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type="html">Notícias, artigos e discussão sócioambiental</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://econota.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><generator version="7.00" 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13/02/2012&lt;/h5&gt;
&lt;b&gt;Por Fábio de Castro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;

&lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – Em janeiro, a Organização das Nações Unidas 
(ONU) divulgou o primeiro esboço da declaração final da Conferência 
sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que será realizada no Brasil
 em junho.&lt;br /&gt;

O documento, no entanto, deveria destacar de forma mais clara e 
objetiva o princípio de que há um limite natural para o planeta – um 
conceito central para o desenvolvimento sustentável. A opinião é de 
Carlos Alfredo Joly, titular do Departamento de Políticas e Programas 
Temáticos (DEPPT), a Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e 
Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 
(MCTI) e coordenador do programa BIOTA-FAPESP.&lt;br /&gt;

“O principal problema com o documento é o fato de não partir do 
princípio de que há um limite natural para o planeta, e que 
inevitavelmente teremos que nos adaptar à sua capacidade de suporte. 
Este é um conceito chave do desenvolvimento sustentável, que não está 
posto de forma clara e objetiva em parte alguma do documento. Partir 
desse princípio pode ser a única chance para que a RIO+20 alcance 
objetivos palpáveis”, disse Joly à &lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;

Outras autoridades e especialistas ambientais também criticaram o 
documento. O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, contou à
 &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;, em &lt;b&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1046060-brasil-considera-insuficiente-primeira-versao-de-guia-para-rio20.shtml" target="_blank"&gt;reportagem&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;
 publicada em 8 de fevereiro, que os membros da comissão nacional que 
discute a RIO+20 pediram maior detalhamento dos objetivos de 
desenvolvimento sustentável no texto do esboço, além da inclusão de 
menção a padrões insustentáveis de produção e consumo.&lt;br /&gt;

Produzido por uma comissão da ONU envolvendo estados membros, 
agências internacionais, organizações não governamentais e grupos 
políticos, o documento, intitulado &lt;b&gt;&lt;a href="http://hotsite.mma.gov.br/rio20/documentos/documentos-oficiais-da-conferencia/" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;Zero Draft&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;
 (“Esboço Zero”), também foi criticado publicamente por autoridades 
ambientais da Europa, mas em sentido oposto: elas atribuem “falta de 
foco” ao texto, já que ele estabelece como prioridades da conferência 
temas como economia verde e desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;

Segundo os europeus, a conferência deveria ter mais foco na questão 
ambiental propriamente dita e na reorganização institucional dos órgãos 
internacionais voltados ao tema.&lt;br /&gt;

A ministra francesa do Meio Ambiente, Nathalie Morizet, disse ao jornal &lt;i&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/i&gt;,
 em reportagem publicada no dia 1º de fevereiro, que “quanto mais 
falamos sobre crescimento verde e menos sobre governança, mais estamos 
perdendo o foco”. Jean Jouzel, vice-presidente do Painel 
Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), também afirmou que a 
RIO+20 precisa ser “mais conclusiva e menos filosófica”.&lt;br /&gt;

A divergência de pontos de vista, segundo Joly, confere ainda mais 
importância ao evento que será realizado conjuntamente pelo BIOTA, pelo 
Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN) e pelo Programa FAPESP
 de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais nos dias 6 e 7 de março.&lt;br /&gt;

Segundo Joly, o &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.fapesp.br/rio20" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;BIOEN-BIOTA-Climate Change Joint Workshop: Science &amp;amp; policy for a greener economy in the context of RIO+20&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; foi planejado para que a comunidade científica possa discutir os temas da Rio+20.&lt;br /&gt;

No dia 8 de março, a comissão brasileira que discute as sugestões 
para o documento final da RIO+20 se reunirá novamente. As sugestões da 
reunião serão compiladas pela secretaria executiva brasileira, que 
condensará um novo texto para encaminhar à ONU.&lt;br /&gt;

“O workshop trará algumas lideranças internacionais centrais para 
esse processo de discussão e será uma grande oportunidade para avançar. 
De agora em diante, as delegações vão trabalhar no &lt;i&gt;Zero Draft&lt;/i&gt; até
 a 3ª Conferência Preparatória da Rio+20, que será realizada entre 13 e 
15 de junho no Rio de Janeiro. Uma vez que se chegue a um acordo, o 
documento será aprovado pelos chefes de Estado na conferência, de 20 a 
22 de junho”, disse Joly.&lt;br /&gt;

&lt;b&gt;Capacidade de suporte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;

De acordo com Joly, que é professor da Universidade Estadual de 
Campinas (Unicamp), o tema da capacidade de suporte da Terra, longe de 
ser uma “discussão puramente filosófica”, é justamente a maior promessa 
de resultados concretos para a conferência.&lt;br /&gt;

Se os chefes de Estado reunidos no Rio de Janeiro em junho de 2012 
aprovarem o princípio dos limites na capacidade de suporte da Terra, 
segundo Joly, isso levará a uma mudança de paradigmas que definirá uma 
nova trajetória para o planeta.&lt;br /&gt;

“Concretamente, esse me parece o único objetivo palpável que a RIO+20
 poderá alcançar. Sem o reconhecimento desses novos conceitos, como 
Economia Verde, a criação de novas estruturas, assim como a 
reorganização institucional da área ambiental das Nações Unidas, na 
melhor das hipóteses, apenas retardarão o colapso ambiental”, afirmou.&lt;br /&gt;

Segundo ele, o &lt;i&gt;Zero Draft&lt;/i&gt; deveria ter já em seu preâmbulo do 
documento, cujos tópicos descrevem o cenário no qual ocorre o debate, 
uma menção clara ao limite natural da capacidade de suporte do planeta.&lt;br /&gt;

“Trata-se de uma questão extremamente concreta. Se esse princípio 
constar no intróito do documento, a discussão já se desenvolverá com um 
sentido completamente diferente. Se todos os países endossarem a posição
 de que temos um limite de esgotamento do planeta, as convenções terão 
que trabalhar necessariamente nessa base. Isso determinará a agenda de 
como vamos modificar nossos padrões de destruição dos habitats, da 
biodiversidade, dos serviços ecológicos, de emissão de gases de efeito 
estufa e assim por diante”, explicou.&lt;br /&gt;

Apesar das limitações, o &lt;i&gt;Zero Draft&lt;/i&gt; também tem pontos 
positivos, na avaliação de Joly, que elogiou o documento por fazer 
significativas referências ao avanço científico e tecnológico na 
promoção do desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;

“O texto reafirma a importância da transferência de tecnologia para 
que todos os países possam avançar mais rapidamente nessa direção. 
Reforça também a necessidade da colaboração científica entre países, sem
 perder o foco nas soluções e inovações locais”, disse.&lt;br /&gt;

Outro aspecto positivo é que o esboço aponta para a necessidade de 
ampliação do relacionamento entre a comunidade científica e os 
formuladores de políticas e tomadores de decisão. “Ele reconhece que as 
decisões governamentais na área ambiental devem, cada vez mais, 
basear-se no resultado de pesquisas científicas”, afirmou.&lt;br /&gt;

A participação da comunidade científica será determinante para o 
aprimoramento do documento, que será objeto de intenso debate nos 
próximos meses.&lt;br /&gt;

Segundo Joly, para ser endossado por mais de 190 países, o documento 
final terá que conciliar posições amplamente divergentes. Mas discutir a
 questão de governança e a reformulação dos órgãos da ONU será tão 
importante como priorizar os temas do desenvolvimento sustentável e da 
Economia Verde.&lt;br /&gt;

“Por enquanto, o texto está muito parecido com o do documento final 
da RIO+10, realizada na África do Sul em 2002, que teve impacto muito 
baixo fora dos meios diplomáticos e frustrou as expectativas de todos. 
Na RIO+20 não teremos a assinatura de nenhuma nova convenção, portanto o
 mínimo que precisamos fazer é propor uma agenda muito clara. É isso que
 vamos discutir intensamente no workshop da FAPESP, em março”, 
destacou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações sobre o “BIOTA-BIOEN-Climate Change Joint Workshop: 
Science and Policy for a Greener Economy in the context of RIO+20”: &lt;a href="http://www.fapesp.br/rio20"&gt;&lt;b&gt;www.fapesp.br/rio20&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-3665756426155931268?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sQ0PG-porOGZU_PsvISRYjdy8PQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sQ0PG-porOGZU_PsvISRYjdy8PQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/h1&gt;
&lt;h5 class="date"&gt;
&lt;/h5&gt;
&lt;b&gt;Agência FAPESP&lt;/b&gt; – O 2º Congresso Brasileiro de Ecologia de 
Paisagens será realizado pela Associação Internacional de Ecologia de 
Paisagens do Brasil (IALE-BR), entre os dias 10 e 12 de setembro, em 
Salvador (BA).&lt;br /&gt;

O tema geral do evento é “Ecologia de paisagens e sustentabilidade: 
conectando a teoria à prática da conservação”. As propostas para 
simpósios e mesas-redondas poderão ser apresentadas até o dia 1º de 
abril. As inscrições com desconto poderão ser feitas até o dia 6 de 
agosto.&lt;br /&gt;

A IALE-BR  é a filial brasileira da Sociedade Científica 
Internacional de Ecologia de Paisagens (IALE). Em conjunto com o evento,
 será realizado o 2º Simpósio da Society for Conservation Geographic 
Information Systems. O simpósio terá como tema “SIG para conservação da 
biodiversidade: apoiando o planejamento e gestão de paisagens 
sustentáveis”.&lt;br /&gt;

O congresso pretende fortalecer a Ecologia de Paisagens no Brasil e 
dar continuidade aos trabalhos da IALE  na América Latina. O simpósio 
deve atrair, além de  pesquisadores das áreas de Ecologia de Paisagens e
 de Conservação, diversos profissionais interessados nos recentes 
avanços dos Sistemas de Informações Geográficas aplicados à  conservação
 ambiental.&lt;br /&gt;

Mais informações: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.eventus.com.br/iale2012" target="_blank"&gt;www.eventus.com.br/iale2012&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-3922041388172225561?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQWt72vZ8xoh_wfmOU29zGapQqg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQWt72vZ8xoh_wfmOU29zGapQqg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQWt72vZ8xoh_wfmOU29zGapQqg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EQWt72vZ8xoh_wfmOU29zGapQqg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/iHRjKqHVhb0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/3922041388172225561/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=3922041388172225561" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/3922041388172225561?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/3922041388172225561?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/iHRjKqHVhb0/2-congresso-brasileiro-de-ecologia-de.html" title="2º Congresso Brasileiro de Ecologia de Paisagens" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/2-congresso-brasileiro-de-ecologia-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IHQng5eSp7ImA9WhRbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-5772534440954904431</id><published>2012-02-07T03:52:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T03:52:13.621-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T03:52:13.621-08:00</app:edited><title>Selo verde pode incentivar produção de sapato sustentável</title><content type="html">&lt;div class="titulo_s"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="postinfo"&gt;

Por &lt;a href="http://www.usp.br/agen/?author=1549" title="Posts de Valéria Dias"&gt;Valéria Dias&lt;/a&gt; - valdias@usp.br&lt;/div&gt;
&lt;div class="postinfo"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;
        &lt;/div&gt;
Ainda neste primeiro semestre de 2012, o Laboratório de 
Sustentabilidade  (LASSU) do Departamento de Engenharia  de Computação e
 Sistemas Digitais da Escola Politécnica (Poli) da USP, em parceria com a
 Associação Brasileira de  Empresas de Componentes para Couro, Calçados e
 Artefatos (Assintecal),  deverá instituir um “selo verde” para as 
empresas de componentes de calçados engajadas no conceito de 
sustentabilidade. O conceito de componente de calçado ou calçado 
sustentável pode ser aplicado a um  produto que,  ao ser fabricado, 
respeite os quatro pilares que formam a   sustentabilidade (aspectos 
ambientais, econômicos, sociais e culturais)   em toda a sua cadeia 
produtiva.&lt;br /&gt;

Segundo a professora Tereza Cristina Carvalho, coordenadora do LASSU,
   para que uma empresa possa receber o selo, deverá apresentar  
processos   sustentáveis nos quatro pilares da sustentabilidade. No  
aspecto   econômico, um fator importante é o uso racional de  
matérias-primas,   economia de água e energia, além de aspectos ligados a
  produtividade,   tanto de colaboradores como das próprias máquinas. No
  ambiental,   trata-se da não utilização de substâncias tóxicas, como o
  cromo, no   amaciamento do couro, optando, por exemplo,  pelo uso de  
tanino. Já o   lado social traz questões como programas de saúde  
preventiva, segurança   no trabalho, concessão de benefícios 
trabalhistas  adicionais aos   previstos por lei, como bolsas de estudo e
 incentivos à  educação, além   do não uso de mão de obra infantil. O 
aspecto cultural  envolve  questões  como o quanto a empresa interage de
 forma positiva com a   comunidade,  desenvolvendo ações para preservar a
 cultura local.&lt;br /&gt;

Em um estudo realizado por pesquisadores da   Poli e do Instituto de 
Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em   inglês), nos Estados 
Unidos, em parceria com a Assintecal, foi constatado que, apesar da 
aparência semelhante ao calçado comum, o preço do sapato sustentável 
seria, em média, de 20% a 25% superior aos modelos  tradicionais, e este
 fator parece ser um empecilho  para o consumidor  adquiri-lo. Os 
resultados da pesquisa foram apresentados na Assintecal no último dia 25
 de janeiro.&lt;br /&gt;

&lt;div class="img size-full wp-image-87227 aligncenter" style="width: 293px;"&gt;

 &lt;a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/sapato-verde.jpg"&gt;&lt;img alt="" height="390" src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/sapato-verde.jpg" title="O custo deste sapato da linha verde é uma exceção: seu preço equivale a um produto não verde" width="293" /&gt;&lt;/a&gt;
 &lt;div&gt;
O custo deste sapato da linha verde é uma exceção: seu preço equivale a um produto não verde&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Como soluções para a questão, os pesquisadores sugerem um 
trabalho de conscientização junto aos consumidores finais e a realização
 de parcerias com instituições com peso na área de sustentabilidade, 
como bancos que apóiem empresas com projetos sustentáveis. A concessão 
do “selo verde” será parte da estratégia.&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: left;"&gt;
A professora explica que em setembro de 2011 foi submetido pela Assintecal, junto ao &lt;a href="http://actionlearning.mit.edu/l-lab/" target="_blank"&gt;MIT L-Lab&lt;/a&gt;
 (Programa de Liderança em Sustentabilidade), um projeto descrevendo os 
desafios de implantação e adoção  do “selo verde”. “Projetos como este 
são enviados ao MIT por instituições de ensino e por empresas de várias 
partes do mundo e os alunos podem escolher aqueles que mais lhe agradam.
 Isso oferece a oportunidade de melhor aplicação de conceitos de 
sustentabilidade”, destaca.&lt;/div&gt;
“Obtivemos a aprovação em outubro. O projeto foi selecionado porque é
 um exemplo claro de como a sustentabilidade pode afetar todo um setor 
da indústria e beneficiá-la, especialmente, no mercado internacional. 
Neste caso, espera-se um grande impacto na indústria calçadista do 
Brasil em todos os aspectos,&amp;nbsp; não somente no ambiental. Trabalhar com 
esta questão representa uma experiência muito importante para o futuro 
dos alunos que participaram do projeto”, diz.&lt;br /&gt;

&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;strong&gt;Estudando o setor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os alunos Sandra Chow, Jenny Xu, John Taveras, e Tomoki Kumada, do MIT, 
desembarcaram no Brasil na segunda semana de janeiro com o objetivo de 
estudar o mercado calçadista nacional, sob a orientação da professora 
Tereza. A ideia era avaliar qual o impacto de ações de sustentabilidade 
em toda a cadeia de valor do setor calçadista, desde insumos, montagem 
até o produto final. Eles visitaram cerca de 12 empresas calçadistas, em
 cidades como São Paulo, Cerquilho, Sorocaba, no estado de São Paulo, e 
também em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. São empresas que produzem
 insumos, solventes, botões, fivelas até os montadores do produto final.&lt;/div&gt;
A professora conta que, durante a realização da pesquisa, foi 
observado que o conceito de sapato sustentável é variável: desde o “eco 
shoes”, fabricado por meio de processos ecologicamente corretos, até o 
“sapato biodegradável”, que após ser enterrado e sofrer a ação de 
micro-organismos, é transformado em adubo em cerca de cinco anos. “Outra
 vantagem do selo da Assintecal será padronizar este&amp;nbsp; conceito”,  
explica.&lt;br /&gt;

&lt;div class="img aligncenter size-full wp-image-87226" style="width: 402px;"&gt;

 &lt;a href="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/couro-modas.jpg"&gt;&lt;img alt="" height="300" src="http://www.usp.br/agen/wp-content/uploads/couro-modas.jpg" title="A partir da esquerda: John Taveras, Sandra Chow, Jenny Xu, Tomoki Kumada, Tereza Cristina e representante da indústria de calçados na Couromodas" width="402" /&gt;&lt;/a&gt;
 &lt;div&gt;
A partir da esquerda: John Taveras, Sandra Chow, Jenny Xu, Tomoki 
Kumada, Tereza Cristina e representante da indústria de calçados na 
Couromodas&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;strong&gt;Selo verde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com os pesquisadores do MIT, para mudar o comportamento das 
pessoas e convencê-las sobre os benefícios da compra de um sapato 
sustentável, o ideal é que ocorra um processo gradual de educação. Como 
comparação de como isso poderia ser feito, eles citam que os usuários de
 computador, ao se depararem com a marca &lt;em&gt;Intel Inside&lt;/em&gt;, 
imediatamente associam que o processador é da marca Intel e que oferece 
uma série de características técnicas como qualidade e confiabilidade. 
Do mesmo modo, o selo verde da Assintecal seria uma forma de as pessoas 
associarem o calçado com as questões ligadas a sustentabilidade.&lt;/div&gt;
Este é o segundo “selo verde” que teve a participação da professora 
Tereza Carvalho em sua concepção. O primeiro foi concebido em 2008, 
quando ela ocupava o cargo de diretora do Centro de Computação 
Eletrônica (CCE), e visava a compra de computadores livres de chumbo, 
com eficiência energética e cujos componentes fossem recicláveis.&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;Imagens cedidas pela professora Tereza Carvalho&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Mais informações: (11) 3091-1092 / 6343, (11) 9603-3790 ou email &lt;a href=""&gt;terezacarvalho@usp.br&lt;/a&gt;, com a professora Tereza Cristina Carvalho, ou no site da Assintecal &lt;a href="http://ww3.assintecal.org.br/" target="_blank"&gt;http://ww3.assintecal.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-5772534440954904431?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kpUzql2PbnGjqh859EOPiJYaA8A/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kpUzql2PbnGjqh859EOPiJYaA8A/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kpUzql2PbnGjqh859EOPiJYaA8A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kpUzql2PbnGjqh859EOPiJYaA8A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/UXVaDqvQxDs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/5772534440954904431/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=5772534440954904431" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/5772534440954904431?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/5772534440954904431?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/UXVaDqvQxDs/selo-verde-pode-incentivar-producao-de.html" title="Selo verde pode incentivar produção de sapato sustentável" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/selo-verde-pode-incentivar-producao-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UGRHc7eip7ImA9WhRbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-1894616514992160297</id><published>2012-02-07T03:47:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T03:47:05.902-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T03:47:05.902-08:00</app:edited><title>Governo do Acre incentiva a Educação Ambiental nas escolas</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="grid_12 " id=""&gt;

  &lt;div class="moduletable"&gt;

     

&lt;div align="left" class="menu39" id="wrap39"&gt;

&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="menu39" id="menu39"&gt; 
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; 
&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="last39"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;div class="article-tools"&gt;

 &lt;div class="article-meta"&gt;
Por: &lt;span class="createdate"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="createby"&gt;Anderson Bodanese/Assessoria Sema  &lt;/span&gt;
  
  &lt;/div&gt;
&lt;div class="buttonheading"&gt;

        &lt;span&gt;
   &lt;/span&gt;&lt;span&gt;   &lt;/span&gt;
    
      &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table align="left" border="0" class="tabela" style="background-color: #ebebeb;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a class="jcepopup" href="http://www.agencia.acre.gov.br/images/stories/2012/fevereiro/DSC03954.jpg" target="_blank" title="Equipe da Sema discute parceria para fortalecer atividades de educação ambiental na escola (Foto: Assessoria SEMA)"&gt;&lt;img alt="Equipe da Sema discute parceria para fortalecer atividades de educação ambiental na escola (Foto: Assessoria SEMA)" height="187" src="http://www.agencia.acre.gov.br/images/stories/2012/fevereiro/thumbnails/thumb_DSC03954.jpg" style="float: left; margin: 5px;" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;div class="jce_caption" style="background-color: #ebebeb; display: inline-block; float: left; margin: 0px; padding-right: 10px; width: 250px;"&gt;
&lt;a class="jcepopup" href="http://www.agencia.acre.gov.br/images/stories/2012/fevereiro/DSC03938.jpg" target="_blank" title="Equipe da Sema discute parceria para fortalecer atividades de educação ambiental na escola (Foto: Assessoria SEMA)"&gt;&lt;img alt="Equipe da Sema discute parceria para fortalecer atividades de educação ambiental na escola (Foto: Assessoria SEMA)" height="187" src="http://www.agencia.acre.gov.br/images/stories/2012/fevereiro/thumbnails/thumb_DSC03938.jpg" style="float: left;" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div style="background-color: #ebebeb; clear: both; color: #333333; padding: 5px;"&gt;
Equipe da Sema discute parceria para fortalecer atividades de educação ambiental na escola (Foto: Assessoria SEMA)&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Secretaria de Meio Ambiente do Estado 
do Acre (Sema) visitou, na  última terça-feira, 30, a Escola Clínio 
Brandão, com o objetivo de  iniciar uma parceria para a realização de 
atividades de educação  ambiental na escola, como parte da agenda 
ambiental do governo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A equipe foi recebida pela ex-diretora, 
Jaqueline Oliveira, pela atual  diretora Ismênia da Silva e pelo 
coordenador administrativo Carlos  Cezar de Souza Melo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola 
Clínio Brandão se destaca na realização  de práticas educacionais 
inovadoras envolvendo a comunidade, através do  programa escola aberta, e
 na realização de diversas oficinas de  formação e integração tais como 
dança de salão, violão e culinária.&amp;nbsp; Em  2011, ganhou o prêmio de Gestão
 Escolar. A escola mantém uma área de  bosque como exemplo de 
conservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo Jaqueline Oliveira, a escolha por
 manter e preservar a área  verde foi da própria comunidade e dos 
alunos. “A comunidade optou pela  permanência do bosque. Havia um 
projeto de construção de uma quadra  poliesportiva no local, mas alunos e
 pais não abriram mão da área  verde”, explicou a diretora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para
 a realização de projetos de educação ambiental junto ao ensino  
público, o Estado conta com a parceria do novo empreendimento da cidade,
  o Via Verde Shopping, que irá contribuir para o desenvolvimento  
permanente de atividades socioambientais envolvendo e integrando a  
escola, a comunidade e os parceiros do projeto.&lt;/div&gt;
De acordo com a coordenadora de Educação
 Ambiental da Sema, Fátima  Silva, a educação só tem a ganhar com 
parcerias como esta, pois  incentiva projetos escolares. “A Sema, 
através de termo de cooperação  com a Secretaria de Estado de Educação e
 Esporte, vem realizando atividades de difusão da  temática ambiental 
para estudantes através dos Jogos Ambientais do Acre.  Com a escola 
Clinio Brandão teremos a oportunidade de realizar um  trabalho mais 
ampliado à medida que estaremos articulando essa parceria  com o Via 
Verde, para viabilizar projetos que são elaborados pela  própria 
escola”, disse Fátima&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-1894616514992160297?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/thE4Td7ENDz1sK_0Eati5xgfQZ8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/thE4Td7ENDz1sK_0Eati5xgfQZ8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/thE4Td7ENDz1sK_0Eati5xgfQZ8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/thE4Td7ENDz1sK_0Eati5xgfQZ8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/JBibmorZleQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/1894616514992160297/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=1894616514992160297" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/1894616514992160297?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/1894616514992160297?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/JBibmorZleQ/governo-do-acre-incentiva-educacao.html" title="Governo do Acre incentiva a Educação Ambiental nas escolas" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/governo-do-acre-incentiva-educacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYNQH47cCp7ImA9WhRbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-5189109401652410802</id><published>2012-02-07T03:13:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T03:13:11.008-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T03:13:11.008-08:00</app:edited><title>FMU abre inscrições para novo curso de Mestrado em Saúde Ambiental</title><content type="html">&lt;div align="center" class="yiv1211312253MsoPlainText" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 17.5pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1211312253MsoPlainText" style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1211312253MsoPlainText" style="text-align: center;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;As
  inscrições para o Processo Seletivo 2012 - 1º semestre, da nova modalidade de
  mestrado da Instituição, poderão ser feitas até 23 de março&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Atento às
  necessidades do mercado profissional, o Complexo Educacional FMU promove novo
  curso de Mestrado em Saúde Ambiental, com início das aulas previsto para
  abril de 2012. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;As
  inscrições para o Processo Seletivo – 1º Semestre/2012 já estão abertas,
  porém, as vagas são limitadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Estabelecido a
  partir da interação entre os cursos de Medicina Veterinária e Direito, o novo
  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;curso
  de Mestrado Profissionalizante em Saúde Ambiental integra atividades diversas
  nas áreas da tutela jurídica do ambiente, da eficiência da sustentabilidade
  na cadeia produtiva e do monitoramento da saúde ambiental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;O novo Mestrado em
  Saúde Ambiental&lt;b&gt; &lt;/b&gt;do Complexo Educacional FMU desenvolve o entendimento
  analítico e a elaboração de soluções no segmento da saúde ambiental. Atribuições
  recorrentes aos profissionais que atuam no segmento da medicina da
  conservação, ciência com princípios e objetivos semelhantes aos da biologia
  da conservação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Com um conteúdo
  programático abrangente, o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Mestrado em Saúde Ambiental&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;do Complexo
  Educacional FMU capacita os alunos para atuação em diversas frentes de
  trabalho no segmento, tais como agente propagador de educação sanitária e
  ambiental, na aplicação dos conhecimentos relativos à influência dos fatores
  ambientais sobre a saúde humana, também na elaboração e implantação de
  programas sanitários que contemplem o controle e a erradicação de doenças
  transmissíveis, no desenvolvimento de tecnologias limpas e sustentáveis e
  também na gestão de recursos naturais renováveis e não renováveis.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify; text-indent: 17.8pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Entre
  suas linhas de pesquisa, o Mestrado em Saúde Ambiental da FMU &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;aborda temas como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Tutela jurídica do
  Meio Ambiente; Eficiência e Sustentabilidade na Cadeia Produtiva e
  Monitoramento da Saúde Ambiental. O novo curso é Reconhecido pela Coordenação
  de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), instituição que
  desenvolve pesquisas e estudos jurídicos vinculados às novas ferramentas
  tecnológicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Informações:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Secretaria do Programa de Mestrado
 em Saúde Ambiental&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Endereço:&lt;/b&gt; Rua Ministro Nelson Hungria, 541 &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;Real
  Parque/Morumbi, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Atendimento&lt;/b&gt;: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h30 e das 14h30 às
  16h30&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Telefone:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;(11) 3040-3400&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt; Ramais: 3514/3525&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;b&gt;Site:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://portal.fmu.br/mestrado/saude-ambiental/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://portal.fmu.br/mestrado/saude-ambiental/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1211312253MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-5189109401652410802?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MzjDnHndZNT2Jmv9Il6UHGojpk8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MzjDnHndZNT2Jmv9Il6UHGojpk8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MzjDnHndZNT2Jmv9Il6UHGojpk8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MzjDnHndZNT2Jmv9Il6UHGojpk8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/iHlTAJ33jtY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/5189109401652410802/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=5189109401652410802" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/5189109401652410802?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/5189109401652410802?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/iHlTAJ33jtY/fmu-abre-inscricoes-para-novo-curso-de.html" title="FMU abre inscrições para novo curso de Mestrado em Saúde Ambiental" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/fmu-abre-inscricoes-para-novo-curso-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcFQXw7fyp7ImA9WhRbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-8758795634319493582</id><published>2012-02-07T03:10:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T03:10:10.207-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T03:10:10.207-08:00</app:edited><title>Ciclo de Palestras: Rio + 20 Sampa</title><content type="html">&lt;div align="center" dir="ltr" id="yui_3_2_0_1_1328612804759425"&gt;
&lt;span id="yui_3_2_0_1_1328612804759422" style="color: navy; font-family: Courier New; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="yiv1860786323875140921-06022012" id="yui_3_2_0_1_1328612804759419"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1328612804759416" style="color: black; font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong id="yui_3_2_0_1_1328612804759413"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: navy; font-family: Courier New; font-size: x-small;"&gt; 
&lt;div align="center" style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;A conferência RIO+20, 
que se realizará no final de junho de 2012, é apresentada como uma oportunidade 
mundial para reafirmar a sustentabilidade socioambiental como prioridade 
principal das organizações governamentais, econômicas e da sociedade civil e 
para também reafirmar a validade contínua dos princípios da Declaração do Rio 92 
e da Agenda 21. Dois serão os grandes temas desta conferência global: "A 
economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da 
pobreza e o quadro Institucional para o desenvolvimento 
sustentável."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, a 
UMAPAZ realiza um ciclo de palestras com ambientalistas e técnicos da área 
socioambiental colocando em pauta importantes temas.&lt;span class="yiv1860786323apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Confira abaixo a programação. Aberto a 
todos. &lt;span&gt;&lt;strong&gt;OBS:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Os interessados poderão se 
inscrever para as palestras que desejarem. Será concedido Certificado de 
Participação aos que tiverem presença em 75% da programação (06 palestras). 
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Inscrições: &lt;a href="mailto:inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br" rel="nofollow" target="_blank"&gt;inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 07 de fevereiro, das 14h às 17h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Palestra:&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De 
Estocolmo ao Rio+20: 40 anos de expectativas sobre o futuro que 
queremos.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Tema:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Retrospectiva das grandes 
conferências mundiais da área ambiental e das perspectivas da conferência 
Rio+20.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrante:&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Valério Igor Victorino 
- Doutor em sociologia pela Universidade de São Paulo e Especialista 
 em 
Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de São Paulo, com 
trabalhos nas áreas de planejamento, educação e licenciamento ambiental da 
Secretaria do Verde e do Meio 
Ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 08 de fevereiro, das 14h às 16h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Palestra: Arte e Paisagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Tema:&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A 
natureza percebida e representada pela arte, apesar de artificial, sempre 
traduziu a paisagem como sinônimo ou similar de natureza. Dessa forma, artistas 
e paisagistas se aproximaram em suas formas de ação, criação e representação, e 
se distanciaram também.&lt;span class="yiv1860786323apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrante:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Plinio 
Toledo Piza - Arquiteto pela FAU/USP e Mestre pela Universidade Mackenzie. 
Trabalhou no escritório de Roberto Burle Marx, no Rio de Janeiro. É arquiteto do 
Departamento de Parques e Áreas Verdes desde 1975. Projetou praças e parques 
públicos para a cidade de São Paulo. Estudou artes na Escola Brasil com L.P. 
Baravelli, C.Fajardo, F.J. Nasser e J. Resende.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 09 de fevereiro, das 9h às 12h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestra: Alimentação 
e Saúde: Um Novo Olhar Sobre o Prazer de Comer e o Conviver&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Tema:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;No mundo atual, com 
tantas ofertas e possibilidades, coisas triviais se transformaram 
 em dilema. 
As escolhas alimentares, talvez simples para os nossos avôs e 
avós, passaram para o domínio de especialistas e técnicos, limitando nossa 
autonomia. Propõe uma reflexão sobre o comer e o conviver, temas fundamentais 
para o nosso bem-estar, saúde e prazer de 
viver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrantes:&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Maluh Barciotte - 
Bióloga, mestre em biologia e doutora
 em Saúde Pública e 
Ambiental pela USP - Tatiana Cardoso - Chef de cozinha e socia do restaurante 
natural Moinho de Pedra e do restaurante Natural com 
Arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 10 de fevereiro, das 9h às 12h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Palestra: Indicadores Ambientais do Município de São 
Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Tema:&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A 
sustentabilidade da cidade de São Paulo frente a dois grandes desafios: as 
mudanças estruturais da ordem econômica global e os potenciais efeitos das 
mudanças climáticas. Com base em indicadores, propõe a necessidade de adoção de 
políticas diferenciadas para as várias regiões da cidade, a partir da divisão 
territorial do município em 4 tipologias de distritos (unidades menores que as 
Subprefeituras).&lt;span class="yiv1860786323apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrante:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Patrícia 
Marra Sepe - Mestre em Geociências e Ciências Exatas e Doutoranda do Programa 
Organização do Espaço-Geografia/UNESP Rio Claro. Geóloga da PMSP/SVMA, coordenou 
nos últimos anos diversos trabalhos na área de indicadores ambientais e 
planejamento urbano da cidade (Atlas Ambiental, GeoCidades e Indicadores 
Sintéticos de Meio Ambiente).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 13 de fevereiro, das 9h às 12h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Palestra: Ecologia e Biomas do 
Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Tema:&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apresenta 
os conceitos básicos de Ecologia, e propõe uma viagem pelos biomas mais 
importantes do Brasil (Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e 
Matas de Araucárias).&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrante:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Vitor 
Otavio Lucato - Graduado em Ecologia pela UNESP, biólogo, pós-graduado 
 em Saúde 
Pública e Gestão Ambiental pela USP. É docente da 
UMAPAZ.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 14 de fevereiro, das 9h às 12h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Palestra: Arborização Urbana&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Tema:&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Critérios 
para arborização e arboricultura, escolha de espécies, local para plantio, uso 
de espécies nativas do Brasil e do Bioma Mata Atlântica, adubação, manejo, 
controle de pragas e doenças, entre 
outros.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrante:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Engº Agrônomo Luiz 
Paulo Sacchetto Jr. - Técnico do Departamento de Parques e Áreas Verdes do 
Município de São Paulo, na Divisão de Projetos; membro do grupo de trabalho que 
esta elaborando o novo Manual de Arborização do Município de São 
Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 15 de fevereiro, das 19h às 21h30&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Palestra:&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cidadania 
Socioambiental: Os desafios do direito e política ambiental em tempos de 
Rio+20.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Tema:&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Análise critica dos 
conceitos de economia verde, desenvolvimento sustentável, governança ambiental 
global, tendo em vista a utilização de instrumentos oferecidos pelo direito 
ambiental (nacional e internacional), economia do ambiente e indicadores de 
gestão socioambiental.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Palestrante: Ricardo Stanziola Vieira - Pós-doutor pelo Centro de 
Pesquisa Interdisciplinar
 em Direito Ambiental , Urbanismo e gestão do 
território (Universidade de Limoges - França Professor do Programa de 
Pós-graduação em 
Ciência Jurídica e do Programa de Mestrado em Gestão de 
Políticas Públicas da Universidade do Vale do Itajaí 
(Univali).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* 
Dia 16 de fevereiro, das 14h às 17h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Palestra: Desenvolvimento Sustentável e a Educação 
Ambiental&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: white; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Tema:&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apresenta 
e discute a Educação Ambiental - EA - a partir do conceito de Sustentabilidade e 
os parâmetros definidos na Conferência de Tbilisi. Observa as confluências dos 
princípios e debate as potencialidades e dificuldades do exercício da EA.&lt;span class="yiv1860786323apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Palestrante:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;André 
Luiz Moura de Alcântara - Cientista social graduado pela USP com especialização 
 em Educação 
Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da USP e 
 em Gestão 
Ambiental pela Faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP. 
Trabalha na PMSP desde 1992 e em SVMA desde 1994.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-8758795634319493582?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RElurE9dBqE5ME4GiJIbj_USbMc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RElurE9dBqE5ME4GiJIbj_USbMc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RElurE9dBqE5ME4GiJIbj_USbMc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RElurE9dBqE5ME4GiJIbj_USbMc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/fTALpfPvfJM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/8758795634319493582/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=8758795634319493582" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/8758795634319493582?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/8758795634319493582?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/fTALpfPvfJM/ciclo-de-palestras-rio-20-sampa.html" title="Ciclo de Palestras: Rio + 20 Sampa" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/ciclo-de-palestras-rio-20-sampa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQNRXszcCp7ImA9WhRbFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-6680545676559316175</id><published>2012-02-06T15:19:00.001-08:00</published><updated>2012-02-06T15:19:54.588-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T15:19:54.588-08:00</app:edited><title>O passado e o futuro do campo em "pratos limpos"</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" style="background-color: white; color: #454545; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" id="yui_3_2_0_1_13285661318961944" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_13285661318961941" style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;&lt;i id="yui_3_2_0_1_13285661318961938"&gt;Jose A. Annes Marinho&lt;/i&gt;&lt;i&gt;, Engenheiro Agrônomo, Gerente de Educação da Associação Nacional de Defesa Vegetal, MBA em Marketing – FGV.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" id="yui_3_2_0_1_13285661318961944" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" id="yui_3_2_0_1_13285661318961944" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;Mais um ano passou, 2011 se foi e deixou bons lucros no campo, não tão bons como em anos anteriores, mas os produtores festejaram com lucros médios de R$ 285,06 para cada hectare plantado de soja, pode-se dizer que temos bons números. E agora José, João, Dona Maria, o que esperar de 2012? Será que teremos o mesmo sucesso no campo dos últimos 3 e 4 anos? São essa perguntas que muitos de nós produtores fazemos quando se inicia uma nova safra. Como dizia Fernanda Torres: "&lt;i&gt;fazer cinema é como plantar. O agricultor escolhe um ano antes o que vai semear e, quando vem a colheita ,ele reza para que a sua produção esteja em alta no mercado&lt;/i&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;Pois é, senhores, estamos falando de dois temas que fazem todo sentido no mercado agrícola brasileiro: o "clima" e o "mercado". Se o clima vai bem, temos a expectativa de safras recordes e, como teoria, preços baixos. Isso não quer dizer que não estejam bons, mas poderiam ser melhores, o que aumenta a rentabilidade de nosso produtor. No entanto, há outro fator fundamental em nossos dias: é o mercado interno e externo. No nosso caso ficamos mais dependentes do mercado externo, que ultimamente tem se mostrado muito volátil. Mas o que fazer nestes casos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;Recentemente publiquei um artigo a respeito de gestão no campo, o que nos remete a acreditar que todo este processo está inserido em identificar e prever se é melhor plantar milho, soja ou algodão? Pois então, caros produtores, há como identificar e minimizar todos estes riscos. Mas isto seria tema para outra oportunidade. Nossa missão como profissionais é ajudá-los a identificar o que é melhor, prevemos que 2012 será um ano de muitos desafios, um clima instável, como em 2011, em algumas regiões, no entanto com preços nos mesmos patamares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;Uma dica: inicie a busca por informações diárias das cotações, bem como, informações a respeito dos mercados futuros, são excelentes oportunidades de garantir pelo menos os custos. Já ouvi comentários sobre a venda de soja verde a preços próximos de R$ 50,00/saca, talvez hoje, possa ser difícil alcançar este patamar, mas não custa informa-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;Enfim, 2011 tivemos bons resultados agrícolas desde a carne até os grãos, temos a expectativa que 2012 possa se repetir, com bons lucros, boas produtividades e que o mercado externo continue a alimentar-se dos produtos brasileiros, mas todo cuidado é pouco com as famosas crises (Europa, EUA). Alerta e paciência serão fundamentais para o sucesso da comercialização da safra 2012/2013, e como dizia um grande amigo: otimista e um grande líder com suas palavras sabias "&lt;i&gt;o melhor esta por vir&lt;/i&gt;".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-6680545676559316175?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d7erq6mB0ApihtefLk6mb6LhFQs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d7erq6mB0ApihtefLk6mb6LhFQs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d7erq6mB0ApihtefLk6mb6LhFQs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d7erq6mB0ApihtefLk6mb6LhFQs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/cpjh3M3s570" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/6680545676559316175/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=6680545676559316175" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/6680545676559316175?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/6680545676559316175?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/cpjh3M3s570/o-passado-e-o-futuro-do-campo-em-pratos.html" title="O passado e o futuro do campo em &quot;pratos limpos&quot;" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/o-passado-e-o-futuro-do-campo-em-pratos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UBRn87fCp7ImA9WhRbE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-1222648910697295038</id><published>2012-02-04T06:20:00.001-08:00</published><updated>2012-02-04T06:20:57.104-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-04T06:20:57.104-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sacolas plásticas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sustentabilidade" /><title>Sacolas plásticas: responsabilidade ambiental ou terceirização de custos?</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="background-color: white; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;Por Fabrício Pessato Ferreira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;No dia 26 de janeiro, as sacolas plásticas deixaram de serem distribuídas gratuitamente nos supermercados. Um acordo celebrado – no duplo sentido – entre a Associação Paulista de Supermercados (APAS) e o Governo do Estado de São Paulo. Apesar do discurso em prol do meio ambiente e sustentabilidade, algumas questões ficaram de fora do debate, imagina-se, deliberadamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;Em primeiro lugar, o discurso de que as sacolas plásticas eram apenas depositadas no lixo é controverso. A maioria dos consumidores as usava como suporte nas lixeiras domésticas em cozinhas e banheiros, e não as atirava diretamente incrementando os resíduos sólidos nos aterros sanitários. Com o fim da distribuição gratuita, os supermercados passarão a ganhar três vezes: (1) deixarão de incorrer no custo de confecção das sacolas que outrora eram distribuídas gratuitamente; (2) aumentarão as vendas de sacos para lixeiras domésticas, que certamente terá peso maior nas compras dos consumidores; (3) passarão a faturar com a venda de sacolas retornáveis e biodegradáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;O segundo ponto diz respeito à efetividade da redução de resíduos sólidos no meio ambiente. Como as sacolas plásticas eram utilizadas como suporte para lixo doméstico, o fim de sua circulação poderá não representar redução de depósito do lixo sólido no meio ambiente: serão substituídas pelos sacos plásticos pagos. Pior: estas costumam ter maior densidade, além de maiores dimensões, o que na prática teria o efeito inverso de aumentar o volume de resíduos sólidos lançados nos aterros sanitários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;Um terceiro aspecto diz respeito às sacolas biodegradáveis. O jornal britânico “The Independent” publicou no dia 27 de fevereiro de 2011 um estudo mostrando que as sacolas plásticas são menos poluentes do que as biodegradáveis. Estudo semelhante realizado em dezembro de 2011 pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) reprovou em testes de laboratórios as sacolas biodegradáveis, atestando que estas têm o mesmo percentual de polímeros nocivos ao meio ambiente do que as sacolas plásticas. Logo, as sacolas biodegradáveis não cumprem o que prometem e, o que é pior, induzem os consumidores à equivocada sensação de que estão tomando a atitude ambientalmente correta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;A quarta questão diz respeito ao direito do consumidor. Apesar de terem adotado uma postura solidária a proposta, muitos não se atentaram para o fato de que acabaram “recebendo uma conta a mais a pagar”. Ao comprar uma sacola retornável, estão pagando por algo que antes era oferecido gratuitamente. E mesmo que o custo seja baixo, imagine se um consumidor não planejava ir ao supermercado em determinado dia e acabou tendo de passar para comprar alguns itens: terá de arcar com o custo de outra sacola retornável ou biodegradável – ou contar com a sorte de encontrar uma caixa de papelão, que já se tornou um artigo escasso. Assim, os supermercados efetivamente conseguiram terceirizar um custo que tinham, sob a bandeira da responsabilidade ambiental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;Enfim, a medida, apesar de ter aparentes boas intenções, na prática se tornou mais uma bandeira de campanha política de um lado e de possibilidade de lucro extra de outro. A questão ambiental no que diz respeito à decomposição de resíduos sólidos na natureza é muito mais complexa. Deve passar por um amplo programa de educação para coleta seletiva, por isenções fiscais às empresas especializadas em reciclagem e reutilização de lixo orgânico, chegando até o estabelecimento de metas para redução das áreas de aterros sanitários. Embora o engajamento da sociedade nessa campanha possa surtir algum efeito, os resultados serão pífios em relação ao tamanho do problema ambiental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="yui_3_2_0_1_1328363857456338" style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #454545; font-family: Tahoma;"&gt;*Fabrício Pessato Ferreira – mestre em economia e coordenador dos cursos de Gestão Financeira e Ciências Contábeis da Veris IBTA Metrocamp, faculdade do Grupo Ibmec Educacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-1222648910697295038?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kmT4dvebFWW_IQxycFGkhbem1d8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kmT4dvebFWW_IQxycFGkhbem1d8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PdIpMuNM1Tmo987urWfqKBCyJrg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PdIpMuNM1Tmo987urWfqKBCyJrg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PdIpMuNM1Tmo987urWfqKBCyJrg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PdIpMuNM1Tmo987urWfqKBCyJrg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/8aJtDfaJe1k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/6237598350352181035/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=6237598350352181035" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/6237598350352181035?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/6237598350352181035?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/8aJtDfaJe1k/encontro-paulistano-integra-agenda.html" title="Encontro paulistano integra agenda oficial da Rio+20" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/02/encontro-paulistano-integra-agenda.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMBQHg5eCp7ImA9WhRUFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-513622027594538696</id><published>2012-01-27T08:40:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T08:40:51.620-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T08:40:51.620-08:00</app:edited><title>ESALQ - O papel do gestor ambiental: entrevista com Marina Silva</title><content type="html">&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Vxs6CXj57S4/TyLTlE_qAgI/AAAAAAAADsg/bP13d5PSkkk/s1600/Marina_Silva-751621.jpg"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-Vxs6CXj57S4/TyLTlE_qAgI/AAAAAAAADsg/bP13d5PSkkk/s320/Marina_Silva-751621.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702352712153825794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:verdana, helvetica, sans-serif;font-size:12pt"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;div id="yiv970842935"&gt;&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12pt; font-family: Calibri; "&gt;&lt;div style="font-style: normal; display: inline; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; text-decoration: none; font-size: 13px; font-family: Calibri; "&gt;&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12pt; font-family: Calibri; "&gt;&lt;div style="font-style: normal; display: inline; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; text-decoration: none; font-size: 13px; font-family: Calibri; "&gt;&lt;div style="font-style: normal; display: inline; color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal; text-decoration: none; font-size: 13px; font-family:  Calibri; "&gt;&lt;table style="COLOR:#000000;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="660"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: 13px; "&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;Patronesse da 7ª turma de gestores ambientais da ESALQ, a        ex-ministra Marina Silva falou sobre a importância deste        profissional&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;Na última sexta-feira, 20/01,        a ex-ministra Marina Silva foi a patronesse da&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font color="#030303"&gt; 7ª        Turma de bacharelandos em Gestão Ambiental&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#000000"&gt;, da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"        (USP/ESALQ). Após16 anos ocupando uma vaga no Senado e outros cinco como        ministra do Meio Ambiente no governo Lula, atualmente Marina Silva comanda        o instituto que leva seu nome e desenvolve ações de &lt;/font&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font color="#333333"&gt;educação e mobilização para a        sustentabilidade. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Em entrevista, falou        sobre o papel do gestor ambiental, os desafios da profissão e a        necessidade de solucionar, de forma transversal, problemas ligados à        temática ambiental.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;No        Brasil existem apenas 12 bacharelados em Gestão Ambiental. Fale da        importância do gestor inserido nas questões de ambiente.        &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;Marina Silva:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt; Nós vivemos em um        mundo que cada vez mais cria problemas complexos e que exigem uma        abordagem completamente nova para resolver essas questões. Uma das        mudanças é a visão integrada para a resolução dos problemas, envolvendo        varias áreas de conhecimento, transformando as informações em conhecimento        e, de preferência, o conhecimento em sabedoria. O gestor ambiental tem a        capacidade de desenvolver uma ação transversal, operando desde uma visão        de administração até o uso sustentável dos recursos naturais e faz com que        essa visão integrada, observando a capacidade de suporte dos ecossistemas,        contribua efetivamente para a criação de um novo modelo de        desenvolvimento. Por isso entendo a sustentabilidade não como uma forma de        fazer as coisas, mas como uma forma de ser, uma visão de mundo, um ideal        de vida que se traduz na economia, na cultura, na ciência, na tecnologia,        na relação dos homens entre si e com a natureza. Isso é a sustentabilidade        que o gestor ambiental pode ajudar a        construir.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;Então o        gestor entra como uma mão de obra qualificada que pensa nos rumos        ambientais, além dos aspectos técnicos?&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;MS:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt; Sim, além dos        aspectos técnicos com uma visão integrada desses problemas, compreendendo        que o desenvolvimento sustentável não é apenas uma questão técnica, mas        também de natureza ética, ou seja, como nós desenvolvemos hoje a        capacidade e suporte dos ecossistemas, atendendo às necessidades reais das        gerações presentes, sem comprometer o futuro atendimento da        população.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;Quais        os desafios que esses formandos em Gestão Ambiental irão encontrar?        &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;MS:&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt; O maior desafio é o        da mudança de modelo de desenvolvimento. Como sair do atual modelo        predatório e insustentável para uma nova ordem, sustentável em todas as        dimensões. Por isso precisam integrar os conhecimentos e em nível        econômico, social, ambiental, cultural, ético e político. O gestor        ambiental tem que ter uma visão transversal dos problemas, abordar as        soluções de forma integrada, aliando o saber técnico e científico aos        conhecimentos associados oriundos das comunidades tradicionais e, nesse        diálogo de saberes, como diz o professor Edgar Morin, estabelecer novos        paradigmas para os modelos de desenvolvimento em todos os setores.        &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;Inclusive o saber político?&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;MS: &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;As dimensões política        e ética talvez sejam as mais importantes para o encaminhamento das demais        dimensões. O gestor ambiental precisa manejar todas essas        ferramentas.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;" color="#000000"&gt;Para        onde vai a Marina Silva nos rumos da política        nacional?&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; " class="yiv970842935MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;MS: &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;font style="FONT-SIZE:12pt;"&gt;Eu estou dando a minha        colaboração como cidadã, partricipando do processo de discussão e espero        que a questão da sustentabilidade continue sendo uma questão relevante        para o Brasil e para o mundo. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; "&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;       &lt;div style="color: rgb(91, 91, 91); font-family: Arial; font-size: small; "&gt;&lt;font color="#000000"&gt;&lt;font face="Calibri"&gt;&lt;b&gt;Caio Rodrigo        Albuquerque&lt;br&gt;&lt;/b&gt;Jornalista&lt;br&gt;MTb 30356&lt;br&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;a rel="nofollow" ymailto="mailto:caiora@esalq.usp.br" target="_blank" href="mailto:caiora@esalq.usp.br"&gt;caiora@esalq.usp.br&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-513622027594538696?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/92Jr4QxghE69emmzD76p4PgwCTs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/92Jr4QxghE69emmzD76p4PgwCTs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/92Jr4QxghE69emmzD76p4PgwCTs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/92Jr4QxghE69emmzD76p4PgwCTs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/t8ufBq_m9yA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/513622027594538696/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=513622027594538696" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/513622027594538696?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/513622027594538696?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/t8ufBq_m9yA/esalq-o-papel-do-gestor-ambiental.html" title="ESALQ - O papel do gestor ambiental: entrevista com Marina Silva" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Vxs6CXj57S4/TyLTlE_qAgI/AAAAAAAADsg/bP13d5PSkkk/s72-c/Marina_Silva-751621.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/01/esalq-o-papel-do-gestor-ambiental.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUAFSHs8eip7ImA9WhRUE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-215563857462973814</id><published>2012-01-23T05:01:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T05:01:59.572-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T05:01:59.572-08:00</app:edited><title>ESALQ - Biodisel de sebo bovino</title><content type="html">&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uyUoPWF0t7Q/Tx1aRx-xiuI/AAAAAAAADrk/StCMjxlSkwk/s1600/110email-719573.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-uyUoPWF0t7Q/Tx1aRx-xiuI/AAAAAAAADrk/StCMjxlSkwk/s320/110email-719573.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700811964841822946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-E637GUZeiZY/Tx1aSDj-MPI/AAAAAAAADr0/3hgFZpE3WhQ/s1600/linhaemail-720419.jpg"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-E637GUZeiZY/Tx1aSDj-MPI/AAAAAAAADr0/3hgFZpE3WhQ/s320/linhaemail-720419.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700811969561243890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-N8Jrs_-gpGU/Tx1aSStsGWI/AAAAAAAADr8/mJ8173_MZ2A/s1600/LZT%2BZootecnia%2BGado%2Bde%2BCorte_0020-721571.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-N8Jrs_-gpGU/Tx1aSStsGWI/AAAAAAAADr8/mJ8173_MZ2A/s320/LZT%2BZootecnia%2BGado%2Bde%2BCorte_0020-721571.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700811973628533090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:verdana, helvetica, sans-serif;font-size:12pt"&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana, helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;div style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;div id="yiv1683098752"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="610" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div&gt;&lt;font size="2" face="Arial"&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;Pesquisa        avaliou o os problemas do sistema agroindustrial do biodiesel cuja        matéria-prima é o sebo bovino.&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp;        &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;A implantação        do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), em 2005,        estimulou a produção de oleaginosas a partir da agricultura familiar e a        negociação do biodiesel por leilões, impulsionando o desenvolvimento da        indústria de biodiesel no país.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;Hoje,        aproximadamente 80% da produção brasileira de biodiesel provem da        utilização do óleo de soja, de 9 a 15% advêm do uso de sebo bovino, cuja        participação em 2009 foi quase seis vezes superior à soma do uso da mamona        e da palma.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;Porém, a        gordura bovina ainda é pouco associada à produção de biodiesel, seja pela        incipiência de um mercado organizado para o sebo ou pelas poucas        informações acerca das transações entre fornecedores e as plantas        produtoras de biodiesel.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;A fim de        compreender os problemas encontrados no sistema agroindustrial do        biodiesel, especialmente no que se refere ao uso do sebo bovino como        matéria-prima, o economista Gabriel Levy, da Escola Superior de        Agricultura "Luiz de Queiroz" (USP/ESALQ), buscou definir variáveis que        poderiam implicar maior eficiência à cadeia do biodiesel e verificar se a        integração vertical é o regime de governança mais apropriado para este        setor. Na pesquisa, orientada pela professora Márcia Azanha Ferraz Dias de        Moraes, do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES), foi        realizado um estudo multi-caso com oito usinas de biodiesel no Brasil que        utilizam sebo bovino como matéria-prima.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;De acordo com        o pesquisador, o fato de o Brasil possuir o segundo maior rebanho bovino        do mundo, aliado ao baixo preço da matéria-prima e ao alto aproveitamento        desta na produção de biodiesel (até 93%), podem explicar o desenvolvimento        dessa indústria no país. Além disso, Levy afirma que a utilização desta        fonte de matéria-prima de um lado permite a expansão da produção sem a        concorrência com a produção de alimentos, e de outro pode ser uma forma        ambientalmente melhor de destinação do resíduo. "O biocombustível        revelou-se um possível destino para o sebo, além dos cosméticos, sabões e        ração animal. Assim, poderia resultar na menor geração de danos        ambientais, como contaminação de solos e lençóis subterrâneos no despejo        do material no ambiente", explica.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;Entretanto, a        produção de biodiesel com sebo bovino apresenta problemas na aquisição da        matéria-prima, pela falta de coordenação na cadeia produtiva entre        frigoríficos/graxarias e usinas de biodiesel. "A falta de um mercado        organizado traz problemas referentes às oscilações do preço deste produto,        bem como sobre a qualidade da matéria-prima, constituindo-se um ponto        relevante, visto que um material de má qualidade pode implicar na geração        de custos adicionais aos produtores de biodiesel, pela necessidade de        tratamento do sebo e purificação dos resíduos pelas usinas. A maior        consequência do problema referido é a geração de um combustível de má        qualidade", afirma.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3"&gt;Integração&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:justify;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: serif; "&gt;&lt;font size="3"&gt;A pesquisa        conclui que a integração vertical pode ser considerada a estrutura de        governança&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;mais apropriada        para a produção de biodiesel a partir de sebo bovino, dada a falta de        padronização existente. Levy explica que o sebo é um ativo com        especificidades técnicas e físicas, o que atesta tanto a necessidade de        criação de normas técnicas para a padronização da matéria-prima, como        também a extensão do selo social ou criação de certificação ambiental para        o sebo bovino a fim de melhorar a coordenação entre os agentes das        transações por meio de políticas públicas, o que poderia estimular a        diversidade de matérias-primas além da possibilidade de abatimento das        emissões de gases poluentes pela atividade pecuária. "A verticalização        representaria um meio de reduzir os riscos associados à baixa qualidade do        material, como também diminuir custos vinculados à informação sobre o        produto. Neste sentido, a questão relacionada à informação justifica a        percepção de que a integração vertical possa ser a configuração mais        apropriada, uma vez que internalizaria as transações e reduziria os        problemas relativos ao fornecimento. Assim, não apenas traria modificações        positivas para ampliação do uso da matéria-prima na produção do biodiesel,        como também possibilitaria alterações estruturais nas formas de        comercialização do sebo bovino", conclui.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:center;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: serif; "&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:center;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: serif; "&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:center;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: serif; "&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:center;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal" align="center"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: serif; "&gt;Ana        Carolina Miotto&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div style="TEXT-ALIGN:center;MARGIN:0cm 0cm 0pt;" class="yiv1683098752MsoNormal" align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="610" style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font color="#050505"&gt;&lt;font color="#555"&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.esalq.usp.br/acom" style="font-size: 10px; "&gt;&lt;font color="#0000ff" size="2" face="Arial"&gt;www.esalq.usp.br/acom&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-215563857462973814?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MufFuAu_R1afTebpwjjeJpVsdlg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MufFuAu_R1afTebpwjjeJpVsdlg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MufFuAu_R1afTebpwjjeJpVsdlg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MufFuAu_R1afTebpwjjeJpVsdlg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/HLqGS-uUen0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/215563857462973814/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=215563857462973814" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/215563857462973814?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/215563857462973814?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/HLqGS-uUen0/esalq-biodisel-de-sebo-bovino.html" title="ESALQ - Biodisel de sebo bovino" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-uyUoPWF0t7Q/Tx1aRx-xiuI/AAAAAAAADrk/StCMjxlSkwk/s72-c/110email-719573.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/01/esalq-biodisel-de-sebo-bovino.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYBSHc9eCp7ImA9WhRUEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-128157879216813105</id><published>2012-01-20T14:22:00.001-08:00</published><updated>2012-01-20T14:22:39.960-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T14:22:39.960-08:00</app:edited><title>Família de Curitiba estreia Test Drive Veículo Elétrico, nova atração de Itaipu</title><content type="html">&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Jn3YFvrD8WA/TxnpMd1NajI/AAAAAAAADrM/1zx8oTACDPI/s1600/20012012-NR-96-759962.jpg"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-Jn3YFvrD8WA/TxnpMd1NajI/AAAAAAAADrM/1zx8oTACDPI/s320/20012012-NR-96-759962.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699843203789580850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ayJNUqh4dQI/TxnpMtVCIsI/AAAAAAAADrU/bE09t7MjeTM/s1600/20012012-NR-123-762013.jpg"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-ayJNUqh4dQI/TxnpMtVCIsI/AAAAAAAADrU/bE09t7MjeTM/s320/20012012-NR-123-762013.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699843207949591234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:verdana, helvetica, sans-serif;font-size:12pt"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; font-size: 12pt; "&gt;O passeio começou a ser comercializado pelo Complexo Turístico Itaipu nesta&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: verdana, helvetica, sans-serif; "&gt;&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: 'times new roman', 'new york', times, serif; "&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  sexta-feira (20).&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma família de Curitiba estreou, na tarde desta sexta-feira (20), a mais&lt;br&gt;nova atração do Complexo Turístico Itaipu (CTI) – o Test Drive Veículo&lt;br&gt;Elétrico. O passeio permite ao turista conhecer a maior geradora de energia&lt;br&gt;elétrica do Planeta de uma forma diferente:  conduzindo um carro que não&lt;br&gt;polui o ambiente e não faz barulho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lançado para a imprensa e para o mercado de turismo há um mês, o passeio&lt;br&gt;começou a ser comercializado para o público nesta sexta-feira. Loriel&lt;br&gt;Zanlorensi, a esposa Simone Souza da Silva e os filhos Davi, de 9 anos, e&lt;br&gt;Carlos, de 3 anos, souberam da nova atração do CTI pelo rádio, quando&lt;br&gt;programavam uma viagem de uma semana em Foz do Iguaçu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Ouvimos uma reportagem sobre o passeio com o veículo elétrico e fomos&lt;br&gt;buscar informações. Depois, fizemos a reserva", disse Loriel. O que a&lt;br&gt;família não imaginava é que seriam os primeiros a fazer o test drive. Todos&lt;br&gt;ficaram surpresos – e felizes – com a presença da imprensa e dos gestores&lt;br&gt;da área de turismo de Itaipu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"É um carro muito silencioso, nem dá para perceber que está ligado. É um&lt;br&gt;passeio muito legal, que vale a pena ser feito", completou Loriel, logo&lt;br&gt;após  a segunda parada do passeio, no Mirante do Vertedouro – que, para&lt;br&gt;sorte do grupo, estava com a calha direita aberta.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda no mirante, o grupo foi recebido pelo superintendente de Comunicação&lt;br&gt;Social de Itaipu, Gilmar Piolla, que preside o Fundo de Desenvolvimento e&lt;br&gt;Promoção Turística do Iguaçu – o Fundo Iguaçu. A Comunicação Social é a&lt;br&gt;responsável pela gestão do turismo da usina. "É uma opção a mais para quem&lt;br&gt;visita Itaipu e o Destino Iguaçu. E uma experiência inédita de dirigir um&lt;br&gt;carro que alia desenvolvimento tecnológico com proteção ao meio ambiente",&lt;br&gt;disse Piolla.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Simone Souza comentou que, além do veículo elétrico, a família aproveitou a&lt;br&gt;estadia em Foz para conhecer outros atrativos – entre eles, a Visita&lt;br&gt;Panorâmica de Itaipu, o Refúgio Biológico, o Polo Astronômico e a&lt;br&gt;iluminação da barragem. Sem contar as Cataratas do Iguaçu, eleitas em 2011&lt;br&gt;como uma das  Novas Sete Maravilhas da Natureza. "Ficamos maravilhados. Uma&lt;br&gt;semana é pouco para conhecer tudo o que Foz oferece", disse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como funciona&lt;br&gt;&lt;br&gt;O circuito do test drive tem 20,4 quilômetros, com saída do Centro de&lt;br&gt;Recepção de Visitantes (CRV) e passagem pelo Canal da Piracema, Mirante do&lt;br&gt;Vertedouro, Mirante Central, cota 144 (ao lado dos condutos forçados), cota&lt;br&gt;225 (no alto da barragem) e Barragem de Enrocamento. A duração do passeio é&lt;br&gt;de uma hora, com três paradas. Antes de embarcar no VE, o visitante também&lt;br&gt;poderá assistir ao vídeo institucional da usina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para fazer o test drive, o turista deverá portar Carteira Nacional de&lt;br&gt;Habilitação (CNH), dentro do prazo de validade, e assinar um termo de&lt;br&gt;responsabilidade. Monitores acompanham toda a visita, com orientações sobre&lt;br&gt;a condução do veículo, normas de segurança, e também sobre Itaipu, o&lt;br&gt;Projeto VE e as ações ambientais promovidas  pela usina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A tarifa será de R$ 150 por saída, mas até o dia 29 de fevereiro haverá&lt;br&gt;desconto promocional de 50%. No passeio, poderão embarcar no veículo o&lt;br&gt;condutor e até dois convidados. O valor será o mesmo, independentemente do&lt;br&gt;número de passageiros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As visitas acontecem às 9h, 10h, 14h e 15h (os horários poderão ser&lt;br&gt;ampliados, conforme a demanda). Mas é importante agendar com antecedência o&lt;br&gt;passeio – o telefone é 0800-645-4645.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Presidente da Embratur visita Itaipu&lt;br&gt;&lt;br&gt;A passeio em Foz do Iguaçu, o presidente da Embratur, Flávio Dino,&lt;br&gt;aproveitou para conhecer – como turista – as atrações do Complexo Turístico&lt;br&gt;Itaipu. Acompanhado dos dois filhos (Vinícius, de 17 anos, e Marcelo, de&lt;br&gt;14), o presidente foi recebido às 9h30 desta sexta-feira (20) pelo&lt;br&gt;superintendente de Comunicação Social, Gilmar Piolla, no Centro de Recepção&lt;br&gt;de Visitantes, onde assistiu ao filme  institucional da empresa e de onde&lt;br&gt;partiu, dirigindo um veículo elétrico, para percorrer os atrativos da&lt;br&gt;usina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dino elogiou a qualidade do receptivo da Itaipu e ressaltou o papel da&lt;br&gt;empresa na promoção de Foz do Iguaçu como destino turístico. "É um esforço&lt;br&gt;louvável. Outras empresas também deveriam enxergar o grande potencial do&lt;br&gt;turismo na geração de renda e de empregos e investir nesse setor", afirmou.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O presidente da Embratur também destacou a eleição das Cataratas do Iguaçu&lt;br&gt;como uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza. "Hoje há um protocolo&lt;br&gt;assinado pelas secretarias municipais do Rio de Janeiro e de Foz do Iguaçu&lt;br&gt;para promover as Maravilhas do Brasil. E a Embratur tem muito interesse em&lt;br&gt;desenvolver esse tipo de parceria para a promoção de destinos integrados",&lt;br&gt;completou.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-128157879216813105?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9Kxq-Yxx-9Gr1htKjqQzKWo51aM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9Kxq-Yxx-9Gr1htKjqQzKWo51aM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9Kxq-Yxx-9Gr1htKjqQzKWo51aM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9Kxq-Yxx-9Gr1htKjqQzKWo51aM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/tfdPZrnh8y4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/128157879216813105/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=128157879216813105" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/128157879216813105?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/128157879216813105?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/tfdPZrnh8y4/familia-de-curitiba-estreia-test-drive.html" title="Família de Curitiba estreia Test Drive Veículo Elétrico, nova atração de Itaipu" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Jn3YFvrD8WA/TxnpMd1NajI/AAAAAAAADrM/1zx8oTACDPI/s72-c/20012012-NR-96-759962.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/01/familia-de-curitiba-estreia-test-drive.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EMRH44fyp7ImA9WhRVGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-2491970788027550874</id><published>2012-01-19T11:01:00.001-08:00</published><updated>2012-01-19T11:01:25.037-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T11:01:25.037-08:00</app:edited><title>Rio+20 será marco na história, diz diretora-geral da Unesco</title><content type="html">Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Irina Bokova, disse hoje (18) que a Conferência Rio+20, programada para ocorrer entre 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro, será um marco histórico mundial. A diretora-geral acrescentou ainda que o resultado da Rio+20 será de grande "importância" para o meio ambiente global nos próximos dez anos. As informações são da Unesco.
"Rio+20 deve ser lembrada como um marco [histórico]. É o início de uma transição global verde. Essa é a visão da Unesco que orienta nosso trabalho no desenvolvimento de ações nas áreas de educação, ciências, cultura, informação e comunicação para um futuro mais sustentável", disse Bokova.
Segundo a diretora-geral, a conferência oferecerá ao mundo a “oportunidade única” de avançar na construção de uma agenda global para o desenvolvimento sustentável. De acordo com Irina Bokova, todos devem se esforçar na elaboração das propostas e na execução das ações – países desenvolvidos e em desenvolvimento.
Bokova disse ainda que a falta de diálogo entre os líderes políticos e gestores contribui para acentuar a “grave degradação dos recursos naturais do mundo”.
Pelo menos cem presidentes da República e primeiros-ministros são esperados na Rio+20, além de 50 mil credenciados. Os demais números referentes às pessoas que trabalharão no evento – direta e indiretamente – e visitantes ainda estão sendo calculados.
A Rio+20 ocorre duas décadas depois de outra conferência que marcou época, a Rio 92. O objetivo agora é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos com base na preservação do meio ambiente, mas com o foco na melhoria da condição de vida a partir da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, da economia verde e do desenvolvimento sustentável para uma governança mundial.
A conferência conta com o apoio e o comando da Organização das Nações Unidas (ONU). O secretário-geral do encontro é o diplomata chinês Sha Zukang. Porém, a presidenta da conferência é Dilma Rousseff.
Edição: Talita Cavalcante&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-2491970788027550874?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6_hrAEJz-GqGkHpMi9LK585sK-o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6_hrAEJz-GqGkHpMi9LK585sK-o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6_hrAEJz-GqGkHpMi9LK585sK-o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6_hrAEJz-GqGkHpMi9LK585sK-o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/OhEgwVsZCT4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/2491970788027550874/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=2491970788027550874" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/2491970788027550874?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/2491970788027550874?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/OhEgwVsZCT4/rio20-sera-marco-na-historia-diz.html" title="Rio+20 será marco na história, diz diretora-geral da Unesco" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/01/rio20-sera-marco-na-historia-diz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4MQHo-cSp7ImA9WhRVFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-3110378087358151325</id><published>2012-01-13T14:16:00.001-08:00</published><updated>2012-01-13T14:16:21.459-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T14:16:21.459-08:00</app:edited><title>Emissões de CO2 podem retardar início da próxima Era Glacial, diz estudo</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;h1 class="title" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 20px; line-height: 30px; margin-bottom: 9px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 2px;"&gt;
&lt;span style="color: #4bb748; font-size: 9px; line-height: 19px;"&gt;09/01/2012 - 11h36&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class="node" style="background-color: white; font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 2em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0.5em;"&gt;
&lt;div class="taxonomy superior" style="color: #999999; font-size: 0.8em; text-align: right;"&gt;
&lt;ul class="links" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;li class="taxonomy_term_85 first last" style="display: inline; list-style-type: none; padding-bottom: 0px; padding-left: 0.5em; padding-right: 0.5em; padding-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/assunto/meio-ambiente" rel="tag" style="color: #004499; font-weight: bold; text-decoration: none;" title=""&gt;Meio Ambiente&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="content" style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0.5em;"&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
&lt;em&gt;Da BBC Brasil&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
Brasília - As emissões de dióxido de carbono (CO2) causadas pela ação do homem terão o efeito de retardar o início da próxima Era Glacial, segundo afirma um novo estudo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
A última Era Glacial terminou há 11.500 anos, e os cientistas vêm há tempos discutindo quando a próxima começaria.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
Os pesquisadores usaram dados da órbita da Terra e outros itens para encontrar o período interglacial mais parecido com o atual.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
Em um artigo publicado na revista Nature Geoscience, eles afirmam que a próxima Era Glacial poderia começar em 1.500 anos, mas que isso não acontecerá por causa do alto nível de emissões.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
“Nos atuais níveis de CO2, mesmo se as emissões parassem agora teríamos provavelmente uma longa duração interglacial determinada por quaisquer processos de longo prazo que poderiam começar para reduzir o CO2 atmosférico”, afirma o coordenador da pesquisa, Luke Skinner, da Universidade de Cambridge.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
Segundo eles, a transição para a &amp;nbsp;última Era Glacial foi sinalizada por um período quando o esfriamento e o aquecimento se revezaram entre os hemisférios norte e sul, provocados por interrupções na circulação global de correntes oceânicas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
Grupos que se opõem à limitação das emissões de gases do efeito estufa já citam o estudo como uma razão para apoiar a manutenção das emissões humanas de CO2.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
O grupo britânico Global Warming Policy Foundation, por exemplo, cita um ensaio de 1999 dos astrônomos Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe, que argumentavam: “A volta das condições da Era Glacial deixariam grandes frações das maiores áreas produtoras de alimentos do mundo inoperantes, e levaria inevitavelmente à extinção da maioria da população humana presente”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
“Precisamos buscar um efeito estufa sustentado para manter o presente clima mundial vantajoso. Isso implica a habilidade de injetar efetivamente gases do efeito estufa na atmosfera, o oposto do que os ambientalistas estão erroneamente defendendo”, dizem.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
Luke Skinner e sua equipe já antecipavam esse tipo de reação. “É uma discussão filosófica interessante. Poderíamos estar melhor em um mundo mais quente do que em uma glaciação? Provavelmente sim”, observa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
“Mas estaríamos perdendo o ponto central da discussão, porque a direção em que estamos indo não é manter nosso clima quente atual, mas um aquecimento ainda maior, e adicionar CO2 a um clima quente é muito diferente de adicionar a um clima frio”, diz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.5em; margin-bottom: 0.9em;"&gt;
“O ritmo de mudança com o CO2 é basicamente sem precedentes, e há enormes consequências se não pudemos lidar com isso”, afirma Skinner.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-3110378087358151325?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GDnd8flwlYHZobV-n0TRnWfXVnc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GDnd8flwlYHZobV-n0TRnWfXVnc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GDnd8flwlYHZobV-n0TRnWfXVnc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GDnd8flwlYHZobV-n0TRnWfXVnc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/gXPBsDZEEGg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/3110378087358151325/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=3110378087358151325" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/3110378087358151325?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/3110378087358151325?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/gXPBsDZEEGg/emissoes-de-co2-podem-retardar-inicio.html" title="Emissões de CO2 podem retardar início da próxima Era Glacial, diz estudo" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2012/01/emissoes-de-co2-podem-retardar-inicio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUGQ3c7fyp7ImA9WhRXE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-7773453362629991836</id><published>2011-12-19T12:40:00.000-08:00</published><updated>2011-12-19T12:40:22.907-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-19T12:40:22.907-08:00</app:edited><title>Os Resultados do PARA e Segurança Alimentar: Contribuição da Ciência e da Toxicologia para sua Interpretação e Compreensão</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="right" style="background-color: white; color: #454545; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;b style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: medium;"&gt;Prof. Dr. Angelo Zanaga Trapé&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Coordenador da Área de Saúde Ambiental&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Coordenador do Programa de Monitoramento de Populações Expostas a Agrotóxicos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Departamento de Saúde Coletiva&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Faculdade de Ciências Médicas-Unicamp&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Membro do CCAS - Conselho Científico para Agricultura Sustentável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Em Dezembro de 2011 a ANVISA, divulgou os resultados do PARA, Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos Na divulgação feita em rede nacional pela mídia a ANVISA informou que foram realizadas análises em 2488 amostras de diversos produtos da hortifruticultura para variados ingredientes ativos(i.as.)que compõem os agrotóxicos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Do total das amostras analisadas segundo a ANVISA, 28% ou seja, 694 apresentaram-se insatisfatórias sendo o pimentão o principal alimento com maior índice de amostras insatisfatórias, perto de 91%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Para entendermos o significado&amp;nbsp; do parâmetro “insatisfatório” da agência e podermos interpretar os resultados de maneira científica é preciso que a base da avaliação seja a metodologia científica em Toxicologia( disciplina da Ciência que estuda os efeitos dos agentes químicos em geral&amp;nbsp; nos seres vivos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;A metodologia em Toxicologia tem como princípio básico para qualquer substância química( medicamentos, produtos industriais, metais pesados, agrotóxicos), a relação DOSE=RESPOSTA, ou seja para haver uma resposta nos organismos vivos seja ela benéfica ou não é necessário haver a absorção de uma dose capaz de determinar alguma alteração do organismo boa ou ruim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;A Toxicologia moderna ainda mantém o ensinamento de Paracelsus, médico belga que iniciou os conhecimentos científicos nessa disciplina há mais de 500anos: “ A dose faz o remédio, a dose faz o veneno”. Portanto não é qualquer dose ou resíduo de uma substância química, no caso os agrotóxicos, que pode ser capaz de determinar alterações prejudiciais nos seres humanos seja de curto , médio ou longo prazo. A Clínica e a Epidemiologia em Toxicologia &amp;nbsp;nos ensinam isto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;No caso dos alimentos, as agências internacionais que regulam níveis de resíduos de substâncias químicas em alimentos ingeridos “In natura” ou processados &amp;nbsp;estabelecem há muitas décadas valores , níveis aceitáveis dessas substâncias( conservantes, corantes, realçadores de sabor, agrotóxicos) sem causar danos à saúde humana&amp;nbsp; pelo consumo cotidiano desses alimentos durante a vida .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Para os &amp;nbsp;alimentos analisados pelo PARA, o parâmetro que deve ser respeitado pela agência reguladora ANVISA para que uma amostra seja “satisfatória” ou “ insatisfatória” deve ser o limite máximo de resíduos de ingredientes ativos( i. as.) em um determinado alimento, os chamados LMRs, abaixo dos quais não há preocupação em termos de saúde pública.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Voltando aos resultados do PARA de 2010, temos que 28% das amostras ou seja 694 foram consideradas “insatisfatórias” pela agência, porém quando analisamos cientificamente os dados vemos que deste total, somente 42&amp;nbsp; ou 1,7% das 2488 amostras tinham algum resíduo acima do parâmetro aceito internacionalmente, o limite máximo de resíduo, LMR. A maior parte 605 amostras ou 24,3% eram detecções de i.as. não registrados para aquela cultura mas com registro para outras culturas no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Avaliando os alimentos realçados pela agência e pela mídia, como os mais “contaminados” temos o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;1º) Pimentão- segundo ANVISA,&amp;nbsp; 91% de 146 amostras “insatisfatórias”, porém 84,9%&amp;nbsp; com detecção de i.as. não registrados para a cultura, mas abaixo dos LMRs quando comparadas com os valores estabelecidos para culturas semelhantes. Amostras com detecção acima do LMR-0,00% segundo o relatório da ANVISA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;2º) Morango- segundo ANVISA, 64,3% de 112 amostras “insatisfatórias”, porém 51,8% com detecção de i.As. não registrados&amp;nbsp; para a cultura, mas abaixo dos LMRs quando comparadas com os valores estabelecidos para culturas semelhantes. Amostras com detecção acima do LMR- 3 ou 2,7% segundo o relatório da ANVISA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;3º) Pepino- segundo a ANVISA, 57,4% de 136 amostras “insatisfatórias”, porém 55,9% com detecção de i.as. não registrados para a cultura, mas abaixo dos LMRs quando comparadas com os valores estabelecidos para culturas semelhantes. Amostras com detecção acima dos LMRs- 2 ou 1,5%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;4º) Alface- segundo a ANVISA, 54,2% de 131 amostras “insatisfatórias, porém 51,9% com detecção de i.as. não registrados para a cultura, mas baixo dos LMRs quando comparadas com os valores estabelecidos para culturas semelhantes. Amostras com detecção acima dos LMRs- 0,00%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;5º) Cenoura- segundo a ANVISA, 49,6% de 141 amostras “insatisfatórias”, porém 48,9% com detecção de i.as. não registrados para a cultura, mas abaixo dos LMRs quando comparadas com os valores estabelecidos para culturas semelhantes. Amostras com detecção acima dos LMRs- 0,00%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Este problema é fitossanitário, de extensão de uso de um agrotóxico de uma cultura para outra(s) e não de saúde pública pois o parâmetro que deveria ser respeitado pelo órgão regulador, o LMR não foi ultrapassado. Mesmo nos casos de culturas onde ocorreu detecção de resíduos acima dos LMRs pelo relatório, os valores são muito baixos e tem como unidades de valor miligramas do i.a., por Kilo do alimento. Do ponto de vista de saúde à luz do método em Toxicologia, principalmente DOSE=RESPOSTA, os valores são muito baixos não indicando riscos para a população consumidora desses alimentos em curto, médio ou longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'trebuchet ms', geneva; font-size: small;"&gt;Como conclusão, fazendo uma leitura dos resultados do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos-PARA da ANVISA, com base na metodologia científica que deve sustentar qualquer&amp;nbsp; estudo , relatório, norma ou portaria, principalmente de uma agência reguladora nacional, podemos dizer que os alimentos analisados em 2010 mostraram uma adequada segurança química, indicando à população brasileira tranquilidade para o consumo desses&amp;nbsp; alimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-7773453362629991836?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fljwa0HQ_cfDegAWMDBk__mqoKA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fljwa0HQ_cfDegAWMDBk__mqoKA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fljwa0HQ_cfDegAWMDBk__mqoKA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fljwa0HQ_cfDegAWMDBk__mqoKA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/NyP6o_jaoSU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/7773453362629991836/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=7773453362629991836" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7773453362629991836?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7773453362629991836?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/NyP6o_jaoSU/os-resultados-do-para-e-seguranca.html" title="Os Resultados do PARA e Segurança Alimentar: Contribuição da Ciência e da Toxicologia para sua Interpretação e Compreensão" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/12/os-resultados-do-para-e-seguranca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQDQHcycSp7ImA9WhRREUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-7489789376397149037</id><published>2011-11-24T09:06:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T09:06:11.999-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-24T09:06:11.999-08:00</app:edited><title>Estréia do Documentário ECOHABITAT</title><content type="html">&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vmkv42UeJE4/Ts55hDGI3jI/AAAAAAAADko/0yaKp0t8vBg/s1600/ecohabitat%2B02%2B-Morada-Folco-Claudi-Paula-772000.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-vmkv42UeJE4/Ts55hDGI3jI/AAAAAAAADko/0yaKp0t8vBg/s320/ecohabitat%2B02%2B-Morada-Folco-Claudi-Paula-772000.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678609788834471474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="mobile-photo"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RfRJNwpQ2dY/Ts55hQ2XLKI/AAAAAAAADk0/EKgt96x4_e8/s1600/ECOhabitat%2BBanner%2B01Bok-772905.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-RfRJNwpQ2dY/Ts55hQ2XLKI/AAAAAAAADk0/EKgt96x4_e8/s320/ECOhabitat%2BBanner%2B01Bok-772905.jpg"  border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678609792526396578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt;Documentário &lt;i&gt;ECOHABITAT – SUSTENTABILIDADE EM AÇÃO&lt;/i&gt; mostra soluções e tecnologias sustentáveis para o dia a dia &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-size:16.0pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;i&gt;&lt;font size="4"&gt;** Lançamento em 11 de dezembro&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Enfrentamos diariamente um vasto número de problemas ambientais que ameaçam o equilíbrio ecológico do planeta, a sua biodiversidade e principalmente a qualidade de vida humana.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;O documentário &lt;b&gt;&lt;i&gt;ECOHABITAT – SUSTENTABILIDADE EM AÇÃO,&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; que foi feito especialmente para os jovens com uma linguagem moderna, mostra como podemos agir para melhorar as condições de vida no mundo e preservar o meio ambiente. O filme será lançado no dia 11 de dezembro, num evento só para convidados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Com a produção da Associação Cultural Simbora em parceria com a Brazucah Produções, o filme - que foi feito inicialmente para TV mas também será exibido no site do programa (&lt;a href="http://www.ecohabitat.tv.br/" target="_blank"&gt;www.ecohabitat.tv.br&lt;/a&gt;) e distribuído para 2.000 escolas de São Paulo - é dividido em 2 episódios de 56 minutos de duração cada.  &lt;a name="133d631e33516500__GoBack"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Durante o programa a apresentadora &lt;b&gt;Gabriela Veiga (ex integrante do Teatro Mágico)&lt;/b&gt; interage com os repórteres &lt;b&gt;Guilherme Folco e Thiago Tognozzi, &lt;/b&gt; que saem a campo para buscar informações através de entrevistas realizadas com pesquisadores, ativistas e pessoas no meio urbano e rural do estado de São Paulo. Esses entrevistados dão dicas sobre soluções e tecnologias sustentáveis para melhorar a qualidade de vida das pessoas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;No quadro "Faça você mesmo" os entrevistados ensinarão aos espectadores soluções práticas e sustentáveis possíveis de serem feitas em casa com materiais e montagens simples. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Nesses dois primeiros episódios o documentário contou com a participação de oito instituições que visam diferentes ações sustentáveis. São elas:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;CASA DOS HÓLONS -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; laboratório de permacultura urbana, que experimenta técnicas de bioconstrução e apresenta soluções para ambientes residenciais, como plantio em pequenos espaços;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;SITIO DUAS CACHOEIRAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;, em Amparo (SP) - a instituição recebe estudantes de todas as idades e pesquisadores interessados em Meio Ambiente; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;ESTÂNCIA DEMÉTRIA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; - experimenta uma nova forma de habitar e produzir comercialmente na zona rural; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;SOCIEDADE DO SOL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; - ensinam como as pessoas podem fazer seu próprio aquecedor solar;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;SABOR NATURAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; - comercializa produtos orgânicos e oferece cursos aos clientes para que aprendam a consumir de forma ética; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;MORADA DA FLORESTA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; - moradia comunitária que fica no meio da cidade de SP e difunde técnicas de sustentabilidade doméstica;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;CENTRO DE CULTURA E SUSTENTABILIDADE MAX FEFFER&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;, em Pardinho (SP) – o local foi todo construído através de técnicas de bioconstrução.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;3M&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; – No programa, a multinacional apresenta as ferramentas que utiliza para praticar a sustentabilidade em larga escala&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;NENA ALAVA E SUA EQUIPE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt; – Transformando o lixo e materiais orgânicos como terra, a bioconstrutora Nena e sua equipe fazem a cenografia de grandes eventos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Sobre o Diretor  - Paulo Perez &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Diretor de vídeo há 4 anos, iniciou sua carreira em 1995 como cinegrafista. Em 2000 foi editor do Programa Jornalístico Caminhos e Parcerias - TV Cultura ganhador do VII Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo.  Durante 9 anos foi morador de Ecovilas, desenvolvendo trabalhos de sustentabilidade e nutrição, onde se especializou em cozinha natural (chef naturalista), ministrando cursos e palestras sobre alimentação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Sobre a Apresentadora – Gabriela Veiga&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;Ex-integrante do grupo O Teatro Mágico, a apresentadora do ECOhabitat foi escolhida por ser uma ativista ambiental e bacharel em biologia. Trabalhou no Instituto de Botânica de São Paulo, estudou técnicas de desenvolvimento sustentável no Amazonas, na comunidade ABRA 144. Com o grupo O Teatro Mágico, desenvolveu a militância no vegetarianismo e seu projeto Hábitos e Habitat, dando palestras e workshops sobre o assunto. Atualmente desenvolve sua carreira como atriz.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Conheça toda equipe em &lt;a href="http://www.ecohabitat.tv.br/" target="_blank"&gt;www.ecohabitat.tv.br&lt;/a&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration:none"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration:none"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration:none"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Título original: &lt;/b&gt;ECOhabitat - Sustentabilidade em Ação &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;País&lt;/b&gt;: Brasil &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Idioma: &lt;/b&gt;Português&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Ano: &lt;/b&gt;2011&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Duraçao&lt;/b&gt;: 2 episódios de 56 minutos&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Realização: &lt;/b&gt;Associação Cultural Simbora&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Direção&lt;/b&gt;: Paulo Perez&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Roteiro: &lt;/b&gt;Thiago Tognozzi&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Produção: &lt;/b&gt;Cynthia Alario&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Música original: &lt;/b&gt;Guilherme Folco Multisambofônico&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Apresentação: &lt;/b&gt;Gabriela Veiga&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Repórteres: &lt;/b&gt;Guilherme Folco e Thiago Tognozzi &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Direção de fotografia: &lt;/b&gt;Eduardo Marchesan&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Edição: &lt;/b&gt;Fabio Eufrazio&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Arte 3D: &lt;/b&gt;Alexandre Alves&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;b&gt;Maquiagem: &lt;/b&gt;Guilherme Coradello&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="background:white"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria do Estado da Cultura/ PROAC Programa de Ação Cultural - 2010&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Patrocínio: 3M e Claro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt; &lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt; Assessoria de Imprensa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;ATTi Comunicação - &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-7489789376397149037?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p0-7lakxViNfMQ30OCPsNgYElT0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p0-7lakxViNfMQ30OCPsNgYElT0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p0-7lakxViNfMQ30OCPsNgYElT0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p0-7lakxViNfMQ30OCPsNgYElT0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/EMJ5q3gszLY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/7489789376397149037/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=7489789376397149037" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7489789376397149037?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7489789376397149037?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/EMJ5q3gszLY/estreia-do-documentario-ecohabitat.html" title="Estréia do Documentário ECOHABITAT" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-vmkv42UeJE4/Ts55hDGI3jI/AAAAAAAADko/0yaKp0t8vBg/s72-c/ecohabitat%2B02%2B-Morada-Folco-Claudi-Paula-772000.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/11/estreia-do-documentario-ecohabitat.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYGQHs5fip7ImA9WhRREEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-7185796833247187361</id><published>2011-11-23T14:42:00.001-08:00</published><updated>2011-11-23T14:42:01.526-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-23T14:42:01.526-08:00</app:edited><title>Meio Ambiente - Goiânia recebe Seminário de Resíduos Sólidos</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="yui_3_2_0_21_1322071260792102" id="yui_3_2_0_21_1322071260792148" style="background-color: white; color: #481327; font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 18px; font-weight: bold; text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: black; font-size: 12px;"&gt;Comissão de Direito Ambiental da OAB-GO, em parceria com empresas locais, realizam discussão sobre a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei 12.305 de Agosto de 2010)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yui_3_2_0_21_1322071260792106" id="yui_3_2_0_21_1322071260792137" style="background-color: white; font-family: Verdana, Arial, Helvetica; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;
A Comissão de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil, em Goiás, (OAB-GO), realiza no dia 7 de dezembro o Seminário de Resíduos Sólidos, no auditório da Escola Superior de Advocacia (ESA/GO). O evento terá a participação de autoridades no assunto que discutirão a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei 12.305, de Agosto de 2010). As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas pelo site www.oabgo.org.br/esa .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os palestrantes do seminário, a advogada Lina Pimentel Garcia, especialista em direito ambiental, que participa das discussões nacionais para a implementação da lei. O evento também terá a presença de Osmar Mendes, técnico da Gerência de Resíduos Sólidos da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Goiás (Semarh-GO). Além deles, haverá ainda um representante do Ministério Público de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo deste seminário é expor aos empresários e à população as inovações que a Lei 12.305/2010 traz para a sociedade em geral, principalmente, ao grande gerador de resíduos. "Este grupo passará a ter mais responsabilidade pelo resíduo gerado", destaca um dos organizadores do evento, engenheiro ambiental, Nelson Siqueira Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Seminário de Resíduos Sólidos é patrocinado pela PAM Construtora e Incorporadora, Renove - Gestão e Solução em Resíduos, DBO Engenharia Ambiental e Restaurante Árabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO:&lt;br /&gt;Seminário de Resíduos Sólidos&lt;br /&gt;Data: 07.12.2011&lt;br /&gt;Horário: das 8h às 13h&lt;br /&gt;Local: Auditório da Escola Superior de Advocacia (ESA-OAB/GO) - Rua 101, nº 123, Setor Sul.&lt;br /&gt;Inscrições (gratuitas): www.oabgo.org.br/esa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-7185796833247187361?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AnX2qQjbcesbJ9dV4KMrcB4vfHw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AnX2qQjbcesbJ9dV4KMrcB4vfHw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AnX2qQjbcesbJ9dV4KMrcB4vfHw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AnX2qQjbcesbJ9dV4KMrcB4vfHw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/7xzM64Go4Ng" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/7185796833247187361/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=7185796833247187361" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7185796833247187361?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7185796833247187361?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/7xzM64Go4Ng/meio-ambiente-goiania-recebe-seminario.html" title="Meio Ambiente - Goiânia recebe Seminário de Resíduos Sólidos" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/11/meio-ambiente-goiania-recebe-seminario.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE4ERno8fCp7ImA9WhRSGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-3233363588299584379</id><published>2011-11-21T06:47:00.001-08:00</published><updated>2011-11-21T06:48:27.474-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-21T06:48:27.474-08:00</app:edited><title>Morar em São Paulo</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ouz_IQxb5w8/TspkhFWZlfI/AAAAAAAADh0/KgO9fjncgDo/s1600/varias03+103.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ouz_IQxb5w8/TspkhFWZlfI/AAAAAAAADh0/KgO9fjncgDo/s320/varias03+103.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Foto: Gilberto da &lt;a href="mailto:Silva/p@rtes"&gt;Silva/p@rtes&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-3233363588299584379?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eXLmgUIesFdAW4GNuMjQ1PHvtng/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eXLmgUIesFdAW4GNuMjQ1PHvtng/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eXLmgUIesFdAW4GNuMjQ1PHvtng/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eXLmgUIesFdAW4GNuMjQ1PHvtng/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/NqK0lYFTaBg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/3233363588299584379/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=3233363588299584379" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/3233363588299584379?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/3233363588299584379?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/NqK0lYFTaBg/morar-em-sao-paulo.html" title="Morar em São Paulo" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Ouz_IQxb5w8/TspkhFWZlfI/AAAAAAAADh0/KgO9fjncgDo/s72-c/varias03+103.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/11/morar-em-sao-paulo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4DQnY6eyp7ImA9WhRSFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-2473542031312339936</id><published>2011-11-17T04:28:00.001-08:00</published><updated>2011-11-17T04:29:33.813-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T04:29:33.813-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cidades sustentáveis" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="congresso de municipalistas" /><title>Cidades sustentáveis</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="color: #00b050; font-family: serif; font-size: 26pt; line-height: 40px;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;AS CIDADES SUSTENTÁVEIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1040836953MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_13215278566033427" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;
&lt;span id="yui_3_2_0_1_13215278566033426" style="font-family: serif; font-size: 14pt; line-height: 21px;"&gt;Participe do debate sobre&amp;nbsp;“&lt;span style="color: #00b050;"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;AS CIDADES SUSTENTÁVEIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;”, tema do&amp;nbsp;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;IV CONGRESSO BRASILEIRO DO MUNICIPALISMO&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;a realizar-se nos&amp;nbsp;&lt;span id="yui_3_2_0_1_13215278566033425" style="color: #00b050;"&gt;&lt;strong id="yui_3_2_0_1_13215278566033424" style="font-weight: bold;"&gt;dias 21 (17h) e 22 de novembro de 2001&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, no Palácio da Justiça, em Porto Alegre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;
&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;INSCRIÇÕES GRATUITAS&lt;/strong&gt;: enviar nome, instituição, atividade que exerce, telefone, e-mail, cidade e Estado para:&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="mailto:meioambiente@camara.gov.br" rel="nofollow" style="color: #234786; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px;" target="_blank" ymailto="mailto:meioambiente@camara.gov.br"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: serif; font-size: 14pt; line-height: 21px; text-decoration: none;"&gt;meioambiente@camara.gov.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;
&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;MAIORES INFORMAÇÕES:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-indent: 70.9pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1040836953MsoNormal" style="background-color: white; color: #454545; font-family: 'High Tower Text'; font-size: 12px; margin-bottom: 10pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="http://www.abema.org.br/site/hotsites/iv-congresso-brasileiro-municipalismo/" rel="nofollow" style="color: #234786; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: windowtext; font-family: serif; font-size: 14pt; line-height: 21px; text-decoration: none;"&gt;http://www.abema.org.br/site/hotsites/iv-congresso-brasileiro-municipalismo/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-2473542031312339936?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xm0BwKEGEgFe10ymX5_OrXrh2Ys/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xm0BwKEGEgFe10ymX5_OrXrh2Ys/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xm0BwKEGEgFe10ymX5_OrXrh2Ys/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xm0BwKEGEgFe10ymX5_OrXrh2Ys/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/EXKFq0a6llM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/2473542031312339936/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=2473542031312339936" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/2473542031312339936?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/2473542031312339936?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/EXKFq0a6llM/cidades-sustentaveis.html" title="Cidades sustentáveis" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/11/cidades-sustentaveis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMDQXw6eCp7ImA9WhRTF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-4057903746742456887</id><published>2011-11-07T14:21:00.001-08:00</published><updated>2011-11-07T14:21:10.210-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-07T14:21:10.210-08:00</app:edited><title>GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS E IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 14px;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
Palestrante: Heliana Kátia Tavares Campos, Consultora da Área de Saneamento Ambiental&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
11/11/2011&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
14h00&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
Auditório
Novo 2, Instituto de Física da USP, Ala Central do Prédio Principal -
Rua do Matão, Travessa R, 187 - Cidade Universitária, Butantã, São Paulo&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
não haverá inscrição prévia&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
Heliana
Kátia Tavares Campos, nome que é referência no cenário nacional e
internacional sobre resíduos sólidos urbanos, é engenheira civil com
especialização na área de saneamento pela Universidade Federal de Minas
Gerais. Foi consultora do Ministério do Meio Ambiente entre os anos de
2011 e 2002. Também foi Superintendente de Limpeza Urbana de Belo
Horizonte entre 1993 e 1996, onde implantou a primeira coleta seletiva
realizada por catadores de material reciclável. Foi articuladora do
Programa Nacional Lixo e Cidadania e da campanha "Criança no Lixo Nunca
Mais". Ocupou o cargo de Secretária de Articulação Institucional e
Parcerias (SAIP), e, antes, esteve à frente da Secretaria Executiva
Adjunta ambos do Ministério do Desenvolvimento Social. Publicou vários
trabalhos técnicos e deu cursos sobre "Gestão Sustentável dos Resíduos
Sólidos Urbanos" em Portugal, México, Peru, Venezuela e Cuba. Foi
diretora e é membro da Divisão de Resíduos Sólidos da DIRSA, ligada a
Associação Interamericana de Engenharia Sanitária e Ambiental.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Helvetica; font-size: 12px;"&gt;
Em
sua palestra falará sobre sua trajetória como gestora e pensadora da
questão dos resíduos sólidos, suas experiências em iniciativas
nacionais e locais, sobre o papel dos catadores e as principais
barreiras que enfrentam, os impactos socioambientais da produção de
lixo e o desafio de sua gestão, e a Política Nacional de Resíduos
Sólidos - questões e perspectivas. Essa palestra insere-se na "Semana
de Resíduos Sólidos do IEE/USP".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-4057903746742456887?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G9Afg7npPPil0HhScGkhiFvS7ns/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G9Afg7npPPil0HhScGkhiFvS7ns/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G9Afg7npPPil0HhScGkhiFvS7ns/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G9Afg7npPPil0HhScGkhiFvS7ns/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/ZUQblcQgEzs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/4057903746742456887/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=4057903746742456887" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/4057903746742456887?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/4057903746742456887?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/ZUQblcQgEzs/gestao-de-residuos-solidos-urbanos-e.html" title="GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS E IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/11/gestao-de-residuos-solidos-urbanos-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQDQHk8fSp7ImA9WhdaFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-966243310031928336</id><published>2011-10-24T14:06:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T14:06:11.775-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-24T14:06:11.775-07:00</app:edited><title>PARQUE DA LUZ ABRIGARÁ PREMIAÇÃO E EXPOSIÇÃO DA VI EDIÇÃO DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA ÁRVORES DA CIDADE DE SÃO PAULO</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" id="yui_3_2_0_1_1319478177710412"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span id="yui_3_2_0_1_1319478177710408" style="color: navy; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Com número recorde de inscrições, o Concurso de fotografia árvores da cidade de São Paulo já tem os vencedores desse ano. A sexta edição do concurso recebeu o triplo de&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;fotos da última edição. Foram quatro mil inscritos, fotógrafos, profissionais ou amadores, que enviaram mais de seis mil fotos.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_1319478177710407" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="yui_3_2_0_1_1319478177710406" style="color: black;"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1319478177710405" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Foram selecionadas 20 fotos para compor a exposição "Árvores da Cidade de São Paulo 2011", dentre as quais estão as cinco vencedoras a serem conhecidas e anunciadas no dia da premiação. A premiação e abertura da exposição acontecerá dia 29 de outubro,às 10h, no Parque da Luz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;O Concurso mais uma vez alcança seu objetivo de levar o paulistano a olhar o cotidiano da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;com mais atenção e registrar uma cidade biodiversa. O material recebido mostra o verde espalhado pela cidade de São Paulo, seja ele concentrado em parques, diluído pelo centro da cidade,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;pleiteando espaço entre as fiações ou mesmo sendo vitimas de depredações.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_1319478177710419" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="yui_3_2_0_1_1319478177710416" style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1319478177710413" style="color: black;"&gt;As fotos foram selecionadas por uma comissão julgadora formada por três profissionais:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Armando Fávaro -&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;editor de fotografia do jornal O Estado de São Paulo, Marcos Kawal - técnico da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente e João Kulcsar, curador e professor do bacharelado de fotografia do SENAC-SP.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'sans serif';"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Os autores das&amp;nbsp;&amp;nbsp;melhores fotos&amp;nbsp; receberão como prêmio cursos livres no Senac, câmeras fotográficas, livros de fotografia entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_1319478177710424" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;6º Concurso de Fotografia: Árvores da cidade de&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;Premiação e abertura da exposição&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Data:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;29/10 (sábado)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Horário:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;10h&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Local:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;Parque da&lt;span class="yiv1496961762515113119-24102011"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Luz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="yiv1496961762656082220-20102011"&gt;Rua ribeiro de lima, 99. Praça da Luz.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="yiv1496961762656082220-20102011"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;V&lt;/strong&gt;&lt;span class="yiv1496961762656082220-20102011"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;isitação:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="yiv1496961762515113119-24102011"&gt;29 de outubro a&amp;nbsp;29 de novembro de 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;span class="yiv1496961762656082220-20102011"&gt;de terça a domingo, das 9h às 17h&amp;nbsp;&lt;span class="yiv1496961762515113119-24102011"&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Curadoria:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;João Kulcsár&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Spranq eco sans';"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="yiv1496961762108433220-24102011"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Informações:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;3396-3076 / 3078 / 3080&lt;span style="color: navy; font-family: 'Spranq eco sans'; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1496961762MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Trebuchet MS';"&gt;&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;Gratuito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: 'Spranq eco sans'; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="yiv1496961762108433220-24102011"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-966243310031928336?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vb35Np15CRBOmsdp2MdNrtbXyNE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vb35Np15CRBOmsdp2MdNrtbXyNE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vb35Np15CRBOmsdp2MdNrtbXyNE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vb35Np15CRBOmsdp2MdNrtbXyNE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/C3Grtt0C2JY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/966243310031928336/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=966243310031928336" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/966243310031928336?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/966243310031928336?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/C3Grtt0C2JY/parque-da-luz-abrigara-premiacao-e.html" title="PARQUE DA LUZ ABRIGARÁ PREMIAÇÃO E EXPOSIÇÃO DA VI EDIÇÃO DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA ÁRVORES DA CIDADE DE SÃO PAULO" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/10/parque-da-luz-abrigara-premiacao-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IDQH47cSp7ImA9WhdbEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-6210392708533142622</id><published>2011-10-10T12:39:00.001-07:00</published><updated>2011-10-10T12:39:31.009-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-10T12:39:31.009-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ecofábrica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinturão verde" /><title>Cinturão Verde terá a plantação de 80 mil mudas produzidas por pesquisadores do campus Sorocaba da UFSCar</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" id="yui_3_2_0_1_1318274972037595"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; font-style: italic;"&gt;Plantio será feito por sete mil voluntários no próximo dia 16 na ecofábrica da Toyota&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;O Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS), campus Sorocaba da UFSCar, foi o responsável pelo planejamento e produção das mudas que serão plantadas no Projeto "Morizukuri", no próximo dia 16 de outubro, na ecofábrica da Toyota, em Sorocaba. Ao todo serão 80 mil mudas de espécies de floresta atlântica, que serão plantadas por cerca de sete mil voluntários em apenas uma hora. O projeto, denominado de "Morizukuri", que significa "construir florestas", foi desenvolvido e planejado com o apoio do Curso de Engenharia Florestal do campus Sorocaba e pelo Grupo Semear - Sementes e Mudas e Ecologia Aplicada a Restauração -, que tem a coordenação dos professores Fatima Piña-Rodrigues e José Mauro Santana, do Departamento de Ciências Ambientais (DCA) da UFSCar. O plantio é uma promoção da Toyota-Sorocaba, que está instalando na cidade a sua ecofábrica com a aplicação de conceitos de sustentabilidade e conservação ambiental. O projeto começou a ser idealizado pela UFSCar no final de 2010, quando foram realizados levantamentos nos fragmentos da região de Sorocaba para identificar as espécies potenciais. Essa etapa foi realizada com recursos do Projeto Verde, financiado pela Prefeitura do Município. No primeiro semestre de 2011 foi oficializado o convênio do cinturão verde por meio da Fundação de Apoio Institucional (FAI) da UFSCar. Desde então, alunos, estagiários, professores e técnico-administrativos participam dos preparativos e da produção das mudas, feitas no próprio viveiro do campus Sorocaba e no viveiro da fábrica da Toyota, em Indaiatuba. Um total de oito alunos da UFSCar fazem parte do grupo de trabalho, formado por três bolsistas de campo, dois no laboratório e três voluntários. Desde junho de 2011, vários treinamentos já foram realizados, com a participação dos líderes da Toyota e de 220 funcionários que irão liderar os sete mil voluntários no dia do plantio. Além dos alunos da Universidade, dedicados à pesquisa e à produção das mudas, cerca de 70 estudantes do próprio campus Sorocaba e de outras instituições de ensino da cidade participarão do plantio no dia do evento. A metodologia aplicada nesse projeto foi idealizada e adaptada pelo professor Akira Miyawaki, emérito professor e cientista japonês, com quem a professora Fátima Piña já tinha trabalhado em outras oportunidades, quando passou pela experiência de realizar outros plantios no Japão (Universidade de Yokohama) e em Belém (Pará). A docente ressalta que todo o processo está dividido em três fases. "Haverá ainda outras etapas de plantio, o monitoramento e o controle do crescimento das mudas", destaca. O critério de seleção das sementes e mudas foi baseado em características ecológicas que devem reproduzir o que ainda ocorre (ou ocorria) em uma floresta nativa conservada na região. Dessa forma, foram selecionadas mais de 80 espécies seguindo os critérios de alta diversidade, alta densidade de plantas, proporcionalidade de espécies de diferentes características ecológicas e a conectividade (introdução de espécies com a intenção de atrair a fauna para manter a conexão entre as espécies e fragmentos da região). A colheita das sementes foi feita no próprio campus, em áreas de florestas do entorno e por parceiros da Rede de Sementes Florestais (Projeto Apoiar), com recursos do CNPq. Para Fátima, essa é uma excelente oportunidade de efetuar uma restauração que não tem apenas uma finalidade ambiental, mas, acima de tudo, de conscientização ambiental, além de promover a integração empresa-universidade, bem como de pesquisa-extensão. "A ação também traz para o Brasil, em uma escala macro, um novo modelo de restauração distinto do que vem sendo feito no País por outros pesquisadores", observa a docente. "É uma oportunidade única e aberta a todos os interessados em participar", completa a professora. O plantio será realizado ao redor da nova fábrica da Toyota, que está sendo construída no km 92 da Rodovia Castelo Branco, Zona Norte de Sorocaba. Quem quiser participar do evento e saber mais sobre o projeto deve enviar um e-mail para projetoapoiar.ufscar@gmail.com.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-6210392708533142622?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mGGtbojzDYEZlooLNPGMLL9JcRk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mGGtbojzDYEZlooLNPGMLL9JcRk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mGGtbojzDYEZlooLNPGMLL9JcRk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mGGtbojzDYEZlooLNPGMLL9JcRk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/lsAXKYM9d-8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/6210392708533142622/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=6210392708533142622" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/6210392708533142622?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/6210392708533142622?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/lsAXKYM9d-8/cinturao-verde-tera-plantacao-de-80-mil.html" title="Cinturão Verde terá a plantação de 80 mil mudas produzidas por pesquisadores do campus Sorocaba da UFSCar" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/10/cinturao-verde-tera-plantacao-de-80-mil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMHQXwzfCp7ImA9WhdUFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-441686966079335914</id><published>2011-09-30T13:27:00.001-07:00</published><updated>2011-09-30T13:27:10.284-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-30T13:27:10.284-07:00</app:edited><title>Sustentabilidade corporativa: um reporte dos avanços globais</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Por 
Ricardo Zibas*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 
A KPMG International, em conjunto com a &lt;i&gt;Economist Intelligence Unit&lt;/i&gt;, 
divulgou recentemente um estudo sobre a importância da sustentabilidade dentro 
do ambiente de negócios e a atitude dos executivos em relação ao tema. Esta 
pesquisa global entrevistou 378 gestores de empresas em uma série de indústrias, 
abrangendo a América do Norte, Europa, Ásia, Oceania, América do Sul, África e 
Oriente Médio. Cerca de 40% das organizações pesquisadas possuem receita anual 
superior a US$ 1 bilhão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 
Como principais tendências identificadas pelo estudo, podemos 
citar:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -17pt;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Nos 
últimos três anos, o tema sustentabilidade subiu em prioridade na agenda 
corporativa: 62% dos respondentes possuem uma estratégia específica para o 
assunto, em comparação aos 50% que a possuíam em fevereiro de 2008, data da 
pesquisa anterior;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -17pt;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Os 
&lt;i&gt;drivers&lt;/i&gt; principais foram ampliados: apesar de as exigências regulatórias, 
reputação da marca e gestão de risco continuarem sendo motivos extremamente 
relevantes para a adoção de uma estratégia em sustentabilidade, a necessidade de 
redução de custos passou a aparecer em destaque, principalmente para a questão 
ambiental, por meio da economia de recursos e energia;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -17pt;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;A 
sustentabilidade está sendo vista como fonte de inovação: 44% dos executivos 
concordam que ela gera condições para a inovação, e 39% a vêem como fonte de 
oportunidade de novos negócios;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -17pt;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;As 
empresas estão cada vez mais se ocupando em medir e reportar a sua performance 
em sustentabilidade: 36% realizam reportes públicos anuais de suas informações 
de sustentabilidade, e 19% planejam fazê-lo no próximo exercício fiscal. Os 
maiores desafios para o reporte continuam sendo a geração dos dados e o 
estabelecimento de &lt;i&gt;benchmarks&lt;/i&gt;;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -17pt;"&gt;
&lt;span&gt;&lt;span&gt;·&lt;span style="font: 7pt 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;As 
empresas desejam contar com um sucessor para o Protocolo de Kyoto: dois terços 
dos executivos entrevistados consideram crítica e muito importante a adoção de 
um novo marco regulatório para suceder o primeiro período de compromissos, que 
expira em 2012.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 17pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 
Para exemplificar a adoção das estratégias de sustentabilidade citadas, convém 
destacar o uso de planejamento de cenários para a definição de riscos e 
oportunidades; a colocação de metas ambiciosas para liderar por meio de 
exemplos; a medição dos dados ambientais e sua relação com a produtividade 
dentro do negócio; o estímulo ao engajamento dos funcionários e da cadeia 
produtiva; a aplicação das lições aprendidas internamente em produtos e serviços 
externos; a exploração dos “efeitos colaterais” da sustentabilidade; e o uso de 
&lt;i&gt;benchmarks&lt;/i&gt; e reporte contínuo do progresso das 
ações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 
Assim, uma das conclusões da pesquisa é que o assunto “sustentabilidade” deixou 
de ser privilégio de uns poucos iniciados ao tema e virou &lt;i&gt;mainstream&lt;/i&gt;. 
Entretanto, os executivos são unânimes em apontar a necessidade do 
desenvolvimento de padrões e definições que possam ser aplicadas em um grande 
número de indústrias e ampliadas para os seus fornecedores. Aliás, este parece 
continuar sendo o grande desafio: como comparar, analisar e reportar 
corretamente os dados e iniciativas de sustentabilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Pa0" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif;"&gt; Ricardo Zibas é 
g&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;erente sênior 
da área de Sustentabilidade da KPMG no Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;** O 
estudo completo encontra-se disponível para download no endereço: 
www.kpmg.com/Global/en/IssuesAndInsights/ArticlesPublications/Pages/corporate-sustainability.aspx&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-441686966079335914?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Y1uIGJNfo3Y7p-1_07S70hZGP8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Y1uIGJNfo3Y7p-1_07S70hZGP8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Y1uIGJNfo3Y7p-1_07S70hZGP8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Y1uIGJNfo3Y7p-1_07S70hZGP8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/qQ5iDYkBIaE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/441686966079335914/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=441686966079335914" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/441686966079335914?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/441686966079335914?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/qQ5iDYkBIaE/sustentabilidade-corporativa-um-reporte.html" title="Sustentabilidade corporativa: um reporte dos avanços globais" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/09/sustentabilidade-corporativa-um-reporte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04DQHwyfyp7ImA9WhdUE04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-7022470216948235750</id><published>2011-09-29T14:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-29T14:32:51.297-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-29T14:32:51.297-07:00</app:edited><title>Energia sim, Belo Monte Jamais!</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Anderson Castro (anndinho)&lt;br /&gt;Estudante de Psicologia da UFPA&lt;br /&gt;Comitê Metropolitano Xingu Vivo Para Sempre&lt;br /&gt;Coordenador da Rede Emancipa PA&lt;br /&gt;@_andersonPSOL50&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de debatermos questões que dizem respeito aos impactos sócio-ambientais, precisamos desconstruir algumas inverdades ditas pelos grandes interessados em garantir com que a Usina Hidrelétrica (UHE) de Belo Monte saia do papel, a saber, governo federal, empresas eletro-intenisivas empreiteiras entre outros.&lt;br /&gt;Para tal, é válido lembrar do tema “ENERGIA SIM, BELO MONTE NÃO!” usado em uma vídeo-matéria do Green Peace, onde os ativistas colocam um “Belo Monte de estrume”, na entrada principal do prédio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em Brasília (DF) durante o leilão das obras referentes a Belo “Monstro”, mostrando o que acham no que vai dar o referido projeto.&lt;br /&gt;É notório que a população de nosso país necessita de energia, a exemplo de algumas cidades que, em pleno século XXI, não têm energia elétrica ou possuem fornecimento inadequado. Sem contar os recorrentes “apagões” que ocorrem nas grandes metrópoles, como o que ocorreu em novembro de 2009 deixando 10 (dez) estados brasileiros – entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná – sem fornecimento de energia elétrica.&lt;br /&gt;Estes exemplos nos levam a pensar que é inevitável construir a UHE Belo Monte no rio Xingu na cidade de Altamira/PA e as Hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio no rio Madeira em Rondônia. Correto? LÓGICO que não. Ai você pode dizer que este artigo é fruto da cegueira militante de diversos ambientalistas e movimentos sociais que se colocam contra o desenvolvimento do Brasil. Se não conhecermos os reais interesses por trás da construção dessas obras faraônicas, perdemos o foco e iremos continuar a reproduzir essa conversa “fiada”.&lt;br /&gt;O Brasil precisa de Belo Monte?&lt;br /&gt;Belo Monte é o maior projeto do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. Compreende uma das mais de 100 grandes barragens que vêm sendo planejadas na Amazônia, onde grande parte destas ameaça terras indígenas e áreas protegidas.&lt;br /&gt;Célio Bermann, professor do Instituto de Energia e Eletrotécnica da Universidade de São Paulo (USP), aponta em seu artigo “O Brasil não precisa de Belo Monte” uma série de alternativas para aumentar o fornecimento de energia elétrica. Entre elas Célio afirma que: se fossem repotenciadas as hidrelétricas brasileiras existentes com mais de 20 anos evitando perdas nos “linhões” de transmissão e nas redes de distribuição de energia e se fosse renovado o parque tecnológico das mesmas através da troca de equipamentos antigos e modernizando componentes e sistemas, não haveria necessidade de se construir novas hidrelétricas para atender as demandas energéticas de nosso país.&lt;br /&gt;Bem, neste momento você deve estar se perguntando: “Se temos como otimizar a produção de energia sem causar danos sócio-ambientais porque o Governo Federal insiste em querer construir Belo Monte? Quais são os interesses que estão por trás deste empreendimento?”&lt;br /&gt;Para tentar responder as perguntas feitas no parágrafo anterior, algumas informações são importantes. Saibam que as empreiteiras Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Correa foram responsáveis por contratar a empresa que elaborou o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) que gerou o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) sobre Belo Monte no Xingu. Ora, quem paga a banda escolhe a música.&lt;br /&gt;Este ano, no dia 13 de abril de 2011, o Movimento Xingu Vivo para Sempre, organizou em Belém um seminário de formação, onde profissionais de áreas distintas, em conjunto com diversos movimentos sociais, apresentaram questionamentos que também nos ajudam a responder as indagações.&lt;br /&gt;Durante o seminário, Felício Pontes (MPF/PA), após expor que os fiscais da eleição são formados por procuradores do Ministério Público Federal (MPF), relatou que foram as empreiteiras o maior grupo empresarial que financiou a campanha da Presidente Dilma em 2010. A partir desta informação começamos a perceber claramente o que na realidade está em jogo. Para eles, os poderosos, é o desenvolvimento do lucro de suas empresas e para nós é a vida acima de tudo. Em nome do “progresso” as elites nacionais mostram que pouco se preocupam com o meio ambiente em que vivemos. O Eldorado prometido trará na verdade doença, violência e miséria para a região. Queremos que o Brasil se desenvolva erradicando a pobreza, garantido acesso a saúde e educação pública, gratuita e de qualidade para toda a população e não apenas para alguns iluminados.&lt;br /&gt;Segundo Francisco Hernandes (Mestre em Energia, Doutorando em Energia PPGE USP): “Belo Monte é o terceiro ciclo do projeto, o primeiro foi a borracha (…). Falaram que o progresso viria com a borracha. Depois o progresso vinha com a transamazônica. Não veio não, né? Agora o progresso vem com Belo Monte. E o pessoal tá dizendo que vai vir com belo monte. Quando ele diz isso ele ta dizendo que não veio nos outros dois ciclos também. Isso tem que ser denunciado e a história da eletricidade brasileira bem próxima da gente em Tucuruí mostrou que esse progresso não veio e as conseqüências ambientais e sociais vieram (…)” (transcrito da fala do professor durante o seminário do Movimento Xingu Vivo).&lt;br /&gt;Continuaremos JUNTOS resistindo até o fim fortalecendo a luta em Altamira, criando comitês de luta contra Belo Monte em escolas, Universidades, repartições de serviço, em outros Estados, em outros países. JUNTOS com DCE’s, grêmios, coletivos estudantis de luta. Juntos com personalidades como Marinor Brito, Edmilson Rodrigues, Dira Paes, James Cameron, Arnold Schwarzenegger e principalmente com o povo trabalhador. JUNTOS anunciaremos a primavera!&lt;br /&gt;Ajude-nos a divulgar a tag e o carimbo de luta contra belo monte no twitter&lt;br /&gt;♪♫Embarca na luta embarca, molha o pé mas não molha a meia(2x). Não venha lá d Brasília fazer barragem na terra alheia(2x) ♪♫ #PareBeloMonte&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-7022470216948235750?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WKfV8b_6RxoetDT3puvMslqCshM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WKfV8b_6RxoetDT3puvMslqCshM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WKfV8b_6RxoetDT3puvMslqCshM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WKfV8b_6RxoetDT3puvMslqCshM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~4/6ADZGfbt0Xk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://econota.blogspot.com/feeds/7022470216948235750/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5344951344673199288&amp;postID=7022470216948235750" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7022470216948235750?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5344951344673199288/posts/default/7022470216948235750?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/NotciasArtigosEDiscussoScioambiental/~3/6ADZGfbt0Xk/energia-sim-belo-monte-jamais.html" title="Energia sim, Belo Monte Jamais!" /><author><name>Redação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03773047398853116014</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="34" height="9" src="http://1.bp.blogspot.com/_US279s4Mcpw/SanUzFMtiBI/AAAAAAAABA0/XwNJTxIcFOI/S220/logo_subs.GIF" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://econota.blogspot.com/2011/09/energia-sim-belo-monte-jamais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYDRns8eSp7ImA9WhdVEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5344951344673199288.post-7521214834567514766</id><published>2011-09-14T15:42:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T15:42:57.571-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-14T15:42:57.571-07:00</app:edited><title>DICAS PARA MUDAR A ATITUDE</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-align: -webkit-auto; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 14pt; font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Palestra discute como empresas podem adotar medidas de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center" class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;desenvolvimento social e sustentável&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;No atual cenário mundial, cuja ênfase para as questões socioambientais é notória, a preocupação e o engajamento de empresas de todos os setores nessas causas vem crescendo significativamente. Para mostrar como aproveitar o potencial que o Brasil tem em captar e mobilizar recursos para investir em projetos sociais e sustentáveis, a&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black; font-weight: bold;"&gt;Pós-Graduação da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP)&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;realiza a&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;palestra&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black; font-weight: bold;"&gt;“Educação para o Consumo Consciente: Multiplicando para Transformar”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;no dia 15/09 (quinta-feira), às 19h30.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O evento será ministrado pela pedagoga Heloísa Melillo, que é também arte-educadora em escolas, bibliotecas públicas e Secretarias de Educação. Foi fundadora e diretora da Associação de Arte-Educação do Estado de São Paulo e da comissão de análise dos materiais didáticos de educação artística.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt;"&gt;A palestrante irá discutir o atual cenário do terceiro setor e a importância da parceria entre&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;os setores públicos e privados para obter vantagens no desenvolvimento de projetos sociais. Contando com a participação e percepção dos indivíduos para a mudança de atitude, Melillo irá esclarecer também como uma empresa pode contribuir para o desenvolvimento social e sustentável.&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_1316032094176579" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="yui_3_2_0_1_1316032094176576" style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1316032094176573" style="font-size: 12pt;"&gt;Para participar, é necessário fazer a inscrição no site da FAAP (&lt;a href="http://www.faap.br/pos" rel="nofollow" style="color: blue; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;www.faap.br/pos&lt;/a&gt;). No dia do evento, será preciso contribuir com dois quilos de alimentos não-perecíveis (exceto açúcar e sal) ou R$ 10,00. As doações serão entregues à ONG Cruz Verde. Informações pelo telefone (11) 3662-7449.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Palestra “Educação para o Consumo Consciente: Multiplicando para Transformar”, com a pedagoga Heloísa Melillo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Data&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 15/09/2011 (quinta-feira)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Horário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; 19h30&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Local&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; FAAP – Centro de Excelência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Endereço&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Rua São Vicente de Paulo, 463 – Santa Cecília&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Telefone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (11) 3662-7449&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="yiv1366519156MsoNormal" style="display: block; line-height: normal; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;Inscrição gratuita&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style="display: block; font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt; font-style: italic; font-weight: normal; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-style: normal; font-weight: bold;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5344951344673199288-7521214834567514766?l=econota.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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