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	<title>O blog da energia fotovoltaica</title>
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	<description>Energia fotovoltaica em notícias e artigos</description>
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		<title>PV diesel: como reduzir o investimento em gasóleo para um sistema fotovoltaico híbrido</title>
		<link>http://pt.krannich-solar.eu/2016/04/19/pv-diesel-reduzir-investimento-em-gasoleo/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 14:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[arturo-andres]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos fotovoltaicos]]></category>
		<category><![CDATA[hibridação de fotovoltaico com diesel]]></category>
		<category><![CDATA[PV diesel]]></category>
		<category><![CDATA[PV Hybrid]]></category>
		<category><![CDATA[sistema fotovoltaico híbrido]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O facto de que as instalações fotovoltaicas de PV diesel se estão a converter em algo habitual no nosso país é indiscutivel. A prova disso mesmo é a terceira edição da conferência PV Genset que a Energética XXI organizou no passado dia 21 de abril. Este tipo de sistemas fundem os beneficios de ambas tecnologias e, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O facto de que as instalações fotovoltaicas de <a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/autoconsumo/pv-diesel.html" target="_blank"><span style="color: #ff9900;"><strong><em>PV diesel</em></strong></span></a> se estão a converter em algo habitual no nosso país é indiscutivel. A prova disso mesmo é a terceira edição da <strong>conferência <a href="http://www.energetica21.com/conferencias/gsm2016" target="_blank"><span style="color: #ff9900;">PV Genset</span></a> que a Energética XXI organizou no passado dia 21 de abril</strong>. Este tipo de sistemas fundem os beneficios de ambas tecnologias e, em conjunto com baterias solares (de ião-litio ou convencionais indistintamente), asseguram uma produção continua de energia assim como uma independência total da rede. Ainda assim, <strong>as instalações fotovoltaicas híbridas requerem um gasto em gasóleo, que pode ser reduzido significativamente graças à óptima configuração de cada projecto</strong>.</p>
<div id="attachment_2345" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/04/PV_diesel_Fronius_Victron.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2345" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/04/PV_diesel_Fronius_Victron.jpg" alt="PV diesel Fronius Victron" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/04/PV_diesel_Fronius_Victron.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/04/PV_diesel_Fronius_Victron-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: solução da Fronius e Victron</p></div>
<p>Na hora de dimensionar um sistema de <em>PV diesel,</em> o cálculo pode converter-se muitas vezes num tédio e bastante complicado, pois há que ter em conta aspectos muito importantes como a localização da instalação para conhecer a radiação e as temperaturas do lugar, o perfil de consumo habitual como as suas variações durante as diferentes épocas do ano, a disponibilidade de espaço, assim como as diferentes opções de inclinação e orientação possiveis para localizar os painéis solares. Claro está, é crucial conhecer as características do grupo electrógeno que se utilize no projecto fotovoltaico com hibridação.</p>
<p><span id="more-2337"></span></p>
<p>A poupança de diesel em termos de litros é uma incógnita que difícilmente podemos solucionar de forma imediata, mas <strong>é crítico saber optimizar o consumo de gasóleo para reduzir os custos do futuro sistema fotovoltaico hibrido</strong>. Para calcular a poupança no volume de diesel para uma instalação de autoconsumo com <em>PV diesel</em>, deve-se ter em conta a eficiência do grupo electrógeno para diferentes niveis de carga, assim como o perfil de consumo e tudo isso durante as 24 horas do dia e os 365 dias do ano.</p>
<h2><span style="color: #808080;"><em><strong>Ferramenta para calcular a poupança de diesel em litros para um sistema de PV diesel</strong></em></span></h2>
<p>Para um dimensionamento de projectos de <em>PV diesel</em> de forma rápida e simples, na Krannich Solar utilizamos o programa Sunny Design, <strong>uma ferramenta muito fácil de usar para o “desenho” de instalações fotovoltaicas híbridas com e sem baterias</strong>, entre outros tipos. Segundo o perfil de carga introduzido, este <em>software</em> permite calcular o grau médio anual de cobertura solar, para além a autonomia do sistema.</p>
<p>Para começar a configuração da instalação fotovoltaica, seleciona-se uma das últimas opções, nas quais se pode calcular a poupança de diesel em litros (figura 1).</p>
<div id="attachment_2338" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Seleccion_proyecto_1.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2338" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Seleccion_proyecto_1.jpg" alt="PV diesel projecto" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Seleccion_proyecto_1.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Seleccion_proyecto_1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: selecção do projecto</p></div>
<p>Uma vez escolhido o tipo de projecto, introduz-se o perfil de carga elegendo entre diferentes consumos standard (figura 2).</p>
<div id="attachment_2339" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_carga_2.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2339" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_carga_2.jpg" alt="PV diesel perfil de carga" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_carga_2.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_carga_2-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: escolher o perfil de carga</p></div>
<p>Esta curva pode ser alterada em função dos diferentes periodos do ano e dias da semana (figura 3). Também é possível usar o perfil de carga criado com diferentes consumos energéticos anuais.</p>
<div id="attachment_2340" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_semanal_3.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2340" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_semanal_3.jpg" alt="PV diesel consumo semanal" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_semanal_3.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Perfil_semanal_3-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: perfil semanal do consumo</p></div>
<p>Após criar o padrão de consumo, configuram-se os painéis solares com a óptima inclinação e orientação. Neste ponto é onde o sistema fotovoltaico com hibridação se adapta a qualquer tipo de disposição segundo as necessidades do consumidor. Ao introduzir o perfil de consumo e a configuração da instalação solar, o programa combina estes dois dados e calcula o contributo tanto da produção fotovoltaica como das baterias solares, assim como o inivel de carga (em percentagem) a que trabalhará o grupo electrógeno caso fosse necessária a sua activação (figura 4).</p>
<div id="attachment_2341" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Distribucion_energia_4.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2341" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Distribucion_energia_4.jpg" alt="PV diesel distribução energia" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Distribucion_energia_4.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Distribucion_energia_4-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: contributo das fontes energéticas</p></div>
<p>O seguinte passo da configuração do sistema <em>PV diesel</em> é a introdução das características principais do grupo electrógeno (figura 5). Além disso, acrescenta-se a solução de armazenamento e estabelece-se  o número de inversores bidireccionais.</p>
<div id="attachment_2342" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Genset_5.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2342" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Genset_5.jpg" alt="PV diesel grupo electrógeno" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Genset_5.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Genset_5-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: características do grupo electrógeno</p></div>
<p>Por último, o programa gera um arquivo PDF com os resultados do estudo em que, entre outras coisas, aparece a poupança em conceito de litros de diesel para o sistema fotovoltaico híbrido desenhado, tendo em conta, isso sim, a produção fotovoltaica estimada, e o nivel de carga que trabalhará o grupo electrógeno durante os 365 dias nas diferentes épocas do ano, com a radiação caracteristica aproximada e na inclinação e orientação seleccionadas (figura 6).</p>
<div id="attachment_2343" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Rendimiento_6.jpg" rel="prettyPhoto[2337]"><img class="size-full wp-image-2343" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Rendimiento_6.jpg" alt="A poupanza de diesel" width="540" height="184" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Rendimiento_6.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2016/05/Rendimiento_6-300x102.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV diesel: a poupança em conceito de litros de diesel</p></div>
<p>Em poucas palavras, <strong>a optimização do consumo de gasóleo numa instalação de <em>PV diesel</em> e a redução do investimento em combustivel são na realidade uma tarefa simples, sempre e quando sejam utilizadas as ferramentas de configuração de projecto adequadas</strong>.</p>
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		<title>PV Heating: funcionamento e rentabilidade. Sistema piloto</title>
		<link>http://pt.krannich-solar.eu/2015/12/17/pv-heating-funcionamento-rentabilidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 15:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[David Calvo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos fotovoltaicos]]></category>
		<category><![CDATA[AQS fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[PV Heating]]></category>
		<category><![CDATA[PV Thermal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>PV Heating, o aquecimento fotovoltaico, é uma solução muito simples e económica que, na Krannich Solar, propomos como alternativa aos sistemas solares térmicos. Este artigo pretende aprofundar o conceito do que já abordamos anteriormente e analisar a solução num sentido mais técnico. Para isso, nas nossas instalações ligamos uma instalação piloto de PV Heating para [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>PV Heating, o aquecimento fotovoltaico, é <strong>uma solução muito simples e económica</strong> que, na Krannich Solar, propomos como alternativa aos sistemas solares térmicos. Este artigo pretende aprofundar o conceito do que já <strong><a href="http://pt.krannich-solar.eu/2015/11/11/o-que-e-pv-heating/">abordamos anteriormente</a></strong> e analisar a solução num sentido mais técnico. Para isso, nas nossas instalações ligamos uma instalação piloto de PV Heating para demonstrar aos nossos clientes a facilidade e viabilidade deste tipo de sistemas. Estão convidados a conhecê-la, e a partir da Krannich colocamos à vossa disposição o apoio técnico que possam necessitar para a sua implementação.</p>
<div id="attachment_1800" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_Krannich.jpg" rel="prettyPhoto[1798]" rel="attachment wp-att-1800"><img class="wp-image-1800 size-full" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_Krannich.jpg" alt="PV Heating Krannich" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_Krannich.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_Krannich-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV Heating da Krannich Solar</p></div>
<p>Além disso, desenvolvemos e criamos<strong> kits específicos para instalações domésticas de PV Heating</strong>, de forma a que se facilite o trabalho dos instaladores deste sistema. Os kits para aquecimento fotovoltaico estarão disponíveis para os nossos clientes a partir do próximo mês de janeiro.</p>
<p><span id="more-1798"></span></p>
<h2><strong>Vantagens do PV Heating comparada com solar térmico</strong></h2>
<p>Em primeiro lugar, recordemos, de forma esquemática, que vantagens apresenta uma solução fotovoltaica dedicada ao aquecimento de água quente (PV Heating) perante uma instalação solar térmica:</p>
<ul>
<li>Para sistemas até 10-15 kW térmicos, são mais económicos, mais cómodos e rápidos de instalar.</li>
<li>Apenas requerem manutenção, que é quase nula. O que faz com que o instalador tenha menos problemas, e por isso, mais benefício líquido em sistemas de tipo doméstico.</li>
<li>Maior nível de integração e facilidade na hora de integrar em edificios ou em instalações existentes.</li>
<li>Favorecidos pelas baixas temperaturas, ao contrário dos sistemas térmicos, pelo que, para a finalidade com que estão desenhados supõe uma maior eficiência de uso.</li>
<li>Não existem problemas de excesso de temperatura e avarias que possam originar fugas de água. Menos ainda problemas de congelamento nos circuitos de água exteriores.</li>
<li>Não requerem uma legalização como instalações fotovoltaicas de autoconsumo, já que estamos perante uma solução isolada da rede.</li>
</ul>
<h2><strong> </strong><strong>Conceitos básicos de funcionamento</strong></h2>
<p>A ideia de que o PV Heating é bastante simples não é nova. A chave do porquê agora este tipo de sistemas, se são uma alternativa tão interesante, é o preço dos painéis solares que baixou de uma forma que actualmente as instalações de aquecimento fotovoltaico se podem apresentar a um nível de rentabilidade.</p>
<p><strong>O principio do PV Heating é fazer funcionar uma ou várias séries (strings) fotovoltaicas em combinação com uma resistência eléctrica, pela qual circula corrente continua (CC)</strong>, desta forma consegue-se aquecer a água num depósito no qual está montada dita resistência.</p>
<p>O elementos a utilizar são poucos, fáceis e rápidos de instalar:</p>
<ul>
<li>Gerador fotovoltaico: uma ou várias séries fotovoltaicas (painéis solares e estrutura)</li>
<li>Cablagem fotovoltaica: normalmente de 4 a 10 mm2 (em função da distância)</li>
<li>Caixa/Quadro de controlo</li>
<li>Resistência(s) eléctrica(s)</li>
</ul>
<p>Importa referir, que uma resistência eléctrica é um elemento que pode funcionar tanto em CA como em CC. Contudo, devemos ter em conta algumas considerações importantes como, por exemplo, que ao funcionar com um sistema fotovoltaico, <strong>a tensão e a corrente que nela circularão não serão constantes, mas variam em função da radiação, daí que a potência entregue à resistência não será constante, mas sim variável</strong>.</p>
<p>Outros 2 aspectos a ter em conta são <strong>o valor óhmico da dita resistência, que deverá optimizar-se relativamente à configuração fotovoltaica</strong> com que se vai trabalhar. Por isso, <strong>recomendamos utilizar uma resistência especificamente desenhada para sistemas fotovoltaicos</strong>. O outro aspecto é o controlo do sistema, pois devemos utilizar <strong>um elemento de abertura/fecho do circuito de CC adequado ao sistema fotovoltaico</strong>. Se assim não for, muito provavelmente, poderão ocorrer falhas no elemento pouco tempo depois da sua colocação em funcionamento.</p>
<h2><strong>Mercado idóneo para o PV Heating</strong></h2>
<p>Um sistema de <strong>PV Heating é ideal para soluções residenciais, uma vez que é neste âmbito que as instalações solares térmicas podem criar maiores inconvenientes</strong> de funcionamento e implementação, e onde, agora mesmo, muitos instaladores estão relutantes em montar sistemas solares.</p>
<p>Ainda assim, são sistemas que <strong>podem dimensionar-se para potências maiores</strong>, e que são rentáveis <strong>até aos 10-15 kW térmicos</strong>, o qual se traduz em volumes de <strong>acumulação de água até 1 200 litros</strong>. Além disso, projectos de PV Heating também podem instalar-se no sector terciário (restaurantes, pequenos comércios ou pequenas indústras com consumos de AQS). Tal potência térmica não é necessariamente uma limitação, <strong>podem-se fazer sistemas ainda maiores</strong>.</p>
<h2><strong>Cumprimento do CTE mediante PV Heating</strong></h2>
<p>Apesar de que o cumprimento do CTE afecta apenas a vivenda nova ou reabilitada e que este mercado  caíu consideravelmente, não podemos deixar de assinalar que <strong>mediante um sistema PV Heating se podem cobrir perfeitamente os requisitos que exige o CTE no seu capitulo HE-4 de contributo mínimo solar</strong>.</p>
<p>Para isso, pomos à disposição dos nossos clientes uma folha de cálculo com a qual poderão justicar o seu cumprimento se necessário.</p>
<p>A titulo de <strong>exemplo</strong>, apresentamos os dados de um sistema em Valência que cumpriria com a norma. No caso de uma vivenda unifamiliar com 3 dormitórios (4 pessoas), exige-se cobrir uns 70% das necessidades e a procura energética de AQS seria:</p>
<table width="324">
<tbody>
<tr>
<td width="65"><strong>Mês</strong></td>
<td width="80"><strong>Tª fria (ºC)</strong></td>
<td width="114"><strong>(Litros a 60 ºC)</strong></td>
<td width="65"><strong>kWh</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Jan</td>
<td width="80">8</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">225,14</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Fev</td>
<td width="80">9</td>
<td width="114">3360</td>
<td width="65">199,45</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Mar</td>
<td width="80">11</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">212,16</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Abr</td>
<td width="80">13</td>
<td width="114">3600</td>
<td width="65">196,93</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Mai</td>
<td width="80">14</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">199,17</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Jun</td>
<td width="80">15</td>
<td width="114">3600</td>
<td width="65">188,55</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Jul</td>
<td width="80">16</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">190,51</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Ago</td>
<td width="80">15</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">194,84</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Set</td>
<td width="80">14</td>
<td width="114">3600</td>
<td width="65">192,74</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Out</td>
<td width="80">13</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">203,50</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Nov</td>
<td width="80">11</td>
<td width="114">3600</td>
<td width="65">205,31</td>
</tr>
<tr>
<td width="65">Dez</td>
<td width="80">8</td>
<td width="114">3720</td>
<td width="65">225,14</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, o contributo de um sistema com 6 painéis fotovoltaicos de 250Wp, seria o que se vê no gráfico onde se representam 2 pressupostos:</p>
<ul>
<li>Em vermelho o sistema fotovoltaico orientado a sul com uma inclinação de 70º, cumprindo com as perdas máximas que permite o CTE, contributo anual de 78% da necessidade;</li>
<li>Em verde o sistema fotovoltaico orientado a este ou oeste a 10º de inclinação, cumprindo igualmente com as perdas máximas, contributo anual de 74% da necessidade.</li>
</ul>
<div id="attachment_1801" style="width: 550px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_aporte_hogar.jpg" rel="prettyPhoto[1798]" rel="attachment wp-att-1801"><img class="size-full wp-image-1801" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_aporte_hogar.jpg" alt="Pv Heating aporte" width="540" height="360" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_aporte_hogar.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_aporte_hogar-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">Aporte PV Heating</p></div>
<p>Como se pode constatar, <strong>um sistema fotovoltaico, com uma inclinação elevada (poderiam inclusive ser montados na vertical do edificio), ajusta-se perfeitamente às necessidades anuais</strong>.</p>
<h2><strong>Análise de rentabilidade, PV Heating vs Solar térmico</strong></h2>
<p>Para poder fazer uma comparação entre uma solução de PV Heating e um sistema solar térmico, vamos a considerar uma instalação doméstica, que é o âmbito geral onde melhor pode ser dirigido este produto.</p>
<p>Sem entrar numa análise muito detalhada, já que simplesmente vamos comparar dois sistemas que serão equivalentes quanto ao seu contributo energético e de características semelhantes, vamos resumir os custos de instalação que podemos ter em cada um dos casos:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="192">Sistema</td>
<td width="192">Solar térmico</td>
<td width="192">PV Heating</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">Gerador</td>
<td width="192">1 painel solar térmico de 2,3m<sup>2</sup> com uma potência térmica média de 1,61kW (considerando um rácio de 0,7 kW/m<sup>2</sup>)</td>
<td width="192">6 painéis  fotovoltaicos de 250W cada um, com uma potência térmica média de 1,50kW no total</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">Depósito de acumulação instalado dentro da vivenda</td>
<td width="192">Sistema forçado de 150 litros</td>
<td width="192">Acumulador de 120 litros</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">Custo PVP do gerador e o depósito</td>
<td width="192">Sistema forçado térmico, incluindo estrutura, com um módulo e acumulação de 150 litros:</p>
<p>2.000 €</td>
<td width="192">6 painéis  fotovoltaicos de 250W, estrutura, caixa de controlo, resistência eléctrica FV, acumulador de 120 litros:</p>
<p>2.100 €</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">Custo PVP de acessórios de instalação</td>
<td width="192">(Tubagem, isolamento, etc,) + mão de obra de montagem: 950€</td>
<td width="192">(Cabos, acessórios) + mão de obra de montagem: 500€</td>
</tr>
<tr>
<td width="192">Custo total PVP</td>
<td width="192"><strong>2.950€</strong></td>
<td width="192"><strong>2.600€</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Podemos dizer que <strong>o sistema de PV Heating é entre 10% e 15% mais económico</strong> quanto ao investimento inicial mas, além disso, <strong>a manutenção anual é também muito mais barata</strong>, consistindo numa simples verificação dos elementos.</p>
<h2><strong>Sistema piloto de PV Heating da Krannich Solar</strong></h2>
<p>Como comentamos, na Krannich queremos aproximar e facilitar aos nossos clientes a compreensão do PV Heating, para isso montamos nas nossas instalações um <strong>sistema piloto para que possam vê-lo em funcionamento</strong>.</p>
<p>No nosso caso, a instalação do PV Heating está composta por 4 painéis fotovoltaicos policristalinos de 220Wp, estrutura de montagem K2 Systems, cabo solar KBE, um depósito de 90 litros e uma resistência fotovoltaica de Julio Martinez Naya.</p>
<p>Naturalmente, não será a envolvente mais adequada pois num escritório/armazém não se consome muita água quente, mas mesmo assim o sistema permite-nos desligar o termoacumulador que utilizavamos e pudemos inclusive monitorizar a evolução da temperatura..</p>
<p>Juntamos um gráfico da evolução da temperatura durante a semana seguinte ao seu arranque, a meados do passado mês de novembro, onde a temperatura pico do sistema são 68 ºC.</p>
<div id="attachment_1802" style="width: 550px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_temperatura.jpg" rel="prettyPhoto[1798]" rel="attachment wp-att-1802"><img class="size-full wp-image-1802" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_temperatura.jpg" alt="PV Heating: Evolução da temperatura" width="540" height="420" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_temperatura.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/12/PV_Heating_temperatura-300x233.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">PV Heating: Evolução da temperatura</p></div>
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		<item>
		<title>O que é PV Heating (aquecimento fotovoltaico)?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 12:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[krannichsolar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos fotovoltaicos]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo energético]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[calefacción fotovoltaica]]></category>
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		<category><![CDATA[Solar-Log]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Toda tecnologia, incluindo a solar, necessita de um período de adaptação antes de alcançar a sua maturidade plena. Quando isto ocorre, surgem novas aplicações como o PV Heating, que aproveita a energia fotovoltaica para gerar calor e aquecer água. A fotovoltaica está hoje completamente consolidada em países como Portugal, onde se apostou de forma explícita [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Toda tecnologia, incluindo a solar, necessita de um período de adaptação antes de alcançar a sua maturidade plena. Quando isto ocorre, surgem novas aplicações como o <em>PV Heating</em>, que aproveita a energia fotovoltaica para gerar calor e aquecer água.</p>
<div id="attachment_825" style="width: 550px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Solar-Log_PV_Heating.jpg" rel="prettyPhoto[824]"><img class="wp-image-825 size-full" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Solar-Log_PV_Heating.jpg" alt="PV Heating Solar-Log" width="540" height="312" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Solar-Log_PV_Heating.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Solar-Log_PV_Heating-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Solar-Log</p></div>
<p style="text-align: left;">A fotovoltaica está hoje completamente consolidada em países como Portugal, onde se apostou de forma explícita no autoconsumo, aprovando uma lei que o regulamenta e dando facilidade aos cidadãos para que produzam e consumam a sua própria energia solar, com o objectivo de construir um futuro mais verde para todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-824"></span></p>
<h2><strong>Tipologias de PV Heating</strong></h2>
<p>As instalações de PV Heating actualmente apresentam-se principalmente como sistemas directos nas soluções de AQS para aquecimento de água, oferecendo vantagens muito importantes quando comparados com sistemas térmicos tradicionais.</p>
<p>Noutras ocasiões, o aquecimento fotovoltaico pode basearse na ideia de <strong>aproveitar ao máximo o excedente de produção fotovoltaica para maximizar o autoconsumo</strong>. Assim, nos países, como o luso, em que a energia solar está totalmente consolidada -até ao ponto em que numa instalação de autoconsumo fotovoltaico tenhamos cobertas todas as cargas e ainda contemos com um excedente-, podemos incorporar um sistema de <em>PV Heating</em> para aproveitar esse excesso de produção e evitar, tanto quanto possível, a injecção na rede.</p>
<h2><strong>Vantagens do aquecimento fotovoltaico comparativamente à energia solar térmica</strong></h2>
<p>Os equipamentos de aquecimento fotovoltaico, na sua principal tipologia,  apresentam diversas vantagens comparativamente à energia solar térmica. Em primeiro lugar, existem soluções de <em>PV Heating</em> -como as da Advanced Energy- que permitem uma <strong>instalação muito mais simples</strong>, já que utilizam directamente a energia fotovoltaica gerada pelos painéis solares em corrente contínua para alimentar o equipamento de aquecimento, não necessitando de um inversor fotovoltaico. Ou seja, este tipo de equipamentos não necessitam nenhum tipo de armazenamento de energia porque com a potência gerada aquecem a água. O que diferencia esta classe de aparelhos é que, ao não estarem ligados ou sincronizados com a rede, <strong>não necessitam de nenhuma autorização ou licença, para além do certificado CE</strong>. O controlo destes sistemas realiza-se através de um MPPT, que fornece a Krannich Solar.</p>
<p>Por outro lado, todas as soluções de <em>PV Heating</em> (não apenas a modalidade acima indicada), <strong>podem incorporar-se facilmente num sistema convencional já existente</strong>, o que implica uma grande poupança económica. Importa destacar que, habitualmente, os sistemas de energia solar térmica apresentam em muitas ocasiões complicações para serem integrados nas habitações em que já existam sistemas de aquecimento convencionais. Justamente como elemento de melhoria numa instalação actual, encontramos outra das suas vantagens em comparação com os painéis solares térmicos: o seu <strong>preço acessível</strong>.</p>
<p>Além disso, num sistema de aquecimento, se o sistema não possui um dissipador de temperatura, a água aquece no telhado e circula pelas tubagens com um nível de temperatura muito elevado que, eventualmente, pode provocar fugas de água ou até avarias. Contudo, com o <em>PV Heating</em>, e aqui está a sua grande vantagem, <strong>a água aquece no depósito</strong>, no qual não é necessário nenhum equipamento de amortecimento de calor, ou permutador, mas simplesmente se limita a produção eléctrica . Por outro lado, nas instalações para aquecimento fotovoltaico também não existem problemas de congelamento de água nos circuitos exteriores.</p>
<p>Uma vantagem adicional das instalações de PV Heating é que são favoráveis as baixas temperaturas ao contrário dos sistemas térmicos, com o que, para o fim para o qual estão concebidos – aquecer a água – supõe maior eficiência de uso. Quanto a manutenção, as soluções de aquecimento fotovoltaico praticamente não necessitam. Portanto para além de o instalador se poder despreocupar, pode ainda obter maior benefício liquido nos sistemas de uso doméstico.</p>
<h2><strong>Aquecimento fotovoltaico e activação de consumos </strong></h2>
<p>Cabe destacar outra das interessantes possibilidades que oferece o <em>PV Heating</em> é a segunda tipologia de instalações de aquecimento fotovoltaico, como indicamos acima no terceiro parágrafo, que se combina <strong>com um gestor inteligente de energia</strong>, como os fabricados pela Solare Datensysteme (<strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/produtos/comunicacao/solar-log.html" target="_blank">Solar-Log</a></strong>) e SMA (<strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/produtos/comunicacao/sma-solar.html" target="_blank">Smart Home</a></strong>). Estes aparelhos regulam o fornecimento da electricidade disponível e respondem automaticamente às alterações que possam existir nas curvas de produção e consumo, dando sempre prioridade ao autoconsumo fotovoltaico, de modo que apenas activarão o <em>PV Heating</em> quando as restantes necessidades energéticas estejam cobertas. Em qualquer caso, e tendo previamente determinado o excesso de energia fotovoltaica e o valor de regulação, o utilizador pode configurar manualmente -através dos portais web destes gestores inteligentes- que aparelhos pretende alimentar com energia solar e em que ordem, assim como ver em tempo real que aparelhos estão a utilizar electricidade verde e quanta consomem.</p>
<p>Os gestores de energia como o Solar-Log e o Smart Home System também podem fazer previsões meteorológicas para planear a produção e a procura de energia eléctrica. No entanto, a sua principal função é dar prioridade ao autoconsumo fotovoltaico, activando os consumos em função da curva de produção para, num sistema ideal, alcançar uma taxa de injeção na rede de 0%.</p>
<p>O aquecimento com energia solar fotovoltaica ocupa, normalmente, o último lugar da lista de prioridades numa instalação de autoconsumo doméstico. Assim, o excesso de produção de energia solar destinar-se-ia, primeiro, a alimentar os aparelhos eléctricos da habitação e, depois, a carregar as baterias fotovoltaicas e os veículos eléctricos, caso existam. Por último, os gestores inteligentes farão fluir a energia até aos sistemas de <em>PV Heating</em> que, nos casos em que seja necessário trocar por completo a instalação, recomendaríamos que incorporassem, adicionalmente, uma bomba de calor.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Definitivamente, o número de instalações com PV Heating destinadas ao aquecimento de água directo está a crescer actualmente, graças à significativa baixa de preços que esta solução tem apresentado. Graças às virtudes da energia solar, aos avanços tecnológicos em soluções de gestão e controlo da produção fotovoltaica e produtos novos como o <em>PV Heating</em>, o autoconsumo já não é uma miragem. É toda uma realidade, tal como se verifica em algumas instalações solares que, estando ligadas à rede, atingem uma taxa de autoconsumo de 80%. A indústria, a tecnologia e os consumidores estão preparados. É, portanto, apenas uma questão de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se queres maximizar o teu autoconsumo fotovoltaico, <strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/empresa/contacto.html">faz a encomenda agora</a>!</strong></p>
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		<title>4 aplicações de autoconsumo fotovoltaico eficiente</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 14:10:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O autoconsumo fotovoltaico é uma solução cada vez mais rentável graças à constante baixa de preços dos componentes para instalações solares. No entanto hoje em dia os proprietários deste tipo de sistemas fotovoltaicos podem poupar ainda mais se utilizarem as novas soluções que permitem consumir a energia solar produzida de forma mais eficiente. Arturo Andrés, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O autoconsumo fotovoltaico é uma solução cada vez mais rentável graças à constante baixa de preços dos componentes para instalações solares. No entanto hoje em dia os proprietários deste tipo de sistemas fotovoltaicos podem poupar ainda mais se utilizarem as novas soluções que permitem consumir a energia solar produzida de forma mais eficiente. <strong><a href="https://www.linkedin.com/pub/arturo-andres/34/289/a66" target="_blank">Arturo Andrés</a></strong>, o director técnico da Krannich Solar, propõe 4 aplicações para o autoconsumo fotovoltaico eficiente: tomadas inteligentes, Smart relay station, aquecimento fotovoltaico (<strong><a href="http://pt.krannich-solar.eu/2015/09/o-que-e-pv-heating/">PV Heating</a></strong>) e bombas de calor. Vê agora as soluções!</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/y4uMmK3LmOI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span id="more-1192"></span></p>
<p><strong><a href="http://www.slideshare.net/KrannichPortugal/3-quatro-aplicaes-para-o-autoconsumo-eficiente" target="_blank">Descarrega a presentação em SlideShare.</a></strong></p>
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		<title>Novo sistema de comunicação da Victron</title>
		<link>http://pt.krannich-solar.eu/2015/09/30/sistema-de-comunicacao-da-victron/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2015 15:36:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O novo sistema de comunicação da Victron Energy, que inclui os dados de produção fotovoltaica provenientes dos inversores solares Fronius para obter uma monitorização única e íntegra, é o resultado da estreita colaboração entre os dois fabricantes de equipamentos de potência. Fruto de uma larga cooperação no âmbito da investigação e desenvolvimento, foi apresentada na [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>novo sistema de comunicação da Victron Energy</strong>, que inclui os dados de produção fotovoltaica provenientes <strong>dos inversores solares Fronius</strong> para obter uma monitorização única e íntegra, é o <strong>resultado da estreita colaboração entre os dois fabricantes</strong> de equipamentos de potência. Fruto de uma larga cooperação no âmbito da investigação e desenvolvimento, foi apresentada na última edição da Intersolar no passado mês de Junho.</p>
<p><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Inversores_solares_Alfes.jpg" rel="prettyPhoto[889]"><img class="aligncenter size-full wp-image-891" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Inversores_solares_Alfes.jpg" alt="sistema-comunicacao-victron" width="540" height="312" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Inversores_solares_Alfes.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Inversores_solares_Alfes-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;">Fonte: SUD Renovables</span></h6>
<p>Por agora, apenas dois sistemas híbridos de energia solar no mundo contam com ela. Um deles está no Quénia e outro em Espanha. É a <strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/empresa/noticias/artigo/article/fotovoltaica-e-diesel-em-lleida.html">instalação fotovoltaica</a> da exploração de frangos em Alfés (Lleida)</strong>, projectada e instalada pela SUD Renovables com o apoio pré e pós-venda da Krannich Solar.<span id="more-889"></span></p>
<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;"><strong>Uma instalação solar, a primeira na Europa a utilizar mais do que um inversor Fronius integrado no mesmo sistema de comunicação da Victron Energy</strong></span></h1>
<p>O material fotovoltaico para este projecto singular, na sua maioria, foi fornecido pela distribuidora alemã. No momento de escolher os inversores solares adequados para este sistema isolado com hibridização, <strong>a equipa técnica da SUD Renovables e Krannich </strong>optou por dois inversores de ligação à rede <strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/produtos/inversores-fotovoltaicos/fronius.html">Fronius SYMO 15.0-3-M</a></strong> e três de isolada <strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/produtos/inversores-fotovoltaicos/victron-solar.html">Victron Energy Quattro 48V 10000VA</a></strong>, que geram a micro-rede trifásica interna.</p>
<p><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Paneles_fotovoltaicos_Alfes.jpg" rel="prettyPhoto[889]"><img class="aligncenter size-full wp-image-892" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Paneles_fotovoltaicos_Alfes.jpg" alt="Paneis_fotovoltaicos_Alfes" width="540" height="312" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Paneles_fotovoltaicos_Alfes.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Paneles_fotovoltaicos_Alfes-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;"><span style="color: #808080;">Fonte: SUD Renovables</span></h6>
<p>As unidades bidireccionais da Victron Energy, além de serem inversores sinusoidais puros autónomos e carregarem baterias solares, gerem a potência dos inversores de ligação à rede Fronius graças à <strong>inovadora configuração MG 50HZ</strong>. Através da mesma, os equipamentos fotovoltaicos do fabricante austríaco podem ser facilmente parametrizados para flexibilizar e estabilizar ao máximo o funcionamento da micro-rede. Os conversores solares, com a opção MG 50, sincronizam-se em perfeita harmonia com a rede gerada pelos inversores carregadores, realizando o controlo da potência do gerador fotovoltaico, baseando-se na variação da frequência GFPR (<em>Grid Frequency dependent Power Reduction</em>) e da tensão, GVPR (<em>Grid Voltage dependent Power Reduction</em>).</p>
<p><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GFPR.jpg" rel="prettyPhoto[889]"><img class="aligncenter size-full wp-image-893" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GFPR.jpg" alt="sistemas-comunicacao-GFPR" width="540" height="312" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GFPR.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GFPR-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<p>A presença dos dois inversores solares Fronius SYMO reduz ao mínimo as perdas e favorece o autoconsumo instantâneo de energia na instalação fotovoltaica projectada pela SUD Renovables, graças à sua função de seguimento inteligente e ao seu duplo MPPT. Além disso, a ausência de isolamento galvânico nestes aparelhos, diminui as possíveis perturbações que os transformadores pudessem provocar na micro-rede. Estes equipamentos de potência com opção MG 50 já estavam pré-configurados com a última versão de firmware, com o qual encaixaram na perfeição com as configurações do assistente de programação dos inversores Victron Energy, tais como limites de tensão e frequência, detecção do funcionamento anti-ilha e redução de potência por frequência.</p>
<p><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GVPR.jpg" rel="prettyPhoto[889]"><img class="aligncenter size-full wp-image-894" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GVPR.jpg" alt="sistemas-comunicacao-GVPR" width="540" height="312" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GVPR.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/GVPR-300x173.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<p>Em relação aos inversores carregadores bidireccionais Victron Energy Quattro, fornecidos para o sistema fotovoltaico pela Krannich Solar, ao contar com duas entradas e duas saídas de corrente alternada, permitem ligar e programar, de forma simultânea, os dois geradores diesel, opção que não oferecem outras marcas. Além disso, com a sua <strong>função <em>PowerAssist</em></strong>, podem combinar-se períodos de fornecimento a partir das baterias solares e a partir do grupo electrógeno. Por outro lado, após a actualização do <em>firmware</em> do <strong>Color Control GX</strong> da Victron Energy para a versão 1.22, podem integrar-se, no seu portal VRM, os dois conversores fotovoltaicos Fronius, pelo que é possível ver a sua produção em tempo real e ter acesso remoto para modificar a sua configuração.</p>
<p>Sem a menor dúvida, o sistema fotovoltaico com grupos electrógenos, projectado pela SUD Renovables e colocado em funcionamento às mãos da equipa técnica da Krannich Solar, é uma referência em Espanha e em toda a Europa graças ao inovador sistema de monitorização. A predisposição da Victron Energy e da Fronius em superar os desafios que este tipo de instalações colocou, foi a base do resultado, uma solução única no mundo que garante estabilidade e máxima confiança para projectos com hibridação.</p>
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		<title>Autoconsumo FV: porque medir os consumos e limitar a potência?</title>
		<link>http://pt.krannich-solar.eu/2015/09/24/autoconsumo-fv-medir-consumos-limitar-potencia/</link>
		<comments>http://pt.krannich-solar.eu/2015/09/24/autoconsumo-fv-medir-consumos-limitar-potencia/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 15:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[krannichsolar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoconsumo fotovoltaico]]></category>
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		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[medição de consumos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O autoconsumo fotovoltaico é mais eficiente se lhe damos a devida  importância à medição dos consumos e se a produção solar se gere correctamente. Arturo Andrés, o director técnico da Krannich Solar, explica porque há que medir a energia consumida e oferece 5 soluções para a limitação de potência numa instalação fotovoltaica de autoconsumo. Descarrega [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O autoconsumo fotovoltaico é mais eficiente se lhe damos a devida  importância à medição dos consumos e se a produção solar se gere correctamente. Arturo Andrés, o director técnico da Krannich Solar, explica porque há que medir a energia consumida e oferece 5 soluções para a limitação de potência numa instalação fotovoltaica de autoconsumo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cIpfmjoOFi4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span id="more-835"></span></p>
<p><a href="http://www.slideshare.net/KrannichPortugal/3-quatro-aplicaes-para-o-autoconsumo-eficiente" target="_blank">Descarrega a presentação em SlideShare.</a></p>
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		<title>Que tipos de autoconsumo fotovoltaico com baterias solares existem?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2015 11:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[krannichsolar]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje em dia, quando os sistemas fotovoltaicos com acumulação são cada vez mais comuns no mundo, gostaríamos de ampliar a informação que publicamos anteriormente “4 configurações de autoconsumo fotovoltaico”. Concretamente, referimo-nos aos centros de armazenamento da Victron Energy que se encaixam na quarta configuração. Fonte: Hiponoo Como recordarão, o fabricante holandês de inversores solares oferecia 3 [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, quando os sistemas fotovoltaicos com acumulação são cada vez mais comuns no mundo, gostaríamos de ampliar a informação que publicamos anteriormente “<strong><a href="http://pt.krannich-solar.eu/2012/05/voce-sabia-que-existem-varias-configuracoes-de-autoconsumo-parte-22/">4 configurações de autoconsumo fotovoltaico</a></strong>”. Concretamente, referimo-nos aos centros de armazenamento da Victron Energy que se encaixam na quarta configuração.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Victron_Multiplus_Hub.jpg" rel="prettyPhoto[813]"><img class="aligncenter size-full wp-image-814" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Victron_Multiplus_Hub.jpg" alt="autoconsumo-fotovoltaico-almacenamento" width="540" height="350" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Victron_Multiplus_Hub.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/09/Victron_Multiplus_Hub-300x194.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Fonte: Hiponoo</h6>
<p style="text-align: justify;">Como recordarão, <strong>o fabricante holandês de inversores solares oferecia 3 soluções</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-813"></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Autoconsumo fotovoltaico com acoplamento em CC (Hub 1, a solução mais fácil, estável e económica);</li>
<li>Autoconsumo fotovoltaico com acoplamento em CA na rede interna (Hub 2, a solução mais prática para juntar armazenamento de baterias a um sistema FV ligado à rede já existente);</li>
<li>Autoconsumo fotovoltaico com acoplamento em CA na rede externa (Hub 3, a diferença em relação às duas soluções anteriores é que o inversor fotovoltaico desligar-se-á se ocorrer um corte no fornecimento eléctrico enquanto o centro de armazenamento continuará a fornecer energia até que as baterias solares estejam descarregadas).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Os três centros de armazenamento da Victron Energy possuem uma característica diferenciadora, GridAssist, que reduz a carga do inversor/carregador fotovoltaico. Graças a esta função, o inversor/carregador sincroniza-se com a rede eléctrica para ir buscar electricidade nas situações em que não se produz energia e as baterias solares estão descarregadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Queres saber mais sobre <strong><a href="http://pt.krannich-solar.com/pt/autoconsumo.html" target="_blank">autoconsumo fotovoltaico</a></strong> com baterias solares? <a href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Autoconsumo-con-acumuladores-solares.pdf" target="_blank"><strong>Descarrega o <em>whitepaper</em></strong></a> da Victron Energy: <strong>Autoconsumo e Independência da rede</strong>.</p>
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		<title>Quais são os inversores fotovoltaicos mais recomendados ?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[krannichsolar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoconsumo fotovoltaico]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O mercado da energia solar está a crescer ano após ano a um ritmo imparável. Os últimos dados do relatório Ren 21 mostram um avanço exponencial da energia fotovoltaica a nível mundial, passando dos 2,6GW instalados em 2004 aos 177GW em 2014. Por isso, para atender a uma procura que continua a crescer, a própria [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O mercado da energia solar está a crescer ano após ano a um ritmo imparável. Os últimos dados do relatório Ren 21 mostram um avanço exponencial da energia fotovoltaica a nível mundial, passando dos 2,6GW instalados em 2004 aos 177GW em 2014. Por isso, para atender a uma procura que continua a crescer, a própria indústria solar teve que se adaptar, oferecendo soluções cada vez mais completas a um preço que é cada vez mais competitivo. Esta é a tendêcia de productos como os inversores fotovoltaicos, que se viram obrigados a evoluir a uma velocidade rápida para satisfazer as necessidades de um âmbito que está em contínua mudança.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1403" src="http://es.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/07/Kosta_Piko_BA_System.jpg" alt="Inversores fotovoltaicos Kostal" width="540" height="511" /></p>
<h6 style="text-align: center;">Fonte: Kostal</h6>
<p style="text-align: justify;">Devido ao crescente protagonismo do autoconsumo fotovoltaico, aos fabricantes de conversores solares não lhes basta ter um portfólio de qualiddde a um preço acessível. Agora o objectivo fixa-se em ganhar a corrida pela eficiência. Os melhores equipamentos de potência do mercado trabalham já com parâmetros de eficiência próximos aos 99%.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais abaixo, vamos expor uma comparação entre as marcas e modelos de inversores fotovoltaicos mais destacados do panorama actual, falaremos das tecnologias predominantes e, por último, dos equipamentos de monitorização e acumuladores solares que são sempre um valor acrescentado para as instalações  fotovoltaicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-662"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No mercado de inversores solares não apenas evoluiram os produtores e os clientes, os últimos com maiores conhecimentos e a exigência de melhores produtos, como também – e necesariamente – a tecnologia. Neste sentido, muitas das expectativas para os próximos anos estão depositadas no carboneto de silicio, um material que apresenta menos perdas de potência comparativamente aos painéis fotovoltaicos actuais fabricados com silicio, e isso traduz-se no aumento de eficiência, frequências mais elevadas e maior facilidade de fabricação. Outras vantagens são a sua capacidade para operar com temperaturas superiores aos 250ºC e o seu tamanho reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;">A nota negativa é que não se trata, de momento, de uma tecnologia madura, pelo que o seu preço continua a ser pouco competitivo. Apesar disso, empresas como a Kaco e a SMA estão a dedicar grande parte dos seus recursos à investigação e desenvolvimento do carboneto de silicio, claro candidato a substituir o silicio num futuro próximo, o que seria uma verdadeira revolução para a indústria dos equipamentos de potência.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, mantendo os foco na eficiência, devemos falar dos MPPT. É recomendável que os inversores fotovoltaicos possuam mais do que um MPPT para suprir as desvantagens que podem gerar as sombras, o uso de distintos tipos de painéis solares ou as mudanças de radiação entre as diferentes <em>strings</em>. Esta sugestão não é imprescindivel em grandes instalações fotovoltaicas, naquelas em que os geradores estão alinhados em perfeita simetria e a radiação é a mesma para todos, mas sim parece propriada para sistemas domésticos de autoconsumo FV, colocados em telhados com orientação este-oeste, onde a procura energética é mais elevada durante as primeiras horas da manhã e as últimas da tarde. A maioria dos conversores solares do mercado contam com apenas um MPPT, mas modelos como o Piko 5.5 DCS INT da Kostal ou o FLX Pro da SMA oferecem até três. A Bosch Power Tec anunciou o lançamento do primeiro equipamento com quatro MPPT.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo de confiança da destacada evolução dos inversores fotovoltaicos encontramo-la nos sistemas de monitorização que cada vez mais fabricantes integram nos seus produtos. A possibilidade de medir e transmitir em tempo real dos dados de produção e consumo de energia solar é uma grande vantagem e um enorme avanço que permite ao cliente ter um controlo exaustivo da sua instalação fotovoltaica. Do mesmo modo, ajuda a prevenir possíveis falhas no sistema, pois o utilizador tem acesso a um portal web que o avisará em tempo real de qualquer possível anomalia. Estes sistemas de comunicação já estão muito massificados, e empresas como a SMA, Kaco ou a Victron destacam-se pelas suas múltiplas soluções neste âmbito. Outros fabricantes de inversores solares não contam com equipamentos de monitorização dentro do seu portfólio, pelo que é recomendável ter em conta a marca Solare Datensysteme, que fabrica o Solar-Log, um sistema de comunicação muito completo e compatível com a grande maioria dos conversores de potência do mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">O último dos pontos em que devemos focar-nos quando falamos dos inversores solares é o dos acumuladores fotovoltaicos. Juntos, estes dois produtos formam um tandem que abre a porta de par em par ao autoconsumo de energia solar e que, com a chegada e a consolidação das baterias de iões de lítio – como as anunciadas recentemente pela Tesla – significa uma magnífica oportunidade para começar a assentar as bases de um novo modelo energético, muito mais sustentável e em respeito do meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">O interesse pelos acumuladores solares continua a aumentar, e as marcas de conversores de potência são bem conscientes disso (por exemplo, a Kostal e SMA já oferecem sistemas com baterias solares de iões de lítio: o Piko BA System e o Sunny Boy Smart Energy, respectivamente). Os seus esforços constantes para produzir equipamentos cada vez mais eficientes e versáteis, compatibilizando-os com o uso de sistemas de armazenamento para promover o auto consumo, põe como manifesto que esta é a única via possível se esperamos aumentar a contribuição da energia fotovoltaica no mix energético e, pouco a pouco, construir um futuro mais verde. O futuro do sector da energia solar passa por oferecer soluções rentáveis de armazenamento, razão pela qual a Tesla prometeu que irá revolucionar o mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer caso, uma coisa fica clara: a indústria fotovoltaica está preparada para uma concorrência cada vez mais feroz, fazendo evoluir a tecnologia dos inversores solares, acumuladores fotovoltaicos e demais produtos relacionados, baixando ainda mais os preços de uma instalação solar. Mesmo assim, ficará muito caminho por percorrer. Não obstante, todos estes esforços serão em vão se as autoridades políticas e os actores principais da economia não fizerem uma aposta clara, firme e decidida pelas energias renováveis. Quanto a este ultimo ponto, lamentavelmente, não ocorre em Espanha, onde muito longe de favorecer o autoconsumo fotovoltaico, se quer penalizar com abusivos e injustos impostos que nos convertem na piada de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://tableserver.eu01.aws.af.cm/tables/cy7clx2gxjy" target="_blank">Consulta a comparação dos inversores solares mais relevantes de Sun &amp; Wind Energy</a></span></strong></p>
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		<title>Autoconsumo fotovoltaico em Portugal: DGEG responde às tuas perguntas</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 14:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[paulo-luz]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[APISOLAR]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo energi solar]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[energia fotovoltaica]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Regimen de Produção Distribuida]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O tão esperado Novo Regime de Produção Distribuida para autoconsumo de energia solar em Portugal tem suscitado muitas dúvidas desde a sua aprovação. Por esta razão, e com o objetivo de facilitar o trabalho dos profissionais do sector fotovoltaico, a APISOLAR divulgou um documento elaborado pela DGEG muito esclarecedor que responde às perguntas mais recorrentes. Por exemplo, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tão esperado Novo Regime de Produção Distribuida para autoconsumo de energia solar em Portugal tem suscitado muitas dúvidas desde a sua aprovação. Por esta razão, e com o objetivo de facilitar o trabalho dos profissionais do sector fotovoltaico, a <a title="Apisolar Portugal" href="http://www.apisolar.pt/" target="_blank"><strong>APISOLAR</strong></a> divulgou um documento elaborado pela <a title="MAOTE Portugal" href="http://www.dgeg.pt/" target="_blank"><strong>DGEG</strong></a> muito esclarecedor que responde às perguntas mais recorrentes. Por exemplo, quantos tipos de unidades de produção existem, como levar a cabo o seu correspondente registo ou quais são as taxas a pagar, entre tantas outras questões.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulta <a title="FAQs autoconsumo fotovoltaico Portugal" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/portugal/Legislacao/SERUP_-_Respostas_a_perguntas_frequentes.pdf" target="_blank"><strong>este guia prático</strong></a> e aposta pelo autoconsumo fotovoltaico! (*)</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/06/Autoconsumo_fotovoltaico_Portugal.jpg" rel="prettyPhoto[641]"><img class="aligncenter size-full wp-image-642" src="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/06/Autoconsumo_fotovoltaico_Portugal.jpg" alt="Autoconsumo de energia solar FV" width="540" height="405" srcset="http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/06/Autoconsumo_fotovoltaico_Portugal.jpg 540w, http://pt.krannich-solar.eu/wp-content/uploads/2015/06/Autoconsumo_fotovoltaico_Portugal-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<h6 style="text-align: center;">Fonte: Coeptum</h6>
<p><span id="more-641"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;"><em> Quem pode ser promotor de uma unidade de produção de eletricidade?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: A pessoa singular ou colectiva, bem como condomínios de edifícios organizados em propriedade horizontal, que disponham à data de registo de uma instalação de utilização e, caso esta se encontre ligada à rede, seja titular de contrato de fornecimento de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de registo de uma UPP, pode ainda ser titular do registo da mesma uma entidade terceira devidamente autorizada pelo titular da instalação de utilização (ver n.º 1 do art.º 5.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><em> Quais os tipos de unidades de produção previstos?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: O DL 153/2014 aplica-se à produção de eletricidade através de pequenas unidades de produção (UP).</p>
<p style="text-align: justify;">Tais unidades de produção podem funcionar para autoconsumo (UPAC), ou seja, para a produção de eletricidade destinada a consumo próprio do produtor na sua instalação de utilização, com base em um qualquer mix de fontes de energia, renováveis e não renováveis, com ou sem ligação à rede elétrica pública e cuja potência instalada seja igual ou inferior 1 MW. O excedente da energia não consumida pelo produtor pode ser vendido à rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além destas unidades, o referido diploma legal aplica-se, ainda, à produção de eletricidade destinada à venda total de energia à rede, realizada através de unidades de pequena produção (UPP), exclusivamente a partir de energias renováveis, baseada em uma só tecnologia de produção, cuja potência de ligação à rede seja igual ou inferior a 250 kW, (ver art.º 2.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><em> Como posso registar uma unidade de produção? </em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Os registos são feitos através do portal eletrónico da DGEG (http://www.dgeg.pt) em “Áreas Setoriais » Energia Elétrica » Registo de Unidades de Produção (SERUP)”. Deverá em primeiro lugar registar-se como produtor onde lhe será atribuído um nome de utilizador e uma palavra-passe para acesso a uma área reservada.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro da área reservada, onde poderá aceder através da ligação “Login” (no canto superior esquerdo do portal da DGEG), poderá registar em seu nome uma unidade de produção (UP), ou uma UPAC, ou uma UPP, conforme entender.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><em> Qual o valor das taxas associadas ao registo de uma unidade de produção?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: As taxas de registos dependem das características da unidade de produção, nomeadamente se pretende injetar na rede e qual a potência instalada, de acordo com o previsto no art.º 19.º da Portaria n.º 14/2015.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><em> O titular de uma mesma instalação de utilização pode instalar mais de uma UP, por exemplo, cumular uma UPP e uma UPAC.</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Negativo. A cada instalação de utilização (identificada pelo respetivo CPE quando exista contrato para o fornecimento de eletricidade), só pode ter associada uma só unidade de produção, seja ela uma UPP ou uma UPAC.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há, contudo, limitações quanto ao número de instalações de utilização que cada pessoa pode ter e caso detenha diferentes unidades de utilização (ou diferentes CPE em seu nome) a cada uma delas pode corresponder uma UP, seja ela uma UPP ou UPAC.</p>
<p style="text-align: justify;">Anota-se que as unidades de microprodução ou miniprodução consideram-se UPP, para efeitos do DL 153/2014 e a proibição da sua cumulação já se encontrava prevista nos respetivos diplomas legais (O DL 34/2011 e o DL 363/2007).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><em> Posso registar uma UPAC sem venda do excedente à rede com base numa instalação de utilização que já tenha associada uma mini ou microprodução?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Não pode. Tal como já se encontrava previsto na anterior legislação aplicável à atividade de mini e microprodução, que proibia a cumulação destas unidades com base numa mesma unidade de utilização, também o DL n.º 153/2014, no n.º 4 do art.º 4º, proíbe que ao abrigo de uma mesma instalação de utilização possam ser instalados mais de que uma unidade de produção, como já se referiu na resposta anterior.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="7">
<li>Posso instalar uma unidade de produção com base na minha instalação de utilização (por ex.: apartamento) que se encontra integrada num edifício coletivo?</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Sim, desde que a unidade de produção esteja instalada em espaço que faça parte integrante da fração autónoma (deverá salvaguardar eventuais situações que careçam de autorização do condomínio).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="8">
<li><em> Posso instalar uma unidade de produção associada à minha instalação de utilização, no espaço comum do edifício onde vivo?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Pode, sendo o registo precedido de autorização da respetiva assembleia de condóminos solicitada à respetiva assembleia de condóminos com, pelo menos, 70 dias de antecedência relativamente à data prevista para a inscrição do registo, a qual deverá ser apresentada no ato de inspeção à instalação de unidade de produção (ver n.ºs 6, 7 e 8, do art.º 5.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="9">
<li><em> Tenho uma instalação com contrato de fornecimento de energia provisório para obras. Posso registar uma unidade de produção associada a esse contrato?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Não, porque para poder registar a sua unidade de produção é necessário que o contrato de compra de energia elétrica, associado à sua instalação de utilização tenha carácter definitivo (ver alínea a), do n.º 1, do artigo 5.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="10">
<li>De acordo com a alínea d) do n.º 1 do art.º 5º, tratando-se de uma UPP, só posso produzir no máximo o dobro do que consumo na instalação de utilização. Se não conseguir satisfazer estes consumos?</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Caso não consiga satisfazer os consumos necessários ao dimensionamento de uma Unidade de Pequena Produção (UPP), para injeção total da energia na rede, a sua unidade de produção terá de ser enquadrada no regime jurídico da produção em regime especial.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção em regime especial rege-se pelo Decreto-Lei n.º 172/2006, de 23 de agosto, alterado e republicado pelo Decreto-Lei n.º 215-B/2012, de 8 de outubro e, ainda, pelas Portarias n.º 237/2013, de 24 de julho e n.º 243/2013, de 2 de agosto (alterada e republicada pela Portaria n.º 133/2015, de 15 de maio).</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de ter uma UPP em exploração, e visto que este é um dos requisitos de acesso ao registo, fica sujeito ao regime sancionatório nos termos do art.º 40.º e 41.º do DL 153/2014.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="11">
<li><em> Fiz uma admissão de comunicação prévia para uma unidade de produção em regime de autoconsumo, ao abrigo da Portaria n.º 237/2013, de 24 de julho, devo registar-me no SERUP?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Não, não precisa de registar-se no SERUP se já obteve a aceitação da comunicação prévia. Contudo, deve adaptar a sua instalação de produção para autoconsumo ao disposto no n.º 2 do art.º 44.º, do DL 153/2014, cumprindo os requisitos nele previstos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, caso venha a proceder a alterações do registo ou da UP, nos termos do artigo 18.º do DL 153/2014, deverão ainda realizá-las através do SERUP, alertando que se trata de uma instalação já existente e devidamente licenciada ao abrigo da Portaria n.º 237/2013.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="12">
<li><em> Quero registar uma UPAC com potência superior a 1MW, posso registar no SERUP?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: O SERUP ainda não está preparado para receber estes pedidos de UPAC com potência superior a 1 MW. Assim, será necessário requerer, em suporte papel, a obtenção de licença de produção nos termos do disposto no n.º 3 do art.º 4.º do DL 153/2014, conjugado com a secção II do capítulo III do Decreto-Lei n.º 172/2006, de 23 de agosto, alterado e republicado pelo DL 215-B/2012, de 8 de outubro, à exceção do n.º 2 do art.º 33.º-J.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="13">
<li><em> Quais as instalações isentas de taxas de registo?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Apenas as UPAC com potências inferiores a 1,5 kW sem ligação à RESP, ou que não pretendam transacionar garantias de origem, estão isentas de efetuar registo e portanto isentas de pagamento de taxa de registo. As restantes têm de pagar as taxas previstas no art.º 19.º da Portaria n.º 14/2015 de 23 de janeiro.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="14">
<li><em> Quero fazer um registo de autoconsumo com venda de excedente, mas vou ter a minha instalação de utilização vazia durante um mês, para férias, e consequentemente a venda nesse mês será de toda a energia produzida, há algum problema?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Efetivamente o produtor poderá injetar mais do que aquilo que não pode consumir, p.ex. em meses isolados como é o caso da manutenção de uma fábrica que fecha um mês por ano, podendo esse excedente ser entregue ao CUR, nos termos e condições dos art.ºs 23.º, 24.º e 25.º, do DL 153/2014.</p>
<p style="text-align: justify;">O DL 153/2014 não define um limite de energia a injetar na rede para o autoconsumo, mas alerta-se que o dimensionamento de uma UPAC deve ser feito com base nos consumos numa base anual (ver alínea e) do art.º 8.º do DL 153/2014), para evitar prejuízos para o produtor ou a aplicação de sanções (contraordenação ou sanção acessória, nos termos dos art.ºs 40.º e 41.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="15">
<li><em> Potência instalada e potência de ligação são iguais à potência nominal do inversor?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Nos termos das definições constantes no art.º 3.º do DL 153/2014, a potência instalada é por definição a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade. A potência de ligação é a potência máxima, que no caso das instalações com inversores, a potência nominal de saída destes equipamentos que o produtor pode injetar na RESP.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a potência instalada é a potência de pico dos equipamentos de produção de eletricidade (no caso da energia solar, a potência dos painéis).</p>
<p style="text-align: justify;">A potência de ligação é a potência nominal à saída dos inversores.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="16">
<li><em> Tenho uma UPAC ligada à rede. Posso injetar a energia na rede e não ser remunerado por isso?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Não. No caso das UPAC sem injeção de excedentes na rede deverá ser garantida a não injeção na rede (ver esquemas tipo de unidades de produção para autoconsumo).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="17">
<li><em> Todas as UPAC têm de pagar compensação?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Apenas as UPAC com potência instalada superior a 1,5 kW e cuja instalação elétrica de utilização se encontre ligada à RESP podem ficar sujeitas ao pagamento de uma compensação mensal fixa, nos primeiros 10 anos após obtenção do certificado de exploração. Porém, a compensação só passa a ser devida quando a potência total acumulada de UPAC represente mais que 1% do total da potência instalada do SEN e apenas as UPAC que obtiverem registo a partir desse momento. (ver n.º 1 do art.º 25.º do DL 153/2014).</p>
<p style="text-align: justify;">As UPAC que obtiveram registo anteriormente, ou seja, antes de ser atingido o referido patamar de 1 % do total da potência instalada do SEN não estão sujeitas ao pagamento da referida compensação.</p>
<p style="text-align: justify;">O SERUP tornará público logo que o referido patamar seja atingido para que os promotores de futuros registos possam saber.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="18">
<li><em> No caso da remuneração das UPP, é possível cumular as categorias II e III detendo um veículo elétrico e simultaneamente um coletor solar e, deste modo, obter um benefício total 15 €/MWh a acrescer à tarifa da energia produzida?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Aquando do pedido de registo de uma UPP, o produtor deve optar obrigatoriamente por uma de entre as três categorias do regime remuneratório previstas, designadamente a categoria I, II ou III. Não é admissível a opção por mais de que uma das referidas categorias.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="19">
<li><em> Se tiver uma bicicleta elétrica ou uma scooter posso usufruir do regime remuneratório da categoria II?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Segundo a Portaria n.º 14/2015 entende-se por automóvel ou motociclo, o veículo dotado de um ou mais motores de propulsão elétrica, incluindo veículos híbridos, cuja bateria seja carregada mediante ligação à rede de mobilidade eléctrica ou de fonte de eletricidade externa (ver ii da alínea a) do n.º 2 do art.º 17º da Port. n.º 14/2015 alterada pela Port. n.º 60-E/2015).</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez o Código da Estrada entende como motociclo, o veículo dotado de duas rodas, com ou sem carro lateral, com motor de propulsão com cilindrada superior a 50 cm3, no caso de motor de combustão interna, ou que, por construção, exceda em patamar a velocidade de 45 km/h (ver n.º 1 do art.º 107º do Código da Estrada redação dada pela Lei n.º 72/2013).</p>
<p style="text-align: justify;">Deste modo, a bicicleta não se encontra abrangida pelos referidos conceitos, não podendo por isso ser considerada como veículo elétrico susceptível de cumprir os requisitos para acesso á categoria II do regime remuneratório.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="20">
<li><em> Fiz um registo de uma UPP para a categoria II, se entretanto vender o carro deixo de beneficiar do acréscimo à remuneração de 10€/MWh?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Caso a inspeção ou a reinspeção não comprovem os equipamentos que permitam o acesso ao regime remuneratório, o certificado de exploração é emitido para a remuneração correspondente à Categoria I, sendo a tarifa aplicável a apurada na última sessão de atribuição de potência ocorrida à data do pedido de inspeção ou reinspeção, e o registo oficiosamente alterado em conformidade (ver n.º 4 do art.º 17º da Port. n.º 14/2015 alterada pela Port. n.º 60-E/2015).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="21">
<li><em> O meu registo só foi aceite no início do mês após a sessão de atribuição de potência, tendo em conta que falta aproximadamente um mês para a próxima sessão de atribuição de potência, posso alterar o desconto que ofereci no ato de registo?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Não. O titular de registo aceite só pode alterar o desconto oferecido para a sessão anterior, no prazo de 10 dias úteis após o fecho da sessão em que não obteve potência de ligação. Sem participar na sessão de atribuição de potência não pode alterar o desconto oferecido (ver n.º 6, do art.º 9º da Port. 14/2015 alterada pela Port. 60-E/2015).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="22">
<li><em> Não obtive atribuição de potência, posso alterar a categoria que escolhi no ato de registo?</em> R.: Não. Apenas poderá proceder à alteração de categoria da UPP, quando a mesma seja solicitada pelo promotor antes do pagamento da respetiva taxa de registo (ver n.º 6, do art.º 5.º da Port. 14/2015).</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;" start="23">
<li><em> Onde posso pedir inspeção?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: O pedido de inspeção é efetuado no portal da DGEG, para uma UP registada e que se encontre em estado de concluída a instalação da UP.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve aceder ao seu registo para efetuar o pedido, no portal DGEG. Nas UPAC encontra-se no separador inicial a seguir ao n.º de cadastro. No caso das UPP encontra-se no separador “Atribuição de Potência”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o pedido de inspeção, a DGEG solicitará elementos que devem ser adicionados ao processo de inspeção, nomeadamente:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>i) Número de cadastro da unidade de produção (UP);</li>
<li>ii) Descrição sumária da UP, com indicação da potência instalada, da fonte primária, da tecnologia utilizada, da sua localização e, se for o caso, da potência de ligação;</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">iii) Declaração do instalador em como a UP se encontra instalada e em condições de entrar em exploração, observando os termos do respetivo registo, a legislação e a regulamentação em vigor.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>iv) Qual a entidade instaladora e respetivo alvará;</li>
<li>v) Qual o técnico responsável pela execução e o respetivo nº de técnico;</li>
<li>vi) Quais os equipamentos instalados (n.º de série do (s) contador (es) e n.º(s) de série de inversor(es)).</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;" start="24">
<li><em> A taxa de registo já inclui a vistoria? Quantas vistorias estão incluídas?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: A taxa de registo já inclui a 1ª inspeção (ou vistoria).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, as reinspecções e também as inspeções periódicas estão sujeitas a pagamento de taxas definidas pelo art.º 19º da Portaria 14/2015, de 23 de janeiro.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="25">
<li><em> A quem compete a fiscalização das unidades de produção (UP)?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Compete à DGEG realizar as inspeções necessárias à emissão do certificado de exploração, diretamente ou através de entidades habilitadas para o efeito (ver alínea c) do n.º 2, do art.º 10.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="26">
<li><em> O que é que uma empresa de instalação necessita para poder exercer a atividade de instalador de UPAC ou UPP?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Entende-se por entidade instaladora, a entidade titular de alvará emitido pelo Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção, I.P. (http://www.inci.pt), para a execução de instalações de produção de eletricidade, nos termos da alínea j) do art.º 3.º do DL 153/2014, ou o técnico responsável pela execução, a título individual, de instalações elétricas quando estas tenham uma potência até 50 kVA, nos termos da legislação que aprova os requisitos de acesso e exercício da atividade das entidades e profissionais responsáveis pelas instalações elétricas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="27">
<li><em> Enquanto produtor posso fazer a minha própria instalação para potências iguais ou inferiores a 1500W?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Não. A instalação da UP, independentemente da potência a instalar, é obrigatoriamente executada por entidade instaladora de instalações elétricas de serviço particular ou técnicos responsáveis pela execução de instalações elétricas. (ver n.º 1 do art.º 9.º do DL 153/2014).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="28">
<li><em> A instalação de uma unidade de produção dispensa a prévia apresentação e posterior aprovação de um projeto de instalação de produção de energia elétrica, assinado por um técnico responsável devidamente credenciado?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Sim, dispensa. O SERUP é uma plataforma eletrónica de interação entre a administração e os produtores, que simplifica os procedimentos de licenciamento da instalação de uma UPP ou UPAC, dispensando-se assim, a apresentação e aprovação de um projeto de instalação de produção de energia elétrica. A descrição da UP é feita diretamente nos formulários do SERUP.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="29">
<li><em> Que unidades de produção estão isentas de contagem de eletricidade?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Estão isentas da obrigação de contagem de eletricidade as UPAC não sujeitas a registo e certificado de exploração, nos termos do art.º 4.º, ou seja, as UPAC com potência instalada igual ou inferior a 1,5 kW, cuja instalação de utilização se encontre ligada à RESP mas não injetem energia na rede, nem pretendam transacionar garantias de origem, bem como, independentemente da potência instalada, as UPAC cuja instalação de utilização associada não se encontre ligada à rede, nem pretenda transacionar garantias de origem.</p>
<p style="text-align: justify;">Para as restantes UPAC é obrigatória a contagem de eletricidade nos termos previstos no art.º 22.º conjugado com os n.ºs 8 e 9 do art.º 4.º, do DL 153/2014.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="30">
<li><em> Além do equipamento de contagem da instalação de utilização (contador de consumo), quantos contadores são necessários para uma unidade de produção?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Todas as unidades de produção necessitam de instalar o contador de produção total de energia, à exceção das UPAC referidas na questão anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso das UPAC com potência instalada superior a 1,5 kW ou inferior a 1,5 kW mas que pretenda vender excedente de energia produzida e não consumida ou quando pretenda transacionar garantias de origem necessita de instalar, adicionalmente, o contador destinado a contabilizar a energia produzida e injetada. O equipamento de contagem de energia injetada na rede e da energia consumida na instalação de utilização pode ser único, desde que permita a contagem nos dois sentidos (contador bidirecional).</p>
<ol style="text-align: justify;" start="31">
<li><em> Quem é o responsável pela instalação do contador de produção total de energia e do contador de venda à rede?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: O custo, a instalação e a propriedade dos contadores de produção total e de venda de energia são da responsabilidade do produtor. A sua selagem é contudo da responsabilidade do operador de rede.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="32">
<li><em> No caso de uma UPAC com venda do excedente à rede, caso opte por instalar um contador bidirecional para a contagem da energia consumida e da energia injetada na rede quem é o responsável pela sua instalação?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: A matéria relacionada com a medição, leitura e disponibilização de dados encontra-se regulada no Guia de medição, leitura e disponibilização de dados, da responsabilidade da ERSE, o qual presentemente se encontra em processo de revisão. Assim os interessados deverão consultar este Guia.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="33">
<li><em> Tenho uma UPAC com potência inferior a 1500W. Porém o meu contador de consumo de eletricidade contabiliza a energia injetada na rede como consumo, o que posso fazer?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Deverá entrar em contacto com o Operador da Rede de Distribuição para relatar a situação para que o mesmo adeque o contador à nova realidade, Preferencialmente, deve informar-se junto do operador de rede sobre esta situação antes do registo e instalação da UPAC, a fim de prevenir tal situação.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="34">
<li><em> Se tiver realizado uma mera comunicação prévia (MCP) de uma UPAC com potência instalada inferior a 1500 W mas pretenda proceder a um aumento de potência como devo proceder?</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Se ultrapassar os 1500 W deve comunicar à DGEG, para o email: serup@dgeg.pt, a informar que pretende anular a MCP para poder fazer registo de UPAC. Se não ultrapassar os 1500 W deve atualizar a MCP anteriormente feita à DGEG.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="35">
<li><em> Necessito de alterar o local da minha unidade de produção, o que devo fazer? (aplicável também a mini e microprodução)</em></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">R.: Pode fazer a mudança de local da UP, de acordo com a alínea d) do n.º 1 do art.º 18.º do Decreto-Lei n.º 153/2014, de 20 de outubro. Deve fazer o pedido por email para serup@dgeg.pt, anexando uma declaração assinada pelo produtor, na qual deverão constar os dados do registo da microprodução a solicitar a transferência do local (deve incluir os CPE em causa). De acordo com o n.º 6 do art.º 18.º, este tipo de alteração depende de nova inspeção da UP e consequente emissão de novo certificado de exploração. Como tal terá de efetuar o pagamento de uma taxa de averbamento, como previsto na alínea f) do art.º 19.º da Port. 14/2015 de 23 de janeiro (40% da taxa atual do registo correspondente).</p>
<p style="text-align: justify;">A tarifa e contrato com o CUR mantêm-se, sem prejuízo da alteração relativa à nova localização.</p>
<h6 style="text-align: justify;"><em>(*) O presente texto não substitui ou dispensa a leitura da legislação e regulamentação aplicável, designadamente saber: o Dec.-Lei n.º 152/2014, de 20 de outubro, a Portaria n.º 14/2015, de 23 de janeiro (alterada pela Portaria n.º 60-E/2015, de 2 de março), a Portaria n.º 15/2015, de 23 de janeiro e bem assim as instruções da DGEG disponibilizadas no seu portal dedicado ao SERUP, e será revisto e atualizado sempre que necessário.</em></h6>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://pt.krannich-solar.eu/2015/06/25/autoconsumo-fotovoltaico-em-portugal-maote-responde-as-tuas-perguntas/">Autoconsumo fotovoltaico em Portugal: DGEG responde às tuas perguntas</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://pt.krannich-solar.eu">O blog da energia fotovoltaica</a>.</p>
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		</item>
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		<title>Qual é a melhor solução para o autoconsumo com injecção zero?</title>
		<link>http://pt.krannich-solar.eu/2015/06/18/melhor-solucao-para-autoconsumo-com-injeccao-zero/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 09:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[arturo-andres]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O autoconsumo fotovoltaico está na boca de todos. Existem muitas alternativas para gerar a nossa própria energia solar, monitorizar o nosso consumo e otimizar a produção dos painéis fotovoltaicos. Nesta entrada de blog oferecemos-te diferentes soluções para a tua instalação solar de autoconsumo fotovoltaico com injecção 0, cada uma com as suas correspondentes vantagens e [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O autoconsumo fotovoltaico está na boca de todos. Existem muitas alternativas para gerar a nossa própria energia solar, monitorizar o nosso consumo e otimizar a produção dos painéis fotovoltaicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta entrada de blog oferecemos-te diferentes soluções para a tua instalação solar de autoconsumo fotovoltaico com injecção 0, cada uma com as suas correspondentes vantagens e inconvenientes. Além disso, fazendo click sobre o nome do produto poderás aceder aos certificados que avalizam o seu tempo de resposta para evitar a injecção na rede.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-627"></span></p>
<table border="1">
<tbody valign="top">
<tr>
<td style="width: 20%; text-align: center; font-weight: bold;">Solução</td>
<td style="width: 40%; text-align: center; font-weight: bold;">Vantagens</td>
<td style="width: 40%; text-align: center; font-weight: bold;">Inconvenientes</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/Autocertificacio_CDP_-FRONIUS_IG_PLUS_V1_SP.pdf" target="_blank">Fronius IG PLUS + CDP0</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Tempo de resposta inferior a 2 segundos.<br />
&#8211; Certificado da Circutor que avaliza o tempo de Resposta.<br />
&#8211; Possibilidade de limitar a potência fotovoltaica pela fase de menor consumo.<br />
&#8211; O CDP0 também é compativel com outras marcas de inversores solares.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Preço elevado.<br />
&#8211; Não é compativel com o envio simultâneo de dados ao portal da Fronius.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/Autocertificacio_CDP_-FRONIUS_SYMO_V1_SP.pdf" target="_blank">Fronius SYMO + CDP0</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Tempo de Resposta inferior a 3,5 segundos.<br />
&#8211; Certificado da Circutor que avaliza o tempo de Resposta.<br />
&#8211; Possibilidade de limitar a potência fotovoltaica pela fase de menor consumo.<br />
&#8211; O CDP0 também é compativel com outras marcas de inversores solares.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Preço elevado.<br />
&#8211; Não é compativel com o envio simultâneo de dados ao portal da Fronius.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/Autocertificacio_CDP_-FRONIUS_GALVO_V1_SP.pdf" target="_blank">Fronius GALVO + CDP0</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Tempo de Resposta inferior a 0,5 segundos.<br />
&#8211; Certificado da Circutor que avaliza o tempo de Resposta.<br />
&#8211; Possibilidade de limitar a potência fotovoltaica pela fase de menor consumo.<br />
&#8211; O CDP0 também é compativel com outras marcas de inversores solares.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Preço elevado.<br />
&#8211; Não é compativel com o envio simultâneo de dados ao portal da Fronius.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/SolarLog_Declaration_Conformity_ES.pdf" target="_blank">Solar-Log 200/300/1200</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Preço económico.<br />
&#8211; Montagem e arranque simples.<br />
&#8211; Compatibilidade com a maioria dos inversores fotovoltaicos do mercado.<br />
&#8211; Portal Web Classic 2nd Edition gratuito até 50kW.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Sem certificado que avalize o seu Tempo de Resposta.<br />
&#8211; Trabalha com saldos, pelo que -para levar a cabo a redução de potência fotovoltaica- mede o consumo absoluto e faz uma redução total no sistema. Portanto, não pode fazer uma redução segundo a fase demenor consumo.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/Certificado_Inyeccion_Cero_KOSTAL.pdf" target="_blank">Kostal Piko BA Sensor</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Preço económico.<br />
&#8211; Todos os acessórios da solução são do mesmo fabricante.<br />
&#8211; Montagem e arranque simples.<br />
&#8211; Portal gratuito sem restrições.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Trabalha com saldos, pelo que -para levar a cabo a redução de potênciafotovoltaica- mede o consumo absoluto e faz uma redução total no sistema. Portanto, não pode fazer uma redução segundo a fase de menor consumo.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/2015.05.15_Certificado_autoconsumo_batetrias_Hub1.pdf" target="_blank">Victron Multiplus (com baterias solares)</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Injecção 0 completa porque se produz energia em corrente contínua, não emalternada.<br />
&#8211; Certificado da Victron que avaliza a injecção 0.<br />
&#8211; Solução com baterias solares.<br />
&#8211; Portal gratuito sem restrições.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Alto custo inicial pelos acumuladores solares, ainda que não consista numa desvantagem do sistema de injecção 0.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/SMA_Iberica_Certificado_Modo_Inyeccion_0_.pdf" target="_blank">SMA TL-10/TL-20/TL-30/TLEE/TL-21/TLST21 com Sunny Home Manager + Smart Meter</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; No caso de inversores monofásicos, Tempo de Resposta inferior a 2,5segundos com certificado de injecção 0.<br />
&#8211; Todos os acessórios da solução são do mesmo fabricante.<br />
&#8211; Portal gratuito sem restrições.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Preço elevado.<br />
&#8211; Trabalha com saldos, pelo que -para levar a cabo a redução de potência fotovoltaica- mede o consumo absoluto e faz uma redução total no sistema. Portanto, não pode fazer uma redução segundo a fase demenor consumo.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/SMA_Iberica_Certificado_Modo_Inyeccion_0_.pdf" target="_blank">SMA Sunny Boy 1.5/2.5 com Smart Meter</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Montagem e arranque simples.<br />
&#8211; Esquema da solução simples, com poucos produtos, apenas um inversor solar e um contador.<br />
&#8211; Pode-se ver o funcionamento do inversor fotovoltaico por WiFi.<br />
&#8211; Portal gratuito sem restrições.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Sem display para ver os dados da produção fotovoltaica.<br />
&#8211; A solução limita-se à aplicação de um só inversor com um Smart Meter.</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding: 4px;"><a style="color: #0000ff; text-decoration: underline; font-weight: bold;" href="http://pt.krannich-solar.com/fileadmin/content/pdf/spain/Certificados/Inyeccion_0/SMA_Iberica_Certificado_Modo_Inyeccion_0_.pdf" target="_blank">Renesys com SMA</a></td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Tempo de Resposta inferior a 2 segundos com certificado de injecção 0.<br />
&#8211; Permite fazer injecção 0 e usar a monitorização da SMA através da WebBox.</td>
<td style="padding: 4px;">&#8211; Apenas é compatível com SMA.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Já te decidiste por uma solução para o teu sistema fotovoltaico de autoconsumo com injecção 0 ? Conta-nos qual te parece mais apropriado.</p>
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