot;249\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p align="justify"&gt;PS: Em relação ao empresário/segurançaparticularchatonildo, eu sei que ele estava fazendo a parte dele, se não fizesse, o cantor não sairia de lá nunca! Mas senti um prazer enorme em citá-lo com adjetivos nada agradáveis neste post, em protesto por não ter tirado a foto sozinha com o Frejat (sou insana, esqueceram?). &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-2062372309070432920?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/2062372309070432920/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=2062372309070432920" title="16 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2062372309070432920?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/2062372309070432920?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/nNDM9b3rbig/cuma-um-dia-de-tiete-com-o-frejat.html" title="Cuma? Um dia de tiete com o Frejat…" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">16</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/03/cuma-um-dia-de-tiete-com-o-frejat.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYNSHk4cSp7ImA9WxVWGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-787803547926063476</id><published>2009-02-28T01:49:00.001-03:00</published><updated>2009-02-28T03:39:59.739-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-28T03:39:59.739-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Toda Mulher Tem Uma Bela Adormecida Dentro de Si?</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" src="http://i50.photobucket.com/albums/f340/danielafigueiredo/image001.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Era uma vez uma linda princesa chamada Aurora. Era uma criança muito desejada pelo rei e pela rainha, que lutavam há muito tempo para terem filhos. Aurora nasceu e no dia do seu batizado foi feita uma grande festa, todas as fadas do reino foram convidadas para serem madrinhas e desejar-lhe as coisas tão mais lindas: alegria, paz, amor à natureza, paixão e beleza sem igual. Mas antes da última fada lhe presentear com uma qualidade especial, a fada Carabosse, magoada por não ter sido convidada para a festa, soltou uma maldição: quando Aurora completasse 16 anos - no auge da sua adolescência, época de descobertas, paixões e festas com os amigos - picaria seu dedo em uma agulha e adormeceria para todo o sempre. Carabosse tinha se antecipado e não percebeu que faltava a Fada Lilás presentear Aurora, que alterou a maldição de Carabosse: Aurora &lt;b&gt;somente&lt;/b&gt; seria despertada do sono eterno quando &lt;b&gt;um príncipe &lt;/b&gt;aparecesse, lhe beijasse e casasse com ela. Cem anos (isso mesmo: 100 anos!) se passaram, até que um dia o tal príncipe apareceu. Ele soube de Aurora através da sua também madrinha Fada Lilás, que estava apavorada pelo tempo de espera da sua afilhada acordar para a vida. Aurora já tinha perdido os melhores anos da sua vida sonhando com o Príncipe Encantado, nada como &lt;i&gt;dar uma forcinha&lt;/i&gt; para as coisas acontecerem “naturalmente”. O Príncipe vê Aurora, linda e adormecida, apaixona-se perdidamente e a desperta do sono sem fim. Os dois se casam, &lt;i&gt;pulando&lt;/i&gt; a parte de namoro e noivado (esperar mais um pouco seria masoquismo) e são felizes para sempre.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lindo conto de fadas? A história de Aurora, um dos mais belos contos de fadas criado pelo escritor francês Charles Perrault, é &lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Perrault#cite_note-0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;recheado de esperança e romantismo: despertada por um príncipe! Mas analisando bem o conto, Aurora teve que esperar por muito tempo para que ele aparecesse, libertando-a do sono sem graça que a vida dela tinha se tornado. Cem anos é muito tempo, mas é compreensível. Qual príncipe se interessaria por uma mulher adormecida, que não vive - no sentido mais amplo da palavra – ingênua devido a falta de experiência de vida? No mínimo, ela seria muito sem graça, não há beleza que desperte o interesse por uma mulher que passou a vida só sonhando e deixou de viver bons momentos. O sono não deixa de ser uma proteção, enquanto Aurora estava adormecida, ela não passou por desilusões e sofrimentos. Aurora não viveu, não amadureceu. Sua vida foi baseada na expectativa de que - para ser feliz e viver, ela precisava encontrar seu Príncipe Encantado e casar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apesar dos tempos modernos em que vivemos, com o fim do estereótipo da Mulher Solteirona e o destaque das Mulheres Alfa, com sua independência emocional e financeira, ainda existem Mulheres Aurora, que acreditam que para serem felizes, elas precisam se casar, não importa com quem. A sociedade em geral, e a própria família de algumas mulheres, cobra muito esse &lt;i&gt;ter alguém&lt;/i&gt;, um marido. Percebemos o quanto é importante esta busca da felicidade através do amor - não importa o tipo de mulher: clássica, moderna, alfa ou aurora - quando vemos, dentre os livros de não-ficção mais vendidos, os dedicados às mulheres solteiras, ensinando-as a como lidar com um homem e ser feliz, como o livro &lt;i&gt;O que toda mulher inteligente deve saber,&lt;/i&gt; de Steven Carter &amp;amp; Julia Sokol, 16º da lista dos mais vendidos da Revista Veja, da semana de 25 de fevereiro de 2009. O livro não diz nada que uma mulher não saiba, mas mesmo assim, as mulheres gostam de levarem um puxão de orelha ao relerem e se identificarem com algumas partes. Li o livro e confesso ficar irritada do meio para o fim. O livro mostra, insistentemente, antes de cada conselho, a frase: &lt;i&gt;A mulher inteligente sabe que...&lt;/i&gt; Nunca tinha enjoado de uma frase, este livro conseguiu isso. Um livro que era para ser lido em dois dias, li em um mês, só para não ler a tal frase constantemente. Talvez seja uma forma de fazer penetrar na mente os conselhos dados, como uma espécie de &lt;i&gt;Lei da Atração&lt;/i&gt; forçada, ainda não descobri a intenção dos autores ao repeti-la tanto. Não só os livros, mas também alguns seriados e filmes que retratam a mulher moderna e independente, mostram a busca incessante do amor como mecanismo para ser feliz: &lt;i&gt;Bridget Jones, no limite da razão, &lt;/i&gt;uma versão da mulher Moderna-Romântica e &lt;i&gt;Sex and the City&lt;/i&gt;, com sua Mulher Alfa Carrie Bradshaw. Nem Carrie, uma mulher livre emocionalmente e que passa a imagem de poder escolher viver sozinha ou acompanhada, feliz dos dois jeitos, foi retratada como uma mulher em busca de um marido, ao se ver vestida de noiva em uma revista e a frustração do desejo não realizado. O foco principal do filme é a expectativa pelo grande dia de entrar em uma igreja vestida de noiva. Difícil encontrar filmes que consigam retratar a Mulher Alfa conforme seu significado. Ser feliz independente de estar sozinha ou não. Talvez o filme &lt;i&gt;Sob o Sol de Toscana&lt;/i&gt; retrate essa mulher tal como é: o começar de novo após a desilusão do relacionamento perfeito e conseguir ser feliz &lt;i&gt;apesar&lt;/i&gt; de estar sozinha. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As Mulheres Aurora, quando encontram o “Príncipe Encantado” se sentem realizadas como se tivessem cumprido corretamente às exigências da sociedade. E caso o casamento esteja desgastado devido aos anos e à rotina, elas agüentam firme a relação, pois é melhor estar casada que sozinha. Solteira, para estas mulheres, é sinônimo de solidão. O começar de novo assusta e elas optam pela rotina. Tem gente que não consegue viver sozinha e prefere viver mal-acompanhada do que só. Diferente da Mulher Alfa, que encara a vida de solteira como uma maneira de se conhecer melhor e investir em si mesma.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Todo mundo, não só as mulheres, quer alguém para compartilhar experiências, ser cúmplice, ser amigo, ser companheiro. A busca pelo amor verdadeiro existe e é inevitável, mas não deve ser encarada como condição para ser feliz. E viver adormecida, esperando o ser perfeito chegar, faz com que deixemos de viver muita coisa boa. Viver o momento, sem cobrar-se, aproveitar o dia e a vida, curtir-se. No momento em que saímos da rotina de nós mesmas, em que passamos a nos perceber e a cuidar de nós mesmas, tudo em volta muda - e para melhor. Estar sozinha, e não solitária, não precisa ser encarado como um bicho de sete cabeças, senão deixarás de aproveitar uma das melhores fases da vida e não ver o lado bom de ser solteira: a liberdade de ir onde quiser sem ter que dar satisfação, sair com as amigas e amigos, não ter que deixar de fazer alguma coisa pelo outro, conhecer gente nova e outras coisas. Um conselho que vale a pena ser seguido é não sair para se divertir na expectativa de encontrar alguém e nem ficar só sonhando, reclamando que estás sozinha e que nada dá certo, muita expectativa faz com que deixemos de perceber as coisas (e pessoas) ao nosso redor. Não esqueça que &lt;em&gt;quem sai do ar perde o lugar&lt;/em&gt;, e as coisas acontecem para quem não adormece. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Nenhum-de-Nos-Paz-e-Amor/235616/" target="_blank"&gt;Nenhum de Nós - Paz e Amor&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;     &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=20cbf8d8182d25a179d4f6e345b74d89" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=20cbf8d8182d25a179d4f6e345b74d89" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;*&lt;/font&gt; &lt;font color="#004000"&gt;Este texto também foi publicado no blog &lt;/font&gt;&lt;a href="http://apaneladassetemulheres.blogspot.com/"&gt;&lt;font color="#ff0080"&gt;A Panela das 7 Mulheres&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color="#004000"&gt;, em que participo com mais amigas. Leia lá também:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://apaneladassetemulheres.blogspot.com/2009_02_15_archive.html"&gt;&lt;font color="#ff0080"&gt;a panela das 7 mulheres&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, por Regina Cláudia (a Requeri); &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://apaneladassetemulheres.blogspot.com/2009/02/voce-sabe-o-que-e-uma-mulher-alfa.html"&gt;&lt;font color="#ff0080"&gt;Você sabe o que é uma Mulher Alfa?&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color="#ff0080"&gt;,&lt;/font&gt; por Luciana P; e&amp;#160; &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://apaneladassetemulheres.blogspot.com/2009/02/mulheres-controlem-se_26.html"&gt;&lt;font color="#ff0080"&gt;Mulheres: Controlem-se!&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color="#ff0080"&gt;,&lt;/font&gt; por Sissy Mascarenhas. &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-787803547926063476?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/787803547926063476/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=787803547926063476" title="15 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/787803547926063476?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/787803547926063476?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/8UOLw6QM3-Q/toda-mulher-tem-uma-bela-adormecida.html" title="Toda Mulher Tem Uma Bela Adormecida Dentro de Si?" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/02/toda-mulher-tem-uma-bela-adormecida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYMQX8zfCp7ImA9WxVWGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-7425194985253753558</id><published>2009-02-27T22:53:00.007-03:00</published><updated>2009-02-28T12:49:40.184-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-28T12:49:40.184-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Bronca a um acomodado</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SaiZHZ9cZkI/AAAAAAAADiw/F_7rvexH0MA/s1600-h/acomodado%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img title="acomodado" style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; DISPLAY: inline; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; MARGIN-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" height="328" alt="acomodado" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SaiZImdhk0I/AAAAAAAADi0/OMzX2Xa7qWI/acomodado_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="286" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Acomodado:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; conformado com uma situação com a qual não concorda inteiramente (diz-se de indivíduo); resignado. (Dicionário Houaiss).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sabe o que mais me irrita? Gente acomodada. Acomodada em querer crescer e querer progredir. O acomodado está sempre criticando quem conseguiu o seu lugar ao sol e põe a culpa no governo, nos outros ou na própria vida por não ter chegado lá. &lt;i&gt;Ô vida boa, carrinho novo, casinha nova... Parece até um marajá! &lt;/i&gt;Marajá, vida boa? Se quiser também vá lutar para isso, vá estudar e dedicar-se. Saia desta mesmice que tua vida se tornou. As coisas não vêm do nada, é preciso dedicação. &lt;i&gt;Mas tu não conheces a realidade da vida, nunca teve dificuldades&lt;/i&gt; é uma desculpa muito utilizada pelo acomodado. Existem muitas pessoas que trabalham e estudam, lutaram para chegar onde chegaram, sobreviveram às dificuldades, foram persistentes, quebraram barreiras e chegaram lá. Porque lutaram, insistiram. O acomodado é que não conhece a realidade da vida, pelo contrário, foge dela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O acomodado se acha vitima das circunstâncias, a culpa nunca é dele, é sempre do outro. Acha que o pouco que faz é muito, está sempre cansado e é &lt;i&gt;enrolão&lt;/i&gt;. Não tem iniciativa e quando se torna responsável por alguma coisa fica perdido e inseguro. Critica quem se destaca como forma de se engrandecer ao diminuír o outro. Alguns vibram quando o outro erra, para se sentirem normais na sua comodidade. São egoístas, querem receber sem doar e costumam abusar da boa-vontade dos outros.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Nunca ganhei nada, nunca valorizaram meu trabalho...&lt;/i&gt; É outra frase que o acomodado adora, e ele nunca resolve parar para pensar no porquê de não terem valorizado o trabalho dele. Como protesto, ele resolve ser mais &lt;i&gt;deitado&lt;/i&gt; e se esforça menos do que deveria, para terror dos colegas e da família. É preguiçoso e se ofende quando alguém o manda tomar alguma atitude e trabalhar. Trabalho, para o acomodado, é ofensa. Gosta de ganho fácil e não valoriza o esforço, está sempre sem disposição.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O acomodado tem medo de se arriscar, medo da mudança, talvez por não acreditar na sua capacidade de conseguir as coisas. Pode também ser resultado de uma super-proteção na educação familiar. São pessoas imaturas e vivem no País das Maravilhas (são sonhadoras, mas nunca colocam os planos em prática). Acham bonita a fragilidade, esta – aliás – lembra-me doença. Todo mundo tem um lado frágil, mas querer se entregar e usar isso como desculpa só o tornará um sujeito apagado. Resignação nunca levou alguém a lugar algum.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Têm pessoas que precisam de umas sacudidas. A mensagem que deixo ao acomodado é que vá trabalhar, estudar e se dedicar. Tome alguma atitude, seja determinado. Tire essa preguiça que tomou conta do teu ser e pare de ficar reclamando. Reclamação não leva a nada e só afasta as pessoas. Pessoas que só reclamam são chatas e frescas. Sentir-se coitado só o tornará um coitado. E ninguém gosta de gente coitada. Até as mocinhas de novela, eternas vítimas, são entendiantes. A vilã sempre se destaca, por ter atitude. Difícil os autores retratarem uma mocinha com atitude, mas existe, como Scarleth O’Hara de &lt;em&gt;E o Vento Levou...&lt;/em&gt; Ela é o símbolo da mulher lutadora e guerreira. Que imagem tu tens de ti? Gostas de parecer um coitado, sentes orgulho de ser assim? Não preferes ser aquela pessoa que faz acontecer? Sentir orgulho de si mesmo porque conseguiu, porque chegou lá pelo próprio esforço? Podes ter certeza que o sentimento de ter vencido e não ter dado importância às dificuldades é bem mais gratificante que o suposto ganho fácil que o acomodado almeja. Seja determinado naquilo que desejas, não desista em um simples escorregão, tenha força de vontade. Quem avisa, amigo é.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Ultraje-a-RIgor-Preguica/139740/" target="_blank"&gt;Ultraje a RIgor - Preguiça&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=3fc29ef9ffaca32607285b7dc1c5abe5"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=3fc29ef9ffaca32607285b7dc1c5abe5"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=3fc29ef9ffaca32607285b7dc1c5abe5" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-7425194985253753558?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/7425194985253753558/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=7425194985253753558" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/7425194985253753558?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/7425194985253753558?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/KwuZBUgKS6Y/bronca-um-acomodado.html" title="Bronca a um acomodado" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/02/bronca-um-acomodado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMMRXk8fCp7ImA9WxVWEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-9082635973697640198</id><published>2009-02-19T00:17:00.004-03:00</published><updated>2009-02-19T00:34:44.774-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-19T00:34:44.774-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><title>Quando o Amor Fere</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SZzPSf5_7XI/AAAAAAAADfQ/lGZ0BnFqmcI/s1600-h/Brilho%20Eterno%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Brilho Eterno" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; DISPLAY: inline; MARGIN-LEFT: 0px; BORDER-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="378" alt="Brilho Eterno" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SZzPT-_0pvI/AAAAAAAADfU/HqaaB8gB5qo/Brilho%20Eterno_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="261" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ontem assisti ao &lt;i&gt;Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças, &lt;/i&gt;um filme de 2004&lt;i&gt;.&lt;/i&gt; Fazia tempos que queria assistí-lo, pela sinopse que achei interessante. O filme é estrelado por Jim Carrey e Kate Winslet. Confesso não ser muito fã do Jim Carrey nas comédias, ele faz muitas caras e bocas, mas nos dramas acho que ele se sai bem, me agrada. Já vou avisando para os que não gostam de saber nadinha do filme, nem trailer e nem sinopse, parem de ler o post por aqui. Ah, e por ser um filme esquisito, pode não agradar muitas pessoas, o recomendo para quem passou por relacionamento que fracassou. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme trata da história de Clementine e Joel, namorados que vivem um relacionamento fracassado e que estão naquela fase em que tudo no outro irrita e eles passam a falar coisas que só causam mágoas. Após uma das brigas, cansada do rumo em que o relacionamento tomou, Clementine resolve fazer um experimento em uma clínica: apagar Joel da mente dela (cada momento vivido, fotos, conversas, tudo seria como se não houvesse existido). Inconformado com a experiência de Clementine, Joel resolve passar pelo mesmo experimento. No meio do processo de eliminá-la da memória, Joel se arrepende e, como se acordasse dentro do sonho, ele se dá conta que não quer apagar os momentos bons, então resolve lutar para não eliminá-la da mente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O filme é bem maluco, surreal, não segue o padrão tradicional de mostrar etapas. Os acontecimentos são mostrados do fim para o inicio. É como se filmassem um sonho, não é daqueles filmes que tu podes fazer outra coisa ao mesmo tempo em que assiste, senão perde-se a noção do entendimento, as coisas mudam rapidamente. &lt;i&gt;Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças&lt;/i&gt; mostra de maneira nada convencional algo que muita gente já passou: o fim de um relacionamento não porque o outro traiu ou deixou de gostar, mas porque fracassou, a incompatibilidade imperou, apesar dos esforços para que tivesse dado certo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Separar-se para que um deixe de magoar o outro… É de se refletir a respeito, pois nos faz pensar no por que um relacionamento pode chegar ao ponto de um magoar o outro constantemente. Quando o parceiro começa a te irritar? Não é a falta de amor, o amor está lá, e pensar em perder dói. Vale à pena conviver com alguém que faz questão de te irritar, mesmo sabendo que esse alguém gosta de ti e tu dele? E se gosta, porque magoar, porque dizer coisas que ferem? É como se ferindo quiséssemos eliminar a mágoa guardada devido a alguma atitude do outro. Contradição de sentimentos: desejo e raiva juntos. Às vezes se torna irresistível querer ferir. Uma mágoa mal resolvida, distorções de acontecimentos, tudo leva à discussão. O orgulho impede o esclarecimento, dificultando o se fazer entender e muitas vezes nem nós entendemos ou queremos entender o outro. A falta de afinidade fracassa qualquer grande chance de dar certo. E para ficar nesse vai-e-vem, o melhor é terminar. Mesmo gostando, separar pode ser a melhor solução. Estranho gostar sem ter afinidade, com diferenças incompatíveis, mas é possível.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SZzPVCi77PI/AAAAAAAADfY/C6HOJ4iCIf0/s1600-h/Estou%20melhor%20sem%20voc%C3%AA.jpg%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="Estou melhor sem você.jpg" style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; DISPLAY: block; FLOAT: none; MARGIN-LEFT: auto; BORDER-LEFT: 0px; MARGIN-RIGHT: auto; BORDER-BOTTOM: 0px" height="308" alt="Estou melhor sem você.jpg" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SZzPWv7vqOI/AAAAAAAADfc/qUhP1234HGw/Estou%20melhor%20sem%20voc%C3%AA.jpg_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="483" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Esquecer que o outro existiu. Muito fácil seria existir a tal máquina que apagasse todas as lembranças do outro da memória, sem sofrimento, sem perigo de se magoar ao deparar-se com o outro estando com outra, sem tristeza pela solidão deixada, sem choro pelo vazio ao lado da cama. Páginas apagadas, deixando em branco um diário com muita história para recordar. O relacionamento não foi ruim o tempo todo, teve uma época que ele foi bom, que uniu, que fez com que se sentisse vontade de estar junto, trocar idéias, carinhos, por que querer apagar esses fatos da mente? Em que isso nos ajudaria amadurecer para enfrentarmos outra relação? Em nada. É como o pai ou mãe que, para que o filho não sofra, o impede de crescer ao não fazê-lo superar as dificuldades por si próprio. É a superproteção. Criam seres humanos fracos e fujões. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lembrar-se dos bons momentos, quando queremos apagá-los da memória, nos faz sentirmos fracos na vontade de esquecer. Rever fotografias, reler recadinhos, cartas, bilhetes, vídeos gravados em que lembre o outro, só dificulta a tarefa nada fácil de excluir a imagem do outro do cotidiano. Não rever esses objetos, evitar fazer as mesmas coisas que antes, para não se torturar, é uma boa forma de agirmos conosco, é nos tratar bem. Vontade quase insuportável, a ponto de chegar a coçar a mão ao tentar algum contato com uma lembrança? Normal, a gente se acostuma com as pessoas, até com aquelas que não nos tratam bem, e sentimos falta. Nessas horas somos todos masoquistas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há casos em que o casal se separou e cada um viveu seu outro romance, inclusive outros casamentos, e depois de um reencontro, estando mais maduros, com outro modo de encarar a vida e as situações, voltaram a viver juntos e muito bem. Tem relacionamentos que necessitam do amadurecimento para darem certo. Outros não dão certo de jeito nenhum, então o &lt;i&gt;eu estou melhor sem você &lt;/i&gt;deve ser levado em conta. Dar um tempo para viver outras experiências é uma maneira de se conhecer e saber o que realmente queremos para nós. Nem sempre conviver com quem amamos faz bem, tem casais que se dão melhor cada qual no seu canto, ou separados de vez. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Segoe Script;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“&lt;em&gt;Esquecendo o mundo pelo mundo esquecido.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Segoe Script;font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;Eterno brilho da mente sem lembrança!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Segoe Script;font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;Toda prece se ouve, e todo desejo se abranda...”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Segoe Script;font-size:100%;color:#ff0000;"&gt;(Alexander Pope, em Eloise to Abelard)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Pitty-Memorias/40790/" target="_blank"&gt;Pitty - Memórias&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f927357501a705c0093a7f9996a65627"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f927357501a705c0093a7f9996a65627"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f927357501a705c0093a7f9996a65627" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-9082635973697640198?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/9082635973697640198/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=9082635973697640198" title="16 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/9082635973697640198?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/9082635973697640198?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/T6U0fl0dMy4/quando-o-amor-fere.html" title="Quando o Amor Fere" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">16</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/02/quando-o-amor-fere.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MCQHc-fSp7ImA9WxVXE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-6177037603875305677</id><published>2009-02-10T21:40:00.001-02:00</published><updated>2009-02-10T21:44:21.955-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-10T21:44:21.955-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><title>Curtas insanos: poltergeist em uma noite de Dirty Dancing</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Luiza e Otávio tinham um casal de filhos, Roberto e Paulina. Paulina era a mais velha, tinha dezenove anos, já trabalhava e era uma menina responsável. Em uma noite de verão, Luiza e Otávio foram convidados para uma festa em que levar filhos não convinha. Paulina ficou encarregada de cuidar do irmão e chamou Aninha, uma amiga do colégio, para não ficar sozinha. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Eles moravam em uma casa antiga, grudada a um centro espírita. Roberto, que na época tinha onze anos, dormia em um quarto ao lado da cozinha e a parede do quarto ficava geminada à parede do centro espírita. Na madrugada, quando o centro estava fechado e sem ninguém, ele ouvia cochichos através das paredes, mas não sentia medo, muito pelo contrário, achava curioso e se perguntava sobre o que deveriam estar conversando. &lt;i&gt;Tagarela esse pessoal do além! &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Roberto dormiu mais cedo naquele dia, não quis assistir ao filme com a irmã e a amiga. Romance era coisa de mulherzinha e estava muito cansado, precisava recarregar as energias. Paulina tinha locado &lt;i&gt;Dirty Dancing – Ritmo Quente&lt;/i&gt;, adorava dança e achava o Patrick Swayze uma gracinha.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Concentração total e muitos suspiros ao&amp;#160; ver o ritmo sensual de &lt;em&gt;Frances Baby Houseman e Johnny Castle, &lt;/em&gt;Patrick Swayze era realmente o máximo! Swayze como professor de dança de Jennifer Grey era tão hipnotizante que se ouvia somente o som do filme e o barulho da pipoca sendo mastigada ecoando pela casa. De repente, algo tirou a concentração delas: um barulho de algo arrastando na cozinha. O que seria? Será que Roberto tinha acordado? Chegando ao local, uma das cadeiras da mesa da cozinha estava calçando a porta do quarto de Roberto, que dormia tranquilo e não percebeu nada. Havia mais alguém na casa, Roberto não poderia ter feito aquilo, pois estava dentro do quarto. Assustadas com o pensamento de estarem acompanhadas por alguém estranho que gostava de brincadeiras de mau gosto, Paulina e Aninha vistoriaram a casa e o pátio, que era fechado e com muros altos, mas nada de anormal, ninguém além deles. As janelas da casa também estavam bem fechadas, assim como as portas da frente e dos fundos. Estavam sozinhos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se não tinha ninguém além deles na casa, quem calçou a cadeira na porta do quarto de Roberto? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Este é um mistério que até hoje não foi desvendado...&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-6177037603875305677?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/6177037603875305677/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=6177037603875305677" title="17 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6177037603875305677?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6177037603875305677?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/Eq_8AcFUDQU/curtas-insanos-poltergeist-em-uma-noite.html" title="Curtas insanos: poltergeist em uma noite de Dirty Dancing" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">17</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/02/curtas-insanos-poltergeist-em-uma-noite.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8MRXg9fCp7ImA9WxVQFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-3343130841269738886</id><published>2009-02-02T17:42:00.001-02:00</published><updated>2009-02-02T17:44:44.664-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-02-02T17:44:44.664-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="memes e selos" /><title>Que Pecado!</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMYr8hY0I/AAAAAAAADdQ/giPFvIluMnE/s1600-h/keyword_exmp212.jpg"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;img title="keyword_exmp2" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="350" alt="keyword_exmp2" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMc_HHQJI/AAAAAAAADdU/g13TFODIbUY/keyword_exmp2_thumb10.jpg?imgmax=800" width="350" border="0" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando falamos em pecado, lembramos logo do proibido, que atrai. Pecado, vício ou paixão fascina pelo tema e provoca polêmica, fazendo-nos reagir e querer debater sobre o assunto, normalmente na defensiva. É impressionante como falar sobre o pecado mexe com as pessoas e provoca as mais diversas reações. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os piores vícios, que todo mero mortal carrega um pouquinho na personalidade e caráter, foram classificados em sete: Soberba, Avareza, Luxúria, Ira, Gula, Inveja e Preguiça. São aquelas características que temos exageradas em excesso ou em falta, e que nos tira do equilíbrio. Todas estão ligadas a uma baixa autoestima, a um sentimento de compensação do vazio emocional que nunca é preenchido, pois não é esta a solução. Tratar a causa e se aprofundar em si, para poder se equilibrar é o caminho em busca das vitudes perdidas&lt;/font&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff0000" size="4"&gt;Os Sete Pecados Capitais&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMfCQNj3I/AAAAAAAADdY/lcK2Wj3SHvs/s1600-h/7pecados19.jpg"&gt;&lt;img title="7pecados" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="373" alt="7pecados" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMhlocSCI/AAAAAAAADdc/fTGPbbqnj6M/7pecados_thumb17.jpg?imgmax=800" width="329" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Soberba&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;font size="2"&gt;é o orgulho, a arrogância e a presunção. É o primeiro pecado que elenca a lista dos maus comportamentos. É o se sentir superior aos outros, normalmente vem acompanhado da hipocrisia e a manipulação. Pessoas que agem conforme esta característica não costumam ouvir os outros, pois têm sempre a razão. Necessitam se sobressair e serem &lt;em&gt;O Melhor&lt;/em&gt;. Há necessidade de perfeição. &lt;i&gt;&lt;strong&gt;Eu sou&lt;/strong&gt;.&lt;/i&gt; Pecado equilibrado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Humildade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Avareza&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;é a cobiça, o desejo excessivo, e por vezes incontrolável, de comprar ou possuir,&amp;#160; é também a mesquinharia, o egoísmo, a sovinice e o apego excessivo a alguém ou alguma coisa. Por medo de perder a pessoa se isola ou isola o bem desejado (seja pessoa, coisa ou informação) e não confia em ninguém. Há a necessidade de ter para ser. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eu tenho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Pecado equilibrado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Generosidade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Luxúria&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;libertinagem, lascívia, cio, corrupção, tentação, sensualidade, futilidade. Na necessidade de satisfazer as próprias necessidades ocorre uma fuga da ligação emocional, da intimidade e reciprocidade. Medo de intimidade e relacionamento. A não consideração pelo outro e por si mesmo, devido a uma busca impulsiva pela satisfação do prazer. Necessidade de satisfazer o desejo. &lt;i&gt;&lt;strong&gt;Eu desejo&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;. Pecado equilibrado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Castidade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;&lt;strong&gt;Ira&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;: &lt;font size="2"&gt;é a raiva, o descontrole emocional, a agressividade, o sentimento de vingança, a indignação, o conflito interno. Deixar-se dominar por uma emoção destrutiva, acabando por prejudicar a si próprio. Perda da razão. Insegurança por se sentir ameaçado. Atacar para defender. Resulta em violência moral e física, falta de respeito ao próximo e mau humor. &lt;i&gt;&lt;strong&gt;Eu me indigno&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;. Pecado equilibado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Paciência&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Gula&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;é a voracidade, causada pela ansiedade, é o vício de comer e beber em excesso, para compensar algo que está faltando ou se proteger. Também não só em relação a alimentos, mas ao intelecto. Necessidade de saber e de consumir. Busca suprir o que acha não ter. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eu devoro&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt; Pecado equilibrado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Temperança&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;Inveja&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;: é &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;o ciúme, o desejo de exclusividade (eu tenho e o outro não),é uma mistura de desgosto e pena, desejo de ter o que é do outro, negar as qualidades do outro por se sentir inferior a ele. Gera competição, por achar que o outro tem mais ou é mais. Necessidade de ser mais que o outro. &lt;i&gt;Eu quero igual, ou melhor&lt;/i&gt;. Pecado equilibrado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Caridade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#ff8000"&gt;&lt;strong&gt;Preguiça&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;: &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;é a acomodação, a negligência, a aversão ao trabalho, a falta de iniciativa e de decisão, a lentidão, o desânimo e a indecisão. Sentimento de fracasso, que estimula a falta de vontade de mudança. &lt;i&gt;&lt;strong&gt;Eu... sei lá, estou com preguiça de pensar&lt;/strong&gt;.&lt;/i&gt; Pecado equilibrado pela virtude da &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Disciplina&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que me estimulou a escrever sobre os Sete Pecados? Um convite para divagar sobre o assunto, recebido da Flavinha, do blog &lt;a href="http://estoriasdedesabafo.blogspot.com/2009/01/seven.html"&gt;Desabafo&lt;/a&gt;. Vamos ao desafio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ff0080" size="4"&gt;&lt;strong&gt;Os Meus Sete Pecados Capitais&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMjvSeYCI/AAAAAAAADdg/O_pscvtbeBk/s1600-h/maca_pecado26.jpg"&gt;&lt;img title="maca_pecado" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="240" alt="maca_pecado" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMoP5Cd0I/AAAAAAAADdk/hG9WmhU_4aM/maca_pecado_thumb24.jpg?imgmax=800" width="197" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#800080"&gt;Soberba&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;em algumas tarefas tenho essa necessidade de querer ser certinha, gosto das coisas bem organizadas e procuro fazer o melhor. Mas estou melhorando, nem tão certinha, nem tão errada, estou buscando o equilíbrio. Não sou arrogante, mas sou orgulhosa, não dou &lt;i&gt;o braço a torcer&lt;/i&gt; por quem tem, como principal pecado, a Inveja. Prefiro me destacar na multidão do que ser uma pessoa “apagada”.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#800080"&gt;&lt;strong&gt;Avareza&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;: &lt;font size="2"&gt;sou bem econômica, mas me considero equilibrada neste ponto. Se eu quero ter as coisas, tenho que economizar. Mas mesmo assim me chamam de &lt;em&gt;pão-dura&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;caxias&lt;/em&gt;, e às vezes me sinto culpada por gastar demais comigo mesma. Também sou possessiva nos relacionamentos, quero exclusividade, mas não a ponto de isolar o outro por medo de perder.&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#800080"&gt;&lt;strong&gt;Luxúria&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;: &lt;font size="2"&gt;mas será pecado mesmo?! Brincadeiras à parte, a vida de solteira e o não estar apaixonada por alguém me faz gostar desta liberdade de não dar satisfações e não me comprometer. Prazer sem compromisso também é muito bom, mas sem exageros. Selecionar é essencial.&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#800080"&gt;&lt;strong&gt;Ira&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;: &lt;font size="2"&gt;como uma ariana nata, a cólera faz parte da minha personalidade. Aprendi que somos mais saudáveis se não &lt;i&gt;engolimos sapos&lt;/i&gt; (há quem goste). Às vezes perco o controle, me irrito e acabo brigando, mas em seguida me acalmo. Raiva &lt;i&gt;fogo-de-palha&lt;/i&gt;.&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#800080"&gt;&lt;strong&gt;Gula&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;: &lt;font size="2"&gt;deste mal não sofro, talvez tenha o contrário dele, a falta de apetite. Não resisto a uma pizza ou massas em geral, mas nada em excesso. Também tenho a gula pelo conhecimento, uma vontade de saber exagerada. Mas não acho isso ruim.&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#800080"&gt;&lt;strong&gt;Inveja&lt;/strong&gt;:&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;já desejei ter algo que outra pessoa tinha, mas nunca me ocorreu de desejar que a pessoa não tivesse também, nunca me senti feliz pelo outro ter ficado sem. Tenho um lado &lt;em&gt;comunista de ser&lt;/em&gt;, do tipo que divide por igual as coisas, para que ninguém se sinta descontente. Talvez seja uma maneira inconsciente de controlar uma inveja. Não sei se dá para classificar a inveja como sadia, mas eu já falei a frase &lt;i&gt;eu também quero!&lt;/i&gt; E fiquei triste por não ter.&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font color="#800080"&gt;&lt;strong&gt;Preguiça&lt;/strong&gt;:&lt;/font&gt; &lt;/font&gt;eu gosto de tudo limpo e brilhando, mas confesso ter preguiça de limpar a casa. Também sou acomodada para determinadas atitudes fora do trabalho. A minha preguiça impera quando chego em casa.&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;   &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font size="2"&gt;O convite da Flavinha foi um meme, que teria que ser repassado para alguns blogs. Como não é muito fácil falarmos dos nossos defeitos (e todo mundo tem um pouquinho de cada pecado em algum momento da vida), optei por quebrar a regra. Fica livre a aceitação deste meme à quem ler este post.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font size="2"&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ofereço a opção de exporem os seus pecados, aceitem a oferta ou não. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMqJi6qSI/AAAAAAAADdo/rUTnvn2EmLI/s1600-h/pecar.bmp26.jpg"&gt;&lt;img title="pecar.bmp" style="border-top-width: 0px; display: block; border-left-width: 0px; float: none; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; border-right-width: 0px" height="348" alt="pecar.bmp" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYdMreiFqNI/AAAAAAAADds/dNZIzWHNllc/pecar.bmp_thumb24.jpg?imgmax=800" width="314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas se não quiseres expôr os teus defeitos, eu pergunto: qual o pecado que mais te domina ou fascina? Seria um pecado não responderes…&lt;/p&gt; &lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;#160;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/-pepeu-gomes-e-baby-consuelo-sem-pecado-e-sem-juizo/173675/" target="_blank"&gt; pepeu gomes e baby consuelo - sem pecado e sem juizo&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;  &lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=77955bfdcb7f5a35d0994e86e5eafeb8" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=77955bfdcb7f5a35d0994e86e5eafeb8" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false" /&gt;&lt;/object&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;*&lt;/font&gt; &lt;font color="#000000"&gt;&lt;strong&gt;Fontes de Pesquisa:&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.guiarh.com.br/PAG21H.htm"&gt;Guia RH: Os Sete Pecados Capitais&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal"&gt;Wikipédia, a enciclopédia livre&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/vyaestelar/comportamento.htm"&gt;Vya Estelar - Comportamento – Os Sete Pecados, pela psicóloga Rosemeire Zago&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-3343130841269738886?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/3343130841269738886/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=3343130841269738886" title="18 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3343130841269738886?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/3343130841269738886?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/Cn5x3docnzQ/que-pecado.html" title="Que Pecado!" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">18</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/02/que-pecado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08BR389cCp7ImA9WxVQFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5558177688646767147</id><published>2009-01-21T19:48:00.007-02:00</published><updated>2009-01-31T17:57:36.168-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-31T17:57:36.168-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tragicomédias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="espiritualidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>O Homem das Cartas</title><content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SYSs4Je1_LI/AAAAAAAADcg/MegoGsbeOMk/s1600-h/cartomante1.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="444" alt="cartomante1" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeXjgSqTQI/AAAAAAAADck/xhUymbFhdF4/cartomante1_thumb.jpg?imgmax=800" width="326" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Todos nós queremos ter alguém para compartilhar idéias, experiências, a vida, namorar, beijar, transar, etc. A pessoa pode querer ficar um tempo sozinha, mas depois deste período de eremita, a vontade de um companheiro aparece. Com Maria não era diferente, ela só desejava ficar sozinha após o término de um relacionamento. Tão cedo não queria saber de se envolver, mas isso era enquanto as feridas cicatrizavam. Estas cicatrizes lhes serviam de alerta para não repetir os mesmos erros (embora nem sempre - ou quase sempre? – ela olhasse para elas como deveria). Maria saia de vez em quando com Joelson, um cara que parou no tempo enquanto ela evoluiu. Ela é uma mulher bem sucedida, formada em Ciências Contábeis, Inglês e tinha diversos cursos. Joelson só tinha o ensino fundamental. Ele era tão ruim de papo que Maria se sentia constantemente irritada e frustrada com Joelson. &lt;i&gt;Mereço um cara melhor&lt;/i&gt;, dizia a si mesma. Mesmo assim, sentia um carinho por ele e sabia que ele também sentia o mesmo por ela, embora ele não fosse um amante apaixonado.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Maria adora consultar os astros e cartomantes, a perguntinha básica sobre o amor nunca falta. A resposta dos &amp;quot;por noites&amp;quot; era sempre a mesma: &lt;i&gt;Vejo um homem mais velho na tua vida, nem tão velho, mais ou menos dez anos mais velho. É um cara bom, independente e estável financeiramente, muito inteligente, mesmo nível cultural e vai gostar muito de ti&lt;/i&gt;. Uns diziam que o tal homem mais velho ela iria conhecer em um lugar cheio de gente, poderia ser na rua, no trabalho ou em uma festa. Outros diziam que ele iria ser apresentado a ela por uma amiga. Também já lhe falaram que poderia não ser mais velho, mas capricorniano, estes são caseiros demais, comportam-se como velhos. &lt;i&gt;Homem&lt;/i&gt; &lt;i&gt;caseiro? Prefiro um mais velho que goste de se divertir&lt;/i&gt;. De tanto que lhe falavam do tal homem, já há cinco anos e até agora nada, o último guru que consultou lhe falou do talzinho e ela não pôde se conter: &lt;i&gt;Tens certeza que vai aparecer mesmo o tal homem? Será que não é um encosto? Pode ser um Preto Velho que esteja aparecendo do meu lado, pois faz tempo que me falam e até agora nada do homem aparecer!&lt;/i&gt; César de Oxum, o guru, só ria.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Maria comentou sobre as previsões com Isabelita, uma amiga. Chegaram à conclusão que o tal homem mais velho era um ET, já que não apareceu até agora. Isabelita guardou o que Maria lhe disse e, quando Maria menos esperava, veio o convite do aniversário de Onassis, marido de Isabelita: &lt;i&gt;Maria, eu acho que o ET finalmente vai aparecer. O Nassi&lt;/i&gt; (como ela chama o Onassis) &lt;i&gt;vai&lt;/i&gt; &lt;i&gt;convidar um amigo que tem tudo a ver com o homem das cartas, ele é mais velho, tem 45 anos, é culto, tem doutorado em Física, estudou na Europa e é professor.&lt;/i&gt; Maria perguntou tudo o que tinha direito a Isabelita: &lt;i&gt;Mas como ele é: loiro ou moreno? Já foi casado? Tem filhos? Tu achas que eu vou gostar? &lt;/i&gt;Isabelita respondeu que ele nunca casou, tinha cabelo castanho-claro e estilo hippie, não era um cara bonito, era comum. &lt;i&gt;Nunca casou e &lt;/i&gt;e&lt;i&gt;stilo&lt;/i&gt; &lt;i&gt;hippie? Mas não tem aparência de sujinho, né?&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Homem solteiro nesta idade, sem história, algum problema tem...&lt;/i&gt; Isabelita arregalou os olhos e exclamou: &lt;i&gt;Não! Ele é legal, e acho que ele já não tem mais esta aparência, pois faz tempo que não o vejo. Só não sei se combina contigo, tu és tão patricinha, mas quem sabe, as cartas não mentem jamais...&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Maria nunca foi de marcar encontros às escondidas e muito menos de uma amiga lhe apresentar um carinha. Mas sempre tem a primeira vez. Pesquisou pelo nome do cara no Orkut e Google, para ver se achava alguma informação ou foto. Ele era totalmente público, até o &lt;i&gt;Curriculum Vitae&lt;/i&gt; estava na internet, achou entrevistas para jornais, inclusive uma numa rádio, e ouviu a voz dele: &lt;i&gt;Voz de velho&lt;/i&gt;... Encontrou a data de nascimento e as escolas que ele estudou. Tudo a respeito do cara estava no Google, menos a foto, e perfil no Orkut ele não tinha. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Chegou o dia do aniversário e nada do pretendido aparecer. Mas Maria estava se divertindo tanto, que até tinha esquecido do tal cara. De repente, ela vê um homem todo vestido de túnica e calças de algodão cru, entrando no salão de festas do aniversário, meio que pulando ou dançando, ela não sabia dizer direito. Os cabelos meio compridos, ressecados e revoltos, a pele seca, barba a la Robinson Crusoé, sandálias franciscanas, nada a ver com ela. Foi quando Pauline, outra amiga, lhe disse: Este &lt;i&gt;é o cara que a Isabelita quer te apresentar&lt;/i&gt;. A surpresa foi tão grande &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeXur75GuI/AAAAAAAADco/KbNluuS6Yls/s1600-h/hippie%5B3%5D.png"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="261" alt="hippie" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeX0NYu0yI/AAAAAAAADcs/J29B_YGWkuY/hippie_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800" width="305" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;que o primeiro pensamento que Maria teve ao ver o pretendente foi: &lt;i&gt;Acho que não gosto de homens inteligentes demais, nada como um burrinho...&lt;/i&gt; Ele era hippie, totalmente hippie, tinha jeito de quem não tomava banho há uma semana, o cheiro ela não sentiu, não chegou perto. Vá que Isabelita se empolgasse e a fizesse conversar com ele durante horas. Soube que ele tinha virado budista, estava livre das vaidades e também tinha se apaixonado pelos vaga-lumes, talvez o pisca-pisca lembrando luzes de natal o comovessem. Nunca fora exigente demais, adorava homens alternativos, mas aquele... Imaginou ele suado e nu, tática perfeita para quando ficamos na dúvida se nos envolvemos ou não com alguém, se fizeres cara de nojo, desista logo! Cara de nojo só de imaginar? Imagine a tua cara na hora do &lt;em&gt;vamos-ver&lt;/em&gt;! Não deu certo, o choque foi tão grande que nem nojo e nem atração conseguiu sentir, pois não conseguia realizar a idéia. Não combinava. Explicou-se para Diego, colega que estava sentado ao lado, que não era muito seletiva, se ele conhecesse o Joelson ele comprovaria que ela não é cheia e nem exigente demais, perguntou-lhe se ele achava que ela combinava com o “&lt;em&gt;Náufrago&lt;/em&gt;”, pois quando queremos apresentar alguém para uma pessoa, é porque a gente acha que combina, que vai dar certo. Diego, para acalmar Maria, disse que eles não combinavam. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeX4RhsN7I/AAAAAAAADcw/Wbob8M_sHj4/s1600-h/naufrago%5B12%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="207" alt="naufrago" src="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeX7j-gI9I/AAAAAAAADc0/bJTUkdgFBSA/naufrago_thumb%5B11%5D.jpg?imgmax=800" width="231" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Maria não se aproximou do &lt;em&gt;Náufrago&lt;/em&gt; e não sabe até hoje que cara fez quando viu o homem, mas percebeu que não tinha conseguido disfarçar o espanto quando Isabelita correu a ela e lhe pediu desculpas, disse a Maria esquecer que um dia ela quis apresentar o &lt;em&gt;hippie-náufrago-robinsoncrusoé&lt;/em&gt;, pois pensava que ele estivesse diferente, mas ele estava mais hippie que nunca: &lt;i&gt;Ele não era assim, eu juro!&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na mesma festa, Isabelita tentou apresentar Ariadne, uma moça muito querida, a &lt;a href="http://andarsemrumo.blogspot.com/2008/06/curtas-insanos.html"&gt;Edu&lt;/a&gt;. Mas ela era o dobro do tamanho dele, Edu certamente teria que levantar os pés para beijá-la (ou ela teria que pegá-lo no colo). Edu foi embora mais cedo da festa...&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois desta experiência traumatizante, tanto Maria quanto Edu sentem arrepios de medo quando Isabelita quer lhes apresentar alguém.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;___________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como Maria, adoro os jogos de adivinhações, mas nem tudo deve ser levado ao pé da letra. As cartas podem não mentir, como diz o ditado, mas podem ser mal interpretadas. Nem todos sabem ler as previsões. O alguém novo pode ser uma pessoa que tu conheces há tempos, a viagem pode ser mudança, o homem fardado pode ser alguém que usa uniforme, e assim vai. Métodos como o jogo de búzios servem mais para aconselhar do que prever, a pessoa pode sair decepcionada de um jogo se espera ouvir muito enredo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeX_U_obdI/AAAAAAAADc4/NTXlZ4x7Y3M/s1600-h/buzios_col86%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="179" alt="buzios_col86" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeYENxMWOI/AAAAAAAADc8/NYzzYXniL2g/buzios_col86_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" width="121" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Eu tenho amigas que nunca consultaram nada porque “têm medo”. Medo de quê? Por não se sentirem atraídas em previsões até concordo, mas medo? Estranha desculpa. Talvez seja medo de ficarem na expectativa dos acontecimentos e nada acontecer. Há muitos charlatões neste meio também, dá para reconhecê-los na primeira frase: &lt;i&gt;Fizeram um trabalho para ti, e para ser desfeito tu tens que...&lt;/i&gt; E tem gente que leva muito a sério algumas previsões e acaba brigando com pessoas que nunca fizeram mal por acreditarem que fosse a pessoa falsa das cartas. Sempre, nas cartas, vai aparecer uma mulher falsa, uma viagem a ser feita ou alguém vindo de viagem e alguém doente ou amolado (as cartas estão lá, não se pode eliminá-las do jogo, portanto, sempre irão aparecer). Se as previsões dessem certo todos os adivinhos seriam ricos? Não sei, eles não conseguem ler a própria sorte e nem a sorte dos do próprio sangue. Tem alguns adivinhos que não sabem nem descarregar a energia adquirida na sessão (ouvir problemas e lamentações dos outros sobrecarrega qualquer um que não está preparado), e vivem uma vida cheia de problemas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeYIq0fQ2I/AAAAAAAADdA/dXzURwQD_mY/s1600-h/cartas.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="104" alt="cartas" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXeYLURuPqI/AAAAAAAADdE/o1MGmeJhOHA/cartas_thumb.jpg?imgmax=800" width="164" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; As pessoas buscam saber do futuro quando alguma coisa não está bem, pois quando estamos ótimos nem curiosidade temos em saber o que vai acontecer. E se optares por ir, não viva em função do que as previsões falaram, viva a vida, se coincidir com as cartas, melhor (ou não!). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Claudia-Diniz-Edson-Tobinaga-Cartomante/32014/" target="_blank"&gt;Claudia Diniz &amp;amp; Edson Tobinaga - Cartomante&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=ebd6a888a7c7e65a5f9c71425ca26639"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=ebd6a888a7c7e65a5f9c71425ca26639"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;br /&gt; &lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=ebd6a888a7c7e65a5f9c71425ca26639" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5558177688646767147?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5558177688646767147/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5558177688646767147" title="20 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5558177688646767147?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5558177688646767147?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/2CE38H6vBWs/o-homem-das-cartas.html" title="O Homem das Cartas" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">20</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/01/o-homem-das-cartas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMGQ3w4cCp7ImA9WxVQFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-6959869513836817524</id><published>2009-01-16T03:03:00.002-02:00</published><updated>2009-01-31T18:07:02.238-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-31T18:07:02.238-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Desconstruindo Lúcia</title><content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXAU_bcfbYI/AAAAAAAADdI/ZtTi0xmjsKA/s1600-h/torre%5B11%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="401" alt="torre" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SXAVAph8emI/AAAAAAAADdM/oBbaqUYeWR8/torre_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="231" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lúcia é uma jovem mulher de 28 anos, independente, inteligente, sempre gostou de se divertir e sair com os amigos. No amor, nunca teve muita sorte, tinha certa tendência a amores platônicos, homens distantes, depressivos ou inacessíveis. Não entendia o porquê de só se interessar por homens assim. Recusou algumas propostas de homens que toda mãe gostaria de ter como genro, Lúcia não se sentia atraída por eles.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Falei-lhe de como, até aquele instante, não havia compreendido que aquela era uma história de pessoas solitárias, de ausências e de perda, e que, por esse motivo, havia me refugiado nela até confundi-la com a minha própria vida, como quem escapa pelas páginas de um romance porque aqueles que precisam amar são apenas sombras que moram na alma de um estranho.&amp;quot; (Carlos Ruiz Zafó)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lúcia namorava Robledo, que não tem muito a ver com ela. Ele não é depressivo, nem casado, mas é distante. Robledo foi criado pela avó, a mãe não tinha muito tempo para ele, sempre envolvida com muitos amores. Ela acha que essa dificuldade de envolvimento que Robledo tem (em todos os relacionamentos que ele viveu), vem desta mágoa de ter uma mãe distante. Eles vivem aquele relacionamento vai-e-vem e, de tanto ir e vir, Lúcia já não tem nenhuma ilusão em relação a ele, ela consegue ver nele o homem real e sabe que nunca vai poder mudá-lo. Robledo não tem mais jeito, será sempre aquele homem sem ambição, joão-ninguém, ausente quando ela mais precisa e, também, aquele homem que nunca precisará dela e nem a fará se sentir especial. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Amar as minhas belezas qualquer um pode, é fácil demais. Mas para amar os meus defeitos é necessária uma pessoa especial. (...) É horrendos que queremos ser amados.&amp;quot; (Marina Colasanti &lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E nesta insatisfação de viver um relacionamento tapa-buraco, Lúcia se envolveu com Augusto, um amigo virtual. Conversam há mais ou menos três anos, desabafam e contam tudo um para o outro. São companheiros de noites solitárias. Augusto também não tem muito a ver com Lúcia, curte música sertaneja e de dor-de-cotovelo, é excessivamente romântico e gosta de tele-mensagens. O que tinham em comum era a fuga da realidade ao fantasiarem sobre os relacionamentos virtuais, para se esquecerem da rotina sem graça que a vida deles tinha se transformado. Augusto levanta o astral de Lúcia, faz elogios, desabafa suas dores e a faz se sentir necessária: ele precisa dela e ela está ali sempre que ele precisar. Augusto é galanteador, com todas as mulheres. Ele se envolve - virtualmente e fisicamente – com outras mulheres, que vem e que vão, mas Lúcia permanece. Dizia-se solteiro, e sempre inventava alguma desculpa quando Lúcia desconfiava de algum comportamento dele. Foi quando o filho dele nasceu, que ela teve certeza: Augusto era casado. Lúcia entendeu a solidão de Augusto, que vivia um casamento falido, e tinha pena da esposa e dele: viviam juntos, sós. E Lúcia foi amiga como ninguém, sempre a ouvir Augusto. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Do teu dia, quase não sei, mas sei do teu labirinto em ti, como sei do labirinto dele em mim, do meu labirinto em ti. E também não entendo.&amp;quot; (Caio Fernando Abreu)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lúcia também acabou se envolvendo emocionalmente com Fernando, um colega do curso de fotografia que estava fazendo. Fernando era bonito, atraente, solteiro e depressivo. Depois do curso, saíam juntos para tomar uma cerveja e falar da vida, conversavam seguidamente, mas apenas isso. Fernando estava muito triste devido ao término de um namoro e se fechou para a vida. Daquele mato não sairia coelho!&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; color: #ff0000; font-family: candara"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei...&amp;quot; (Caio Fernando Abreu)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela procurou a terapia para se conhecer melhor e entender o porquê de certas coisas. Não queria mais atrair aquele tipo de relacionamento. Na terapia, descobriu que a gente atrai aquilo que transmite, passou a se conhecer melhor e não estava gostando do que estava vendo. Com o tempo, Lúcia se abriu para a vida e passou a não levar tão a sério o namoro com Robledo (que também não estava muito a fim de compromisso, queria liberdade e dizia “que não nasceu para se apegar a alguém”) e a história com Augusto também não valia a pena. Lúcia passou a sair mais e conhecer outros homens, mas nenhum que pudesse ser levado a sério ou quisesse algum compromisso. Passou a tratar da autoestima, a dar mais atenção a ela e ao que ela desejava realmente. Fim do engolir certas coisas, ela merecia o melhor.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;“... dizemos aos confusos, conhece-te a ti mesmo, como se conhecer-se a si mesmo não fosse a quinta e mais dificultosa operação das aritméticas humanas...&amp;quot; (José Saramago)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lúcia e Robledo viraram amigos-coloridos, o começo era legal não ter compromisso e não dar satisfação da vida para o namorado, agora ex. Mas sexo não era tudo e Lúcia se sentia irritada com a falta de ação, de entendimento para certas coisas e desligamento de Robledo. &lt;i&gt;Robledo-sem-Noção&lt;/i&gt; era como a mãe dele o deveria ter registrado. O relacionamento livre estava começando a incomodar. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Vou agora começar pelo meio dizendo que ela era incompetente. Incompetente para a vida. Faltava-lhe o jeito de se ajeitar. Só vagamente tomava conhecimento da espécie de ausência que tinha de si em si mesma. Se fosse criatura que se exprimisse diria: o mundo é fora de mim, eu sou fora de mim. &amp;quot; (Clarice Lispector)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lúcia continuou a conversar com Augusto, ele desabafava suas crises com ela. Em épocas que se sentia sozinha, Lúcia se entregava à ilusão do romance em relação a Augusto. Sabia dos pós e contras de se envolver com alguém comprometido, mas mesmo assim, achava que estava na hora deles se conhecerem pessoalmente, nem que fosse para tirá-lo do pedestal que o tinha colocado. A distância atrapalhava os planos de um encontro, Augusto também queria conhecer Lúcia. E nesse chove-não-molha, em busca de uma maneira fácil para os dois de se encontrarem, Augusto conheceu Catiane, também em crise no casamento. Saíram juntos umas vezes até que Catiane percebeu que aquele não era o relacionamento que ela gostaria de viver, pelo menos, não com ele. Augusto entrou em depressão, Catiane era algo real que o tirou – por alguns momentos – da rotina estafante que vivia com a mulher. Não entendia a reação dela e estava se sentindo muito triste. A única pessoa que ele desabafava era Lúcia, mas como falar para ela que tinha conhecido uma outra mulher? Lúcia era legal, mente aberta, independente emocionalmente, sempre tinha resposta para tudo. Augusto desabafou e Lúcia acordou.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Eu semeei meus sonhos onde você está pisando agora. Pise suavemente, porque você está pisando nos meus sonhos.&amp;quot; ( W. B. Yeats)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Por que estava repetindo velhos hábitos? Estava bem, estava aberta ao novo, para que insistir em relacionamentos que não levariam a nada? Que dependência emocional é esta de querer viver a fantasia? Uma amiga uma vez lhe disse que estava na fase de fazer o que sempre quis e Lúcia lhe respondeu que estava na fase de eliminar tudo aquilo que ela não queria na vida dela. Não era tarefa fácil. A desconstrução do outro e dela mesma, a libertação da ilusão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Além do mais, o que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.&amp;quot; (Clarice Lispector)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em sua busca pelo autoconhecimento, Lúcia percebeu que, na maior parte das vezes, ela agia como a Salvadora, do chamado Triângulo Dramático de Karpman (assunto da Análise Transacional, na Psicologia). Aliás, ela alternava entre Salvadora e Perseguidora, poucas vezes na posição de Vítima. O Triângulo de Karpman explica os jogos psicológicos, as distorções e interpretações equivocadas quando o outro não se abre ou não diz o que pensa, e para entender o que se passa e se sentir seguro, procura-se uma explicação. Inicia-se o jogo, a manipulação e a obsessão. O Triangulo é formado pelo Salvador, o Perseguidor e a Vitima. O Salvador, no qual Lúcia se identificou mais, é aquele que, para se sentir amado, tem que ser necessário. Quer ajudar quando a pessoa não quer ajuda ou não precisa dela. O Salvador quer reerguer o outro e ajudá-lo a mudar. É o protetor, aquele que está sempre presente. Pode se tornar Perseguidor quando sente que dá mais do que recebe, então começa as cobranças. Nos relacionamentos, cria compromisso onde não há, cobra como se o outro tivesse obrigação de agir ou não daquela maneira e acaba sufocando o parceiro. Os homens de Lúcia se encaixavam no papel da Vítima, os sofredores, que sempre se “doaram e não receberam nada em troca”. A culpa é sempre do outro, que feriu e não deu importância ao sentimento de entrega. Quando sofrem, expõem a dor sentida, na esperança de trazer o outro de volta ao fazê-lo sentir culpa. Na mente da Vítima, ao vê-la sofrer, o outro perceberá o quanto estava errado e enganado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;span style="font-family: candara"&gt;&lt;span style="color: #ff0000"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;quot;Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver&amp;quot; (Caio Fernando Abreu)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Lúcia terá que desconstruir alguns hábitos e eliminar relacionamentos que não fazem bem. Diz o arcano maior do Tarot, a Torre, que às vezes é preciso destruir tudo para que se possa construir novamente. As pessoas costumam entrar neste jogo do Triângulo de Karpman quando se sentem fragilizadas e carentes, quando a autoestima está baixa e o medo da intimidade se torna uma barreira de proteção: não abrir-se, não se deixar conhecer e não aceitar o outro como ele é. Saber o que quer e colocar no papel o que NÃO deseja para sua vida ajuda a selecionar e esclarecer. Gastar mais tempo consigo mesmo e ocupar-se. O ócio faz divagar na maluquice e a entrar nos jogos psicológicos. Conhecer-se e ter noção do problema é o início. &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; color: #ff0000; font-family: candara"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.&amp;quot; (Caio Fernando Abreu)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size: 85%; font-family: arial"&gt;Cassia Eller - Malandragem&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f95a1f2a47e00d14a0939cadc1d8a90b"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f95a1f2a47e00d14a0939cadc1d8a90b"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="0"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;  &lt;br /&gt; &lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=f95a1f2a47e00d14a0939cadc1d8a90b" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; color: #800000"&gt;&lt;strong&gt;___________________________________________________&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; color: #800000"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;Texto escrito na melancolia da TPM, inspirado no livro &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21464932/eu+que+amo+tanto"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;Eu que Amo Tanto&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;, de Marília Gabriela; nos depoimentos escritos no site &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://amardemais.weblog.com.pt/"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;Amar Demais&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt; e nesta matéria sobre o livro &lt;a href="http://br.geocities.com/amachi_17/mad.htm"&gt;Mulheres que Amam Demais&lt;/a&gt;, de Robin Norwood. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: #800000"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;Fonte de Pesquisa para Minhas Divagações: &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.katiaricardi.com.br/triangulo.htm"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;O Triângulo Dramático de Karpman, por Dra. Kátia Ricardi de Abreu - Psicóloga&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color: #800000"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;Os pensamentos constantes entre os parágrafos do texto (e muitos outros – todos maravilhosos) são encontrados no blog &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pontoevirgulaeponto.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;Ponto e Vírgula&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 78%"&gt;&lt;font size="2"&gt;.&lt;/font&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-6959869513836817524?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/6959869513836817524/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=6959869513836817524" title="13 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6959869513836817524?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/6959869513836817524?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/6NS3eyudJ0U/desconstruindo-lcia.html" title="Desconstruindo Lúcia" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">13</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/01/desconstruindo-lcia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAFR3oyfyp7ImA9WxVSGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5413934373223897260</id><published>2009-01-10T19:15:00.004-02:00</published><updated>2009-01-13T23:31:56.497-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-13T23:31:56.497-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curtas insanos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="memes e selos" /><title>Curtas insanos: Cristiano e a ninfomaníaca</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Eva iria receber visitas de seus sobrinhos Mariana e Cristiano. Eles moravam em outra cidade, eram filhos da irmã que faleceu, então ela poderia matar a saudade da irmã curtindo os sobrinhos. Eles tinham acabado de sair da adolescência, certamente iriam querer se divertir. Eva morava em uma cidade do interior, onde nos finais de semana as únicas opções de diversão eram os barzinhos e o som do Caixeral, único clube que “bombava” na época.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Eva tinha uma filha, Adriana, ainda adolescente, mas que seria uma ótima companhia para os sobrinhos. Quando chegaram, já acertaram: Caixeral no sábado! Faltava pouco para o carnaval, era fevereiro, e apesar da maioria estar na praia, ainda tinha muita gente na noite da cidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Passado o sábado de festa, no dia seguinte, Eva acordou e nada do Cristiano. &lt;i&gt;Cadê o Cristiano, Mariana? Ele não dormiu em casa?&lt;/i&gt; Mariana respondeu que Cristiano tinha conhecido uma tal de Dolores no clube, era uma mulher mais velha, quarentona, e eles ficaram juntos. Ela ficou de deixá-lo em casa. Eva arregalou os olhos e exclamou: &lt;i&gt;Ele ficou com a Dolores Sanguessuga? Ela é famosa por ficar com muitos homens e desaparecer com eles por dias, ela é ninfomaníaca&lt;/i&gt;!&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dito e feito. Um dia se passou, depois outro, e nada de Cristiano voltar para casa. Eva, preocupada, não sabia o que fazer. Os sobrinhos estavam sob responsabilidade dela, apesar de já estarem bem grandinhos. Mas o que diria para o pai deles? &lt;i&gt;Olha Alberto, o Cristiano sumiu com a Dolores Sanguessuga, não sabemos o estado em que ele voltará, mas acredito que esteja bem e se divertindo muito&lt;/i&gt;... Decidiu esperar mais um pouco, uma hora ele teria que voltar para casa. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E outro dia passou, no quarto dia sem notícias de Cristiano, Eva já pensava seriamente em ir à delegacia. Foi quando um fusquinha branco estacionou na frente da casa de Eva e dele saiu Cristiano. Ele era um guri bonito, corpo atlético, chamava a atenção das mulheres. Mas naquele momento, tinha os ombros curvados, olheiras profundas e ânimo de quem teve a energia vital sugada por uma vampira, ainda segurava, com as duas mãos, um presentinho (um kit de loção após barba e perfume). Nem de longe, parecia aquele homem atraente e viril. Cristiano entrou em casa calado, aos olhares de toda a vizinhança (cidade do interior é &lt;i&gt;fogo&lt;/i&gt;, ainda mais se todos estavam sabendo do sumiço de Cristiano). Não cumprimentou ninguém e nem deu explicações. Largou o presentinho na mesa da sala, abriu a cadeira de praia da tia, posicionou-a na frente do televisor, que estava transmitindo mais um samba-enredo das escolas de samba daquele ano, com uma mulata, toda vestida com plumas coloridas sambando e rebolando sorridente. Cristiano deu um sorriso, fechou os olhos e dormiu o sono mais profundo e re-energizante da vida dele.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;* * *&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#004000;"&gt;&lt;strong&gt;Meme&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mundo Insano recebeu um Meme dos amigos Mônika Baumann, do &lt;a href="http://monikabaumann.blogspot.com/"&gt;Toques de Prazer&lt;/a&gt; ; Requeri, do &lt;a href="http://rebloggando-requeri.blogspot.com/2009/01/meme-o-primeiro-de-2009.html"&gt;rebloggando&lt;/a&gt; ; Emília, do &lt;a href="http://aprendemos-mikasmi.blogspot.com/"&gt;aprendemos&lt;/a&gt; e José Felipe do &lt;a href="http://sempre-umpoucodetudo.blogspot.com/"&gt;Um Pouco de Tudo&lt;/a&gt;. E o Puxadinho também não ficou de fora, recebeu o meme da Bárbara Bastos, do &lt;a href="http://ideiasdebarbara.blogspot.com/"&gt;Idéias de Barbara&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Meme é bem interessante, consiste em revelar informações sobre o blogueiro e seu blog, lembrou-me a época dos Questionários (vocês já fizeram ou assinaram um?). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele tem algumas regras:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;1. Linkar a pessoa que te indicou;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;2. Escrever as regras em seu blog;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;3. Contar coisas aleatórias sobre você;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;4. Indicar seis pessoas e colocar os links no final do post;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;5. Deixar a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vamos à regra número 3:&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Procuro ver sempre o lado positivo das coisas, com bom humor, não me entrego ao pessimismo e sempre acho que dias melhores virão. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sou persistente naquilo que quero, se não me esforcei e não consegui, é porque não era o que eu realmente desejava. Tenho força de vontade só para o que realmente quero. No momento, estou querendo muita coisa. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinto a necessidade de paixão, seja por alguém ou por alguma coisa. Algo que ocupe meu tempo e minha mente. Viver sem alguma paixão faz com que eu sinta minha vida monótona, então me acomodo na mesmice. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sou tagarela, se estou quieta é porque estou chateada com alguém ou alguma coisa. Eu me calo nestas horas e não fico me lamentando e reclamando da vida, tem coisas que os outros não podem resolver, então não tem o porquê de passar esta energia para eles. Aliás, não tenho muita paciência com pessoas que adoram dizer “como sou sofrido”, e não fazem nada para mudar a situação. Está mal? Procure ajuda profissional. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como estou naquela fase de querer fazer tudo o que eu sempre quis, tenho uma agenda atribulada, e ainda acho que alguns espaços podem ser ocupados. Quero voltar ao teatro, às aulas de canto e estudar novamente. Arriscar-me a um vestibular, recém descobri o que quero ser quando crescer: jornalista. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;E para não dizer que só falei das flores, sou uma ariana (com ascendente em Áries) teimosa, impaciente, falo o que sinto, também me irrito com facilidade e costumo tratar as pessoas conforme a atitude delas comigo. Se eu fui grossa, não foi de graça. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;Bom, acho que é isso. Repasso o meme aos amigos e seus blogs maravilhosos:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Maha, do blog &lt;a href="http://blogdomaha.blogspot.com/"&gt;Blog do Maha&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Renato, do blog &lt;a href="http://quiosqueazul.blogspot.com/"&gt;Quiosque Azul&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cláudio, do blog &lt;a href="http://soupolemico.blogspot.com/Sou" align=" justify?="&gt;Sou Polêmico... E Daí?&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Berenice, do blog &lt;a href="http://ribeirobr.blogspot.com/"&gt;Hora do Recreio&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lisa, do blog &lt;a href="http://lisacom.blogspot.com/"&gt;"Pasárgada "&lt;/a&gt; e &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Jocélio, do blog &lt;a href="http://camporock.spaces.live.com/default.aspx?sa=745721800"&gt;๑۩۞۩๑CAMPO ROCK - VARIEDADES&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5413934373223897260?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5413934373223897260/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5413934373223897260" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5413934373223897260?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5413934373223897260?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/yl87uqbwHiw/curtas-insanos-cristiano-e-ninfomanaca.html" title="Curtas insanos: Cristiano e a ninfomaníaca" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/01/curtas-insanos-cristiano-e-ninfomanaca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcHRXs6cCp7ImA9WxVSEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-143852642144697289.post-5811164025615228832</id><published>2009-01-03T23:26:00.003-02:00</published><updated>2009-01-04T01:33:54.518-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-04T01:33:54.518-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamentos" /><title>A Complicada Tarefa de Discutir a Relação</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Roberto, Lúcio e José são homens casados e infiéis. O que eles têm em comum nestas aventuras fora do casamento é não se fixarem em nenhuma mulher. Não que isso faça com que deixem experimentar novamente a aventura com uma mesma mulher e até mesmo ficarem um tempo como se namorando, mas não se entregam à paixão. Todos se acomodaram no casamento e, pelo menos dois deles, reclamam não serem felizes, o que me fez perguntar por que continuam casados. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAP3S8Qj2I/AAAAAAAABKI/biRVoaRgerI/s1600-h/casal2%5B10%5D.gif"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="180" alt="casal2" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAP8Y9qSiI/AAAAAAAABKM/Fhwe1X8YFtw/casal2_thumb%5B8%5D.gif?imgmax=800" width="179" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A explicação que me deram sobre o porquê de procurarem outras mulheres é que o sexo no casamento é rotineiro, as mulheres não aceitam algo diferente e se ofendem com qualquer proposta de posição diferente, lingerie sexy ou um showzinho especial para o &lt;em&gt;maridão&lt;/em&gt;. Perguntei por que casaram sem afinidade sexual, acho essa parte essencial em um casamento. Seria o sexo ruim desde o começo do casamento ou mudou com a rotina? &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Roberto disse que sempre foi assim, desde o começo. Conheceu Janice ainda adolescente, época de descobertas e de novidades. Eles tinham um carinho grande um pelo outro. Janice mantinha o namoro a rédeas curtas, era furiosa e ciumenta (e ainda é, com toda a razão). Roberto se apaixonou pelo desejo de possessão que Janice sentia em relação a ele e por seu companheirismo. Tiveram dois filhos. Roberto reclama que Janice não gosta de sexo, quando ele quer algo diferente, como um &lt;i&gt;strip-tease&lt;/i&gt; da esposa, ela reclama: &lt;i&gt;Tu só queres saber de sexo!&lt;/i&gt; Talvez Janice não se sinta amada, sabe que Roberto não é um exemplar de marido fiel, ela já quase se separou dele devido às escapadas. Janice é religiosa, freqüentadora da igreja e teve uma educação conservadora. Roberto acha que Janice é frígida.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lúcio comenta que Denise não era tão conservadora no início do casamento, antigamente o sexo entre eles era bom, ele não sabe dizer quando tudo mudou. As discussões aumentaram e Lúcio pensou em se separar. Foi quando Denise engravidou do primeiro filho: uma menina. O casamento melhorou, havia alguém novo na família, alguém especial. Mas é lenda achar que filho resolve as coisas. Um tempo depois do nascimento do bebê, as discussões retornaram. Tudo em Denise irrita Lúcio e ela também se incomoda com os hábitos dele que antes não incomodavam. O sexo entre eles é escasso, ficam meses sem transar. Lúcio diz não sentir mais desejo por Denise. Ele é muito apegado à filha, quer que ela cresça ao seu lado. Diz, também, que a filha é o único motivo que ele tem para se manter casado.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;José, o mais mulherengo de todos, se encantou por Márcia, delicada, meiga e de boa família. Ficaram anos casados sem filhos, mas chegou uma época que sentiram que era a hora de ter um, então Márcia engravidou. Nesta mesma época, José conheceu Bethânia, e se apaixonou perdidamente. Bethânia morava em outro Estado, estava de passagem. Foi uma paixão avassaladora, daquelas que temos apenas uma vez na vida. Márcia descobriu e pediu a separação. O filho, recém nascido, fez com que o impulso de José de se entregar àquela paixão fosse freado. José optou pela família e ele não viu mais Bethânia. Assim como Lúcio, José queria que o filho crescesse ao lado dele. José não mencionou se antigamente o sexo era bom entre ele e Márcia, apenas disse que ela não gostava de transar todos os dias, ao contrário dele. Disse, também, que o sexo entre eles melhorou bastante após as &lt;em&gt;puladas de cerca.&lt;/em&gt; Márcia sabe das aventuras dele, mas prefere ignorar para manter o casamento. José não reclama de estar casado, pelo contrário. Márcia “respeita” a liberdade dele. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAP9eCy1_I/AAAAAAAABKQ/TA8SsHLi3IY/s1600-h/homem-e-mulher%5B5%5D.gif"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="226" alt="homem-e-mulher" src="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAP-TSVdxI/AAAAAAAABKU/xg6j1d9cps8/homem-e-mulher_thumb%5B3%5D.gif?imgmax=800" width="211" align="right" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Uma coisa que notei em comum entre as esposas, é o fato de reclamarem quando o marido quer experimentar algo diferente (e às vezes o “diferente” é mudar a posição &lt;i&gt;papai-e-mamãe&lt;/i&gt; do dia-a-dia), e isso me faz perguntar: por que elas se ofendem quando o marido quer algo diferente quando deveriam se sentir contentes de ele querer sair da rotina com elas e não com outras? Mas, &lt;i&gt;cada um no seu quadrado&lt;/i&gt;, como diz a música. A carência distorce os fatos e os maridos também não ajudam a se sentirem seguras e amadas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tanto Roberto, quanto Lúcio e José se casaram com mulheres complacentes e “de família”. São verdadeiras mães e defensoras do lar. Todas são guerreiras, trabalham e cuidam deles, dos filhos e da casa. São companheiras. Eles têm orgulho de serem casados com elas, apesar de alguns deles reclamarem delas nos momentos de raiva, pois elas não são do tipo de mulher que “se maquia” e também nunca foram muito de sair na noite, nem quando eram solteiras, como um deles mencionou uma vez.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAQAtCoPOI/AAAAAAAABKY/8b4_AqnBa-A/s1600-h/casal-praia%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="211" alt="casal-praia" src="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAQCsQmYQI/AAAAAAAABKc/rD-L15uuyAo/casal-praia_thumb%5B6%5D.jpg?imgmax=800" width="203" align="left" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Isto me faz pensar: seriam mesmo os filhos que os prendem em um casamento infeliz? Eles são casados com &lt;i&gt;mulheres-mães&lt;/i&gt;, que aceitam eles do jeito que são. Nunca exigirão nada, pois gostam deles com todos os defeitos. Elas transmitem segurança, estão sempre lá quando precisam. Cuidam deles e não oferecem nenhum risco de um dia deixá-los, ao contrário das amantes vaidosas e disponíveis que eles conhecem na noite (em alguns casos, no dia). É muito mais difícil se separar de uma &lt;em&gt;mãezona&lt;/em&gt;. Mas há exceções, raras. Também percebi que a maioria dos homens que se comportam assim são conservadores, costumam julgar mulheres que, assim como eles, &lt;em&gt;pulam a cerca&lt;/em&gt;. Com os outros homens eles são mais maleáveis, afinal, são homens como eles, portanto, ‘podem’.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Alguns não fazem muito esforço para agradar a esposa. Mimam as amantes. No filme &lt;i&gt;A Difícil Arte de Amar&lt;/i&gt;, a personagem de Meryl Streep descobre que seu marido, interpretado por Jack Nicholson, tem um caso com uma amiga da família. No meio da discussão, ela segurava faturas de motéis e de compra de flores que tinha encontrado em umas das gavetas do marido. E se perguntava por que a amante merecia receber flores e todos os mimos, e ela, que cuidava com carinho do marido e da família, nunca tinha recebido flores. Ela nunca recebeu porque transmitia toda segurança necessária ao marido. Por que enviar flores e agradar alguém que já conquistou? A amante, uma mulher vaidosa e independente, certamente não o agüentaria muito tempo se ele se comportasse da maneira acomodada com que ele tratava a esposa. A amante costuma ser exigente na imaginação dos homens, querem um Homem ao lado dela. Há necessidade de agradá-la para se sentir desejado e aceito. É a famosa manutenção. Infelizmente há muitos casos assim. A esposa traída, a dedicada, não recebe toda a atenção necessária do marido. Normalmente recebem mimos quando os maridos se sentem culpados pelas puladas de cerca ou quando elas descobrem a traição, então aquele alicerce de segurança que a relação do casamento oferecia balança, causando vertigem ao mais seguro dos mortais. Na maioria das vezes, a mulher é quem toma a iniciativa de separação. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não sei qual lado é pior, se o da esposa traída, que divide o carinho do marido e outras atenções com outra(s) ou o lado da amante, que é ignorada em datas especiais e outras ocasiões, muitas vezes se anulando para viver escondida. Mas este já é assunto para um outro post.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E assim como existem esposas-mães, também existem &lt;i&gt;homens-pais&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;homens-irmãos&lt;/i&gt;, que não ajudam em nada a quebrar a rotina estafante do casamento. &lt;i&gt;O casamento está bom, que motivos a mulher tem para reclamar? &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAQGwsp_fI/AAAAAAAABKg/A_gucjX6fsk/s1600-h/briga2%5B20%5D.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; MARGIN: 0px 0px 5px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" height="291" alt="briga2" src="http://lh4.ggpht.com/_skKYahzAZ6A/SWAQMssNpcI/AAAAAAAABKk/snQ8XFAUgNY/briga2_thumb%5B16%5D.jpg?imgmax=800" width="291" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma relação se faz a dois e ninguém tem o dever de ser responsável pela felicidade/infelicidade do outro, mas tem que haver cooperação, de ambas as partes, para dar certo. Uma conversa séria, o famoso “discutir a relação”, apesar de ser mencionado como piada e ironia em filmes e programas de televisão, é fundamental para pôr os pontos nos “is”. Abrir o jogo, dizer o que incomoda, para a pessoa não repetir mais, achar uma maneira de agir que não machuque o outro, evitaria muito estresse nos casamentos. Para que complicar e se negar a tentar mudar se as coisas podem ser resolvidas com uma (nada simples) conversa? Expor o que sentimos dói, mas às vezes este é o único caminho...&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.mp3tube.net/musics/Cazuza-Eu-queria-ter-uma-bomba/29419/" target="_blank"&gt;Cazuza - Eu queria ter uma bomba&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;object id="mp3tube" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="60" width="260" align="middle" border="0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="6879"&gt;&lt;param name="_cy" value="1588"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=119572753bdf323a3155bb3eb270e4fe"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=119572753bdf323a3155bb3eb270e4fe"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" value="-1"&gt;&lt;param name="Loop" value="-1"&gt;&lt;param name="Quality" value="High"&gt;&lt;param name="SAlign" value=""&gt;&lt;param name="Menu" value="0"&gt;&lt;param name="Base" value=""&gt;&lt;param name="AllowScriptAccess" value=""&gt;&lt;param name="Scale" value="ShowAll"&gt;&lt;param name="DeviceFont" value="0"&gt;&lt;param name="EmbedMovie" value="0"&gt;&lt;param name="BGColor" value=""&gt;&lt;param name="SWRemote" value=""&gt;&lt;param name="MovieData" value=""&gt;&lt;param name="SeamlessTabbing" value="1"&gt;&lt;param name="Profile" value="0"&gt;&lt;param name="ProfileAddress" value=""&gt;&lt;param name="ProfilePort" value="0"&gt;&lt;param name="AllowNetworking" value="all"&gt;&lt;param name="AllowFullScreen" value="false"&gt;&lt;br /&gt; &lt;embed src="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=119572753bdf323a3155bb3eb270e4fe" quality="High" width="260" height="60" name="mp3tube" align="middle" allowscriptaccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" menu="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/143852642144697289-5811164025615228832?l=andarsemrumo.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://andarsemrumo.blogspot.com/feeds/5811164025615228832/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=143852642144697289&amp;postID=5811164025615228832" title="33 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5811164025615228832?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/143852642144697289/posts/default/5811164025615228832?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/MundoInsano/~3/CXi1MLL8hOA/complicada-tarefa-de-discutir-relao.html" title="A Complicada Tarefa de Discutir a Relação" /><author><name>Daniela Figueiredo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12443728267561077832</uri><email>dani.fsm@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="06796654246711950184" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">33</thr:total><feedburner:origLink>http://andarsemrumo.blogspot.com/2009/01/complicada-tarefa-de-discutir-relao.html</feedburner:origLink></entry></feed>
