<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707</id><updated>2024-09-02T05:08:03.550-03:00</updated><category term="Campanha"/><category term="Cenário"/><category term="ADnD 2nd Edition"/><category term="Aventura"/><category term="Fantasia"/><category term="Medieval"/><category term="Anatomia"/><category term="História"/><category term="Horror Gótico"/><category term="PBEM"/><category term="Sistema de Regras"/><category term="Tallyar"/><category term="Teoria"/><category term="Grupo"/><category term="RPG"/><category term="Interpretação"/><category term="War Game"/><category 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Bandeirantes"/><category term="OSR"/><category term="Orelhas Grandes"/><category term="Paranóia"/><category term="Paz"/><category term="Península"/><category term="Personalidade do Direito"/><category term="Praia"/><category term="Proficiências"/><category term="Pulp"/><category term="Reinos Bárbaros"/><category term="Rolemaster"/><category term="Sacerdotes de Syrna"/><category term="Segredo"/><category term="Sem-paz"/><category term="Símbolos"/><category term="Tabela"/><category term="Tao of DnD"/><category term="Topografia"/><category term="Tunnels and Trolls"/><category term="Wargus"/><category term="World of Darkness"/><category term="XP"/><category term="Yallum"/><title type='text'>O Calabouço Teórico: Roleplay em Perspectiva</title><subtitle type='html'>Textos, aventuras, idéias e teorias para jogos de RPG.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-8735760162747733599</id><published>2010-02-03T19:37:00.000-02:00</published><updated>2010-02-03T19:37:04.804-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Oldschool"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="OSR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Proficiências"/><title type='text'>Proficiências e a Oldschool.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vários jogadores do chamado movimento &lt;i&gt;Oldschool&lt;/i&gt;, ou, em outros termos, da &lt;i&gt;OSR (Oldschool Renaissance), &lt;/i&gt;tem e propagam uma certa aversão às regras de habilidades ou proficiências. Seja em sua encarnação mais complexa, materializada nas &lt;i&gt;nonweapon proficiencies &lt;/i&gt;da Segunda Edição do ADnD, seja em sua encarnação mais simples, com os &lt;i&gt;secondary skills &lt;/i&gt;também da Segunda Edição, seja ainda em sua versão simplória, dos &lt;i&gt;skills &lt;/i&gt;da Quarta Edição, as regras de proficiências são rejeitadas por boa parte dos jogadores vinculados aos primórdios do ADnD.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O argumento central por eles apresentados é simples, elegante, e relativamente forte: todo personagem deve ser capaz de tentar, e ter uma chance, de realizar qualquer feito ou ato que deseje; a existência de proficiências limita esse aspecto do jogo, pré-definindo exatamente o quê cada personagem sabe fazer ou não. Desse modo, as proficiências terminariam por empobrecer a experiência geral de jogo, e, eventualmente, a diminuir as possibilidades heróicas e aventurescas de cada personagem.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A ausência de proficiências, a meu ver, cria de imediato um grave problema. Como julgar a tentativa de realizar atos e feitos altamente especializados, que poucas pessoas dominam? Por exemplo, se não existe um sistema de proficiências, qualquer jogador teria o direito de tentar construir um castelo ou um barco, de tentar curar uma doença, de tentar descobrir a penicilina, etc. Esse problema será abordado mais a frente. Continuemos com as críticas da OSR. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um segundo argumento, ligado ao primeiro, mas diretamente relacionado ao &lt;i&gt;design&lt;/i&gt; das últimas edições dos RPGs clássicos se relaciona à idéia de que os jogadores devem &quot;jogar&quot; seus personagens, e não &quot;jogar&quot; suas fichas. A existência de proficiências e habilidades diversas inclinaria os jogadores a se preocupar mais com seus poderes e conhecimentos do quê com a personalidade mesmo de seus personagens.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esse segundo argumento não é verdadeiramente importante, porque a forma de jogo criticada depende muito mais dos jogadores do que do sistema de jogo em si. Não é a existência de proficiências, habilidades e poderes que leva os jogadores a se preocupar mais com as estatísticas de suas fichas do que com a interpretação de seus personagens - mas sim, como já &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte.html&quot;&gt;debatido anteriormente&lt;/a&gt;, uma falta de inclinação para o estilo de jogo que os RPG evocam. Nessa hipótese, tais jogadores estão utilizando o RPG como se &lt;i&gt;War Game &lt;/i&gt;fosse. Conquanto os sistemas repletos de poderes habilidades atraiam esse tipo de jogador, e, talvez, até mesmo estimulem esse estilo de jogo, não se pode atribuir às suas regras, apenas, a culpa pelo problema.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Jogadores mais preocupados com a interpretação de seus personagens usualmente fugirão de sistemas desse gênero - justamente porquê a quantidade excessiva de itens a serem relacionados em suas fichas termina por lhes atrapalhar o jogo e a interpretação. O argumento, entretanto, valeria também tão somente em relação a sistemas extremamente entupidos de habilidades, poderes e proficiências, como por exemplo as duas últimas edições de DnD, e, talvez, algumas formas de se jogar GURPS. Ademais, é importante fazer uma distinção entre proficências e &lt;i&gt;powers and feats&lt;/i&gt;. Esse primeiro argumento tem muito mais validade em relação a esses dois últimos mecanismos de jogo do que às proficiências encaradas solitariamente. &amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O primeiro argumento, de toda forma, permanece verdadeiramente forte como criítica aos sistemas de proficiências. Eu, em particular, gosto das proficiências, e costumo utilizá-las sempre em meus jogos. Há, entretanto, uma forma de se encarar a existências das proficiências que elimina por completo a crítica apresentada. Basta encarar as proficiências de um personagem não como o conjunto fechado de coisas que ele conhece e sabe fazer, mas sim como o conjunto de coisas que ele com certeza conhece e sabe fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ou seja: as proficiências não seriam tudo que um personagem sabe, mas sim aquilo que sem nenhuma sombra de dúvida ele sabe. Nesse caso, desaparece o argumento de que as proficiências limitariam os personagens, porque eles continuariam podendo tentar realizar qualquer outro feito ou ato que porventura não estivesse listado entre suas proficiências. Evidentemente, as chances de ser bem sucedido em um teste de uma proficiência devem ser maiores do que as de ser bem sucedido em um teste em que se tenta algo que não se conhece.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em tal panorama, duas grandes vantagens emergem para a utilização de um sistema de proficiências: 1- o conjunto de proficiências certamente conhecidas auxilia a definir a personalidade e a estória de vida do personagem, auxiliando, ao invés de atrapalhar, a interpretação; 2- passa a existir uma regra clara em relação a conhecimentos altamente especializados, citados anteriormente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existem vários outros argumentos a favor de um sistema de proficiências, mas parece-me que a mudança de foco em relação ao que significam as proficiências, e como elas se comportam em jogo, resolve o problema e responde satisfatoriamente à crítica de parte da OSR às proficiências.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/8735760162747733599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/02/proficiencias-e-oldschool.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/8735760162747733599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/8735760162747733599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/02/proficiencias-e-oldschool.html' title='Proficiências e a Oldschool.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-2717757425477081168</id><published>2010-02-02T20:07:00.001-02:00</published><updated>2010-02-02T21:04:36.628-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horror Gótico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medieval"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PBEM"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tallyar"/><title type='text'>As Crônicas de Tallyar - #8.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/as-cronicas-de-tallyar-7.html&quot;&gt;As Crônicas de Tallyar - #7.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;As Casas de Nobreza do Reino de Tallyar&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-vRqdlbcK3n4fxLbs0UFCRiDQPEXhTFlDJgTp2H6pG6t0z0Q08nhPWp_GzVjL7WK11jK5mRs76mEehPw582ceFpaaYBb-dvb9zqLIpdFT5d6-VOnbJo0-PosHrefbrj3Y3PrFPBoR8ms/s1600-h/Croyblazon.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-vRqdlbcK3n4fxLbs0UFCRiDQPEXhTFlDJgTp2H6pG6t0z0Q08nhPWp_GzVjL7WK11jK5mRs76mEehPw582ceFpaaYBb-dvb9zqLIpdFT5d6-VOnbJo0-PosHrefbrj3Y3PrFPBoR8ms/s320/Croyblazon.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;&quot;&gt;AS CASAS MAIORES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;1. Clã do Escudo Partido:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Anões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Earl.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Ballia e as Escarpas Tyrrias, acima do Bronéas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;2. Elsfonor:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Elfos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Príncipe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Quelfas e a parte norte da Floresta Alta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;3. Losrhian:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Elfos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Cavaleiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Yallian e a parte sul da Floresta Alta, até o lago e o rio Bronéas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;4. Strenski:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Bárbaros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Arquiduque.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Castelo Strensk e arredores ao norte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;5. Walchow:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Bárbaros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Conde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Cidadela de Walchia e arredores ao sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;6. Hajna:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Arquiduque.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Terras ao Redor de Dénes, abaixo de Yaltha até as Escarpas Tyrrias – atuais administradores de Dénes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;7. Vinge:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Raça: Humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Título: Arquiduque.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Domínios: Terras ao Redor de Vili – atuais administradores de Vili.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;AS CASAS MENORES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;1. Ildiko – Barão – Terras ao redor do Lago Arthol.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;2. Virag – Conde – Terras ao redor de Kalman.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;3. Sári – Conde – Terras ao Redor de Gaszi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;4. Piri – Barão –Terras na Fronteira com o Rio Crynes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;5. Almos – Barão – Terras nas Florestas ao norte de Ballia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;6. Laci – Conde – Terras nas Planícies do Leste.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;7. Levi – Marquês – Marca entre o Lago Porthus e a Floresta Alta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;,Courier,monospace;&quot;&gt;AS CASAS PROSCRITAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;1. Todor – Cavaleiro – Castelo fincado nas Escarpas Tyrrias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;2. Robi – Cavaleiro - Castelo em Vila na fronteira com a Floresta ao norte de Ballia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;3. Pisti – Capelão – Igrejas no Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;4. Odon – Cavaleiro - Castelo e propriedades em Dénes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;5. Otto – Cavaleiro – Exílio em propriedades em Gaszi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;6. Nandor – General – Propriedades em Kalman.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;7. Moric – Cavaleiro – Castelo ao norte de Dénes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/2717757425477081168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/02/as-cronicas-de-tallyar-8.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2717757425477081168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2717757425477081168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/02/as-cronicas-de-tallyar-8.html' title='As Crônicas de Tallyar - #8.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-vRqdlbcK3n4fxLbs0UFCRiDQPEXhTFlDJgTp2H6pG6t0z0Q08nhPWp_GzVjL7WK11jK5mRs76mEehPw582ceFpaaYBb-dvb9zqLIpdFT5d6-VOnbJo0-PosHrefbrj3Y3PrFPBoR8ms/s72-c/Croyblazon.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-4505475101108258322</id><published>2010-02-01T20:34:00.000-02:00</published><updated>2010-02-01T20:34:00.375-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="4th Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anatomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="MMORPG"/><title type='text'>Algumas reflexões paralelas: Parte III.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/algumas-reflexoes-paralelas-parte-ii.html&quot;&gt;Algumas reflexões paralelas: Parte II.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No artigo anterior foram discutidos os MMORPG. Permaneceremos nesse assunto hoje também. Há alguma esperança para os MMORPG se aproximarem do RPG? E, isso é possível, ou mesmo desejável?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O primeiro MMORPG comercial que joguei foi o World of Warcraft. No começo, foi maravilhoso. Creio que levei um personagem até o 40º nível, e outro ao 25º. E nunca mais tive vontade para jogá-lo. Joguei ainda City of Heroes por dois dias, Guild Wars por três dias, Archlord por uns dois meses, e Warhammer Online por uns dois dias. Era simplesmente chato jogá-los: qualquer um deles, até mesmo porquê eram idênticos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Meus momentos favoritos eram quando não havia ninguém perto – ou seja, quando o jogo deixava de ser um MMORPG. Eu deveria estar jogando Nethack, ou Diablo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes de jogar o World of Warcraft, havia jogado por um tempo um pequeno MMORPG gratuito, no estilão Zelda, chamado Vasquaria. Creio que menos de duzentos jogadores compartilhavam o mundo. Havia um grupo de administradores que tentavam bravamente construir uma estória para o ambiente – e, aos trancos e barrancos, conseguiam. Nos três meses que joguei, vi mais estória elaborada pelos próprios jogadores do quê em qualquer MMORPG comercial com o qual tenha tido contato - e, ainda assim, não era nada de qualidade realmente superior. Mas, de todo modo, bem melhor.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Minha tese é de que um MMORPG, para se aproximar do RPG, teria que ter menos jogadores. Um máximo de cinqüenta, talvez cem. E mestres, para conduzir a estória e orientar os jogadores sobre o quê esperar, como reagir - não para pré-determinar caminhos e atitudes, claro, mas apenas para servir ao jogo como os mestres de mesa já fazem. Evidentemente, isso me parece comercialmente impossível e inviável, tanto em termos financeiros quanto em relação ao custo de &lt;i&gt;bandwidth&lt;/i&gt; para viabilizar a idéia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A tarefa, portanto, ficaria para pequenos projetos gratuitos, que se voltariam para construir jogos de mMORPG (minor multiplayer online RPG) nos quais se desse primazia à construção de uma boa estória, para e com a ajuda dos jogadores envolvidos. Lamentavelmente, porém, os pequenos projetos de MMORPG que existem são profundamente influenciados pelos grandes MMORPG comerciais, e, via de regra, não passam de cópias mais pobres dos resultados obtidos pelas grandes companhias. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não haveria problemas maiores, na existência dos MMORPG, se as coisas ficassem como estão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas os MMORPG estão começando a influenciar os RPG tradicionais. Isso é ruim. Isso é péssimo. Isso é muito, mas muito, ruim.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E, o pior: os MMORPG conseguiram influenciar o principal RPG que existe.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No próximo artigo, discutiremos a influência dos MMORPG sobre a Quarta Edição do Dungeons and Dragons - as vantagens, e as grandes desvantagens de tal influência.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/4505475101108258322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/02/algumas-reflexoes-paralelas-parte-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4505475101108258322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4505475101108258322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/02/algumas-reflexoes-paralelas-parte-iii.html' title='Algumas reflexões paralelas: Parte III.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-4935508712464028371</id><published>2010-01-27T21:06:00.000-02:00</published><updated>2010-01-27T21:06:13.299-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Greyhawk"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Greyhawk Grognard"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mapa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria"/><title type='text'>Mapas e RPG - Parte I.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os mapas e os jogos de RPG estão, desde o princípio do &lt;i&gt;hobby&lt;/i&gt;, umbilicalmente interrelacionados, a ponto de que, até os dias de hoje, dificilmente uma aventura de RPG se desenvolve sem a presença de pelo menos alguns mapas básicos. Na medida em que os &lt;i&gt;War Games&lt;/i&gt; dependem, todos eles, de mapas que expressem a situação tática do jogo e que permitam a visualização e o desenvolvimento dos combates e das batalhas, os jogos de RPG, fiéis à sua origem, incorporaram de imediato os mapas aos seus livros e suplementos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tanto é que, por exemplo, os primeiros mapas do &lt;i&gt;Dungeons and Dragons&lt;/i&gt;, e de outros jogos tais como &lt;i&gt;Tunnels and Trolls &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Rolemaster&lt;/i&gt;, eram todos divididos em hexágonos, seguindo o padrão de segmentação do terreno adotado pela grande maioria dos &lt;i&gt;War Games. &lt;/i&gt;Ao contrário dos jogos de guerra, porém, os mapas de RPG não serviam exclusivamente para permitir o desenvolvimento das batalhas. Paralelamente aos mapas de calabouços, labirintos e cenários de combate em geral, os livros de jogo traziam diversos mapas territoriais, que representavam os reinos, países e regiões que as personagens exploravam e habitavam.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma das marcas de &lt;i&gt;Greyhawk, &lt;/i&gt;o mais clássico dos mundos de &lt;i&gt;Dungeons and Dragons&lt;/i&gt;, eram seus belos mapas hexagonais, cultuados até hoje pelos jogadores que tiveram contato com esse material. Segue um exemplo abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNyZlN5ypl_eZ0pLyCRA_tLxTXeQkOWMzns9d93z6B-Bk-9HbxEsb62RNzaol2_ZpzTL5icUQThgUxSMTb4kpq9Uu0ygtXneg02ovE968I65IZ3SqkaxABBcgiOIlCzytIycCdu50Dflg/s1600-h/flanaess1overlandlarge.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNyZlN5ypl_eZ0pLyCRA_tLxTXeQkOWMzns9d93z6B-Bk-9HbxEsb62RNzaol2_ZpzTL5icUQThgUxSMTb4kpq9Uu0ygtXneg02ovE968I65IZ3SqkaxABBcgiOIlCzytIycCdu50Dflg/s320/flanaess1overlandlarge.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Imagem retirada do blog &lt;a href=&quot;http://greyhawkgrognard.blogspot.com/2010/01/ineffable-grandeur-of-30-mile-hexes.html&quot;&gt;Greyhawk Grognard&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A análise teórica do papel dos mapas nos jogos de RPG perpassa por três eixos distintos,&amp;nbsp; que estão presentes em qualquer mapa de RPG: a forma de confecção do mapa, ou, quais materiais e recursos foram utilizados para a sua confecção; o estilo de confecção do mapa, ou, a partir da forma de confecção selecionada, quais elementos gráficos foram utilizados para o desenho; e a finalidade do mapa, ou seja, porque o mapa foi feito, tendo em vista uma aventura ou campanha específica. Além disso, é importante ter em mente como esses três eixos se relacionam, e, de certo modo, tornam-se dependentes uns dos outros.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cada um desses eixos será discutido em um texto próprio. De todo modo, a primeira coisa que um mestre de jogo deve pensar antes de confeccionar um mapa, é se ele realmente é necessário para sua campanha. Conquanto tal pergunta esteja relacionada à finalidade do mapa, é importante fazer uma breve nota sobre ela ainda aqui. A confecção de mapas é trabalhosa e consome bastante tempo. É muito comum que até mesmo mestres experientes terminem perdendo tempo e energia criando e desenhando mapas que terminam tendo um uso apenas marginal no jogo, quiçá uso nenhum.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse sentido, é conveniente evitar a confecção de mapas que não terão verdadeiro uso para os jogadores. Não é toda taverna ou estalagem que precisa de um &lt;i&gt;layout&lt;/i&gt;, nem toda vila necessita de um mapa para se tornar viva aos olhos dos jogadores. Em verdade, nem mesmo a maioria das grandes cidades requer tanto detalhamento. Apenas aqueles locais que realmente terão uma grande importância para a campanha, e que, ademais, precisam estar detalhadas graficamente, é que merecem a confecção de um mapa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É claro que, bom, se você tiver tempo e estiver mergulhado um um surto de criatividade, vá em frente e mapeie tudo que lhe der vontade. De todo modo, mapeie por prazer - nunca é bom se sentir pressionado a mapear para uma determinada sessão de jogo. Como dito, são poucos os locais e regiões que verdadeiramente dependem de mapas para funcionarem dentro do jogo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/4935508712464028371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/mapas-e-rpg-parte-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4935508712464028371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4935508712464028371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/mapas-e-rpg-parte-i.html' title='Mapas e RPG - Parte I.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNyZlN5ypl_eZ0pLyCRA_tLxTXeQkOWMzns9d93z6B-Bk-9HbxEsb62RNzaol2_ZpzTL5icUQThgUxSMTb4kpq9Uu0ygtXneg02ovE968I65IZ3SqkaxABBcgiOIlCzytIycCdu50Dflg/s72-c/flanaess1overlandlarge.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-3200926989497575228</id><published>2010-01-26T21:49:00.000-02:00</published><updated>2010-01-26T21:49:00.278-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horror Gótico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mapa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medieval"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PBEM"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tallyar"/><title type='text'>As Crônicas de Tallyar - #7.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/as-cronicas-de-tallyar-6.html&quot;&gt;As Crônicas de Tallyar - #6.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Mapa de Tallyar&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDn4e-O4oEoGZcKuYw4oWbXNa6RwJSNNow_bXFT1YSiXsXae20bV1j-812AngHZRUel-24DXZrZ6JZJpinfH_NTWd8fA0g8LNrxgbzs6fRkd3QG56ODwm5cYVc6OWpDKI99hni8hpSBrI/s1600-h/Tallyar+Hand.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDn4e-O4oEoGZcKuYw4oWbXNa6RwJSNNow_bXFT1YSiXsXae20bV1j-812AngHZRUel-24DXZrZ6JZJpinfH_NTWd8fA0g8LNrxgbzs6fRkd3QG56ODwm5cYVc6OWpDKI99hni8hpSBrI/s320/Tallyar+Hand.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/3200926989497575228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/as-cronicas-de-tallyar-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/3200926989497575228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/3200926989497575228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/as-cronicas-de-tallyar-7.html' title='As Crônicas de Tallyar - #7.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDn4e-O4oEoGZcKuYw4oWbXNa6RwJSNNow_bXFT1YSiXsXae20bV1j-812AngHZRUel-24DXZrZ6JZJpinfH_NTWd8fA0g8LNrxgbzs6fRkd3QG56ODwm5cYVc6OWpDKI99hni8hpSBrI/s72-c/Tallyar+Hand.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-2110218508652346278</id><published>2010-01-25T11:11:00.000-02:00</published><updated>2010-01-25T11:11:49.545-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anatomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jogos de Computador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="MMORPG"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="War Game"/><title type='text'>Algumas reflexões paralelas – Parte II.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conclui-se que os RPG de computador não são RPG de fato. Mas, e os MMORPG? Jogos tais como World of Warcraft, City of Heroes, Everquest, Warhammer Online, são RPG? Sinceramente, eles são menos RPG ainda do que os RPG de computador. Isso porquê o vínculo que eles possuem com o RPG, ou seja, o aspecto teatral vinculado à construção de uma boa estória, é virtualmente inexistente nos MMORPG.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Explico-me. É impossível para a companhia que desenvolve um MMORPG manter o controle sobre a estória do jogo. A Blizzard tenta: faz expansões para o World of Warcraft, avança a estória do cenário, altera as localizações e heróis do jogo. Mas ela controla tão somente a macro-estória do jogo. A micro-estória, aquela que a acontece a cada dia, a cada segundo, lhe escapa completamente. Essa micro-estória pertence aos jogadores.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; E ela é uma completa porcaria. Ou melhor, ela simplesmente não existe.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso acontece porquê se é difícil fazer quatro pessoas concordarem em construir uma boa estória juntos, conseguir o mesmo feito com a quantidade de pessoas que habitam os MMORPG é totalmente impossível. Se por um lado há a estória feita pela companhia, e a estória consignada nas quests e nas falas dos NPCs, e nos próprios locais do mundo construído eletronicamente, por outro lado há sempre uma quantidade imensa de jogadores construindo péssimas estórias, destruindo as estórias dos outros, ou simplesmente não fazendo absolutamente nada que remotamente lembre uma estória.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os vínculos dos MMORPG com o aspecto teatral do RPG, portanto, ficam seriamente prejudicados. Sério: como construir uma estória no magnífico mundo de Azeroth quando passa cavalgando ao seu lado o poderoso Warlock Undead conhecido como XXXgamerZZ12764? &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E onde está graça, para quem gosta de RPG, dos MMORPG? Para alguns, em seu lado War Game, similar ao Rogue e ao Nethack - extremamente bem desenvolvido, sem dúvida alguma. Para outros, na estória que, a despeito de tudo, pode ser extraída das quests e dos NPCs. Para a grande maioria dos jogadores, porém, em motivos que não guardam praticamente nenhuma relação com RPG. De toda forma, acredite-me, essa graça tende a acabar rápido. Em algum tempo, torna-se insuportável.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É verdade: no começo, parecerá que o MMORPG é tudo que você sempre sonhou. Você não conseguirá largá-lo. Mas, se seu interesse nele é o mesmo interesse que você tem em jogar RPG, ou seja, se você está tentando substituir o RPG pelo MMORPG, logo essa graça desaparecerá: tais jogos simplesmente não tem vínculo o suficiente com o aspecto teatral do jogo para se sustentarem a longo prazo. Talvez eles ainda tenham graça por conta de seu lado War Game, ou pelos amigos da sua guilda – mas, pode anotar, você logo estará irritado de ter que ler o quê os NPCs dizem, ou de interagir com o mundo fora da parte que lhe interessa. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os MMORPG, assim como os RPG de computador, não são verdadeiros RPG. Por algum motivo, nesse caso, isso me parece demeritório. Não sei explicar. Talvez porquê eles tenham uma falsa aparência muito forte de serem verdadeiros RPG, mas não são. Difícil explicar, realmente. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/2110218508652346278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/algumas-reflexoes-paralelas-parte-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2110218508652346278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2110218508652346278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/algumas-reflexoes-paralelas-parte-ii.html' title='Algumas reflexões paralelas – Parte II.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-4712020747651569690</id><published>2010-01-05T20:44:00.000-02:00</published><updated>2010-01-05T20:44:56.584-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horror Gótico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medieval"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PBEM"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tallyar"/><title type='text'>As Crônicas de Tallyar - #6.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-5.html&quot;&gt;As Crônicas de Tallyar - #6.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;A Restauração e o Reinado de István Bálazs&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;István dedicou-se, pelos últimos vinte anos, a fortalecer Tallyar. A maior parte dos esforços foi dedicada à construção e fortificação de Yaltha, e à revitalização do Porto de Vili, único acesso ao mar viável do país. Nesse meio tempo, teve uma filha meia-elfa, Bianka, e um filho bastardo, Akós, que tem pretensões de assumir o trono do pai – com o apoio de alguns nobres, que vêem o bastardo humano com melhores olhos do que à elfa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As casas de Strenski, Hajna e Vinge receberam Arquiducados dentro do Reino, e as demais casas foram novamente alocadas em suas posições originais. Os votos feudais foram refeitos, e as obrigações de auxílio militar e de envio de parentes, reforçadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse meio tempo, o Império de Alltenstarch se recompôs. Os Holzsenteins venceram a guerra civil, e derrotaram os invasores, a despeito de perderem alguns territórios, principalmente ao sul. Apesar do golpe, o Império, liderado pelo brutal Friedleich, encontra-se forte e saudável, após os terríveis anos da libertação de Tallyar. E também o Império de Gárrya tornou-se poderoso novamente, e tropas concentram-se na fronteira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem Bianka está em idade de se casar – e existem pretendentes em praticamente todos os reinos de Prystina. O paradeiro de Akós é desconhecido – as últimas notícias indicam que ele estava em uma expedição de caça com amigos nas Escarpas Tyrrias. O Rei István tem um plano audacioso, mas secreto, ainda, para construir castelos e fortificações pelo país – mas, para o norte, ou para o sul? Ou ambos? O pequeno Reino de Tallyar, experimentando sua ainda recém-conquistada independência, vez mais se encontra imprensado entre dois Impérios gigantes, sanguinolentos e rivais ... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/4712020747651569690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/as-cronicas-de-tallyar-6.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4712020747651569690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4712020747651569690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/as-cronicas-de-tallyar-6.html' title='As Crônicas de Tallyar - #6.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-2182838650112861159</id><published>2010-01-04T18:18:00.000-02:00</published><updated>2010-01-04T18:18:42.938-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anatomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jogos de Computador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="War Game"/><title type='text'>Algumas reflexões paralelas - Parte I.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/segunda-consequencia-da-anatomia.html&quot;&gt;Segunda conseqüência da anatomia.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A análise da anatomia do termo RPG leva a uma pergunta curiosa: os RPG de computador são verdadeiros RPG? A resposta parece ser, a princípio, não. Não que eles não sejam grandes jogos, pelo contrário: Baldur´s Gate, Dark Sun, Dungeon Master, Eye of the Beholder, Ultima, Phantasy Star, etc., são todos jogos espetaculares. Mas falta-lhes o elemento teatral e interpretativo que compõe a estrutura do RPG – a grande maioria desses jogos oferece ao jogador uma estória fantástica, excelente, mas virtualmente nenhuma possibilidade interpretativa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;br /&gt;
Seriam War Games, então? Difícil dizer. Creio que prefiro pensar neles como &quot;adventures&quot; com estatísticas e simulações aleatórias de números, ou, cunhando uma expressão desconhecida, “talegames”. Uma segunda espécie de jogos de RPG de computador são “simples” simulações mecânicas de lutas e combates, seja em uma dungeon, ou em qualquer outro cenário – esses sim, mais próximos dos War Games. Como por exemplo são Rogue, Nethack, Angband e jogos do gênero. Os Diablo seriam possivelmente um misto entre os dois estilos – o primeiro, mais próximo da simulação, o segundo, pendendo igualmente para a simulação e para a “tale”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Alguns jogos de RPG para computador, entretanto, oferecem sistemas interpretativos básicos, que inclusive alteram o resultado final da estória contada no jogo. Cito, de cabeça, Torments, os Knight of the Old Republic, Jade Empire, e o recente Dragon Age – existem outros, claro. De fato, tais sistemas aproximam o jogo um pouco mais do quê seria um RPG. Ainda assim, não acredito que isso os torne verdadeiros RPG – porque as escolhas interpretativas não são livres: elas continuam pré-determinadas pela programação do jogo, e não podem ser criadas pelo jogador.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Evidentemente, o fato de não poderem ser classificados como RPG não é nenhum demérito para esses jogos, que, como dito, muitas vezes são ótimos. Pensando bem, talvez seja melhor simplesmente abandonar as idéias apresentadas e pensar neles simplesmente como RPG de computador – não são RPG, mas a terminologia serve para identificá-los.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Então, porquê será que muitas vezes os jogadores de RPG amam profundamente os RPG de computador, e se sentem plenamente satisfeitos em jogá-los? A resposta é simples. Em relação a jogos do estilo Rogue e Nethack, porquê War Games também são muito divertidos – e essa espécie de derivação também o é. Os RPG de computador do primeiro gênero, por outro lado, quando são de boa qualidade, trazem algo que é uma das finalidades do RPG, e que, infelizmente, é muito difícil de ser conseguido: uma boa estória, contada de forma agradável e emocionante.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Ou seja, se por um lado os RPG de computador estão desvinculados do aspecto teatral do RPG em relação à questão da interpretação, por outro lado dependem, e muito, da parcela teatral que resulta na construção de uma boa estória. A forma pela qual os RPG criam uma ambientação adequada, com personagens e tramas extremamente bem pensadas e elaboradas, é quase impossível de ser simulada em um RPG normal – isso porque seus criadores tem a possibilidade, e o dever, de manter um rigoroso controle de qualidade sobre a estória produzida, circunstância que facilita a construção de aventuras realmente memoráveis para ser jogadas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Quase impossível, mas não impossível. Tal tema ainda será discutido, e constitui um dos principais problemas do jogo de RPG.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/2182838650112861159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/algumas-reflexoes-paralelas-parte-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2182838650112861159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2182838650112861159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2010/01/algumas-reflexoes-paralelas-parte-i.html' title='Algumas reflexões paralelas - Parte I.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-8072100659598993728</id><published>2009-12-31T13:51:00.000-02:00</published><updated>2009-12-31T13:51:42.115-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alcoolizado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bicho Feio"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caricatura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Desenho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orelhas Grandes"/><title type='text'>Caricatura - #3.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-2.html&quot;&gt;Caricatura - #2.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa caricatura parece com algum bicho feio, de orelhas grandes. Não, não, parece com um ... é, com um bicho feio mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaH9uKa8N_a1suYu_1OODAqddBwzHQrYbiDH4r9s9vDLEa9fSF-u3Bk7wS_tNkfsChWnjWtX8ZN2Hyj7C7wxOkvJbO7m0kHyzV_ZWZLTQA8JplP381UNr869XqeZ3vd9y1zoD3VMP1ewk/s1600-h/005.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaH9uKa8N_a1suYu_1OODAqddBwzHQrYbiDH4r9s9vDLEa9fSF-u3Bk7wS_tNkfsChWnjWtX8ZN2Hyj7C7wxOkvJbO7m0kHyzV_ZWZLTQA8JplP381UNr869XqeZ3vd9y1zoD3VMP1ewk/s320/005.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/8072100659598993728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/8072100659598993728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/8072100659598993728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-3.html' title='Caricatura - #3.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaH9uKa8N_a1suYu_1OODAqddBwzHQrYbiDH4r9s9vDLEa9fSF-u3Bk7wS_tNkfsChWnjWtX8ZN2Hyj7C7wxOkvJbO7m0kHyzV_ZWZLTQA8JplP381UNr869XqeZ3vd9y1zoD3VMP1ewk/s72-c/005.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-9094409964659518487</id><published>2009-12-30T11:00:00.000-02:00</published><updated>2009-12-30T11:00:08.089-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eternalidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Idade Antiga"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Império Romano"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Leis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Personalidade do Direito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Povos Bárbaros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reinos Bárbaros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="RPG"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema de Regras"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Jurídico"/><title type='text'>Direito e RPG - Parte III.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-ii.html&quot;&gt;Direito e RPG - Parte II&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjP9xFbzAkyIs21PqJ9JOxdRXD8VttExrhmUlxGj2MLLGhP_G7tKbDmmrRThvDktHNqX5WGXyChQ0CRoCyf0YaALSpPw5SKBmVLkVqioNsGQHzGrksuv8FVwp3D1oSLRPZvZcVG0uwVEyc/s1600-h/fig007.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjP9xFbzAkyIs21PqJ9JOxdRXD8VttExrhmUlxGj2MLLGhP_G7tKbDmmrRThvDktHNqX5WGXyChQ0CRoCyf0YaALSpPw5SKBmVLkVqioNsGQHzGrksuv8FVwp3D1oSLRPZvZcVG0uwVEyc/s320/fig007.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A terceira situação jurídica possível decorrente da relação entre o Império Romano e os Reinos Bárbaros que o sucederam é aquela que vigorou após a queda do Império, e a conquista de seus antigos territórios pelos novos Reinos fundados pelos povos bárbaros. Conforme dito inicialmente, surgiu de tal situação um conflito entre o direito invasor, amparado no conceito de “eternalidade” do direito, e o direito imperial antigo, que, apesar de pertencer a um Estado não mais existente, era bem mais complexo que o direito bárbaro, e ainda regia muitas das relações jurídicas que subsistiam no antigo território imperial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conquanto o direito bárbaro regulasse os problemas jurídicos que surgiam no interior das sociedades onde ele vigorava, ele não possuía complexidade e detalhamento o suficientes para eficazmente substituir o direito romano nas regiões onde ela havia vigorado por séculos. Por mais que os novos reis pretendessem, talvez, substituir o direito imperial por suas próprias regras, eles não possuíam um arcabouço de leis capaz de realizar, regrar e harmonizar a quantidade de situações e problemas jurídicos que ainda existiam na velha sociedade romana, e que eram ainda adequadamente reguladas pelo direito do Império morto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evidentemente, o direito romano que sobreviveu à queda do Império não era mais o refinado arcabouço de legislação e jurisprudência que compunha a cultura jurídica clássica, mas, ainda assim, era bem mais complexo que o simples direito bárbaro. A solução encontrada para o problema, pelos vários reinos bárbaros que se espalharam pela Europa, foi a de lançar mão da idéia de “personalidade” do Direito. Os homens que tinham pai bárbaro estavam submetidos ao direito bárbaro, e os homens que tinham pai de origem romana, estavam submetidos ao antigo direito romano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outros termos, subsistiam, dentro de um mesmo Reino, dois direitos diferentes, válidos de acordo com a origem das pessoas dentro do Reino. Em geral, se havia um conflito jurídico entre um bárbaro e um romano, a questão era julgada à luz do direito do réu. Já as mulheres estavam submetidas ao direito de seus pais ou maridos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse cenário, todas as questões e problemas propostos anteriormente podem ser utilizados para construir aventuras e campanhas, porque haverá tanto regulações romanas quanto bárbaras. Ademais, a origem de cada um dos personagens passa a ter uma importância ainda maior, na medida em que ela pode muito bem representar o quê o personagem pode ou não fazer dentro de cada região por onde passa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tal situação seria bem possível permitir que um personagem pudesse ter conhecimento sobre os dois sistemas jurídicos vigentes no Reino, já que a convivência entre as duas culturas jurídicas se torna extremamente comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventualmente, porém, a dicotomia entre direito romano e direito bárbaro desaparece. Conforme os novos reinos bárbaros se consolidam e expandem, as concepções jurídicas romanas vão paulatinamente se mesclando às noções bárbaras, e os Reis dão início a uma nova forma de legislação – amparadas na compilação em textos das leis e regras de suas sociedades bárbaras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A “personalidade” do direito desaparece, na medida em que as novas leis escritas por ordem dos Reis passam a valer para todos os habitantes do Reino. Em tal circunstância, os personagens se veriam em uma situação parecida com a descrita no primeiro dos artigos, ainda que bem menos complexa. Haveria leis e regras válidas, impostas pelo Estado – mas tais regras seriam simples, esparsas e bem menos presentes que aquelas que existiam no Império.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugere-se, por fim, uma espécie de aventura diferente. Nessa última situação, o grupo de aventureiros poderia ser “convocado” ou “contratado” por um Rei para vagar pelo país e recolher os costumes jurídicos das diferentes regiões controladas pelo Estado. O Rei pretende consolidar as leis de seu povo em uma lei escrita, mas precisa que os personagens juntem, chequem e se certifiquem de que nenhum costume importante fique de fora. Tal tipo de aventura teria amplo espaço e oportunidade para intrigas políticas, interações sociais e problemas jurídicos em geral, na medida em que entidades políticas e grupos de interesse desejariam influenciar os personagens de modo que suas leis e costumes fossem levados em consideração, e, os de seus rivais e inimigos, não.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/9094409964659518487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/9094409964659518487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/9094409964659518487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-iii.html' title='Direito e RPG - Parte III.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjP9xFbzAkyIs21PqJ9JOxdRXD8VttExrhmUlxGj2MLLGhP_G7tKbDmmrRThvDktHNqX5WGXyChQ0CRoCyf0YaALSpPw5SKBmVLkVqioNsGQHzGrksuv8FVwp3D1oSLRPZvZcVG0uwVEyc/s72-c/fig007.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-6913523376468931709</id><published>2009-12-29T11:26:00.000-02:00</published><updated>2009-12-29T11:26:06.693-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil Colonial"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exploração"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jeff`s Rient Gameblog"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Desafio dos Bandeirantes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="XP"/><title type='text'>XP e Exploração.</title><content type='html'>Jeff Rients, do blog nada surpreendentemente chamado de &lt;a href=&quot;http://jrients.blogspot.com/&quot;&gt;&quot;Jeff`s Gameblog&quot;&lt;/a&gt; apresentou um excelente artigo sobre a idéia de se &lt;a href=&quot;http://jrients.blogspot.com/2009/12/exploration.html&quot;&gt;conceder XP aos personagens pela pura e simplesmente pela exploração de locais ermos e interessantes&lt;/a&gt;. A idéia é realmente muito, muito boa, e compensa ser incorporada em praticamente qualquer campanha que envolva viagens dos personagens por vastas extensões de terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível, inclusive, conceber campanhas inteiras baseadas na idéia de que é mais importante descobrir lugares e sítios novos ou secretos, do quê propriamente combater monstros e limpar dungeons. Em especial, uma campanha na América ou no Brasil coloniais - lembranças do velho &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Desafio_dos_Bandeirantes&quot;&gt;&quot;Desafio dos Bandeirantes&quot;&lt;/a&gt; vêm imediatamente à mente. Mas uma fronteira selvagem, como a do Velho Oeste, ou algo semelhante à expansão russa para o leste, seriam igualmente propícias.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/6913523376468931709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/xp-e-exploracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6913523376468931709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6913523376468931709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/xp-e-exploracao.html' title='XP e Exploração.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-4444597717945015763</id><published>2009-12-29T11:25:00.000-02:00</published><updated>2009-12-29T11:25:56.305-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horror Gótico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medieval"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PBEM"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tallyar"/><title type='text'>As Crônicas de Tallyar - #5.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-4.html&quot;&gt;As Crônicas de Tallyar - #4&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: inherit; text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;O Reinado dos Forsthar e a Guerra Civil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Apesar de muito mais duradouro, já que perdurou por quase cento e cinqüenta anos, o domínio de Alltenstarch sobre Tallyar foi muito mais leve que a experiência gárrya. As culturas de ambos os povos eram semelhantes, e suas estruturas políticas eram similarmente feudais, de modo que a vida em Tallyar, nessa época, não diferia muito daquela sob o antigo domínio dos Bálazs.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A diferença real era sentida pelos nobres, que foram privados de suas terras, direitos e prerrogativas, e se viram muitas vezes obrigados a trabalhar no cultivo da terra e no comércio para sobreviverem, já que haviam sido desprovidos de qualquer força política. As famílias tradicionais foram substituídas por nobres vindos do norte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Ao sul, Gárrya parecia não se recuperar das guerras no leste. Os senhores Allten tinham muito mais medo de guerrilhas e resistência local do quê de uma nova invasão gárrya. O principal trabalho político dos “Reis” de Tallyar foi destruir as defesas e fortificações que haviam sido erguidas ao longo das muitas guerras pelas quais o país passou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Enquanto isso, a casa de Bálazs buscava abrigo e apoio pelos reinos, países e cortes de Prystina. Porém, não foram recebidos nem nas terras quentes de Illya e de Bondor, nem nas Ilhas de Castya, nem nos principados de Agrarth, ou nas penínsulas de Vyrna e de Joern. Apenas nas Cortes distantes de Larthor foram acolhidos, mas os senhores dessas terras eram tão pobres que não podiam ajudá-los. Jamais pisaram na República de Safira, já que se recusavam a aceitar a ajuda de plebeus ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Desesperados para manter sua dinastia viva, os lordes Bálazs decidiram retornar às terras de Tallyar e dar início a uma guerrilha, e, se possível, a uma nova guerra civil, para retomar o trono que lhes pertencia por direito. Buscaram ajuda junto ao povo, mas esse tinha medo e vivia relativamente bem – o risco, para os camponeses, era grande demais. Buscaram ajuda junto aos nobres, mas esses tinham medo e não possuíam força nem política nem militar. Lorde István Bálazs tentava organizar um exército, mas praticamente não tinha recursos próprios, e era usualmente acompanhado tão somente por sua guarda pessoal e família.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Finalmente, um nobre sem honra e cobiçoso, Yaro Largho, denunciou a presença dos Bálazs ao governo Forsthar. À noite, a coorte de István viu-se obrigada a combater e fugir pela própria vida. Em uma perseguição desesperada, refugiaram-se no interior da Floresta Alta. E lá encontraram os elfos. E esperaram a morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Elfos arqueiros, escondidos na mata, os capturaram. Eles foram conduzidos à presença de Argaith Elsfonor, descendente do rei elfo que outrora havia sido deposto e morto por Orban. István apresentou-se, e jurou ao elfo que estava pronto para a morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Mas Argaith disse-lhe que seu povo havia sido derrotado em combate pela casa de Bálazs, e que lhes havia jurado lealdade. A política humana era suja, mas a dos elfos não era. Argaith jurou lealdade a István, renunciou ao título que simbolicamente possuía junto a seu povo, e colocou os guerreiros élficos à disposição do lorde humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Profundamente envergonhado pelo que sua casa havia feito aos elfos, István pediu perdão de joelhos a Argaith, e a todos os elfos presentes. Essa cena, atualmente, encontra-se imortalizada no átrio do Castelo Vyryana em Yaltha, a nova Capital de Tallyar, em quadro pintado pelas mãos de Syara, a Cega. Dos recônditos escuros da Floresta Alta, os guerreiros elfos iniciaram uma campanha de guerrilha contra os invasores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Aos poucos, a guerrilha começou a ter sucesso. Guerreiros empolgados juntavam-se, na Floresta Alta, à Revolta Bálazs. Patrulhas sofriam perdas constantes, suprimentos eram desviados e roubados, estrangeiros eram assassinados sem piedade. Após dois anos de revolta, a cidade de Dénes, mais ao sul, foi tomada em um ataque surpresa noturno, e tornou-se a praça forte da Revolução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Pouco tempo depois, os anões do clã do Escudo Partido apareceram. Apesar de desconfiados dos elfos, e morrendo de ódio, não podiam aceitar que elfos honrassem compromissos e eles não. Juraram novamente lealdade aos Bálazs, e juntaram-se à guerra. As casas de Strenski, Hajna e Vinge também rumaram para Dénes, e se juntaram a Istvan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Nessa época, apareceram em Tallyar emissários gárryos. Eles estavam diferentes. Muito diferentes. Pouco se sabe, mas parece que a guerra do leste resultou na fusão dos dois Impérios que se digladiavam. Eles ainda se chamavam gárryos, mas não eram mais os mesmos. Uma missão foi até o Rei de Tallyar, Tharrus Forsthar e lhe deu um ultimato: que reconhecesse o direito ao trono de Tallyar da Casa de Bálazs, e que se recolhesse para suas terras em Alltenstarch, sob pena da fúria de Gárrya.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Outra missão foi até o próprio István. Estavam dispostos a apoiá-lo, e informaram-lhe do ultimato a Tharrus. Mas todos sabiam o que iria acontecer: Tharrus marcharia com seu exército sobre Dénes, em uma tentativa de suprimir a rebelião – desse modo, não haveria a quem os gárryos apoiarem. Era necessário, portanto, vencer essa batalha. Se Tharrus fosse derrotado em combate, seria viável negociar a independência de Tallyar com Alltenstarch. Ainda assim, era possível que o Império invadisse Tallyar para garantir a vassalagem da região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;István não tinha ilusões. Sabia que os gárryos o apoiavam somente porquê ainda não tinham forças para invadir, por si só, Tallyar, que também consideravam sua por direito. Mas não tinha opções, e aceitou de bom grado as armas, armaduras e suprimentos enviados pelo Império do Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;De fato, Tharrus reuniu seus exércitos e partiu rumo a Dénes – István preferiu evitar o cerco, pois tinha quase certeza que pereceria de fome e sede. Na famosa Batalha dos Campos de Lírios, um contingente inferiorizado de humanos, elfos e anões, liderados por István e Argaith, derrotou e virtualmente aniquilou o grosso das tropas de Tharrus, sendo que o próprio cão invasor foi morto pela lâmina de István. Argaith, lamentavelmente, caiu em combate.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Após a inesperada vitória sobre os invasores, a grande dúvida girava em torno de avançar e tentar expulsar de vez os homens de Allten, ou fortificar Dénes e capitalizar sobre a vitória conquistada. As notícias de além do Rio Crynes, entretanto, chegaram rápido a Tallyar e a Gárrya. O Império de Alltenstarch havia sido invadido em seu extremo norte pelos selvagens guerreiros de Vyrna e de Joern. O Imperador morrera em campo de batalha sem deixar filhos, e nobres do leste eclodiram uma sanguinolenta guerra civil. Ao leste e ao sul, alguns dos principados de Agrarth, e o Rei de Illya, tinham pretensões expansionistas. E a República de Safira não se incomodaria em estabelecer uma ou duas colônias no continente. O Império, literalmente rachado em várias partes, não poderia ajudar seu vassalo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Era a hora. Com o apoio de Gárrya, István marchou sobre Listza, e, praticamente sem encontrar resistência, desbaratou o quê restava do governo invasor. A cidade não foi destruída, mas sofreu bastante com as comemorações pela derrota da casa de Forsthar. No sítio onde foi erigido o primeiro castelo de madeira de Tallyar, construído pelo lendário Duque Andor, foi erguida a nova capital do Reino: Yaltha. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;E, em Yaltha, István foi coroado o novo Rei de Tallyar, com amplo apoio da delegação gárrya. Nesse dia, para compensar e proteger os elfos, István casou-se com Yellena, filha de Argaith, que se tornou a primeira rainha élfica de Tallyar – para enorme desgosto dos anões e de muitos humanos.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/4444597717945015763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4444597717945015763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4444597717945015763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-5.html' title='As Crônicas de Tallyar - #5.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-4905793202698645057</id><published>2009-12-28T20:32:00.000-02:00</published><updated>2009-12-28T20:32:27.699-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anatomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Call of Ctulhu"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dark Sun"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discworld"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="DnD"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Forgotten Realms"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Interpretação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema de Regras"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria"/><title type='text'>Segunda conseqüência da anatomia.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte_21.html&quot;&gt;Primeira conseqüência da anatomia - Parte II&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os jogadores decidiram qual sistema querem usar, adaptaram suas regras a seus gostos pessoais, eliminando algumas e acrescentando outras, e definiram um cenário para campanha. Todos desejam um jogo pleno, a construção de uma boa estória com excelentes personagens decentemente interpretados. Muito bem. Em assim sendo, então, respeitem o quê vocês escolheram. Tais escolhas estabeleceram quais são os parâmetros da raiz teatral do RPG que devem ser seguidos para aquela aventura – sigam-nas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
O que se quer dizer aqui é que a forma de construir a estória e de se interpretar os personagens deve estar ajustada e fazer sentido frente ao tipo de aventura que os jogadores desejaram construir. Pode acontecer, claro, que os jogadores percebam que queriam construir um tipo de estória diferente, e simplesmente mudem o estilo adotado. Ótimo. Mas, se não for esse o caso, a falta de sintonia entre a efetiva atuação dos jogadores e os parâmetros teatrais pré-definidos será uma fonte constante de frustração para todos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vamos a alguns exemplos. Os personagens escolheram fazer uma campanha de natureza pós-apocalíptica, e escolheram jogar em &lt;a href=&quot;http://www.darksun.com.br/&quot;&gt;Dark Sun&lt;/a&gt;. Tal cenário não tem espaços para piadinhas constantes, nem para personagens superconfiantes que não temem pela própria sobrevivência. Se todos os jogadores interpretarem personagens engraçadinhos que fazem gracinhas o tempo inteiro, estarão perdendo grande parte da qualidade narrativa e da espécie de diversão que uma estória em Dark Sun pode ter. Ah, mas nós estamos nos divertindo, diriam os jogadores. Muito bem – mas poderiam estar se divertindo muito mais, em algum outro cenário onde as piadinhas fizessem sentido narrativo. Até uma caricatura de Dark Sun, talvez – mas uma caricatura, não o próprio Dark Sun.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não que não possa haver humor em Dark Sun – claro que pode. Mas é necessário que faça sentido,&amp;nbsp; que seja circunstancial, e não que se torne a marca principal da aventura jogada.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mesmo é válido para a arrogância em relação à própria sobrevivência. Em Dark Sun, um personagem que resolve loucamente entrar no Deserto sem suprimentos, simplesmente porque ele tem 89 níveis e quinze classes de prestígio, vai morrer. Bom, pelo menos deveria morrer. Athas, o mundo da campanha de Dark Sun, não é um lugar para esse tipo de gente. Um dos primeiros aspectos do comprometimento dos jogadores com o jogo está vinculado precisamente ao respeito à exigências teatrais do tipo de estória que foi escolhida. Não importa quão poderoso o Gladiador Mul seja – ele não vai entrar no Deserto sozinho e nu simplesmente porquê deu na telha.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os exemplos de personagens anacrônicos e deslocados são infinitos. Um elfo negro cego ninja no Reino de Cormyr, em &lt;a href=&quot;http://forgottenrealms.wikia.com/wiki/Main_Page&quot;&gt;Forgotten Realms&lt;/a&gt;. Um Monge Orc com rabo de gato, em qualquer mundo fora do &lt;a href=&quot;http://www.terrypratchettbooks.com/discworld/&quot;&gt;DiscWorld&lt;/a&gt;. Um personagem em &lt;a href=&quot;http://www.callofcthulhu.com/&quot;&gt;Call of Ctulhu&lt;/a&gt; que, ao invés de gritar de pavor diante de um vampiro, saca seu revólver. Um mercenário espacial que não teme um Sith Lord ...&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não existem cenários bons e ruins, formas de jogar e interpretar boas ou ruins. O que existe, sempre, é coerência. Um dos principais fatores que determinam a existência ou não da diversão que deflui do jogo de RPG, da construção da estória e da interpretação dos personagens, está diretamente vinculado ao quanto os jogadores estão se dedicando para que todos esses fatores estejam adequadamente ajustados ao tipo de estória e ao cenário que foi previamente escolhido. E, se descobrirem que aquilo não era bem o quê queriam, mudem ... mas não insistam em interpretar Joey Lightning, o Elfo Pistoleiro, na Terra Média.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/4905793202698645057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/segunda-consequencia-da-anatomia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4905793202698645057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/4905793202698645057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/segunda-consequencia-da-anatomia.html' title='Segunda conseqüência da anatomia.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-3177668446186162768</id><published>2009-12-25T12:36:00.000-02:00</published><updated>2009-12-25T12:36:56.643-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eternalidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Idade Antiga"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Império Romano"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Leis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Povos Bárbaros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="RPG"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema de Regras"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Jurídico"/><title type='text'>Direito e RPG - Parte II.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-i.html&quot;&gt;Direito e RPG - Parte I&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfoUVW1nOqGmME6GWeIliewXOtFlI8sIa8kF0ILQ5tbfkXRyXIAGZU1rr6BuqyPKDYvoii4FP8oDb3d0TnrWd5Ql1w20ijIYphbbQoevARwoXJ_87IO6xJWN1ZGoDSShkVN4omZAfWI-k/s1600-h/Comitatus.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfoUVW1nOqGmME6GWeIliewXOtFlI8sIa8kF0ILQ5tbfkXRyXIAGZU1rr6BuqyPKDYvoii4FP8oDb3d0TnrWd5Ql1w20ijIYphbbQoevARwoXJ_87IO6xJWN1ZGoDSShkVN4omZAfWI-k/s320/Comitatus.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conforme debatido no texto anterior da série, os povos bárbaros que coexistiam próximos ao Império Romano embasavam sua visão de mundo jurídica na idéia de “eternalidade” do direito. Para tais culturas, os direitos, as leis e as regras jurídicas são fixos e imutáveis, e, portanto, permanecem eternamente como válidas dentro da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tal perspectiva deriva da noção de que o Direito é algo dado pelos deuses, e não criado pelos homens. Em outros termos, as pessoas podem apreender o Direito, mas jamais inventá-lo, modificá-lo ou aperfeiçoá-lo. Logo, inexistia a idéia de legislação – um rei bárbaro jamais promulgaria suas leis, mas apenas deveria zelar para que o Direito haurido dos deuses fosse respeitado e obedecido.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A principal conseqüências de tal visão de mundo é a de que o direito é visto como algo perfeito – de modo que seu desrespeito eqüivale não só a uma violação da lei, mas também a uma ofensa aos deuses –, que, muitas vezes, é revelado, em situações concretas, pela interferência direta de seus criadores. Daí surgem os chamados ordálios, que são testes físicos para revelar se um homem é inocente ou não (como, por exemplo, atravessar um rio gelado a nado, ou fechar a mão em torno de uma brasa e não se queimar), e os duelos judiciários, que consistiam em lutas armadas entre duas partes litigantes sobre uma questão jurídica.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma campanha ambientada em regiões moldadas à luz dos reinos bárbaros limítrofes ao Império Romano, portanto, deveria incorporar essa problemática ao quotidiano social que serve de pano de fundo para o desenvolvimento das aventuras no jogo. Personagens oriundos de tais sociedades enxergariam o Direito e as leis como valores sagrados e extremamente importantes, cuja manutenção poderia muitas vezes ser até mesmo considerada uma obrigação pelos aventureiros.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em tais cenários, não existiriam leis novas promulgadas pelas autoridades locais, nem profundas interferências políticas nas regras sociais – isso porque o Direito já foi dado pelos deuses, e, portanto, permanece estável ao longo dos anos. Em verdade, um rei, nobre ou governante que pretendesse alterar ou acrescentar leis e regras certamente sofreria enorme oposição, possivelmente até mesmo pelo grupo de aventureiros.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caso os personagens se vissem envolvidos em problemas jurídicos, poderiam se ver obrigados a duelar até a morte contra seus acusadores, ou, talvez, enfrentar diversos testes perigosos para provar sua inocência. Uma acusação de um crime grave, por exemplo, poderia resultar em uma aventura na qual o grupo se visse compelido a realizar uma missão difícil e importante para deixar claro que os deuses estão a seu favor, revelando, desse modo, que eles são a parte que tem razão.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por fim, se houver uma convivência entre regiões bárbaras e um vasto império centralizado, certamente as perspectivas diferentes de se enxergar o direito entrarão em confronto e colisão. Os bárbaros não entenderão a lógica das leis imperiais, e os cidadãos do império tampouco compreenderão os estranhos costumes jurídicos dos bárbaros. Seqüências inteiras de aventuras podem ser construídas em torno do choque de perspectivas, tanto com bárbaros dentro do império enrolados com a miríade de leis e regras locais, como homens oriundos do império sendo forçados a provarem sua inocência frente aos costumes jurídicos das sociedades bárbaras. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma vez mais parece interessante que alguém do grupo tenha conhecimento sobre as regras jurídicas desses povos. Recomenda-se, entretanto, que um personagem não possa, simultaneamente, conhecer o Direito Imperial e o Direito Bárbaro – tratar-se-iam de visões de mundo muito diferentes para ser igualmente compreendidas por apenas uma pessoa ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/3177668446186162768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/3177668446186162768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/3177668446186162768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-ii.html' title='Direito e RPG - Parte II.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfoUVW1nOqGmME6GWeIliewXOtFlI8sIa8kF0ILQ5tbfkXRyXIAGZU1rr6BuqyPKDYvoii4FP8oDb3d0TnrWd5Ql1w20ijIYphbbQoevARwoXJ_87IO6xJWN1ZGoDSShkVN4omZAfWI-k/s72-c/Comitatus.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-1400201300845732943</id><published>2009-12-23T15:20:00.002-02:00</published><updated>2009-12-23T20:25:40.332-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Feitiço"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Flama de Syrna"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Flama e Fogo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Império de Gárrya"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Magia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacerdotes de Syrna"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Satrapia de Komuth"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Savanas Douradas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Selva de Yarth"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Yallum"/><title type='text'>A Flama e Fogo - Parte III.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/flama-e-fogo-parte-ii.html&quot;&gt;A Flama e Fogo - Parte II&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRNs0FCROh9aFrFOzH2kso_ND-z6qdwYAsRN6ZCRFE4xoTSIMuEzDJK89ln3e9YxsSpldKpyC3_ojBYOjjvnymPv7WKw5BtbwS6LZM7d0wVe5EFZsr43uEnQumPQ8MDJ347caqApVtmcA/s1600-h/3wanderers.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRNs0FCROh9aFrFOzH2kso_ND-z6qdwYAsRN6ZCRFE4xoTSIMuEzDJK89ln3e9YxsSpldKpyC3_ojBYOjjvnymPv7WKw5BtbwS6LZM7d0wVe5EFZsr43uEnQumPQ8MDJ347caqApVtmcA/s320/3wanderers.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Com o passar dos anos e das décadas, a Satrapia de Komuth se viu agraciada com o surgimento de uma classe de feiticeiros negros, que aprenderam seus ofícios diretamente com os bruxos gárryos. Evidentemente, os corruptos magos do norte jamais ensinaram completamente seus segredos místicos para seus servos das Savanas Douradas - mas, ainda assim, os feiticeiros negros tornaram-se exímios praticantes das artes sombrias. Rapidamente tais magos se tornaram uma classe social importante na Satrapia, já que, misturando seus conhecimentos místicos com prerrogativas religiosas e sacerdotais, tornaram-se uma força política e militar de grande influência sobre os satrápas de Komuth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dura lição aprendida nas Selvas de Yarth jamais foi esquecida pelos chamados Sacerdotes de Syrna. A derrota e a retirada dos exércitos da Satrapia das selvas não significou o abandono dos planos expansionistas dos sucessores de Kullar, e nem diminui o desejo dos gárryos e dos komuthianos por escravos e escravas do sul. Entretanto, as invasões em larga escala haviam se tornado inviáveis, e os sátrapas precisaram buscar novas formas de explorar e prejudicar aos clãs de Yarth. Tornaram-se extremamente comuns os atos de pirataria e de saque selva adentro, em busca de butim, homens, mulheres e suprimentos - e também as expedições de extermínio, que visavam aldeias pouco protegidas, que eram rapidamente invadidas e incendiadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre os vários expedientes encontrados pelos governantes das Savanas Douradas parra enfraquecer os povos de Yarth, destaca-se em particular a atuação dos Sacerdotes de Syrna. Conta-se que Yallum, o Sinistro, primeiro Sumo-Sacerdote de Syrna, estudou profundamente os efeitos e as causas arcanas do feitiço de Flama e Fogo que havia sido empregado pelos guerreiros do sul contra o exército de Kullar, e desenvolveu uma versão da magia que poderia ser facilmente utilizada pela maioria dos feiticeiros de Komuth, e que era especialmente eficaz como tática de terror dentro das selvas e das tribos do sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que uma expedição saqueadora ou pirata traz escravos das selvas para as cidadelas da Satrapia, um em cada dez deles é entregue, como imposto, para os Sacerdotes de Syrna. Tais infelizes são conduzidos para calabouços secretos e sombrios, onde são torturados e seviciados por meses e meses a fio. Quando o desejo de viver do escravo está já por um fio, um sacerdote, lançando mão de artifícios mágicos, deixa o infeliz inconsciente por um período de um mês. Nesse tempo, o pobre coitado é enfeitiçado com a Flama de Syrna, e conduzido até as bordas das Selvas de Yarth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o pobre condenado acorda, mal pode acreditar em seus olhos. Do horror que ele vivenciava nos calabouços de Komuth, ele subitamente se vê livre e sozinho, próximo à sua terra natal. A grande maioria desses homens e mulheres tenta o mais rápido possível retornar para seus clãs e aldeias, ignorantes do terrível destino que lhes aguarda, e o mal que causarão a seu povo. Isso porque, tão logo se reúnem a seus compatriotas, não tem mais que um ou dois dias de vida restantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em determinado momento após o ex-escravo retornar a seu povo, o feitiço da Flama de Syrna tem efeito. Não se sabe ao certo como funciona o encanto, já que sua lógica é um mistério guardado a sete chaves pelos Sacerdotes de Syrna. Exatamente na mesma hora do dia em que a magia foi lançada sobre o coitado, ele começa a sentir um calor insuportável, que nasce de suas entranhas e se espalha por todo o seu corpo. Em dois minutos o enfeitiçado explode em uma grande bola de fogo, que, usualmente, destrói partes do local onde se encontra, e incinera as pessoas que estejam próximas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conquanto tal expediente não consiga destruir um clã ou uma vila de Yarth, as explosões, além de provocarem danos consideráveis e mortes inesperadas, traz terror e pânico aos povos da selva. Principalmente nos primeiros anos de sua utilização, centenas de clãs foram pegados desprevenidos e terminaram seriamente prejudicados pela explosão de escravos liberados, intencionalmente, de Komuth.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é raro, atualmente, que um homem vindo da Satrapia somente seja autorizado a entrar em uma tribo ou aldeia após ser inspecionado pelo xamã local. Em algumas regiões, desenvolveu-se até mesmo o costume de simplesmente recusar abrigo a qualquer um egresso do norte - que terminam expulsos de volta para a selva pelos guerreiros do clã. Ninguém sabe, em Yarth, que as explosões são um expediente deliberado dos sátrapas de Komuth - a maioria simplesmente acredita que aqueles que conseguem fugir das Savanas Douradas voltam amaldiçoados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns clãs concluiram que o ideal era simplesmente matar esses pobres amaldiçoados. Mas a idéia logo se revelou péssima - os enfeitiçados, se assassinados, imediatamente explodiam, levando consigo seus agressores ...”&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O feitiço da Flama de&amp;nbsp; Syrna, desenvolvido pelo Sumo-Sacerdote Yallum, é uma versão ainda mais fraca da Flama e Fogo original e da Flama e Fogo menor. Ele foi criado especificamente para aterrorizar e espalhar a dor, a morte e o pânico entre os clãs de Yarth - que são covardemente atacados pelas forças de Komuth através de seus próprios homens e mulheres inocentes.&amp;nbsp; A utilização do feitiço não depende nem da existência de uma vingança, ou de um objetivo, mas, ainda assim, carece de algumas pré-condições, listadas a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ol&gt;&lt;li&gt;O feitiço leva pelo menos um dia para ser preparado e efetivamente lançado sobre o seu alvo, que, necessariamente, deve estar inconsciente durante todo o procedimento de encantamento - a tentativa de se encantar alguma pessoa consciente, mesmo com sua concordância, sempre falha;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os ingredientes para seu preparo devem custar pelo menos o equivalente a 20 GP por dia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O feiticeiro que usará a magia deve estabelecer uma pré-condição na qual o feitiço entrará em ação. Quando tal pré-condição é atingida, o feitiço se realizará exatamente no próximo momento do dia igual ao exato instante em que o encanto terminou de ser originalmente lançado - no caso dos Sacerdotes de Syrna, a pré-condição usualmente fixada é a de o recipiente chegar a uma vila ou aldeia em Yarth; caso nenhuma pré-condição seja estabelecida, a magia falhará.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
O recipiente encantado com a Flama de Syrna jamais terá consciência de que está enfeitiçado. Sua condição pode ser facilmente identificada por meio de procedimentos arcanos comuns. O desencantamento é possível, mas depende da utilização de magias poderosas. Se a pré-condição é alcançada, conta-se o prazo para se chegar novamente ao mesmo instante do dia em que o recipiente foi encantado. Nesse momento, um calor horrendo lhe toma todo o corpo - e, dentro de um minuto, ele explodirá em uma bola de fogo incandescente, que causará dano equivalente a seis vezes, em dados, a quantidade de pontos de vida de um humano normal (em ADnD, 6d6, ou 6d8), com direito a um teste de resistência para diminuir o dano pela metade, em um raio de quinze metros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a pré-condição não for alcançada dentro do prazo de dois anos, o corpo do recipiente explodirá como se a pré-condição houvesse sido atingida, onde quer que ele esteja. Do mesmo modo, se, por qualquer motivo, o recipiente morrer antes da pré-condição ser alcançada, ele igualmente explodirá. Apenas um desencantamento bem sucedido pode evitar tal destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em termos de utilização do feitiço em jogo, o mais provável é que os personagens pertencessem a um povo ou país que estivesse sendo constantemente atacado por meio de recipientes encantados com a Flama de Syrna. Em caso, seria necessário, além de descobrir a fonte e o funcionamento das explosões - que, certamente, estariam envoltas em mistério - tentar evitar, na medida do possível, os danos e as mortes provocados por essa prática de terror. Por fim, os aventureiros precisariam imaginar e pôr em prática um plano para dar um fim definitivo aos ataques à sua terra natal. No cenário sugerido para a Satrapia de Komuth, tal sucesso final seria bastante difícil, e, talvez, impossível, de ser obtido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é possível construir aventuras que explorem o feitiço proposto de uma forma mais pessoal para os aventureiros. Um amigo, companheiro ou ente querido dos personagens pode ter sido morto em uma das explosões, e eles desejam vingança. Ou, então, a pessoa foi encantada com a Flama de Syrna, e sua condição foi descoberta por um mago - caberia aos personagens encontrar uma forma de libertá-la do seu fatal destinto. Por fim, um grupo inteiro de personagens de baixo nível pode ter sido encantado - quiçá antes mesmo do começo da aventura - com a Flama de Syrna. Durante suas viagens, descobrem, eventualmente, por um golpe de sorte, que estão condenados. Nenhum jogador ficará tranqüilo diante da obrigação de encontrar rapidamente uma forma de se livrar da maldição dentro do prazo estipulado de dois anos, sob pena de o grupo inteiro explodir em chamas!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/1400201300845732943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/flama-e-fogo-parte-iii.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/1400201300845732943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/1400201300845732943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/flama-e-fogo-parte-iii.html' title='A Flama e Fogo - Parte III.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRNs0FCROh9aFrFOzH2kso_ND-z6qdwYAsRN6ZCRFE4xoTSIMuEzDJK89ln3e9YxsSpldKpyC3_ojBYOjjvnymPv7WKw5BtbwS6LZM7d0wVe5EFZsr43uEnQumPQ8MDJ347caqApVtmcA/s72-c/3wanderers.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-245419832263795168</id><published>2009-12-22T16:51:00.000-02:00</published><updated>2009-12-22T16:51:09.238-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alcoolizado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caricatura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Desenho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Gênio"/><title type='text'>Caricatura - #2.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-1.html&quot;&gt;Caricatura - #1.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra caricatura. Essa me lembra de um gênio, talvez ligeiramente alcoolizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZy2Fg4FlYKM-QFEQPees1eBpVjEYed-Es0rz5pqJiXVg2ctgy4pnM8Rr9jKkP128EqcWmlmeRD8PcSjmL0C6lu7kZu_s4aO7WAw37Tn6p3Jzx2uNWWSN8xdyrHjjRgqPJP_fGEzGvMeg/s1600-h/003.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZy2Fg4FlYKM-QFEQPees1eBpVjEYed-Es0rz5pqJiXVg2ctgy4pnM8Rr9jKkP128EqcWmlmeRD8PcSjmL0C6lu7kZu_s4aO7WAw37Tn6p3Jzx2uNWWSN8xdyrHjjRgqPJP_fGEzGvMeg/s320/003.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/245419832263795168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/245419832263795168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/245419832263795168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-2.html' title='Caricatura - #2.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZy2Fg4FlYKM-QFEQPees1eBpVjEYed-Es0rz5pqJiXVg2ctgy4pnM8Rr9jKkP128EqcWmlmeRD8PcSjmL0C6lu7kZu_s4aO7WAw37Tn6p3Jzx2uNWWSN8xdyrHjjRgqPJP_fGEzGvMeg/s72-c/003.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-6035728221832350622</id><published>2009-12-22T16:50:00.000-02:00</published><updated>2009-12-22T16:50:43.207-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horror Gótico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medieval"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PBEM"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tallyar"/><title type='text'>As Crônicas de Tallyar - #4.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-3.html&quot;&gt;As Crônicas de Tallyar - #3&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;A Queda da Casa de Bálazs e a Ocupação Gárrya&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao norte de Tallyar, as vastas planícies de Allten haviam sido finalmente unificadas sob o governo feudal da casa de Holzsentein, que se tornou a senhora de um imenso império de vassalos. O Império de Alltenstarch, por sua própria natureza e tamanho, nasceu em guerra e ávido por conquistas. Não demorou muito até que os olhos cobiçosos dos Imperadores Holzsentein se lançassem sobre o pequeno Reino de Tallyar. Já próximo do final do reinado de Orban, os primeiros embaixadores de Alltenstarch chegaram à corte tallyar, com propostas de comércio e tratados de paz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao sul, porém, um inimigo mais ávido ainda remoía seus planos de conquista. O Império que nascera da magnífica cidade de Gárrya era quase alienígena para os povos do norte de Prystina – e, muito superior, cultural, militar e arcanamente. Acredita-se, até hoje, que os gárryos tem sangue de demônio nas veias, e que todos são capazes de fazer rituais e magias complexas. Ao contrário de Alltenstarch, já no reinado de Cratiu, sucessor de Orban, os emissários de Gárrya não chegaram com propostas comerciais, mas sim com uma exigência de vasssalagem e fidelidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ameaça foi considerada uma piada pelos guerreiros de Tallyar, e foi prontamente recusada. E, assim parecia ser. Cratiu governou em paz, e foi sucedido por Tamas. No décimo ano de reinado de Tamas o ataque veio. Brutal, feroz e sem aviso. Conta-se que trezentos mil soldados de Gárrya invadiram Tallyar - os outrora orgulhosos guerreiros foram humilhados em sua própria terra, e sua resistência mal durou quatro anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As casas derrotadas, dentre elas os próprios Bálazs, procuraram refúgio ao norte, no Império de Alltenstarch. Foram recebidos pelo Imperador como irmãos em dificuldade e sofrimento. Na Corte do Imperador, as casas nobres de Tallyar pediam ajuda ao Império para retomarem seu Reino. O Imperador prometia e prometia e prometia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por cinqüenta anos Tallyar foi governada por Interventores gárryos. O povo foi oprimido e escravizado; a cultura local sobrevivia à noite, na sorrelfa. Curiosamente, a arquitetura e infraestrutura locais se beneficiaram muito do domínio gárryo - grandes monumentos, estradas, postos de correio, portos fluviais, e obras estruturais como um todo foram erguidas ou reparadas pelos gárryos. Tallyar não passava de um estado tampão entre dois impérios, vassalo-escravo de um deles. Nessa época, foi como se os anões houvessem desaparecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Imperadores de Alltenstarch, entretanto, não estavam quietos. Lentamente planejaram a invasão de Tallyar. Aproveitaram-se de um momento no qual os gárryos estavam envolvidos em guerras no leste, com povos estranhos e desconhecidos, e convocaram seus nobres para guerra. As casas de Tallyar foram convidadas a se juntar à invasão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Primeira Guerra Allten-Gárrya durou dez anos. Apesar de enfraquecidos pelas batalhas do leste, as tropas que guarneciam Tallyar eram fortíssimas e bem treinadas. Mas nem elas conseguiram suportar a pressão de todo o exército do Império de Alltenstarch reunido. Finalmente as hostes feudais derrotaram as organizadas tropas gárryas, que foram obrigadas a recuar para trás do Bronéas, rumo às terras desérticas do sul. O país foi novamente destruído, mas muitas das construções gárryas permaneceram. Tyarna, a capital, queimou e ardeu até o chão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Bálazs e as casas nativas de Tallyar esperavam que o Imperador Markus Holzsentein entregasse a coroa ao herdeiro legítimo do Reino, Miksa Bálazs. Mas não eram esses os planos do Império. Markus declarou que as casas de Tallyar haviam praticado traição durante a guerra, e, por isso, deveriam ser punidas. – Aquelas que jurassem lealdade ao Império, seriam perdoadas, mas os Bálazs, que eram os maiores traidores, estavam banidos e foram declarados “sem paz” e criminosos. Quais teriam sido essas traições foi considerado “Segredo de Estado”, e jamais revelado, nem mesmo para as casas “traidoras”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Documentos foram apresentados “provando” que os Bálazs eram parentes da Casa de Forsthar, muito próxima aos Holzsenteins, e a Coroa de Tallyar foi entregue ao Duque Karl Forsthar, que jurou vassalagem imediata ao Império. Pela segunda vez, Tallyar encontrava-se sob domínio estrangeiro, sendo governada a partir da recém-fundada cidade de Listza.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/6035728221832350622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6035728221832350622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6035728221832350622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-4.html' title='As Crônicas de Tallyar - #4.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-2938804873869428193</id><published>2009-12-21T18:53:00.000-02:00</published><updated>2009-12-21T18:53:01.094-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anatomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="DnD"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Interpretação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema de Regras"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria"/><title type='text'>Primeira conseqüência da anatomia - Parte II.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte.html&quot;&gt;Primeira conseqüência da anatomia - Parte I&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois bem. O grupo concluiu que realmente quer jogar RPG: todos se comprometeram a dar o máximo de si em busca da construção de uma boa estória, a interpretar adequadamente seus personagens e a seguir as regras adotadas para a realização dos dois primeiros objetivos. Volta-se, então, para as duas primeiras perguntas apresentadas anteriormente: o sistema utilizado satisfaz os jogadores, em relação à suas regras e às suas exigências interpretativas? e, existe algum outro sistema que seja mais adequado a como os jogadores pensam, e quais estórias eles gostariam de construir?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vamos a alguns exemplos. Se os jogadores desejam jogar uma aventura fantástica em um mundo medieval, é muito mais fácil eles tentarem construir sua estória com base em alguma das encarnações de Dungeons and Dragons do quê com as regras do World of Darkness. Pode ser, porém, que eles desejem um sistema mais realista, com regras mais densas: GURPS poderia ser a solução.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por outro lado, pode ser que os jogadores queiram uma aventura sci-fi. Tentar fazer isso com o Dungeons and Dragons dificilmente dará certo (pensando tanto no sucesso, quanto no insucesso, desse tipo de tentativa, lembro-me do antigo Spelljammer). Há sistemas muito melhores para isso, como o Star Wars D6, ou Mechwarrior, se o grupo gostar de robôs gigantes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A questão aqui é que tentar forçar determinados sistemas a fazer coisas que eles não dão conta, ou melhor, para o quê eles não foram concebidos, dificilmente resultará em uma experiência de jogo satisfatória. Não adianta, seu guerreiro medieval em GURPS não vai derrotar sozinho uma horda de trezentos goblins, como seu guerreiro medieval em Dungeons and Dragons dá conta. Tampouco espere, pelo menos na maioria das vezes, que os grupos de heróis em Dungeons and Dragons tenham medo de morrer porquê apareceram alguns dragões.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os jogadores, portanto, devem refletir sobre isso. Às vezes, algumas simples adaptações caseiras tornam o jogo ajustado ao estilo favorito do grupo – ou melhor, ao estilo desejado para aquela estória específica, para aquela aventura que está para começar. Em outros casos, porém, é melhor procurar um sistema inteiramente novo e diferente, melhor ajustado ao quê se deseja e pretende.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mesmo raciocínio é válido para módulos, mundos e cenários de campanha. Se o grupo não deseja que magia e tecnologia andem juntas, não tentarão fazer um jogo no universo de Eberron, ou do próprio Star Wars. Se os jogadores não querem uma estória repleta de magia o tempo inteiro, não jogarão em Forgotten Realms. E por assim por diante. O importante é que os jogadores, pelo menos o mestre, nem que seja só ele, pense sobre o tipo de estória que deseje construir, e faça uma escolha consciente sobre o sistema e o cenário que será utilizado, com base justamente no que pretende fazer.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/2938804873869428193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte_21.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2938804873869428193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/2938804873869428193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte_21.html' title='Primeira conseqüência da anatomia - Parte II.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-6172848862711226334</id><published>2009-12-18T16:44:00.000-02:00</published><updated>2009-12-18T16:44:46.455-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cidadania"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Idade Antiga"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Império Romano"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jurisconsulto"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Leis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="RPG"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema de Regras"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Jurídico"/><title type='text'>Direito e RPG - Parte I.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRuE9uHRJWtNRy4x5xcTs6FZvoi9t7m_U8QE-3Hf-LLJoshyphenhyphenTK9lkFRN6-Ftm9xCwuF7mJ5i43nJewFu6zHjf-wfHM6cmEYZYDj9XKmXahrUsh-0EmkadCFgkA3HC5XwnWn1rWQzW2KIo/s1600-h/img0231.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRuE9uHRJWtNRy4x5xcTs6FZvoi9t7m_U8QE-3Hf-LLJoshyphenhyphenTK9lkFRN6-Ftm9xCwuF7mJ5i43nJewFu6zHjf-wfHM6cmEYZYDj9XKmXahrUsh-0EmkadCFgkA3HC5XwnWn1rWQzW2KIo/s640/img0231.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Do ponto de vista do relacionamento de um grupo de aventureiros com as leis e o sistema jurídico das regiões onde habitam e viajam, a maioria dos sistemas de jogo e de cenários de aventura assumem uma perspectiva simplista, haurida da Idade Média européia, período no qual era fraca, para não dizer quase completamente inexistente, a influência do Direito na vida da grande maioria das pessoas. Historicamente, porém, as coisas transcorriam de um modo bastante diferente - principalmente tendo em vista o período de transição da Idade Antiga para a Idade Média.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
A queda do Império Romano do Ocidente legou aos reinos bárbaros que o sucederam um vasto território, que era, de certa forma, unificado juridicamente por meio do Direito Romano. Antes de sua conquista por Roma, as terras européias eram fragmentadas politicamente e dominadas por culturas em estágios de desenvolvimento político e social menos complexos que os da cultura romana. Assim, foi possível para Roma, ao anexar a Gália, a Península Ibérica e outras regiões européias, impor sua cultura e sua organização política aos povos que ali habitavam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conflito entre o Direito bárbaro invasor e o Direito romano dos conquistados foi, a princípio, solucionado pela idéia de “personalidade do Direito”: os homens de origem bárbara estavam sujeitos ao Direito bárbaro consuetudinário, e os romani (homens de origem romana) permaneciam sujeitos ao Direito romano vulgar - que era assim chamado porque a queda do Império e o desaparecimento dos principais componentes da antiga cultura jurídica (as escolas de Direito, a jurisprudência, a legislação imperial, o saber dos juristas), além do empobrecimento intelectual do Ocidente nessa época, reduziram o Direito romano a um direito consuetudinário provinciano, prevalecente na Itália e no sul da França.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Direito bárbaro era caracterizado pela idéia da “eternalidade” das leis e dos princípios jurídicos; o Direito era considerado fixo e imutável, podendo ser apreendido pelas pessoas, mas nunca criado por elas. Portanto, dificilmente uma atividade legislativa ao menos semelhante à romana poderia ter se desenvolvido nos reinos bárbaros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a evolução histórica dos reinos bárbaros, foi desaparecendo essa dicotomia diante do ressurgimento de compilações jurídicas - como, por exemplo, a &lt;i&gt;Lex Romana Visigothorum&lt;/i&gt; - e de uma nova atividade legislativa, possibilitada pela restauração do Império Romano do Ocidente pelos francos, que legislavam por meio das “capitulares”, que eram leis simples e escritas. Por fim, devido à total fragmentação política e territorial européia imposta pelo sistema feudal, o Direito romano e o próprio Direito dos povos bárbaros desaparecem, substituídos pelo Direito feudal, usualmente esparso e desprovida de real efetividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro interessantes estágios de desenvolvimento jurídico acima apresentados podem ser usados para dar maior vida a um cenário de campanha, e originar aventuras embasadas em problemas e questões legais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um mundo dominado por um Império vasto e unificado, semelhante ao Romano, um sistema jurídico complexo faria parte da vida diária de qualquer pessoa, e, por conseqüência, de qualquer grupo de aventureiros. As leis e a jurisprudência - seja essa a sabedoria haurida dos filósofos do direito, ou o conjunto de decisões passadas tomadas pelos juízes do Império - seriam de extrema relevância, e teriam algum efeito sobre boa parte das atividades desenvolvidas pelos personagens em suas aventuras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os personagens trouxeram tesouros de suas explorações em terras ermas e distantes? Certamente haverá regras, no Império, sobre quanto desses bens pertencem aos personagens, e quanto será devido como imposto ao Estado. Os personagens mataram um inimigo em combate? Talvez a família dele processe os assassinos em busca de uma compensação financeira, ou de uma punição criminal. O grupo arrumou um inimigo rico e poderoso? Ele poderá subornar juízes e autoridades para aplicar as leis e a jurisprudência com um rigor incomum sobre os aventureiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro do Império, os personagens se veriam obrigados a obedecer às leis universalmente válidas para seus habitantes - e dentro de cada cidade, teriam que respeitar as leis específicas daquela região. Pode ser que existam regras sobre a compra e venda de animais de carga, que limitem a capacidade dos personagens de transportar tesouros. Pode ser que que certas armas, armaduras, ou cavalos de guerra sejam reservados para uso do exército, e sua posse ilegal seja passível de alguma punição. Ou, quem sabe, pessoas pegadas portando armas ou itens de natureza mágica sejam imediatamente arremessadas aos calabouços, ou coisa pior ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tais circunstâncias, os personagens talvez tenham que constantemente consultar&amp;nbsp; jurisconsultos - especialistas no Direito do Império -, e, até mesmo, especialistas nas leis e regras específicas de cada local que visitarem - se é que subitamente não se vejam na necessidade de tratar com juízes, ou, oh, horror, contratarem defensores de suas causas semelhantes a advogados. Em sistemas que usam regras de proficiência, ou de “skills”, pode ser bastante interessante que um dos personagens tenha conhecimentos jurídicos sobre o sistema legal do Império, facilitando assim o dia a dia do grupo junto às autoridades imperiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro conceito presente no Império Romano, que pode ter grandes implicações em uma campanha de RPG, é a idéia de cidadania. Especificamente na experiência romana haviam cidadãos romanos, o povo romano, e os estrangeiros. Cada um desses estratos jurídico-políticos estava submetido a um conjunto de leis e regras de Direito diferentes. Os cidadãos eram os que possuíam a maior gama de prerrogativas jurídicas e amparo do Estado; o povo romano recebia uma proteção menor, e podia exercer bem menos direitos. E, finalmente, os estrangeiros eram agraciados com uma pequena quantidade de direitos considerados inerentes a qualquer ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual seria o tratamento dado pelo Império a membros de outras raças? Eles teriam os mesmos direitos dos humanos, ou seriam desprezados e marginalizados pelo Direito Imperial?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode fazer muita diferença, portanto, qual a origem e a raça dos personagens. O tratamento recebido por eles será bastante divergente, caso eles sejam cidadãos plenos, simples membros do povo, ou estrangeiros. Tal problema, inclusive, pode ser considerado no momento mesmo da criação dos personagens, tendo em vista suas expectativas interpretativas e o tipo de aventura que o mestre pretende conduzir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisar-se-á, a seguir, o impacto da idéia de “eternalidade” do Direito para uma campanha de RPG.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/6172848862711226334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6172848862711226334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6172848862711226334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/direito-e-rpg-parte-i.html' title='Direito e RPG - Parte I.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRuE9uHRJWtNRy4x5xcTs6FZvoi9t7m_U8QE-3Hf-LLJoshyphenhyphenTK9lkFRN6-Ftm9xCwuF7mJ5i43nJewFu6zHjf-wfHM6cmEYZYDj9XKmXahrUsh-0EmkadCFgkA3HC5XwnWn1rWQzW2KIo/s72-c/img0231.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-8391515155738927630</id><published>2009-12-17T19:07:00.000-02:00</published><updated>2009-12-17T19:07:11.060-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conto"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dragão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Humor"/><title type='text'>Terror de Dragão</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCQk8E1hqLaHm-1YjPXHHCeNqmdVZ9RrdLcS4LSzdSJyvyrWYRi-j5CBb0UooKt-2uwK4YobFi2qAK3upFx7A2UIhUpq5GzFwwkdQz1s22XBLByfezjVObf6rkiepW-JuwBFxmymY4Ihc/s1600-h/black_dragon.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCQk8E1hqLaHm-1YjPXHHCeNqmdVZ9RrdLcS4LSzdSJyvyrWYRi-j5CBb0UooKt-2uwK4YobFi2qAK3upFx7A2UIhUpq5GzFwwkdQz1s22XBLByfezjVObf6rkiepW-JuwBFxmymY4Ihc/s320/black_dragon.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os últimos três anos haviam sido péssimos. O solo tornara-se infértil, e o pouco alimento que pode ser produzido foi, em grande parte, destruído por geadas e nevascas. Muitos morreram, e a maioria dos camponeses sobreviventes havia passado muita fome. Entretanto, além das pragas, das epidemias, e das três invasões das hordas bárbaras do norte, nenhuma dessas desgraças comparava-se com a que estava por vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há poucas semanas atrás, mensageiros desesperados vindos do leste anunciaram a notícia de que a besta odiosa, temida por todos os homens, aproximava-se velozmente da aldeia. Quase todos apavoraram-se e fugiram; apenas os mais maltrapilhos, que não tinham nenhum outro lugar para ir, permaneceram na vila condenada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis que em um calmo dia de primavera, o jovem Tom, de apenas quatro anos, foi o primeiro a avistar a criatura infernal. Chorando histericamente, o menino avisou aos poucos camponeses restantes, que reuniram-se do lado de fora de suas casas, conhecedores do destino cruel a eles reservado. Sim, e eles viram. Lá estava ele, o gigante réptil alado. Era um imenso dragão negro, seus olhos brilhavam, retorcidos de inteligência e maldade, trazendo terror ao coração de qualquer ser vivo. Eram especialmente apavorantes quando reviravam em sua órbita, como se desejassem consumir o mundo inteiro. Seus gritos ensandecidos, carregados de uma loucura imortal e incompreensível, devoravam os últimos resquícios de esperança das almas dos camponeses. O Dragão maldito contorcia-se demoníaca e sensualmente no ar, como se estivesse brincando com suas presas antes de assassiná-las sem piedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu ataque foi breve e cruel. Um último urro de prazer e loucura gelou os corpos dos homens, e anunciou seu golpe fatal. A fúria do monstro, contida por anos no âmago do seu ser, seu odor fétido de maldade, pode ser sentida a milhas de distância. Aquele momento foi indescritível, tamanho pavor trouxe à alma e ao coração, travando o espírito e os músculos de qualquer adulto, levando-o a chorar como uma criancinha. Após longos&amp;nbsp; e intermináveis momentos de dor e pavor inenarráveis, o Dragão grunhiu e partiu, feliz com a cena de destruição por ele provocada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, alguns camponeses morreram. Os sobreviventes estavam exultantes. A próxima colheita seria maravilhosa. Nunca antes a terra havia sido tão bem adubada.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/8391515155738927630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/terror-de-dragao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/8391515155738927630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/8391515155738927630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/terror-de-dragao.html' title='Terror de Dragão'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCQk8E1hqLaHm-1YjPXHHCeNqmdVZ9RrdLcS4LSzdSJyvyrWYRi-j5CBb0UooKt-2uwK4YobFi2qAK3upFx7A2UIhUpq5GzFwwkdQz1s22XBLByfezjVObf6rkiepW-JuwBFxmymY4Ihc/s72-c/black_dragon.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-6208432685195767697</id><published>2009-12-16T19:33:00.002-02:00</published><updated>2009-12-21T19:24:50.050-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bruxa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cachoeiras de Yamma"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Feiticeira"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Feitiço"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Flama e Fogo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Império de Gárrya"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lança de Onyx"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Magia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Satrapia de Komuth"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Savanas Douradas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Selva de Yarth"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vingança"/><title type='text'>A Flama e Fogo - Parte II.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/flama-e-fogo-parte-i.html&quot;&gt;A Flama e Fogo - Parte I&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiNqe9e3635YPU1jm7t9ZM_sBB6Fk8qq4m6tWom78qvjarx7VxKoYxfpeGdei1siOQS15tPs1R7Pp9e8opCmOHsxyvVqARmRWnQKz42Wkv6mv7urYqqvxx3Vni-IUCIeqfJqJtmV5di-o/s1600-h/silver_isles_warriors.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiNqe9e3635YPU1jm7t9ZM_sBB6Fk8qq4m6tWom78qvjarx7VxKoYxfpeGdei1siOQS15tPs1R7Pp9e8opCmOHsxyvVqARmRWnQKz42Wkv6mv7urYqqvxx3Vni-IUCIeqfJqJtmV5di-o/s320/silver_isles_warriors.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;“Séculos depois da famosa vingança de Thar`Cot, que eliminou os odiados inimigos do Clã Olho de Cobra, os infinitos clãs das Selvas de Yarth sofreram a terrível ameaça da invasão promovida pela&amp;nbsp; Satrapia de Komuth. Tal Reino, que dominava as cinco cidadelas das Savanas Douradas, ao norte de Yarth, havia sido forjado pela sanha conquistadora de Kullar, o Diabo do Sol, à época suserano da Fortaleza de Makara. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kullar, um guerreiro bruto e inculto, sonhava em estender seus domínios por todas as Savanas Douradas, submetendo os povos pacíficos e comerciantes das demais cidadelas a seu controle e vontade absolutos. Seus exércitos e recursos, entretanto, não eram suficientes para derrotar e conquistar todas as cidades da vasta planície. Mas sua ambição era incontrolável e infinita, e ele terminou por vender a seu povo e a si próprio ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ignorante tirano buscou o apoio do Império de Gárrya, cujos domínios nefastos se estendiam pelos desertos e pântanos ao norte e a leste das Savanas Douradas. Os sinistros senadores-bruxos gárryos não se importaram nem um pouco em auxiliar Kullar a tornar realidade seus sonhos de conquista, desde que ele aceitasse que seu novo Reino fosse uma Satrapia do Império.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Satrapias de Gárrya não passam de Estados clientes e vassalos da sombria nação. Tais regiões, apesar de não serem diretamente governadas pelos senadores-bruxos, estão totalmente submetidas à devassidão mística e moral que corrompe o horrendo povo oriundo da Cidade de Gárrya. Kullar, mergulhado na própria arrogância, nem mesmo compreendia o significado do que lhe exigiam seus novos senhores gárryos. Ele apenas desejava ardentemente submeter todas as cidadelas a seu poder, qualquer que fosse o preço que tivesse de pagar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Fortaleza de Makara foi inundada por escravos, soldados, suprimentos e bruxos gárryos, todos colocados “à disposição” de Kullar. Fortalecido pelo apoio do gigantesco império do norte, o guerreiro varreu as Savanas Douradas, e, em menos de cinco anos, submeteu todos os homens e mulheres livres da região à servidão. Ele desejava que seus domínios se chamassem de Kullara, mas seus suseranos gárryos exigiram que a Satrapia fosse nomeada “Komuth”; conta-se, pelos campos e pelas matas, que os próprios demônios do submundo assopraram tal nome para os gárryos ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A corrupção e a maldade que grassam por Gárrya logo estenderam suas garras pela nova Satrapia, e, desde então, não houve mais felicidade nas Savanas Douradas. Quando Kullar já se aproximava de seus cinqüenta anos, emissários vindos do norte trouxeram uma nova exigência: o guerreiro deveria escravizar as tribos atrasadas que habitavam nas Selvas de Yarth, e inundar os mercados gárryos de escravos e escravas vindos do sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A incumbência alegrou profundamente o brutal sátrapa. Há muito tempo ele se sentia cansado, vazio e desanimado, odiando cada ordem gárrya que era obrigado a cumprir. Sonhava em se rebelar, mas as guarnições de soldados e bruxos gárryos ocupavam pontos estratégicos nas cinco cidadelas e em toda a savana. Finalmente, porém, recebera uma ordem que teria prazer em cumprir. Exultante, o guerreiro levantou um exército de dez mil homens equipados com armas e armaduras do norte, e penetrou, sem aviso, nas selvas de Yarth,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A invasão foi rápida e brutal. O sucesso era absoluto, assim como havia sido décadas atrás, quando as Savanas foram conquistadas. Clã atrás de clã, tribo atrás de tribo, eram facilmente derrotados, chacinados e escravizados pelo enorme exército de Kullar. A vitória parecia certa - facilitada pela desunião tradicional entre os diversos clãs rivais das selvas.&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Quando parecia que em muito pouco tempo as Selvas de Yarth se tornariam território de Komuth, e que as tribos não passariam de chocadeiras de escravos para os gárryos, os clãs que ainda mantinham sua independência decidiram se aliar contra o invasor comum. Guiados pelo grande Chefe Yaggha-Lor, que contava com o apoio dos xamãs e dos feiticeiros das demais tribos, os guerreiros remanescentes formaram uma Assembléia de Guerra à beira das Sagradas Cachoeiras de Yamma. &lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Enquanto os guerreiros tentavam decidir qual seria a melhor forma de tentar resistir aos invasores, surgiu, como quê saída do nada, a temível Bruxa dos Cinco Olhos. Todos se apavoraram, e não sabiam se fugiam, ou se tentavam expulsá-la. Mas a feiticeira usou palavras de paz, e informou que desejava ensinar aos homens de magia presentes o encanto que permitiria aos clãs derrotarem o exército invasor. Suas palavras trouxeram uma nesga de esperança ao coração dos homens ali reunidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os xamãs, ainda que alguns deles a contra-gosto, acompanharam a Feiticeira para dentro de Yamma-Tal, a maior das cachoeiras, e lá, com ela, permaneceram por três dias e três noites. O quê exatamente aconteceu durante esses dias é um mistério pelas matas - mas sabe-se que a Bruxa ensinou-lhes uma parte do segredo da Flama e Fogo, menos poderosa do quê o lendário encanto que havia sido preparado para Thar`Cot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os xamãs emergiram de Yamma-Tal, a Bruxa não estava mais entre eles. Yaggha-Lor foi chamado, e lhe explicaram o quê deveria ser feito para que os inimigos do norte fossem derrotados. O Chefe então selecionou mil dos melhores guerreiros que se encontravam na Assembléia - e aceitou somente aqueles que juraram estar prontos para morrer em troca da vitória. Ele era o primeiro entre eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os mil guerreiros se postaram diante dos xamãs, que, com rituais e palavras mágicas, os encantaram e encheram de Flama. O pequeno batalhão, então, partiu ao encontro dos dez mil guerreiros de Kullar, que, naquele momento, divertiam-se incendiando a esmo as selvas. O sátrapa e seus soldados riram do minúsculo exército das selvas, e ofertaram, debochadamente, que permitiriam a todos sobreviver como escravos e prostitutas caso se rendessem. Mas nenhum dos guerreiros sorriu. Pelo contrário, todos cuspiram no chão, em desafio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A batalha, então, eclodiu. Como loucos, os mil guerreiros liderados por Yaggha-Lor correram furiosamente em carga contra seus inimigos, e batalharam como demônios ferozes. Logo foram cercados - mas lutavam como leões ensandecidos, prontos para morrerem a qualquer instante. Finalmente, começaram a tombar ante a superioridade numérica dos soldados do norte. Mas, para horror de Kullar e de seus soldados, poucos instantes após caírem mortos, os homens das tribos explodiam em fabulosas bolas de fogo incandescente, que incineravam em instantes centenas dos seus outrora numerosos companheiros ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apavorados, os soldados de Kullar bateram em retirada. Mas os guerreiros das selvas os perseguiam até a própria morte, quando então levavam para os infernos, com fogo e fúria, os invasores de suas terras. Conta-se que dos dez mil soldados vindos de Komuth, apenas duzentos e três conseguiram voltar em segurança para sua Satrapia. Kullar, humilhado e derrotado, era um deles. Dos heróicos guerreiros que lutaram ao lado de Yaggha-Lor, nenhum sobreviveu - todos se sacrificaram ao fogo para livrar as Selvas de Yarth da loucura da escravidão nas mãos dos gárryos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sussura-se, no escuro, que pouco tempo depois de sua derrota Kullar foi convocado para Gárrya - e que, até hoje, seu corpo é mantido vivo por feitiçaria e torturado por demônios e bestas infernais, como punição por ter decepcionado seus senhores do norte ...”&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
O feitiço da Flama e Fogo Menor, que foi ensinado pela Bruxa dos Cinco Olhos para os xamãs de Yarth, é uma versão mais fraca da magia original que ela havia preparado para possibilitar a vingança de Thar`Cot. Os feiticeiros das selvas, bem menos poderosos que ela, não eram capazes de lidar com forças místicas tão concentradas - ademais, a própria Bruxa não desejava revelar todo o segredo do encanto, mas apenas uma parcela dele suficiente para permitir a vitória dos clãs sobre os soldados de Kullar. Tal feitiço, de todo modo, não se embasa na efetivação de uma vingança - mas sim na consecução de um objetivo. Sua utilização depende de uma série de pré-condições, listadas a seguir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ol style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;li&gt;O feitiço leva pelo menos um dia para ser preparado e lançado sobre o seu alvo, que, necessariamente, deve concordar em ser o recipiente da magia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os ingredientes para seu preparo devem custar pelo menos o equivalente a 100 GP por dia;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O feiticeiro que usará a magia deve saber porque o solicitante deseja ser recipiente da magia, e concordar sinceramente com esse objetivo - do contrário, a magia não funcionará;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O feitiço deve estar vinculado à realização de um objetivo, que não necessariamente precisa ser justo - se ele for utilizado em alguém que não possui um forte&amp;nbsp; desejo de completar determinado objetivo, o recipiente morrerá imediatamente tão logo o seu ritual termine de ser realizado - completamente devorado por uma flama vermelha incandescente nascida de suas próprias entranhas.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Após o recipiente do feitiço ter sido encantado com a Flama e Fogo Menor - que não se revela para&amp;nbsp; nenhuma espécie de investigação mágica, mas que pode ser detectada por deuses -, ele tem exatamente três meses para dar início à sua tentativa de alcançar seu objetivo. Enquanto o objetivo é executado, se o recipiente do feitiço morrer em combate, em aproximadamente um minuto ele explodirá como uma imensa bola de fogo incandescente, que causará dano equivalente a vinte vezes, em dados, a quantidade de pontos de vida de um humano normal (em ADnD, 20d6, ou 20d8), com direito a um teste de resistência para diminuir o dano pela metade, em um raio de cinqüenta metros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o objetivo for consumado - ou se ele não for levado a cabo dentro do prazo de três meses -, o corpo do recipiente do feitiço será completamente consumido pela Flama e Fogo interiores, provocando a sua morte irreversível. Nenhuma espécie de magia ou feitiço inferiores à intervenção divina pode evitar tal destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente, existem duas formas essenciais de aplicar o feitiço ao jogo, semelhantes às apresentadas no artigo anterior: os personagens procurando utilizar esse feitiço em si próprios; ou&amp;nbsp; o emprego do feitiço por algum dos inimigos dos aventureiros contra eles. Essas duas opções, porém, não são tão impactantes como no caso da Flama e Fogo original. No primeiro caso, porquê os personagens dificilmente desejariam se sacrificar apenas para a consecução de um objetivo, e por uma quantidade relativamente pequena de dano provocado. No segundo caso, porquê um vilão realmente poderoso dificilmente se submeteria a esse feitiço, pelos mesmos motivos elencados para os personagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surgem, então, duas outras situações mais interessantes para a utilização desse feitiço. Se um vilão poderoso dificilmente se submeteria a tal expediente, nada impede que um de seus acólitos, ou um inimigo mais fraco do quê os aventureiros, tente se sacrificar para ferir gravemente ao grupo, e, talvez, matar os personagens. Um orc sobrevivente de uma tribo chacinada pelos personagens, apesar de incapaz de derrotá-los sozinho, poderia muito bem procurar por um xamã que lhe enfeitiçasse - ele aguardaria até que os aventureiros estivessem feridos por uma batalha difícil, ou que estivessem no meio de uma refrega complicada, para atacá-los - certo que, com seu sacrifício, daria fim aos malditos guerreiros que destruíram seu povo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria igualmente divertido, por outro lado, ver situações nas quais uma Sociedade Secreta que se opõe aos aventureiros, ou o exército de um Barão tirano que os personagens estão tentando derrotar, empregassem ostensivamente a Flama e Fogo Menor em combate. Talvez um soldado explodindo no meio do campo de batalha seja suportável para o grupo - mas dez soldados prontos para virar bolas de fogo já se tornam uma ameaça mortal. Nesse circunstância, os personagens teriam que encontrar formas de derrotar os inimigos sem os matar, ou ao menos, se veriam obrigados a fugir da peleja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é possível imaginar situações nas quais, assim como Yaggha-Lor, os personagens utilizem a Flama e Fogo Menor em seus próprios soldados. O problema de tal uso da magia, porém, seria o de que os guerreiros esperariam, com certeza, que seus líderes também se submetessem ao sacrifício pela vitória - ato que, apenas nas circunstâncias mais extremas, seria realmente levado a cabo pelos jogadores.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/6208432685195767697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/flama-e-fogo-parte-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6208432685195767697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6208432685195767697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/flama-e-fogo-parte-ii.html' title='A Flama e Fogo - Parte II.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiNqe9e3635YPU1jm7t9ZM_sBB6Fk8qq4m6tWom78qvjarx7VxKoYxfpeGdei1siOQS15tPs1R7Pp9e8opCmOHsxyvVqARmRWnQKz42Wkv6mv7urYqqvxx3Vni-IUCIeqfJqJtmV5di-o/s72-c/silver_isles_warriors.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-599339669366465921</id><published>2009-12-15T19:25:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T19:25:58.458-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="&quot;Fun with a Pencil&quot;"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Andrew Loomis"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caricatura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Desenho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Duende"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Halfling"/><title type='text'>Caricatura - #1</title><content type='html'>Creio que assim como a maioria dos mestres de RPG, eu gostaria de desenhar bem melhor do que realmente desenho para conseguir traçar imagens que ilustrassem, ainda que mais ou menos, os jogos e as campanhas desenvolvidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos tempos, tenho treinado a construção de caricaturas, seguindo o metódo ensinado no livro &quot;Fun with a Pencil&quot;, de Andrew Loomis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia é fazê-las ligeiramente voltadas para os elementos típicos de fantasia encontrados em jogos de RPG. Abaixo, segue o que acredito ser um halfling ou um duende com cara de besta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-yIZqF4fLYvWkmH8-81BFobeOlL-69AeTr7omaU1Qwf3Md5rRbLz5i47L0WVFaasJxld4dJJTGIXU27l3xaxRZ-21rUmEgQvJTPyX5C0nCc2WNZXWPkjCwdynATbB_8v0eEvNjl0snjs/s1600-h/006.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-yIZqF4fLYvWkmH8-81BFobeOlL-69AeTr7omaU1Qwf3Md5rRbLz5i47L0WVFaasJxld4dJJTGIXU27l3xaxRZ-21rUmEgQvJTPyX5C0nCc2WNZXWPkjCwdynATbB_8v0eEvNjl0snjs/s320/006.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/599339669366465921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-1.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/599339669366465921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/599339669366465921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/caricatura-1.html' title='Caricatura - #1'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-yIZqF4fLYvWkmH8-81BFobeOlL-69AeTr7omaU1Qwf3Md5rRbLz5i47L0WVFaasJxld4dJJTGIXU27l3xaxRZ-21rUmEgQvJTPyX5C0nCc2WNZXWPkjCwdynATbB_8v0eEvNjl0snjs/s72-c/006.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-7194068375322187681</id><published>2009-12-15T19:13:00.000-02:00</published><updated>2009-12-15T19:13:50.107-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ADnD 2nd Edition"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aventura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fantasia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Horror Gótico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medieval"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PBEM"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tallyar"/><title type='text'>As Crônicas de Tallyar - #3.</title><content type='html'>*Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-2.html&quot;&gt;As Crônicas de Tallyar - #2.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A Fundação do Reino e as Guerras Élficas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De todos os inimigos de Gizella,&amp;nbsp; Kalmus foi o mais difícil de ser derrotado, e aquele que mais violentou a terra e o povo de Tallyar. Com o final da Guerra, seu corpo foi fincado em uma estaca em Tyarna, para que todos vissem sua derrota. Poderosas magias afastaram o apodrecimento natural do cadáver, que somente desapareceu quando totalmente devorado por pássaros e outros seres sombrios da noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gizella, entretanto, não estava satisfeita. Ardia em seu peito o ódio pelos bárbaros dos Vales dos Lobos – que deveriam ser punidos pela afronta que praticaram. Suas tropas estavam prontas e armadas, e a guerra já durava tanto tempo, que quase ninguém se lembrava de como era estar em paz. Menos de dois meses após o fim das Guerras de Sucessão, Gizella, já velha, partiu com seu exército em campanha contra os bárbaros conhecidos pelo nome de bakar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os planos eram expandir a fronteira do Arquiducado até as margens do profundo rio Cltester, subjugando ou expulsando as tribos bakar que se encontrassem no caminho. Os clãs de guerreiros do norte estavam extremamente enfraquecidos após a aventura de Kalmus, e ofereceram muito pouca resistência ao avanço dos experientes soldados tallyar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa invasão, duas casas nobres surgiram, como prêmio a chefes bárbaros que aceitaram espontaneamente o domínio e a soberania de Gizella – a Casa de Strenski e a Casa de Walchow. A velha guerreira, entretanto, não resistiu aos rigores do inverno dos Vales dos Lobos, e faleceu de pneumonia crônica, nos braços de seu filho e herdeiro, Orban Bálazs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a mãe morta em seu colo, Orban sabia que seu poder e título estavam seriamente ameaçados. Nada impedia a eclosão de uma nova guerra civil, contestando a sua capacidade e o seu direito ao Arquiducado. Todos esperavam que a Arquiduquesa desse início aos trabalhos de reconstrução do país, e criasse as condições para uma sucessão tranqüila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orban não teve dúvidas – apenas uma nova guerra impediria a possibilidade do estouro de qualquer espécie de revolta. Nas terras recém-anexadas dos bakar, em frente a seus guerreiros e chefes bárbaros subjugados, proclamou-se o novo Arquiduque e declarou que era chegado o momento de vingar a perfídia dos elfos traidores que haviam se recusado a ajudar os amigos anões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim iniciaram-se as Guerras Élficas, quando as tropas de Tallyar invadiram a Floresta Alta e o Reino de Billandra. Os elfos contavam com suas táticas de guerrilha, e com a escuridão das matas para prevalecer sobre os humanos. Mas os guerreiros de Tallyar haviam aprendido tais técnicas e estratégias durante a cruel Guerra Civil dos últimos anos. Orban revelou-se um gênio militar, e o Reino de Billandra caiu em menos de um ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orban, ao tratar com os elfos derrotados, não foi generoso como sua mãe havia sido com os bárbaros.&amp;nbsp; As terras da Floresta Alta foram anexadas, as cidades élficas destruídas e queimadas, o povo chacinado e espalhado pela Floresta em pequenas tribos e conglomerados. Os poucos nobres sobreviventes foram obrigados a jurar lealdade a Orban e a Tallyar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao retornar para Tyarna, Orban julgou que era hora de tornar-se mais poderoso do que já era. Convocou todos os nobres do Arquiducado, e em longa cerimônia, fundou o Reino de Tallyar, e proclamou-se Rei daquela terra. Não houve oposição. Novos títulos foram distribuídos entre a nobreza, e ninguém ousava questionar o cruel rei guerreiro que consolidava, naquele momento, todo seu poder adquirido ao longo de anos brutais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/7194068375322187681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/7194068375322187681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/7194068375322187681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/as-cronicas-de-tallyar-3.html' title='As Crônicas de Tallyar - #3.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-7138524115782704423</id><published>2009-12-14T18:18:00.000-02:00</published><updated>2009-12-14T18:18:16.748-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anatomia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Delta&#39;s DnD Hotspot"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Diversão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Interpretação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jogo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="RPG"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema de Regras"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teatro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria"/><title type='text'>Primeira conseqüência da anatomia - Parte I.</title><content type='html'>* Referência: &lt;a href=&quot;http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/alguns-exemplos-da-questao-da-anatomia.html&quot;&gt;Alguns exemplos da questão da anatomia.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Qualquer que seja o sistema adotado por um determinado grupo de jogadores, eles devem se fazer duas perguntas simples e interconectadas: &quot;O sistema que estamos usando nos satisfaz em relação à sua forma de encarar e balancear as regras e a interpretação?&quot;; e, &quot;Existe algum outro sistema, mais ajustado aos nossos desejos, ou nós podemos fazer alguma adaptação no sistema que usamos, que vá torná-lo mais adequado ao que queremos?&quot;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Mas, há um adiantamento aqui. Antes de o grupo se perguntar isso, deveria refletir sobre a primeira questão que qualquer um que deseje jogar RPG deve se fazer: &quot;Eu realmente quero jogar RPG?&quot;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muita gente diz que RPG é diversão – se todos estiverem se divertindo então está tudo bem, e o jogo está bom. Sobre essa questão, é interessante dar uma olhada na opinião expressada em &lt;a href=&quot;http://deltasdnd.blogspot.com/2009/05/its-not-just-about-fun.html&quot;&gt;&quot;Delta`s D&amp;amp;D Hotspot&quot;&lt;/a&gt;. De todo modo, essa idéia é uma verdade apenas parcial, e dificilmente generalizável. Conforme analisado anteriormente, o RPG está vinculado aos aspectos lúdico e teatral da experiência humana. A diversão do RPG deve derivar da execução satisfatória e combinada desses dois aspectos inerentes à essa atividade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa espécie de diversão não é fácil de se conseguir: ela envolve a dedicação e o compromisso, de todos os envolvidos, em interpretar seus papéis, respeitar as regras acordadas, e construir uma estória conjunta que seja satisfatória para o grupo inteiro. Isso não é fácil de se conseguir, e exige um tremendo esforço, tanto dos jogadores, quanto do mestre. Esse esforço, evidentemente, só compensa se os envolvidos realmente sentirem prazer e se divertirem com o resultado final da sua dedicação.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se um grupo se diverte ao se reunir porque conta piadas, troca conversas, compra uma pizza, mas praticamente não joga quase nada - ou se o jogo sai truncado, sem nenhuma estória claramente construída e interessante para o grupo -, então, possivelmente, era melhor fazer outra coisa. Seria mais interessante jogar videogame, ou futebol, ou xadrez, ou simplesmente sair para comer algo e conversar. Acreditem, nesse caso, o RPG está atrapalhando a diversão, que poderia ser bem mais intensa sem a presença do jogo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu digo isso por experiência própria, em face de muitas sessões de jogo nas quais o divertido foi encontrar os amigos, bater papo, trocar idéias, mas não, propriamente, jogar RPG. Tais sessões costumam ser chatas, vagarosas e pouco originais – quando não se resumem, dependendo do sistema, a combate depois de combate depois de combate. Jogar RPG desse modo é jogar pela metade apenas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há uma diferença gritante entre a diversão que é conseguida em um sessão de RPG, mas externa ao jogo, e a diversão que é conseguida por se jogar RPG. Essa diversão compensa o esforço que o jogo exige – e é o que os interessados em RPG deveriam buscar constantemente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse sentido, digo que RPG não é para todas as pessoas. Não que o RPG tenha uma aura sacra ou coisa do gênero – mas sim porque não são todas as pessoas que terão a disposição de se comprometer com o jogo. Elas estarão se divertindo muito menos jogando RPG do que poderiam estar se divertindo fazendo outra coisa. E, pior: estar-se-ão frustrando. A experiência ideal de RPG envolve pessoas dispostas a se comprometer verdadeiramente com as regras, com a interpretação e com a construção de uma boa estória – e, ainda assim, muitas vezes tais pessoas falharão – e ficarão bastante frustradas. Tal tema ainda será debatido futuramente.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/7138524115782704423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/7138524115782704423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/7138524115782704423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/primeira-consequencia-da-anatomia-parte.html' title='Primeira conseqüência da anatomia - Parte I.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-373991420106054707.post-6304480510714912179</id><published>2009-12-11T19:21:00.000-02:00</published><updated>2009-12-11T19:21:37.588-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campanha"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Citação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Clima"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tao of DnD"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Topografia"/><title type='text'>Citação sobre Clima e Topografia.</title><content type='html'>A passagem abaixo foi retirada de &lt;a href=&quot;http://tao-dnd.blogspot.com/&quot;&gt;&quot;The Tao of D&amp;amp;D&quot;&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;Having said that, let&#39;s get down to business.&amp;nbsp; In having tried to create a random system for filling hexes with junk, I have created lists ... things which fall into four basic categories: occupants, features, topography and events.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Events may occur at any time, repetitiously, and have no influence on the hex at all.&amp;nbsp; Distilling out events which depend on biological incidents, such as the 17-year cycle of the cicada, a great many examples are inextricably connected to the weather: thunder storms, &#39;dry lightning&#39; (thunderstorms which produce no precipitation but which produce lightning), heat waves, heat &#39;storms&#39; (excessive heat waves which last extensive periods), droughts, fog, mist, drizzle, rain, blizzards, ice storms, hail, drifting snow, sleet, ice melt and accumulated rime or black ice.&amp;nbsp; Other events, some related to the effect of weather, might include forest fires, wild fires, &#39;bog fires&#39; (spontaneous igniting of escaping gases), firestorms and fire &#39;whirls&#39; (vertically oriented rotating columns of air, potentially containing draft winds of over 100 mph), pyrocumulus clouds (clouds often associated with volcanic eruptions, causing turbulence and potentially producing lightning), gaseous emissions from active volcations, full volcanic eruptions, mudslides, flash floods, tornadoes, hurricanes, avalanches, meteor strikes and so on.&amp;nbsp; Then of course there are magical phenomena which might account for raining frogs, St. Elmo&#39;s fire, &#39;foo fighters&#39; (glowing globes of greenish light often reported by pilots), spontaneous appearances or disappearances, shifts in reality, etcetera, etcetera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Topography is a little more down to earth, but includes more than merely the lay of the land - flora, drainage and geology are equally as important at the geography of a hex.&amp;nbsp; What are &#39;hills/ - are they gently sloping downs, such as southern England or Ohio, or do they display exposed rock, such as the Ozarks?&amp;nbsp; Are the ponds sink-holes, or are they fed by small streams or natural springs?&amp;nbsp; Is the forest made of hawthorne trees, with thick briars as undergrowth, or easily marched through aspen woods?&amp;nbsp; Either might occur at the same latitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Features may be man-made, or natural, even impermanent.&amp;nbsp; An odd-shaped mountain, a pillar of rock, an ancient crater, peculiar gnarled trees, a dungeon entrance, trails, a burned out area, stone statues left over from an ancient race ...&lt;br /&gt;
&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
As idéias apresentadas parecem extremamente boas para ser exploradas em aventuras e campanhas como fontes de inspiração e desafio - além de adicionarem um grau de detalhe que ajuda muito a criar interesse e clima para a estória desenvolvida durante o jogo. Em particular, a utilização de eventos climáticos bizarros é bastante sugestiva, e pode trazer muitos problemas a um grupo de aventureiros desavisado. O texto completo, que, curiosamente, não trata especificamente nem do clima nem da topografia, pode ser encontrado &lt;a href=&quot;http://tao-dnd.blogspot.com/2009/12/encounter-somnambulance.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/feeds/6304480510714912179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/citacao-sobre-clima-e-topografia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6304480510714912179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/373991420106054707/posts/default/6304480510714912179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ocalaboucoteorico.blogspot.com/2009/12/citacao-sobre-clima-e-topografia.html' title='Citação sobre Clima e Topografia.'/><author><name>Wilson Filho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13356999754945811899</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1OxIxy2rFNvNhI70s3HiksB-yIhZVHtaRIsrWL-yiuiXj0Njq5Hogbm5p_3hYV3G6RlS5tFgHrvbSlqK2FludQJ9GbfBsyrXb1uaKKcjgZK5iSbMjSppsCl_4n1OfMw/s220/IMG_0075.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>