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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;A0cHRH88eip7ImA9WhRRFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776</id><updated>2011-11-27T22:10:35.172-02:00</updated><category term="Opinião" /><category term="Contos" /><category term="Notícias" /><category term="Críticas" /><title>Nexo, Risadas e Mata-Borrão</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/NexoRisadasEMata-borro" /><feedburner:info uri="nexorisadasemata-borro" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CEEBRX8zfCp7ImA9WxFUE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-7823285766595573833</id><published>2010-06-23T11:36:00.009-03:00</published><updated>2010-06-23T22:24:14.184-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-06-23T22:24:14.184-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opinião" /><title>Série Cosmos, de Carl Sagan</title><content type="html">&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 274px; FLOAT: left; HEIGHT: 155px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485979139318303234" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/TCIc9hRFSgI/AAAAAAAAAAk/eOnwjITGhsc/s400/Selo_Cosmos.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Dia desses zapeando pelos canais abertos topei com algumas cenas esmaecidas e sem o brilho característico das imagens em alta definição. O crédito deve ser dado à tamanha reprise. Estava ligado na TV Escola e as velhas imagens pertenciam à série televisiva “Cosmos”, de Carl Sagan que estavam sendo exibidas na sua versão dublada. Logo a saudade me veio. Fonte que me abasteceu com conhecimentos científicos arrojados, porém explicados de uma forma genialmente simples.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;A série exibida no Brasil na década de 80 era uma produção do próprio Sagan com sua esposa Ann Druyan, produzida pela KCET e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International. Talvez não tenha deixado saudades, nem lembrança para a maioria. Mas, aqueles que possuíam a mínima curiosidade por astronomia, astrofísica, história, física, matemática e química, por certo darão o devido crédito à série. Posso estar enganado, mas foi a primeira vez que assuntos cabeludos como buraco de minhoca, espaço-tempo, relatividade, macro e microcosmos e até vidas extraterrestres foram abordados por um documentário de TV de uma forma clara e inteligentemente criativa. Sem nos darmos conta, estávamos fisgados e lidando com questões como velocidade da luz ou batendo palmas por entender como grandes matemáticos do passado fizeram para calcular a circunferência da terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 215px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485979978934206210" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/TCIduZFHPwI/AAAAAAAAAA0/rTqFT8WeMMQ/s320/800px-Sagan_Viking1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Isto era Carl Sagan. Astrofísico norte-americano, nascido em Nova Iorque em 1934 e falecido em Seattle, EUA em 1996. Especialista em planetologia e exobiologia foi conselheiro científico da NASA e colaborou nos programas das sondas espaciais Viking e Voyager. Esta última, o primeiro artefato humano a deixar o sistema solar, que em meio a sua lenta peregrinação pelos confins do nosso sistema enviou centenas de fotos nos mais amplos espectros de onda. Lembro - sim, de tanto ver a série encontrei e adquiri na feira de livros da Cinelândia, aqui no centro do Rio de Janeiro, o livro que deu origem à série - e ficava examinando em detalhes a bela foto do disco de ouro que a espaçonave levava. Um belo LP que no lado A estavam gravados os sons da Terra. Um mosaico sonoro que incluía vozes de baleias, risadas humanas, sons da natureza, talvez engenhos humanos em funcionamento e transmissões radiofônicas. No lado B um manual de instruções, em linguagem matemática, que ensinava qualquer inteligência extraterrestre a construir uma eletrotralha parecida com uma vitrola para fazer o tal disco tocar.&lt;br /&gt;Sagan, além de autor de outras obras de divulgação científica, também colaborou com o Projeto SETI, uma rede de radiotelescópios que até hoje rastreiam o espaço sideral em busca de sinais de rádio potencialmente inteligentes. Aqui no planetinha, o sinal de TV produzido pela BBC encantava, e arrisco dizer, influenciou mesmo muitos jovens a seguir a carreira científica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;“Cosmos” era deliciosamente revolucionário. E ainda o é. Mesmo em inferioridade de condições técnicas como produto televisivo, as modernas criações do gênero e quadros científicos de programas de domingo, como o “Poeira das Estrelas”, do físico e astrônomo brasileiro Marcelo Gleiser, exibido no Fantástico em 2006, nada mais fazem do que homenagear e seguir a fórmula. Algumas delas conseguem hoje repetir a façanha, igualar ou superar “Cosmos” e suscitar em mim igual empolgação e sede de conhecimento. Mas atribuo a Carl Sagan o pioneirismo e a fantástica capacidade de conduzir leigos nos, por vezes, difíceis caminhos da ciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Reproduzo abaixo um fantástico exemplo do que digo. É um trecho extraído do tal livro que possuo, e sempre que quero lembrar o quanto é difícil escrever para televisão, tenho nele um bom exemplo de criatividade e simplificação. É uma bela criação narrativa e científica para elucubrar a respeito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Imaginemos que habitamos um país estranho onde todos são perfeitamente planos. (...) Nós a chamamos de Terra dos Planos. Alguns de nós são quadrados, outros, triângulos, alguns possuem formas mais complexas. Corremos precipitadamente para dentro e para fora de nossas construções planas, ocupados com nossos afazeres e brincadeiras planas. Todos na Terra dos Planos têm largura e comprimento, mas não altura. Sabemos sobre esquerda e direita, para frente e para trás, mas nenhuma idéia, ou remota compreensão, sobre cima e embaixo, exceto os matemáticos planos. Eles dizem: "Escutem, é muito fácil. Imaginem a esquerda e a direita. Imaginem à frente e atrás. Tudo bem até aqui? Agora imaginem outra dimensão, em ângulos retos com as outras duas." E nós respondemos:"Do que vocês estão falando? Ângulos retos com as outras duas? Existem somente duas dimensões. Apontem esta terceira dimensão. Onde está ela?" Então os matemáticos, desanimados, desistem. Ninguém escuta os matemáticos.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Toda criatura quadrada na Terra dos Planos vê outro quadrado meramente como um pequeno segmento de reta, o lado do quadrado mais próximo dela. Ela pode ver o outro lado do quadrado somente se caminhar um pouco. Mas o interior do quadrado é sempre misterioso, a menos que algum acidente terrível ou autópsia rompa os lados e exponha as partes internas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Um dia, uma criatura tridimensional, com a forma de uma maçã, por exemplo, chegou à Terra dos Planos e andou a esmo por lá. Observando um quadrado particularmente atraente e bem proporcionado, entrando em sua casa plana, a maçã decide, em um gesto de amizade interdimensional, dizer "olá". "Como vai você?"pergunta o visitante da terceira dimensão. "Eu sou o visitante da terceira dimensão."O infeliz quadrado olha à volta da sua casa e não vê ninguém. Ainda pior, para ele, parece que o cumprimento, vindo de cima, está emanando do seu próprio corpo plano, uma voz interior. Uma pequena insanidade, talvez ele pense corajosamente, e corre para a sua família.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Exasperada por estar sendo julgada uma aberração psicológica, a maçã desce à Terra dos Planos. Agora, uma criatura tridimensional pode existir, na Terra dos Planos, somente em parte; pode ser visto somente um corte, somente os pontos de contato com a superfície plana da Terra dos Planos.Uma maçã escorregando na Terra dos Planos apareceria primeiro como um ponto e então progressivamente maior, quase que em fatias circulares. O quadrado vê um ponto aparecendo em um quarto fechado em seu mundo bidimensional e lentamente crescer transformando-se quase em um círculo. Uma criatura de forma estranha e mutável surgiu de algum lugar.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rejeitada, infeliz com a obtusidade dos muitos planos, a maçã bate com força no quadrado e o levanta, vibrando e girando nesta misteriosa terceira dimensão. A princípio o quadrado não consegue entender o que está acontecendo: está totalmente fora da sua experiência. Eventualmente ele se conscientiza de que está vendo a Terra dos Planos de um local vantajoso peculiar: "acima". Pode ver dentro de quartos fechados e dentro de seus companheiros planos. Está vendo seu universo de uma única e devastadora perspectiva. Viajar através de uma outra dimensão proporciona, como um benefício incidental, um tipo de visão de raios X. Eventualmente, como uma folha que cai, nosso quadrado lentamente desce para a superfície. Do ponto de vista dos seus companheiros da Terra dos Planos, ele desapereceu de modo inexplicável de um quarto fechado, e então materializou-se, aflito, em algum lugar. "Pelo amor de Deus", dizem eles, "o que aconteceu com vocês?" "Penso", descobriu-se dizendo, "que estava acima". Eles dão pancadinhas em seus lados e o confortam. As desilusões sempre aconteceram na família.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Extraído de Cosmos, Editora Francisco Alves, 1983 - Capítulo O Limite do Eterno, Págs 262 e 263.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Deixo também um link para os episódios da série e o site oficial. Delícia pura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.inexistentman.net/2008/10/15/documentario-cosmos-de-carl-sagan-dublado-em-portugues/"&gt;http://www.inexistentman.net/2008/10/15/documentario-cosmos-de-carl-sagan-dublado-em-portugues/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://science.discovery.com/convergence/cosmos/cosmos.html"&gt;http://science.discovery.com/convergence/cosmos/cosmos.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A fonte para as informações complementares: Internet, Wikipedia e os dois sites já citados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Forte abraço para todos,&lt;br /&gt;Márcio&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-7823285766595573833?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mVfeQirKhwHIQn5wprLfpMq2jBI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mVfeQirKhwHIQn5wprLfpMq2jBI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mVfeQirKhwHIQn5wprLfpMq2jBI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mVfeQirKhwHIQn5wprLfpMq2jBI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/b-7aM8yFE_w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/7823285766595573833/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/06/serie-cosmos-de-carl-sagan.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/7823285766595573833?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/7823285766595573833?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/b-7aM8yFE_w/serie-cosmos-de-carl-sagan.html" title="Série Cosmos, de Carl Sagan" /><author><name>Márcio Bokel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11265250837812347223</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/TCIc9hRFSgI/AAAAAAAAAAk/eOnwjITGhsc/s72-c/Selo_Cosmos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/06/serie-cosmos-de-carl-sagan.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8FQHo9fip7ImA9WxFWEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-4881386288022318867</id><published>2010-05-08T03:00:00.004-03:00</published><updated>2010-05-30T00:40:11.466-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-30T00:40:11.466-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>Bedtime Story</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;It was early in the morning when little Heinz came to wake me up. Urgent briefing awaited me, I rushed into my clothes and went to the hangar. Commander William (or it might have been Wilson, my memory is failing me lately) was already warming things up. Being fresh from the academy I was a bit nervous and I failed to digest all the flight plan info. My mind kept wandering to my childhood in Karlsruhe, all that playing in the park by The Schloss, the fair maidens parading around, the astonishingly great beer...&amp;nbsp; -'HEY !!&amp;nbsp; You there!! Stop daydreaming, son of a gun!!&amp;nbsp; This is KampfGruppen Eins. Fit in and wake up or I will do it for you!!' - That was sweet old commander in his best moments...&amp;nbsp; Well, I miss it all anyway.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dawn was still creeping over the horizon and my crew was already strapped to our wondrous Ju-88 - A war winner plane, if I am allowed to say it. The two powerful DB engines flared alive and I throttled up and started taxiing. Great care needed there, I tell you young ones. Saw several good planes and crews go up in flames after a crash during taxi. Eyeballs wide open, I formed on the runway. Ops, sorry there number two, just overtook your plane. You see, I actually made the whole flight in position number 1.5, half-squeezing close to the leader. I hope number two has forgiven me, God rest his soul. Oberfeldwebel Karl Von Piperen was just on my 5 o'clock. Engines roaring we filled the sky with german wonder. Ah, those were the times. You see, my boy, all the girls then reeeeally looked forward to be nice to... Oh, here comes your mother! Let's keep that to ourselves, shall we? And quit the snickering.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_oJuxO6Paepg/S-dn5XGwolI/AAAAAAAAA0w/ycG6mhaa5Ik/s1600/Ju88_infl_550.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="123" src="http://3.bp.blogspot.com/_oJuxO6Paepg/S-dn5XGwolI/AAAAAAAAA0w/ycG6mhaa5Ik/s200/Ju88_infl_550.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Where was I? Yes, yes, I got it. After a few circles around the base to allow for everyone to catch up, South we went. Have I told you that happened in Crimea? What is that? No, it is not in Hawaii, never mind. Anyway, I'll speak to your mother about Geography. When she was your age she already knew where Crimea is, I taught her well. Oh, your Grandma did a nice job too, God embrace those old bones in his lap. Now shut up and listen, soon I will need to take my medicine and then I won't remember even my name. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;We made a nice formation so-called Gaggle at the time. Yes, yes, pretty nice. Several fighters above us for protection, and up we went, to destroy the harbor at Sevastopol. After several uneventful minutes, with Von Piperen flying ever closer, the damned russian flak started to explode around us. Flak, young one, is bombs exploding in mid-air trying to kill your Grandpa. Our beloved Commander's plane started to smoke. Not a giant cigar, no. How do you come up with such stuff anyway? His engine was letting out smoke, bad sign. But on he went, as only a true Arian can manage. Hey kid, forget I said that. Other times, other times.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anyway after a few changes in course, we aimed straight for the harbor. I must tell you, kid, that Commander Willie (as we called him) did a nice and smooth flight that night. He then reminded us his plan. To dive bomb and hit the harbor from very low altitude. Dangerous stuff, kid! I could fell von Piperen trembling with fear! My crew, of course, was cool as a nice beer in winter. The Commander signaled, start dive NOW!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Down we went. Airbrakes deployed, wind whistling all around us, plane shaking, flak all over us, and a damned fighter trying his best to blow us to smithereens. Hope he rots in Hell, that Fu@#@#@g&amp;nbsp; bastard!! Eh, never mind that too, kid, I must be getting a little dizzy. No, Grandpa never says four-letter words. Neither should you. So, we were plummeting from the sky, I let my plane drift a bit to the right from Willie's, and I dropped the bombs. Bombs Los !!! Then to hear the amazing blast of German Ire. That morning I blasted a whole industrial block to pieces. Commander Willie, I was told later, got really mad cause he missed his target. Anyway, he was a good commander.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alas! That damned fighter was still in our six, firing like his got the whole Russian Goddamned Ammo Industry packed inside that Devil Beblasted piece of S#it !! I got my comms and yelled for help!! Banking left my plane pulled up and leaped ahead. Full Throttle!! My gunners were firing, but they were called Moe, Larry and Curly. What that means?? Come on! It means they hit shit!!! Our plane was being chewed to pieces by the Almightly Deformed Bolshevik, may he burn in the seven circles of Hell, may his seed never bear fruit! ... Argh!!&amp;nbsp; Kid, get me that red pill over there, quick!!&amp;nbsp; No, no, Grandpa is fine. Let me drink this. Red??&amp;nbsp; Who is red like a newborn pig, you little... Come here!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ok. Now behave and listen. After what seemed an eternity our fighters finally got to help us, exploding the Red Rat as he deserved. Well, if you ask me, he really deserved a slow, bubbling, very painful... Never mind. Free from the enemies we made our way to a closer airstrip and landed. Actually I half destroyed my plane during that disturbing and most uncomfortable landing. Larry unfortunately did not survive, God take his soul and keep him warm and dry. That, little man, was how Grandpa got this here medal. Now rush to bed. Come on, good night. Sleep tight.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Oh!! Hi sweetie. What I was doing? Nothing. Just telling the kid a nice bedtime story. Yelling? No, that must have been the neighbor. You know how that fellow can get his temper worked up. Good night.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-4881386288022318867?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GYARXPx-kUWq4YxUEbLRdH4K_Yg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GYARXPx-kUWq4YxUEbLRdH4K_Yg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GYARXPx-kUWq4YxUEbLRdH4K_Yg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GYARXPx-kUWq4YxUEbLRdH4K_Yg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/EBvuinUdLo0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/4881386288022318867/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/05/bedtime-story.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/4881386288022318867?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/4881386288022318867?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/EBvuinUdLo0/bedtime-story.html" title="Bedtime Story" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_oJuxO6Paepg/S-dn5XGwolI/AAAAAAAAA0w/ycG6mhaa5Ik/s72-c/Ju88_infl_550.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/05/bedtime-story.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YFR304fip7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-5979237422114899280</id><published>2010-04-18T14:04:00.004-03:00</published><updated>2010-05-25T12:25:16.336-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:25:16.336-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opinião" /><title>Desenvolvimento e as pererecas.</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudações meus leitores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muito tempo que não escrevo aqui, vim  remover o bolor. Aliás, o tema é bolorento já, aos meus olhos.  Desenvolvimento. Este processo que todos dizem desejável, que aumenta  nossa renda nacional, que dá a todos melhores condições de vida, melhor  educação, segurança e saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pergunte a qualquer energúmeno  capacitado sobre os benefícios do desenvolvimento econômico e receberão  respostas efusivas e entusiasmadas. Mas o desenvolvimento tem um preço.  Tudo tem seu preço, sempre. Neste caso o preço é bastante visível, e  algo duro de engolir. Precisamos de recursos naturais. Precisamos de  energia. Precisamos de indústrias de transformação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recursos  nosso país tem. Para extrair estes recursos, invadimos e agredimos a  natureza. Ato cada vez mais considerado impopular. Queremos o alumínio,  mas vamos extrair a bauxita sem danificar aquele belo riacho ali  adiante. E as pererecas que ali procriam? Temos que pensar nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para  energia, precisamos de grandes investimentos e grandes projetos. A bola  da vez é a Usina de Belo Monte, que será a 3a maior do mundo depois do  gigante chinês das 3 gargantas e Itaipú. Quando completa, vai inundar  uma área enorme e desabrigar 22 mil famílias, além de aniquilar parte do  habitat de diversas comunidades indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas indústrias  poluem!! Grande novidade não? Ainda não inventaram a siderúrgica não  poluente. Mas sem as indústrias nós venderemos bauxita por 1 para  comprar alumínio por 15. A grana fica com o país industrializado que  banca a poluição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, não deve haver dúvida de que enumerei aqui  3 atos de vilania ambiental. Destruição para extração, inundação para  geração de energia e poluição industrial. O ativista do Greenpeace de  plantão pode começar a bufar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para que o país se desenvolva  precisamos disso. Infelizmente os índios terão que se mudar, ou deixar  sua cultura perecer. As famílias na região das usinas terão que sair de  lá, coisa triste, mas necessária. Num país onde o índice de pobreza é  altíssimo, desenvolvimento é a única saída. Devemos usar a preocupação  ambiental para tomar decisões inteligentes, que não gerem desperdícios  ou agressões desnecessárias. Mas algumas vilanias serão necessárias, e  devem ser feitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma massa imbecil esverdeada que prega a  preservação acima de tudo. Ora, isto não&amp;nbsp; é um parque nacional. Isto é  um país em desenvolvimento. Quer que não façamos a usina de Belo Monte,  como veio aqui cacarejar a múmia azul, então que nos paguem pelo valor  de desenvolvimento negado ou atrasado. Que tal 10 Bi por ano durante um século??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Verdes, azuis e rosas,  botem uma coisa na cabeça. A idéia do parquinho feliz é muito bonita  para um americano limitado como o Cameron. Muito confortável para ele saber  que tem aqui no "fim do mundo" uma Amazônia que ficará preservada para  que seus filhos venham visitar. Será que ele pensou no impacto ambiental  causado pela queima dos 5000 galões de querosene usados para trazer sua  carcaça azul para protestar aqui? Duvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero ver um panaca  destes limitando seu estilo de vida pessoal por suas preocupações  ambientais. Desmontando sua mansão para permitir o retorno da mata  nativa californiana. Cancelando suas viagens de turismo e panfletagem  colorida para reduzir a poluição atmosférica. Não se iludam, leitores,  esses caras são tão vazios quanto suas propostas. E tão egoístas quanto,  também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A feliz hipocrisia dos desenvolvidos e seus respingos  verdes tropicais pode ser explicada facilmente por uma única e sempre  presente questão. Dinheiro. O desenvolvido quer continuar comprando  silício e vendendo chip. Comprando bauxita e vendendo alumínio. Cada  passo que o Brasil dá rumo ao desenvolvimento é um passo de um  concorrente potencial se aproximando deles, os desenvolvidos. A  verborragia verde é apenas mais uma ferramenta de atraso. &lt;b&gt;Quanto mais  eles nos atrasarem, mais lucram.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prova de nosso incômodo gerado é  nossa indústria aeronáutica. A Embraer vende aviões pro mundo todo. Os  desenvolvidos aplaudem e acham bom? Muito ruim hein?!&amp;nbsp; Os caras nos  processam quando podem, copiam nossos modelos (Super Tucano) e rezam  para nossa volta à indústria cafeeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouço sempre o conto de  que os brasileiros são muito bem recebidos lá fora. Que povo pacífico,  como nunca incomodamos ninguém... À medida que nosso desenvolvimento  aumentar esta percepção diminuirá. Quando as nossas multinacionais forem  explorar a mão-de-obra lá, e nossos produtos causarem desemprego lá,  vejamos então como nos admiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hipocrisia é triste. Vamos olhar  para o país, fazê-lo crescer e enriquecer (me desculpem aqui os índios e  demais comunidades prejudicadas inicialmente pelo processo) e depois,  quando investirmos pesado em educação, vamos deixar esses gringos para  trás!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Mas atenção, para chegarmos vivos a este patamar temos que  nos armar até os dentes. Nossos vizinhos do norte costumam tratar de  incômodos de forma usualmente violenta...&amp;nbsp; E vamos nos tornar incômodos,  se tudo correr bem. O Brasil vai deixar de ser popular para ser...  Rico!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-5979237422114899280?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8983FbhO79MNFaJeHebi-gPIY6w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8983FbhO79MNFaJeHebi-gPIY6w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8983FbhO79MNFaJeHebi-gPIY6w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8983FbhO79MNFaJeHebi-gPIY6w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/SnAC1qFBJeM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/5979237422114899280/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/04/desenvolvimento-e-as-pererecas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5979237422114899280?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5979237422114899280?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/SnAC1qFBJeM/desenvolvimento-e-as-pererecas.html" title="Desenvolvimento e as pererecas." /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/04/desenvolvimento-e-as-pererecas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YHQng6eip7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-877686338390382455</id><published>2010-04-02T03:06:00.005-03:00</published><updated>2010-05-25T12:25:33.612-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:25:33.612-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>Filomena (primeira parte).</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;                                                                                                            Conto exemplar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Eu conheci a Filomena numa aula de ginástica para grávidas. Hoje eu não entendo o que eu estava fazendo ali, mas na época era moda, todo mundo fazia, e se todo mundo faz, é que deve ser bom, não é? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Bom, pelo menos para mim não foi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;E foi a Filomena que me salvou. Imagina, a professora estava naquela história de senta e levanta, senta e levanta, e eu sentei e não levantei mais. Eu estava me sentindo tonta, e a tonta da professora insistia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;- Levanta, menina, vamos lá! Deixa de preguiça!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;E eu, que sou obediente, levantei e sentei de novo sem querer, e tudo foi ficando escuro, e eu fui caindo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;Quem me segurou foi a Filomena. E foi logo dando uma bronca na professora:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;- Ô Kátia, não está vendo que a menina está passando mal? Não tem competência pra ser professora não?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Saí da aula com a Filomena, que me pagou um suco de laranja. Nunca mais voltei para a Ginástica de Grávidas, mas arrumei uma amiga. E passei a me encontrar todos os dias com a Filomena para andar na praia. Esse foi o nosso exercício de gravidez. Na revista Cláudia que eu li no cabeleireiro diz que também é uma boa forma de exercício, que aumenta as endorfinas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A Filomena era muito divertida. Falava muito, falava alto, falava um monte de palavrão. Meu pai sempre me proibiu falar palavrão. Ele também falava, de cada duas palavras cinco eram palavrões. Ele era homem, não tinha problema, né? Mas mulher falando palavrão é muito feio. Uma vez lavou a boca da minha irmã com sabão. Não deu muito resultado não. Até hoje ela é desbocada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A Filomena, com os seus palavrões, me divertia. Ela é uma pessoa de muita personalidade, muito intensa, e eu admiro isso. Quando a gente ia num restaurante, ou numa lanchonete, ela sempre fazia valer os seus direitos (era assim que ela dizia). Reclamava, brigava com o garçom, chamava o gerente. Uma vez chegou a jogar um prato no chão, porque o bife estava muito bem passado, e ela só gosta de carne sangrenta. Eu confesso que fiquei meio assustada, mas depois até ri e falei para ela:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;- Você hoje está o cão que o diabo amassou, hein? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Eu adoro usar esses trocadilhos populares. Eles dão um ar intelectual à conversa, e mostram que a gente tem cultura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Aos poucos eu fui conhecendo melhor a Filomena. Imagine que ela antes de casar tinha sido piloto de avião! Sabe aqueles aviões pequenos, que as pessoas ricas alugam para não viajar misturadas com as pessoas comuns? Pois é, por incrível que pareça, a Filomena pilotava um avião desses. Que eu saiba, foi a única mulher aviadora da história. Vê como ela tinha personalidade?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Aliás, foi pilotando que ela conheceu o marido, que é empresário. Ela foi contratada para levar um grupo de industriais para visitar uma fábrica no interior, e aí tudo aconteceu. Eu suspirei quando soube. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Já pensou que romântico? Eu imaginei tudo: enquanto o avião atravessa aquele céu de brigadeiro (mas um brigadeiro azul, não cor de chocolate), ele, de terno, pasta de executivo, óculos escuros, um charme, desliga os cinco celulares (ele tem cinco, eu vi), fecha o laptop, e de repente faz uma declaração de amor no ouvido dela. E ela, tomada de paixão, mergulha o avião numa manobra ousada, rasgando as nuvens como quem rasga um sutiã. Confesso que tive inveja, que Deus me perdoe (sei que a inveja é um pecado muito feio, e as pessoas usam uma palavra ainda mais feia para falar de inveja).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;É claro que o marido da Filomena exigiu que ela deixasse a aviação quando se casaram. Está certo. Mulher de empresário tem que ficar em casa cuidando dos filhos, dando ordens às empregadas, preparando a casa para as recepções dos homens importantes que vão fazer negócios com o marido. Confesso que mais uma vez tive inveja. Às vezes eu vejo o meu marido no sofá, de pijama, tomando cerveja enquanto vê o jogo do Flamengo, e penso que se eu tivesse casado com um empresário não precisava trabalhar. Mas, enfim, cada macaco no seu galho. Cada cabeça, uma sentença. Nem todo mundo tem a mesma sorte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Nossos filhos nasceram, com um intervalo de uma semana, o dela pri&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;meiro, o meu depois. O Paulo Henrique, meu filho, era uma gracinha. Até hoje. O filho dela, o Cauê, também era um bebê muito bonitinho. E a nossa amizade foi aumentando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A gente levava os nossos bebês nos carrinhos para tomar o sol da manhã na praia (dizem que faz muito bem aos ossos). Era uma delícia. Às vezes, ela se aborrecia com os ciclistas. Um dia ela chegou a derrubar um rapaz de uma bicicleta, porque ele passou bem perto do carrinho do Cauê. Ah, eu esqueci de dizer, ela é muito alta e forte, muito diferente de mim, que sou baixinha e franzina. O rapaz levou um susto. Quando viu aquele mulherão gritando com ele, xingando de todos os palavrões, subiu rapidinho na bicicleta e deu o fora. Quando um não quer dois não brigam (sem querer ostentar conhecimento, aí vai, humildemente, mais um trocadilho popular).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Eu falei que o Cauê era muito bonitinho. Ele era mesmo. Mas à medida que foi crescendo, foi ficando meio nervoso. Acho que ele puxou ao gênio da mãe. O que deve ser bom. Ele deve se tornar um adulto decidido também. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O problema é que toda vez que a gente se encontrava ele enchia o meu filho de bolacha. E a mãe não fazia nada. Eu tratava de tirar discretamente o Paulo Henrique do caminho. Quando dava. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Como falava o meu pai, a gente só deve andar com boas companhias, e eu faço questão de criar o meu filho de acordo com essa orientação. O Cauê é filho de pais que tem dinheiro, são bem situados na sociedade. Enfim, uma boa companhia. Bater no meu filho é um mal menor. A gente contorna.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O tempo foi passando, os filhos crescendo. Eu convivia muito com a Filomena e o filho. Às vezes a gente ia à praia, e o meu marido ia também. Mas nós não conhecíamos o marido dela. Ele é um empresário importante, tem umas fábricas não sei de quê, trabalhava muito, estava sempre viajando. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;A Filomena passou a se queixar muito. Dizia que o marido quase não ficava em casa, que não dava atenção para ela e para o filho, que saía para jantares de negócios e muitas vezes só voltava no dia seguinte, que quase não conversava com ela. Eu explicava a ela que a vida de um empresário deve ser muito difícil, que ela tinha que ter paciência. E ela sempre terminava lembrando os tempos de aviação, e me contava da sensação de liberdade que tinha no céu, pilotando seu avião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Num dia ela chegou a me dizer que tinha outro problema com o marido, mas que não ia me contar, porque era uma coisa muito íntima. Apesar da curiosidade, eu não insisti no assunto. Sabe como é, mais vale um pássaro na mão que dois voando. Eu não queria perder a amizade dela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Eu dizia para ela que eu queria conhecer o seu marido, apresentá-lo ao meu marido. Quem sabe, com uma boa conversa de empresário, o Leonardo ensinava o Pedro Paulo a ganhar dinheiro? Como eu já falei antes, eu sigo a orientação do meu pai, de andar sempre em boas companhias. Afinal, o hábito não faz o monge.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;Um dia, a Filomena veio com a boa notícia. O marido tinha aceitado ir para um hotel fazenda com a gente. O preço era meio salgado, mas eles dividiam em 12 vezes, de forma que nós podíamos pagar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;E assim fomos nós, passar o fim de semana em Resende, com o Leonardo, a Filomena e o Cauê. O Pedro Paulo brincou, dizendo que ia botar uma roupa de futebol americano no Paulo Henrique, porque assim, quando o Cauê batesse, o Paulo Henrique estaria mais protegido. Eu disse a ele que não tinha gostado da brincadeira. Lembrei que eu tinha, pela minha facilidade de fazer amizades, conseguido me relacionar com pessoas de categoria, e que era bom para o nosso filho conviver com um menino que tinha nascido em berço de ouro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman;"&gt;O Cauê só era meio nervoso, só isso. Eu nem liguei quando, numa visita, ele quebrou uns três ou quatro bibelôs na mesa da nossa sala. Coisa de criança. Se conselho fosse bom, macaco não punha a mão em cumbuca. Eu sou muito compreensiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-877686338390382455?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iiRNGoDrAxoRSBqMFrR3k16ilHI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iiRNGoDrAxoRSBqMFrR3k16ilHI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/s0qJthbT89w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/7221891637754389054/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/02/jogos-de-computador-podem-ensinar.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/7221891637754389054?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/7221891637754389054?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/s0qJthbT89w/jogos-de-computador-podem-ensinar.html" title="Jogos de computador podem ensinar lições às escolas, dizem especialistas - O Globo Online" /><author><name>Márcio Bokel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11265250837812347223</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2010/02/jogos-de-computador-podem-ensinar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YBRHgycSp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-7692344387737669154</id><published>2009-11-30T17:59:00.002-02:00</published><updated>2010-05-25T12:25:55.699-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:25:55.699-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contos" /><title>Pequeno conto narrado através de um piloto da Luftwaffe em 1943</title><content type="html">Era a última saída do dia para mim, em Prokhorovka. Estávamos agora baseados em Belgorod, a Sul da linha de frente. Subi em meu F4 semi-novo, que herdei de um falecido companheiro após ter o meu irremediavelmente danificado pela flak inimiga em minha última saída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tarde estava ensolarada, ainda antes das seis, neste inverno gelado deste fim de mundo. Sempre com saudades da minha cerveja bock feita pelo tio Hans em seu celeiro, demos a partida e acelerei pela pista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha missão: destruir o que encontrasse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oposição era tremenda, havia mais que o dobro de aviões inimigos, e nosso Staffel ainda estava usando os antiquados Friedrichs. Teríamos Gustavs se nosso prestígio junto ao OKL aumentasse, nos dizia o GeschwaderKommodore, GuntherRall. Teria que me virar com o F4 mesmo. Para dizer a verdade, gosto muito deste avião, mas o que ouvi falar dos novos G2 e G6 me atiçou a curiosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia um dificultador extra, que deu uma pitada a mais de emoção a esta missão. Estava sozinho. Caçando solitário, tentando não virar presa fácil para o bolchevique hediondo. Com sorte e perícia levaria ao menos um para o fundo de seu amado solo pátrio. Que leve minhas lembranças ao Lenin, e explodam os dois!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ahá, lá estava um dot suspeito sobre território inimigo, seguindo para sudoeste bem à minha frente. Como tinha a vantagem da altitude, segui-o e invertendo, mergulhei como a chama divina. O korno percebeu minha manobra e se esquivou como só um comunista sabe fazer. Percebendo mais 4 prováveis inimigos nas redondezas segui voltando para sul. Estava a 5K de altitude após o mergulho, e vim recuperando. Após poucos minutos o vermelhinho desistiu da perseguição, apesar da evidente vantagem numérica. Exemplificou bem a incapacidade para perseverança do eslavo médio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis que me surge um pedido de socorro pelo rádio. Nossas unidades de terra estavam sob ataque. Exatamente no bloqueio de armas anti-tanque no setor F4, logo a norte de Belgorod. Alguém iria pagar caro pela ousadia. Segui para lá e iniciei uma descida em espiral acentuada, forçando a vista para ver o bandido verde sobre o solo também verde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lá estava ele. Um Sturmovik lento como uma jaca velha seguindo sobre a estrada. Como uma sombra, reduzi a potência e mergulhei sobre o maldito. Ao chegar bem perto, a uns 200m disparei todas as armas, mandando chumbo quente no korno. Diversas explosões na asa esquerda e fuselagem, na área do motor, mas ao olhar para trás vi que o tinhoso seguia voando, e o que é mais incrível, atacando!!  Devia estar sentindo falta de seus ancestrais, ou era masoquista!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Virei para uma nova passagem e larguei chumbo no porco. De novo pelo lado esquerdo, novamente diversas explosões e o bicho começou a expelir a doce fumaça negra do destino. Me virei para a base, pois a esta altura o porco estaria uivando fora seus bagos no rádio pedindo socorro. Assim me privei de ver uma bela cena de espatifamento e chamas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas logo fui informado que um Sturmovik de fato havia explodido ao ser submetido a uma rápida desaceleração em contato com sua amada terra pátria. Sempre digo que o que mata não é a queda, mas sim o fim dela. Ao cair, siga caindo!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Verifiquei que não estava sendo seguido e voltei para a base em Belgorod, já me lembrando da cervejinha artesanal da família e do doce inverno da Floresta Negra. Tenho que matar mais bolcheviques para voltar para casa a tempo do próximo inverno! Ao menos teria a schnapps enviada pela turma da infantaria como de praxe. Boa sorte aos garotos da lama, que sofrem mais do que nós, da Luftwaffe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tchuss&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-7692344387737669154?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d1VBD0Yxc0nluvTFHuuFPRwr8no/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d1VBD0Yxc0nluvTFHuuFPRwr8no/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d1VBD0Yxc0nluvTFHuuFPRwr8no/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d1VBD0Yxc0nluvTFHuuFPRwr8no/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/f1_70yIPKrQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/7692344387737669154/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/11/pequeno-conto-narrado-atraves-de-um.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/7692344387737669154?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/7692344387737669154?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/f1_70yIPKrQ/pequeno-conto-narrado-atraves-de-um.html" title="Pequeno conto narrado através de um piloto da Luftwaffe em 1943" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/11/pequeno-conto-narrado-atraves-de-um.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UAQ3cycCp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-2039138605033592708</id><published>2009-07-17T12:43:00.002-03:00</published><updated>2010-05-25T12:27:22.998-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:27:22.998-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opinião" /><title>Comparando Varig e GM</title><content type="html">Envio texto escrito pelo meu sogro, que trabalhou por muitos anos na Varig:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;GM e Varig, duas empresas com histórico semelhante: grandiosas em seus dias de glória e decadentes na presente década. O imenso know-how em suas respectivas áreas de atividade, a importância de suas marcas e os aspectos sociais envolvidos justificava plenamente encontrar uma solução para a sobrevivência das duas empresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tentativa de solução veio através do processo de “recuperação judicial” no Brasil e pelo capítulo 11 da Lei das Falências nos EU. As semelhanças terminaram ai. Em apenas 40 dias nasceu a Nova GM  mais enxuta, com menos marcas, menos concessionárias, menos fábricas e menos empregados. Aqui, após meses de idas e vindas e de leilões onde se apresentaram somente investidores abutres, o processo de recuperação de Varig terminou melancolicamente com duas empresas: a Velha Varig, cheia de dividas e com somente um avião e a Nova Varig completamente desmantelada que hoje pertence a Gol. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que fez diferença mesmo foi a vontade política. Enquanto nos EU, país mais capitalista do mundo avesso à participação do Estado em qualquer atividade empresarial, o Governo injetou US$ 50 bilhões e tornou-se, temporariamente, dono da GM apostando na sua recuperação e no retorno do seu empréstimo, aqui a Varig não teve a mesma sorte e acabou desaparecendo."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;Ivan Ribeiro dos Santos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: 100%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-2039138605033592708?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yPTQyMBRZkHD1fD6I2ykjqkYheA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yPTQyMBRZkHD1fD6I2ykjqkYheA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yPTQyMBRZkHD1fD6I2ykjqkYheA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yPTQyMBRZkHD1fD6I2ykjqkYheA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/kllbGU_PkSc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/2039138605033592708/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/comparando-varig-e-gm.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/2039138605033592708?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/2039138605033592708?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/kllbGU_PkSc/comparando-varig-e-gm.html" title="Comparando Varig e GM" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/comparando-varig-e-gm.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UERH87eCp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-5490422356690230679</id><published>2009-07-15T23:41:00.002-03:00</published><updated>2010-05-25T12:26:45.100-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:26:45.100-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Críticas" /><title>Quem quer ser um milionário.</title><content type="html">Fui ver o filme meio a contragosto, por insistência de um amigo, que havia adorado. Minha resistência se devia à leitura de algumas críticas favoráveis publicadas nos jornais. Atualmente fica difícil ler alguma crítica realmente consistente nos meios de comunicação. O que de vê são textos num estilo coloquial-telegráfico-moderninho, em que não há qualquer opinião, ponto de vista, critério. Se for isto o que se ensina nas Faculdades de Comunicação, realmente é melhor não ter diploma. E se estas antas pós-modernas, que saem em série das faculdades e parecem ser todas uma só, tal a mediocridade pasteurizada dos seus textos, gostam de um filme, procuro manter uma distância higiênica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, munido da maior boa-vontade, fui ao cinema. E comecei a detestar o filme logo nas primeiras cenas - cenas de tortura numa delegacia. É difícil transformar tamanha brutalidade em objeto estético. Mas o filme faz algo pior. As tais cenas (como, aliás, todo o filme) são realizadas com todos os tiques e truques de um filme publicitário – edição picotada, cores estouradas, closes nos rostos e corpos, ângulos inusitados de câmara, tudo isto como maneirismo, sem nenhuma função narrativa. O velho Hitchcock dizia que uma câmara dentro da geladeira é justificativa mais que suficiente para sair do cinema. Num bom filme, cada ângulo, cada movimento deve expressar alguma coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a linguagem da publicidade e do videoclipe adotada pelo diretor serve para vender produtos, fetichizando-os (sejam eles pastas de dentes, sabonetes, carros esporte ou o novo astro da música pop), suspeitei que naquelas cenas o diretor estava vendendo a própria tortura. O diretor estava talvez tentando me fazer compartilhar com ele do gosto perverso de torturar o personagem! Um inglês que filma com prazer a tortura de um indiano, evitando sujar as próprias mãos – são outros indianos que aplicam a tortura!- ultrapassa largamente a mais depravada imaginação colonialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu estava enganado. A situação era pior. Pelo menos o torturador tem alguma convicção, se não de uma ideologia, pelo menos do seu gosto depravado. Aos poucos, com o passar do tempo, a perspectiva do diretor foi se tornando mais clara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda obra de arte apresenta um determinado ponto de vista. Na obra de arte pura, o ponto de vista é estático, de contemplação da realidade. O artista convida o público a apreciar a obra de uma perspectiva neutra. Segundo James Joyce, as obras que não alcançam tal nível estético, as obras impuras, contaminadas pelo desejo de provocar uma reação, podem se dividir em 1) didáticas, se procuram despertar a aversão do expectador (por exemplo, as obras politicamente engajadas, que querem pregar lições de moral), ou 2) pornográficas, se buscam despertar o desejo (a publicidade, que tem por fim obrigar você a comprar o sabão em pó X em lugar dos concorrentes, os filmes de sexo, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao adotar a linguagem da publicidade, o filme se filia à corrente pornográfica – quer provocar o desejo do espectador por alguma coisa. Um crítico indiano falou em pornografia da miséria, mas me parece que não é propriamente a miséria que o filme vende, é algo pior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aliás, esta foi a impressão de todos nós que assistimos o filme naquele dia. O filme, como um peixe estragado, só vai piorando ao longo do tempo. É como se fossemos descobrindo, para usar uma imagem cara ao diretor, que por baixo da fossa infecta do seu trabalho houvesse uma fossa infinita, desprendendo um mau odor metafísico que contamina mesmo a lembrança. O melhor que o diretor poderia fazer, para o bem da Humanidade, seria reservar suas produções para seu vaso sanitário particular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que produto o diretor tenta vender? Seu próprio narcisismo – a visão entediada e cínica que um membro do clube dos moderninhos – cabelos raspados do lado e despenteados por horas diante do espelho, roupas descoladas, atitude blasé e cruel – tem, não da realidade, mas de si mesmo. É a pornografia do narcisismo, que provoca o prazer dos outros narcisistas que se reconhecem na absoluta indiferença pela vida mostrada na tela. Não importa torturar o personagem, cobri-lo de fezes – ali, nada importa, só mostrar a pseudo-estética publicitária dos “antenados”, que fazem gracinha com a miséria dos outros para espantar o tédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há nada mais provinciano que um cidadão do mundo. A riqueza de uma situação depende em grande parte da riqueza interior do contemplador. A pessoa que está à vontade em todo o mundo, e já não vê novidade em nada, é ela mesma um tédio, um vazio. Por isto o diretor filma na Índia e não vê nada da Índia – podia ter feito seu filme em qualquer outro lugar do mundo, onde existe miséria material (as favelas e o lixo que o diretor se compraz em mostrar) e miséria espiritual (na forma de programas de auditório).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é à toa que, como qualquer turista débil mental, quando quer dar uma cor local, o diretor vai ao Taj Mahal, não o Taj Mahal da história, da arquitetura, mas o Taj Mahal do cartão postal, da foto com que o viajante imbecil vai atormentar os amigos na volta da viagem. O diretor é o tal turista imbecil, e quer fazer de nós, pobre público, espectadores dos seus slides de viagem (um ritual de classe média felizmente extinto), exibindo com arrogância sua penúria intelectual. Porque somente um imbecil vai à Índia de tradições milenares e riquíssima história e se contenta com o Taj Mahal dos guias de turismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num certo sentido, talvez o crítico indiano tenha razão. O filme é mesmo pornografia da miséria – da miséria intelectual do diretor, que exibe seu pobre narcisismo para o clubinho de moderninhos entediados e hipócritas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diretor, no seu exibicionismo, mostra-se totalmente indiferente ao destino dos personagens, que nunca se tornam reais por serem mostrados com a mais absoluta indiferença. Assim, não hesita em torturar e cobrir de fezes seu protagonista, não hesita em mostrar total falta de interesse pelas seqüelas da tortura (não há marcas psicológicas no torturado, que sai da delegacia cumprimentando os torturadores), não hesita em hipocritamente dizer que a saída da pobreza só é possível através de um milagre, que vai fazer de você um novo apresentador de televisão do terceiro mundo, mas que isso no fundo não faz nenhuma diferença. Aliás, nada faz diferença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns censuraram no filme as cenas de extrema violência. Ora, os entediados e blasés precisam de experiências sensoriais extremas para sentir alguma coisa. A necessidade do choque revela a anestesia da sensibilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros comemoraram a trilha sonora pop, uma pobre imitação da música dos guetos negros norte-americanos, que poderia ter sido feita em qualquer lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns ainda elogiaram a aproximação com Bollywood. Bollywood, com raras exceções, é o lixo da produção cinematográfica indiana, o equivalente dos filmes da Xuxa, só que para adultos lesados intelectualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o mais espantoso é que algumas pessoas disseram que se tratava de um conto de fadas! Os contos de fadas, ao contrário do que se possa pensar, são de um absoluto realismo, transmitido através de recursos fantásticos. Como os heróis dos contos, também fomos chamados à aventura de viver, também devemos vencer desafios, também encontramos no caminho antagonistas e auxiliares, e, se bem sucedidos, trazemos as vantagens de nossas conquistas para a comunidade a que pertencemos. O filme na verdade é o inverso de um conto de fadas – no seu ultra-realismo tacanho se revela profundamente irrealista, porque não reflete o mundo e as pessoas, reflete a mente totalmente absorvida por si mesma do diretor, revela o seu narcisismo doente, que faz pouco da realidade psicológica do conto de fadas, piscando o olho para os outros narcísicos que no fundo não acreditam na possibilidade de milagres. Nada inesperado pode surgir num mundo que é ocupado totalmente por um ego gigantesco e vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o leitor quiser ver uma verdadeira obra de arte, que adota uma perspectiva ocidental colonialista sobre a Índia, recomendo O Rio Sagrado, de Jean Renoir. Recomendo também a série de televisão O Mahabbharata, versão do grande épico hindu, dirigida por Peter Brook, com um interessante elenco multicultural. O filme me parece captar o espírito da cultura milenar indiana. Há também um bom cinema indiano, exemplificado pela Trilogia de Apu, do diretor Satyajit Ray.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-5490422356690230679?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4_ppq_-LMLFd07SvmZ68nJn1WuU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4_ppq_-LMLFd07SvmZ68nJn1WuU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4_ppq_-LMLFd07SvmZ68nJn1WuU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4_ppq_-LMLFd07SvmZ68nJn1WuU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/jnh3BQDvPCs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/5490422356690230679/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/quem-quer-ser-um-milionario.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5490422356690230679?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5490422356690230679?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/jnh3BQDvPCs/quem-quer-ser-um-milionario.html" title="Quem quer ser um milionário." /><author><name>Roberto Santoro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09479881960423209260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/quem-quer-ser-um-milionario.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UNQnkzfSp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-5116234028585980431</id><published>2009-07-14T16:41:00.001-03:00</published><updated>2010-05-25T12:28:13.785-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:28:13.785-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opinião" /><title /><content type="html">&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/SlzrECHgyvI/AAAAAAAAAAU/91RYJTlsLno/s1600-h/aldrin.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358416111184431858" src="http://3.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/SlzrECHgyvI/AAAAAAAAAAU/91RYJTlsLno/s400/aldrin.JPG" style="float: right; height: 400px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 264px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Está no JB de hoje: Há 40 anos, em 20 de julho de 1969, o homem deu o primeiro passo na lua.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Faz algum tempo li alguns trechos do livro de Buzz Aldrin, provavelmente "Magnificent Desolation - The Long Road Home from the Moon " publicados numa revista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Dois trechos são, no mínimo, curiosos e controversos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;No primeiro deles, Aldrin rememora o momento exato em que deu a notícia da sua ida à Lua para sua esposa. Foi numa lavanderia. Ele pensou no inusitado da situação e quando estava por se culpar pela má escolha do local, a sua mente analítica e treinada retomou a conduta e retrucou: mas será que existe algum lugar adequado na Terra para dar uma notícia dessas!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Em outro momento do livro ele revela uma questão no mínimo perturbadora naqueles instantes que antecederam a missão. Por que escolheram Neil Armstrong para ser o primeiro homem na lua? A questão parecia envolta nos mais escabrosos componentes da corrida espacial americana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Para ele a escolha poderia residir em alguma falha no seu treinamento... algum problema de temperamento... afinal, o que poderia fazer de Armstrong um ser mais qualificado do que ele? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;De tanto se torturar com a questão, resolveu ir direto na fonte. Foi perguntar ao Chefe da Missão Apollo. Suas palavras devolveram a calma ao pobre Buzz e explicaram que o motivo de Armstrong ser o primeiro homem a pisar na lua, na realidade, foi decidido por uma questão meramente técnica. A disposição física do apertado módulo de descida - O Eagle - favorecia a abertura e descida pela escada, primeiro do comandante Armstrong, e depois, do piloto do módulo Aldrin.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Afinal, assim é a vida. Existem outras versões para esta mesma história. Prefiro acreditar nesta.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/Slzvv60j8pI/AAAAAAAAAAc/Af05p29IvNs/s1600-h/Michael_collins_training_apollo_11.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358421263186653842" src="http://1.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/Slzvv60j8pI/AAAAAAAAAAc/Af05p29IvNs/s400/Michael_collins_training_apollo_11.jpg" style="float: right; height: 200px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 333px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Muito se fala dessa conquista e dos dois astronautas americanos que pisaram na "magnífica desolação". Mas pouca coisa se diz de Michael Collins, o outro integrante que ficou orbitando com o módulo de comando enquanto o Eagle efetuava a descida e o pouso. Foram 48 minutos de silêncio rádio numa solidão em vôo solo só comparada a de Adão. Esse pra mim, não desmerecendo os outros, é claro, foi o herói da história.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-5116234028585980431?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCjVAZeEnqt2dnh1srHMxm1yEqM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCjVAZeEnqt2dnh1srHMxm1yEqM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCjVAZeEnqt2dnh1srHMxm1yEqM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KCjVAZeEnqt2dnh1srHMxm1yEqM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/c1b2MOKtAm0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/5116234028585980431/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/esta-no-jb-de-hoje-ha-40-anos-em-20-de.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5116234028585980431?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5116234028585980431?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/c1b2MOKtAm0/esta-no-jb-de-hoje-ha-40-anos-em-20-de.html" title="" /><author><name>Márcio Bokel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11265250837812347223</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/SlzrECHgyvI/AAAAAAAAAAU/91RYJTlsLno/s72-c/aldrin.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/esta-no-jb-de-hoje-ha-40-anos-em-20-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAMQ3Y_fyp7ImA9WxJUEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-5217777608757120556</id><published>2009-07-07T23:33:00.000-03:00</published><updated>2009-07-07T23:39:42.847-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-07T23:39:42.847-03:00</app:edited><title>Carta de intenções.</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Caro amigo Duda,&lt;br /&gt;    Agradeço a você a oportunidade de participar deste blog. Se dependesse dos meus parcos conhecimentos de informática, nem estaria escrevendo neste computador, que também é resultado de sua ajuda de especialista. Enfim, chega de bajulação e vamos ao que interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Espero usar este espaço de forma bastante livre, discorrendo sobre assuntos tão diversos como cinema, literatura, música clássica, artes plásticas, mitologia, religiões. Eventualmente, considero a possibilidade de incluir uma poesia ou um pequeno conto. Comentários sobre fatos do dia-a-dia também farão parte. E tantos assuntos quanto eu tiver vontade. Até mesmo psiquiatria e psicanálise. O até mesmo é por conta de que não quero aborrecer nem o leitor eventual nem meus amigos com uma exploração burocrática da minha profissão - somente idéias próprias, claras e interessantes devem ter lugar (obs: cultores da reforma ortográfica hão de me perdoar idéia com acento – para mim, idéias sem acento, como lâmpadas queimadas, não iluminam nada).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Talvez pareça redundante dizer que parto de um determinado ponto de vista. Acho necessário ser redundante porque no mundo atual pontos de vista parecem seguir o caminho dos dodôs e dos dinossauros.  Assim, para fins de clareza, aí vai minha posição pessoal. Em primeiro lugar, adoto uma perspectiva anti-relativista. Mais uma aparente obviedade, que infelizmente escapa aos pós-modernos: sem algum referencial, é impossível emitir qualquer julgamento. Se, como querem Foucault e companhia, toda verdade é um discurso construído pelos detentores do poder, então a visão foucaldiana é também um discurso fabricado pelos poderosos dos meios universitários, principalmente brasileiros e franceses, que imitam o ilustríssimo filósofo careca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Meu anti-relativismo é de base humanista – um humanismo radical que se pauta na luta diária que cada indivíduo deve empreender buscando a auto-superação, no sentido de um desenvolvimento moral que deve permanecer como meta até o fim da vida. Valores como solidariedade, respeito, amizade, confiança, verdade, bondade, beleza, sejam eles construções humanas ou reflexos de um mundo ideal ao modo de Platão ou da religião, fundamentam minhas posições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Posições que ficarão mais claras quando eu parar de filosofar e começar a abordar questões mais concretas. A primeira, que prometi a você, meu caro Duda, é um comentário sobre o filme &lt;em&gt;Quem quer ser um milionário&lt;/em&gt;, que tivemos a infelicidade de ver juntos. A companhia era boa, já o filme... Bem, há uma cena que para mim resume bem a essência do filme – a cena em que um menino mergulha no conteúdo de uma fossa, ficando coberto de excrementos. Curiosamente, um grande admirador do filme e do diretor, com quem tive oportunidade de conversar, também destacou esta cena como uma das mais importantes, e chegou a me dizer que mergulhos na merda são uma espécie de marca registrada do diretor. Enfim, há gosto para tudo. Antigamente a coprofilia estava incluída no grupo das perversões – hoje, faz sucesso nos cinemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Brincadeiras à parte (às vezes me pergunto se é possível fazer humor diante de um tal nível de mau gosto),  tentarei ser objetivo. Espero ajudar algum leitor desavisado de se poupar de perder seu tempo com este filme. O comentário completo fica para a próxima.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desculpem a prolixidade e o tom sério. Um abraço para todos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Roberto.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-5217777608757120556?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dV4kN5E0dCX1wA9mC_OE76zvYhk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dV4kN5E0dCX1wA9mC_OE76zvYhk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dV4kN5E0dCX1wA9mC_OE76zvYhk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dV4kN5E0dCX1wA9mC_OE76zvYhk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/hhnGt6x52jI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/5217777608757120556/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/carta-de-intencoes.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5217777608757120556?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/5217777608757120556?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/hhnGt6x52jI/carta-de-intencoes.html" title="Carta de intenções." /><author><name>Roberto Santoro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09479881960423209260</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/carta-de-intencoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QCRHw5cSp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-2717146509989077008</id><published>2009-07-07T18:09:00.001-03:00</published><updated>2010-05-25T12:29:25.229-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:29:25.229-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Notícias" /><title>Idéia fantástica</title><content type="html">Pessoal, tive que me apropriar deste fantástico vídeo exibido no Blog do Pedrinho (&lt;a href="http://www.pedromalan.wordpress.com/"&gt;NOP&lt;/a&gt;), post chamado Sound of Trains.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7EYAUazLI9k&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7EYAUazLI9k&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incrível, não?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-2717146509989077008?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Kdwzkrtlbzar92gweKp0-xEJaQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Kdwzkrtlbzar92gweKp0-xEJaQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Kdwzkrtlbzar92gweKp0-xEJaQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1Kdwzkrtlbzar92gweKp0-xEJaQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/9_OQlcIm5B0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/2717146509989077008/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/ideia-fantastica.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/2717146509989077008?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/2717146509989077008?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/9_OQlcIm5B0/ideia-fantastica.html" title="Idéia fantástica" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/ideia-fantastica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QGQXk6fCp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-9040605603898922146</id><published>2009-07-06T15:05:00.001-03:00</published><updated>2010-05-25T12:28:40.714-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:28:40.714-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opinião" /><title>Da série - aculturação</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/SlJCNnJNXNI/AAAAAAAAAAM/TNTF1sHOd8s/s1600-h/HelpLinguaPortuguesa.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355415708510280914" src="http://4.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/SlJCNnJNXNI/AAAAAAAAAAM/TNTF1sHOd8s/s400/HelpLinguaPortuguesa.gif" style="float: right; height: 264px; margin: 0px 0px 10px 10px; width: 267px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Caros colegas blogueiros e demais leitores eis que surge o primeiro post.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Antes porém o meu cordial bom dia! / boa noite! / boa madruga! Aí que saco esta era da internet para este iniciante blogueiro. É melhor dar um oi geral, ou melhor, como diria meu pai: ' crick pra ôces!' &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Sou daquelas figuras que já perderam umas milhas capilares no alto da cabeça. Careca tipo motel... duas entradas e uma cama redonda bem lá no meio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ou que acumularam (e continua acumulando) umas milhas adiposas na região central e que talvez tenham servido de inspiração ao Duda quando da divagação resultante para nomear este blog.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ou... bem é melhor não descer mais não. Vamos ao motivo principal desta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Da série aculturação brasileira no. 1 temos no cardápio hoje a seguinte pérola:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Quem viu nas bancas lembra, quem é rato de sebo já topou com ele em alguma prateleira empoeirada e quem é novo e não viu... é sempre bom lembrar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Triste é o país que teve em circulação, encartado em um jornal de grande circulação pelo país, uma enciclopédia de auxílio à língua portuguesa denominada HELP.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Abraços a todos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;p.s. não tomo chopp com frequência não, prefiro um vinho de vez em quando... mas pode confiar, valeu! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-9040605603898922146?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IRlPIavoQDFgjF9QKwffJUZCSew/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IRlPIavoQDFgjF9QKwffJUZCSew/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IRlPIavoQDFgjF9QKwffJUZCSew/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IRlPIavoQDFgjF9QKwffJUZCSew/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/7g5HsmH5k-g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/9040605603898922146/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/da-serie-aculturacao.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/9040605603898922146?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/9040605603898922146?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/7g5HsmH5k-g/da-serie-aculturacao.html" title="Da série - aculturação" /><author><name>Márcio Bokel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11265250837812347223</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_TxXK6jOpcZw/SlJCNnJNXNI/AAAAAAAAAAM/TNTF1sHOd8s/s72-c/HelpLinguaPortuguesa.gif" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/da-serie-aculturacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UGQn87eCp7ImA9WxFXGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-8289557806024077293</id><published>2009-07-05T21:21:00.001-03:00</published><updated>2010-05-25T12:27:03.100-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-25T12:27:03.100-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Críticas" /><title>Sugestão de jogo - Fallout 3</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saudações,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda aguardando ansioso (e sentado) que os preguiçosos, quer dizer, co-autores do blog postem, seguirei com as barbaridades usuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje teremos um breve comentário sobre um grande jogo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fallout 3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ando jogando o &lt;a href="http://fallout.bethsoft.com/index.html"&gt;Fallout 3&lt;/a&gt; - Trata-se do &lt;a href="http://www.elderscrolls.com/home/home.php"&gt;Oblivion&lt;/a&gt; em ambiente pós-apocalipse, com mutantes e gangues armadas até os dentes, ambientado em Washington DC, após uma guerra atômica entre EUA e China, se bem me lembro. O que me espantou foi que neste cenário a engine da Bethesda funcionou de forma muito mais adequada. Recomendo muito para jogos off-line. Destaque para os diferentes ângulos de visão quando se atira nos oponentes usando o VATS (sistema de auto-aquisição de alvos - tecla V). Fica demais - vejam exemplo abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oJuxO6Paepg/SlFIfoawrLI/AAAAAAAAAv4/mbCkUftCwF0/s1600-h/Fallout3+Screen.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355141140183035058" src="http://2.bp.blogspot.com/_oJuxO6Paepg/SlFIfoawrLI/AAAAAAAAAv4/mbCkUftCwF0/s400/Fallout3+Screen.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 226px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Grande recomendação do Paulão!  Aí garoto!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abs e beijos,&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-8289557806024077293?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TY8T6otbnvpdXR9L23ubBxhCZMI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TY8T6otbnvpdXR9L23ubBxhCZMI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TY8T6otbnvpdXR9L23ubBxhCZMI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TY8T6otbnvpdXR9L23ubBxhCZMI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/dyrFsxaQnNc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/8289557806024077293/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/saudacoes-ainda-aguardando-ansioso-e.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/8289557806024077293?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/8289557806024077293?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/dyrFsxaQnNc/saudacoes-ainda-aguardando-ansioso-e.html" title="Sugestão de jogo - Fallout 3" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_oJuxO6Paepg/SlFIfoawrLI/AAAAAAAAAv4/mbCkUftCwF0/s72-c/Fallout3+Screen.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/saudacoes-ainda-aguardando-ansioso-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0INRHc8fSp7ImA9WxJVFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-596117109358534776.post-574849078590775171</id><published>2009-07-02T18:42:00.001-03:00</published><updated>2009-07-02T18:53:15.975-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-02T18:53:15.975-03:00</app:edited><title>Boas vindas</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Amigos da boa escrita, do papo furado e da baderna generalizada. Do chopp na praia e do charuto na lareira. Este blog é para voces. Aqui despejaremos nossas barbaridades elocubrativas, comentários viajantes, análises e críticas de cinema e livros, e o que mais houver na cachola de todos. Eu mencionei jogos?? Siiiiim!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participam desse blog, além desse que vos fala, Roberto e Márcio. Ambas criaturas de grande estatura bibliotecária, que gostam de um bom choppinho - nunca confiem em quem não bebe, eu sempre digo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, se mais alguém se  animar a nos impingir sua verborragia, sintam-se à vontade para fazê-lo. Basta me enviar o texto que o publicamos com os devidos créditos! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e beijos a todos, e sejam bem vindos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/596117109358534776-574849078590775171?l=blogdomataborrao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s-IsAAoH8HWSU5lNAk9ziPsW7HA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s-IsAAoH8HWSU5lNAk9ziPsW7HA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s-IsAAoH8HWSU5lNAk9ziPsW7HA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s-IsAAoH8HWSU5lNAk9ziPsW7HA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~4/u_JoY6Sx1V4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/feeds/574849078590775171/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/boas-vindas.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/574849078590775171?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/596117109358534776/posts/default/574849078590775171?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NexoRisadasEMata-borro/~3/u_JoY6Sx1V4/boas-vindas.html" title="Boas vindas" /><author><name>Duda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11908661460920749782</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="22" height="32" src="http://photos1.blogger.com/img/36/6219/640/DudaProfile-3.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://blogdomataborrao.blogspot.com/2009/07/boas-vindas.html</feedburner:origLink></entry></feed>

