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	<title>O bar no fim do universo</title>
	
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	<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 23:25:24 +0000</pubDate>
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		<title>PDOM</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 23:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[coding]]></category>

		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos atrás comecei a criar uma implementação simplificada para manipulação de XML&#8217;s em C++, na época a única forma &#8220;fácil&#8221; era utilizando a libxml2.
O tempo passou e agora notei que era hora de publicá-la, então há algumas semanas atrás eu reescrevi ela completamente para poder liberar opensource, dado que a primeira versão tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos atrás comecei a criar uma implementação simplificada para manipulação de XML&#8217;s em C++, na época a única forma &#8220;fácil&#8221; era utilizando a libxml2.<br />
O tempo passou e agora notei que era hora de publicá-la, então há algumas semanas atrás eu reescrevi ela completamente para poder liberar opensource, dado que a primeira versão tinha sido desenvolvida para fins comerciais.<br />
Acredito que agora ela chega perto da implementação DOM presente em qualquer engine javascript para browsers web, facilitando bastante a manipulação destes arquivos.<br />
Por enquanto ela ainda não está thread safe, não tem autoconf nem automake, e provavelmente nem vai ter, visto que eu abomino estes caras.<br />
Eu hospedei ela no google code, a URL é: <a href="http://code.google.com/p/pdom/">http://code.google.com/p/pdom/</a></p>
<p>Exemplo de utilização:<br />
<code><br />
DomTree *html = new DomTree("html","utf-8","1.0");<br />
DomElement *body = html-&gt;newElement("body");<br />
body-&gt;setAttribute("bgcolor","black");<br />
DomElement *h1 = body-&gt;newElement("h1");<br />
h1-&gt;setValue("teste de html");<br />
cout << html-&gt;xml(true) << endl;<br />
</code><br />
O resultado será:<br />
<code><br />
&lt;?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><br />
&lt;html><br />
  &lt;body bgcolor="black">&lt;h1>teste de html&lt;/h1></body><br />
&lt;/html><br />
</code></p>
<p>Ela manipula uma série de tipos de dados através do SetValue, basicamente os principais tipos de números, endereços ipv6, time_t&#8217;s e o que mais eu achar necessário no futuro.<br />
Se alguém usar favor deixar um comentário para eu saber, a licença é BSD então pode usar em software comercial que não é necessário abrir os fontes <img src='http://piero.contezini.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Qualquer coisa BEGINS</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 14:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Hollywood tá mesmo precisando de novas idéias, depois de adotar a prática de converter *toda* e qualquer história de quadrinhos em filme. Vem explorando a tática de, depois de estragar a linha do tempo com continuações sem sentido, voltar para contar a história dos personagens, o último a sair por ai foi o do Wolverine.
Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hollywood tá mesmo precisando de novas idéias, depois de adotar a prática de converter *toda* e qualquer história de quadrinhos em filme. Vem explorando a tática de, depois de estragar a linha do tempo com continuações sem sentido, voltar para contar a história dos personagens, o último a sair por ai foi o do Wolverine.<br />
Uma modificação completamente sem sentido da história original, aonde além de contar errado, ainda criaram um erro gigante de continuidade, pois no primeiro filme da saga de X-men, aparece um raio-X do Logan e a Jean Grey não ve nada de furos de bala no esqueleto de Adamantium dele..<br />
Pelo menos deveriam tentar encaixar a história para não chamar o espectador de imbecil.</p>
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		<title>VirtualBox</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 00:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[geek]]></category>

		<category><![CDATA[informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo vinha procurando uma solução para tornar simples a instalação de um produto de um cliente em empresas.
Sendo uma aplicação web baseada em PHP, com uma série de módulos adicionais e configurações especiais, de início a melhor solução que tínhamos encontrado era a criação de uma distribuição Linux simplificada com todos os componentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo vinha procurando uma solução para tornar simples a instalação de um produto de um cliente em empresas.<br />
Sendo uma aplicação web baseada em PHP, com uma série de módulos adicionais e configurações especiais, de início a melhor solução que tínhamos encontrado era a criação de uma distribuição Linux simplificada com todos os componentes necessários.<br />
Esta sem dúvida seria uma solução interessante, mas a necessidade de constantes atualizações para suportar o hardware do cliente e novas versões para corrigir falhas de segurança me fez procurar pela virtualização.<br />
Primeiramente pensei no Vmware ESXi, solução gratuita para virtualização em servidores, após um pouco de estudo conclui a sua inviabilidade para a minha aplicação em 2 pontos: Requer reinstalar a maquina afim de colocar o HyperVisor antes de qualquer sistema operacional, e só roda em processadores 64 bits.<br />
Assim sobrou apenas a solução do VirtualBox, confesso que fiquei com medo inicialmente, pois utilizo no meu Mac para rodar algumas versões de Linux e Windows, e ele apresenta alguns problemas para uso avançado como criar &#8220;Snapshots&#8221; das máquinas para poder reverter alterações, pastas compartilhadas entre host e guest, e o compartilhamento do clipboard ser pura lenda.<br />
Estudei ele um pouco e descobri que havia uma forma muito interessante de rodar máquinas virtuais, chamada HeadLess, onde você instancia uma máquina e a configura para redirecionar a saida do monitor para um serviço RDP, assim podendo conectar de qualquer outro computador nela e vendo exatamente o que sairia no monitor.<br />
Gostei disto pois pude configurar toda a parte de conectividade sem me incomodar com a possibilidade de errar em algo e perder a conexão, já que eu só conecto na maquina hospedeira, em nada intervindo na máquina hóspede.<br />
Além disso, havia um certo medo em relação a performance, mas foi simplesmente surpreendente, no caso dessa aplicação onde o uso principal é I/O em disco, o fato do HD da máquina virtual ser um arquivo do sistema de arquivos da hospedeira, fez com que o cacheamento dos dados ficasse mais tempo em memória RAM, assim o desempenho ficou simplesmente impressionante.<br />
Esta aplicação requer uma técnica de aceleração onde boa parte dos códigos são guardados em arquivos temporários para reaproveitamento nos próximos requests, assim a virtualização ao contrário de perder performance, aparentemente aumentou.<br />
Eu não tenho benchmarks para falar a respeito, mas eu nunca vi uma instância desta aplicação rodando de forma tão rápida, mesmo com uma base de dados com uma quantidade considerável de entradas, de fato a maior quantidade que eu vi até agora.<br />
Parabéns ao VirtualBox, vou utilizá-lo para várias aplicações no futuro. <img src='http://piero.contezini.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Zoco Beans 02 de maio</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/04/29/zoco-beans-02-de-maio/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 12:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[festas]]></category>

		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://piero.contezini.net/wp-content/zocobeans.jpg" alt="zocobeans" title="zocobeans" width="500" height="707" class="aligncenter size-full wp-image-141" /></p>
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		<title>Caprica</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/04/17/caprica/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 21:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[series]]></category>

		<category><![CDATA[battlestar galactica]]></category>

		<category><![CDATA[caprica]]></category>

		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem eu assisti o piloto de Caprica, que é o spin-off de Battlestar Galactica, passado 50 anos antes da queda das 12 colônias, 10 anos antes da guerra com os Cylons.
Pelo piloto acho que vai ser a única série que o spin-off é melhor que a série original, já que no BG, o universo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem eu assisti o piloto de Caprica, que é o spin-off de Battlestar Galactica, passado 50 anos antes da queda das 12 colônias, 10 anos antes da guerra com os Cylons.<br />
Pelo piloto acho que vai ser a única série que o spin-off é melhor que a série original, já que no BG, o universo é restrito ao que restou da civilização.<br />
Já em Caprica, ela esta no seu ápice, começando a desenvolver a Inteligência Artificial.<br />
Com um roteiro condizente com o nível da sua série original, podendo explorar idéias que antes seriam completamente sem contexto, acho que será minha próxima série favorita!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O construtor de mundos</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/03/17/o-construtor-de-mundos/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 00:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[World Builder from Bruce Branit on Vimeo.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="400" height="225"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3365942&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=3365942&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225"></embed></object><br /><a href="http://vimeo.com/3365942">World Builder</a> from <a href="http://vimeo.com/user1349603">Bruce Branit</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Será a computação nas nuvens a primeira inteligência artificial?</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/03/15/sera-a-computacao-nas-nuvens-a-primeira-inteligencia-artificial/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 18:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[A quase um ano atrás, eu escrevi sobre o fim dos sistemas operacionais, já questionando se haveria um dia uma singularidade capaz de ser considerada uma inteligência artificial.
Ultimamente tenho estudado bastante tecnologias baseadas na computação nas nuvens, que nada mais é do que a representação prática da arquitetura SOA (Services Oriented Architecture) em ambientes distribuídos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quase um ano atrás, eu escrevi sobre o <a href="http://piero.contezini.net/2008/07/31/o-fim-dos-sistemas-operacionais/">fim dos sistemas operacionais</a>, já questionando se haveria um dia uma singularidade capaz de ser considerada uma inteligência artificial.<br />
Ultimamente tenho estudado bastante tecnologias baseadas na computação nas nuvens, que nada mais é do que a representação prática da arquitetura SOA (Services Oriented Architecture) em ambientes distribuídos, ou seja utilizando-se da Internet para distribuir a sua aplicação através de um padrão definido e capaz de prover fácil integração com outras aplicações já disponíveis online, assim adicionando funcionalidades a &#8220;nuvem&#8221; sem se preocupar com os detalhes de seu funcionamento.<br />
Neste sentido, é muito fácil traçar um padrão de comportamento das aplicações disponíveis online com o comportamento de um ser inteligente.<br />
A definição mais aceita de inteligência é: a capacidade de compreender o mundo a sua volta, aprender e evoluir com a experiência.<br />
Isto é muito semelhante ao princípio das arquiteturas distribuídas, neste tipo de sistema, como o SOAP por exemplo, uma aplicação não precisa conhecer exatamente como a outra funciona, ela é capaz de aprender como uma informação pode ser requisitada ou enviada através de um padrão declarativo que pode ser facilmente compreendido como a transferência do conhecimento e da interação entre as partes (WSDL), ou seja, aprendizado.<br />
No estágio embrionário em que estamos, os sistemas interconectados ainda não estão desenvolvidos o suficiente para tratarem todas as interações, mas a medida que sistemas vão sendo escritos em cima de outros sistemas, como uma pilha de funcionalidades que vão se tornando cada vez mais complexas, existe uma grande possibilidade que naturalmente uma inteligência artificial capaz de resolver qualquer problema a ela solicitada, seja criada.<br />
Aqui eu falo de potencial, pois se existe a possibilidade de desenvolvermos infinitas aplicações, umas sobre as outras, interconectadas e capazes de se entenderem sem que alguém precise explicar exatamente o que elas precisam fazer em cada interação, há uma grande chance que um dia, ao se escrever uma quantidade gigantesca de funcionalidade, tenha-se criado modelos computacionais para resolver virtualmente qualquer problema, mesmo que inesperado, já que a interação entre as diferentes aplicações não precisa estar pré programada.<br />
Apesar de ainda não existir um &#8220;index&#8221; compartilhado na nuvem com todas as funcionalidades já escritas por programadores, um dia este tipo de sistema será necessário para organizar a internet, mais ou menos como o Google fez para nós, nascerá um Google para as máquinas, capaz de fazer com que elas próprias possam encontrar as funcionalidades que elas precisem, na própria rede.<br />
Num sistema complexo deste tipo, nascerão inúmeras aplicações escritas e desenvolvidas pelas próprias aplicações, estendendo suas funcionalidades a medida que seus usuários as necessitam, ficando cada vez mais conscientes do seu meio e capaz de aprender.<br />
Nesse dia, acredito que teremos criado a nossa primeira AI de verdade, não como os livros e filmes de ficção cientifica nos mostram, e sim um sistema programado de modo determinístico, porém capaz de resolver uma quantidade tão grande de problemas, que o torna tão inteligente quanto nós mesmos, afinal não passará do conhecimento condensado por milhões de programadores e gerações de conhecimento.<br />
É um horizonte de eventos extremamente possível, já que baseia-se em algoritmos em funcionamento, sem ficção nem teorias ainda a serem implementadas.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Taikodom</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/03/05/taikodom/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 22:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[gaming]]></category>

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		<description><![CDATA[A algumas semanas me deu vontade de voltar a jogar algum MMORPG, tinha ouvido falar do Taikodom da mídia no geral, e como uma amiga minha está trabalhando na mesma empresa resolvi tentar.
Estou jogando a mais ou menos 3 semanas, e acho que agora posso deixar minhas impressões iniciais.
Primeiramente é um jogo de ficção no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A algumas semanas me deu vontade de voltar a jogar algum MMORPG, tinha ouvido falar do Taikodom da mídia no geral, e como uma amiga minha está trabalhando na mesma empresa resolvi tentar.<br />
Estou jogando a mais ou menos 3 semanas, e acho que agora posso deixar minhas impressões iniciais.<br />
Primeiramente é um jogo de ficção no futuro onde a raça humana esta meio que isolada do planeta terra, apesar de eu não entender exatamente o porque a história é até interessante.<br />
O estilo seria classificado como FPS (First Person Shooter), pois a característica principal do jogo é você conseguir atirar e se movimentar de tal forma que você consiga acertar o inimigo e evitar que ele consiga te acertar, mais ou menos como um counter strike tridimensional.<br />
A idéia é legal, mas a realidade é outra, para que um jogo assim funcione bem é necessário que a latência, o tempo de resposta, entre o servidor e o cliente sejam sempre extremamente baixos, pois se um inimigo é capaz de responder mais rápido os seus movimentos ao jogo, ele irá inevitavelmente vencer de você, aqui acredito ser o maior problema até agora, pois o servidor do Taikodom é extremamente lento, não tendo tantas pessoas assim jogando, em órbita da terra eu particularmente nunca vi mais de 100 pessoas, o que não justifica os tempos de resposta chegando a 3 ou 4 segundos.<br />
Outra questão é a organização do jogo, é muito difícil entender o que você tem que fazer, por exemplo o uso da inércia me custou muito tempo a aprender (a barra de espaço acionada desliga os motores trazeiros da nave te dando a possibilidade de girar sobre o eixo enquanto se mantém uma trajetória). Isto deveria ser ensinado claramente para todos os jogadores, meu irmão foi a boa alma a me ensinar senão estaria penando até hoje.<br />
A recarga dos equipamentos é um mistério indecifrável, não existe uma indicação de que tipo de munição vai em cada arma, logo tive de ir na tentativa e erro até encontrar uma munição compatível, os nomes são estranhos e pouco indicativos da sua função.<br />
As funcionalidades adicionais da nave como os slots de lança mísseis e equipamentos também não tem explicação na ajuda que sirva realmente, são indicações vagas de sua funcionalidade sem dar um exemplo prático como: Ponha aqui um canhão da classe TAL.<br />
As missões são difíceis de se entender, e estão desbalanceadas de acordo com os níveis dos jogadores, por exemplo existe uma missão para buscar gelo que permite a um piloto de caça (no caso a minha classe) ir fazer, porém são pedidas 100 unidades de gelo quando cabe não mais do que 10 em um caça.<br />
Outra missão me pede pra defender uma base mas quando eu chego lá já tem tanta gente em cima dela que é impossível defendê-la.<br />
Acho que as missões poderiam ser mais simples, é só ver como no WOW (World of Warcraft) existem milhares de quests para níveis baixos que são simples NPC&#8217;s pedindo itens que caem de MOB&#8217;s pelo universo, ou então matar certas quantidades de um animal, levar coisas de um lugar ao outro.<br />
A diversão do jogo não vem de você ficar tendo que repetir as Missões para tentar passá-las, e sim passar varias missões e ir conquistando mais nível para se tornar cada vez mais poderoso.<br />
Acredito que ainda falte bastante para este jogo ser comercialmente viável, pois ele ainda não te faz querer jogá-lo infinitamente, muito pelo contrário várias vezes voce é obrigado a sair de raiva por não conseguir fazer alguma coisa.<br />
A Hoplon tem bastante o que evoluir no Taikodom para que possa vendê-lo de forma a recuperar o investimento. Espero realmente que com o tempo eles consigam pois eu acho o tema do jogo ótimo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Zoco Folia!!</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/02/20/zoco-folia/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 20:11:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[festas]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://piero.contezini.net/wp-content/zoco.jpg" alt="zoco" title="zoco" width="494" height="967" class="aligncenter size-full wp-image-109" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Battlestar Galactica: uma das melhores series de SCI-FI já feitas</title>
		<link>http://piero.contezini.net/2009/02/18/battlestar-galactica-melhor-serie-scifi/</link>
		<comments>http://piero.contezini.net/2009/02/18/battlestar-galactica-melhor-serie-scifi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 14:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>piero</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[series]]></category>

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		<description><![CDATA[Este série tem se provado cada dia mais o título de uma das melhores séries já feitas de SCI-FI.
Conteúdo denso, histórias complexas e muita, muita tecnologia.
No último episódio achei impressionante a manifestação do ódio do Cylon a sua criadora, uma dos 5 modelos finais que vão dar fim a trama da série, por ter sido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este série tem se provado cada dia mais o título de uma das melhores séries já feitas de SCI-FI.</p>
<p>Conteúdo denso, histórias complexas e muita, muita tecnologia.</p>
<p>No último episódio achei impressionante a manifestação do ódio do Cylon a sua criadora, uma dos 5 modelos finais que vão dar fim a trama da série, por ter sido convertido em uma máquina orgânica.</p>
<p>Nessa hora tive certa inveja das máquinas ao pensar em qual seria a sensação de uma pessoa com as capacidades citadas alí, tanto que resolvi postar no youtube e compartilhar aqui para que outras pessoas também possam compartilhar esta experiência:</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uWGFlsEwEz0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uWGFlsEwEz0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
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