<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-19575934</atom:id><lastBuildDate>Mon, 07 Oct 2024 04:05:31 +0000</lastBuildDate><title>NARRATUR</title><description></description><link>http://narratur.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>182</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-29490251693282533</guid><pubDate>Sat, 01 Oct 2011 13:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-01T11:05:44.552-03:00</atom:updated><title>Opus One</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8NnolYUVZ5Nwx0kUtjHiINjPdZad6e-1bgaQ52VBEVapQR9-yIwmjGaoIAuiXMGcYJLj4ZC-_xrxRx7fbT8X-BY5sy8QwQ-nNz-utxMGQHfPuhaExwqUN7-8XuZikyZbZi1gzAw/s1600/IMG_4849.JPG&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8NnolYUVZ5Nwx0kUtjHiINjPdZad6e-1bgaQ52VBEVapQR9-yIwmjGaoIAuiXMGcYJLj4ZC-_xrxRx7fbT8X-BY5sy8QwQ-nNz-utxMGQHfPuhaExwqUN7-8XuZikyZbZi1gzAw/s320/IMG_4849.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5658523759329223106&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ontem, comemoramos os 70 anos do meu pai. Data especialíssima, que mereceu um vinho a altura. Fizemos uma pequena festa, em casa mesmo, mas foi sensacional.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;gt;&amp;gt; This Is The River; Mike Scott And The Waterboys; The Whole of the Moon&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;gt;&amp;gt; A Decolagem de um Grande Sonho; Oziris Silva; Campus&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2011/10/opus-one.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8NnolYUVZ5Nwx0kUtjHiINjPdZad6e-1bgaQ52VBEVapQR9-yIwmjGaoIAuiXMGcYJLj4ZC-_xrxRx7fbT8X-BY5sy8QwQ-nNz-utxMGQHfPuhaExwqUN7-8XuZikyZbZi1gzAw/s72-c/IMG_4849.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-2032666918372736243</guid><pubDate>Fri, 08 Apr 2011 21:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-08T18:37:01.600-03:00</atom:updated><title>Fogo Morto</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Deus, quando quer perder os homens, enlouquece-os primeiro, é o recado antigo. Não foi diferente na última quinta-feira. Até agora, contamos 12 crianças mortas, uma escola derribada e a nação estarrecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, o mais forte desafio às sociedades modernas é sobreviver à loucura que nos impõe a vida e, nesse processo, emprestar à condição humana algum respeito ao próximo. O elemento coesivo do homem é exatamente a sensação de segurança e união coletiva. Daí o discurso de Péricles, que coloca nas leis os fundamentos da democracia. Quando falha o sistema, como no dia de ontem, mergulhamos na perplexidade e perdemos nossa sensação de espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse paradoxo, o lugar no qual se deu a tragédia merece referência: era terra inviolável. A dinâmica dos bairros na geografia carioca o sabe: Engenho Novo, Engenho de Dentro, Engenho da Rainha e, ao final, imponente, concentrador da produção de todas as demais indústrias de açúcar da era colonial, o Real Engenho. Realengo, pois é. De passado sublime, a região fez-se palco da desgraça. Na figura literária, tornou-se sítio de “fogo morto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lição da obra de José Lins do Rego, o pistoleiro “&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;não tinha medo de ninguém. Marchava devagar. Estava só naquele mundo, sem uma pessoa, sem um ente vivo&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atitude do assassino foi, talvez, uma tentativa de iludir a morte, de confiar alguma dimensão a sua vida mediocrizada. Um rito canibal, quiçá: ao aniquilar seus iguais, o matador teve a ilusão de incorporar a força dos vencidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No clássico ensaio de James Hillman, &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;On Paranoia&lt;/span&gt;, o psicólogo examina essas relações e contradições entre a revelação religiosa e o delírio da alucinação. No teor de seu texto: “&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;suspeito que muitas idéias delirantes, das quais são sujeitos os enfermos mentais, consistem na troca da forma de um discurso figurado, ou poético, por um discurso literal. O espírito fala poeticamente, mas o homem o entende literalmente. Por exemplo, um louco declarará ser feito de ferro, e que ninguém o destruirá, mas o que o espírito quer dizer é que o homem é forte como o ferro – e o demente o toma em seu sentido literal&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, não há explicação lógica para os eventos. Todavia, enquanto formos capazes de remover os cacos e chorar pelos estranhos, seremos, também, fortes para combater o desalento sofrido por todos. Para combater por meio daquela tristeza a que se refere o Rei Salomão, a que mora no coração dos sábios e que é capaz de salvar nossa espécie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, depois do estouro, resta o silêncio e o fogo apagado no real antigo engenho. No recreio da escola, um pátio de almas desossadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt; Have You Ever Seen the Rain; R.E.M.; Covering Them&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt; Fernando Pessoa - Uma Quase Aurobiografia; José Paulo Cavalcanti Filho</description><link>http://narratur.blogspot.com/2011/04/fogo-morto.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-3165628576384435843</guid><pubDate>Sat, 26 Feb 2011 22:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-26T19:23:00.646-03:00</atom:updated><title>Os Outros - Ramón Lobo</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-size:180%;&quot; &gt;   &quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Não são livres aqueles que medem sua vida pela abundância de posses. Também não o são os que medem sua riqueza pela escassez, pelo pouco que possuem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;   Os que vemos nessa foto são náufragos. Na maleta preta cabem nada mais do que sonhos perdidos. Apesar de estufada, nela não há jóias ou valor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;   O homem que a carrega caminha curvado, abatido. Os sonhos abandonados pesam-lhe como pesadelos. Eu o imagino arrastando os pés sobre a areia suja da fronteira de Ras Jdir, em Túnis, onde uma marca invisível separa duas revoluções: uma que o faz sangrar e a outra que lhe foi roubada.&lt;/span&gt;&quot;&lt;/blockquote&gt;O texto acima é uma livre adaptação do blog do Ramón Lobo, publicado pelo El País. O post trata dos recentes eventos no Oriente Médio e, claro, o site do sujeito merece a &lt;a href=&quot;http://blogs.elpais.com/aguas-internacionales/2011/02/maletas-cargadas-de-derrotas.html&quot;&gt;visita&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; O Lamento de Israel; Sérgio Lopes; xxx&lt;br /&gt;&gt;&gt; Quase a Mesma Coisa; Umberto Eco; Record&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2011/02/os-outros-ramon-lobo.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-8100836720036813974</guid><pubDate>Sun, 23 Jan 2011 22:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-23T20:50:10.250-02:00</atom:updated><title>Gonzo Kitchen: Aaaaargh</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já escrevi algumas indicações excêntricas aqui neste &quot;Gonzo Kitchen&quot;. Esta, porém, apesar de não ser propriamente uma receita, ultrapassa todas as expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que, uma pesquisadora maluca da NYU resolveu produzir queijo a partir de tetas humanas. Isso mesmo, ela recolhe leite de algumas mães e processa o líquido até virar queijo... em três variações: Sweet Airy Equity, Wisconsin Bang e City Funk. A propósito, o Wisonsin Bang é um cream cheese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você encontra a íntegra &lt;a href=&quot;http://gizmodo.com/5740694/would-you-eat-human-cheese-made-with-human-breast-milk&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Freak, totalmente freak.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Esta Terra; Caetano Veloso; Trilha Sonora de &quot;O Bem Amado&quot;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Um Homem Chamado Maria; Joaquim Ferreira dos Santos; Objetiva&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2011/01/gonzo-kitchen-aaaaargh.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-3471055186030537624</guid><pubDate>Thu, 06 Jan 2011 17:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-06T15:35:11.833-02:00</atom:updated><title>Ao Itararé</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;Fizeram acordos. O Bergamini pulou em cima da prefeitura do Rio, outro companheiro, que nem revolucionário era, ficou com os Correios e Telégrafos, outros patriotas menores foram exercer o seu patriotismo a tantos por mês em cargos de mando e desmando… e eu fiquei chupando o dedo. Foi então que resolvi conceder a mim mesmo uma carta de nobreza. Se eu fosse esperar que alguém me reconhecesse o mérito, não arranjava nada. Então passei a Barão de Itararé, em homenagem à batalha que não houve.&quot;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 1930, Aparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, já Barão de Itararé, discorrendo sobre a batalha de mesmo nome. Luta que, conforme afirma o nobre Barão, jamais ocorreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Sweet Sweet Heartkiller; Say Hi to Your Mom; Impeccable Blahs&lt;br /&gt;&gt;&gt; O Golpe e a Ditadura Militar - 40 Anos Depois; Daniel Aarão Reis (org.); Edusc&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2011/01/ao-itarare.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-6409961371537449465</guid><pubDate>Fri, 31 Dec 2010 20:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-31T20:34:08.395-02:00</atom:updated><title>Bons Anos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No início do sermão dos &quot;Bons Anos&quot;, o padre Antônio Vieira faz bela exortação ao recomeço e ao futuro. Em sua primeira missa na capela régia, no dia 1&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;o.&lt;/span&gt;             &lt;style&gt;@font-face {   font-family: &quot;ＭＳ 明朝&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;ＭＳ 明朝&quot;; }@font-face {   font-family: &quot;Calibri&quot;; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 10pt; font-size: 12pt; font-family: Calibri; }.MsoChpDefault { font-family: Cambria; }.MsoPapDefault { margin-bottom: 10pt; }div.WordSection1 { page: WordSection1; &lt;/style&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Calibri;font-size:12pt;&quot;  lang=&quot;PT-BR&quot; &gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt; &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt; de janeiro de 1642, afirmou o religioso:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;(...) Ora com isto se representar assim, com o Evangelho e o tempo parecer que nos prometem poucas esperanças de felizes anos, do mesmo tempo e do mesmo Evangelho hei de tirar hoje a prova e segurança. Deles será, pois a matéria e empresa do sermão esta: Felicidades de Portugal, juízo dos anos que vêm. Digo dos anos, e não do ano, porque quem tem obrigação de dar bons-anos, não satisfaz com um só, senão com muitos. Funda-me o pensamento o mesmo Evangelho, que parece o desfavorecia; porque toda a matéria e sentido dele é um prognóstico de felicidades futuras.&quot;&lt;/blockquote&gt;Nessa pregação, Vieira incitou o auditório a perseverar na luta desigual contra Castela e propôs soluções várias aos problemas da época. Baseou-se, ainda, no juramento de D. Afonso Henriques e nas profecias atribuídas a São Frei Gil para escrever o arrazoado e estimular os portugueses a enfrentar os tempos futuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos anos depois, em 1925, no poema &quot;Descobrimento&quot;, Mário de Andrade também escreveu sobre exortação e união. Dessa vez, porém, o poeta dissertava pressionado sob a égide de nossa dívida social. Abancado à escrivaninha de sua casa, na rua Lopes Chaves, Andrade alegou sentir um friúme por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Fiquei trêmulo, muito comovido&lt;/span&gt;&quot;, disse o poeta. Na sequência, lembrou que: &quot;l&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;á no Norte, meu Deus! Muito longe de mim, na escuridão ativa da noite que caiu, um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos, depois de fazer uma pele com a borracha do dia, faz pouco se deitou, está dormindo. Esse homem é brasileiro que nem eu&lt;/span&gt;&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No texto, o escritor saiu de si e observou um sentimento que foi gerido na sociedade brasileira ao longo dos anos e, aparentemente, solidifica-se nos dias atuais. Apesar de todas as diferenças da nação, nós somos muitos e devemos ser um só - essa é a mensagem de Andrade acerca do futuro a ser almejado pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, 2010, sem ajuda específica do governo, mas impulsionadas pelo bom momento nacional, três famílias de catadores de papel que moravam em barracos perto do Palácio do Planalto ascenderam à classe media. Fundamentados pelas lições de Vieira, relembrados pela poesia de Andrade e esperançados pela bonança contemporânea, esses brasileiros eram esquecidos e incluíram-se. Eram sozinhos e incoproraram-se ao todo, unos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivo suficiente, portanto, para estourar os fogos na virada. A esses prezados que, conforme a lição de Mário de Andrade, são brasileiros como nós, fica minha mensagem de ano bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos brasileiros, somos a novidade mundial e somos um só. Feliz ano novo, que 2011 se renda a nossos desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Eu Quero Ver Gol; O Rappa; Acústico MTV&lt;br /&gt;&gt;&gt; Quando Fui Outro; Fernando Pessoa; Alfaguara&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/12/anos-bons.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-1539923684954515694</guid><pubDate>Thu, 30 Dec 2010 13:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-30T11:11:48.576-02:00</atom:updated><title>El Cementerio</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;Los peores de todos, sin duda, son los jesuitas. Tengo la vaga sensación de haberles hecho alguna que otra jugarreta, o quizá sean ellos los que me han hecho daño, todavía no lo recuerdo bien. O quizá eran sus hermanos carnales, los masones, iguales a los jesuitas, sólo que un poco más confusos. Aquéllos, por lo menos, tienen una teología propia y saben cómo manejarla, éstos tienen demasiadas y pierden la cabeza. De los masones me hablaba el abuelo. Junto con los judíos, le cortaron la cabeza al rey. Y generaron a los carbonarios, masones un poco más estúpidos porque se dejaron fusilar, en una ocasión, y después se dejaron cortar la cabeza por haberse equivocado en la fabricación de una bomba, o se convirtieron en socialistas, comunistas y comuneros. Todos al paredón. Bien hecho, Thiers.&lt;br /&gt;Masones y jesuitas. Los jesuitas son masones vestidos de mujer.&quot;&lt;/blockquote&gt;Lendo o novo e excelente livro de Humberto Eco, &quot;O Cemitério de Praga&quot;. Ainda sem versão para o português, você pode encontrá-lo &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/cementerio-Praga-Cemetery-Prague-Spanish/dp/8426418686&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; If You Run; The Boxer Rebellion; Going the Distance (Original Motion Picture Soundtrack)&lt;br /&gt;&gt;&gt; El Cementerio de Praga; Humberto Eco;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/12/el-cementerio.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-3540851278122459825</guid><pubDate>Tue, 28 Dec 2010 19:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-28T17:39:58.215-02:00</atom:updated><title>Alvissarareis</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Leio que o desemprego nas seis principais capitais do país atingiu a taxa histórica de 5,7%. A mesma &lt;a href=&quot;https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/12/28/pais-chega-ao-pleno-emprego-e-os-paises-ricos-demitem&quot;&gt;notícia&lt;/a&gt; informa que o número pode cair para 5% até o fim do ano, configurando sinais de pleno emprego no Brasil. Por si só, um belo motivo para abrir o champanhe do ano novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Shot In the Back of the Head; Moby; Wait for Me (Deluxe Edition)&lt;br /&gt;&gt;&gt; El Cementerio de Praga; Humberto Eco; Lumeneditorial&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/12/alvissarareis.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-7396151093467405571</guid><pubDate>Thu, 23 Dec 2010 19:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-24T09:11:20.442-02:00</atom:updated><title>Estes Dias de Dezembro</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC70pWB6AlAUKF7iJWTLNuCM7Foun0NtxdykAHvd4fLUrD5ppJw97ChfXWkJp5_mfL89ecXlvVY0MUBxIBaWcO80gZZmtvxJWtzfv0-hUGzwPAA28C3lfaZqdb8AqAzSsLpbPyIw/s1600/presentes-destaque.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 170px; height: 99px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC70pWB6AlAUKF7iJWTLNuCM7Foun0NtxdykAHvd4fLUrD5ppJw97ChfXWkJp5_mfL89ecXlvVY0MUBxIBaWcO80gZZmtvxJWtzfv0-hUGzwPAA28C3lfaZqdb8AqAzSsLpbPyIw/s320/presentes-destaque.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5553958734262783202&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Na ocasião em que rumava ao Oriente, Alexandre, o grande, encontrou alguns pensadores indianos e lançou-lhes intrigante desafio. “Quando um homem deve morrer?”, indagou o filho da Macedônia. Condenado à morte caso a resposta fosse néscia, um dos pensadores respondeu: “Um homem deve morrer quando não mais tiver vontade de viver”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Foi esse afã pela vida que nos nutriu como homens e como sociedade. A vida, conforme podemos comprovar no cotidiano e na lição do Criador, é uma aventura coletiva. Ato contínuo, o Natal é a renovação desse sentimento, acerca do qual devemos manter a “vontade de viver” para preservarmos nossa humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que evoca o 25 de dezembro, porém, um dos intermediários do suicídio das sociedades humanas é o egoísmo. Hoje, vivemos em um mundo no qual se manifesta a terrível experiência do interesse próprio desmedido. Apesar de não ser evento novo na história humana, a virulência do individualismo atual apresenta-se ímpar. Não por outro motivo, a solidão humana materializa a deformação do amor, sentimento essencial à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Única maneira de saciar esse “medo do outro” e de tentarmos entender os motivos do individualismo, o bem comum deve, sempre, ser utilizado para equilibrar a bondade humana. Em razão disso, o Natal deve ser percebido como a manifestação desse equilíbrio e do retorno do homem a si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lentamente, começamos a dar-nos conta de que é preciso retomar a essência do homem: voltar ao senso comum do que é possível e desejável a todos. O maior desafio moderno, enfim, é descobrir como demolir a arquitetura do caos e da separação que parecem nos envolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Escritura Sagrada, a humanidade poderia ser una. No lema bíblico, olhamos todos para o mesmo horizonte; precisamos, portanto, ver o mesmo céu.  É a isso que cada um de nós deve celebrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse exercício de reendereçamento do homem, observadas as questões de fé, o Natal fornece-nos símbolos eficazes: suaviza o travor do cotidiano e lembra-nos que, como homens, somos filhos do Homem. Assim, precisamos manter acesa a “vontade de viver” - questionada por Alexandre -, para que seja possível, junto aos ensinamentos do Criador e de seus discípulos, prosperar na maior metáfora da vida solidária. &lt;a href=&quot;http://narratur.blogspot.com/2010/04/nunc-stans.html&quot;&gt;Aquela&lt;/a&gt; que nos ensina: os homens nasceram para a amizade e não para o desprezo e o ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, prezados, abracem os seus mais caros amigos, bebam o melhor vinho e sorriam. Não haverá erro e será inesquecível. Feliz Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;a href=&quot;http://classicrockfm.com.au/&quot;&gt;Classic Rock&lt;/a&gt; FM - 91,5&lt;br /&gt;&gt;&gt; White House Ghosts; Robert Schlesinger; Kindle Edition&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/12/estes-dias-de-dezembro.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgC70pWB6AlAUKF7iJWTLNuCM7Foun0NtxdykAHvd4fLUrD5ppJw97ChfXWkJp5_mfL89ecXlvVY0MUBxIBaWcO80gZZmtvxJWtzfv0-hUGzwPAA28C3lfaZqdb8AqAzSsLpbPyIw/s72-c/presentes-destaque.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-8751429402470730260</guid><pubDate>Fri, 26 Nov 2010 12:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-23T17:33:38.909-02:00</atom:updated><title>Há 445 anos, ontem.</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBbKqRfAEBIBYGmYQRFgJmJoHJHfQniEc_PGs_CBZHje2S0o4DmXCMI7BUU3u_6cfIOIZXM8pLKw1m-7Qd6zQajznbwq8BYoym07DGTv8eBQffcBarIO9vtB84ISERC3kGZgW5Pw/s1600/rio+de+janeiro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBbKqRfAEBIBYGmYQRFgJmJoHJHfQniEc_PGs_CBZHje2S0o4DmXCMI7BUU3u_6cfIOIZXM8pLKw1m-7Qd6zQajznbwq8BYoym07DGTv8eBQffcBarIO9vtB84ISERC3kGZgW5Pw/s320/rio+de+janeiro.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5543831782594313314&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 1565, imbuída da missão de criar uma cidade e expulsar definitivamente os franceses remanescentes, a coroa portuguesa enviou ao Brasil o jovem Estácio de Sá. Comandante de uma flotilha de dezoito barcos, Estácio conquistou a Baía de Guanabara e fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao Rei de Portugal, Dom Sebastião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerimônia de fundação ocorreu às pressas. Para cumprir a missão, em meio ao ataque de índios e franceses, mandou erguer uma muralha e nela colocou uma porta com fechadura. À guisa de porteiro, nomeou o patrício Franciso Dias Pinto, a quem entregou a chave para que a trancasse por dentro. Realizou, então, a cerimônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após três leves batidas na porta, recebeu a indagação: “quem vem lá?”. “Estácio de Sá, governador do Rio de Janeiro, que pede para entrar”, respondeu o fundador. Sem grandes discursos ou pompas, apenas três batidas e o pedido para entrar, instituía-se a cidade&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;(1)&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupamento militar trazido pelo novo governante, além de garantir a criação do vilarejo, veio para retomar a posse da Guanabara, perdida para os franceses e para a Confederação dos Tamoios. Os índios, acastelados no litoral do atual estado do Rio - de Angra dos Reis a Cabo Frio - compunham-se de várias tribos, principalmente tupinambás, e atrapalhavam a consolidação da colônia de Piratininga, atual São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regimento de Estácio instituiu o que, à época, chamou-se de o Terço do Rio de Janeiro e, em 1567, teve sucesso na expulsão de índios e franceses. Esse pequeno grupo deu origem às forças de segurança do Estado e, ao longo da história, foi gradativamente mudando de nome até tomar a configuração atual. De algum modo, o regimento, ao longo dos anos, imbuído do espírito estaciano, viu a Revolta da Armada, presenciou a Revolta da Vacina, esteve lá quando Vargas amarrou os cavalos no Obelisco, atuou nos Dezoito do Forte, agiu contra a Intentona Comunista, entre muitos outros eventos. Até ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 25 de novembro de 2010, desprovido de cerimônias ou gracejos, Estácio de Sá bateu novamente à porta do Rio de Janeiro. Desta feita, não viera expulsar franceses ou índios. Eram cariocas os inimigos da vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do dia de ontem, as cenas de guerra e de fuga dos bandidos geraram espanto e esperança. Ao final, do alto, correndo desconexos, os traficantes mostraram o que são: um grupo em desordem. Apesar da dor de ver garotos tão jovens, desesperados e sem destino, pôde-se perceber alguma chance da vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um dos momentos mais duros de sua história, o Rio de Janeiro parece ter reconquistado a vitalidade e a vontade de reagir. Felizmente, alguém no controle do Estado percebeu que a continuidade das políticas anteriores era insustentável. A jóia da coroa, a cidade maravilhosa, a terra de encantos mil, protestou na tarde da quinta-feira passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, como falei, Estácio esteve novamente à porta carioca no dia de ontem. Queira o bom Deus, as coisas comecem realmente a mudar. A opção era essa ou, então, contemplar de braços abertos o inaceitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De minha parte, penso que a cena estática dos anos anteriores, no que diz respeito à segurança, careceu de “grandes almas”, como afirmaria Stendhal. A desconfiança, o medo e a ausência de verdadeiro líder habitaram os espíritos e petrificaram o carioca. Exceto por algumas vozes roucas, poucos pareciam avaliar o que estava em jogo. Tropas descontroladas, políticos corruptos, coronéis impacientes, governadores circunpesctos, presidentes inaudíveis: nos anos de omissão, a sociedade carioca afastou-se de seu destino. Até ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Song To The Siren; This Mortal Coil; It&#39;ll End in Tears&lt;br /&gt;&gt;&gt; O Escandâlo Daniel Dantas - Duas Investigações; Raimundo Pereira; Manifesto Editora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;1  No Mínimo - 2005&lt;br /&gt;2 Algumas vozes, como a do ex-prefeito César Maia e do ex-governador Garotinho, levantam-se contra a operação de ontem. Alegam, em essência, que ações idênticas foram efetivadas em 2008 e, ainda assim, o bando não abandonou a favela. Parecem críticas vazias, pois, há época em que governaram a cidade, agiram de modo bastante diverso do atual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/11/ha-445-anos-ontem.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBbKqRfAEBIBYGmYQRFgJmJoHJHfQniEc_PGs_CBZHje2S0o4DmXCMI7BUU3u_6cfIOIZXM8pLKw1m-7Qd6zQajznbwq8BYoym07DGTv8eBQffcBarIO9vtB84ISERC3kGZgW5Pw/s72-c/rio+de+janeiro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-2687613950328814596</guid><pubDate>Mon, 22 Nov 2010 20:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-22T18:11:08.430-02:00</atom:updated><title>Gonzo Kitchen: Gonzo Beer</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMpI7wwp-rsOZmB2tc_t_KGO5D12e1VKSUoHBQKZPkZfK2qOMfSp37b-Ni_VG25r9DpbpBiEEVdK9JA5YBQ0njLYLyvcErzjHrOY2Jk8r958SSBctrJbvumwlMadQ5CNZ-mhlC_Q/s1600/beer-gonzo-bottle.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 52px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMpI7wwp-rsOZmB2tc_t_KGO5D12e1VKSUoHBQKZPkZfK2qOMfSp37b-Ni_VG25r9DpbpBiEEVdK9JA5YBQ0njLYLyvcErzjHrOY2Jk8r958SSBctrJbvumwlMadQ5CNZ-mhlC_Q/s200/beer-gonzo-bottle.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5542468234558208370&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Encontrei, ontem, no Sam&#39;s Club daqui de BSB, uma marca de cerveja chamada Flying Dog. Custa em torno de R$7,90 - garrafa long neck - e é muito boa.&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Comprei uma &lt;a href=&quot;http://www.flyingdogales.com/Beer-Doggie-Style.aspx&quot;&gt;Pale Ale&lt;/a&gt;, que achei excepcional, e uma chamada &lt;a href=&quot;http://www.flyingdogales.com/Beer-Specialty-Gonzo.aspx&quot;&gt;Gonzo Imperial Porter&lt;/a&gt;, feita em homenagem a Hunter Thompson (ainda não bebi). O visual das embalagens é bacana e, depois de ter bebido a Ale, eu recomendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gonzo kitchen está de volta. Aguardem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; The Economist&lt;br /&gt;&gt;&gt; You Are The Everything; R.E.M.; Green</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/11/gonzo-kitchen-gonzo-beer.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMpI7wwp-rsOZmB2tc_t_KGO5D12e1VKSUoHBQKZPkZfK2qOMfSp37b-Ni_VG25r9DpbpBiEEVdK9JA5YBQ0njLYLyvcErzjHrOY2Jk8r958SSBctrJbvumwlMadQ5CNZ-mhlC_Q/s72-c/beer-gonzo-bottle.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-1402548522804338876</guid><pubDate>Thu, 18 Nov 2010 11:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-23T18:48:11.771-02:00</atom:updated><title>Lex América</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiipUfqB2_8mh314WHrt-Eu87X9kx3F2uzHY9MWE_Ij3ITKPAO0xTdki8uSI1dWJCQcvfyCPl4INjakf-EXLODdrOHeO5gHmV3y_XhaR538NAjBWZeKyp2_FHpTuVTZ6mdB9DK0Zw/s1600/parlamento.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 206px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiipUfqB2_8mh314WHrt-Eu87X9kx3F2uzHY9MWE_Ij3ITKPAO0xTdki8uSI1dWJCQcvfyCPl4INjakf-EXLODdrOHeO5gHmV3y_XhaR538NAjBWZeKyp2_FHpTuVTZ6mdB9DK0Zw/s320/parlamento.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5540857544596012802&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:180%;&quot; &gt;&quot;&lt;/span&gt;A população não percebeu as mudanças políticas no Cone Sul do continente americano quando, em uma fria manhã de maio de 2007, reuniu-se pela primeira vez o Parlamento do Mercosul. Em verde, amarelo, azul e vermelho, as bandeiras dos países pertencentes ao Bloco tremulavam diante do Palácio Legislativo uruguaio, em Montevidéu. Juntas, representavam a reunião de cinco nações no maior evento desse tipo já realizado na América do Sul e, a sua maneira, o primeiro e mais importante de todos. Malgrado o Uruguai tenha recebido muita chuva ao longo da semana — e o tempo estivesse ruim —, o dia era bom no relógio da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o texto da ata da primeira sessão, os trabalhos foram iniciados pelo Presidente da Assembleia Uruguaia, Rodolfo Nin Novoa, que ofereceu boas-vindas aos presentes e cedeu o uso das instalações para a realização da cerimônia ao Senhor Presidente do Parlamento do Mercosul, Senador Alfonso González Núñez. Após os agradecimentos de praxe, Nuñez oficializou a cerimônia e passou à Ordem do Dia a fim de aprovar o regimento da sessão e de prosseguir com a leitura do nome de todos os parlamentares designados pra integrar o Parlasul — tudo conforme o protocolo. Em seguida, deu-se início à eleição da Mesa Diretora e aos discursos das autoridades presentes. O clima era de alegria, embora fosse perceptível uma ligeira tensão no ar.&quot;&lt;/blockquote&gt;Eis o início de artigo que produzi: &quot;Lex América - os Tratados e o Legislativo no Mercosul&quot;. O texto foi publicado pela revista de pós graduação da Câmara dos Deputados e está disponível &lt;a href=&quot;http://inseer.ibict.br/e-legis/index.php/e-legis/article/view/47/49&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. Trata do processo de incorporação dos tratados no seio mercosulino e propõe haver um sistema legislativo - o qual nomeei de &quot;Lex América&quot; - próprio ao cone sul do continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; I Am Ozzy; Ozzy Osbourne; Grand Central Publishing&lt;br /&gt;&gt;&gt; Dona Cila; Maria Gadú; Maria Gadú&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/11/lex-america.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiipUfqB2_8mh314WHrt-Eu87X9kx3F2uzHY9MWE_Ij3ITKPAO0xTdki8uSI1dWJCQcvfyCPl4INjakf-EXLODdrOHeO5gHmV3y_XhaR538NAjBWZeKyp2_FHpTuVTZ6mdB9DK0Zw/s72-c/parlamento.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-8713180011501711281</guid><pubDate>Thu, 04 Nov 2010 17:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-04T15:30:16.401-02:00</atom:updated><title>A Arte de Dizer Nada</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&quot;&lt;/span&gt;Em resumo, vemos um cenário marcado pela reacomodação estratégica de um importante número de países que possuem certos atributos de poder e que gravitam em suas respectivas áreas geográficas.&quot;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É incrível a capacidade que alguns professores de relações internacionais possuem para escrever artigos inteiros e não dizer nada. Incrível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; I Am Ozzy; Ozzy Osbourne; Grand Central Publishing&lt;br /&gt;&gt;&gt; Harvest Moon; Cassandra Wilson; New Moon Daughter</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/11/arte-de-dizer-nada.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-3405984535557985947</guid><pubDate>Sat, 16 Oct 2010 22:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T10:22:08.770-02:00</atom:updated><title>E La Nave Va</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJQ0eqnw8GtSCSIdXVuTrKUrs3MIiZ6KEPphrrIWBbfZEqHpIZF7-gZXe9lOhJm4xII2OzbgvcEqdbT-7MGmZ5eULeIgg1dJAojLcuyOYDWEogsx9LYNww9XyVqlQX6osH55rIaw/s1600/80+e+la+nave.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJQ0eqnw8GtSCSIdXVuTrKUrs3MIiZ6KEPphrrIWBbfZEqHpIZF7-gZXe9lOhJm4xII2OzbgvcEqdbT-7MGmZ5eULeIgg1dJAojLcuyOYDWEogsx9LYNww9XyVqlQX6osH55rIaw/s320/80+e+la+nave.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5528775267542986530&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pelo teor dos recentes eventos, parece-me que, com relativo perigo, a pequenez dominou o processo eleitoral. Infelizmente, debate surreal e maniqueísta reina na eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À guisa de renovar os esforços neste pouco tempo que resta, vale lembrar  parte do preâmbulo da Constituição Federal: &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;nós, representantes do povo brasileiro, reunimo-nos para instituir um Estado Democrático, destinado ao exercício dos direitos sociais e do bem-estar&lt;/span&gt;. Essa frase, pronunciada inicialmente em 1988, mantém sua atualidade e não pode ser esquecida por aqueles que pretendem trabalhar no Planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinte e dois anos atrás, o grupo de homens que representava a nação, com essas simples palavras, reincluiu o Brasil na experiência democrática e na busca pelo fim da exclusão social. O documento que assinaram ilustra o contínuo esforço de nosso povo em favor da inclusão e da melhoria das condições de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que sobrevivemos como nação porque, em meio aos percalços, sempre existiram a esperança e a possibilidade de criarmos um país melhor. Conforme já afirmei por &lt;a href=&quot;http://narratur.blogspot.com/2010/01/you-few-you-happy-few_22.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, penso que o Estado deve servir exatamente para esse fim: melhorar a vida de seu povo. Na frase de Tancredo Neves, &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;“&lt;/span&gt;u&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;m país justo é aquele que contém a ganância dos ricos e eleva a renda dos pobres, de maneira a construir a mais ampla classe média possível”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malgrado tenhamos oscilado entre alguns desânimos, procuramos superar nossos mais terríveis fantasmas. Hoje, no contexto da moeda estável e do acesso ao trabalho, o cidadão encontra dignidade e pode planejar a vida de modo mais tranqüilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após esses anos, enfrentadas as vicissitudes, o país parece começar a reerguer-se e a esperança volta a assistir-nos. O governo do Presidente Lula, por exemplo, modernizou e criou programas que atestam o incremento da qualidade de vida do brasileiro. Entre essas políticas, posso citar o Bolsa Família, o programa Luz para Todos, as alterações no ensino superior, entre muitos outros. No caso das Metas do Milênio, já em 2010, estamos perto de atingir objetivos que a Organização das Nações Unidas traçou para 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas políticas permitiram ao povo renovar o espírito de patriotismo e dever cívico, além de lhe garantir dignidade. O Bolsa Família assegura o sustento essencial, o Luz para Todos traz modernidade e o acesso ao ensino superior torna real o sonho de um futuro melhor. De acordo com o que o Presidente da República gosta de repetir: nunca antes neste país, tantas pessoas foram contempladas de modo tão abrangente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que se dizia à época da República Velha, a questão social não pode mais ser vista como um problema de polícia, manietado pelo reducionismo. Nossa atual Constituição simplesmente abomina interpretações que considerem teses desse teor. Aborto, religião, escolhas sexuais, não é essa a essência nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de nossa história, a inteligência dos verdadeiros homens de estado logrou-nos progresso - e esse é o legado que se deve debater. Não podemos perder o rumo em devaneios surrealistas. Na lição dos constituintes de 1988, nosso destino é o bem-estar e a inclusão. A meu ver, é isso que precisa ser lembrado nesses últimos dias de campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;This City; Steve Earle; Treme - Music From The HBO Original Series, Season 1&lt;br /&gt;&gt;&gt; O Colecionador de Mundos; Ilija Trojanow; Companhia das Letras&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/10/e-la-nave-va.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJQ0eqnw8GtSCSIdXVuTrKUrs3MIiZ6KEPphrrIWBbfZEqHpIZF7-gZXe9lOhJm4xII2OzbgvcEqdbT-7MGmZ5eULeIgg1dJAojLcuyOYDWEogsx9LYNww9XyVqlQX6osH55rIaw/s72-c/80+e+la+nave.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-5986418154883929724</guid><pubDate>Sat, 16 Oct 2010 22:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-16T19:39:30.310-03:00</atom:updated><title>Almaviva</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEi-mhDWS4WIpfRTAYw4kSsRWCtNHOXT2AW2iEzo35ER4RQ1WnPcMC2CPghgduQK_tzbl3b6jPHlKbz9CkrjvObTMSSKNPpArZPIHEeF-8lSBOaHutyD1cMMszD1Z6h309IrVIEw/s1600/almaviva.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 297px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEi-mhDWS4WIpfRTAYw4kSsRWCtNHOXT2AW2iEzo35ER4RQ1WnPcMC2CPghgduQK_tzbl3b6jPHlKbz9CkrjvObTMSSKNPpArZPIHEeF-8lSBOaHutyD1cMMszD1Z6h309IrVIEw/s320/almaviva.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5528773933047040386&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em recente almoço, junto a alguns amigos, aproveitamos uma garrafa de Almaviva que dormitava calmamente na adega. Não sou nenhum &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;connoisseur&lt;/span&gt; de vinhos, mas, após decantar,  o bichano estava uma beleza. Fica o registro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Indian Red; Donald Harrison; Treme - Music From The HBO Original Series, Season 1&lt;br /&gt;&gt;&gt; Memória de Elefante; Caeto; Quadrinhos na Cia.</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/10/almaviva.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEi-mhDWS4WIpfRTAYw4kSsRWCtNHOXT2AW2iEzo35ER4RQ1WnPcMC2CPghgduQK_tzbl3b6jPHlKbz9CkrjvObTMSSKNPpArZPIHEeF-8lSBOaHutyD1cMMszD1Z6h309IrVIEw/s72-c/almaviva.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-7675010093365530533</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 11:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-23T17:32:35.454-02:00</atom:updated><title>&quot;... antes que o sol de domingo nos chame às urnas&quot;</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;03 de outubro, há eleições. Conforme imaginei, o dia começou com um sol tímido em Brasília. Esta é a primeira vez que votarei por aqui. À lição de Pessoa, deverá valer a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De minha parte, fico cá com uma saudade: não há Rio de Janeiro no cerrado. Caso estivesse em terras fluminenses, seria certo haver um churrasco em Itaboraí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domingo serviria a isso. Após votar, mandar-me-ia para o sítio, e a turma de sempre estaria por lá. Alguns já teriam votado, outros estariam apenas de passagem para o voto, aproveitando o azul do céu. Seria mais um dia mágico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haveria carnes queimando, cervejas e comidas ao longo de todo o encontro. Conforme votassem, os amigos passariam por lá: um dedo de prosa, acho que fulano vencerá, esse ano não sei, já votei – cada qual teria sua opinião. Por algum motivo que não me recordo, no correr do dia, muitos candidatos também apareceriam: cabalariam os últimos votos, almoçariam, descansariam, curtiriam papo. Seria assim quase o domingo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista ser eleição, valeria a festa. Desde a redemocratização, minha família criou o hábito de fazer um churrasco no dia da votação. Creio que em razão dos muitos anos de escolhas restritas, o encontro funcionava como uma jóia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, hoje, talvez seja bom aproveitar o dia. Pode-se providenciar algumas picanhas, sal grosso, carvão, limões, cachaça, gelo,  cervejas e a alegria de sempre. Turmas várias - os prezados não vistos há muito tempo – podem chegar, juntar mesas, cadeiras. Um churrasco à moda carioca, pois é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para citar uma das frases do Presidente Getúlio Vargas: &quot;nem um ditador pode mudar um momento como esse&quot;. É dia de eleição, e há sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; I Got It Bad; Nina Simone; Best of Coolpix Years&lt;br /&gt;&gt;&gt; A Journey; Tony Blair; Knope&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/10/antes-que-o-sol-de-domingo-nos-chame-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-2324561217574503682</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 19:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T16:13:36.821-03:00</atom:updated><title>Here comes the rain</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj3UrV0BFPkhIcpDSdOguxk5G5qMkti4us6s-Im5k7rZlf3v-WKjPjgUdgqHRNHTRzPyc0iid-ARD-Ik8n61WP4Po2wYcni0a_YOiSJ0n43Q2sdgNE36q8d7kdBPjBV2mLBgGWSw/s1600/IMG_4037.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj3UrV0BFPkhIcpDSdOguxk5G5qMkti4us6s-Im5k7rZlf3v-WKjPjgUdgqHRNHTRzPyc0iid-ARD-Ik8n61WP4Po2wYcni0a_YOiSJ0n43Q2sdgNE36q8d7kdBPjBV2mLBgGWSw/s320/IMG_4037.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5522044276046175042&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esse é o cenário em BSB neste momento. Para quem é daqui, nada demais: dada a quantidade de dias sem chuva - e da imensa nuvem de pó suspensa na atmosfera -, uma mistura de lama, água e sujeira deve começar a descer do céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; The Hand That Feeds; With Teeth; Nine Inch Nails.&lt;br /&gt;&gt;&gt; Asterios Polyp; David Mazzucchelli; Phanteon&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/09/here-comes-rain.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj3UrV0BFPkhIcpDSdOguxk5G5qMkti4us6s-Im5k7rZlf3v-WKjPjgUdgqHRNHTRzPyc0iid-ARD-Ik8n61WP4Po2wYcni0a_YOiSJ0n43Q2sdgNE36q8d7kdBPjBV2mLBgGWSw/s72-c/IMG_4037.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-7744896452060990767</guid><pubDate>Wed, 08 Sep 2010 00:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-07T21:31:31.442-03:00</atom:updated><title>132 and counting</title><description>28 de abril de 2010 foi o último dia no qual choveu para valer em BSB. Feels like the Sahara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Mas quem disse que eu te esqueço - com Ivone Lara; Zeca Pagodinho; Zeca Pagodinho - Duetos&lt;br /&gt;&gt;&gt; As Correções; Jonathan Frazen; Companhia das Letras</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/09/132-and-counting.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-1022107514864222053</guid><pubDate>Sat, 28 Aug 2010 13:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-28T10:08:56.360-03:00</atom:updated><title>Conselhos ao B.</title><description>#14 Use sinônimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Seu texto ficará mais elegante e menos repetitivo. Porém, não se deixe emocionar pela troca exagerada de palavras: não existem sinônimos perfeitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Circus (acoustic); Lenny Kravitz; MTV Unplugged&lt;br /&gt;&gt;&gt; Prosa; Carlos Drummond de Andrade; Nova Aguilar</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/08/conselhos-ao-b_28.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-6421643858417930178</guid><pubDate>Fri, 27 Aug 2010 03:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-27T09:05:32.034-03:00</atom:updated><title>Gonzo Kitchen: Ovo Poché &quot;microwaved&quot;</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;1 ovo&lt;br /&gt;1/3 de copo com água&lt;br /&gt;Aproximadamente 1/2 colher de sopa de vinagre (opcional)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipamento&lt;br /&gt;Forno de microondas&lt;br /&gt;Xícara que possa ir ao microondas&lt;br /&gt;Prato pequeno que também possa ir ao microondas&lt;br /&gt;Escumadeira pequena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instruções&lt;br /&gt;1 - Pegue os ingredientes. O vinagre é opcional, mas, caso queira usá-lo, ajudará o ovo a aglutinar-se um pouco melhor.&lt;br /&gt;2 - Quebre o ovo e ponha na xícara. Jogue a casca fora. :)&lt;br /&gt;3 - Coloque a água dentro da xícara.&lt;br /&gt;4 - Adicione uma pitada de vinagre (você também pode adicionar o vinagre diretamente na água, antes de colocá-la na xícara).&lt;br /&gt;5 - Cubra a xícara com o prato. Coloque no microondas e cozinhe com 80% da potência por 60 segundos. Verifique o ovo. Se não estiver pronto, retorne ao microondas e cozinhe com 80% da potência por 20 segundos (aqui, eu utilizei o total dos 80 segundos).&lt;br /&gt;6 - Remova da água com a escumadeira e saboreie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas adicionais:&lt;br /&gt;- Nesse método, o ovo ficará um pouco mole. Caso goste de algo mais bem passado, use o máximo da potência do microondas por 60 segundos.&lt;br /&gt;- Observe que, ao contrário do cozimento no fogão comum, o microondas tende a cozinhar a gema mais rápido do que a clara. Então, se você gosta da gema mole, é melhor retirar o ovo enquanto a clara ainda está molenga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Gypsy; Shakira; She Wolf (Deluxe Edition)&lt;br /&gt;&gt;&gt; Prosa; Carlos Drummond de Andrade; Nova Aguilar&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/08/gonzo-kitchen-ovo-poche-microwaved.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-4019701360923583858</guid><pubDate>Fri, 30 Jul 2010 12:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-30T09:25:48.977-03:00</atom:updated><title>Conselhos ao B.</title><description>#13 Ninguém é &quot;superficial&quot;.&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Na tentativa de definir algumas pessoas como &quot;rasas&quot; ou &quot;pobres&quot;, certos indivíduos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; qualificam os outros como &quot;superficiais&quot;. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Saiba que essa expressão - &quot;valores rasos&quot; - é um oxímoro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Pode até não haver importância em coisas que terceiros considerem relevantes. Todavia, taxá-los como &quot;rasos&quot; apenas enfatizará sua própria incapacidade de também não o ser.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&gt;&gt; The Parting Glass; Mark Seymour; Liberation Blue Acoustic Series&lt;br /&gt;&gt;&gt; O Brasil e os Ventos do Mundo; Luiz Felipe Lampreia; Objetiva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/07/conselhos-ao-b.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-7641579840045508401</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 21:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-22T00:54:10.183-03:00</atom:updated><title>Opa! Peraí, Caceta!</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesta quarta-feira, o jornal O Globo traz notícia intrigante. Talvez, em seqüência ao último domingo, o jornalão carioca apresenta análise inusitada - realizada pela FGV - para nossa economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a &lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/21/economia-informal-no-brasil-movimentou-578-bilhoes-em-2009-revela-fgv-917199705.asp&quot;&gt;manchete&lt;/a&gt;, a economia informal do Brasil movimentou R$ 578 bilhões em 2009. A se acreditar na avaliação da FGV, o montante supera o PIB de toda a Argentina. Sinceramente, não sei se é uma notícia a comemorar. Afinal, melhor seria se tivéssemos esse dinheiro incluído na economia formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o valor pareceu - mais uma vez - um tanto exagerado: defensor do modelo adotado durante os anos FHC. Naquela época, economia informal &quot;significava&quot; empreendedorismo (sic). De qualquer forma, nunca é ruim estar à frente da Mafalda e do Maradona...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Beat Acelerado; Metrô; Beat Acelerado&lt;br /&gt;&gt;&gt; Diplomacia Suja; Craig Murray; Companhia das Letras&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/07/opa-perai-caceta.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-7944479545422700728</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 21:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-21T21:26:26.245-03:00</atom:updated><title>And This Is a Perfect Lie</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em uma de suas mais conhecidas aventuras, o barão de Munchausen atravessava um pântano movediço e, subitamente, percebeu que seu cavalo afundava no brejo. Sem outro meio de salvar a si e ao animal, o mentiroso lorde não teve dúvida: puxou pelos próprios cabelos e, assim, o cavalo pôde saltar até encontrar terra firme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é fantasiosa e bastante exagerada, mas serve de alegoria para os tempos em que vivemos. No último domingo, por exemplo, o jornal O Globo utilizou-se desse tipo de construção “mágico-realista” na tentativa de inculcar algum tempero liberal no debate das eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puxando pelos próprios cabelos, o jornalão publicou matéria de capa com a seguinte manchete: “&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Cem milhões de brasileiros vivem com dinheiro público&lt;/span&gt;”. A enormidade do número provocou uma dúvida: não é possível, 52%  da população vivendo do governo? Ora bolas, a ser verdade tal afirmativa, o país torna-se inviável. Ademais, como fica o setor privado diante deste quadro: não emprega ninguém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ler a reportagem, restaram evidentes duas conclusões: a primeira, foi a certeza de ter lido uma matéria liberal, muito ao gosto da atual oposição; a segunda, foi a reforçada convicção de que esse mesmo grupo oposicionista é ruim de dar dó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do texto, o repórter analisa algumas afirmativas do economista Raul Velloso. Para além da renomada competência de Velloso, os cálculos são de uma pobreza ímpar. De acordo com O Globo, cerca de 48 milhões de brasileiros dependem diretamente do dinheiro arrecadado por impostos - aqui inclusos pensionistas, aposentados, bolsistas e outros mais. Por meio dessa generalização*, segue o economista:&lt;br /&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Como, na sua grande maioria, esses pagamentos se configuram em renda familiar, o número de beneficiados é bem maior. Se levado em conta que essa renda ajuda a manter ao menos duas pessoas, a quantidade de brasileiros que vivem de recursos advindos da arrecadação tributária sobe para cerca de 100 milhões de pessoas”.&lt;/blockquote&gt;Chegamos ao número mágico, enfim: 100.000.000 de preguiçosos, para usar uma expressão do saudoso Presidente Fernando Henrique Cardoso. Em síntese, a reportagem, ao utilizar-se do total de pessoas supostamente mantidas pelo estado, tenta repisar a velha tecla de que o governo Lula contratou pessoas demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fosse um pouco mais sofisticado, o número até poderia ser crível. Todavia, tal como se apresenta, faz lembrar do Barão da mentira. A realidade, felizmente, é muito diversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em recente &lt;a href=&quot;http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/Arquivos/noticias/srh/100520_estudo_OCDE.pdf&quot;&gt;relatório&lt;/a&gt;, preparado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE, os números são mais transparentes do que conta O Globo. Não exatamente um órgão partidário dos governos sociais, a OCDE diz que a quantidade de pessoas empregadas pelo estado brasileiro segue ritmo muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, o estudo diz que a proporção de empregos públicos em relação à força total de trabalho no Brasil é relativamente baixa na comparação com países desenvolvidos. Segundo a análise, o total de servidores públicos brasileiros, incluindo as empresas estatais, representa 12% do total de empregos do país. Para se ter uma idéia, a média das percentagens dos servidores públicos nos 31 países analisados, em relação aos empregos totais, é de 22%. Estamos muito bem, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seqüência do estudo, a OCDE diz que, entre 1995 e 2003, o presidente Cardoso exonerou/demitiu 85 mil pessoas, caindo de cerca de 570 mil para 485 mil empregados estatais. No governo Lula, ao contrário do que diz a imprensa, não houve inchaço da máquina, haja vista que, até agora, o total de servidores e empregados públicos é de 540 mil. Número ainda menor do que aquele à época do governo Cardoso, quase dez anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o país cresceu e modernizou-se. Precisa, portanto, de um corpo de servidores e agentes estatais que possa suprir a atual demanda nacional. O que o argumento oposicionista e liberal precisa entender é que a República não é mais um bem de família, a ser tratado por poucos. A modernidade não comporta o conceito de “estado mínimo”, reversamente incutido na matéria de O Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acima de tudo, o recurso do jornal carioca mostra-se mentiroso e ineficaz por si só. Se o intuito era alavancar o pleito dos partidos da oposição, a matéria figura estratégia impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A se seguir o exemplo de Munchausen, uma mentira que se pretende tornar realidade, não pode o candidato paulista – calvo como é – puxar pelos cabelos que lhe faltam. A fim de fugir do atoleiro no qual, por hora,  afunda sua campanha, recomendável seriam estratégias mais inteligentes e honrosas à sabedoria do eleitor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Varrendo a Lua; Roberta Campos; Varrendo a Lua&lt;br /&gt;&gt;&gt; Diplomacia Suja; Craig Murray; Companhia das Letras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;*Pensionistas e aposentados, por exemplo, não se enquadram na reducionista figura de “dependentes de impostos”. O dinheiro do INSS resulta da contribuição dos seus segurados e, em essência, não é imposto ou “dinheiro do governo” como muitos querem fazer crer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/07/em-uma-de-suas-mais-conhecidas.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-8144773199203286628</guid><pubDate>Thu, 01 Jul 2010 03:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-01T00:20:42.335-03:00</atom:updated><title>A Missão</title><description>Cristianizaram o índio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Jack-in-the-Box, ballet: No. 2, &quot;Entr&#39;acte&quot;; Erik Satie; Satie: Popular Piano Works&lt;br /&gt;&gt;&gt; Maldito Juscelino</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/07/missao.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-19575934.post-3906949325032694995</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 19:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-26T20:46:40.716-03:00</atom:updated><title>Cuma?!?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao que parece, o pessoal da Avenida Paulista atingiu o máximo do estoicismo. Álvaro Dias para vice-presidente é, no mínimo, estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malgrado mereça todo o respeito, o Senador tem pequena projeção nacional, vem de um Estado que possui meros 6% do eleitorado brasileiro e - mal maior - vai criar um tipo de chapa única que não era vista em nossas eleições desde 1945. A se manter a idéia, o PSDB acaba de perder o pleito de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado recente, o caso me faz lembrar da escolha de Sarah Palin para a VP do John McCain: um retumbante desastre. Além de desagradar seu único aliado político - o DEM -, José Serra vai afastar todo o eleitorado nordestino e mineiro. Acho que poucos nomes criariam efeito pior na camapanha do ex-governador de São Paulo ao Palácio do Planalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; New Test Leper; New Adventures in Hi-Fi; R.E.M.&lt;br /&gt;&gt;&gt; Maldito Juscelino; Pedro da Cunha Menezes; Andréia Jakobsson Estúdio Editorial&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://narratur.blogspot.com/2010/06/cuma.html</link><author>noreply@blogger.com (Renato Feltrin)</author><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>