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	<title>MyHeritage Portuguese Blog</title>
	
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		<title>Todas as histórias nos ligam</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 16:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Famílias e suas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Genealogia e Genealogistas]]></category>
		<category><![CDATA[História, Memórias e Lembrança]]></category>
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		<category><![CDATA[Santo António]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre ressalto no que falo que Genealogia não é um hobbie e sim uma vocação.
Acredito sim, que somos todos parentes de alguma forma, e que o nosso trabalho é descobrir estas ligações que o tempo esconde e que todas as histórias estão unidas em algum ponto do passado.
Maria Madalena dos Santos, genealogista em Portugal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/295286_349070415169063_227903460_n.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11231" title="295286_349070415169063_227903460_n" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/295286_349070415169063_227903460_n-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Eu sempre ressalto no que falo que Genealogia não é um hobbie e sim uma vocação.</p>
<p>Acredito sim, que somos todos parentes de alguma forma, e que o nosso trabalho é descobrir estas ligações que o tempo esconde e que todas as histórias estão unidas em algum ponto do passado.</p>
<p>Maria Madalena dos Santos, genealogista em Portugal nos presenteia hoje com uma belíssima história de pesquisa genealógica. Uma daquelas histórias que invadem castelos e túmulos e que tira a poeira do tempo na busca do passado.</p>
<p>Maria Madalena, é uma das atrizes da maior festa medieval de Portugal a Festa de Santa Maria da Feira e na Viagem Medieval, o papel que ela interpreta exige que ela faça um intenso laboratório do personagem a ser interpretado, no caso dela, a Rainha de Portugal Dona Urraca. Seu laboratório foi buscar a história do personagem.</p>
<p>Na busca desta personagem histórica, Maria Madalena , com surpresa esbarrou na história de Fernando de Bulhôes, e percebeu que estava diante de uma santo, o Santo António, leia as conclusões de Maria Madalena:</p>
<p><span id="more-11230"></span>"Sou grande Devota de Santo António e esta minha Devoção vem já de muitas gerações passadas.</p>
<p>E  por felicidade, este ano, numa grande pesquisa em que me envolvi para a  Viagem Medieval de Santa Maria da Feira, com o Reinado de D.Afonso II,  fui encontrar em 1217 Fernando de Bulhões a trabalhar nas enfermarias do  Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, onde professava e ajudava a tratar  dos Frades que ali passavam a caminho das terras onde iam pregar. A  vivência e a filosofia destes Frades menores, entusiasmaram-no bastante,  principalmente os Franciscanos.</p>
<blockquote>
<div id="attachment_11232" class="wp-caption alignleft" style="width: 199px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/melhores-simpatias-santo-antonio.jpg"><img class="size-full wp-image-11232" title="melhores simpatias santo antonio" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/melhores-simpatias-santo-antonio.jpg" alt="" width="189" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Santo António</p></div></blockquote>
<p>Nasceu em Lisboa a 15 de Agosto de  1195! Era filho de uma família burguesa abastada e recebeu o nome de  baptismo de Fernando de Bulhôes. Filho único pertencente ao clã dos  Bulhões y Taveira de Azevedo. Teve uma infância feliz e tranquila.  Quando resolveu ser Frade e optou pela Ordem de Santo Agostinho.  Possivelmente, em princípio, terá tido alguns entraves por parte dos  seus pais por ser o único herdeiro de Martinho e de sua esposa.</p>
<p>Os  primeiros oito anos como Frade foram passados entre Lisboa e Coimbra,  intensamente dedicados aos estudos, desde tratados teológicos e  científicos até às Sagradas Escrituras. Possuía uma vasta cultura geral e  religiosa. E foi em Coimbra que acaba por ver algo que vai modificar a  sua vida.<br />
Tinham partido para Marrocos 5 Franciscanos que passaram  por Coimbra, mas que acabaram por ter um fim trágico em Marrocos. A sua  pregação e os seus grandes milagres em terras Muçulmanas, fizeram a ira  do Sultão e esse manda o seu filho Abosaide os prender, maltratar,  passarem por grandes torturas que acabaram por serem decapitados. Foi tamanha a  crueldade que estes Franciscanos sofreram que o povo muçulmano que  assistia compadecem-se e pedem-lhes que se convertam a Maomé para lhes  acabar aquele suplício. Mesmo o Príncipe Abosaide tenta demovê-los e  fica fascinado pela Fé irredutível daqueles Frades. Acabaram decapitados  e os seus restos mortais foram entregues ao Infante D. Pedro, irmão do  rei de Portugal, que os trouxe para o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra,  onde estão hoje e são conhecidos pelos 5 Mártires de Marrocos.</p>
<p>É  aqui que Fernando de Bulhões vai assistir a esta chegada e sabe de todo  este sofrimento, de toda a prova dada pela Fé em Deus e toma então ele a  decisão de querer ir pregar para Marrocos. Sendo da Ordem de Santo  Agostinho, muda para a Ordem Franciscana e adpota o nome de “ANTÃO” que  quer dizer ANTÓNIO. Pouco tempo depois partiu para Marrocos aonde  viria a adoecer gravemente com febres muito altas sendo obrigado a  voltar a casa. Mas o destino de António estava traçado… uma enorme  tempestade afasta o seu barco para a Sicília em Itália. Já recuperado,  participa aí numa Assembleia Geral da Ordem de Assis e conhece  pessoalmente o grande Francisco de Assis, de quem se torna-se grande amigo.</p>
<p>Talvez induzido pela santidade de Francisco, António começa as  suas prodigiosas pregações, como orador nato e inspirado. As suas  pregações eram disputadas nas grandes cidades. Em Pádua, onde passou a  residir, converteu muita gente. Numa ocasião em que a sua saúde estava  de novo debilitada, pediu que, quando morresse, desejaria ficar para  sempre em Pádua.</p>
<p>SANTO ANTÓNIO faleceu a 13 de Junho em 1231, apenas com  36 anos. Os seus restos mortais encontram-se depositados na Basílica de  Pádua. O processo de canonização de ANTÓNIO foi dos mais rápidos da  Igreja – durou menos de um ano. Foi feito pelo Papa Gregório IX em 30 de  Maio de 1233, devido ao grande numero de Milagres que lhe eram  atribuídos.</p>
<blockquote>
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<div id="attachment_11233" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/1000795_486777011398402_338971332_n.jpg"><img class="size-full wp-image-11233" title="1000795_486777011398402_338971332_n" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/1000795_486777011398402_338971332_n.jpg" alt="" width="193" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Madalena caracterizada de Dona Urraca - Foto Cortesia</p></div>
<p>A História dos Martires está também ligada á Rainha de Portugal a esposa de D.Afonso II, Dona Urraca. Ela  sabendo da Santidade deles, quando eles passaram por Coimbra antes de  ir para Marrocos, os recebeu, deu-lhes roupas e alimentos e fez-lhes  uma pergunta:</p>
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<p>Quem iria morrer primeiro! Ela ou o Rei?</p>
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<p>A resposta dos Frades foi: O primeiro que as nossas cinzas visse.</p>
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<p>Ela não entendeu bem a resposta, entretanto,  eles vão para Marrocos e quando voltam vem em restos.</p>
<p>Sabendo que  vinham a Rainha manda o Rei á frente para os receber no Mosteiro de  Santa Cruz, mas o Rei andava numa caçada e cai de um cavalo e quem chega  primeiro é a Rainha e será ela a ver os restos mortais, como o Santo António lá estará a ver. Nessa noite a Rainha faleceu</p>
</div>
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<p>Se  é lenda a história da Rainha saber o dia da morte, não sabemos, mas o  certo é que ela faleceu na noite em que chegaram os mártires á Igreja de  Santa Cruz.</p>
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<p>Hoje onde moro, herança de família, os meus antepassados,  deram um terreno para a construção de uma capela a Santo António em 1690.</p>
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<p>A minha quinta chamava-se Quinta da Fiuza e passou a ser chamada Quinta de Santo António e desde ai que todas as gerações tem uma grande devoção por esse Santo e  nela está uma imagem que foi oferecida pela minha família e eu tenho  aqui em minha casa uma réplica em miniatura da mesma altura. Em minhas pesquisas, em busca de uma Rainha achei um Santo".</p>
</div>
</div>
</blockquote>
<p>Como você pode ver, um dado leva ao outro e de forma inexplicável ele está ligado a você. Para Maria Madalena, a emoção de estudar Dona Urraca se uniu a sua devoção e a devoção de sua família ao Santo. Em muitos casos que conhecemos, estes encontros nos fazem refletir o quanto nos espera quando entrarmos mais ainda pelos castelos, masmorras e túmulos para descobrir a história de nossos antepassados.</p>
<p>Você, em busca de algum parente, encontrou-se com uma magnifica história como esta reportada pela Maria Madalena? Se sim, por favor escreva um e-mail para <a href="mailto:stories@myheritage.com">stories@myheritage.com</a> e nos deixe saber.</p>
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		<title>Nossas Histórias: O Mayflower¹ e muito mais!</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 07:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há tantas maneiras de ser mordido pelo bichinho da genealogia. Uma usuária de MyHeritage,  Melva Jo Wright da Flórida (EUA) assumiu a investigação de sua tia materna (Geraldine Martinez), quando ela morreu, em 2004.
Quatro irmãs de sua tia ajudaram na pesquisa e cada uma delas recebeu uma pasta com a história da família de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há tantas maneiras de ser mordido pelo bichinho da genealogia. Uma usuária de MyHeritage,  Melva Jo Wright da Flórida (EUA) assumiu a investigação de sua tia materna (Geraldine Martinez), quando ela morreu, em 2004.</p>
<p>Quatro irmãs de sua tia ajudaram na pesquisa e cada uma delas recebeu uma pasta com a história da família de sua irmã pesquisadora.</p>
<div id="attachment_11215" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/channing-family.jpg"><img class="size-full wp-image-11215" title="channing-family" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/channing-family.jpg" alt="" width="420" height="608" /></a><p class="wp-caption-text">Bisavós maternos de Melva Jo e sua família: Norval Channing Smith (1878 PA-1955 PA) e Amanda Catherine (Pyle) Channing (1877 PA-1957 PA). Sua avó (extrema esquerda) é Rebecca ( Channing) Lytle (1901 PA-1980 FL) (foto cortesia) - (PA=Pensilvânia - FL= Flórida)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<blockquote><p><em>A maioria delas têm compartilhado comigo, mas eu ainda estou à espera de ouvir os outros para completar os seus dados em nossa árvore genealógica. Espero que eles tenham algumas imagens originais, como a maioria dos que eu já tenho são cópias.</em></p></blockquote>
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<p>Melva Jo, 60 anos, tem três filhos e três enteadas. Sua mãe trabalhava no Pentágono e seu pai era um piloto de stockcar, falecido em 1951 de uma corrida. Sua mãe se casou novamente, com um grande major do exército, e a família vivia na Alemanha e na França.</p>
<p>Entre suas descobertas emocionantes, constam: John do Mayflower¹ e Priscilla Alden que são seus nonos bisavós diretos. Ela também está relacionada ao escritor Henry Wadsworth Longfellow, ao presidente Abraham Lincoln, Clement Clark Moore (que escreveu "The Night Before Christmas), bem como Orson Wells, Marilyn Monroe, Dick e Jerry Van Dyke e Ricky Nelson, para citar alguns.</p>
<p><span id="more-11214"></span>Melva Jo juntou-se a MyHeritage em novembro de 2010. Ela gosta do site, porque é tão fácil de manusear.</p>
<blockquote><p><em>Tudo em apenas um clique. E o preço é razoável.</em></p></blockquote>
<p>Apesar de sua família direta ter ajudado muito com a pesquisa, a maior parte da ajuda que ela recebeu foi a partir da segunda até a sexta linhagem lateral de  primos, a quem ela conheceu através de seu projeto.</p>
<blockquote><p><em>Se estão relacionados, eles são bem vindos para se tornarem membros do site.</em></p></blockquote>
<p>Sua árvore genealógica inclui cerca de 22.600 pessoas. Os vivos estão por todo os EUA, em Nova York, Ohio, Pensilvânia, Minnesota, Estado de Washington, Texas, Virgínia, Geórgia e Flórida.</p>
<p>Ela usa frequentemente o <a href="http://www.myheritage.com.br/FP/smart-matching.php" target="_blank">Smart Matches</a>, e se ela encontra diferenças, ela faz a pesquisa. Ela admite que, "<em>Eu nem sempre estava certa</em>."</p>
<p>Sua pesquisa revelou muitos parentes desconhecidos e há muito perdidos, e ela não foi tímida para fazer contato com eles. Ela também considera Find-A-Grave e FamilySearch.org sendo grandes recursos, além do Google.</p>
<div id="attachment_11216" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/annie_rhodes_viars.jpg"><img class="size-full wp-image-11216" title="annie_rhodes_viars" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/annie_rhodes_viars.jpg" alt="" width="340" height="489" /></a><p class="wp-caption-text">Annie Lou (Rhodes) Walters / Viars (1882-1960), bisavó paterna de Melva Jo (foto Divulgação)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<blockquote><p><em>Nos conhecemos uns aos outros e nos ajudamos uns aos outros com as nossas árvores genealógicas e compartilhamos fotos de família. Espero encontrar alguns deles em um futuro próximo.</em></p></blockquote>
<p>Um de seus mistérios da história familiar diz respeito a 200 anos no Cemitério Brockman em Orange County, na Virgínia, onde seus antepassados ​​viveram.</p>
<blockquote><p><em>Alguém levou as lápides para colocar em um pátio da igreja abandonada porque não havia lápides ali. Os restos mortais não foram movidos, apenas as lápides. Quem fez isso?</em></p></blockquote>
<p>Para obter mais informações, Melva Jo escreveu para o site <a href="http://www.findagrave.com/" target="_blank">Find-A-Grave</a>, solicitando algumas fotos de lápide. Um homem respondeu que as lápides não estavam mais lá, que havia sido transferidas e ele não tinha certeza de onde elas estavam.</p>
<p>Então, Virginia Blossom, também com Find -A-Grave, visitou o cemitério, descobriu a Igreja Ellisville (para onde as lápides foram transferidas), tirou fotos delas e da igreja abandonada. Virginia fez mais pesquisas, descobriu um membro da família que morava nas proximidades e foi dito a mesma história.</p>
<blockquote><p><em>Estive em contato com um primo recém-descoberto e ele revelou que Paul Brockman, já falecido, tentou fazer com que as lápides voltassem para seu local original. <a href="http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=cr&amp;GRid=85979889&amp;CRid=2439533" target="_blank">Veja as fotos</a> no Find a Grave.</em></p></blockquote>
<p>Pedimos a Melva Jo que compartilhasse algumas dicas para iniciantes da historia da família:</p>
<ul>
<li>Partilhe a sua pesquisa, fotos - qualquer coisa que você tem - para ajudar os outros.</li>
<li>Lembre-se que há indivíduos mais velhos por aí que não têm as tecnologias que as gerações mais jovens têm ao seu alcance.</li>
<li>Certifique-se de que você receba permissão para qualquer coisa que você usar, e que você sempre de crédito onde o crédito é devido.</li>
<li>Seja paciente. Mais e mais pessoas estão desfrutando de genealogia a cada dia. Só eles podem ter as informações para que você está procurando.</li>
</ul>
<p>Agradecemos a Melva Jo por partilhar a sua história.</p>
<p>Você tem antepassados ​​que representaram importantes momentos históricos? Você é parente de presidentes, comediantes, escritores, atores ou músicos? Deixe-nos saber nos comentários abaixo, ou no <a href="https://www.facebook.com/pages/MyHeritagePT/117511158274061" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/#!/MyHeritagePT" target="_blank">Twitter</a>,  <a href="https://plus.google.com/u/0/b/117141069924972331487/117141069924972331487/posts/p/pub" target="_blank">Google +</a> ou poste as suas fotos no <a href="http://pinterest.com/myheritageptbr/" target="_blank">Pinterest</a> e nos avise para podermos pinar as suas fotos.</p>
<p>Conte suas histórias para nós, envie para <a href="mailto:stories@myheritage.com">stories@myheritage.com</a></p>
<p>(¹) Mayflower foi o famoso navio que, em 1620, transportou os chamados Peregrinos, do porto de Southampton, Inglaterra, para o Novo Mundo (EUA). Wikipédia</p>
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		<title>10 Dicas para entrevistar membros da família</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 07:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Famílias e suas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[História, Memórias e Lembrança]]></category>
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		<category><![CDATA[Entrevistas familiares]]></category>
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		<description><![CDATA[
As lembranças de membros da família, as fotos e documentos que eles possuem, e as informações que eles fornecem tem um valor inestimável para a história da família. Consideramos sempre entrevistar os parentes mais velhos primeiro, pois eles costumam saber mais sobre as gerações anteriores de nossa família, tem mais conhecimento e documentos e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/BELKOFF-family-Priluki-Ukraine-Winter-1904-05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11206" title="BELKOFF-family-Priluki-Ukraine-Winter-1904-05" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/BELKOFF-family-Priluki-Ukraine-Winter-1904-05.jpg" alt="" width="440" height="253" /></a></p>
<p>As lembranças de membros da família, as fotos e documentos que eles possuem, e as informações que eles fornecem tem um valor inestimável para a história da família. Consideramos sempre entrevistar os parentes mais velhos primeiro, pois eles costumam saber mais sobre as gerações anteriores de nossa família, tem mais conhecimento e documentos e que podem desaparecer com a morte ou quando a memória desaparece e a informação pode ser perdida para sempre.</p>
<p>Seu parente pode ser a única pessoa que saiba de qual país ou cidade que seus antepassados ​​imigrantes vieram, além disso, se o seu nome de família era diferente das gerações anteriores e esta informação, do nome original, somente os seus parentes mais velhos saberiam dizer.</p>
<p><strong>Aqui estão algumas dicas que eu espero que você ache útil quando você for entrevistar membros de sua família:</strong></p>
<p><strong><span id="more-11205"></span>1. Prepare-se.</strong> Seja claro sobre seus objetivos. Que tipo de informação você está procurando? Quem você quer descobrir, de que lado da família? Leve uma câmera para fotografar seus parentes. Você também pode fotografar artefatos e fotos que os parentes mais velhos podem mostrar. Estas fotos servirão como ótimas lembranças.<br />
<strong>2. Crie uma lista de questões ou tópicos para cobrir.</strong> As perguntas vão depender de quão bem você conhece os parentes e seu lado da família. Tente ordenar as perguntas de modo que o seu parente vai começar a falar sobre a sua família imediata e, em seguida, trabalhar para mais além, para os parentes mais distantes. Por exemplo, comece com perguntas sobre seus filhos, irmãos e pais. Em seguida, tente ordenar as perguntas para que eles se movam para trás no tempo, para os seus avós e bisavós. Não se esqueça de incluir perguntas sobre outros, como tias, tios e primos que não podem ser ancestrais diretos.</p>
<p><strong>3. Decida-se como você irá gravar a entrevista. </strong>Traga um papel e caneta para tomar notas. Pergunte ao seu parente com antecedência se eles se importariam você estar usando um gravador de voz ou câmera de vídeo para preservar a entrevista.</p>
<p><strong>4. Ligue com antecedência.</strong> Tente dar-lhes bastante tempo - eles sempre levam mais tempo do que você pensa! Certifique-se de combinar a hora e local que seja conveniente para o seu parente. Não se esqueça de perguntar se eles têm algumas fotos da família, certidões ou outros itens da história da família e se poderiam mostrar-lhe quando você se encontrar com eles.</p>
<p><strong>5. Comece com uma foto de família.</strong> Se eles encontraram fotografias, começe a entrevista discutindo isso. Ou use uma fotografia da família que você trouxe para a entrevista. Tente garantir que, na foto, exista um ou mais membros da família que o seu parente vai reconhecer e que ele ou ela vai querer falar. Fotos do casamento ,de grupo ou retratos de família são um ótimo começo.</p>
<p><strong>6. Faça perguntas abertas.</strong> Use perguntas "abertas", como "O que você lembra sobre seus avós?" Ou "Como era crescer dentro ..?" Sinta-se livre para perguntar se eles têm alguma histórias de família interessantes. No final da entrevista, adicionar perguntas "fechadas" para obter detalhes mais específicos, como "Onde está enterrada a sua avó?"</p>
<p><strong>7. Crie parte da árvore de família.</strong> Se possível, leve a sua árvore genealógica com você. Então, se houver novos indivíduos que sejam mencionados durante a conversa, imediatamente, adicione seus nomes e detalhes para a árvore. Dessa forma, seu parente pode ver a árvore que cresce, e vai ser mais fácil de trabalhar em quem está relacionado com quem. Ofereça-se para enviar-lhes uma cópia atualizada da árvore de família depois de ter adicionado os novos detalhes. O software <a href="http://www.myheritage.com.br/family-tree-builder" target="_blank">Family Tree Builder</a> 7.0, torna mais fácil para editar e imprimir a sua árvore genealógica. Você também pode editar a sua árvore genealógica com os nossos aplicativos móveis, bem como tirar fotos a partir de seu telefone.</p>
<p><strong>8. Conduzir a entrevista.</strong> Oriente-se na direção da entrevista para permanecer no tópico, mas não se ater apenas aos tópicos preparados e perguntas ou você pode perder algumas joias genealógicos. Por exemplo, se seu parente lhe diz que seu pai estava no exército, isso pode ser interessante para pedir mais respostas na entrevista - mesmo que isso não esteja em sua lista original de perguntas. Se você sentir que seu parente esta desconfortável para falar sobre um assunto ou pessoa em particular, vá para um tópico seguinte. Você pode sempre voltar a esse tópico em um momento ou data posterior ou perguntar sobre um outro parente, que será capaz de adicionar mais detalhes. É importante certificar-se de que a entrevista é uma experiência agradável para você e seu parente.</p>
<p><strong>9. Deixe algo para trás.</strong> Traga uma cópia de uma foto de família ou uma parte impressa de uma árvore genealógica para deixar com seu parente. Lembre-se de deixar suas informações de contato para que eles possam estar em contato se lembrarem-se de mais alguma coisa ou quiserem adicionar mais detalhes para um tópico específico.</p>
<p><strong>10. Continuando em casa.</strong> Rotular suas notas originais e quaisquer fitas de áudio ou vídeo com o nome e detalhes de contato do parente que foi entrevistado, incluindo a data, hora e local. Se você fez gravações de áudio ou vídeo, prepare, palavra-por-palavra uma transcrição com notas extras. Se você tomou notas manuscritas, digite-as. Uma vez que suas notas estejam compilados, extraia os principais detalhes genealógicos e adicione-os a suas folhas de árvore genealógica ou gráficos. Certifique-se de adicionar detalhes corretos sobre a origem de cada detalhe. Muitas vezes, esse processo vai gerar ideias para pesquisa de acompanhamento. Identifique todos os itens que precisam ser esclarecidos, anote e fazer uma chamada telefônica de confirmação para o seu parente. E, por último, não se esqueça de uma nota de  "muito obrigado", pois isso pode gerar um convite para outra reunião. Então você pode refazer todas as perguntas você não conseguiu na primeira entrevista!</p>
<p>Desejamos-lhe sucesso com suas entrevistas com a família, e esperamos que eles possam desbloquear histórias de família com informações interessantes.</p>
<p>Você tem dicas adicionais sobre como entrevistar membros da família? Ou, você descobriu algo novo sobre sua família enquanto entrevistava um parente? Deixe-nos saber nos comentários abaixo, no <a href="https://www.facebook.com/pages/MyHeritagePT/117511158274061" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/#!/MyHeritagePT" target="_blank">Twitter</a>,  <a href="https://plus.google.com/u/0/b/117141069924972331487/117141069924972331487/posts/p/pub" target="_blank">Google +</a> ou poste as suas fotos no <a href="http://pinterest.com/myheritageptbr/" target="_blank">Pinterest</a> e nos avise para podermos pinar as suas fotos.</p>
<p>Escrito por Laurence Harris, Chefe de Genealogia (UK) - MyHeritage.com.</p>
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		<title>De quem é o urso?</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jun 2013 10:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[História, Memórias e Lembrança]]></category>
		<category><![CDATA[Redação]]></category>
		<category><![CDATA[Achados e Perdidos]]></category>
		<category><![CDATA[Adotado]]></category>
		<category><![CDATA[Bristol Airport Campaign]]></category>
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		<category><![CDATA[Glyn]]></category>
		<category><![CDATA[Ursinho de Pelúcia]]></category>
		<category><![CDATA[Ursinho Teddy]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta completando 14 meses que o aeroporto de Bristol no Reino Unido está fazendo uma campanha inusitada para encontrar duas garotinhas.
Os funcionários do aeroporto, decidiram trazer a público a história de um objeto esquecido no aeroporto em 1918 e que até hoje não foi reclamado.
Trata-se de um ursinho de pelúcia, sem um dos olhos, todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta completando 14 meses que o aeroporto de Bristol no Reino Unido está fazendo uma campanha inusitada para encontrar duas garotinhas.</p>
<p>Os funcionários do aeroporto, decidiram trazer a público a história de um objeto esquecido no aeroporto em 1918 e que até hoje não foi reclamado.</p>
<div id="attachment_11195" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/984162_461905637229853_135155440_n.jpg"><img class="size-full wp-image-11195" title="984162_461905637229853_135155440_n" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/984162_461905637229853_135155440_n.jpg" alt="" width="200" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Glyn ou Bristol (Facebook Bristol Airport)</p></div>
<p>Trata-se de um ursinho de pelúcia, sem um dos olhos, todo remendado e bem gasto dos milhares de abraços que já recebeu dos funcionário do aeroporto.</p>
<p>O ursinho foi achado dentro de uma sacola com uma foto de março de 1918 onde ele aparece com duas garotinhas. Mesmo sendo apelidado carinhosamente de Bristol pelos funcionário do Aeroporto, sabe-se que seu nome pode ser Glyn, pois no verso da foto sépia, esta escrito "Dora, Sônia e Glyn".</p>
<p>O brinquedo, ficou durante 95 anos, adotado pelos funcionários, aguardando a retirada no Achados e Perdidos do aeroporto e agora os funcionários decidiram fazer uma campanha para encontrar Dora e Sônia e devolver o ursinho Glyn. <a rel="nofollow" href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=461905637229853&amp;set=pb.190636497690103.-2207520000.1370696777.&amp;type=3&amp;theater" target="_self">Veja a campanha no facebook </a></p>
<p>A busca já está no mundo todo e os responsáveis pela campanha esperam obter sucesso divulgando a campanha.</p>
<p>Em 1918 a Europa estava em plena I Guerra Mundial e muitos podem ser os motivos para que este bichinho tenha sido esquecido em Bristol. Só com a ajuda de possíveis parentes de Dora e Sônia é que esta história poderia ser desvendada.</p>
<p>Veja a foto encontrada junto com o Glyn na sacola deixada no aeroporto em 1918.</p>
<div id="attachment_11196" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Dora-sonia_and_Glyn.png"><img class="size-full wp-image-11196" title="Dora-sonia_and_Glyn" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Dora-sonia_and_Glyn.png" alt="" width="430" height="573" /></a><p class="wp-caption-text">Dora, Sonia e Glyn - 1918 ( Facebook Bristol Airport)</p></div>
<p style="text-align: left;">Se está foto lhe é familiar, entre em contato com a equipe do Aeroporto de Bristol e vire história ou nos escreva para podermos ajudar.</p>
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		<title>Pinando com MyHeritage</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 19:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[MyHeritage - Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Você conhece o Pinterest não é?
O Pinterest é uma Rede Social que usa apenas imagens para expressar as comunicações entre as pessoas.
Se você é apaixonado(a) por fotos, Pinterest é o local ideal para você passear.
Pelo mundo todo, pessoas estão vendo fotografias, apreciando cenários e se encantando com bilhões de fotos espalhadas pela internet. Pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/pinterest.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11184" title="pinterest" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/pinterest-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Você conhece o Pinterest não é?</p>
<p>O Pinterest é uma Rede Social que usa apenas imagens para expressar as comunicações entre as pessoas.</p>
<p>Se você é apaixonado(a) por fotos, Pinterest é o local ideal para você passear.</p>
<p>Pelo mundo todo, pessoas estão vendo fotografias, apreciando cenários e se encantando com bilhões de fotos espalhadas pela internet. Pode ser a fotografia de uma sala de jantar vitoriana ou a imagem de uma criança brincando no parque. Se você gostou da foto ou da imagem, basta fazer um PIN e pronto, seus amigos irão saber que tem uma nova foto que você gosta e quer que eles vejam em um dos painéis de sua página no Pinterest.</p>
<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/1111111111111111111111pin.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11185" title="1111111111111111111111pin" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/1111111111111111111111pin.jpg" alt="" width="70" height="84" /></a>PIN: é aquele alfinete que usamos muitas vezes para pregar fotos e mensagens nos painéis de madeira.</p>
<p>Afinal, a ideia é a mesma, você gostou, coloca um PIN na imagem. Juntou-se a palavra PIN com "interest" de interesse em inglês e pronto formou-se o Pinterest.</p>
<p>A ideia é muito legal, pois através das imagens podemos deixar para nossos amigos um pouco daquilo que somos nas imagens que gostamos. Podemos mostrar por exemplo a nossa vocação ou gosto por jardinagem mostrando as fotos de lindos jardins pelo mundo, ou o nosso gosto por antiguidades visitando as inúmeras lojas de antiguidades pelo mundo.</p>
<p>MyHeritage agora está também no Pinterest e como você já sabe que estamos também no <a href="https://www.facebook.com/pages/MyHeritagePT/117511158274061" target="_blank">Facebook</a>, no <a href="http://twitter.com/#!/MyHeritagePT" target="_blank">Twitter</a> e no <a href="https://plus.google.com/u/0/b/117141069924972331487/117141069924972331487/posts/p/pub" target="_blank">Google+</a> fica aqui mais uma oportunidade de podermos nos encontrar, agora com lindas fotos que vamos postar para você, ou mesmo você nos enviar. Vamos ter o prazer de colocar as suas fotos em nosso painel. É um dos mais simples programas de ser entendido, não tem mistérios, gostou da foto, encontrou o simbolo do PIN (igual ao do alto da página) na foto, envie para sua página que nós vamos ficar sabendo, assim como você vai ficar sabendo quando nós acharmos uma foto bem legal sobre genealogia, família, história, celebridades, pessoas e árvores. A principio, estamos montando o nosso painel e temos apenas algumas fotos, mas teremos milhares de fotos bem interessantes para você visualizar.</p>
<div id="attachment_11191" class="wp-caption aligncenter" style="width: 439px"><a href="http://pinterest.com/myheritageptbr/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-11191  " title="pinterest_PT" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/pinterest_PT.png" alt="" width="429" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Página de MyHeritage PT/BR no Pinterest</p></div>
<p>Visite nossa página, basta clicar na imagem acima que você será direcionado para nosso painel e poderá ver lindas fotos que já colecionamos em nossas andanças pela internet. Faça o seu registro facilmente no Pinterest e visite a nossa página, clique em Follow para nos seguir. Estamos esperando por você.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/MyHeritagePortugeeseBlog/~4/y8h2ZrXOoTs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Minha família está mais forte do que nunca.</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 18:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Famílias e suas Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Redação]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos nós queremos fortalecer as nossas famílias. Vivemos criando métodos para que nossos parentes próximos se liguem em laços que não se rompam jamais.
Algumas situações que acontecem em nossa vida, em momentos muito especiais e marcantes, nos fazem refletir sobre este fator tão importante da família que é a manutenção desta união. Quando perdemos alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11167" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/minha-família.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-11167" title="minha família" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/minha-família-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">iStock©Lewis King</p></div>
<p>Todos nós queremos fortalecer as nossas famílias. Vivemos criando métodos para que nossos parentes próximos se liguem em laços que não se rompam jamais.</p>
<p>Algumas situações que acontecem em nossa vida, em momentos muito especiais e marcantes, nos fazem refletir sobre este fator tão importante da família que é a manutenção desta união. Quando perdemos alguém muito querido, um esteio familiar, uma pessoa que em nossas vidas foi um ponto de referência, sentimos as vezes impotentes vendo os demais membros da família se afastarem do nosso convívio.</p>
<p>Foi o caso da perda de nossa mãe. Foi um choque para todos nós filhos, netos e bisnetos a perda rápida e sem aviso. Ficamos sem o chão no primeiro momento, órfãos e perdidos, mesmo que quando a perdemos, muitos de nós já eram avós.</p>
<p><span id="more-11166"></span></p>
<p>Vivíamos, mesmo que afastados pelos nossos afazeres profissionais, morando cada qual em sua casa e sua cidade, cuidando de nossas vidas, mas sempre com visitas mensais, semanais ou até mesmo diárias como o caso de alguns irmãos, e era nestes momentos que nos sentíamos como se não existisse a distancia e nem o tempo, pois parecia que estavamos sempre juntos. Perdê-la, nos tirou o ponto de encontro e nos fez ver que iriamos sentir muita falta das rotinas de visitas.</p>
<p>Alguns de nós até comentaram que a família teria se perdido com a nossa perda. Ela era, a nosso ver, a razão pela qual nos juntávamos, para rir, divertir, brincar uns com os outros e até brigar sob sua paciência e seus conselhos, como toda família normal.</p>
<p>O que nos unia era a intensa história familiar que todos nós adoramos conhecer, de contar e de discutir. Passamos horas nos lembrando do passado e das coisas que sabíamos uns dos outros. Mal sabíamos que estávamos montando uma relação de união estável entre todos nós que iria superar a perda de nossa mãe.</p>
<p>Meses depois da despedida, ainda estávamos unidos, trocando fotos velhas, sabendo  uns dos outros, prestando socorro quando necessário e nos preocupando com as derrotas e conquistas de cada um de nós. Sobrinhos, netos e ainda mais gente, noras e genros, se juntou ao grupo e voltamos a nos divertir, conversar, dar opiniões e até mesmo a brigar, como toda família normal.</p>
<p>A nossa maneira, sem nenhuma pretensão,  sobrevivemos, assim como nossa mãe esperava que fizéssemos.</p>
<p>Recentemente, recebi um agradável e-mail de nossa leitora Maria Célia Mitidiero com um link para uma matéria encantadora sobre a pesquisa de dois psicólogos americanos, Dr. Marshal Duke e Dr. Robyn Fivush, que desenvolveram um método para fortalecer a família. Encaixou-se como uma luva ou a carapuça serviu em mim. Sem querer, nossa família, aplicou o método descrito na pesquisa dos psicólogos em nossas vidas.</p>
<p>O método consiste em você usar uma escala "Você Sabe?". <strong>Você sabe</strong> onde sua mãe se casou? <strong>Você sabe</strong> onde seu pai estudou? <strong>Você sabe</strong> onde seu avô morou? <strong>Você sabe</strong> se na sua família já aconteceu alguma doença séria ou algo realmente terrível? <strong>Você sabe</strong> a história do seu nascimento”?</p>
<p>E de "Você sabe" em "Você sabe", a história se encarrega de criar o laço afetivo que cada um de nós necessita para se manter unido a um núcleo familiar.</p>
<p>Com esta informação direcionada a nós ainda crianças e aos nossos filhos e também aos nossos netos, os nossos pais mantiveram o constante interesse na família, sem que nos desgarrarmos como muitos fazem.</p>
<p>Para o Comandante David G. Smith, da Academia Naval dos Estados Unidos, a união do grupo é constituída quando a história é comum a todos e quando as pessoas se encaixam na história como atores ou coadjuvantes.</p>
<p>Dr. Duke diz que deve-se sempre levar esta técnica para as crianças, fazendo perguntas usando sempre a métrica "Você sabe?", para que o desenvolvimento e a interação da criança na família seja interessante e desperte a capacidade de terem uma forte identidade intergeracional. Tomando consciência de que elas fazem parte de algo maior do que elas mesmas.</p>
<p>No desdobramento do projeto, percebeu-se que existiam três tipos de narrativas familiares para responder aos estímulos do "Você sabe?".</p>
<p>Segundo os psicólogos são:</p>
<p><strong>Narrativa das Ascensão</strong>: <em>“Filho, quando chegamos nesta área, não tínhamos nada. Nossa família trabalhou. Abrimos uma loja. Seu avô foi para o colegial. Seu pai foi para a faculdade. E agora você….”</em> (*)</p>
<p><strong>Narrativa do Descenso: </strong><em>“Querido, nós tínhamos de tudo. Mas aí perdemos tudo”(*)</em></p>
<p>E a narrativa recomendada pelos psicólogos por dar ao individuo uma capacidade de perceber os altos e baixos tão comuns na nossa vida<em>, </em>a <strong>Narrativa da Família Oscilante: </strong><em>“Querido, deixe-me te contar, nós tivemos altos e baixos na nossa família. Construímos um negócio familiar. Seu avô era um pilar na comunidade. Sua mãe fazia parte do conselho do hospital. Mas nós também tivemos reveses. Você teve um tio que certa vez foi preso. Tivemos uma casa que pegou fogo. Seu pai ficou desempregado. Mas o que quer que tenha acontecido, sempre nos mantivemos unidos como família”.(*)</em></p>
<p><em>...como toda família normal.</em></p>
<p>Em resumo, as pessoas que adquirem auto confiança para superar as dificuldades e se manterem unidas dentro de um objetivo familiar, são aquelas que aprenderam na história de suas famílias, com exemplos vividos, e as diferenças entre vencer, perder e superar.</p>
<p>Conte histórias familiares para os seus filhos, mescle as história em momentos alegres, difíceis, ricos e pobres, para que as pessoas se fortaleçam em vínculos que irão durar por muitas gerações.</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Artigo <a rel="nofloow" href="http://www.nytimes.com/2013/03/17/fashion/the-family-stories-that-bind-us-this-life.html?pagewanted=all&amp;_r=0" target="_blank">“The Stories that Bind Us” (“As Histórias que Nos Unem”) por Bruce Feiler, New York Times, 15 de março de 2013.</a></p>
<p>(*) Artigo <a rel="nofollow" href="http://blog.omnisciencia.com.br/fortalecendo-sua-familia-com-historias/" target="_blank">"Fortalecendo sua família com histórias" - Cultura da Paz</a></p>
<p><em><br />
</em></p>
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		<item>
		<title>Genealogia Alemã no Sul do Brasil – Rodrigo Trespach (2ª parte)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/MyHeritagePortugeeseBlog/~3/OpzxTRPzi_U/</link>
		<comments>http://blog.myheritage.com.br/2013/05/genealogia-alema-no-sul-do-brasil-rodrigo-trespach-2%c2%aa-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 May 2013 07:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genealogia e Genealogistas]]></category>
		<category><![CDATA[Alemães no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[Imigração Alemã]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Trespach]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.myheritage.com.br/?p=11148</guid>
		<description><![CDATA[
Conforme anunciamos ontem, vamos postar o texto do genealogista Rodrigo Trespach sobre a Imigração Alemã no Sul do Brasil.
Este texto inédito, faz parte das comemorações do Ano Alemanha e Brasil que comemoramos em 2013.
Rodrigo nos ofereceu este texto para ilustrar seu trabalho de  genealogia e para mostrar o quanto da história de um país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/topo1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11140" title="topo1" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/topo1-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p>Conforme <a rel="nofollow" href="http://blog.myheritage.com.br/2013/05/genealogia-alema-no-sul-do-brasil-rodrigo-trespach-1%C2%BA-parte/" target="_blank">anunciamos ontem</a>, vamos postar o texto do genealogista Rodrigo Trespach sobre a Imigração Alemã no Sul do Brasil.</p>
<p>Este texto inédito, faz parte das comemorações do Ano Alemanha e Brasil que comemoramos em 2013.</p>
<p>Rodrigo nos ofereceu este texto para ilustrar seu trabalho de  genealogia e para mostrar o quanto da história de um país tem que  necessariamente passar pela vida das pessoas e pelas histórias familiares e não só pelos fatos acontecidos.</p>
<p>"<em>A  História é formada de eventos peculiares, mesmo que, às vezes, pouco  conhecidos e, na maioria das vezes, sem uma justificativa racional</em>". R.T.</p>
<p>Detalhista e preciso, para quem se interessar pela história da imigração alemã no Brasil, Rodrigo é uma referência.</p>
<p>Leia seu trabalho:</p>
<p><span id="more-11148"></span><strong>As relações históricas entre Brasil, Alemanha e as populações de língua alemã</strong></p>
<p><strong><em>Por Rodrigo Trespach<br />
www.rodrigotrespach.com</em></strong></p>
<p>As relações entre Brasil e Alemanha são tão antigas que se confundem com a própria história do nosso país. Muito embora o processo de imigração e colonização alemã só tenha começado, de forma organizada, três séculos depois, e a Alemanha só tenha se constituído como país, tal qual como conhecido hoje, em 1871, o Brasil nunca deixou de ser visitado, explorado e estudado por representantes dos países de língua alemã desde que os portugueses aqui chegaram.</p>
<p>Aliás, os primeiros alemães a pisar o solo brasileiro estavam junto com a esquadra de Pedro Álvares Cabral, que aportou na Bahia em abril de 1500. Eram artilheiros de uma unidade militar portuguesa que acompanhava a esquadra. São textos em língua alemã, inclusive, os primeiros a usar o termo <em>Brasil-Land</em>, Terra Brasil, já em 1514, para as terras em que Cabral havia desembarcado. Denominação essa que os portugueses adotariam oficialmente somente muito tempo depois.</p>
<div id="attachment_11163" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Hans_Staden.jpg"><img class="size-full wp-image-11163" title="Hans_Staden" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Hans_Staden.jpg" alt="" width="200" height="242" /></a><p class="wp-caption-text">Hans Staden - Wikipédia</p></div>
<p>Nesse primeiro século de Brasil, o alemão mais conhecido é Hans Staden. Nascido no Hessen, coração da Alemanha, Staden chegou a Portugal para sua primeira viagem ao Brasil, em 1549. Mercenário, serviu como arcabuzeiro e esteve no litoral nordeste, auxiliando os portugueses na luta contra os invasores franceses. Em sua segunda viagem, estava a serviço de um navio espanhol, quando naufragou nas proximidades da ilha de Santa Catarina. Em São Vicente (SP), foi preso pelo governador-geral Tomé de Souza e contratado para defender a cidade. Foi capturado pelos índios tupinambás e aprisionado por quase um ano, escapando inúmeras vezes de ser devorado. Após várias tentativas de fuga, poupado como um troféu de guerra, foi finalmente libertado com auxílio de um corsário francês. De volta à Europa escreveu o livro <em>Warhaftige Historia</em>, História verídica, em 1557, contando suas aventuras em território brasileiro, “uma terra de selvagens, nus e cruéis comedores de seres humanos, situada no Novo Mundo da América”. O livro, sucesso na época, teve mais de cem reedições e adaptações, traduzido para o holandês, para o latim e para o flamengo, assim como para o inglês e o francês, foi o primeiro livro europeu publicado sobre o Brasil.</p>
<p>Depois de Staden muitos outros exploradores, viajantes, naturalistas e cientistas de língua alemã viriam para o Brasil. No século 17, as conquistas holandesas no nordeste, a partir de 1630, trouxeram para o Brasil vários alemães, sendo o mais famoso deles Maurício de Nassau. Nomeado governador do Brasil pela Companhia das Índias Ocidentais, chegou à Recife em 1637, onde permaneceu por sete anos até sua volta a Europa. O período da administração de Nassau no nordeste é considerado uma época áurea no Brasil colônia.</p>
<p>No outro extremo do país, entre os jesuítas dos Sete Povos das Missões, no sul, estima-se que 25% dos padres provinham de países de língua alemã. Entre eles o padre Anton Sepp, nascido no Tirol, região de influência e língua alemã no norte da Itália atual, e educado em Viena, na Áustria. Intelectual e amantes das artes era arquiteto, escultor, pintor, além de ter se dedicado a geologia e à mineração, também escreveu sobre a presença jesuíta no Paraguai, Argentina e sul do Brasil.</p>
<p>Do ponto de vista militar, importante personagem da história brasileira, por sua atuação na então Província de Rio Grande de São Pedro, é o general alemão J. Heinrich Böhm, comandante do exército que retomou Rio Grande aos espanhóis em 1776. Böhm havia chegado ao Brasil no final da década de 1760, junto com outro alemão, o Conde de Lippe. Ambos seriam responsáveis pela reorganização do exército português.</p>
<p>Até o início do século 19 o Brasil ainda permanecia para Europa um país desconhecido. Sua rica fauna e flora, além das peculiaridades das populações indígenas, eram um mistério para os cientistas europeus. A exceção do livro de Staden, que não era cientista, pouca coisa havia sido publicada nos dois séculos seguintes. A administração portuguesa não permitia que estrangeiros visitassem a colônia, na esperança de mantê-la longe de olhos interesseiros. Quando o príncipe Dom João chegou ao país e assinou em Salvador o tratado de Abertura dos Portos às Nações Amigas, em 1808, um grande número de cientistas se dirigiu ao país.</p>
<p>Muitos exploradores de língua alemã vieram então para o país, destacando-se o naturalista Alexander von Humboldt, o botânico Carl Friedrich Philipp von Martius e o zoólogo Johann Babpist von Spix, o pintor bávaro Johann Moritz Rugendas, o paisagista austríaco Thomas Ender, o músico Sigismund Neukomm e uma infinidade de outros que são pouco conhecidos do público geral e que, no entanto, contribuíram significativamente com o desenvolvimento científico e cultural do Brasil. Por fim, o catálogo de obras em língua alemã sobre o Brasil, organizado em 2011 pelo Instituto Martius-Staden, em São Paulo, enumera mais de 900 obras publicadas, por cientistas e viajantes alemães - ou de língua alemã, entre os anos de 1500 e 1900.</p>
<p>Tentativas isoladas de implantação de colônias alemãs foram realizadas na Bahia, entre 1816 e 1818. Depois do casamento de D. Pedro com a arquiduquesa austríaca Leopoldina de Habsburg-Lorena, a vinda de cientistas de língua alemã para a América e a independência brasileira, com a necessidade de colonos e soldados, o país finalmente deu início ao processo imigratório de populações alemãs ao Brasil, no ano de 1824.</p>
<p>Assim, após o envio de alguns colonos para a colônia suíça de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, o governo imperial criou a colônia alemã de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, em julho de 1824, e depois, em 1826, uma colônia no Litoral Norte gaúcho. Na sequência surgiram São Pedro de Alcântara (1829), Piedade e Santa Isabel (1847), Blumenau (1850) e Dona Francisca (1851), todas em Santa Catarina. Santo Amaro, em 1829, em São Paulo. Rio Negro, também em 1829, no Paraná. Santa Isabel, em 1847, e Leopoldina, em 1848, no Espírito Santo. E Petrópolis, em 1845, no Rio de Janeiro. Isso para citar apenas algumas. Depois da década de 1850 mais alemães viriam para o Brasil, em outro contexto histórico, e outras tantas colônias seriam formadas principalmente nos três estados do sul. Uma parcela considerável desses primeiros colonos vinha da região renana, na fronteira com a França, principalmente do Hunsrück, que não por acaso é o dialeto alemão mais falado nas colônias brasileiras.</p>
<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/image005.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11123" title="image005" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/image005.jpg" alt="" width="185" height="213" /></a>O livro <strong> </strong>“O lavrador e o sapateiro” de Rodrigo Trespach será lançado e comercializado exclusivamente, nos próximos dias, pela <a rel="nofollow" href="http://livrariaedipucrs.pucrs.br" target="_blank">ediPUCRS</a> e iremos anunciar aqui no nosso blog.</p>
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		<title>Genealogia Alemã no Sul do Brasil – Rodrigo Trespach (1ª parte)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 09:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rodrigo Trespach]]></category>

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		<description><![CDATA[O apoio dos genealogistas do Brasil e de Portugal ao nosso site é muito importante.
São pessoas que se profissionalizaram em escrever História da Família. Rodrigo Trespach é um dos nossos colaboradores que nestes anos, temos acompanhado com muito carinho. Grande escritor de livros como Passageiros no Kranich e Borger Justin, Schmitt e outras famílias de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/rodrigo-600x600.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11120" title="rodrigo 600x600" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/rodrigo-600x600-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>O apoio dos genealogistas do Brasil e de Portugal ao nosso site é muito importante.</p>
<p>São pessoas que se profissionalizaram em escrever História da Família. Rodrigo Trespach é um dos nossos colaboradores que nestes anos, temos acompanhado com muito carinho. Grande escritor de livros como <em>Passageiros no Kranich</em> e <em>Borger Justin, Schmitt e outras famílias de origem germânica</em>, seus livros colaboram muito com as pesquisas genealógicas dos descendentes de imigrantes vindos da Alemanha.</p>
<p>Rodrigo, agora esta lançando seu novo livro e aproveitamos para trazer até você esta entrevista sobre o trabalho do escritor, genealogista e torcedor do Grêmio e além de tudo, um expert em Cultura Germânica no Sul do Brasil e encaixa-se como uma luva para lembramos que 2013 é o Ano da Alemanha no Brasil.</p>
<p>Veja o que pensa Rodrigo Trespach:</p>
<p><span id="more-11118"></span></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">MH:- Quem é Rodrigo Trespach?</span></strong></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach:</strong> Um gaúcho de 35 anos, gremista, casado, com um filho de 14 anos e outro a caminho, que dedica boa parte de seu tempo livre a atividades culturais e a pesquisa histórica e genealógica. Um apaixonado por livros, história e genealogia.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong> MH- Desde quando você se interessou por genealogia?</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach:</strong> Minha família sempre morou no interior, meu avô constituiu uma família grande e todos os seus filhos sempre residiram muito próximos. Quando ele vendeu a propriedade em Maquiné, uma pequena comunidade rural no interior do Rio Grande do Sul, e se mudou com a família para Osório, onde eu nasci e ainda moro, ele adquiriu uma área afastada do centro urbano que se transformou num bairro onde os filhos e os netos também constituíram famílias. Então eu convivi muito tempo com ele e cercado de tios e primos, para mim foi muito natural ir anotando os nomes dos núcleos que iam se formando quando cada membro casava.</p>
<p>Agora, de forma mais profissional comecei no final da década de 1990, depois do meu próprio casamento, ai o interesse aumentou. Passei a ser mais crítico e observador, aprendendo com genealogistas mais experientes.</p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;"> MH: - Hoje, qual é o tamanho e penetração de sua história familiar?</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;"> </span>Rodrigo Trespach:</strong> Eu nunca levei muito em consideração o tamanho ou o número de pessoas que tenho em minha árvore. Costumo citar um amigo meu, já falecido, infelizmente, e que foi um dos fundadores do Instituto de Genealogia do RS; o Renato Franzen sempre dizia, “<em>uma árvore genealógica apenas com nomes e datas mais parece uma lista telefônica</em>”. Sempre levo isso em consideração, genealogia faz parte de um contexto bem mais amplo do que apenas saber o nome de seu antepassado e a data em que nasceu ou morreu. Meu interesse maior sempre foi refletir sobre como eles viviam, o que faziam, que motivos tinham para deixar determinado lugar. Ou seja, inseri-los dentro de um contexto histórico. Meu ancestral mais antigo conhecido, em linha paterna, casou no começo do século 18 com a esposa grávida de seis meses, e o pastor anotou isso no livro de casamentos. Mais do que a data do matrimônio o que me intrigava era como isso foi aceito pela sociedade da época? Que relações havia entre as famílias? Era comum, qual o motivo? Acho que é isso que se deve fazer, saber por que e como chegamos até aqui, caso contrário nossa árvore será apenas um quadro perdido na parede da sala.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"> <strong>MH: - A genealogia hoje é o seu trabalho. Considerando a atualidade do Brasil nesta área, é fácil ser genealogista?</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach:</strong> Acho que em alguns casos é bem mais fácil do que anos atrás. Por exemplo, hoje temos o <strong>MyHeritage</strong> que não tínhamos antes. Você consegue encontrar outras pessoas interessadas no mesmo assunto ou na mesma família com mais facilidade. Há muita coisa disponível na grande rede que em outros tempos, sem ela, custariam mais tempo e muito dinheiro.</p>
<p>Quando eu comecei, precisava escrever uma carta para a Alemanha solicitando informações para algum arquivo ou cidade. A carta levava um mês para ir e outro para voltar, e às vezes não se encontrava nada. Hoje não, tudo é bem mais rápido. Mas claro, a facilidade depende do quanto você se dedica a genealogia e o quanto de experiência (e paciência) você tem. Alguns arquivos ainda estão inacessíveis, há períodos, principalmente quando se recua para além do século 18, que não são fáceis de encontrar informações, algumas famílias têm histórias intricadas, difíceis de resolver quando se é iniciante. Neste caso, vale a contextualização da época, do país, da etnia, ou seja, você precisa abster-se um pouco de datas e nomes, da genealogia em si, para encontrar pistas que possam levar você pelo caminho certo. Isso é o fascinante da genealogia.</p>
<p>Mas o Brasil realmente ainda engatinha, têm um campo enorme de pesquisa, por todas as relações étnicas que temos, todos os povos que para cá vieram e ajudaram a construir o país, mas ainda estamos longe de alguns países europeus ou do próprio Estados Unidos, que tem uma história de interesse, nessa área, muito mais antiga. Agora o número de interessados no assunto, no Brasil hoje, é realmente considerável e só tem aumentado. Acho que o único lugar onde a genealogia ainda é mal vista é o meio acadêmico, em algumas universidades, onde ela é associada com o positivismo histórico.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"> <strong>MH: - Você tem diversas relações com o país de seus antepassados, a Alemanha, conte um pouco sobre estas relações e suas conquistas.</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach: </strong>A primeira carta para a Alemanha eu escrevi em 1996. A resposta foi um “não encontramos nada”, mas eu não desisti. Meu sobrenome aqui (Trespach), não é escrito assim lá, o que, por um bom tempo, me impediu de encontrar maiores informações, mesmo sobre o imigrante, que escrevia “Dressbach”. Mais uma vez a contextualização. Descobrir as diferenças linguísticas e a maneira como os registros aqui foram produzidos ajudaram a entender o que havia de errado.</p>
<p>Durante muito tempo eu mantive o interesse focado unicamente na minha família paterna. Isso era realmente muito legal, mas também muito limitado. Depois que publiquei meu primeiro livro, em 2007, o contato com a Alemanha se intensificou muito, porque eu queria encontrar as famílias da época. O interesse deixou de ser centrado em uma família e passou para uma colônia inteira. O estudo das relações familiares ampliou horizontes. Aqui no Litoral Norte gaúcho muitos livros de registros eclesiásticos em língua alemã foram destruídos em 1942, ano em que o Brasil declarou guerra a Alemanha e houveram perseguições aos descendentes de alemães. Muitas informações históricas e genealógicas foram perdidas. Não tínhamos nada sobre o passado na Alemanha desses primeiros colonos, salvo algumas exceções. Comecei juntando pequenos quebra-cabeças, cruzando dados com informações recebidas de arquivos e pesquisadores alemães, fazendo um quadro comparativo entre os núcleos familiares; que família casava com determinada família, quem eram os padrinhos, famílias que emigravam juntas, em grupos, no mesmo navio, qual a relação com a igreja. Tudo isso permitiu conhecer a genealogia do grupo, fazendo o elo de ligação, descobrindo seu rastro na Europa e auxiliando na compreensão do processo imigratório como um todo.</p>
<p>Tenho contato com muitos pesquisadores, arquivos e universidades. Desde 2010 eu tenho colaborado com um projeto do Instituto de História Regional da Universidade de Mainz, direcionado ao estudo dos emigrantes do Pfalz, região sudoeste da Alemanha. Além de artigos, temos elaborado listas e dados informativos sobre os emigrantes alemães que vieram para o Brasil. O projeto aborda ainda a situação de emigrantes alemães na América do Norte e no Leste Europeu.</p>
<div id="attachment_11126" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Exposição-em-Büdingen.-Foto-Gudrun-Kauck.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-11126 " title="Exposição em Büdingen. Foto Gudrun Kauck" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Exposição-em-Büdingen.-Foto-Gudrun-Kauck.jpg" alt="" width="430" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição em Büdingen. Foto Gudrun Kauck</p></div>
<p style="text-align: left;">Em 2011 e 2012, em parceria com associações de história local, realizamos duas exposições temáticas sobre o processo emigratório alemão para o Brasil. Uma das associações, a Büdinger Geschichtsverein, publicou o material da exposição, que continha o meu trabalho e o de mais dois pesquisadores alemães. Foi meu terceiro livro, o primeiro internacional. Além do contexto histórico, contêm dados informativos de cerca de 50 famílias da região de Büdingen que vieram para a região sul do nosso país entre 1824 e 1830.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>MH: - Você está lançando um livro agora. Fale sobre ele.</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach: </strong>“O lavrador e o sapateiro”, que a EdiPUCRS está publicando, surgiu exatamente dessa ideia de usar a genealogia como uma ferramenta de pesquisa auxiliar a história.</p>
<p>Três pastores luteranos, que atuaram no RS, durante as décadas de 1950 e 1970, registraram algumas histórias interessantes, para dizer o mínimo, vindas da tradição oral de uma antiga colônia alemã. Duas, em especial, me chamaram a atenção.</p>
<p>Em uma delas, dois imigrantes alemães, um lavrador e um sapateiro, depois de sair da condição miserável que se encontravam na Europa e de terem enriquecido aqui, inventaram a história de uma ancestralidade na nobreza alemã. Minha pesquisa descobriu que eles não tinham nada de nobre no sangue, eram camponeses em várias gerações passadas, mas divulgaram a tal origem nobre para legitimar o <em>status</em> social que haviam adquirido no novo meio.</p>
<p>A outra história é sobre dois colonos que trocaram as esposas. Isso mesmo, fizeram uma permuta matrimonial. Na década de 1830! E mais, o “negócio” envolvia ainda uma porca, uma gamela e um saco de batatas. Você faria isso, se estivesse infeliz no casamento? Bom, eles fizeram. A genealogia, baseada no cruzamento de dados dos registros, ajudou a confirmar a história e compreender como aconteceu.</p>
<p>No livro eu faço algumas reflexões, como essas histórias vindas da tradição oral foram repassada por gerações? Como elas foram construídas e sob quais filtros passaram? A análise é baseada em minhas próprias pesquisas e o embasamento teórico de historiadores como Halbwachs, Hobsbawn, Pollak, Thomson e Chartier. Acho que é uma boa reflexão sobre como funciona a nossa memória, inclusive a genealógica, a tradição oral e as relações humanas.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>MH: - Quantas publicações você já realizou?</strong></span></p>
<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/image005.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11123" title="image005" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/image005-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a><strong>Rodrigo Trespach: </strong>“O lavrador e o sapateiro” é meu quarto livro. Mas já escrevi muitos artigos para jornais e revistas, no Brasil e na Alemanha. Participei de várias antologias e publicações de simpósios. Colaboro frequentemente com o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, e já escrevi para a revista National Geographic, entre outras.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>MH: - Sei que você se dispõe a divulgar genealogia alemã do sul do país, se existir interesse de universidades ou grupos em palestras, como podemos fazer o contato?</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach:</strong> Sim, tenho realizado palestras pelo Brasil e participado de feiras de livro e eventos culturais. O contato pode se feito pelo e-mail <a href="mailto:rodrigo.trespach@gmail.com">rodrigo.trespach@gmail.com</a>. Interessados no assunto ou no meu trabalho podem acessar o site, que é atualizado diariamente, com todas as minhas atividades <a rel="nofollow" href="http://www.rodrigotrespach.com">www.rodrigotrespach.com</a>.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>MH: - Recentemente você foi convidado por MyHeritage a ser um usuário Beta, qual foi a sua impressão do novo FTB 7.0? Atendeu as suas expectativas?</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach: </strong>Eu comentei em alguns blogs especializados e também para a própria equipe de MyHeritage antes do lançamento, o software é a mais fantástica ferramenta a serviço da história familiar, não tenho dúvida disso. Eu usei por alguns anos o software de outra empresa e confesso que relutei em trocar. Mas não há como comparar por tudo aquilo que o FTB 7.0 oferece ao usuário, não há nada no mercado melhor que o programa. Pode ser usado tanto pelo iniciante como pelo profissional. Superou minhas expectativas, e a equipe de MyHeritage está de parabéns.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>MH: - Novos genealogistas estão aparecendo a cada dia. Qual o seu recado para eles?</strong></span></p>
<p><strong>Rodrigo Trespach:</strong> Eu recebo muitos e-mails, de várias partes do mundo. A maioria das pessoas acredita que temos uma bola de cristal e que podemos resolver e descobrir tudo sobre nossos ancestrais num passe de mágica. Em alguns casos, até podemos mesmo encontrar quase tudo sobre determinado ancestral ou família, mas podemos levar anos para montar uma árvore ou descobrir alguma informação nova. E, às vezes, é difícil explicar isso, porque normalmente o iniciante é ansioso e acredita que não queremos divulgar tudo o que temos. Por isso, as duas coisas mais importantes para um genealogista iniciante são, ter paciência e perseverança. Paciência para entender que muitas descobertas levam mesmo tempo para se concretizarem e perseverança para saber que elas se concretizam. A experiência e o “faro do genealogista” vêm com o tempo.</p>
<div id="attachment_11127" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/100_0966.jpg"><img class="size-full wp-image-11127" title="100_0966" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/100_0966.jpg" alt="" width="430" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">Rodrigo Trespach em exposição em São Paulo - Foto Tiago L. Trespach</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;">MH: - Quer completar com mais alguma informação?</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #3366ff;"> </span>Rodrigo Trespach:</strong> Eu acredito que genealogia também é uma ciência de união, afinal todos nós, em menor ou maior grau, somos “parentes”. Pessoas que pesquisam e estudam, mesmo que por hobby, genealogia, são pessoas muito mais compreensivas e humanas, pois conseguem identificar no outro, mesmo em primos distantes, um pouco de si, de uma histórica comum, sem preconceitos.</p>
<p>Recentemente o governo brasileiro deu uma mostra de quão absurdo é, para nós genealogistas, principalmente os brasileiros, algumas políticas públicas. Por força de lei (Lei 12.288, de 20.07.2010), exigiu de pesquisadores que informassem em seus currículos na Plataforma Lattes, a nossa “raça”. Faço genealogia há muitos anos, minha árvore genealógica vai até o século 14 e ali estão colonos alemães e açorianos, negras escravas, índias catequizadas, fidalgos e degredados portugueses, invasores holandeses e “cristãos-novos” (judeus). Como vou definir “raça”? São católicos, luteranos, calvinistas, batistas, puritanos, animistas, pagãos, ateus e judeus. Sou descendente de escravos, mendigos, nobres, fidalgos, pobres, ricos, brancos, pardos e negros, e daí? É a história de todos nós! Querer simplificar e rotular tudo isso, depois das muitas lutas para desacreditarmos políticas e ideias racistas, é menosprezar e desconhecer uma das mais brilhantes ciências humana: a história!</p>
<p>Amanhã, estaremos publicando uma segunda parte deste entrevista com o trecho do livro "O lavrador e o sapateiro". Visite-nos e faça uma bela leitura.</p>
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		<title>Nossas Crianças</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 18:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura e Indicações]]></category>
		<category><![CDATA[Família e Tradição]]></category>
		<category><![CDATA[Casa das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[citações em livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Como seria o mundo se quem o governasse fosse uma criança?
Ingênuo, puro, mais humano?
Inocente talvez, um pouquinho desarrumado também, mas de uma coisa todos nós teríamos certeza. Seria muito mais divertido.
A visão das crianças do mundo, das coisas que as cercam, dos obstáculos e das dificuldades são totalmente diferentes da visão de um adulto e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/FRASES-CRIANÇAS.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11110" title="FRASES CRIANÇAS" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/FRASES-CRIANÇAS-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Como seria o mundo se quem o governasse fosse uma criança?</p>
<p>Ingênuo, puro, mais humano?</p>
<p>Inocente talvez, um pouquinho desarrumado também, mas de uma coisa todos nós teríamos certeza. Seria muito mais divertido.</p>
<p>A visão das crianças do mundo, das coisas que as cercam, dos obstáculos e das dificuldades são totalmente diferentes da visão de um adulto e não importa se a criança é do primeiro mundo ou do terceiro mundo.</p>
<p>Por exemplo, na frase acima, uma criança inevitávelmente iria perguntar onde é o segundo mundo.</p>
<p>Já vi diversos trabalhos magníficos sobre esta visão infantil que para alguns adultos são incomodas mas para outros adultos são como pérolas de lembrança de uma infância rica em criatividade e pureza.</p>
<p>Nós pais, já ouvimos muitas pérolas de nossos filhos, até guardamos em nossas árvores algumas frases que eles, em um momento de criatividade, de dúvida ou de intenso "conhecimento" tentaram explicar um fato, um caso ou tentaram exprimir uma reação.</p>
<p>Hoje, se nossos filhos, que já são adultos, ouvissem de nós as lembranças destas coisas a reação seria de descrença e de dúvidas: — Eu falei isso? Não acredito.</p>
<p><span id="more-11109"></span></p>
<p>No livro <em>Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças</em>, de Javier Naranjo, editado em 1999 e reeditado em 2013 para a Feira Internacional do Livro de Bogotá, está fazendo o maior sucesso novamente. Nele Naranjo, após experimentar com seus alunos está visão diferenciada, coletou as frases e definições das coisas mais sutis das nossas vidas na visão das crianças, transformou em um dicionário que atualmente está lotando as redes sociais e sendo espalhadas por muitos. O segredo do sucesso é a ingenuidade que nos faz lembrar do nosso tempo de infância, quando, para tudo existia um "Porque" e quando sem a resposta, existia a "conclusão lógica infantil".</p>
<p>Algumas das frases do Dicionário, se você ler atentamente, não é simplesmente uma frase escrita por uma criança, mas uma lição de vida na interpretação dos fatos cotidianos. Veja algumas:</p>
<ul>
<li><strong>Adulto: </strong><em>Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma </em>(Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)</li>
<li><strong>Ancião:</strong><em> É um homem que fica sentado o dia todo </em>(Maryluz Arbeláez, 9 anos)</li>
<li><strong>Água<em>: </em></strong><em>Transparência que se pode tomar</em> (Tatiana Ramírez, 7 anos)</li>
<li><strong>Branco:</strong><em> O branco é uma cor que não pinta</em> (Jonathan Ramírez, 11 anos)</li>
<li><strong>Camponês:</strong><em> um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos </em>(Luis Alberto Ortiz, 8 anos)</li>
<li><strong>Céu:</strong><em> De onde sai o dia</em> (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)</li>
<li><strong>Dinheiro:</strong><em> Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos </em>(Ana María Noreña, 12 anos)</li>
<li><strong>Deus:</strong><em> É o amor com cabelo grande e poderes</em> (Ana Milena Hurtado, 5 anos)</li>
<li><strong>Escuridão: </strong><em>É como o frescor da noite</em> (Ana Cristina Henao, 8 anos)</li>
<li><strong>Guerra:</strong><em>Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz</em> (Juan Carlos Mejía, 11 anos)</li>
<li><strong>Inveja:</strong><em> Atirar pedras nos amigos</em> (Alejandro Tobón, 7 anos)</li>
<li><strong>Igreja:</strong><em> Onde a pessoa vai perdoar Deus </em>(Natalia Bueno, 7 anos)</li>
<li><strong>Lua:</strong><em> É o que nos dá a noite </em>(Leidy Johanna García, 8 anos)</li>
<li><strong>Mãe:</strong><em> Mãe entende e depois vai dormir</em> (Juan Alzate, 6 anos)</li>
<li><strong>Paz:</strong><em> Quando a pessoa se perdoa</em> (Juan Camilo Hurtado, 8 anos)</li>
<li><strong>Sexo:</strong><em> É uma pessoa que se beija em cima da outra</em> (Luisa Pates, 8 anos)</li>
<li><strong>Solidão:</strong><em> Tristeza que dá na pessoa às vezes</em> (Iván Darío López, 10 anos)</li>
<li><strong>Tempo:</strong><em> Coisa que passa para lembrar</em> (Jorge Armando, 8 anos)</li>
<li><strong>Universo: </strong><em>Casa das estrelas</em> (Carlos Gómez, 12 anos)</li>
<li><strong>Violência:</strong><em> Parte ruim da paz</em> (Sara Martínez, 7 anos)</li>
</ul>
<p>Você que tem a oportunidade de ainda estar criando seus filhos ou recriando seus netos, faça a experiencia de Javier Naranjo, coloque cada uma destas palavras em cartões e de para a criança explicar e veja os resultados. Mas antes, para descontrair, brinque com elas, beije-as, abrace-as e deixe-as bem confiantes de que você como adulto não irá recriminá-las ao ouvir a definição dita por elas. Lembre-se, do que disse Andrés Felipe Bedoya, de 8 anos:</p>
<p>Adulto é a "<em>pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma".</em></p>
<p>Se você já tem alguma pérola de seus filhos ou netos porque não coloca aqui em nossos comentários?<em> </em></p>
<p><em>Fonte consultada: <a rel="nofollow" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130518_dicionario_criancas_colombia_aw_cc.shtml" target="_blank">BBC Brasil - Reportagem de Arturo Wallace</a><br />
</em></p>
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		<title>Sangue Azul</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Walter Olivas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Genealogia e Genealogistas]]></category>
		<category><![CDATA[Gráficos e Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas e orientações]]></category>
		<category><![CDATA[busca de parentes]]></category>
		<category><![CDATA[Exames de DNA]]></category>
		<category><![CDATA[Genealogia Genética]]></category>
		<category><![CDATA[Grau de consanguinidade]]></category>
		<category><![CDATA[Graus de parentesco]]></category>
		<category><![CDATA[Myheritage]]></category>
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		<category><![CDATA[Tabela]]></category>
		<category><![CDATA[Tabela de Grau de Parentesco]]></category>
		<category><![CDATA[Teste de DNA]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejo muitas árvores e converso diariamente com muitas pessoas e na maioria dos casos o assunto termina em relacionar uma árvore genealógica a nobreza ou daqui, ou do outro lado do atlântico, ou ainda aos Sangues Azul.
Na modernidade da genealogia, as necessidades são bem outras. Hoje temos uma genealogia que deixou de ser uma genealogia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-11089" title="coroa" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/coroa-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" />Vejo muitas árvores e converso diariamente com muitas pessoas e na maioria dos casos o assunto termina em relacionar uma árvore genealógica a nobreza ou daqui, ou do outro lado do atlântico, ou ainda aos Sangues Azul.</p>
<p>Na modernidade da genealogia, as necessidades são bem outras. Hoje temos uma genealogia que deixou de ser uma genealogia com os olhos voltados apenas para o passado e sim uma genealogia com os olhos também no presente e muito mais no futuro. Veja as <a rel="nofollow" href="http://blog.myheritage.com.br/2011/09/a-arvore-genealogica/" target="_blank">visões de genealogia hoje</a>.</p>
<p>Hoje, mais do que nunca as pessoas estão querendo se conhecer e conhecer seus parentes e, o principal, conhecer a sua família. Uma recente pesquisa mostra que os mais jovens estão se voltando para as histórias familiares com muito mais força que anteriormente, em função da sua necessidade de buscarem suas personalidades que no mundo globalizado coloca a todos no mesmo patamar, com o mesmo gosto e mesmas atitudes. Em busca desta individualidade, os jovens estão procurando em suas famílias a história pura e especial de cada um, para poderem se diferenciar da história coletiva, motivo este que faz com que a cada dia, mais jovens estão procurando a genealogia.</p>
<p>Outros grandes motivos que levam as pessoas a buscarem conhecer a família por uma árvore genealógica, também são, <strong>motivos de saúde</strong> como foi o recente <a rel="nofollow" href="http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/05/com-receio-de-cancer-angelina-jolie-retira-os-seios.html" target="_blank">caso de Angelina Jolie</a> e <strong>motivos jurídicos</strong> que muitas vezes requer o estudo familiar para heranças, disputas de terras, etc.</p>
<p>Mas, para se conhecerem, antes, é necessário saberem as inúmeras relações que fazem das pessoas, pessoas exclusivas dentro de uma família.</p>
<p><span id="more-11088"></span>Conhecer a cada um, saber suas histórias ajuda na formação do caráter. Uma de nossas postagens, feita a bastante tempo, até hoje apresenta hora sim e hora não, um comentário de "Quem sou eu..."; Desde que postamos, é a nossa  postagem com um dos maiores números de comentários e perguntas sobre o assunto.</p>
<p>"<a rel="nofollow" href="http://blog.myheritage.com.br/2010/08/que-parente-voce-e/" target="_blank">Que parente você é</a>", escrita em agosto de 2010, trazia duas tabelas com o grau de parentesco usado em genealogia e por este motivo, decidimos simplificar ainda mais para poder ajudar a todos. Criamos uma tabela de parentesco, baseada em uma tabela existente no Google. Veja abaixo.</p>
<p style="text-align: center;">Para baixar a versão para impressão no formato A4 , <a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tabela-de-parentesco.jpg" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Usamos como modelo uma tabela original, em espanhol, e incluímos nela a linha de consanguinidade, uma das perguntas mais repetidas pelos nossos leitores.</p>
<p><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tabela-de-parentesco-blog-estrela.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-11091" title="tabela de parentesco blog estrela" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/tabela-de-parentesco-blog-estrela.jpg" alt="" width="100" height="100" /></a>Pode-se ver que esta linha deixa vários parentes de fora, mas não significa que não sejam parentes ou aparentados. Este linha é apenas a linha que determina a linha de nosso DNA e que muita gente faz confusão achando que todos de uma mesma família tem o mesmo sangue, o que não é verdade. Um <a rel="nofollow" href="http://www.myheritage.com.br/dna-tests" target="_blank">teste de DNA</a>, vai levar em consideração esta linha para gerar um gráfico de genealogia genética.</p>
<p>Mas todas as pessoas da família estão ligadas em graus mais próximos e graus mais afastados de parentesco familiar.</p>
<p>Na Tabela é possível ver duas áreas em destaque, <strong>Zona dos Sobrinhos</strong> e <strong>Zona dos Aparentados</strong>, também chamada de Zona dos Parentes  Políticos, e esta zonas são as que mais geram dúvidas. Mas na tabela é possível você determinar a partir do EU (você), todos os parentes e suas nomenclaturas mais populares.</p>
<div id="attachment_11202" class="wp-caption aligncenter" style="width: 441px"><a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/PARENTES-A4-blog.jpg"><img class="size-full wp-image-11202" title="PARENTES blog corrigido" src="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/05/PARENTES-A4-blog.jpg" alt="" width="431" height="304" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela de Parentesco (Clique para Ampliar)</p></div>
<p style="text-align: center;">Para baixar a versão para impressão no formato A4 da tabela, clique <a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/PARENTES-A4-corrigido.jpg" target="_blank">AQUI</a></p>
<p>Outra questão levantada é sobre a denominação dos cônjuges de uma determinada pessoa na Tabela, como por exemplo: O que é a esposa do meu bisneto? No caso ela será apenas "Esposa do Bisneto" e assim por diante, podendo ser considerada também uma APARENTADA, assim como "Esposa do Sobrinho Bisneto".</p>
<p>A Tabela não prevê casos de adoção, mas neste caso, pela Lei de Adoções, a pessoas ocupa um local na Tabela, mesmo sendo adotado como "Filho Adotado Legitimo" de alguém, assim, não se deve pensar que um adotado não seja filho, pois perante a Lei, ele terá os mesmo direitos e deveres dos legítimos da Tabela, escapando é claro, da Linha Consanguínea.</p>
<p>Agora, sobre o Sangue Azul, a explicação é bem simples, tem suas origens nos idos anos da Idade Média, no Reino de Castela, atual Espanha, que determinava que as pessoas que tinham sangue azul eram da aristocracia, pois podia-se ver nas mãos, ou locais onde as veias eram visíveis o "sangue azul". Esta separação ocorria para diferenciar os senhores que moravam em castelos e tomavam pouco sol e portanto tinham a pele bem branca dos demais servidores que trabalhavam debaixo do sol e tinham sua pele queimada pelo sol, ou eram de procedência moura (africanos) ou judeus de pele mais escura. Portanto, se formos pensar desta forma, todos nós temos sangue azul se olharmos para o interior dos lábios.</p>
<p>Aproveite a Tabela e veja como em sua família existem dezenas de pessoas que você tem que conhecer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">08/06/2013 - REVISÃO:</span></strong></p>
<p>Alertados por nossa leitora Marcia Helena, fizemos a correção da tabela que constava, erroneamente, no local do <strong>trisavô</strong> a nomenclatura <strong>tataravô</strong>.</p>
<p>Ao rever a tabela original em espanhol publicada no Google, percebemos que ela também está omitindo o trisavô.</p>
<p>Pelo dicionário informal, <em>"Tataravô é o pai do trisavô e a partir dai acrescenta-se mais um Ta para os avós seguintes". </em></p>
<p>Pedimos desculpas por ter levado alguns leitores ao erro e já fizemos a correção na imagem da postagem e na imagem de impressão que você pode baixar <a href="http://blog.myheritage.com.br/wp-content/uploads/2013/06/PARENTES-A4-corrigido.jpg" target="_blank">AQUI</a> - Agradecemos em especial a nossa leitora Marcia Helena.</p>
<p>Alguns trabalhos de genealogia, quando escritos na nomenclatura informal apresentam o Tataravô como inicio do TATARA..., acrescentando uma posição a ele, por exemplo: Pentavô = 2º Tataravô, em outras publicações é possível se encontrar Pentavô = Tatataravô com o acréscimo de mais um TA.</p>
<p>Usamos os termos informais de genealogia para facilitar o entendimento da tabela mas os termos corretos genealógicos são os seguintes:</p>
<p>Avô corresponde a Neto</p>
<p>Bisavô corresponde a Bisneto</p>
<p>Triavô corresponde a Trineto</p>
<p>Tetravô corresponde a Tetraneto (Tataravô - Tataraneto no dicionário informal)</p>
<p>Pentavô corresponde a Pentaneto</p>
<p>Hexavô corresponde a Hexaneto</p>
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