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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-31244122</atom:id><lastBuildDate>Tue, 27 Dec 2011 02:40:41 +0000</lastBuildDate><title>Nowherelander</title><description>nowhere (wo)man, the world is at your command</description><link>http://nowherelander.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Olivia)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>91</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Nowherelanderrss" /><feedburner:info uri="nowherelanderrss" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-4660366240473434617</guid><pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-05T08:03:35.588-02:00</atom:updated><title>Que coisa linda é uma partida de futebol</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem algo que eu preciso confessar. Muitos podem desconfiar disso, outros não fazem nem idéia, ou ainda pode ter gente que tem certeza e nunca se deixou enganar (como eu me deixei), mas eu preciso admitir: eu gosto de futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não tô falando isso com ar cabisbaixo de pessoa que se rende contrariada. Não, beibe. Eu me descobri (ui!), percebi que não tem como negar pra mim mesma que eu gosto deste esporte que mobiliza as pessoas. E é justamente por isso, por essa força que movimenta uma multidão, que eu gosto de futebol. É irracional? É. Uma vez um professor meu, falando sobre os nacionalismos, comparou-os com torcer por um time. Não tem lógica, a gente não sabe nem o que é direito essa coisa (nação, time), mas a gente tá disposto a brigar com o torcedor do rival sem ganhar nada por isso. Tá, essa parte eu não acho bonita. Eu acho bonito a parte que aproxima as pessoas. Tipo ano passado, quando meu time ia ter um jogo muito importante. A cidade se mobilizou, minha gente! Todo mundo respirava futebol! Eram carros com as bandeiras, pessoas com roupas com as cores do time... E a coisa integrava os torcedores do arquiinimigo também, já que de uma forma ou de outra eles também estavam participando - pra agourar o outro (êita, inveja!), claro, mas ainda assim. Era uma conversa através de buzinas, uma familiaridade entre estranhos. E nem era um dia tão ordinário: estréia de Harry Potter nos cinemas! Ou seja, nem a união harrypotteriana conseguiu se destacar nesse dia como o futebol se destacou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu irmão foi no campo pra ver o grande jogo, contou que em momentos de gol era todo mundo chorando e se abraçando... Gente, é bonito. Eu gosto. Mais legal ainda é Copa do Mundo, porque aí não tem inimizades dentro do nosso país, não é. Nem contra outras nacionalidades, a bem da verdade, porque tem todo um espírito amistoso tomando conta do mundo... Menos quando o assunto é França, mas né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E futebol pra mim tem um componente familiar. Acho que é isso que eu gosto mais. Não sei por que diabos, mas comecei a ver jogos de futebol e acompanhar campeonatos lá pelos meus 10 ou 11 anos, junto com meu pai. E aqui é necessário destacar: meu pai não é fã de futebol, nem brasileiro ele é e, aliás, nem times realmente decentes o país dele tem (apesar de vez ou outra disputarem a Libertadores - e serem eliminados na primeira fase). Ou seja, ele também começou a ver futebol naquele momento. Aí era noticiário de esportes pra cá e pra lá, ver jogos nos quais nosso time não participava, saber nomes de jogadores... Até que, não sei por que cargas d'água, paramos. E seguiram-se assim vários anos, tempos nos quais eu fui totalmente avessa à futebol e passei a aderir, vez por outra, àquela fala de quem esnoba o esporte só porque ele é de massa: "não acompanho futebol". Bem, acompanhar eu não acompanhava mesmo, mas falar em tom de quem despreza era negar o passado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que surgiu meu irmão. Bem, na verdade ele já existia há tempos, desde 1995 pra ser mais exata, mas é que até então ele era pequeno e não sabia o que era impedimento. Sim, porque a partir do momento que você entende o que é impedimento já era: você pode até não amar, mas que há uma relação entre você e o futebol, isso há.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, meu irmão é da era do Playstation 2 e tudo o que vem com ele. E em determinada época PS2 era Winning Eleven. E foi aí que ele se descobriu. Sendo de uma nobre estirpe, ele naturalmente encaminhou-se para a torcida de sangue azul (trocadilho infame mode: on) e foi aí que a vaca foi pro brejo. Desde então é impossível ter silêncio e dormir mais cedo às quartas-feiras, não saber pelo menos uns três nomes de jogadores (e  que um deles é "burro, perna de pau"), vez por outra ser arrastada pro Mineirão no domingo. E eu resisti. Mas por fim, porque eu sou muito enxerida na vida do meu irmão (e ele é muito reservado), eu resolvi que a melhor maneira de quebrar as barreiras era começar a fazer coisas com ele. Eu apresentei a ele &lt;a href="http://www.blogger.com/www.cbs.com/primetime/how_i_met_your_mother/"&gt;How I Met Your Mother&lt;/a&gt;, ele me reapresentou o futebol. Jogo agora é pequena reunião de família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/S2tqD5v-niI/AAAAAAAAAMA/cox0z3LwoI8/s1600-h/HIMYMBarneyStinson.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 212px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/S2tqD5v-niI/AAAAAAAAAMA/cox0z3LwoI8/s320/HIMYMBarneyStinson.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5434553990626844194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;True Story&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-4660366240473434617?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/xsILlhPRtag/que-coisa-linda-e-uma-partida-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/S2tqD5v-niI/AAAAAAAAAMA/cox0z3LwoI8/s72-c/HIMYMBarneyStinson.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2010/02/que-coisa-linda-e-uma-partida-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-169706972789558812</guid><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-02T17:58:13.216-02:00</atom:updated><title>Take me home, country roads</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem diferenças muito grandes entre ser turista, viajante, intercambista e imigrante. A única coisa em comum entre todos é a condição de estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, pra falar a verdade, sempre achei muito legal estrangeiro. É um pouco como viajar sem sair do lugar, porque o diferente vem até você. Mas isso, eu fui logo comprovar (porque o boato já existe há tempos), é coisa de brasileiro. Gringos vivem falando que brasileiro é receptivo, e olha, sendo de Minas e tendo a mamãe do interior aprendido que a gente tem que tratar as visitas muito bem, eu tô acostumada com essa coisa toda de fazer sala (uma versão BEM mais light que a da minha mãe, mas gente em casa pra mim significa dar atenção, conversar e oferecer comida). E nessa a gente vai achando que o mundo é assim. (Como você já adivinhou por todo o prelúdio do post) Mas não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas terras germânicas, acostumadas a receber (nó, ajuda no português! "receberem" ou "receber"?) gente de vários lugares (especialmente Turquia e Rússia), o povo está com complexo de grandeza. Uns tantos resolveram que é melhor viver aqui do que em seus respectivos países, seja lá quais os motivos, mas isso não significa que todo mundo que está por aqui tenha o mesmo objetivo. E eu detesto ser tida por imigrante. Eu mesma não tenho nada contra os imigrantes, a maioria tem motivos bem fortes pra decidir deixar sua terra, mas é que o país que recebe tende a olhar de cima, sabe? Com ar de superioridade tipo "meu país é melhó-or! Lá-la-la-la-lá-LA!". E aí que é difícil depois entrar na cabeça deles que existe gente que quer vir, aproveitar o que tem de bom, e voltar pra casa, para o LAR. E já me perguntaram várias vezes o que eu vou fazer, como quem diz "o quê diabos você vai fazer no Brasil?!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não passo fri-ô! Lero-lero-lé-rô!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Ao som e imagem de Lost, episódio 3x01 - A Tale Of Two Cities (pra aquecer!)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-169706972789558812?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/1fABgqRvBzs/take-me-home-country-roads.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2010/02/take-me-home-country-roads.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-3541933912138217357</guid><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-01T22:17:49.364-02:00</atom:updated><title>Baboseira, baboseira</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, não consegui ficar nessa de título de post com nome de música, mas ainda assim tem referência: Super Pato, de Duck Tales! Ah, como esse desenho fez minha infância... Mas vamos ao que (não)interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois anos atrás escrevi um post sobre o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Grammy&lt;/span&gt;. Lembro do comentário da &lt;a href="http://tocomfadiga.blogspot.com/"&gt;Lévea&lt;/a&gt;, que era uma coisa bem &lt;a href="http://tedouumdado.virgula.uol.com.br/"&gt;te dou um dado?&lt;/a&gt;. Cá estou eu agora pra divagar sobre mais uma edição da premiação. Se há dois anos atrás a coisa girava sobretudo em torno de Amy Winehouse, hoje a mais indicada é Beyoncé, seguida pela menininha Taylor Swift, embora a real sensação pop do momento seja Lady GaGa. Até Sir Elton John se mobilizou pra se apresentar com ela. E olha, na minha opinião mobilizar Elton John = poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que eu vi até agora, no entanto, parece que a premiação está dividida, não estão pendendo pra entregar tudo a um só artista. Mas também, surge a questão: numa categoria em que estão concorrendo Taylor Swift, Kings Of Leon, Lady GaGa, Beyoncé... Qual é o critério? É por isso que eu nunca entendi o Grammy. Música é gosto pessoal. Meu irmão anda por aí balançando a cabeça ao som de coisas tipo Akon. Eu pulo e enlouqueço com Coldplay (sim, a banda que ficou famosa por ser meio melancólica). Pensaríamos então que faz sentido nomear então apenas os melhores em cada estilo musical, certo? Pois eu digo: errado. (Sentiu a vibe taxativa?) Se existe no mundo do rock a discussão ferrenha Beatles vs. Rolling Stones (acho pecado comparar Beatles a qualquer outra coisa que faz som no mundo, mas a discussão existe há anos e não parece que os fãs vão deixar ela morrer tão cedo. Se vocês querem saber minha opinião - desconfio que não, mas o blog é meu e eu faço o que quiser, há! -, acho que isso é coisa de fã dos Stones que não se conformam com a superioridade dos Beatles.)! Pode-se debater sobre quem tem mais técnica e coisas do tipo, mas é simplesmente impossível definir o melhor. O melhor album do ano. A melhor música. O melhor artista. Melhor em quê? São estilos diferentes, são propostas diferentes, são públicos diferentes. Eu não acredito no Grammy. Meeesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-3541933912138217357?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/UID-hxnrz8k/baboseira-baboseira.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2010/02/baboseira-baboseira.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-3426303609321896039</guid><pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-30T20:00:22.821-02:00</atom:updated><title>Lost!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E que bonito! Coldplay tem uma música que se encaixa perfeitamente pra falar da série super bombante &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lost&lt;/span&gt;. Curiosamente, eu comecei a assisti-la no começo de 2007, quando estava na Alemanha. E agora, novamente habitando a terrinha da batata, presenciarei a última temporada dessa saga de mistérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O legal de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lost&lt;/span&gt; é que tudo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;parece&lt;/span&gt; ter uma explicação lógica. Parece porque obviamente todas as respostas serão dadas apenas agora, mas realmente não acredito que a coisa recaia num clichê sobrenatural e sim que, no final das contas, vamos ter um esclarecimento mais científico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso pra falar que estava eu fuçando pra lá e pra cá e me deparei com uma lista feita pelo pessoal do &lt;a href="http://dudewearelost.blogspot.com/"&gt;Dude, We Are Lost!&lt;/a&gt;, indicando os &lt;a href="http://dudewearelost.blogspot.com/2010/01/10-episodios-para-rever-antes-da.html"&gt;10 episódios pra rever antes da estréia da 6ª temporada&lt;/a&gt;. Claro que eu fui correndo baixar tudo e minha meta é gastar mais umas nove horas de vida vendo episódios que eu já vi (o quê? Estudar? Ahn?). Tudo pelo bem de uma sexta temporada bem assistida, com (quase) tudo fresco na memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/S2SqU7LKmVI/AAAAAAAAALw/YfySmbAR0QI/s1600-h/5x11-Lost+Hurley.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 190px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/S2SqU7LKmVI/AAAAAAAAALw/YfySmbAR0QI/s320/5x11-Lost+Hurley.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432654326974290258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;*Ao som de Coldplay - Lost!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-3426303609321896039?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/guYM4Os1GjA/lost.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/S2SqU7LKmVI/AAAAAAAAALw/YfySmbAR0QI/s72-c/5x11-Lost+Hurley.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2010/01/lost.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-4925294557987690869</guid><pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-30T19:14:58.877-02:00</atom:updated><title>Get Back</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis que o blog me chamava. Então, depois de longos 7 meses, após um longo e tenebroso inverno, eis que resolvo retornar (mentira essa parte de após inverno, porque aqui a estação veio com a força toda e está insistindo em ficar e marcar presença com muita neve e temperaturas negativas). O motivo? Não que agora eu tenha finalmente dado um direcionamento à coisa, oh no, my dear... É que eu ando lendo tantos blogs que achei que exercitar a minha mente escrevendo seria bom. Sabe essa coisa de criança de ver os outros fazendo e imitar? Então, é isso mesmo, só que numa velha carcaça de vinte e... ops!, de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;alguns&lt;/span&gt; anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso não se tenha percebido, há algum tempo venho usando nomes de músicas como títulos para os posts e assim pretendo continuar. Pra &lt;span style="font-style: italic;"&gt;dar o tom&lt;/span&gt;, entendem? Quer dizer, podem ser títulos de filme também, agora que estou pensando melhor. Ou não. Vou deixar tudo em aberto porque promessas não são comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é isso. Seria bom se alguém que lê se manifestasse vez ou outra, porque é bom saber que tem alguém além de mim mesma lendo. Claro, isso é pura vaidade, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;but then again&lt;/span&gt;, quem nesse mundo de autores de blogs (não sou fã da palavra "blogueiro") não é vaidoso em algum grau, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de The Beatles - Get Back&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-4925294557987690869?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/NqhaWt9ZDrs/get-back.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2010/01/get-back.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-7268989437541423069</guid><pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-18T19:02:11.303-03:00</atom:updated><title>Zzzzummm, zzzz... Vuvuzelas!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu já falei antes por aqui que adoro eventos esportivos mundiais - tem até um post perdido por aí sobre as Olimpíadas. Bem, há menos de uma semana teve início a Copa das Confederações, da qual eu sinceramente não me lembro de ter algum dia ouvido falar, mas que traz algo de Copa do Mundo, ainda mais sendo no país anfitrião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o fato é que tenho acompanhado a coisa e, mais uma vez, lá vou eu pra situações bizarras: ontem estava assistindo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Áfrixa do Sul x Nova Zelândia&lt;/span&gt;, essas duas equipes gigantes do futebol mundial e que sempre nos brindam com jogos memoráveis. (Cof.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nessas transmissões de grandes eventos a coisa é sempre igual no que diz respeito às reportagens sobre o local e blablabla. Dessa vez o barulho todo tem sido em relação à torcida, que de acordo com os repórteres e comentaristas de futebol é "um espetáculo a parte, o que a África do Sul revela de melhor, a grande alegria" etcétera, etcétera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo jogo que você assitir passado na África do Sul poderá ser notado um barulho não dos mais agradáveis. Lembra, digo mais, pode ser perfeitamente confundido com um enxame de moscas/abelhas. Na verdade são as cornetas que os sul-africanos não se cansam (não se cansam &lt;span style="font-style: italic;"&gt;mesmo&lt;/span&gt;) de soprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente vêm notas de explicacão esporadicamente sobre o que é aquele zunido - um repórter, desses que interrompem a narração ou comentário pra dar notícia do tipo "foi chamada a atenção do técnico tal por este se encontrar fora de sua área" ou "jogador blá está no aquecimento, parece que vai &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pintar&lt;/span&gt; alteração". Da última vez foi assim: "e este barulho que você escuta são cornetas. Elas se chamam &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vuvuzelas&lt;/span&gt; e são.... &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;muito chatas&lt;/span&gt;".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/SjpMvl0XDiI/AAAAAAAAAKA/R2RqeHemEJk/s1600-h/1233395-1965-atm14.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/SjpMvl0XDiI/AAAAAAAAAKA/R2RqeHemEJk/s320/1233395-1965-atm14.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348671887945174562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/SjpMoTxzYbI/AAAAAAAAAJ4/JJpyyC0gkuw/s1600-h/0,,21086786-EX,00.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/SjpMoTxzYbI/AAAAAAAAAJ4/JJpyyC0gkuw/s320/0,,21086786-EX,00.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348671762843525554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: O Brasil acaba de fazer um gol contra os EUA!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-7268989437541423069?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/CVIS0yvxy-M/zzzzummm-zzzz-vuvuzelas.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_doT6lHu0aBo/SjpMvl0XDiI/AAAAAAAAAKA/R2RqeHemEJk/s72-c/1233395-1965-atm14.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/06/zzzzummm-zzzz-vuvuzelas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-3485825333473141394</guid><pubDate>Thu, 11 Jun 2009 04:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-11T01:58:32.972-03:00</atom:updated><title>"Partly Coudly" e "Toy Story 3", by Pixar</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem um site especializado em animação que é uma fofura. O nome dele? &lt;a href="http://smellycat.com.br/"&gt;Smelly Cat&lt;/a&gt;. (Sim, Phoebe de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Friends&lt;/span&gt; inspira ainda hoje.) Pois bem, não sou muito de passar lá e ver as novidades da animação (mais porque esqueço do site), mas hoje topei com algo muito bonitinho. E é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pixar&lt;/span&gt;, então acho que merece ser visto de qualquer jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ladies and gentlemen, o novo curta da Pixar Studios, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Partly Cloudy&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;embed src="%27http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=" v="f2/38/446831&amp;amp;v_hd=" f2="" 38="" relacionados="N&amp;amp;default=" swf="1&amp;amp;width=" type="'application/x-shockwave-flash'" allowscriptaccess="'always'" allowfullscreen="'true'" height="318" lang="null&amp;amp;cor_fundo=" width="424"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;embed src="%27http://www.videolog.tv/ajax/codigoPlayer.php?id_video=" v="f2/38/446831&amp;amp;v_hd=" f2="" 38="" relacionados="N&amp;amp;default=" swf="1&amp;amp;width=" type="'application/x-shockwave-flash'" allowscriptaccess="'always'" allowfullscreen="'true'" height="240" lang="null&amp;amp;cor_fundo=" width="320"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-BzNxERKdbY&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-BzNxERKdbY&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aproveitando, aí vai também o teaser de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Toy Story 3&lt;/span&gt; (sim, é verdade! Finalmente!), previsto para estrear em junho de 2010. Esse teaser quase me fez chorar de emoção na frente do computador há uns dias atrás. Yes!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="340" width="560"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VXJEDUainX4&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VXJEDUainX4&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-3485825333473141394?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/-ac0ctPpSFM/partly-coudly-by-pixar.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/06/partly-coudly-by-pixar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-6143108782213695488</guid><pubDate>Mon, 08 Jun 2009 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-08T16:05:07.336-03:00</atom:updated><title>Somebody To Love</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois é. Vai chegando dia 12 de junho e de repente tudo o que se vê são propagandas de amor. Corações, flores, chocolate, muito vermelho... Um saco. Aí me vem a propaganda de "especial semana dos namorados" do Warner Channel. A equipe de programação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;brilhante&lt;/span&gt; bolou algo totalmente inesperado: uma semana inteira de filmes românticos! Oh, que inesperado! E então fiquei pensando: namorados assistem essas coisas? E juntos ainda por cima? Que eu saiba não. A meu ver esses romances água com açúcar têm e sempre tiveram um público muito específico: solteiras. Fora que NENHUM casal vai ficar na frente da televisão pra assistir um filme bobo e tosco que passa pelo menos duas vezes por mês na tv.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto chego à conclusão de que o dia não é "dia dos namorados", mas dia de lembrar as solteiras que elas não estão dentro das normas da sociedade - isto é, não estão num relacionamento. O engraçado é que passa um milhão de imagens, seja na internet, em cartazes, outdoors e tv, e em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;todas&lt;/span&gt; tem um casal apaixonado, se derretendo um pelo outro. A realidade é totalmente esquecida. Ninguém lembra que namoro/casamento é cheio de brigas, que se enfrenta um mundo de problemas, que se renuncia a tanta coisa, que se agüenta tanta coisa... O "amor" é vendido como qualquer outra mercadoria. E a gente fica doida atrás, querendo também.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de Queen - Somebody To Love&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-6143108782213695488?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/CvFst7oWWu4/somebody-to-love.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/06/somebody-to-love.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-5210886160901178114</guid><pubDate>Wed, 13 May 2009 18:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-13T15:59:13.490-03:00</atom:updated><title>Tell me why</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, não é caso de rir. Só que, claro, eu com a minha mania incontrolável de rir das coisas erradas (e na maioria das vezes na hora errada e na frente das pessoas erradas ainda por cima) não pude deixar passar essa ocasião. Mas vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá todo mundo sabendo da gripe suína, tá todo mundo com medo dela, tá todo mundo evitando viajar pros países que são foco da doença (bem, não que eu conheça alguém que tenha desistido de viajar, mas essas são as notícias) e tá todo mundo exigindo medidas de prevenção por parte de seus respectivos governos. Beleza. Coisa bonita, pessoal conscientizado, preocupado... Mas o homem tem sempre umas coisas muito criativas. Não é que, no meio de um jogo de futebol de um time do México contra um time de algum outro país que não importa, um jogador não faz isso? :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lP8wf1Ql6Qc&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lP8wf1Ql6Qc&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que esse vídeo deve ser o novo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Susan Boyle&lt;/span&gt; no mundo do YouTube, mas mesmo sendo notícia velha eu simplesmente tinha que postar. Porque ao contrário do que todos fizeram (o certo, aliás, que é de cara ficar com nojo do cidadão), o que me veio imediatamente à cabeça foi: "gente, que criatividade!!!". Porque pensa: o jogador da p* da vida. Ele tá doido pra dar uma de Edmundo e descer braço e pontapé no carinha do time adversário. No entando ele sabe que isso vai chamar muita atenção e que vai dar no mínimo um cartão vermelho, isso se ele não for punido mesmo pelo órgão que cuida do futebol (como que chama? É a FIFA?). Enfim, até aí tudo bem...: ele tem um ódio contido, um desejo de descontar aquilo tudo em alguém e não sabe como fazer. Aí lhe vem a brilhante idéia de tossir. Pela primeira vez na vida ele deve ter pensado: "Nu! Como vale a pena ser mexicano agora!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande questão pra mim, no entanto, a coisa que está me fazendo rir loucamente toda vez que penso nessa cena é a associação que ele fez. Que processo cognitivo se operou na cabeça do ser pra ele chegar a essa associação? Porque sério, desde quando essas palavras juntas fizeram algum sentido? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;FUTEBOL, AMEAÇA, TOSSE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de The Beatles - Tell me why&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-5210886160901178114?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/Nkr2vpgKTSQ/tell-me-why.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/05/tell-me-why.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-3605641401037644520</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2009 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-21T16:33:21.691-03:00</atom:updated><title>Magical Mystery Tour</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sempre soube que Belo Horizonte não era uma cidade como qualquer outra. A começar pelo próprio clima de cidade interiorana, mas com quase 3 milhões de habitantes. Que BH é uma roça grande todo mundo sabe. Que é um ovo, também. E é igualmente de conhecimento geral que de alguma forma o desconhecido com quem você acaba de travar uma conversa na verdade não é tão desconhecido assim, pois você conhece alguém que é colega do amigo da irmã do tio do tal desconhecido. Agora não mais desconhecido, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belo Horizonte conta com duas cidades dentro de si mesma: Venda Nova e Barreiro. Nosso Centro pode ser atravessado facilmente a pé, e nele você vai encontrar velhinhas passeando porque não têm nada pra fazer em casa, e ao lado delas vai ver também moleques skatistas, emos, punks, pagodeiros e por aí vai. No mesmo Centro a gente pode passar pelas ruas mais sombrias, cheias de cabines eróticas e cinemas pornôs (além da oferta de experimentação corporal, obviamente), mas também vai encontrar os itens mais tradicionais mineiros ao passar pelo Mercado Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem o maníaco que furava bundas (!) e tem o senhor que fica tocando acordeon no ponto de ônibus em frente o Edifício Mariana. E já comentei anteriormente do sex shop mega store bem &lt;span style="font-style: italic;"&gt;across the street&lt;/span&gt; de uma igreja evangélica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso já estava me parecendo realmente normal e eu já me considerava relativamente acostumada com essas contradições da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;capitar&lt;/span&gt;, quando eis que reparo numa placa. Ali na esquina de Afonso Pena com Rua da Bahia, do lado do Othon Palace Hotel, ali onde começa a Feira Hippie e o Parque Municipal, ali em frente o Mercado das Flores está a placa indicando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aeroporto Internacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pastelândia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Pastelândia?!?!?!?!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Ao som de Ladysmith Black Mambazo - Homeless&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-3605641401037644520?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/47_GIIMFfFE/magical-mystery-tour.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/04/magical-mystery-tour.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-5369362483405640751</guid><pubDate>Sun, 12 Apr 2009 16:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-12T13:51:58.504-03:00</atom:updated><title>Grrrrghhh</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse é o barulho mais ouvido durante o filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gran Torino&lt;/span&gt;. Provavelmente é este também o som mais proferido por Clint Eastwood, mestre dos grunhidos. Aliás, grande epitáfio.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Não, não estou colocando ele na cova! Apenas pensei que seria bonito. Assim como Alexandre, o Grande ou D. Maria, a louca. Clint Eastwood é realeza do cinema! (Ui, dei uma de tiete.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-5369362483405640751?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/ySmChSX9RuQ/grrrrghhh.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/04/grrrrghhh.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-6885120200998733056</guid><pubDate>Mon, 23 Mar 2009 00:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-22T21:36:02.676-03:00</atom:updated><title>Playing for Change</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há tempos minha amiga da Yakuza, Dona Lévia, me mandou um link com este nome: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;playing for change&lt;/span&gt;. Na minha preguiça habitual, eu abri o site, mas como não estava óbvio qual era o propósito da coisa, simplesmente ignorei. Talvez ela estivesse me incentivando a começar a tocar violão na rua por trocados? Bem, dado o espírito anti-hippie dela (e compartilhado por toda a Yakuza), penso hoje que isso não seria possível. Mas eis que me deparo com este vídeo. E sim, vale a pena ver e ouvir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Us-TVg40ExM&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Us-TVg40ExM&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-6885120200998733056?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/eNknJ4qmT6g/playing-for-change.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/03/playing-for-change.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-233967865412211252</guid><pubDate>Fri, 23 Jan 2009 03:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-23T02:15:09.225-02:00</atom:updated><title>There is no future (?)</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, mais uma vez o assunto começa com um filme. Uma animação, pra ser mais específica, e da minha adorada &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pixar&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt;. Confesso que quando do lançamento dele nem fiquei sabendo e, se vi alguma imagem, cartaz ou o nome espalhado por aí, nem percebi que era da Disney/Pixar (do contrário teria feito um esforço mínimo pra ir ao cinema). Bem, antes tarde do que nunca. Hoje finalmente assisti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de escrever sinopses de filmes e isso se deve ao simples fato de que tampouco gosto de lê-las, mas para explicar o meu pensamento aqui vai uma breve introdução à historinha: o planeta Terra tornou-se inabitável devido à poluição e os humanos passaram a viver numa super nave espacial que tem tudo (tudo mesmo!), tornando todos sedentários e blablabla. A medida deveria ser provisória, pois enquanto todos viviam no espaço robôs (os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;wall-e&lt;/span&gt;) limpavam as coisas por aqui. No entanto, passam-se 700 anos e nada. Apenas um robô "sobrevive" na Terra e continua seu trabalho, coletando objetos que ele considera interessante. Um dia chega um outro robozinho (que mais tarde descobrimos ser robozinhA) em missão para descobrir vida no planeta (que, aliás, está um caos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a questão é que fiquei pensando sobre todos esses futuros apocalipticos que são retratados em filmes. O futuro vai ser sempre pior do que agora. Não em um ou dois aspectos, mas em todos. Nada do que hoje parecem ser avanços da ciência ou estudos culturais que levam a uma maior tolerância quanto às diferenças (embora isso seja contestável... mas vamos lá) desembocam, na visão de todos os que produzem mídias sobre o porvir, em algo positivo. O mundo vai congelar ou inundar, alienígenas com sede de destruição virão nos punir, uma praga vai contaminar a grande maioria da população mundial, computadores e robôs vão se revoltar e passar a escravizar os humanos e por aí vai. O mais irônico de tudo isso é que geralmente a culpa cai toda em cima dos avanços tecnológicos, que atualmente são a glória pra todos e despertam ataques a cada inovação ou lançamentos de novos produtos (vide &lt;span style="font-style: italic;"&gt;iPhone&lt;/span&gt;, que virou febre de consumismo). Deus também tem sua parcela de responsabilidade sobre as catástrofes. De acordo com muitos religiosos ele está nos punindo por tudo de errado que temos feito, num tipo de segunda rodada da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Operação As 7 Pragas do Egito&lt;/span&gt;. Se for castigo de Deus, eu tenho um pedido: não pode ser algo estilo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sodoma e Gomorra&lt;/span&gt;? Tem tanta cidade aí que pode ir pros ares... Comece por Washington, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me leva à outra questão que me surgiu durante o filme. A tal estação/nave é um paraíso. Climatizada, intensidade de claridade de modo a simular as diferentes partes do dia e, claro, a noite estrelada (isso, creio eu, não era simulado, já que estavam navegando pelo espaço). E se todos nasceram e cresceram ali, o mundo que conhecem é aquele. Por que então a necessidade de condenar? Por que um mundo criado pelo homem parece menos estável? A própria Terra fica girando por aí, de milhões em milhões de anos (ou bilhões?) se aproxima mais do Sol ou se afasta, causando alterações climáticas que afetam diretamente a vida terrestre. Ou seja, ela também não é a fonte da certeza. Mas ninguém sabe de onde ela surgiu, como foi que ela se tornou o que é hoje, de onde vieram as plantas, os animais, a água. E talvez seja essa incerteza, a necessidade de acreditar em uma força maior do que as nossas, de algo maior do que a ciência é capaz de explicar, é que nos dê uma certa esperança ou segurança. O homem não criou isso tudo, e afinal de contas a Terra tá aí desde sei lá quando... E, mais importante de tudo, nós não sabemos exatamente como ela funciona. Por outro lado, aquilo desprovido de mistérios torna-se sem graça e, principalmente, deixa muito claras as falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro é incerto e misterioso. Poderíamos ver nele, então, menos falhas, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;---Esclarecimento sobre o título do post: referência a letra da música "Finale B (No Day But Today)" do musical Rent.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Ao som de The Who - We Won't Get Fooled Again&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-233967865412211252?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/zsuaG40aW5w/there-is-no-future.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/01/there-is-no-future.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-2790361155697254765</guid><pubDate>Thu, 22 Jan 2009 02:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-22T00:54:14.135-02:00</atom:updated><title>Mensagem pra você</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre os meus vários prazeres condenáveis está, como muitos sabem, o filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mensagem Pra Você&lt;/span&gt;. Não que os atores sejam os meus preferidos do mundo (porque eu não gosto da Meg Ryan - a não ser por outra comédia romântica, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Harry &amp;amp; Sally&lt;/span&gt; - nem do Tom Hanks - a não ser por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Big, Quero Ser Grande&lt;/span&gt;), mas aí está uma combinação muito fofa, na qual as pessoas se apaixonam não pela aparência, não pelo que fazem juntos, mas simplesmente por emails trocados anonimamente, além dos ambientes aconchegantes no meio de Nova York. Claro, devemos lembrar que  história é uma adaptação de um clássico do cinema, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Loja da Esquina&lt;/span&gt;, nos tempos do preto e branco e de comédias e romances que não poderiam ser classificados de outra forma além de inocentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, cá estou eu, vendo mais uma vez este filme e me deleitando com os acontecimentos dos quais o desenrolar eu já conheço tão bem. E ainda aproveitando a trilha sonora, na qual nunca tinha prestado atenção mas que agora se revela como mais um elemento agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto, no entanto, não era inicialmente tecer tantos elogios (creio que isso foi mais uma justificativa, uma tentativa de demonstrar as qualidades do filme e tornar aceitável o fato de eu gostar dele), mas abordar um tema que me fez pensar logo nos primeiros minutos. Já que ambos os personagens resolvem não falar nada de específico sobre suas respectivas vidas, a conversa tem o dom de ser extremamente descompromissada. Assuntos aleatórios surgem, o tipo de comentários que fazemos somente pra nós mesmos, dentro de nossas mentes, mas que nunca julgamos bons o suficiente pra contar pra alguém. O que não percebemos geralmente é que são exatamente esses pensamentos as coisas mais interessantes, pois são percepções, são conclusões ou questões sobre futilidades que dizem tanto sobre uma pessoa... ou que despertam nosso próprio pensamento. Várias vezes me deparo com o problema de surgir com um assunto, tanto para conversar com pessoas avulsas como para escrever aqui no blog e geralmente o que me queima por dentro é que, se não consigo falar sobre algo, quer dizer que minha vida é vazia, sem significado, sem acontecimentos, desinteressante. A verdade é que, embora eu não viva da maneira mais agitada possível e tampouco tenha muitas histórias para contar, eu ainda tenho minhas opiniões e minhas pequenas percepções de fatos do cotidiano que podem ser ditas. E ter essa possibilidade de dizer que importa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-2790361155697254765?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/AgjeSnx2rmQ/mensagem-pra-voc.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/01/mensagem-pra-voc.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-6981596832758432713</guid><pubDate>Mon, 05 Jan 2009 04:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-05T03:18:58.137-02:00</atom:updated><title>You must love me</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;A leitura atual da minha vida tem sido um Balzac, &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Ilusões Perdidas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;. Uma frase me chamou a atenção outro dia:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;"O que torna as amizades indissolúveis e lhes duplica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;o encanto é um sentimento que falta ao amor - a certeza."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;De forma geral acho que tenderia a concordar. Afinal de contas, o que torna o fato de amar alguém normalmente doloroso é o medo de não ser correspondido. E o que acaba geralmente com relacionamentos? O não demonstrar os sentimentos esperando que o outro o faça primeiro, provocando a impressão mútua que não existe ali sentimento mútuo. Ou seja, falta a certeza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;No entanto, se falarmos de amizade será que a coisa muito? Bem, acredito que realmente a amizade conta com mais certezas. Nunca nos sentimos intimidados de dizer a um amigo que o amamos - ou seja, por pra fora o sentimento não é lá o problema, concluindo que sim, temos certeza da reciprocidade. Mas não estaria justamente aí a questão? O ponto fraco da relação? Confiar demais? A meu ver talvez a confiança nos leve a imaginar ali um pilar que não existe, ou com o qual pelo menos não se pode contar pra qualquer coisa a qualquer hora. No final das contas tudo se resume ao interesse pessoal. Enquanto um for útil ao outro a coisa anda. Quando não se precisa mais, descarta-se - ou, no caso dos mais espertos e frios, guarda-se pra depois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Seria a amizade, assim como o amor, também uma ilusão que será perdida?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;*Ao som de Brooke White - You Must Love Me (da trilha sonora de "Evita")&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-6981596832758432713?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/hGL2ga6PeHA/you-must-love-me.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/01/you-must-love-me.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-2865245924738917038</guid><pubDate>Thu, 01 Jan 2009 21:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-01T19:32:08.300-02:00</atom:updated><title>Feliz ano novo!</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resoluções? Champagne estourado à meia-noite? Sete ondinhas puladas? A tal da simpatia com caroços de uva da qual nunca me lembro como é feita? &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Whatever...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-2865245924738917038?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/AzTqvA1Hr68/feliz-ano-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2009/01/feliz-ano-novo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-7704101011056644123</guid><pubDate>Sat, 20 Dec 2008 02:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-20T01:00:57.929-02:00</atom:updated><title>Carry that weight</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma vez por mês eu enfrento a maldita e globalmente odiada fila de banco. E essa semana lá estava eu. Não estava exatamente com pressa, mas tampouco exalava disposição pra esperar. Aliás, quem me conhece sabe que esperar é uma das coisas que eu mais odeio na vida. Mas tudo bem. A fila não estava lá aquele exagero todo, eu estava munida de um celular pra fazer ligações no caso de ficar muito entediada (e ele foi usado) e não parecia haver nenhum &lt;span style="font-style: italic;"&gt;boy&lt;/span&gt; no meio com aquele mundo de contas pra atrasar a vida do resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois caixas. Tá. Um deles prioritário para idosos, portadores de deficiência física, gestantes e mamães carregando a prole. A gente pensa que num banco dentro de um campus universitário não vão aparecer muitas pessoas que se encaixem nessa descrição, mas a nossa mente pode pregar peças, não é? O tal caixa não teve em nenhum momento mais de uma pessoa na fila (nem sei se uma pessoa pode ser considerada uma fila), mas incrivelmente velhinhos têm algum tipo de sincronia. Quando vinha o pensamento de que  caixa finalmente iria ser liberado para uso de pessoas "normais" (ou desprivilegiadas, o que soar mais politicamente correto), aparecia alguém custando a caminhar, a passos lentos... Mas naqueles passos lentos ainda conseguia chgar ao caixa antes que outro ser da fila dos comuns pudesse se apoderar do espaço. E isso perdurou por uma hora. Longa hora. Num dos momentos apareceu uma mulher que eu sinceramente, só de olhar, não saberia em qual categoria encaixar. Seria maior de 65 anos? Não parecia, mas devemos nos lembrar das plásticas e botox. Grávida? Velha demais pra isso, embora com os avanços da medicina a dúvida seja até pertinente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observando todos aqueles atendimentos vi que em nenhum momento era exigida nenhum tipo de comprovante de que o cidadão que ali se dirigia poderia realmente se beneficiar do tal caixa exclusivo. Pensei em dar o grito, mas fiquei calada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, quando fui atendida, saí de lá metade feliz e metade triste. Toda vez que entramos num banco saímos mais ricos ou mais pobres. No meu caso, mais rica. Mas considere bem, caro leitor: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bolsa de estudante de graduação&lt;/span&gt;. Difícil definir o que sentir, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da próxima vez me passo por grávida. I'm gonna carry that weight.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de Peter Bjorn And John - Young Folks&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-7704101011056644123?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/Wh6A3Ed70u0/carry-that-weight.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/12/carry-that-weight.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-7457874445398736946</guid><pubDate>Mon, 15 Dec 2008 04:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-15T02:19:14.552-02:00</atom:updated><title>Rent</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o filme que acabo de ver. Trata de um grupo de pessoas com AIDS, vivendo em Nova York e levando uma vida um tanto boêmia. Lembrando - é um musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve ser novidade que eu sou uma chorona, e neste filme não poderia ser diferente. É claro que eu chorei no final. Mas foi por toda a idéia. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rent&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. É o que fazemos com o amor e a felicidade. Não podemos comprar, apenas "alugamos" por uns momentos. Talvez pensemos muito sobre tudo, sobre as conseqüências de cada coisa que fazemos, quando na verdade (recorrendo a um clichê) tudo o que temos é este momento, agora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;&lt;span&gt;There is no future&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;There is no past&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Thank god this moment's not the last.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;There's only us&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;There's only this&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Forget regret or&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Life is yours to miss&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;No other road no other way&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;No day but today &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de Rent Original Motion Picture Soundtrack - Finale B (No Day But Today)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-7457874445398736946?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/tq-Olqg9Kbk/rent.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/12/rent.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-1380942420572600593</guid><pubDate>Thu, 11 Dec 2008 20:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-11T18:20:35.140-02:00</atom:updated><title>Eletricidade e seus produtos</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual é a pior coisa que pode acontecer para estragar completamente a dinâmica do nosso dia? Em tempos modernos eu afirmo: falta de energia elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu irmão e eu estamos de férias, hoje particularmente (como em tantos outros dias, mas para dar a impressão de que sou uma pessoa ocupada coloquei esse "particularmente") estamos ambos em casa, treinando nossas habilidades de Homer Simpson. TV, computador, internet, comida esquentada no microondas, telefone sem fio que precisa estar sempre ligado na tomada, celulares sem bateria. E eis que de repente a energia se vai. Investigando aqui e acolá eu descubro que 3, sim, TRÊS contas estão pendentes. O motivo? Confiança nos serviços da modernidade. Pensando minha querida mamãe, provedora do lar, que as contas se encontravam em débito automático nem se preocupava com o pagamento das mesmas. O resultado? Dois enlouquecidos num apartamento sem absolutamente nada para fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças, porém, a outros produtos da era moderna, pudemos ligar nossos notebooks na tomada do corredor do condomínio e aproveitar a internet wireless sem senha de algum vizinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A modernidade é mesmo um paradoxo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Ao som de The Gnome - Emerson, Lake &amp;amp; Palmer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-1380942420572600593?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/hiv9Y2Vs9DQ/eletricidade-e-seus-produtos.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/12/eletricidade-e-seus-produtos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-1537803545650959416</guid><pubDate>Thu, 27 Nov 2008 03:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-27T01:34:21.386-02:00</atom:updated><title>Gosto de férias</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não que eu já esteja desfrutando plenamente esse período supremo do ano, as adoradas férias, mas apenas a perspectiva de poder ler o que eu quiser na hora que quiser, ver quantos filmes quiser na hora que quiser e, sobretudo, a perspectiva de poder querer, já me dão um novo alento. Tudo bem, não posso dizer que este semestre tenha sido dos mais árduos ou que tenha contado com um mínimo de comprometimento da minha parte, mas fato é: acabou-se. Agora resta-me voltar para o meu umbigo (por falar nessa região do corpo, nota mental: regime já!) e finalmente me dedicar à pesquisa. Veremos se dessa vez cumpro minha promessa de férias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de Rooney - I'm a Terrible Person&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-1537803545650959416?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/Ep4op9E_0nU/gosto-de-frias.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/11/gosto-de-frias.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-229514300960936246</guid><pubDate>Thu, 23 Oct 2008 02:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-23T00:53:58.262-02:00</atom:updated><title>A modernidade e a viagem no tempo</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando pensamos que nada mais nessa vida pode nos surpreender, vem a internet com mais uma de suas façanhas: a volta no tempo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu admito que participo de inúmeras redes sociais via web, estou cadastrada em tudo quanto é serviço da rede e até jogo uma coisinha muito simples online. O negócio é que, como tudo o que surge no ambiente virtual, essas redes tendem a se tornar cada vez menos virtuais e sempre mais reais (mesmo que não envolvam conhecer concretamente, fisicamente, o outro usuário).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, juntando tudo isso (a vontade das pessoas de formarem uma rede real, a tecnologia e o avanço que chega no limite de nos fazer voltar no tempo), eis que me encontro numa situação deveras inusitada: no tal joguinho, pelo qual é permitido enviar mensagens para outros usuários, um outro me contacta para resolver uma questão puramente relacionada ao jogo em questão. Tudo bem, trocamos algumas mensagens pra solucionar o problema, mas o ser do outro lado insistia em não querer entender e me pede o msn. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;What the hell?&lt;/span&gt; Não acredito que isso me causaria problemas. Mas eis que a primeira frase do ser é: "Quantos anos você tem?". Claro, na minha paciência universalmente conhecida, eu ignorei a pergunta e fui direto ao ponto que interessava. Mas a coisa continuava, até que por fim eu falei. Agora, segurem-se em suas cadeiras, porque a próxima foi uma pérola: "Você ficaria com um cara de 17?". Claro que, no momento que eu fiquei sabendo a idade do garoto, entendi a insistência na primeira pergunta (lembram da época que a gente super conversava com pessoas desconhecidas pela internet visando a pegação? Então não julguemos o jovem.). A conversa ainda se desenrolou até o ponto do garotinho falar que eu devia ser muito nervosa, porque "só dava &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;tirada&lt;/span&gt;" (sim, este termo ainda existe na boca da adolescência).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom, pelo menos serve pra gente relembrar nossos anos de juventude revoltada, não é? Se você se sentir saudosista, entre numa sala de bate-papo do UOL. A conversa vai ser a mesma que era há dez anos atrás.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; font-size: small;"&gt;*Ao som de The Deadlover's Twisted Heart - Huckleberry Finn&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-229514300960936246?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/RD8msm2E02c/modernidade-e-viagem-no-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/10/modernidade-e-viagem-no-tempo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-6085187689124743095</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2008 15:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-21T13:34:46.622-02:00</atom:updated><title>Atualização da desatualização</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece inevitável: blogs e eu não nos damos bem. Quer dizer, pelo menos não constantemente. Por mais que eu coloque na minha cabeça que "desta vez, não importa o que acontecer, eu escreverei no blog numa freqüência minimamente aceitável", simplesmente não dá. Enfim, antes tarde do que nunca. Lá venho outra vez, tentando manter este espaço (e já perdi a conta de quantas vezes repeti este discurso de "me desculpe pela demora em atualizar, mas cá estou eu novamente").&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, pra falar a verdade eu comecei a escrever sem nenhum objetivo específico, o que quer dizer que, no fundo no fundo, este pequenino e singelo texto não tem nenhum propósito maior que a simples atualização do blog. É uma pena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; font-style: italic;"&gt;* Ao som de Belle And Sebastian - The Wrog Girl&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-6085187689124743095?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/J2msNMX9Kk8/atualizao-da-desatualizao.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/10/atualizao-da-desatualizao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-3520193787411317057</guid><pubDate>Mon, 11 Aug 2008 02:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-11T12:27:14.873-03:00</atom:updated><title>É só entrar no clima</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sempre gostei dos Jogos Olímpicos. Aliás, devo confessar que tenho uma queda por grandes acontecimentos esportivos. Copa do Mundo é a mesma coisa. Mas uma coisa que a Copa do Mundo não tem, como sabemos, é variedade - característica principal das Olimpíadas. E justamente por isso, pelo sem número de modalidades e pelos vários acontecimentos simultâneos com uma platéia muito heterogênea, também temos durante as Olimpíadas as situações mais... digamos... incomuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu já não tivesse hábitos de coruja, poderia citar as madrugadas acordada na frente da TV como uma das mudanças provocadas pelo jogos. Tudo bem, ir dormir tarde pode nao ser exatamente o problema, mas a gente começa a duvidar um pouco do próprio estado de espírito quando, depois de ter ido dormir às 3h da manhã, ainda acordamos, num &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;domingo&lt;/span&gt;, às 9h para assistir a uma competição de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ginástica artística&lt;/span&gt;. No entanto, pior do que a troca de horários, são os esportes que eu me proponho a assistir. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tiro&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hipismo&lt;/span&gt;... Ah, as Olimpíadas! Só de quatro em quatro anos é que pode se ver este ser que vos escreve, no meio da madrugada, assistir &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;torcendo loucamente &lt;/span&gt;a uma luta de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;judô &lt;/span&gt;entre Uzbequistão e República Tcheca. Considero esse o meu ápice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as surpresas nem sempre estão só do lado do público. Ah, não...! Os chineses têm suas cartas na manga e não hesitaram em surpreender-nos. Eis que, ecoando durante a transmissão de provas da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;natação&lt;/span&gt;, escuta-se bem claramente um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ilariê&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;tocando por lá. Eu sabia que a Xuxa era conhecida pela América Latina, mas dessa vez ela se superou. E, como se não bastasse essa ressurreição, o DJ da arena do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;vôlei de praia&lt;/span&gt; supera até bloco-de-carnaval-falido-que-só-canta-coisa-velha e, de repente, a gente lembra a letra da música e canta junto:&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nada mal, curtir o TERRASAMBA&lt;br /&gt;não é nada maaaaalll!&lt;br /&gt;Que legal! É só entrar no clima&lt;br /&gt;e liberaaaaaar geraaall!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Demos graças ao senhor porque a gente tá no clima do discurso de paz dos Jogos Olímpicos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-3520193787411317057?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/_vMrrcV-AdU/s-entrar-no-clima.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/08/s-entrar-no-clima.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-4245154227696606415</guid><pubDate>Mon, 28 Jul 2008 21:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-28T18:31:59.280-03:00</atom:updated><title>Renasceu e quer usar o vaso</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de quase &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dois&lt;/span&gt; meses sem postar nem um ponto final por aqui, eis o retorno. Eu chego a pensar que deixo esse tempo todo sem atualizar só pelo prazer da volta, do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;renascimento das cinzas como uma fênix!&lt;/span&gt; (Sim, eu tenho complexo com essa coisa de fênix renascendo...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;renascer&lt;/span&gt;, o sonho que eu tive esta noite (ou manhã, ou tarde... vai saber. Fato é que fui dormir só às 5h da manhã.) está diretamente conectado com isso. Pasmem ou não, eu, senhora não acredito em reencarnações ou nada de sobrenatural (pelo menos é o que eu acho agora, mas posso mudar de opinião em 3 segundos. 1...2...3... Não, ainda não acredito.), sonhei que meu querido irmão, agora na flor de seus 13 anos de idade, tinha renascido. É isso mesmo. Lá estava ele, bebê mesmo, horroroso, recém-nascido... e falando. Não só ele tinha reencarnado em si próprio, como ele se lembrava de tudo! Só não tinha coordenação motora, então eu precisava ficar segunrando ele, principalmente a cabeça (molenga de neném, né), pra que ele pudesse conversar comigo olhando pra mim. O pior de tudo, no entanto, foi a exigência dele em fazer suas necessidades no vaso. De nada adiantava dizer que ele era um bebê e que não dava pra sentar no vaso, e que justamente pra isso ele estava provido de fraldas. Ah, não...! Pelo menos um terço do sonho foi esse dilema: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;seria ele capaz de usar o vaso? &lt;/span&gt;Não me lembro como terminou essa saga no mínimo incomum. Aliás, ela terminou quando eu acordei, dando graças aos deuses por isso tudo ter sido apenas mais um dos meus sonhos bizarros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que isso é, mais uma vez, conseqüência do meu ócio e imaginação hiper-ativa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-4245154227696606415?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/U4r8pJzHV3c/renasceu-e-quer-usar-o-vaso.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/07/renasceu-e-quer-usar-o-vaso.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-31244122.post-3859661493184063651</guid><pubDate>Sun, 08 Jun 2008 20:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-08T18:08:47.006-03:00</atom:updated><title>The Broadway Melody</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos dias fui acometida por uma febre de musicais. Claro, eu sempre gostei de filmes cantados (talvez um modesto modo de "crescer", passando dos desenhos animados para pessoas de verdade), mas não sei porque me deu essa coisa de sair procurando vídeos e trilhas de 857209759235 musicais disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um, em particular, eu sempre pensei que fosse ruim. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Rei Leão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; nunca me pareceu algo que devesse ser adaptado para uma atuação com pessoas. A imagem sempre me vinha à cabeça como algo bem tosco, a bem da verdade. Até que eu me deparei com este vídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JKAHx2v1ANE&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JKAHx2v1ANE&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, chorona como sou, já vieram as lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;*Ao som de The Lion King - Circle Of Life&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31244122-3859661493184063651?l=nowherelander.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Nowherelanderrss/~3/zVQouZs20HE/broadway-melody.html</link><author>noreply@blogger.com (Olivia)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://nowherelander.blogspot.com/2008/06/broadway-melody.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

