<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919</id><updated>2016-12-11T02:51:05.514-08:00</updated><category term="lenda"/><category term="estudo e pesquisa"/><category term="fantasia"/><category term="mitologia"/><category term="brasil"/><category term="contos de fadas"/><category term="contos de terror"/><category term="folclore"/><category term="grécia"/><category term="crença"/><category term="mundo"/><category term="Disney"/><category term="arábia"/><category term="china"/><category term="cultura"/><category term="folclóricos"/><category term="indígena"/><category term="parlenda"/><category term="portugal"/><category term="áfrica"/><title type='text'>Mundo Legendário</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Luis Hora</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-2323854385811469479</id><published>2011-02-21T10:06:00.002-08:00</published><updated>2011-02-21T10:07:13.583-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mundo"/><title type='text'>Bestas Fabulosas</title><content type='html'>Bestas, as grandes criaturas naturais ou fantásticas que integravam os grandes Bestiários da &lt;i&gt;Idade Média&lt;/i&gt;. E que ainda hoje inspiram todas as artes produzidas pelos seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, o que são realmente estas Bestas? O quê significam, estes seres &quot;imaginários&quot;, que estão presentes em nosso folclore, em nossa religião e ainda representam a nossa psique? Seriam deuses antigos? Por vezes eles foram a glória dos heróis e, em outras circunstâncias, simbolizaram a força poderosa de uma divindade. O mal e o bem; a ordem e o caos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confiram na lista abaixo, as principais Bestas que a humanidade já conheceu:
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Basilisk:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Oriundo das lendas e folclore da Europa e do Oriente Médio, o &lt;u&gt;Basilisco&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Basili-Coc&lt;/u&gt; era um terrível e mortal ser que tinha asas, crista e garras de galo e um corpo de réptil. Esta mesma crista justificava o seu nome, que derivou do grego &quot;basileus&quot; que significa &quot;rei&quot;, sendo o &lt;u&gt;Basilisco&lt;/u&gt; ainda chamado de &quot;rei dos répteis&quot; ou &quot;rei das serpentes&quot;. Ele teria nascido de um galo e de um sapo. Haviam várias caracterísiticas diferente ligadas ao &lt;u&gt;Basilisco&lt;/u&gt;, sendo a mais popular a que lhe atribuia o poder da morte: sua saliva, seu cheiro e seu olhar eram fatais, podendo ele ainda cuspir me pássaros no céu e matá-los instanteneamente. Ele teria sido responsável por transformar em deserto as regiões da Líbia e do Oriente Médio, em quais viveu. Famoso na literatura, pode-se encontrar referências ao &lt;u&gt;Basilisco&lt;/u&gt; na Bíblia (&lt;i&gt;Jeremias&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Salmos&lt;/i&gt;); nas letras de &lt;i&gt;Plínio&lt;/i&gt;; de &lt;i&gt;Shakespeare&lt;/i&gt;; e nos Bestiários medievais. Pela Igreja, ele tornou-se símbolo do diabo, sendo associado ainda com a luxúria e a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Capricórnio:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Monstro híbrido da mitologia da antiga Mesopotâmia considerado o assistente do deus babilônônico Ea, o &quot;Antílope dos Mares&quot;. Várias cultura antigas compararam o céu com o oceando, dando origem a uma variedade de criaturas maravilhos que compreendiam estes dois elementos, sendo o &lt;u&gt;Capricórnio&lt;/u&gt; um destes seres. Ele foi descrito como tendo um corpo de peixe e duas cabeças: uma humana e outra de peixe. Na mitologia da Grécia e de Roma, o &lt;u&gt;Capricórnio&lt;/u&gt; teria sido criado por &lt;i&gt;Zeus&lt;/i&gt;, tendo um corpo de peixe e cabeça de cabra, sendo presevado como uma constelação celeste.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Centauro:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Este é o nome de uma classe de seres híbridos presentes na mitologia clássica da Grécia e de Roma, de simbolismo confliantante, variando do nobre e gentil ao selvagem e adúltero. Contudo, de uma forma geral, ele simboliza o instinto animal combinado com o intelecto do homem. É descrito como tendo o corpo e o quarto traseiro de um cavalo, e o torso e a cabeça de homem. Quanto a sua origem, existem duas crenças principais: originados da união da rainha dos deuses, Hera/Juno, junto com o mortal Ixion; ou também pela união de &lt;i&gt;Centaurus&lt;/i&gt; (filho de Apollo) com &lt;i&gt;Stibia&lt;/i&gt; (a Égua do Magnésio). Foram tidos como habitantes das montanhas de Erymanthus em Tessália e também do campo de Clyon. Descritos hora como amáveis criaturas, hora como brutos, os &lt;u&gt;Centauros&lt;/u&gt;&amp;nbsp;não tinham tolerância ao álcool e eram facilmente incitados para a luta. Existem inúmeros nomes de &lt;u&gt;Centauros&lt;/u&gt; para cada região, como Hippocentaurus e Onocentaurus. Durante o perído medieval, os &lt;u&gt;Centauros&lt;/u&gt; foram representados em móveis da Igreja e em bestiários de casas religiosas, sendo aí simbolizado como o sofrimento de &lt;i&gt;Cristo&lt;/i&gt;. Atualmente, ele é utilizado na heráldica européia, em revestimento de armas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Chimera:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Monstro existente na mitologia clássica da Grécia e de Roma, a &lt;u&gt;Quimera&lt;/u&gt;, também escrito &lt;u&gt;Quimaera&lt;/u&gt;, representa, em geral, a fúria elementar e o perigo, mas, devido à suas características singulares, tornou-se um símbolo do &quot;não-existente&quot;, de &quot;o impossível&quot; ou de fantasia selvagem. O termo &quot;quimera&quot; significa &quot;cabra&quot; e de fato, de acordo com o poeta Homero, a &lt;u&gt;Quimera&lt;/u&gt; tem o corpo de uma enorme cabra, tendo partes traseiras de uma serpente e partes da frente, incluindo sua cabeça, de um leão. Outras vezes, como na &lt;i&gt;Teogonia de Hesíodo&lt;/i&gt;, ela é retratado como tendo uma cabeça de todos os três animais citados dispostas ao longo de suas costas. Ela é tida como descendente dos acasalamento dos monstros &lt;i&gt;Echidne&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Typhon&lt;/i&gt;, tendo como irmãos o cão &lt;i&gt;Cérberus&lt;/i&gt;, o&lt;i&gt; Leão da Neméia&lt;/i&gt;, a &lt;i&gt;Hydra&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Esfinge&lt;/i&gt;. Em sua história, ela era um pet do rei de Cária, quando escapou e passou a matar todos os mortais que cruzavam o seu caminho, com seu hálito de fogo. Foi então que o povo da cidade de Lícia (atual Turquia) clamou por socorro, pedido atendido por seu governante, Iobates, que enviou o herói &lt;i&gt;Belerofonte&lt;/i&gt;. O herói, motado no cavalo alado, &lt;i&gt;Pégaso&lt;/i&gt;, cravou sua lança na boca da &lt;u&gt;Quimera&lt;/u&gt;, a qual foi sufocada e derretida com seu próprio hálito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Chinthe (Chin-thei):&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Este é o nome dado a uma criatura híbrida presente nas tradições e crenças da Birmânia (atual Mianmar) e outros países do Sudeste Asiático. Vezes descrito como sendo parte leão e parte dragão, ou parte homem e parte leão, o &lt;u&gt;Chinthe&lt;/u&gt; é visto muitas vezes retratado em pares nas entradas entradas de templos e pagodes, como guardiões. Diz a lenda que uma princesa teve um filho, proveniente de seu casamento com um leão, sendo que tempos depois ela decide abandonar o leão, este que enfurecido saiu pelo mundo espalhando terror. Anos depois, este filho sai para matar um aterrorizante leão, mas ao voltar revela para mãe que descobrirá ter matado seu próprio pai. Inconsolável, este filho constroi uma estátua de leão, como um guardião de um templo, para expiar seus pecados. O &lt;u&gt;Chinthe&lt;/u&gt; é um símbolo birmanês de poder onisciente e proteção, sendo ainda associado com o símbolo astrológico do Leão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Double-headed serpent:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Originada na cultura meso-americana, a mitológica &lt;u&gt;Serpente de Duas-Cabeças&lt;/u&gt; é um monstro que sustenta o sol em sua travessia no céu. A imagem desta Serpente com o corpo encolhido e com suas cabeças indicando direções opostas é um símbolo do céu e um emblema de poder. Ela representa ainda o controle sobre a terra e sobre o cosmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Garuda e Naga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;u&gt;Garuda&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;Naga&lt;/u&gt; juntos representam o &lt;i&gt;Mahabharata&lt;/i&gt;, a batalha eterna, um épico Hindu que simboliza a oposição entre o sol e a água. Eles são primas e ambas pertencem as mitologias hindu e budista da Índia e de outros países orientais, especialmente Indonésia e Thailândia. &lt;u&gt;Garuda&lt;/u&gt;, também conhecida como &lt;u&gt;Taraswin&lt;/u&gt; - A Veloz, é uma fabulosa ave híbrida, descrita como tendo corpo de águia - dourada, verde ou vermelha -, quatro braços humanos, asas douradas ou brancas e a cabeça de pássaro com face humana. &lt;u&gt;Naga&lt;/u&gt;, tidos como espiritos da nature que guardam tesouros, é decrita como sendo humano da cintura para cima e serpente da cintura para baixo sendo ainda creditadas várias cabeças em sua estrutura e peles com várias tonalidades de cor. Conta a lenda que a mãe de &lt;u&gt;Garuda&lt;/u&gt;, &lt;i&gt;Vinata&lt;/i&gt;, foi escravizada por sua desafeta &lt;i&gt;Nagini&lt;/i&gt;, então segunda esposa de seu ex-marido&amp;nbsp;&lt;i&gt;Kasyapa&lt;/i&gt;. Daí é que surge o ódio eterno de &lt;u&gt;Garuda&lt;/u&gt; contra os seres cobras. A &lt;u&gt;Garuda&lt;/u&gt; é o emblema nacional da Tailândia e símbolo de sua família real, enquanto &lt;u&gt;Naga&lt;/u&gt; é simbolizada com a fertilidade e a chuva, sendo no Budismo considerada o elo entra o dragão e a serpente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Gorgon:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Este é o nome dado a uma das três monstruosas irmãs presentes na mitologia clássica da Grécia e de Roma, chamadas de &lt;i&gt;Górgones&lt;/i&gt;. Filhas da bela divindade &lt;i&gt;Ceto&lt;/i&gt; e do Homem do Mar, &lt;i&gt;Phorcys&lt;/i&gt;, seus nomes eram &lt;i&gt;Euryale&lt;/i&gt;, &lt;u&gt;Medusa&lt;/u&gt; e &lt;i&gt;Stheno&lt;/i&gt;, sendo que o termo no singular &quot;Gorgon&quot; passou a referir-se apenas à &lt;u&gt;Medusa&lt;/u&gt;. &lt;u&gt;Medusa&lt;/u&gt;, que era a mais bela e encantadora das citadas irmãs, foi seduzida pelo deus &lt;i&gt;Poseidon&lt;/i&gt; num templo sagrado da deusa &lt;i&gt;Athena&lt;/i&gt;, esta que, enfurecida, transformou &lt;u&gt;Medusa&lt;/u&gt; numa paródia secreta do seu interior: a bela que causava morte a quem a olhasse. Ela foi descrita como uma mulher com asas nas costas, enorme boca com grandes presas, cabeça cheia de cobras no lugar dos cabelos, mãos com garras de bronze e, a característica mais assustadora, olhos que transformavam imediatamente em pedra quem os olhasse. Na Grécia antiga, muito se usou o emblema da gorgona para afatar o mal, num simbolismo de que era associado ao oceano, submundo e ao poder destrutivo de &lt;i&gt;Athena&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Griffon:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Monstro híbrido europeu que foi bastante popular na mundo clássico, no cristianismo medieval e na hieráldica. A princípio, o &lt;u&gt;Grifo&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Gryphon&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Griffeth&lt;/u&gt; (termo que significa &quot;aproveitar&quot;) foi tido como símbolo do sol, passando a representar a força; depois, a vingança; e em seguida, proteção para os &quot;vigilantes&quot;. No hieróglifos, era revelado como um símbolo da retribuição divina. Era descrito como um ser com corpo de leão, tendo a cabeça, o tronco e os membros de águia. Ele possuia ainda grandes orelhas, os olhos na cor vermelha, o corpo na cor marrom e as asas nas cores azul e branco. Acreditava-se que fosse resultado do acasalamento entre um leão e uma águia. Sua primeira imagem conhecida data de 3300a.C., estando nos carros dos deuses &lt;i&gt;Apolo, Júpiter&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Nemesis&lt;/i&gt;. Vários foram os autores que escreveram sobre o &lt;u&gt;Griffon&lt;/u&gt;, estando entre eles &lt;i&gt;Eliano, Aristeu, Heródoto&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Plínio&lt;/i&gt;. Através dos Bestiários, o mundo viu o &lt;u&gt;Griffon&lt;/u&gt; como um síbolo do diabo, mas haviam ainda alguns escritores que recolocavam estes seres nos céus, como &lt;i&gt;Isidoro de Sevilha&lt;/i&gt; (ca. 560-636), &lt;i&gt;Dante Alighieri&lt;/i&gt; (1265-1321) e até o &lt;i&gt;Lewis Carroll&lt;/i&gt; (1843-1898).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Harpia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Nome de mulher-pássaro presente na mitologia de Roma que originalmente eram espíritos do vento, personificando a tempestade, furacões e tornados, e que mais tarde foram transformadas em monstruosos e hediondos demônios enviados pelos deuses como instrumentos de tortura. Existem vários contos sobre sua origem: elas seriam filhas de &lt;i&gt;Thaumas&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Electra&lt;/i&gt;; ou filhas de &lt;i&gt;Netuno&lt;/i&gt; com a &lt;i&gt;Terra&lt;/i&gt;; ou ainda descendentes de &lt;i&gt;Typhon&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Echidne&lt;/i&gt;. Sua descrição também variam: possuem corpo de pássaro, cabeça e torso de uma mulher feia, orelhas de urso, grandes garras nas mãos, possuindo ainda um fétido e forte odor e capacidade de contaminar tudo que toca; noutra versão, elas teriam corpo de abutre, com cabeça e troco de mulher, tendo asas e garras de bronze ou latão. Elas viviam nas ilhas Strophades ou Salmydessus na Trácia Oriental. Elas estão associadas com a morte, destino e castigo divino. A imagem da &lt;u&gt;Harpia&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Arepyiai&lt;/u&gt; tornou-se uma característica familiar da heráldica européia, nos brasões de armas, sendo representado com um abutre com pescoço e cabeça de mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Hydra:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Monstro de várias cabeças presente na mitologia clássica da Grécia e de Roma, que também era conhecido como &lt;u&gt;Exedra&lt;/u&gt; e também como &lt;u&gt;Hydra Lernense&lt;/u&gt; pois ele habitava os pantanos do município de Lerna em Argolis. Dizia-se também que a &lt;u&gt;Hydra&lt;/u&gt; era descendente do acasalamento entre &lt;i&gt;Echidne&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Typhon&lt;/i&gt;, assim como o &lt;i&gt;Cérberus&lt;/i&gt;. A descrição inicial era de um grande corpo de cão com inúmeras cabeças de serpente, estas com hálito e saliva venenosa. A quantidade de cabeças variava com as diferentes fontes, podendo ser nove, cinquenta, cem ou até mesmo mil cabeças, sendo apenas comum a habilidade de regeneração destas cabeças quando cortadas. Posteriormente usada na &lt;i&gt;Livro das Revelações&lt;/i&gt; por &lt;i&gt;São joão&lt;/i&gt;, para equiparar-se aos monstruosos animais apocalípticos, a Hydra passou a ter aspecto de serpente, sendo um dragão de nove cabeças, também perecido com o monstro do folclore Europeu de nome &lt;i&gt;Wyvern&lt;/i&gt;, personificado como o adversário do arcanjo &lt;i&gt;São Miguel&lt;/i&gt;, na batalha final antes do &lt;i&gt;Dia do Julgamento&lt;/i&gt;. Frenquentemente encontrada nos bestiários do período medieval como símbolo de luxuria e hipocrisia, a &lt;u&gt;Hydra&lt;/u&gt; está no repertório heráldico e casacos europeus. Sua habilidade de regenerar lhe associou à fertilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Kinnara e Kinnari:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Fabuloso homem-pássaro, presente na mitologia da Índia, Indonésia, Tailândia e também na Birmânia. Vezes descrito como pássaros com cabeças humanas ou com o torso de um homem e cabeça de um cavalo, o &lt;u&gt;Kinnara&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Keinnara&lt;/u&gt; foi associado aos eternos amantes e a música, existindo ainda uma versão feminina, chamada de &lt;u&gt;Kinnari&lt;/u&gt;, que simbolizava a beleza, a graça e a realização. Em algumas tradições budistas, o &lt;u&gt;Kinarra&lt;/u&gt; representa quatro das encarnações de animais de &lt;i&gt;Buda&lt;/i&gt;. Seu surgimento teria se dado aos pés do deus &lt;i&gt;Brahma&lt;/i&gt;, sendo nesta versão ele quem cuidava de &lt;i&gt;Kubera&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Kirttimukha:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Presente na mitologia hindu do sudoeste da Ásia, &lt;u&gt;Kirttimukha&lt;/u&gt; é um demônio em forma de enorme cabeça monstruosa, também conhecido como&lt;u&gt; Face da Glória&lt;/u&gt;. Ele é descrita como uma grande cabeça sem corpo, com enormes olhos salientes, sobrancelhas em formato de chifres pontudos e uma grande boca aberta. Essa cabeça é ainda cercada por um emaranhado de cabelos, os quais possuem em suas terminações cabeças de &lt;i&gt;Makaras&lt;/i&gt;. A lenda sobre o &lt;u&gt;Kittimukha&lt;/u&gt; diz que, quando este foi considerado pelo deus &lt;i&gt;Shiva&lt;/i&gt; como indigno de casar-se com a bela deusa &lt;i&gt;Parviti&lt;/i&gt;, ele encolerizou-se e atacou o deus, sendo ordenado por este a devorar a si mesmo. Morto, o ser foi nomeado de &lt;u&gt;Kirttimukha&lt;/u&gt; por &lt;i&gt;Shiva&lt;/i&gt; e posto como guardião do templo como um símbolo de devoção e proteção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ky-lin:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Fabuloso animal da mitologia da China, o &lt;u&gt;Ch&#39;i Lin&lt;/u&gt;, também escrito como &lt;u&gt;Ky Lin&lt;/u&gt;, é descrito como tendo um grande corpo de veado, pernas e cascos de cavalo, cauda de boi e um chifre único em sua cabeça. Em suas costas são apresentadas as cores primárias (vermelho, amarelo, azul, branco e preto), enquanto sua barriga possui a cor marrom ou amarela. Possui ainda um melodisa voz. O &lt;u&gt;Ch&#39;i Li&lt;/u&gt;, também chamado de unicórnio chinês, é tido como um dos quatro seres espirituais (os outros são o Dragão, o Feng Hwang e a Tartaruga), sendo ainda considerado essência dos cinco elementos da natureza (terra, fogo, metal, água e madeira). O termo &quot;Ky-lin&quot;, embora usado como nome de um único ser, refere-se a duas coisa: &quot;Ky&quot;, o macho, e &quot;Lin&quot;, a fêmea. Como um símbolo &lt;i&gt;Yin-Yang&lt;/i&gt; que simboliza fertilidade, bondade e pureza, sua simples aparição representa períodos de paz e prosperidade, tendo como exemplos o início do reinado do imperador &lt;i&gt;Huang-Ti&lt;/i&gt; (2697-2597 a.C.) e do nascimento de &lt;i&gt;Confúncio&lt;/i&gt; (séc. VI a.C.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Makara:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Monstro do mar presente nas tradições e folclore da Índia, Tailândia e Indonésia. O nome &quot;Makara&quot; que significa &quot;monstro marinho&quot; é aplicado a qualquer mostro composto por mamífero e peixe. Neste caso, o &lt;u&gt;Makara&lt;/u&gt; aqui visto foi descrito de várias formas, como um caragueijo gigante e grotesco, ou como um ser parte crocodilo e parte ave, ou como um ser parte cervo e traseiro de peixe. Quando descrito com um ser híbrido com tronco de elefante, o &lt;u&gt;Makara&lt;/u&gt; normalmente está sendo representado como um guardião de &lt;i&gt;Ganga&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Varuna&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Vishnu&lt;/i&gt;. No calendário hindu, o &lt;u&gt;Makara&lt;/u&gt; é o equivalente do signo zodiacel ocidental &lt;i&gt;Capricórnio&lt;/i&gt;. Ele está associado com &lt;i&gt;Kamadeva&lt;/i&gt;, o deus da luxúria e da água, fonte de vida e da fertilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mermaid:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Híbrido femino marinho, a sereia tem simbolismo ambivalente, representando vida e morte. A &lt;u&gt;Sereia&lt;/u&gt; está presente no folclore e mitologia de todo o mundo, mais precisamente relacionada aos transportes marítimos e de água doce. Ela é descrita como sendo uma formosa e bela jovem da cabeça até a cintura, sendo o restante a cauda de um enorme peixe. Os relatos mencionam que elas eram frequentemente vistas sentandas em pedras, segurando um espelho e penteando seus longos cabelos, enquanto catavam e seduziam os marinheiros curiosos para aproximar-se das rochas perigosas. Com esta habilidade do &quot;canto&quot;, elas são associadas às &lt;i&gt;Sirens&lt;/i&gt;, mito da Grécia e de Roma. Contudo, existem também contos que dão um caracter benevolente às &lt;u&gt;Sereias&lt;/u&gt;, como os vitos na  na Inglaterra (Scotland, Wales e Cornwall), quando estas passam a salvar naufragos, ensinar segredos de ervas para cura de doenças fatais, presentear pessoas, alertar sobre tempestades, chegando até mesmo a casar com o homem, muito embora ela tenha que retornar para seu mundo aquoso com o felizardo, este que torna-se um &quot;mermen&quot; ou &quot;sereio&quot;. Atribui-se a &lt;u&gt;Sereia&lt;/u&gt; um simbolismo de amor, esperança da transformação, passagem segura e sedução. Durante o período medieval, a &lt;u&gt;Sereia&lt;/u&gt; passou a ser vista como agente do diabo e um símbolo de engano, falsidade, desejos não naturais. Neste tempo, um de suas representações mais vistas no mobiliários da Igreja era de uma &lt;u&gt;Sereia&lt;/u&gt; segurando um peixe, o que reprentava o apriosionamento da alma do cristão, atraído para o pecado por encantos e elogios. Atualmente, a &lt;u&gt;Sereia&lt;/u&gt; integra o repertório da heráldica europeia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Minotauro:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Monstro humanóide da mitologia claássica da Grécia e de Roma. &lt;u&gt;Minotauro&lt;/u&gt;, que significa &quot;Touro de Minos&quot;, foi descrito como tendo um corpo de homem e uma monstrousa cabeça de touro. A lenda conta que o rei da ilha de Creta, Minos, tinha que enviar o melhor touro de Creta para sacríficio aos deuses, mas, agradado com a beleza deste animal, não o fez, enviando um touro inferior em seu lugar. Então, os deuses, em punição ao atrevimento do rei, fez sua esposa ter relação sexual com este belo touro, o que gerou um hediondo fruto que fora chamado de Asterion ou Asterius. Não tendo coragem de matar este semi-supernatural ser, Minos ordenou que fosse construido um labirinto, onde o &lt;u&gt;Minotauro&lt;/u&gt; passou a viver, e em seguida receber vítimas de outras ilhas como alimento. Anos depois, o heróoi &lt;i&gt;Teseu&lt;/i&gt; fora enviado para a ilha de Creta afim de matar o &lt;u&gt;Minotauro&lt;/u&gt;, feito este que conseguiu com a ajuda de Ariadne, filha do próprio rei Minos. O &lt;u&gt;Minotauro&lt;/u&gt; simboliza a selvageria interior humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pegasus:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Este é o nome de um cavalo alado imortal existente na mitologia clássica da Grécia e de Roma. Fruto da união do deus &lt;i&gt;Poseidon&lt;/i&gt;, em forma de cavalo, com a bela &lt;i&gt;Medusa&lt;/i&gt;, antes do estado monstruoso desta, o &lt;u&gt;Pegasus&lt;/u&gt; é descrito como um grande e elegante garanhão branco, com asas douradas. Outra versão ainda indica que o &lt;u&gt;Pegasus&lt;/u&gt; foi gerado a partir do sangue derramado da decaptação de &lt;u&gt;Medusa&lt;/u&gt; pelo herói Perseu, motivo pelo qual ele teria tornado-se a montaria deste herói, até a morte do mesmo, quando &lt;u&gt;Pegasus&lt;/u&gt; foi então para o monte Helicon. Ele volta ainda a aparecer como montaria do herói &lt;i&gt;Belerofonte&lt;/i&gt;, em sua missão contra a &lt;i&gt;Quimera&lt;/i&gt;. O &lt;u&gt;Pegasus&lt;/u&gt; representa a dualidade da natureza humana e do instinto animal com as aspirações espirituais, sendo ainda símbolo do triunfo da luz sobre a escuridão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Phoenix:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Um pássaro lendário de fogo, que ressuscita-se das chamas ou cinzas. Presente nas lendas da Europa e do Oriente Médio, o &lt;u&gt;Phoenix&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Fenix&lt;/u&gt; se originou como um mito para explicar o ciclo de nascer e pôr do sol, e mais tarde transformou-se em um símbolo da ressurreição. Sendo descrita como semelhante a forma de um faisão e tendo tamanho maior do que uma águia, esta fabulosa ave possuia uma plumagem de cor vermelho-púrpura, sendo dourado apenas e volta do pescoço (grecia); ou ainda dourada, vermelha ou azul (em outras versões); e habitava as regiões da Pérsia, Índia, Arábia e Etiópia. O mais provável é que o &lt;u&gt;Phoenix&lt;/u&gt; tenha suas origens no pássaro egípcio &lt;i&gt;Benu&lt;/i&gt;. Os primeiros contos sobre magnífica ave vieram pelas letras do escritor grego &lt;i&gt;Heródoto&lt;/i&gt; (485-425 aC), seguido por &lt;i&gt;Ovídio&lt;/i&gt; (43 aC - 17 dC) e &lt;i&gt;Plínio&lt;/i&gt; (23-79 dC). Nas lendas e tradições da Grécia e de Roma, o &lt;u&gt;Phoenix&lt;/u&gt; foi o símbolo da imortalidade e foi retratado nos mobiliários funerários. Vale rassaltar que o &lt;u&gt;Phoenix&lt;/u&gt; ainda possui uma grande semelhança e referências com o &quot;mistério messiânico&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Qitou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Mostro espiritual presente nas tradições e crenças da China, sendo considerado um ser mítico guardião de túmulos e protetor dos mortos. O &lt;u&gt;Qitou&lt;/u&gt; é descrito como um espírito da terra com cara de ogro, grandes orelhas de elefante, asas, corpo de leão e uma crista plumosa proveniente de sua espinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Simurgh:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Gigantesca ave mítica muito importante na literatura persa, sendo um ser imortal que faz seu ninho nos ramos da árvore da Ciência e que conhece os segredos universo. Existem inúmeras lendas e contos que se confundem ao falar do &lt;u&gt;Simurgh&lt;/u&gt; (ou &lt;u&gt;Sîmorgh&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;Sumargh&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;Simarghu&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;Simurg&lt;/u&gt;), sendo o mesmo identificando como o &lt;i&gt;Anqâ da Arábia&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Sîmorgh Anka&lt;/i&gt;) e ainda com o &lt;i&gt;Pássaro Rock&lt;/i&gt;, também da Arábia. Sendo assim, vezes o &lt;u&gt;Simurgh&lt;/u&gt; é tido como uma metamorfose de dragão (o &lt;i&gt;Senmurv&lt;/i&gt;); ou como um pássaro de plumagem alaranjada e metálica, com cabeça humana, com quatro asas, garras de abutre e cauda de pavão. Diziam que suas penas tinham propriedades curativas e que o &lt;u&gt;Simurgh&lt;/u&gt; morria pelo fogo quando sua cria amadurecia, tal qual a &lt;u&gt;&lt;i&gt;Fênix&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sleipnir:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Existente na mitologia nórdica da Escandinávia, o &lt;u&gt;Sleipnir&lt;/u&gt; é descrito como um enorme cavalo de oito patas. Ele é a montagem de &lt;i&gt;Odin&lt;/i&gt;, o rei dos deuses nórdicos, transportando-o entre o mundo físico e o divino. A lenda conta que o galope do &lt;u&gt;Sleipnir&lt;/u&gt; é tão veloz que nem água, nem terra e nem ar podem impedí-lo. As oitos pernas do &lt;u&gt;Sleipnir&lt;/u&gt; simbolizam as direções da bússola e também a &lt;i&gt;Dharmachakra&lt;/i&gt;, roda de oito raios solares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sphinx:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Existente em lendas da Europa e do Norte da África, verifica-se três tipos principais de &lt;u&gt;Esfinge&lt;/u&gt;: a egípicia, a do Oriente Médio e a Grega. Veremos apenas o relato do monstro da mitologia clássica da Grécia: Ela era filha de &lt;i&gt;Orthos&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Typhon&lt;/i&gt;, sendo descrita como tendo corpo e pernas de um leão, asas de águia, cauda de serpente, cabeça e torso de uma jovem e linda mulher, esta criatura era guardiã da passagem para a cidade de Tebas. Ela ficava sobre uma grande rocha e apresentava um enigma para qualquer viajante mortal que aparecesse: &quot;qual criatura tem uma voz, mas possui quatro pernas pela manhã, duas pernas à tarde e três pernas à noite?&quot;. Quem não conseguisse responder a esse enigma, seria devorado pela &lt;u&gt;Esfinge&lt;/u&gt;. Quando &lt;i&gt;Édipo&lt;/i&gt; consegue desvendar este enigma, a &lt;u&gt;Esfinge&lt;/u&gt;, chocada por ouvir a resposta correta - &quot;homem&quot; -, desequilibra-se e cai do precipício, quebrando seu pescoço com a queda. Assim, o povo de Tebas foi finalmente libertado de seu cativo. Este &lt;u&gt;Esfinge&lt;/u&gt; entrou no repertório da heráldica européia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tengu:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Temível lenda presente nas tradições e folclore do Japão, o &lt;u&gt;Tengu&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Ten-gu&lt;/u&gt; é uma espécie de goblin sobrenatural associado as artes marciais de origem xintoísta. Era descrito como um agressivo humanoíde com cabeça, patas e asas de pássaro. Havia ainda algumas diferenças entre os sexos: os machos possuiam maléficos olhos brilhantes e longos bicos vermelhos; enquanto as fêmeas apresentavam cabeça da animal com grandes dentes, enormes orelhas e narizes. Diziam que os &lt;u&gt;Tengus&lt;/u&gt; habitavam uma fortaleza nas escuras florestas do Monte Kurama (Kyoto), local onde muitos guerreiros foram, em busca de encontrar estes seres e adquirir os seus poderes. A lenda ainda revelava que, um vianjante comum perderia a sanidade mental se encontrasse um &lt;u&gt;Tengu&lt;/u&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Thunderbird:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Gingantesca ave que vive nas tradições e crenças da maioria dos povos nativos da América do Norte (Crow; Sioux; Haida; Arapaho; Algonquian). Para os índios, por exemplo, o &lt;u&gt;Thunderbird&lt;/u&gt; é um deus pássaro que gera um poderoso trovão batendo suas asas e que lança um raio com o simples piscar dos olhos, sendo ainda representação das poderosas forças da natureza, do céu, da guerra e de transformação. Possuindo características muito distintas nas tradições que faz parte, o &lt;u&gt;Thunderbird&lt;/u&gt;, geralmente, é descrito como grande águia de plumagem vermelha que habita lugares muito elevados, como picos de altas montanhas. Enquantos uns povos dizem que ele caça apenas larvas, outros creêm que ele caça baleias e outros afirmam que a presa dele são seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tiamat:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Este é o nome do Dragão do Mundo, ou Dragão Cósmico, na mitologia do antigos reinos da Suméria e da Babilônia. De acordo com o &lt;i&gt;Enuma Elish&lt;/i&gt; da Babilônia, &lt;u&gt;Tiamat&lt;/u&gt; era um dragão fêmea, com grande corpo de serpente, impenetrável à qualquer tipo de arma, possuindo duas patas, um enorme rabo e grandes chifres em sua cabeça. Segundo a lenda, &lt;u&gt;Tiamat&lt;/u&gt; e &lt;i&gt;Apsu&lt;/i&gt; geraram os deuses e os monstros, estes primeiros que lutaram contra os pais pelo controle total da criação. Nesta grande batalha, &lt;i&gt;Apsu&lt;/i&gt; foi destruído e o deus &lt;i&gt;Marduk&lt;/i&gt;, com o auxílio de um grande rede manteve a boca de &lt;u&gt;Tiamat&lt;/u&gt; aberta para que ele pudesse atirar suas flechas diretamente dela, matando-a dessa forma. Com o corpo da mãe desfalecido, &lt;i&gt;Marduk&lt;/i&gt; desmembrou-o, fazendo os céus/ou via-láctea à partir da parte superior deste, a terra à partir da parte inferior e os rios através de seu sangue, sendo suas lágrimas os rios Tigre e Eufrates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
► &lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Unicórnio:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Este é o nome de um ser mágico e muito amado existente na mitologia e lendas de muitas culturas, tanto ocidental quanto oriental. Ele simboliza pureza, coragem e amor cortês, sendo que apenas uma virgem seria capaz de capturá-lo. Era também creditado que seu chifre seria um antídoto para veneno. Quanto a sua descrição, citemos a grega, através dos relatos de &lt;i&gt;Heródoto&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Plínio&lt;/i&gt; (o velho), em qual este ser apresenta um corpo de cavalo, com pernas e pés de elefante, a cauda de javali e a cabeça de cervo, possuindo nela um único longo chifre preto. Em uma de suas versões orientais, o &lt;u&gt;Unicórnio&lt;/u&gt; é visto como o &lt;i&gt;Ky-lin&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota:&lt;br /&gt;
→ As informações contidas nesta postagem originam-se, principalmente, dos livros &lt;i&gt;Bestiário de Rochester&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Bestiário de Aberdeen&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
→ Os nomes estão em sua forma original ou na mais popular.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/2323854385811469479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=2323854385811469479&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/2323854385811469479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/2323854385811469479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2011/02/bestas-fabulosas.html' title='Bestas Fabulosas'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-1001719240984048958</id><published>2010-04-02T19:59:00.001-07:00</published><updated>2010-05-26T06:37:56.126-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="brasil"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contos de fadas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><title type='text'>O Caruru e os Orixás</title><content type='html'>Reza a lenda que Xangô - rei nagô, fundador mítico da cidade de Oyô, divindade das 
tempestades, raios, trovoadas e descargas da eletricidade atmosférica - estava muito zangado. O motivo era que todos os dias quando ia saborear o seu &lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7131874262323000919&amp;amp;postID=1001719240984048958&quot; title=&quot;Na cultura popular, é descrito como &#39;caruru com arroz ou pirão de mandioca&#39;. Também é citado como comida sagrada do orixá Iansã, uma das três esposas de Xangô.&quot;&gt;amalá&lt;/a&gt; - quiabo temperado com dendê, cebola, camarão seco e bastante pimenta -, encontrava apenas uma gamela vazia. O autor da façanha, não podia ser outro: Exu - o representante das potências contrárias ao homem, também chamado de &quot;homem das encruzilhadas&quot;. O temido orixá todos os dias se adiantava e se lambuzava no amalá.
O grande rei resmungava em seu trono sem saber o que fazer. De repente, pularam em
sua frente Itawô e Carindê, seus filhos. O menino propôs uma solução: &quot;Pai, nós iremos lhe ajudar, mas para isso precisamos que o senhor faça o que vamos lhe pedir.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

Ele ficou curioso e aceitou o desafio. No dia seguinte, quando o amalá estava sendo servido, mais uma vez Exu passou na frente. Nessa hora, Itawô apareceu e disse: Meu pai anda muito zangado com a sua brincadeira. Quero fazer um acordo com o senhor. Amanhã estarei lhe esperando e tocarei para que dance. Caso se canse e pare, nunca mais comerás o amalá de meu pai.&quot; Exu ficou intrigado com o menino: &quot;Pequeno no tamanho, mas grande na ousadia. Eu topo!&quot; disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carindê estava escondida, enquanto seu irmão falava com Exu. Ele não podia saber que se tratavam de duas crianças gêmeas e não apenas uma. Depois do acerto, o menino pediu a seu pai um batabotô - um tambor bem pequeno. Carindê, a menina, se vestiu igual ao irmão e os dois ficaram esperando Exu. Não demorou e o orixá, famoso por ser brincalhão, apareceu para cumprir a promessa. Itawô fez a recepção e, antes de começar, mandou chamar o corpo de mobás, ministros e toda a corte para assistir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O menino se posicionou com o tambor em frente a uma coluna grande e larga. As mãozinhas começaram a tocar o couro e a tirar o som de um agabi - um toque de ritmo veloz e agitado. Exu prontamente começou a se mexer para lá e para cá, incansavelmente. Volta e meia fechava os olhos e sorria. Quando Itawô começava a sentir seus braços cansados, surgia por detrás da pilastra carindê e dava continuidade ao batuque. O troca-troca se deu por várias vezes até que Exu começou a se cansar e de repente desabou no chão. Itawô largou o tambor correndo: &quot;O senhor perdeu, o senhor perdeu! Todos estão de prova. Agora não poderá mais importunar meu pai.&quot; Exu ficou sem saída e reconheceu ter perdido. Ele se levantou, transformou-se em um vento e, antes de sair, comprometeu-se com Xangô: &quot;Não comerei mais seu amalá, mas, antes de qualquer festa aqui no seu reino e das suas regiões, coloque um pouquinho para mim do lado de fora, lá na porta.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Xangô se encheu de felicidade. Sentando no trono, colocou Itawô e Carindê, cada um em uma perna, e disse: &quot;Vocês vão aonde o adulto não consegue ir.&quot; Carindê disse: &quot;Ganhamos meu pai. Agora, também lhe faremos outro pedido: antes de colocar pimenta no seu amalá, tire um pouquinho para nós.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi então que nasceu o &quot;caruru&quot;, comida predileta dos orixás Ibejis - orixás jeje-nagôs - e Erês - divindades infantis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Notas: Para o candomblé, este conto revela que a &quot;pimenta&quot; é o elemento que diferencia o alimento amalá e o caruru. E também explica a necessidade da oferenda para Exu e a regra das crianças (7) sempre comerem antes dos demais. Vale salientar 
que as Baianas de Acarajé consideram profano os carurus feitos comumente pelas pessoas, pois, segundo o candomblé, o &quot;caruru completo&quot; é feito somente nas datas 27 de setembro (Ibejis →São Cosme e Damião) e 25 de outubro (Ibejis →São Crispim e 
Crispiniano), sendo que o caruru que leva pimenta, no caso amalá, deve ser ofetado 
em 4 de dezembro (Iansã →Santa Bárbara).&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/1001719240984048958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=1001719240984048958&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/1001719240984048958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/1001719240984048958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2010/04/o-caruru-e-os-orixas.html' title='O Caruru e os Orixás'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-3839147995076189149</id><published>2009-09-10T03:00:00.000-07:00</published><updated>2010-05-26T06:38:23.932-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="brasil"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contos de terror"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><title type='text'>O Palhaço do Coqueiro</title><content type='html'>Certa vez, havia um grande palhaço, muito famoso por sua atuações e prestigiado por todos os seus colegas de circo. Este mesmo palhaço também tinha um filho que muito o admirava, tanto que quis seguir os mesmos passos do pai. Contudo, ele não teve o sucesso esperado nos palcos, e não conseguia fazer ninguém rir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frustrado e muito abalado, o filho do grande palhaço enlouqueceu e fugiu do circo. Atormentado pelo triste destino, o jovem louco encontrou na lua minguante o único esboço de um sorriso lhe ofertado de graça.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

Desde então, sempre que era lua minguante, o palhaço subia em um coqueiro para admirar o grande sorriso lunar bem de perto. Mas, quando uma nuvem encobria a lua, o jovem encantado descia do coqueiro para buscar outros sorrisos. Quando encontrava alguém, ele começava a fazer palhaçadas sem graça. Caso a pessoa não lhe mostrasse um sorriso, ele a hipnotizava e batia até ver um sorriso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Nota: Em uma outra versão desta lenda, contam que este palhaço matava quem não lhe mostrasse um sorriso.&lt;br /&gt;
Esse conto vem do Janga, uma bairro do município Paulista/PE.&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/3839147995076189149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=3839147995076189149&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/3839147995076189149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/3839147995076189149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2009/09/o-palhaco-do-coqueiro.html' title='O Palhaço do Coqueiro'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-2256273067853797589</id><published>2009-09-07T03:00:00.000-07:00</published><updated>2010-05-26T06:39:00.978-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="arábia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contos de fadas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><title type='text'>O Pássaro Rock</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/Szvy5z_cKzI/AAAAAAAAJNA/OhbR7k50e0E/s1600-h/passaro-rock-croquil.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/Szvy5z_cKzI/AAAAAAAAJNA/OhbR7k50e0E/s320/passaro-rock-croquil.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&quot;Os habitantes da ilha de Madagáscar contam que em certa estação do ano chega das regiões austrais uma espécie extraordinária de pássaro, que eles chamam rock. Sua forma assemelha-se à da águia, mas é incomparavelmente maior. O rock é tão forte que com suas garras consegue levantar um elefante, voar com ele pelos ares e deixá-lo cair do alto e em seguida devorá-lo. Os que viram o rock afirmam que suas asas medem dezesseis passos de ponta a ponta, e que suas penas têm oito passos de comprimento.&quot;&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;
&lt;i&gt;Viagens de Marco Polo, capítulo XXXVI&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Notas: O pássaro rock (ou rokh) tem sua fama no ocidente por causa de &#39;Mil e uma noites&#39; e a lenda de &#39;Sindbad&#39;; Em outras lendas, o pássaro rock é confundido com o mito persa sîmorgh, o pássaro da Revelação; Alguns outros contos descrevem o rock como um grande pássaro branco e/ou lhe atribuem as mesmas façanhas do sîmorgh.&lt;br /&gt;
Este mito simboliza um rei poderoso ou um emir renomado por sua bravura.&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/2256273067853797589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=2256273067853797589&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/2256273067853797589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/2256273067853797589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2009/09/o-passaro-rock.html' title='O Pássaro Rock'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/Szvy5z_cKzI/AAAAAAAAJNA/OhbR7k50e0E/s72-c/passaro-rock-croquil.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-1171660024928450921</id><published>2009-09-04T03:00:00.000-07:00</published><updated>2010-05-26T06:44:46.400-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contos de terror"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="grécia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><title type='text'>Aracne: A Tecelã</title><content type='html'>Aracne era uma jovem habitante da região da Lídia que se tornou muito famosa por sua extraordinária e perfeita habilidade de bordar. A perfeição de seu trabalho era tanta que em toda a região não existia adversárias a sua altura e todos a admiravam como a melhor tecelã existente. Porém, por causa de sua grande fama, Aracne se tornou presunçosa e começou a comparar-se à deusa Atena, dizendo-se ainda ser superior a própria deusa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a notícia chegou no Olímpio, Atena, deusa da Razão superior e mestra da tecelagem, ficou irritada com a ousadia de Aracne e desafiou a mortal a provar que seria capaz de vencê-la.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

Iniciado o concurso, todos os deuses compareceram. Atena bordou as doze divindades do Olímpio em sua majestade e, nos quatro cantos da obra, evocou os castigos nos quais incorrem os mortais que ousam desafiá-las. Não se importando com essa advertência, Aracne representou em sua bordado os amores dos deuses pelas mortais.&lt;br /&gt;
Ultrajada, Atena bateu na jovem com sua navete. Desesperada, Aracne quis enforcar-se, mas Atena a impediu e a metamorfoseou em aranha, a qual, desde então, não cessará de balançar-se na ponta de seu fio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Notas: Em outras versões, Aracne quis se matar porque Atena teria rasgado sua obra, esta que transformou a mortal em animal por piedade; Nenhuma versão revela quem realmente venceu o concurso de tecelagem, mas deixam certo que a deusa Atena não encontrou erro algum no perfeito trabalho de Aracne; Os deuses bordados por Aracne foram Zeus, Apolo, Dionísio e Cronos.&lt;br /&gt;
Aracne é o símbolo da queda do ser, da ambição demiúrgica punida e, portanto, uma advertência: &quot;ninguém pode rivalizar com os deuses&quot;.&lt;br /&gt;
A aranha, revelada na lenda de Aracne como demiurgismo, ainda tem outras qualidades no mundo fantástico como criadora cósmica, divindade superior e representante e/ou condutora das almas.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/1171660024928450921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=1171660024928450921&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/1171660024928450921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/1171660024928450921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2009/09/aracne-tecela.html' title='Aracne: A Tecelã'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-3577333617194250750</id><published>2009-08-21T15:49:00.000-07:00</published><updated>2009-09-03T16:22:18.764-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="brasil"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="folclore"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="folclóricos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="parlenda"/><title type='text'>Parlenda I</title><content type='html'>&lt;p&gt;Cadê o toucinho que tava aqui?&lt;br&gt;
O gato comeu.&lt;br&gt;
Cadê o gato?&lt;br&gt;
Correu o rato.&lt;br&gt;
Cadê o rato?&lt;br&gt;
Foi pro mato.&lt;br&gt;
Cadê o mato?&lt;br&gt;
Fogo queimou.&lt;br&gt;
Cadê o fogo?&lt;br&gt;
Água apagou.&lt;br&gt;
Cadê a água?&lt;br&gt;
O boi bebeu.&lt;br&gt;
Cadê o boi?&lt;br&gt;
Tá amassando trigo.&lt;br&gt;
Cadê o trigo?&lt;br&gt;
A galinha espalhou.&lt;br&gt;
Cadê a galinha?&lt;br&gt;
Tá botando ovo.&lt;br&gt;
Cadê o ovo?&lt;br&gt;
O frade bebeu.&lt;br&gt;
Cadê o frade?&lt;br&gt;
Tá rezando missa.&lt;br&gt;
Cadê a missa?&lt;br&gt;
Tá na igreja.&lt;br&gt;
Cadê a igreja?&lt;br&gt;
Tá em Roma.&lt;br&gt;
Por onde que vai a Roma?&lt;br&gt;
Vai por aqui, por aqui, por aqui...&lt;/p&gt;&lt;br&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/3577333617194250750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=3577333617194250750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/3577333617194250750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/3577333617194250750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2009/08/parlenda-i.html' title='Parlenda I'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-7621268236679746940</id><published>2009-08-21T15:47:00.001-07:00</published><updated>2009-08-21T15:47:30.575-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="brasil"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contos de fadas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><title type='text'>O Casamento da Raposa</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/So8jRaMCcUI/AAAAAAAAIP4/L43I-GcCBdQ/s1600-h/raposa.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/So8jRaMCcUI/AAAAAAAAIP4/L43I-GcCBdQ/s400/raposa.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;O Casamento da Raposa&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5372551662470852930&quot; /&gt;&lt;/a&gt;

&lt;p&gt;A raposa, muito vaidosa, estava para se casar com o lobo e preparava uma grande festança. Ela desejava que o casamento fosse celebrado com pompa e comparecimento de toda a bicharada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Convidou todos com bastante insistência, só que surgiu um problema: havia bichos que saíam de casa na chuva e outros que só deixavam suas tocas quando estava chovendo. Eram, portanto, dois grupos diferentes de convidados. Dificilmente a raposa teria todos os animais presentes à sua festa, pois não podia decidir sobre o tempo. O que fez então?&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Muito velhaca, a raposa pôs-se a espalhar, entre a bicharada, que não gostava de chuva, que um grande profeta anunciara sol para o dia do casamento. Por outro lado, entre os bichos que detestavam o sol, fez circular o boato de quê o infalível profeta previra chuva para o dia do matrimônio.&lt;br&gt;
E não é que no dia do casamento o tempo mudava a toda hora?&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;Notas: Em outras versões desta lenda, o fenômeno da chuva junto com o dia ensolarado seria fruto da concessão do pedido de casamento feito pela raposa ao rei Leão; ou à Rainha da bicharada, a onça. O fato é que, ainda hoje em quase todo o Brasil, quando chove e faz sol ao mesmo tempo, se diz que é o dia do casamento da raposa.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/7621268236679746940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=7621268236679746940&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/7621268236679746940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/7621268236679746940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2009/08/o-casamento-da-raposa.html' title='O Casamento da Raposa'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/So8jRaMCcUI/AAAAAAAAIP4/L43I-GcCBdQ/s72-c/raposa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-7972192284721652401</id><published>2009-08-16T08:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T17:46:56.994-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contos de terror"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="grécia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><title type='text'>Lâmia - A Amante</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/Sogj0ApzH0I/AAAAAAAAIPo/aSEMNpp4P2Q/s1600-h/lamia.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 275px; height: 400px;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/Sogj0ApzH0I/AAAAAAAAIPo/aSEMNpp4P2Q/s400/lamia.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Lâmia - A amante&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5370581932074803010&quot; /&gt;&lt;/a&gt;

&lt;p&gt;&lt;b&gt;Lâmia&lt;/b&gt; era a mais bela princesa de toda a Líbia, filha do deus Poseidon e da deusa Líbia. O deus Zeus, encantado pela sua grande beleza e espírito, se apaixonou pela moça, desencandeando assim a ira de sua esposa, a deusa Hera.&lt;br&gt;
Enfurecida pelo ciúme e impotente de agir contra seu esposo, Hera escondeu os filhos de &lt;b&gt;Lâmia&lt;/b&gt; e a transformou num monstro, metade serpente metade mulher, que teria sua fome saciada somente pela carne de crianças, fazendo-a devorar seus próprios filhos.&lt;br&gt;
Com sua vida desgraçada e amaldiçoada, &lt;b&gt;Lâmia&lt;/b&gt; vagava pelo mundo, incapaz de fechar os olhos e obrigada a roubar e devorar os filhos de outras mães, sendo ainda atormentada por assassinar sua própria prole. Zeus, compadecido pelo terrível destino de sua antiga amante, cedeu-lhe o dom de poder retirar seus olhos temporariamente, único momento no qual o tormento esquecia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&quot;Veria Lâmia, em suas visões, seus filhos devorar, para, no mesmo instante, à vida retornar?&quot; &lt;i&gt;Horácio&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;Notas: Em &lt;i&gt;Lamia and other Poems&lt;/i&gt; - 1820  (&lt;i&gt;Lâmia e outros Poemas&lt;/i&gt;), o poeta inglês &lt;i&gt;John Keats&lt;/i&gt;, com base nas informações que encontrou em &lt;i&gt;Anatomy of Melancholy&lt;/i&gt; - 1600 (&lt;i&gt;Anatomia da Melancolia&lt;/i&gt;), descreve que Lamia também teria a capacidade de transforma-se em uma bela moça para conquistar o amor de um homem.&lt;br&gt;
Em outras versões da mesma lenda, teria sido a própria Hera a assassina dos filhos de Lâmia e, neste caso, a dor de mãe teria transformado esta última num monstro atormentado por vingança e inveja. Ela embriagava-se após retirar os olhos. Em alguns outros contos, Lâmia ainda aparece como sendo esposa de Keto, tendo como filhos principais os monstros marinhos Skylla e Akheilos.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/7972192284721652401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=7972192284721652401&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/7972192284721652401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/7972192284721652401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2009/08/lamia-amante.html' title='Lâmia - A Amante'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/Sogj0ApzH0I/AAAAAAAAIPo/aSEMNpp4P2Q/s72-c/lamia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-2952232372340701220</id><published>2008-07-23T19:49:00.000-07:00</published><updated>2010-02-23T17:31:03.424-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cultura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mundo"/><title type='text'>Lendas Urbanas</title><content type='html'>&lt;p&gt;Atenção! O que você está prestes a ler nas linhas seguintes tem caráter exclusivamente lendário, sendo cultivado apenas por mentes com alta capacidade de imaginação e sem nenhuma prova real. Conheça as &lt;b&gt;Lendas Urbanas&lt;/b&gt;, os contos aterrorizantes que povoam as ruas na calada da noite.&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;As Lendas das Cidades&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Também conhecidas como &lt;b&gt;mitos urbanos&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;lendas contemporâneas&lt;/b&gt;, as &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt; assombram jovens e adultos e servem de advertência para crianças, quando a obediência lhe falta. Originalmente, esses contos era passado no boca a boca, mas com a ajuda da internet, essas lendas das cidades passaram a ser&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLQuN3pI/AAAAAAAAB4s/9We3OBYj2xw/s1600-h/casa.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLQuN3pI/AAAAAAAAB4s/9We3OBYj2xw/s200/casa.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5226406670309908114&quot; title=&quot;A Casa assombrada&quot;/&gt;&lt;/a&gt; espalhadas com uma incrível velocidade.&lt;br&gt;
O grande triunfo dessas pseudo-histórias é a elas nascem em locais conhecidos, o que aumenta as chances de ser aceita pelos curiosos e grupos sociais. Muitas delas são específicas de cada país, mas há algumas que se espalham por todo o mundo.&lt;br&gt;
Como regra dos contos dos povos, a exemplo do &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/folklore-histria-no-escrita-de-um-povo.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;folclore&lt;/a&gt;, as &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt;, especifica de uma localidade, são transferidas para outras regiões, ganhando outros/novos elementos para atender a uma outra crença local.&lt;br&gt;
É certo admitir que alguma &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt; baseiam-se, em parte, em situações ou casos reais, mesmo que de uma forma totalmente distorcida do fato verídico, como exemplo do &lt;u&gt;boa-noite cinderela&lt;/u&gt;. Neste caso podemos perceber que na verdade a lenda ficou na repetição do fato real, o qual - sempre que possível - recebe alguns atributos oportunos.&lt;br&gt;
Um outro fato que podemos notar em algumas &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt; é que elas representam uma maneira de se regrar crianças para que tenham medo de agir daquele forma ou se aproximar de determinados lugares, sendo assim uma história criada e mantida por pais preocupados.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Lendas Urbanas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Algumas lendas tornaram-se muito conhecidas no mundo, muitas delas com passagem até pelo cinema. Conheças algumas das ilustres estrelas-darks do mundo oculto urbano:&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Amo Muito...Mc Donalds:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &amp;nbsp;Muitos já devem ter ouvido falar algo sobre os produtos do Mc Donalds. Alguns dizem que ouviram falar que nos &quot;laboratórios&quot; do Mc Donalds existe um criatório de vacas e/ou galinhas, geneticamente modificadas, sem olhos e patas, que ficam entubadas para apenas ingerirem alimentos e engordarem para serem abatidas. Alguns mais ativistas afirmam que a carne dos hambúrgueres da empresa Mc Donalds é feita de minhoca, mais especificamente no Brasil a espécie é a minhocuçu. (&lt;i&gt;Que bizarro! Vai uma minhoquinha com pão, aí?!&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os mitos da Coca-Cola:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;A fama da empresa Coca-Cola também está recheada de fluídos negativos. Praticamente todo o mundo já olhou torto para uma garrafa de cola-cola ao lembrar dos que dizem que aquele líquido negro é capaz de corroer tubos e encanações, sendo ainda capaz de desmanchar um prego em quatro dias. Muitos ainda afirmam que um de seus ingredientes é a cocaína. (&lt;i&gt;A cola então deve ser do sapateiro.&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Boa-Noite-Cinderela:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Os que contam sempre dizem que aconteceu com alguém que não sabe ao certo o nome mas que viu passar na tv, em algum canal que parecia ser de tv à cabo. Um jovem que é convidado por uma desconhecida para uma baita festa, onde o mesmo é drogado e apaga. Acorda no dia seguinte enfiado em uma banheira cheia de gelo sem algum dos órgãos (rim). (&lt;i&gt;Porquê que não levam tudo logo??&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Olha o Elvis Presley!:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;A frase que reza esta lenda é mundialmente conhecida: &quot;Elvis não morreu!&quot; Alguns chegam até a dizer que o viram em uma ilha. Outros comentam que ele foi abduzido e ganhou imortalidade, vivendo no mundo oculto. (&lt;i&gt;Será que existe bens materiais no mundo oculto??&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cadê o Paul McCartney?:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Afirmam de pé junto que Paul McCartney morreu em 1966 e, desde então, é substituído por um dublê. (&lt;i&gt;Deve ser chatão ter de viver da imagem de outra pessoa por 42 anos, né?!&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Bonecos Assassinos 5:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Os bonecos de crianças no cinema já eram ícone de terror quando começou a surgir lendas nas cidades que afirmavam as suspeitas dos pequenos. Os mais famosos no Brasil são as bonecas da Xuxa e o boneco Fofão. Os crimes relatados as escuras das madrugadas contavam que as bonecas sócias da apresentadora arranhavam e enforcavam as crianças. Já o boneco ícone da Turma do Balão Mágico trazia dentro de si um punhal, uma vela preta e até mesmo um revolver. (&lt;i&gt;Os ritualistas podiam colocar dinheiro também no ebó.&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLl7HhMI/AAAAAAAAB40/gThJctuEEbU/s1600-h/palha%C3%A7o.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLl7HhMI/AAAAAAAAB40/gThJctuEEbU/s200/palha%C3%A7o.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5226406676001162434&quot; title=&quot;Palhaço assassino&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Gangue dos Palhaços:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;A lenda sobre os palhaços não fez diminuir a alegria daqueles que conseguem gostar destes seres interessantemente estranhos. Uma das lendas diz que vez ou outra aparece na frente de escolas uma kombi com alguns palhaços e uma bailarina, os quais atraem as crianças inocentes para, depois de as raptarem, extrair todos os seus órgãos para venda.(&lt;i&gt;Tenha medo!&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Músicas Demo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Vez em quando aparecia alguém falando que quando fulano disse que encontrou mensagens satânicas quando ouviu um disco daquele cantor ao contrário. Falavam mais dos discos da Xuxa, do Roberto Carlos e do grupo Menudo. Mas esse mito enfraqueceu-se pois é hoje em dia se requer de certos meios (programas) para se ouvir qualquer música ao contrário. (&lt;i&gt;Ou seja, quem procura acha.&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Casa Monstro:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Não precisa relatar um dos causos existentes, pois não deve ninguém que nunca tenha ouvido falar que aquela casa da rua de trás era mal-assombrada. Os casos relatados diferem de local e mas todos retomam a investidas noturnas pelas cômodos da casa e relatos de sons e vultos de almas penadas. (&lt;i&gt;Esperto era o garoto que sempre cobrava para que o vissem entrar na temida casa e ficar 1min.&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Homem do Saco:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Já conhecemos este na postagem &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/folklore-histria-no-escrita-de-um-povo.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;FolkLore: A história não escrita de um povo&lt;/a&gt;. Trata-se de um homem idoso que rapta crianças fujonas e desobedientes e as coloca em um sacolão que carrega nas costas. O destinos dos sequestrados era a venda. Podemos ver nitidamente porque as crianças sempre tiveram medo dos idosos e/ou peão quando de interior quando volta do trampo. (&lt;i&gt;Que bizarro!&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Loira do Banheiro:&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLZn6kRI/AAAAAAAAB4k/raaQTy_nfKo/s1600-h/loira_banheiro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLZn6kRI/AAAAAAAAB4k/raaQTy_nfKo/s200/loira_banheiro.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5226406672699396370&quot; title=&quot;A loira do banheiro&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Trata-se da aparição do espírito de uma jovem garota que morreu num banheiro da escola, quando estava a fazer seu hobby preferido: matar aula. Segundo a lenda, o espírito frequenta banheiro de escolas e ajuda a estancar o sangue do nariz de alunos que possuem bolotas de algodão no nariz. Conta-se ainda que ela pode ser invocada ao se pronunciar seu nome por três vezes em frente ao espelho, tudo isso para ela revele a data da morte do invocador. Na verdade, essa lenda é uma modificação da lenda da &lt;u&gt;bruxa do espelho&lt;/u&gt;.(&lt;i&gt;Eu hein?!&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Bruxa do Espelho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Essa lenda é de origem norte-americana. Trata-se da aparição do espírito de uma jovem garota ao se pronunciar o nome &quot;bloody mary&quot; por 13 vezes em frente ao espelho. O espírito, que busca por vingança pelo que lhe aconteceu, mata todos que estiverem no interior do banheiro. (&lt;i&gt;Mexa com quem tá quieto.&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Alligator 3:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Muitos afirmam que os esgotos das cidades são habitados por crocodilos gigantes. (&lt;i&gt;O filme repercutiu mesmo. Essa crença é mais forte nas cidades dos EUA.&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Bela do Taxi:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;A lenda conta que o fantasma de uma garota aparece sempre na data do seu aniversário e pega um taxi, fazendo um longo percurso pela cidade e de pois desaparece. Uma outra versão conta que o espírito de uma jovem aparece todo ano na data e local onde a mesma morreu, ficando a advertir motoristas do acidente que ocorreu com ela. (&lt;i&gt;Será que é a namorada do Gasparzinho?&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não coma isso!!:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Vamos lá. Coisas que você não pode fazer se não quiser ter um piripaque e bater a caçuleta, conforme as &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt;: comer manga com leite; beber café depois tomar refrigerante; comer manga depois de feijoada; tomar banho depois de almoçar; comer feijão depois de ingerir jaca; comer jaca com manga; comer banana devez (fase entre verde e pouco madura); comer banana depois ir dormir. (&lt;i&gt;E a salada de fruta como sobremesa depois da feijoada, pode??&lt;/i&gt;)
&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:120%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Miscelânea:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;Eis algumas lendas não muito difundidas, mas muito interessantes: A caneta bic é um item alienígena; Matar formigas causa diarréia; Se um pombo comer milho de pipoca ele morre pois o calor interno em seu estomago provoca a explosão do milho; Quebrar espelho dá 7 anos de azar; Se puserem pimenta no anus de um passarinho ele voa e explode; Arrancar cabelo branco faz nascer vários outros no local; Existe um monstro eterno no lago Ness; Abrir uma porta/janela e receber o &quot;primeiro&quot; vento, considerado vento mal, faz a pessoa ficar deformada; Matar sapos faz chover; O porco-espinho pode atirar seus espinhos a longas distâncias. (&lt;i&gt;Bem que eu desconfiava...&lt;/i&gt;)
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;p&gt;Entre os sites existentes na web que falam sobre as &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt;, há um que vale o clique. Ele chama-se &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.mrmalas.com/lendas/&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;Mr. Malas&lt;/a&gt;. Os caras fizeram... ou melhor, o site é feito por você leitor, através de uploads de novos causos. Já somam mais de 600 &lt;b&gt;lendas urbanas&lt;/b&gt; na lista do site.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;
&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/2952232372340701220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=2952232372340701220&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/2952232372340701220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/2952232372340701220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/07/lendas-urbanas.html' title='Lendas Urbanas'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SIftLQuN3pI/AAAAAAAAB4s/9We3OBYj2xw/s72-c/casa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-5824710709159416512</id><published>2008-05-31T16:41:00.000-07:00</published><updated>2010-02-23T17:33:03.782-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Disney"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><title type='text'>Sasquatch na Disney - Expedition Everest</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWK_ImZEI/AAAAAAAAA84/kTN_T8FQ_Tc/s1600-h/ExpeditionEverestL.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWK_ImZEI/AAAAAAAAA84/kTN_T8FQ_Tc/s200/ExpeditionEverestL.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5206678128451544130&quot; title=&quot;Logo do Expedition Everest&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;Chamem como queiram. &lt;i&gt;Yeti, Sasquash, Pé-grande, Abominável Homens-das-Neves, METI, Bonmanche, Jo-bran, Dzu-teh, Demônio da Kanchanjunga, Mirka, Wylie, Migoi, Homem Selvagem&lt;/i&gt;. O fato é que este ser existe. E a &lt;a href=&quot;http://luishora.blogspot.com/2008/05/disney-magia-dos-parques-temticos_29.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;Disney&lt;/a&gt; tem um. Saiba mais sobre o Grande Monstro que habita as montanhas do &lt;a href=&quot;http://faunashouse.blogspot.com/2008/05/animal-kingdom.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;Disney&#39;s Animal Kingdom.&lt;/p&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;→ Conheça o site do &lt;u&gt;Expedition Everest&lt;/u&gt; &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://disneyworld.disney.go.com/wdwi/pt_BR/parks/attractionDetail?id=ExpeditionEverestAttractionPage&quot; title=&quot;Site oficial&quot;&gt;Brasil&lt;/a&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://disneyworld.disney.go.com/wdw/parks/attractionDetail?id=ExpeditionEverestPage&amp;bhcp=1&quot; title=&quot;Site oficial&quot;&gt;EUA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Yeti - A Lenda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Como acontece com todas as lendas que existem, sua grande parte constituída deriva de&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWIxiDTUI/AAAAAAAAA8Y/2IPkZwrGWvM/s1600-h/blury_scary_yeti.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWIxiDTUI/AAAAAAAAA8Y/2IPkZwrGWvM/s200/blury_scary_yeti.png&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5206678090440461634&quot; title=&quot;Yeti&quot;/&gt;&lt;/a&gt; boatos e confusões. Eu na verdade já comentei sobre esta lenda na postagem &lt;a href=&quot;http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/folklore-histria-no-escrita-de-um-povo.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;FolckLore&lt;/a&gt;, sendo vista sua versão abrasileirada conhecida como &lt;i&gt;Gorgajala&lt;/i&gt;, o que corresponde ao &lt;i&gt;Mapinguari&lt;/i&gt; (este que mais parece um curupira) para os Amazonenses, mas que também encontram características no &lt;i&gt;Labatut&lt;/i&gt; (exceto pelo de porco-expinho e único olho na testa).&lt;br&gt;
Verdade ou mentira, o governo do Nepal declarou, oficialmente, em 1961 que o &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt; existe.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Pensemos da seguinte forma: O que é um &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt;? Segundo a lenda, o &lt;i&gt;yeh-teh&lt;/i&gt; (termo tibetano do qual deriva o yeti ocidental) é uma criatura que vive no Himalaia, descendente de um rei macaco que casou-se com uma ogra. Algumas pessoas dizem que ele é &quot;parente&quot; do &lt;i&gt;Pé-grande&lt;/i&gt; (bigfoot), a famosa criatura misteriosa que vive nos EUA.&lt;br&gt;
Mas voltando a questão, um &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt; seria uma criatura com tamanho maior que um ser humano comum; que é ainda bastante cabeluda; e que (grande detalhe) não ataca o ser humano (visto que esta lenda deriva do legendário indígena).&lt;br&gt;&lt;br&gt;
Historicamente, temos:&lt;br&gt;
► Em 1986, um explorador chamado &lt;i&gt;Anthony Wooldridge&lt;/i&gt; alegou ter visto um &lt;b&gt;yeti&lt;/b&gt;, nas montanhas localizadas no norte da Índia, mas depois voltou atrás, alegando ter se enganado com um monte de neve.&lt;br&gt;
► Cientistas desconhecem criatura mas explica que uma das hipóteses para a existência da criatura conhecida como &lt;i&gt;Mapinguari&lt;/i&gt;, sugerida pelo paleontólogo argentino Florentino Ameghino no fim do século XIX, seria o fato da sobrevivência de algumas preguiças gigantes (Pleistoceno, 12 mil anos atrás) no interior da Floresta Amazônica.&lt;br&gt;
► &lt;i&gt;&quot;Nós sabemos que essas espécies extintas podem sobreviver como lendas por centenas de anos. Mas, quanto a saber se o animal ainda existe ou não, é uma outra questão, que nós não podemos responder ainda.&quot;&lt;/i&gt;, disse David Oren, ex-diretor de pesquisa no Instituto Goeldi (Belém), em entrevista no site do &lt;u&gt;terra&lt;/u&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;→ Leia mais sobre o majestoso &lt;u&gt;Expedition Everest&lt;/u&gt; no site da &lt;u&gt;The Science Channel&lt;/u&gt; &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://science.discovery.com/convergence/everest/everest.html&quot; title=&quot;Site oficial&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Fuga Do Everest&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Inaugurada no dia 7 de Abril de 2006, no parque temático Animal Kingdom, o Expedition&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWJYUI7uI/AAAAAAAAA8g/MYWEiuNUy6s/s1600-h/everest_lg.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWJYUI7uI/AAAAAAAAA8g/MYWEiuNUy6s/s200/everest_lg.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5206678100851093218&quot; title=&quot;Expedition Everest&quot;/&gt;&lt;/a&gt; Everest simula uma fuga desesperada, em uma montanha-russa, de um grupo de visitantes (vocês) que - como o nome diz - foram fazer uma expedição na remota aldeia &lt;i&gt;Serka Zong&lt;/i&gt;, localizada no fictício reino de &lt;i&gt;Anandapur&lt;/i&gt;, aos pés do Himalaia (parte norte da Índia). O que estes visitantes não sabiam é que o atalho que os mesmos decidiram utilizar, chamado de &lt;i&gt;&quot;montanha proibida&lt;/i&gt;, era vigiado pelo gigantesco &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt;, um imenso &lt;u&gt;Audio-Animatronics&lt;/u&gt; criado pelo grupo da Disney.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

A montanha artificial da &lt;u&gt;Expedition Everest&lt;/u&gt; é a mais alta, até hoje, de todo o &lt;a href=&quot;http://luishora.blogspot.com/2008/05/disney-magia-dos-parques-temticos_29.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;mundo Disney&lt;/a&gt;. Ela é ainda considerada a 18ª maior montanha temática e, caso fosse real seria, a 4ª mais alta cúpula da Flórida, com 98m acima do nível do mar.&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWJ2Y6KyI/AAAAAAAAA8o/_5p-YBq45cw/s1600-h/Expedition_Everest.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWJ2Y6KyI/AAAAAAAAA8o/_5p-YBq45cw/s200/Expedition_Everest.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5206678108924160802&quot; title=&quot;Expedition Everest&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Já o impressionante &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt; mede 6,7m de altura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;&quot;O Parque &lt;a href=&quot;http://faunashouse.blogspot.com/2008/05/animal-kingdom.html&quot;&gt;Disney&#39;s Animal Kingdom&lt;/a&gt; é o lar de uma nova aventura colossal, o &lt;u&gt;Expedition Everest&lt;/u&gt;! Esta viagem emocionante através do traiçoeiro Himalaia apresenta curvas fechadas, alta velocidade e uma queda emocionante de 24 metros. Mas é o guardião da montanha, o misterioso &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt;, espreitando todos os visitantes que ousam entrar em seus domínios, que realmente torna esta aventura inesquecível!&quot;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;&quot;Entre neste terreno alto e traiçoeiro da &lt;i&gt;Montanha Proibida&lt;/i&gt; nesta aventura em um trem em alta velocidade e de grande altitude! Uma curva fechada vira você em direção ao pico e, então, quando você pensa que não poderia haver mais emoção - você voltar de costas! A montanha é cheia de surpresas. Tome cuidado com a fera raivosa que cuida de seus domínios... o &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt;!&quot;&lt;/i&gt;
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWKrBaM1I/AAAAAAAAA8w/gIkSkxnF3ho/s1600-h/EE.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWKrBaM1I/AAAAAAAAA8w/gIkSkxnF3ho/s200/EE.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5206678123052675922&quot; title=&quot;Expedition Everest&quot;/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;→ Programe sua ida para o &lt;b&gt;Expedition Everest&lt;/b&gt; &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://disneyworld.disney.go.com/wdwi/pt_BR/tickets/ticketRecommendations?id=TicketRecommendationsPage&quot; title=&quot;Site oficial&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Curiosidades&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
► O nome &lt;b&gt;Yeti&lt;/b&gt;, originalmente falando, quer dizer aquele que suporta a rocha. Entenda como uma espécie de alicerce - nesta linha de raciocínio, podem comparar o yeti com um dos querubins, os quais sustentam os quatro cantos do mundo, no pensamento cristão -.&lt;br&gt;
► Em 9 de abril de 2006, o canal &lt;u&gt;Travel Channel&lt;/u&gt; iniciou um programa intitulado &lt;i&gt;Expedition Everest: Journey to Sacred Lands - (Expedition Everest: Jornada à Terra Sagrada&lt;/i&gt;) sobre, para coincidir com a inauguração da montanha-russa da &lt;a href=&quot;http://luishora.blogspot.com/2008/05/disney-magia-dos-parques-temticos_29.html&quot;&gt;Disney&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt; &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/5824710709159416512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=5824710709159416512&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/5824710709159416512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/5824710709159416512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/05/sasquatch-na-disney-expedition-everest_31.html' title='Sasquatch na Disney - Expedition Everest'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SEHWK_ImZEI/AAAAAAAAA84/kTN_T8FQ_Tc/s72-c/ExpeditionEverestL.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-100621982112749947</id><published>2008-05-17T18:37:00.001-07:00</published><updated>2010-02-23T17:39:42.744-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crença"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="folclore"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><title type='text'>Masco - Objetos Da Sorte</title><content type='html'>&lt;p&gt;A sociedade, desde suas origens, sempre temeu que algo acontecesse de errado em suas obras. A partir desta temeridade, somada ao instável acaso ou coincidência, surgiu eventos - e situações - ou acontecimentos externos que, por associação, ocasionavam tais erros. Quer seja por &lt;b&gt;azar, acaso, urucubaca, má sorte&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;superstição&lt;/b&gt;, o fato foi que também surgiu elementos que evitam tais infelicidades. A partir desta linha de raciocínio, gerou-se a crença popular de que determinados objetos podiam evitar surpresas desagradáveis, grandes prejuízos, catástrofes ou perdas desagradáveis. Conheça os &lt;b&gt;mascos&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Amuletos e Talimãs&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-Gwu4-R6I/AAAAAAAAA5g/seUbfLR1y3o/s1600-h/amuleto.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-Gwu4-R6I/AAAAAAAAA5g/seUbfLR1y3o/s320/amuleto.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5201524266415048610&quot; title=&quot;Amuletos&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
Conhecemos bem o termo &lt;u&gt;mascotes&lt;/u&gt;, ele deriva do termo &lt;a title=&quot;Denominação para um antigo condado francês, que hoje é parte da Provença-Alpes-Côte d&#39;Azur&quot;&gt;provençal&lt;/a&gt; &lt;u&gt;masco&lt;/u&gt;, que significa &lt;i&gt;feiticeiro&lt;/i&gt;. E os mascotes, como sabemos - entre times de jogos, viajantes, soldados e amantes -, trazem boa sorte para quem os usam.&lt;br&gt;
Havia dois tipos de &lt;b&gt;mascos&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
&lt;li&gt;► Talimãs: Do grego &lt;u&gt;telesma&lt;/u&gt;, que quer dizer &lt;i&gt;mistério&lt;/i&gt;, eram considerados capazes de atrair a sorte.&lt;br&gt;
&lt;li&gt;► Amuletos: Serviam como escudos contra o mau-olhado. O termo deriva do latim &lt;u&gt;amuletum&lt;/u&gt;, sinônimo coloquial de &lt;i&gt;ciclâmen&lt;/i&gt; - uma planta que se dizia proteger do veneno. Na Europa medieval, o mau-olhado era acusado de várias desgraças.&lt;/li&gt;&lt;br&gt;

Também conhecidos como &lt;b&gt;patuás&lt;/b&gt; - termo este muito bastante difundido no candomblé aqui no Brasil -, os &lt;b&gt;amuletos&lt;/b&gt; potenciais incluem: pedras preciosas ou pedras simples, estátuas, moedas, desenhos, pingentes, anéis, plantas, animais, corais, ferraduras e etc; Até mesmo expressões para repelir o mau ou má sorte, como por exemplo: &lt;u&gt;vade retro satana&lt;/u&gt; (latim) - que significa &lt;i&gt;&quot;volte, Satanás!&quot;&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Os mascos são comuns em todas as sociedades; o que varia na verdade são os objetos e símbolos escolhidos. Na China, espalhar moedas no chão e arroz atrai dinheiro e fortunas. Para os antigos Escadinavos, as runas protegiam contra o mal e contra a feitiçaria. Na Europa ocidental, acreditavam que o alho matinha as pessoas livres de vampiros. Para os Celtas, o trevo de quatro folhas simboliza boa sorte. Nos países Árabes, uma mão com um olho no meio serve como proteção contra o mal. Na Índia e no Tirol, pequenos sinos espantam demônios ao badalar.&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-Gw-4-R7I/AAAAAAAAA5o/IEaa0mkO8Eo/s1600-h/amuleto_uriel.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-Gw-4-R7I/AAAAAAAAA5o/IEaa0mkO8Eo/s320/amuleto_uriel.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5201524270710015922&quot; title=&quot;Pentagrama&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Desde a Idade Média na cultura ocidental pentagramas tiveram uma reputação como amuletos de proteção contra o mal, a inveja, infelicidade e etc.; para atrair dinheiro, amor e etc.;&lt;br&gt;
Todo símbolo zodiacal corresponde a uma jóia que atua como amuleto.&lt;br&gt;

Tais símbolos podem ter significados adversos. Como por exemplo o gato que no antigo Egito era venerado como animal sagrado. Mas já na Europa medieval acreditava-se que as bruxas poderiam aparecer sob a forma de gato.&lt;br&gt;
Conclue-se que, o fato de um símbolo poder ser interpretado de maneira contraditória sugere que muito provavelmente não é o &lt;b&gt;talismã&lt;/b&gt; que exerce o poder, mas sim a crença de quem o usa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Um outro fato é que, ao longo do tempo, estes símbolos pode mudar e até ganhar conotações opostas. Um grande exemplo disso é a &lt;i&gt;&lt;b&gt;suástica&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Há quem não saiba, por causa do nazismo, que a suástica seja um símbolo que representa &lt;i&gt;&quot;boa sorte&quot;&lt;/i&gt; para muitos povos. Também conhecida como &lt;i&gt;&lt;b&gt;cruz gemada&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, ela é um símbolo místico encontrado em muitas culturas, de tempo diferentes, como os índios Hopi, Astecas, Celtas, Budistas, Gregos e Hindus.&lt;br&gt;
A que &lt;i&gt;Adolf Hitler&lt;/i&gt; utilizou foi a Budista, que significa &lt;i&gt;&quot;bons ventos&quot;&lt;/i&gt;, transformando o símbolo em algo repugnado pelo mundo inteiro.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Proteja-se Com A Religião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Na Antiguidade e da Idade Média, a maioria dos judeus, cristãos e muçulmanos no Oriente acreditava no poder de cura e de proteção dos &lt;b&gt;amuletos&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;talismãs&lt;/b&gt;. Os &lt;b&gt;talismãs&lt;/b&gt; utilizadas por esses povos podem ser divididos em três categorias principais:
&lt;li&gt;→ Os primeiros são os tipos transportados ou usados sobre o corpo.
&lt;li&gt;→ A segunda versão de um &lt;b&gt;talismã&lt;/b&gt; é aquele se pendura no/ou acima do leito de uma pessoa enferma.&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-GxO4-R8I/AAAAAAAAA5w/6vpfILk-wi0/s1600-h/amuletos.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-GxO4-R8I/AAAAAAAAA5w/6vpfILk-wi0/s320/amuletos.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5201524275004983234&quot; title=&quot;Talismãs&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;→ A última classificação de &lt;b&gt;talismã&lt;/b&gt; é aquela com qualidades medicinais. Esta última categoria de item mágico pode ser dividido em externo e interno.&lt;/li&gt;&lt;br&gt;

Enquanto para os cristãos temos a &lt;i&gt;cruz&lt;/i&gt; (e crucifixo), para os Egípcios temos o &lt;i&gt;olho de Horus&lt;/i&gt;, para os Budistas temos as imagens de Buda, para os Judeus temos o &lt;i&gt;talit&lt;/i&gt;, para os Candomblezeros temos os patuás, para os Demonologistas temos as &lt;i&gt;cruz invertida&lt;/i&gt;, entre tantos outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Os &lt;b&gt;talimãs&lt;/b&gt; também podem ser utilizados como sinal de código de uma crença particular. O peixe, por exemplo, é um símbolo de Cristo, usado pelos cristãos como senha quando eram perseguidos pelos romanos.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Curiosidades:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
• Na Tailândia, quase todas as lojas são ornamentadas com um pênis de madeira, símbolo de fertilidade e riqueza. Os falos podem ser encontrados também em templos, alguns medindo mais de 2m de comprimento.&lt;br&gt;
• No Paquistão, não se deve varrer ou limpar o chão depois do pôr-do-sol, pois corre-se o risco de atrair azar para toda a vida.&lt;br&gt;
• No Japão, para arranjar namorados as moças devem escrever o nome do pretendente no braço esquerdo e depois cobrí-lo com um pedaço de esparadrapo por 3 dias. Acreditam que após uma semana o sujeito cai de amores pela garota.&lt;br&gt;
• Na China, o número que dá sorte é o 8. A sua metade, o número 4, é justamente o que traz azar. Por isso, edifício na China não possuem o 4° andar, linha de operadoras terminados com 4 são vendidos por um valor quase de graça, entre outra coisas. No ocidente, temos o número 13 que possuem os dois valores: sorte e azar. Muito provavelmente, a crença com este número originou-se dos mitos nórdigos, como o de Loki, espírito maligno que apareceu sem ser chamado em um banquete celestial para 12 convidados.&lt;br&gt;
• A figa, tão divulgada e utilizada hoje em dia originou-se na Grécia antiga. Lá, este amuleto era muito comum, principalmente para as mulheres, por ser considerado um símbolo de fertilidade. O polegar entre os dedos representaria o órgão masculino penetrando no feminino. Com o tempo, a figa também passou a ser usada contra o mau-olhado.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/100621982112749947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=100621982112749947&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/100621982112749947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/100621982112749947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/05/masco-objetos-da-sorte.html' title='Masco - Objetos Da Sorte'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SC-Gwu4-R6I/AAAAAAAAA5g/seUbfLR1y3o/s72-c/amuleto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-8672173552463531570</id><published>2008-04-19T19:59:00.000-07:00</published><updated>2010-02-23T17:44:08.041-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><title type='text'>Alquimia - A Busca Pela Imortalidade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;Alquimia&lt;/b&gt; &lt;i&gt;f. Química primitiva, praticada especialmente durante a Idade Média. Além de uma técnica de carácter experimental, a &lt;b&gt;alquimia&lt;/b&gt; constituía também um corpo de doutrinas esotéricas que visavam à transformação interior.&lt;/i&gt;&lt;br&gt;
Saiba como prolongar infinitamente sua vida e, de quebra, aprenda a transformar metais em ouro.&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Pedra Filosofal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Uma das maiores preocupações dos &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; foi a obtenção da &lt;u&gt;pedra&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy79b03EI/AAAAAAAAAjg/AOaRPhm6vXo/s1600-h/amcl107.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy79b03EI/AAAAAAAAAjg/AOaRPhm6vXo/s200/amcl107.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5191158263671217218&quot; title=&quot;Giovanni Battista Diana Paleologo&quot;/&gt;&lt;/a&gt; filosofal&lt;/u&gt;  que lhes permitiria transformar os metais em ouro, considerado o &quot;rei dos metais&quot;; este mesmo agente em sua forma líquida, seria a &lt;u&gt;panacéia&lt;/u&gt;, remédio infalível contra todas as doenças, e o &lt;u&gt;elixir da juventude&lt;/u&gt;, ou ainda conhecida como &quot;quitessência&quot;, capaz de prolongar infinitamente a vida.&lt;br&gt;
Toda essa história de transformar metal em ouro partiu de uma antiga idéia que diz que tudo é formado por poções de apenas 4 substâncias: &lt;u&gt;terra&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;água&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;ar&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;fogo&lt;/u&gt;. Os &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; acreditam - ou pelo menos acreditavam - que ajustando as proporções de determinado metal, como o chumbo, poderia-se transformá-lo em ouro. Essa transformação somente seria possível com a adição de uma porção da &lt;u&gt;pedra filosofal&lt;/u&gt;, uma substância secreta, junto a experiência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;i&gt;&quot;Ascende com a maior sagacidade da Terra ao Céu, e depois desce novamente à Terra, e une o poder das coisas superiores ao das coisas inferiores...&quot;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Esse trecho pode até parecer parte de um poema ou coisa parecida, mas na verdade foi extraído de um livro de &lt;b&gt;alquimista&lt;/b&gt; e descreve justamente a ação da &lt;u&gt;pedra filosofal&lt;/u&gt;. Esta substância que, agindo em humanos, daria perfeição a alma, o que justifica a crença de que se teria o poder da imortalidade do corpo. Mas a palavra &quot;imortalidade&quot; foi na verdade uma deformidade da idéia dos &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt;, pois eles acreditavam que o corpo humano somente manteria-se em boas condições durante o tempo determinado por Deus.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Uma última experiência de &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; com o intuito de tornar um ser humano imortal ocorreu em 1783, em Londres, com &lt;i&gt;James Price&lt;/i&gt;, um dos membros da &lt;i&gt;Real Sociedade de Londres&lt;/i&gt;. Tal experiência terminou em tragédia pois &lt;i&gt;Price&lt;/i&gt;, tentando repetir seu último êxito, acabou ingerindo ácido prússico e morrendo na frente de seus colegas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Até hoje, os &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; nunca encontraram a &lt;u&gt;pedra filosofal&lt;/u&gt;.

&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Gênios, Magos, Demônios e Ouro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;

Patrocinados por muitos reis e príncipes da Europa, este gênios, muitas vezes considerados como &lt;u&gt;filósofos da natureza&lt;/u&gt;, contribuíram para vários campos da&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy7tb03DI/AAAAAAAAAjY/AjfGBUt5A74/s1600-h/amcl200.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy7tb03DI/AAAAAAAAAjY/AjfGBUt5A74/s200/amcl200.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5191158259376249906&quot; title=&quot;C Gesner, The Practice of the New and Old Physicke&quot;/&gt;&lt;/a&gt; sociedade, como mineração, metalurgia e medicina. Suas técnicas ainda são a base da química moderna e suas criações, como instrumentos de laboratório e procedimentos químicos, estão presentes em nosso meio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Mas nem só de fama viveram os &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt;. Os mesmo foram caçados pela Igreja, no final da Idade Média. Na verdade a Igreja temia que tais &quot;filósofos&quot; suscitassem no povo a prática de cultos satânicos. Segue abaixo um trecho de uma manual para inquisidores, que cita a &lt;b&gt;alquimia&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
&lt;i&gt;&quot;...um dos sinais pelos quais os ímpios podem ser reconhecidos é o fato de alguns deles se dedicarem à alquimia... Pois muitos alquimistas quase sempre... invocam os demônios. Quando percebem que não alcançam seus objetivos, eles buscam a ajuda dos demônios; imploram, pedem, suplicam e, publicamente ou em segredo, oferecem-lhes sacrifícios&quot;.&lt;/i&gt; Texto extraído de um manual para inquisidores, datado do século XIV. (&lt;i&gt;Os Últimos Mistérios do Mundo&lt;/i&gt; - Reader&#39;s Digest - RJ, 2003)&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Talvez dessa versão tenha surgido a imagem do &lt;b&gt;alquimista&lt;/b&gt; como um personagem demoníaco. Mas o fato é que, como as bases da &lt;b&gt;alquimia&lt;/b&gt; veio de antigas civilizações que cultuavam o Deus &lt;i&gt;Thoth&lt;/i&gt; (para os egípcios e &lt;i&gt;Hermes Trismegisto&lt;/i&gt; para os gregos), alicerçada pela &lt;i&gt;&quot;filosofia natural&quot;&lt;/i&gt; - que entre suas regras, dizia que haviam certas substâncias inertes dotadas de uma certa forma de vida que poderia ser ativa através de textos mágicos -, foi fácil atribuir aos &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; uma imagem sobrenatural. Então, como podemos perceber, a Igreja era contra a magia e cultos pagãos, e não contra a &lt;b&gt;alquimia&lt;/b&gt;. Tal fato pode ser comprovado com a existência de monges e sacerdotes que estudavam e praticavam a &lt;b&gt;alquimia&lt;/b&gt;, como o monge dominicano &lt;i&gt;Alberto Magno&lt;/i&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d0/AlbertusMagnus.jpg&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=285, height=300, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.freewebtown.com/lp3hora/Fotos/cam3.jpg&quot; width=&quot;18&quot; height=&quot;18&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt; e o frade &lt;i&gt;Tomás de Aquino&lt;/i&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6c/Saint_Thomas_Aquinas.jpg&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=235, height=325, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.freewebtown.com/lp3hora/Fotos/cam3.jpg&quot; width=&quot;18&quot; height=&quot;18&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy8Nb03HI/AAAAAAAAAj4/LVRJmR2VRhQ/s1600-h/amcl208.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy8Nb03HI/AAAAAAAAAj4/LVRJmR2VRhQ/s200/amcl208.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5191158267966184562&quot; title=&quot;Fictuld, Herman. Azoth et Ignis&quot;/&gt;&lt;/a&gt;

Mas havia ainda mais um objetivo para os alquimistas. Era chamado de &lt;u&gt;homunculus&lt;/u&gt;, termo que &lt;i&gt;pequeno homem&lt;/i&gt;, em latim. Era na verdade o homem criado a partir de materiais inanimados, ou, o &lt;i&gt;homem artificial&lt;/i&gt;. Dois foram os &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; que ficaram famosos por experiências nesse sentido. Seus nomes são &lt;i&gt;Paracelsus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Johanned Konrad Dippel&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Conheça o &lt;i&gt;juramento dos alquimistas&lt;/i&gt;:&lt;br&gt;
&lt;i&gt;Eu te faço jurar pelos céus, pela terra, pela luz e pelas trevas;&lt;br&gt;
Eu te faço jurar pelo fogo, pelo ar, pela terra e pela água;&lt;br&gt;
Eu te faço jurar pelo mais alto dos céus, pelas profundezas da terra e pelo abismo do tártaro;&lt;br&gt;
Eu te faço jurar por Mercúrio e por Anúbis, pelo rugido do dragão Kerkorubos e pelo latido do cão de três cabeças, Cérbero, guardião do inferno;&lt;br&gt;
Eu te conjuro pelas três Parcas, pelas três fúrias e pela espada a não revelar a pessoa alguma nossas teorias e técnicas.&lt;/i&gt;
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;/br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sites&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;li&gt;♦ &lt;a href=&quot;http://www.revistaazogue.com/&quot;&gt;Revista Azoque&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;♦ &lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/jack/alquimia&quot;&gt;Coletânea de textos e tratados Alquímicos&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;♦ &lt;a href=&quot;http://www.levity.com/alchemy/index.html&quot;&gt;The Alchemy&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;♦ &lt;a href=&quot;http://www.al-kemi.org/&quot;&gt;The al-kemi&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;♦ &lt;a href=&quot;http://www.ambix.org/&quot;&gt;Society for History of Alchemy and Chemistry&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;♦ &lt;a href=&quot;http://www.alchemylab.com/journal.htm&quot;&gt;Alchemy Journal&lt;/a&gt;
&lt;/li&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Curiosidades&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;li&gt;• Segundo a crença dos &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt;, a imortalidade cedida pela pedra filosofal tornaria-o numa hermafrodita.&lt;br&gt;
&lt;li&gt;• O termo &lt;u&gt;banho-maria&lt;/u&gt;, muito conhecido por muitas pessoas que dominam o fogão, veio da &lt;b&gt;alquimia&lt;/b&gt;. Sua criadora foi &lt;i&gt;Maria, a Judia&lt;/i&gt; (séc. I), uma &lt;b&gt;alquimista&lt;/b&gt; muito famosa, a qual desenvolveu um diferente processo de aquecimento.&lt;br&gt;
&lt;li&gt;• Dentre as descobertas e produção dos &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; estão o vinagre, o fósforo e o uso da pólvora e porcelana.&lt;br&gt;
&lt;li&gt;• Os &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt; utilizavam uma linguagem cifrada para proteger seus escritos de mal-feitores. Chegaram a criar certos símbolos secretos para escrever suas &quot;receitas&quot; de vida.&lt;br&gt;
&lt;li&gt;• A transmutação de matais, tão almejada pelos &lt;b&gt;alquimistas&lt;/b&gt;, tornou-se possível com a fissão e fusão nuclear.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;• &lt;i&gt;Nicolas Flamel&lt;/i&gt; foi um alquimista parisiense que tornou-se muito famoso por doações de edifícios que fez à Igreja. Alegam que ele produzia ouro &quot;falso&quot;. Daí teria surgido o mito do &lt;i&gt;&quot;ouro parisiense&quot;&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/8672173552463531570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=8672173552463531570&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/8672173552463531570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/8672173552463531570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/04/alquimia-busca-pela-imortalidade.html' title='Alquimia - A Busca Pela Imortalidade'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/SAqy79b03EI/AAAAAAAAAjg/AOaRPhm6vXo/s72-c/amcl107.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-1228894435028279721</id><published>2008-03-19T11:08:00.000-07:00</published><updated>2010-02-23T17:47:24.377-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="china"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><title type='text'>陰陽 - A Filosofia Do Yin Yang</title><content type='html'>&lt;p&gt;A essência do pensamento chinês. Tudo tem um pouco de &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt;, duas forças opostas que se complementam, formando um círculo. Um não existe sem o outro.&lt;br&gt;
O conceito de &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt; (ou &lt;i&gt;terra e céu&lt;/i&gt;) descreve dois opostos e, ao mesmo tempo, complementares (completando) aspectos de um mesmo fenômeno (objeto ou processo) ou qualquer comparação dos dois fenômenos. Eles são padrões universais de qualidade na base dos sistemas de correspondência visto na maioria dos ramos da ciência e da filosofia clássica chinesa, a tradicional medicina chinesa que é um exemplo.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Teoria do Taiji&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Conforme a filosofia Taoísta, o Taiji (太極) é um estado de ser de Tao e Wuji. Ele é um estado de absoluto, e da potência infinita. Em &lt;i&gt;Tao Te Ching&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt; manifestou como &lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-GJY7Wgw2I/AAAAAAAAAbY/yllBvwTnCGM/s1600-h/Yin+and+Yang.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-GJY7Wgw2I/AAAAAAAAAbY/yllBvwTnCGM/s320/Yin+and+Yang.png&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5179572107794760546&quot; title=&quot;TaijiTu (太極圖)&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Um, que é &lt;i&gt;Taiji&lt;/i&gt;. Em um livro de orientação Taoísta, o mesmo verso fala que de &lt;i&gt;Tao&lt;/i&gt; veio &lt;i&gt;Taiji&lt;/i&gt;, que então se partem em yin e yang ou Dois Aspectos, &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt; que fende-se nos &lt;i&gt;Quatro Reinos&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Wu xing&lt;/i&gt;, os &lt;i&gt;Cinco Elementos&lt;/i&gt;, e daí o mundo foi criado.&lt;br&gt;
O &lt;i&gt;Taiji&lt;/i&gt; foi um estado no qual o mundo ficou inteligível antes da criação.&lt;br&gt;
Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Yang&lt;/b&gt;, também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.&lt;br&gt;
Essas qualidades deles são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenomênico. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação. Dessa forma, referir-se a &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt; como negativo apenas indica que ele é negativo quando comparado com &lt;b&gt;Yang&lt;/b&gt;, que será positivo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a prótons e elétrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.&lt;br&gt;
Um outro detalhe é que o &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt; também influenciam no &lt;a href=&quot;http://faunashouse.blogspot.com/2008/03/shengxiao-os-12-animais-do-zodaco-chins.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;zodíaco chinês&lt;/a&gt;, alterando o perfil de cada pessoa.&lt;br&gt;

O taijitu, o diagrama do &lt;i&gt;Taiji&lt;/i&gt;, representa uma compreensão chinesa antiga de como as coisas trabalham. O círculo exterior representa o conjunto de fenômenos perceptíveis, enquanto as formas pretas e brancas dentro do círculo representam a interação de dois princípios ou aspectos, chamados &lt;i&gt;&quot;yin&quot;&lt;/i&gt; (preto) e &lt;i&gt;&quot;yang&quot;&lt;/i&gt; (branco), que causam que os fenômenos apareçam do seu modo peculiar. Cada um deles contém um elemento ou a semente do outro, e eles não podem existir sem um a outro. A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt; quanto o &lt;b&gt;Yang&lt;/b&gt;: o &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt; dá origem ao &lt;b&gt;Yang&lt;/b&gt; e o &lt;b&gt;Yang&lt;/b&gt; dá origem ao &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;
Esse diagrama apresenta uma disposição simétrica do &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; sombrio e do &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt; claro. A simetria, contudo não é estática. É uma simetria rotacional que sugere, de forma eloqüente, um continuo movimento cíclico. Os dois pontos do diagrama simbolizam a idéia de que toda vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente de seu oposto.&lt;br&gt;
Há outros caminhos que as escolas chinesas utilizam para representar, graficamente, os princípios de &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt;, um exemplo mais antigo é as linhas sólidas e divididas do &lt;i&gt;I Ching&lt;/i&gt; (ou Livro das mutações), que mostra, através dos hexagramas que o compõe, uma aplicação do princípio &lt;b&gt;yin-yang&lt;/b&gt; à percepção dos ciclos de mutação da natureza, discutindo como o ser humano pode se integrar a ela de uma forma melhor.&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Duelismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
* Yin (阴ou阴&quot;lugar sombreado, encosta norte, declive ao sul (rio); nublado&quot;; japonês: dentro ou fora; coreano: 음, vietnamita: âm) qualidades são caracterizados como passiva, escuro, &lt;a href=&quot;http://luishora.blogspot.com/2008/03/mei-mei-as-beldades-da-china.html&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;feminino&lt;/a&gt;, negativo, cores escuras, má procura, o doce, demorado e corresponde à noite.&lt;br&gt;
* Yang (阳ou阳&quot;lugar ensolarado, encosta sul, declive ao norte (rio), sol&quot;; japonês: yō; coreano: 양, vietnamita: dương) qualidades são caracterizados como activa, a luz, masculino, positivo, cores brilhantes, para cima, procurando, boa procura, o salgado, produzindo e corresponde ao diurno.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

As quatro Leis do &lt;b&gt;Yin-yang&lt;/b&gt;:&lt;br&gt;
1- Yin-yang são opostos.&lt;br&gt;
2- Yin-yang estão mutuamente ligados.&lt;br&gt;
3- Yin-yang transformam-se mutuamente.&lt;br&gt;
4- Yin-yang encerram e mínguam, mutuamente. &lt;br&gt;&lt;br&gt;

Desde os primeiros tempos, os dois pólos arquetípicos da natureza foram representados não apenas pelo claro e pelo escuro, mas, igualmente pelo masculino e pelo feminino, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;Yang&lt;/b&gt;, o forte, o masculino, o poder criador era associado ao céu, enquanto o &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt;, o escuro, o receptivo, o feminino, o material, era representado pela terra. O céu está acima e esta cheio de movimento. A terra - na antiga concepção geocêntrica - está em baixo e em repouso. Dessa forma, &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt; passou a simbolizar o movimento e &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; o repouso. No reino do pensamento, &lt;b&gt;yin&lt;/b&gt; é a mente intuitiva, feminina e complexa, ao passo que yang é o intelecto masculino, racional e claro. &lt;b&gt;Yin&lt;/b&gt; é a tranqüilidade contemplativa do sábio, &lt;b&gt;yang&lt;/b&gt; a vigorosa ação criativa do rei.&lt;br&gt;

&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/1228894435028279721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=1228894435028279721&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/1228894435028279721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/1228894435028279721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/filosofia-do-yin-yang.html' title='陰陽 - A Filosofia Do Yin Yang'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-GJY7Wgw2I/AAAAAAAAAbY/yllBvwTnCGM/s72-c/Yin+and+Yang.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-870207404205626376</id><published>2008-03-15T17:36:00.001-07:00</published><updated>2010-02-23T18:15:03.624-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="folclore"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mitologia"/><title type='text'>Vampiros: Os sugadores de sangue</title><content type='html'>&lt;p&gt;O vampiro, como conhecemos, é uma entidade mitológica que se alimenta de sangue, principalmente, humano.&lt;br&gt;
Até mesmo &lt;i&gt;Voltaire&lt;/i&gt; escreveu uma longa entrada sobre vampiros no seu &lt;i&gt;Dicionário Filosófico&lt;/i&gt;. Dessa obra faz parte a seguinte definição de vampiro:
&lt;i&gt;&quot;Estes vampiros eram corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Termos e nomes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; .href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98HYGmcRnI/AAAAAAAAAYk/hRxuyUfTIXs/s1600-h/Vampiro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98HYGmcRnI/AAAAAAAAAYk/hRxuyUfTIXs/s320/Vampiro.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5178866207169463922&quot; title=&quot;Vampiro&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
O Dicionário de inglês Oxford data, em 1734, a primeira aparição da palavra &lt;i&gt;vampire&lt;/i&gt;, em uma narração intitulado &lt;i&gt;Travels of Three English Gentlemen&lt;/i&gt; (Viagens de Três Cavalheiros Ingleses), publicado na Harleian Miscellany, em 1745. &lt;i&gt;Vampires&lt;/i&gt; já tinha sido muito discutida na literatura alemã. Após a Áustria ganhar o controle do norte da Sérvia e Oltenia, em 1718, os funcionários registraram prática local  de exumar corpos e &lt;i&gt;&quot;matar &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;&quot;&lt;/i&gt;. Estes relatórios, elaborados entre 1725 e 1732, recebeu ampla publicidade. &lt;br&gt;
Existem várias teorias para origem da palavra. O termo inglês derivou (possivelmente através &lt;i&gt;vampyre&lt;/i&gt; francês), do termo alemão &lt;i&gt;Vampir&lt;/i&gt;, este que, por sua vez, acredita-se derivar-se do termo sérvio &lt;i&gt;вампир&lt;/i&gt;/vampir, do século 18. A forma sérvia tem paralelos em praticamente todas as línguas eslavas: búlgaro &lt;i&gt;вампир&lt;/i&gt; (vampir), checos e eslovacos &lt;i&gt;upír&lt;/i&gt;, polaco &lt;i&gt;wąpierz&lt;/i&gt;, e (talvez influenciado pelo eslavo falado no oriente) &lt;i&gt;upiór&lt;/i&gt;, russo &lt;i&gt;упырь&lt;/i&gt; (upyr &#39;), bielorrussos &lt;i&gt;упыр&lt;/i&gt; (upyr ), Ucraniano &lt;i&gt;упирь&lt;/i&gt; (upir &quot;), e a partir do russo antigo &lt;i&gt;упирь&lt;/i&gt; (upir&quot;). (Note-se que muitas destas línguas têm também emprestado formas como &lt;i&gt;&quot;vampir/wampir&quot;&lt;/i&gt; seguida do Oeste). Entre as formas proto-eslavo estão &lt;i&gt;*ǫpyrь&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;*ǫpirь&lt;/i&gt;. Tal como o seu eventual cognato, que significa &quot;morcego&quot; (netopýr checo, eslovaco netopier, nietoperz polonês, russo нетопырь / netopyr &quot;- uma espécie de morcego), a palavra eslava poderia conter uma forma Proto-indo-europeia, significando &lt;i&gt;&quot;para voar&quot;&lt;/i&gt;.

O primeiro registro do uso do termo &lt;i&gt;Упирь&lt;/i&gt; (Upir &#39;), antiga forma russa, acredita-se estar em num documento datado de 6555 (1047 dC). É um colophon em um manuscrito do Livro de Salmos escrito por um sacerdote que transcreveu o livro de Glagolitic em cirílico para o Príncipe Novgorodian Vladimir Yaroslavovich. O sacerdote escreve que o seu nome é &lt;i&gt;&quot;Upir &#39;Likhyi&quot;&lt;/i&gt; (Упирь Лихый), o que significa algo como &lt;i&gt;&quot;Vampiro Mau&quot;&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;&quot;Vampiro Sujo&quot;&lt;/i&gt;. Este estranho nome foi citado como um exemplo de sobrevivencia ao paganismo e/ou do uso de apelidos como nomes pessoais. No entanto, em 1982, o sueco &lt;i&gt;Slavicist Anders Sjöberg&lt;/i&gt; sugeriu que &lt;i&gt;&quot;Upir &#39;likhyi&quot;&lt;/i&gt; era na verdade uma velho transcrição ou tradução russo do nome do &lt;i&gt;Öpir Ofeigr&lt;/i&gt;, um escultor de runa sueco bem conhecido. &lt;i&gt;Sjöberg&lt;/i&gt; argumentou que &lt;i&gt;Öpir&lt;/i&gt; poderia ter vivido em Novgorod antes de ir para a Suécia, considerando a ligação entre a Escandinávia Oriental e a Rússia, no momento. Esta teoria é controversa, embora pelo menos um historiador sueco, &lt;i&gt;Henrik Janson&lt;/i&gt;, tenha manifestado o seu apoio a mesma. Outra utilização da velha palavra russa esta no tratado anti-pagão &lt;i&gt;Word of Saint Grigoriy&lt;/i&gt; (Palavra do Santo Grigoriy), com várias datas entre os séculos 13 e 11, onde é relatado o culto pagão à &lt;i&gt;upyri&lt;/i&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Vampiro no mundo: Literatura e ficção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Folclore - Mitos e Crenças&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: A noção de &lt;b&gt;vampirismo&lt;/b&gt; existe há milênios; as culturas da Mesopotâmia, dos Hebreus, dos antigos gregos e romanos tinham histórias de demônios e espíritos que são considerados os precursores de vampiros modernos. No entanto, apesar da ocorrência do &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; como criaturas nestas civilizações antigas, o folclore para a entidade que hoje conhecemos originou-se, quase que exclusivamente, a partir do século 18, no Sudeste Europeu, quando as tradições verbais de muitos grupos étnicos da região foram registradas e publicadas. Na maior parte dos casos, os vampiros fantasmas de seres do mal, vítimas de suicídio, ou bruxas, mas elas também podem ser criadas por um espírito maligno que possua um cadáver ou pela mordida de um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;. A crença em tais lendas tornou-se tão catastrófica que em algumas áreas houveram  histeria em massa e mesmo execuções públicas de pessoas que acreditavam ser &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;

Em relação as características, estas são muitas e também são bem diferentes, quando se olha o folclore específico de cada região. Contudo, há vários elementos comuns a muitas lendas européias. Os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; eram, geralmente, descritos com uma aparência inchada e rude, com uma tonalidade sempre escura; essas características foram sempre atribuídas ao ato da contínua bebida de sangue. Na verdade, muitas vezes era visto sangue escorrendo da boca e do nariz destes seres, quando vistos em suas mortalhas ou caixões de defunto. Um outro detalhe era que seu olho esquerdo ficava aberto. A mortalha seria a mesma em que fora sepultado e os seus dentes, cabelos e unhas estavam bem grandes, muitas vezes, embora estes últimos não fossem uma característica geral.&lt;br&gt;
Alguns &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;, como os encontrados nos contos da Transilvânia, eram magros, pálidos e tinham longas unhas, enquanto que os da Bulgária só tinha uma narina. O &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; da Baviera dormiam com os polegares cruzados e um olho aberto. Os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; da Moravia (região da República Techa) só atacavam nus, e os pertencentes ao folclore albanês usavam salto alto. Tal como as histórias de &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; espalhadas por todo o globo, as descrições deles também tornavam-se cada vez mais variadas e bizarras, quando chegaram às Américas: os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; mexicanos tinham um crânio nu, ao invés de uma cabeça normal, os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; das Montanhas Rochosas somente sugavam sangue do nariz e da orelha das vítimas e, aqui pelo Brasil, em algumas regiões se dizia que os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; tinham os pés em carne viva.&lt;br&gt;
Um dos atributos mais comuns, nas variadas crenças, foram os cabelos vermelhos dos vampiros. Acreditava-se ainda que tais seres eram capazes de se transformar em morcegos, ratos, cães, lobos, aranhas e até mariposas. A partir dessas mistura de lendas, obras de literatura, como &lt;u&gt;O Drácula de Bram Stoker&lt;/u&gt;, e as influências de figuras sanguinárias históricas, como Gilles de Rais, Elizabeth Bathory e Vlad Tepes, o &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; chegou ao estereótipo moderno.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Causas, Supertições e Ponto-Fraco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: As causas da geração vampirica são diversas, no folclore original. Nas tradições eslavas e chinesas, qualquer cadáver que foi pulado por um animal, em especial um cão ou um gato, era temido para se tornar um dos &lt;i&gt;undead&lt;/i&gt; (não morto ou morto-vivo). Um corpo com uma ferida que não tinham sido tratada com água fervente também era um risco. No folclore russo, acreditavam que &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; foram bruxas ou pessoas que tinham se rebelado contra a Igreja, enquanto estavam vivos.&lt;br&gt;
Surgiram então práticas culturais destinadas a evitar que um recente falecido amado se   transformasse em um &lt;i&gt;undead&lt;/i&gt;. Generalizou-se a idéia de se enterrar um cadáver de cabeça para baixo, como também a colocavam objetos terrenos, como foices, perto do túmulo para satisfazer qualquer demônios ou para apaziguar os mortos, para que ele não levantasse do caixão. Este método se assemelha a uma antiga prática grega de colocação de um obolus no baoca do cadáver para pagar o pedágio para atravessar o rio Styx, no submundo; foi alegado que a moeda era, na verdade, destinada a afastar os maus espíritos, para que eles não entrassem no corpo falecido. Acredita-se que isto possa ter influenciado no folclore do &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;, posteriormente. Esta tradição persistiu no folclore moderno dos gregos sobre o vrykolakas, em qual uma cruz de cera, com uma parte de cerâmica inscrita &lt;i&gt;&quot;Jesus Cristo vence&quot;&lt;/i&gt; são colocados sobre o cadáver para evitar que o corpo se torne um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;. Outros métodos comumente praticados na Europa incluíam separar os tendões dos joelhos ou colocar sementes de papoula, painço, ou areia no solo da sepultura de um suposto vampiro; este era destinado a manter o &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; ocupado por toda a noite contando os grãos caídos. Semelhantes narrativas chineses afirmam que se um ser como um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; encontrar um saco de arroz, ele teria que contar cada grão; este tema, inclusive, já foi falado na postagem &lt;a href=&quot;http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/folklore-histria-no-escrita-de-um-povo.html&quot;&gt;Folklore: A história não escrita de um povo&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;

Contos de undead consumindo sangue ou carne de seres vivos, foram encontrados em quase todas as culturas ao redor do mundo por muitos séculos. Hoje vemos estas entidades, predominantemente, como &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; mas, nos tempos antigos, o termo &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; não existia; Beber sangue e atividades semelhantes foram atribuídos aos demônios ou espíritos que iriam comer carne e beber sangue; até o diabo foi considerado sinônimo de &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;. Praticamente todas as nações tem associado beber sangue com algum tipo de revenant ou demônio. O Entidade Hindu &lt;i&gt;Kali&lt;/i&gt;, estava intimamente ligada com o ato de beber do sangue. mesmo o Egito teve a sua deusa que bebia sangue, &lt;i&gt;Sekhmet&lt;/i&gt;. Os persas foram uma das primeiras civilizações a ter histórias de demônios que bebiam sangue: criaturas tentando beber sangue de homens foram representadas em cerâmica élitros de cerâmica escavados.&lt;br&gt;
A antiga Babilônia tinha contos do mítico &lt;i&gt;Lilitu&lt;/i&gt;, sinônimo a e origem de &lt;i&gt;Lilith&lt;/i&gt; (Hebraico ל י ל י ת), e suas filhas, o &lt;i&gt;Lilu&lt;/i&gt; da demonologia hebraica. &lt;i&gt;Lilitu&lt;/i&gt; foi considerado um demônio e foi muitas vezes descrito como subsistente no sangue dos bebês. A mitologia grega descreveu o &lt;i&gt;Empusa&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Lamia&lt;/i&gt;, e &lt;i&gt;Striges&lt;/i&gt; (a &lt;i&gt;strix&lt;/i&gt; da Antiga mitologia romana). Com o tempo, os dois primeiros termos gerais se tornaram palavras para descrever bruxas e demônios, respectivamente. &lt;i&gt;Empusa&lt;/i&gt; era a filha da deusa &lt;i&gt;Hecate&lt;/i&gt; e foi descrita como um demonio, criatura de bronze pisado. Ela encheu-se de sangue, transformando-se em uma mulher jovem e seduziu os homens, com quem dormia, antes de beber seu sangue; &lt;i&gt;Lamia&lt;/i&gt; alimentou-se das crianças nas suas camas à noite, sugando o sangues delas; Tal como &lt;i&gt;Lamia&lt;/i&gt;, a &lt;i&gt;striges&lt;/i&gt;, alimentou-se de crianças, mas também de homens jovens. Eles foram descritos como tendo os corpos corvos ou pássaros em geral, e mais tarde foram incorporadas na mitologia romana como strix, uma espécie de ave noturna que alimenta-se com carne e sangue humano.&lt;br&gt;

Muitos rituais foram elaborados no intuito de se identificar um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;. Em um destes métodos usava-se uma virgem sobre um cavalo, também virgem, em um cemitério ou terras de Igrejas - o cavalo teria supostamente relutância no túmulo em questão. Geralmente um cavalo preto era necessário, sendo que na Albânia, o tal cavalo deveria ser branco. Até os buracos apareciam na terra durante um terremoto foram tidos como um sinal de vampirismo. Cadáveres que desconfiam tratar-se de &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; eram geralmente descrito como tendo uma aparência muito saudável para o que se esperava, mostrando ainda quase nenhum ou muito pouco sinal de decomposição. Em alguns casos, quando suspeitas sepulturas foram abertas, os aldeões descreveram que o cadáver possuía sangue fresco, possivelmente de uma vítima, em toda a sua face. As evidências de que um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; havia agido em um determinado local incluía a morte do gado, ovelhas, parentes ou vizinhos. O &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; folclórico também poderia se mostrar presente em uma atividade parecida com um poltergeist (mais fraco): com arremessos de pedras em telhados ou movimento de objetos na casa e a perturbação de pessoas em seu sono.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Itens banais ou sagrados capazes de afastar os &lt;a title=&quot;Aquele que volta da morte&quot;&gt;revenants&lt;/a&gt;, como o alho ou água benta são comuns no folclore vampírico. Os itens Eles variam de região para região; um ramo de rosas selvagens e plantas, dizem, que prejudica &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;; na Europa, a aspersão de sementes de mostarda no telhado de uma casa, acredita-se, que os mantém longe. Outras crenças incluem itens sagrados, como, um crucifixo, o rosário, ou água benta. &lt;b&gt;Vampiros&lt;/b&gt; são incapazes de andar sobre terreno consagrado, tais como os de igrejas ou templos, ou atravessar água corrente, conforme lenda. Embora não tenha sido tradicionalmente considerado como um &lt;a title=&quot;Ter o poder de evitar a destruição ou evitar influências más&quot;&gt;apotropaico&lt;/a&gt;, espelhos foram usados para afastar os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; quando colocados virados para fora em uma porta (vampiros não têm uma reflexão e, em algumas culturas, não lançam sombras, talvez como uma manifestação do &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; como um ser sem uma alma). Este atributo, embora não universal (do grego vrykolakas / tympanios foi capaz de ambos Reflexão e sombra), foi utilizado por Bram Stoker em Drácula e manteve-se popular com posterior autores e cineastas. Algumas tradições também considerou que um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; não pode entrar em uma casa a não ser que seja convidado pelo proprietário, embora depois do primeiro convite que possam vir sempre. Embora se acredite que os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; folclóricos eram mais ativos à noite, eles não foram considerados vulneráveis à luz solar.&lt;br&gt;
Métodos de destruir os suspeitos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; variaram: As estacas é o método mais comumente citado, em particular nas culturas Eslavas do sul; A Cinza foi o preferido na Rússia e nos Países Bálticos; O espinheiro na Sérvia, com um registro de carvalho na Silésia. Potenciais &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; foram golpeados com estacas no coração, embora a boca fosse mais visada na Rússia e no norte da Alemanha, sendo o estômago no nordeste da Sérvia. Na Europa, furos no peito era uma maneira de se &quot;esvaziar&quot; os &quot;inchados&quot; &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;, isto que foi semelhante ao ato de enterrar objetos afiados, como foices, junto ao cadáver, para estes enfiassem-se no corpo dos falecidos se estes se transformassem em um &lt;i&gt;revenant&lt;/i&gt;. Decapitação foi o método preferido pelos alemão e eslavos ocidentais, com a cabeça enterrada entre as pernas, por trás das nádegas ou fora do corpo. Este ato foi visto como uma forma de apressar a partida da alma, que em algumas culturas, foi dito que demorar-se nos cadáveres. A cabeça do &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;, o corpo ou a roupa também poderiam ser perfuradas e afixadas à terra para impedir que levantasse. Os ciganos encravavam agulhas de aço ou de ferro, no coração de um cadáver e colocavam pedaços de aço na boca, sobre os olhos, orelhas e entre os dedos, no momento do enterro. Eles também colocados espinheiros na meia do cadáver ou a depositava pelas pernas. Outras medidas incluíam derramar água fervente sobre a sepultura ao a completa incineração do corpo. Nos Balcãs, um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; também poderia ser morto por ser alvejado ou afogados, repetindo os serviços funerários, por aspersão água benta sobre o corpo, ou por exorcismo. Na Romênia alho poderia ser colocado na boca e, como recentemente no século 19, a precaução de disparar uma bala através do caixão foi tomada. Para casos resistentes, o corpo era desmembrado e os pedaços queimados, misturados com água, e administrados aos membros da família como uma cura. Em regiões Saxônicas da Alemanha, um limão era colocado na boca dos suspeitos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;/li&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Organização dos Vampíros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
(essa parte é totalmente literária, uma vez que não se deram ao trabalho de tentar descobrir a organização de algo que não existe. Mais precisamente no universo &lt;a href=&quot;http://www.white-wolf.com/&quot; title=&quot;Site oficial&quot;&gt;White-Wolf&lt;/a&gt;.):&lt;br&gt;
Numa sociedade humana, líderes velhos cedem lugar aos líderes mais jovens - ou na pior das hipóteses, a morte abre caminho para as novas gerações. Acontece que, não é assim entre os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;. Os &lt;u&gt;anciãos&lt;/u&gt; se mantêm agarrados ao poder, sem envelhecer, com poderes e contatos que frustram as ambições dos novatos, aparentemente condenados a uma eterna posição de subserviência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

obs.: Os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; referem-se a si mesmo pelo eufemismo &lt;i&gt;&quot;Membros&quot;&lt;/i&gt; (no original, &lt;i&gt;&quot;Kindred&quot;&lt;/i&gt;), não utilizado normalmente por membros da &lt;u&gt;Camarila&lt;/u&gt;, em oposição aos mortais, o &lt;i&gt;&quot;Rebanho&quot;&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;&quot;Kine&quot;&lt;/i&gt;). Eles se organizam em seitas, que fazem o papel de nações, e em clãs, que funcionam como grupos familiares, &lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-CTgmmcRtI/AAAAAAAAAZY/jrAEF38MUok/s1600-h/O+Abra%C3%A7o.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-CTgmmcRtI/AAAAAAAAAZY/jrAEF38MUok/s320/O+Abra%C3%A7o.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5179301759802951378&quot; title=&quot;O abraço vampírico&quot;/&gt;&lt;/a&gt;compartilhando características passadas através do sangue, de &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; para &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;. Fora seitas e clãs, um terceiro nível de organização são as linhagens, pequenos desmembramentos dos clãs que unem &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; consanguíneos, com maior entrosamento familiar entre si que com o resto do clã do qual se originaram.&lt;br&gt;
.Um outro termo que se ouve muito entre os jogadores de rpg&#39;s de &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; e estudiosos do assunto é &lt;i&gt;cainitas&lt;/i&gt;. Então de se perguntar, vai uma breve explicação. Os &lt;u&gt;sabá&lt;/u&gt; (&lt;u&gt;Sabbat&lt;/u&gt;) são fanáticos que fundaram uma verdadeira religião em torno do mítico &lt;i&gt;Pai dos Vampiros&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;. Eles desprezam o nome &lt;i&gt;Membros&lt;/i&gt;, referindo-se aos mortos-vivos pelo termo &lt;i&gt;&quot;Cainitas&quot;&lt;/i&gt; (Originado de &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;).&lt;br&gt;
.E mais uma informação, quando uma pessoa (ou ser) é transformado em vampiro, em &lt;i&gt;A Máscara&lt;/i&gt;, constumava-se utilizar o verbo &quot;abraçar&quot;. Neste caso, o dia do &quot;nascimento&quot; de um novo vampiro é considerado pelo mesmo como o dia em que ele foi &quot;abraçado&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt; CLÃS: Cada &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; pertence a um clã distinto ou linhagem. Esses grupamentos compartilham características distintas, poderes e maldições. Todo o clã &lt;u&gt;Nosferatu&lt;/u&gt;, por exemplo, compartilha as disciplinas animalismo, ofuscação e potência e a maldição de uma aparência desfigurada. Uma linhagem é uma separação distinta de um dos clãs principais, conforme a maldição de &lt;u&gt;Caim&lt;/u&gt; se transforma através do tempo, representando novas expressões do vampirismo. Algumas linhagens, como por exemplo os &lt;u&gt;Gárgulas&lt;/u&gt; foram criados artificialmente através da aplicação de Taumaturgia. Os &lt;u&gt;Caitiff&lt;/u&gt; (no &lt;u&gt;saba&lt;/u&gt; são conhecidos como &lt;i&gt;Panders&lt;/i&gt;) são uma exceção a regras, como eles são considerados sem clãs compartilhando nenhuma disciplina ou maldição, eles são vistos como um símbolo inquietante da &lt;i&gt;Gehenna&lt;/i&gt;.

&lt;b&gt;Assamitas&lt;/b&gt;: Os membros deste clã são considerados assassinos e obcecados por, se alimentam até mesmo do sangue de outros &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;. Não são bem vistos pela &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;. Provavelmente é o mais velho dos clãs, com uma organização impecável e, através de lealdade, amor, fé, medo e lavagem cerebral, seus membros aderem rigidamente às regras, ainda hoje regidas com &#39;mão de ferro&#39; pelos anciãos do clã. Grande parte da simbologia &lt;u&gt;Assamita&lt;/u&gt; está na origem árabe.&lt;br&gt;
Disciplinas: Quietus.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Antediluvianos&lt;/b&gt;: São os mais antigos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; (mais de 10,000 anos). Eles fundaram os treze clãs vampíricos (Como cada clã tem uma fraqueza, acredita-se então que elas provêm da maldição que &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt; lançou sobre estes fundadores), e permaneceram ocultos desde o tempo da inundação de &lt;i&gt;Noah&lt;/i&gt;. Eles são os netos de &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;, umas três gerações abaixo do primeiro &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;. O seu regresso é um sinal dos fins dos tempos, a &lt;i&gt;Gehenna&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
Disciplinas: São todas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Baali&lt;/b&gt;: O &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; é uma linhagem veementemente rejeitada tanto pela &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; quanto pelo &lt;u&gt;Saba&lt;/u&gt;, em virtude de sua natureza infernalista - eles são chamados de &quot;monstros&quot; e &quot;demônios&quot;, mesmo pelos outros vampiros. Grande parte da simbologia &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; é Mesopotâmia e de origem fenícia. O próprio nome &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; é originada a partir da palavra fenícia &lt;i&gt;Ba&#39;al&lt;/i&gt;, que significa &quot;grande senhor&quot;. Os &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; são infernalistas uma vez que tiveram negócios nos nomes de seres antigos que existiram antes o &quot;Let there be Light&quot; (ou Fiat lux) do Gênese (simplesmente ter conhecimento dos nomes de tais seres poderosos podia dar acesso a um pouco daquele poder). A lenda de &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; diz que houve um grupo da pessoas chamado &quot;a Primeira Tribo&quot; que descobriu a existência daqueles antigos e tornou-se seus acolitos. Eles foram degenerados, assassinaram os seus pais e arrebataram as suas crianças. Um dia, dois vampiros desconhecidos (especula-se ser Saulot o Antediluviano pai de &lt;i&gt;Salubri&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Ashur&lt;/i&gt;, o fundador da &lt;u&gt;Capadócios&lt;/u&gt;) encontraram a Primeira Tribo e mataram cada um deles e, em seguida, espalharam gotas de seu sangue por cima dos seus cadáveres. Só dois (&lt;i&gt;Nergal, Moloch&lt;/i&gt;) rastejou para fora da cova de corpos, e assim a linhagem vampírica &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; foi criada.&lt;br&gt;
Disciplinas: Daimoinon, Obfuscate e Presence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Brujah&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/fa/LogoClanBrujah.png&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=200, height=212, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.freewebtown.com/lp3hora/Fotos/cam3.jpg&quot; width=&quot;18&quot; height=&quot;18&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;: Na colocação moderna (&lt;i&gt;Vampiro: a Mascara&lt;/i&gt;), os &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; são um clã considerado pela maior parte como anarquistas. A White Wolf afirma, &quot;o &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; típico usa uma jaqueta de ciclista, a calça esfarrapada, botas de combate...&quot;. Os jovens &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; conduzem as suas convenções políticas entre o barulho de delírios e concertos de punk rock. A sua Ancilla há muito tempo usa segredos, improvisando, e muitas vezes discursos violentos para impulsionar a sua cultura anárquica. Em comparação com outros vampiros, os &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; são violentos. Mas eles nem sempre foram tão anárquicos: no passado, eles foram guerreiros-filósofo, e projetaram a criação de Cartago, a cidade fabulosa onde humanos e &lt;i&gt;cainitas&lt;/i&gt; andariam livremente entre si. Contudo, o sonho não seria realizado, uma vez que a cidade foi destruída pelas forças dentro e sem; o &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; moderno culpa os clãs &lt;u&gt;Ventrue&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Toreador&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;Malkavianos&lt;/u&gt; pela queda de Cartago, embora eles também são suspeitem dos &lt;u&gt;Lasombra&lt;/u&gt;. Muitos, mas nem todos os &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; sonham em refazer a sua fabulosa Cartago. Infelizmente, a maioria deles têm uma visão muito diferente do que deveria ser. Naturalmente, a utopia que os &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; aspiram pode não ser tudo o que o clã de anciãos descrevem, com rumores de ligações diabólicas com os &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt; e com suas práticas infernais.&lt;br&gt;
Disciplinas: Potence, Celerity e Presence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Bushi&lt;/b&gt;: &lt;u&gt;Bushi&lt;/u&gt; foi revelado ser uma má pronúncia do nome ‘Bishamon’, que é uma corte japonesa de vampiros orientais; um grupo deles que funciona como uma “família” territorial controlando províncias. Os &lt;u&gt;Bushi&lt;/u&gt; são atualmente os Kuei-jiim da casa de Bishamon, e no passado não foram considerados um clã, mas uma organização.&lt;br&gt;
Disciplinas: Disciplinas do Oriente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Caitiff (Camarilla)&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Panders (Sabá)&lt;/b&gt;: No Mundo das Trevas, existe um numero crescente de vampiros sem clãs que foram abandonados por seus senhores imediatamente após o abraço e que são ignorantes quanto a seus status de clã. Eles são um grupo chamado de &lt;u&gt;Caitiff&lt;/u&gt; pela &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, e visto como um sinal da Máscara saindo do controle, por isso recebem pouco respeito dos seus anciões. O &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;, por outro lado, recebem com satifação o abraço dos sem clãs (que eles chamam de &lt;u&gt;Pander&lt;/u&gt;) em sua seita. Os mais supersticiosos vêem o crescimento do número desses vampiros com um presságio da chegada da &lt;i&gt;Gehenna&lt;/i&gt;, a profecia das Noites Finais quando todas as crianças de &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt; serão destruídas. No geral, como nasceram sem clã, eles não se especializam em nenhuma disciplina, mas têm a liberdade de aprender qualquer disciplina ou desenvolver a sua própria.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Capadócios&lt;/b&gt;: O Antediluviano fundador do clã Capadócio era um vampiro de terceira geração conhecido como &lt;i&gt;Cappadocius&lt;/i&gt;. Diferente dos outros Antediluvianos, &lt;i&gt;Cappadocius&lt;/i&gt; viu o Abraço como uma oportunidade única de superar a morte. Através das primeiras noites dos amaldiçoados, ele estudou sozinho. Dentre todos os Antediluvianos, &lt;i&gt;Cappadocius&lt;/i&gt; parecia o menos interessado em políticas e poder, até mesmo &lt;i&gt;Saulot&lt;/i&gt; criou novos vampiros e lutou em guerras. &lt;i&gt;Cappadocius&lt;/i&gt; não viu a necessidade de fazer isso até que ele percebeu que nunca encontraria suas respostas sozinho, tempos depois do Dilúvio, mesmo depois da queda da Segunda Cidade. Só então ele Abraçou seu primeira cria, &lt;i&gt;Caias Koine&lt;/i&gt; e, com ela, ele começou a estudar as civilizações mortais para compreender a morte.&lt;br&gt;
A disciplina do clã, Mortis dá a eles poderes como fazer o utilizador parecer um cadáver e causar o envelhecimento precoce em vampiros e mortais. Com interesses em comuns, alguns Capadócios compartilham informações com os estudiosos do oculto do clã &lt;u&gt;Tremere&lt;/u&gt;. Este clã é conhecido pelo seu desejo de entender os limites entre a vida e a morte. Alguns deles estudam meticulosamente a morte e a decomposição; outros se focam na possibilidade de trazer de volta a vida um corpo já morto.&lt;br&gt;
Disciplinas: Mortis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Filhas da Cacofonia&lt;/b&gt;: É uma linhagem sobre a qual se especula ter originado do &lt;u&gt;Malkaviano&lt;/u&gt; e do &lt;u&gt;Toreador&lt;/u&gt;, e ainda persistem rumores de ligações com os &lt;u&gt;Baali&lt;/u&gt;. São pouco em numeros e rejeitam qualquer associação com a &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; ou com o &lt;u&gt;Saba&lt;/u&gt;. Como o apelido &lt;i&gt;&quot;Sirens&quot;&lt;/i&gt; sugere, as Filhas são conhecidos pela sua capacidade de proporcionar emoções através de uma canção. Eles têm uma única disciplina chamada &lt;i&gt;Melpominee&lt;/i&gt; (de &lt;i&gt;Melpomene&lt;/i&gt;, a musa da música), quem faz exatamente isso.&lt;br&gt;
Existem apenas vampiras entre as &lt;u&gt;Filhas de Cacofonia&lt;/u&gt;. Houve durante um certo tempo membros masculino nesta linhagem, eram chamados &lt;i&gt;Vozes da Cacofonia&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Barítonos&lt;/i&gt; e, por último, &lt;i&gt;Irmãos da Discórdia&lt;/i&gt;. Recentemente, todos do sexo masculino foram purgados da linhagem pela Filhas por razões que não foram reveladas.&lt;br&gt;
Disciplinas: Fortitude, Melpominee e Presence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Gaki&lt;/b&gt;: Na verdade não é um clã, sendo apenas os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; orientais. Eles chamam a si mesmos &lt;i&gt;Kuei-jin&lt;/i&gt;, mas são chamados de &lt;i&gt;Cathayanos&lt;/i&gt; pelos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; ocidentais. &lt;u&gt;Gaki&lt;/u&gt; (ou &lt;u&gt;Ketsuki&lt;/u&gt;) é o nome que os &lt;i&gt;Kuei-jin&lt;/i&gt; japoneses usam para eles próprios, enquanto os &lt;i&gt;Kuei-jin&lt;/i&gt; da China são chamados &lt;i&gt;Wan-kuei&lt;/i&gt;. Assim como os &lt;i&gt;Kiang-Shi&lt;/i&gt;, os &lt;u&gt;Gaki&lt;/u&gt; crêem terem sido predes-tinados à maldição do vampirismo. Entretanto, ao contrário desses, eles afirmam que essa predestinação não viria do berço, mas sim que o destino de um ser humano como um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; vêm sendo moldado ao longo de suas diversas existências na terra. De acordo com os estudiosos da Roda dos Mundos e dos complexas e quase incompreensíveis forças que regem o Reino dos Mortos, essa situação se daria devido a um grande acúmulo de carma maléfico – também chamado de akuga – em vidas anteriores. Essa energia negativa seria decorrente da prática dos Dez Males, sendo eles: matar, roubar, cometer adultério, mentir, usar linguagem dúbia, caluniar, usar linguagem vazia, cobiçar, odiar e lamuriar. Ao reencarnarem, estes espíritos maculados nasceriam no que é chamado de &lt;i&gt;Condição Maléfica&lt;/i&gt;, ou &lt;i&gt;go-akushu&lt;/i&gt;. Existem seis delas: a condição dos seres luminosos (&lt;i&gt;Tennin&lt;/i&gt;), a dos se-res humanos, a dos titãs (&lt;i&gt;Shura&lt;/i&gt;), a dos animais, a do inferno e, finalmente a condição na qual se encaixam, a dos seres insaciáveis (&lt;u&gt;Gaki&lt;/u&gt;). 
Quando morrem, escapam do Samsara, o ciclo natural de nascimento e morte, deixando a &lt;i&gt;Grande Ordem Celestial&lt;/i&gt; e permanecem presos ao mundo dos vivos.
Uma vez fora do Ciclo, esses confusos e atormentados espíritos passam suas não-vidas como &lt;i&gt;Obcessores&lt;/i&gt;, ligando-se a indivíduos que cultivam ambições semelhantes às que possuíam em vida ou àqueles capazes de supri-las, muitas das vezes, levando-os à loucura e até mesmo à morte.
Porém, uma pequena parcela entre eles cultiva uma perseverança e vontade de viver suficientes para que cruzem definitivamente a barreira entre os mundos, precipitando-se de volta a seus corpos mortos, possuindo-os e erguendo-os da tumba como &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; parasitas que devem alimentar-se do espírito e emoções alheias. O cadáver então retorna à forma e aparência que possuía no exato momento da morte, pouco importando o seu estado atual. Um olho perdido em qualquer período de sua vida continuaria cego, porém, um braço perdido durante o acidente que lhe tirou a vida voltaria a funcionar. Mesmo as cinzas remanescentes de uma pira funerária seriam capazes de dar forma ao novo corpo.&lt;br&gt;
Outras lendas difundidas entre os japoneses garantem que aqueles que sofreram de uma morte súbita e violenta ou que tiveram um sepultamento inadequado ou indigno, também poderiam retornar como um &lt;u&gt;Gaki&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Disciplinas: Disciplinas do Oriente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Gangrel&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b4/LogoClanGangrel.png&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=200, height=179, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;: &lt;u&gt;Gangrel&lt;/u&gt; é um clã que em geral tem alta empatia com a natureza, o que os difere dos outros clãs. Eles chegam a serem chamados de &lt;i&gt;&quot;bichos do mato&quot;&lt;/i&gt; pois preferem viver em florestas afastados do resto so mundo e, muitas vezes, são associados com ciganos ou vagabundos. Viajantes por natureza, os Forasteiros, como são conhecidos, buscam um conhecimento maior da besta interior presente em cada &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;.
A maioria desenvolve poderes ligados à sua natureza, como a disciplina animalismo [que permite ao &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; conversar ou controlar animais] ou ainda Metamorfose que, em níveis mais altos, permite a transformação em lobo, corvo, morcego, e outros animais geralmente selvagens; e ainda, e ele for realmente forte pode se tornar uno com a terra ou virar uma espécie de neblina.&lt;br&gt;
O clã como um todo tem se afastado da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; e, em algumas história, isto é fato consumado enquanto em outras eles ainda fazem parte da seita.&lt;br&gt;
Disciplinas: Animalismo, Fortitude e Protean.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Giovanni&lt;/b&gt;: É um clã que, diferentemente dos demais &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;, não está associado com a &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; e nem o &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;, sendo ainda o mais obscuro e misterioso clã dos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;, tendo assim uma reputação que fazer todos os outros evitá-los. Grande parte do simbolismo &lt;u&gt;Giovanni&lt;/u&gt; é italiano, bem como a organização fundada em Veneza (c.1000 AD). Seu símbolo é o selo &lt;u&gt;Giovanni&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Fundada durante o Dark Ages (Era Negra) e vindo a ascender durante o Renascimento, a &lt;u&gt;Família Giovanni&lt;/u&gt;, desde então, cresceu incluindo várias outras famílias. Ao ficarem neutros em curiosas batalhas, os &lt;u&gt;Giovanni&lt;/u&gt; construíram seu império. Sua riqueza é tamanha, mas ninguém sabe exatamente a finalidade para a qual se emprega esta riqueza.&lt;br&gt;
&lt;i&gt;Augusto Giovanni&lt;/i&gt; é o cabeça da &lt;u&gt;Família Giovanni&lt;/u&gt;, uma família mercante que fez a sua marca no mundo aproveitado-se das Cruzadas. Originalmente abraçado pelo clã &lt;u&gt;Capadocio&lt;/u&gt;, ele pôs-se contra o seu antepassado, e cometeu o ato de diablerie. A sua família levou o resto do clã &lt;u&gt;Capadocio&lt;/u&gt; à extinção.&lt;br&gt;
Disciplinas: Necromancy, Dominate e Potence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Kiasyd&lt;/b&gt;: É uma linhagem traçada apartir de um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; do clã &lt;u&gt;Lasombra&lt;/u&gt; chamado &lt;i&gt;Marconius&lt;/i&gt;, quem tinha infundido seu sangue com uma fada. Por esta razão, &lt;i&gt;Marconius&lt;/i&gt;, e aqueles abraçado por ele e seus seguidores, muitas vezes, diziam-se ser uma combinação de &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; e fada. Devido a uma longa relação amor-ódio com o &lt;u&gt;Lasombra&lt;/u&gt;, &lt;i&gt;Kiasyd&lt;/i&gt; são mais frequentemente associados com o &lt;b&gt;Sabá&lt;/b&gt;. O que, no entanto, nem sempre é o caso. Os membros são muito altos (mais de sete metros). Sua estranha aparência inclui uma pele tão branca que parece brilhar azul no luar e os olhos bem pretos.
A disciplina deles é Mytherceria, que dá-lhes um maior talento para adiquirir conhecimentos obscuros, bem como a capacidade única de detectar outras criaturas sobrenaturais, como fadas e lobisomens. Outra característica é a sua capacidade Obtenebration, uma capacidade transitadas de sua Lasombra forebearers. Esta capacidade permite-lhes deformar, moldar e controlar as trevas à sua volta e, como alguns dizem, dentro de si.&lt;br&gt;
Disciplinas: Mytherceria, Obtenebration e Obfuscate.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Lasombra&lt;/b&gt;: Os membros de clão eles são muito talentosos, tendo ainda exímio em  manipulação e cartografia. Eles têm a capacidade de criar e controlar sombras (apropriado, dado que o seu nome vem do espanhol &lt;i&gt;&quot;para a sombra&quot;&lt;/i&gt;), mas diferentemente da maior parte de outros vampiros, os &lt;b&gt;Lasombra&lt;/b&gt; não tem reflexo nos espelhos ou outras superfícies e são mais suscetíveis à luz solar do que qualquer outro &lt;i&gt;Cainita&lt;/i&gt; (com a exceção dos &lt;u&gt;Seguidores do Set&lt;/u&gt;). A disciplina única do clã &lt;b&gt;Lasombra&lt;/b&gt; é Obtenebration, que lhes permite manipular as sombras e até a substância não formada do vazio primordial, conhecido como o Abismo. Os efeitos que eles criam podem afetar os corpos que têm substância real, possibilitando que eles transformem os seus próprios corpos em uma expressão de escuridade e vazio, pondendo ainda transformar-se em sombra, por um curto período de tempo, e reaparecer partir de uma outra sombra distância menor do que 15m.&lt;br&gt;
Disciplinas: Potence, Obtenebration e Dominate.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Malkaviano&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/bc/LogoClanMalkavian.png&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=200, height=242, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;: Como acontece com todos os clãs vampiricos no Mundo das Trevas, os &lt;u&gt;Malkavions&lt;/u&gt; possuem uma fraqueza: neste caso, são dementes incuráveis. No entanto, muitos acreditam que a loucura dos &lt;u&gt;Malkavians&lt;/u&gt; é uma força, em vez de uma fraqueza. O motivo de tal fraqueza é desconhecido, mas, de acordo com o &lt;i&gt;Livro de Nod&lt;/i&gt;, todos os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; da terceira geração foram amaldiçoados por Caim, por causa destruição da segunda geração. Um destes amaldiçoados foi &lt;i&gt;Malkav&lt;/i&gt;, de quem originou os &lt;u&gt;Malkavians&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Segundo a lenda Malkaviana, quando &lt;i&gt;Malkav&lt;/i&gt; foi morto, todos os seus &quot;filhos&quot; beberam o sangue de seu corpo, sendo esta uma &lt;i&gt;diablerie&lt;/i&gt; coletiva. Acredita-se que Ele pode falar com cada Malkaviana, conectando-os em uma consciência coletiva. Esta &quot;mente de colméia&quot; é às vezes chamada &lt;i&gt;&quot;a Teia&quot;&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;&quot;a Rede de Loucura dos Malkavianos&quot;&lt;/i&gt;, a qual contém cada pensamento e a memória de qualquer &lt;u&gt;Malkaviano&lt;/u&gt; no mundo.&lt;br&gt;
Os Malkavians possuem uma capacidade rara (Disciplina) chamada Dementation, que pode alterar a forma como a vítima vê a realidade. Pode ser usado para aumentar a própria capacidade oracular do Malkaviana induzir a insanidade em outros.&lt;br&gt;
Conforme texto da &lt;i&gt;White Wolf&lt;/i&gt;, &quot;Histórias falam de uma epidemia, uma explosão de demência contagiosa entre aqueles do sangue de Malkaviano.&quot; Os &lt;u&gt;Malkavianos&lt;/u&gt; frequentam asilos, hospitais e bairros pobres. E seu símbolo é um espelho quebrado.&lt;br&gt;
Disciplinas: Auspex, Dementation e Obfuscate.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-CR5GmcRsI/AAAAAAAAAZQ/rjmy7yN3N_4/s1600-h/Nosferatus.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R-CR5GmcRsI/AAAAAAAAAZQ/rjmy7yN3N_4/s320/Nosferatus.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5179299981686490818&quot; title=&quot;Vampiro Nosferatus&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Nosferatu&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/a/a7/LogoClanNosferatu.png&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=200, height=213, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;: Este clã é formado por membros de aparência horrível em conseqüência de falha em sua linhagem vampírica, embora a monstruosidade física de cada indivíduo seja única. Os &lt;u&gt;Nosferatu&lt;/u&gt;, normalmente, residem em catacumbas, cemitérios e tubos. Também chamados de como &lt;i&gt;&#39;Nossies&#39;&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;&#39;Ratos de Esgoto&lt;/i&gt;, eles são, muitas vezes, considerados como informantes.&lt;br&gt;
Os &lt;u&gt;Nosferatu&lt;/u&gt; escolhem as suas vitimas da mais baixa classe da sociedade: idiotas, leprosos, ermitãs, criminosos e vagabundos. E muitas vezes castigam os orgulhosos, hipócritas e outros pecadores, forçando-os a entrar no clã. Os Judeus eram os favoritos, pois muitas das vezes eram inteligentes e práticos, mas não tinham proteção contra os vampiros. Ocasionalmente, frustrados com sua aparência monstruosa, muitos Nosferatu buscam &quot;abraçar&quot; belas vítima para a tornar monstruosa.
O clã é associado à &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; e seu símbolo é uma máscara de drama.&lt;br&gt;
Disciplinas: Animalism e Obfuscate.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Ravnos&lt;/b&gt;: Diferentemente dos demais vampiros, o clã &lt;u&gt;Ravnos&lt;/u&gt; não estão associados com a &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; e nem o &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;; muito do simbolismo &lt;u&gt;Ravnos&lt;/u&gt; é do Oriente Médio e da Ásia, bem como a organização está centrada na Índia. Na Europa, esses &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; são associados com ciganos. Seu símbolo é uma cruz pontuda.&lt;br&gt;
Os &lt;u&gt;Ravnos&lt;/u&gt; são vistos como jogadores compulsivos, ladrões, mentirosos e criminosos em geral. Isto devido a sua única maldição: sua bestialidade é especialmente inteligente e lisonjeante. Ao invés dos desejos ferazes habituais, como a violência e o ato de devorar sangue, os Ravnos abordam suas vítimas com crimes, roubos; e cometem infrações contra a sociedade.&lt;br&gt;
Disciplinas: Animalism, Fortitude e Chimeristry.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Salubri&lt;/b&gt;: Esta linhagem é uma família pouco conhecida, condenada ao ostracismo e ainda encontra-se à beira da extinção devido às campanhas de difamação dedicadas contra ela pelos &lt;u&gt;Tremere&lt;/u&gt;. Sua característica principal é um terceiro olho no centro das suas testas. Este olho torna mais difícil para essa Família se misturar com a sociedade normal ou com outros &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;. Quando fechado, ele assemelha-se a uma cicatriz fina, mas quando os Salubri usam os seus poderes de cura, o olho se abre, parecendo separado e sereno. A presença deste está relacionada à Disciplina do &lt;u&gt;Salubri&lt;/u&gt;, mas não é exclusiva da linhagem &lt;u&gt;Salubri&lt;/u&gt;. Os &lt;u&gt;Salubri&lt;/u&gt; quem não desenvolverem a Obeah (ou Valeren) nunca terão este terceiro olho, e as Famílias de outras linhagens quem aprenderem essa disciplina ou os poderes de guerreiros &lt;u&gt;Salubri&lt;/u&gt; também desenvolverão um terceiro olho.&lt;br&gt;
Distanciando-os ainda mais das demais Famílias vampíricas, os &lt;u&gt;Salubri&lt;/u&gt; só podem tomar o sangue que lhe é dado por livre vontade, o que é totalmente divergente da imagem comum do &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; como monstro que rouba vida.&lt;br&gt;
Disciplinas: Auspex, Fortitude e Obeah.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Samedi&lt;/b&gt;: São uma linhagem composta por membros que trabalham como assassinos para a &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; e os &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;. Seu fundador é conhecido apenas como o &lt;i&gt;Barão&lt;/i&gt;, o qual, acredita-se, é uma forma vudu do espírito do &lt;i&gt;Barão Samedi&lt;/i&gt;. A palavra Samedi significa sábado em francês.&lt;br&gt;
Os membros representam a podridão, pois são como cadáveres em decomposição. Bem como os &lt;u&gt;Nosferatu&lt;/u&gt;, somente são capazes de interagir com a sociedade mortal pelo uso da disciplina obfuscate. Muitos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; vêem a existência dos &lt;u&gt;Samedi&lt;/u&gt; como mera violação do Máscara.&lt;br&gt;
Embora a verdadeira origem do &lt;u&gt;Samedi&lt;/u&gt; seja desconhecida, muitos suspeitam de que estes são descendentes dos &lt;u&gt;Nosferatu&lt;/u&gt; ou dos &lt;u&gt;Giovanni&lt;/u&gt;. Há também fortes ligações com o extinto clã &lt;u&gt;Capadocio&lt;/u&gt;, sendo ambos os interessados na morte e partilha a mesma disciplina. Persistem ainda alguns rumores sobre uma ligação dos &lt;u&gt;Samedi&lt;/u&gt; com a mesteriosa linhagem dos Sabas.&lt;br&gt;
Disciplinas: Fortitude, Obfuscate e Thanatosis (e Necromacia).&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Seguidores de Set&lt;/b&gt;: Também conhecidos como &lt;i&gt;&quot;clã das serpentes&quot;&lt;/i&gt;, os &lt;u&gt;Setitas&lt;/u&gt; não são associados nem com a &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; nem com o &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;. Muito da simbologia dos Setitas é egípcia e eles alegam que sua organização foi fundada pelo deus &lt;i&gt;Set&lt;/i&gt; e não por &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
De acordo com a história, &lt;i&gt;Set&lt;/i&gt; era bisneto de &lt;i&gt;Rá&lt;/i&gt; mas foi expulso de sua família por se opor a ele e foi banido para viver sozinho no deserto, tornando-se posteriormente um vampiro. &lt;i&gt;Set&lt;/i&gt; voltou sua ira contra &lt;i&gt;Osíris&lt;/i&gt;, o outro bisneto de &lt;i&gt;Rá&lt;/i&gt; que não se rebelou contra ele, e o matou. Mesmo quando comparados a outros &lt;i&gt;vampiros&lt;/i&gt;, os &lt;i&gt;Setitas&lt;/i&gt; são especialmente vulneráveis a luz solar que dá mais dano a eles do que a outro tipo de vampiro. &lt;i&gt;Rá&lt;/i&gt; era o deus do sol e é sua fúria que faz a luz solar causar mais dano em &lt;i&gt;Set&lt;/i&gt; e em suas crias. Apenas seus &lt;u&gt;antitribu&lt;/u&gt;, as Serpentes da Luz, escapam desse defeito.&lt;br&gt;
Todos os setitas contam todas as geração até &lt;i&gt;Set&lt;/i&gt; ao invés de &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;, efetivamente reduzindo a contagem de geração dos &lt;i&gt;Setitas&lt;/i&gt; em três (apesar de não afetar sua força).&lt;br&gt;
Disciplinas: Obfuscate, Presence e Serpentis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Toreador&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/a/aa/LogoClanToreador.png&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=200, height=135, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;: Também conhecido como o &lt;i&gt;Clã da Rosa&lt;/i&gt;, este clã ama tudo o que é belo, a beleza física, beleza artistica e sua maior fraqueza é o fato de distraí-se com facilidade, por exemplo; um menbro do clã pode se encantar com a beleza da noite e ficar observando as estrelas e a lua por tanto tempo que o sol pode nascer, ele não percebera e acabara morrendo.&lt;br&gt;
Em busca da beleza, os &lt;u&gt;Toreador&lt;/u&gt; imitam os humanos, mesmo sabendo que jamais serão humanos novamente. A Máscara, princípio criado por um dos seus, é a lei que garante o estilo de vida Toreador, que vêem nos humanos não apenas a presa, mas também família, amigos e amantes.&lt;br&gt;
Um grande exemplo da represetação deste clão no cinema é o filme &lt;i&gt;Entrevista com o Vampiro&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Neil Jordan&lt;/i&gt;, baseado no livro de &lt;i&gt;Anne Rice&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98aj2mcRqI/AAAAAAAAAY8/SplhFK6NwM0/s1600-h/caim6.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98aj2mcRqI/AAAAAAAAAY8/SplhFK6NwM0/s400/caim6.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5178887299753854626&quot; title=&quot;Lorde Caim&quot;/&gt;&lt;/a&gt;Dizem as lendas que &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;, encantado pela beleza de um jovem, tirou-o de sua família e criou-o até que este chegasse à idade adulta. Quando o jovem cresceu, &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt; o Abraçou, criando assim seu primeiro filho, conhecido por alguns como &lt;i&gt;Enoch&lt;/i&gt;. Durante muito tempo &lt;i&gt;Enoch&lt;/i&gt; foi o regente da Primeira Cidade. Seus irmãos criaram proles, desafiando &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt;, que abandonou a Primeira Cidade. Esta foi destruída no Dilúvio, e a progênie de &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt; partiu e criou a Segunda Cidade. Triste e solitário com a partida de seu pai, &lt;i&gt;Enoch&lt;/i&gt; conheceu uma jovem escultora, cujas obras tocaram seu coração. Ele então Abraçou-a, bem como seu irmão gêmeo, seus nomes eram &lt;i&gt;Arikel&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Malkav&lt;/i&gt;. Nada faltava para &lt;i&gt;Arikel&lt;/i&gt;, pois &lt;i&gt;Enoch&lt;/i&gt; providenciava tudo para que ela pudesse se dedicar apenas à sua Arte. Ela foi proibida de criar progênie, e no início isso não a afetou, mas com o passar do tempo a solidão começou a incomodar &lt;i&gt;Arikel&lt;/i&gt; e, num momento de paixão, ela Abraçou um jovem. Sabendo que seria punida, &lt;i&gt;Arikel&lt;/i&gt; convenceu &lt;i&gt;Brujah&lt;/i&gt;, outro da Terceira Geração, a matar seu Senhor, e assim começou a guerra entre a Segunda e a Terceira Gerações. Mas &lt;i&gt;Enoch&lt;/i&gt; escapou para o deserto, e &lt;i&gt;Arikel&lt;/i&gt; não o destruiu (alguns dizem que ela não pôde, outros dizem que ela não teve oportunidade). Mas, independente da razão, o clã &lt;u&gt;Toreador&lt;/u&gt; é o mais velho dos clãs, pois possui sua linha intacta: &lt;i&gt;Caim&lt;/i&gt; está vivo, &lt;i&gt;Enoch&lt;/i&gt; está vivo, &lt;i&gt;Arikel&lt;/i&gt; está viva, e as demais gerações povoam o mundo.
Disciplinas: Auspex, Celerity e Presence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Tremere&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/79/Tremere.gif&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=283, height=281, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;: Os &lt;u&gt;Tremere&lt;/u&gt; são um clã de mágicos justamente unidos. Em comparação com outros clãs vampiricos, os &lt;u&gt;Tremere&lt;/u&gt; são especialmente leais à sua hierarquia. O seu símbolo é um quadrado rodeado de um círculo; com um triângulo direito isósceles desenhado em 45°, onde a hipotenusa é um tangente ao círculo.&lt;br&gt;
Acredita-se os &lt;u&gt;Tremere&lt;/u&gt; foram alquimistas cabalísticos humanos e Magos que tentaram ganhar a imortalidade e os poderes (Disciplinas) dos vampiros. Depois de intensa pesquisa cansativa, seus experimentos não resultaram em imortalidade e magia obtida através do sangue, mas em undead (um estado maldito da existência sobre o qual encontra-se todas as Famílias), e patéticos poderes.&lt;br&gt;
Durante seu início, na Idade das Trevas, eles foram considerados arrogantes, e já haviam feito muitos inimigos em conseqüência dos seus experimentos. No início da Renascença, através de sábias alianças e em razão do forjamento de novos poderes (muito estranhos aos olhos de outras Famílias), eles garantiram seu lugar no conselho (mais alto) da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;.
Disciplinas: Auspex, Dominate e Thaumaturgy.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Tzimisce&lt;/b&gt;: Os membros deste clã consideram-se diferentes e superiores aos outros &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; devido à sua disciplina única (Vicissitude), visões de ética incomuns e estrutura interna do Clã. Muitos &lt;u&gt;Tzimisce&lt;/u&gt; são guerreiros ou líderes religiosos do &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;, apesar de os maiores &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; desse clã preferirem &quot;viver&quot; cercados por servos e escravos. Eles são obcecados por seus locais de nascimento e tumbas e, geralmente, possuem punhados do solo onde foram &quot;abraçados&quot;, são extremamente bairristas quanto a esses locais. Os membros deste clã são conhecidos por suas técnicas de alteração corporal, chamada Vicissitude. Os &lt;u&gt;Tzimisce&lt;/u&gt; podem modificar seus corpos e de outros mortos-vivos sobrenaturalmente, até mesmo ao ponto de fundi-los. Para eles, essa forma de alteração é uma arte.&lt;br&gt;
O clã &lt;u&gt;Tzimisce&lt;/u&gt; é um dos mais antigos no &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;, com o passar do tempo ele cresceu e tomou força com seus aliados e companheiros de batalha, os &lt;u&gt;Lasombra&lt;/u&gt;. Antigamente o clã vivia estritamente em seus castelos na Valáquia, mas agora se expandiu para o mundo todo tentando ainda lutar contra a máscara da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Os &lt;u&gt;Tremere&lt;/u&gt; ou &quot;usurpadores&quot;, conseguiram roubar vitae dos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; deste clã, o que os fez serem então odiados por todos &lt;u&gt;Tzimisce&lt;/u&gt;. Essa rivalidade se estendeu e passou a incluir todos os clãs da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Disciplinas: Vicissitude, Animalismo e Auspício.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Ventrue&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/0/0a/LogoClanVentrue.png&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=200, height=172, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;/a&gt;: O clã &lt;u&gt;Ventrue&lt;/u&gt; são os governantes, dirigentes e políticos do &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, às vezes conhecido como o Clã Patrício ou o Clã da Realeza. Na Roma Antiga, foram generais e líderes militares do Império, e na Idade das Trevas, foram cavaleiros e barões, obtendo as principais conquistas nas cruzadas. Nos tempos modernos, os Ventrue ainda têm grande ambição e ver-se como conquistadores, mas as suas maneiras mudaram, utilizando tribunais e empresas, em vez de feudos e poderosos exércitos.&lt;br&gt;
Eles estão sempre bem vestidos, em bons fatos e sempre elegantes, inclusive muitas vezes em trajes de gala. Acredita-se que o motivo desta elegância seja porque eles ficam apegados aos costumes de quando eram vivos, ou seja, antes de serem abraçados. Apesar de tudo isso estar claro, os &lt;u&gt;Ventrue&lt;/u&gt; negam que seus costumes sejam antiquados e que eles estejam presos as velhas tradições.&lt;br&gt;
Dizem que um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; do clã &lt;u&gt;Brujah&lt;/u&gt; assassinou o fundador dos &lt;u&gt;Ventrue&lt;/u&gt;, por isso até hoje perdura uma inimizade entre estes clãs.&lt;br&gt;
Disciplinas: Dominate, Fortitude e Presence.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt; SEITAS: As seitas são a versão vampírica de nações, grupos de mortos-vivos ligados por uma ideologia comum. As principais seitas são:&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98Lw2mcRoI/AAAAAAAAAYs/ZxOn5USvlzg/s1600-h/BloodlinesDesktop1280.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98Lw2mcRoI/AAAAAAAAAYs/ZxOn5USvlzg/s320/BloodlinesDesktop1280.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5178871030417737346&quot; title=&quot;Vampire: The Requiem, da White Wolf&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br&gt;&lt;b&gt;A Camarilla&lt;/b&gt;: A &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; foi fundada durante o século 15 (a primeira foi em 1450) em resposta à Inquisição e a Revolta Anarquista. Em grande parte, foi formado pelos desesperados &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; anciãos de sete &lt;a title=&quot;Hoje, são seis.&quot;&gt;#&lt;/a&gt; clãs aliados (&lt;i&gt;Brujah, Malkavian, Nosferatu, Toreador, Tremere, Ventrue, Gangrel&lt;/i&gt; (até 1999)) como um meio para fiscalizar seus poderes em uma frente unida e vencer os &lt;u&gt;Anarquistas&lt;/u&gt;. A vitória foi obtida após quarenta anos de luta, e a &lt;i&gt;Revolta Anarquista&lt;/i&gt; foi oficialmente encerrada na &lt;i&gt;Convenção dos Espinhos&lt;/i&gt;, em 1493. A &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; é a temível inimiga do &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;. A &lt;u&gt;camarilla&lt;/u&gt; luta para preservar &quot;a máscara&quot;, que é nada mais do que a absoluta certeza das pessoas &quot;normais&quot; da NÃO existência do sobrenatural. Quando algum membro deixa escapar uma &quot;proeza&quot; (arremessar uma moto, subir pelas paredes, resistir a MUITAS balas, etc...), é dito que esse &quot;quebrou a máscara&quot;. Esta seita funciona como uma pirâmide. Do topo para base, é a seguinte ordem: o Círculo Interno, uma união de alguns membros, os mais poderosos, que se reúne a cada 13 anos e decide o futuro da seita pelos próximos 13 anos; logo abaixo vem os Justícares, membros com poderes assombrosos, responsáveis pela ordem do seu clã. Os Justícares são escohidos pelo Círculo interno, e geralmente o cargo é &quot;vitalício&quot; (vale lembrar que vampiros são imortais); logo abaixo dos justicares vem os Príncipes, responsáveis pela ordem na sua cidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;O Sabá&lt;/b&gt;: Surgiu na época da Inquisição, durante a chamada &lt;i&gt;Revolta Anarquista&lt;/i&gt;. Após o fim da Revolta e o pacto &lt;i&gt;Conveção dos Espinhos&lt;/i&gt;, alguns dos revoltosos não concordaram com a rendição e se separaram de seus clãs, tomando o nome de &lt;i&gt;antitribu&lt;/i&gt;. Esses &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; deram origem ao &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;. O &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt; acredita que os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; não são (mais) humanos. Eles deixaram para trás a sua humanidade quando foram abraçados. Por isso, devem assumir sua condição de predadores e desprezar todo e qualquer traço de humanidade, o que faz os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; do &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt; pareceram tão cruéis e violentos aos olhos dos mortais e da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;. Toda a estrutura do &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt; está baseada em dois princípios: liberdade e lealdade. Pra eles não existe Laços de Sangue entre o Senhor e a cria, sendo o grupo divido em bandos, possuindo um outro tipo de laço de sangue que os mantém muito mais leais ao bando e ao Sabá com um todo. O &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt; também valoriza muito a liberdade dos vampiros de fazerem aquilo que desejam, seguindo seus instintos naturais. Quem realmente lidera esta seita são os clãs &lt;u&gt;Lasombra&lt;/u&gt; e os &lt;u&gt;Tzimisce&lt;/u&gt;, apoiados pela &lt;i&gt;Mão Negra&lt;/i&gt;, milícia formada pelos melhores e mais ferozes guerreiros do &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;, sendo eles geralmente &lt;u&gt;Asamitas antitribu&lt;/u&gt;. A principal crença desta seita é justamente a que a coloca contra a &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;. Para o Sabá os Antediluvianos manipulam os anciãos da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, forçando-os a proibirem a &lt;i&gt;diablerie&lt;/i&gt; e criarem a Máscara, o que torna os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; mais jovens fracos e submissos. Neste caso, quando a &lt;i&gt;Gehenna&lt;/i&gt; chegar, será fácil para os &lt;u&gt;Antediluvianos&lt;/u&gt; se alimentarem da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;. &lt;a href=&quot;#&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://horashouse.awardspace.com/nosaba.html&#39;,&#39;&#39;,&#39; width=640, height=120, maximize=no, resize=no, menu=no, scrollbar=no, navigation=no&#39;);return false;&quot; title=&quot;Saiba mais&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Os Anarquistas&lt;/b&gt;: Os &lt;u&gt;Anarquistas&lt;/u&gt; são uma seita que embora sejam tecnicamente membros do &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, rejeitam a estrutura da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, e aspiram por modificá-la. O nome refere-se à concepção errônea de que eles apoiam a anarquia em vez da ordem. Esta concepção errônea é estimulada pelos anciãos, que mantêm a maior parte do controle no jogo mundial dos vampiros. A composição do &lt;u&gt;Anarquistas&lt;/u&gt; é ampla e variada, mas a maioria dos seus membros são extraídas da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt; e do &lt;u&gt;Saba&lt;/u&gt;. Embora seja possível a entrada de membros de linhagens independentes, os &lt;u&gt;Anarquistas&lt;/u&gt; eles poucos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Os Bloodline&lt;/b&gt;: Em &lt;i&gt;Vampiro: A Mascara&lt;/i&gt;, os &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; criam outros &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; drenando o sangue de toda a vítima e fornecendo um pouco de seu sangue. Por causa disto, os abraçados compartilham de muitos atributos do antepassado. Ainda neste RPG da &lt;i&gt;White Wolf&lt;/i&gt;, os &lt;i&gt;abraçados&lt;/i&gt; de um &lt;i&gt;vampiro&lt;/i&gt; que pertence a um &lt;u&gt;bloodline&lt;/u&gt; (linhagem) sempre pertencerão ao mesmo &lt;u&gt;bloodline&lt;/u&gt; que o seu antepassado, e não há nenhuma maneira de se modificar a &lt;u&gt;linhagem&lt;/u&gt; de alguém. Os &lt;u&gt;Bloodlines&lt;/u&gt; em  &lt;i&gt;A Mascarada&lt;/i&gt; são geralmente o produto de eventos sobrenaturais únicos, e são praticamente pequenos clãs.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Os Inconnu&lt;/b&gt;: Supostamente é a seita mais antiga, a origem, os objetivos e até mesmo a própria existência da seita são, em grande parte, desconhecida para o população sobrenatural em geral. O &lt;u&gt;inconnu&lt;/u&gt; tem sido associada a diversas Infernalism, Golconda, Saulot e uma série de outras conspirações. Várias cidades do Mundo das Trevas tem monitores da &lt;u&gt;Inconnu&lt;/u&gt;, misteriosos anciãos vampiros que fazem muito pouco, exceto olhar todos os acontecimentos de sua cidade escolhida. A última teoria sobre os &lt;u&gt;Inconnu&lt;/u&gt; foi que são anciãos que, aparentemente, desejaram retirar-se da política, e que procuram famílias de Golconda, clãs caçados e linhagens como o &lt;u&gt;Salubri&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;b&gt;Antitribu&lt;/b&gt;: Formando também após a &lt;i&gt;Revolta Anarquista&lt;/i&gt; e da &lt;i&gt;Convenção dos Espinhos&lt;/i&gt;, pelos vampiros que deixaram seus clãs. Todos os clão da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, por exemplo, possuem seu reflexo sombrio nos clãs &lt;u&gt;antitribu&lt;/u&gt; do &lt;u&gt;Sabá&lt;/u&gt;. Assim os &lt;u&gt;malkavianos antitribu&lt;/u&gt; são ainda mais loucos e selvagens que seus irmãos da &lt;u&gt;Camarilla&lt;/u&gt;, e os &lt;u&gt;Toreador antitribu&lt;/u&gt; também apreciam a arte, mas levam-na às últimas consequências de pervesão e crueldade.&lt;/li&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não-Ficcção??&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Na Europa, &lt;i&gt;Dom Augustine Calmet&lt;/i&gt;, um respeitado teólogo francês e erudito, reuniu um amplo tratado em 1746, que foi ambígua sobre a existência de &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;. &lt;i&gt;Calmet&lt;/i&gt; acumulou relatórios de incidentes com &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;; numerosos leitores, incluindo a crítica de &lt;i&gt;Voltaire&lt;/i&gt; e demonologistas, interpretaram o tratado como uma afirmação da existência de &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;. Em seu Dicionário filosófico, &lt;i&gt;Voltaire&lt;/i&gt; escreveu:&lt;br&gt;
&lt;i&gt;&quot;Estes vampiros foram cadáveres, que foram obrigados a sair das suas sepulturas à noite para sugar o sangue dos vivos, quer na sua garganta ou estômagos, regressando depois para sues cemitérios. As pessoas mordidas, ficam pálidas e perdem apetite, enquanto que os sugadores engordam e gozam de excelente apetite. Foi na Polônia, Hungria, Silésia, Moravia, a Áustria, e Lorena, que os mortos fizeram este alvissareiros.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;
A polêmica só cessaram quando imperatriz Maria Theresa da Áustria enviou o seu médico pessoal, &lt;i&gt;Gerhard van Swieten&lt;/i&gt;, para investigar as alegações de entidades vampíricas. Ele concluiu que &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt; não existiam e passaram a imperar leis, que proibiam a abertura de sepulturas e a profanação de corpos, acabando assim as &quot;epidemias vampíricas&quot;. Apesar desta condenação, o &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; viveu para sempre em obras artísticas e na superstição local.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98P9GmcRpI/AAAAAAAAAY0/DpsRt3Dm69A/s1600-h/vampiro6.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98P9GmcRpI/AAAAAAAAAY0/DpsRt3Dm69A/s400/vampiro6.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5178875638917645970&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
Quanto ao &lt;b&gt;vampíro&lt;/b&gt; presente no ocultismo, tem que se, diferentemente do &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; folclórico que absorve sangue, este absorve energia viva, pulsante, de qualquer ser que transmite isso. Ele vivendo normalmente e somente às vezes se abastece de energia prânica, e ainda não temeriam alho, objetos religiosos, o sol, e também não morreriam somente com estacas, prata. Parte dessas concepções do mito foi retratada nos livros de Anne Rice&lt;br&gt;

Na cultura cigana, se um &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt; tem relações sexuais com um mulher humana, nascerá um Dhampyr(ou Dampiel), meio-humano, meio-vampiro. De fato, existiu na cultura cigana, charlatões que se diziam Dhampyrs, tirando proveito das pessoas. Os supostos Dhampyrs cobravam ouro para caçar &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;, pois dizia-se que ele tinham a habilidade de senti-los, portanto, muitas vezes eles, durante a noite, tiravam cadáveres de suas tumbas e durante o dia ele &quot;mataria o &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;&quot; à tiro na frente do público, recebendo assim sua recompensa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Sobre o animal, o morcego, teem-se que antes de se associado aos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;, o morcego era ligado ao Diabo. Ele, que na magia simboliza o crespúsculo (momento mágico por excelência, como a aurora), o mistério e o androgismo, era acusado de participar do sabá. No meio-dia, era chamado de &lt;i&gt;mosca do inferno&lt;/i&gt;, e os camponeses pregavam-no à porta dos celeiros para impedílo de praticar malefícios.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;


&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cine e Arte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

* No cinema: São inúmeros os filmes que retratam o tema &lt;b&gt;vampiro&lt;/b&gt;, mas apenas alguns o fazem merecer louvor. Alguns que valem ser citados: Drácula de Bram Stoker; Blade; Rainha dos Condenados; Drácula; Nosferatu; Underworld; Entrevista com vampiro; Angel; Buffy.&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98bTmmcRrI/AAAAAAAAAZE/pgTttrZvECU/s1600-h/Lilith6.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98bTmmcRrI/AAAAAAAAAZE/pgTttrZvECU/s400/Lilith6.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5178888120092608178&quot; title=&quot;Lilith, de Hon John Collier (1887)&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
* Nos desenhos: Vampire Slayer D; Hellsing; Vampire Princess Miyu; Blood; Master of Mosquiton; Darkstalkers; Night Walker; Tisukhime; e outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

* Nos games: São vários os títulos que utilizam a lenda dos &lt;b&gt;vampiros&lt;/b&gt;. A exemplo de Legacy of Kain, Vampire the Masquerade, Castlevania, Darkstalkers, BloodRayne. E os clássicos RPG&#39;s de mesa, como os famosos títulos da White Wolf.

&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Na literatura: Aqui é o verdadeiro palco das mais inimagináveis aventuras da mente humana. Como exmplos temos o progenitor do tema vampírico na literatura, o &lt;i&gt;The Vampyre,&lt;/i&gt; de &lt;i&gt;John Polidori&lt;/i&gt;; Também, aqui no Brasil, como pioneiro neste tema temos &lt;i&gt;Os Sete&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;André Vianco&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Christabel&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Samuel Taylor Coleridge&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;The Giaour&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Lord Byron&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;The Vampyre&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;John Polidori&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Aurelia&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;E.T.A. Hoffmann&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Viy&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Nikolai Gogol&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Carmilla&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Sheridan Le Fanu&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;The Transfer&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Algernon Blackwood&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;A Creature of the Night&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Fergus Hume&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Bewitched&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Edith Wharton&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;The Adventure of the Sussex Vampire&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Sir Arthur Conan Doyle&lt;/i&gt;; &lt;i&gt;Good Lady Ducayne&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Mary Elizabeth Braddon&lt;/i&gt;; e vários outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;br&gt;

&lt;/li&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/870207404205626376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=870207404205626376&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/870207404205626376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/870207404205626376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/vampiros-os-sugadores-de-sangue_15.html' title='Vampiros: Os sugadores de sangue'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R98HYGmcRnI/AAAAAAAAAYk/hRxuyUfTIXs/s72-c/Vampiro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7131874262323000919.post-7514336723995221693</id><published>2008-03-02T14:32:00.000-08:00</published><updated>2010-02-24T18:52:06.584-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="brasil"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo e pesquisa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="grécia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indígena"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="lenda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="portugal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="áfrica"/><title type='text'>FolkLore: A história não escrita de um povo</title><content type='html'>&lt;p&gt;Para toda formação mítica não é possível determinar a fórmula inicial. Milagre será a lenta determinação de sua área e maior andança a identificação de suas peças constitutivas. Dizer como se reuniam ou para que se criaram é quase impossível. A explicação racional e bonita, é mais complexa e tremenda que as próprias aventuras de um herói popular. É preciso, inicialmente, crer, conceder dados imediatos, aceitar convenções. Pois a fé não é básica apenas em assuntos religiosos.&lt;/p&gt;&lt;span class=&quot;fullpost&quot;&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Folclore&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9NZeWmcRBI/AAAAAAAAATM/Ngeo8MaQFQU/s1600-h/irac.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9NZeWmcRBI/AAAAAAAAATM/Ngeo8MaQFQU/s400/irac.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5175578774776595474&quot; title=&quot;Iracema: uma das grandes representações do folclore Brasileiro&quot;/&gt;&lt;/a&gt;
Folclore significa, basicamente, a sabedoria popular. Fatos folclóricos são as maneiras de pensar, agir e sentir de um povo. Quase sempre são transmitidos oralmente e pela imitação. Aqui no Brasil, como temos a mistura de vários povos (africanos, europeus e indígenas, principalmente) os usos e costumes de todos se entrelaçam, aumentam ou diminuem e, muitas vezes, mesmo com características diferentes, têm a mesma origem. Estes fatos estão em todas as partes e se manifestam de várias maneiras, podendo ser notado em suas casas, escolas, nas ruas e em quase tudo que se vê ou faz (músicas, brincadeiras, jogos, artesanato, comidas, entre outros). O folclore, em sua simplicidade, apresenta traços de todas as regiões do país. Como exemplo temos &lt;u&gt;os Mitos&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Lendas&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Advinhas&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Promessas&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Quadrilhas&lt;/u&gt; (ou poesias); &lt;u&gt;os Trava-Línguas&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Parlendas&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Fórmulas de Escolha&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;os Ditados populares&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Superstições&lt;/u&gt; (ou Simpatias); &lt;u&gt;as Frases de Pára-Choque de Caminhão&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Brincadeiras&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;as Cantigas&lt;/u&gt;; &lt;u&gt;o Artesanato&lt;/u&gt;; e &lt;u&gt;a Culinária&lt;/u&gt;, que povoam a imaginação e a vida de todos os povos. Esta postagem falará sobre o primeiro tipo.
&lt;/p&gt;&lt;br&gt;

&lt;p&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9NVOWmcRAI/AAAAAAAAATE/AMgS9qJaxLY/s1600-h/folc.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9NVOWmcRAI/AAAAAAAAATE/AMgS9qJaxLY/s400/folc.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5175574101852177410&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mitos e Assombrações&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;
Os mitos são seres e ocorrências sobrenaturais que exercem influência nas pessoas e nos ambientes em que aparecem. No Brasil, os mitos vêm de três fontes essenciais: Portugal, Indígena e África. Um fato importante a se falar sobre os mitos provindos das crendices indígenas é que não existe nenhum relato de antropofagia. Quando matam, não tocam o corpo. Essa revela influência africana ou européia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;

Segue abaixo alguns dos mitos gerais, ou seja, aqueles que se encontram presentes no folclore de várias regiões:&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Anhanga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Nas cartas do padres &lt;i&gt;José de Anchieta&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Manuel da Nóbrega&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Fernão Cardim&lt;/i&gt; fala-se em &lt;b&gt;Anhanga&lt;/b&gt; como de um espírito malfazejo, temido pelos indígenas. O alemão &lt;i&gt;Hans Staden&lt;/i&gt; chamou-o &lt;b&gt;Ingange&lt;/b&gt;. O franciscano &lt;i&gt;André Thevet&lt;/i&gt; (1558) notou que o &lt;b&gt;Anhangá&lt;/b&gt; não tinha forma positiva. O certo era atormentar os viventes. Segue trecho de carta de &lt;i&gt;Hans Staden&lt;/i&gt; (1557): &quot;&lt;i&gt;...os indígenas não gostam de sair da cabanas sem luz, tanto medo tem do Diabo, a quem chamam &lt;b&gt;Ingange&lt;/b&gt;, o qual frequentemente lhes aparece&lt;/i&gt;. Já &lt;i&gt;Gonçalves Dias&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;O Brasil e a Oceania&lt;/i&gt;, pp. 102 e seg.) fala sobre o &lt;b&gt;Anhangá&lt;/b&gt; como entidade inteiramente espiritual, responsável por todos os males selvagens. Ele relata que &lt;b&gt;Anhangá&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Mbaaíba&lt;/b&gt; quer dizer &lt;b&gt;&quot;cousa má&quot;&lt;/b&gt;. Para &lt;i&gt;Dias&lt;/i&gt;, o verdadeiro gênio do mal seria &lt;b&gt;Jurupari&lt;/b&gt; e não o &lt;b&gt;Anhangá&lt;/b&gt;. Em seu livro chamado &lt;i&gt;O Tupi na Geografia Nacional&lt;/i&gt; (3ª Edição, Bahia, 1928), Teodoro Sampaio estuda o vocábulo:&lt;br&gt;

&lt;b&gt;ANHÃ&lt;/b&gt;, s.c. Ã-nhã, a alma errante, o espírito que anda vagando; o gênio andejo, o diabo. Alt. Inhan, Inhang, Aignan, segundo J. de Léry.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;ANHANGA&lt;/b&gt;, s. o diabo, o mau espírito.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;ANHANGABA&lt;/b&gt;, s. a ação do diabo, a diabrura, o maléfico. Alt. Anhangá.&lt;br&gt;

Ao mesmo tempo também existia o &lt;b&gt;Suaçu-Anhanga&lt;/b&gt;, um protetor da caça, castigador dos caçadores impiedosos e égide dos animais em gravidez. O &lt;u&gt;Veado-fantasma&lt;/u&gt;, esta entidade que perseguia a tranquilidade dos brasileiros no séc. XVI, constituia uma galeria suprema de ameaça e de respeito anormal, juntamente com as outras espécies animais que possuíram defensores. Existe no Morro Branco (Natal/RN), uma lenda em que um marinheiro estrangeiro morreu de pavor, perseguido por três veados que ele não conseguiu matar (&lt;i&gt;Luis da Camara Cascudo&lt;/i&gt; - &lt;i&gt;História que o Tempo Leva...&lt;/i&gt; pp.31 e seg.).&lt;br&gt;
Finalizamos então com duas imagens para a entidade: Um veado branco, com olhos de fogo, protetor da espécie; e a outra que não tem forma, sendo um pesadelo, uma coisa má, um medo sem forma e sem nome possível.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Boi-Tatá&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ou Mboi-tatá): Em carta de São Vicente, datada de 31 de maio de 1560, o venerável José de Anchieta citou, pela primeira vez, o &lt;b&gt;beatatá&lt;/b&gt;, traduzindo-o por &quot;cousa de fogo, o que é todo fogo&quot;. &lt;i&gt;Mbai&lt;/i&gt;, cousa, e &lt;i&gt;tatá&lt;/i&gt;, fogo, davam justamente essa versão. Como aquele fogo vivo se deslocava, deixando um rasto luminoso, &quot;um facho cintilante correndo para ali&quot;, anotava o jesuíta, veio a imagem da marcha ondulada da serpente. E mesmo há no idioma tupi palavra de pronúncia ligeiramente diversa de mba, significando cobra. É &lt;i&gt;mbói&lt;/i&gt;. De &lt;i&gt;mbai-tatá&lt;/i&gt;, coisa de fogo, chegou-se a &lt;b&gt;Mbói-tatá&lt;/b&gt;, cobra de fogo. Essa foi a figura que se popularizou. No Brasil tem-se que ela é uma cobra que comeu milhares de olhos e tornou-se brilhante (amarelo azulado) pela multidão de pupilas que guardou. Na França é o &lt;u&gt;feu-follet&lt;/u&gt;, a &lt;u&gt;Inlicht&lt;/u&gt;, uma luz errante nas terras negras.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Boto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: &lt;i&gt;Delphinus amazonicus&lt;/i&gt;, golfinho fluvial, de vastíssimo memorial amoroso. O Boto é o conquistador, o don-juan feliz de milhares de moças, o progenitor natural de várias centenas de piás. Esse &lt;u&gt;delfim&lt;/u&gt; levanta, nas lonjuras do rio-mar, o renome clássico de sua estirpe. O &lt;u&gt;delfim&lt;/u&gt; é ainda símbolo lúbrico. Desde a antiguidade clássica ele é dedicado a Vênus e aparece, roncando de cio, junto à deusa resplendente. A lenda conta que em certas épocas, esses peixes grandes se transformam, por condão diabólico, em guapos e formosos rapazes e se infiltram nas festas e dançam com as jovens (vítimas). Dotados de especial e irresistível atrativo, com olhos brilhantes, negros e hipnóticos, as jovens não resistem às lábias e são levadas para o fundo do rio. Há &lt;b&gt;botos&lt;/b&gt; vermelho e &lt;b&gt;botos&lt;/b&gt; pretos.&lt;br&gt;
* Para os indígenas, o boto é a encarnação do espírito protetor dos peixes, o &lt;u&gt;Uauiará&lt;/u&gt;, possuidor de palácios no fundo do mar.&lt;br&gt;
* Para os Argentinos, o nome é &lt;u&gt;U-Pora&lt;/u&gt; (u- água, pora- namorador, morador, habitante), que se transforma em um homem negro e leva as moças para núpcias que as vezes custam a vidas das mesmas; Existe ainda o &lt;u&gt;Pira-Nu&lt;/u&gt;, peixe-negro, que é enorme e vira embarcações; Ainda assim existe um terceiro chamado &lt;u&gt;Yagua-Ron&lt;/u&gt;, um peixe monstruoso que como os pulmões dos animais que caem nas águas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Bruxa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;; Aqui no Brasil não existe bruxa, na acepção portuguesa do vocabulário, mais precisamente entre o povo nortista. Temos apenas a &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt; infantil que aparece nas ameaças noturnas quando o sono desobedece à vontade materna. Denomina-se &lt;u&gt;feiticeira&lt;/u&gt;. Mas não há reunião nas noites de sexta-feira, presidida pelo diabo, obrigando as velhas a uma indumentária de Eva e subsequentes vôos em cabos de vassoura. Quando ouve-se um estória dessa maneira é certeza da ação das lembranças de Portugal.&lt;br&gt;
A &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt; para as crianças é a figura clássica de uma mulher velha, alta, magra, corcovada, queixo fino, nariz adunco, olhos pequeninos, cheia de sinais de cabelo, manchas, horrores. Os seus trabalhos limitam-se a carregar os meninos insones ou, para determinados lugares e ainda, constituindo uma herança da Europa, sugar-lhes o sangue, invisivelmente.&lt;br&gt;
Para evitar a &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt; riscam os velhos signos cabalísticos, o sinal de Salomão (estrela de seis raios, feitas com dois triângulos), a estrela de cinco raios, que é o sagrado pentágono de Cornélio Agripa, as palhas secas do Domigo de Ramos postas em crus, ou então paina, fios de gravatá. Com isso a &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt; é o brigada a parar e só entrar após contar o molhos fio por fio. Na Europa a tradição é a mesma. Na Itália mata-se um cão e a &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt; tem de contar os cabelos do animal (Abruzzos). Como uma foice - ou qualquer outra lâmina - embebida em água benta, corta-se o ar próximo ao leito da criança que está sendo sugada pela &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt;, durante o período do da meia noite até primeiro cantar do galo. Caso a &lt;b&gt;bruxa&lt;/b&gt; seja cortada, a mesma sangrará e perderá o encanto, voltando a sua forma decadente. &lt;a title=&quot;Já pensou se a criança resolve levantar no meio da noite?&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Caapora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Sua estória e confusa. Ele seria um &lt;b&gt;curupira&lt;/b&gt; com os pés direitos ou um &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; com dois olhos. Acontece que o caapora não aparece registrado pelos jesuítas. Entretanto, existem uns vestígios do séc. XVI, onde o franciscano André Thevet fala sobre um tal &lt;a title=&quot;Caá = mato + gerre = guara, habitante&quot;&gt;Kaagerre&lt;/a&gt;, &lt;u&gt;Kaagire&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;Kaigerre&lt;/u&gt;, um ente maligno e sinônimo de Anhanga. De forma simples identificou-se que os missionários passaram a chamar os índios alheios a catequese de &quot;moradores do mato&quot; (ou seja, caapora), diferenciando=os dos aldeados, ou seja cristãos.&lt;br&gt;
* No nordeste e no norte do Brasil, o &lt;b&gt;Caapora&lt;/b&gt; é a &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt;, figura indígena pequena e forte, coberta de pêlos, de cabeleira açoitante, dona da caça, doida por fumo e aguardente. Há também o &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt; (macho), cabloco baixo, hercúleo, ágil, montando o porco-do-mato, o &quot;queixada&quot;, chamado igualmente teaçu, caitetu ou caititu e ainda Taitetê e taiaçu-etê.&lt;br&gt;
Nas matas do Pará, Amazonas e Acre, a &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt; moderna aceita comércio amoroso com os homens. Exige fidelidade e mata, com uma sova de cipó espinhento, se traída.&lt;br&gt;
Já no nordeste, a &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt; é uma mulher que monta o porco-do-mato e ressuscita os animais abatidos.&lt;br&gt;
* Na Argentina, Uruguai e Paraguai, a &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt; é um velho indígena peludo e gigantesco que vive nos montes e se alimenta dos corpos dos animais que o homem mata.&lt;br&gt;
* No Chile, o caipora é o Anchimallen, um anão guia e protetor dos animais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Coca e Cuca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: A &lt;b&gt;Cuca&lt;/b&gt; ou A &lt;b&gt;Coca&lt;/b&gt; é um ente velho, muito feio, desgrenhado, que aparece durante a noite para levar consigo os meninos inquietos, insones ou faladores. Para muitos a &lt;b&gt;Coca&lt;/b&gt;a ou &lt;b&gt;Cuca&lt;/b&gt; é apenas uma ameaça de perigo informe. O que amedronta seria a deformidade, não sabendo elas no entanto como seja o fantasma. A maioria identifica como uma velha, bem velha, enrugada, de cabelos brancos, magríssima, corcunda e sempre ávida pelas crianças que não querem dormir cedo e que fazem barulho. É um fantasma noturno, que figura em todo o Brasil nas canções de ninar. Não há sobre ele episódio nem localizações. Esta em toda parte mais nunca se disse quem levou e como o faz. O termo &lt;b&gt;cuco&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;cuca&lt;/b&gt; no idioma nbunda significa &lt;u&gt;velhice&lt;/u&gt;, o que seria representado pela &lt;u&gt;preto velho&lt;/u&gt;. Já no tupi, &lt;b&gt;cuca&lt;/b&gt; significa &lt;u&gt;o trago&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;o que se engole de uma vez&lt;/u&gt;, idéia que eles tem para a coruja.&lt;br&gt;
Em São Paulo, a &lt;b&gt;Cuca&lt;/b&gt; se assemelha ao &lt;u&gt;Papão&lt;/u&gt; lisobrasil.&lt;br&gt;
Em Minas Gerais, ligam o &lt;b&gt;Coca&lt;/b&gt; ao &lt;u&gt;Negro Velho&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Em Portugal, como dito, a &lt;b&gt;Coca&lt;/b&gt; seria o &lt;u&gt;Farricoco&lt;/u&gt;, que é a própria morte, sendo um espantalho que sai nas festas de Corpus Christi.&lt;br&gt;
Na Espanha, a &lt;b&gt;Coca&lt;/b&gt; seria uma serpente de papelão, um dragão símbolo de todo o mal com patas de grilo, que sai no dia de Corpus Chriti. E o &lt;b&gt;Coco&lt;/b&gt; seria uma entidade fantasmagórica, que devora as criaturas humanas, tal qual faz o &lt;u&gt;Papão&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
Esta entidade faz parte de uma categoria denominada de &lt;i&gt;ciclo da angústia infantial&lt;/i&gt; que a noite traz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Comadre Florzinha (ou Flor do Mato)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: É uma espécie de fadinha maliciosa e faceira. Pequenininha, tem longos cabelos louros e sempre enfeitados com flores. É protetora das matas e dos animais. Tem irmãzinhas e, juntas, consegue, assustar caçadores e derrubadores de árvores. É meio parente do &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt; e, como o &lt;b&gt;Saci&lt;/b&gt;, diverte-se, fazendo travessuras. Sabe corresponder à amizade das pessoas que a agradam.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Curupira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: &lt;i&gt;Ele é o deus que protege as floretas. As tradições representam-no como um pequeno Tapuio, com os pés voltados para trás, e sem os orifícios necessários para as secreções indispensáveis à vida, sendo um muciço.&lt;/i&gt; Difinido assim por &lt;i&gt;Couto de magalhães&lt;/i&gt;, em seu &lt;i&gt;n&#39;O Selvagem&lt;/i&gt; (ed. de 1876, pp.138/139), que representa a imagem do mito pelo norte e oeste do Brasil. Segundo&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R88sUZ9XdHI/AAAAAAAAASw/jk-zehX7_B0/s1600-h/curuira01.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R88sUZ9XdHI/AAAAAAAAASw/jk-zehX7_B0/s320/curuira01.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5174403225949271154&quot; title=&quot;O curupira&quot;/&gt;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;Anchieta&lt;/i&gt;, em 1560, o &lt;b&gt;curupira&lt;/b&gt; seria um duende que atacava e matava os indígenas, exceto se estes lhe deixassem ofertas rogando por piedade. Para o padre &lt;i&gt;João Daniel&lt;/i&gt; (1797), o &lt;b&gt;coropira&lt;/b&gt; andava nu, como um &lt;i&gt;Tapuia&lt;/i&gt;, com a cabeça raspada, e fazia barulho no mato.&lt;br&gt;
* Em Pernambuco ele tem somente uma perna. Porém, a forma mais popularizada e antiga que ficou no Brasil para o &lt;b&gt;curupira&lt;/b&gt; é de um índio pequeno, ágil, de pés ao avesso, com cabelo vermelho (ou raspado), poderoso senhor da caça e dono das matas cujos segredos guarda e defende.&lt;br&gt;
* Já no Sul, o mito teria o nome de &lt;b&gt;caapora&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;caiçara&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;zumbi&lt;/b&gt;, tendo cães e porcos-do-mato como amigos inseparáveis.&lt;br&gt;
* Ainda no Rio Grande do Sul, ele assume a forma de um indiozinho astuto, cabelo branco, dentes azuis, pés ao contrário, atrapalhando cavaleiros e viandantes.&lt;br&gt;
* Na literatura européia, fala-se da característica dos pés tornadoos ao avesso, tendo ainda &lt;i&gt;Horacio&lt;/i&gt; o chamado de &lt;u&gt;scaurum&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
No Brasil colonial têem-se registro de uma certa raça que nascia com os pés às avessas de maneira que quem os seguisse não os encontra-se. Eram chamados de &lt;u&gt;matuiús&lt;/u&gt;, conforme explicação do então jesuíta missionário &lt;i&gt;Simão de vasconcelos&lt;/i&gt;, em sua &lt;i&gt;Crônica da Companhia de Jesus no Estado do Brasil&lt;/i&gt; (Livro I.°, cap.31).&lt;br&gt;
* Entre os tupis, o &lt;b&gt;curupira&lt;/b&gt; seria o &lt;u&gt;bicho do mato&lt;/u&gt;, um caboclo grande e cinzento que não permite que se mate bicho novo, nem os que estão amamentando.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Gorjala&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: É um gigante europeu que encontrou no Brasil ambiente para sua existência, nas serras e grotas fundas. O nome vem de &lt;i&gt;gorja&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;garganta&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;gorjal&lt;/i&gt;, o bacinete de ferro que defendia o pescoço dos guerreiros medievais. Ele é um gigante preto e feio que caça o homem (assim como faz o &lt;u&gt;Polifemo homérico&lt;/u&gt;), agarrando-o e sustentando-a embaixo do braço para devorá-la à dentadas. Os seringueiros da Amazônia conhecem este mito como sendo um gigante batalhador, encouraçado de cascos de tartaruga, chamado de &lt;u&gt;Mapinguari&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
O &lt;b&gt;Gorjala&lt;/b&gt; pertence a &lt;i&gt;tradição dos gigantes&lt;/i&gt;, existente no continente americano, sendo que estes personalizam a energia estúpida e a força cega da matéria.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Iara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: &lt;i&gt;Y-Iara - Eiara, Oiara&lt;/i&gt; (ig - água, iara - senhor)- É a &lt;b&gt;Mãe d&#39;Água&lt;/b&gt;, uma entidade que atrai os moços, aparecendo a estes sob o aspecto de uma moça bonita, e às moças aparecendo-lhes sob o aspecto de um moço, e os  fascina com cantos, promessas e seduções de todo o gênero, convidando-os a se lhe entregarem e irem gozar com ela uma eterna bem-aventurança no fundo das águas, onde ela tem seu palácio e a vida é um folguedo sem termo. Assim definiu o conde &lt;i&gt;Ermano Stradelli&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
A &lt;b&gt;Mãe d&#39;Água&lt;/b&gt; do Rio São Francisco &quot;é uma velha muito alta e muito feliz, alta como um coqueiro e feia a valer; a metade do corpo é gente, a outra metade é peixe - uma espécie de seria fluvial, como se vê, mas longe de ter aquela sedução das velhas perturbadoras dos mares...&quot;, conforme relato de &lt;i&gt;Noraldinho Lima&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;No Vale das Maravilhas, p.159 e seg. Belo Horizonte, 1925&lt;/i&gt;).&lt;br&gt;
O mito &lt;b&gt;Iara&lt;/b&gt;, na verdade é totalmente europeu, não havendo entre os índios estudados qualquer menção sobre a mesma. Com o passar do tempo, ficou mais popularizado no Brasil a imagem da &lt;b&gt;iara&lt;/b&gt; fêmea. Este poderia ser considerado neto da &lt;b&gt;Ipupiara&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ipupiara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Seriam fantasmas habitantes das águas, que afogavam os índios, para o padre &lt;i&gt;José de Anchieta&lt;/i&gt; (1560), seriam ainda chamadas de &lt;i&gt;Igpupiara&lt;/i&gt; (isto é &lt;i&gt;moram n&#39;água&lt;/i&gt;). Já para &lt;i&gt;Pero de Magalhães Gandavo&lt;/i&gt;, elas seriam monstros marinhos com 15 palmos de comprimentos, peludos e com um tipo de bigode. Seriam chamados de &lt;i&gt;Hipupiara&lt;/i&gt;, que quer dizer &lt;u&gt;demônio d&#39;água&lt;/u&gt;. (&lt;i&gt;Historia da Província de Santa Cruz&lt;/i&gt;, cap.IX, p.120, ed. Anuário do Brasil). Porém, conforme descrito pelo Frei &lt;i&gt;Vicente do Salvador&lt;/i&gt;, havia um tal &lt;u&gt;Homem Marinho&lt;/u&gt; que saía da água e matava o índio, comendo apenas os olhos e o nariz (&lt;i&gt;História do Brasil&lt;/i&gt;´, p.45, São Paulo, Weiszflog Irmãos, 1918).&lt;br&gt;
Na língua tupi, &lt;b&gt;IPUPIARA&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;ypú-piara&lt;/i&gt;) quer dizer &lt;i&gt;&quot;o que reside ou jaz na fonte, o que habita no fundo das águas. É o gênio da fontes, animal misterioso que os índios davam como homem marinho, inimigo dos pescadores, mariscadores e lavandeiras.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;
Não aparece no &lt;b&gt;Ipupiara&lt;/b&gt; o poder de se transformar em homem ou mulher.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Labatut&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: É um ser enorme, permanentemente faminto, com os pés classicamente redondos, cabelos compridos e revoltos, corpo vestido de pêlos ásperos como o do porco-espinho, dentes que lhe saem da boca e um só olho no meio da testa.&lt;br&gt;
Conforme &lt;i&gt;Martins de vasconcelos&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Histórias do Serão&lt;/i&gt;, p.10. Tipografia Martins, Mossoró, 1918 RN), o &lt;i&gt;&quot;&lt;b&gt;Labatut&lt;/b&gt; é um bicho pior que o &lt;b&gt;Lobisomen&lt;/b&gt;, pior que a &lt;b&gt;Burrinha&lt;/b&gt; e pior que a &lt;b&gt;Caipora&lt;/b&gt; e mais terrível que o &lt;b&gt;Cão-Coxo&lt;/b&gt;! Ele mora, como dizem os velhos, no Fim do Mundo, e todas as noites percorre as cidades, para saciar a fome, porque ele vive eternamente esfomeado... Ele gosta mais dos meninos, porque são menos duros que os adultos! Ao cair da lua, ele, que anda ligeiro, entrará pelas ruas num trote estugado, parando às portas para ouvir quem fala, quem canta, quem assobia e quem ressona alto e...trás! devorar!... Os cães dão sinal, latindo-lhe atrás!&quot;&lt;/i&gt;
No Rio Grande do Norte e Ceará, este mito tem vida imaginária e forma monstruosa.&lt;br&gt;
Ele também pertence a &lt;i&gt;tradição dos gigantes&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Lobisomen&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Este mito não contém relato indígena.&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R88sL59XdGI/AAAAAAAAASo/ezZJfZDgC4Q/s1600-h/464px-Werwolf.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R88sL59XdGI/AAAAAAAAASo/ezZJfZDgC4Q/s320/464px-Werwolf.png&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5174403079920383074&quot; title=&quot;O lobisomem&quot;/&gt;&lt;/a&gt; O &lt;b&gt;Lobisomem&lt;/b&gt; foi trazido pelo colono europeu. Está em todos os países e épocas, com histórias espelhadas, sob nomes vários, registrado nos livros eruditos. É um dos mitos mais complexos e obscurecidos pela ancianidade e divisão local.&lt;br&gt;
* Na Grécia, com o &lt;b&gt;Licaon&lt;/b&gt;; Em Roma, com os &lt;b&gt;Lupercais&lt;/b&gt;; Na Europa, com os &lt;i&gt;Werwolfes&lt;/i&gt;; Na África, com a &lt;b&gt;lincantropia negra&lt;/b&gt;; Em Portugal, com o &lt;b&gt;Lobishomem&lt;/b&gt;; Na França, com o &lt;b&gt;Loup-garou&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;
Em sua maioria, teêm-se a metamorfose como punição divina, havendo ainda os rituais africanos, em qual o espírito do indivíduo humano ocupa o corpo do animal lobo (e outros). Há também na França, Inglaterra, Rússia e Parte da Europa (&lt;i&gt;Enciclopédia Britânica&lt;/i&gt; 11ª ed. Nova York, 1911), a forma de transformar-se no animal pretendido através da utilização de uma cinto feito com a pele do referido animal. Havia ainda a possibilidade de transformar-se no lobo por causa do espojamento numa encruzilhada, onde os animais se espoliam, como falava-se em Portugal, Roma, Ásia, África e em partes da América. E pra finalizar, temos por aqui uma outra que diz ser lobisomem o 7° filho, depois de 6 mulheres &lt;a title=&quot;Se for mulher, esta irá virar bruxa&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
Como cura, em sua maioria dizem que deve se tirar sangue do bicho, pois só assim o diabo poderá lamber o sangue e tornar quitada a divida do pobre homem amaldiçoado. A forma de se tirar sangue seria através armas embebidas na água benta, em razão de todo o mito ser encantado, sendo assim a pele impenetrável. Já nos lugares
que falam do cinto mágico, o encantamento seria quebrado ao ser retirado este cinto. Existe alguns relatos perdidos quanto ao &lt;b&gt;lobisomem&lt;/b&gt; ter como ponto fraco o umbigo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mãe-D&#39;água&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: É a própria &lt;i&gt;Iara&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mula-Sem-Cabeça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Também chamada de &lt;b&gt;Burrinha-de-Padre&lt;/b&gt; ou simplesmente de &lt;b&gt;Burrinha&lt;/b&gt;, este mito refere-se ao castigo tremendo da concubina do padre católico. Na noite da quinta-feira para a sexta, muda-se para mula, alentada e veloz, correndo com espantosa rapidez, até o terceiro cantar do galo. Seus cascos afiados dão coices que ferem como navalhas. Ouvem, de longe, o estridor do galope fantástico e as dentadas terríveis com que remorde o freio de ferro que leva na boca espumante e orlada de sangue.&lt;br&gt;
Para que a manceba não vire &lt;b&gt;Burrinha&lt;/b&gt;, é preciso que o referido padre não esqueça nunca de amaldiçoá-la antes de celebrar a santa Missa. E para desencantá-la é necessário enfrentá-la e retirar o freio de ferro de sua boca.&lt;br&gt;
Os detalhes do mito variam, de região para região. Encontra-se lendas que falam que a mesma não possui cabeça; é uma animal quase negro (ou todo braço); tem olhos de fogo; tem um facho luminoso na ponta da cauda; Geme como criatura humana; Não geme, mas relincha.&lt;br&gt;
A &lt;b&gt;Mula-Sem-Cabeça&lt;/b&gt; foi-nos trazida da península ibérica, pelos portugueses e espanhóis. Corre toda a América, sendo chamada de &lt;u&gt;Malora&lt;/u&gt;, no México; de &lt;u&gt;Mula Anima&lt;/u&gt;, na Argentina; É ainda conhecida como &lt;u&gt;Alma Mula&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Mula Sin Cabeza&lt;/u&gt; &lt;u&gt;Mujer Mula&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;Mala Mula&lt;/u&gt;. Todas as versões tem finalidade punitiva.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Quibungo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: É o &lt;u&gt;papão negro&lt;/u&gt;, um Bumann africano que se domiciliou na Bahia, vivendo nas estórias populares.&lt;br&gt;
O &lt;u&gt;Kibungo&lt;/u&gt; é um bicho meio homem, meio animal, tendo uma cabeça muito grande e também um grande buraco no meio das costas, que se abre quando ele abaixa a cabeça e fecha quando levanta. Come os meninos abaixando a cabeça, abrindo o buraco e jogando dentro as crianças.&lt;br&gt;
Já o &lt;b&gt;Quibungo&lt;/b&gt; é o Negro africano, que quando fica muito velho, vira &lt;b&gt;Quibungo&lt;/b&gt;, um macacão todo peludo que come crianças.&lt;br&gt;
O termo africano, muito espalhado na Bahia, qualifica um monstro devorador de gente. Tem adquirido vários aspectos com o passar do tempo e ambiente: demônio, feiticeiro, animal selvagem, maltrapilho, lobisomem... Porém, em essência, continua sempre a ser um ente estranho e canibal que prefere a carne tenra das crianças.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Saci&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: O &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; é um dos personagens mais conhecidos (se não for o mais), dentro do foclore brasileiro, porém sua origem não é tão simples quanto se pensa. &lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R88r259XdFI/AAAAAAAAASg/O5vFOu6BaYU/s1600-h/_saci.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R88r259XdFI/AAAAAAAAASg/O5vFOu6BaYU/s320/_saci.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5174402719143130194&quot; title=&quot;O Saci&quot;/&gt;&lt;/a&gt;O que, popularmente, sabemos do &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; é que ele é um pequeno negro de uma perna só, que usa um gorro vermelho, causa transtornos e some em um redemoinho. Porém nunca houve comentário sobre o mesmo ser uma ave ou de possuir um só olho. Não, é? Acontece o seguinte, quando se fala no &lt;b&gt;Saci&lt;/b&gt; sabe-se do &lt;i&gt;&quot;O &lt;b&gt;Saci-Pererê&lt;/b&gt;, resultado de um inquérito&quot;&lt;/i&gt; (Seção de Obras de &lt;i&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/i&gt;) que Monteiro Lobato dirigiu, do qual resultados extensos denunciou para a existência fantástica de um duende negrinho.&lt;br&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;Saci&lt;/b&gt;, ave&lt;/b&gt;: &lt;i&gt;Tapera naevia&lt;/i&gt;. Também chamado &lt;i&gt;Sem-fim&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Peitica&lt;/i&gt;.  O nome dessa ave significa &quot;o que é mãe das almas&quot;. A superstição popular faz dessa ave uma espécie de demônio, que pratica malefícios pela estradas, enganando os viajantes com as notas de seu canto e fazendo-os perder o rumo. (RODOLFO GARCIA - &lt;i&gt;Nomes de aves em língua tupi - in Boletim do Museu Nacional&lt;/i&gt;, Vol. V, n°3, p.41)
Barbosa Rodrigues diz que o &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; é na verdade um outro cuco, o Cuculus cayanus, o qual seria a famosa &lt;i&gt;Mati-taperê&lt;/i&gt; ou &lt;b&gt;Matinta-Perera&lt;/b&gt;. Já &lt;i&gt;Emília Snethlage&lt;/i&gt; diz que a &lt;i&gt;Matinta-Perera&lt;/i&gt; seria a própria &lt;i&gt;Tapera naevia&lt;/i&gt; que tem no Amazonas, o pseudônimo de &lt;i&gt;&quot;Fem-fem&quot;&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;&quot;Vem-vem&quot;&lt;/i&gt;, no Nordeste. Nesta briga, ainda tem nomes como Curutié, Piaya cayana ou Cuculus cornutus (Alma de gato, Ticoã, Pássaro-feiticeiro).&lt;br&gt;
O que os ornitogistas dizem é sobre a facilidade do &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; enganar pelo canto. Nunca sabem onde ele esteja realmente. Seu assobio é antes um elemento desnorteante que de direção segura. Segue trecho do livro &lt;i&gt;Aves do Brasil&lt;/i&gt; de Goeldi:&lt;br&gt;
&lt;i&gt;...o que mais me tem admirado é como a gente se engana quanto ao lugar em que está pousada. Ouve-se de longe, durante horas, o mesmo assobio característico; mas, seguindo-se este som, fica-se, sempre, ou muito longe ou muito perto, ou muito para a direita ou muito para a esquerda; em suma, cem vezes está a ave em cima e longe, antes de podermos dar-lhe um tiro. Este modo de ser enigmático e juntamente o brado triste deram, talvez, algo a toda a coroa de fábulas, que nimbam o nome de &lt;b&gt;Saci&lt;/b&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br&gt;

►Temos então uma ave e um negrinho ágil, unípede, nuzinho, de carapuça vermelha, ambos amando assombrar o povo e sendo chamados de &lt;b&gt;Saci&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;

A perna única parece vir do fabulário europeu. Tendo-se ainda a presença de entidades unípedes na América, como o deus Hunrakan e a deusa Tezcatlipoca. Sobre a carapuça vermelha, teêm-se que a mesma é a explicação para os poderes sobrenaturais. Em Roma, certos fantasmas usavam essa carapuça e quem a arrebatava teria riquezas. A carapuça que torna o seu portador invisível já é tema universal. Em relação ao costume de se amarrar o saci para que ele descubra objetos perdidos ou dê riquezas, este é velho e clássico. Conhecemos muito bem o povo que amarra a imagem de Santo Antonio para fins semelhantes e matrimoniais. Esse costume veio de Portugal. Quanto ao fumo não se tem nada certo, sendo que o mesmo existe apenas no Brasil. O Saci ainda é chamado de &quot;capetinha da mão furada&quot;, por possuir a mão furada como atributo do Pesadelo em Portugal. Em certas regiões o saci seria o responsável pelos rodamoinhos, redemoinhos ou ventos circulares. No norte do Brasil, redemoinhos é a luta de dois ventos inimigos, o vento do sul e o do norte. Em Portugal, crê-se que o redemoinho é produzido por seres diabólicos, almas penadas.&lt;br&gt;
* Na Argentina, Uruguai e Paraguai, o &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; é conhecido como &lt;u&gt;Yasí Tere&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Yasí Yatere&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;Yasí ateré&lt;/u&gt;. Lá não fala-se de carapuça vermelha. O &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; é um anão vermelho e possui uma espécie de varinha mágica e que pede fogo ou alimentos. Ele transvia os transeuntes e rapta moças e crianças. As crianças que retornam ficam malucas. Como acredita-se com gorro no Brasil, quem possuir a varinha mágica do &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; poderá controlá-lo.&lt;br&gt;
* Na Alemanha, o mito é conhecido como &lt;u&gt;Kobolde&lt;/u&gt;, um diabinho irrequieto, buliçoso, que atrapalha o sossego da residência onde se fixa. Quando agradado, o &lt;u&gt;kobolde&lt;/u&gt; torna-se um útil ajudante, porém o mesmo zanga-se facilmente.&lt;br&gt;
* Em Portugal, chama-se &lt;u&gt;Ciapodo&lt;/u&gt;, por &lt;i&gt;Teófilo Braga&lt;/i&gt; nos &lt;i&gt;Contos Tradicionais do Povo Português&lt;/i&gt; (vol.I, p.113), num conto sobre de encantamento, com &quot;um molequinho de bota vermelha, extremamente vivo, inquieto e malicioso, que possuía uma só perna.&lt;br&gt;
* Na Escandinávia, encontra-se o &lt;u&gt;Troll&lt;/u&gt;, apresentado-nos por Edmond Pilon, em citação de Gustavo Barroso: &lt;i&gt;...a existência de três ordens de criaturas maravilhosas, presidindo aos fenômenos da natureza: da água, do ar e da terra. São os três espíritos que &lt;b&gt;Lescure&lt;/b&gt; enumera na sua &lt;b&gt;Histoire des Fées&lt;/b&gt;: o &lt;u&gt;stromkarl&lt;/u&gt;, que vive na água, o &lt;u&gt;gnomo&lt;/u&gt;, que existe no ar, e o &lt;u&gt;troll&lt;/u&gt;, senhor dos bosques e dos rochedos. Esse troll é, às vezes, um monstro horroroso e de formidável poder. De outras, não: surge como um pequeno anão espiègle e vadio, pulando numa perna só, pelos caminhos além...&lt;/i&gt;&lt;br&gt;
* No Chile, teêm-se o &lt;u&gt;Ketronamun&lt;/u&gt;, um duende anão que anda em uma só perna. Uma réplica  do mito da região do Pacífico, o que atesta a vastidão da figura assombrosa em todo o continente.&lt;br&gt;
* Na França, o mito chama-se &lt;u&gt;Esprit Fantastique&lt;/u&gt;, um duende buliçoso e malicioso, que costuma entrançar as crinas do animal de modo impossível de desfazer.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sereia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Existe uma confusão e uma grande mistura para formação da seria como conhecemos hoje.&lt;br&gt;
* Os portugueses, homens do mar, possuíam a tradição das lendas marítimas, de tritões, sereias e animais fabulosos.&lt;br&gt;
* Os gregos tinham as três mil &lt;u&gt;Oceânides&lt;/u&gt;, filhas de &lt;i&gt;Tetis&lt;/i&gt; e do &lt;i&gt;Oceano&lt;/i&gt;, que rivalizavam com as &lt;u&gt;Nereidas&lt;/u&gt;, filhas de &lt;i&gt;Nere&lt;/i&gt;u, deus marinho anterior a &lt;i&gt;Poseidon&lt;/i&gt;. Nenhuma destas duas criaturas cantavam, nem atraía os nautas e nem dáva-lhes riquezas. &lt;i&gt;Hesíodo&lt;/i&gt; ainda fala sobre os pés graciosos de rápidos das &lt;u&gt;Oceânides&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;
* Havia ainda as &lt;b&gt;Sereias&lt;/b&gt; dos gregos, mas estas eram pássaros e não peixes. Na versão tradicional, eram moças, sentadas na areia da praia, cantando. Viviam entre a ilha de Capri e a costa italiana e morreriam se o navegante resistisse ao seu canto maravilhoso. Conforme &lt;i&gt;Ovídio&lt;/i&gt;, elas seriam filhas de &lt;i&gt;Achelous&lt;/i&gt;, companheiras de &lt;i&gt;Proserpina&lt;/i&gt; que se suicidaram quando esta foi raptada por &lt;i&gt;Plutão&lt;/i&gt;, sendo então convertidas nos entes espantosos feições de virgens e corpo de ave. Permanece até então, nenhuma menção sobre riquezas&lt;br&gt;
* Mas os portugueses ainda tinham mais estórias. Eram as &lt;u&gt;Mouras Encantadas&lt;/u&gt;, filhas de reis ou de príncipes mouros, reféns de soberanos cristãos, deixadas nas terras portuguesas para vigiar tesouros escondidos até que voltassem a dominar. Animais terríveis guardavam-nas. Elas ficavam a cantar, nas proximidades dos castelos, pedindo que um homem de coragem lhes quebrasse o encanto secular. Quem vencesse teria fortunas incríveis e a &lt;u&gt;Moura&lt;/u&gt;, tornada mulher, seria a esposa fiel.&lt;br&gt;
Agora sim, temos a mistura do corpo das &lt;u&gt;Oceânides&lt;/u&gt;, com a voz das &lt;u&gt;Sereias&lt;/u&gt; e as riquezas das &lt;u&gt;Mouras&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Son Goku&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Esse mito, hoje, é muito confundido com o personagem &lt;i&gt;Goku&lt;/i&gt;, da famosa série de mangá e anime &lt;i&gt;Dragon Ball&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Akira Toriyama&lt;/i&gt;. Na verdade, &lt;i&gt;Akira Toriyama&lt;/i&gt; usou esta lenda para criar o personagem &lt;i&gt;Goku&lt;/i&gt;. Mais eu disse &quot;confundido&quot; pois foram feitas drásticas modificações para se chegar ao protagonista da famosa série citada.&lt;br&gt;
&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9V_kWmcRII/AAAAAAAAAUE/zub5BgRGaEc/s1600-h/Goku-Classico.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9V_kWmcRII/AAAAAAAAAUE/zub5BgRGaEc/s400/Goku-Classico.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5176183609251087490&quot; title=&quot;Son Goku&quot;/&gt;&lt;/a&gt;O nome &lt;b&gt;Son Goku&lt;/b&gt; ficou famoso na série Saiyuki (baseado no 西遊記 (&lt;i&gt;Journey to the West&lt;/i&gt;) de &lt;i&gt;Wu Cheng&#39;en&lt;/i&gt; (1590s), Relato da Jornada para o Oeste, ou Hsi Yu Chi em chinês), de &lt;i&gt;Kazuya Minekura&lt;/i&gt;, romance épico escrito na China no século 16. A lenda conta que &lt;b&gt;Son Goku&lt;/b&gt;, também chamado de &lt;b&gt;Rei Macaco&lt;/b&gt; era uma criança diabólica nascida da rocha onde a aura da Terra foram recolhidas. Seu cérebro está cheio de pensamentos sobre comida e jogos. Para pagar os crimes que ele cometeu quando era jovem, ele foi preso nas rochas, durante quinhentos anos sem envelhecimento. Ele não tem memória do que lhe aconteceu quinhentos anos atrás. Ele era o rei dos macacos, dotado de enorme força, imortal e invulnerável. Sua forma original, conhecida como &quot;Seiten Taisei&quot; (ou &quot;Grande Sage, Equal to Heaven&quot;), é revelada quando seu diadema de ouro é removido ou quebrado. Também tinha a seu favor várias armas e artes mágicas, como o &lt;i&gt;Nyoibô&lt;/i&gt;, um bastão que podia se esticar até o infinito e o &lt;i&gt;Kintoun&lt;/i&gt;, a arte de voar montado em uma nuvem. Ainda, ele podia se transformar no que quisesse e podia criar mini-cópias suas a partir de seus pêlos.&lt;br&gt;
Um dia, orgulhoso de sua enorme força, &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; tentou dominar o mundo dos deuses. Buda então propôs o seguinte: se &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; conseguisse ir até além de sua palma,&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9V_JGmcRHI/AAAAAAAAAT8/nfvJdare0Tc/s1600-h/JourneytotheWest.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9V_JGmcRHI/AAAAAAAAAT8/nfvJdare0Tc/s320/JourneytotheWest.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5176183141099652210&quot; title=&quot;Jornada para o Oeste (ou Hsi Yu Chi)&quot;/&gt;&lt;/a&gt; receberia o domínio do Céu. &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; voou o mais longe possível com sua nuvem até chegar a um lugar com cinco montanhas, deixou sua marca lá e voltou para onde estava Buda. Este então mostrou um de seus dedos que estava com a marca de &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt;. As tais montanhas nada mais eram que os dedos de Buda. Perdendo a aposta, &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; foi preso em um rochedo nas montanhas.&lt;br&gt;
Quinhentos anos depois, ele foi salvo pelo monge &lt;i&gt;Sanzô&lt;/i&gt; e junto com sua comitiva, formada pelo porco &lt;i&gt;Cho Hakkai&lt;/i&gt; e pela criatura aquática (muitas vezes representada por um &quot;kappa&quot;, um ente lendário) &lt;i&gt;Sa Gojô&lt;/i&gt;, ele parte para a Índia a fim de receber o livro sagrado de Buda e se redimir. No meio do caminho, eles têm muitas aventuras enfrentando terríveis demônios e monstros, mas &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; sempre dava um jeito de derrotá-los com sua força e esperteza. No começo, &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; não obedecia às instruções de Sanzõ, mas este o enganou fazendo-o colocar um aro (diadema) que apertava a cabeça do macaco ao ser entoada uma fórmula mágica, causando-lhe grande dor. Só assim Sanzõ conseguia manter &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; sob seu comando. Os únicos capazes de recriar este diadema são os deuses e &lt;i&gt;Sanzo&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
Inicialmente, &lt;i&gt;Akira Toriyama&lt;/i&gt; planejou o &lt;i&gt;Dragon Ball&lt;/i&gt; para ser uma versão moderna do &lt;i&gt;Saiyúki&lt;/i&gt;. De fato, no começo, o &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; de &lt;i&gt;Toriyama&lt;/i&gt; era muito parecido com o da lenda (super forte, voa em uma nuvem e tem um bastão mágico que estica). Mas com o tempo, a tarefa provou ser difícil e o autor decidiu tomar um rumo diferente. Mas os únicos pontos em comum com o original são o nome, o &lt;i&gt;Nyoibô&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Kintoun&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;
Os feitos de &lt;b&gt;Goku&lt;/b&gt; são encenados em peças de teatro no Japão e na China até hoje e o &lt;i&gt;Saiyúki&lt;/i&gt; continua (e provavelmente continuará) sendo a fonte de inspiração para vários animes, mangás e games.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tupã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: &lt;i&gt;&quot;Essa gentilidade nenhuma cousa adora, nem conhecem a Deus; somente aos trovões chamam &lt;b&gt;Tupane&lt;/b&gt;, que é como quem diz cousa divina. E assim nós não temos outro vocábulo mais conveniente par os trazer ao conhecimento de Deus que chamar-lhe &lt;b&gt;Pai Tupane&lt;/b&gt;&quot;&lt;/i&gt; Estre foi um trecho da carta do padre &lt;i&gt;Manuel da Nóbrega&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;&quot;Informação das Terras do Brasil&quot;&lt;/i&gt;, nas &lt;i&gt;Cartas do Brasil&lt;/i&gt;, Rio. 1931, p.99). &lt;a title=&quot;Mito meio forçado. Né?!&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
A definição mais precisa fica por conta de &lt;i&gt;Theodoro Sampaio&lt;/i&gt;: &lt;i&gt;&quot;&lt;b&gt;TUPÃ&lt;/b&gt;, s. nome adotado pelos catequistas católicos para exprimir - Deus - entre os Tupis. Do ponto de vista linguístico, o vocábulo tupã, no guarani, ou tupana no tupi, é o composto - tu-pã ou tu-pana, significando - &lt;u&gt;golpe&lt;/u&gt; ou &lt;u&gt;banquete estrondante&lt;/u&gt;, referência ao trovão. Assim entendido - Deus - é aqui o tonante. Mas o vocábulo ainda admite outra interpretação, se o tomarmos como composto de Tup-ã, o &lt;u&gt;Pai Alto&lt;/u&gt;, o &lt;u&gt;Altíssimo&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;(&lt;i&gt;O Tupi na Geografia Nacional, 3ª ed., Bahia. 1928&lt;/i&gt;)&lt;br&gt;
Na teogonia indígena tupi, todos os grandes deuses são femininos. O mito artificial &lt;b&gt;Tupã&lt;/b&gt; foi o único a ser tolerado e prestigiado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tutu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;:  É um animal informe e negro que aparece nas cantigas de ninar. Nunca o descreveram e nem existe a menor alusão a um detalhe físico. Sabe-se apenas que, à sua simples menção, as crianças fecham os olhos e procuram adormecer sob o império do medo. &lt;b&gt;Tutu&lt;/b&gt; é uma corruptela da palavra &lt;i&gt;quitutu&lt;/i&gt;, do idioma quimbundo ou angolês, significando &lt;u&gt;papão&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;ogre&lt;/u&gt;. Correlatamente decorrem os sinônimos de &quot;temível&quot;, &quot;poderoso&quot;, &quot;assustador&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Zumbi&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;: O termo vem do quimbundo &lt;i&gt;nzumbi&lt;/i&gt; que significa &lt;u&gt;espectro&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;duente&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;fantasma&lt;/u&gt;. Confunde-se com o seu homófogo &lt;i&gt;zumbi&lt;/i&gt;, provindo de &lt;i&gt;zumbi&lt;/i&gt;, divindade, potestade divina e, por translação, aos chefes sociais. &lt;b&gt;Zumbi&lt;/b&gt; é um negrinho, que aparece nos caminhos e é o companheiro da &lt;b&gt;Caapora&lt;/b&gt; em Sergipe. Também pede fumo e bate ferozmente em quem não o satisfaz. É pequenino, ágil, nu, procurando as crianças que vão apanhar frutas silvestres para desnorteá-las, dando assobios finos e prolongados, ou surrá-las, como o &lt;b&gt;Curupira&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;
* No Rio de Janeiro, o visconde de Beaurepaire-Rohan fala de um &quot;zumbi da meia-noite&quot;, diabinho atormentador, espécie dos &lt;i&gt;diables Vauverts&lt;/i&gt;, de Montrouge, &lt;i&gt;farfadets&lt;/i&gt; maliciosos e zombeteiros. &lt;b&gt;Zumbi&lt;/b&gt; também se diz do feiticeiro.&lt;br&gt;
* No Haiti, o &lt;b&gt;zumbi&lt;/b&gt; é um cadáver animado, por força mágica do feiticeiro, por uma vida aparente e empregado exaustivamente nos trabalhos do campo, sob vigilância do encatador. Devendo ser alimentados, mas sem sal, pois se um zumbi provar o sal ele sente que está morto e volta para a sepultura.
&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;span style=&quot;font-size:110%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mitos Locais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;: Agora seguem alguns dos mitos locais, que são aqueles que são encontrados apenas em determinadas regiões, pois possuem características muito específicas:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;



&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Jacaré, Mãe-Do-Terremoto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (AMAZONAS): &lt;i&gt;Uma velha lenda conta que é um jacaré que sustenta o mundo, e que quando cansado da posição em que está procura outra e se mexe, faz tremer o mundo. Por via disso o chamam &lt;u&gt;Jacaré tyrytyry mancha&lt;/u&gt;, &lt;b&gt;Jacaré mãe do terremoto&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Para os Egípcios, Africanos e Asiáticos, o jacaré é representação divina e mágica, isto que não chegou aqui nas Américas. Já o Índio brasileiro é inimigo tenaz do jacaré, este que lhe devora os cherimbabos, animais de criação. Tal lenda, aqui, então passa a revelar influência negra e branca.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Matinha-Pereira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PARÁ-AMAZONAS-ACRE): É o próprio &lt;u&gt;Mati-taperê&lt;/u&gt; relatado no mito &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt;. Este sim seria uma ave. A lenda conta, que à noite, um assobio agudo perturba o sono das pessoas e assusta as crianças, ocasião em que o dono da casa deve prometer tabaco ou fumo. Ao ouvir durante a noite, nas imediações da casa, um estridente assobio, o morador diz: - &lt;i&gt;Matinta, pode passar amanhã aqui para pegar seu tabaco&lt;/i&gt;. No dia seguinte uma velha aparece na residência onde a promessa foi feita, a fim de apanhar o fumo. A velha é uma pessoa do lugar que carregaria a maldição de &#39;virar&#39; &lt;b&gt;Matinta Perera&lt;/b&gt;, ou seja, à noite transformar-se neste ser indescritível que assombra as pessoas. A &lt;b&gt;Matinta Perera&lt;/b&gt; pode ser de dois tipos: com asa e sem asa. A que tem asa pode transformar-se em pássaro e voar nas cercanias do lugar onde mora. A que não tem, anda sempre com um pássaro, considerado agourento, e identificado como sendo &#39;rasga-mortalha&#39;. Dizem que a &lt;b&gt;Matinta&lt;/b&gt;, quando está para morrer, pergunta:&#39; Quem quer? Quem quer?&#39; Se alguém responder &#39;eu quero&#39;, pensando em se tratar de alguma herança de dinheiro ou jóias, recebe na verdade a sina de &#39;virar&#39; &lt;b&gt;Matinta Perera&lt;/b&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mapinguari&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PARÁ-AMAZONAS-ACRE) : É o mais popular dos monstros da Amazônia. Definido como um verdadeiro demônio do mal, sendo um homem agigantado, negro pelos cabelos longos que o cobrem como um manto, de mãos e compridas, unhas em garra, fome inextinguível. Somente vulnerável pelo umbigo &lt;a title=&quot;Este lugar é clássico para a morte dos monstros&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;. Conforme descrição de Stradelli, este mito seria &quot;&lt;i&gt;...um grande homem, coberto de pêlos negros por todo o corpo e cara, montado sempre em um grande porco de dimensões exageradas, tristonho, taciturno e dando de quando em vez um grito para impelir a vara.&lt;/i&gt;&quot;&lt;br&gt;
Conforme Mário Guedes (&lt;i&gt;Os Seringais, Jacinto Robeiro dos Santos, editor. 2° milheiro, p.221. Rio de Janeiro, 1920&lt;/i&gt;), &quot;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Mapringuari&lt;/b&gt; é um animal fabuloso, semelhando-se ao homem, mas todo cabeludo. Os seus grandes pêlos o tornam invulnerável à bala, exceção da parte correspondente ao umbigo. Segundo a lenda é ele um terrível inimigo do homem, a quem devora. Mas devora somente a cabeça. De um velho tuxaua, já semi-civilizado, ouvi dizer que nele estava o antigo rei da região.&lt;/i&gt;&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Gogó de Sola&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ACRE): Trata-se de um pequeno animal que vive no Acre e que tem o pescoço da cor de ferrugem. Apesar de seu pequeno tamanho, é muito agressivo. Conforme explicação do prof. Padberg Drenkpol, este mito seria &quot;&lt;i&gt;extremamente feroz...na parte inferior do pescoço fusco tem uma grande mancha amarela...esta mancha parece mesmo um gogó (pomo de Adão) mais claro, como de sola...&lt;/i&gt;&quot;. Mais detalhes encontramos no livro de &lt;i&gt;Francisco Peres de Lima&lt;/i&gt;: &quot;&lt;i&gt;Supõe-se ser o &lt;b&gt;Gogó do Sola&lt;/b&gt; um cão do mato, atacado de hidrofobia; tanto assim que só nos meses de fevereiro e março, devido a metamorfose da doença, é que ele é encontrado. Possui o nocivo animal, uma agilidade extraordinária, as suas dentadas são perigosíssimas  e assemelhadas às das cobras venenosas; o seu tamanho é invulgar pela pequenez...Ao moder a sua vítima, fica agarrado por muito tempo, sendo nessa que ela o mata...NO mato, anda sempre trepado nos galhos das árvores, saltando de uma lado para outro, numa aflição bem caracterizada de loucura...é comum, nos meses acima citados, esse animal em bando, sair nos lugares de habitação, causando verdadeiro terror aos moradores...&lt;/i&gt;.&quot; (&lt;i&gt;Folclore Acreano&lt;/i&gt;, p.105, Rio de Janeiro, 1938)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tibarané&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (MATO GROSSO): O &lt;b&gt;tibarané&lt;/b&gt; é um indígena velho, de rosto enrugado, maltrapilho, andando silenciosamente ao entardecer. Quando as crianças assobiam, o &lt;b&gt;tibarané&lt;/b&gt; se aproxima manso, pedindo fumo. Se não lhe satisfazem a súplica, carrega o menino. Conforme o prof. &lt;i&gt;Padberg-Drenkpol&lt;/i&gt;, do Museu Nacional: &quot;&lt;i&gt;por sua descrição de ave mato-grossense, crepuscular, que dá uns assobios e é dada como encantada&lt;/i&gt;&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Cobra Norato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PARÁ): Dia a lenda que a &lt;b&gt;cobra Norato&lt;/b&gt; era um jovem encantado que durante a noite se desencanta e vira gente, assumindo sua condição humana. Norato freqüentava as festas, dançava muito, namorava as ribeirinhas e desaparecia antes do amanhecer. A lenda diz ainda que uma cabocla de nome Zelina deu à luz um casal de gêmeos: Honorato e Maria Caninana, duas cobras. Jogou-as no rio, onde se criaram, mas Maria Caninana vivia fazendo malvadezas até que foi morta pelo irmão, que tinha bom coração. Sempre que assumia a forma humana, ele ia visitar sua mãe, a quem implorava que o desencantasse. Para que o encanto fosse quebrado, ela deveria chegar ao corpo adormecido da serpente, pôr um pouco de leite na sua boca e ferir-lhe a cabeça, de forma que sangrasse. A mulher, por medo, nunca chegou perto do réptil, até que um soldado da guarnição da ilha de Cametá livrou o jovem da maldição. Daí então, Honorato ficou homem. E morreu, anos e anos depois, na Cidade do Cametá, no Pará.&lt;br&gt;
Não há nesse rio e terras do Pará quem ignore a vida da Cobra Norato, que teria salvo muita gente de morrer afogada.. São aventuras e batalhas. Canoeiros, batendo a jacumã, apontam os cantos, indicando as paragens inesquecidas: “&lt;i&gt;Ali passava, todo dia, a Cobra Norato...&lt;/i&gt;”.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Juruti-Pepena&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PARÁ): A Juruti-pepena é uma ave mística, na Amazônia, uma espécie de pomba encantada, que paralisa as suas vítimas (em tupi &quot;pepena&quot; - aquele que faz quebrar, torna paralítico).&lt;br&gt;
Diz a crença indígena que, certa vez, a filha do pajé foi abandonada pelo amante, em troca de outra donzela. Tão grande foi a desilusão e de tal forma ficou ferido o coração da jovem desprezada, que esta não resistiu à dor da separação e faleceu. O pajé, pai da infeliz, transformou-a na Juruti, e no local onde foi enterrada surgiu uma planta que encerrava a alma da desditosa e apaixonada criatura e imitava o pio lamentoso da Juruti. Essa planta, empregada em sortilégios do amor, enfeitiça os amantes traidores, que passam a ser perseguidos pelo piar da ave, até que se cumpra a maldição, isto é, até que aquele que trocou de amores fique inválido, paralítico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Capelobo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PARÁ-MARANHÃO): Conta a lenda que o capelobo, também chamado cupelobo (parece ser uma fusão termo indígena-português: capê - osso quebrado, torto ou aleijado. + lobo), é um animal fantástico que sai à noite para rondar os acampamentos e barracões no interior do Maranhão e Pará. Denuncia-se pelos gritos e tem o pé em forma de fundo de garrafa. Mata cães e gatos recém-nascidos para devorar. Encontrando bicho de porte ou caçador, rasga-lhe a carótida e bebe o sangue. Só pode ser morto com um tiro na região umbilical. É o lobisomem dos índios, dizem. Podendo ter duas formas: a animal, em qual é do tamanho de uma anta, mas é mais veloz. Apresenta um focinho descrito como de cão, anta, porco ou tamanduá e tem uma longa crina. Peludo e muito feio, sempre perambula pelos campos, especialmente em várzeas; e a semi humana: aparece com um corpo humano com focinho de tamanduá e corpo arredondado.&lt;br&gt;
Uma outra versão conta que o &lt;b&gt;capelobo&lt;/b&gt; parece-se com a anta, mas é mais ligeiro do que ela, e tem cabelos longos e negros e as patas redondas. Sua caçada é feita à noite, quando sai em busca de animais recém-nascidos para satisfação de sua fome inesgotável. Se apanha qualquer ser vivente, homem ou animal, bebe-lhe o sangue com a sofreguidão dos sedentos.
Dando gritos horríveis para apavorar os que encontra, que, paralisados de medo, têm o miolo sugado até o fim através da espécie de tromba que ele introduz no crânio da pobre vítima. Esses gritos, que no meio da mata se multiplicam em todas as direções, desnorteiam os caçadores e mateiros que assim vagam perdidos, chegando, às vezes, a enlouquecer. (&lt;i&gt;Lendas do Maranhão&lt;/i&gt;, de Carlos de Lima).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Anta-Cachorro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PARÁ-GOIÁS): É um bicho feroz e esfomeado que atemoriza gente afeita aos combates das floresta e às lutas com as onças bravas.&lt;br&gt;
&lt;i&gt;Tapira-Yauara&lt;/i&gt;, nome que no tupi quer dizer &lt;b&gt;Anta-Cachorro&lt;/b&gt;, &lt;u&gt;animal gigante&lt;/u&gt;, &lt;u&gt;que tem a forma da onça e as mãos com cascos como pé de anta, com as quais cava a terra, para derrubar a árvore cujo ramo se refugia o adversário que dela foge&lt;/u&gt; (&lt;i&gt;De Belém a São João do Araguaia&lt;/i&gt;, p.136. Rio de Janeiro, H. Garnier, 1910).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cabeça de Cuia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PIAUÍ): Segundo uma versão mais popular, esta lenda trata-se da história de Crispim, um jovem garoto que morava nas margens do rio Parnaíba. Sua família era necessitada. Um certo dia, chegando para almoço, sua mãe lhe serviu, como de costume, uma sopa rala, com ossos, já que faltava carne na sua casa frequentemente. Nesse dia ele se revoltou, e no meio da discussão com sua mãe, arremessou o osso contra ela, atingindo-a na cabeça e matando-a. Antes de morrer sua mãe lhe amaldiçoou a ficar vagando no rio e também como efeito da maldição, Crispim ficou com a cabeça muito grande, do tamanho de uma cuia, daí o nome &quot;cabeça de cuia&quot;. A mãe ainda lhe disse que sua pena perduraria até que ele se relaciona-se sexualmente com sete Marias virgens.&lt;br&gt;
Na segunda versão, um belo rapaz, após voltar cansado do trabalho na roça, viu que a mãe havia guardado para ele um prato de feijão com um grande pedaço de osso. Revoltado e enfurecido o rapaz teria começado a espancar a própria mão com o referido osso, esta que antes de morrer o teria amaldiçoado, dizendo que o mesmo penaria por todo o sempre na figura de um monstro, entre a terra e as águas. Nesse momento, o não mais belo rapaz teria ficado louco e afogado-se nas águas do Parnaíba. A partir de então, as águas tornaram-se encantadas, matando pessoas, virando embarcações e causando enchentes. Para chamar o referido, era preciso gritar por três vezes &lt;i&gt;&quot;ô,ô,ô,... Cabeça-de-Cuia!!!&quot;&lt;/i&gt; &lt;a title=&quot;referente ao candiman&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;, isto somente às horas-mortas da noite, na beira do rio. Nesta ainda, o mito somente deixará de penar no mundo quando devorar sete mulheres virgens de nome Maria.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pé de Garrafa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PIAUÍ): É uma fantasma, &lt;i&gt;&quot;...uma espécie de &lt;b&gt;caapora&lt;/b&gt; que habita as matas, anda pelas estradas ou ronda as casa à noite, gritando como um desesperado. Toda a gente se encolhe nas redes, transida de medo. Os meninos só faltam morrer... De manhã, todos se levantam e vão examinar o solo em torno das cabanas ou o saibro dos caminhos. Não há dúvida. Era mesmo o &lt;b&gt;Pé de Garrafa&lt;/b&gt; que andava no seu faso. As provas são os rastos deixados por ali, pegadas inconfundíveis das quais lhe veio o apelido invulgar, verdadeiros buracos redondos e com uma saliência no meio, como se aquela avantesma tivesse à porta das pernas não patas, pés, cascos ou garras, mas verdadeiros fundos de garrafa.&quot;&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Gustavo Barroso - As Colunas do Templo&lt;/i&gt;, p.254/5. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira Editora).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Barba-Ruiva ou Barba-Branca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PIAUÍ): São duas as estórias que explicam este mito. A primeira relata que uma moça solteira teve um filho, mas querendo esconder o fato colocou a criança num tacho de cobre e o jogou no poço de uma fonte perto de sua casa. Acontece que nesse poço morava uma &lt;b&gt;mãe d’água&lt;/b&gt;, e essa, penalizada com a sorte do bebê, resolveu salvá-lo, colocando-o na terra e punindo o local, momento a partir do qual as águas começou a aumentar de tal maneira que foi cobrindo tudo em volta, bosques, florestas, vilarejos e tudo mais, transformando-se o local, então, na lagoa Paranaguá. Coisas estranhas como vozes, luzes e ruídos desconhecidos começaram a acontecer ali e todos ficaram sabendo que a lagoa era encantada.&lt;br&gt;
A segunda versão conta que vivia uma viúva com três filhas. Um dia, a mais moça das filhas dela adoeceu, ficando triste e pensativa. Estava esperando menino e o namorado morrera sem ter tempo de casar com ela. Com vergonha, descansou a moça nos matos e, deitou o filhinho num tacho de cobre e sacudiu-o dentro da pequena fonte de água. O tacho desceu e subiu logo, trazido por uma Mãe-d&#39;agua, que com raiva, Amaldiçoou a moça que chorava na beira.&lt;br&gt;
Porém, nas  duas versões, conta a lenda que o choro parou, e vez ou outra aparecia um homem moço, muito claro, com barbas ruivas ao meio dia e com a barba branca ao anoitecer; Ou ainda que tal mito seria um menino, pela manhã, ao meio-dia um rapaz de barbas ruivas e, pela noite, um velho de barbas brancas; E por último que este seria um homem branco, alto, forte, com cabelos brancos e imensa barba ruiva, sendo chamado de como filho de Iara, a Sereia &lt;a title=&quot;Mais uma confusão&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;
O fato é que este ser não ataca ninguém, somente foge dos homens e procura as mulheres que vão lavar roupa na lagoa, para agarrá-las só para abraçar e beijar. Fugindo em seguida, correndo e pulando na lagoa. Dizem ainda que para quebrar o encantamento basta uma mulher atirar na cabeça dele um pouco de água benta e um rosário sacramentado, em razão do muito ser pagão. Porém, como até agora não apareceu nenhuma mulher disposta a fazer isso, ele continua cumprindo sua sina nas águas da lagoa de Paranaguá.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A Princesa Encantada de Jericoacoara&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (CEARÁ): Dizem alguns habitantes de Jericoacora, no Ceará, que debaixo do morro do farol onde hoje fica o farol, existe uma cidade encantada maravilhosa, cheia de riquezas, na qual habita uma linda princesa.
Na praia, quando a maré baixa, existe uma passagem secreta, um túnel, no qual só pode entrar engatinhando. Porém, não é possível percorrer todo o túnel pois existe um portão de ferro que limita a passagem. A princesa está encantada, vivendo na cidade que existe além do portão. Ela foi enfeitiçada, está transformada numa serpente de escamas de ouro, que tem apenas a cabeça e os pés de mulher. Uma criatura bastante feia. A conta ainda a lenda que ela só pode ser desencantada com sangue de um humano. Ou seja, no dia em que se imolar alguém perto do portão, abrir-se-á o portão para o reino encantado. Com o sangue será feita uma cruz no dorso da serpente e assim, a princesa surgirá com toda a sua beleza, e o encanto da cidade será quebrado. Logo então, surgirá na praia um enorme palácio, com pedrarias preciosas que encantarão qualquer pessoa e a princesa, cuja beleza é sem igual nesse mundo, se casará com o homem que a libertou do encanto.&lt;br&gt;
Como ninguém quis até hoje, dar a vida para quebrar o tal encanto, a princesa continua lá na gruta a espera do seu herói.&lt;br&gt;
Existe ainda na cidade um comentário sobre um certo feiticeiro: Na povoação há um feiticeiro, o velho Queiroz, que narra, com fé dos profetas e videntes, os prodígios da cidade escondida.&lt;br&gt;
Certo dia Queiroz, acompanhado de muita gente da povoação, penetrou na gruta. O feiticeiro ia desencantar a cidade. Estavam em frente ao portão, que toda a gente diz ter visto. Eis que surge a princesa à espera do desencanto. Dizem que ouviram cantos de galos, trinados de passarinhos, balidos de carneiros e gemidos estranhos originados da cidade sepultada. O velho mágico, entretanto, nada pôde fazer porque no momento ninguém quis se prestar ao sacrifício. Todos queriam sobreviver, naturalmente para se casar com a princesa...&lt;br&gt;
O certo é que o feiticeiro pagou caro a tentativa. Foi parar na cadeia, onde permanece até hoje.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Anta Esfolada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (RIO GRANDE DO NORTE): Diz a lenda que um caçador apanhou uma certa anta, que todos diziam estar possuída, e resolveu &quot;quebrar&quot; o seu encanto esfolando-a viva. Ocorre que no primeiro talho, a anta teria fugido, deixando toda sua pele nas mãos de seu caçador. Após esta fato tornou-se possível o mito&lt;br&gt;
A &lt;b&gt;anta esfolada&lt;/b&gt;, um ser fantástico que assombrava os moradores do Município de Nova Cruz/RN, que teve seu nome mudado para Anta Esfolada por causa do mito gerado. Este ente corria como um relâmpago, desnorteando os caçadores e tendo hábitos novos à espécie ungulada. Rodeava as casas, roncando alto, pulando, alastrando um pavor sobrenatural. Tal situação só parou quando um missionário chamado &lt;i&gt;Frei Serafim&lt;/i&gt; aspergiu água benta na município e mandou erguer uma cruz na estrada preferida pela anta encantada.&lt;br&gt;
Voltando para estória do caçador, este teria enterrado o couro da anta nas areias do rio da cidades, a qual tornou-se salobra e somente voltou ao normal quando desenterraram, por completo, o tal couro amaldiçoado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Alma do Gato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (RIO GRANDE DO NORTE-PARAÍBA): Este quase impreciso mito nasce justamente da incerteza, sendo este o mais curioso espécime da &lt;b&gt;galeria dos pavores infantis&lt;/b&gt;. Assim como ocorre com o &lt;b&gt;saci&lt;/b&gt; e com a &lt;b&gt;matinta&lt;/b&gt;, os indígenas tem um cuculides para este mito. Ele leva o mesmo nome e também o termo &lt;i&gt;Atinguaçu&lt;/i&gt; (ou &lt;i&gt;Tinguaçu&lt;/i&gt;), que significa &lt;i&gt;ti&lt;/i&gt; - bico e &lt;i&gt;guaçu&lt;/i&gt; - grande. Para os índios seria uma ave que representa mau agouro com seu canto. Por causa do nome, no Brasil, o mito tomou aparência felina, conforme nota-se no relato de &lt;i&gt;Ademar Vidal&lt;/i&gt;: &lt;i&gt;...entre os mitos existe um outro que vive nos quintais das casas de residência...A &lt;b&gt;Alma de Gato&lt;/b&gt; dispõe de uma agilidade rara...durante o dia vê-se apenas o impreciso...Mas quando entra a noite...é que a &lt;b&gt;Alma de Gato&lt;/b&gt; começa a ser notada materialmente...um gato comum...preto. Os olhos destilam luminosidade de fogo. A luz desses olhos é vermelha...O destino desse bicho não é de arranhar nem morder nem ocasionar males semelhantes...Ele só se apresenta para despertar medo aos meninos&lt;/i&gt;. (&lt;i&gt;Mitos da Rua Direita&lt;/i&gt;, publicado n&#39;A UNIÃO, João Pessoa, Paraíba, 25 de setembro de 1938.)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cabra Cabriola&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (PERNAMBUCO-ALAGOAS-SERGIPE-BAHIA): Um horrível monstro de enormes fauces e dentes agudíssimos, a deitar fogo pelos olhos, pelas narinas e pela boca. Ela que para dar pasto a sua voracidade astuciosamente penetra as casas em suas excursões noturnas e devora as crianças que encontra. Uma cabra antropófaga, dando mil saltos e curvas (cabriolando) nos campos por onde vive.&lt;br&gt;
Esta na verdade é uma assombração portuguesa que migrou e se difundiu no fabulário brasileiro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Papa-Figo (ou papa-fígado)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): Em uma de suas versões, esta lenda trata de um mito que não aparência extraordinária, parecendo com uma pessoa, sendo que esta que sofre de uma doença rara e sem cura. Um sintoma dessa doença seria o crescimento anormal de suas orelhas. Esta tal homem, na verdade teria vários ajudantes, os quais usam de todos os artifícios para atrair as vítimas, todas crianças claro, tais como; distribuir presentes, doces, dinheiro, brinquedos ou comida. Eles agem em qualquer lugar público ou em portas de escolas, parques, ou mesmo locais desertos.&lt;br&gt;
Em uma outra versão, ele seria um velho, sujo, que sofre de hanseníase e tem o corpo coberto de chagas. Ou ainda podendo ser um homem alto, magro, pálido e com a barba por fazer, que carrega um saco. Ele costuma sair à noite ou ao fim da tarde, na hora do crepúsculo, aproveitando o horário de saída das escolas. Seu aspecto pode variar de região para região. Algumas vezes é  Procura por crianças, atraindo-as com o intuito de raptá-las.&lt;br&gt;
Entretanto nas tantas versões, este homem precisa se alimentar do Fígado de uma criança, para aliviar os sintomas de sua terrível doença ou maldição. Feito a extração do fígado, eles costumam deixar, dentro da barriga da vítima, uma grande quantia em dinheiro, que é para o enterro e também para compensar a família.&lt;br&gt;
Acredita-se que tal a intenção do conto era para alertar as crianças para o contato com estranhos, como no conto de Chapeuzinho Vermelho.&lt;br&gt;
Como explicação, dizem que tal mito pode ter originado-se quando um surto epidêmico de doença de Chagas, na região de Taperoá (sertão da Paraíba), exigiu o monitoramento da população infectada pelo Tripanossomo cruzii, transmitido pelo inseto barbeiro (chupão), que provoca normalmente inchaço do baço e do fígado, e muitas vezes a morte. Para identificar os focos de infecção os agentes de saúde promoviam a necropsia das pessoas que morriam na região, entre as quais predominavam as crianças, fazendo nos cadáveres a punção do fígado. 
A falta de esclarecimento da população deve ter originado a crença de que essas pessoas que normalmente chegavam em um carro preto (os agentes de saúde pública) queriam era comer o fígado das criancinhas.
&lt;i&gt;&quot;Vez por outra circulava a notícia apressada de que desaparecera aquela criança da rua da Medalha, ou a outra da rua da Tesoura, da estrada do Carro ou da rua da Viração, da rua da Glória ou do Jaguaribe — e era de notar o espanto geral que a novidade despertava entre a gurizada atenta na marcha desses acontecimentos tão desagradáveis.&quot;&lt;/i&gt; (Vidal, Ademar. Lendas e superstições; contos populares brasileiros. Rio de Janeiro, Empresa Gráfica O Cruzeiro, 1950, p.125-126)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fogo Corredor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): É a alma dos compadres e comadres que em vida &quot;não guardaram o respeito da Igreja&quot;. São obrigados por isso a penar até que seja cumprida a sentença marcada pelo Criador.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Bicho da Usina Uruba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): Diz-se que era um bicho que morava dentro do açude da usina Uruba (Município de Uruba).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Homem Do Surrão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): É um negro velho com um surrão nas costas, que vive a pegar as crianças que choram muito, colocando-as dentro do saco. Também conhecido como homem do saco, em alguns lugares do Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Anjo-Corredor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): É um homem com um cacete ou cajado que caminha sem parar a vida toda, batendo nas cancelas dos engenhos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cachorra Da Palmeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): Foi uma moça, residente na cidade de Palmeiras do índios, que ao morrer o Padrinho Padre Cícero, começou a debicar daqueles que botavam luto por ele, dizendo que era mais fácil botar luto por uma cachorrinha que possuía. Virou uma cachorra que vive a dançar e a correr.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Rasga-Mortalha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): É uma ave chamada também de &lt;i&gt;graxadeira&lt;/i&gt;. Sua cantiga é como um rasgar de mortalha. Diz-se que quando canta sobre uma casa morre uma pessoa da mesma.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Buraco-Feito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): É também um passarinho chamado de &lt;i&gt;peitica&lt;/i&gt; ou &lt;b&gt;buraco feito&lt;/b&gt; porque quando canta parece dizer: buraco feito. Catando perto de uma pessoa é agouro de morte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pai Do Mato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): É um bicho enorme, mais alto que todos os paus da mata, cabelos enormes, unhas de 10m, orelhas de cavaco. O urro dele estronda em toda a mata. À noite quem passa na mata ouve também a sua risada. Engole gente. Bala e faca não o matam, é trabalho perdido. Só se acertar numa roda que ele tem em volta do umbigo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Zumbi De Cavalo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ALAGOAS): No lugar em que tenha morrido um cavalo não passa ninguém à meia noite porque se passar aparece o zumbi (alma dos bichos) do cavalo que vai crescendo, crescendo até matar o indivíduo (infeliz).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Arranca-Língua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (SERTÕES DO ARAGUAIA-GOIÁS): Monstro gigantesco, parecendo com um gorila, porém muito maior do que um gorila ou um homem, que tem como vítimas animais como bois, cavalos, cabras ou gente de Goiás. Costuma atacar sempre a noite quando domina suas vitimas e retira apenas a sua língua para comer, por isso o motivo do nome.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mão Pelada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (MINAS GERAIS): O Mão pelada é uma lenda popular no Vale do São Francisco. A lenda conta que o &lt;b&gt;Mão Pelada &lt;/b&gt;é um animal de hábitos noturnos que não possui pele nas mãos e por isso é conhecido como &lt;b&gt;Mão Pelada&lt;/b&gt;. Ainda segundo a lenda daquela região, o sangue de sua mão pode curar hanseníase e a banha cura reumatismo. Não se sabe de ninguém que tenha conseguido tais curas graças ao &lt;b&gt;mão-pelada&lt;/b&gt;. No Maranhão acreditam que não serão atacados por cobra se carregarem um pedaço do couro do bicho. Muitos andam com um pedaço da pele do bicho na carteira.&lt;br&gt;
Sabe-se que o guaxinim &lt;i&gt;mão-pelada&lt;/i&gt;, objeto deste mundo, possui a palma das mãos e dos pés nua, daí o apelido; e ainda que ele é predador até de cobras peçonhentas, como a coral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mão do Cabelo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (MINAS GERAIS): Conta a lenda, comum no Estado de Minas Gerais, que o mito é uma entidade fantasma, com jeito de espantalho, que anda vestido todo de branco e possui as duas mão cheias de cabelo - dai o nome -, que atormenta as crianças que fazem xixi na cama.&lt;br&gt;
É comum os pais dizerem aos filhos : &lt;i&gt;&quot;...Oia, si neném mijá na cama, mão de cabelo vem ti pegá e corta a minhoquinha de neném...&quot;&lt;/i&gt; &lt;a title=&quot;Eu, hein?!&quot;&gt;nota&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Chibamba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Sul DE MINAS GERIAS): É um mito de origem africana que aparece para as crianças que choram e as fazem dormir, mesmo as que não estão com vontade. Uma entidade fantasma que ronca como porco, vestido de folhas de bananeiras, que está sempre a dançar, rodando lentamente.&lt;br&gt;
Na Ásia, entre os antepassados dos Laos, da Indochina francesa, chamados de Pu Nhiê, há uma dança. Os Pu Nhiê, em certa época, vestindo folhas e peles, surgem com máscaras de monstros excêntricos. E Dançam lentos, compassados, dando giros misteriosos, ao som de tambores. A dança grave, em giro, é bem africana e de finalidade religiosa. As outras, coletivas, festivas, em ritmo mais agitado, são rituais de pesca e caça.&lt;br&gt;
Foi justamente deste meio, dos rituais negros da África, que saiu a entidade &lt;i&gt;chibamba&lt;/i&gt;, que se transformou em Cuca, ou Negro Velho, e se tornou encarregado de fazer dormir à força as crianças. O fato de &quot;roncar como um porco&quot; é uma adaptação brasileira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Alamoa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (ILHA FERNANDO DE NORONHA): O Termo é o feminino de &lt;i&gt;alamão&lt;/i&gt; ou alemão, no linguajar do povo. Nesta ilha, nas noites vésperas de tempestade, aparece um vulto branco de mulher bonita, nua e loura, que dança na praia, iluminada pelos relâmpagos.&lt;br&gt;
Conforme &lt;i&gt;Olavo Dantas&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;&quot;...a &lt;b&gt;Alamoa&lt;/b&gt;, esquecida dos tesouros e das danças de outrora, endoidece sexualmente o homem, arrasta-o para a gruta e mata-o de pavor, tornando-o um esqueleto. Essa última modificação da alegre e luminosa dançarina das praias de Fernando de Noronha, em entidade ética, de inexorável castigo aos que vivem só de pão, é seu papel mais moderno...&quot;&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Sob o Céu dos Trópicos&lt;/i&gt;, p.28/29 Rio de janeiro, 1938)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pisadeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (SÃO PAULO- fronteiras de MINAS GERAIS): É uma mulher muito magra -- Alceu Maynard Araújo a descreve como uma negra gorda, muito pesada, -- que tem os dedos compridos e secos, com unhas enormes, sujas e amareladas. As pernas são curtas e o cabelo desgrenhado. Um narigão, magro e muito arcado como um gavião. Os olhos são vermelho fogo, malignos e arregalados. O queixo é revirado para cima e a boca sempre escancarada, com dentes esverdeados e à mostra. Nunca ri, gargalha. Uma gargalhada estridente e horripilante. E desaparece depois que o galo canta.&lt;br&gt;
&lt;i&gt;&quot;Esta é ua muié muito magra, que tem os dedos cumprido e seco cum cada unhão! Tem as perna curta, cabelo desgadeiado, quexo revirado pra riba e nari magro munto arcado; sombranceia cerrado e zóio aceso... Quando a gente caba de ciá e vai durmi logo, deitado de costa, ele desce do teiado e senta no peito da gente, arcano... arcano... a boca do estámo... Purisso nunca se deve dexá as criança durmi de costa.&quot;&lt;/i&gt; (Pires, Cornélio. Conversas ao pé do fogo. 3ª ed. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1927, p.152-153)&lt;br&gt;
É mito de origem portuguesa que ocorre em São Paulo e parte de Minas Gerais. Entretanto, a crença que uma intervenção maléfica de um fantasma ou demônio seja a causa do pesadelo é comum a quase todos os povos do planeta desde os tempos da Antigüidade. Em Portugal, é o fradinho da mão furada. No Nordeste brasileiro, os sertanejos acreditam numa velha ou num velho de barba branca que vem lhes arranhar o rosto durante o sono.&lt;br&gt;
Conforme diz a lenda, a &lt;b&gt;pisadeira&lt;/b&gt; vive pelos telhados, sempre à espreita de quem janta e vai dormir com a barriga ainda cheia, deitando-se de barriga para cima. Ela desce de seu esconderijo e senta-se ou pisa sobre o peito da pessoa adormecida. Pisando com um peso infernal, deixa a vítima em um estado letárgico onde não está nem totalmente adormecida, nem acordada a ponto de se mover e despertar, tendo porém consciência de tudo o que está ocorrendo sem pode fazer nada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Onça Maneta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (SÃO PAULO-MINAS GERAIS): Onça Maneta é um personagem do folclore brasileiro. Esta lenda é muito evidenciada nas Regiões, Sudeste, Norte, Centro-Oeste. Trata-se de uma onça que perdeu uma das patas dianteiras numa luta contra caçadores, como seu rastro deixa constatar. Desde esta luta a onça passou a possuir uma grande força misturada a uma raiva espantosa. É um animal sinistro, muito forte, ágil, afoito e que parece sempre estar esfomeado. Seus ataques são ferozes e brutais. Suas vítimas sofrem ataques fatais. Seja de um só homem, um grupo de caçadores ou mesmo um grande rebanho, ela ataca com o mesmo ímpeto, sempre voraz. Como seu rastro deixa constatar.&lt;br&gt;
Para de uma das versão desta lenda, relata que um caçador havia arrancado uma das patas de uma pintada grande no meio da floresta, o que acabou tirando a vida da onça. Depois disso então, o fantasma do animal aparecia urrando, nas noites de lua cheia, e ataca ao homem, o seu assassino. Desta versão, divulgou-se o nome &lt;u&gt;onça da Mantiqueira&lt;/u&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Bradador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (SÃO PAULO-MINAS GERAIS-PARANÁ-S. CATARINA): Em uma das versões existentes, ele seria um duende que assusta os sertões. Emite berros altos, &quot;compassados, intermitentes e horríveis&quot;. &quot;... Atravessa os campos, correndo, todas as sextas-feiras, depois da meia-noite. É uma alma penada. Afirmam os caboclos que se trata do espírito de um corpo seco, ou melhor, de uma múmia, que foi desenterrada do cemitério do povoado Atuba (próximo de Curitiba) e jaz encostada a um pé de imbuia, completando o seu fado material sobre o solo...&quot; Diz a lenda que a terra não o aceita e só o fará quando este cumprir sua sina.&lt;br&gt;
Em uma outra estória, consiste na aparição de um homem a cavalo, que, por causa dos terrenos e matas que perdeu, grita até que as pessoas que deles se apropriaram os abandonem, quando, então, cessa de aparecer.&lt;br&gt;
Numa terceira versão existente, esta lenda seria conhecida na comunidade do Capivari, área rural do município de Colombo, e fala que os moradores desta localidade são surpreendidos por grandes brados, gritos durante a noite. Os brados são ouvidos principalmente nos arredores da igreja de São Pedro. Nesta, o &lt;b&gt;bradador&lt;/b&gt; é a alma de uma pessoa, que morreu antes de chegar a sua hora e hoje fica vagando e bradando para todos os moradores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Cavalo de Três Pés&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (SÃO PAULO): Diz a lenda que é um animal que aparece nas encruzilhadas de estradas desertas durante a noite, correndo, dando coices e voando. Não tem cabeça e uma das patas dianteiras, mas possui asas. Quem pisar em suas pegadas será bastante infeliz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mãe-Do-Ouro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (RIO GRANDE DO SUL): A lenda diz que no vilarejo de Rosário, nas margens do rio Cuiabá, havia um cruel mineiro, que ansiava por grandes riquezas. Um de seus escravos teria encontrado-se com uma fada que o teria indicado uma mina com infinita quantidade de ouro. Porém a ganância de seu patrão teria feito a fada soterrar esta mina, mantendo novamente sua localidade secreta. Desde então, vez ou outra, aparece uma esfera de forte luz amarela que, para o indígenas caiçaras e um grande grupo de crentes, é a &lt;b&gt;mãe do ouro&lt;/b&gt; querendo indicar o lugar do tesouro, este deixado por portugueses e espanhóis.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Angoera&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (RIO GRANDE DO SUL): Diz-se tratar-se da alma de um índio guarani chamado &lt;i&gt;Generoso&lt;/i&gt;, que fora batizado pelos jesuítas, sendo estimado por todos e que morreu feliz. Sua alma teria passado a visitar os queridos. Quando deixava-se uma viola ao relento podia ouvir-se, à noite, o soar da mesma, sendo atribuído a alma amiga.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Negrinho Do Pastoreio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (RIO GRANDE DO SUL): &quot;...a este não deram padrinhos nem nome; por isso o Negrinho se dizia afilhado da Virgem, Senhora Nossa, que é a madrinha de quem não a tem.&quot; (Lopes Neto, João Simões. &lt;i&gt;Simões Lopes Neto; contos e lendas&lt;/i&gt;. 2ª ed. Rio de Janeiro, Editora Agir, 1960. Nossos Clássicos, 5)&lt;br&gt;
A lenda conta a estória de um escravo, órfão, que pertencia a um fazendeiro rico, cruel e arrogante. Maltratado por todos, principalmente pelos filhos do senhor, sofreu inúmeros castigos e barbaridades. Ao perder a tropilha de cavalos de seu amo, foi surrado sem piedade. Seu corpo moribundo foi, então, jogado à boca de um enorme formigueiro, para que as formigas o devorassem. No dia seguinte, o fazendeiro, atormentado, correu ao local e não mais encontrou o supliciado. Em vez disso, viu Nossa Senhora e o Negrinho, seu afilhado, são e feliz, montado em um cavalo baio, pastoreando uma tropilha de cavalos invisíveis.&lt;br&gt;
O Negrinho do Pastoreio é mito de origem gaúcha, com fundamentos católicos e europeus, divulgado com finalidades morais. A compensação e redenção divinas aos sofrimentos terrenos. A tradição popular concedeu-lhe poderes sobrenaturais, canonizando-o. Possui inúmeros devotos. Afilhado da Virgem, encontra objetos perdidos, bastando prometer-lhe um toco de vela que será dado à madrinha. Em algumas versões, oferece-se também, um naco de fumo para o menino.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Carbúnculo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (RIO GRANDE DO SUL): Uma das tradições vivas no Rio Grande do Sul, elemento precioso de sua literatura oral, é a estória do sacristão de &lt;i&gt;S. Tomé&lt;/i&gt;, o episódio miraculoso do &lt;b&gt;Carbúnculo&lt;/b&gt;: &quot;Expulsos os Jesuítas e destruídas as reduções do Guaíra, vieram para o Rio Grande do Sul, na mesopotâmia dos rios Pardo e Jacuí. Novamente perseguidos espalharam-se para as Sete Missões ou para a margem direita do rio Uruguai, na redução de S. Tomé, quase em frente à atual cidade de S. Borja.&lt;br&gt;
Um dia o sacristão da igreja de São Tomé reparou que as águas da lagoa vizinha referviam e borbulhavam. Aproximado-se para melhor observar, cessou o rumor das águas e saiu do fundo da laguna um &lt;i&gt;Teiú-iaguá&lt;/i&gt;, espécie de teídeo, lagarto escuro, lanhado de amarelho, tendo a cabeça cercada de um halo resplandecente de luz ofuscadora. O sacristão reparou que o Teiú-iaguá tinha encravada no alto da cabeça uma pedra preciosa, de brilho deslumbrante. Era um carbúnculo. O sacristão levou o teiú para casa, metido numa guampa (chifre de boi) e alimentáva-o com cuidados minuciosos. O teiú, cheio de poderes, ofereceu ao sacristão todas as riquezas da terra, minas, montes de ouro, sacos de moedas, fazendas de gado e de mate, estâncias, mulheres, prestígio. Sem se decidir, o sacristão ia abandonando seus cuidados profissionais, quase sem sair de seu aposento. O teiú, ao cair da noite, mudava-se em linda mulher e o sacristão passava o tempo de forma bastante espantosa, para o seu cargo. Descoberto o sacrilégio, preso e condenado o réu, levaram-no ao garrote. O teiú-iaguá, que desaparecera, surgiu da lagoa, abrindo um sulco profundo que ainda hoje existe, correndo em auxílio do amigo. Gritos, estrondos, abalos, espocavam por todos os lados, fazendo estremecer as casas e espalhando terror no povo. o suplício não se consumou e o sacristão, arrancado do patíbulo por mão invisível, desapareceu. O sacristão está vivo, no cerro de Jarau, entre tesouros e infinitos e raridades maravilhosas. Ainsa hoje continua sem provar as amarguras da Morte, passeando entre as montanhas de ouro e jóias, armas e móveis lindos, tudo inútil como pedras ao faminto.&quot;&lt;br&gt;
Em outra parte, conforme conta o jesuíta Carlos Teschauer vemos mais descrições des mito: &quot;&lt;i&gt;...um animalejo que trazia na cabeça uma pedra preciosa que cintilava como brasa e de cor de rubi e era conhecido pelo nome de carbúnculo...Será por isso que os guaranis lhe deram o nome de &lt;u&gt;anhangpitang&lt;/u&gt; ou diabo vermelho...&lt;/i&gt;.&quot; (&lt;i&gt;A Lenda do Ouro&lt;/i&gt;, Rev. Instituto do Ceará, p.13/14, tomo XXV, Fortaleza, 1911)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;

&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Vaqueiro Misterioso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Todas as regiões do Brasil): Muito comum por todo o interior do Brasil, principalmente na Localidades que tem fortes tradições no Ciclo do Gado, É mito de origem lusitana, com variações locais, que ocorre em todas as regiões de pastorício no Brasil: Nordeste, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Bahia. Esta Lenda relatada por muitos vaqueiros, onde o Vaqueiro Misterioso sempre aparece para participar das competições de derrubada de boi, corrida de argolinha, entre outras competições de montaria. Ele sempre é descrito como um vaqueiro velho,mal vestido com um cavalo velho e fraco,participa e ganha todas as competições e quando alguém procura por ele para saber de onde ele veio, ele acaba sumindo sem deixar nenhuma pista.&lt;br&gt;
O sabedor de segredos infalíveis, o melhor, o herói. É aclamado pela multidão, desejado pelas mulheres, o convidado de honra do fazendeiro. Ele, porém, recusa todas as honrarias e desaparece da mesma forma que surgiu. Ninguém sabe como e nem para onde foi.&lt;br&gt;
&lt;i&gt;“...era um vaqueiro ambulante, misteriosamente aparecendo por fazendas em ocasiões de difíceis vaquejadas em que pintava proezas admiráveis. Nos sertões do norte mineiro dele se fala ainda com essa crença supersticiosa cheia de infância e desalinho, marcando datas, lugares, perigos inimagináveis, quase impossíveis, salvando gerações, vivendo de todos e por toda a parte, sempre o mesmo, inextinguível. Franzino, mulato de mediana estatura, pouco idoso, falando pouco e muito descansado, sempre vestido de perneira e gibão, cavalgando eternamente uma égua muito feia e magra ocultando a larga fronte, olhar expressivo e barba espessa e comprida sob um grande e desabado chapéu de couro — tal a figura simpática do Borges. Quase nunca era procurado porque, boêmio dos campos, sua residência certa ignorava-se.”&lt;/i&gt;
(Ambrósio, Manuel. &quot;A onça Borges&quot;. &lt;i&gt;Brasil interior; palestras populares, folclore das margens do São Francisco: Januária, Minas Gerais&lt;/i&gt;, 1912. v.1,  São Paulo, Nelson Benjamin Monção, 1934, p.30-50)&lt;/li&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;


&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Nota&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;:&lt;br&gt;
A maioria dos relatos contidas nesta postagem foram tiradas do livro &lt;i&gt;Geografia dos Mitos Brasileiros&lt;/i&gt;, de &lt;i&gt;Luis da Camara Cascudo&lt;/i&gt;, 3ª ed., Ed. Itatiaia-São Paulo: Ed. da UFSP, 1983.&lt;br&gt;
Até o momento não consegui imagem para todos os mitos, porém assim que obtiver estarei adicionando.
&lt;/p&gt;

&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundolengendario.blogspot.com/feeds/7514336723995221693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7131874262323000919&amp;postID=7514336723995221693&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/7514336723995221693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7131874262323000919/posts/default/7514336723995221693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundolengendario.blogspot.com/2008/03/folklore-histria-no-escrita-de-um-povo.html' title='FolkLore: A história não escrita de um povo'/><author><name>Luis Hora</name><uri>https://plus.google.com/115941804480659874769</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-MeRauTowrgw/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAAA/EU6OCH0EAps/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_oZu1N3qyhNY/R9NZeWmcRBI/AAAAAAAAATM/Ngeo8MaQFQU/s72-c/irac.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>9</thr:total></entry></feed>