<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116</id><updated>2026-05-17T23:37:20.134-07:00</updated><title type='text'>O AEE e a Sala de Recursos Multifuncional como novo conceito de Mediação e Inclusão.</title><subtitle type='html'>&quot;O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente.&quot;&#xa;&#xa; Zen-Budista</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>397</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-9189500137270190689</id><published>2013-05-05T11:13:00.000-07:00</published><updated>2013-05-05T11:13:26.118-07:00</updated><title type='text'>Pessoas com deficiência, idosos e cuidadores</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;10/04/2013 - Izabel Maria Madeira de Loureiro Maior*&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A nova relação trabalhista ameaça os dois lados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;É inadiável equilibrar as relações do trabalho de uns com
o “capital” finito de outros, essencialmente quando são idosos e pessoas com
deficiência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAHKnxFUyW7dJuv-F0L1L0-fBuYkpZUspVC2OYlzeX-lrIgDSWAlXTXfNwStFgJqmmyAownwOIi2dpMgY1dzFkH8UDoOXuQ6gTl6pjItv4588pnzrxq2sVaCHBCmtJpU6P18yB-S6fRn1b/s1600/1aq.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAHKnxFUyW7dJuv-F0L1L0-fBuYkpZUspVC2OYlzeX-lrIgDSWAlXTXfNwStFgJqmmyAownwOIi2dpMgY1dzFkH8UDoOXuQ6gTl6pjItv4588pnzrxq2sVaCHBCmtJpU6P18yB-S6fRn1b/s1600/1aq.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Com a Emenda Constitucional
nº 72, de 2 de abril de 2013 (PEC das empregadas domésticas), entendo que os legisladores
e a sociedade conseguirão melhorar a vida de muitos trabalhadores domésticos
antes desvalorizados por patrões “capitalistas selvagens”. Entretanto, é muito
difícil contornar a diferença desprezada pela PEC, ao equiparar o tomador de
serviços “pessoa física” com “pessoa jurídica – empresa lucrativa” em muitos
aspectos. Como decorrência, surgiu um óbvio desequilíbrio e sérias
consequências. Os “empregadores dentro da lei” irão manter trabalhadores
domésticos até onde puderem arcar com as novas obrigações. Fatalmente, muitos
não conseguirão encarar com as exigências. Quero destacar que não cabe
responsabilizar os trabalhadores domésticos pelo desajuste, já que não foi
causado por eles na busca dos direitos trabalhistas presentes no texto
constitucional para outros trabalhadores urbanos e rurais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Por criação e tradição
familiares sempre remunerei corretamente as pessoas que me prestam serviços
domésticos, pois se trata de trabalhadores assalariados como eu, sempre com
carteira assinada no valor verdadeiro, INSS, férias acrescidas de um terço e
13º salário. Por saber que o trabalho deles contribuiu para minha maior
dedicação aos estudos e à minha carreira profissional, procurava compartilhar
algum adicional conseguido. Essa é prática de relações trabalhistas na qual
acredito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No momento, minha imensa
preocupação se assenta sobre os cálculos que estou tentando fazer e absorver.
As pessoas idosas, pessoas com deficiência e outras, que precisam de cuidadores
para sobreviver e viver com dignidade, autonomia e independência foram
esquecidas com a nova ordem, como infelizmente acontece. Esses cidadãos não
existem em nenhum artigo, parágrafo ou inciso da nova legislação. Adeus
equiparação de oportunidades, pois sabemos que o elemento de despesa que mais
sobrecarrega o custo adicional da deficiência é a contratação dos serviços dos
cuidadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Em média, para não haver
exploração do trabalhador doméstico e do cuidador, uma pessoa que necessita de
24 horas de atenção para as atividades da vida diária como alimentação, asseio,
banho e acompanhamento em outras tarefas, contrata duas a três pessoas que se
revezam em sua casa. De repente, a maneira como a medida historicamente justa
foi tomada desconheceu as consequências para um grupo em desvantagem. Foram
alteradas as regras de contratos existentes e toda a viabilidade de receber o
cuidado. Nas contas a serem feitas, de um lado estão aposentadorias, pensões e
salários minguados dos “patrões dependentes”. O mercado de trabalho no Brasil
rejeita trabalhadores com deficiência ou os contrata, ilegalmente, por salários
abaixo dos demais. Esses “patrões” não podem assumir as tarefas dos cuidadores,
justamente porque os cuidadores existem para lhes atender, com dignidade para
as duas partes, naquilo que é básico: ir ao banheiro (que não tem hora
marcada), receber alimento e um copo de água e apoio em atividades de estudo,
trabalho e lazer. Caso a assistência do cuidador ultrapasse, mesmo que em
poucos minutos, as oito horas diárias, já serão horas extras, adicional noturno
e tudo mais. Mesmo no período diurno, se a pessoa com deficiência ou a idosa
não conseguir “se virar” durante o intervalo de descanso do cuidador, a lei não
irá socorrê-las e mesmo o cuidador que vier em seu auxílio estará infringindo a
lei. Na nova empresa-casa as regras são as do cartão de ponto. Por quê?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Até aqui, tanto para mim,
pessoa com deficiência, servidora pública, que precisa de cuidador, como para
minha sogra de 92 anos, pensionista federal, portanto ambas com recursos que
não acompanham o reajuste do mínimo salário desse país e a inflação, teremos de
pensar imediatamente em outra forma de existir que não seja indecente. Com a
nova equação, não fecham os cálculos para manter o emprego dos cuidadores e a
nossa sobrevivência. Se nos transformássemos em empresas lucrativas, aí sim, a
carga de direitos trabalhistas estaria condizente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Meu ponto é que não se trata
de usurpar os direitos conquistados tão tardiamente pelos trabalhadores
domésticos. O que percebo como inadiável é equilibrar as relações do trabalho
de uns com o “capital” finito de outros, essencialmente quando são idosos e
pessoas com deficiência, os quais não se caracterizam por ter rendimentos altos
nem serem exploradores de ninguém. A alternativa será a institucionalização
dessas pessoas em casas de repouso e abrigos? Não seria mais humano e solidário
aproveitar o debate e resgatar aqueles que não conseguem “pagar” de forma
alguma?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sem a mediação do Estado e
da sociedade, que não pensaram no caso de cuidadores e naqueles que dependem de
sua presença, o cobertor curto vai desfavorecer os dois lados. É urgente a
instituição de política pública que ofereça serviços de cuidadores e outras
boas alternativas. Com a palavra os órgãos de promoção dos direitos das pessoas
idosas e das pessoas com deficiência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Referências:&amp;nbsp;EM nº 72, de 2 de abril de 2013,
disponível em&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc72.htm&quot; title=&quot;www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc72.htm&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Emendas/Emc/emc72.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;,
acesso em 08/04/2013.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;* Médica fisiatra e docente da Faculdade de Medicina da
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Consultora em inclusão social,
políticas públicas e acessibilidade. Foi coordenadora da CORDE e Secretária
Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência de 2002 a 2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;http://arivieiracet.blogspot.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/9189500137270190689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/05/pessoas-com-deficiencia-idosos-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/9189500137270190689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/9189500137270190689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/05/pessoas-com-deficiencia-idosos-e.html' title='Pessoas com deficiência, idosos e cuidadores'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjAHKnxFUyW7dJuv-F0L1L0-fBuYkpZUspVC2OYlzeX-lrIgDSWAlXTXfNwStFgJqmmyAownwOIi2dpMgY1dzFkH8UDoOXuQ6gTl6pjItv4588pnzrxq2sVaCHBCmtJpU6P18yB-S6fRn1b/s72-c/1aq.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-4516976590882862156</id><published>2013-04-26T14:54:00.000-07:00</published><updated>2013-04-26T14:54:15.171-07:00</updated><title type='text'>Como Designar Pessoas que Têm Deficiência?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnkFemx-UBj2kj1dt4COTyyvBfQL2N04_FG2rFnPIrX1rvQIpQY25MqqbzavOSIoHPhPOXlPan03i36YEvZHNXQNKfwqNtOWBuGvzrUCy-SrcpAr13YXegiFf0Oh7mOaJ0HzhXjjBrGE0M/s1600/13932a.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;209&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnkFemx-UBj2kj1dt4COTyyvBfQL2N04_FG2rFnPIrX1rvQIpQY25MqqbzavOSIoHPhPOXlPan03i36YEvZHNXQNKfwqNtOWBuGvzrUCy-SrcpAr13YXegiFf0Oh7mOaJ0HzhXjjBrGE0M/s320/13932a.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A maioria das pessoas,
inclusive as com deficiência, muitas vezes utilizam termos conceitualmente
inadequados para designar pessoas que possuem alguma deficiência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Alguns desses termos, que um
dia já foram oficiais, como &quot;deficientes&quot;, pessoas deficientes&quot;,
&quot;portadoras de deficiência&quot; ou &quot;portadoras de necessidades
especiais&quot;, persistem no tempo, na memória coletiva, sendo muitas vezes
preservados e reafirmados pelos títulos de entidades civis e governamentais que
não têm como se livrar de burocracias oficiais para atualizarem seus nomes. Um
exemplo disso é a Associação de Assistência à Criança Defeituosa - AACD, hoje
denominada Associação de Assistência à Criança Deficiente. Outro exemplo é o da
própria CORDE como &quot;Coordenadoria Nacional para a Integração da Pessoa
Portadora de Deficiência&quot; que, após 20 anos com esse nome, recentemente
passou de coordenadoria para o status de subsecretaria como Subsecretaria
Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, dessa vez, porém,
sendo um bom exemplo de atualização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para a jornalista Maria
Isabel da Silva, em seu artigo &quot;Por que a terminologia &#39;pessoas com
deficiência&#39;?&quot;, os termos utilizados possuem importância porque &quot;Na
maioria das vezes, desconhece-se que o uso de determinada terminologia pode
reforçar a segregação e a exclusão.(...) e (...) &quot;Além disso, quando se
rotula alguém como &quot;portador de deficiência&quot;, nota-se que a
deficiência passa a ser &quot;a marca&quot; principal da pessoa, em detrimento
de sua condição humana&quot;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Segundo Romeu Kasumi
Sassaki, &quot;a tendência é no sentido de parar de dizer ou escrever a palavra
&quot;portadora&quot; (como substantivo e como adjetivo). A condição de ter uma
deficiência faz parte da pessoa e esta pessoa não porta sua deficiência. Ela
tem uma deficiência. Tanto o verbo &quot;portar&quot; como o substantivo ou o
adjetivo &quot;portadora&quot; não se aplicam a uma condição inata ou adquirida
que faz parte da pessoa. Por exemplo, não dizemos e nem escrevemos que uma
certa pessoa é portadora de olhos verdes ou pele morena.&quot;. (livro Vida
Independente: história, movimento, liderança, conceito, filosofia e
fundamentos. São Paulo: RNR, 2003, p. 12-16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No histórico que Maria
Isabel da Silva menciona em seu artigo, percebe-se que a terminologia foi se
amoldando à sua época: &quot;Até a década de 1980, a sociedade utilizava termos
como &quot;excepcional&quot;, &quot;aleijado&quot;, &quot;defeituoso&quot;,
&quot;incapacitado&quot;, &quot;inválido&quot;... Passou-se a utilizar o termo
&quot;deficientes&quot;, por influência do Ano Internacional e da Década das
Pessoas Deficientes, estabelecido pela ONU, apenas a partir de 1981. Em meados
dos anos 80, entraram em uso as expressões &quot;pessoa portadora de
deficiência&quot; e &quot;portadores de deficiência&quot;. Por volta da metade
da década de 1990, a terminologia utilizada passou a ser &quot;pessoas com deficiência&quot;,
que permanece até hoje.&quot;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Alguns argumentos são
repetidos entre pessoas com deficiência a respeito das inúmeras designações
atribuídas a elas, como a de que &quot;deficiente&quot; não se remete à
deficiência que se tem, mas à qualidade de não ser eficiente.; que &quot;pessoa
deficiente&quot; acentua uma qualidade de ineficiência na pessoa; que, caso se
portasse uma deficiência, poderia-se deixá-la em casa e partir sem ela e que,
assim, não se porta ou não uma deficiência, tem-se uma deficiência; que &quot;portadores
de necessidades especiais&quot;, após tanta luta pela igualdade na diferença,
que ser &quot;especial&quot; exclui a pessoa do todo, da igualdade,
remetendo-se somente à diferença. Por outro lado, &quot;pessoa com
deficiência&quot; reproduz uma verdade, que é a de se ter uma deficiência,
aliada ao fato de que essa deficiência é de uma pessoa. Dessa forma, pessoas
com deficiência, alunos com deficiência, trabalhadores com deficiência é o que
vem sendo utilizado por pessoas que se interessam pelo assunto e pelo conceito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.bengalalegal.com/convencao&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Convenção sobre os Direitos
das Pessoas com Deficiência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;, aprovada pela Assembléia da ONU em
2006, assinada pelo Brasil e outros cerca de 80 países em 2007 e ratificada em
2008 pelo Congresso Nacional, foi criada por governos, instituições civis e
pessoas com deficiência de todo o mundo e acabou por oficializar o termo
&quot;pessoas com deficiência&quot; em seu próprio título, além de o reafirmar
em todos os seus artigos, especialmente no artigo de número 1:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O propósito da presente
Convenção é o de promover, proteger e assegurar o desfrute pleno e equitativo
de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por parte de todas as
pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua inerente dignidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Pessoas com deficiência são
aquelas que têm impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os
quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação
plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Esse texto procura
incentivar o uso da terminologia correta, oficial e proposta pelas próprias
pessoas com deficiência que colaboraram na construção desse fantástico tratado
de Direitos Humanos que é a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com
Deficiência e que, aos poucos, vai se espalhando pelo mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Em geral, a pessoa com
deficiência, que é caracterizada por sua fragilidade e não por suas qualidades,
vai conseguindo se mostrar a todos, antes por ser pessoa do que por possuir uma
deficiência. Entretanto este é um processo de lenta assimilação, onde a
linguagem possui o seu papel de reveladora de conceitos, mitos, evolução e
transformação. Dessa forma, o termo &quot;pessoas com deficiência&quot; está,
nesse momento, revelando-se como um ponto da história em que pessoas que têm
deficiências se integram à sociedade e esta as inclui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Assim, Maria Isabel da
Silva, em seu artigo em que este texto foi baseado, expressa o papel da
linguagem no revelar do olhar da sociedade sobre as pessoas com deficiência:
&quot; A construção de uma verdadeira sociedade inclusiva passa também pelo
cuidado com a linguagem. Na linguagem se expressa, voluntária ou
involuntariamente, o respeito ou a discriminação em relação às pessoas com
deficiência. Por isso, vamos sempre nos lembrar que a pessoa com deficiência
antes de ter deficiência é, acima de tudo e simplesmente: pessoa.&quot;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Marco Antonio de Queiroz -
MAQ&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.bengalalegal.com/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;http://www.bengalalegal.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Rosangela Moreira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://sf.puc.zip.net/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;http://sf.puc.zip.net/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/4516976590882862156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/04/como-designar-pessoas-que-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/4516976590882862156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/4516976590882862156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/04/como-designar-pessoas-que-tem.html' title='Como Designar Pessoas que Têm Deficiência?'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjnkFemx-UBj2kj1dt4COTyyvBfQL2N04_FG2rFnPIrX1rvQIpQY25MqqbzavOSIoHPhPOXlPan03i36YEvZHNXQNKfwqNtOWBuGvzrUCy-SrcpAr13YXegiFf0Oh7mOaJ0HzhXjjBrGE0M/s72-c/13932a.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-6269080793485299349</id><published>2013-04-26T07:06:00.000-07:00</published><updated>2013-04-26T07:06:07.039-07:00</updated><title type='text'>APRENDIZAGENS</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhC93j1ucYyktN0p3YzdUn-pfIXQCYM08Au90jaQxN3ZJJ6AFF1_qd9vmrBH392betPBDTTDTmNePBboCGbavxoxkHC7D3UvSfN5Dhu1YorvPQh1S0h7iBNSc4VgLbpOPP2J5RbEdjqhS4o/s1600/tecnologia_assistiva.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhC93j1ucYyktN0p3YzdUn-pfIXQCYM08Au90jaQxN3ZJJ6AFF1_qd9vmrBH392betPBDTTDTmNePBboCGbavxoxkHC7D3UvSfN5Dhu1YorvPQh1S0h7iBNSc4VgLbpOPP2J5RbEdjqhS4o/s1600/tecnologia_assistiva.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sempre que ocorre uma
aprendizagem, o objetivo em si está atingido, ou seja, adquiriu-se um
conhecimento. Graças a essas aquisições de conhecimentos é que somos seres
únicos! Assimilações acontecem de formas variadas e nos fazem ser Adriane,
Beatriz ou....&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Certamente através da busca
pelo tema a que nos propomos: Técnologia assistiva e deficiência físico-motora
aprendemos muito. Apendemos que as tecnologias assistivas estão presentes no
nosso dia-a-dia com grande intensidade para melhorar não só a vida daqueles que
possuem alguma deficiência mas também nossas vidas. Muito ainda é preciso se
fazer para que a verdadeira inclusão aconteça e mesmo que lentamente esse
caminho vem sendo trilhado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Através de nossas leituras
conhecemos mais essas tecnologias e nos aproximamos de pessoas que necessitam
intensamente delas. Com isso mudamos nossa postura. O desconhecido quase sempre
gera pavor e quando o conhecemos lidamos com mais facilidade com os problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Desta forma o estudo
realizado reverterá em prol daqueles que necessitam de nossa ajuda como
educadores e como seres humanos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://turma2proa7.zip.net/&quot;&gt;http://turma2proa7.zip.net/&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/6269080793485299349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/04/aprendizagens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6269080793485299349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6269080793485299349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/04/aprendizagens.html' title='APRENDIZAGENS'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhC93j1ucYyktN0p3YzdUn-pfIXQCYM08Au90jaQxN3ZJJ6AFF1_qd9vmrBH392betPBDTTDTmNePBboCGbavxoxkHC7D3UvSfN5Dhu1YorvPQh1S0h7iBNSc4VgLbpOPP2J5RbEdjqhS4o/s72-c/tecnologia_assistiva.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-7874584810248135386</id><published>2013-04-26T06:58:00.000-07:00</published><updated>2013-04-26T06:58:43.340-07:00</updated><title type='text'>TECNOLOGIA  ASSISTIVA </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgANROa8toze83SV4GDlvf4Y391dyLpXUbO6-XO5q89IkWocSsYBU-JiGI2Zw_rFmqK4mWj8ugt_BmmtEpApfBHELE4IioiciZF0PiaxNEaqe6QqknV8OKnJwqXCp3QgiKDHLBNkoSDE15A/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgANROa8toze83SV4GDlvf4Y391dyLpXUbO6-XO5q89IkWocSsYBU-JiGI2Zw_rFmqK4mWj8ugt_BmmtEpApfBHELE4IioiciZF0PiaxNEaqe6QqknV8OKnJwqXCp3QgiKDHLBNkoSDE15A/s1600/images.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Tecnologia Assistiva&amp;nbsp;é
um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos&amp;nbsp;e
serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de
pessoas com deficiência e conseqüentemente promover&amp;nbsp;Vida Independente&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Inclusão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Assistiva&amp;nbsp;(que
significa alguma coisa &quot;que assiste, ajuda, auxilia” (Adriane)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Também em uma definição bem
simples, poderíamos dizer que: é&amp;nbsp;&amp;nbsp;todo o conhecimento humano
utilizado para resolver os problemas da humanidade. Mas essa definição não
direciona a tecnologia assistiva apenas a pessoas com alguma deficiência e sim
ao alcance de todos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Atualmente muito se fala&amp;nbsp;em
Tecnologia Assistiva&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&amp;nbsp;até especializações estão sendo
desenvolvidas dentro desta área. O tema da Inclusão fez com que se ampliasse
muito o assunto e se partisse em busca de soluções para tantos, que a tanto
tempo estavam alijados da sociedade como um todo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Os objetivos da Tecnologia
Assistiva:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Proporcionar à pessoa com
deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através
da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente,
habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e
sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Tecnologia Assistiva visa
melhorar a funcionalidade de pessoas com deficiência. Em função das
dificuldades apresentadas é que recursos são criados. Esses recursos podem
variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado.
Brinquedos, roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que
contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura
sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de
comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta
assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens
confeccionados ou disponíveis comercialmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://turma2proa7.zip.net/&quot;&gt;http://turma2proa7.zip.net/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/7874584810248135386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/04/tecnologia-assistiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/7874584810248135386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/7874584810248135386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2013/04/tecnologia-assistiva.html' title='TECNOLOGIA  ASSISTIVA '/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgANROa8toze83SV4GDlvf4Y391dyLpXUbO6-XO5q89IkWocSsYBU-JiGI2Zw_rFmqK4mWj8ugt_BmmtEpApfBHELE4IioiciZF0PiaxNEaqe6QqknV8OKnJwqXCp3QgiKDHLBNkoSDE15A/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-6691242959620727279</id><published>2012-11-13T14:24:00.000-08:00</published><updated>2012-11-13T14:24:41.479-08:00</updated><title type='text'>Inclusão das Pessoas com Deficiência é uma Obrigação do Estado Brasileiro</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5LjFG7H3qTj-In2Y5HPJucluIFNmrZQCxphndxPeTXnwxrKfXXiOWvTzft69R02vKj8XzeYIAOIodGhce5VBg3Zsvyi-iU254aI_WbTcN4hacxcn7WYmQPnqrX1SPKiF49U2evGAL41ue/s1600/316951_1591278038763_1740268569_779709_1644146821_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5LjFG7H3qTj-In2Y5HPJucluIFNmrZQCxphndxPeTXnwxrKfXXiOWvTzft69R02vKj8XzeYIAOIodGhce5VBg3Zsvyi-iU254aI_WbTcN4hacxcn7WYmQPnqrX1SPKiF49U2evGAL41ue/s1600/316951_1591278038763_1740268569_779709_1644146821_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Imagens são insuficientes para detectar autismo, diz estudo&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Autismo e transtorno do espectro do autismo são termos
utilizados para descrever um grupo de doenças complexas do desenvolvimento do
cérebro&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
da Redação&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
De acordo com uma coluna publicada na revista Nature, a
utilização de imagens do cérebro não pode detectar um portador de autismo. O
médico do Hospital McLean, Nicholas Lange, pediu maior foco na realização de
grandes estudos de longo prazo, para identificar a base biológica da doença.
&quot;Vários estudos nos últimos dois anos têm afirmado que as varreduras do
cérebro podem diagnosticar o autismo, mas esta afirmação é profundamente falha&quot;,
disse Lange, professor de psiquiatria e bioestatística na Harvard Medical
School. As informações dão da Harvard Medical School.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&quot;Para diagnosticar o autismo de forma confiável,
precisamos entender melhor o que dá errado em pessoas com a doença. Até a sua
sólida base biológica ser encontrada, qualquer tentativa de usar imagens do
cérebro para diagnosticar o autismo será inútil&quot;, explicou Lange. As
imagens do cérebro, segundo o professor, podem ser usadas para entender melhor
a doença: “os pesquisadores fizeram importantes descobertas relacionadas com o
alargamento do cérebro no início da doença e o papel da serotonina em alguém
com autismo”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Doença&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Autismo e transtorno do espectro do autismo são termos
utilizados para descrever um grupo de doenças complexas do desenvolvimento do
cérebro. Este espectro é caracterizado em diferentes graus: pela dificuldade de
interação social, comunicação verbal e não-verbal, e comportamentos
repetitivos, cujos critérios foram revistos no Manual de nova proposta de
Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Fonte:http://saci.org.br/&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/6691242959620727279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/11/inclusao-das-pessoas-com-deficiencia-e_13.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6691242959620727279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6691242959620727279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/11/inclusao-das-pessoas-com-deficiencia-e_13.html' title='Inclusão das Pessoas com Deficiência é uma Obrigação do Estado Brasileiro'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5LjFG7H3qTj-In2Y5HPJucluIFNmrZQCxphndxPeTXnwxrKfXXiOWvTzft69R02vKj8XzeYIAOIodGhce5VBg3Zsvyi-iU254aI_WbTcN4hacxcn7WYmQPnqrX1SPKiF49U2evGAL41ue/s72-c/316951_1591278038763_1740268569_779709_1644146821_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-3029818382821830987</id><published>2012-11-13T14:20:00.000-08:00</published><updated>2012-11-13T14:20:51.077-08:00</updated><title type='text'>Inclusão das Pessoas com Deficiência é uma Obrigação do Estado Brasileiro</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEga363wWLVd-SY4u3nFwtPPs52VzGW0pTpFmpQdqldgx9jHTiUdw0lmo6Yd6mecLaFf15h9NfSus0XCRr6qaAHWU2i6wqk89DDo79RpHIJXdOU6D3J6fbGcDaaDUIbXKMOMti_1EzKDAbub/s1600/383330_477777715575070_1635370266_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEga363wWLVd-SY4u3nFwtPPs52VzGW0pTpFmpQdqldgx9jHTiUdw0lmo6Yd6mecLaFf15h9NfSus0XCRr6qaAHWU2i6wqk89DDo79RpHIJXdOU6D3J6fbGcDaaDUIbXKMOMti_1EzKDAbub/s1600/383330_477777715575070_1635370266_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Izabel Maior e Fábio Meirelles.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O tema da igualdade de oportunidades e não discriminação das
pessoas com deficiência está surgindo cada vez com mais ressonância nos debates
políticos, dentro e fora do movimento social, no âmbito dos poderes executivo,
legislativo e judiciário, nas agremiações partidárias, nos sindicatos patronais
e de trabalhadores.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Não foi assim por muito tempo, pois a invisibilidade desse
grande contingente de pessoas se perpetuava nos discursos superficiais e que se
aproximavam do obsoleto paradigma do assistencialismo e do modelo que reduz as
ações da política pública ao setor saúde em se tratando de pessoas com
deficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Confundidas com permanentes ‘pacientes’, passivos, sem voz,
sem autonomia e sem direitos, cada pessoa vivia a sua história de discriminação
e preconceito de forma isolada, sem saber que era tão titular de direitos e de
deveres como todo e qualquer cidadão. Na virada de 1979 para os anos 1980,
nasce no país a consciência de movimento político das pessoas com deficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O processo ganha fôlego com a adoção do Ano Internacional da
Pessoa Deficiente, instituído pela ONU e celebrado nos países do ocidente,
entre eles o Brasil, em 1981. A luta cresce e ganha mais espaço entre as
reivindicações sociais, ainda de forma incipiente, sem organização e
representatividade próprias, sem força de protagonistas, mas com uma imensa
capacidade de dizer não à tutela e ao paternalismo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Não se conseguem programas, ações e orçamento públicos sem
críticas e sem demandas políticas. É sabido que a crítica que tem legitimidade
vem da sociedade organizada em movimentos chamados de ‘minorias
marginalizadas’. A partir deles surgem democraticamente as demandas reais, que
reclamam, mas que no futuro não se olvidam dos avanços conquistados com
programas e investimentos sérios e efetivos tanto no campo normativo como na
praxe inovadora.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Nessa direção, a ampliação da participação surge
recentemente como ‘novo sentido da democracia’. Protestos e movimentos
articulados pautam novas formas e mecanismos de democratização da gestão e do
processo decisório.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Definições de Democracia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
As 37 formas de democracia listadas na Wikipédia são
basicamente variações sobre o mesmo tema: eleitores votam diretamente nas
questões que lhes interessam, como na Grécia, ou votam em representantes que
vão administrar e decidir por eles, como no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Nessa perspectiva, a distinção mais importante acontece
entre democracia direta (algumas vezes chamada ‘democracia pura’), onde o povo
expressa a sua vontade por voto direto em cada assunto particular, e a
democracia representativa (algumas vezes chamada ‘democracia indireta’), onde o
povo expressa sua vontade através da eleição de representantes que tomam
decisões em nome daqueles que os elegeram.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Ainda para a Wikipédia, democracia seria um regime de
governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os
cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos -
forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou
parlamentarista, republicano ou monárquico. A democracia se oporia ‘à ditadura
e ao totalitarismo, onde o poder reside numa elite auto-eleita’.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Ampliação das Formas de Participação.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Ampliação dos horizontes da democracia, reflexões sobre
multiculturalismo, exercício diário da cidadania: esses e outros temas ganham
visibilidade. Cria-se um ambiente de efervescência participativa; a urgência e
necessidade de novas dinâmicas e caminhos aparecem como angústia. Se faz
necessário oxigenar e dar qualidade ao exercício da democracia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Nesse novo processo, quer-se participar das decisões;
quer-se formular, fiscalizar, acompanhar a execução; quer-se decidir sobre
conteúdo e valores de orçamento. Surgem dinâmicas formais e informais: grupos,
movimentos, fóruns. Propõe-se uma governança democrática de gestão.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A cultura participativa torna-se importante para a formação
de sujeitos ativos, inventivos, capazes de mover a sociedade para alternativas
sócio-políticas inovadoras. A cultura participativa pode ainda assegurar a
continuidade de projetos significativos para a sociedade, a moralização da
coisa pública, a gestão transparente e ética, a formação de comunidades
vigilantes dos direitos conquistados; além disso, assume papel fundamental para
o enraizamento e valorização do sentimento de pertencimento à localidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Audiências públicas, criação de conselhos de política,
conselhos temáticos, realização de conferências: a partir da década de 1980 são
criados canais que ampliam a participação dos cidadãos. No Brasil, a
Constituição de 1988 traz inovações institucionais: referendos, plebiscitos,
iniciativas populares de lei, várias propostas e variáveis expandem o escopo da
soberania popular.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Esses canais de participação têm, entre seus objetivos,
descentralizar o poder de definição dos eixos da política pública, estabelecer
um processo democrático e transparente de governança, estimular a
auto-organização social e discutir orçamento/uso do dinheiro público junto à
população.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cenário Ideal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Num cenário ideal participativo, os cidadãos se tornariam
agentes multiplicadores da governança democrática; conselheiros buscariam
formação para adquirir capacidades técnicas para entender os mecanismos
burocráticos da gestão pública, para definir propostas e ações e reforçar a
autonomia dos movimentos sociais. Esses mecanismos institucionais de participação
devem descentralizar suas ações nos territórios e dar capilaridade às
políticas, convergindo para uma atuação integrada.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Para esse cenário participativo, os órgãos de gestão das
políticas públicas devem ser dinâmicos para impulsioná-las; a cultura
administrativa e operacional deve permitir a liberdade de debate e diferença de
opiniões; os gestores devem romper com a política do ‘medo’ à democracia,
romper com a centralização em órgãos e pessoas. A ‘máquina’ deve estar
preparada ou ter disponibilidade para uma ação compartilhada com atores,
parceiros e mercados diferenciados. Deve-se dar lugar a um tempo cada vez mais
dinâmico, ágil e criativo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É necessário articular o local, o nacional e o global,
combatendo paradigmas estáticos e fechados de governança. O local é o terreno
fundamental da vitalidade participativa, mas nunca se pode esquecer que
bairros, municípios e estados estão inseridos num planeta com seus desafios
essenciais para os países e regiões.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A teoria participativa, que avança numa governança
democrática, deve buscar sempre a ampliação do direito à cidadania, deve sempre
buscar a mudança na estrutura de produção, deve humanizar as relações e os
processos, deve estimular a criatividade política, a tecnologia, a indústria, o
comércio, a educação, as artes e o desenvolvimento social e comunitário.
Deve-se sempre buscar o controle da gestão pública, deve-se avaliar as ações,
deve-se reconhecer as diferenças entre pessoas e grupos. Estabelecer ética na
política e transformar o cidadão em protagonista.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Participação Social no Tema Pessoas com Deficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
As conferências nacionais foram instituídas para introduzir
na política pública social conteúdos originários do exercício da democracia
participativa - o dialogar direto entre governo e grupos sociais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A I Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com
Deficiência, em 2006, aprofundou a divulgação e trabalhou sob o lema
‘Acessibilidade, você também tem compromisso’ e lançou a campanha
‘Acessibilidade - siga essa ideia’. A segunda edição da Conferência Nacional,
em 2008, escolheu o lema ‘Inclusão, Desenvolvimento e Participação: um novo
jeito de avançar’, quando foram debatidos a Agenda Social e o Compromisso pela
Inclusão das Pessoas com Deficiência, instrumento do pacto federativo em favor
da inserção social das pessoas com deficiência em regime de cooperação.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
As conferências e os encontros nacionais de conselhos
realizados em 2003, 2004 e 2007 são parcerias do Conselho Nacional dos Direitos
da Pessoa com Deficiência - CONADE e da Subsecretaria Nacional de Promoção dos
Direitos da Pessoa com Deficiência, a anterior CORDE, ambos da estrutura da
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A exemplo das conferências, as consultas públicas feitas
pelo governo federal também deram destaque ao protagonismo das pessoas com
deficiência, modificando a maneira de fazer decretos e normas, bem como de
elaborar programas e ações. Desse modo, as pessoas com deficiência são
co-autoras dos decretos federais: da acessibilidade (Decreto n° 5.296/2004), da
difusão da Língua Brasileira de Sinais – Libras (Decreto n° 5.626/2005) e do
uso de cão-guia (Decreto n° 5.904/2006).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Educação, Trabalho/Emprego, Saúde e Assistência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O Decreto n° 6.571 foi um marco no ano de 2008, introduzindo
o atendimento educacional especializado na perspectiva da educação inclusiva,
com financiamento federal para ações de acessibilidade nas escolas, sala de
recursos multifuncionais e capacitação de professores, entre outras iniciativas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O orçamento para a educação especial, a partir de 2003, foi
triplicado, e o Ministério da Educação alcança investimentos em 2010 de quase
R$150 milhões na implementação da Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
De 2007 a 2009 foi disponibilizado um total de 14.925 salas
de recursos multifuncionais, foram adequados 12.596 prédios escolares para a
acessibilidade aos alunos com deficiência e foram formados 31.097 professores,
com investimento de R$ 7,9 milhões.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Com relação à empregabilidade e inclusão de pessoas com
deficiência no mercado de trabalho, a reserva de cotas está em conformidade com
o dispositivo da Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência –
Art. 27, item 1, alínea h: ‘Promover o emprego das pessoas com deficiência no
setor privado, mediante políticas e medidas apropriadas, que poderão incluir
programas de ação afirmativa, incentivos e outras medidas’. O Ministério do
Trabalho e Emprego (MTE) tem impulsionado ações estratégicas de combate à discriminação
no emprego e na ocupação, inserindo-se no esforço de governo e sociedade para
promover a cidadania com respeito aos direitos fundamentais e à diversidade das
relações humanas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
No período de 2005 a 2010 foram 112.709 trabalhadores com
deficiência inseridos no mercado de trabalho mediante ação fiscal. Além disso,
o MTE procura as empresas que ainda não integralizaram a cota legal, dando a
alternativa de inserir aprendizes com deficiência, por um período máximo de
dois anos, quando então serão contratados como trabalhadores definitivos. A
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2007 apresentava um dado total
de 111.644 aprendizes, sendo apenas 230 pessoas com deficiência; dados do
Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), em março de 2010,
totalizaram 174.514 aprendizes, sendo 1.036 aprendizes com deficiência, um
aumento substancial de 450% em três anos na contratação de aprendizes com
deficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Já a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência
foi instituída pela Portaria MS/GM nº 1.060, de 5 de junho de 2002, tendo como
principais objetivos a atenção e a reabilitação da pessoa com deficiência no
Sistema Único de Saúde (SUS). A constituição das Redes de Serviços de
Reabilitação tem sido ação prioritária do Ministério da Saúde, seguindo as
diretrizes de descentralização, co-gestão, e financiamento compartilhado. As
pessoas com deficiência são público do Programa de Saúde da Família e agentes
comunitários de saúde, além de serem atendidas nas redes de maior complexidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A produção total de procedimentos dos mais de 1.300 Serviços
de Reabilitação (física, auditiva, visual e intelectual), em 2009, apresentou a
frequência (com atendimento por equipe multiprofissional) de 17,4 milhões de
procedimentos, com recursos da ordem de 334 milhões de reais. A produção total
quanto à concessão de órteses e próteses (ortopédicas, auditivas, recursos
ópticos e bolsas de ostomia), apresentou frequência de 3 milhões de
procedimentos, no valor de 223 milhões de reais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social
(BPC) assegurou, já em maio de 2010, uma renda mensal a 1.688.881 pessoas com
deficiência e a 1.572.743 idosos, o que equivale a um montante de R$ 8,19
bilhões repassados. Para além da contribuição do BPC na redução de 9% do índice
de desigualdade de renda no país, cabe destacar os avanços do Programa BPC na
Escola, instituído pela Portaria Interministerial MDS/MEC/MS/SEDH nº 18, de 24
de abril de 2007, em sintonia com o do Programa de Inclusão das Pessoas com
Deficiência da Agenda Social do Governo Federal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O Programa BPC na Escola possibilitou o engajamento de 2.622
municípios brasileiros e do Distrito Federal em ações intersetoriais para que
aconteça a promoção do acesso e permanência na escola de 232 mil beneficiários
do BPC, na faixa etária até 18 anos, fortalecendo o acompanhamento desses
beneficiários, propiciando que sejam alcançáveis pelas políticas públicas de
assistência social, educação, saúde e direitos humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Sensibilização: Instrumento de Educação em Direitos Humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A sociedade tem o poder de contribuir para o alcance da
inclusão, processo subversivo do paradigma de integração. Entretanto, para que
seu desempenho seja de facilitador da transformação, cabe ao poder público
realizar e veicular campanhas educativas. A então Coordenadoria Nacional para
Integração da Pessoa Portadora de Deficiência - CORDE, da Secretaria de
Direitos Humanos, lançou e veiculou em 2009 e 2010, a campanha ‘Iguais na
Diferença, pela Inclusão das Pessoas com Deficiência’, embalada pela música
‘Condição’, de Lulu Santos, no rádio, em revistas, na televisão e,
ineditamente, como publicidade de utilidade pública do governo federal no
Youtube.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Essa peça publicitária também inovou ao trazer os recursos
de acessibilidade à comunicação - legenda, janela com intérprete de Libras
(Língua Brasileira de Sinais, oficial desde 2002) e audiodescrição (segundo
canal de áudio com a narrativa das cenas). Esse vídeo foi premiado (Menção
Honrosa no Festival de Gramado de Publicidade 2009) e já se tornou um poderoso
instrumento de educação em direitos humanos e de demonstração prática de
acessibilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Essas mudanças estão acontecendo devido ao aporte de
recursos orçamentários dos diversos ministérios, com participação importante
dos de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Educação, Saúde, Cidades,
Trabalho e Emprego, Ciência e Tecnologia, Esporte, Cultura e Turismo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A lógica das ações integradas e transversais potencializa
resultados e impactos positivos para a vida das pessoas com deficiência. É a
caminhada real entre ter direitos e poder efetuá-los no cotidiano, apesar da
falta de muitas medidas necessárias para expandir as oportunidades sem
restrições de qualquer natureza.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Oportunidades de Negócios, Produtos e Prestação de
Informações das Ações Públicas Governamentais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
As pessoas com deficiência no Brasil são eleitoras
politizadas e já demonstraram sua capacidade de exigir e consolidar direitos
humanos com foco nas especificidades que as tornam autônomas e independentes,
atuantes no mercado de trabalho e contribuintes do imposto de renda e outros
tributos que garantem o crescimento do país. Esse grupo também é consumidor de
tudo que há de trivial e sustenta o mercado de um conjunto de serviços e
produtos de tecnologia cada vez mais sofisticados e customizados.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A indústria nacional encara como oportunidades de negócios o
mercado consumidor formado pelas pessoas com deficiência auditiva, visual,
física, intelectual e múltipla. Para além de equipamentos de tratamento de
reabilitação, a onda de desenvolvimento chegou aos recursos educacionais e aos
usados no ambiente de trabalho, aos de informação e de comunicação, aos de
transportes coletivos e individuais, e também na moradia, cultura, turismo,
esporte, recreação e lazer.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Dados obtidos do balanço preliminar da IX Feira
Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (REATECH),
a quarta maior feira mundial de equipamentos e serviços, em sua nona edição em
2010, realizada na cidade de São Paulo, mostram que R$ 1,5 bilhão movimentou a
economia, principalmente com compra e venda de cadeira de rodas, de veículos e
de adaptações. O resultado é ainda uma novidade a ser assimilada pelos
empresários, mas houve a participação de 230 expositores e a feira recebeu
cerca de 45 mil visitantes.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A REATECH também vem cumprindo o papel de vitrine de
prestação de contas dos governos à sociedade. Desde 2004, a Secretaria de
Direitos Humanos, sob a coordenação da área da política de promoção dos
direitos da pessoa com deficiência, organizou em seu estande: exposição,
distribuição de material, principalmente publicações sobre direitos e cidadania
e, com a presença dos parceiros, prestação de informações a respeito dos
programas federais existentes. A cada ano, é maior o número de ministérios e
órgãos associados que se fazem presentes. Também cursos, seminários e
lançamentos de livros foram realizados pelo governo federal aproveitando a
grande presença do público.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Perspectivas para o Século XXI.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
As especificidades de cada tipo de deficiência não perdem de
vista, em momento algum, a consciência de que a conquista de novos avanços
depende, sobretudo, da produção de um discurso agregador de todos os tipos de
deficiência, o que leva a identificar a força e o potencial transformador do
movimento. Nesse sentido, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência e as Conferências Nacionais de Direitos das Pessoas com Deficiência
trouxeram um novo fôlego ao movimento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.bengalalegal.com/convencao&quot;&gt;Convenção
da ONU&lt;/a&gt;&amp;nbsp;foi emblemática pela participação ativa de organizações não
governamentais na sua formulação, um importante resultado do Cáucus
Internacional sobre Deficiência, fórum de organizações não governamentais que
foram acreditadas junto à Organização das Nações Unidas, que deu abertura à
participação direta do público destinatário da Convenção de ter voz e dialogar
nas sessões paralelas com as representações oficiais. O lema “Nada sobre nós
sem nós” encontrou na elaboração do tratado de direitos humanos do século XXI a
sua expressão máxima, conferindo legitimidade ao texto.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Tratando do assunto no plano nacional, a conquista da
ratificação com equivalência constitucional da Convenção e de seu Protocolo
Facultativo, em 2008, trouxe para esse segmento a garantia do direito a ter
direitos humanos especificados para as suas necessidades. Altera-se o eixo das
intervenções de forma definitiva, pois são as barreiras interpostas entre a
pessoa e o ambiente que determinam a deficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cabe o desafio de adequar alguns dispositivos legais
internos, em especial alterar a valoração e certificação das situações de
deficiência que deixarão de ser categorizadas como hoje no Decreto n°
3.298/1999, para seguir o paradigma da capacidade funcional e de participação. Em
síntese, uma avaliação da possibilidade de interação da pessoa com o mundo, com
o exercício dos seus direitos e inerente dignidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Com a Convenção, aumentam as obrigações do Estado, em todas
as esferas de governo, bem como as obrigações do segundo e terceiro setores,
com ativa participação da pessoa com deficiência e das famílias. A provisão de
acessibilidade, no desenho universal e na tecnologia assistiva, tornou-se fator
constitucional e não pode ser postergado ou negado (Decreto Legislativo n°
186/2008 e Decreto n° 6.949/2009).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A maior ênfase ao direito à acessibilidade é um ganho
extraordinário que reforça todo o trabalho iniciado com o Decreto n°5.296/2004,
já muito bem conhecido pelas pessoas com deficiência, entidades de defesa de
direitos, conselhos, órgãos de fiscalização como o Ministério Público, na
esfera da União e dos estados, dos órgãos gestores municipais que respondem por
mais de 70% do cumprimento dos critérios da acessibilidade senso amplo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O início do século XXI vem consagrando o discurso dos
direitos humanos e ultrapassa especificidades e particularidades, a principal
conquista do movimento nos últimos trinta anos, mesmo no plano internacional. O
foco das discussões é a forma como - e para quem - a sociedade organiza o
cotidiano, as cidades, a infraestrutura de saúde, educação, cultura, proteção
social, transporte, lazer, trabalho, esporte, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O mundo atual permite que o movimento das pessoas com
deficiência avance em direção a novas bandeiras e conquistas. No final da
década de 1970, o importante era ser protagonista político na conquista e
garantia de seus direitos. Nessa luta, as pessoas com deficiência no Brasil
passaram pela redemocratização, pelo AIPD, pela Coalizão Pró-Federação, pela
Constituição de 1988, pela Convenção da ONU e sua ratificação pelo Brasil, por
encontros, congressos, reuniões, simpósios, atos públicos, conferências, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O movimento encontra-se agora diante do desafio de seus
próximos passos: primeiro, garantir que os instrumentos legais até então
conquistados sejam implantados e implementados na vida cotidiana; segundo,
formar e fortalecer novas lideranças capazes de dirigir a continuidade da
história do movimento das pessoas com deficiência no Brasil, menos como grupo a
lutar por direitos e mais por pessoas que se distinguem do passado por serem
iguais na diferença e, portanto, iguais em cidadania.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Marco Legal e Cidadania.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa
com Deficiência sucedeu a Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa
Portadora de Deficiência - CORDE (Decreto n° 6.980, de 13/10/2009). Com a
estrutura maior e com o novo status, o órgão gestor federal de coordenação e
articulação das ações de promoção, defesa e garantia de direitos humanos desse
conjunto de 24,5 milhões de brasileiros tem mais alcance, interlocução e
capacidade de dar respostas às novas demandas do segmento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A melhor ação para assegurar o cumprimento das obrigações
assumidas pelo Estado brasileiro ao ratificar a Convenção da ONU chama-se
capacitação e consequente fortalecimento das organizações do movimento das
pessoas com deficiência. Direitos humanos são inerentes à pessoa humana e lhes
conferem dignidade e igualdade. São, portanto, suprapartidários. Assim, ao
conhecer seus direitos, cada pessoa inicia o caminho certo e sem volta do
exercício do direito, exigindo cidadania sem distinção das demais pessoas no
Estado Democrático de Direito.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;

&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;2&quot; width=&quot;100%&quot; /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Referências bibliográficas:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
AVRITZER, Leonardo. A moralidade da democracia: ensaios em
teoria habermasiana e teoria democrática. Belo Horizonte: Ed. UFMG; São Paulo:
Ed. Perspectiva, 1996. Capítulo 5.&lt;br /&gt;
________. “Teoria democrática e deliberação pública”. Lua Nova, São Paulo, v
49: 25-46, 2000&lt;br /&gt;
________ e SANTOS, Boaventura de Sousa. Para ampliar o cânone democrático.
Disponível em&lt;a href=&quot;http://www.eurozine.com/&quot; title=&quot;www.eurozine.com&quot;&gt;www.eurozine.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
COORDENADORIA NACIONAL PARA INTEGRAÇÃO DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA - CORDE.
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Comentada, 2008
MAIOR, Izabel Maria Madeira de Loureiro. Apresentação (In) A convenção sobre
Direitos das Pessoas com Deficiência Comentada. Coordenação de Ana Paula
Crosara Resende e Flavia Maria de Paiva Vital. Brasília, Secretaria Especial
dos Direitos Humanos, Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa
Portadora de Deficiência, 2008.&lt;br /&gt;
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS - ONU. Convenção sobre os Direitos das Pessoas
com Deficiência, 2006 ato2007.&lt;br /&gt;
SANTOS, Boaventura de Souza. Pela mão de Alice: o social e o político na
pós-modernidade. São Paulo, Editora Cortez, 1997.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Do livro:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.planetaeducacao.com.br/portal/Celebrando-Diversidade.pdf&quot;&gt;Celebrando
a Diversidade. Pessoas com Deficiência e Direito à Inclusão.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Edição 2010.&lt;br /&gt;
Organização: Flavia Boni Licht e Nubia Silveira.&lt;br /&gt;
Apoio:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.planetaeducacao.com.br/&quot;&gt;Planeta Educação&lt;/a&gt;&amp;nbsp;-
em especial, Elisete Oliveira Santos Baruel e Érika de Souza Bueno.&lt;br /&gt;
Capítulo II: Pela Defesa da Cidadania.&lt;br /&gt;
Artigo: A Inclusão das Pessoas com Deficiência é uma Obrigação do Estado
Brasileiro.&lt;br /&gt;
Autores:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Isabel de Loureiro Maior (Brasília).&lt;br /&gt;
Médica fisiatra e docente-mestre da Faculdade de Medicina da Universidade
Federal do Rio de Janeiro, especialista em políticas públicas e gestão
governamental do Ministério do Planejamento;&lt;br /&gt;
ativista do movimento político das pessoas com deficiência desde 1977; foi
titular da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência,
da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sendo a primeira
pessoa com deficiência à frente da antiga CORDE.&lt;br /&gt;
Fábio Meirelles (Brasília).&lt;br /&gt;
Jornalista, especialista em democracia participativa, república e movimentos
sociais, atuou como Coordenador na Coordenação Geral de Informação e
Comunicação sobre Deficiência da Subsecretaria Nacional de Promoção dos
Direitos da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Direitos Humanos da
Presidência da República. É agente da Inclusão e oficineiro da Inclusão da
Escola de Gente – Comunicação em Inclusão.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Fonte:http://arivieiracet.blogspot.com.br&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/3029818382821830987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/11/inclusao-das-pessoas-com-deficiencia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/3029818382821830987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/3029818382821830987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/11/inclusao-das-pessoas-com-deficiencia-e.html' title='Inclusão das Pessoas com Deficiência é uma Obrigação do Estado Brasileiro'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEga363wWLVd-SY4u3nFwtPPs52VzGW0pTpFmpQdqldgx9jHTiUdw0lmo6Yd6mecLaFf15h9NfSus0XCRr6qaAHWU2i6wqk89DDo79RpHIJXdOU6D3J6fbGcDaaDUIbXKMOMti_1EzKDAbub/s72-c/383330_477777715575070_1635370266_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-323691507589993943</id><published>2012-09-26T15:35:00.000-07:00</published><updated>2012-09-26T15:35:29.486-07:00</updated><title type='text'>Estudo do TCU aponta pouca acessibilidade em prédios públicos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS-WzTTYZ4jdUTr-wKtrZrJe7I0NQp9O6IrJaCWaeErXeYfJL2NLN6FNuMzwqnFspK-TNYTcACW1Y2Yfbw-IfeO1DiFeBy7hS2DcnY2bZUYSQRkrB3TiAuU6vjMIIggT4wli1p_PdRE06c/s1600/311645_126129440820602_100002706398403_100659_64292198_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS-WzTTYZ4jdUTr-wKtrZrJe7I0NQp9O6IrJaCWaeErXeYfJL2NLN6FNuMzwqnFspK-TNYTcACW1Y2Yfbw-IfeO1DiFeBy7hS2DcnY2bZUYSQRkrB3TiAuU6vjMIIggT4wli1p_PdRE06c/s1600/311645_126129440820602_100002706398403_100659_64292198_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
TCU quer criar Plano
Nacional de Acesso e selo nacional de acessibilidade.&lt;br /&gt;
No Amazonas, mais de 790 mil sofrem de algum tipo de deficiência.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
Dados apresentados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) revelaram que menos
de 2% dos prédios e serviços públicos federais oferecem condições de acesso
adequadas a pessoas com deficiência. Na região Norte, a parcela da população
com algum tipo de deficiência ultrapassa os R$ 3 milhões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa foi feita nas principais unidades dos órgãos públicos que mais
atendem a população pessoalmente. Os dados foram coletados em 11.069 unidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O levantamento, elaborado em agosto desse ano, apontou que pelo menos seis
prédios públicos apresentam pouca acessibilidade e não oferecem condições
adequadas para pessoas que possuem deficiência física. Entre as principais
barreiras listadas pelo TCu estão: a falta de pisos táteis, rampas e portas
acessíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dados do Censo 2010 revelam que no Brasil existem quase 46 milhões de pessoas
com algum tipo de deficiência. Só na região Norte são cerca de 3,7 milhões
estão nessa situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/para.html&quot;&gt;Pará&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é o estado
que apresenta o maior número de pessoas com deficiência, quase 2 milhões
(1.790,289). O&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/amazonas.html&quot;&gt;Amazonas&lt;/a&gt;&amp;nbsp;vem
logo em seguida com mais de 790 mil (790,647), seguido de&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/rondonia.html&quot;&gt;Rondônia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(345,580);
Tocantins (307,449);&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/acre.html&quot;&gt;Acre&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(165,892);&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/amapa.html&quot;&gt;Amapá&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(158,770) e&lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/topico/roraima.html&quot;&gt;Roraima&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(95,510).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse quadro, o Tribunal de Contas da União determinou que até fevereiro
de 2013 a secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República adote um
plano nacional que garanta o pleno acesso a repartições públicas e crie o selo
nacional de acessibilidade&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com.br/2012/09/estudo-do-tcu-aponta-pouca.html&quot;&gt;http://arivieiracet.blogspot.com.br/2012/09/estudo-do-tcu-aponta-pouca.html&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/323691507589993943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/09/estudo-do-tcu-aponta-pouca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/323691507589993943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/323691507589993943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/09/estudo-do-tcu-aponta-pouca.html' title='Estudo do TCU aponta pouca acessibilidade em prédios públicos'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhS-WzTTYZ4jdUTr-wKtrZrJe7I0NQp9O6IrJaCWaeErXeYfJL2NLN6FNuMzwqnFspK-TNYTcACW1Y2Yfbw-IfeO1DiFeBy7hS2DcnY2bZUYSQRkrB3TiAuU6vjMIIggT4wli1p_PdRE06c/s72-c/311645_126129440820602_100002706398403_100659_64292198_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-2066267447289013131</id><published>2012-08-23T17:40:00.000-07:00</published><updated>2012-08-23T17:40:57.329-07:00</updated><title type='text'>Agosto de 1941: Hitler foi denunciado por programa de extermínio de pessoas com deficiência física e intelectual</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeS5rIW1zzhQSSDvTpsSUIz_nIkAu2fGbnyrZvdqP28-zCZxKBfJGvsagT2ekjijrR66w4fIXOVfCv9OGnTLu4Yj7haPmojliLzTIySvdsKQmT26zi-vrVTTn3pYGdj4GmMrDPCDy7AE0I/s1600/625570_348019525277681_1669339807_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeS5rIW1zzhQSSDvTpsSUIz_nIkAu2fGbnyrZvdqP28-zCZxKBfJGvsagT2ekjijrR66w4fIXOVfCv9OGnTLu4Yj7haPmojliLzTIySvdsKQmT26zi-vrVTTn3pYGdj4GmMrDPCDy7AE0I/s1600/625570_348019525277681_1669339807_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;A matéria abaixo foi extraída do site Opera Mundi.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://operamundi.uol.com.br/&quot;&gt;http://operamundi.uol.com.br/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;História: Há exatamente 71 anos, Hitler foi denunciado por programa de extermínio de deficientes físicos e intelectuais. Mortes representavam uma antecipação das câmaras de gás de Auschwitz&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;No dia 3 de agosto de 1941, um domingo, algumas semanas após Alemanha e União Soviética entrarem em guerra, o bispo de Münster, na Renânia, denuncia publicamente o assassinato de deficientes físicos e intelectuais pelos nazistas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;O monsenhor Clemens-August von Galen, de 68 anos, exclamava: “É uma doutrina tenebrosa aquela que busca justificar a morte de inocentes, que autoriza o extermínio daqueles que não são mais capazes de trabalhar, dos enfermos, daqueles que soçobraram na senilidade… Será que temos o direito de viver só enquanto pudermos ser produtivos?”.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;No começo do século XX, parecia legítimo que os seres humanos mais frágeis desaparecessem e abrissem espaço a seres mais bem preparados para sobreviver, em nome da seleção natural. É desse modo que são editadas em determinados Estados leis que permitiam esterilizar pessoas dadas como fracas de espírito ou deficientes.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Em 14 de julho de 1933, Hitler, por sua vez, publica uma lei sobre a esterilização dos deficientes intelectuais. Protestos houve somente do clero. Um decreto datado de 1º de setembro de 1939, exatamente no dia da deflagração da Segunda Guerra Mundial, prescrevia não mais somente esterilizar mas também levar à morte os deficientes, os marginais e os que apresentavam tendência permanente para a depressão. O pretexto era de liberar os leitos hospitalares para os futuros feridos de guerra.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Hitler confia toda a operação a Karl Brandt, seu médico pessoal, e a Philip Bouhler, médico-chefe da chancelaria. Eles se instalam sob o nome de codificado “Aktion T4”. Os funcionários do T4 experimentam diferentes meios de extermínio, começando com o veneno e depois descobrindo o gás. Num primeiro momento, encerram suas vítimas num local fechado e injetam o gás do escapamento de um caminhão.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Muito rapidamente, os procedimentos são aperfeiçoados. Em janeiro de 1940, uma quinzena desses infelizes são conduzidos para uma falsa ducha de chuveiro e asfixiados com o monóxido de carbono. Os cadáveres são em seguida incinerados. Seus familiares são avisados por carta da morte acidental do parente e convidados a recuperar as cinzas. Era uma antecipação das câmaras de gás de Auschwitz.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Em torno de 70 a 100 mil deficientes seriam dessa maneira assassinados em menos de dois anos. Porém, malgrado todos os esforços da administração, o segredo seria descoberto. A inquietação vai crescendo. Até dentro do próprio exército cresce a preocupação quanto ao destino dos feridos de guerra. Pastores protestantes começam a reagir.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;O papa Pio XII intervém na questão em 15 de dezembro de 1940, condenando firmemente a eutanásia. Por fim, em 9 de março de 1941, o bispo católico de Berlim, von Preysing, denuncia “mortes batizadas de eutanásia”. Joseph Goebbels, chefe da propaganda, convence Hitler de não determinar a execução do bispo para evitar um conflito aberto com os cristãos de Münster. Finalmente, três semanas após o golpe de efeito do monsenhor von Galen, em 24 de agosto de 1941, Hitler decide suspender a “Aktion T4”.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Os mais de cem funcionários do T4, contudo, não ficam sem funções. Algumas semanas mais tarde, Heinrich Himmler, ministro do Interior e chefe supremo da SS, usa de sua expertise para pôr de pé o plano de eliminação física dos judeus.&lt;span style=&quot;font-size: 13.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: #FEFDFA; line-height: 19.2pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com.br/&quot;&gt;http://arivieiracet.blogspot.com.br/&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/2066267447289013131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/08/agosto-de-1941-hitler-foi-denunciado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2066267447289013131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2066267447289013131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/08/agosto-de-1941-hitler-foi-denunciado.html' title='Agosto de 1941: Hitler foi denunciado por programa de extermínio de pessoas com deficiência física e intelectual'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjeS5rIW1zzhQSSDvTpsSUIz_nIkAu2fGbnyrZvdqP28-zCZxKBfJGvsagT2ekjijrR66w4fIXOVfCv9OGnTLu4Yj7haPmojliLzTIySvdsKQmT26zi-vrVTTn3pYGdj4GmMrDPCDy7AE0I/s72-c/625570_348019525277681_1669339807_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-794131142705716011</id><published>2012-08-23T17:29:00.000-07:00</published><updated>2012-08-23T17:29:29.603-07:00</updated><title type='text'>Mulheres com deficiência terão atendimento exclusivo em hospital</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNuIBfucPR_uSO6iivIXQm7RXZYzJV9E-k6PgJxab_VwmY7TtvXkZ1LGBoaRGtC_eTJEMUT3LsZ50JP9-78JiKb22jzyriEzNsTkgDhFesbyEFrJxkX4SuU6jXYcDr0mTkqixnjlVd6SY4/s1600/427355_344755548937412_1761240974_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNuIBfucPR_uSO6iivIXQm7RXZYzJV9E-k6PgJxab_VwmY7TtvXkZ1LGBoaRGtC_eTJEMUT3LsZ50JP9-78JiKb22jzyriEzNsTkgDhFesbyEFrJxkX4SuU6jXYcDr0mTkqixnjlVd6SY4/s1600/427355_344755548937412_1761240974_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;O Hospital‘Peróla Byington’ irá oferecer assistência ginecológica e psicológica. Atendimento será feito sempre no ultimo sábado do mês.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;As mulheres que possuem algum tipo de deficiência física ouintelectual terão a partir deste sábado (28/07) um atendimento exclusivo e especial no hospital Pérola Byington, em São Paulo. O novo serviço oferece desde assistência ginecológica até acompanhamento com psicólogos e nutricionistas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;A estudante de Direito Edna Silva teve paralisia infantil e passou a maior parte da vida na cadeira de rodas. Aos 41 anos, é a primeira vez que vai ao ginecologista. “É difícil encontrar um ginecologista porque, nos postos de saúde, dão prioridade à gestante”, disse.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Já faz dois meses que ela está com um sangramento e conseguiu ser atendida no projeto Sábado sem Barreiras, dedicado a pessoas com deficiências físicas e mentais. O serviço foi inaugurado esta manhã pelo governador Geraldo Alckmin e pretende atender mil mulheres por ano.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;As pacientes vão passar por consultas médicas e fazer exames como ultrassom, mamografia e papanicolau, usando equipamentos especiais. O atendimento será feito sempre no ultimo sábado do mês.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;O fim de semana foi escolhido porque assim fica mais fácil para os parentes acompanharem o paciente. O foco não é tratar as deficiências, mas cuidar da mulher.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;“Ela menstruou, ela teve vontade de ter relações, ela quis engravidar e, muitas vezes, isso não foi discutido, porque é uma forma de não-inclusão, porque, quando ela vem ao ginecologista, ela se liberta. Ela diz: ‘eu sou mulher como as outras’”, afirma Albertina Duarte Taquiute, coordenadora do Programa do Adolescente da Secretaria de Saúde e assessora da Organização Pan-americana de Saúde para Assuntos da Mulher.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;O governo pretende ampliar o serviço, porque os exames periódicos são fundamentais para detectar doenças como câncer em seu estágio inicial, auxiliando o tratamento. “Pretendemos levar essa proposta para os demais serviços de saúde do governo. É um atendimento voltado à mulher com deficiência, com atendimento completo na área ginecológica, desde consulta com especialistas, exames, e, se precisar, cirurgia”, disse o governador paulista.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;As consultas no programa Sábado Sem Barreiras serão sempre das 8h às 12h e devem ser agendadas pelo telefone&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;v:shapetype coordsize=&quot;21600,21600&quot; filled=&quot;f&quot; id=&quot;_x0000_t75&quot; o:preferrelative=&quot;t&quot; o:spt=&quot;75&quot; path=&quot;m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe&quot; stroked=&quot;f&quot;&gt;  &lt;v:stroke joinstyle=&quot;miter&quot;&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;if lineDrawn pixelLineWidth 0&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;sum @0 1 0&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;sum 0 0 @1&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;prod @2 1 2&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;prod @3 21600 pixelWidth&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;prod @3 21600 pixelHeight&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;sum @0 0 1&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;prod @6 1 2&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;prod @7 21600 pixelWidth&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;sum @8 21600 0&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;prod @7 21600 pixelHeight&quot;&gt;   &lt;v:f eqn=&quot;sum @10 21600 0&quot;&gt;  &lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path gradientshapeok=&quot;t&quot; o:connecttype=&quot;rect&quot; o:extrusionok=&quot;f&quot;&gt;  &lt;o:lock aspectratio=&quot;t&quot; v:ext=&quot;edit&quot;&gt; &lt;/o:lock&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape alt=&quot;&quot; id=&quot;_x0000_i1025&quot; style=&quot;height: 24pt; width: 24pt;&quot; type=&quot;#_x0000_t75&quot;&gt;(11) 3248-8123.&lt;/v:shape&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.deficienteciente.com.br/2012/07/mulheres-com-deficiencia-terao-atendimento-exclusivo-em-hospital.html&quot;&gt;http://www.deficienteciente.com.br/2012/07/mulheres-com-deficiencia-terao-atendimento-exclusivo-em-hospital.html&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/794131142705716011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/08/mulheres-com-deficiencia-terao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/794131142705716011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/794131142705716011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/08/mulheres-com-deficiencia-terao.html' title='Mulheres com deficiência terão atendimento exclusivo em hospital'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNuIBfucPR_uSO6iivIXQm7RXZYzJV9E-k6PgJxab_VwmY7TtvXkZ1LGBoaRGtC_eTJEMUT3LsZ50JP9-78JiKb22jzyriEzNsTkgDhFesbyEFrJxkX4SuU6jXYcDr0mTkqixnjlVd6SY4/s72-c/427355_344755548937412_1761240974_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-5886575145288294349</id><published>2012-07-29T11:30:00.000-07:00</published><updated>2012-07-29T11:30:45.195-07:00</updated><title type='text'>Braille, por um ensino-aprendizado mais consistente e coerente</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidSTfx006Dca0x86CZAL-7tnP645hXwLcipV7p6vSNq9hLw0n9h2YG4gpRdItYE_ef541bLR4Cf7y18fuXq_5nelIrQQUW1k-s6wkRIvnDt6z0kB-AoY-MSe2lGzbOfavqZWBr8Pirh7su/s1600/educ.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;257&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidSTfx006Dca0x86CZAL-7tnP645hXwLcipV7p6vSNq9hLw0n9h2YG4gpRdItYE_ef541bLR4Cf7y18fuXq_5nelIrQQUW1k-s6wkRIvnDt6z0kB-AoY-MSe2lGzbOfavqZWBr8Pirh7su/s400/educ.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Na condição de professor do ensino regular, de familiar ou amigo de pessoa com deficiência visual, aprender o Braille se torna essencial para ampliar as possibilidades de interação comunicacional, tornando-os mais independentes no contato com a leitura, registros e expressão por meio da escrita.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O aprendizado do Braille surge, então, como um recurso facilitador que contribui efetivamente para a eliminação da barreira na comunicação escrita e lida por pessoas cegas. Muito embora seja indiscutível os benefícios trazidos pelo aprendizado desse método tátil, atualmente a crescente demanda por recursos tecnológicos e o uso de computadores equipados com leitores de tela e sintetizadores de voz, fez com que o Método Braille fosse visto como menos relevante, principalmente com o argumento de ser um sistema complexo e pouco difundido entre a sociedade em geral. Isso também deve a um ensino sem direcionamento adequado.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O fato é, que se existe um desconhecimento sobre o sistema Braille , deve-se investir esforços para que este código seja mais divulgado e passe a integrar o repertório de conhecimento de todas as pessoas. Na escola, por exemplo, o professor beneficiará o aluno cego ao propor atividades adaptadas em relevo, criando ambientes de aprendizagem que fomentem a equidade em relação aos resultados educativos de todos os alunos, com práticas que facilitem o acesso ao currículo comum. Em casa, o familiar ou amigo que convive com a pessoa cega será provocado a compartilhar das suas experiências e compreender suas produções, oferecendo-lhes oportunidade de contribuir, interagir e fazer as trocas necessárias. É através do incentivo familiar que a pessoa com deficiência visual se sentirá mais segura, pois este constitui o primeiro núcleo social de convívio, interações e aprendizados, seja no aspecto cognitivo, emocional e afetivo. No contexto social temos que o domínio do Braille será útil, por exemplo, no setor comercial de produtos ou serviços, nas relações estabelecidas com as pessoas e na quebra das barreiras que impedem uma plena comunicação e, destas, posso citar cardápios, rótulos, contratos, informativos, folders, placas, entre outros dispositivos que viabilizam o acesso e a permanência da pessoa nos espaços, consumindo informação e interagindo com as pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O Sistema Braille foi criado pelo francês Louis Braille, jovem cego que dedicou seus esforços pelo bem da humanidade. Nascido em 1809 nas proximidades de Paris, perdeu a visão ainda criança em decorrência de um acidente enquanto brincava na oficina de seu pai. Foi aluno do Instituto Real para Jovens Cegos, primeira escola para cegos no mundo, fundada no ano de 1784, na cidade de Paris, por Valentin Haüy. Louis Braille morreu, aos 43 anos sem que seu sistema fosse reconhecido oficialmente. A expansão e adoção do sistema Braille pelo mundo aconteceu de forma lenta e desordenada. Foi trazido para o Brasil pelo jovem José álvares de Azevedo em 1854, que aqui chegando incentivou a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, hoje Instituto Benjamin constant, localizado na cidade do Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Como braillista e defensora da democratização do código Braille deixo o alerta de que o aprendizado do Braille precisa seguir a orientação de um profissional habilitado, já que demanda um conhecimento específico sobre as técnicas para uso e aplicação deste sistema em diversas situações. São diferentes os procedimentos, técnicas e etapas empregadas para ensinar uma criança cega ou um adulto que perdeu a visão. ainda temos que considerar as peculiaridades das construções simbólicas e conceituais por meios visuais ou táteis e como ocorre esse aprendizado. A leitura tátil, requer das pessoas cegas muito treinamento motor, perceptivo e sensorial. Uma boa percepção tátil é fundamental para identificação das diferentes disposições dos pontos Braille que representam as letras ou símbolos matemáticos, químicos, musicais e outros, existentes na escrita em tinta. As pessoas que enxergam quando aprendem o sistema Braille, muitas vezes, recorrem a desenhos do símbolo para memorizarem o formato de cada letra. Embora façam uso da visão para ler essas figuras coloridas, recheadas de efeitos visuais, esta não constitui a melhor estratégia trabalhada para a assimilação do código. A leitura de imagens serve como um apoio inicial, mas não como único recurso empregado. Assim como nem todo cego usuário de Braille domina as técnicas para o ensino do código, nem todo vidente possui condições para ensiná-lo de maneira a satisfazer Às necessidades do aprendiz. O aprendizado mecânico e sem instruções só reforça a superficialidade do emprego deste sistema em detrimento da qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Desse modo uma instrução má orientada quanto ao ensino do Braille estaria na contramão das tentativas para a sua democratização, pois supre uma necessidade imediata de aprendizado. Futuramente corremos o risco de que esse aprendizado não seja consolidado e caia no esquecimento ou, ainda, conserve vícios e erros, gerando prejuízos para o processo de inclusão. O fracasso proveniente de um ensino mau direcionado e sem critérios servirá sempre de justificativa para que as pessoas cegas ou com visão fiquem cada vez mais resistentes ao uso e aplicação do Braille no dia-a-dia como fator de inclusão social e acessibilidade. A demanda é crescente e aprender o Braille é uma ação urgente e necessária nos dias de hoje e não podemos deixar que essa conquista seja atropelada por imagens meramente ilustrativas. E nesse caso o aprendiz também é responsável por suas escolhas...&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Luciane Maria Molina Barbosa&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.braillu.com/2012/07/braille-por-um-ensino-aprendizado-mais.html?spref=fb&quot;&gt;http://www.braillu.com/2012/07/braille-por-um-ensino-aprendizado-mais.html?spref=fb&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/5886575145288294349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/07/braille-por-um-ensino-aprendizado-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/5886575145288294349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/5886575145288294349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/07/braille-por-um-ensino-aprendizado-mais.html' title='Braille, por um ensino-aprendizado mais consistente e coerente'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidSTfx006Dca0x86CZAL-7tnP645hXwLcipV7p6vSNq9hLw0n9h2YG4gpRdItYE_ef541bLR4Cf7y18fuXq_5nelIrQQUW1k-s6wkRIvnDt6z0kB-AoY-MSe2lGzbOfavqZWBr8Pirh7su/s72-c/educ.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-6151044108530653081</id><published>2012-07-29T11:03:00.000-07:00</published><updated>2012-07-29T11:03:01.410-07:00</updated><title type='text'>Lei de Cotas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgl6KdP0g9cr1XigiBsCjVE-ukb7QcimtmNK-bBxYn_5N5W418jYcK96K969TdTJnfHtOzTrwtACskahyphenhyphenMa6QP92rJTN-qKDmelWOizw4p2zDNNT1ggdHhu7ilH-eFIC4vxSWHg9LNvkyhj/s1600/deficientesmerc1.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;158&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgl6KdP0g9cr1XigiBsCjVE-ukb7QcimtmNK-bBxYn_5N5W418jYcK96K969TdTJnfHtOzTrwtACskahyphenhyphenMa6QP92rJTN-qKDmelWOizw4p2zDNNT1ggdHhu7ilH-eFIC4vxSWHg9LNvkyhj/s320/deficientesmerc1.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A chamada Lei de Cotas (Lei 8.213 de 1991) completou nesta terça-feira 21 anos de sua sanção. Mesmo depois de mais de duas décadas em vigor, ainda existe muito preconceito sobre a capacidade produtiva da pessoa com deficiência. A avaliação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoas com Deficiência, Antônio José Ferreira. “Ainda temos muitos desafios. Os maiores são superar, ainda, os preconceitos e o desconhecimento que o empresário têm acerca das potencialidades e da capacidade da pessoa com deficiência”, disse à Agência Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Atualmente, existem cerca de 306 mil pessoas com deficiência formalmente empregadas no Brasil. Desse total, cerca de 223 mil foram contratadas beneficiadas pela Lei de Cotas. Ela prevê, no Artigo 93, que toda empresa com 100 ou mais funcionários deve destinar de 2% a 5% (dependendo do total de empregados) dos postos de trabalho a pessoas com alguma deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;“Junto com o Ministério do Trabalho, estamos fazendo uma grande campanha de sensibilização dos empresários. Não indo só na questão de aplicar multa, mas também de conscientizar e de capacitar o empresariado. É mais fácil nós adaptarmos as empresas às pessoas, do que as pessoas às empresas”, destacou o secretário. A empresa que desrespeitar a Lei de Cotas e negar oportunidade de trabalho às pessoas com deficiência poderá pagar multa de R$ 1.617,12 a R$161.710,08.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;De acordo com a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, as 306 mil carteiras de Trabalho assinadas de pessoas com deficiência representam apenas 0,7% do total de empregos formais do país, onde há 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, das quais 29 milhões em idade economicamente ativa.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Segundo o órgão, se todas as empresas do país cumprissem a Lei de Cotas, mais de 900 mil pessoas com deficiência teriam que estar empregadas. “Hoje nós já temos avançado. O governo federal está colocando 150 mil vagas no Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego] a fim de qualificar as pessoas com deficiência para justamente acessar às vagas que a Lei de Cotas tem trazido”, disse Ferreira.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.amputadosvencedores.com.br/&quot;&gt;http://www.amputadosvencedores.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/6151044108530653081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/07/lei-de-cotas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6151044108530653081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6151044108530653081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/07/lei-de-cotas.html' title='Lei de Cotas'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgl6KdP0g9cr1XigiBsCjVE-ukb7QcimtmNK-bBxYn_5N5W418jYcK96K969TdTJnfHtOzTrwtACskahyphenhyphenMa6QP92rJTN-qKDmelWOizw4p2zDNNT1ggdHhu7ilH-eFIC4vxSWHg9LNvkyhj/s72-c/deficientesmerc1.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-4509293867407975417</id><published>2012-05-31T12:56:00.000-07:00</published><updated>2012-05-31T12:56:26.099-07:00</updated><title type='text'>O “problema educacional” não tem solução</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBDcPR2XTBmxvbKYqu-lVBKEFXKLqisTC7tjfIMALYLshYfxlVqT83rqs6diWeV671GkNWpwSfKmZqid6LfRdl3JnQ0glC30kxYyeM1Gysd6g94kVMOUe15WDPdbfBkXr06os3QN-noG9k/s1600/39-educacao021.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;215&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBDcPR2XTBmxvbKYqu-lVBKEFXKLqisTC7tjfIMALYLshYfxlVqT83rqs6diWeV671GkNWpwSfKmZqid6LfRdl3JnQ0glC30kxYyeM1Gysd6g94kVMOUe15WDPdbfBkXr06os3QN-noG9k/s320/39-educacao021.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;“Ensine-me a fazer isso”. “Sim, eu ensino”. Essas duas frases deveriam estar no centro de toda e qualquer relação pedagógica. No entanto, não é o que ocorre. Da parte do estudante ou aluno, não ouvimos mais a primeira frase. Da parte do professor ou mestre, não ouvimos a segunda frase. Esse é o drama central em relação ao qual a&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;filosofia da educação&lt;/em&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de nossos tempos não tem conseguido oferecer um bom recurso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Toda relação pedagógica escolar, tanto a que envolve os jovens quanto a que envolve os adultos como estudantes, já há algum tempo, se inicia sem essas frases. O encontro entre professores e estudantes é um encontro artificial. Nenhuma das duas partes do encontro marcou o encontro pessoalmente. A agenda foi feita pela administração da escola: no dia X iniciam-se as aulas – é assim que se anuncia o encontro. Uma vez na mesma sala, o professor diz “vamos trabalhar com Y este semestre”. Os alunos, por sua vez, nada dizem. Alguns abrem seus cadernos e anotam: “matéria: Y”. Seria melhor ouvirmos algo como “ensine-me a fazer isso” e, em resposta, “sim, eu ensino”. Mas, não é o que ocorre. A relação pedagógica não começa (mais) pela idéia do ensino, por um pedido para aprender, e não é continuada pela vontade de atender ao pedido. Como pode alguma coisa desse tipo, tão visivelmente contraproducente, ser a regra de nossas escolas e universidades?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;“Ensine-me a fazer isso” denota um desejo. Quem pronuncia algo assim sente a necessidade de aprender a fazer algo que não sabe fazer. Pede que aquele que sabe a ajude. “Sim, eu ensino” denota não um desejo, mas uma vontade. Quem pronuncia tal enunciado mostra que quer ver o outro aprendendo, quer deliberadamente ensinar o que não é sabido de modo que o outro possa fazer o que não saber fazer e quer fazer. Desejo de um lado, vontade de outro. Desejo e vontade são elementos do amor. Não à toa, entre os gregos, a melhor relação pedagógica era a relação de pederastia, na sua versão comum ou na sua versão modificada por Sócrates. Berço de nossa civilização ocidental, a Grécia antiga teceu a relação pedagógica como alguma coisa feita sob o comando de Eros. Tratava-se de algo do desejo de um lado, da vontade de outro. Um encontro antes erótico que intelectual. Um encontro intelectual e moral, porque erótico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Foi exatamente isso que se perdeu. Deixamos de lado algo da simplicidade do “ensine-me a fazer isso” e “sim, eu ensino”. Substituímos isso por um palavreado que quer esconder, mas acaba é mostrando até demais, a artificialidade do encontro entre aluno e professor, estudante e mestre. Criamos a&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;pedagogia&lt;/em&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;para além da atividade do “escravo pedagogo”. Fizemos dela um conjunto normativo sofisticado. “Uma arte”, disseram certos teóricos. Para alguns, até mesmo “uma ciência”, como afirmaram outros. Mas, de qualquer maneira, a pedagogia se tornou uma longa narrativa antes apropriada a colocar mais palavras entre o estudante e o mestre do que se pode colocar no espaço que separa duas pessoas. A verborragia da pedagogia fez sucumbir o natural e produtivo “ensine-me a fazer isso” e “sim, eu ensino”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;A pedagogia despejou entre o espaço que separa estudante e mestre as doutrinas com os mais variados nomes: “escolanovismo” ou “construtivismo” ou “tornar o aluno crítico” ou “criar cidadão consciente” ou “engajar o aluno e o professor no projeto político-pedagógico da escola” ou “multidisciplinaridade” ou “interdisciplinaridade” ou “saberes complexos” ou “prontidão psicopedagógica” ou seja lá o que for. Há mais frases entre um aluno e um professor, hoje, do que qualquer vã ou não-vã filosofia da educação pode imaginar. Uma chuva de palavras lavou em direção ao rio o produtivo “ensine a fazer isso” e “sim, eu ensino”. Era simples demais isso! Como dar&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;status&lt;/em&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;à atividade pedagógica se toda a relação pedagógica pudesse ser descrita e resolvida nessa simplicidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Ora, mas por qual razão foi necessário dar&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;status&lt;/em&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;à atividade pedagógica? Ah, por uma razão evidente, mas que ninguém quer comentar. Quando a educação de um país não funciona exatamente porque falta investimento nos salários dos professores, e a vontade política da nação não se faz sentir nessa direção, então, o fracasso precisa ser pintado como algo devido ao fato de se estar diante de um monstro nada simples. A educação se faz passar por um grave problema, alguma coisa que tem um segredo que é preciso descobrir, que talvez em algum lugar do mundo se saiba, mas que é um segredo que esconde algo que não é simples. É ridículo para o país que não educa seus jovens admitir o fracasso exatamente no simples. Então, um país que não educa seus jovens, que se coloca nos últimos lugares do&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;educacional do mundo, precisa criar uma enorme literatura pedagógica. Toda essa imensidão de teorias educacionais, antes de dar solução para o problema, gasta páginas e páginas para provar que a educação é alguma coisa muito complexa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Eis então que ocorre algo paradoxal. Em um país fracassado na educação, a literatura pedagógica aumenta assustadoramente. Ao mesmo tempo, o número de pesquisadores em pedagogia se torna um dos maiores do mundo. O número de programas de pós-graduação em educação supera o dos países desenvolvidos em muito. A atividade pedagógica se torna uma algo que demanda uma complicadíssima terminologia. Mas, ao mesmo tempo, pela quantidade, ela também se torna um discurso de todos. Assim, ao mesmo tempo em que a educação é vista como muito complexa, ela é passível de ser objeto de discurso de todos. Todos entendem de educação. Afinal, num país assim, é difícil quem não tenha um diploma de pedagogia ou um mestrado ou até mesmo doutorado em educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Em educação vive-se, então, a situação mais fabulosamente maluca: a escola está falida e todos possuem discursos miraculosos e altamente teóricos para criar experiências pedagógicas que salvariam todo o ensino. Mas, pela complexidade do discurso de todos, que são muitos, sempre há de se entender que qualquer solução proposta é para um pequeno grupo de escolas, nunca para todos. Democratiza-se o saber pedagógico para além da conta. Mas, ao mesmo tempo, não se democratiza a própria educação, objeto do tal saber pedagógico. O número de jovens aprendendo na escola diminui na proporção que aumenta o número de mestres e doutores em educação. Não à toa aumenta-se também a pesquisa em história da educação – em educação, na situação que estamos, restou-nos contar a história da escola, já que não temos mais a própria escola. Criamos a apologia da nostalgia em educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Vivendo dessa forma, o país que se enreda nesse problema, começa a gerar um mito, a saber: há um truque na educação e, embora tenhamos muitos livros sobre o assunto, esse truque permanece a sete chaves, preso no exterior. E o mito se desdobra: há países que sabem resolver problemas em educação. Mas eles não nos contam. Eles deram solução para seus problemas. Mas, não nos contam – que malvados! Temos de continuar a produzir pedagogias. Exportamos pedagogias até para eles. Mas, aqui, olhamos experiências isoladas, exatamente para mostrar que, em alguns lugares, há quem acerte. No entanto, esses que acertam são mostrados como heróis da abnegação. E como não há heróis da abnegação em todas as escolas, então, continuamos fracassando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Surge daí a idéia de que o exterior não venceu por ter feito o professor ganhar mais e feito as escolas serem bem construídas e terem bom funcionamento. O exterior venceu por causa da abnegação de seus professores. O coreano deu aulas em baixo de chuva. O professor japonês é respeitadíssimo. A professora de um país pequeno da Europa é uma santa e assim por diante. O problema pedagógico, por mais complicado que possa ser mostrado nos programas de pós-graduação, é então dito como sem solução. Não é solucionável? A resposta é única: seria, se não fôssemos brasileiros. Se formos brasileiros, não adianta. Como brasileiros, não somos sérios. Os outros venceram com sacrifício e nós não estamos vencendo porque o nosso professor não se sacrifica e porque todos aqui são moles, nossos políticos são corruptos, a “educação não é prioridade” – há jargões para todo o tipo de gente. Por fim, vem o supra-sumo da ideologia, que aparece no discurso governamental e social: “salário não é tudo”. Ao pagarmos mais, é necessário mais cobrança – dizem todos. Eis então que vem a cobrança, sendo que o “pagar mais” não vem. “Ele virá, está no congresso a proposta X ou Y, aguardem!” Aguardem pisos, fundefs e outros animais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;Salário seria o combustível de Eros para que algo simples como o “ensine-me a fazer isso” e “sim, eu ensino” pudesse estar entre nós. Mas o simples não está entre nós. Não estará. Tudo é muito complicado em educação e, ainda por cima, não dá para fazer o que deve ser feito sendo brasileiro. É assim que devemos pensar e é assim que a TV, as revistas e, até mesmo o governo, diz que é a verdade da educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 13.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;© 2011 Paulo Ghiraldelli Jr, filósofo, escritor e professor da UFRRJ&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://ghiraldelli.pro.br/2011/04/19/o-problema-educacional-nao-tem-solucao/&quot;&gt;http://ghiraldelli.pro.br/2011/04/19/o-problema-educacional-nao-tem-solucao/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/4509293867407975417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/o-problema-educacional-nao-tem-solucao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/4509293867407975417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/4509293867407975417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/o-problema-educacional-nao-tem-solucao.html' title='O “problema educacional” não tem solução'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgBDcPR2XTBmxvbKYqu-lVBKEFXKLqisTC7tjfIMALYLshYfxlVqT83rqs6diWeV671GkNWpwSfKmZqid6LfRdl3JnQ0glC30kxYyeM1Gysd6g94kVMOUe15WDPdbfBkXr06os3QN-noG9k/s72-c/39-educacao021.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-2677875357239233993</id><published>2012-05-29T12:16:00.000-07:00</published><updated>2012-05-29T12:16:12.349-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: black; mso-themecolor: text1; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com/2011/05/alunos-com-altas-habilidadessuperdotaca.html&quot;&gt;ALUNOS COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO: ARTICULAÇÃO ENTRE O ENSINO
COMUM E O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFbMvBFoZV_dSwpBYNsSqDaAwtwhk97a0zv7CJWPW8j5B3trp5HNM4sEiS8jjVZL3lFS_fSlgGu95kI5kWtchAupuBcpUNsIqdkyEdJpkfFiojynBvfNKIIqdYu1FlamMyInxM6cfylpLh/s1600/aee.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFbMvBFoZV_dSwpBYNsSqDaAwtwhk97a0zv7CJWPW8j5B3trp5HNM4sEiS8jjVZL3lFS_fSlgGu95kI5kWtchAupuBcpUNsIqdkyEdJpkfFiojynBvfNKIIqdYu1FlamMyInxM6cfylpLh/s1600/aee.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A organização de sistemas educacionais inclusivos demanda a
interrelação de ações entre a educação comum e a educação especial. O processo
de identificação de alunos com altas habilidades/superdotação, realizado em
sala de aula comum e apoiado pelo atendimento educacional especializado - AEE,
fundamentado na concepção e nas práticas pedagógicas inclusivas, contribui para
o planejamento e execução de propostas de enriquecimento curricular nesses dois
ambientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao promover o debate sobre as concepções de altas habilidades/superdotação,
entre os professores e a comunidade escolar, é necessário definir quais
assertivas estão em consonância com as práticas desenvolvidas na perspectiva da
educação inclusiva, de forma que estas expressem a importância de ambientes de
aprendizagem integrados e da manifestação do conhecimento nas diferentes áreas
de interesse destes alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao caracterizar e prever o atendimento educacional especializado, com função
complementar ou suplementar à escolarização, este orienta e possibilita que os
alunos com altas habilidades/superdotação tenham atividades de enriquecimento
curricular na sala de aula comum e na sala de recursos multifuncionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para tanto, o projeto político pedagógico da escola deve prever a articulação
da escola com instituições de educação superior, centros voltados para o
desenvolvimento da pesquisa, das artes, dos esportes, entre outros, e promover
a cooperação entre estes centros e a escola, oportunizando a execução de
projetos colaborativos, que atendem às necessidades específicas dos alunos com
altas habilidades/superdotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A organização curricular, o planejamento, a avaliação e as práticas
educacionais se transformam quando o ensino promove situações de aprendizagem
onde todas as possibilidades de respostas dos alunos são acolhidas,
interpretadas e valorizadas, e tornam-se subsídios para a identificação de
habilidades em diferentes áreas. A diversificação de respostas torna-se o mote
das aprendizagens e não a sua padronização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa organização curricular, na perspectiva da educação inclusiva, requer o
reconhecimento das diferenças, ou seja, atende às possibilidades e capacidades.
De tal modo, enquanto um processo dinâmico, o currículo é compreendido como o
caminho que os alunos percorrem em seu processo de escolarização, para além dos
conteúdos programáticos estabelecidos em cada nível ou etapa de ensino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejamento escolar, definido como sistematizador de intencionalidades
educativas, precisa ser assumido como uma prática de observação e reflexão do
cotidiano educacional. De acordo com o contexto em que as estratégias de ensino
são promovidas, o planejamento atende a características transdiciplinares,
globais e de articulação entre a sala de aula comum e o AEE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao expressar essa articulação entre a sala de aula comum e a sala de recursos
multifuncionais, através de projetos de trabalho consistentes, o planejamento
coletivo possibilita acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos
recursos pedagógicos do ensino regular, bem como estabelecer parcerias na
elaboração de estratégias e disponibilização de serviços do atendimento
educacional especializado para os alunos com altas habilidades/superdotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação é outro aspecto essencial para o reconhecimento das diferenças na
escola. Ela pode ser considerada um obstáculo quando compreendida como um
elemento sancionador e qualificador, em que os sujeitos da avaliação são
somente os alunos, e o objeto da avaliação, as aprendizagens realizadas por
eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, a avaliação tem o sentido reconstrutivo, quando deixa de focar
exclusivamente os resultados obtidos pelos alunos e passa relacioná-los com as
práticas pedagógicas, possibilitando a problematização dos processos de ensino
e aprendizagem e identificação das diferentes formas da construção do conhecimento
pelos alunos de uma mesma turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na perspectiva da educação inclusiva, a avaliação constitui-se basicamente de
três momentos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o primeiro busca verificar os conhecimentos prévios dos alunos sobre os
conteúdos a serem trabalhados pedagogicamente, suas hipóteses e referências de
aprendizagem;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o segundo se relaciona ao processo de aprendizagem, ao acompanhamento e
aprofundamento dos temas estudados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e o terceiro momento diz respeito ao que os alunos aprenderam em relação à
proposta inicial e as novas relações estabelecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os projetos de trabalho pela sua natureza flexível, enriquecedora e
exploratória, organizados na perspectiva inclusiva, são capazes de instigar a
aprendizagem por descoberta e criação, proporcionando aos alunos a ampliação do
interesse por diversas temáticas e a inter-relação entre elas. Esses projetos
de trabalho se caracterizam pela execução da tarefa em período variável,
conforme interesses individuais e/ou coletivos destes alunos e pelo uso de
instrumentos favorecedores da iniciação ou do aprofundamento de temas gerais e
temas específicos de estudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto proposta de ação no âmbito escolar, os projetos de trabalho são uma
alternativa para a organização de atividades, considerando o interesse e a
curiosidade dos alunos. Sob este prisma, sua elaboração parte dos interesses da
turma para escolha e organização dos temas que serão base do estudo e, desde o
princípio da sua execução, cabe aos professores iniciar o processo de
observação dos alunos com altas habilidades/superdotação, considerando suas
habilidades, identificando-as durante o desenvolvimento do projeto e
estabelecendo sua posterior articulação com o atendimento educacional
especializado - AEE, se necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa articulação para a elaboração de estratégias de intervenção pedagógica,
coerente com a proposta de desenvolver as habilidades e atender as necessidades
educacionais específicas apresentadas pelos alunos, promove a oferta de
serviços e recursos auxiliares para a identificação das habilidades e a
disponibilização de atividades que desafiam a criatividade e estimulam a
construção do conhecimento nas diferentes áreas curriculares. Neste sentido, o
professor do AEE, em interação com o professor da sala de aula comum, define o
plano de atendimento, contemplando a seleção e a organização de recursos e
serviços para a estimulação e o desenvolvimento das altas
habilidades/superdotação, bem como a articulação de redes de colaboração,
informação e conhecimento, em diversas áreas que suplementam a proposta
curricular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em diferentes etapas e em virtude dos interesses e habilidades dos alunos com
altas habilidades/superdotação, os objetivos do atendimento educacional
especializado – AEE definem-se por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maximizar a participação do aluno na classe comum do ensino regular,
beneficiando-se da interação no contexto escolar;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt;l&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Potencializar a(s) habilidade(s) demonstrada(s) pelo aluno, por meio do
enriquecimento curricular previsto no plano de atendimento individual;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt;l&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Expandir o acesso do aluno a recursos de tecnologia, materiais pedagógicos e
bibliográficos de sua área de interesse;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt;l&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover a participação do aluno em atividades voltadas à prática da pesquisa e
desenvolvimento de produtos; e&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt;l&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimular a proposição e o desenvolvimento de projetos de trabalho no âmbito da
escola, com temáticas diversificadas, como artes, esporte, ciências e outras.&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-char-type: symbol; mso-hansi-font-family: Calibri; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-symbol-font-family: Symbol;&quot;&gt;l&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao identificar instrumentos e ferramentas mais favoráveis para tais objetivos,
os professores em atuação conjunta deverão investir em condições acessíveis
para favorecimento de habilidades, propiciando um espaço plural para sugestões,
exercício da criticidade, participação com autonomia e criatividade. O AEE
favorece a articulação dos serviços realizados na escola, na comunidade, nas
instituições de educação superior e nos núcleos de atividades para alunos com
altas habilidades/superdotação, possibilitando a estes alunos participarem de
um processo de identificação multidimensional, de atividades de estimulação e
aprofundamento e, assim, atingir os objetivos do atendimento educacional
especializado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A compreensão da educação especial na perspectiva da educação inclusiva é
fundamental para o professor que atua no atendimento a esses alunos, para
potencializar os espaços das salas de recursos multifuncionais e as salas de
aula comum como ambientes de planejamento, organização e promoção para os
alunos com altas habilidades/superdotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conceber a educação como um processo, permeado de definições, articulação e
interação, contribui para superação dos pressupostos que atribuem à
aprendizagem dos alunos em geral um caráter padronizado e fixo. Desse
entendimento, deriva o modelo de mensuração da inteligência e a tradicional
prática de encaminhamento dos alunos com altas habilidades/superdotação para
atividades desvinculadas do contexto escolar e/ou serviços predominantemente
clínicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A construção de sistemas educacionais inclusivos implica a criação de um
ambiente escolar rico em estímulos e o fortalecimento da participação plena dos
alunos nas salas de aula, por meio de oportunidades efetivas de desenvolvimento
do potencial e do atendimento às suas necessidades educacionais específicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teoria da construção do conhecimento de Piaget pode contribuir para a
reflexão e transformação das práticas educacionais e dos espaços escolares para
todos os alunos, bem como para a ressignificação do atendimento aos alunos com
altas habilidades/superdotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa perspectiva, o projeto pedagógico da escola deve prever a oferta de
serviços, recursos e atendimento educacional especializado - AEE para os alunos
com altas habilidades/superdotação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A institucionalização do AEE requer a definição do conjunto de estratégias de
apoio, a expansão do acesso a materiais pedagógicos específicos, a ampliação e
a diversificação das experiências escolares e o acompanhamento destes alunos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O planejamento das práticas pedagógicas reflete o reconhecimento dos diferentes
estilos de aprendizagem, interesses, motivações, habilidades e necessidades,
valorizando as potencialidades de cada aluno. Essa prática estimula a
participação dos alunos com altas habilidades/superdotação nas classes comuns
do ensino regular e nas atividades do AEE, orientado nas salas de recursos
multifuncionais e articulado a outros espaços de aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre as atribuições dos professores de salas de recursos multifuncionais,
para a promoção e desenvolvimento das altas habilidades/superdotação, são
compreendidas: a elaboração do plano de atendimento dos alunos, a produção de
materiais didático-pedagógicos específicos, a identificação e a
disponibilização de recursos de serviços, a articulação com programas das
diferentes áreas, o trabalho colaborativo com a educação regular, a interface
com a família e a promoção da acessibilidade, quando necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ampliação e o alcance dessas atividades se assentam no projeto político
pedagógico, na definição do trabalho colaborativo, no desenvolvimento de
projetos de trabalho, na interação entre os alunos, entre os professores, entre
estes e a comunidade. Assim, as possibilidades de beneficiar a todos os alunos
resultarão do compartilhamento de conhecimentos, experiências e práticas e da
definição conceitual que sustenta a organização e oferta do atendimento educacional
especializado nessa área.&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Fonte:&lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com/search/label/ALUNOS%20COM%20ALTAS%20HABILIDADES%2FSUPERDOTA%C3%87%C3%83O%3A%20ARTICULA%C3%87%C3%83O%20ENTRE%20O%20ENSINO%20COMUM%20E%20O%20ATENDIMENTO%20EDUCACIONAL%20ESPECIALIZADO&quot;&gt;http://arivieiracet.blogspot.com/search/label/ALUNOS%20COM%20ALTAS%20HABILIDADES%2FSUPERDOTA%C3%87%C3%83O%3A%20ARTICULA%C3%87%C3%83O%20ENTRE%20O%20ENSINO%20COMUM%20E%20O%20ATENDIMENTO%20EDUCACIONAL%20ESPECIALIZADO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/2677875357239233993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/alunos-com-altas-habilidadessuperdotaca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2677875357239233993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2677875357239233993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/alunos-com-altas-habilidadessuperdotaca.html' title=''/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFbMvBFoZV_dSwpBYNsSqDaAwtwhk97a0zv7CJWPW8j5B3trp5HNM4sEiS8jjVZL3lFS_fSlgGu95kI5kWtchAupuBcpUNsIqdkyEdJpkfFiojynBvfNKIIqdYu1FlamMyInxM6cfylpLh/s72-c/aee.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-505905538395940215</id><published>2012-05-22T12:33:00.000-07:00</published><updated>2012-05-22T12:33:52.720-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com.br/2012/05/o-pleonasmo-da-educacao-inclusiva.html&quot;&gt;O pleonasmo
da educação inclusiva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiU9dTMy_NO5UIinO670lxT7uenrTDDvkHrkHYWMsMUaKtq9jgHr7r4XNP7ZMUEATvYx-My7a9552q1NKhFEdv3ZjJyV0EKnv1xO2b1-guXIFPT550_SueHq9IBsnDnF9A4W_rWuocIJYxE/s1600/sem.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiU9dTMy_NO5UIinO670lxT7uenrTDDvkHrkHYWMsMUaKtq9jgHr7r4XNP7ZMUEATvYx-My7a9552q1NKhFEdv3ZjJyV0EKnv1xO2b1-guXIFPT550_SueHq9IBsnDnF9A4W_rWuocIJYxE/s1600/sem.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Você não acha que a criança com
deficiência deveria continuar a ser atendida por escolas especiais? Essa foi
uma das perguntas que recebi durante uma palestra virtual que realizei há
alguns dias para uma rede particular de ensino. A “webespectadora” era professora
em Barbacena, MG. Concluiu argumentando que a maioria das escolas estava
despreparada para acolher crianças com essa particularidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A concepção de uma educação
inclusiva não surgiu por acaso. É fruto de um histórico de reflexões,
experiências e aprendizados orientados pela ideia de que todo ser humano tem o
direito de ser tratado como igual. Isso quer dizer que toda criança deve
receber o mesmo tipo de atendimento? Nem sempre. Tratar como igual não é
sinônimo de tratar igualmente. No caso de uma criança com alguma deficiência,
parece não haver dúvida de que seja necessário um atendimento especializado,
conduzido por profissionais capacitados. O modelo recentemente adotado pelo
nosso Ministério da Educação prevê que isso ocorra no contra-turno das aulas
“comuns”, de forma a zelar pelo direito da criança freqüentar também a sala de
aula regular e desfrutar de seus benefícios e desafios. Não se trata, portanto,
de substituir, mas de somar.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É claro que estamos falando de um
assunto delicado, cuja implementação é extremamente complexa. Meras
generalizações não dão conta do recado. No entanto, se estamos de fato
comprometidos com o ideal da igualdade, esse debate é inadiável. E por quê isso
diz respeito a cada um de nós? Basta nos perguntarmos como seríamos hoje se,
durante toda infância, fôssemos privados do contato com o ambiente escolar
“normal”. Ou, por outro lado, se não seríamos mais preparados para a vida em
uma sociedade plural se tivéssemos interagido com crianças de toda natureza. De
forma rotineira, natural. Como diz o amigo Lino de Macedo, em pleno século XXI,
educação inclusiva deveria ser um pleonasmo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rodrigo Hübner Mendes (rodrigo@rm.org.br) é fundador do Instituto Rodrigo
Mendes, uma organização sem fins lucrativos que desenvolve programas de
inclusão no campo da arte e da educação. É membro do Young Global Leader —
Fórum Econômico Mundial e Empreendedor Social Ashoka.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Fonte: &lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com.br/&quot;&gt;http://arivieiracet.blogspot.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/505905538395940215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/o-pleonasmoda-educacao-inclusiva-voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/505905538395940215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/505905538395940215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/o-pleonasmoda-educacao-inclusiva-voce.html' title=''/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiU9dTMy_NO5UIinO670lxT7uenrTDDvkHrkHYWMsMUaKtq9jgHr7r4XNP7ZMUEATvYx-My7a9552q1NKhFEdv3ZjJyV0EKnv1xO2b1-guXIFPT550_SueHq9IBsnDnF9A4W_rWuocIJYxE/s72-c/sem.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-3392747787192169816</id><published>2012-05-12T07:20:00.000-07:00</published><updated>2012-05-12T07:20:32.397-07:00</updated><title type='text'>Dia das Mães (Excepcionais que são...)</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Utopia, &#39;Palatino Linotype&#39;, Palatino, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 30px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwv7-zut6dc7-a6mA5HZ7rCXvwP75MyyQfoZSW8dJH1O8DXX-ISsijF8WzizsLX9mF2peKyLvf10_PTv9f-b73osWhN-xX2eOTwYmjwQs07RKVYA3mHeH2HAhoVOWTJFxS57WaTlnSynG5/s1600/mae.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;270&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwv7-zut6dc7-a6mA5HZ7rCXvwP75MyyQfoZSW8dJH1O8DXX-ISsijF8WzizsLX9mF2peKyLvf10_PTv9f-b73osWhN-xX2eOTwYmjwQs07RKVYA3mHeH2HAhoVOWTJFxS57WaTlnSynG5/s400/mae.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 24px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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Fonte:&lt;a href=&quot;http://autismovivenciasautisticas.blogspot.com.br/2012/05/dia-das-maes-excepcionais-que-sao.html&quot;&gt;http://autismovivenciasautisticas.blogspot.com.br/2012/05/dia-das-maes-excepcionais-que-sao.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/3392747787192169816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/dia-das-maes-excepcionais-que-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/3392747787192169816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/3392747787192169816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/05/dia-das-maes-excepcionais-que-sao.html' title='Dia das Mães (Excepcionais que são...)'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwv7-zut6dc7-a6mA5HZ7rCXvwP75MyyQfoZSW8dJH1O8DXX-ISsijF8WzizsLX9mF2peKyLvf10_PTv9f-b73osWhN-xX2eOTwYmjwQs07RKVYA3mHeH2HAhoVOWTJFxS57WaTlnSynG5/s72-c/mae.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-5977991502001810212</id><published>2012-03-27T19:04:00.000-07:00</published><updated>2012-03-27T19:04:54.922-07:00</updated><title type='text'>A ESQUIZOFRENIA NA INFÂNCIA</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXxwluyTzgvla5HaoW8n4M2NgJwQHjf_IYD3qnPXHkJFo2rygwASWf_bcIadpJzceAmhl_K_8xrWH72FK_QRHrbQz5iKpzxMfxMsdStS5txKm3xSWJ3V0Y_a_sgL8baPLA_1RXl-AHFJ8z/s1600/oque.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;272&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXxwluyTzgvla5HaoW8n4M2NgJwQHjf_IYD3qnPXHkJFo2rygwASWf_bcIadpJzceAmhl_K_8xrWH72FK_QRHrbQz5iKpzxMfxMsdStS5txKm3xSWJ3V0Y_a_sgL8baPLA_1RXl-AHFJ8z/s320/oque.gif&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 14.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-image: initial; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 1pt; border-image: initial; border-left-color: windowtext; border-left-style: none; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: none; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: none; border-top-width: 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;&quot;&gt;Como detectar a esquizofrenia em crianças.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A esquizofrenia é uma enfermidade médica que causa pensamentos e sentimentos estranhos e um comportamento pouco usual. É uma enfermidade psiquiátrica pouco comum em crianças, e é muito difícil ser reconhecida em suas primeiras etapas. O comportamento de crianças e adolescentes com esquizofrenia pode diferir dos adultos com a mesma enfermidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-style: initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;É uma desordem cerebral que deteriora a capacidade das pessoas para pensar, dominar suas emoções, tomar decisões e relacionar-se com os demais. É uma enfermidade crônica e complexa que não afeta por igual a quem sofre dela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #055bff; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Estimativas da esquizofrenia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;A esquizofrenia é uma enfermidade mental que afeta menos de 1% da população mundial, com independência de raças, civilizações e culturas. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), afeta uns 52 milhões de pessoas em todo o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;No Brasil, estima-se que 1,8 milhão de pessoas são afetadas por esta doença.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #055bff; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Como detectar a esquizofrenia nas crianças?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;As esquizofrenias que aparecem antes dos Cinco anos, têm traços extremamente comuns ao autismo, e somente com uma evolução posterior, com o aparecimento de sintomas psicóticos, propriamente ditos, permitirá um diagnóstico certo. Antes dos 3 anos, o diagnóstico diferencial é muito improvável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;É praticamente impossível distinguir uma esquizofrenia de um autismo. Somente ficará esclarecido com o passar do tempo. A partir dos 5 anos o diagnóstico diferencial vai-se esclarecendo com a presença de sintomas psicóticos (alucinações, delírios) na esquizofrenia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Mas podem-se notar alguns sinais de alerta nas crianças com esquizofrenia. O comportamento de uma criança pode mudar lentamente com o passar do tempo. Por exemplo, as crianças que desfrutavam, relacionando-se com outros, podem começar a ficar tímidas e retraídas, com se vivessem em seu próprio mundo. Às vezes começam a falar de medos e idéias estranhas. Podem começar a ficar obstinados pelos pais e a dizer coisas que não fazem muito sentido. Os professores podem ser os primeiros a perceberem esses problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #055bff; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;A esquizofrenia é hereditária?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Se na família houve outros antecedentes familiares de esquizofrenia, pode ser hereditária, mas numa porcentagem relativamente baixa (não supera os 25% de possibilidades), mas se a esquizofrenia desencadeou por fatores de estresse ambiental, ou por outras causas que não são genéticas, não há razão para herdá-la..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #055bff; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;O que se deve fazer?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;As crianças com esses problemas e sintomas devem passar por uma avaliação integral. Geralmente, essas crianças necessitam de um plano de tratamento que envolva outros profissionais. Uma combinação de medicamentos e terapia individual, terapia familiar e programas especializados (escolas, atividades, etc.) são freqüentemente necessários. Os medicamentos psiquiátricos podem ser úteis para tratar de muitos dos sintomas e problemas identificados. Estes medicamentos requerem a supervisão cuidadosa de um psiquiatra de crianças e adolescentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #055bff; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Formas de esquizofrenia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Nem todas as esquizofrenias são iguais, nem evoluem da mesma maneira. Uma vez realizado o diagnóstico, os profissionais as dividem em quatro:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;- PARANÓIDE: É a mais frequente. Caracteriza-se por um predomínio dos delírios sobre o resto dos sintomas, em particular, delírios relativos a perseguição ou suposto dano de outras pessoas ou instituições para o paciente. O doente está desconfiado, inclusive irritado, evita a companhia, olha de relance e com frequência não come. Quando é questionado, dá respostas evasivas. Podem acontecer alucinações, o que gera muita angústia e temor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;- CATATÔNICA: É muito mais rara que a forma anterior, e se caracteriza por alterações motoras, seja por uma imobilidade persistente e sem motivo aparente ou agitação. Um sintoma tipico é a chamada obediência automática, segundo a qual o paciente obedece cegamente todas as ordens simples que recebe.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;- HEBEFRÊNICA: É menos frequente, e ainda que também podem dar-se a idéias falsas ou delirantes, o fundamental pode aparecer ants que a paranóide e é muito mais grave, com pior resposta à medicação e evolução mais lenta e negativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;- INDIFERENCIADA: Este diagnóstico se aplica àqueles casos que sendo verdadeiras esquizofrenias não reúnem as condições de nenhuma das formas anteriores. Pode-se utilizar como uma “gaveta de alfaiate” em que se inclui aqueles pacientes impossíveis de serem definidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #055bff; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Tratamento da esquizofrenia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 1.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;O tratamento dos processos esquizofrênicos podem ficar reservados para o psiquiatra. Requer o emprego de medicamentos difíceis de empregar, tanto pela limitação dos seus efeitos como pela quantidade de reações adversas que podem provocar. Em geral, os sintomas psicóticos antes citados, correspondem a dois grandes grupos:&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;Sintomas &quot;positivos&quot;,&lt;/b&gt;&amp;nbsp;ou produtivos. Refere-se a condutas ou modos de pensamento que aparecem na crise psicótica, em forma auditiva (novas condutas se somam às existentes). São os delírios e as alucinações, fundamentalmente. Neste caso, a palavra “positivo” não tem conotações favoráveis; significa simplesmente que “algo se soma ou se acrescenta”, e esse “algo” (delírios, alucinações) não é, em absoluto, nada bom.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;b&gt;Sintomas &quot;negativos&quot;,&lt;/b&gt;&amp;nbsp;ou próprios da deterioração:&amp;nbsp; diminuição das capacidades com o aparecimento de sinais de fraqueza e debilidade. Distúrbios &amp;nbsp;psíquicos, perda de ânimo afetivo, dificuldade nas relações &amp;nbsp;interpessoais, incapacidade para &amp;nbsp;trabalhar, etc. São aos principais sintomas negativos.&lt;br /&gt;
Pois bem, os tratamentos básicos antipsicóticos (neurolépticos, eletrochoque) podem atuar mais ou menos sobre os “sintomas positivos”. Mas não temos nada que atue de forma brilhante sobre os “negativos”. Somente o emprego de alguns neurolépticos concretos ou de antidepressivos, a doses baixas, pode ser de alguma ajuda. Seu manejo exige muitíssimo cuidado, pois podem reativar uma fase aguda da esquizofrenia. O eletrochoque se reserva para os casos de baixa resposta aos neurolépticos, ou para quadros muito desorganizados com riscos físicos para o paciente (condutas auto-agressivas, por exemplo). Sua utilidade é na fase ativa, e somente para os sintomas “positivos”.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; line-height: 14.25pt; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Fonte :- American Academy of Child and Adolescent Psychiatry (AACAP)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/5977991502001810212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/esquizofrenia-na-infancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/5977991502001810212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/5977991502001810212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/esquizofrenia-na-infancia.html' title='A ESQUIZOFRENIA NA INFÂNCIA'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXxwluyTzgvla5HaoW8n4M2NgJwQHjf_IYD3qnPXHkJFo2rygwASWf_bcIadpJzceAmhl_K_8xrWH72FK_QRHrbQz5iKpzxMfxMsdStS5txKm3xSWJ3V0Y_a_sgL8baPLA_1RXl-AHFJ8z/s72-c/oque.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-8497340667698580608</id><published>2012-03-21T10:28:00.000-07:00</published><updated>2012-03-21T10:28:40.807-07:00</updated><title type='text'>DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipbmbRfook3Urho3LoGdgqrEMIL41Jaw2ch5ERfIBtVjMkaCE3eIuf41cCOQPnJHd5K9XlvIF4EVat779_GuWq9s-ciE8demK97zalRvZDXWquYLR7Osf2IXQybOvfkiQUH73kHLtDCFwC/s1600/Down.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipbmbRfook3Urho3LoGdgqrEMIL41Jaw2ch5ERfIBtVjMkaCE3eIuf41cCOQPnJHd5K9XlvIF4EVat779_GuWq9s-ciE8demK97zalRvZDXWquYLR7Osf2IXQybOvfkiQUH73kHLtDCFwC/s400/Down.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Homenagem do Blog a todos envolvidos nesta causa. Pais, familiares, professores, voluntários e, principalmente a estas crianças e adolescentes que têm muito a ensinar a todos nos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #333333; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Vanderlan Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/8497340667698580608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/dia-internacional-da-sindrome-de-down.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/8497340667698580608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/8497340667698580608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/dia-internacional-da-sindrome-de-down.html' title='DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipbmbRfook3Urho3LoGdgqrEMIL41Jaw2ch5ERfIBtVjMkaCE3eIuf41cCOQPnJHd5K9XlvIF4EVat779_GuWq9s-ciE8demK97zalRvZDXWquYLR7Osf2IXQybOvfkiQUH73kHLtDCFwC/s72-c/Down.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-3711271126396609003</id><published>2012-03-16T16:57:00.000-07:00</published><updated>2012-03-16T16:57:36.222-07:00</updated><title type='text'>Suposições e Percepções a respeito da Deficiência</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgs7p5FTqhfEaxx8w7a2KWuifR4gnMhKqrBDy7fttZKAtN49E5ABocdQYx5W5Ck-uWJx_9p7wkCODa_E66q1IIwukuzrlcCQG5m8Q85NYI0iLpGbvUbBVAZt-1Vo0E2VdhFe4gH0qaXG481/s1600/deficiencia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgs7p5FTqhfEaxx8w7a2KWuifR4gnMhKqrBDy7fttZKAtN49E5ABocdQYx5W5Ck-uWJx_9p7wkCODa_E66q1IIwukuzrlcCQG5m8Q85NYI0iLpGbvUbBVAZt-1Vo0E2VdhFe4gH0qaXG481/s1600/deficiencia.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 24.0pt; margin-bottom: 12.0pt; mso-outline-level: 1;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 21.5pt;&quot;&gt;Os quatro modelos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Na discussão internacional, as atitudes, suposições e percepções a respeito da &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;são geralmente agrupadas em quatro modelos. As OPDs de todo o mundo têm procurado promover dois desses modelos: o social e o baseado nos direitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 7.2pt; mso-line-height-alt: 12.75pt; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Modelo caritativo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.making-prsp-inclusive.org/index.php?eID=tx_cms_showpic&amp;amp;file=uploads%2Fpics%2F5c-1_CharityModel_PT.jpg&amp;amp;md5=49818c1dfd40d7dc750aa027962bc1d0434927ec&amp;amp;parameters%5b0%5d=YTo0OntzOjU6IndpZHRoIjtzOjQ6IjgwMG0iO3M6NjoiaGVpZ2h0IjtzOjQ6IjYw&amp;amp;parameters%5b1%5d=MG0iO3M6NzoiYm9keVRhZyI7czo0MToiPGJvZHkgc3R5bGU9Im1hcmdpbjowOyBi&amp;amp;parameters%5b2%5d=YWNrZ3JvdW5kOiNmZmY7Ij4iO3M6NDoid3JhcCI7czozNzoiPGEgaHJlZj0iamF2&amp;amp;parameters%5b3%5d=YXNjcmlwdDpjbG9zZSgpOyI%2BIHwgPC9hPiI7fQ%3D%3D&quot; title=&quot;&amp;quot;Discribtion:&amp;quot; t &quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;O “Modelo Caritativo” da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O Modelo Caritativo vê as pessoas com &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;como vítimas da sua incapacidade. Dependendo da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, as pessoas deficientes não podem andar, falar, ver, aprender ou trabalhar. A&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;é vista com um déficit. As pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;não são capazes de se ajudar e de levar uma vida independente. A sua situação é trágica, e elas estão sofrendo. Logo, precisam de serviços especiais, instituições especiais, etc., porque são diferentes. Há que se ter pena das pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, elas precisam da nossa ajuda, simpatia, caridade, é preciso tomar conta delas. Às vezes, as próprias pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, normalmente aquelas que se sentem “incapazes” e têm baixa auto-estima, adotam este conceito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 7.2pt; mso-line-height-alt: 12.75pt; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Modelo médico&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.making-prsp-inclusive.org/index.php?eID=tx_cms_showpic&amp;amp;file=uploads%2Fpics%2F5c-1_MedicalModel_PT.jpg&amp;amp;md5=2e184061edf4be2910310118923cff93d3f360af&amp;amp;parameters%5b0%5d=YTo0OntzOjU6IndpZHRoIjtzOjQ6IjgwMG0iO3M6NjoiaGVpZ2h0IjtzOjQ6IjYw&amp;amp;parameters%5b1%5d=MG0iO3M6NzoiYm9keVRhZyI7czo0MToiPGJvZHkgc3R5bGU9Im1hcmdpbjowOyBi&amp;amp;parameters%5b2%5d=YWNrZ3JvdW5kOiNmZmY7Ij4iO3M6NDoid3JhcCI7czozNzoiPGEgaHJlZj0iamF2&amp;amp;parameters%5b3%5d=YXNjcmlwdDpjbG9zZSgpOyI%2BIHwgPC9hPiI7fQ%3D%3D&quot; target=&quot;thePicture&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;O “Modelo Médico” da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O Modelo Médico (ou Individual) vê as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;pessoas que têm problemas físicos que precisam ser curados. Isto impele as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;para o papel passivo de pacientes. O objetivo dessa abordagem é “normalizar” as pessoas com &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;deficiência&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, o que naturalmente implica que sejam, de um modo ou de outro, anormais. A questão da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;fica limitada à problemática individual: é a pessoa com &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;que precisa ser mudada, não a sociedade ou o ambiente à sua volta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;De acordo com o modelo médico, as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;precisam de serviços especiais, tais como sistemas de transporte especial e assistência social. É para isso que existem instituições especiais, por exemplo, hospitais, escolas especiais ou empregos protegidos onde profissionais como assistentes sociais, profissionais da saúde, terapeutas, professores de educação especial decidem e oferecem tratamento especial, educação especial e ocupações especiais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 7.2pt; mso-line-height-alt: 12.75pt; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Modelo social&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.making-prsp-inclusive.org/index.php?eID=tx_cms_showpic&amp;amp;file=uploads%2Fpics%2F5c-1_SocialModel_PT.jpg&amp;amp;md5=c810dcfe895810a902addc411bc933ceaff33ef4&amp;amp;parameters%5b0%5d=YTo0OntzOjU6IndpZHRoIjtzOjQ6IjgwMG0iO3M6NjoiaGVpZ2h0IjtzOjQ6IjYw&amp;amp;parameters%5b1%5d=MG0iO3M6NzoiYm9keVRhZyI7czo0MToiPGJvZHkgc3R5bGU9Im1hcmdpbjowOyBi&amp;amp;parameters%5b2%5d=YWNrZ3JvdW5kOiNmZmY7Ij4iO3M6NDoid3JhcCI7czozNzoiPGEgaHJlZj0iamF2&amp;amp;parameters%5b3%5d=YXNjcmlwdDpjbG9zZSgpOyI%2BIHwgPC9hPiI7fQ%3D%3D&quot; target=&quot;thePicture&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;O “Modelo Social” da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O “Modelo Social” vê a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;como um resultado do modo como a sociedade está organizada. Como a sociedade não está bem organizada, as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;enfrentam os seguintes tipos de&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;discriminação &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;e barreiras à&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;participação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;(vide figura 7):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style=&quot;margin-top: 0cm;&quot; type=&quot;disc&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; vertical-align: top;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;de atitude: expressa-se em medo, ignorância e baixas expectativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; vertical-align: top;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;do meio: resulta na inacessibilidade física que afeta todos os      aspectos da vida (lojas, prédios públicos, templos, etc.); e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; vertical-align: top;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;institucional: são as discriminações de caráter legal. Pessoas com      deficiências são excluídas de certos direitos (por ex., não poder casar e      ter filhos), exclusão das escolas, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Esses três tipos de barreiras tornam as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;incapazes de assumir o controle das suas próprias vidas. De acordo com o modelo social, a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;não depende apenas do indivíduo, mas também do meio social, que pode ser limitador ou capacitador de várias maneiras. Alguém que usa cadeira de rodas poderá ser considerada deficiente se ainda for capaz de conduzir automóvel ou andar de motocicleta e se a sua casa, lugar de trabalho e outros edifícios forem acessíveis?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.making-prsp-inclusive.org/index.php?eID=tx_cms_showpic&amp;amp;file=uploads%2Fpics%2FBarriers_PT.tif&amp;amp;md5=9afb76dbcb8ac4c7da9c8013861ed827c7eaa1d2&amp;amp;parameters%5b0%5d=YTo0OntzOjU6IndpZHRoIjtzOjQ6IjgwMG0iO3M6NjoiaGVpZ2h0IjtzOjQ6IjYw&amp;amp;parameters%5b1%5d=MG0iO3M6NzoiYm9keVRhZyI7czo0MToiPGJvZHkgc3R5bGU9Im1hcmdpbjowOyBi&amp;amp;parameters%5b2%5d=YWNrZ3JvdW5kOiNmZmY7Ij4iO3M6NDoid3JhcCI7czozNzoiPGEgaHJlZj0iamF2&amp;amp;parameters%5b3%5d=YXNjcmlwdDpjbG9zZSgpOyI%2BIHwgPC9hPiI7fQ%3D%3D&quot; title=&quot;&amp;quot;Integrar pessoas com deficiência significa superar diferentes tipos de barreira (STAKES, 2003, p. 29.)&amp;quot; t &quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Integrar pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;significa superar diferentes tipos de barreira (STAKES, 2003, p. 29.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 7.2pt; mso-line-height-alt: 12.75pt; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;O modelo baseado em direitos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.making-prsp-inclusive.org/index.php?eID=tx_cms_showpic&amp;amp;file=uploads%2Fpics%2F3-4_Rights-basedModel_POR_08.jpg&amp;amp;md5=8f242f119723d880016abb3a5dd083f8fc08518c&amp;amp;parameters%5b0%5d=YTo0OntzOjU6IndpZHRoIjtzOjQ6IjgwMG0iO3M6NjoiaGVpZ2h0IjtzOjQ6IjYw&amp;amp;parameters%5b1%5d=MG0iO3M6NzoiYm9keVRhZyI7czo0MToiPGJvZHkgc3R5bGU9Im1hcmdpbjowOyBi&amp;amp;parameters%5b2%5d=YWNrZ3JvdW5kOiNmZmY7Ij4iO3M6NDoid3JhcCI7czozNzoiPGEgaHJlZj0iamF2&amp;amp;parameters%5b3%5d=YXNjcmlwdDpjbG9zZSgpOyI%2BIHwgPC9hPiI7fQ%3D%3D&quot; target=&quot;thePicture&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 11.25pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 36.0pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #004d99; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;O modelo baseado nos direitos e as suas associações&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Este modelo é semelhante ao do modelo social. O seu foco incide no cumprimento dos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;direitos humanos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, por exemplo: o direito a oportunidades iguais e à&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;participação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;na sociedade. Logo, a sociedade precisa mudar para garantir que todos – inclusive as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;– tenham oportunidades iguais para participar dela. É um fato indubitável que as pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;muitas vezes se defrontam com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;direitos humanos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;básicos negados, como, por exemplo, o direito à saúde (física e psicológica) ou o direito à educação e ao emprego. Portanto, a legislação e as políticas públicas têm que fazer desaparecer essas barreiras criadas pela sociedade. A abordagem baseada nos direitos diz que a assistência nessas áreas não é uma questão de humanidade ou caridade, mas sim um direito humano básico que todos podem reivindicar. Os dois elementos principais da abordagem baseada nos direitos é o&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;empoderamento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;(empowerment, capacitação, fortalecimento dos meios de ação) e a responsabilidade (prestação de contas). Empoderamento refere-se à&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;participação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;de pessoas com&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;como partes interessadas ativas, enquanto que responsabilidade relaciona-se com o dever das instituições públicas em implementar esses direitos e justificar a qualidade e quantidade da sua implementação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 7.2pt; mso-line-height-alt: 12.75pt; mso-outline-level: 2;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Aplicação dos modelos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Cada modelo descrito acima insere numa categoria as quatro maneiras das pessoas de classificar a “deficiência” e de ver os portadores de&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;deficiência&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;. Todo mundo usa um desses modelos ou uma mistura deles – consciente ou inconscientemente. Esses modelos influenciam a nossa maneira de pensar, de conversar e o nosso comportamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt; margin-bottom: 4.8pt; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 12.75pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Coleridge, Peter (2001): Disability, Liberation and Development. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 12.75pt;&quot;&gt;Publicado pela Oxfam. Oxford. è Capítulo 1: “Por que este manual é necessário?”.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #b8281d; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Mais informações&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Harris, Alison e Sue Enfield (2003): Disability, Equality and Human Rights: A Training Manual for Development and Humanitarian Organisations. Publicação da Oxfam em cooperação com Action Aid on Disability and Development (&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;ADD&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;). &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Oxford. à Capítulo 1 sobre “Definição de deficiência” e capítulo 9 sobre “Deficiência e Igualdade na Prática”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt; margin-bottom: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Disabled People South Africa (2000): Pocket Guide on Disability Equality: An Empowerment Tool. Disponível em:&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dpsa.org.za/documents/Pocket&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Link to Disabled People South Africa&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #004d99;&quot;&gt;http://www.dpsa.org.za/documents/Pocket%20&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;(in the&amp;nbsp;&quot;Publications&quot; section). Capítulo 1: “Disability, Definitions, Models and Terminology”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 12.75pt;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Uma interessante discussão sobre as definições encontra-se no site da Disability Awareness in Action (DAA):&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.daa.org.uk/disability%20definitions.htm&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Link to Briefing Paper&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #004d99;&quot;&gt;Definition of Disability – A Briefing Paper&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;o:p&gt;Fonte:&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.making-prsp-inclusive.org/pt/6-deficiencia/61-o-que-e-deficiencia/611-os-quatro-modelos.html&quot;&gt;http://www.making-prsp-inclusive.org/pt/6-deficiencia/61-o-que-e-deficiencia/611-os-quatro-modelos.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/3711271126396609003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/suposicoes-e-percepcoes-respeito-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/3711271126396609003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/3711271126396609003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/suposicoes-e-percepcoes-respeito-da.html' title='Suposições e Percepções a respeito da Deficiência'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgs7p5FTqhfEaxx8w7a2KWuifR4gnMhKqrBDy7fttZKAtN49E5ABocdQYx5W5Ck-uWJx_9p7wkCODa_E66q1IIwukuzrlcCQG5m8Q85NYI0iLpGbvUbBVAZt-1Vo0E2VdhFe4gH0qaXG481/s72-c/deficiencia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-2238751501302970499</id><published>2012-03-12T13:50:00.000-07:00</published><updated>2012-03-12T13:50:08.997-07:00</updated><title type='text'>ASPECTOS JURÍDICOS . De onde surge o direito à educação das pessoas com deficiência?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaS3GOkXipJFTgJvegaqFUGvIpKXJaevJc-tb_ztyEt2mww_iRWRJu6lbsfBsitFqGlNYef08XDqfi96Z9EuqYE-hcNdWjIRp_atj-w88E6Vvslny5aiBx4bPuX7s4jjyO5fOEv8ddlQcG/s1600/pessoadeficiencia.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;290&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaS3GOkXipJFTgJvegaqFUGvIpKXJaevJc-tb_ztyEt2mww_iRWRJu6lbsfBsitFqGlNYef08XDqfi96Z9EuqYE-hcNdWjIRp_atj-w88E6Vvslny5aiBx4bPuX7s4jjyO5fOEv8ddlQcG/s320/pessoadeficiencia.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O que diz a Constituição Federal?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A nossa Constituição Federal elegeu como fundamentos da República a cidadania e a dignidade da pessoa humana (art. 1º, inc. II e III), e como um dos seus objetivos fundamentais a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art. 3º, inc. IV).&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Garante ainda expressamente o direito à igualdade (art. 5º), e trata, nos artigos 205 e seguintes, do direito de TODOS à educação. Esse direito deve visar o .pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (art. 205).&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Além disso, elege como um dos princípios para o ensino, a .igualdade de condições de acesso e permanência na escola. (art. 206, inc. I), acrescentando que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um. (art. 208, V).&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Portanto, a Constituição garante a todos o direito à educação e ao acesso à escola. Toda escola, assim reconhecida pelos órgãos oficiais como tal, deve atender aos princípios constitucionais, não podendo excluir nenhuma pessoa em razão de sua origem, raça, sexo, cor, idade, deficiência ou ausência dela.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Existe viabilidade prática em se receber TODOS os alunos?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Apenas estes dispositivos legais bastariam para que ninguém negasse a qualquer pessoa com deficiência o acesso à mesma sala de aula de crianças ou adolescentes sem deficiência. Mas o argumento que vem logo em seguida é sobre a impossibilidade prática de tal situação, principalmente diante da deficiência intelectual.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Assim, quando nossa Constituição Federal garante a educação para todos, significa que é para todos mesmo, em um mesmo ambiente, e este pode e deve ser o mais diversificado possível, como forma de atingir o pleno desenvolvimento humano e o preparo para a cidadania (art. 205, CF).&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Fonte:&lt;a href=&quot;http://arivieiracet.blogspot.com/2012/03/aspectos-juridicos-de-onde-surge-o.html&quot;&gt;http://arivieiracet.blogspot.com/2012/03/aspectos-juridicos-de-onde-surge-o.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/2238751501302970499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/aspectos-juridicos-de-onde-surge-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2238751501302970499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2238751501302970499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/aspectos-juridicos-de-onde-surge-o.html' title='ASPECTOS JURÍDICOS . De onde surge o direito à educação das pessoas com deficiência?'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaS3GOkXipJFTgJvegaqFUGvIpKXJaevJc-tb_ztyEt2mww_iRWRJu6lbsfBsitFqGlNYef08XDqfi96Z9EuqYE-hcNdWjIRp_atj-w88E6Vvslny5aiBx4bPuX7s4jjyO5fOEv8ddlQcG/s72-c/pessoadeficiencia.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-1221580502167970237</id><published>2012-03-10T15:47:00.000-08:00</published><updated>2012-03-10T15:47:42.236-08:00</updated><title type='text'>&quot;Os dez mandamentos do professor do século XXI&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmsquk5lrxJqACuGPhccj4X78maiG4y4M5dhHyRrUvcVbYKpO4jS3LjwyVBUlpD158pxmNjd9zAkLlMTbmWpBU_sWRyp9EtQmp8TLq1F7ZopI2R6tCF98o2YIyKVQZFw99LvQtGbyUYEKR/s1600/DEZ+MANDAMENTOS.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;322&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmsquk5lrxJqACuGPhccj4X78maiG4y4M5dhHyRrUvcVbYKpO4jS3LjwyVBUlpD158pxmNjd9zAkLlMTbmWpBU_sWRyp9EtQmp8TLq1F7ZopI2R6tCF98o2YIyKVQZFw99LvQtGbyUYEKR/s400/DEZ+MANDAMENTOS.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;Fonte:&lt;a href=&quot;http://pibidmatematica2010.blogspot.com/2010/12/os-dez-mandamentos-do-professor-do.html&quot;&gt;http://pibidmatematica2010.blogspot.com/2010/12/os-dez-mandamentos-do-professor-do.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/1221580502167970237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/os-dez-mandamentos-do-professor-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/1221580502167970237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/1221580502167970237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/os-dez-mandamentos-do-professor-do.html' title='&quot;Os dez mandamentos do professor do século XXI&quot;'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmsquk5lrxJqACuGPhccj4X78maiG4y4M5dhHyRrUvcVbYKpO4jS3LjwyVBUlpD158pxmNjd9zAkLlMTbmWpBU_sWRyp9EtQmp8TLq1F7ZopI2R6tCF98o2YIyKVQZFw99LvQtGbyUYEKR/s72-c/DEZ+MANDAMENTOS.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-600948781615469722</id><published>2012-03-09T12:02:00.000-08:00</published><updated>2012-03-09T12:02:09.799-08:00</updated><title type='text'>Relatório Mundial sobre a Deficiência apresenta nove recomendações</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvGhqj87OuzXl19asVyANDOayyeB7ZpCslFbTddtQzvNb9Xm6eyKsLG3cfDRqY6747bgHvFheaCGTHb_qGDHS6uWXSPopwMLonUW_58qglhrpCyrukC1RA1lF_9vqc2IlsaPcRyI1GQA9U/s1600/acessibilidade.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvGhqj87OuzXl19asVyANDOayyeB7ZpCslFbTddtQzvNb9Xm6eyKsLG3cfDRqY6747bgHvFheaCGTHb_qGDHS6uWXSPopwMLonUW_58qglhrpCyrukC1RA1lF_9vqc2IlsaPcRyI1GQA9U/s1600/acessibilidade.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O Relatório Mundial sobre a Deficiência reúne informações científicas disponíveis sobre a deficiência para melhorar as vidas das pessoas com deficiência. Seu objetivo é:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;■&lt;/span&gt; Prover aos governos e à sociedade civil uma análise abrangente sobre a importância da deficiência e as respostas oferecidas, baseada nas melhores evidências disponíveis.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;■&lt;/span&gt; Recomendar ações em âmbito nacional e internacional.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;RECOMENDAÇÕES DO RELATÓRIO&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Ainda que muitos países já tenham começado a realizar ações para melhorar as vidas das pessoas com deficiência, ainda resta muito a ser feito. As evidências elencadas por este Relatório sugerem que muitas das barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência são evitáveis e que as desvantagens associadas à deficiência podem ser superadas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;São nove as recomendações. A sua implementação requer o envolvimento de diferentes setores – saúde, educação, proteção social, trabalho, transporte, habitação – e diferentes atores – governos, organizações da sociedade civil (incluindo as organizações de pessoas com deficiência), profissionais, o setor privado, indivíduos com deficiência e suas famílias, o público em geral, o setor privado e a mídia.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;É essencial que os países adequem suas ações aos seus contextos específicos. Onde os países estão limitados por restrições em seus recursos, algumas das ações prioritárias, particularmente aquelas que requerem a assistência técnica e a construção de capacidades, podem ser inclusas em um contexto de cooperação internacional.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Confira abaixo, um resumo das recomendações:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 1: permitir o acesso a todos os sistemas e serviços regulares.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O processo de inclusão requer um comprometimento em todos os níveis– considerado através de todos os setores e construído no âmbito das legislações, padrões, políticas, estratégias e planos novos e existentes. A adoção do desenho universal e a implementação de adaptações razoáveis são duas abordagens importantes.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 2: investir em programas e serviços específicos para pessoas com deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Além dos serviços regulares, algumas pessoas com deficiência podem requerer o acesso a medidas específicas, tais como a reabilitação, serviços de apoio, ou treinamento. A reabilitação e o treinamento vocacional podem gerar oportunidades no mercado de trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 3: adotar uma estratégia e planos de ação nacionais sobre a deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Uma estratégia nacional sobre a deficiência estabelece uma visão consolidada e abrangente de longo prazo para a melhora do bem-estar das pessoas com deficiência, e deve cobrir tanto as políticas e programas regulares quanto os serviços específicos para pessoas com deficiência. O plano de ação operacionaliza a estratégia em curto e médio prazos ao estabelecer as ações concretas e os prazos para sua implementação, a definição das metas, a relação das agências responsáveis, e o planejamento e a alocação dos recursos necessários.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 4: envolver as pessoas com deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Pessoas com deficiência geralmente possuem uma visão singular de sua deficiência e sua situação. Na formulação e implementação de políticas, leis e serviços, as pessoas com deficiência devem ser consultadas e ativamente envolvidas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 5: melhorar a capacidade dos recursos humanos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A capacidade dos recursos humanos pode ser melhorada por meio da educação, treinamento e recrutamento efetivos. Uma revisão dos conhecimentos e competências dos funcionários em áreas relevantes pode oferecer um ponto de partida para o desenvolvimento de medidas apropriadas para sua melhoria.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 6: oferecer financiamento adequado e melhorar a acessibilidade econômica.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O financiamento adequado e sustentável de serviços públicos prestados é necessário para assegurar que eles alcancem todos os beneficiários pretendidos e serviços de qualidade sejam oferecidos. Para melhorar a acessibilidade econômica de bens e serviços para pessoas com deficiência e para compensar os custos extras associados à deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 7: aumentar a conscientização pública e o entendimento das deficiências&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O respeito mútuo e a compreensão contribuem para uma sociedade inclusiva.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Portanto, é vital aumentar a conscientização sobre a deficiência, confrontar as percepções negativas, e representar a deficiência com justiça. Coletar informações sobre o conhecimento, crenças e atitudes sobre a deficiência pode ajudar na identificação de falhas na compreensão da opinião pública que podem ser corrigidas por meio da educação e da disseminação pública de informações.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 8: aumentar a base de dados sobre deficiência&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Internacionalmente, metodologias para a coleta de dados sobre as pessoas com deficiência precisam ser desenvolvidas, testadas em diversas culturas, e aplicadas consistentemente.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Os dados precisam ser padronizados e internacionalmente comparáveis&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;para estabelecer um ponto de referência e monitorar o progresso das políticas relacionadas à deficiência e da implementação da CDPD nacional e internacionalmente.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Recomendação 9: fortalecer e apoiar a pesquisa sobre deficiência&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A pesquisa é essencial para o aumento da compreensão pública sobre questões relacionadas à deficiência, a oferta de informações para a elaboração de programas e políticas dedicados à deficiência, e para a alocação eficiente de recursos. Esse Relatório recomenda áreas para a pesquisa sobre a deficiência incluindo o impacto de fatores ambientais (políticas, ambiente físico, atitudes) sobre a deficiência e como mensurá-lo; a qualidade de vida e bem-estar das pessoas com deficiência; o que funciona para a superação das barreiras em diferentes contextos; e a efetividade e resultados de serviços e programas para pessoas com deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;PARA ACESSAR A ÍNTEGRA DO RELATÓRIO MUNDIAL SOBRE A DEFICIÊNCIA CLIQUE NO LINK ABAIXO:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/usr/share/documents/Relatorio_Mundial_SUMARIO_PDF2012.pdf&quot;&gt;http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/usr/share/documents/Relatorio_Mundial_SUMARIO_PDF2012.pdf&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/600948781615469722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/relatorio-mundial-sobre-deficiencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/600948781615469722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/600948781615469722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/relatorio-mundial-sobre-deficiencia.html' title='Relatório Mundial sobre a Deficiência apresenta nove recomendações'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvGhqj87OuzXl19asVyANDOayyeB7ZpCslFbTddtQzvNb9Xm6eyKsLG3cfDRqY6747bgHvFheaCGTHb_qGDHS6uWXSPopwMLonUW_58qglhrpCyrukC1RA1lF_9vqc2IlsaPcRyI1GQA9U/s72-c/acessibilidade.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-6914605490101758915</id><published>2012-03-07T09:49:00.000-08:00</published><updated>2012-03-07T09:49:21.615-08:00</updated><title type='text'>Dia Internacional da Mulher: Acessibilidade Atitudinal Já!</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj4tWdR1jYf7xRiHFYpw-V601n6fXBG0_FwVkvBQhYfwQpzxNNLhiScnEW-79bEnX-nWi2pz7Zex3CMTZnic9o2jcvKyD38MfK9B3Q03rAUX6OOkcNRwXFISqbZwDYNFd0mky6oUCOLdZI/s1600/mulheres-negras-2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj4tWdR1jYf7xRiHFYpw-V601n6fXBG0_FwVkvBQhYfwQpzxNNLhiScnEW-79bEnX-nWi2pz7Zex3CMTZnic9o2jcvKyD38MfK9B3Q03rAUX6OOkcNRwXFISqbZwDYNFd0mky6oUCOLdZI/s1600/mulheres-negras-2.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Dia da Mulher teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, na Primeira Guerra Mundial. Após a Guerra e a Segunda Revolução Industrial, as indústrias incorporaram as mulheres para mão-de-obra, e devido as condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. Atualmente, a data perdeu um pouco seu sentido original, e tem mais um caráter festivo e comercial.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Atualmente a participação das mulheres no mercado de trabalho tem aumentado, mas ainda são discriminadas. Infelizmente ainda vivemos numa sociedade machista. Se a mulher já sofre preconceito por ser mulher imagine quando essa mulher tem uma deficiência, ou é negra ou soropositiva.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Fonte:&lt;a href=&quot;http://www.deficienteciente.com.br/2012/03/dia-internacional-da-mulher-acessibilidade-atitudinal-ja.html&quot;&gt;http://www.deficienteciente.com.br/2012/03/dia-internacional-da-mulher-acessibilidade-atitudinal-ja.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/6914605490101758915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/dia-internacional-da-mulher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6914605490101758915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6914605490101758915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/dia-internacional-da-mulher.html' title='Dia Internacional da Mulher: Acessibilidade Atitudinal Já!'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhj4tWdR1jYf7xRiHFYpw-V601n6fXBG0_FwVkvBQhYfwQpzxNNLhiScnEW-79bEnX-nWi2pz7Zex3CMTZnic9o2jcvKyD38MfK9B3Q03rAUX6OOkcNRwXFISqbZwDYNFd0mky6oUCOLdZI/s72-c/mulheres-negras-2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-2016790091576204030</id><published>2012-03-05T11:28:00.000-08:00</published><updated>2012-03-05T11:28:40.960-08:00</updated><title type='text'>Mau comportamento é fruto da educação dada pelos pais desde o berço</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6USvdzA9AWQYrl39zBZf8oSN5TjMvF-yW6yktJONMpvxjqwS-rOhul4hcf4OQ7uZcwx2DYIx0lkAbITpLmuL1dKfuoVKkB2DjHo9D9G_j5GyXZDWGHaNRB9_a1bB4Zxgxs8gMB1Bl_27T/s1600/mau+compor.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6USvdzA9AWQYrl39zBZf8oSN5TjMvF-yW6yktJONMpvxjqwS-rOhul4hcf4OQ7uZcwx2DYIx0lkAbITpLmuL1dKfuoVKkB2DjHo9D9G_j5GyXZDWGHaNRB9_a1bB4Zxgxs8gMB1Bl_27T/s1600/mau+compor.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;As práticas educativas parentais desde o nascimento dos filhos são responsáveis, em noventa por cento dos casos, por comportamentos inadequados como o bullying e a indisciplina escolar, defende em livro o investigador e psicólogo Luís Maia.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;E Tudo começa no Berço, é o título do livro a ser lançado na segunda-feira, no qual o autor defende que é desde o nascimento da criança que se desenvolvem grande parte das suas características, positivas ou negativas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Perdoem-me pais, mas a culpa de muitos de nós não termos controlo sobre o comportamento dos nossos filhos, estou convencido, não é dos filhos, nem da sociedade: é nossa&quot;, escreve o autor alertando para a necessidade de os pais estarem mais presentes na vida dos filhos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Partindo de exemplos práticos, Luís Maia pretende demonstrar como a desresponsabilização dos membros familiares e educadores próximos das crianças e adolescentes apenas contribui para a acomodação a uma sociedade desumanizada.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Então haverá ou não uma relação entre o comportamento das crianças e a forma como são educadas desde bebés? Na opinião do psicólogo, baseada em 20 anos de prática clínica, essa relação é bem evidente e manifesta-se em 90 por cento dos casos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&quot;Na minha opinião cerca de 90% da responsabilidade do comportamento inadequado das crianças e adolescentes está sedeado nas práticas educativas nos primeiros dias e anos da criança&quot;, disse em declarações à Lusa, adiantando que na maioria dos casos são os pais que precisam de ajuda para se reorientarem na educação dos seus filhos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Luís Maia explica que nos milhares de casos que já atendeu, quando começa a investigar as causas dos comportamentos inadequados das crianças quer sejam de indisciplina escolar, de violência contra os pares ou de outras atitudes antissociais, na maioria das vezes os pais foram orientados percebendo que eram as suas práticas educativas que deveriam ser alteradas.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A má prática educativa, explicou, ocorre em todas classes socioeconómicas e mesmo em ambientes familiares normais quando por exemplo os pais se desautorizam em frente à criança, quando quebram rotinas ou quando delegam competências.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A sociedade, defende o autor em declarações à agência Lusa, desaprendeu a arte de educar os filhos e a comportarem-se em sociedade, delegando nas estruturas essa responsabilidade. Uma aposta que considera errada.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A educação desde o nascimento, diz, determina efetivamente o percurso de uma criança, porque &quot;tudo começa no berço&quot; à exceção de uma pequena minoria em que há de facto problemas no desenvolvimento ou distúrbios psicopatológicos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O livro é baseado em vivências e casos reais, fruto da experiência do autor no acompanhamento de jovens e famílias.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Trata-se de um guia com informações dedicadas à boa aplicação da prática educativa, para pais, educadores, cuidadores, educadores de infância, professores dos mais variados níveis de ensino, psicopedagogos, psicólogos, técnicos de saúde mental, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Fonte:&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=530497&amp;amp;tm=8&amp;amp;layout=121&amp;amp;visual=49&quot;&gt;http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=530497&amp;amp;tm=8&amp;amp;layout=121&amp;amp;visual=49&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/2016790091576204030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/mau-comportamento-e-fruto-da-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2016790091576204030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/2016790091576204030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/mau-comportamento-e-fruto-da-educacao.html' title='Mau comportamento é fruto da educação dada pelos pais desde o berço'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6USvdzA9AWQYrl39zBZf8oSN5TjMvF-yW6yktJONMpvxjqwS-rOhul4hcf4OQ7uZcwx2DYIx0lkAbITpLmuL1dKfuoVKkB2DjHo9D9G_j5GyXZDWGHaNRB9_a1bB4Zxgxs8gMB1Bl_27T/s72-c/mau+compor.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-6217362052424945393</id><published>2012-03-05T11:14:00.000-08:00</published><updated>2012-03-05T11:14:34.616-08:00</updated><title type='text'>Entendendo os 10 mais destrutivos comportamentos humanos.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdkeoAYmNLdQPj4ImIYV0RXatr4wW20YHzYMXaYn2nDaP2bdhDrzRS4DglJJUbju4OLjPwsPaCfHvnFFq7HBD-Wqmnxic2WjK7Nd7tlLtrHXkbJw3HpfMhMoC7fyCfawgPbr5rI-HXTwqB/s1600/comportamento+humano.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdkeoAYmNLdQPj4ImIYV0RXatr4wW20YHzYMXaYn2nDaP2bdhDrzRS4DglJJUbju4OLjPwsPaCfHvnFFq7HBD-Wqmnxic2WjK7Nd7tlLtrHXkbJw3HpfMhMoC7fyCfawgPbr5rI-HXTwqB/s1600/comportamento+humano.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Ao longo do tempo, a raça humana já inventou muitas formas diferentes de destruir a si mesma. Muitos cientistas já se dedicaram a analisar algumas atitudes que as pessoas tomam, mas grande parte dessa área de conhecimento ainda permanece um mistério para muita gente. Esta lista com dez comportamentos destrutivos é uma tentativa de jogar alguma luz sobre este assunto.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;10 – Mentira&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Contar uma mentira não é tão fácil para quem não está acostumado: um estudo cronometrado concluiu que a mentira leva 30% a mais de tempo para ser falada do que a verdade. Outras pesquisas mensuram quantas vezes uma pessoa mente em um dia, um ano ou na vida inteira, por exemplo. Em uma destas investigações, feita por psicólogos da Universidade de Massachussets (EUA), 60% dos participantes foram flagrados mentindo pelo menos uma vez em uma conversa de dez minutos.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Mas ainda não está clara a origem da tendência à mentira. A maior parte dos psiquiatras a atribui a problemas de auto-estima: quanto mais baixa, maiores as chances do uso da mentira para mascarar a situação. Psicólogos de outra universidade americana, a Washington and Lee (Lexington, Virginia), afirmam que a definição de mentira já é algo impreciso. Para eles, a mentira depende de duas coisas: a pessoa que conta deve acreditar que sua frase é falsa, e deve estar com intenções claras de que o interlocutor a aceite como verdade. Se fugir desse perfil, já não pode ser chamada de mentira.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;9 – Violência&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Será que a violência só acontece quando existe um motivo? Ou o cérebro e genes do ser humano são condicionados a uma busca natural por ela? Muitos pesquisadores já acreditaram na segunda opção. Analisando a pré-história, nossos ancestrais tinham hábitos como canibalismo, por exemplo, mas pesquisas recentes indicam que eles eram mais pacifistas do que o homem atual.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;No mundo animal também existe violência, quase sempre relacionada à luta por comida, parceiros sexuais ou território. Os seres humanos, em maior ou menor escala, apresentam essas mesmas características: estudos de 2008 mostram que existem áreas específicas no cérebro para esse fim.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Alguns psicólogos acreditam, por essa razão, que o ser humano é uma das espécies mais violentas do planeta: o mecanismo hormonal responsável por isso é ativado muito facilmente. Mesmo que a situação violenta não tenha uma relação aparente com o instinto de sobrevivência animal.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;8 – Roubo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Já não é algo novo na sociedade a existência dos cleptomaníacos, pessoas que teriam tendência natural ao roubo. Um estudo com 43 mil pessoas descobriu que 11% admitiram já ter roubado uma loja pelo menos uma vez. Mas se esta atitude nem sempre é motivada por necessidade, é preciso que algum fator emocional a explique: a adrenalina da ação, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Uma pesquisa de 2009, conduzida pela Universidade de Minnesota, os participantes foram ministrados ou com um placebo ou com doses de naltrexona, um fármaco que reduz a compulsão por álcool e outros vícios, como drogas e jogo. E o teste mostraria que a substância reduz também a compulsão ao roubo, ou seja, ele também seria uma espécie de vício nocivo instalado em nossas mentes.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Fatores neurológicos à parte, também já foi registrado o ato de roubar no mundo animal. Algumas espécies de macaco usam truques para chamar a atenção dos rivais, tirá-los do lugar onde vivem e roubar a comida deles durante a ausência.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;7 – Traição&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Por que o ser humano, já tendo escolhido um parceiro conjugal, continua sujeito à tendência de procurar outra pessoa? Em cada cinco americanos, um acha que a traição é moralmente aceitável ou que essa atitude nada tem a ver com moral. Alguns estudos lançam um paradoxo: são justamente as pessoas com mais integridade moral, em teoria, que tendem a trair mais.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;E qual seria o motivo? Psicólogos explicam que é justamente porque tais pessoas tiram a traição conjugal da esfera da ética. Em alguns casos, alguma condição ou atitude do parceiro traído seria justificativa suficiente para isso. Fatores de gênero e poder também estão envolvidos nessa balança, mas muitos aspectos sobre a traição continuam obscuros.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;6 – Vícios&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Todos os fumantes sabem, atualmente, que estão fazendo mal a seus pulmões, e mesmo assim fumam. Mas talvez isso não se explique apenas pela dependência química que a nicotina causa no corpo: fatores psicológicos podem levar as pessoas a manter este e outros maus hábitos de vida. Por que, apesar da consciência do mal, as pessoas buscam justificar suas atitudes (dizendo coisas como: minha avó tem 90 anos e fumou a vida inteira)?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Uma psicóloga canadense, da Universidade de Alberta, elencou cinco razões além da biologia para afirmar porque as pessoas não largam seus vícios. Seriam elas: rebeldia interna natural, necessidade de ser aceito socialmente, incapacidade de realmente compreender os riscos do vício, visão egocêntrica de mundo (algo como não se preocupar com as pessoas que vão sofrer se você morrer) e predisposição genética.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;5 – Bullying&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A palavra que entrou na moda em um passado recente, no Brasil, serve para explicar uma atitude muito antiga: a discriminação. No caso de crianças, psicólogos ainda divergem sobre a origem deste comportamento entre os dois ambientes que elas freqüentam: a família e a escola. A maioria dos educadores acredita que a influência comece em casa, mas em ambos os cenários a criança encontra condições sociais para praticar o bullying.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;É claro que esta atitude não se limita às escolas: uma pesquisa afirmou que 30% dos profissionais norte americanos já passaram pela experiência da discriminação no trabalho. Tomando o bullying como uma condição psicológica do ser humano, a maioria dos profissionais acredita que esteja relacionado a questões de status e poder: quando humilhamos uma pessoa, nos colocamos em patamar superior perante o grupo.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;4 – Alterações artificiais no corpo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Quem nunca fez tatuagem já deve estar cansado de ouvir histórias de como é dolorido e de como foram sofridas as horas que a pessoa passou na cadeira da loja para imprimir um desenho na própria pele. Mesmo assim, essa e outras várias mudanças artificiais no corpo continuam atraindo muitos interessados e estão cercadas de fascinação.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Cirurgias plásticas no rosto e no corpo, implantes e adereços pelo corpo fazem parte da história moderna do ser humano. Psicólogos não negam que a principal razão seja mesmo a busca pela beleza e para se ficar mais apresentável na sociedade. Mas não seria apenas isso. A questão, conforme especialistas afirmam, não está apenas na pessoa se sentir bem perante os outros, e sim consigo mesma. Mas uma coisa, obviamente, está ligada à outra.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;3 – Stress&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Será que as pessoas têm a escolha de se estressar ou não diante da vida que levam? Muitos estudos já comprovaram que ele piora a saúde em todos os sentidos e podem levar o corpo a um precoce ataque cardíaco ou um até um câncer.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O ambiente do trabalho sempre foi tomado como a maior fonte de stress. E a tecnologia moderna representou, conforme explicam os pesquisadores, uma ameaça em potencial: quanto mais celulares e laptops nós temos, menor fica a linha que separa o trabalho do descanso: levamos trabalho para casa, temos menos tempo para relaxar e acabamos nos estressando mais. As velhas dicas de bom sono, boa alimentação e exercícios físicos regulares ficam cada vez mais válidas diante desta situação.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;2 – Jogo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Não é apenas o ser humano que tem uma impulsão natural a apostar: até os macacos o fazem. Um experimento concluiu que os primatas se sujeitaram a testes contínuos para conseguir um prêmio, no caso uma tigela de suco de frutas. E se tinham a oportunidade de conseguir um pouco mais, mesmo arriscando perder o que já tinham, eles tentavam. Mas como surge essa tendência?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Psicólogos afirmam que o nosso cérebro tente a acreditar nas próprias vitórias. Logo, quando a gente vence por muito pouco, não pensa nisso como uma quase-derrota e que as chances de perda eram muito maiores do que a de ganho. Pensamos que a vitória deve ser repetida, por isso vamos novamente ao jogo sem pensar nas consequências. Muitas histórias de fortunas perdidas em cassinos, por exemplo, foram motivadas por este simples mecanismo mental.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;1 – Fofoca&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O que a vida alheia tem de tão interessante, que nos torna atraídos a falar dela várias vezes e com muitas pessoas? As fofocas criam laços pessoais. Ela é usada socialmente, conforme explicam os especialistas, para aproximar duas pessoas que não gostam de uma terceira.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Os psicólogos pensam na boataria como um dos fatores mais destrutivos porque ela está atrelada a outros: quem fofoca nem sempre tem compromisso com a verdade, e a vida dos outros pode ganhar uma versão totalmente distorcida na boca do interlocutor. [&lt;a href=&quot;http://www.livescience.com/14152-destructive-human-behaviors-bad-habits.html&quot;&gt;LiveScience&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://triplov.com/triplo2/2012/01/31/entendendo-os-10-mais-destrutivos-comportamentos-humanos/&quot;&gt;http://triplov.com/triplo2/2012/01/31/entendendo-os-10-mais-destrutivos-comportamentos-humanos/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/6217362052424945393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/entendendo-os-10-mais-destrutivos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6217362052424945393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/6217362052424945393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/03/entendendo-os-10-mais-destrutivos.html' title='Entendendo os 10 mais destrutivos comportamentos humanos.'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdkeoAYmNLdQPj4ImIYV0RXatr4wW20YHzYMXaYn2nDaP2bdhDrzRS4DglJJUbju4OLjPwsPaCfHvnFFq7HBD-Wqmnxic2WjK7Nd7tlLtrHXkbJw3HpfMhMoC7fyCfawgPbr5rI-HXTwqB/s72-c/comportamento+humano.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7567051036706953116.post-8299257440343241343</id><published>2012-02-24T12:48:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T12:48:04.249-08:00</updated><title type='text'>Atendimento Educacional Especializado tem processo de avaliação</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4UOnepPNe0QXFFZyUVd8wX5P0-akSabjZK68Ej5_aQ7QsdbUc_yUiocuHa57GgRqWvTWTwhA5o1DdaqTS-1CkDWN0-HKvUsBIYZnoYhXMCl4RQ0hx0R9myHq1h3-BbCgfi4YRdQxFHo1Q/s1600/logotipo+inclus%C3%A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;233&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4UOnepPNe0QXFFZyUVd8wX5P0-akSabjZK68Ej5_aQ7QsdbUc_yUiocuHa57GgRqWvTWTwhA5o1DdaqTS-1CkDWN0-HKvUsBIYZnoYhXMCl4RQ0hx0R9myHq1h3-BbCgfi4YRdQxFHo1Q/s320/logotipo+inclus%C3%A3o.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Secretaria Estadual da Educação faz processo avaliativo dos trabalhos de conclusão do curso de especialização para 49 professores no Atendimento Educacional Especializado (AEE). O processo avaliativo, ocorrido na quinta-feira (02/02/2012), faz parte de parceria entre a SEEC, a Universidade Estadual de Maringá (PR) e o Ministério da Educação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Rede Estadual de Ensino conta com 84 professores especialistas no AEE e disponibiliza 334 salas de recursos multifuncionais, tipos I e II, para o atendimento educacional a estudantes com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades (superdotação).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A política de &quot;Educação Inclusiva&quot; requer o &quot;Atendimento Educacional Especializado&quot;, oferecendo aos alunos com deficiências as complementações específicas para sua formação e não mais a substituição do ensino regular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Atendimento Educacional Especializado – AEE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;É um serviço da Educação Especial, de caráter complementar ou suplementar, voltado para a formação dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, considerando as suas necessidades específicas de forma a promover acesso, participação e interação nas atividades escolares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Ele perpassa todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, sem substituí-los, garantindo o direito de todas as crianças, jovens e adultos à educação escolar comum. Ele constitui oferta obrigatória dos sistemas de ensino. Participam do AEE os alunos que dele necessitam. O AEE é realizado no turno inverso ao da sala de aula comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A sala de recursos multifuncionais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;É o espaço localizado na escola de Educação Básica onde se realiza o Atendimento Educacional Especializado – AEE, e conta com mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade com equipamentos específicos para os professores realizarem o atendimento de educacional especializado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A professora Márcia Peixoto, subcoordenadora de Educação Especial da SEEC, destaca o pioneirismo do Rio Grande do Norte no processo de inclusão social no Brasil. Segundo ela, o Estado é hoje referência em questões como o &quot;serviço itinerante&quot; e a &quot;matrícula antecipada&quot;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para a educadora Aparecida Medeiros, que trabalha como professora itinerante no programa AEE, a especialização vem contribuir significativamente com o aperfeiçoamento do ensino e da aprendizagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.educacao.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/seec/imprensa/enviados/noticia_detalhe.asp?nCodigoNoticia=29455&quot;&gt;http://www.educacao.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/seec/imprensa/enviados/noticia_detalhe.asp?nCodigoNoticia=29455&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/feeds/8299257440343241343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/02/atendimento-educacional-especializado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/8299257440343241343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7567051036706953116/posts/default/8299257440343241343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vanderlanpedagogo-vanderlan.blogspot.com/2012/02/atendimento-educacional-especializado.html' title='Atendimento Educacional Especializado tem processo de avaliação'/><author><name>Professor Vanderlan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14571124183204485733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDWK73Wt3mlEJXgvrhOAiss2TADillmwD69WDuB10Kzo6rHDQnvl-9zZ6gstbWyA9Lt1WSDf5I90inEsbgox6gPK8EHp2TiGxlRXnRyyN6qryukjW85tytBV1ew0dYh1c/s220/de.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4UOnepPNe0QXFFZyUVd8wX5P0-akSabjZK68Ej5_aQ7QsdbUc_yUiocuHa57GgRqWvTWTwhA5o1DdaqTS-1CkDWN0-HKvUsBIYZnoYhXMCl4RQ0hx0R9myHq1h3-BbCgfi4YRdQxFHo1Q/s72-c/logotipo+inclus%C3%A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>