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	<title>Notícias ACA-M</title>
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    <description>
        <![CDATA[Canal de Notícias da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados]]>
    </description>
    <pubDate>Tue, 24 Apr 2007 09:53:59 EST</pubDate>
    <lastBuildDate>Tue, 24 Apr 2007 09:53:19 EST</lastBuildDate>
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      <title>Sermão de Santo António aos Fixes</title>
      <description>DIA DA CORTESIA AO VOLANTE&lt;br /&gt;
5 de Maio 2007 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunicado de 2007/5/5 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&amp;laquo;Vos estis sal terrae&amp;raquo;&lt;br /&gt;
S. Mateus, V, l3&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ACA-M escreveu recentemente uma carta ao Papa, pedindo-lhe que, na sua santa bondade, ajudasse o padre tresmalhado que conduz a velocidades insanas e se deixa tentar pela lux&amp;uacute;ria motora, crendo que o faz como bom servi&amp;ccedil;o de Deus, no portugues&amp;iacute;ssimo concelho de Santa Comba D&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi para n&amp;oacute;s triste verificar que os cora&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais duros podem por vezes encontrar-se junto de quem mais perto devia estar do nosso cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Durante anos preg&amp;aacute;mos aos adultos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra coisa n&amp;atilde;o temos feito nestes &amp;uacute;ltimos nove anos: tentar CONVENCER OS Portugueses da utilidade e mais valia de mudarem os seus comportamentos rodovi&amp;aacute;rios. Fal&amp;aacute;mos com todas as classes de portugueses: respons&amp;aacute;veis dos mais diversos governos, presidentes, secret&amp;aacute;rios, autoridades policiais e locais, cidad&amp;atilde;os em geral, condutores e pe&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicos e an&amp;oacute;nimos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este &amp;eacute; o terceiro ano consecutivo que o Dia Nacional da Cortesia ao Volante vem sendo celebrado no nosso querido pa&amp;iacute;s. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por vezes, no entanto, desanimamos. O respeito pelos pe&amp;otilde;es nas passadeiras, a abstin&amp;ecirc;ncia do uso do telem&amp;oacute;vel ao volante, bem como do consumo de espirituosas bebidas, a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da velocidade dentro de limites razo&amp;aacute;veis, o s&amp;atilde;o e pac&amp;iacute;fico conv&amp;iacute;vio com restantes utentes das ruas e estradas do nosso pa&amp;iacute;s, a n&amp;atilde;o-intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica dos restantes parceiros sociais s&amp;atilde;o ainda miragens reflectidas no retrovisor da nossa cidadania. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;V&amp;oacute;s&lt;/em&gt;, dizia Cristo, falando aos homens, &lt;em&gt;sois o sal da terra&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas hoje, Cristo dir&amp;aacute;, falando aos condutores - aos condutores adultos - : &lt;em&gt;V&amp;oacute;s sois o sinal da estrada&lt;/em&gt;: e chama-lhes sinal da estrada, porque quer que fa&amp;ccedil;am na estrada o que faz o sinal. O efeito do sinal &amp;eacute; impedir o despiste; mas quando a estrada se v&amp;ecirc; t&amp;atilde;o mal orientada como est&amp;aacute; a nossa, havendo tantos nela que t&amp;ecirc;m of&amp;iacute;cio de bem se orientar, qual ser&amp;aacute;, ou qual pode ser a causa desta m&amp;aacute; condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Ou &amp;eacute; porque o sinal n&amp;atilde;o sinaliza, ou porque a estrada p&amp;aacute;tria se n&amp;atilde;o deixa sinalizar. Ou &amp;eacute; porque o sinal nunca mais muda, e os respons&amp;aacute;veis pela circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o rodovi&amp;aacute;ria n&amp;atilde;o pregam a verdadeira doutrina; ou porque a estrada se n&amp;atilde;o deixa pacificar e os utentes, sendo verdadeiro o c&amp;oacute;digo que lhes d&amp;atilde;o, o n&amp;atilde;o querem receber. Ou &amp;eacute; porque o sinal n&amp;atilde;o abre, e os condutores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a estrada se n&amp;atilde;o deixa pacificar, e os pe&amp;otilde;es querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. N&amp;atilde;o &amp;eacute; tudo isto verdade? Ainda mal! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristo o poderia dizer: &lt;em&gt;Quod si signum evanuerit, in quo salietur? Ad nihilum valet ultra, nisi ut mittatur foras et conculcetur ab hominibus&lt;/em&gt;. &amp;laquo;Se o sinal perder a subst&amp;acirc;ncia e a virtude, e o pregador faltar a doutrina e ao exemplo, o que se lhe h&amp;aacute;-de fazer, &amp;eacute; lan&amp;ccedil;&amp;aacute;-lo fora como in&amp;uacute;til, para que seja pisado de todos&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por tudo isto, queremos hoje, &amp;agrave; imita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Santo Ant&amp;oacute;nio, voltarmo-nos dos adultos para os fixes, e j&amp;aacute; que os adultos se n&amp;atilde;o aproveitam, pregar aos fixes. Embora provavelmente a esta hora ainda n&amp;atilde;o estejam acordados, depois de uma noite a acelerar na ponte Vasco da Gama, estamos certos de que bem nos ouvir&amp;atilde;o. Porque temos para eles uma bonita mensagem. Os demais podem deixar o serm&amp;atilde;o, pois n&amp;atilde;o &amp;eacute; para eles. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, que havemos de pregar hoje aos fixes? Nunca pior audit&amp;oacute;rio. Ao menos t&amp;ecirc;m os fixes duas boas qualidades de ouvintes: ouvem e n&amp;atilde;o falam, pois ainda n&amp;atilde;o aprenderam o dom da linguagem, dedicados que est&amp;atilde;o a admirar b&amp;oacute;lides e motores e a escrever nos blogues do &lt;em&gt;tunning&lt;/em&gt; e do &lt;em&gt;streetracing&lt;/em&gt;.&amp;nbsp; Uma s&amp;oacute; cousa pudera desconsolar ao pregador, que &amp;eacute; serem os fixes gente que se n&amp;atilde;o h&amp;aacute;-de converter. Mas esta dor &amp;eacute; t&amp;atilde;o ordin&amp;aacute;ria, que j&amp;aacute; pelo costume quase se n&amp;atilde;o sente. Por esta causa n&amp;atilde;o falarei hoje em C&amp;eacute;u nem Inferno; e assim ser&amp;aacute; menos triste este serm&amp;atilde;o, do que os meus parecem aos homens, pelos encaminhar sempre &amp;agrave; lembran&amp;ccedil;a destes dois fins. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Vos estis signum terrae&lt;/em&gt;. Haveis de saber, irm&amp;atilde;os fixes, que ao contr&amp;aacute;rio do que alguns cronistas adultos vos ensinam, nem o cigarro &amp;eacute; liberdade de pensamento nem a velocidade &amp;eacute; garantia de virilidade. Antes pelo contr&amp;aacute;rio: estudos cient&amp;iacute;ficos americanos estabelecem uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o altamente prov&amp;aacute;vel, caros fixes, entre velocidade na estrada e dificuldade intr&amp;iacute;nseca em manter por muito tempo uma erec&amp;ccedil;&amp;atilde;o durante o acto sexual. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Vos estis agnus Dei&lt;/em&gt;. Importa relembrar, car&amp;iacute;ssimos fixes, que o excesso de proximidade do ve&amp;iacute;culo da frente promove o sacrif&amp;iacute;cio e vos pode fornecer rodas outras que n&amp;atilde;o as que desejais. Pois ter rodas por pernas &amp;eacute; bem menos divertido quando as rodas sempre fazem de pernas, e nunca mais h&amp;aacute; pernas para fazer de rodas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Vos estis filii Patriam&lt;/em&gt;. Estais equivocados, irm&amp;atilde;os tuners-fixes, quando pensais que jantes novas e shotes a mais vos aproximam mais do 100% cool. Em verdade vos dizemos que 100% cool s&amp;oacute; o fixe que n&amp;atilde;o bebe quando vai no lugar do condutor.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nada receeis, queridos &lt;em&gt;streetracers&lt;/em&gt;, a cortesia na estrada n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma coisa de meninas ou de fixes pouco masculinizados. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de testosterona quando mantemos a dist&amp;acirc;ncia de seguran&amp;ccedil;a, nem se nos atrofiam m&amp;uacute;sculos e outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os quando cumprimos o c&amp;oacute;digo da estrada. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes, por&amp;eacute;m, que vos vades, aceitai ouvir algumas das vossas repreens&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a primeira de todas &amp;eacute; a de crescerdes uns e outros. N&amp;atilde;o s&amp;oacute; v&amp;oacute;s cresceis, sen&amp;atilde;o que ireis imitar os grandes. E se os grandes n&amp;atilde;o ensinam os pequenos, porque &amp;eacute; que estes imitam os grandes? Bastara que os pequenos ensinaram os grandes, e j&amp;aacute; aqueles n&amp;atilde;o imitaram a estes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pegadores se chamam esses de que agora falo, e com grande propriedade, porque sendo pequenos, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; se chegam a outros maiores, mas de tal sorte se lhes pegam aos costados, que jamais os desferram.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E h&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m os &lt;em&gt;streetracers&lt;/em&gt;, que chamaremos voadores, que n&amp;atilde;o se contentam com a pequenez dos seus &amp;oacute;rg&amp;atilde;os genitais e buscam na pot&amp;ecirc;ncia dos motores aquela que lhes falta por natureza. Mas dizei-me, voadores, porque vos meteis a voar baixinho? Contentai-vos com a velocidade regulamentar, e n&amp;atilde;o queirais voar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contra muitos outros v&amp;iacute;cios poder&amp;iacute;amos hoje pregar. Mas um mais importa lembrar, irm&amp;atilde;os fixes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal como a an&amp;eacute;mona do mar se prende a uma rocha e v&amp;ecirc; os peixes comendo-se uns e outros, sem nada querer mudar, tamb&amp;eacute;m v&amp;oacute;s, fixes, olhais para tudo o que est&amp;aacute; errado nas ruas, nas estradas e nos passeios, e nada fazeis. E por isso mesmo permitis que cres&amp;ccedil;a e vos domine o polvo, e vos coma por fim. Porque, dizia Santo Ant&amp;oacute;nio, &amp;ldquo;debaixo [daquela] apar&amp;ecirc;ncia t&amp;atilde;o modesta, ou [daquela] hipocrisia t&amp;atilde;o santa, o dito polvo &amp;eacute; o maior traidor do mar.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim &amp;eacute; com as autoridades oficiais, que s&amp;atilde;o os adultos dos adultos. Permitem que os tubar&amp;otilde;es das multinacionais autom&amp;oacute;veis vos aliciem e vos seduzam para a cultura da velocidade e da viol&amp;ecirc;ncia rodovi&amp;aacute;ria, e n&amp;atilde;o vos ensinam a mais b&amp;aacute;sica das regras: sendo o carro uma m&amp;aacute;quina agressora, a carta de condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser uma licen&amp;ccedil;a para matar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com esta &amp;uacute;ltima advert&amp;ecirc;ncia vos despido, ou me despido de v&amp;oacute;s, meus fixes. Aprendei que seguir os mandamentos da cortesia ao volante n&amp;atilde;o &amp;eacute; sen&amp;atilde;o o meio de serdes melhores que os grandes que vos precedem. N&amp;atilde;o imiteis os grandes, antes ensinai-os, que no respeitante &amp;agrave; condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maior parte deles tem pouco que se recomende.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=ZDSJv1xQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=ZDSJv1xQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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      <pubDate>Sat, 05 May 2007 08:36:02 EST</pubDate>
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    <item>
      <title>Dia Nacional da Cortesia ao Volante</title>
      <description>CONVITE &amp;ndash; EVENTO&lt;br /&gt;
  &lt;strong&gt;5 de Maio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
  Hora: &lt;strong&gt;11:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
  Local de encontro: &lt;strong&gt;Frente &amp;agrave; Escola Secund&amp;aacute;ria D. Filipa de Lencastre, Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ACA-M e a CR&amp;amp;M &amp;ndash; Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o Activa de Condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o apoio da Toyota Caetano Portugal e da Escola Secund&amp;aacute;ria D. Filipa de Lencastre (ESDFL) v&amp;ecirc;m convidar para uma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica sobre condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o cort&amp;ecirc;s, em ve&amp;iacute;culo Toyota conduzido por um formador em condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o defensiva, circulando atrav&amp;eacute;s do Bairro do Arco do Cego. (ver abaixo: algumas manobras que ser&amp;atilde;o executadas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma ocasi&amp;atilde;o, alunos da ESDFL ir&amp;atilde;o colaborar na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de folhetos com os 15 Mandamentos da Cortesia ao Volante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ver:&lt;br /&gt;
  &lt;a href="http://www.aca-m.org/campanhas/cortesia_ao_volante/15_mandamentos.htm"&gt;http://www.aca-m.org/campanhas/cortesia_ao_volante/15_mandamentos.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;a href="http://www.aca-m.org/campanhas/cortesia_ao_volante/cortesia_ao_volante_materiais.htm"&gt;http://www.aca-m.org/campanhas/cortesia_ao_volante/cortesia_ao_volante_materiais.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;a href="http://www.aca-m.org/eduque-se/conductoris_lusitanum_insanii_sunt.htm"&gt;http://www.aca-m.org/eduque-se/conductoris_lusitanum_insanii_sunt.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entidades convidadas:&lt;br /&gt;
  Ministra da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;br /&gt;
  Secret&amp;aacute;rio de Estado Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Interna &lt;br /&gt;
  Secret&amp;aacute;ria de Estado dos Transportes &lt;br /&gt;
  Governadora Civil Lisboa &lt;br /&gt;
  Director-Geral de Via&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
  Presidente da Autoridade de Seguran&amp;ccedil;a Rodovi&amp;aacute;ria&lt;br /&gt;
  Presidente das Estradas de Portugal &lt;br /&gt;
  Presidente da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Juventude &lt;br /&gt;
  Presidente do IPJ &lt;br /&gt;
  Membros da Subcomiss&amp;atilde;o de Seguran&amp;ccedil;a Rodovi&amp;aacute;ria da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e representantes dos grupos  parlamentares&lt;br /&gt;
  Director Regional de Ensino de Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas manobras que ser&amp;atilde;o executadas (e explicadas) durante o evento:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Paragem nos Stops.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Reduzir a velocidade &amp;agrave; aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o de intersec&amp;ccedil;&amp;otilde;es semaforizadas, mesmo estando Verde, na expectativa de que possa acender a luz amarela e vermelha.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Na aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o das intersec&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mesmo estando Verde ou tendo prioridade, olhar sempre para os dois lados antes de a atravessar.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Se um pe&amp;atilde;o se aproxima de uma passadeira, imobilizar o ve&amp;iacute;culo alguns metros &amp;quot;antes&amp;quot; da passadeira, evitando parar em cima da passadeira.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Quando imobilizado no transito, manter uma dist&amp;acirc;ncia de seguran&amp;ccedil;a ao veiculo da frente, que permita n&amp;atilde;o ficar bloqueado e evitar pequenos toques.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Estacionar o ve&amp;iacute;culo em locais permitidos, evitando passadeiras e passeios. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=fUFaxfRn"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=fUFaxfRn" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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      <pubDate>Thu, 03 May 2007 08:58:21 EST</pubDate>
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    <item>
      <title>Lisboa: nasce um ponto negro no marquês</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunicado de 2007/4/24&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um túnel com 9% de inclinação  10% em certos pontos &lt;strong&gt; não é &lt;/strong&gt;um
túnel seguro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um túnel de &lt;strong&gt;risco&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse risco pode ser diminuído, monitorizado, desvalorizado, &lt;strong&gt;negado&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas
  existe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso mesmo, a &lt;strong&gt;Directiva&lt;/strong&gt; da União Europeia sobre segurança
  em túneis, de Abril 2004, indica que não se ultrapasse a inclinação
  máxima de 5% em túneis da Rede Europeia de Estradas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CML&lt;strong&gt; não tem&lt;/strong&gt; normas específicas sobre segurança em túneis.
  Segue as normas da Estradas de Portugal (ex-JAE) que, por sua vez transcreve
  a Directiva Europeia como referência para todos os túneis portugueses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;desrespeito&lt;/strong&gt; por normas de segurança internacional não pode
  (ou não deveria) ser camuflado por propaganda publicitária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltamos a dizer, como sempre dissemos: o túnel do Marquês &lt;strong&gt;não é seguro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E voltamos a dizer, como sempre dissemos: as&lt;strong&gt; entradas
    e saídas do túnel&lt;/strong&gt;  impedem a livre e segura circulação dos peões na zona
  do Marquês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não queremos ser &lt;strong&gt;cúmplices&lt;/strong&gt; de eventuais fatalidades futuras
  neste novo túnel, seja por atropelamento seja por despiste ou colisão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, voltamos a lembrar o que dissemos em 2004:&lt;strong&gt; A
  CML construiu um ponto negro no Marquês&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo, enviamos extractos da documentação produzida pela ACA-M
  no âmbito da Declaração de Impacto Ambiental do Túnel
  do Marquês, em 2004&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A direcção da ACA-M&lt;/p&gt;
&lt;strong&gt;Documentos:&lt;/strong&gt;
&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;em&gt;Directiva 2004/54/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril
    de 2004, relativa aos requisitos mínimos de segurança para os túneis
    da rede rodoviária transeuropeia:(...)&lt;/em&gt;
    &lt;blockquote&gt;
      &lt;p&gt;2.2.2. Não devem ser permitidos
        declives longitudinais superiores a 5% nos novos túneis, salvo
        se não for geograficamente possível nenhuma outra solução.
        [era possível outra solução]&lt;br /&gt;
        &lt;br /&gt;
        2.2.3. Nos túneis com declives superiores a 3%, serão tomadas
        medidas adicionais e/ou reforçadas para melhorar a segurança
        com base numa análise
        de riscos [não foi realizada análise de riscos]. &lt;/p&gt;
    &lt;/blockquote&gt;
  &lt;/li&gt;

  &lt;li&gt;&lt;em&gt;Pronunciamento da ACA-M sobre o Estudo de Impacte Ambiental da Concepção/Construção
    do Desnivelamento da Av. Duarte Pacheco, Rua Joaquim António de Aguiar
    e Av. Fontes Pereira de Melo (Túnel do Marquês):&lt;/em&gt;
    &lt;blockquote&gt;
      &lt;p&gt;Consultar o texto completo em &lt;a href="http://www.aca-m.org/documentos/propostas_e_pareceres/pronunciamento_eia_tunel.pdf"&gt;http://www.aca-m.org/documentos/propostas_e_pareceres/pronunciamento_eia_tunel.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;(...)&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
        Perigo inerente ao projecto&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;O perigo inerente (in-built) da infra-estrutura
        proposta  sobretudo,
        a sua inclinação excessiva, a sua grande extensão
        e a suas características indutoras de congestionamento - decorre
        directamente da opção de traçado e não é um
        factor de risco que possa ser simplesmente negligenciado, minimizado
        ou eliminado.&lt;/p&gt;
      &lt;ul&gt;
        &lt;li&gt;no final da inclinação com uma pendente média
          de 9,3%, no sentido Cascais-Lisboa, indica-se a intenção
          de construção
          de uma curva apertada e sem visibilidade;&lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;o perfil transversal do túnel
          não é suficientemente
          largo para possibilitar a passagem de veículos de emergência
          entre as duas vias que compõem cada faixa de rodagem;&lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;não
          estão previstas rampas de fuga intervaladas de modo
          a permitir o auto-salvamento de pessoas, incluindo aquelas com capacidades
          de mobilidade reduzida;&lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;o túnel, apesar da sua grande extensão  mais
          de 1200 metros  não é concebido em tubo duplo
          com corta-fogos intervalados;&lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;e a sua estrutura, com vigas de sustentação
          transversais, não
          permite uma ventilação adequada preventora de intoxicação
          em caso de incêndio.&lt;/li&gt;
      &lt;/ul&gt;
      &lt;p&gt;&lt;em&gt;O imperativo ético-legal&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;O Parlamento Europeu e o Conselho
        da União Europeia aprovaram
        a Directiva 2004/54/CE relativa aos requisitos mínimos de segurança
        para os túneis da Rede Rodoviária Europeia.&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;A inexistência
        de qualquer norma construtiva específica sobre
        túneis, por parte da Câmara Municipal de Lisboa  é um
        motivo adicional para que seja tido em consideração o conjunto
        de requisitos mínimos de segurança em túneis listados
        na directiva supra-mencionada. Não é nunca, por isso, demais
        sublinhar que esta vem obrigar os estados-membros a cumprir pelo menos
        esses requisitos mínimos, desejando-se
        sempre que eles prefiram a todo o momento valorizar requisitos máximos
        de segurança nos túneis sob sua responsabilidade.&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;[um ano
        mais tarde, a directiva foi adoptada pelo então Instituto
        de Estradas de Portugal]&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;em&gt;Perigo no túnel&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;O Comité da PIARC para os Túneis
        Rodoviários estipula
        que:&lt;/p&gt;
      &lt;ul&gt;
        &lt;li&gt;um gradiente de 3,5% aumenta em 5 vezes probabilidade de avarias
          e auto-ignição
          dos veículos; &lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;um gradiente de 5% duplica a probabilidade de intoxicação
          mortal por ingestão de monóxido de carbono e outros gases
          venenosos (dado os fumos só terem uma direcção de
          saída); &lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;um gradiente de 3,5% obriga a distâncias de travagem
          superiores a 30m, a 50km/h.&lt;/li&gt;
      &lt;/ul&gt;
      &lt;p&gt;É verdade que um desastre, auto-ignição ou incêndio
        num túnel com pendentes elevadas envolvendo veículos pesados
        tem consequências particularmente graves, por relação àqueles
        envolvendo apenas viaturas ligeiras. Mas a análise de risco não
        avalia o risco de despiste ou colisão de um veículo com
        peso bruto entre os 3,000 e os 3,500 quilos, nem calcula as distâncias
        de segurança e a velocidade permitida em função
        dos tempos de travagem nas descidas de grande inclinação,
        seja para as viaturas autorizadas em geral, seja para este tipo de veículos
      em particular. &lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;A Directiva indica que os condutores dos veículos
        rodoviários
        de transporte de passageiros devem, em condições normais,
        manter em relação ao veículo da frente uma distancia
        mínima
        equivalente à distância percorrida pelo veículo em
        dois segundos (Directiva 2004/54/CE, p. 79). O Estudo de Impacte
        Ambiental, infelizmente, não procede a um cálculo dos fluxos
        de tráfego
        no interior do túnel em combinação com a velocidade
        máxima
      a permitir, o tempo de travagem, a pendente e a curva apertada.&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;Numa via
        com uma pendente inferior a 2,5%, o tempo de travagem para uma viatura
        ligeira circulando a 40/50 km/h é, em média, de 2 segundos,
        e a distância percorrida de 25 metros. No caso do túnel
        do Marquês seria essencial calcular o impacto de uma inclinação
        superior a 9% em pelo menos duas secções do túnel
        sobre os tempos e distâncias de travagem para determinar qual a
        distância
        de segurança entre veículos e, por extensão, definir
        a real capacidade do túnel. Sem estabelecer estes valores, é totalmente
        especulativa qualquer análise do impacto do túnel sobre
        fluxos de tráfego e sobre segurança rodoviária.      &lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;O EIA não considera o facto de, em pendentes inclinadas, uma
        viatura com peso bruto de 3,500 quilos (se tiver uma tara legal) necessita
        de um tempo de travagem até 50% superior a um veículo ligeiro
        de classe 1 e 2, o que significa que as distâncias de segurança
        no interior do túnel não apenas deverão ser claramente
        superiores aos 25 metros propostos na Directiva para condições
        normais devido à pendente
        e curva apertada, mas também devido à presença daquele
        tipo de veículos (viaturas comerciais, viaturas mistas, minibus,
      camionetas de caixa aberta, jipes, SUVs).&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;Como afirmámos anteriormente,
        a equipa que elaborou a análise
        de risco não fundamenta a sua recomendação sobre
        uma velocidade máxima no interior do túnel entre 40 e 50
        km/hora. Não
        seria de admirar que o cálculo acima proposto impusesse uma velocidade
        máxima segura não superior a 30 km/h, com uma presença
        de não mais de 25 veículos no interior do túnel
        a cada momento, em cada faixa  situação que, associada à necessidade
        de monitorização nas rampas de saída das Avs. Fontes
        Pereira de Melo e António Augusto Aguiar devido à probabilidade
        de congestionamento à superfície
        em horas de ponta, obrigaria ao acendimento frequente da semaforização
        antecipativa na entrada da Av. Duarte Pacheco - Av. Joaquim António
        de Aguiar e, portanto, à perversão absoluta da intenção
      de descongestionamento do trânsito de entrada naquela secção.&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;&lt;em&gt;Desresponsabilização vs boas práticas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;A
        não consideração deste tipo de cálculos,
        impede uma devida avaliação da obra em termos de custo-eficácia
        no descongestionamento do tráfego e de custo-benefício
        com contabilização
        do risco potencial de acidente e incêndio. A este propósito,
        há que
        confrontar a argumentação do EIA a propósito do civismo dos
        condutores. O estudo diz que a questão do civismo dos automobilistas é uma
        questão de formação no que se refere ao cumprimento
        da lei. Em relação a esta matéria nada poderá ser
        proposto (Relatórios Técnicos: Análise de Risco,
        p. 41). Responsabiliza também os condutores pela eventualidade
        de colisão
        e despiste, caso não cumpram rigorosamente os limites de velocidade,
        em especial na secção com pendente superior a 9% (sentido
      Cascais-Lisboa) (cf. Relatório-Síntese, p.108). &lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;A primeira
        responsabilidade da CML é oferecer uma infra-estrutura segura,
        tolerante e auto-explicativa. No caso do túnel do Marquês não
        será apenas no período nocturno que o problema da velocidade
        excessiva (e da alegada falta de civisimo) se poderá colocar.
        Estudos recentes de psicologia social demonstram que a condução
        agressiva e o excesso de velocidade em zonas urbanas e peri-urbanas derivam
        directamente da tensão provocada por congestionamentos, em particular
        quando estes antecedem vias onde a circulação se faz fluidamente.
        O caso do projecto do túnel do Marquês é uma ilustração
        da previsibilidade deste tipo de reacção: confrontados
        com congestionamentos contínuos à superfície, nomeadamente à entrada
        de Lisboa (A5, acessos em Monsanto, Av. Duarte Pacheco, túnel
        das Amoreiras), os condutores terão a tendência, potenciada
        pela inclinação
        excessiva do túnel e pela súbita ausência de congestionamento
        (pelas razões de segurança acima apontadas), para a prática
      de comportamentos agressivos, velocidades excessivas e manobras perigosas.&lt;/p&gt;
      &lt;p&gt;Em
        casos como este, desresponsabilizar a influência da infra-estrutura
        projectada, como parte co-causadora, na ocorrência de desastres
        graves, e lançar o ónus da responsabilidade para os chamados  mas
        não compreendidos  comportamentos de falta de civismo, é uma
        atitude totalmente contrária ao espírito de boas práticas
        e auto-responsabilização das entidades gestoras, que deveriam
        ter no conceito horizonte zero, primeiramente desenvolvido
        pelas autoridades gestoras da segurança rodoviária da Suécia,
        e posteriormente promovido pela Organização Mundial de
        Saúde
        e adoptado pela Comissão Europeia e pelo Conselho da UE, um importante
      corolário e exemplo.&lt;/p&gt;
    &lt;/blockquote&gt;
  &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;strong&gt;Consultar também:&lt;/strong&gt;
&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.aca-m.org/documentos/opiniao/fazer_tuneis_a_olhometro.htm"&gt;http://www.aca-m.org/documentos/opiniao/fazer_tuneis_a_olhometro.htm&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/comunicado_de_2004_5_4.html"&gt;http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/comunicado_de_2004_5_4.html&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/comunicado_de_2003_9_18.html"&gt;http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/comunicado_de_2003_9_18.html&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.aca-m.org/documentos/propostas_e_pareceres/eia_tunel_jsfernandes.pdf"&gt;http://www.aca-m.org/documentos/propostas_e_pareceres/eia_tunel_jsfernandes.pdf&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=Q1rDyDPL"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=Q1rDyDPL" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://feeds.feedburner.com/~r/NoticiasACA-M/~3/111568484/</link>
      <guid isPermaLink="false">http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=113930</guid>
      <pubDate>Tue, 24 Apr 2007 09:53:59 EST</pubDate>
    <feedburner:origLink>http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=113930</feedburner:origLink></item>
    <item>
      <title>Os fins justificam os meios?</title>
      <description>Comunicado de 2007/4/3 &lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;
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&lt;/script&gt;
&lt;script type="text/javascript"&gt;
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&lt;/script&gt;
O tuning e a eucaristia em Santa Comba D&amp;atilde;o
&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Depois de a &lt;a href="nota_de_2007_4_2.html"&gt;imprensa internacional ter feito
  amplo eco do caso&lt;/a&gt; do &amp;ldquo;Portuguese
  speeding priest&amp;rdquo;, o p&amp;aacute;roco de Santa Comba D&amp;atilde;o adepto do
  tuning veio insistir que usa o seu carro para atrair os jovens para a Igreja.
&lt;p&gt;Esta pr&amp;aacute;tica levanta s&amp;eacute;rias d&amp;uacute;vidas doutrinais sobre
  a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tuning e do street racing entre os jovens por parte
  de um cl&amp;eacute;rigo, pelo que a direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ACA-M voltou a dirigir-se
  ao Papa Bento XVI, &amp;agrave; Confer&amp;ecirc;ncia Episcopal portuguesa e ao Bispo
  de Viseu, pedindo um esclarecimento claro sobre o uso de certos meios para
  atingir fins evangelizadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo, remetemos c&amp;oacute;pia das cartas enviadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;DO THE MEANS JUSTIFY THE ENDS?&lt;br /&gt;
TUNING AND EUCHARISTY IN SANTA COMBA D&amp;Atilde;O, PORTUGAL&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;The case of the &amp;ldquo;Portuguese Speeding Priest&amp;rdquo; has caught the attention
  of the world press &amp;ndash; informing that the priest of the village of Santa
  Comba D&amp;atilde;o, in Portugal, is an adept of car tuning and that he uses his
transformed car to atract his young parishioners to the Church.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Such practice raises serious doctrinal doubts about the legitimacy of
    having a priest promoting tuning and street racing among the youth. The Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  de Cidad&amp;atilde;os Auto-Mobilizados decided to appeal, once again, to Pope
  Benedict XVI, to the Conference of Portuguese Bishops, and to the Bishop of
  Viseu, asking for a clear statement of the Catholic Church hierarchy regarding
  the use of certain means to achieve evangelizing goals&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Below, we send copy of the sent letters.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Letter to Pope Benedict XVI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Your Holiness the Pope&lt;br /&gt;
  Benedict XVI&lt;br /&gt;
  Supreme Pontiff of the Roman Catholic Church&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Your Holiness,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Since his deeds and words regarding his own speeding behaviour were publicized
  internationally (please see some news, attached), Father Ant&amp;oacute;nio Rodrigues,
  the priest of the Portuguese village of Santa Comba D&amp;atilde;o, has produced
  new and grave declarations which we feel the hierarchy of the Catholic Church
  needs to address.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Father Rodrigues, who last month boasted about the speed of his tuned vehicle
  and about his races on a Portuguese road once known as the &amp;ldquo;death road&amp;rdquo;,
  has now declared publicly (Correio da Manh&amp;atilde;, 26/03/07; Di&amp;aacute;rio
  de Not&amp;iacute;cias, 3/04/07) that he drives &amp;ldquo;carefully&amp;rdquo; but that
  he uses his speeding car to attract his young (mainly male) parishioners to
  the Church.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;This strange evangelizing practice is, in our view, ethically indefensible.
  The Portuguese youth is growing ever more fascinated by the phenomena of tuning
  and street racing, and a subculture of road risk is spreading alarmingly, making
  youngsters the main perpetrators and victims of road accidents in Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We thus appeal to Your Holiness to take the necessary steps to determine if
  the practice of drawing the youth to the Church by actively promoting the puerile
  fascination towards speeding and exacerbating the venal attraction of the car &amp;ndash; the
  modern epitome of materialism &amp;ndash; stands in accordance with the Doctrine
  of the Catholic Church.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We wish to underlie that we have never been acquainted with Father Ant&amp;oacute;nio
  Rodrigues, whose deeds and words only reached us when published in the press.
  ACA-M is an association who worries with road risk and who only exists to fight
  the civil war in Portuguese roads. What is at stake here is to know if the
  Catholic Church should allow an amoral pact with a subculture of distorted
  values as is that of lascivious speeding, adoration of motoring power, and
  low-down exhibitionism.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The ends of Father Rodrigues may be admirable &amp;ndash; to get to mass in time,
  to captivate youngsters. But doesn&amp;rsquo;t the use of certain means deform
  the ends?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Please accept our humble regards,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Direction of ACA-M&lt;br /&gt;
  Lisbon, 3/04/07&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Carta ao Presidente da Confer&amp;ecirc;ncia Episcopal Portuguesa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Sua Emin&amp;ecirc;ncia Reverend&amp;iacute;ssima &lt;br /&gt;
  Dom Jorge da Costa Ortiga&lt;br /&gt;
  Arcebispo de Braga&lt;br /&gt;
  Presidente da Confer&amp;ecirc;ncia Episcopal Portuguesa&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V. Emin&amp;ecirc;ncia,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confrontados com novas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  social do Senhor Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues, p&amp;aacute;roco de Santa Comba
  D&amp;atilde;o, a prop&amp;oacute;sito do seu comportamento rodovi&amp;aacute;rio, vimos
  dirigir-nos &amp;agrave; Confer&amp;ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, no sentido de
  obter esclarecimento sobre a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da hierarquia da Igreja
  sobre esta grave mat&amp;eacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Senhor Padre, que no m&amp;ecirc;s passado se vangloriava (em v&amp;aacute;rias
  not&amp;iacute;cias publicadas a entre 21 e 23 de Mar&amp;ccedil;o) das velocidades
  atingidas pelo seu autom&amp;oacute;vel de tuning, e das corridas que faz na A25
  (antigo IP5), declarou agora ao Correio da Manh&amp;atilde; (26/03/07) e Di&amp;aacute;rio
  de Not&amp;iacute;cias (3/04/07) que conduz de forma prudente. Ainda assim, refor&amp;ccedil;a
  e detalha afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores sobre o modo como usa a sua viatura
  para atrair os jovens (acreditamos que sobretudo de sexo masculino) para a
  Igreja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta estranha pr&amp;aacute;tica evangelizadora &amp;eacute;, na nossa perspectiva,
  eticamente indefens&amp;aacute;vel. &amp;Eacute; conhecido que tem aumentado assustadoramente
  em Portugal o fasc&amp;iacute;nio dos jovens pelo tuning e o streetracing, com
  a consequ&amp;ecirc;ncia dram&amp;aacute;tica de se ter criado uma subcultura juvenil
  do risco rodovi&amp;aacute;rio com evidente express&amp;atilde;o nas estat&amp;iacute;sticas:
  os jovens s&amp;atilde;o hoje os principais causadores e as principais v&amp;iacute;timas
  da sinistralidade rodovi&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vimos, assim, solicitar a V. Emin&amp;ecirc;ncia que exponha este assunto no &amp;acirc;mbito
  da Confer&amp;ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, de forma a determinar se a pr&amp;aacute;tica
  de atrair jovens para a Igreja atrav&amp;eacute;s da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o activa
  do fasc&amp;iacute;nio pueril pela velocidade e da exacerba&amp;ccedil;&amp;atilde;o do
  gosto venal pelo autom&amp;oacute;vel &amp;ndash; o ep&amp;iacute;tome moderno do bem material &amp;ndash; se
  encontra de acordo com a doutrina eclesi&amp;aacute;stica da Igreja cat&amp;oacute;lica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos sublinhar que nada nos move contra pessoas concretas, nomeadamente
  o senhor Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues, de cujos actos f&amp;iacute;sicos e verbais
  s&amp;oacute; tom&amp;aacute;mos conhecimento atrav&amp;eacute;s da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  social. A ACA-M preocupa-se acima de tudo com a inseguran&amp;ccedil;a rodovi&amp;aacute;ria
  e a nossa ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o pauta-se exclusivamente pelo esfor&amp;ccedil;o de
  p&amp;ocirc;r termo &amp;agrave; trag&amp;eacute;dia nacional da mortandade nas estradas.
  O que est&amp;aacute; aqui em causa &amp;eacute; saber se a Igreja deve permitir um
  pacto amoral com uma subcultura de valores distorcidos como &amp;eacute; a da lasc&amp;iacute;via
  da velocidade, da pot&amp;ecirc;ncia motora, do mais prim&amp;aacute;rio exibicionismo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os fins expressos pelo senhor padre Rodrigues ser&amp;atilde;o admir&amp;aacute;veis
  - conseguir chegar &amp;agrave;s missas a tempo, cativar jovens. O problema &amp;eacute; que
  o recurso a certos meios deturpa inexoravelmente os fins... &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despedimo-nos respeitosamente.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
  Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ACA-M&lt;br /&gt;
  Lisboa, 3/04/07&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Carta  ao Bispo de Viseu&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Sua Excel&amp;ecirc;ncia Reverend&amp;iacute;ssima&lt;br /&gt;
  Dom Il&amp;iacute;dio Pinto Leandro&lt;br /&gt;
  Bispo de Viseu&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V. Emin&amp;ecirc;ncia,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confrontados com novas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  social do Senhor Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues, p&amp;aacute;roco de Santa Comba
  D&amp;atilde;o, a prop&amp;oacute;sito do seu comportamento rodovi&amp;aacute;rio, vimos
  dirigir-nos a V. Emin&amp;ecirc;ncia, no sentido de obter esclarecimento sobre
  a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da hierarquia da Diocese de Viseu sobre esta grave
  mat&amp;eacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Senhor Padre, que no m&amp;ecirc;s passado se vangloriava (em v&amp;aacute;rias
  not&amp;iacute;cias publicadas a entre 21 e 23 de Mar&amp;ccedil;o) das velocidades
  atingidas pelo seu autom&amp;oacute;vel de tuning, e das corridas que faz na A25
  (antigo IP5), declarou agora ao Correio da Manh&amp;atilde; (26/03/07) e Di&amp;aacute;rio
  de Not&amp;iacute;cias (3/04/07) que conduz de forma prudente. Ainda assim, refor&amp;ccedil;a
  e detalha afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores sobre o modo como usa a sua viatura
  para atrair os jovens (acreditamos que sobretudo de sexo masculino) para a
  Igreja.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta estranha pr&amp;aacute;tica evangelizadora &amp;eacute;, na nossa perspectiva,
  eticamente indefens&amp;aacute;vel. &amp;Eacute; conhecido que tem aumentado assustadoramente
  em Portugal o fasc&amp;iacute;nio dos jovens pelo tuning e o streetracing, com
  a consequ&amp;ecirc;ncia dram&amp;aacute;tica de se ter criado uma subcultura juvenil
  do risco rodovi&amp;aacute;rio com evidente express&amp;atilde;o nas estat&amp;iacute;sticas:
  os jovens s&amp;atilde;o hoje os principais causadores e as principais v&amp;iacute;timas
  da sinistralidade rodovi&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vimos, assim, solicitar a V. Emin&amp;ecirc;ncia que exponha este assunto no &amp;acirc;mbito
  da Diocese de Viseu, de forma a determinar se a pr&amp;aacute;tica de atrair jovens
  para a Igreja atrav&amp;eacute;s da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o activa do fasc&amp;iacute;nio
  pueril pela velocidade e da exacerba&amp;ccedil;&amp;atilde;o do gosto venal pelo autom&amp;oacute;vel &amp;ndash; o
  ep&amp;iacute;tome moderno do bem material &amp;ndash; se encontra de acordo com a
  doutrina eclesi&amp;aacute;stica da Igreja cat&amp;oacute;lica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queremos sublinhar que nada nos move contra pessoas concretas, nomeadamente
  o senhor Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues, de cujos actos f&amp;iacute;sicos e verbais
  s&amp;oacute; tom&amp;aacute;mos conhecimento atrav&amp;eacute;s da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  social. A ACA-M preocupa-se acima de tudo com a inseguran&amp;ccedil;a rodovi&amp;aacute;ria
  e a nossa ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o pauta-se exclusivamente pelo esfor&amp;ccedil;o de
  p&amp;ocirc;r termo &amp;agrave; trag&amp;eacute;dia nacional da mortandade nas estradas.
  O que est&amp;aacute; aqui em causa &amp;eacute; saber se a Igreja deve permitir um
  pacto amoral com uma subcultura de valores distorcidos como &amp;eacute; a da lasc&amp;iacute;via
  da velocidade, da pot&amp;ecirc;ncia motora, do mais prim&amp;aacute;rio exibicionismo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os fins expressos pelo senhor padre Rodrigues ser&amp;atilde;o admir&amp;aacute;veis
  - conseguir chegar &amp;agrave;s missas a tempo, cativar jovens. O problema &amp;eacute; que
  o recurso a certos meios deturpa inexoravelmente os fins... &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Despedimo-nos respeitosamente.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
  Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ACA-M&lt;br /&gt;
  Lisboa, 3/04/07&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=hXhd2skc"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=hXhd2skc" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://feeds.feedburner.com/~r/NoticiasACA-M/~3/106955026/</link>
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      <pubDate>Tue, 03 Apr 2007 14:40:22 EST</pubDate>
    <feedburner:origLink>http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=83999</feedburner:origLink></item>
    <item>
      <title>Pela liberdade ao volante</title>
      <description>Comunicado de 2007/4/1 &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ACA-M advoga liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos comportamentos rodovi&amp;aacute;rios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ACA-M analisou os excelentes resultados da sinistralidade rodovi&amp;aacute;ria
  no &amp;uacute;ltimo ano. Demonstram que &lt;br /&gt;
  o n&amp;iacute;vel de civismo dos condutores portugueses encontra-se agora &lt;strong&gt;acima&lt;/strong&gt;  da&lt;strong&gt; m&amp;eacute;dia
  europeia&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, e ap&amp;oacute;s contactos com o governo, a ACA-M decidiu ter chegado
  o momento de acabar com a atitude repressiva do estado sobre os cidad&amp;atilde;os. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Passamos a defender que, sendo os portugueses condutores respons&amp;aacute;veis,
  a exist&amp;ecirc;ncia de&lt;strong&gt; limites legais de velocidade&lt;/strong&gt; n&amp;atilde;o &amp;eacute; leg&amp;iacute;tima.
  Pois os condutores j&amp;aacute; sabem avaliar o risco de uma condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  perigosa. Estas conclus&amp;otilde;es s&amp;atilde;o suportadas num estudo cient&amp;iacute;fico
  promovido pela ACA-M em parceria com o Autom&amp;oacute;vel Clube M&amp;eacute;dico
  de Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixa tamb&amp;eacute;m de fazer sentido proibir o uso de telem&amp;oacute;vel ao
  volante, a condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o alcoolizada ou sob efeito de drogas. O mesmo
  vale para o cinto de seguran&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apelamos por isso ao governo e &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica para
  que estas imposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es &lt;strong&gt;obsoletas&lt;/strong&gt; sejam &lt;strong&gt;abolidas&lt;/strong&gt; de imediato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas &amp;eacute; evidente que o&lt;strong&gt; atropelamento de pe&amp;otilde;es&lt;/strong&gt; constitui ainda
  um factor negativo nas estat&amp;iacute;sticas da sinistralidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ACA-M vem agora advogar que &lt;strong&gt;os pe&amp;otilde;es s&amp;oacute; possam atravessar
  a rua munidos de p&amp;aacute;ra-choques e airbag&lt;/strong&gt;, tecnologias de resto j&amp;aacute; dispon&amp;iacute;veis
  em diversos pa&amp;iacute;ses do norte da Europa. (Os pe&amp;otilde;es devem ainda
  ser impedidos de utilizar o telem&amp;oacute;vel e obrigados a usar cinto).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, a Assembleia Geral da ACA-M autorizou a sua direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  a iniciar o processo de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  em&lt;strong&gt; partido pol&amp;iacute;tico&lt;/strong&gt;, para melhor defender o ide&amp;aacute;rio do civismo
  &lt;strong&gt;liberal&lt;/strong&gt;, e orientando a sua ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica para a &lt;strong&gt;defesa
  de pol&amp;iacute;ticas de prioridade &amp;agrave; direita&lt;/strong&gt;, mas sem cair em excessos
  que se arriscariam a levar os condutores para a berma das estradas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto aos ingleses, devem ser impedidos de&lt;strong&gt; conduzir
  pela esquerda no nosso pa&amp;iacute;s&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ACA-M&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ATEN&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O: &lt;br /&gt;
  ESTE COMUNICADO &amp;Eacute; O CONTRIBUTO DA ACA-M PARA O 1&amp;ordm; DE ABRIL, DIA
  DAS MENTIRAS &lt;br /&gt;
  O seu conte&amp;uacute;do deve apenas ser divulgado nesta data e n&amp;atilde;o corresponde &amp;agrave;s
posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que advogamos habitualmente&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=NeyS8vwb"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=NeyS8vwb" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://feeds.feedburner.com/~r/NoticiasACA-M/~3/105789238/</link>
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      <pubDate>Sun, 01 Apr 2007 09:10:24 EST</pubDate>
    <feedburner:origLink>http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=81105</feedburner:origLink></item>
    <item>
      <title>O diabo da velocidade</title>
      <description>Comunicado de 2007/03/22 &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave;s not&amp;iacute;cias surgidas na imprensa de ontem sobre o comportamento
  rodovi&amp;aacute;rio anti-social de um p&amp;aacute;roco de Santa Comba D&amp;atilde;o,
  a direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ACA-M decidiu dirigir-se ao Papa Bento XVI, &amp;agrave; Conferencia
  Episcopal portuguesa e ao Arcebispo de Viseu, pedindo &amp;agrave; hierarquia eclesi&amp;aacute;stica
  que ajude aquele sacerdote a exorcizar o seu desmedido prazer pela velocidade
  que a pot&amp;ecirc;ncia do seu Ford Fiesta 200 ST lhe permite atingir.&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sua Santidade o Papa Bento XVI&lt;br /&gt;
  Sumo Pont&amp;iacute;fice da Igreja Cat&amp;oacute;lica&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  A Sua Emin&amp;ecirc;ncia Reverend&amp;iacute;ssima Dom Jorge da Costa Ortiga, Arcebispo
  de Braga, Presidente da Confer&amp;ecirc;ncia Episcopal Portuguesa&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  A Sua Emin&amp;ecirc;ncia Reverend&amp;iacute;ssima Dom Alfio Rapisarda&lt;br /&gt;
  N&amp;uacute;ncio Apost&amp;oacute;lico da C&amp;uacute;ria Romana em Portugal&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  A Sua Excel&amp;ecirc;ncia Reverend&amp;iacute;ssima Dom Il&amp;iacute;dio Pinto Leandro&lt;br /&gt;
  Bispo de Viseu&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  A Sua Rever&amp;ecirc;ncia Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues&lt;br /&gt;
  P&amp;aacute;roco do Couto do Mosteiro&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Dirigimo-nos a V. Santidade para apresentar o seguinte pleito:&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  O comportamento rodovi&amp;aacute;rio anti-social do sr. Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues,
  p&amp;aacute;roco do Couto do Mosteiro, em Santa Comba D&amp;atilde;o, foi noticiado
  ontem, dia 21/03/07, em alguns jornais di&amp;aacute;rios portugueses (P&amp;uacute;blico,
  p. 14, &amp;ldquo;Um padre movido a f&amp;eacute; e adrenalina&amp;rdquo;, 24 Horas, p.
  21, &amp;ldquo;O padre tem uma m&amp;aacute;quina... dos diabos&amp;rdquo;).&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  O sr. Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues orgulha-se de ser propriet&amp;aacute;rio
  de uma &amp;ldquo;aut&amp;ecirc;ntica bomba&amp;rdquo;, um Ford Fiesta 200 ST de 150 cavalos
  de pot&amp;ecirc;ncia, adquirido &amp;ldquo;no estrangeiro&amp;rdquo;, e de &amp;ldquo;andar
  no pican&amp;ccedil;o na A25&amp;rdquo; (competir com outros utentes daquela que j&amp;aacute; foi
  conhecida internacionalmente como a &amp;ldquo;estrada da morte&amp;rdquo;, tantas
  foram as v&amp;iacute;timas mortais naquele trajecto).&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  O sr. Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues, que afirma gostar da &amp;ldquo;adrenalina
  provocada pela velocidade&amp;rdquo; e &amp;ldquo;de sentir a pot&amp;ecirc;ncia debaixo
  do p&amp;eacute;&amp;rdquo;, vangloria-se ainda de o seu autom&amp;oacute;vel chegar facilmente
  aos 210km/h, acrescentando que &amp;ldquo;Gra&amp;ccedil;as a Deus&amp;rdquo; nunca foi
  multado, e que, antes de padre &amp;eacute; um ser humano.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Finalmente, admite que utiliza o seu carro para levar os jovens [das aldeias]
  a &amp;ldquo;dar uma volta&amp;rdquo;, e para &amp;ldquo;chegar a tempo &amp;agrave;s 3 igrejas
  da par&amp;oacute;quia&amp;rdquo; (que distam entre si n&amp;atilde;o mais que 13 km).&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Foi com horror que a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cidad&amp;atilde;os Auto-Mobilizados
  tomou conhecimento destas not&amp;iacute;cias. E &amp;eacute; com natural inc&amp;oacute;modo
  que nos dirigimos a V. Santidade para notar que:&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  1) Um padre &amp;eacute; um cidad&amp;atilde;o. Nesse sentido, n&amp;atilde;o pode colocar
  os seus deveres de padre (chegar a horas &amp;agrave;s diferentes igrejas onde
  oficia, transportar jovens entre aldeias) &amp;agrave; frente dos de cidad&amp;atilde;o.
  Numa palavra, n&amp;atilde;o se pode colocar acima da lei da rep&amp;uacute;blica portuguesa. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  2) Um padre cat&amp;oacute;lico &amp;eacute; um homem, mas antes de ser homem &amp;eacute; padre.
  Caso pusesse o ser &amp;ldquo;homem normal&amp;rdquo; antes do sacerd&amp;oacute;cio, n&amp;atilde;o
  haveria motivo para cumprir o princ&amp;iacute;pio do Celibato. Ora um padre tem
  de dar o exemplo, porque nele o Sentido &amp;Eacute;tico &amp;eacute; o mais importante.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  3) Um padre &amp;eacute; um predicador &amp;ndash; n&amp;atilde;o por acaso &amp;eacute; tantas
  vezes tamb&amp;eacute;m professor de Religi&amp;atilde;o e Moral. Um guia espiritual
  que molda o comportamento e valores de outr&amp;eacute;m.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  4) Um padre &amp;eacute;, sine qua non, um modelo de virtudes &amp;ndash; n&amp;atilde;o
  pode ser um reposit&amp;oacute;rio de pecados.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  O arrepiante comportamento descrito nas not&amp;iacute;cias testemunha um deslumbramento
  ing&amp;eacute;nuo pela velocidade, pela ilegalidade, e pela irresponsabilidade
  social, que &amp;eacute; seguramente conden&amp;aacute;vel pela hierarquia da Igreja
  cat&amp;oacute;lica. &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Mais ainda, o sr. Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues parece crer, na sua cega vaidade,
  que a provid&amp;ecirc;ncia divina o favorece, permitindo-lhe fugir &amp;agrave;s san&amp;ccedil;&amp;otilde;es
  judici&amp;aacute;rias humanas. Como ele diz: &amp;ldquo;Gra&amp;ccedil;as a Deus, n&amp;atilde;o
  [sei] o que &amp;eacute; uma multa&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Acreditamos que o sr. Padre Ant&amp;oacute;nio Rodrigues n&amp;atilde;o esteja agindo
  de m&amp;aacute; f&amp;eacute;, e acreditamos ele conseguir&amp;aacute; arrepiar caminho
  e compreender qu&amp;atilde;o longe se encontra hoje dos valores impl&amp;iacute;citos
  no sacerd&amp;oacute;cio que assumiu. Vimos assim pedir a V. Santidade que ajude
  este infeliz p&amp;aacute;roco a ponderar a gravidade dos seus actos e a imod&amp;eacute;stia
  das suas palavras, e a resistir &amp;agrave;s tenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjugadas
  da velocidade e da vangl&amp;oacute;ria.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Despedimo-nos respeitosamente.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ACA-M&lt;br /&gt;
  Lisboa, 21/03/07&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=0NkNMKsK"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=0NkNMKsK" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://feeds.feedburner.com/~r/NoticiasACA-M/~3/103875728/</link>
      <guid isPermaLink="false">http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=73626</guid>
      <pubDate>Thu, 22 Mar 2007 11:00:00 EST</pubDate>
    <feedburner:origLink>http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=73626</feedburner:origLink></item>
    <item>
      <title>A EMEL, a PSP e os políticos</title>
      <description>Comunicado de 2007/02/21
&lt;p&gt;A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Sindical dos Profissionais da PSP protestou ontem
  contra a decis&amp;atilde;o da CML de p&amp;ocirc;r os funcion&amp;aacute;rios da EMEL
  a autuar os condutores que estacionam constantemente em segunda fila, sobre
os passeios, sobre as passadeiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ACA-M pergunta-se: porque raz&amp;atilde;o cheg&amp;aacute;mos a uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o
  em que a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estacionamento selvagem em Lisboa &amp;eacute; feita
  por uma empresa municipal e n&amp;atilde;o pela Divis&amp;atilde;o de Tr&amp;acirc;nsito
  da PSP?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta parece-nos &amp;oacute;bvia:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; que durante anos, a DT-PSP, a autoridade policial que podia e devia
  combater os flagelos lisboetas do estacionamento indevido e do excesso de velocidade,
  &lt;strong&gt;demitiu-se&lt;/strong&gt; quase completamente da sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que a ACA-M prefere que a DT-PSP fa&amp;ccedil;a o seu trabalho e que a
  CML n&amp;atilde;o tenha esse encargo adicional. Claro que muitos condutores que
  abusam das falhas do sistema estar&amp;atilde;o agora irritados porque v&amp;atilde;o
  passar a pagar como os outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, para a ACA-M,&lt;strong&gt; a verdadeira quest&amp;atilde;o de fundo &amp;eacute; saber de
  quem foi a responsabilidade pol&amp;iacute;tica de a DT-PSP se ter demitido da
  sua obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; &amp;ndash; dado que n&amp;atilde;o consta que os comandos
  da PSP tomem decis&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fazemos assim um &lt;strong&gt;apelo &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt; para que investigue
  este estranho&lt;strong&gt; caso de pol&amp;iacute;cia&lt;/strong&gt;.&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?a=DYU51dOE"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~f/NoticiasACA-M?i=DYU51dOE" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <link>http://feeds.feedburner.com/~r/NoticiasACA-M/~3/93874338/</link>
      <guid isPermaLink="false">http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=45618</guid>
      <pubDate>Wed, 21 Feb 2007 12:30:33 EST</pubDate>
    <feedburner:origLink>http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=45618</feedburner:origLink></item>
    <item>
      <title>Dia da Memória, Domingo, 19 de Novembro</title>
      <description>&lt;p&gt; Este ano, celebra-se pela 5&amp;ordm; vez em Portugal, o &lt;a target="_blank" href="http://www.un.org/News/Press/docs/2005/ga10409.doc.htm"&gt;Dia     Mundial em Mem&amp;oacute;ria   das V&amp;iacute;timas da Estrada&lt;/a&gt;.   As celebra&amp;ccedil;&amp;otilde;es decorrer&amp;atilde;o em Vila Real, Lisboa e &amp;Eacute;vora.&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;img width="225" height="332" border="0" src="http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/imagens/memoria06_a3_low.jpg" /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ONU adoptou no ano passado   o Dia Mundial em Mem&amp;oacute;ria das V&amp;iacute;timas   da Estrada, a realizar-se no terceiro Domingo de Novembro de cada ano.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste dia estar&amp;aacute; a cargo da &lt;a target="_blank" href="http://www.estradaviva.org"&gt;Estrada     Viva &amp;ndash; Liga   contra o Trauma&lt;/a&gt;, entidade c&amp;iacute;vica   colectiva onde a ACA-M se inclui.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O esp&amp;iacute;rito desta celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de que a evoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o   p&amp;uacute;blica da mem&amp;oacute;ria daqueles que perderam a vida nas estradas   e ruas portuguesas significa um reconhecimento, por parte do estado e da sociedade,   da tr&amp;aacute;gica dimens&amp;atilde;o da sinistralidade, e ajuda os sobreviventes   a conviver com o trauma de mem&amp;oacute;rias dolorosas resultantes da morte s&amp;uacute;bita   e sangrenta em desastres rodovi&amp;aacute;rios. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do   Dia Mundial da Mem&amp;oacute;ria no nosso pa&amp;iacute;s &amp;eacute; um   importante passo para o reconhecimento colectivo de que a sinistralidade rodovi&amp;aacute;ria &amp;eacute; uma   trag&amp;eacute;dia com um impacto social sem paralelo em termos de sa&amp;uacute;de   p&amp;uacute;blica em Portugal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa Vila Real&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   10h30 &amp;ndash; In&amp;iacute;cio utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pista da Escola Fixa de Tr&amp;acirc;nsito   por Crian&amp;ccedil;as e Pais;&lt;br /&gt;   10h45 &amp;ndash; Abertura Exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Fotogr&amp;aacute;fica&lt;br /&gt;   11h00 &amp;ndash; Interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es &lt;br /&gt;   - Mensagem da Estrada Viva (pela AUIP4)&lt;br /&gt;   - Presidente da C&amp;acirc;mara Municipal de Vila Real&lt;br /&gt;   - Lan&amp;ccedil;amento do livro &lt;em&gt;Memoriais de Beira de Estrada&lt;/em&gt; - ACA-M&lt;br /&gt;   - Interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es entidades p&amp;uacute;blicas &lt;br /&gt;   12h00 - Descida de p&amp;aacute;ra-quedistas e lan&amp;ccedil;amento de bal&amp;otilde;es   com mensagens das crian&amp;ccedil;as para &amp;quot;algu&amp;eacute;m l&amp;aacute; no c&amp;eacute;u&amp;quot;...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa &amp;Eacute;vora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   10h30 &amp;ndash; Passeio Seguro Percurso entre a S&amp;eacute; e o jardim da Mem&amp;oacute;ria&lt;br /&gt;   Ponto de encontro S&amp;eacute; de Evora&lt;br /&gt;   11h40 &amp;ndash; Salto de Paraquedistas&lt;br /&gt;   Local: junto ao espelho de &amp;aacute;gua da Malagueira &lt;br /&gt; 12h00 &amp;ndash; Inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Jardim da Mem&amp;oacute;ria&lt;br /&gt; local: Av. T&amp;uacute;lio Espanca junto ao gare.pt&lt;br /&gt;   15h00 &amp;ndash; Concerto no teatro municipal Garcia de Resende&lt;br /&gt; Entrada Livre&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;   12h00 &amp;ndash; Bas&amp;iacute;lica da Estrela. Celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Missa.&lt;br /&gt;   13h00 &amp;ndash; Jardim da Estrela. Lan&amp;ccedil;amento de Bal&amp;otilde;es Brancos   em Mem&amp;oacute;ria das V&amp;iacute;timas.&lt;br /&gt;   Lan&amp;ccedil;amento do s&amp;iacute;mbolo da sinistralidade rodovi&amp;aacute;ria - Um   La&amp;ccedil;o. A divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o/ distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; efectuada nos 3 grandes centros comerciais de Lisboa.&lt;/p&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Materiais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/imagens/memoria06_a3.jpg"&gt;poster       - vers&amp;atilde;o       para impress&amp;atilde;o&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;     (jpg, 2096x4287, A3, 2,4Mb) &lt;/li&gt;   &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.aca-m.org/campanhas/dia_da_memoria_2006/spot_dia_da_memoria_2006.mp3"&gt;spot radio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;     (mp3, 15 seg, 588kb)&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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      <pubDate>Tue, 14 Nov 2006 16:05:43 EST</pubDate>
    <feedburner:origLink>http://feeds.rapidfeeds.com/?iid4ct=15287</feedburner:origLink></item>
    <item>
      <title>Indignidade em Belém</title>
      <description>&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Comunicado de 2006/11/8&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estacionamento ilegal n&amp;atilde;o &amp;eacute; pior em Bel&amp;eacute;m que noutros bairros de Lisboa ou do resto do pa&amp;iacute;s. &amp;Eacute; apenas mais do mesmo: carros nas passadeiras, nos passeios, frente aos port&amp;otilde;es das escolas ... O habitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas h&amp;aacute; ali uma grande diferen&amp;ccedil;a: &amp;eacute; que em Bel&amp;eacute;m s&amp;atilde;o a Junta de Freguesia e a C&amp;acirc;mara Municipal que promovem activamente o estacionamento sobre os passeios. Implantaram mesmo sinais de tr&amp;acirc;nsito que v&amp;ecirc;m autorizar o estacionamento sobre os passeios daquele bairro residencial e de embaixadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; no m&amp;iacute;nimo incongruente que a CML anuncie por um lado a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o das chamadas &amp;quot;zonas 30&amp;quot; em bairros residenciais, publicando ainda uma Carta dos Direitos do Pe&amp;atilde;o, e, por outro, legitime administrativamente o estacionamento no passeio , acto maior de desrespeito pelos direitos dos pe&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a ACA-M requereu &amp;agrave; Junta de Freguesia de St&amp;ordf; M&amp;ordf; de Bel&amp;eacute;m e &amp;agrave; CML a fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o - legal e &amp;eacute;tica &amp;ndash; deste estranho e anti-pedag&amp;oacute;gico acto administrativo (ver abaixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;img width="200" height="277" border="0" src="http://www.aca-m.org/documentos/comunicados/imagens/sinal_passeios.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;Sinal de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estacionamento no passeio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left"&gt; &lt;hr /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Exmo. Senhor &lt;br /&gt;Dr. Fernando Ribeiro Rosa&lt;br /&gt;Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria de Bel&amp;eacute;m &lt;br /&gt;Largo dos Jer&amp;oacute;nimos 3, r/c, &lt;br /&gt;1400-209 Lisboa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C&amp;oacute;pia de conhecimento:&lt;br /&gt;Dra. Marina Ferreira, Vereadora da Mobilidade da CML&lt;br /&gt;Dr. Jo&amp;atilde;o Nuno Athayde de Carvalhosa, Vogal com o Pelouro do Tr&amp;acirc;nsito da JFSMB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ass: Requerimento relativo a estacionamento na Freguesia de Sta. Maria de Bel&amp;eacute;m &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exmo. Senhor, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Freguesia de Santa Maria de Bel&amp;eacute;m, a cujo executivo V. Ex.&amp;ordf; preside, tem sido palco durante os &amp;uacute;ltimos anos, de uma profunda mudan&amp;ccedil;a estrutural no tipo de popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a procura durante o dia, quer devido &amp;agrave; altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uso de determinados equipamentos , quer devido a novos equipamentos edificados, como sejam, por exemplo, a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do antigo Cinema Restelo por um edificado de supermercado e escrit&amp;oacute;rios, a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Hospital de S. Francisco de Xavier, num dos seus extremos, e, a outro n&amp;iacute;vel, a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da quase totalidade das vivendas das Avenida do Restelo, Vasco da Gama, Descobertas, entre outras, como escrit&amp;oacute;rios de diversas firmas que a&amp;iacute; se t&amp;ecirc;m instalado, encontrando-se agora em constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dois hot&amp;eacute;is, um na Av. do Restelo e outro na Rua de Pedrou&amp;ccedil;os. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes &amp;uacute;ltimos casos existem at&amp;eacute; situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es v&amp;aacute;rias em que, nos jardins das antigas vivendas, foram pela C.M.L. autorizadas novas constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a mesma finalidade - servir de escrit&amp;oacute;rios .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, a este acr&amp;eacute;scimo de ve&amp;iacute;culos no interior da Freguesia n&amp;atilde;o correspondeu a um aumento na oferta de estacionamento, sendo que n&amp;atilde;o foi constru&amp;iacute;do nenhum equipamento com essa finalidade, com a agravante de se autorizarem outros, como atr&amp;aacute;s se disse (por exemplo, supermercados sem estacionamento privativo que fazem da via p&amp;uacute;blica o local de estacionamento dos seus clientes). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como &amp;eacute; sabido pela generalidade da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o residente, e certamente tamb&amp;eacute;m por V. Ex&amp;ordf;s, o estado em que se encontra o estacionamento de ve&amp;iacute;culos no per&amp;iacute;metro da Freguesia &amp;eacute;, cada vez mais, ca&amp;oacute;tico, sendo, na pr&amp;aacute;tica, ocupada a quase totalidade de todos os passeios, inclusive aqueles que por se situarem em ruas onde isso n&amp;atilde;o se justifica por haver n&amp;atilde;o s&amp;oacute; estacionamento mas tamb&amp;eacute;m autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para estacionar, isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; respeitado nem feito respeitar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Boletim de Setembro da Junta de Freguesia de Santa Maria de Bel&amp;eacute;m (n&amp;ordm; 41) d&amp;atilde;o V. Ex.&amp;ordf;s conhecimento de algumas medidas tomadas para corrigir esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sendo que uma delas &amp;eacute; a autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estacionamento em longitudinal sobre os passeios nas Avenidas das Descobertas e do Restelo (lado norte). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, vem a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cidad&amp;atilde;os Auto-Mobilizados, entidade p&amp;uacute;blica sem fins lucrativos, no usufruto do direito administrativo de defesa de interesses difusos, requerer a V. Ex.&amp;ordf;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) que nos informe quais os fundamentos legais nos quais basearam a autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estacionamento sobre os passeios da Freguesia,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) que a Junta de Freguesia a que V. Ex.&amp;ordf; preside tome as medidas necess&amp;aacute;rias junto das autoridades competentes, para fazer cumprir o disposto no C&amp;oacute;digo da Estrada no que diz respeito a estacionamento (em particular, o cumprimento da sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;acirc;nsito e a defesa dos direitos &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a dos pe&amp;otilde;es). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto, remetemos c&amp;oacute;pia da Carta dos Direitos do Pe&amp;atilde;o, elaborada pela ACA-M e pela APSI, e publicada pela C&amp;acirc;mara Municipal de Lisboa, em Setembro passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pede deferimento &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Jo&amp;atilde;o Ramos&lt;br /&gt;Presidente da ACA-M&lt;div class="feedflare"&gt;
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      <pubDate>Wed, 08 Nov 2006 11:07:52 EST</pubDate>
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    <item>
      <title>Novo atropelamento na Av. de Ceuta</title>
      <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunicado de 2006/10/13&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Lamentavelmente, deu-se um novo atropelamento na AV. De Ceuta, esta trag&amp;eacute;dia   n&amp;atilde;o &amp;eacute; nem para n&amp;oacute;s, nem para a maior parte dos lisboetas, surpreendente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O problema, como &amp;eacute; sabido de todos os lisboetas, &amp;eacute;, infelizmente,   estrutural. A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas urbaniza&amp;ccedil;&amp;otilde;es g&amp;eacute;meas   atravessadas por uma via r&amp;aacute;pida com 11 faixas, para alojar os moradores do bairro do Casal Ventoso, est&amp;aacute; na origem da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Perguntamos   n&amp;oacute;s: quem foram os pol&amp;iacute;ticos e os t&amp;eacute;cnicos   da autarquia de Lisboa respons&amp;aacute;veis pela constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta   armadilha b&amp;aacute;rbara?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E perguntamos n&amp;oacute;s ainda: ser&amp;aacute; que os pol&amp;iacute;ticos e t&amp;eacute;cnicos   respons&amp;aacute;veis pela gest&amp;atilde;o do tr&amp;acirc;nsito da cidade dormiram   tranquilamente at&amp;eacute; hoje, sem ter resolvido urgentemente a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o   de absoluta inseguran&amp;ccedil;a dos pe&amp;otilde;es que atravessam a Av. Ceuta?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;Eacute; que n&amp;atilde;o era necess&amp;aacute;rio proceder a estudos de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o   de pontos negros. Os moradores da zona j&amp;aacute; por diversas vezes alertaram   a CML para o perigo daquela travessia. A ACA-M, na sua campanha &amp;ldquo;Vamos   acabar com os pontos negros&amp;rdquo;, j&amp;aacute; enviou requerimentos &amp;agrave; CML,   pedindo a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em Maio &amp;uacute;ltimo quando se deu o atropelamento de uma menina de 8 anos   nesta avenida, a ACA-M apresentou um conjunto de propostas com vista a minimizar   o risco de atropelamento nesta zona da cidade. Mas &amp;eacute; com grande pesar   que verificamos que at&amp;eacute; hoje, nenhuma medida foi tomada nesse sentido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;Eacute; terr&amp;iacute;vel constatar que as autoridades s&amp;oacute; costumam agir   sobre os pontos negros que criam depois de algu&amp;eacute;m neles falecer e de   a comunidade exprimir a sua como&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o deveria ser esta   a postura dos pol&amp;iacute;ticos ou dos t&amp;eacute;cnicos face aos cidad&amp;atilde;os   que se comprometeram servir.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas mais inaceit&amp;aacute;vel &amp;eacute; mesmo n&amp;atilde;o agir imediatamente sobre   uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de risco, para prevenir novas trag&amp;eacute;dias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A   solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o passa, na perspectiva da ACA-M, por aceitar corajosamente   inverter a l&amp;oacute;gica brutalista de fluidifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mobilidade   autom&amp;oacute;vel, que tem prevalecido nas escolhas t&amp;eacute;cnicas e pol&amp;iacute;ticas   da CML desde h&amp;aacute; muitos anos, e compreender que a defesa intransigente   dos direitos dos pe&amp;otilde;es &amp;eacute; a melhor via para a sustentabilidade   social da cidade de Lisboa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por isso, vimos pedir uma vez mais a assun&amp;ccedil;&amp;atilde;o   de responsabilidades, celeridade na busca de medidas provis&amp;oacute;rias e coer&amp;ecirc;ncia   na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o   de medidas definitivas para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ponto negro que &amp;eacute; a   travessia entre os Bairros do Cabrinha e do Loureiro. &lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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      <pubDate>Fri, 13 Oct 2006 08:56:03 EST</pubDate>
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