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	<title>Não Toco Raul</title>
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	<description>Pérolas, Covers, Vídeos, Contos, News, Playlist, Shows</description>
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		<title>O bom filho à casa torna</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2016 20:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A origem]]></category>
		<category><![CDATA[Maldita indústria cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Arctic Monkeys voltaram pra Sheffield &#8211; essa cidade pequena, no norte da Inglaterra, é onde eles cresceram e formaram a banda. Eles estão lá desde meados de dezembro e têm trabalhado sem pressa em um novo disco &#8211; foi o que o próprio Alex Turner disse para o jornalista Shamir Masri, da BBC local. Há [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Arctic Monkeys voltaram pra Sheffield &#8211; essa cidade pequena, no norte da Inglaterra, é onde eles cresceram e formaram a banda. Eles estão lá desde meados de dezembro e têm trabalhado sem pressa em um novo disco &#8211; foi o que o próprio Alex Turner disse para o jornalista Shamir Masri, da BBC local.</p>
<p>Há quem diga que eles ficaram americanizados, morando em Los Angeles e viajando o mundo em turnês &#8211; de fato, o sotaque inglês nortista foi suavizado. Por isso, essa volta às origens para trabalhar em um disco novo aumenta ainda mais as expectativas em torno do álbum. O último lançamento do Arctic Monkeys foi o aclamado AM, de 2013 (pois é, já faz tempo!). Estamos aguardando o disco novo ansiosamente. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Enquanto isso, de volta às suas casas e à sua cidade natal, a banda aproveita para rever família e amigos e, como bons ingleses, beber nos pubs locais (imagina que louco você estar num barzinho qualquer do bairro e dar de cara com o Alex Turner).</p>
<p><em><a class="lightbox" href="http://naotocoraul.com.br/a-origem/o-bom-filho-a-casa-torna/attachment/pub/" rel="attachment wp-att-9701"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-9701 alignleft" src="http://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pub.png" alt="pub" width="490" height="568" srcset="https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pub.png 490w, https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/12/pub-259x300.png 259w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></a></em></p>
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<p><a href="http://consequenceofsound.net/2016/12/arctic-monkeys-confirm-work-has-begun-on-new-album/"><em>Fonte: Consequence of Sound</em></a></p>
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			<dc:creator>contato@naotocoraul.com.br (Bárbara Monteiro)</dc:creator></item>
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		<title>Sobre Hangar 110 e “a cena”</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 01:33:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Passaram-se 18 anos desde que o CPM 22 deu os primeiros acordes já ouvidos no palco do Hangar 110, templo do rock underground paulistano. Naquela noite, local e banda ainda não tinham o sucesso que alcançaram com a explosão do rock nacional nos anos 2000. Para o Hangar, a história chegará ao fim: Alemão e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Passaram-se 18 anos desde que o <strong>CPM 22</strong> deu os primeiros acordes já ouvidos no palco do <strong>Hangar 110</strong>, templo do rock underground paulistano. Naquela noite, local e banda ainda não tinham o sucesso que alcançaram com a explosão do rock nacional nos anos 2000. Para o Hangar, a história chegará ao fim: <strong>Alemão e Cilmara</strong>, casal de donos do local, anunciaram 2017 como última temporada, o que tem gerado uma grande reflexão sobre o que se chama de<strong> &#8220;a cena&#8221;</strong>.</p>
<p>A justificativa dada para a decisão é simples: os tempos mudaram. Em comunicado postado na página do Hangar 110 no Facebook, os donos explicaram como a internet, apesar de aproximar as pessoas, acabou distanciando-as fisicamente. A consequência é acabar com o tipo de espírito que marcou o começo da casa. <strong>&#8220;Hoje, não conseguimos ver uma luz no fim do túnel em relação a isso, pois as bandas estão acabando, e poucas bandas novas seguem esse espírito rock&#8217;n roll&#8221;</strong>.</p>
<p><iframe width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/S4qMMV6DTVQ?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Alemão montou o Hangar depois de ir à loja de discos de um amigo e ver uma parede lotada de álbuns de bandas brasileiras, todas sem lugar para tocar. Com a chegada dos anos 2000, ficou mais fácil gravar, e as <strong>bandas independentes</strong> aumentaram consideravelmente. Quando elas começavam a alçar voo, o Hangar apareceu como o local para ajudar a projetá-las. Ou nem isso. Simplesmente o lugar para poder ver um show em companhia dos amigos.</p>
<p><strong>&#8220;A relevância que o Hangar 110 tinha no ínicio para as bandas e público, já não existe mais.</strong> Há shows em inúmeros lugares e por incrível que pareça, esse também foi um complicador&#8221;, explicaram.</p>
<p>Oras, que diabos de &#8220;cena&#8221; é essa então, que acaba por derrubar o lugar onde ela se fortaleceu?</p>
<p><iframe width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/eE-ckdC-BEA?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>A cena somos nós.</strong> Nós indo ao <strong>Inferno</strong>, na Augusta, ou ao <strong>Carioca Club</strong>, em Pinheiros, assistir às bandas que, antigamente, não tocariam em lugar algum. Ou nós aproveitando o <strong>Rock na Praça</strong>, com shows de graça no centro, ou ainda eventos no <strong>Sesc</strong> mais próximo ou em casas menores. A cena são os shows pesados no <strong>Aquarius Bar</strong>, nos confins da Zona Leste, casa que foi inaugurada em 2011 onde, antigamente, não havia tanta opção.</p>
<p><strong>Não é a cena que está morrendo, ela se fortaleceu</strong>. Pior para o Hangar, que já não atrai tanta gente ali pra perto do Metrô Armênia.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/8mBQZUjRBrk?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A cena é o Dead Fish abarrotando a <strong>Audio Club</strong> pra gravar DVD, é o Eminence vindo de BH para tocar com o Seasmile no <strong>Inferno</strong> ou o John Wayne e o Worst &#8211; dois exemplos de bandas novas &#8211; agitando o centrão. É o <strong>Sampa Music Fest</strong>, na Penha, colocando quatro bandas consagradas e outras 16 &#8211; muitas ainda em início de carreira &#8211; para tocar no mesmo dia, nos mesmos palcos, com o mesmo equipamento (basicamente).</p>
<p>E a cena, principalmente, somos nós saindo de casa para ir a todos esses lugares, inclusive ao Hangar 110 ao longo de todo 2017. Nós comprando <strong>merchandising</strong> de bandas que conhecemos no <strong>Youtube</strong> ou nas sugestões do <strong>Spotify</strong>. Nós participando ativamente.<strong> Isso sim é cena. Você faz parte?</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/LxqgwUZCVJY?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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			<dc:creator>contato@naotocoraul.com.br (Danilo Vital)</dc:creator></item>
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		<title>Se prepara: já dá para ouvir o disco póstumo do Sabotage (e está incrível)</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 14:04:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Instituto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É o enxame, é a zica. Lula tinha acabado de virar presidente do Brasil. A novela das oito era Mulheres Apaixonadas. A Gaviões ganhou o carnaval. O celular era o Nokia azul com tela preto e branco e jogo da cobrinha. O programa Pânico era a novidade do ano. A Roberto Marinho ainda chamava Água [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É o enxame, é a zica. Lula tinha acabado de virar presidente do Brasil. A novela das oito era Mulheres Apaixonadas. A Gaviões ganhou o carnaval. O celular era o Nokia azul com tela preto e branco e jogo da cobrinha. O programa Pânico era a novidade do ano. A Roberto Marinho ainda chamava Água Espraiada. Nesse ano de 2003, na manhã do dia 24 de janeiro, o rapper Mauro Mateus dos Santos, que só tinha 29 anos, levou 4 tiros nas costas e morreu.</p>
<p><a class="lightbox" href="http://naotocoraul.com.br/analise/se-prepara-ja-da-para-ouvir-o-disco-postumo-do-sabotage-e-esta-incrivel/attachment/sabotage/" rel="attachment wp-att-9674"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9674 alignleft" src="http://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/10/sabotage-.jpg" alt="sabotage" width="544" height="571" /></a></p>
<p>Com apenas um disco lançado, o Sabotage já era uma lenda. O álbum <a href="https://open.spotify.com/album/7f7tJ66hE6aghmPubHTqVk">&#8220;Rap é Compromisso&#8221;</a>, de 2001 estourou no Brasil inteiro, foi louvado pelos grandes Racionais MCs e influenciou todo mundo que gostava de rap. O Maestro do Canão, que falava sobre o Brooklin, a zona sul de São Paulo e tinha um cabelo inesquecível; que tinha rimas fortes de protesto e ao mesmo tempo gostava de Sandy &amp; Junior, aparecia na TV e achava que o rap tinha que ser menos marrento e abrir a cabeça; marcou a história da música e do hip hop no país.</p>
<p>13 anos depois da sua morte, finalmente temos o álbum póstumo do Sabotage. Ele tinha começado a gravar o disco logo antes de ser assassinado. E agora, com ajuda de amigos e parceiros musicais das antigas, o disco com 11 músicas inéditas ficou pronto. Esse disco é considerado o Chinese Democracy do rap. Muita espera, muita expectativa. E felizmente o álbum não decepciona:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://embed.spotify.com/?uri=spotify%3Aalbum%3A54fqpmy2k6wjUGdPSxN8Me" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O disco homônimo conta com a participação de Tropkillaz, DJ Nuts, o rapper Shyheim (do Wu-Tang Clan), Instituto, Lakers, Negra Li, Daniel Ganjaman, DBS, DJ Cia, Rappin&#8217; Hood, Funk Buia, Duani, Quincas, Dexter, Fernandinho Beat Box, Mr Bomba, Rodrigo Brandão, Sandrão, BNegão e Céu. Alguns já tinham participado do primeiro disco do Sabota e Daniel Ganjaman e o Instituto, aliás, foram responsáveis pela grande volta de Criolo com seu segundo disco Nó na Orelha, quando o rapper que também é da zona sul paulistana estava quase desistindo da música.</p>
<p>E a homenagem não poderia ser mais honrosa. No meio de algumas faixas podemos ouvir sonoras dos jornais da época cobrindo a morte do rapper, o que é bastante doloroso, mas soa interessante. O disco é lindo, surpreendente, nostálgico sem soar velho &#8211; muito pelo contrário. As músicas não poderiam ser mais atuais e as rimas ainda fazem todo sentido nesse ano tão esquisito e sombrio que está sendo 2016. O que nos faz refletir que de 2003 para cá as coisas não mudaram tanto assim&#8230;</p>
<p>E hoje à noite, às 20h55, o Spotify vai fazer uma transmissão especial ao vivo no Facebook com audição do álbum e presença da família do Sabotage e dos grandes músicos que trabalharam no disco. <a href="https://www.facebook.com/events/165639770554979/">Confira o evento e participe.</a></p>
<p>Vale demais a pena ouvir esse álbum, você goste de rap ou não. É um disco emblemático para a cultura brasileira. Como dizia Karol Conka: &#8220;salve Sabotage, MC de compromisso, cumpre seu papel no céu que aqui a gente te mantém vivo&#8221;.</p>
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		<title>Qual Fresno lançou um álbum novo?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 01:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Análise]]></category>
		<category><![CDATA[álbum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito interessante a maneira como o Fresno encontrou para variar seu som nos últimos anos. Da banda emo adolescente que ninguém aguenta mais falar ao estágio atual, a banda passou por álbum poderoso (Revanche, 2010), um EP pesado e com letras obscuras (Cemitério das Boas Intenções, 2011), um álbum coeso e com sucessos radiofônicos (Infinito, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito interessante a maneira como o <strong>Fresno</strong> encontrou para variar seu som nos últimos anos. Da banda emo adolescente que ninguém aguenta mais falar ao estágio atual, a banda passou por álbum poderoso (<strong>Revanche</strong>, 2010), um EP pesado e com letras obscuras (<strong>Cemitério das Boas Intenções</strong>, 2011), um álbum coeso e com sucessos radiofônicos (<strong>Infinito</strong>, 2012) e um EP que parecia consolidar essa fase &#8220;adulta&#8221; da banda (<strong>Eu Sou a Maré Viva</strong>, 2014). Totalmente diferente, agora lança o A Sinfonia de Tudo Que Há.</p>
<p>Trata-se de um <strong>álbum épico</strong>, influenciado justamente pela ideia de fazer alguma coisa diferente. Talvez por ter sido feito com calma e sem alarde &#8211; só se soube de sua existência dois meses antes de seu lançamento, quando já estava em fase de mixagem -, parece soar exatamente como um produto isolado de qualquer <strong>interferência, influência mercadológica ou expectativa</strong>. É uma Fresno nova, que causou estranhamento em parte dos fãs e, sinceramente, que deu um passo largo em uma direção pouco explorada antes.</p>
<p>&#8220;Eu comecei a escrever músicas em 2013. Tem músicas desse disco que inclusive são de antes. Daí um amigo meu falou em <strong>escrever um musical</strong>, eu quis escrever um musical, escrevi muitas músicas loucamente e, a partir daí, fiquei com vontade de fazer músicas que contem uma história. Isso não precisa ficar claro, mas eu queria contar uma história, e o disco conta uma história, em ordem&#8221;, explicou o vocalista <strong>Lucas Silveira</strong>, em entrevista ao jornal Zero Hora, de Porto Alegre.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/7La4fuWMoQ8?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Como em um musical, as faixas têm bastante presença de orquestra. Algumas delas &#8211; como <strong>O Ar</strong> &#8211; são minimalistas, com poucos instrumentos e clima intimista. Em outras, não há sequer refrão. Entre os destaques estão <strong>Poeira Estelar</strong>, <strong>Axis Mundi</strong> e <strong>Hoje Eu Sou Trovão</strong>, esta com a participação especial de Caetano Veloso. Até a forma de cantar é mais épica, em alguns momentos com um lirismo que lembra uma ópera-rock e muitos falsetes.</p>
<p>A impressão que se tem é que foi um álbum composto inteiramente no <strong>piano</strong>, sem dúvida um dos instrumento mais presentes. Apesar disso, essencialmente, o velho Fresno está lá, com letras com temática profunda, contestando a insignificância  humana diante de um universo que nos reserva sabe-se lá o quê. O <strong>melancolia</strong> inerente nas letras de Lucas dá as caras constantemente, agora com outra roupagem. Vai ser interessante ver como a banda vai reproduzir tudo isso ao vivo. E se essa nova fase vai se mesclar bem com o restante da obra &#8211; essa sim uma peça com contornos épicos em sua história.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ouça A Sinfonia de Tudo Que Há no Spotify</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://embed.spotify.com/?uri=spotify:album:2GYQYOTOE2oIX5aNuXci4y" width="300" height="380" frameborder="0" allowtransparency="true"></iframe></p>
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		<title>O Erê, a origem</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2016 01:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A origem]]></category>
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		<category><![CDATA[africa]]></category>
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		<category><![CDATA[yorubá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR), dados compilados sobre casos de ofensas, abusos e atos violentos entre 2012 e 2015 mostram que, em mais de 70% das vezes, os mesmos foram cometidos contra praticantes de religiões de matrizes africanas. Isso significa mais de cem ocorrências, que demonstram a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="story-body__introduction">De acordo com a <strong>Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro (CCIR)</strong>, dados compilados sobre casos de ofensas, abusos e atos violentos entre 2012 e 2015 mostram que, em mais de <strong>70%</strong> das vezes, os mesmos foram cometidos contra praticantes de <strong>religiões de matrizes africanas</strong>. Isso significa mais de cem ocorrências, que demonstram a intolerância com que a população vê esse traço presente na cultura brasileira, trazida com os escravos durante a colonização. <strong>Exceto quando isso aparece nas músicas</strong>.</p>
<p class="story-body__introduction">Poderíamos citar aqui dezenas de casos, mas vamos ficar com o sucesso <strong>O Erê</strong>, presente no disco de mesmo nome lançado pelo <strong>Cidade Negra</strong> em <strong>1996</strong>. A história da música é a história do candomblé, religião anímica em que seus praticantes cultuam orixás &#8211; ancestrais africanos intrinsecamente conectados com a natureza &#8211; e com ele se relacionam. Originalmente, cada nação cultua um <strong>orixá</strong>. Como o Brasil e seu modelo escravocrata que durou cerca de dois séculos e meio congregaram negros de diversos lugares, uniu-se, aqui, centenas deles.</p>
<p class="story-body__introduction">O Erê é como um <strong>ponto em comum</strong> nessa crença.</p>
<p class="story-body__introduction"><a class="lightbox" href="http://naotocoraul.com.br/a-origem/o-ere-a-origem/attachment/cidadenegra/" rel="attachment wp-att-9656"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-9656 size-full aligncenter" src="http://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/10/cidadenegra.jpg" alt="cidadenegra" width="1073" height="607" srcset="https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/10/cidadenegra.jpg 1073w, https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/10/cidadenegra-300x170.jpg 300w, https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/10/cidadenegra-1024x579.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1073px) 100vw, 1073px" /></a>Canta Toni Garrido: <strong>&#8220;pra entender o Erê tem que estar moleque&#8221;</strong>. Na língua <strong>Yorubá</strong>, amplamente falada em boa parte do continente africano, Erê significa &#8220;brincar&#8221;. E a imagem que se faz dele, no candomblé, é de uma criança que age como o intermediário entre a pessoa e seu Orixá. É através dele que o noviço vai aprender os rituais, danças e que vai se comunicar com o Orixá. E pra entendê-lo, tem que estar num estado de espírito <strong>puro</strong>, como uma <strong>criança</strong>. Faz sentido?</p>
<p class="story-body__introduction">No resto da música, Toni Garrido passeia por ideias que dialogam com esse conceito: experiências pessoais, o significado das experiências e as memórias em si. <strong>&#8220;O mundo visto de uma janela pelos olhos de uma criança&#8221;.</strong></p>
<p class="story-body__introduction">A música fez muito sucesso e hoje é considerada um dos clássicos da banda, ao lado de outras como<strong> &#8220;Firmamento&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Onde Você Mora?&#8221;</strong> e <strong>&#8220;A Estrada&#8221;</strong>, entre outros. A temática um tanto quanto romântica difere daquela da época pré-Toni Garrido, quando o tino político e social do Cidade Negra era muito forte. Toni entrou na banda em 1994, colocou sua marca nas composições e, com produção de <strong>Liminha</strong> &#8211; um dos mais bem sucedidos do ramo -, a banda mudou e alcançou o sucesso.</p>
<p class="story-body__introduction">O Erê é só mais uma influência da cultura afro presente nas letras do Cidade Negra, uma que quase ninguém entende a origem. Talvez no <strong>Rio de Janeiro</strong>, estado em que a banda se formou, muita gente que considere candomblé bruxaria já tenha cantado, feliz da vida, a música. Esses, sem dúvida, <strong>não entenderam o Erê</strong>.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://embed.spotify.com/?uri=spotify:artist:4cx31cxKTg5L8blZE24qfZ" width="300" height="380" frameborder="0" allowtransparency="true"></iframe></p>
<p class="story-body__introduction">
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		<title>Fórmula musical: D-D-Djent</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 01:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fórmula musical]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como é difícil gostar de um estilo musical que mais ninguém do seu círculo social gosta. O Djent &#8211; e o metalcore, no geral &#8211; é motivo de piadas entre mim e meus amigos, que sempre citam &#8220;aquelas músicas lá que você curte&#8221; para falar sobre o lado mais extremo da meu ecleticíssimo gosto musical. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como é difícil gostar de um estilo musical que mais ninguém do seu círculo social gosta. O <strong>Djent</strong> &#8211; e o metalcore, no geral &#8211; é motivo de piadas entre mim e meus amigos, que sempre citam &#8220;aquelas músicas lá que você curte&#8221; para falar sobre o lado mais extremo da meu ecleticíssimo gosto musical. Eu, por outro lado, me divirto colocando sons pesadíssimos enquanto eles estão no carro, só para ver as caras de espanto e susto. <strong>&#8220;Não dá pra entender o que ele canta&#8221;</strong> é normalmente o primeiro comentário. Aí eu tento explicar o que é Djent.</p>
<p>Como é difícil fazer isso por texto. Talvez porque o estilo seja quase onomatopéico: os <strong>break-downs</strong> do <strong>metalcore</strong>, marcados pelo pedal duplo da bateria, ficam mais intensos e marcados, ritmados ao longo de toda a canção. Guitarra e baixo trabalham especialmente com a mão que segura a palheta &#8211; sem chance de tocar essas músicas no f<em>inger picking</em> &#8211; e a afinação é baixíssima.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/VAbu2d9xXMY?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O nome Djent é, em si, uma espécie de onomatopéia: diz respeito ao som da guitarra quando as cordas são tocadas ao mesmo tempo em que são abafadas com a palma da mão. Os maiores expoentes internacionais são <strong>Meshuggah</strong>, <strong>Born of Osiris</strong> e <strong>Vildhjarta</strong>, mas há também boas bandas brasileiras que incorporaram as características, como <strong>John Wayne</strong> e <strong>Sea Smile</strong> &#8211; ambas cantam em português e fazem trabalho que nada deve ao resto do mundo.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/x50V9PmWpPo?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A verdade é que Djent é uma denominação muito curiosa e que é encarada com extremo bom-humor, como você pode ver nos vídeos ao redor desse texto. A onda do Djent é também impulsionada por memes e piadas que circulam nas redes. Eu sempre tento fazer essas piadas com meus amigos, mas ninguém me entende.</p>
<p>Temos uma playlist de Djent no <strong>Spotify</strong>. Siga o Não Toco Raul!</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://embed.spotify.com/?uri=spotify:user:naotocoraul:playlist:420UzdG7nGNBlO2Coi83Un" width="300" height="380" frameborder="0" allowtransparency="true"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cool Covers: I believe in a thing called love</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 02:55:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este não é mais um cover no qual o intérprete pega uma música consagrada e apenas traduz para qualquer outro estilo alternativo. Então vamos por partes. The Branches é um quarteto americano baseado na Califórnia &#8211; os membros sequer moram na mesma cidade, espalhados entre Los Angeles e São Francisco &#8211; que conseguiu alguma relevância [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este não é mais um <strong>cover</strong> no qual o intérprete pega uma música consagrada e apenas traduz para qualquer outro estilo alternativo.</p>
<p>Então vamos por partes.</p>
<p><strong>The Branches</strong> é um quarteto americano baseado na Califórnia &#8211; os membros sequer moram na mesma cidade, espalhados entre <strong>Los Angeles</strong> e <strong>São Francisco</strong> &#8211; que conseguiu alguma relevância com seus mais de 1 milhão de visualizações distribuídos em alguns covers muito interessantes. Este é, de longe, o melhor deles. Ok?</p>
<p>Já <strong>I believe in a thing called love</strong> é o maior e primeiro hit da banda britânica <strong>The Darkness</strong>, o único a ganhar destaque global, embora o grupo seja muito conhecido em toda a Europa e Estados Unidos. O The Darkness faz uma mistura de <strong>hard</strong> e <strong>glam-rock</strong> de boa qualidade, com vocais agudos e muitos solos. Deu pra ter uma ideia?</p>
<p>Pois bem. Aí aparece o The Branches, com seu <strong>indie-folk-fock</strong> muito característico, vocais leves e camadas e mais camadas de instrumento. O trunfo é ir além de simplesmente colocar banjo na música, mas construir a canção com uma <strong>levada nova</strong> a princípio e encorpá-la ao longo do caminho até o final. Misturou tudo. Ficou muito bom.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/tKjZuykKY1I?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Todos menos eu: Anavitoria</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 01:07:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[pop rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se sabia que Tiago Iorc, cantor que tem ganhado cada vez mais visibilidade depois de lançar o ótimo Troco Likes (2015) &#8211; e depois do clipe com Bruna Marquezine e da parceria com Sandy, claro &#8211; era também um descobridor de talentos. Anavitoria é a nossa primeira prova: um duo formado por Ana Clara [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não se sabia que <strong>Tiago Iorc</strong>, cantor que tem ganhado cada vez mais visibilidade depois de lançar o ótimo <strong>Troco Likes (2015)</strong> &#8211; e depois do clipe com <strong>Bruna Marquezine</strong> e da parceria com <strong>Sandy</strong>, claro &#8211; era também um descobridor de talentos. <strong>Anavitoria</strong> é a nossa primeira prova: um duo formado por Ana Clara Caetano e Vitória Falcão, meninas de <strong>Araguaína</strong>, no <strong>Tocantins</strong>. Elas enviaram um vídeo ao cantor e ganharam, na sequência, um EP e um álbum, homônimo e bem recebido.</p>
<p>Tudo isso todo mundo já sabia, menos eu, que descobri o duo nas sugestões do <strong>spotify</strong> e fiquei muito impressionado com a sensibilidade na hora de escrever as letras. A maioria delas é de Ana Clara, que toca violão e que, a princípio, convidou Vitória para gravar vídeos para o <strong>Youtube</strong>.</p>
<p>Elas pintam imagens nos versos, como quando cantam <strong>&#8220;Ei, você que se alojou nos meus olhos e na minha boca, por que não tá aqui?&#8221;</strong> em <strong>Nós</strong>. Ou então quando em <strong>Singular</strong> ela avisa: <strong>&#8220;mesmo se você brigar, eu te enlaço e não me permito soltar, pro nosso nós não deixar de ser assim: tão singular&#8221;</strong>.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/2JL8lEorp60?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Aí entra Tiago Iorc produtor, embora assine também algumas faixas no álbum e faça participação especial em <strong>Trevo (tu)</strong>. Ele transformou as meninas, de um duo acústico desses como outros milhões no Youtube, em <strong>Pop Rural</strong>. A maior parte das músicas tem linha de <strong>viola caipira</strong> e <strong>banjo</strong>, e o fato de tocá-las com banda também as descola dessa imagem. Ainda melhor, porque as duas passam ao largo da estética de artistas como <strong>Colbie Caillat</strong> e <strong>Jason Mraz</strong> &#8211; talvez um pouco mais para <strong>Maria Gadú</strong> e <strong>Tiê</strong>, mas, ainda assim, bem original.</p>
<p>Resumindo, <strong>não é pop e não é sertanejo</strong>. É, de fato, interessantíssimo, ainda mais porque a cultura sertaneja é parte da vida das duas no Tocantins, enquanto que a cultura pop vem da internet, do Youtube e redes sociais. Pra complementar, as duas cantam muito bem e têm um carisma que é uma mescla de uma suposta <strong>ingenuidade juvenil</strong> e uma <strong>tranquilidade inabalável</strong> na hora de executar as músicas.</p>
<p>E além delas, <strong>Tiago Iorc</strong>? O que mais vem por aí?</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://embed.spotify.com/?uri=spotify:album:1ENOliEGEgAf5DIupazP9t" width="300" height="380" frameborder="0" allowtransparency="true"></iframe></p>
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		<title>Shimbalaiê, a origem</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 20:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A origem]]></category>
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		<category><![CDATA[explicação]]></category>
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		<category><![CDATA[Shimbalaiê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Gadú compôs Shimbalaiê aos 10 anos de idade. A então menina passava férias com a família quando a canção surgiu, ao observar um pôr do sol na praia. Em 2009, quando estava para completar 23 anos, a música estourou nacionalmente (depois fez sucesso até na Europa), colocando a artista no rol de grandes performers da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Maria Gadú</strong> compôs <strong>Shimbalaiê</strong> aos 10 anos de idade. A então menina passava férias com a família quando a canção surgiu, ao observar um pôr do sol na praia. Em 2009, quando estava para completar 23 anos, a música estourou nacionalmente (depois fez sucesso até na Europa), colocando a artista no rol de grandes performers da música brasileira, especialmente porque seu primeiro disco, homônimo, acompanhou o sucesso. Pronto, essa é <strong>a origem</strong>, muito simples, da música.</p>
<p>Desde então, a cantora nos quis fazer acreditar que a gênese da palavra Shimbalaiê é tão simples quanto essa história toda. <strong>&#8220;Criança inventa palavra, né?&#8221;</strong>, disse, em entrevista à Saraiva Conteúdo. Inventa, Maria Gadú. Mas não só criança. A música brasileira está cheia de exemplos de neologismos muito famosos, desde coisas onomatopéicas como <strong>&#8220;tchurururu&#8221;</strong> até a <strong>&#8220;tonga da mironga do kabuletê&#8221;</strong> de Toquinho e Vinícius de Morais.</p>
<p>Mas não Shimabalaiê.</p>
<div id="attachment_9629" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a class="lightbox" href="http://naotocoraul.com.br/a-origem/shimbalaie-a-origem/attachment/maria-gadu/" rel="attachment wp-att-9629"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9629" class="wp-image-9629 size-medium" src="http://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/09/maria-gadu-300x225.jpg" alt="&quot;vai, conta mais&quot;" width="300" height="225" srcset="https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/09/maria-gadu-300x225.jpg 300w, https://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/09/maria-gadu.jpg 602w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-9629" class="wp-caption-text">&#8220;vai, conta mais&#8221;</p></div>
<p>O termo, vamos concordar, é um tanto quanto complexo pra ser simplesmente uma invenção infantil. E ele na verdade tem significado. Talvez tenha chegado à pequena Maria Gadú por alguma referência que, pelo menos até agora, ninguém encontrou explicação, mas trata-se de uma palavra de origem africana, originalmente grafada <b>Ximbhalaijè </b>e que significa a junção de <strong>Deus</strong> com a <strong>natureza</strong>, algo divino e belo, um sentimento bom, portanto.</p>
<p>Não faltam outras teorias pouco críveis, que vão da ligação da cantora com orixás até a invocação de demônios com o termo. Mesmo o sobrenome dela atrai especulações: a cantora se chama <strong>Mayra Corrêa</strong>, mas adotou o sobrenome <strong>Aygadoux</strong> do homem que adotou como pai; a &#8220;simplificação&#8221; da pronúncia leva ao termo &#8220;Gadú&#8221;. Ok, talvez as coisas com ela sejam mesmo <strong>simples</strong>. A gente é que complica.</p>
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		<title>Você já se apaixonou em um festival?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2016 18:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Playlists]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acredita em amor à primeira vista? A gente acredita. E, hopeless romantics que somos,  já nos apaixonamos em shows e festivais de música. Afinal, a música tem um grande poder de unir as pessoas; e ver um gatinho na fileira do lado cantando a plenos pulmões a música da sua banda preferida é um grande [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acredita em amor à primeira vista? A gente acredita. E, <em>hopeless romantics</em> que somos,  já nos apaixonamos em shows e festivais de música. Afinal, a música tem um grande poder de unir as pessoas; e ver um gatinho na fileira do lado cantando a plenos pulmões a música da sua banda preferida é um grande incentivo. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><a class="lightbox" href="http://naotocoraul.com.br/playlists/voce-ja-se-apaixonou-em-um-festival/attachment/libertines-2/" rel="attachment wp-att-9638"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-9638 alignleft" src="http://naotocoraul.com.br/wp-content/uploads/2016/09/libertines.jpg" alt="libertines" width="590" height="436" /></a>O <a href="http://www.poploadfestival.com/">Popload Festival </a>está chegando e vai fazer a alegria de muita gente trazendo finalmente o Wilco para o Brasil! A última vez que eles tocaram por aqui foi há mais de uma década, em 2005 (é, o tempo voa). Os fãs de Libertines também vão poder ver a banda com a formação completa e original pela primeira vez no país, já que na primeira turnê, em 2004, Pete Doherty não veio.</p>
<p>Para esquentar enquanto o festival não chega, ficamos ouvindo <a href="https://open.spotify.com/user/popload/playlist/2myl8yAaKQyZx6crSgorEF">a playlist oficial do Popload Festival no Spotify</a>, nos inspiramos e criamos uma playlist nossa que conta uma historinha: os títulos das músicas em sequência vão representando todas as fases de um relacionamento, desde o primeiro encantamento e a fase em que o casal se apaixona até o rompimento e o final, quando os dois voltam a ser estranhos.</p>
<p>Será que todo relacionamento acaba seguindo essa mesma velha história?</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://embed.spotify.com/?uri=spotify%3Aalbum%3A2bMio09gwwIbKKRjPUHMwy" width="300" height="380" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Pensamos em um cara na bad, analisando como estragou um relacionamento antigo, querendo voltar mas vendo que já era &#8211; é o fim. Enquanto isso, nos preparamos para talvez nos apaixonarmos de novo no Popload Festival <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f60d.png" alt="😍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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			<dc:creator>contato@naotocoraul.com.br (Bárbara Monteiro)</dc:creator></item>
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