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    <title>O blog de Francisco Cabo</title>
    
    
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    <subtitle>GLOBALink Correspondente em Maputo</subtitle>
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        <title>Entrada em vigor do decreto 11/2007</title>
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        <published>2007-12-16T21:16:16-08:00</published>
        <updated>2007-12-16T21:16:16-08:00</updated>
        <summary>Afinal não houve campanha alguma... Está em vigor, desde 1 de Dezembro corrente, o Decreto do Conselho de Ministros que proíbe o fumo em locais públicos. Entretanto, é quase um dado certo que o processo de criação de condições favoráveis...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;Afinal não houve campanha alguma...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;Está em vigor, desde 1 de Dezembro corrente, o Decreto do Conselho de Ministros que proíbe o fumo em locais públicos. Entretanto, é quase um dado certo que o processo de criação de condições favoráveis para garantir uma implementação eficaz deste decreto não foi abrangente, razão porque maior parte de estabelecimentos hoteleiros e similares desconhecem completamente este dispositivo legal. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;Exemplos
concretos deste desconhecimento foram verificados nos restaurantes “O
Galego”, “O Garfo”, “Estrelado” e “Garson”, todos eles localizados em
zonas nobres da cidade capital moçambicana – Maputo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;Os
gerentes destas casas de pasto foram unânimes e categóricos afirmando
que nenhum responsável da Saúde, do Comércio ou de outra entidade
governamental os visitou para dar –lhes conta da necessidade de criação
de condições favoráveis para a implementação efectiva do decreto
aprovado pelo Conselho de Ministros da República de Moçambique.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-family: Arial;"&gt;Estes
gerentes mostraram-se, de alguma forma, revoltados com a falta de
divulgação deste instrumento legal mas dizem estar abertos para
colaborar na implementação do dispositivo, bastando, para tal, que as
entidades governamentais ligadas a esta matéria trabalhem com eles
(restaurantes). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>"Que está em vigor desde 1 de Dezembro"</title>
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        <published>2007-12-13T20:42:11-08:00</published>
        <updated>2007-12-13T20:42:11-08:00</updated>
        <summary>Um artigo publicado na edição de 04 de Dezembro de 2007 do Diário de Moçambique: “Norma sobre tabaco corre risco de fracassar no país" O Decreto 11/2007 do Conselho de Ministros proibindo o consumo de tabaco em locais públicos de...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Um artigo publicado na edição de 04 de Dezembro de 2007 do Diário de Moçambique:</p>

<p>

“Norma sobre tabaco corre risco de fracassar no país"</p>

<p>

O Decreto 11/2007 do Conselho de Ministros proibindo o consumo de tabaco em locais públicos de todo o território moçambicano, bem como a publicidade deste produto, poderá estar condenado ao fracasso dada a falta de bases estruturais, económicas e internacionais que garantam a sua efectiva implementação. </p><p>
Entidades diversas, dentre as quais o Ministério da Saúde estiveram,
durante cerca de seis meses, a preparar terreno para garantir que o
dispositivo legal seja implementado com o mínimo de dificuldade a
partir de 1 de Dezembro corrente.</p>

<p>
O decreto proíbe o fumo em locais públicos, mas, até esta parte o findo
os trabalhos de preparação, não existe em qualquer área do território
nacional espaços próprios para fumadores, o que indica que estes
continuarão a fumar sem quaisquer cuidados para com os não – fumadores.
</p>

<p>
Para além desta falta de infra-estruturas para fumadores, Moçambique
ainda não ratificou a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco o que
demonstra que não existe ainda uma obrigatoriedade internacional que
fornece o cumprimento do decreto em causa.</p>

<p>
Segundo o porta voz do Ministério da Saúde, Martinho Dgedge, a proposta
de ratificação do tratado já foi submetida ao Conselho de Ministros mas
estão a registar-se dificuldades em fazer passar o documento. Deste
modo, a entrada em vigor do decreto 11/2007 é visto como um passo
inicial ao qual se seguirão outros tantos com o intuito de fazer valer
os interesses da saúde pública, um dos quais é a ratificação da
Convenção Sobre o Tabaco.</p>

<p>
Um outro aspecto que concorre para um eventual não sucesso do decreto
11/2007 é de natureza económica, a questão ligada à controvérsia entre
ganhos económicos e perdas na saúde. </p>

<p>
O sector do tabaco em Moçambique tem registado uma nova dinâmica de
crescimento com operações de capital estrangeiro. A procura cada vez
maiores níveis de produtividade não condiz com os interesses do
Governo, ou do sector da Saúde em particular, de limitar ao máximo a
presença de tabaco nas vias públicas. </p>

<p>
Entretanto, o sector tabaqueiro debate-se com problemas de vária ordem.
Os camponeses que cultivam o tabaco queixam-se de baixo preço imposto
pelos compradores na hora da pesagem, para além de terem de trabalhar
horas a fio para satisfazer a demanda das companhias.</p>

<p>
O tabaco no mercado nacional, parte do qual é importado legal e
ilegalmente, tem sido a causa de grandes problemas de saúde, de
natureza cancerígena e respiratória, e mesmo a perda de vidas humanas.</p>

<p>
Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que o tabaco mata
anualmente mais de cinco milhões de pessoas em todo o mundo, e mais de
metade destas mortes ocorre nos países em vias de desenvolvimento, como
é o caso de Moçambique. </p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Banida a publicidade de tabaco em Moçambique</title>
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        <published>2007-11-30T20:48:47-08:00</published>
        <updated>2007-11-30T20:48:47-08:00</updated>
        <summary>A imagem ilustra claramente a aposta da indústria tabaqueira em continuar com a campanha de angariação de novos fumadores, particularmente nas camadas mais jovens. O decreto 11/2007 de 30 de Maio do Conselho de Ministros da Republica de Moçambique que...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/12/01/marboromozambique.jpg" onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=800,height=558,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"&gt;&lt;img width="400" height="279" border="0" alt="Marboromozambique" title="Marboromozambique" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/12/01/marboromozambique.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

A imagem ilustra claramente a aposta da indústria tabaqueira em
continuar com a campanha de angariação de novos fumadores,
particularmente nas camadas mais jovens.&lt;/p&gt;



&lt;p&gt; O decreto
11/2007 de 30 de Maio do Conselho de Ministros da Republica de
Moçambique que hoje entrou em vigor baniu a publicidade de tabaco em
todos os meios de comunicação social, em painéis, cartazes, em murais
etc.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;O
Organização Mundial de Saúde (OMS) define o tabagismo como uma doença
transmissível que se transmite através de publicidade, promoção e
patrocínio. Segundo os dados da OMS, o tabaco mata anualmente mais de
cinco milhões de pessoas em todo o mundo, e mais de metade destas
mortes ocorre em países em via de desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;A
questão que se coloca em Moçambique agora com o decreto 11/2007 é que
até que ponto este decreto poderá acabar com a publicidade do tabaco no
país? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=800,height=558,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/11/30/100_5015.jpg"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;









&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;De
quem é esta publicidade, BAT ou uma outra companhia escondida tendo
como cúmplice as autoridades municipais da Cidade de Maputo? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;


&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Cepticismo em relação à ineficácia da lei que proíbe o fumo em locais públicos</title>
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        <published>2007-11-30T19:45:15-08:00</published>
        <updated>2007-11-30T19:45:15-08:00</updated>
        <summary>"O decreto é apenas o início" defende Martinho Dgedge, porta voz do MISAU que considera que a sua instituição não vai arredar o pé enquanto o governo não ratificar a Convenção Quadro para Controle do Tabaco. Entra em vigor hoje,...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Proibido Fumar Em Lugares Públicos" />
        
        
<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;O decreto é apenas o início&amp;quot; 

 defende Martinho Dgedge, porta voz do MISAU que considera que a sua instituição não vai arredar o pé enquanto o governo não ratificar a Convenção Quadro para Controle do Tabaco.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

Entra em vigor hoje, 1 de Dezembro, o Decreto 11/2007, de 30 de Maio que proíbe o fumo em locais públicos de todo o território nacional moçambicano, mas o cepticismo em relação à ineficácia deste dispositivo legal continua a dominar os discursos das entidades que durante cerca de 180 dias esteve a preparar terreno para garantir que o decreto seja implementado com o mínimo de dificuldades. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;Em
relação a este receio de infucionalidade deste dispositivo, o
Ministério da Saúde (MISAU) diz não haver razões para alarido tendo em
conta que as condições vinham sendo preparadas desde Maio passado. Por
outro lado, justifica-se o MISAU, o decreto lei é apenas o ponto de
partida para uma legislação mais abrangente em relação à protecção dos
moçambicanos do fumo do tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;“Esta
área do tabaco é muito complicada por causa desta questão de ganhos
económicos e perdas de saúde, mas nós sempre defendemos o “não ao
tabaco” porque está provado que os seus efeitos são completamente
nefastos para a saúde humana” – disse Dgedge para depois acrescentar
que “o decreto é apenas o início de um processo que esperamos que
culmine com a ratificação da Convenção Quadro para o Controle do
Tabaco. Estamos esperançados que conseguiremos chegar a esse objectivo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;Questionado
sobre outras acções em curso ao nível do Ministério da Saúde para
obrigar o governo a ratificar a convenção, Dgedge não foi claro na
resposta, mas deixou transparecer que a sua instituição estava a
deparar-se com sérias dificuldades para fazer passar a proposta da
ratificação no Conselho de Ministros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;Entretanto
embora com estas justificações, a verdade é que as organizações anti –
tabagismo continuam a acusar o MISAU de estar a fazer muito pouco para
obrigar o governo a ratificar a convenção. Enquanto não se ratifica a
convenção, a indústria tabaqueira continua a usar todos os meios
ilícitos ao seu alcance na sua campanha de angariação de novos
fumadores, situação que torna o combate a este mal bastante complicado
em Moçambique.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;Além
de ceifar milhares de vidas, a indústria tabaqueira em Moçambique tem
estado a ser acusada de burlar e escravizar milhares de camponeses
enganando lhes na classificação e pesagem do tabaco cultivado. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;Em
relação a estas queixas, as autoridades moçambicanas tem estado a fazer
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;ouvidos de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;mercador&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; pois até aqui nenhuma medida
punitiva foi tomada contra a indústria tabaqueira no sentido de
discipliná-la, assumindo desta forma o papel de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 0.6em;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;cúmplice na desenfreada exploração dos camponeses e na exacerbação da pobreza nas comunidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Associação de consumidores também põe a “boca no trombone”:</title>
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        <published>2007-11-30T19:13:17-08:00</published>
        <updated>2007-11-30T19:13:17-08:00</updated>
        <summary>Ratifiquemos a Convenção Quadro Contra o Tabaco “Comparando os gastos em saúde e os ganhos provenientes da produção do tabaco, o governo deve obrigatoriamente ratificar a convenção” defende Mouzinho Nicol`s, Presidente da Associação de Defesa do Consumidor de Moçambique (DECOM)....</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Ratifiquemos a Convenção Quadro Contra o Tabaco</p>

<p> “Comparando os gastos em saúde e os ganhos provenientes da produção do tabaco, o governo deve obrigatoriamente ratificar a convenção” defende Mouzinho Nicol`s, Presidente da Associação de Defesa do Consumidor de Moçambique (DECOM).

</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" />

<p><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><br /><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" /><p><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;">Crescem
as vozes que insistentemente tem estado a apelar ao governo moçambicano
no sentido de ratificar a Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco
(CQCT). <br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;">Desta vez o apelo vem da Associação de Defesa do Consumidor de
Moçambique (DECOM), organismo que considera que tendo em conta os
elevados encargos financeiros que o Estado despende para o tratamento
de doenças provocadas pelo fumo do tabaco, as autoridades moçambicanas
não tem outra saída senão ratificar a Convenção Quadro da Organização
Mundial da Saúde (OMS).</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;"><br /> </span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;">Assim,
entende este dirigente da sociedade civil moçambicana, os ganhos que se
diz provirem da cultura do tabaco são aparentes e, de alguma forma
falsos porque é muito dinheiro que o Estado moçambicano tem de investir
para salvar pessoas que já tem os pulmões recheados de alcatrão.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;">“O
Estado, na verdade, despende anualmente milhões de dollares americanos
para atender casos de doenças provocadas pelo fumo do tabaco. As
pessoas andam com os pulmões colados por causa do alcatrão do tabaco e
o Estado é obrigado a velar pela vida destas pessoas. Portanto, por
essa via o Estado deve criar mecanismos eficazes que ajudem a reduzir o
número de fumantes.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;"> A questão legal é fundamental nesta área e a
ratificação da Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco é
indispensável para o sucesso das campanhas anti – tabaco em Moçambique”
– anotou o Presidente da DECOM, Mouzinho Nicol`s.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;"><br /> </span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 11pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 0.8em;">A
questão da falsidade dos ganhos económicos que tem sido proclamados
pela indústria tabaqueira já, também, foi desmentida pelo Banco Mundial
que considera que os lucros do tabaco não beneficiam os países, mas
sim, única e exclusivamente a indústria tabaqueira. </span></span></p></span></p></div>
</content>



    </entry>
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        <title>Proibido Fumar  Em Lugares  Públicos</title>
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        <published>2007-11-30T19:02:47-08:00</published>
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        <summary>A partir de hoje, 01 de Dezembro, entra em vigor o Decreto 11/2007 de 30 de Maio que regula o consumo e comercialização do tabaco em todo o território nacional de Moçambique. De acordo com o Decreto é proibido o...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>A partir de hoje, 01 de Dezembro, entra em vigor o Decreto 11/2007 de 30 de Maio que regula o consumo e comercialização do tabaco em todo o território nacional de Moçambique.</p>

<p>

De acordo com o Decreto é proibido o uso de cigarros, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto derivado do tabaco em ambientes fechados, colectivos, ou públicos, tais como repartições, hospitais, recinto escolar, bibliotecas, teatros, cinemas, restaurantes, excepto em locais destinados a fumadores ou ao consumo de produtos do tabaco.</p><p>Para
além de proibir o fumo em ambientes públicos, o Decreto 11/2007 também
proíbe a venda dos produtos derivados do tabaco aos menores de 18 anos.</p>

<p>

Igualmente,
o Decreto do Conselho de Ministros interdita a publicidade de produtos
de tabaco em todos os meios de comunicação social bem como em painéis,
cartazes, murais, estações de transporte publico ou similar que se
encontrem em via pública.</p>

<p>

Recorde-se
que Moçambique ainda não ratificou a Convenção Quadro para Controle de
Tabaco da OMS, a qual o Governo assinou a 18 de Junho de 2003.</p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Smoking Banned in Public Places in Mozambique</title>
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        <published>2007-11-30T10:06:00-08:00</published>
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            <name>Philippe Boucher</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>
As
from today, December 01, Decree 11/2007 of May 30 of the Council of
Ministers, which regulates the use and sale of tobacco products, has
come into force in all national territory of Mozambique.


</p>

<p>According
to this decree, it is forbidden to smoke cigarettes, cigars, pipes or
any other form of tobacco product in closed public environments, such
as government’s departments, hospitals, schools, Libraries, Theatres,
Cinemas, restaurants and Bars, except in those places designed for
smokers or for consumption of tobacco products.</p><p>

Besides that, the decree also bans the sale of tobacco products to children under 18 years old.</p>

<p>

Equally,
the decree bans tobacco advertising in all mass media as well as in
billboards, pamphlets, murals, and public transport terminals and in
public pass ways. 

</p>

<p>It
is important to remind that Mozambique has not yet ratified the WHO
Framework Convention on Tobacco Control adopted by the World Health
Organization, which the Government signed on June 18, 2003. </p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Preparação da entrada em vigor do “não ao fumo em locais públicos”</title>
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        <published>2007-11-26T19:48:35-08:00</published>
        <updated>2007-11-26T19:48:35-08:00</updated>
        <summary>Os parceiros estão a corresponder: aponta a Secção de Saúde Mental no MISAU Os parceiros do Ministério da Saúde que devem participar, tanto no processo de criação de condições assim como na efectiva implementação do Decreto que proíbe o fumo...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Os parceiros estão a corresponder: aponta a Secção de Saúde Mental no MISAU

</p>

<p>

Os parceiros do Ministério da Saúde que devem participar, tanto no processo de criação de condições assim como na efectiva implementação do Decreto que proíbe o fumo em locais públicos está a corresponder segundo revelou a responsável pela tóxico – dependência na Secção de Saúde Mental do Ministério da Saúde (MISAU), Dra. Eugénia Teodora.</p><p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;">Segundo
explicação desta responsável do MISAU, em finais de Julho último o
Ministério da Saúde terminou a divulgação do decreto nas unidades
hoteleiras e entidades similares. Logo depois, o MISAU iniciou acções
de divulgação deste importante instrumento de promoção e defesa da
saúde dos moçambicanos ao nível de entidades públicas e privadas como
Ministérios e empresas de diversos ramos de actividade. </span></p></span></p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;">Acção
idêntica falta, segundo Teodora, ser levada a cabo em empresas de
transporte, sector que ela considera como tendo potencial número de
fumadores, daí a necessidade de o teor e exigência do decreto ser
também divulgado ao nível deste sector.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Segundo
este decreto, a partir de Dezembro será proibido o uso de cigarros,
charutos, cachimbos ou qualquer outro produto de fumo derivado do
tabaco em ambientes fechados, colectivos ou públicos, tais como
repartições, hospitais, recinto escolar, bibliotecas, teatros, cinemas
restaurantes, excepto em locais destinados a fumadores ou ao consumo de
produtos do tabaco. </span></p></span></p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; color: black; font-family: Arial;"><p><span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">Entretanto,
estas acções, a par do decreto, continuam a ser consideradas pouco para
acções de controlo efectivo do tabaco em Moçambique. As organizações da
sociedade civil em Moçambique continuam a defender a pertinência de o
governo moçambicano ratificar, o mais urgente possível, a Convenção
Quadro para o Controlo do Tabaco, como única medida que vai permitir
que o país tenha, de facto, um controlo efectivo do tabaco no país. <br /></span></p></span></p></span></span></p></span></span></span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Tendo em vista a entrada em vigor do Decreto 11/2007</title>
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        <published>2007-11-19T23:25:02-08:00</published>
        <updated>2007-11-19T23:25:02-08:00</updated>
        <summary>Comércio prepara-se para controlar venda de cigarros: “estamos a capacitar as inspecções provinciais e distritais” – Inspector Nacional de Indústria e Comércio - Com contagem decrescente para a entrada em vigor do Decreto 11/2007, o Ministério da Indústria e Comércio...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Decreto 11/2007" />
        
        
<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Comércio prepara-se para controlar venda de cigarros: “estamos a capacitar as inspecções provinciais e distritais”&lt;br /&gt;– Inspector Nacional de Indústria e Comércio - 

&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Com contagem decrescente para a entrada em vigor do Decreto 11/2007, o Ministério da Indústria e Comércio (MIC) está nos últimos tempos a desenvolver várias acções de capacitação dos seus directores provinciais e distritais de Inspecção em matéria de fiscalização de actividades relacionadas com a produção, comercialização e consumo do tabaco em todo o país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;
Sem descurar as zonas urbanas, maior ênfase de controlo, será dada aos
distritos, pois segundo entende a Inspecção Geral da Indústria e
Comércio, “é fora das cidades onde maior parte das infracções acontece”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Segundo
revelou o Inspector Geral do Ministério da Indústria e Comércio, José
Rodolfo, a sua instituição já conseguiu alcançar todas as inspecções,
pelo menos até às capitais provinciais faltando, neste momento,
completar a divulgação dos dispositivos e exigências do Regulamento do
Consumo e Comercialização do Tabaco ao nível distrital.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Com
as acções em curso, a Inspecção Geral do Comércio acredita que a
implementação do Regulamento será um sucesso, apesar de reconhecer que
“os malefícios do tabaco continuam a ser pouco divulgados no país”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O
artigo 12 do regulamento em referência sobre a interdição de venda de
produtos de tabaco a menores de idade diz claramente no seu ponto 1 que
“é proibido a venda de produtos de tabaco a menores de 18 anos de
idade, conforme determinada pela legislação”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Para
o efeito todos os vendedores de produtos de tabaco deverão, refere o
ponto 2 do artigo 12 “colocar, dentro dos seus pontos de venda, um
indicador claro e proeminente sobre a proibição de venda de tabaco a
menores de 18 anos de idade e, em caso de dúvida, exigir que o
comprador apresente prova de ter atingido a maioridade; não colocar os
produtos de tabaco à venda directamente acessíveis como nas prateleiras
de mercado ou de supermercado; não vender doces, comestíveis,
brinquedos ou qualquer outro objecto com o formato de produtos de
tabaco que possam ser atraentes para menores e garantir que as máquinas
de venda de produtos de tabaco sob seu controle não sejam acessíveis a
menores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O ponto 3 refere que é proibida a distribuição gratuita de produtos de tabaco ao público, e principalmente aos menores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Enquanto
isso, o artigo 3 (sobre os preços e impostos para reduzir a demanda de
tabaco) o regulamento exige que sejam aplicados aos &lt;span style="color: black;"&gt;produtos
do tabaco políticas tributárias e, quando aplicável, políticas de
preços elevados que contribuam para a consecução dos objectivos de
saúde tendentes a reduzir o consumo do tabaco.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
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        <title>Seja proíbido o fumo de tabaco em locais públicos</title>
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        <published>2007-11-12T18:34:06-08:00</published>
        <updated>2007-11-12T18:34:06-08:00</updated>
        <summary>Associação de Consumidores exige rigor na implementação do Decreto: “Aplaudimos a lei e esperamos que seja rigorosamente implementada para que, de facto, proteja os não fumadores”– Mouzinho Nicol`s, Presidente da Associação de Defesa dos Consumidores (DECOM) A Associação Moçambicana de...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Decreto 11/2007" />
        
        
<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Associação de Consumidores exige rigor na implementação do Decreto:

</p>

<p>

“Aplaudimos a lei e esperamos que seja rigorosamente implementada para que, de facto, proteja os não fumadores”– Mouzinho Nicol`s, Presidente da Associação de Defesa dos Consumidores (DECOM)</p>

<p>



A Associação Moçambicana de Defesa dos Consumidores Moçambicanos (DECOM) exige ao governo moçambicano que crie todas as condições necessárias que irão garantir a eficaz implementação do Decreto Lei 11/2007, de 27 de Março, instrumento que proíbe o fumo de tabaco em locais públicos em todo território nacional de Moçambique. </p><p>Designado <em>Regulamento do Consumo e Comercialização do Tabaco</em>,
este documento entra em vigor a 1 de Dezembro do corrente ano, e
espera-se que o mesmo venha disciplinar os fumadores a respeitarem a
saúde daqueles que não fumam, particularmente as crianças, jovens,
adolescentes e mulheres, evitando deste modo, causar danos a milhares
de moçambicanos que não usam produtos derivados do tabaco.</p>

<p> 

Mouzinho
Nicol`s, Presidente da Associação de Defesa dos Consumidores em
Moçambique disse que desde o princípio da criação deste dispositivo
legal, a sua organização e grande parte das Organizações da Sociedade
Civil Moçambicana aplaudiu a iniciativa governamental tendo em conta a
necessidade de proteger os moçambicanos do fumo passivo. </p>

<p>Entretanto,
Mouzinho Nicol`s mostrou-se céptico em relação à capacidade de aplicar
a lei de forma rigorosa, cabal e integral pois segundo ele, “o grande
défice de Moçambique é exactamente a componente de implementação
daquilo que são os seus dispositivos legais”. </p>

<p>Assim,
apelou o Presidente da DECOM, “todo esforço deve ser feito no sentido
de esta lei fazer-se sentir na melhoria da disciplina dos fumadores no
activo e não ficar apenas no papel como acontece com muitos outros
dispositivos legais em Moçambique” </p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Próximo encontro da COP</title>
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        <published>2007-11-01T01:19:15-07:00</published>
        <updated>2007-11-01T01:19:15-07:00</updated>
        <summary>Respondendo ao comentário da senhora Helena Peixote sobre “quando e onde será a próxima reunião da Convenção Quadro para Controle do Tabaco”, tenho a honra de informar que, de acordo com a decisão tomada no último encontro em Banguecoque, Tailândia,...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0in 0in 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Respondendo ao comentário da senhora Helena Peixote sobre “&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"&gt;quando e onde será a próxima reunião da Convenção Quadro para Controle do Tabaco”, tenho a honra de informar que, d&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT" style="FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;e acordo com a decisão tomada no último encontro em Banguecoque, Tailândia, o próximo encontro da&amp;nbsp; Conferência das Partes a Convenção Quadro para Controle do Tabaco terá lugar em 2008 na República da Africa do Sul. O lugar exacto na Africa do Sul e a data do encontro serão comunicados oportunamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Na cidade de Maputo: Município adopta medidas antitabagismo*</title>
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        <published>2007-10-12T13:34:52-07:00</published>
        <updated>2007-10-12T13:34:52-07:00</updated>
        <summary>As autoridades municipais da capital do país pretendem adoptar medidas contra o consumo e comercialização do tabaco no espaço territorial do município, uma medida que resulta da necessidade da defesa da saúde pública. Para tanto, está já em discussão o...</summary>
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<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt; &lt;p&gt;

As autoridades municipais da capital do país pretendem adoptar medidas contra o consumo e comercialização do tabaco no espaço territorial do município, uma medida que resulta da necessidade da defesa da saúde pública. Para tanto, está já em discussão o anteprojecto da postura sobre a matéria, cujo documento deverá estar pronto até aos finais do presente ano, altura em que vai ser submetido à apreciação e aprovação da Assembleia Municipal.&lt;/p&gt; 


&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/10/12/fotogr_2.jpg" onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=280,height=200,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"&gt;&lt;img width="100" height="71" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/10/12/fotogr_2.jpg" alt="Fotogr_2" title="Fotogr_2" style="margin: 0px 5px 5px 0px; float: left;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;No
quadro do exercício ora iniciado, a edilidade, através do pelouro da
Saúde e Salubridade, realizou sexta-feira última o seu terceiro fórum
sobre a saúde, um encontro que, decorrendo sob o lema “tabaco e
tabagismo, uma luta necessária”, juntou representantes de diversos
segmentos da sociedade. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;Essencialmente, o encontro tinha em vista
auscultar as diversas sensibilidades sobre a matéria e colher subsídios
para o enriquecimento do documento agora em processo de elaboração.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O documento do anteprojecto da postura sobre o consumo e
comercialização do tabaco na cidade de Maputo consta de 15 artigos
inseridos em quatro capítulos, nomeadamente sobre conceitos,
interdições, regime de publicidade e informação comercial e regime
sancionatório. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Trata-se de um documento inserido na implementação do
Decreto n.º 11/2007 do Conselho de Ministros sobre o Regulamento do
Consumo e Comercialização do Tabaco contendo normas gerais sobre a
matéria, que procura particularizar alguns aspectos tendo em conta a
realidade da cidade de Maputo, segundo explicou João Schwalbach.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dados avançados pela Associação Moçambicana da Saúde Pública (AMOSAPU)
no decurso da apresentação e discussão do documento sobre a situação do
consumo e comercialização do tabaco na cidade de Maputo, citando um
estudo realizado há cerca de cinco anos, envolvendo 1835 alunos da 7ª,
8ª e 9ª classes, dão conta que 17 porcento dos jovens fuma cigarros, ao
mesmo tempo que quatro em cada 10 estão expostos ao fumo do cigarro em
lugares públicos. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Trata-se de números que se acredita tenham aumentado
cada vez mais, sobretudo se se tomar em linha de conta que o referido
estudo foi realizado há algum tempo. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A propósito, Francisco Cabo, da
AMOSAPU,&amp;nbsp; diz que os dados que o nosso país apresenta sobre a situação
do consumo e comercialização do tabaco quando comparados com dos outros
países são bastante preocupantes.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É tendo em atenção estes factos que constituem um sério problema de
saúde pública que as autoridades governamentais moçambicanas decidiram
adoptar as medidas de regulamentação do consumo e comercialização do
tabaco. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aliás, o Banco Mundial (BIRD), reconhecendo que o tabaco está a
causar sofrimento e mortes nas comunidades em todo o mundo, realizou um
estudo sobre economia do tabaco e saúde, tendo produzido um relatório
no qual, para além das constatações sobre efeitos nocivos do tabaco,
apresenta conclusões que subsidiam a luta anti-tabaco liderada pela
Organização Mundial da Saúde (OMS).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Calcula-se que até 2030, ou talvez muito antes, uma pessoa em cada
seis, ou seja 10 milhões de pessoas morrerão por ano devido ao consumo
do tabaco, tornando-se assim aquele produto na principal causa de
morte.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Há sete anos, no Continente Africano a prevalência&amp;nbsp; do consumo do
tabaco era de 29 porcento nos homens e sete porcento nas mulheres, ao
mesmo tempo que se registaram 200 mil mortes associadas ao consumo do
tabaco. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tais estudos, conforme foi referido na ocasião, indicam que o
tabaco é a causa do cancro da boca, do pulmão e está associado à maior
parte dos casos de tuberculose e doenças cardiovasculares em África.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt; *Texto publicado no jornal notícias de 1 de Outubro de 2007&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Depois de camponeses moçambicanos: Fomentadores de tabaco também já roubam a farmeiros brancos * </title>
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        <published>2007-10-11T13:18:08-07:00</published>
        <updated>2007-10-11T13:18:08-07:00</updated>
        <summary>Chimoio, é hoje um dos lugares mais cosmopolitas do país. O Chimoio tornou-se o refúgio onde centenas de expatriados brancos, «empurrados» do Zimbabwe nos últimos quatro anos por Robert Mugabe, vieram replantar as suas raízes. «Viemos para ficar», diz Francis...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>



Chimoio, é hoje um dos lugares mais cosmopolitas do país. </p>

<p>

O Chimoio tornou-se o refúgio onde centenas de expatriados brancos, «empurrados» do Zimbabwe nos últimos quatro anos por Robert Mugabe, vieram replantar as suas raízes. 

«Viemos para ficar», diz Francis Hakings, o líder dos zimbabweanos no Chimoio. </p>

<p>A sua família, de origem inglesa, estava há quatro gerações no Zimbabwe. Em Moçambique, espera não sentir a maldição que tiveram no Zimbabwe. 

</p><p>Hakings
não foi expulso da sua terra. Mas teve de pagar, de repente, aos 500
empregados as «indemnizações», como se os tivesse despedido. 

</p>

<p>“No
dia seguinte eles apareceram ao trabalho. Nós dissemo-lhes que já não
havia dinheiro para continuar”, recorda Lizz, mulher de Hakings. O
clima era demasiado hostil para que decidissem ficar. “Tivemos que
procurar um lugar onde pudéssemos continuar a fazer a única coisa que
sabíamos fazer : trabalhar”. </p>

<p>

Como
os outros zimbabweanos, estabeleceu-se à custa do empréstimo feito pela
empresa multinacional de tabaco, a Alliance One - Moçambique. A
Alliance One – Moçambique continua a precisar de tabaco para exportar e
fazer os seus lucros. Viveram os primeiros tempos em tendas, dando prioridade ao investimento na terra. </p>

<p>

O
principal problema dos farmeiros é o financiamento. O baixo
(baixíssimo) preço do tabaco, a que estão agarrados por causa do
empréstimo, não dá lucro. “Queríamos começar a plantar mangas,
lítchies” , explica-se e lamenta Wilson, outro farmeiro branco expulso
do Zimbabwe. </p>

<p>Wilson completou depois o seu raciocínio: “frutas
tropicais que podem dar-se bem nos solos do Chimoio. Mas, não podemos.
Primeiro temos que conseguir pagar o empréstimo a Alliance One”.

Mas,
com as graças de Deus, Wilson conseguiu arranjar um sócio e está a
plantar um campo de proteas, uma flor exótica, para exportar. </p>

<p>A
produção é apoiada por uma ONG holandesa para o desenvolvimento. Aos
poucos, contam eles, “vamos conseguindo abandonar a cultura do tabaco
porque em termos de lucro, não dá grande coisa para nós. Parece que dá
mais lucros apenas a Alliance One. Queremos apostar na cultura de
frutas e flores para exportação. Havemos de conseguir” – crêem eles. 

</p>

<p><span style="color: #009933;"><strong>* Texto original de Edwin Honnou, jornalista free lancer moçambicano</strong></span> </p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Ratificação da Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco</title>
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        <published>2007-10-08T21:42:38-07:00</published>
        <updated>2007-10-08T21:42:38-07:00</updated>
        <summary>Temos que ter paciência- pede Martinho Dgedge, porta voz do Ministério da Saúde A República de Moçambique assinou em 2003 a Convenção Quadro para o Controlo de Tabaco (CQCT), mostrando a sua aceitação às exigências daquele instrumento internacional de controle...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
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        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Moçambique" />
        
        
<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Temos que ter paciência- pede Martinho Dgedge, porta voz do Ministério da Saúde</p>

<p>
A República de Moçambique assinou em 2003 a Convenção Quadro para o Controlo de Tabaco (CQCT), mostrando a sua aceitação às exigências daquele instrumento internacional de controle do tabaco e promoção da saúde pública. </p>

<p>Entretanto, passados 4 anos, o país ainda não ratificou a Convenção. A não ratificação é interpretada por muitos moçambicanos como estando a dever-se pura e simplesmente a falta de vontade política por parte do governo moçambicano. </p><p>Em
relação a este assunto, Martinho Dgedge, porta voz do Ministério da
Saúde anotou que a sua instituição continua preocupada com o facto de
Moçambique não ter ainda ratificado a Convenção, mas discordou que
esteja a faltar vontade política por parte das autoridades
governamentais moçambicanas. Dgedge classifica o actual posicionamento
do governo moçambicano como sendo de precaução e auscultação dos vários
intervenientes neste processo de cultivo, processamento,
comercialização e consumo do tabaco. 

</p>

<p><strong>“É apenas uma questão de precaução porque nestas coisas de
decidir é preciso tomar muita atenção em relação aos efeitos reais do
que se decide”</strong> – disse Dgedge, <span lang="PT">para depois aconselhar: <strong>“temos que ter paciência, um dia iremos conseguir ratificar a convenção”.</strong></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">Para
justificar a sua promessa, Dgedge mostrou-se animado com os passos que
já foram dados em matéria de controle do tabagismo em Moçambique. </span><span lang="PT">Citou,
como exemplo, o facto de o Conselho de Ministros ter aprovado o
Regulamento que proíbe o fumo em locais públicos. Para Dgedge, a
aprovação do regulamento <strong>“é um comprometimento claro do governo moçambicano em controlar a indústria tabaqueira em todo o território nacional”. </strong> </span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Indústria tabaqueira no país</title>
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        <published>2007-09-24T09:02:51-07:00</published>
        <updated>2007-09-24T09:02:51-07:00</updated>
        <summary>Governo moçambicano continua cego O Governo moçambicano continua completamente cego em relação aos malefícios da actividade da indústria tabaqueira no país. É que, recentemente durante o decurso da Feira Internacional de Maputo, o governo moçambicano voltou a elogiar a indústria...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Mozambique Leaf Tobacco - MLT" />
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Moçambique" />
        
        
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> <strong><a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=480,height=640,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/10/08/cabo1.jpg"><img width="140" height="186" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/10/08/cabo1.jpg" title="Cabo1" alt="Cabo1" style="margin: 0px 5px 5px 0px; float: left;" /></a>
Governo moçambicano continua cego</strong></p>

<p>O Governo moçambicano continua completamente cego em relação aos malefícios da actividade da indústria tabaqueira no país. É que, recentemente durante o decurso da Feira Internacional de Maputo, o governo moçambicano voltou a elogiar a indústria tabaqueira, mais concretamente a Mozambique Leaf Tobacco que tem a sua fábrica de processamento na província de Tete.</p><p><span lang="pt-PT">O governo moçambicano atribuiu a Mozambique Leaf
Tobacco, o prémio de Maior Exportador de Moçambique em 2006 (excluindo
os grandes projectos). a Mozambique Leaf Tobacco recebeu o certificado
da sua distinção das mãos do Presidente da República, Armando Guebuza.
Assim, o Presidente moçambicano ignorou, de forma total e completa, as
queixas intermitentes que tem estado a ser apresentadas pelas
populações camponesas de vários distritos da zona centro do país, sobre
a roubalheira que são vítimas da Mozambique Leaf Tobacco e outros
fomentadores da cultura do tabaco. <br /><br />A roubalheira da indústria
tabaqueira em Moçambique é basicamente resumida na má classificação do
tabaco, considerando o tabaco de primeira como de segunda. Esta
situação tem reflexos directos na redução do preço do tabaco e
consequentemente no valor pago aos camponeses. </span>

</p>

<p><span lang="pt-PT">Na imagem, uma camponesa numa das grandes
plantaçoes de Mozambique Leaf Tobacco na Provincia de Manica aprendendo
manejar a maquina de semear sementes do tabaco</span><span lang="pt-PT"><span style="font-weight: bold;">.</span></span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Na Província de Nampula – Norte de Moçambique: Fomentadores de tabaco recuam</title>
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        <published>2007-08-28T14:10:51-07:00</published>
        <updated>2007-08-28T14:10:51-07:00</updated>
        <summary>A cultura de tabaco vai registar uma queda acentuada na presente campanha agrícola em vários distritos da província de Nampula, alegadamente por incapacidade e/ou falência dos fomentadores. Igual tendência registou-se na época passada quando os fomentadores só conseguiram produzir metade...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=629,height=268,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/09/04/tobaccoplants.jpg"><img width="400" height="170" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/09/04/tobaccoplants.jpg" title="Tobaccoplants" alt="Tobaccoplants" /></a>


</p>

<p>
A cultura de tabaco vai registar uma queda acentuada na presente campanha agrícola em vários distritos da província de Nampula, alegadamente por incapacidade e/ou falência dos fomentadores. </p>

<p>Igual tendência registou-se na época passada quando os fomentadores só conseguiram produzir metade das 9 toneladas previstas.</p>

<p>Números disponíveis indicam que o distrito de Ribaue na mesma
província vai apenas conseguir produzir menos de mil toneladas contra
as duas mil e quinhentas previstas para esta época pelos fomentadores. </p>



<p> <span lang="PT">Este
é, sem dúvida, um autêntico revês para as campanhas nacionais de
cultivo e produção do tabaco pois, a cada mês que passa os níveis
produção vão baixando em muitas regiões do país. <p>Uma das grandes razões
que concorre para a falência das empresas fomentadoras de tabaco tem a
ver com a desistência de muitos camponeses que, a cada dia vão
despertando em relação à roubalheira que tem sido vítimas pelas
multinacionais. </p></span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Apreendidas na província de Manica: Alfândegas incineram cigarros contrafeitos</title>
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        <published>2007-08-28T13:37:49-07:00</published>
        <updated>2007-08-28T13:37:49-07:00</updated>
        <summary>As Autoridades Alfandegárias da República de Moçambique na província central de Manica apreenderam na primeira semana de Setembro de 2007, um total de 16 caixas de cigarros contrafeitos de marca G.T. com 1000 volumes cada. No total foram 6 mil...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> As Autoridades Alfandegárias da República de Moçambique na província central de Manica apreenderam na primeira semana de Setembro de 2007, um total de 16 caixas de cigarros contrafeitos de marca G.T. com 1000 volumes cada. No total foram 6 mil volumes de G.T. que correspondem a nada mais nada menos que 60 mil maços de cigarros contendo 20 cigarros/cada.</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" />

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" /><p>Depois
da apreensão daquela quantidade daquela substância que a ciência já
provou que faz mal à saúde, as autoridades da província de Manica
decidiram pela incineração imediata do produto. A descoberta daquela
quantidade de cigarros foi possível graças a denúncias populares que
nos últimos tempos tem estado a caracterizar o comportamento das
populações naquela zona. </p>

<p>
“Recebemos
a informação e num trabalho conjunto com outras instituições
conseguimos apreender aquela quantidade de cigarros que depois foi para
a incineração. </p>

<p>Naquela situação achamos que a incineração do produto é
a melhor opção que poderíamos tomar visto que o cigarro normal faz mal
à saúde, o contrafeito deve ser ainda muito pior” – explicou o Director
Provincial da Indústria e Comércio da Província de Manica.</p>

<p>

Estiveram
presentes no acto da destruição daquela quantidade de cigarros,
responsáveis da Direcção Provincial da Indústria e Comércio, das
Alfândegas, de Organizações da Sociedade Civil e da Inspecção
Provincial de Finanças. </p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Ad for a pack of 10 for less than 50 cents</title>
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        <published>2007-08-14T10:10:22-07:00</published>
        <updated>2007-08-14T10:10:22-07:00</updated>
        <summary>This is an ad for the newest "style" of cigarette Pack that just contains 10 cigarettes. The most ridiculous thing is the price at which the Pack is sold. It costs only 5.00Mt, less than a half of a dollar....</summary>
        <author>
            <name>Philippe Boucher</name>
        </author>
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        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Moçambique" />
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=800,height=423,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/08/14/8_painel_publicitario_d_nova_marca_.jpg"&gt;&lt;img width="380" height="200" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/08/14/8_painel_publicitario_d_nova_marca_.jpg" title="8_painel_publicitario_d_nova_marca_" alt="8_painel_publicitario_d_nova_marca_" /&gt;&lt;/a&gt;


This is an ad for the newest &amp;quot;style&amp;quot; of cigarette Pack that just
contains 10 cigarettes. The most ridiculous thing is the price at which
the Pack is sold. It costs only 5.00Mt, less than a half of a dollar.&lt;br /&gt; At the top is says: &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONHE&lt;span lang="EN-GB" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span face="Arial"&gt;Ç&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A O NOVO ESTILO DE MA&lt;span lang="EN-GB" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span face="Arial"&gt;Ç&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O INTERNACIONAL AL &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;(know the new style of the International Pack AL). On the Pack, it is written &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;ULTIMA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;,&lt;/span&gt; which means &amp;quot; the last&amp;quot;, or &amp;quot;the new&amp;quot;.&lt;br /&gt;Then, there is a star on which you can see &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;number 5&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; that represents the price, 5.00Mt for 10 cigarettes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;On the bottom of the Pack, it says, &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O MELHOR CALMANTE&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;the best tranquilizer&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;and under it&lt;em&gt;&lt;strong&gt;, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;there is an inscription which says &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;O MA&lt;span lang="EN-GB" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span face="Arial"&gt;Ç&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O DE 10&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(a Pack of 10).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span class="q"&gt;&lt;div&gt;Around the Pack, you can see jets of smoke in a light format that gives to the whole picture a wonderful look.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;div&gt;The tobacco industry's warning says: &lt;span lang="EN-GB" style="font-size: 12pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;FUMAR É UM RISCO PARA A SAUDE&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;smoking is a risk to health).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Tax-free cigarette ad in Maputo</title>
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        <published>2007-08-14T10:06:36-07:00</published>
        <updated>2007-08-14T10:06:36-07:00</updated>
        <summary>This photo can be seen in many places in Maputo, in public places where the children and youth can see. This one was captured at the corner of Ave. Vladimir Lenine and NKwame Nkrumah in Maputo. The tobacco industry does...</summary>
        <author>
            <name>Philippe Boucher</name>
        </author>
        
        
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=800,height=524,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/08/14/3_na_esquina_av_vladmir_lenine_e_nk.jpg"&gt;&lt;img width="380" height="248" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/08/14/3_na_esquina_av_vladmir_lenine_e_nk.jpg" title="3_na_esquina_av_vladmir_lenine_e_nk" alt="3_na_esquina_av_vladmir_lenine_e_nk" /&gt;&lt;/a&gt;


This
photo can be seen in many places in Maputo, in public places where the
children and youth can see. This one was captured at the corner of Ave.
Vladimir Lenine and NKwame Nkrumah in Maputo.&lt;br /&gt;The tobacco industry does not pay any tax for advertising their products in
the city. The local authorities do not get any revenue
from the tobacco industry and they&amp;nbsp; get more profits. &lt;/p&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>O Jornal mediaFax escreve</title>
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        <published>2007-08-10T13:27:54-07:00</published>
        <updated>2007-08-10T13:27:54-07:00</updated>
        <summary>Enquanto o Governo não ratificar a CQCT Regulamento de nada valerá ...e o MISAU diz que o executivo é quem traça as suas políticas de desenvolvimento e o mínimo que pode fazer é alertar as pessoas de que o “tabaco...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        
        
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Enquanto o Governo não ratificar a CQCT</p>

<p>Regulamento de nada valerá</p>

<p>

...e o MISAU diz que o executivo é quem traça as suas políticas de desenvolvimento e o mínimo que pode fazer é alertar as pessoas de que o “tabaco mata”</p>

<p>

O Regulamento do Consumo e Comercialização do Tabaco aprovado recentemente pelo Conselho de Ministros pouco ou em nada valerá, enquanto o Governo moçambicano não ratificar a Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco (CQCT), segundo denunciaram no decurso da última semana, várias organizações da sociedade civil que neste movimento de combate ao tabagismo são liderados pela Associação Moçambicana de Saúde Pública (AMOSAPU).</p>




<p>É que, segundo estas organizações, o regulamento do Conselho de Ministros da República de Moçambique torna-se não funcional tendo em conta que a aplicabilidade efectiva de pequenas regulamentações deve estar consubstanciada numa lei mãe concreta que, neste caso, seria a Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco.</p>

<p><a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=800,height=549,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/08/11/encerramento_do_seminario_2.jpg"><img width="400" height="274" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/08/11/encerramento_do_seminario_2.jpg" title="Encerramento_do_seminario_2" alt="Encerramento_do_seminario_2" /></a>


 “O esforço que está a ser desenvolvido pelo Ministério da Saúde até pode ser considerável, mas se Moçambique não ratificar a convenção, todo o esforço vai ficar ofuscado porque as vias da implementação do regulamento não poderão ter suporte de uma lei mais forte e partilhado por todos os países” – disse o Dr Jean–Pierre Baptiste, do Escritório Regional da Organização Mundial da Saúde para Africa para a área de controlo do tabaco. </p>

<p>Ele esteve em Maputo para participar no Seminário Regional Sobre formação de liderança no controlo do tabagismo.<br /> </p>

<p><span style="color: #231f20;">Num debate realizado quinta-feira, na cidade de Maputo, ficou evidente que o Governo moçambicano continua a mostrar-se bastante receoso em ratificar a convenção quadro, e uma das razões apontadas é o facto de, no Programa de Acção para a Redução da Pobreza Absoluta, PARPA II, estar incluído o tabaco como uma cultura de rendimento e, logo, de redução da pobreza absoluta. <br /></span></p>

<p><span style="color: #231f20;">Esta decisão (incluir a cultura do tabaco nas culturas de rendimento) é considerada por organizações que fazem a advocacia anti – tabaco como infeliz e resultado de uma má assessoria ao Presidente da República pois, argumentam, “vários países que há mais de cem anos cultivam tabaco, continuam mais pobres do que estavam antes”.</span>



</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;" />

<p><span style="color: #231f20;">

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;">Aliás, acrescentam, “a maior parte desses países estão a substituir o tabaco com outras culturas alimentares”.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;">Lídia Gouveia, do Departamento de Saúde Mental no Ministério da Saúde referiu que a instituição da qual faz parte é 100 por cento avessa a todas as formas de promoção do tabaco, pois “está mais que provado que o tabaco é um produto nocivo à saúde do Homem”.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;">Chamado a comentar as políticas governamentais de promoção do tabaco, Gouveia mostrou-se bastante cautelosa a comentar o assunto, pois “o governo define políticas de desenvolvimento económico e de combate a pobreza, segundo a visão que tem de cada sector de actividade”.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;">Números disponíveis indicam que, actualmente, morrem cerca de 5 milhões de pessoas por ano no mundo, por causa de doenças relacionadas com o consumo do tabaco. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, se a situação prevalecer tal qual está actualmente, as mortes vão aumentar para 10 milhões de mortes anuais até 2020 e deste total 70% das mortes ocorrerão em paises em desenvolvimento, entre os quais se encontra Moçambique. Estima-se que actualmente existam cerca de 650 milhões de fumantes no mundo inteiro.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;" /></span><span style="color: #231f20;">

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="color: #231f20;">Estudo do Banco Mundial</span></strong></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><strong><span style="color: #231f20;"><br /></span></strong></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;">O Banco Mundial concluiu que, em média, espera-se que um aumento de 10% nos preços dos produtos derivados do tabaco reduza sua demanda em cerca de 8% em países de renda baixa e média. Usando como modelo uma corte de fumantes vivos em 1995, estima-se que o aumento de impostos que elevasse o preço real de cigarros em 10% no mundo, levaria cerca de 42 milhões desses fumantes a parar, prevenindo, no mínimo, 10 milhões de mortes relacionadas com o tabagismo.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #231f20;">Uma combinação de medidas não relacionadas ao preço (como proibições abrangentes sobre publicidade e promoção, proibição do fumo em áreas públicas, alertas grandes em maços e rótulos e informação de massa) levaria cerca de 23 milhões de fumantes a parar e preveniria 5 milhões de mortes. </span><strong /></p>

</span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Let us congratulate Kenya</title>
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        <published>2007-08-10T12:31:24-07:00</published>
        <updated>2007-08-10T12:31:24-07:00</updated>
        <summary>Dear Dr. Ogwell, On behalf of the Mozambique Public Health Association (AMOSAPU), let me very warmly congratulate, in the first place, all Kenyan political leaders and decision makers for their wise vision in putting the health of the Kenyan people...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Kenya" />
        
        
<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Dear Dr. Ogwell,</p>

<p>On behalf of the Mozambique Public Health Association (AMOSAPU), let me very

warmly congratulate, in the first place, all Kenyan political leaders and decision makers for their wise vision in putting the health of the Kenyan people above the mere tobacco economical interests. </p>

<p>And in the second place, all of you, health and other professionals who have, courageously, been engaged in lobbying to convince the decision makers to pass <a href="http://press.page2go2.com/0150536.html"><span style="color: #0000ff;"><strong>this very important tobacco control Bill</strong></span></a>.</p><p>Your example inspires us and gives us a hope that any just battle is not
futile but meaningful and noble, especially when it comes to tobacco control.

We shall use this example in our fight to make the Mozambican politicians and decision makers to understand that human life and health of all citizens are fundamental human rights and they should always be in the top of their agenda and any decision they have to make has to be always in favor of these two fundamental human rights.

Now, as you have correctly stated, the real and toughest battle has begun, to implement the Bill in real sense. We encourage you to continue fighting with determination and perseverance as you have already shown in having this Bill passed.



Once again, my warm congratulations to you.



Francisco Cabo</p></div>
</content>



    </entry>
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        <title>Tabaco matou mais de 33 milhões de pessoas no mundo</title>
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        <published>2007-08-03T13:02:21-07:00</published>
        <updated>2007-08-03T13:02:21-07:00</updated>
        <summary>Em Consequência de doenças directamente relacionadas com o consumo do tabaco, pouco mais de 33 milhões de pessoas morreram nos últimos 7 anos, cifra que, por si só, mostra o quão preocupante é a epidemia do tabaco no globo terrestre....</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        <category scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" term="Confrencia das Partes a CQFT em Bangeucoque" />
        
        
<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Em Consequência de doenças directamente relacionadas com o consumo do tabaco, pouco mais de 33 milhões de pessoas morreram nos últimos 7 anos, cifra que, por si só, mostra o quão preocupante é a epidemia do tabaco no globo terrestre. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estes dados foram divulgados na cerimónia de abertura da Segunda Reunião da Convenção das Partes sobre o tabaco que decorreu recentemente em Bangkok, na Tailândia. Esta sessão discutiu os avanços de estratégias no que concerne a acções de controlo do tabaco no mundo.

&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reunião analisou a elaboração de protocolos sobre o comércio ilícito de tabaco e a publicidade enganosa que caracteriza as acções de marketing da indústria tabaqueira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O encontro teve também uma sessão especial que vai discutiu o financiamento para acções de controle do tabaco no mundo, com particular destaque para acções a serem desenvolvidas em países pobres e em vias de desenvolvimento, locais que actualmente constituem a preferência da indústria tabaqueira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt; O objectivo principal desta sessão especial foi de buscar mecanismos sustentáveis de&amp;nbsp; substituição da cultura do tabaco por outras culturas de rendimento e outras que possam, de facto, garantir a subsistência alimentar das famílias dos países pobres e em vias de desenvolvimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

Neste debate (substituicao do tabaco por outras culturas economicamente viáveis) foi cientificamente provado que o tabaco não tem outra possível aplicação para que a sua produção possa ser incentivada no mundo. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tendo em conta os danos economicos, sanitarios e ambientais, em nenhuma circunstancia os paises devem deixar-se enganar pela industria tabaqueira para continuar cultivar o tabaco, segundo ficou claro no referido debate.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

Três estudos realizados no Brasil, Bangladesh e India sobre a Substituição do tabaco por outras culturas foram apresentados apresentados no debate e todos, duma forma unánime, confirmaram o drama que os produtores enfrentam na produção do tabaco, nomeadamente a pobreza originada pela má classificação do produto dos camponeses pela indústria tabaqueira.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

 

Na reunião, participaram como membros de Pleno Direito, todos os países que já ratificaram a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), enquanto que os que ainda não ratificaram este instrumento da Organização Mundial da Saúde (OMS) participaram apenas como observadores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

 

De salientar que o governo moçambicano, que ainda não ratificou a convenção não enviou nenhum representante que poderia participar, pelo menos, como observador, tal como o fizeram muitos países na mesma situação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

 

A AMOSAPU participou no encontro como Organização que integra o movimento da sociedade civil internacional que desenvolve acções de controlo do tabaco em Moçambique.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

 

Recorde-se que Moçambique aprovou recentemente um regulamento que proíbe o fumo em locais públicos, instrumento considerado bastante lacunoso pelos movimentos anti-tabagismo. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>BAT apostada a contrariar qualquer lei </title>
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        <published>2007-07-20T07:26:39-07:00</published>
        <updated>2007-07-20T07:26:39-07:00</updated>
        <summary>Os ultimos acontecimentos em Mocambique, particularmente os eventos que tiveram lugar em Maio, nomeadamente: a realizacao do seminario sobre o papel das Associacoes de Saude Publica de Africa Oriental e Austral no controle do tabaco e a celebracao do Dia...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=357,height=347,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/07/20/popular1.jpg"><img width="357" height="347" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/07/20/popular1.jpg" title="Popular1" alt="Popular1" /></a>


</p>

<p>Os ultimos acontecimentos em Mocambique, particularmente os eventos que tiveram lugar em Maio, nomeadamente: a realizacao do seminario sobre o papel das Associacoes de Saude Publica de Africa Oriental e Austral no controle do tabaco e a celebracao do Dia Mundial Sem Tabaco que coincidiu com a publicacao do Decreto do Conselho de Ministro banindo o consumo do tabaco em lugares publicos, a industria do tabaco decidiu aumentar a sua agrevissidade publicitaria das suas marcas de cigarros. </p><p>Esta atitude da industria nao mais do que a afirmacao segunda a qual
esta industria esta preparada a desafiar a todo o custo, qualquer
medida que pretende controlar o seu negocio. Como Mocambique nao
ratificou a Convencao Quadro para COntrole do Tabaco da OMS (FCTC),
dificilmente o governo mocambicano podera adoptar uma lei eficaz pois a
mesma nao tera uma base segura universal para obrigar a industria a
cumpri-la. Quer dizer, o governo mocambicano estara a agir isoladamente
sem estar a concertar com outros paises dentro dos principios da FCTC.</p>

<p> Nos ultimos dias a publicidade do tabaco inundou toda a cidade de
Maputo. Em cada esquina se encontra cartaz publicitando cigarros com
intinuito de levar mais jovens e criancas a fumar o cigarro. De facto,
Mocambique esta mesmo na carruagem da industria do tabaco pelo facto de
o governo nao estar interessado em controlando o tabaco ratificando a
Convencao Quadro para Controle do Tabaco da OMS.</p></div>
</content>



    </entry>
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        <title>Recomendada Adopcao Da Directivas Sobre Proteccao Contra Fumo Ambiental Do Tabaco (FAT)</title>
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        <published>2007-07-03T21:16:18-07:00</published>
        <updated>2007-07-03T21:16:18-07:00</updated>
        <summary>Banguecoque, 04 de Julho de 2007 Os representantes dos paises na 2ª reuniao da Confrencia das Partes a CQCT a decorrer em Banguecoque, Tailandia desde 30 d3 Junho, recomendaram, numa das sessoes do Comite A da conferencia, adopcao na integra,...</summary>
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            <name>Philippe Boucher</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Banguecoque, 04 de Julho de 2007</p>

<p>
Os
representantes dos paises na 2ª reuniao da Confrencia das Partes a CQCT
a decorrer em Banguecoque, Tailandia desde 30 d3 Junho, recomendaram,
numa das sessoes do Comite A da conferencia, adopcao na integra, das
directivas propostas para ajudar os governos a adoptarem leis eficazes
para proteger as pessoas contra a exposicao ao fumo ambiental do tabaco
(FAT), vulgo fumo passivo.</p><p>As directivas propostas baseam-se em
evidencias cientificamente comprovadas segundo as quais o fumo
ambiental do tabaco mata, que nao ha niveis seguros de exposicao ao
FAT, e que todas as pessoas, em particular, os trabalhadores merecem
ter proteccao contra o fumo ambiental do tabaco.</p>

<p>Segundo o
comunicado divulgado hoje pela FCA (Alianca pela Convencao Quadro), o
fumo ambiental do tabaco contem 4,000 substancias quimicas das quais,
pelo menos 69 sao conhecidas causadoras do cancro. O FAT contem tambem,
gases toxicos e particula finas que danificam o coracao e pulmoes.</p>

<p>As
directivas, a serem aprovadas pela presente Reuniao da Conferencia das
Partes (COP2), proporcionarao aos givernos a primeira orientacao
oficial sobre a melhor e mais eficaz forma de proteger as pessoas
contra o FAT. Igualmente, as directivas proporcionarao, de forma
inequivoca, instrucoes baseadas em evidencias segundo as quais as areas
designadas para fumar, os sistemas de ventilacao destinados a remover o
fumo do tabaco – memdidas, as vezes policamente adoptadas para fazer
com a proibicao de fumar em lugares publicos fechados seja aceites, nao
conferem as pessoas a desejada proteccao contra o fumo ambiental do
tabaco.</p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>2A Reuniao Da Conferencia Das Partes A Convenção Quadro Para Controle Do Tabaco</title>
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        <published>2007-07-02T08:18:17-07:00</published>
        <updated>2007-07-02T08:18:17-07:00</updated>
        <summary>Banguecoque – Tailandia, 30 de Junho a 06 de Julho, 2007 Os paises ratificantes da CQCT da OMS se encontram reunidos em Banguecoque, Reino de Tailandia, numa 2a reuniao da Conferencia das Partes, orgao maximo da CQCT. Participam no encontro...</summary>
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            <name>Philippe Boucher</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Banguecoque – Tailandia, 30 de Junho a 06 de Julho, 2007</p>

<p>
Os
paises ratificantes da CQCT da OMS se encontram reunidos em
Banguecoque, Reino de Tailandia, numa 2a reuniao da Conferencia das
Partes, orgao maximo da CQCT.</p>

<p>
Participam no encontro para alem
dos paises que ratificaram o tratado, representantes dos paises que
ainda nao ratificaram a CQCT a titulo de observadores, das organizacoes
intergovernamentais e nao-governamentais.</p><p>Agenda do encontro
inclue a elaboracao das directivas para a implementacao da CQCT, bem
como a elaboracao dos protocolos especificos referents aos temas como o
comercio ilicito dos produtos do tabaco, publicidade trans-fronteirica,
elaboracao dos mecanismos de financiamento das actividades de controle
do tabaco, incluindo o estudo sobre a substituicao do tabaco por
culturas economicamente viaveis, entre outros assuntos no ambito de
combate ao tabagismo no mundo que ate a data do inicio dos trabalhos da
presente sessao ja matou mais de 33 milhoes de pessoas em todo o mundo
desde 25 de Outubro de 1999.</p>

<p>A CQCT e um tratado internacional
de saude publica que tem como objectivo central a proteccao das
presentes e futures geracoes contra devastadoras consequencias
economicas, sanitaria e ambietais resultants do consumo do tabaco.</p>

<p>Nos
debates deste encontro, nota-se uma continua ausencia de Mocambique, um
pais com respeitavel prestigio no mundo, particularmente na familia das
Nacoes Unidas. Embora ainda nao tenha ratificado o tratado, Mocambique
tem direito e obrigacao de estar presente em todos os encontros desta
natureza, pois o pais e membro do sistema das Nacoes Unidas,
nomeadamente a ONU, OMS e outras.</p>

<p>O tabagismo e uma doenca que
esta afectando todo o mundo de forma epidemica, sendo ele a 2a causa
evitavel de doencas e mortes. Os paises em via de desenvolvimento estao
na mira da industria tabaqueira para expander o seu negocio mortifero
uma vez que os paises desenvolvidos que sao donos da industria, estao
adoptando medidas cada vez regorosas para proteger os seus cidadaos,
obrigando a industria procurar novos mercados em paises onde a
legislacao e fragil como e caso de Mocambique.</p>

<p>Banguecoque, 02 de Julho de 2007</p>

<p><script><!--
D(["ce"]);

//--></script></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Aumentam casos de doenças relacionadas com o tabaco</title>
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        <published>2007-06-11T01:52:44-07:00</published>
        <updated>2007-06-11T01:52:44-07:00</updated>
        <summary>O número de doenças directamente relacionadas com o consumo do tabaco está a crescer no país, segundo a Presidente da Associação Moçambicana de Saúde Pública (AMOSAPU), Margarida Matsinhe, que falou à nossa reportagem no decurso de um seminário regional sobre...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;O número de doenças directamente relacionadas com o consumo do tabaco está a crescer no país, segundo a Presidente da Associação Moçambicana de Saúde Pública (AMOSAPU), Margarida Matsinhe, que falou à nossa reportagem no decurso de um seminário regional sobre a matéria, que hoje coincide com as acelerações do Dia Mundial Sem Tabaco.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sem
avançar dados estatísticos, citando fontes ligadas à Saúde, Matsinhe
descreveu um quadro sombrio não só a nível da saúde como também do meio
ambiente que está a ser seriamente afectado pela produção,
processamento e consumo do tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Referiu
que apesar de estar a se tratar de um produto de “rendimento” e com o
qual se pretende combater a pobreza absoluta é, ao mesmo tempo, um
elemento destruidor da força humana que mais contributo daria para o
desenvolvimento do país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A
agressividade do marketing sobre a população jovem e as mulheres é
outro factor que concorre para que o tabaco seja um problema de saúde
pública em Moçambique.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt; “O fumo do tabaco no organismo de uma mãe afecta
não só a ela como também ao feto. Nos jovens o tabaco estimula o
consumo de outro tipo de drogas mais fortes e quando não há prevenção,
é parte de uma geração que se pode perder” – exemplificou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Uma
das saídas encontradas para este problema é o desenvolvimento das
campanhas de advocacia e “lobbies” junto do Governo, no sentido de
ratificar a Convenção quadro para o Controlo do Tabaco, instrumento sem
o qual Moçambique não pode compartilhar com outras nações, informações
tendentes a minorar o consumo do tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A
indústria tabaqueira tornou-se, nos últimos anos, numa grande aposta
para a economia de muitos países e Moçambique não foge à regra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sobre
se o desafio da AMOSAPU seria concretizado, a nossa fonte disse que o
que está em causa, neste momento, não é eliminar a indústria
tabaqueira. “Isso é um processo muito longo e mesmo os países que
conseguiram esse feito não o fizeram em poucos anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;E mais, a
Convenção Quadro é um instrumento que protege também a indústria
tabaqueira na medida em que dá tempo para que esta crie outras
alternativas em substituição da produção do tabaco e outras culturas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Até
ao momento, 31 nações africanas ratificaram a Convenção Quadro, mas
Moçambique ainda não o fez. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Recentemente, aprovou um regulamento válido
internamente sobre espaços livres do tabaco e que ainda não entrou em
vigor. Enquanto ficar apenas em regulamento interno, o país não terá
espaço para entrar nas grandes mudanças internacionais sobre a matéria.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Entretanto,
o Dia Internacional Sem Tabaco é este ano celebrado sob o lema:
“Ambientes Livres do Tabaco” e é mais uma ocasião na qual chama-se
atenção a factores de risco e consequências nefastas deste mal, a
importância da prevenção do consumo do tabaco na camada jovem e nos
fumadores passivos, assim como o apelo à cessação do consumo nos que já
aderiram ao fumo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Para
o dia de hoje estão agendadas várias actividades, a saber a realização
de uma palestra na escola Secundária Estrela Vermelha, um debate sobre
o regulamento de controlo do consumo de tabaco a ter lugar no
Ministério da Saúde. &lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Proibido fumar: Decreto 11/2007 interdita fumo em lugares públicos a partir de Dezembro</title>
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        <published>2007-06-11T01:46:52-07:00</published>
        <updated>2007-06-11T01:46:52-07:00</updated>
        <summary>Iniciamos hoje a divulgação dos artigos inseridos em diveros jornais (Jornal notícias) sobre os ltimos acontecimentos ocorridos no âmbito mbito de luta pelo controle do tabaco em Moçambique. O consumo de tabaco e seus derivados em lugares públicos passará a...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
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<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Iniciamos hoje a divulgação&amp;nbsp; dos artigos inseridos em diveros jornais (Jornal notícias) sobre os ltimos acontecimentos ocorridos no âmbito mbito de luta pelo controle do tabaco em Moçambique. 


&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O consumo de

tabaco e seus derivados em lugares públicos passará a ser proibido a partir de Dezembro próximo, devendo os proprietários de cada espaço definir locais para fumadores e não fumadores, conforme determina o Decreto 11/2007, de 30 de Maio, que regula sobre o Consumo e Comercialização do Tabaco em todo o território nacional moçambicano.
&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O documento foi divulgado no Boletim da República, um dias antes do
Dia Mundial de Luta Contra o Tabaco, assinalado esta semana, sob o lema
&amp;quot;Ambientes Livres do Fumo do Tabaco&amp;quot;. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, será proibido o uso de
cigarros, charutos, cachimbos ou qualquer outro produto de fumo
derivado do tabaco em ambientes fechados, colectivos ou públicos, tais
como reparti&lt;span lang="PT"&gt;ções, hospitais, recinto escolar,
bibliotecas, teatros, cinemas restaurantes, excepto em locais
destinados a fumadores ou ao consumo de produtos do tabaco. &lt;/span&gt;



&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;quot;E
proibido fumar em todas as instituições do Estado, em aeronaves e
demais veículos de transporte colectivo público ou privado, nos
aeroportos, nas terminais de autocarros fechados, dos comboios e dos
navios de passageiros&amp;quot;, estipula o decreto, que proíbe ainda a
produção, comercialização, importação e distribuição de alimentos na
forma de cigarro, charuto ou outro produto de fumo derivado ou não do
tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Para
fumadores, o consumo de produtos do tabaco será permitido nos espaços
ou áreas públicas como estabelecimentos para fumadores, bares,
discotecas, restaurantes e outros espaços onde a actividade principal é
venda de bebidas alcoólicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Será autorizado o fumo em clubes &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;nocturnos, casinos e outros &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;espaços
onde a actividade principal é a provisão de entretenimento, em hotéis,
pensões, alojamento, &amp;quot;guest houses&amp;quot; e outros estabelecimentos onde à
acomodação é oferecida por via de aluguer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;quot;Não
se pode fumar em navios, ferry-boats, comboios, aeroportos, portos e
estações ferroviárias, terminais, rodoviárias e locais de trabalho&amp;quot;,
estabelece o decreto, acrescentando que todo o empregador, gerente ou
portador de licença para a exploração dos espaços descritos acima
deverá designar uma área para fumadores, que não exceda 25 porcento da
área total do espaço público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt; Aquela zona deverá estar separada do
resto do espaço público por paredes sólidas e uma porta de entrada onde
deverá estar uma placa dizendo &amp;quot;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;área para fumadores&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, escrita em letras pretas com pelo menos dois centímetros de comprimento e 1 ,5 centímetro de largura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Segundo
o decreto, as infracções serão punidas com multa equivalente a cinco
salários mínimos mensais, em caso de primeira infracção, l0 na &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;segunda, 20 em caso de reinci&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;dência
e suspensão da actividade um a quatro meses, em caso de mais que uma
reincidência. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;No caso de venda de produtos e tabaco a menores ou por
menores, os infractores serão unidos com uma multa equivalente 10
salários mínimos mensais, primeira infracção, 20 em caso de
reincidência, suspensão da actividade por um a três meses ou mesmo
cancelamento do registo em caso de mais do que uma reincidência&amp;quot;,
indica a fonte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Em
caso de comércio ilícito produtos do tabaco, os actores serão punidos
com multa equivalente a 15 salários mínimos na primeira infracção, 40 &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;por
reincidência e suspensão ou cancelamento da actividade em caso de mais
de uma reincidência, devendo o produto da venda ser imediatamente
apreendido e destruído em público. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Nas acções de contrabando, sem juízo
da aplicação das sanções previstas na legislação aduaneira, para além
do encerramento definitivo da actividade e apreensão, será feita a
destruição produto em público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A
propósito, Lídia Gouveia, chefe do Programa Nacional de Saúde, disse
que eventos para a divulgação do regulamento serão promovidos em todo o
país.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>OMS propõe proibição de fumo em locais públicos</title>
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        <published>2007-06-04T02:47:18-07:00</published>
        <updated>2007-06-04T02:47:18-07:00</updated>
        <summary>A OMS propôs, na última terça-feira, dia 29 de Maio, a proibição mundial do fumo em locais de trabalho e lugares públicos fechados. "A evidência é clara, não há nível seguro de exposição à fumaça do tabaco", disse a directora-geral...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-family: Verdana;">A OMS propôs, na última terça-feira, dia 29 de Maio, a proibição mundial do fumo em locais de trabalho e lugares públicos fechados. "A evidência é clara, não há nível seguro de exposição à fumaça do tabaco", disse a directora-geral da OMS, Margaret Chan, lembrando que a medida reduziria a exposição de não fumantes. O pedido foi feito em nota prévia ao “</span><span lang="EN-GB" style="font-family: Verdana;"><a title="http://www.who.int/tobacco/communications/events/wntd/2007/es/index.html" href="http://www.who.int/tobacco/communications/events/wntd/2007/es/index.html"><span style="color: #ff6600;">Dia Mundial Sem Tabaco</span></a></span><span lang="PT" style="font-family: Verdana;">”, comemorado mundialmente hoje, dia 31 de Maio.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" />

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-family: Verdana;">A
OMS baseia suas recomendações em três estudos sobre o fumo passivo,
dois deles feitos nos EUA e outro da Agência Internacional para a
Pesquisa sobre o Câncer. Segundo a OMS, cerca de 200 mil trabalhadores
morrem todos anos devido à exposição à fumaça no trabalho, enquanto 700
milhões de crianças - cerca de metade das que existem no mundo -
respiram o ar poluído pela fumaça de cigarros, especialmente em suas
casas.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-family: Verdana;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-family: Verdana;">O
tabaco é a principal causa de mortes evitáveis no mundo e o número de
fumantes continua crescendo rapidamente nos países em desenvolvimento.</span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-family: Verdana;"><br /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT" style="font-family: Verdana;">Os
países participantes da Convenção-Quadro sobre o Controle do Tabaco,
promovida pela OMS, devem discutir directrizes sobre a exposição ao
fumo durante uma reunião a partir de 30 de Junho em Bangkok (Tailândia).</span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Seminario sobre lideranca no controle do tabaco</title>
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        <published>2007-06-04T02:00:59-07:00</published>
        <updated>2007-06-04T02:00:59-07:00</updated>
        <summary>A Associação Moçambicana de Saúde Pública, em parceria com a Associação de Saúde Pública do Canada organizou em Maputo, de 29 a 30 de Maio de 2007, um seminário sobre liderança no Controle do Tabaco para as Associações de Saúde...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>A Associação Moçambicana de Saúde Pública, em parceria com a Associação de Saúde Pública do Canada organizou em Maputo, de 29 a 30 de Maio de 2007, um seminário sobre liderança no Controle do Tabaco para as Associações de Saúde Pública na Africa Oriental e Austral no qual participaram representantes das Associações de Saúde Pública de Etiópia, Uganda, Tanzânia, Malawi, Africa do Sul e Moçambique, bem como os representantes das seguintes organizações: a Organização Mundial de Saúde (OMS), Pesquisa para Controle do Tabaco/Centro Internacional de Desenvolvimento de Pesquisa (RITC), Médicos por Um Canada Livre do Tabaco e Associação de Saúde Pública do Canada (CPHA).

</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" /><p>O
seminário, que contou com o apoio financeiro do Ministério da Saúde do
Canada, tinha como objectivo a preparação de uma estratégia de acção
para o controle do tabaco para as associações de saúde pública da
região de Africa Oriental e Austral.



Os
participantes no seminário tomaram nota de que em 2005, as doenças não
transmissíveis (DNT) provocaram mais de 2.4 milhões de mortes na Africa
Sub-sahariana, o equivalente a 23% de todas as mortes nesta região. Até
2030, as estimativas indicam que um total cumulativo de mortes devido a
doenças não transmissíveis na região excederá de 28 milhões. O tabaco é
o maior factor de risco para a morbilidade e mortalidade por Doenças
Não Transmissíveis. Esta situação representa a maior crise global de
saúde pública.



</p>

<p>

Os
participantes do seminário reconheceram o papel de liderança que as
Associações de Saúde Pública (ASP) podem desempenhar na protecção de
saúde dos cidadãos e na promoção dos programas e de boas práticas de
saúde pública na região de Africa Oriental e Austral. 



Os
participantes do Seminário, de uma forma unanime, apelaram a todos os
governos da região de África Austral e Oriental a reconhecerem o
controlo do tabaco como uma questão de Saúde Pública séria,
desafiando-os para ratificar/aceder a CQCT o mais cedo possível de
forma a que ela sirva de instrumento para a protecção de saúde das suas
populações. 



Os
participantes do seminário convidam todos os governos, associações de
saúde pública e ONGs envolvidas no controlo do tabaco na região de
África Austral e Oriental para prepararem e submeterem propostas aos
mecanismos de financiamento existentes, quer sejam fontes locais ou
internacionais, como por exemplo, a Iniciativa Global de Bloomberg.



De realçar que o seminário teve lugar numa altura em que todos os países do mundo celebravam o Dia Mundial Sem Tabaco 2007.</p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>First Public Health Association Leadership in Tobacco Control Workshop: a clarification.</title>
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        <published>2007-05-18T01:41:16-07:00</published>
        <updated>2007-05-18T01:41:16-07:00</updated>
        <summary>Following the announcement on the forthcoming workshop in Maputo, many people have raised some questions on it and expressed their willingness to participate. It is important to clarify that the workshop is only for the partners of SOPHA Program run...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        
        
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Following the announcement on the forthcoming workshop in Maputo, many people have raised some questions on it and expressed their willingness to participate. It is important to clarify that <span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">the workshop is only for the partners of <a href="http://www.sopha.cpha.ca/english/building_e.html"><span style="color: #ff0000;"><strong>SOPHA Program</strong></span></a> run by the Canadian Public Health Association (CPHA). </span></p><p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">South African
Public Health, which is not a partner of CPHA, has been to participate
in the workshop because of their long experience in tobacco control in
the region.</span>

</p>



<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: 10pt; color: blue; font-family: Arial;"><span style="color: #000000;">Besides
that, the announcement was an invitation-only for the meeting of
representatives of PHAs. One of the task the PHAs participants will
have to carry out will be meeting with tobacco control advocates and
associations upon their return to their respective countries to share
the workshop's outcomes.</span></span></span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Empresa que dedica-se ao cultivo e comercialização de bananas  </title>
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        <published>2007-05-18T00:42:00-07:00</published>
        <updated>2007-05-18T00:42:00-07:00</updated>
        <summary>Bananalândia contrabandeia cigarros. As autoridades alfandegárias sul africanas apreenderam no decurso da última semana de Abril um camião de transporte de bananas, da empresa denominado “bananalândia” que disfarçava grandes quantidades de cigarros. Segundo soubemos, o camião transportava cerca de mil...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Bananalândia contrabandeia cigarros.</p>

<p> 

As autoridades alfandegárias sul africanas apreenderam no decurso da última semana de Abril um camião de transporte de bananas, da empresa denominado “bananalândia” que disfarçava grandes quantidades de cigarros. Segundo soubemos, o camião transportava cerca de mil volumes de diversas marcas de cigarros embaladas no meio de camião que tinha a parte circundante preenchido por caixas de bananas. </p><p>A proveniência dos cigarros, em termos de origem, ainda é desconhecida, mas sabe-se que o camião fez o carregamento de bananas nas plantações dos Pequenos Libombos, Namaacha, província de Maputo.</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="font-size: 0.8em;">Segundo soubemos, depois de partir das machambas dos Pequenos Libombos, o camião passou pela fronteira de Ressano Garcia com destino à vizinha República da África do Sul, tendo sido interceptado por uma brigada das autoridades alfandegárias sul africanas, mais concretamente na zona de Komatiport já no território sul africano.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="font-size: 0.8em;"><br /> </span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span style="font-size: 0.8em;">Soubemos ainda que o motorista do camião foi posteriormente liberto mediante o pagamento de uma multa, cujo valor não conseguimos apurar. Neste momento o camião ainda encontra-se sob custódia das autoridades sul africanas. <br /></span></span></p>

<h2 style="margin: 0in 0in 0pt;" /></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Países continuam a dizer não ao tabaco</title>
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        <published>2007-05-18T00:26:31-07:00</published>
        <updated>2007-05-18T00:26:31-07:00</updated>
        <summary>Tanzânia já ratificou CQCT. A República Unida da Tanzânia ratificou recentemente a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), tornando-se no 147º Estado a dar um importantíssimo passo para garantir que o cultivo, processamento, comercialização e consumo do tabaco...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Tanzânia já ratificou CQCT.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

A República Unida da Tanzânia ratificou recentemente a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), tornando-se no 147º Estado a dar um importantíssimo passo para garantir que o cultivo, processamento, comercialização e consumo do tabaco sejam feitos dentro dos parâmetros legislativos definidos pela Organização Mundial da Saúde. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;

Com a ratificação da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco, este país da região austral de África disse claramente &lt;em&gt;não ao tabaco &lt;/em&gt;e&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;já pode avançar firmemente para a implementação de campanhas anti-tabaco no seu país, em defesa de saúde dos seus cidadãos. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
O texto da CQCT dispõe sobre medidas para a redução da demanda, como
por exemplo, aumento de preços e impostos, protecção contra a exposição
à fumaça do tabaco, promoção da cessação do consumo do tabaco,
proibição da publicidade, promoção e patrocínio do tabaco, e medidas
para redução da oferta de tabaco, como, por exemplo, controle do
comércio ilegal (contrabando), proibição da venda de produtos derivados
do tabaco a menores de idade e apoio a actividades alternativas
economicamente viáveis no lugar da cultura do fumo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Vítimas da burla pela indústria tabaqueira</title>
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        <published>2007-05-14T00:37:15-07:00</published>
        <updated>2007-05-14T00:37:15-07:00</updated>
        <summary>Cerca de 1000 camponeses abandonam cultivo de tabaco em Marávia...e a campanha passada foi feita só por um total de 12 camponeses. Cerca de 1000 camponeses do distrito de Marávia, a oeste da província central de Tete abandonaram, na campanha...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Cerca de 1000 camponeses abandonam cultivo de tabaco em Marávia...e a campanha passada foi feita só por um total de 12 camponeses.

&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cerca de 1000 camponeses do distrito de Marávia, a oeste da província central de Tete abandonaram, na campanha agrícola passada, a cultura do tabaco naquele ponto do país. A propositada má classificação do tabaco por parte das empresas fomentadoras deste produto nocivo à saúde humana é apontada como principal causa da desistência da cultura de tabaco por parte daqueles camponeses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt; Como consequencia disso, a campanha agrícola passada foi feita apenas por 12 camponeses. 

&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Segundo dados de 2005, o distrito de Marávia tinha cerca de 1100 camponeses a cultivarem o tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A problemática da má classificação do tabaco já tem barbas brancas em Moçambique, principalmente na província de Tete. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Esta situação, considerada inaceitável pelos camponeses, já foi igualmente denunciada ao Presidente da República, Armando Guebuza, aquando da primeira digressão presidencial pelo país no ano passado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Entretanto, de lá para cá, as autoridades moçambicanas continuam a fazer ouvidos de mercador, permitindo que os camponeses continuem a ser feudalmente explorados&amp;nbsp; pelas empresas fomentadoras de tabaco, actualmente lideradas pela Mozambique Leaf Tobacco que detém o monopólio da cultura do tabaco naquela zona do país.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
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        <title>First Public Health Association Leadership in Tobacco Control in East and Southern Africa workshop.</title>
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        <published>2007-05-08T03:17:21-07:00</published>
        <updated>2007-05-08T03:17:21-07:00</updated>
        <summary>The Associaçáo Moçambicana de Saúde Pública (AMOSAPU), in association with the Canadian Public Health Association (CPHA), will conduct the first Public Health Association Leadership in Tobacco Control in East and Southern Africa workshop. This event will take place May 29...</summary>
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<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml">The Associaçáo Moçambicana de Saúde Pública (AMOSAPU), in association with the Canadian Public Health Association (CPHA), will conduct the first <em>Public Health Association Leadership in Tobacco Control in East and Southern Africa</em> workshop. This event will take place May 29 – 31, 2007, in Maputo - Mozambique.<p>The
participating countries will be Ethiopia, Uganda, Malawi, Tanzania,
Mozambique and South Africa, all of whom, with the exception of South
Africa, have been partners with CPHA’s <em>Strengthening of Public Health Association (SOPHA)</em> Program.



The purpose of the workshop will be:</p>

<p>1- to prepare an action strategy on tobacco control for public health associations in the East and Southern Africa region. This
strategy will identify how public health associations can contribute to
generating scientifically-sound data to advance the public health cause
related to tobacco control, the utilization of this evidence base for
advocacy strategies to promote the ratification and application of the
Framework Convention on Tobacco Control (FCTC) by national governments,






</p>

<p>2-
to identify how public health associations can contribute to national
and regional monitoring of the application of the FCTC, <span style="font-size: 11pt;"><span face="Times New Roman">and <br /><br /></span></span>3- to identify potential sources of funding in support of PHA activities in tobacco control.</p></div>
</content>



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        <title>Angola ratificou a CQCT?</title>
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        <published>2007-04-30T03:00:11-07:00</published>
        <updated>2007-04-30T03:00:11-07:00</updated>
        <summary>Moçambique acolheu de 26 a 28 de Setembro de 2006, um seminário sobre Formação de Liderança em Controle do Tabaco. No evento participaram representantes das Organizações da Sociedade Civil e de instituições governamentais dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP)...</summary>
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<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Moçambique acolheu de 26 a 28 de Setembro de 2006, um seminário sobre Formação de Liderança em Controle do Tabaco. No evento participaram representantes das Organizações da Sociedade Civil e de instituições governamentais dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP) que, em conjunto, traçaram estratégias de combate ao tabagismo e mecanismos de promoção de campanhas de saúde pública nos seus países. </p>
<p>Falando durante o seminário de Maputo, a representante de Angola, Dra.
Filomena Wilson, deu a conhecer que o seu país ratificou, a 26 de Junho
de 2004, a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT).
</p>

<p>Entretanto, esta informação deixa sérias dúvidas, na medida em que, na
lista dos países que já ratificaram este instrumento da Organização
Mundial da Saúde (OMS), o nome deste país (Angola) não consta. </p>

<p>Todas as
tentativas para confirmar a veracidade ou não desta informação, deixada
em Maputo, pela representante angolana não resultaram. A seguir eis, na
íntegra, a apresentação feita pela Dra. Filomena Wilson, representante
da República de Angola no Seminário sobre Formação de Liderança em
Controle do Tabaco.
</p>

<p>“Em 1989 realizou-se um estudo na maternidade Central de Luanda sobre o
consumo de cigarros durante a gravidez. Como resultado concluiu-se
existe relação entre o consumo de tabaco e do nascimento de crianças
com peso baixo. No entanto, não consideramos que o estudo tenha sido
conclusivo devido ao alto índice de mal nutrição no seio da população
alvo de estudo.</p>

<p>Em 1999 realizou-se um outro estudo sobre o consumo de
tabaco em estudantes dos 14 aos 20 anos de idade; encontrou-se uma
percentagem muito baixa de estudantes fumadores devido ao baixo poder
económico para sustentar o habita de fumar ou o vicio.
</p>

<p>Em 2000 foi exarado um despacho ministerial que proíbe fumar em todas
as unidades sanitárias do Pais. Ainda no mesmo ano, foi realizada a
assinatura de um acordo entre a TAAG ( transportadora Aérea Angolana) e
o Ministério da Saúde que proíbe fumar durante os voos domésticos e
internacionais.
</p>

<p>Em 26 de Junho de 2004 a Angola ratificou a CQCT faltando actualmente o
deposito dos documentos nas Nações Unidas. </p>

<p>Em 2005 foi publicada a
Resolução nº 48/05 de 3 de Outubro que promulga a CQCT no Diário da
Republica. </p>

<p>A partir desta data deixou de existir qualquer tipo de
publicidade para o tabaco
Existem 3 fabricas de tabaco sustentadas pela importação de matérias
primas a partir do Zimbabwe. </p>

<p>Realçar que Angola não se dedica a
plantação do tabaco em grande escala. No entanto, existam pequenos
agricultores que se dedicam ao cultivo de tabaco apenas para fins de
auto sustento.
Em relação a comercialização, o cigarro particularmente é vendido nas
principais artérias das grandes cidades, provenientes do contrabando
assim como nos estabelecimentos comerciais”. </p></div>
</content>



    </entry>
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        <title>Sabendo-se que o tabaco é um produto nocivo à saúde humana</title>
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        <published>2007-04-24T02:59:55-07:00</published>
        <updated>2007-04-24T02:59:55-07:00</updated>
        <summary>"Acredito que o país vai ratificar a CQCT, Convicção do Dr. Luís Covane, porta voz do governo de Moçambique. O Governo da República de Moçambique acaba de criar um Regulamento que proíbe o fumo em locais públicos de qualquer canto...</summary>
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<content type="xhtml" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>"Acredito que o país vai ratificar a CQCT, Convicção do Dr. Luís Covane, porta voz do governo de Moçambique.</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><strong /></p>

<p><span lang="PT"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" /><span face="Times New Roman"><br /><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;" /><p><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">O
Governo da República de Moçambique acaba de criar um Regulamento que
proíbe o fumo em locais públicos de qualquer canto do território
nacional, naquilo que é considerado como passo importante para a
protecção das populações do risco de tornarem-se fumadores passivos por
causa da inalação do fumo liberto por potenciais fumadores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">
Entretanto, os moçambicanos continuam bastante preocupados com a
problemática do consumo do tabaco no país, tendo em conta que, o
regulamento em si, limita bastante a possibilidade de controlo efectivo
do tabaco no país.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">
Assim, os moçambicanos exigem que o governo moçambicano agilize o
processo da ratificação da Convenção Quadro para o Controlo do Tabaco
(CQCT), como condição <em>sine qua non</em> para controlar o processo de cultivo, processamento, comercialização e consumo do tabaco em Moçambique.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"> Com este controlo garantido, pode-se efectivamente proteger a saúde dos cerca de 19 milhões de moçambicanos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
</span></p>




<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">Questionado
sobre esta preocupação, o porta voz do Conselho de Ministros, Dr. Luís
Covane, diz acreditar que o país venha ratificar a convenção tendo em
conta as graves consequências nefastas que resultam do consumo do
tabaco.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
 </span></p>


<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">Aliás,
Covane deixou claro que o governo moçambicano está sensível a esta
situação e sente (o governo) que é seu dever proteger a saúde dos 19
milhões de moçambicanos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
 </span></p>


<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">“Está
claro que o tabaco mata e o governo está claramente informado sobre
esses efeitos maléficos do tabaco na saúde das populações. Foi por
saber que o tabaco mata que o governo aprovou um regulamento que proíbe
o fumo em locais públicos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">
Este é um passo e eu acredito que o governo vai aprovar a ratificação
da Convenção Quadro para que o Controlo do Tabaco tenha acções e
medidas mais abrangentes ao nível do país” – argumentou Covane para
depois acrescentar: “o governo é sensível e vai saber criar todos os
mecanismos para proteger a saúde das suas populações” – garantiu o
porta voz do governo da República de Moçambique.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><br />
</span></p>




<p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"><span lang="PT">Sobre
o que, na sua opinião, estava atrasar a ratificação deste importante
instrumento internacional de protecção e promoção da saúde pública,
Covane não foi claro: “Agora não importa especular o que está a atrasar
o processo. O importante é que passos estão a ser dados no sentido de
garantirmos a sua ratificação. Vamos deixar as coisas andarem
normalmente porque, o governo está a fazer tudo para que sejam criadas
todas as condições legais para proteger as suas populações”- frisou o
porta voz.</span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"><span lang="PT"><br />
</span></p>


<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT">De
recordar que Moçambique assinou a Convenção Quadro para o Controle do
Tabaco em 2003, mostrando fortes intenções de, rapidamente, criar
condições internas para a sua ratificação mas, até ao momento,
Moçambique ainda não ratificou este instrumento. <br /></span></p></span></span></p></div>
</content>



    </entry>
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        <title>Camponeses põem em xeque mate política do governo </title>
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        <published>2007-04-20T00:34:23-07:00</published>
        <updated>2007-04-20T00:34:23-07:00</updated>
        <summary>- Os camponeses são roubados na pesagem e na classificação do tabaco – denuncia a União Nacional de Camponeses (UNAC). A União Nacional de Camponeses, uma organização profissional que comporta maior parte dos camponeses organizados em cooperativas ou apenas do...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;- &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;Os camponeses são roubados na pesagem e na classificação do tabaco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt; – denuncia a União Nacional de Camponeses (UNAC).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A União Nacional de Camponeses, uma organização profissional que comporta maior parte dos camponeses organizados em cooperativas ou apenas do sector familiar, mostra-se bastante crítica em relação a definição do tabaco como cultura de rendimento, segundo consta da política do governo moçambicano no sector da agricultura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Para
os camponeses, não é verdade que o tabaco seja uma cultura de
rendimento porque “se formos a observar centenas e centenas de
camponeses que foram aliciados para aderirem a cultura do tabaco estão
mais pobres do que estavam”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;É
que, segundo palavras de Diamantino Nhampossa, coordenador executivo da
União Nacional de Camponeses “antes as populações tinham o que comer
porque conseguiam produzir algo para garantir a sua alimentação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Entretanto, actualmente, tendo em conta que os camponeses abandonaram
culturas alimentares, dedicando-se exclusivamente a produção de tabaco,
já não têm o que comer. São centenas de famílias que ficaram
desprovidas do mínimo para a sua alimentação” – denunciou Nhampossa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Segundo se sabe, a Mozambique Leaf Tobacco, quem tem a exclusividade de produção e &lt;span lang="PT" style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;comercialização&lt;/span&gt;
de tabaco em Tete, obriga os camponeses a dedicarem-se única e
exclusivamente ao cultivo de tabaco, abandonando, por consequência, a
cultura de produtos que garantam a sua subsistência alimentar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Recorde-se
que a licença de exclusividade de produção e comercialização de tabaco
em Tete foi retirada a Dimon que, na sua relação com os camponeses,
admitia que os camponeses, além de cultivarem o tabaco, pudessem
produzir também culturas alimentares.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;“O
que está a acontecer com o tabaco em Tete pode estar a acontecer em
outras regiões” – suspeitou Nhampossa que considera de carácter urgente
que o governo moçambicano reveja as suas políticas em relação à
produção do tabaco, “ou pelo menos, intervenha urgentemente para
proteger os camponeses que estão sendo explorados em Tete&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



Segundo a UNAC, &amp;quot;&lt;span lang="PT"&gt;A
soberania Alimentar é baseada nos direitos dos camponeses (homens e
mulheres) na produção de alimentos para o mercado local e nacional, com
acesso e controle sobre seus territórios (terra e recursos naturais) e
alimentados por serviços públicos acessíveis para todos. A soberania
alimentar defende o direito de cada um de nós poder ter acesso a
alimentos saudáveis, acessíveis, seguros, culturalmente apropriados,
nutritivos, localmente produzidos e a uma vida com dignidade e auto
estima.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT"&gt;As
culturas de rendimento foram introduzidas para garantir uma maior renda
dos camponeses pelo valor que as mesmas têm no mercado internacional.
Na maior parte dos casos estas culturas são produzidas em regime de
monocultura e, para além de requerer muito tempo de trabalho das
pessoas, o seu rendimento depende muito do tipo de semente utilizada,
fertilizantes químicos, pesticidas e insecticidas. Hoje, no mundo, o
cultivo, processamento e venda destas culturas de rendimento é dominado
por empresas multinacionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;





&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Muitos camponeses
do nosso movimento produzem algumas culturas de rendimento com a
esperança de melhorarem a sua renda familiar. Depois de muitos anos de
trabalho produzindo estas culturas de rendimento há evidências de que a
vida dos camponeses não melhora&amp;quot;, disse Diamantino Nhampossa. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Em Moçambique consumo do tabaco atingiu níveis preocupantes</title>
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        <published>2007-04-18T01:58:52-07:00</published>
        <updated>2007-04-18T01:58:52-07:00</updated>
        <summary>Consumo do tabaco atingiu níveis preocupantes reconhece o Ministério da Saúde que, entretanto, mostra-se impotente para travar o cenário. O Ministério da Saúde, embora sem apresentar números concretos, reconhece que os níveis de consumo do tabaco em Moçambique são preocupantes...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> Consumo do tabaco atingiu níveis preocupantes reconhece o Ministério da Saúde que, entretanto, mostra-se impotente para travar o cenário.

</p>

<p class="MsoBodyText2" style="margin: 0in 0in 0pt;"><span lang="PT"><strong /></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">O Ministério da Saúde, embora sem apresentar números concretos, reconhece que os níveis de consumo do tabaco em Moçambique são preocupantes tendo em conta, a tendência crescente de doentes que afluem as unidades sanitárias para tratamento médico por terem contraído doenças provocadas em consequência do consumo do tabaco. </span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Esta informação foi-nos revelada pelo Dr. Martinho Dgedge, porta voz do Ministério da Saúde. </span></span></p><p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Referiu,
por outro lado, que as autoridades moçambicanas mostram-se bastantes
preocupadas com a tendência crescente de consumidores do tabaco, mas as
soluções definitivas continuam a tardar. <br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">“Por
isso que remetemos ao Conselho de Ministros o Projecto do Regulamento
para Regular o consumo do tabaco no país. Mais acções estão em curso
porque queremos que todas as questões do tabaco sejam efectivamente
reguladas no país no sentido de preservar a saúde das nossas
populações” – explicou Dgedge.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Entretanto,
segundo organizações da Sociedade Civil moçambicana, a legislação de
questões relacionadas com o tabaco em Moçambique passam necessariamente
pela ratificação, pelo governo moçambicano, da Convenção Quadro para o
Controle do Tabaco (CQCT).</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"> Moçambique assinou esta convenção em 2003
mas, até ao momento, não ratificou àquele dispositivo internacional da
Organização Mundial da Saúde (OMS).</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Em
relação a este assunto, Martinho Dgedge garantiu que a sua instituição
está actualmente a desenvolver um grande trabalho junto dos órgãos
legisladores do país, no sentido de criar condições para que os
deputados da Assembleia da República sejam sensíveis a esta matéria.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">“É
importante que os deputados sintam que é necessário e é bastante
importante que o país ratifique esta convenção. Por isso que estamos a
trabalhar junto com os deputados e acreditamos que, um dia, teremos
Moçambique a ratificar a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco” –
avançou Dgedge.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Questionado
quanto tempo mais o país poderia esperar para ratificar a Convenção
Dgedge não foi claro na resposta: “Estamos a trabalhar e todo o nosso
esforço é ratificarmos o mais cedo possível.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"> O importante é entender
que este é um processo que leva o seu tempo e temos que saber esperar.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">
Assim, enquanto esperamos temos que avançar com alternativas para
conseguir proteger as nossas populações deste grande mal para a saúde
pública...este grande mal chamado tabaco”.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Este
discurso das autoridades sanitárias moçambicanas é visto, pelas
organizações da Sociedade Civil moçambicana, como um discurso apenas
para queimar tempo. <br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">O Ministério da Saúde é também acusada de estar a
esconder a verdade, pois, segundo se sabe, os esforços tendentes a
pressionar o governo central no sentido de mostrar-se receptivo e com
interesse de ratificar, de facto, a CQCT, são escassas ao nível do
MISAU. <br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Todas as acções e campanhas anti-tabaco, são deixadas como
responsabilidade da sociedade civil.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /> </span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Informações
que correm apontam, por outro lado, que a indústria tabaqueira em
Moçambique, essencialmente composta pela Mozambique Leaf Tobacco (MLT)
e British American Tobacco (BAT) estão a fazer o seu jogo impedindo,
através da sua capacidade de lobbing, a aceleração do processo de
ratificação daquele instrumento internacional.</span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Aliás,
no ano passado, o Presidente da República, Armando Guebuza, procedeu a
inauguração da segunda maior fábrica africana de processamento do
tabaco, na província central de Tete. <br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman"><br /></span></span></p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"><span lang="PT"><span face="Times New Roman">Este acto foi interpretado, pela
sociedade civil, como uma definitiva associação do governo moçambicano
ao tabaco em Moçambique, facto que confirma a grande capacidade de
lobbing da indústria tabaqueira em Moçambique. <br /></span></span></p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Sociedade Civil pede nova postura dos governos da CPLP </title>
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        <published>2007-04-12T08:56:59-07:00</published>
        <updated>2007-04-12T08:56:59-07:00</updated>
        <summary>Representantes das Organizações da Sociedade Civil e das instituições governamentais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) reunidos em finais do ano passado na capital moçambicana, Maputo, mostraram-se seriamente preocupados com os efeitos de todas formas de publicidade, de...</summary>
        <author>
            <name>Philippe Boucher</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Representantes 
das Organizações da Sociedade Civil e das instituições governamentais 
dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) reunidos 
em finais do ano passado na capital moçambicana, Maputo, mostraram-se 
seriamente preocupados com os efeitos de todas formas de publicidade, 
de promoção e de patrocínio que visam promover o uso de produtos 
do tabaco nos países da CPLP, visando enfraquecer ou inverter os esforços 
de controlo de tabaco em curso nesses países.&lt;br /&gt;&lt;a onclick="window.open(this.href, '_blank', 'width=565,height=293,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" href="http://blogsofbainbridge.typepad.com/.shared/image.html?/photos/uncategorized/2007/04/12/sociedad.jpg"&gt;&lt;img width="400" height="207" border="0" src="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/images/2007/04/12/sociedad.jpg" title="Sociedad" alt="Sociedad" style="margin: 0px 5px 5px 0px; float: left;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;No final do 
seminário que tinha como grande objectivo formar lideranças em controle 
de tabaco nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, os presentes 
emitiram uma declaração exigindo maior responsabilidade dos governos 
da CPLP na promoção e defesa da saúde pública. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Segundo a declaração, 
os governos devem apoiar a Sociedade Civil na promoção de campanhas 
contra o tabagismo, bem como, responsabilizar-se pela criação de dispositivos 
legais para controlar o tabaco em cada país. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;“Os governos 
devem envolver a sociedade civil em todas as preparações com vista 
a elaboração das leis, decretos e regulamentos; os governos devem 
esboçar novas estratégias políticas com vista a encontrar culturas 
alternativas ao tabaco” – diz a declaração de Maputo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="0.1_graphic03"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="0.1_graphic04"&gt;&lt;/a&gt; &lt;span face="Times New Roman"&gt;Reforçar a 
investigação científica e promover centros regionais que irão favorecer 
de modo sustentável a produção de dados concretos que permitam aos 
governos e as populações a assumirem a necessidade de aumentar mais 
acções a favor de um mundo livre do tabaco é outro desafio apontado 
pelos representantes da CPLP.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Os governos 
devem envolver, por outro lado, a sociedade civil em todas as preparações 
com vista a elaboração das leis, decretos e regulamentos, além da 
necessidade de os governos esboçarem novas estratégias políticas 
com vista a encontrar culturas alternativas ao tabaco. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Mais, os participantes 
ao seminário de Maputo exortaram os governos da CPLP a “criarem mecanismos 
institucionais de reflorestamento das áreas destruídas pela plantação 
e processamento de tabaco, o mais rápido possível” – refere o 
documento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Moçambique 
é um dos países da CPLP que ainda não ratificou a Convenção Quadro 
Contra o Tabaco (CQCT) e, a par de estar desprovido de qualquer legislação 
sobre o tabaco, faz com que as empresas operem totalmente fora de qualquer 
dispositivo legal para regular a cultura, produção e comercialização 
do tabaco no país. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;É neste contexto 
que os representantes da CPLP pediram que o Ministério moçambicano 
da agricultura reveja urgentemente a política agrária do país para 
que não tenha acento no cultivo do tabaco. O cultivo do tabaco poderá 
ser gradualmente substituído por cultivos de igual valor económico, 
segundo sugeriram.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Propõem igualmente 
ao Ministério da Saúde de Moçambique que: faça uma ampla advocacia 
para a Saúde Pública, no sentido de influenciar aos outros sectores 
do governo para adoptarem postura institucional anti-tabaco, além de 
iniciar urgentemente a revisão da sua política de Produção do Tabaco 
tendo em consideração os inúmeros efeitos maléficos do tabaco no 
organismo humano.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Segundo o Ministro da Saúde, a propósito do Dia Mundial da Saúde</title>
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        <published>2007-04-12T04:36:10-07:00</published>
        <updated>2007-04-12T04:36:10-07:00</updated>
        <summary>Promovamos práticas saudáveis dizendo não ao tabaco “Provavelmente as populações estão a fumar sem conhecer as reais consequências” – admite Paulo Ivo Garrido. Ainda de acordo com o ministro moçambicano da Saúde, a escolha do tema para as comemorações do...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Promovamos práticas saudáveis dizendo &lt;em&gt;não ao tabaco&lt;/em&gt; “Provavelmente as populações estão a fumar sem conhecer as reais consequências” – admite Paulo Ivo Garrido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Ainda
de acordo com o ministro moçambicano da Saúde, a escolha do tema para
as comemorações do presente ano, justifica-se devido à ameaça que se
coloca à segurança da saúde pública internacional pelo ressurgimento
sem precedentes de doenças transmissíveis como o HIV/SIDA, a
tuberculose e a malária, além de novas pandemias emergentes como a
gripe das aves, a síndrome respiratória aguda e outras doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A
ligação e a interdependência entre a saúde pública e a segurança é
agora mais forte que nunca. Com o aumento da globalização, é
fundamental e oportuno pedir à comunidade internacional que invista na
saúde e construa um futuro mais seguro, explicou Garrido.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sob
o lema “Segurança Sanitária Internacional: Investir na saúde é
construir um futuro mais seguro” comemorou-se, a 7 de Abril corrente, a
passagem do Dia Mundial da Saúde, uma data concebida em 1948 durante a
1ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em Genebra, Suíça. A data
começou a ser comemorada em 1950 com o objectivo de apelar à
consciência mundial sobre um tema específico com vista a realçar as
prioridades de uma determinada área junto à Organização Mundial da
Saúde (OMS).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Falando
por ocasião da data, o ministro moçambicano da saúde, Prof. Dr. Paulo
Ivo Garrido, disse que o país estava a dar passos largos com vista
fazer face aos grandes problemas de saúde com o mundo se debate
actualmente. Citou, a tuberculose, o HIV/SIDA e a malária como grandes
problemas de saúde com as quais o país se debate.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O
ministro da saúde da saúde não deixou de referir-se ao tabaco, como
outro grande problema de saúde pública em Moçambique, por isso, é
importante colocarmos o combate ao tabagismo como uma das grandes
prioridades da Saúde no âmbito da promoção da saúde no seio da nossa
população.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;“É
importante investir mais nos determinantes de saúde, tais como a
promoção de estilos de vida saudáveis, sem consumo de tabaco e álcool
ou com consumo diminuído e a níveis seguros” –
apelou o titular da pasta de saúde para quem as campanhas de nutrição e
saneamento de meio são outras medidas que devem fazer parte de acções
prioritárias a serem desenvolvidas pelo sector da saúde em colaboração
directa com as suas populações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A
estes investimentos, acrescentou Garrido, é importante promover acções
de educação cívica no sentido de consciencializar os moçambicanos que
só com práticas saudáveis é que conseguiremos reduzir o nível de várias
doenças que continuam, teimosamente, a fustigar as nossas populações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;“É
importante, por exemplo, que o fumador saiba claramente que o tabaco
faz mal. Para isso é importante que o Ministério da Saúde em
coordenação com outras organizações, continuem a promover campanhas de
educação a essas populações que, provavelmente estão a fumar sem
conhecer as reais consequências” – frisou Garrido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h1 style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 0.8em;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Significado do lema&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;



&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Apesar
dos esforços que tem estado a ser feitos pelo governo de Moçambique
para o melhoramento da capacidade de assistência às populações, Garrido
reconhece que, de uma forma geral, os sistemas de saúde ainda precisam
de muito investimento para serem mais operativos e responderem às
necessidades, principalmente no que concerne aos Recursos Humanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;“Como
se sabe, o governo tem estado a fazer um grande esforço para treinar
mais pessoal de saúde, mas apesar disso, ainda estamos num nível muito
abaixo do desejado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt; Se compararmos a força de trabalho de Moçambique
com a África do Sul, encontraremos que em Moçambique temos uma
enfermeira para cada 5000 habitantes, enquanto que na África do Sul, ha
uma enfermeira para cerca de 926 habitantes” – lamentou Garrido.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
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        <title>Durante 34 anos fumou mais de 24 mil maços de cigarros</title>
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        <published>2007-04-10T03:59:43-07:00</published>
        <updated>2007-04-10T03:59:43-07:00</updated>
        <summary>"O cigarro não presta" afirma Ernesto Likaunga que refere que a determinação e força de vontade tiraram-lhe da ilusão que tinha sobre o tabaco. Ernesto Miguel Likaunga é natural do distrito de Mueda, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique....</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
        
        
<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&amp;quot;O cigarro não presta&amp;quot; afirma Ernesto Likaunga que refere que a determinação e força de vontade tiraram-lhe da 

 ilusão que tinha sobre o tabaco.

&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText2" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Miguel Likaunga é natural do distrito de Mueda, província de Cabo Delgado, norte de Moçambique. Nasceu a 20 de Outubro de 1946 e actualmente é funcionário da Rádio Moçambique e desempenha funções de coordenador de emissões. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Em
1968, portanto com apenas 22 anos de idade, Ernesto Likaunga começou a
fumar. Segundo contou-nos, tudo começou numa simples imitação a amigos.
Mas, o vício pegou e foram
longos 34 anos consumindo dois maços de cigarros por dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt; No total
foram aproximadamente 24 820 maços de cigarros consumidos pelo Sr.
Likaunga. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Em 2002, Likaunga consegue finalmente livrar-se do consumo do
tabaco. O segredo e estratégia? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Fácil, conforme pode-se depreender na
entrevista que a seguir apresentamos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Como, afinal de contas entrou no vício do tabagismo?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt; Primeiro, naquela altura (1968), fumar era um divertimento. Não tinha me apercebido dos reais malefícios do consumo do tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Mas, concretamente o que aconteceu. O que o levou a fumar?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt; Bom foi o seguinte: em 1968 eu estava em Palma, na província de Cabo Delgado como professor.
Então via os colegas a fumar e eu achava graça. Era um estilo na altura
e quem quisesse entrar na moda tinha que fumar. Isso para as pessoas
que se iludem e consequentemente acabam caindo no vício.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Estilo na sociedade no geral, na escola... onde e em relação a o quê concretamente ?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Era
um estilo, principalmente em relação à conquista de meninas. E tudo
começou assim. A ideia que havia era que quem não fumasse não gozava da
sua juventude.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Mas, ainda era psicológico. E o vício onde é que entra?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Claro
na altura não tinha vício. Primeiro, eu fumava uma série de marcas sem
filtro entre as quais, Caravela, Havana...Acontece, porém, que em
finais de 1968, eu fui transferido para a Ilha do Ibo. O ambiente já
era outro, pois saí do campo para uma zona mais urbanizada. Eis que as
menininhas da cidade gozavam comigo por estar a fumar cigarros sem
filtro. Diziam que fumava cigarros sem cuecas. Acabei abandonando os
cigarros sem filtro para os com filtro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt; Nessa altura, (finais de 1968),
o vício já me havia entrado. Então resumindo: Entrei por uma simples
brincadeira, imitação e desejo de querer fazer parte da juventude.
Tempo depois a preocupação era como conseguir adaptar-me a uma marca
para me identificar e encontrar aquela que me caísse bem. Algo
engraçado foi o facto de que sempre que ia fumando as diferentes
marcas, essas se tornavam cada vez mais fracas. Então, a tendência era
arranjar marcas mais pesadas que as que já havia provado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O tempo foi passando e a vida era complicada...tinha que dar de comer a família, satisfazer o vício. Como geria isso?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;As
desgraças foram várias. A partir do dinheiro que sempre era escasso e à
essa escassez acrescentava-se uma grande despesa resultando da
satisfação do meu vício em cigarros. O mais grave foi quando um dia,
por pouco, eu ia morrer asfixiado ou carbonizado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Estava
para me deitar e tinha o meu cigarro na boca. Só que depois adormeci e
o cigarro aceso caiu e o colchão pegou fogo. Mas, graças a Deus
consegui acordar a tempo numa altura em que o colchão estava mesmo a
arder.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Essa experiência foi marcante para abandonar o vício pelo cigarro...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sem
dúvida. A partir daí tive que reflecti. Pensei e perguntei a mim mesmo
a seguinte pergunta: mas, o que é que o cigarro me oferece de positivo?
Consequentemente, tive uma noite marcante... de grande decisão. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Foi
exactamente no dia 1 de Novembro de 2002, quando, deitado na cama
examinando a minha saúde, apercebi-me de que ela (a saúde) não estava
bem, tinha falta de dinheiro, já tinha queimado várias camisas e calças
por causa das faíscas dos cigarros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Lembro-me até de um super fato que
eu tive que oferecer alguém porque havia queimado com o cigarro. Não
conseguia apanhar sono e perante esta situação, disse para mim mesmo
decididamente: Chega! Não posso mais fumar, pois é mais de um milhão de
Meticais por mês que tenho que queimar em compra de cigarros. A minha
saúde estava a deteriorar-se dia-após-dia. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Peguei no volume de cigarros
que tinha. Abri, tirei um maço, entreguei os 9 maços restantes a minha
esposa e disse-lhe: &lt;em&gt;faça deles o que entender&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;h1 style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;h1 style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;u&gt;A estratégia&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Disse
a minha esposa que o maço que havia tirado devia colocá-lo na cabeceira
do quarto à noite. Na hora do almoço devia deixar ao lado da minha
cadeira. É que a tendência era de pegar no maço logo depois do almoço,
bem como, na ida ao descanso nocturno. Então a ideia era de ver os
cigarros, apreciar e dizer que não...não devo fumar. A ideia foi sempre
de deixar o cigarro por não querer mais e não por falta. Então, durante
um mês eu tinha que resistir ao ver o cigarro diante de mim todos os
dias. Essa foi a primeira prova. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;A
segunda prova era de conseguir estar a beber sem fumar. Então, a
estratégia devia ser primeiro conseguir ficar sem fumar nas horas
consideradas sagradas para o fumador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Agora, o que pensa do Cigarro e das pessoas que fumam ?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Olha
eu agora dou ordens às pessoas que fumam para não fumarem dentro da
minha casa porque o cheiro do cigarro tornou-se insuportável para mim.
Sinto-me tão mal com o cheiro de cigarros que nem parece que fumava
dois maços por dia. Sinto mau cheiro...mau cheiro que definitivamente
não aguento com ele.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Em que situação o senhor fumava mais?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Olha,
há momentos sagrados para um fumador. Nomeadamente: depois das
refeições, antes do banho matinal, quando estiver a beber uma bebida
alcoólica e quando estiver para dormir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Depois de conseguir deixar de fumar, continuou sentindo-se mal...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sim,
eu continuei sentir-me mal. Tive que ir a consulta médica porque a
tosse continuava a encomodar-me. Tinha muita dor e dificuldade na
respiração. Foi então que a médica explicou-me que, a nicotina, que foi
se acumulando nos pulmões, já não derretia, levaria muito tempo para
derreter. Ela aconselhou-me a tomar sempre leite fresco para facilitar
a limpar paulatinamente pulmões, o que tenho feito até hoje. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mas, aceita que foi uma decisão penosa...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Foi
um pouco difícil, mas isso só foi nos primeiros dias. A minha
experiência diz que basta a força de vontade. Cheguei a conclusão que
não precisa de nenhum tratamento médico. O fumar ou o deixar de fumar é
mais psicológico que outra coisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Qual é o apelo que deixa para os fumadores.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Ernesto Likaunga:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Olha, tenho amigos que dizem que gostariam de deixar de fumar, mas não conseguem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Tenho-lhes
dito sempre que não há segredo nenhum. A única coisa que devem fazer é
meter na cabeça, de uma vez por todas, que o cigarro não faz nenhuma
falta. Tenho-lhes dito que o c&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;igarro não presta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Convicção do Dr. Luís Covane, porta voz do governo de Moçambique</title>
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        <published>2007-04-10T03:54:38-07:00</published>
        <updated>2007-04-10T03:54:38-07:00</updated>
        <summary>Acredito que o país vai ratificar a CQCT. Convicção do Dr. Luís Covane, porta voz do governo de Moçambique. O Governo da República de Moçambique acaba de criar um Regulamento que proíbe o fumo em locais públicos de qualquer canto...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Acredito que o país vai ratificar a CQCT.&lt;br /&gt;Convicção do Dr. Luís Covane, porta voz do governo de Moçambique.



&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;O Governo da República de Moçambique acaba de criar um Regulamento que proíbe o fumo em locais públicos de qualquer canto do território nacional, naquilo que é considerado como passo importante para a protecção das populações do risco de tornarem-se fumadores passivos por causa da inalação do fumo liberto por potenciais fumadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;
Entretanto, os moçambicanos continuam bastante preocupados com a
problemática do consumo do tabaco no país, tendo em conta que, o
regulamento em si, limita bastante a possibilidade de controlo efectivo
do tabaco no país. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Assim, os moçambicanos exigem que o governo
moçambicano agilize o processo da ratificação da Convenção Quadro para
o Controlo do Tabaco (CQCT), como condição &lt;em&gt;sine qua non&lt;/em&gt; para
controlar o processo de cultivo, processamento, comercialização e
consumo do tabaco em Moçambique. Com este controlo garantido, pode-se
efectivamente proteger a saúde dos cerca de 19 milhões de moçambicanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Questionado
sobre esta preocupação, o porta voz do Conselho de Ministros, Dr. Luís
Covane, diz acreditar que o país venha ratificar a convenção tendo em
conta as graves consequências nefastas que resultam do consumo do
tabaco. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Aliás, Covane deixou claro que o
governo moçambicano está sensível a esta situação e sente (o governo)
que é seu dever proteger a saúde dos 19 milhões de moçambicanos. &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;“Está
claro que o tabaco mata e o governo está claramente informado sobre
esses efeitos maléficos do tabaco na saúde das populações. Foi por
saber que o tabaco mata que o governo aprovou um regulamento que proíbe
o fumo em locais públicos. Este é um passo e eu acredito que o governo
vai aprovar a ratificação da Convenção Quadro para que o Controlo do
Tabaco tenha acções e medidas mais abrangentes ao nível do país” –
argumentou Covane para depois acrescentar: “o governo é sensível e vai
saber criar todos os mecanismos para proteger a saúde das suas
populações” – garantiu o porta voz do governo da República de
Moçambique.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sobre
o que, na sua opinião, estava atrasar a ratificação deste importante
instrumento internacional de protecção e promoção da saúde pública,
Covane não foi claro: “Agora não importa especular o que está a atrasar
o processo. O importante é que passos estão a ser dados no sentido de
garantirmos a sua ratificação. Vamos deixar as coisas andarem
normalmente porque, o governo está a fazer tudo para que sejam criadas
todas as condições legais para proteger as suas populações”- frisou o
porta voz.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;De
recordar que Moçambique assinou a Convenção Quadro para o Controle do
Tabaco em 18 de 2003, mostrando fortes intenções para rapidamente criar
condições internas para a sua ratificação mas, até ao momento,
Moçambique ainda não ratificou este instrumento. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



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    <entry>
        <title>Cultivo, Produção e Comercialização do tabaco</title>
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        <published>2007-03-27T06:55:21-07:00</published>
        <updated>2007-03-27T06:55:21-07:00</updated>
        <summary>Sociedade Civil pede nova postura dos governos da CPLP Representantes das Organizações da Sociedade Civil e das instituições governamentais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) reunidos em finais do ano passado na capital moçambicana, Maputo, mostraram-se seriamente preocupados...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span size="6" face="Times New Roman"&gt;Sociedade Civil pede nova postura dos governos da CPLP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Representantes das Organizações da Sociedade Civil e das instituições governamentais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) reunidos em finais do ano passado na capital moçambicana, Maputo, mostraram-se seriamente preocupados com os efeitos de todas formas de publicidade, de promoção e de patrocínio que visam promover o uso de produtos do tabaco nos países da CPLP, visando enfraquecer ou inverter os esforços de controlo de tabaco em curso nesses países. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0in 0in 0pt;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;No
final do seminário que tinha como grande objectivo formar lideranças em
controle de tabaco nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa,
os presentes emitiram uma declaração exigindo maior responsabilidade
dos governos da CPLP na promoção e defesa da saúde pública. Segundo a
declaração, os governos devem apoiar a Sociedade Civil na promoção de
campanhas contra o tabagismo, bem como, responsabilizar-se pela criação
de dispositivos legais para controlar o tabaco em cada país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;“Os
governos devem envolver a sociedade civil em todas as preparações com
vista a elaboração das leis, decretos e regulamentos; os governos devem
esboçar novas estratégias políticas com vista a encontrar culturas
alternativas ao tabaco” – diz a declaração de Maputo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Reforçar
a investigação científica e promover centros regionais que irão
favorecer de modo sustentável a produção de dados concretos que
permitam aos governos e as populações a assumirem o compromisso de
aumentar mais acções a favor de um mundo livre do tabaco é outro
desafio apontado pelos representantes da CPLP.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Os
governos devem envolver, por outro lado, a sociedade civil em todas as
preparações com vista a elaboração das leis, decretos e regulamentos,
além da necessidade de os governos esboçarem novas estratégias
políticas com vista a encontrar culturas alternativas ao tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Mais,
os participantes ao seminário de Maputo exortaram os governos da CPLP a
“criarem mecanismos institucionais de reflorestamento das áreas
destruídas pela plantação e processamento de tabaco, o mais rápido
possível” – refere o documento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Moçambique é um dos países da CPLP que ainda não ratificou a Convenção Quadro para&amp;nbsp;Tabaco
(CQCT) e, a par de estar desprovido de qualquer legislação sobre o
tabaco, faz com que as empresas operem totalmente fora de qualquer
dispositivo legal para regular a cultura, produção e comercialização do
tabaco no país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;É
neste contexto que os representantes da CPLP pediram que o Ministério
moçambicano da agricultura reveja urgentemente a política agrária do
país para que não tenha acento no cultivo do tabaco. O cultivo do
tabaco poderá ser gradualmente substituído por cultivos de igual valor
económico, segundo sugeriram. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Propõem
igualmente ao Ministério da Saúde de Moçambique que faça uma ampla
advocacia para a Saúde Pública, no sentido de influenciar os outros
sectores do governo para adoptarem postura institucional anti-tabaco,
além de iniciar urgentemente a revisão da sua política de Produção do
Tabaco tendo em consideração os inúmeros efeitos maléficos do tabaco no
organismo humano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Para Combater A Epidemia Do Tabaco</title>
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        <published>2007-03-26T01:54:23-07:00</published>
        <updated>2007-03-26T01:54:23-07:00</updated>
        <summary>Cabo Verde ratificou a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco. Numa comunicação apresentada no Seminário da Sociedade Civil sobre Formação de Liderança em Controle de Tabaco para os Países da Língua Oficial Portuguesa, que decorreu em Maputo de 26...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
        </author>
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<content type="html" xml:lang="en-US" xml:base="http://blogsofbainbridge.typepad.com/francisco/">
&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;Cabo Verde ratificou a Convenção Quadro para o Controle do Tabaco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Numa comunicação apresentada no Seminário da Sociedade Civil sobre Formação de Liderança em Controle de Tabaco para os Países da Língua Oficial Portuguesa, que decorreu em Maputo de 26 a 28 de Setembro de 2006 &amp;nbsp;sob lema: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Ratificar a Convenção Quadro para Controle do Tabaco (FCTC) para Salvar Vidas Humanas”, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;a Dra. Ana Cristina C. Lima, Responsável pelo Programa do controlo ao Tabagismo, Centro Nacional Desenvolvimento Sanitário (CNDS), afirmou que Cabo Verde ratificou a Convenção Quadro para Controle de Tabaco (CQCT), tornando-se assim membro da Conferência das Partes da mesma. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span lang="PT" style="font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Sobre actividades desenvolvidas no âmbito de controle do tabagismo, ela destacou as comemorações &amp;nbsp;do dia mundial sem Tabaco, 31 de Maio que em 2006 se celebrou sob &amp;nbsp;lema &lt;strong&gt;Tabaco Mortal Sob Todas as Formas,&lt;/strong&gt;
dizendo “foram realizadas em Cabo verde, diversas actividades. Estas
comemorações tiveram por finalidade sensibilizar e informar a população
de que existe uma grande variedade de produtos do tabaco que são
mortais, e expor a verdade no que concerne aos ditos produtos”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Durante
a sua apresentação ela acrescentou: “além destas actividades foi
realizada igualmente uma campanha de Verão a que lhe demos o nome de &lt;strong&gt;Verão com mais saúde&lt;/strong&gt;.
Este projecto surgiu com o intuito de levar a cabo uma campanha de
sensibilização diferente a que tem sido feito até então. Em vez de
campanhas alusivas á saúde de forma pontual, pretende-se realizar uma
sensibilização de forma contínua ou seja alertar e consciencializar a
sociedade civil sobre os temas de saúde durante todo o ano de forma a
serem melhor interiorizadas as mensagens.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Assim
sendo, a praia de Kebra Kanela uma das praias da capital de maior uso e
frequentada por diferentes faixas etárias foi o palco uma vez que
consideramos que poderíamos atingir um diversificado público, desde os
mais jovens até os mais graúdos. Além destas actividades na praia foram
realizadas actividades de sensibilização ás dez comunidades mais
carenciadas da capital. As actividades abrangeram áreas desportivas,
marionetes, escultura na areia, etc. Foi produzido ainda neste âmbito
um programa televisivo com os bairros participantes”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;A Dra. Ana Cristina apresentou o plano estratégico de combate ao tabagismo que integra: &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;1- Divulgação da convenção Quadro:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;. Debates e programas televisivos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&amp;nbsp;. Divulgação e programas de rádio&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;2- Reprodução de material de IEC, nomeadamente os autocolantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;3- Produção de calendários de bolso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;4-
Elaboração de um estudo estatístico afim de obtermos dados concretos
sobre a população (hábitos de consumo do tabaco, faixa etária, etc.).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0in 0in 0pt; line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;5-
Realização de palestras nos liceus de modo a consciencializar os jovens
sobre as consequências nefastas ao consumo do tabaco. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Ratificar A CQCT Para Salvar Vidas Dos Cidadãos</title>
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        <published>2007-03-19T07:58:33-07:00</published>
        <updated>2007-03-19T07:58:33-07:00</updated>
        <summary>Apelo da sociedade civil dos países africanos da Comunidade de Língua Oficial Portuguesa Realizou-se de 26 a 28 de Setembro de 2006 em Maputo, o Seminário Inter-paises sobre Formação de Liderança em Controle de Tabagismo para os Países da Língua...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><span style="color: #006600;"><strong>Apelo da sociedade civil dos países africanos da Comunidade de Língua Oficial Portuguesa</strong></span>

</p>

<p>

Realizou-se de 26 a 28 de Setembro de 2006 em Maputo, o Seminário Inter-paises sobre Formação de Liderança em Controle de Tabagismo para os Países da Língua Oficial Portuguesa, sob lema: <strong><em>“Ratificar a Convenção Quadro para Controle do Tabaco (FCTC) para Salvar Vidas Humanas”.</em></strong> 

</p>

<p>

O Seminário, facilitado pela Dra. Paula Johns, uma conceituada activista anti-tabaco no Brasil, teve como objectivo geral, a formação de liderança em controle do tabaco e elaboração dos planos estratégicos de combate ao tabagismo nos países participantes a luz da CQCT. 

</p>

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;" />

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" />

<p>O
seminário, no qual participaram mais de quarenta activistas anti-tabaco
de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique,
teve um apoio financeiro e técnico de FCA e OMS – Escritório Regional
para Africa.</p>

<p>O
seminário, realizado nas instalações do Pestana Hotel Rovuma, teve uma
cobertura total e completa pelos órgãos de comunicação social os quais
divulgaram em detalhes os conteúdos dos trabalhos apresentados e os
debates havidos em quase todas as sessões, incluindo as entrevistas com
os participantes.</p>

<p>Tendo
em conta o nível das apresentações, dos debates e do número e qualidade
dos participantes, o seminário ultrapassou todas as expectativas tendo
constituído um momento de reflexão não só para os participantes, mas e
sobretudo para todos os cidadãos sobre a epidemia do tabaco.



</p>

<p>Assim,
inicia-se hoje um ciclo de divulgação dos principais documentos do
seminário, incluindo o resumo dos discursos de abertura, o ponto da
situação do tabagismo e seu controle em cada um dos países
participantes, os temas de debates e as conclusões do encontro.



</p>

<p>Iniciamos
com a divulgação do resumo dos disursos de abertura proferidos pelo
Representante Interino da OMS em Moçambique, pela Senhora Margarida
António Matsinhe, Presidente da Associação Mombicana de Saúde Públiuqe
(AMOSAP) e por S. Exa. o senhor Roberto Chitsondzo,<span face="Arial"> Chefe da Comissão dos Assuntos Sociais, Género e Ambientais </span>da Assembleia da República (Parlamento). 



</p>

<p>O
Representante Interino da OMS em Moçambique agradeceu a AMOSAPU por ter
tido a iniciativa de organizar este encontro que colocou lado a lado
representantes dos governos e da Sociedade civil dos PALOP para em
conjunto trocarem experiências na luta contra o tabagismo. 



</p>

<p>Como
forma de ilustrar a gravidade do problema, ele disse que hoje em dia
existem mais de 1,3 mil milhões de fumadores em todos o mundo, metade
dos quais serão eventualmente mortos pelo tabaco. O tabagismo é de
momento a segunda causa de morte mais
comum a nível mundial e responsável pela morte de 1 em cada 10 adultos,
um número que se traduz em 5 milhões de óbitos por ano. </p>

<p>A manter o
actual nível de consumo, a projecção do número aponta para 10 milhões
por ano em 2020, com 70% a ocorrer nos Países em Desenvolvimento. 

A
OMS reiterou a disponibilidade de em colaboração com os seus parceiros
apoiar os países tanto na ratificação como na procura das estratégias
mais adequadas a cada país para implementação plena da Convenção.</p>

<p>



Ele
chamou a atenção aos participantes o facto de a indústria tabaqueira
estar a transferir e a reforçar a sua tecnologia, assim como, campanhas
de angariação de fumadores para os Países em desenvolvimento de que os
PALOP são parte mostrando que esta realidade acarreta desafios para
estes países. </p>

<p>



Em
seguida, interveio a Sra. Presidente da AMOSAPU tendo dito que o
consumo do tabaco tem constituído um dos grandes problemas de saúde
pública em todo o mundo com particular destaque para os países em
desenvolvimento pelos danos a saúde do homem o que resulta no
agravamento de pobreza dos mais desfavorecidos. Ela enfatizou o papel
importante que a sociedade civil tem no combate ao tabagismo em prol a
saúde pública assim como na ratificação da Convenção CQCT.</p>

<p> Daí esperar
grandes subsídios deste encontro, ela mostrou-se também esperançada
pela experiência a ser passada pelos países que já ratificaram. Ela
reconheceu que esta luta é difícil e é necessário ter-se coragem pois
alguns países tem o tabaco como um dos produtos para aumentar o
rendimento familiar e nacional. </p>

<p>



Usando
da palavra, o Deputado da Assembleia República, senhor Roberto
Chitsondzo, reiterou o facto de o vício do tabaco ser uma epidemia
mundial e o facto de os dados públicos das consequências do consumo do
tabaco ser muito assustadores, refrindo-se ao facto de o tabaco ser a
segunda causa de morte mais comum a nível mundial.</p>

<p> Ele disse igualmente
que os que produzem e promovem o consumo do tabaco contribuem
negativamente para o meio ambiente, prejudicando os solos e a
vegetação; igualmente contribuem para o aumento do número de mortes de
pessoas; em suma é um mal de todos nós. </p>

<p>Ele terminou a sua intervenção
com a garantia de que o Parlamento moçambicano, logo que lhe fôr
entregue a CQCT pelo governo moçambicano, irá envidar os seus esforços
com vista a sua ratificação com a máxima urgência. 

</p></div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Retirada da concessão à Dimon a favor da MLT</title>
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        <published>2007-02-27T01:38:28-08:00</published>
        <updated>2007-02-27T01:38:28-08:00</updated>
        <summary>A Dimon, empresa fomentadora de tabaco que operava no distrito de Chifunde em Tete, foi-lhe retirada licença à favor da Mozambique Leaf Tobacco. A Dimon, mesmo sendo uma empresa de fomento do cultivo de tabaco sensibilizava os camponeses envolvidos na...</summary>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;A Dimon, empresa fomentadora de tabaco que operava no distrito de Chifunde em Tete, foi-lhe retirada licença à favor da Mozambique Leaf Tobacco. A Dimon, mesmo sendo uma empresa de fomento do cultivo de tabaco sensibilizava os camponeses envolvidos na cultura de tabaco, no sentido de diversificarem a sua produção, cultivando outros produtos do género alimentício para assegurar a sobrevivência das suas famílias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto,
o governo moçambicano queria que os fomentadores construíssem fábricas
de processamento de tabaco em Tete para que este (tabaco) não fosse
processado no Malawi ou Zimbabwe. Mas, só a Mozambique Leaf Tobacco se
predispôs a construir a fábrica de processamento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em
troca, a concessão para o distrito de Chifunde, que cultiva mais tabaco
do que qualquer outro distrito em Moçambique, foi retirada à Dimon e
dada à MLT. Chifunde representava 40 por cento da produção da Dimon.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando
o Presidente Guebuza falava para uma multidão hostil em Chifunde, no
dia 5 de Maio (inauguração da fábrica de Tete), ele estava tecnicamente
correcto quando disse que a Dimon saía de Moçambique por livre vontade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O que ele não disse foi que a concessão de Chifunde lhe tinha sido
retirada e dada à MLT em troca da construção de uma fábrica.

Um chefe tradicional de Chifunde disse &amp;quot;no acto da inauguração da fábrica que Se fossemos a votar, garanto que a Mozambique Leaf Tobacco não apanhava nenhum&lt;span style="color: red;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;voto da população de Chifunde tendo em conta as suas práticas”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quase todos os camponeses que estavam no local queixaram-se perante o Presidente da República, Armando Guebuza, que a MLT 
é mais rígida na classificação que a Dimon – há agora mais tabaco
classificado como de baixa qualidade, pago portanto a preço mais baixo
ao produtor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os camponeses afirmam que o tabaco considerado como de
baixa qualidade pela MLT, pode ser vendido no Malawi como de alta qualidade. Mas eles em princípio não o podem vender senão à MLT que tem direitos exclusivos de compra em Chifunde. 

Discussões sobre classificação e preço são normais em qualquer sistema de concessão. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas o descontentamento com a MLT vai mais longe. Certamente que tanto a MLT
como a Dimon querem fazer lucros e querem que os camponeses produzam
tabaco da melhor qualidade. Mas os dois têm em relação aos camponeses
uma aproximação completamente diferente. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A MLT
considera-se exclusivamente uma companhia tabaqueira, dá apoio técnico
e insumos aos camponeses, mas não oferece qualquer outro apoio. A Dimon
vê-se muito mais como uma agência de desenvolvimento e dá um apoio
agrícola muito mais alargado. 

Além
disso promovem métodos de cultura totalmente diferentes. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A Dimon disse
aos camponeses para fazerem colheitas intercalares à maneira
tradicional, cultivando milho e feijão juntamente com o tabaco. A MLT opõe-se totalmente a isto, e incita à monocultura, isto é, nos campos deve haver tabaco e nada mais A
Dimon também fez contribuições substanciais para benefício da
comunidade como estradas, escolas e postos de saúde. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Também deu apoio
ao ensino no Instituto Agrário do Chimoio, mas a MLT não quer saber da componente social. 

Tanto a Dimon como a MLT
pretendem e esperam fazer lucros, as diferentes maneiras de lidar com
os produtores são apenas escolhas comerciais. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas os camponeses
claramente preferem a Dimon. Esteve a trabalhar durante dez anos em
Chifunde e alguns camponeses disseram que consideravam a esta como “o
pai do desenvolvimento das famílias locais.” &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>MLT obriga os camponeses a cultivarem apenas o tabaco</title>
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        <published>2007-02-21T01:31:17-08:00</published>
        <updated>2007-02-21T01:31:17-08:00</updated>
        <summary>A empresa diz que os camponeses não devem produzir outras culturas alimentares. A Dimon, empresa que também fomentava o cultivo de tabaco na zona centro do país permitia e sensibilizava os camponeses a combinarem o tabaco com outras culturas para...</summary>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;A empresa diz que os camponeses não devem produzir outras culturas alimentares.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt; A &lt;a href="http://www.poptel.org.uk/mozambique-news/newsletter/aim321.html#story8"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dimon&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, empresa que também fomentava o cultivo de tabaco na zona centro do país permitia e sensibilizava os camponeses a combinarem o tabaco com outras culturas para garantirem a sua subsistência alimentar, mas foi-lhe retirada licença à favor da Mozambique Leaf Tobacco que obriga os camponeses a cultivarem apenas e unicamente o tabaco.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span face="Times New Roman"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;

&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
A
Mozambique Leaf Tobacco, empresa de capitais norte americanos que tem o
monopólio de fomento e compra do tabaco cultivado nas regiões centro e
norte de Moçambique não aceita que os camponeses que recebem insumos
agrícolas da sua companhia produzam outras culturas para assegurar a
sua subsistência alimentar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;




Assim, os cerca de 80 mil camponeses que,
nalgumas vezes, recebem insumos da Mozambique Leaf Tobacco estão apenas
e por obrigação desta multinacional tabaqueira a cultivar tabaco, facto
que vem de forma significativa aumentar a pobreza de milhares de
pessoas que dependem directamente dos 80 mil camponeses. Por esta
situação, muitas famílias camponesas estão a morrer de fome na zona
centro, principalmente nas províncias de Tete e Manica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;





O
mais grave, segundo queixas das populações camponesas que estão a
passar por este verdadeiro martírio é que a Mozambique Leaf Tobacco
está a praticar preços desencorajadores e utiliza
critérios pouco claros para classificar a qualidade do tabaco
produzido, situação que provoca o endividamento cada vez mais acentuado
dos camponeses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

Por causa desta 
má classificação do tabaco produzido pelos camponeses da zona centro, 
particularmente de Chifunde, estes não conseguem pagar os valores de 
insumos agrícolas fornecidos pela MLT.&lt;br /&gt; Mesmo sabendo que os camponeses 
não tem qualquer possibilidade de fazer os pagamentos, a empresa fomentadora 
exige que camponeses paguem. &lt;p&gt;Aliás, a MLT já remeteu processos no 
tribunal contra os 80 mil camponeses que receberam alguns insumos agrícolas 
da empresa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;


O
governo moçambicano concedeu a Mozambique Leaf Tobacco os direitos
exclusivos de compra do tabaco verde produzido pelos camponeses da zona
centro do país, facto que impossibilita que estes procurem alternativas
de mercado para vender o seu tabaco a preços reais.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Controle De Tabaco Em Moçambique </title>
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        <published>2007-02-14T06:33:56-08:00</published>
        <updated>2007-02-14T06:33:56-08:00</updated>
        <summary>Porque é que o controle do tabaco deve constituir uma prioridade de saúde pública? Segundo as estatísticas mundiais o tabaco é a segunda maior causa de mortalidade no mundo. Actualmente é responsável pela morte de um em cada dez adultos...</summary>
        <author>
            <name>Francisco Cabo</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><span style="color: #ff0000;"><strong>Porque é que o controle do tabaco deve constituir uma prioridade de saúde pública?</strong></span></p>

<p>

Segundo as estatísticas mundiais o tabaco é a segunda maior causa de mortalidade no mundo. Actualmente é responsável pela morte de um em cada dez adultos no mundo inteiro (cerca de 5 milhões de mortes por ano). Se as actuais tendências continuar, o tabaco causará cerca de 10 milhões de mortes por ano até 2025. A metade das pessoas que fumam hoje, isto é cerca de 650 milhões de pessoas – será eventualmente morta pelo tabaco.</p><p>Sabe-se
que hoje o tabaco é o quarto factor de risco mais comum para a doença
em todo o mundo. Os custos económicos do uso do tabaco são igualmente
devastadores. Para além dos altos custos de saúde pública no tratamento
das doenças causadas pelo tabaco, o tabaco mata pessoas em idade de
produtividade, privando as famílias dos sustentadores e as nações da
força saudável de trabalho. </p>

<p>Os
fumantes de tabaco são igualmente pouco produtivos enquanto vivos
devido ao aumento de doença. O relatório de 1994 estimou que o uso do
tabaco resultou em perca bruta global anual de 200 mil milhões de
dólares americanos, sendo a tereceira dessa perca em países em
desenvolvimento. </p>

<p>Os
estudos até aqui publicados confirmam que o tabaco e a pobreza estão
inestricavelmente ligados. Estes estudos demonstram que em famílias
mais pobres em países com rendas muita baixa, 10% do total de despesas
familiares é na compra do tabaco. Significa que essas famílias têm
menos dinheiro para gastar em outros itens como a comida, a educação e
os cuidados de saúde. </p>

<p>Além do seu efeito directo na saúde, o tabaco
leva à mal nutrição, a acrescentados custos em cuidados de saúde e à
morte prematura. Também o tabaco contribui para a elevada taxa de
analfabetismo, uma vez que o dinheiro que devia ser usado para a
educação gasta-se em tabaco. O papel do tabaco na exacerbação da
pobreza tem sido ignorado pelos pesquisadores em todas as áreas.</p>

<p> A
experiência tem demonstrado que há muitas medidas custo-efectivas de
controle de tabaco que podem ser implementadas em diferentes
circunstâncias e que podem ter um impacto significativo na redução do
consumo do tabaco. <br />As estratégias mais efectivas para o controle do
tabaco são as políticas públicas mais amplas, como o banimento da
publicidade directa ou indirecta do tabaco, aumento das taxas e
impostos sobre produtos derivados do tabaco, proibição do fumo em
lugares públicos e de trabalho, e grandes mensagens gráficas de saúde
nos maços de cigarros. Todas estas medidas estão contempladas nas
provisões da Convenção Quadro para Controle do Tabaco.</p>

<p> Moçambique,
sendo um país com renda muita baixa e com alto índice de pobreza
absoluta nas comunidades deve colocar o controle do tabaco acima dos
interesses das multinacionais tabaqueiras que procuram lúcros a custa
de vidas dos pobres. Ratificando a Convenção Quadro para Controle de
Tabaco, o governo moçambicano não fará mais do que cumprir um dos
deveres fundamentais perante o povo, nomeadamente: <span style="color: #ff0000;"><strong><em>“proteger </em></strong><em><strong>as gerações, presentes e futuras, das devastadoras</strong> <strong>consequências sanitárias, sociais, ambientais e econômicas resultantes do consumo e da exposição ao fumo do tabaco”.</strong></em></span></p>



</div>
</content>



    </entry>
    <entry>
        <title>Explorando um total de 80 mil camponeses moçambicanos</title>
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        <published>2007-02-12T06:32:15-08:00</published>
        <updated>2007-02-12T06:32:15-08:00</updated>
        <summary>Mozambique Leaf Tobacco lucra mais de € 40 milhões/ano. ...e Guebuza ainda não respondeu as queixas apresentadas, ano passado, pelos camponeses de Tete. Explorando cerca de 80 mil camponeses, a Mozambique Leaf Tobacco, empresa de capitais americanos, espera alcançar um...</summary>
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            <name>Francisco Cabo</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Mozambique Leaf Tobacco lucra mais de € 40 milhões/ano.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

...e Guebuza ainda não respondeu as queixas apresentadas, ano passado, pelos camponeses de Tete.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;

Explorando cerca de 80 mil camponeses, a Mozambique Leaf Tobacco, empresa de capitais americanos, espera alcançar um lucro anual estimado em mais de 40 milhões de euros. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;





&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este número de agricultores das províncias de Tete, Zambézia, Nampula e
Niassa é obrigado a produzir anualmente mais de 50 mil toneladas de
tabaco verde correspondente a capacidade de processamento da fábrica
instalada na cidade de Tete. Depois de processado, a venda desta
quantidade de tabaco rende àquela fábrica, pouco mais de 40 milhões de
Euros.
&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;Esta fábrica,
tal como se sabe, foi inaugurada a 7 de Maio do ano transacto pelo
Presidente de Moçambique, Armando Emílo Guebuza, no meio de vários
protestos de agricultores das províncias da zona centro do país que
denunciaram a Mozambique Leaf Tobacco de usar critérios injustos para a
classificação do seu produto, o tabaco.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;Instalada numa
zona que antigamente era usada para a produção de outros produtos
agrícolas, a nova fábrica ocupa uma área de 64 mil metros quadrados -
equivalentes a dez campos de futebol. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;As queixas das
populações camponesas em relação à exploração de que estão sujeitos
pela indústria tabaqueira não são recentes, pois, além das que foram
feitas em Tete, o Presidente Guebuza já tinha recebido reclamações
semelhantes de alguns agricultores da província de Manica.&lt;/p&gt;



&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Resposta tarda a chegar e camponeses acumulam dívidas&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;Entretanto,
tais queixas não tem estado a ter retorno, pelo menos, a curto prazo,
por parte de quem de direito, a avaliar pelas contínuas lamentações de
milhares de famílias camponesas moçambicanas que, sob promessas de
lucros fabulosos, abandonaram as suas culturas normais de subsistência.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;“O que
acontece é que o nosso tabaco é da primeira classe e eles dizem que é
da segunda e os preços são diferentes. Também usam balanças muito
afinadas que faz com que muito tabaco não pesa nada, o que faz com que
estejamos a somar prejuízos em todas as campanhas” – queixaram-se.&lt;br /&gt;Ao
receber as queixas, o Presidente moçambicano pediu que todas as partes
envolvidas na produção de tabaco trabalhem para melhorar o entendimento
entre si, bem como, os contratos de trabalho e os processo de
comercialização do produto.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;Pediu,
igualmente, para que as estruturas ligadas ao Ministério da Agricultura
procurassem rapidamente averiguar as queixas dos camponeses no sentido
de tornar o processo de produção do tabaco cada vez mais estável e
sustentável naquele ponto.&lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;“O trabalho não pode ser foco de conflitos, mas sim de produção” – apelou, na altura, o Presidente da República. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;Entretanto, a
avaliar por aquilo que é a continuidade das reclamações de camponeses
que comercializam o seu produto na Mozambique Leaf Tobacco,
depreende-se facilmente que as denúncias feitas ao Presidente da
República ainda não foram devidamente analisadas e respondidas pelo
Ministério da Agricultura e outras entidades de direito. &lt;/p&gt;

&lt;p class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 36pt 0pt 0cm;"&gt;A má
classificação de tabaco por parte da Mozambique Leaf Tobacco aliado ao
uso de instrumentos de pesagem viciados faz com que os camponeses
estejam a acumular dívidas em cada campanha agrícola, deixando milhares
de famílias desprovidas de alimentação e agudizando, deste modo, a
pobreza que já enferma mais de metade dos moçambicanos. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
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        <title>Tobacco industry belongs to developed countries</title>
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        <published>2007-01-31T06:03:48-08:00</published>
        <updated>2007-01-31T06:03:48-08:00</updated>
        <summary>Tobacco industry belongs to developed countries, such as the USA, France, Britain, Germany, Japan, etc. With tobacco control measures well developed in the developed countries, the tobacco industry finds itself in difficult situation to operate in their original countries. Under...</summary>
        <author>
            <name>Philippe Boucher</name>
        </author>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Tobacco industry belongs 
to developed countries, such as the USA, France, Britain, Germany, Japan, 
etc.&amp;nbsp; With tobacco control 
measures well developed in the developed countries, the tobacco industry 
finds itself in difficult situation to operate in their original countries.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Under the pretext of technology transfer covered by globalization process, 
tobacco industry has found favorable field to operate in developing 
countries where there are no tobacco control policies or if they exist, 
they are not enforced to oblige the tobacco industry respect the rules.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Fertile lands used to 
grow food to feed people are used to grow tobacco. The technologies 
applied to make tobacco grow well lead to infertility of the lands, 
thus becoming improper to grow other crops normally used to feed the 
population. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
This sad example comes 
from Mozambique, Manica Province where the so called &lt;a&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;Mozambique Leaf 
Tobacco Company&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, owned by Zimbabwean tobacco growers, is intensively 
promoting tobacco growing. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;The question then arises, 
who benefits from tobacco business, the poor countries where tobacco 
is grown or the developed countries where the profits are transferred 
to? &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;This question is being 
put forward to the Mozambican government by tobacco control advocates, 
but the government seems to be comfortable with the tobacco industry 
in a deadly hope that the battle against poverty can be won by incrementing 
tobacco growing, processing and exportation. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;It is within this very 
narrow scope of thinking influenced by the tobacco industry that the 
government of Mozambique is not willing to ratify the FCTC, a matter 
that will be dealt with in a special article.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
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