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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CE4CRn8-eyp7ImA9WhRaEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888</id><updated>2012-02-14T04:36:07.153-08:00</updated><category term="Fusões e Aquisições" /><category term="Falência e Recuperação" /><category term="Comércio Exterior" /><category term="Marcas" /><category term="Títulos de Crédito" /><category term="Societário" /><category term="Mercado de Capitais" /><category term="Direito Digital" /><category term="Patentes" /><category term="Consumidor" /><category term="Tributário" /><category term="Cartéis" /><category term="Concorrência" /><category term="Ambiental" /><category term="Trabalho e Previdenciário" /><category term="Propriedade Intelectual" /><category term="Títulos de Crédito" /><category term="Arbitragem" /><category term="Empresário" /><category term="Contratos" /><title>O Direito de Empresa, negócios ou comercial</title><subtitle type="html">O cotidiano do Direito nas empresas</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>158</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial" /><feedburner:info uri="odireitodeempresanegciosoucomercial" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CE4CRn89fCp7ImA9WhRaEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-7143883730911684191</id><published>2012-02-14T04:36:00.000-08:00</published><updated>2012-02-14T04:36:07.164-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-14T04:36:07.164-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Digital" /><title>Ataques DDoS às instituições financeiras brasileiras</title><content type="html">&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Os
 bancos e instituições financeiras do Brasil sofreram diversos ataques 
aos seus portais na primeira semana de fevereiro. Devidos aos ataques, 
suas páginas na Internet ficaram inacessíveis por períodos que variaram 
entre alguns minutos a algumas horas, impossibilitando os clientes de 
realizarem transações via internet banking. O movimento foi nomeado 
pelos responsáveis como #OpWeeksPayment, ou seja, "operação da semana de
 pagamento", em clara referência a semana em que os salários seriam 
pagos. A autoria foi reivindicada pelo grupo "Anonymous Brasil", que se 
autoproclamam hackers com o objetivo de chamar a atenção para injustiças
 no país. Estes afirmaram que "Os ataques da ultima semana foram apenas 
para chamar a atenção de todos para nossos reais objetivos, nada além 
disso."&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;Importante
 enaltecer que apesar de quase todas as instituições financeiras 
brasileiras terem sido atingidas, os sistemas dos bancos não foram 
invadidos, e nenhum dado de correntista foi copiado ou valores 
desviados. Tal fato foi destacado pela Federação dos Bancos do Brasil - 
FEBRABAN. Para corroborar essa afirmação, necessário entender como se 
deram os ataques. Trata-se basicamente de uma quantidade de acessos 
demasiada aos portais eletrônicos dos Bancos, além da capacidade por 
estes suportada. Bombardeia-se a página com milhões de acessos 
simultâneos até que ela fique lenta e inacessível. Esta metodologia 
recebe o nome de "Ataque distribuído de negação de serviços", DDoS, na 
sua sigla em inglês. Para que esses milhares de acessos simultâneos 
sejam possíveis, necessária a utilização de grandes servidores, ou, como
 é mais comum, de milhares de computadores individuais. Estes estão 
infectados por softwares/vírus/trojans/malwares, que podem ter sido 
instalados das mais diversas maneiras. Estes malwares permitem a tomada 
de controle do computador por terceiro desconhecido. Ao iniciar o 
ataque, cada computador irá acessar a página da Internet alvo quando 
receber tal comando. As ordens partem&lt;span&gt; &lt;/span&gt;de
 uma autoridade central, denominada "Autoridade de Comando e Controle" 
(Command &amp;amp; Control, CC). A autoridade de comando é controlada por 
uma entidade, por pessoas, por indivíduos. No presente caso, 
supostamente, pelo "Anonymous Brasil".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Podemos,
 desta forma, imaginar o cenário acima descrito como uma rede de 
soldados que são controlados por um general. Só que os combatentes 
desconhecem que é o seu comandante, muito menos sabem que irão travar 
uma batalha e que interesses esta pretende colocar em disputa. Por isso a
 nomenclatura "redes zumbis", pois os computadores são controlados sem 
nenhuma ciência do que estão fazendo e do que irão fazer.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;Após
 explicado a forma como se deram os ataques, uma visão sobre o enfoque 
jurídico. Os atos perpetrados podem, sim, ser considerados ilícitos 
cíveis e criminais. Algumas premissas, todavia, devem ser colocadas de 
antemão. A primeira: não houve acesso indevido aos sistemas dos bancos e
 das instituições financeiras. Talvez tenham havido acessos não 
autorizados aos computadores de cidadãos. Segunda: Não houve desvio de 
numerários das contas dos correntistas dos bancos. Terceira: pode ter 
havido dano pecuniário aos bancos, pois o tempo que seus portais ficaram
 significam que centenas, milhares de transações deixaram de ser 
realizadas, e taxas de serviço não foram auferidas pelas instituições. 
Quarta: os serviços de internet banking não são considerados serviços de
 utilidade pública para fins penais.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;Dito
 isto, os aspectos legais. Ainda não dispomos no ordenamento jurídico 
pátrio de tipificação penal para (i) acesso não autorizado a sistema 
informatizado; (ii) difusão ou inserção de código malicioso; e (iii) 
interrupção ou perturbação de serviço informático - todos estes tipos 
previstos nos projetos de lei sobre crimes informáticos. Todavia, 
condutas existentes podem ser imputadas aos responsáveis pelos ataques. O
 crime de dano, previsto no art. 163 do Código Penal, de acordo com a 
jurisprudência dos tribunais superiores, pode ser enquadrado a qualquer 
atitude que cause um dano a uma propriedade, seja esta material ou 
imaterial. Entretanto, o dano tem que ser comprovado. No caso em 
análise, caso os bancos apresentem evidências que houve dano pecuniário 
devido a impossibilidade de acesso ao seu portal, estaria caracterizada a
 conduta. E por tratar-se de ação penal privada, caberia a instituição 
iniciar eventual procedimento criminal. É possível, ainda, caracterizar 
dano a imagem do banco, um ilícito cível ao qual a reparação pode ser 
buscada. O artigo 265 do Código Penal, que pune aquele que atentar 
contra a segurança ou serviço de utilidade pública, não poderia ser aqui
 utilizado, uma vez que o serviço alvo não preenche os requisitos do 
tipo penal.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;O
 real problema está na individualização dos responsáveis pelas condutas.
 Em ilícitos por meios informáticos, o principal meio para auferir os 
indícios de autoria é através do número IP (Internet Protocol). Toda 
página da Internet, ao ser acessada, registra em seus sistemas as 
conexões à Internet (IPs) de seus usuários. Ao se ter acesso a estes 
números IP, é possível, através de uma demanda judicial, identificar a 
pessoa responsável por eles. Todavia, caso seja verificado os milhares 
de acessos das páginas dos bancos, e, em um exercício de elucubração, 
sejam propostas medidas judicias para todos eles objetivando identificar
 seus responsáveis, o máximo que teremos são os nomes e endereços dos 
proprietários dos computadores que receberam as ordens da "Autoridade de
 Comando e Controle". E qualquer pessoa pode estar com seu computador 
infectado, controlado por terceiros desconhecidos. Portanto, é 
necessário averiguar os responsáveis por trás da "C&amp;amp;C". E estes, 
normalmente, encontram-se protegidos por diversas camadas de conexões, 
tornando praticamente impossível utilizar números IP para tentar 
identificá-los. Temos, então, um caso onde outras evidências devem ser 
utilizadas, como investigações em fóruns de discussão onde normalmente 
os agentes discutem suas táticas e medidas. Trata-se, portanto, de um 
caso clássico onde nem sempre o número IP é útil, nem sempre a 
obrigatoriedade de guarda de logs é tem valia.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;Assim,
 podemos concluir que os ataques de negação de serviço perpetrados 
contra os bancos tiraram do ar os seus serviços de Internet Banking por 
curtos períodos. Nenhum numerário foi desviado e nenhum dado copiado. 
Tratou-se de uma quantidade além do normal de acessos aos seus sites. 
Referida conduta, quando realizada com dolo pode caracterizar o tipo 
penal de dano, desde que este seja devidamente provado. Todavia, a real 
dificuldade se encontra em identificar os responsáveis, uma vez que em 
casos como este a quebra de sigilo de números IP não são suficientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16%2cMI149926%2c41046-Ataques+DDoS+as+instituicoes+financeiras+brasileiras"&gt;Migalhas&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-7143883730911684191?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bV2ZsAeg1RlIIISocOgnuRGtCUg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bV2ZsAeg1RlIIISocOgnuRGtCUg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bV2ZsAeg1RlIIISocOgnuRGtCUg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bV2ZsAeg1RlIIISocOgnuRGtCUg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/MZwfEQ3QSD4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/7143883730911684191/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/ataques-ddos-as-instituicoes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/7143883730911684191?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/7143883730911684191?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/MZwfEQ3QSD4/ataques-ddos-as-instituicoes.html" title="Ataques DDoS às instituições financeiras brasileiras" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/ataques-ddos-as-instituicoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYMSHo6eyp7ImA9WhRbGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-6751049730812611538</id><published>2012-02-11T13:50:00.000-08:00</published><updated>2012-02-11T13:53:09.413-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-11T13:53:09.413-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Títulos de Crédito" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Falência e Recuperação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Empresário" /><title>Projeto do Novo Código Comercial, projeto para o Brasil - Vale a pena ler!</title><content type="html">&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: maroon; font-family: Verdana;"&gt;&lt;b&gt;Armando Luiz Rovai&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;b&gt;Projeto do Novo Código Comercial, projeto para o Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Tenho
 lido nas últimas semanas, uma série de críticas sobre o Novo Código 
Comercial para o Brasil. Em que pese a necessidade do salutar debate, 
ainda mais numa sociedade democrática e plural, com uma vasta gama de 
diferentes opiniões jurídicas, econômicas e negociais – cada qual 
detentora de uma específica experiência
 sobre o assunto, venho, aqui, abordar um questionamento que me parece, 
s.m.j., não foi concretamente aprofundado nos referidos textos, qual 
seja: o atual sistema empresarial corresponde `as necessidades e aos 
anseios da atividade econômica?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Entendo que não!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Justamente,
 sobre este aspecto, tomo a liberdade de exarar minha própria 
experiência quando da passagem pela presidência da Junta Comercial do 
Estado de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Lembro-me da fase de entrada em vigor do &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI149862,11049-Projeto+do+Novo+Codigo+Comercial++projeto+para+o+Brasil" id="LS$popup" target="_self"&gt;NOVO CÓDIGO CIVIL&lt;/a&gt;
 (hoje não é mais novo), na ocasião já se previa que a instalação do seu
 Livro II – Do Direito de Empresa - causaria um desajuste na vida das 
empresas. Pois bem, enquanto para
 a maioria dos operadores do Direito o novo diploma legal era apenas 
objeto de estudo, pareceres e palestras, nós, na época, na Junta, 
tivemos de aplicá-lo – se me permitem uma ousadia no linguajar -"na 
raça".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Confesso
 que foi um período muito difícil, principalmente, considerando que tudo
 aquilo que já estava consolidado há décadas pela doutrina e 
jurisprudência, a partir de 11 de janeiro de 2003 – um ano após a 
entrada em vigor do Código -, passou
 a ter nova normatização e, pior ainda, confusa e complicada. Neste 
sentido, é coro comum que o atual sistema não é bom, está desatualizado e
 engessou as sociedades limitadas, entre inúmeros outros problemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Aliás,
 esta é a opinião compartilhada por aqueles que realmente têm a barriga 
calejada nos balcões (dos fóruns, das Juntas Comercias, das empresas e 
demais repartições públicas ou privadas ou que tenham alguma relação com
 a dinâmica empresarial). Mas não é só. Tem também o problema gerado 
pela insegurança jurídica em razão da dicotomia interpretativa de 
diversos dispositivos da atual legislação empresarial, principalmente 
quando do conflito de sócios ou da apuração de seus haveres, em caso de 
morte ou expulsão de sócio – somente retratando a área societária e não 
avançando nos contratos e títulos de créditos o que restaria um vasto 
elenco de ítens dissoantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Para
 não pairar dúvidas e por justa homenagem, registre-se que é verdade que
 o Código Civil de 2002 foi elaborado por excelentes juristas, contudo, 
tramitou muitos anos no Congresso Nacional e por isso envelheceu e 
desatualizou-se numa área do conhecimento e da atividade humana que está
 sempre em frequente e necessária modificacacão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Infelizmente
 o sistema legislativo empresarial não acompanhou a evolução constatada 
no âmbito da tecnologia, da indústira, dos serviços e da informação, 
impactando diretamente e de forma negativa na maneira de se fazer 
negócios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Frise-se
 que essas mutações vivem em sinergia com a realidade do mundo dos 
negócios – realidade essa contemporânea e globalizada -, onde a 
velocidade exponencial que se realizam atividades econômicas obriga que 
as empresas ajutem-se como facilitadoras e catalizadoras de meios de 
produção, de circulacão e de repartição para o consumo e para a geração 
de empregos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Nesta
 toada, com a manutenção da atual legislação Empresarial (obsoleta), 
corre-se o risco do Brasil ficar de fora do cenário econômico 
internacional – principalmente após a passageira euforia Pré-Copa do 
Mundo de Futebol ou Pré-Olimpíada. A catálise necessária para a atração 
de investimentos passa pela proposta de um Novo Código Comercial para o 
Brasil. Trata-se de elemento fomentador de desenvolvimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;O
 assunto é sério demais e não há espaço para apegos ou tradicionalismos 
desnecessários. O Brasil mudou! Em trinta anos saímos de um 
subdesenvolvimento para o patamar de sexta potência mundial. Produz-se, 
hoje, como nunca se produziu. Consome-se, hoje, como nunca se consumiu. É
 o momento para pensarmos num projeto empresarial comum, a fim de 
aproveitarmos essa onda de viabilidades que se apresentam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Chamo
 à reflexão se não é o Novo Código Comercial o instrumento oportuno para
 viabilizarmos o presente momento histórico ao processo econômico 
instalado? Chamo à reflexão a necessidade de modernizarmos nossos 
modelos empresarias, na busca pela queda da burocracia e maior segurança
 jurídica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Aproveito, enfim, para deixar claro que digo tudo isso sem
 perder o respeito por quem pensa diferente de mim ou a urbanidade por 
quem não concorda com minhas palavras. Acredito na união. Existe hoje um
 projeto de lei para um Novo Código em consulta pública, uma excelente 
oportunidade para juntos – todos (juristas, professores, economistas, 
empresários, advogados, representantes da sociedade civil) opinarem para
 melhorar o projeto e não destruí-lo. Tenho certeza que se trata de uma 
excelente idéia para o país e pode ser implementada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Tenho
 finalizado meus textos com a expressão "Oxalá, melhores dias com 
melhores Leis"; desta vez, diante da necessidade da reflexão pela união,
 consigno: Projeto do Novo Código Comercial, projeto para o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;__________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;* Armando Luiz Rovai
 é advogado, professor de Direito Comercial do Mackenzie e da PUC/SP, 
conselheiro da OAB/SP, membro efetivo do IASP - Instituto dos Advogados 
de São Paulo, ex-presidente da Junta Comercial do Estado de São Paulo 
(três mandatos) e presidente da Comissão de Direito Empresarial da 
OAB/SP.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI149862,11049-Projeto+do+Novo+Codigo+Comercial++projeto+para+o+Brasil"&gt;Migalhas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-6751049730812611538?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ol3n6UhHv6OiRyY6zZzZYMHFvKk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ol3n6UhHv6OiRyY6zZzZYMHFvKk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ol3n6UhHv6OiRyY6zZzZYMHFvKk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ol3n6UhHv6OiRyY6zZzZYMHFvKk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/iQZqer6jdKo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/6751049730812611538/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/projeto-do-novo-codigo-comercial.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/6751049730812611538?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/6751049730812611538?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/iQZqer6jdKo/projeto-do-novo-codigo-comercial.html" title="Projeto do Novo Código Comercial, projeto para o Brasil - Vale a pena ler!" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/projeto-do-novo-codigo-comercial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8NRH84fCp7ImA9WhRbFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-1123524185824166193</id><published>2012-02-07T10:21:00.000-08:00</published><updated>2012-02-07T10:21:35.134-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T10:21:35.134-08:00</app:edited><title>Tribunal Superior do Trabalho aprova quatro novas súmulas</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
Em
 sessão extraordinária realizada em 06.02, o Pleno do Tribunal Superior 
do Trabalho aprovou a edição de quatro novas súmulas de sua 
jurisprudência, e converteu uma orientação jurisprudencial (OJ 357) em 
súmula. O Pleno aprovou também alterações na redação de &lt;br /&gt;redação de Súmulas e Ojs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas súmulas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA
 Nº 430 - ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. CONTRATAÇÃO. AUSÊNCIA DE 
CONCURSO PÚBLICO. NULIDADE. ULTERIOR PRIVATIZAÇÃO. CONVALIDAÇÃO. 
INSUBSISTÊNCIA DO VÍCIO.&lt;br /&gt;Convalidam-se os efeitos do contrato de 
trabalho que, considerado nulo por ausência de concurso público, quando 
celebrado originalmente com ente da Administração Pública Indireta, 
continua a existir após a sua privatização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA Nº 431 - SALÁRIO-HORA. 40 HORAS SEMANAIS. CÁLCULO. APLICAÇÃO DO DIVISOR 200.&lt;br /&gt;Aplica-se
 o divisor 200 (duzentos) para o cálculo do valor do salário-hora do 
empregado sujeito a 40 (quarenta) horas semanais de trabalho.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA
 Nº 432 - CONTRIBUIÇÃO SINDICAL RURAL. AÇÃO DE COBRANÇA. PENALIDADE POR 
ATRASO NO RECOLHIMENTO. INAPLICABILIDADE DO ART. 600 DA CLT. INCIDÊNCIA 
DO ART. 2º DA LEI Nº 8.022/1990.&lt;br /&gt;O recolhimento a destempo da 
contribuição sindical rural não acarreta a aplicação da multa 
progressiva prevista no art. 600 da CLT, em decorrência da sua revogação
 tácita pela Lei nº 8.022, de 12 de abril de 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA 
Nº 433 - EMBARGOS. ADMISSIBILIDADE. PROCESSO EM FASE DE EXECUÇÃO. 
ACÓRDÃO DE TURMA PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 11.496, DE 26.06.2007. 
DIVERGÊNCIA DE INTERPRETAÇÃO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL.&lt;br /&gt;A 
admissibilidade do recurso de embargos contra acórdão de Turma em 
recurso de revista em fase de execução, publicado na vigência da Lei nº 
11.496, de 26.06.2007, condiciona-se à demonstração de divergência 
jurisprudencial entre Turmas ou destas e a Seção Especializada em 
Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho em relação à 
interpretação de dispositivo constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA Nº 434 
(Ex-OJ 357) - RECURSO. INTERPOSIÇÃO ANTES DA PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO 
IMPUGNADO. EXTEMPORANEIDADE. (Conversão da Orientação Jurisprudencial nº
 357 da SBDI-1 e inserção do item II à redação)&lt;br /&gt;I) É extemporâneo recurso interposto antes de publicado o acórdão impugnado. (ex-OJ nº 357 da SBDI-1 – inserida em 14.03.2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II)&amp;nbsp;
 A interrupção do prazo recursal em razão da interposição de embargos de
 declaração pela parte adversa não acarreta qualquer prejuízo àquele que
 apresentou seu recurso tempestivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Súmulas e OJs que tiveram sua redação alterada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÚMULA
 nº 298 - AÇÃO RESCISÓRIA. VIOLAÇÃO A DISPOSIÇÃO DE LEI. PRONUNCIAMENTO 
EXPLÍCITO. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 
6.2.2012)&lt;br /&gt;I - A conclusão acerca da ocorrência de violação literal a 
disposição de lei pressupõe pronunciamento explícito, na sentença 
rescindenda, sobre a matéria veiculada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - O pronunciamento 
explícito exigido em ação rescisória diz respeito à matéria e ao enfoque
 específico da tese debatida na ação, e não, necessariamente, ao 
dispositivo legal tido por violado. Basta que o conteúdo da norma 
reputada violada haja sido abordado na decisão rescindenda para que se 
considere preenchido o pressuposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III - Para efeito de ação 
rescisória, considera-se pronunciada explicitamente a matéria tratada na
 sentença quando, examinando remessa de ofício, o Tribunal simplesmente a
 confirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - A sentença meramente homologatória, que silencia
 sobre os motivos de convencimento do juiz, não se mostra rescindível, 
por ausência de pronunciamento explícito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - Não é absoluta a 
exigência de pronunciamento explícito na ação rescisória, ainda que esta
 tenha por fundamento violação de dispositivo de lei. Assim, 
prescindível o pronunciamento explícito quando o vício nasce no próprio 
julgamento, como se dá com a sentença "extra, citra e ultra petita".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÃO
 JURISPRUDENCIAL Nº 142 DA SBDI-1 - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITO 
MODIFICATIVO. VISTA À PARTE CONTRÁRIA. (Inserido o item II à redação)&lt;br /&gt;I
 - É passível de nulidade decisão que acolhe embargos de declaração com 
efeito modificativo sem que seja concedida oportunidade de manifestação 
prévia à parte contrária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - Em decorrência do efeito 
devolutivo amplo conferido ao recurso ordinário, o item I não se aplica 
às hipóteses em que não se concede vista à parte contrária para se 
manifestar sobre os embargos de declaração opostos contra sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÃO
 JURISPRUDENCIAL Nº 336 DA SBDI-1 - EMBARGOS INTERPOSTOS ANTERIORMENTE À
 VIGÊNCIA DA LEI N.º 11.496/2007. RECURSO NÃO CONHECIDO COM BASE EM 
ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. DESNECESSÁRIO O EXAME DAS VIOLAÇÕES DE LEI E
 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL ALEGADAS NO RECURSO DE REVISTA. (Redação 
alterada pelo Tribunal Pleno na sessão realizada em 6.2.2012)&lt;br /&gt;Estando
 a decisão recorrida em conformidade com orientação jurisprudencial, 
desnecessário o exame das divergências e das violações de lei e da 
Constituição alegadas em embargos interpostos antes da vigência da Lei 
n.º 11.496/2007, salvo nas hipóteses em que a orientação jurisprudencial
 não fizer qualquer citação do dispositivo constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORIENTAÇÃO
 JURISPRUDENCIAL Nº 352 DA SBDI-1 - PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO. RECURSO DE
 REVISTA FUNDAMENTADO EM CONTRARIEDADE A ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. 
INADMISSIBILIDADE. ART. 896, § 6º, DA CLT, ACRESCENTADO PELA LEI Nº 
9.957, DE 12.01.2000. (Redação alterada pelo Tribunal Pleno na sessão 
realizada em 6.2.2012)&lt;br /&gt;Nas causas sujeitas ao procedimento 
sumaríssimo, a admissibilidade de recurso de revista está limitada à 
demonstração de violação direta a dispositivo da Constituição Federal ou
 contrariedade a Súmula do Tribunal Superior do Trabalho, não se 
admitindo o recurso por contrariedade a Orientação Jurisprudencial deste
 Tribunal (Livro II, Título II, Capítulo III, do RITST), ante a ausência
 de previsão no art. 896, § 6º, da CLT.&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.granadeiro.adv.br/template/template_clipping.php?Id=9484" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Granadeiro Guimarães&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-1123524185824166193?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Golm7gQcIkrsqcEfnV4t3-X8El4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Golm7gQcIkrsqcEfnV4t3-X8El4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Golm7gQcIkrsqcEfnV4t3-X8El4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Golm7gQcIkrsqcEfnV4t3-X8El4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/wA9datsEeMA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/1123524185824166193/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/tribunal-superior-do-trabalho-aprova.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/1123524185824166193?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/1123524185824166193?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/wA9datsEeMA/tribunal-superior-do-trabalho-aprova.html" title="Tribunal Superior do Trabalho aprova quatro novas súmulas" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/tribunal-superior-do-trabalho-aprova.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QASXw8eyp7ImA9WhRbEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-2130491720756593830</id><published>2012-02-01T10:35:00.000-08:00</published><updated>2012-02-01T10:35:48.273-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-01T10:35:48.273-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Empregados à distância: Como fica o pagamento de horas extras?</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A
 tecnologia tem sido fator determinante até mesmo para imprimir mudanças
 na legislação brasileira, que busca preservar os interesses dos 
indivíduos em cada etapa de evolução, mesmo que, para isso, o processo 
de reformulação e atualização das leis dependa de questões políticas e 
seja lento e burocrático.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Segundo o 
ordenamento jurídico pátrio, a jornada de trabalho é considerada como o 
tempo que o empregado permanece à disposição do empregador, ou seja, se o
 obreiro fica com a liberdade de ir e vir fica cerceada aguardando 
ordens ou atendendo requisições de seu empregador fora da jornada normal
 de trabalho, referido tempo também deve ser remunerado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para remunerar
 os funcionários que ficam circunscritos a determinada área geográfica 
aguardando ordens de seu empregador, existe o adicional de sobreaviso 
(pago na base de um terço da remuneração que seria devida no horário 
normal de trabalho); noutro particular, para remunerar o empregado que 
exerce suas funções fora da jornada normal de trabalho, existe a hora 
extra (limitada a duas horas diárias e deve ser remunerada com adicional
 de, no mínimo, cinquenta por cento).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Embora a lei 
fosse expressa em dispor que não havia distinção entre o trabalho 
realizado no estabelecimento do empregador e o executado no domicílio do
 empregado, desde que esteja caracterizada a relação de emprego, quanto 
aos equipamentos de comunicação eletrônico (celulares, bips etc), o 
entendimento predominante até o final do ano passado era no sentido de 
que o simples fato do empregado fazer uso dos mesmos, por si só, não lhe
 dá o direito de receber o adicional de sobreaviso ou horas extras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ocorre que, com a alteração do artigo 6º da CLT pela &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16%2cMI149072%2c71043-Pagamento+de+horas+extras+aos+empregados+a+distAncia" id="LS$popup" target="_self"&gt;lei 12.551/2011&lt;/a&gt;,
 em vigor desde o dia 16/02/2011, que visou evitar abusos e extrapolação
 de jornada sem a devida contraprestação, referido posicionamento passou
 a ser alvo de questionamentos por toda a sociedade e comunidade 
jurídica, podendo, inclusive ser radicalmente alterado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Agora, o 
artigo mencionado acima dispõe que não se distingue entre o trabalho 
realizado no estabelecimento do empregador, aquele executado no 
domicílio do empregado ou realizado a distância, desde que estejam 
caracterizados os pressupostos da relação de emprego (pessoalidade, 
habitualidade, subordinação e onerosidade).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Referido 
artigo passou a dispor, também, que os meios telemáticos e 
informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins
 de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, 
controle e supervisão do trabalho alheio – aqui está a importante 
inovação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Algumas 
empresas que adotam o trabalho remoto fora da empresa, noticiam nos 
jornais de grande circulação que referida mudança não será de grande 
efeito, vez que, na maioria das vezes, são seus próprios funcionários 
que declaram a carga horária e eventuais horas extras laboradas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Todavia, para 
as empresas que não adotam tal regime e permitem o acesso à distância de
 sua rede interna através de equipamentos eletrônicos como computadores,
 celulares, pagers etc, a mudança legislativa pode se tornar um 
tormento; outras, dizem que a regra ignora detalhes da jornada flexível,
 não sabendo ao certo que que pode ser considerado jornada normal de 
trabalho e hora extra, o que gera insegurança jurídica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;u&gt;Sem medo de
 errar, a partir de agora, as empresas que possuem sistema 
organizacional precário devem rever suas práticas e aumentar o 
profissionalismo do negócio: estabelecer quadros de atribuições e 
restringir o acesso remoto da rede interna da empresa pelos funcionários
 é a opção mais segura, vez que, se o funcionário demonstrar em Juízo 
que atendia solicitações fora do horário normal de trabalho, a empresa 
será condenada ao pagamento de horas extras.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Importante 
ressaltar que um simples e-mail ou uma conversa telefônica trocada fora 
do local de trabalho não é suficiente para ensejar o pagamento de horas 
extras, devendo cada caso posto em debate ser analisado de acordo com 
suas particularidades – o funcionário deve demonstrar pelos mais 
variados meios de prova a jornada de trabalho efetivamente cumprida para
 fazer jus ao pagamento de horas extras e demais adicionais previstos na
 legislação trabalhista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Outra questão 
que já gera muita discussão é a forma de cálculo com que as horas extras
 prestadas fora do local de trabalho serão calculadas e pagas aos 
empregados, questão esta que certamente somente será decidida nos 
Tribunais Superiores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Pode-se dizer 
que a alteração legislativa apenas se atualizou em relação aos 
mecanismos de exercício das atividades laborativas (existem inúmeras 
outras disposições proíbem, coíbem e condenam a prática de labor não 
remunerado), sendo equivocada a premissa de que ela é apenas favorável 
aos empregados, os quais, para fazerem jus ao recebimento de horas 
extras, devem apresentar em Juízo cópia de e-mail com requisições 
trocados fora do horário normal de trabalho, registro ligações, 
testemunhas ou qualquer outro meio probatório hábia a demonstrar a 
existência da subordinação exigida pela lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Acesso em 01/02/2011 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16%2cMI149072%2c71043-Pagamento+de+horas+extras+aos+empregados+a+distAncia" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Migalhas&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-2130491720756593830?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dkf3-CvTL3PFhh2ERVTm4fRu6ug/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dkf3-CvTL3PFhh2ERVTm4fRu6ug/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dkf3-CvTL3PFhh2ERVTm4fRu6ug/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dkf3-CvTL3PFhh2ERVTm4fRu6ug/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/nJNftqNDopw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/2130491720756593830/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/empregados-distancia-como-fica-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2130491720756593830?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2130491720756593830?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/nJNftqNDopw/empregados-distancia-como-fica-o.html" title="Empregados à distância: Como fica o pagamento de horas extras?" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/02/empregados-distancia-como-fica-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEESX44fCp7ImA9WhRUGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-7899166809952535106</id><published>2012-01-30T10:20:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T10:20:08.034-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T10:20:08.034-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fusões e Aquisições" /><title>O CADE e as fusões e aquisições</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um dos assuntos mais comentados ultimamente por aqueles que atuam em 
fusões e aquisições diz respeito às recentes alterações na legislação 
brasileira de defesa da concorrência, as quais entrarão em vigor em 30 
de maio deste ano. Dentre uma série de mudanças, duas delas são de 
especial importância para aqueles envolvidos com o assunto: os critérios
 que determinam a obrigaçãode submeter atos de concentração à apreciação
 das agências brasileiras de Defesa da Concorrência e o momento em que 
referida notificação deverá ocorrer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;Com relação ao primeiro ponto, a lei atual estabelece que operações em 
que qualquer um dos participantes tenha registrado faturamento bruto 
anual, no Brasil, equivalente ou superior a R$ 400 milhões, ou que 
impliquem em participação superior a 20% de determinado mercado 
relevante, sejam submetidos à aprovação dos órgãos concorrenciais. Já a 
nova sistemática excluiu o critério de mercado relevante, estabelecendo 
apenas a obrigação de notificação nas operações em que um dos grupos 
envolvidos possua faturamento &amp;nbsp;bruto anual, no Brasil, igual ou superior
 a R$ 400 milhões; e o outro grupo envolvido também tenha tido, no 
Brasil, faturamento bruto anual de pelo menos R$ 30 milhões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
 Essa mudança de critério representa, em nossa opinião, um importante 
avanço, pois reduzirá significativamente o número de atos de 
concentração submetidos à análise das agências concorrenciais, 
possibilitando uma alocação mais eficiente dos escassos recursos de que o
 Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência dispõe. Além disso, é 
praticamente consenso entre aqueles envolvidos com Fusões e Aquisições 
que a exclusão do critério de marketshare é necessária, principalmente 
pela dificuldade enfrentada pelas empresas em mensurar a participação 
que detêm em seu respectivo mercado de atuação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
             
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
 A segunda — e não menos relevante — mudançaestabelece a obrigatoriedade
 de apresentação prévia dos atos de concentração às Agências Brasileiras
 de Defesa da Concorrência. Hoje em dia, o prazo é de até 15 dias úteis,
 contados da assinatura do primeiro instrumento vinculante celebrado 
entre as partes. Com a nova lei, tal notificação deverá ocorrer 
previamente ao fechamento da operação. Essa obrigatoriedade de 
apresentação prévia dos atos de concentração fará com que as operações 
não possam ser realizadas sem antes terem sido aprovadas pelas 
autoridades concorrenciais. O descumprimento a tal exigência sujeitará a
 empresa a multa, cujo valor poderá variar de R$ 60 mil a R$ 60 milhões,
 e a operação será considerada nula.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
             
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
 Esta alteração tem certamente um aspecto positivo, qual seja o de 
impedir que operações já consumadas tenham que ser desfeitas, como 
ocorreu no emblemático episódio da fusão entre Nestlé e Garoto, até hoje
 pendente de solução. Por outro lado, porconta de um veto da presidente 
Dilma Rousseff ao sancionar a nova lei, foi suprimido um importante 
artigo, que determinava que se o prazo máximo de 330 dias que o Cade 
(Conselho Administrativo de Defesa Econômica) teria para julgar a 
operação fosse descumprido, o negócio seria automaticamente aprovado. Em
 nosso entendimento, a supressão deste dispositivo — feita sob a 
alegação de que tal mecanismo de aprovação automática seria por 
demasiado arriscado — acabará por gerar enorme insegurança jurídica 
entre as partes envolvidas, as quais simplesmente não saberão até quando
 terão que esperar para concretizar o negócio. Vale lembrarque muitas 
Fusões e Aquisições são motivadas pela possibilidade de ganhos de escala
 e maior eficiência administrativa depois da conclusão do negócio, de 
forma que a excessiva demora na análise da operação poderá gerar perdas 
significativas para as partes envolvidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
             
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;
 O tamanho do problema gerado com a obrigatoriedade de notificação 
prévia desprovida de um prazo máximo de análise dependerá quase que 
exclusivamente da capacidade das Agências Brasileiras de Defesa da 
Concorrência de responder com agilidade às operações aelas submetidas, 
fato esse, por sua vez, intrinsecamente ligado ao tamanho das verbas que
 serão destinadas ao novo Cade para exercer o seu papel neste novo 
cenário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/artigos/54775/as+fusoes+e+aquisicoes+e+o+cade.shtml" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Última Instância&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-7899166809952535106?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qVr13V3IqpSWyvDOa9o_r08Efys/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qVr13V3IqpSWyvDOa9o_r08Efys/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qVr13V3IqpSWyvDOa9o_r08Efys/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qVr13V3IqpSWyvDOa9o_r08Efys/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/zy2uFfuwFfE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/7899166809952535106/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/01/o-cade-e-as-fusoes-e-aquisicoes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/7899166809952535106?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/7899166809952535106?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/zy2uFfuwFfE/o-cade-e-as-fusoes-e-aquisicoes.html" title="O CADE e as fusões e aquisições" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/01/o-cade-e-as-fusoes-e-aquisicoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMHR3Y8eip7ImA9WhRUGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-8808276515209794839</id><published>2012-01-29T04:33:00.000-08:00</published><updated>2012-01-29T04:33:56.872-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-29T04:33:56.872-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Trabalhador pode optar por ajuizar ação onde prestou serviço ou onde o contrato foi celebrado</title><content type="html">&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;A
 4ª Câmara do TRT deu provimento ao recurso do reclamante, declarando a 
competência da 1ª VT de Araraquara para instruir e julgar a ação que ele
 moveu contra o grupo de empresas para o qual trabalhou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;O
 autor tinha ajuizado em 2006 a reclamação trabalhista em Araraquara, 
cidade onde reside, em face da empresa de assessoria empresarial, que o 
contratara para prestar serviços numa indústria de papel e celulose, nas
 cidades de Mucuri e Camaçari, na Bahia, e em Pitumbu, na Paraíba. 
Outras duas empresas foram igualmente arroladas como reclamadas: uma do 
ramo de construção e outra do ramo também de papel e celulose, formando 
todas um grupo econômico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;Duas
 das reclamadas apresentaram exceção de incompetência, argumentando que a
 prestação de serviços ocorrera na cidade de Camaçari, na Bahia. O juízo
 de primeiro grau acolheu a exceção de incompetência, determinando a 
remessa dos autos para uma vara do trabalho com jurisdição sobre a 
cidade de Camaçari. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;O
 trabalhador, em seu recurso, disse que reside em Araraquara (onde, 
segundo ele, o contrato se efetivou), e alegou que não tinha condições 
de se deslocar para a Bahia, para onde foi determinada a remessa dos 
autos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;A
 Câmara reconheceu que o serviço foi prestado fora de Araraquara, mais 
especialmente na Bahia e na Paraíba. A controvérsia restringiu-se, 
porém, ao local da contratação, tendo em vista que, segundo o 
reclamante, esta ocorreu em Araraquara, e, segundo a primeira reclamada,
 em Barueri, local onde se encontra a sede da empresa. A única 
testemunha ouvida informou que, “juntamente com o autor e os demais 
empregados, fizeram exames médicos admissionais na cidade de Araraquara”
 e que “todos foram levados para uma cidade próxima a Jundiaí, onde 
formalizaram o contrato e, dali, seguiram, de kombi, até o posto de 
trabalho, no Estado da Bahia”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;A
 relatora do acórdão, desembargadora Rita de Cássia Penkal Bernardino de
 Souza, lembrou que, “no processo do trabalho, a regra de competência em
 razão do lugar regula-se pelo artigo 651 da CLT, que estabelece, como 
regra, o local da prestação de serviços”, mas ressaltou o parágrafo 3º 
do mesmo artigo, que, “visando facilitar o acesso ao Judiciário, faculta
 ao empregado o direito de reclamar seus direitos no local da celebração
 do contrato ou onde exerceu suas atividades”. Segundo a decisão 
colegiada, “no direito do trabalho, a análise de situações como a que 
ora se aprecia deve fugir aos rigores da literalidade da lei, 
aproximando-se mais do princípio maior do acesso ao Judiciário, bem como
 daqueles que norteiam o processo do trabalho: o da proteção e o da 
condição mais benéfica ao empregado, hipossuficiente na relação 
laboral”. O acórdão frisou que “o próprio ordenamento jurídico prevê 
mecanismos para garantir a isonomia do trabalhador em relação ao 
empregador, na medida de suas respectivas desigualdades, não havendo 
falar em privilégios processuais ao obreiro”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;Por
 isso, e também baseada em decisão do Tribunal Superior do Trabalho, a 
Câmara deu preferência ao juízo da localidade “mais acessível ao 
trabalhador para reclamar os direitos que entende devidos”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;No
 entendimento colegiado, “impor ao trabalhador deslocar-se para outro 
Estado para exercer seu consagrado direito de ação seria o mesmo que lhe
 inviabilizar a garantia do acesso à Justiça, tendo em vista os notórios
 obstáculos com que iria deparar-se, especialmente os problemas de ordem
 econômico-financeira, sem falar nas questões pessoais, familiares e de 
trabalho, o que, sem dúvida, revelar-se-ia um verdadeiro contrassenso”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-size: small;"&gt;E
 concluiu que “os elementos de prova constantes dos autos apontam que o 
recrutamento ou a contratação do autor – e de inúmeros colegas – ocorreu
 na cidade de Araraquara, onde todos residiam/residem, sendo o contrato 
apenas formalizado em Barueri”. (Processo 0000983-90.2010.5.15.0006)&lt;br _fckxhtmljob="2" /&gt;&lt;br _fckxhtmljob="2" /&gt;&lt;em _fckxhtmljob="2"&gt;Ademar Lopes Junior&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div _fckxhtmljob="2" align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;
&lt;span _fckxhtmljob="2" style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;em _fckxhtmljob="2"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=visualiza_noticia&amp;amp;id_caderno=20&amp;amp;id_noticia=77242" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Âmbito Jurídico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-8808276515209794839?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iPxdpV6jfg4VfaCIpgaRrc8-lqw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iPxdpV6jfg4VfaCIpgaRrc8-lqw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iPxdpV6jfg4VfaCIpgaRrc8-lqw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iPxdpV6jfg4VfaCIpgaRrc8-lqw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/q8nasJvmgYU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/8808276515209794839/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/01/trabalhador-pode-optar-por-ajuizar-acao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8808276515209794839?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8808276515209794839?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/q8nasJvmgYU/trabalhador-pode-optar-por-ajuizar-acao.html" title="Trabalhador pode optar por ajuizar ação onde prestou serviço ou onde o contrato foi celebrado" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2012/01/trabalhador-pode-optar-por-ajuizar-acao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQCR3Y_eSp7ImA9WhRQFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-322569068963973139</id><published>2011-12-09T09:04:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T09:06:06.841-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T09:06:06.841-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Falência e Recuperação" /><title>Quarta Turma define regras sobre aplicação da Lei de Falências a processos ajuizados sob a lei anterior</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span class="titulo_texto"&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A nova Lei de Falências, promulgada em 2005,
 é aplicável aos processos ajuizados antes da sua entrada em vigor, mas 
só para atos posteriores à sentença e desde que esta tenha sido 
prolatada sob sua vigência. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Essa interpretação, defendida pela 
doutrina e já adotada em precedente do Superior Tribunal de Justiça 
(STJ), foi reafirmada pelo ministro Antonio Carlos Ferreira ao julgar 
recurso especial de uma indústria alimentícia de Minas Gerais, que teve a
 quebra requerida em 2000 e decretada em 2007. A posição do relator foi 
acompanhada pela Quarta Turma. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A empresa pretendia anular a 
sentença que decretou sua falência, por ter sido fundamentada no 
Decreto-Lei 7.661/45, que regulava a quebra até 2005, e não na Lei 
11.101/05, que revogou e substituiu a legislação anterior. O Tribunal de
 Justiça de Minas Gerais (TJMG) rejeitou o pedido da empresa, que 
recorreu ao STJ. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;No recurso especial, além da questão envolvendo
 a aplicação do direito intertemporal, a empresa alegou que os títulos 
indicados no pedido de falência (duplicatas sem aceite) não eram aptos 
para tanto e o protesto desses títulos havia sido irregular. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Os 
argumentos em relação aos títulos não foram considerados pelo ministro 
Antonio Carlos Ferreira, pois o TJMG, soberano na análise das provas, 
entendeu que o pedido de falência havia sido regularmente instruído com 
as duplicatas, notas fiscais, comprovantes de entrega das mercadorias e 
as respectivas certidões de protesto, ficando “caracterizada a 
impontualidade da devedora”, suficiente para justificar a sentença. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Regras expressas &lt;/strong&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quanto
 ao direito intertemporal, o relator observou que o legislador, ao 
aprovar a Lei 11.101, “cuidou de estabelecer regras expressas para 
solucionar as possíveis controvérsias que poderiam surgir acerca da 
aplicação da nova lei aos processos de falência e concordata em curso 
antes da sua vigência”. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O artigo 192 da nova lei dispõe que ela 
“não se aplica aos processos de falência ou de concordata ajuizados 
anteriormente ao início de sua vigência, que serão concluídos nos termos
 do Decreto-Lei 7.661”. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O parágrafo 4º desse artigo, no entanto,
 estabelece que a lei se aplica “às falências decretadas em sua vigência
 resultantes de convolação de concordatas ou de pedidos de falência 
anteriores, às quais se aplica, até a decretação, o Decreto-Lei 7.661, 
observado, na decisão que decretar a falência, o disposto no artigo 99 
desta lei” (o artigo 99 trata do conteúdo do decreto de falência). &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Segundo
 Antonio Carlos Ferreira, o parágrafo 4º cria uma exceção à regra geral 
do artigo 192, ao determinar que a nova lei seja aplicada aos processos 
ajuizados antes da sua vigência, mas apenas a partir da sentença, “desde
 que a decretação ocorra após a sua entrada em vigor”. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;strong style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Três situações &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;De forma didática, o ministro identificou as três situações possíveis e a maneira como a Lei 11.101 deve ser aplicada: &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;a)
 em falência ajuizada e decretada antes da sua vigência, aplica-se o 
antigo Decreto-Lei 7.661, “em decorrência da interpretação pura e 
simples do artigo 192, &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;caput&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;”; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;b) em falência ajuizada e decretada após a sua vigência, aplica-se a Lei 11.101, “em virtude do entendimento &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;a contrario sensu&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; do artigo 192, &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;caput&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;”; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;c)
 em falência requerida antes da lei nova, mas decretada após a sua 
vigência, aplica-se o Decreto-Lei 7.661 até a sentença, e a Lei 11.101 a
 partir desse momento, “em consequência da exegese do artigo 192, 
parágrafo 4º”. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O caso da indústria de Minas Gerais, de acordo 
com o relator, enquadra-se na última hipótese, pois a falência foi 
requerida em 2000, antes da alteração legislativa, mas a decretação só 
ocorreu em 2007, já sob as novas regras. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Portanto, concluiu, 
deve-se aplicar o Decreto-Lei 7.661 na fase pré-falimentar, ou seja, 
entre o ajuizamento do pedido de falência e a sentença de decretação da 
quebra. A mesma interpretação já havia sido dada pela Terceira Turma do 
STJ no julgamento do recurso especial 1.063.081, conforme lembrou o 
relator. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Com base nesse entendimento, a Quarta Turma negou o 
recurso e manteve a decisão do TJMG, que havia ratificado a sentença de 
primeiro grau, prolatada com base no Decreto-Lei 7.661. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;br style="font-family: Verdana,sans-serif;" /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O 
ministro acrescentou ainda que o processo falimentar deve ser orientado 
pelos princípios da celeridade e da economia processual. “Não se 
mostraria recomendável a repetição de eventuais atos processuais que 
tenham sido realizados sob a égide da legislação anterior e não tenham 
implicado prejuízo às partes”, comentou.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104119"&gt;STJ&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-322569068963973139?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QJ9MCm6szS2nVj4b6FDRj2K30lw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QJ9MCm6szS2nVj4b6FDRj2K30lw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QJ9MCm6szS2nVj4b6FDRj2K30lw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QJ9MCm6szS2nVj4b6FDRj2K30lw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/baD-aCRsos8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/322569068963973139/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/12/quarta-turma-define-regras-sobre.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/322569068963973139?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/322569068963973139?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/baD-aCRsos8/quarta-turma-define-regras-sobre.html" title="Quarta Turma define regras sobre aplicação da Lei de Falências a processos ajuizados sob a lei anterior" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/12/quarta-turma-define-regras-sobre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0AMQXg_eCp7ImA9WhdXEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-8814188373107669487</id><published>2011-08-25T05:36:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T05:36:20.640-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-25T05:36:20.640-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Empresa deve pagar danos morais por lide simulada</title><content type="html">&lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="wysiwyg" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Quanto  custa se valer do Judiciário com a intenção de fraudar direitos  trabalhistas, por meio da lide simulada? Para a 1ª Turma do Tribunal  Superior do Trabalho, R$ 50 mil. Este é o valor da indenização por dano  moral coletivo que deverá ser paga pela Alumtek Laminação de Alumínio  Ltda. ao Fundo de Amparo ao Trabalhador, vinculado ao Ministério do  Trabalho e Emprego.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Na lide simulada, não há conflito de fato. As  partes simplesmente usam a Justiça do Trabalho para conferir legalidade a  uma situação que não é legal, sem que novas discussões sejam  rediscutidas. Uma prática exemplar é que, em vez de rescindir o contrato  e pagar o aviso prévio, as empresas permitem que o trabalhador  dispensado sem justa causa reclame seus direitos para o juiz. Assim, a  empresa só sai ganhando, já que ele aceita um acordo rescisório menor do  que teria direito.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A fraude foi detectada pelo Ministério Público  do Trabalho da 24ª Região (Mato Grosso do Sul). O órgão apresentou  Recurso Ordinário para impedir que a empresa deixasse de usar o  Judiciário como órgão homologador de acordos. Como dado concreto, o MP  tinha a informação que, de fevereiro a agosto de 2005, a empresa coagiu  moralmente cinco dos seus ex-empregados ao dispensá-los sem justa causa,  incentivando-os a intentarem ação trabalhista para recebimento das  parcelas rescisórias.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Embora a segunda instância  sul-mato-grossense tenha reconhecido a fraude por parte da empresa,  entendeu que não houve dano moral coletivo, já que poucos trabalhadores  foram prejudicados pela coação.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A visão sobre a conduta da Alumtek  mudou no TST. O relator do caso, ministro Walmir Oliveira da Costa,  observou que o fato de serem direitos individuais homogêneos não impede a  caracterização do dano moral coletivo e a gravidade da ilicitude dá  ensejo a indenização por dano moral coletivo, pois atinge o patrimônio  moral da coletividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;De acordo com o ministro, a atitude afronta  o artigo 477 da Consolidação das Leis do Trabalho, que estabelece que  “é assegurado a todo empregado, não existindo prazo estipulado para a  terminação do respectivo contrato, e quando não haja ele dado motivo  para cessação das relações de trabalho, o direto de haver do empregador  uma indenização, paga na base da maior remuneração que tenha percebido  na mesma empresa”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O ministro lembrou, ainda, que a conduta, além  de lesar a dignidade do trabalhador individualmente, atenta, em última  análise, contra a dignidade da própria Justiça, mancha a credibilidade  do Poder Judiciário e atinge toda a sociedade. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Comunicação do TST&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;RR: 12400-59.2006.5.24.0061&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-ago-23/empresa-pagar-danos-morais-coletivos-lide-simulada" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Conjur&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-8814188373107669487?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P84Q07lYARrUr_uPNjjTyo3Do0U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P84Q07lYARrUr_uPNjjTyo3Do0U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P84Q07lYARrUr_uPNjjTyo3Do0U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/P84Q07lYARrUr_uPNjjTyo3Do0U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/-J6mJGYc94Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/8814188373107669487/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/empresa-deve-pagar-danos-morais-por.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8814188373107669487?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8814188373107669487?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/-J6mJGYc94Q/empresa-deve-pagar-danos-morais-por.html" title="Empresa deve pagar danos morais por lide simulada" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/empresa-deve-pagar-danos-morais-por.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IMSX0_cSp7ImA9WhdXEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-7918320845081031208</id><published>2011-08-25T05:33:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T05:33:08.349-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-25T05:33:08.349-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Empresários querem regulamentar aviso prévio</title><content type="html">&lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="wysiwyg" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;As  confederações empresariais solicitaram ao Supremo Tribunal Federal que  notifique o Congresso fixando prazo para que regulamente a  proporcionalidade do aviso prévio, abstendo-se de fazer a  regulamentação. A proposta foi feita em documento de 13 páginas  subscrito pelos presidentes de cinco confederações e entregue ao  ministro Gilmar Mendes na quarta-feira, (17.08).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Participaram da  audiência os presidentes da CNI (Confederação Nacional da Indústria),  Robson Braga de Andrade; CNT (Confederação Nacional dos Transportes),  Clésio Andrade; Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Murilo  Portugal, e o presidente em exercício da CNC (Confederação Nacional do  Comércio), José Roberto Trasos. Assinam ainda o documento a CNA  (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) e a Consif  (Confederação Nacional do Sistema Financeiro).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;“Esperamos que o  ministro leve em conta a nossa proposta na hora de decidir”, afirmou  Robson Andrade após a audiência. Gilmar Mendes é o relator de mandados  de injunção (decisão em caso específico na falta de norma  regulamentadora) sobre a proporcionalidade do aviso prévio.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Em  sessão no dia 22 de junho último, o STF decidiu, por unanimidade, ao  julgar processos movidos por ex-funcionários da Vale, que o aviso  prévio, instituído no inciso XXI do artigo 7º da Constituição, é  proporcional ao tempo de serviço , e não de 30 dias, conforme o  entendimento vigente até então.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O texto constitucional estabelece  "aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de 30  dias, nos termos da lei". Até agora, no entanto, não foi feita a lei  para regulamentar a matéria. Ao analisar os casos concretos no Supremo, o  ministro Gilmar Mendes sugeriu que fossem adotados três referências  para disciplinar o assunto: experiência de outros países; recomendações  da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e projetos em análise no  Congresso.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ressaltando não pretenderem interferir no julgamento  dos mandados de injunção, impetrados por ex-funcionários da Vale, as  cinco confederações empresariais alegam que se o STF criar regra  alterando o prazo de concessão do aviso prévio, haverá “o  comprometimento do princípio da separação dos poderes, prejudicando a  independência e harmonia entre os poderes”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Afirmam, no documento,  que prazos muito superiores aos 30 dias praticados hoje elevariam  custos trabalhistas já bastante altos, agravando a competitividade das  empresas brasileiras. As confederações informam que os encargos  trabalhistas no Brasil representam 102,6% da folha de pessoal, contra  60% na Alemanha, 58,8% na Inglaterra, 51% na Holanda e 9% nos Estados  Unidos. Assinalam, ainda, que a medida estimularia a informalidade e  restringiria a oferta de emprego.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;As confederações empresariais  propõem ao STF que, caso venha a decidir pela regulamentação, em vez de  deixá-la a cargo do Congresso, como defendem, fixe a proporcionalidade  do aviso prévio além dos 30 dias em um dia por ano trabalhado, como  prevê o projeto de lei 1122/2007, em tramitação na Câmara dos Deputados.  Sugerem também ao Supremo que a regulamentação se aplique somente aos  novos contratos de trabalho, sem retroatividade, e exclua das novas  regras as micro e pequenas empresas. &lt;em&gt;Com informações da Diretoria de Comunicação da CNI.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-ago-24/empresarios-congresso-fixe-prazo-regulamentar-aviso-previo?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Conjur&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-7918320845081031208?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zsotD6CW0gaQ4oWexXPVRcPFD4c/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zsotD6CW0gaQ4oWexXPVRcPFD4c/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zsotD6CW0gaQ4oWexXPVRcPFD4c/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zsotD6CW0gaQ4oWexXPVRcPFD4c/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/Oxw7Ks5cGtQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/7918320845081031208/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/empresarios-querem-regulamentar-aviso.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/7918320845081031208?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/7918320845081031208?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/Oxw7Ks5cGtQ/empresarios-querem-regulamentar-aviso.html" title="Empresários querem regulamentar aviso prévio" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/empresarios-querem-regulamentar-aviso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QBR3c8fip7ImA9WhdXEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-8637553505767202637</id><published>2011-08-25T05:29:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T05:29:16.976-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-25T05:29:16.976-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Auxílio-doença não impede demissão por justa causa</title><content type="html">&lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="wysiwyg" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Com  o entendimento de que a concessão de auxílio-doença acidentário não  impede a rescisão contratual por justa causa, a 3ª Turma do Tribunal  Superior do Trabalho rejeitou o recurso de ex-funcionário do Banco  Alvorada S.A. Ela pedia a nulidade de sua dispensa ao argumento de que, à  época, estava recebendo o benefício.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O ministro Alberto  Bresciani, relator do acórdão na 3ª Turma, salientou que a concessão de  auxílio-doença acidentário não funciona como obstáculo à justa rescisão  contratual, na medida em que, a despeito da suspensão do contrato de  trabalho, estão presentes todos os deveres de lealdade, probidade e  boa-fé.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O relator negou provimento ao recurso da trabalhadora  considerando estar demonstrada a justa causa da rescisão contratual, no  caso presente, quebra de confiança entre as partes. A 3ª Turma,  unanimemente, acompanhou o voto da relatoria.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Ao analisar os  fatos, o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (Santa Catarina)  entendeu correta a justa causa aplicada na sentença de primeiro grau,  ainda que a trabalhadora, naquele período, estivesse recebendo o  auxílio-doença. Segundo consignou o acórdão regional, a empregada  transferiu dinheiro de uma cliente sem que tivesse autorização para  realizar essa operação bancária. A cliente teve cheques devolvidos e  inclusão do nome na Serasa (Centralização de Serviços dos Bancos S/A) e,  por isso, ingressou com ação de indenização por danos morais contra o  banco.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O TRT-12 negou provimento ao recurso da funcionária do  banco por considerar que o procedimento dela, que exercia cargo de  confiança, afrontou norma interna do banco, que exigia autorização  expressa do cliente para movimentação na conta-corrente. E, com o  descumprimento da norma interna, a instituição financeira teve afetada  sua credibilidade perante a clientela, concluiu o TRT.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Registrou  ainda o acórdão, que a funcionária do banco não produziu nenhuma prova  no sentido de que estivesse autorizada, por escrito, a fazer a  movimentação na conta-corrente de clientes. No entanto, insistiu na  alegação de que sua dispensa seria nula porque se deu no período em que  estava percebendo o auxílio-doença, além de a falta ter sido cometida  antes do início do benefício. &lt;em&gt;Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-ago-24/%20http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=362043&amp;amp;ano_int=2008&amp;amp;qtd_acesso=8095257"&gt;&lt;strong&gt;RR-180300-04.2003.5.12.0030&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-ago-24/recebimento-auxilio-doenca-nao-impede-demissao-justa-causa?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Conjur&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-8637553505767202637?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EKaGrVPRHvqsLXu_gPyvDEEdfX0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EKaGrVPRHvqsLXu_gPyvDEEdfX0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EKaGrVPRHvqsLXu_gPyvDEEdfX0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EKaGrVPRHvqsLXu_gPyvDEEdfX0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/ddw45KUKZHo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/8637553505767202637/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/auxilio-doenca-nao-impede-demissao-por.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8637553505767202637?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8637553505767202637?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/ddw45KUKZHo/auxilio-doenca-nao-impede-demissao-por.html" title="Auxílio-doença não impede demissão por justa causa" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/auxilio-doenca-nao-impede-demissao-por.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQCR3o7fSp7ImA9WhdRFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-2724102488452984641</id><published>2011-08-05T14:39:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T14:39:26.405-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-05T14:39:26.405-07:00</app:edited><title>XXVI Semana Jurídica - Direito UNISAL/Lorena</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bBwixGLYKM0/Tjxh9WVcQoI/AAAAAAAAAC0/MZppe0uCWGo/s1600/Cartaz+da+XXVI+Semana+Jur%25C3%25ADdica+2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-bBwixGLYKM0/Tjxh9WVcQoI/AAAAAAAAAC0/MZppe0uCWGo/s640/Cartaz+da+XXVI+Semana+Jur%25C3%25ADdica+2011.jpg" width="452" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-2724102488452984641?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ya957cC8e8uO4kuERSiIUC6RZJg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ya957cC8e8uO4kuERSiIUC6RZJg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ya957cC8e8uO4kuERSiIUC6RZJg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ya957cC8e8uO4kuERSiIUC6RZJg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/tUsiRVd-8NE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/2724102488452984641/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/xxvi-semana-juridica-direito.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2724102488452984641?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2724102488452984641?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/tUsiRVd-8NE/xxvi-semana-juridica-direito.html" title="XXVI Semana Jurídica - Direito UNISAL/Lorena" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-bBwixGLYKM0/Tjxh9WVcQoI/AAAAAAAAAC0/MZppe0uCWGo/s72-c/Cartaz+da+XXVI+Semana+Jur%25C3%25ADdica+2011.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/xxvi-semana-juridica-direito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYAR385eCp7ImA9WhdRFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-3940705939678142167</id><published>2011-08-05T05:25:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T05:25:46.120-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-05T05:25:46.120-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>TST realizará audiência pública sobre terceirização</title><content type="html">&lt;div class="wysiwyg" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O  Tribunal Superior do Trabalho definiu nesta quinta-feira (4/8) as  regras de convocação da primeira audiência pública de sua história, que  será realizada nos dias 4 e 5 de outubro. O tema escolhido é a  terceirização de mão de obra, objeto de cerca de 5 mil processos em  tramitação no TST e milhares de outros em toda a Justiça do Trabalho.  "Tais processos suscitam múltiplas, tormentosas e atormentadoras  questões sobre a terceirização nas relações individuais e coletivas de  trabalho", afirma o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen,  ressaltando os notórios impactos econômicos e sociais, para o país, das  decisões judiciais sobre o tema.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Na audiência pública, o tribunal  ouvirá o pronunciamento de pessoas com experiência e reconhecida  autoridade na matéria. O objetivo é esclarecer questões fáticas,  técnicas (não jurídicas), científicas, econômicas e sociais relativas ao  fenômeno da subcontratação de mão de obra por meio de empresa  interposta.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Entre os aspectos que se objetiva esclarecer estão a  manutenção do critério de atividade-fim do tomador de serviços,  atualmente adotado pelo TST para declarar a licitude ou ilicitude da  terceirização; a terceirização em empresas de telecomunicações ou  concessionárias de energia elétrica (principalmente nas áreas de  telemarketing ou &lt;em&gt;call center&lt;/em&gt; e na instalação, manutenção e  reparo de redes e linhas telefônicas); a terceirização em instituições  financeiras e atividades bancárias, como nas áreas de promoção de  vendas, correspondência postal, recursos humanos, caixa rápido e  cobrança, entre outros; e a terceirização em empresas de tecnologia da  informação e comunicação e em empresas de alimentos e bebidas  (promotores de vendas em supermercados, por exemplo).&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;A audiência,  que ocorrerá das 9h às 12h e das 14h às 18h dos dias marcados, será  gravada, e os interessados em obter cópia da gravação podem obtê-la por  meio de requerimento à Secretaria de Comunicação Social. Os interessados  podem requerer sua participação pelo endereço eletrônico  "audienciapublica@tst.jus.br"&amp;nbsp;até o dia 26 de agosto. A mensagem enviada  deve conter os pontos que o interessado pretende defender e, se for o  caso, indicar o nome de seu representante. O mesmo endereço eletrônico  deve ser usado para o envio de documentos referentes à audiência  pública.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;De acordo com o Regimento Interno, cabe ao presidente do  Tribunal "decidir, de forma irrecorrível, sobre a manifestação de  terceiros, subscrita por procurador habilitado". A relação dos inscritos  habilitados estará disponível no portal do TST a partir de 5 de  setembro.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Inovação&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;A possibilidade de realização de audiências públicas no âmbito  do TST foi aprovada em maio deste ano, quando o Pleno do Tribunal  decidiu acrescentar dois incisos ao artigo 35 de seu Regimento Interno. A  proposta, que partiu do ministro Dalazen, foi a de abrir o TST para a  manifestação de pessoas qualificadas, credenciadas e com a necessária  independência para ajudar no esclarecimento de fatos subjacentes às  questões jurídico-trabalhistas. "Há fenômenos modernos que exigem um  exame em profundidade, e os processos nem sempre são instruídos ou  possuem a clareza adequada", afirma o presidente do TST.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-ago-05/tst-realizara-primeira-audiencia-publica-terceirizacao?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Conjur&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-3940705939678142167?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dMliEZbldCuEZVYn28JbOpppXJg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dMliEZbldCuEZVYn28JbOpppXJg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dMliEZbldCuEZVYn28JbOpppXJg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dMliEZbldCuEZVYn28JbOpppXJg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/tVkiFOUVlhU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/3940705939678142167/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/tst-realizara-audiencia-publica-sobre.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/3940705939678142167?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/3940705939678142167?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/tVkiFOUVlhU/tst-realizara-audiencia-publica-sobre.html" title="TST realizará audiência pública sobre terceirização" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/08/tst-realizara-audiencia-publica-sobre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMDRXY7fip7ImA9WhdREE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-5429099691140132999</id><published>2011-07-30T03:57:00.000-07:00</published><updated>2011-07-30T03:57:54.806-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-30T03:57:54.806-07:00</app:edited><title>Seminário debaterá novos desafios do Direito Comercial</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Anterior ao Código Civil e à nova Lei de Falências, o “esfacelamento” do Direito Comercial foi, na opinião de muitos especialistas, potencializado por essas duas iniciativas, que praticamente revogaram o Código Comercial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para avaliar essa situação e, principalmente, debater temas importantes relativos ao setor, a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), em parceria com as escolas estaduais e federais da magistratura, promove dia 29 de agosto, na sala de conferências do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o seminário “Desafios do Direito Comercial”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo do evento é analisar temas relevantes do Direito Comercial e, consequentemente, a necessidade de se elaborar um novo Código Comercial. Ainda em fase de elaboração, o seminário terá quatro temas secundários, todos com debatedores credenciados com títulos de professores e doutores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das coordenadoras do evento, a professora Ana Frazão, advogada e diretora da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), será responsável pela primeira apresentação do dia. Dividindo a mesa com o professor e advogado Alfredo de Assis Gonçalves Neto, ela discorrerá sobre o tema “Desafio do Direito Societário: a desconsideração da personalidade jurídica”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sequência, o desembargador federal Newton de Luca, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, e o professor Fabiano Menke, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, debatem os “Desafios do Direito do Comércio Eletrônico: a internet como canal de realização de negócios empresariais”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tema “Desafios do Direito Falimentar: seis anos de vigência da Lei de Recuperação de Empresas” será dividido por Manoel de Queiroz Pereira Calças, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e professor da PUC-SP, e pelos professores Márcia Carla Pereira Ribeiro (PUC e Universidade Federal do Paraná), Paula Andrea Forgioni, chefe do Departamento de Direito Comercial da Universidade de São Paulo (USP), e Sérgio Campinho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Um dos coordenadores do seminário, o professor Fábio Ulhoa Coelho (PUC-SP) encerrará os debates com a palestra “Os princípios do Direito Comercial”.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=102690" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;STJ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-5429099691140132999?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zO_xf0lQghPUWs7bIqrIISw2UXw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zO_xf0lQghPUWs7bIqrIISw2UXw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zO_xf0lQghPUWs7bIqrIISw2UXw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zO_xf0lQghPUWs7bIqrIISw2UXw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/HwgloarPiOU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/5429099691140132999/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/07/seminario-debatera-novos-desafios-do.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/5429099691140132999?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/5429099691140132999?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/HwgloarPiOU/seminario-debatera-novos-desafios-do.html" title="Seminário debaterá novos desafios do Direito Comercial" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/07/seminario-debatera-novos-desafios-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MGRn08fCp7ImA9WhdTFEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-2588824276044751360</id><published>2011-07-12T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-12T09:50:27.374-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-12T09:50:27.374-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Empresário" /><title>Sancionada lei que cria empresa individual de responsabilidade limitada</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dilma sanciona lei que cria empresa individual de responsabilidade limitada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Foi publicada hoje, 12, no DOU, a lei &lt;b&gt;12.441/11&lt;/b&gt;, que altera o CC (&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406compilada.htm" id="LS$_blank" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;)&lt;/span&gt; para permitir a constituição&lt;span&gt; &lt;/span&gt;de empresa individual de responsabilidade limitada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;A lei foi aprovada com veto a parte do art. 2º do PL, que iria inserir um § 4º no art. 980-A do CC. Por ele, &lt;span style="line-height: 115%;"&gt;somente  o patrimônio social da empresa responderia pelas dívidas da empresa  individual, não se confundindo em qualquer situação com o patrimônio da  pessoa natural que a constitui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;No entender da presidente, o uso da expressão "em qualquer situação" &lt;span style="line-height: 115%;"&gt;poderia  gerar divergências quanto à aplicação das hipóteses gerais de  desconsideração da personalidade jurídica, previstas no CC.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Veja abaixo a íntegra da lei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;_______&lt;/div&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;LEI Nº 12.441, DE 11 DE JULHO DE 2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Altera a Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), para permitir a constituição de empresa individual de responsabilidade limitada.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" dir="ltr" style="line-height: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Msg/VEP-259.htm" id="LS$_blank" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Mensagem de veto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;A PRESIDENTA DA REPÚBLICA&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;/div&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Art. 1º Esta Lei acrescenta inciso VI ao art. 44, acrescenta art. 980-A ao Livro II da Parte Especial e altera o parágrafo único do art. 1.033, todos da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), de modo a instituir a empresa individual de responsabilidade limitada, nas condições que especifica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Art. 2º A Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as seguintes alterações:&lt;/div&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;"Art. 44. ................................................................................... ..........................................................................................................&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;VI - as empresas individuais de responsabilidade limitada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;..............................................................................................." (NR)&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;"LIVRO II&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;..........................................................................................................&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;TÍTULO I-A&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Art. 980-A. A empresa individual de responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não será inferior a 100 (cem) vezes o maior salário-mínimo vigente no País. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;§ 1º O nome empresarial deverá ser formado pela inclusão da expressão "EIRELI" após a firma ou a denominação social da empresa individual de responsabilidade limitada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;§ 2º A pessoa natural que constituir empresa individual de responsabilidade limitada somente poderá figurar em uma única empresa dessa modalidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;§ 3º A empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, independentemente das razões que motivaram tal concentração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;§ 4º ( VETADO).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;§ 5º Poderá ser atribuída à empresa individual de responsabilidade limitada constituída para a prestação de serviços de qualquer natureza a remuneração decorrente da cessão de direitos patrimoniais de autor ou de imagem, nome, marca ou voz de que seja detentor o titular da pessoa jurídica, vinculados à atividade profissional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;§ 6º Aplicam-se à empresa individual de responsabilidade limitada, no que couber, as regras previstas para as sociedades limitadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;........................................................................................................."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;"Art. 1.033. .............................................................................. ..........................................................................................................&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV caso o sócio remanescente, inclusive na hipótese de concentração de todas as cotas da sociedade sob sua titularidade, requeira, no Registro Público de Empresas Mercantis, a transformação do registro da sociedade para empresário individual ou para empresa individual de responsabilidade limitada, observado, no que couber, o disposto nos arts. 1.113 a 1.115 deste Código." (NR)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Art. 3º Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Brasília, 11 de julho de 2011; 190º da Independência e 123º da República.&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;DILMA ROUSSEFF&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;José Eduardo Cardozo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Nelson Henrique Barbosa Filho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Paulo Roberto dos Santos Pinto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Luis Inácio Lucena Adams&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-2588824276044751360?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EB00RTY6jcYRNX5fDYItN0PDPo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EB00RTY6jcYRNX5fDYItN0PDPo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EB00RTY6jcYRNX5fDYItN0PDPo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5EB00RTY6jcYRNX5fDYItN0PDPo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/nOzeUqKWkdk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/2588824276044751360/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/07/sancionada-lei-que-cria-empresa.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2588824276044751360?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2588824276044751360?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/nOzeUqKWkdk/sancionada-lei-que-cria-empresa.html" title="Sancionada lei que cria empresa individual de responsabilidade limitada" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/07/sancionada-lei-que-cria-empresa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ECSHc8eip7ImA9WhdTEUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-2502873558442773802</id><published>2011-07-08T09:14:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T09:14:29.972-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-08T09:14:29.972-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Societário" /><title>Exclusão de sócio por quebra de compromisso com a manutenção da empresa exige justa causa</title><content type="html">&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"
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&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A dissolução parcial de uma sociedade por cotas de responsabilidade limitada para exclusão de sócios em razão da quebra da &lt;i&gt;affectio societatis&lt;/i&gt; exige que haja a comprovação de inadimplemento do dever de colaboração. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar recurso em que um casal de sócios da empresa Concorde Administração de Bens, do Paraná, tentavam excluir outro casal do quadro societário, com base unicamente na quebra de confiança entre eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O batalha judicial envolve os irmãos Seme Raad e Faissal Assad Raad e suas esposas. A empresa tem aproximadamente 30 anos e compreende vários empreendimentos. Eles são, também, donos da empresa de alimentos La Violetera. O recurso em julgamento teve origem na ação movida por Seme Raad para que o irmão e a cunhada sejam excluídos da sociedade. Existem outras ações de dissolução parcial de outras sociedades constituídas por eles, bem como outra ação de exclusão de sócio da Concorde Administração de Bens promovida por Faissal contra Seme. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;i&gt;affectio societatis&lt;/i&gt; consiste na intenção de os sócios constituírem uma sociedade e é baseada na declaração de vontade expressa e manifestada livremente pelas partes. No caso em julgamento no STJ, a divisão social é feita na proporção de 50% para cada casal envolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), a perda do affectio societatis autorizaria apenas a retirada dos autores da ação da sociedade e não a exclusão dos réus. Para ser atendido o pedido, os autores teriam de demonstrar o descumprimento das obrigações sociais pela outra parte ou, ao menos, que ela deu causa à quebra da confiança. Os autores da ação, que interpuseram recurso no STJ, sustentaram que o artigo 336, parágrafo 1º, do Código Comercial, não faz tal exigência para autorizar a exclusão de sócio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, esclareceu que a dissolução parcial de uma sociedade pode ocorrer por intermédio do direito de retirada ou pela exclusão de um dos sócios. Na segunda hipótese, contudo, por se tratar de ato de extrema gravidade, e também em razão das peculiaridades do caso, exige-se não apenas a alegação de rompimento do vínculo de confiança, mas, também, a demonstração da justa causa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a ministra, algumas causas que justificam a exclusão estavam expressas no Código Comercial, mas essas não eram taxativas, admitindo-se, portanto, a exclusão do sócio com base na quebra da &lt;i&gt;affectio societatis&lt;/i&gt; desde que fique comprovado quem deu causa à essa quebra, em razão do descumprimento dos deveres sociais - o que implica prejuízos ou ameaças ao objetivo social da própria empresa. “A perda da &lt;i&gt;affectio societatis&lt;/i&gt; é a consequência de um ou mais atos nocivos à consecução dos fins sociais da empresa, praticados por aquele que se pretende excluir, os quais devem ser demonstrados”, disse ela.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=102512&amp;amp;utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=twitter&amp;amp;utm_campaign=Feed:+STJNoticias+%28STJNoticias%29" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;STJ&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-2502873558442773802?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ubr9iL_DBhvor3hPcgrxo_hWmeU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ubr9iL_DBhvor3hPcgrxo_hWmeU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ubr9iL_DBhvor3hPcgrxo_hWmeU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ubr9iL_DBhvor3hPcgrxo_hWmeU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/IgKhA5QIXlk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/2502873558442773802/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/07/exclusao-de-socio-por-quebra-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2502873558442773802?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2502873558442773802?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/IgKhA5QIXlk/exclusao-de-socio-por-quebra-de.html" title="Exclusão de sócio por quebra de compromisso com a manutenção da empresa exige justa causa" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/07/exclusao-de-socio-por-quebra-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMGQH8yfip7ImA9WhZUE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-4118772076515195172</id><published>2011-06-05T13:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-05T13:40:21.196-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-05T13:40:21.196-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tributário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Societário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fusões e Aquisições" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Arbitragem" /><title>Excelente entrevista com o Dr. Francisco Müssnich - Vale a pena ler!</title><content type="html">&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Neste dia 05 de junho de 2011 foi publicado no site &lt;a href="http://www.conjur.com.br/"&gt;www.conjur.com.br&lt;/a&gt; uma excelente entrevista com o Dr. Francisco Müssnich, que para quem não o conhece, escreveu o livro “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cartas a Um jovem Advogado”&lt;/i&gt;, além é óbvio, que é um dos advogados mais respeitados em Direito Societário no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ele começa dizendo que os negócios societários atualmente em relação ao início das privatizações ganharam muito em escala, ou seja, os valores são muito maiores, chegando na casa de bilhões. Com isso há crescente interesse do governo em criar regras e mecanismos que interferem nas negociações. Há ainda o fato de que com o crescimento dos valores dos negócios, as empresas brasileiras se sintam mais forte em relação às outras empresas do mundo, principalmente as empresa americanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Continua dizendo que para estar nesse mercado o advogado precisa entender claramente qual a missão e visão que o cliente tem do negócio, pois além de tudo, o cliente adora que o advogado se entregue de corpo e alma da solução de seus problemas, não sendo somente um prestador de serviços especializado, mas um parceiro na condução do negócio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Segue ressaltando ainda em sua entrevista que o Brasil atualmente é respeitado perante as outras nações, sendo considerado um dos grandes players do momento. Isso se deve ao fato de o Brasil ter um sistema jurídico estável, ter investiment grade (Grau de Investimento - Classificação dada a um país a partir de uma avaliação concedida pelas principais agências de notas de crédito do mundo), e ter soberania e democracia, elegendo o seu presidente através do voto de mais de 120 milhões de eleitores. Ele diz ainda, que se a língua nativa do Brasil fosse o inglês, os advogados brasileiros seriam imbatíveis, pois têm jogo de cintura, tem conhecimento, técnica e uma cultura que lhe dá mais paixão, fazendo que efetivamente se entregue, vestindo a camisa de seu cliente, destacando também que o Advogado que milita na área de fusão e aquisição deve ter foco extraordinário nos negócios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Em sua entrevista, Dr. Franscisco aponta que em seu escritório as áreas que mais tem crescido são a de arbitragem, com a crescente inserção nos contratos da chamada cláusula compromissória, elegendo árbitros para solução técnica dos conflitos, solução infinitamente mais rápida do que a busca pelo judiciário, condizente com a dinâmica dos negócios e também da área de direito econômico, ou seja, advogados especializados em lidar com o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que segundo ele, cresceu muito nos últimos anos e vai crescer ainda mais, pois a Lei n° 8.884 vai mudar substancialmente, sendo que a tendência é que haverá maior controle antes do fechamento dos negócios (atualmente o negócio é fechado e após é submetido à avaliação pelo CADE, podendo inclusive ser desfeito – explicação sucinta!), sendo que os ganhos pelo grau de confiabilidade e certeza do negócio realizado superarão as possíveis perdas pela demora na concretização dos negócios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Segue dizendo que a área de infraestrutura é um dos grandes desafios do crescimento no Brasil, sendo que o advogado que queira militar ou já milite nessa área entenda profundamente de Direito Administrativo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Mesmo apontando tais áreas como de maiores crescimento atualmente, faz questão de frisar que a área do direito mais promissora atualmente é a de Direito Societário, relativa a fusões e aquisições, pois com o Brasil crescendo, há negócios em todos os segmentos, inclusive nos micros e pequenos. Estes, ainda não têm uma cultura de procurarem a assessoria de um advogado especializado, cabendo aos contadores fazerem esse papel, mas isso está mudando, pois muitos pequenos empresários estão buscando aos poucos a assessoria do advogado desde a criação da empresa. A área tributária/fiscal é também a área que sempre se manterá forte e em crescimento, com muitas questões sendo submetidas ao CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - &lt;a href="http://carf.fazenda.gov.br/"&gt;http://carf.fazenda.gov.br&lt;/a&gt;). E ainda, como não poderia deixar de ser a área de Mercado de Capitais, regulada pela CVM (&lt;a href="http://www.cvm.gov.br/"&gt;http://www.cvm.gov.br/&lt;/a&gt;).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Com relação ao volume de negócios no Brasil, diz que a tendência é de aumento e rapidez consideráveis, afirmando que a inflação é a única que pode frear esse movimento, mas que acredita firmemente no forte trabalho gerencial exercido pela Presidenta Dilma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Para finalizar, Dr. Francisco dá duas dicas para o advogado de negócios:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- Conhecer matemática é essencial. Matemática dá uma enorme capacidade de raciocínio;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- Existe lugar ao sol para todos. Você pode ser um grande advogado e ter tantos outros amigos grandes advogado assim como você. Isso é que faz diferença!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Enfim, trata-se de interessante entrevista concedida por um dos grande advogados que temos no país. Quem quiser aprender um pouquinho mais não somente sobre o dia-a-dia da advocacia, mas também de outros assuntos, acesse e leia na integra a entrevista. &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-jun-05/entrevista-francisco-mussnich-advogado-especialista-direito-societario?utm_source%20%20"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/%20http:/www.conjur.com.br/2011-jun-05/entrevista-francisco-mussnich-advogado-especialista-direito-societario?utm_source%20%20"&gt;&lt;span style="text-decoration: none; text-underline: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Grande abraço,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Até mais!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-4118772076515195172?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ReYJLnwEfwakZBn_C74P3QVsdws/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ReYJLnwEfwakZBn_C74P3QVsdws/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/5Chc7P80Zlg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/4118772076515195172/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/excelente-entrevista-com-o-dr-francisco.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/4118772076515195172?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/4118772076515195172?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/5Chc7P80Zlg/excelente-entrevista-com-o-dr-francisco.html" title="Excelente entrevista com o Dr. Francisco Müssnich - Vale a pena ler!" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/excelente-entrevista-com-o-dr-francisco.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUHQH46cCp7ImA9WhZUEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-3609774602423625487</id><published>2011-06-03T18:17:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T18:17:11.018-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-03T18:17:11.018-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Folga em outro dia desobriga empresa de pagar domingo em dobro</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por unanimidade, a Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho isentou  a Nova América Agrícola da obrigação de pagar em dobro o serviço  prestado aos domingos por ex-empregado da empresa. O relator, ministro  João Batista Brito Pereira, esclareceu que, quando é adotado o regime de  trabalho de uma folga concedida a cada cinco dias de trabalho, não é  devido o pagamento em dobro.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No processo analisado, o trabalhador rural, demitido sem justa  causa, pleiteou, entre outras diferenças salariais, o pagamento em dobro  dos domingos trabalhados. Alegou que trabalhava nas safras no sistema 5  X 1, sem autorização legal, judicial ou administrativa, pois a adoção  do sistema tinha sido feita pela empresa, de forma unilateral.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 2ª Vara do Trabalho de Assis, em São Paulo, o pedido foi negado.  Entretanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas)  condenou a empresa a pagar em dobro pelos domingos trabalhados. Pela  interpretação do TRT, o descanso semanal deve ser “preferencialmente aos  domingos” (conforme o artigo 7º, inciso XV, da Constituição Federal)  justamente para que o empregado possa recompor as energias e conviver  com a família.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda de acordo com o Regional, o sistema de trabalho adotado pelo  empregador não era mero regime de compensação de jornada, nos termos dos  artigos 59, parágrafo 2º, da CLT e 7º, inciso XIII, da Constituição  Federal, e sim de jornada especial de trabalho, uma vez que não  considera como ciclo semanal aquele prestado entre os sete dias da  semana, mas entre uma folga e outra.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O TRT também rejeitou o argumento de que há previsão legal (Lei nº  605/49 e Decreto nº 27.048/49) para que o trabalhador rural preste  serviços aos domingos e feriados em caráter permanente, por entender que  a autorização é destinada aos empregados de usinas de açúcar e de  álcool, não podendo ser estendida aos trabalhadores da zona rural  indistintamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já a empresa sustentou, no recurso de revista ao TST, que não era  devido o pagamento em dobro do trabalho prestado nos domingos, na medida  em que havia a concessão de folga a cada cinco dias de serviço.  Apresentou acórdão de outro Tribunal, segundo o qual, nos regimes de  revezamento (no caso 5X1), o domingo é dia normal de trabalho, ao  contrário do feriado, em que o trabalho é proibido, sob pena de  pagamento em dobro das horas trabalhadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao examinar o recurso, o ministro Brito Pereira explicou que o  artigo 67 da CLT assegura a todo empregado pelo menos um descanso  semanal de 24 horas consecutivas. Assim, se obrigado a trabalhar no  domingo, por razões de conveniência da empresa ou utilidade pública, o  empregado deve ter direito a folga compensatória dentro da mesma semana  de trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como verificou o Regional, houve compensação da prestação de serviço  no domingo com folga em outro dia da semana por causa da adoção do  regime de uma folga concedida a cada cinco dias de trabalho, logo,  concluiu o relator, a empresa não era obrigada a pagar em dobro pelo  trabalho prestado nos domingos. O ministro também destacou a Súmula nº  146 do TST, segundo a qual “o trabalho prestado em domingos e feriados,  não compensado, deve ser pago em dobro, sem prejuízo da remuneração  relativa ao repouso semanal”. Ou seja, havendo concessão de folga  compensatória em outro dia da semana, como na hipótese, a empresa não  está obrigada a pagar em dobro pelo serviço aos domingos prestado pelo  trabalhador, tendo em vista que é a ausência da folga compensatória que  leva à obrigação do pagamento em dobro.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por consequência desse entendimento, os ministros da Quinta Turma  deram provimento ao recurso da empresa para excluir da condenação o  pagamento em dobro do trabalho prestado nos domingos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Processo: &lt;a href="http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=526777&amp;amp;ano_int=2008&amp;amp;qtd_acesso=6754641"&gt;RR-23500-06.2007.5.15.0100&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://ext02.tst.gov.br/pls/no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_Noticia?p_cod_area_noticia=ASCS&amp;amp;p_cod_noticia=12387" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;TST&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-3609774602423625487?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d6mAmptMGLwWuz71R5lE0El2HJ0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d6mAmptMGLwWuz71R5lE0El2HJ0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d6mAmptMGLwWuz71R5lE0El2HJ0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d6mAmptMGLwWuz71R5lE0El2HJ0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/1ahRFQGLhj0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/3609774602423625487/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/folga-em-outro-dia-desobriga-empresa-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/3609774602423625487?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/3609774602423625487?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/1ahRFQGLhj0/folga-em-outro-dia-desobriga-empresa-de.html" title="Folga em outro dia desobriga empresa de pagar domingo em dobro" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/folga-em-outro-dia-desobriga-empresa-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QHRHc8fyp7ImA9WhZUEUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-733200553754028740</id><published>2011-06-03T18:02:00.000-07:00</published><updated>2011-06-03T18:02:15.977-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-03T18:02:15.977-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Falência e Recuperação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Arbitragem" /><title>Recentes decisões do STJ</title><content type="html">&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;FALÊNCIA. CREDOR. ASSISTÊNCIA. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A primeira recorrida ajuizou ação contra a segunda recorrida (massa falida), buscando anular e adjudicar os registros de marca comercial, razão pela qual a recorrente, credora da massa, requereu sua intervenção como assistente simples. É consabido que a concessão da assistência (art. 50 do CPC) depende de o interveniente ter interesse jurídico na lide alheia: pode pleitear sua admissão quando a sentença a ser proferida puder interferir, mesmo que de forma reflexa, em sua situação jurídica. À primeira vista, poder-se-ia classificar o interesse do recorrente como eminentemente econômico, não fosse o fato de a segunda recorrida compor processo falimentar, pois a declaração de falência faz nascer para os credores o interesse jurídico de preservar e arrecadar todo e qualquer patrimônio que possa integrar a massa falida. Não é por outra razão que a Lei de Falências (tanto a nova quanto a antiga) reconhece a legitimidade &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;ad causam&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; para o credor propor a ação revocatória, contestar e apelar da sentença que julgar procedente pedido de restituição ou embargos de terceiro. Dessarte, há interesse jurídico do credor do falido (devidamente habilitado na ação falimentar) de intervir como assistente da massa falida nos autos em que ela atuar como parte, tal como no caso. Precedentes citados: AgRg no Ag 428.669-RJ, DJe 30/6/2008; AgRg no REsp 1.080.709-RS, DJe 10/9/2010, e REsp 241.418-SP, DJe 3/12/2010. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;amp;valor=REsp%201025633" target="_blank"&gt;REsp 1.025.633-RJ&lt;/a&gt;, Rel. Min. Massami Uyeda, julgado em 24/5/2011. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;span _fckxhtmljob="1" style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;O  trabalhador, que prestava serviços de colheita de café em uma fazenda,  foi vítima de acidente quando estava sendo transportado para o trabalho,  assim como outros empregados do reclamado. A família do trabalhador  falecido postulou, na JT, indenizações pelos danos morais e materiais  decorrentes da perda precoce do ente querido. O laudo do Instituto de  Criminalística do Estado de Minas Gerais, que periciou o veículo após o  acidente, apontou a imprudência do motorista, registrando como causa  principal do acidente o descontrole direcional do veículo, provocado  pela ausência de freio, o que levou a uma velocidade incompatível para  efetuar manobra de conversão à direita. O magistrado observou que o  veículo possuía autorização do DER para trafegar normalmente, mas,  apesar disso, o laudo pericial registrou vários defeitos no automóvel,  que, embora não tenham sido a causa principal, contribuíram para o  acidente. Foram constatados, entre outros defeitos, folga no sistema de  direção, motor e caixa de marcha adaptados, pedal de embreagem  improvisado, reservatório de óleo vazio e sistema de freios inoperante.  Em seu depoimento, o empregador declarou que o serviço de transporte foi  terceirizado e que não sabe informar sobre a existência de problemas  mecânicos no veículo acidentado, apontando a responsabilidade pela  manutenção a terceiros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;span _fckxhtmljob="1" style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;No  entanto, para o magistrado, a questão não pode ser analisada dessa  forma superficial, com simples atribuição da responsabilidade ao  motorista e a terceiros. O julgador salienta que a autorização do DER,  por si, não afasta a responsabilidade do empregador de estar sempre  atento às condições de transporte de seus empregados, evitando acidentes  e futuras ações com o objetivo de reivindicar reparações morais e  materiais. No caso, o magistrado esclarece que não se trata de  responsabilidade direta, já que o reclamado não dirigia o veículo, mas,  sim, de responsabilidade indireta, porque não houve fiscalização rígida e  constante das condições do transporte fornecido aos empregados, medida  indispensável, principalmente diante do estado precário das estradas  brasileiras, que exigem constante averiguação da mecânica dos  automóveis. Na percepção do julgador, ficou evidenciado que se o veículo  estivesse em boas condições, certamente a imperícia do motorista não  teria consequências tão graves. Portanto, uma vez demonstradas as  condições precárias do veículo acidentado, assim como a imperícia do  motorista, que deveria ter sido escolhido com mais cuidado, o juiz  sentenciante concluiu que ficou caracterizada a culpa patronal pelo  acidente que tirou a vida do trabalhador.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;span _fckxhtmljob="1" style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Com  base nos valores salariais que eram pagos ao falecido durante o período  contratual, o julgador arbitrou o valor da pensão mensal, fixada em  R$482,77, que deverá ser paga à viúva, da data do acidente até a época  em que o falecido completaria 70 anos de idade, acrescida do valor  referente ao 13º salário, bem como do valor do terço constitucional de  férias. O juiz, considerando um salário médio mensal de R$724,15,  condenou o empregador ao pagamento de diferenças salariais  correspondentes ao período contratual, além de uma indenização por danos  morais, fixada em R$ 60.000,00, sendo R$20.000,00 para a viúva e  R$40.000,00 para dividir entre as duas filhas menores. A condenação  inclui ainda a obrigação de constituição de capital suficiente para  garantia integral da execução, sendo mantidas as restrições aos bens já  existentes no processo até a efetiva comprovação nos autos da  constituição do capital. O TRT-MG confirmou a sentença.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;span _fckxhtmljob="1" style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;i _fckxhtmljob="1"&gt;&lt;a _fckxhtmljob="1" href="http://as1.trt3.jus.br/consulta/redireciona.htm?numeroProcesso=200906500156006&amp;amp;acesso=49d441e832c88b09fb9554911c733a79"&gt;0015600-42.2009.5.03.0065 ED&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;span _fckxhtmljob="1" style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;i _fckxhtmljob="1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _fckxhtmljob="1" align="justify"&gt;&lt;span _fckxhtmljob="1" style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=visualiza_noticia&amp;amp;id_caderno=20&amp;amp;id_noticia=67103"&gt;Âmbito Juridico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;i _fckxhtmljob="1"&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-8548088473392934360?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GE5Moi_g9D3pMEctJii3Bz1raEc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GE5Moi_g9D3pMEctJii3Bz1raEc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GE5Moi_g9D3pMEctJii3Bz1raEc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GE5Moi_g9D3pMEctJii3Bz1raEc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/PGz0M4Y192I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/8548088473392934360/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/empregador-que-contratou-servico-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8548088473392934360?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8548088473392934360?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/PGz0M4Y192I/empregador-que-contratou-servico-de.html" title="Empregador que contratou serviço de transporte precário indenizará família de empregado falecido" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/empregador-que-contratou-servico-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cERnYyeSp7ImA9WhZVGU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-2209108755317485307</id><published>2011-06-01T05:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T05:23:27.891-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-01T05:23:27.891-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Empresário" /><title>Debate sobre novo Código Comercial expõe defasagem</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apesar  de ter entrado em vigor em 2002, a versão atual do Código Civil teve  seu projeto feito 27 anos antes. Tamanho intervalo tornou a lei, já no  seu nascimento, anacrônica em relação a diversas outras normas na área  societária e comercial, como as leis de falências, das sociedades  anônimas, de representação comercial e de franchising, para ficar em  apenas alguns exemplos. Esse fato levou a Câmara dos Deputados discutir  um novo Código Comercial, que centralize diretrizes hoje espalhadas em  um dos ordenamentos jurídicos mais complexos do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esta é a  opinião dos especialistas que participaram de audiência pública sobre o  tema na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, no dia 18 de maio.  A iniciativa, primeira nesse sentido, deve ser acompanhada pelo  Ministério da Justiça, por meio de uma comissão de juristas a ser criada  para elaborar um anteprojeto. Isso não impede que o Legislativo já  adiante uma proposta, como sugeriu o deputado Sérgio Barradas Carneiro  (PT-BA), um dos membros da CCJ presentes à audiência. Ele se ofereceu  para apresentar como anteprojeto o livro &lt;i&gt;O Futuro do Direito Comercial,&lt;/i&gt; escrito pelo advogado &lt;b&gt;Fábio Ulhoa Coelho&lt;/b&gt;, professor de Direito Comercial da PUC-SP.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Estiveram presentes no encontro os professores Fábio Ulhoa Coelho e &lt;b&gt;Maria Eugênia Finkelstein&lt;/b&gt;;  o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo Manoel de Queiroz  Pereira Calças; o procurador de Minas Gerais Paulo da Gama Torres; o  advogado Armando Rovai, presidente da Comissão de Direito Empresarial da  OAB-SP; e o gerente executivo da Confederação Nacional da Indústria,  Cassio Borges.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para os debatedores, a queda de seis posições do  Brasil no ranking internacional de competitividade elaborado por uma  instituição suíça de administração — o país foi para o 44º lugar — se  deve à complexidade da legislação comercial. A existência de grande  número de normas e o alto grau de dificuldade em se concatenar todas  elas, por um lado, e a falta de regras em relação a novas situações,  como as cooperativas comerciais e produtivas, por outro, mostram a  urgência de mudanças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De acordo com o professor Fábio Ulhoa  Coelho, o novo Código Comercial não concentraria todas as regras da  área, mas sim seus princípios. "As leis extravagantes continuarão  existindo. O que está funcionando será mantido", diz. Ele frisou que seu  livro não deve ser visto como anteprojeto da norma, mas uma "minuta".  "Não existe código escrito por uma só pessoa, mas sim pelas forças vivas  da sociedade. O livro é um pontapé inicial."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma das principais  preocupações do debatedores foi com pontos de estrangulamento para o  funcionamento das empresas. Um deles é o quorum mínimo de 75% do capital  social para a aprovação mesmo de mudanças simples nas sociedades  limitadas, como endereço, abertura de filiais e aumento de capital. A  previsão é do artigo 1.076 do Código Civil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para Fábio Ulhoa, é  preciso simplificar. "O conceito anterior ao Código de 2002 para  sociedades limitadas era mais leve. Para uma alteração contratual,  bastava a maioria simples do capital, exceto quando o contrato exigisse  unanimidade", explica. Outro ponto destacado pelo especialista é a  expulsão de sócios minoritários, hoje facilitada. "Antes, se houvesse  cláusula que exigisse unanimidade, não poderia haver expulsões. Já hoje  isso pode ser deliberado pela maioria. Sócios com menos de 50% do  capital não têm como se proteger."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A burocracia para a  formalização de empresas nos órgãos de registro público também é uma  pedra no sapato. O custo médio para a abertura de uma empresa no país,  segundo os participantes, é de R$ 2.038, enquanto que no resto do mundo é  de R$ 682. "Segundo o Banco Mundial, a abertura de uma empresa no  Brasil demora 154 dias. Na Colômbia, são apenas três. E em Cingapura, 15  minutos", compara a professora Maria Eugênia Finkelstein. Ela propõe  que o novo código discipline a abertura em apenas um órgão, modelo  conhecido como &lt;i&gt;one stop window&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A mudança exigiria  adaptação dos sistemas usados pelos órgãos nas esferas federal, estadual  e municipal, que hoje possuem, cada um, um cadastro independente.  Também se propôs que as juntas comerciais, hoje administradas pelos  estados e responsáveis pelo registro dos contratos das sociedades,  passem a operar em regime de concessão pública à iniciativa privada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Exigência  nascida com o código de 2002, as reuniões anuais a serem feitas pelos  sócios para a aprovação de contas, cujas atas precisam ser submetidas ao  registro público, é incongruente para micro e pequenas empresas, na  opinião de Ulhoa. O problema, para ele, são os custos com burocracias,  contadores e advogados. "Essas sociedades são formadas em sua maioria  por marido e mulher. Gasta-se com um conflito que nunca vai ocorrer",  diz. "Burocracia excessiva empurra as pequenas empresas para a  irregularidade."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O atual Código Civil também tromba com leis  extravagantes que regem as relações comerciais. É o caso, por exemplo,  do prazo para registro das atas de reuniões de sócios nas sociedades  limitadas. O Código diz que os documentos devem ser registrados nas  juntas comerciais ou cartórios em até 20 dias. Já a Lei 8.934/1994 fala  em 30 dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Criada também em 2002, a proibição de sociedades entre  marido e mulher casados sob o regime de comunhão universal ou separação  total de bens é outra "bobagem" a ser tirada do regramento, na opinião  de Ulhoa. Segundo ele, a previsão nasceu da concepção de que não existe  sociedade real entre "o homem provedor e a mulher dona-de-casa", ou  seja, que essas sociedades teriam, na verdade, apenas um sócio, o homem.  "É uma visão anacrônica da mulher na sociedade", diz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sinal de fumaça&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;Nas relações comerciais, a defasagem é ainda maior. A regra  atual prevê que duplicatas só são válidas quando emitidas em papel, e  com o aceite do devedor. "Isso não acontece há 20 anos", afirma Ulhoa.  Mas segundo ele, ainda há juízes que consideram a cobrança indevida se o  rito não for seguido à risca. "Na prática, boleto bancário não vale  como título de crédito, não posso sequer protestar em cartório",  esclarece Maria Eugênia. Para ela, títulos eletrônicos são um problema  levando-se em conta a lei vigente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O mesmo acontece com qualquer  tipo de documento eletrônico, que hoje não serve como prova. "Salvo atos  com certificação, nenhum documento eletrônico, inclusive e-mails, serve  como prova para a Justiça, a não ser como evidência inicial", explica a  professora. Para ela, o novo Código deve contar com um capítulo  especial sobre comércio eletrônico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Medida que provoca polêmica e  inúmeras contestações judiciais, a desconsideração da personalidade  jurídica das empresas é outro ponto que o novo Código Comercial pretende  regrar. Com a falta de clareza do Código Civil, é comum dívidas das  empresas serem cobradas integralmente dos sócios, inclusive com  constrição de patromônio pessoal. "A ideia é regulamentar como únicas  hipóteses de desconsideração a fraude e a má versação", diz Maria  Eugênia. "Devem ser medidas excepcionais, e não a regra."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-mai-30/debate-codigo-comercial-expoe-defasagem-codigo-civil" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Conjur&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-2209108755317485307?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2qh0Y6aXQZAJFPf53KKN2qaUhHc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2qh0Y6aXQZAJFPf53KKN2qaUhHc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2qh0Y6aXQZAJFPf53KKN2qaUhHc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2qh0Y6aXQZAJFPf53KKN2qaUhHc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/ymOmj6z6h1U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/2209108755317485307/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/debate-sobre-novo-codigo-comercial.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2209108755317485307?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2209108755317485307?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/ymOmj6z6h1U/debate-sobre-novo-codigo-comercial.html" title="Debate sobre novo Código Comercial expõe defasagem" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/06/debate-sobre-novo-codigo-comercial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUBRn06cSp7ImA9WhZVGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-2699163397112872662</id><published>2011-05-31T20:17:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T20:17:37.319-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-31T20:17:37.319-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Copasa indenizará advogado perseguido por ajuizar ação trabalhista</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;Um  advogado, empregado da Copasa, propôs ação na JT de Minas para  reivindicar diferenças por desvio de função. A reação da empresa foi  imediata: o advogado passou a sofrer retaliações, discriminação e  assédio, com a retirada de seu nome das procurações e a exclusão das  atividades que até então realizava, procedimento que não foi adotado com  seus colegas. O reclamante, então, voltou a procurar a JT, desta vez  pedindo a rescisão indireta de seu contrato de trabalho e indenização  por danos morais. A decisão de 1º grau declarou a rescisão indireta, mas  negou o pedido de indenização. No entanto, diante da comprovação desses  fatos, a 8ª turma do TRT da 3ª região decidiu ampliar os efeitos da  sentença, condenando a Copasa a indenizar o advogado pelos danos morais  sofridos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;  &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;A  empresa se defendeu negando em parte o cometimento de falta grave, mas  reconheceu o fato principal que é o ponto de atração para as demais  condutas irregulares: a retirada do nome do reclamante das procurações,  requisito para o exercício válido de suas funções de advogado. A  relatora do recurso, juíza convocada Mônica Sette Lopes, considera  inadmissível a conduta patronal de punir um empregado só porque ele  exerceu o seu livre direito de ação, com o intuito de pleitear direitos  trabalhistas que acreditava possuir. Observou a magistrada que o  ex-empregado não fez nada mais do que exercer uma faculdade que está na  raiz lógica do Estado Democrático de Direito. E se a conduta seria  incompatível com a de uma empresa privada, frisou a juíza que a  irregularidade se acentua ainda mais considerando-se que a reclamada é  uma empresa pública, que deveria dar bons exemplos já que se vincula aos  princípios da Administração Pública, entre os quais, o da legalidade e o  da moralidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Para  a julgadora, estão claros no processo os elementos que comprovam a  conduta ilícita da reclamada, como, por exemplo, a alteração da  organização das atividades que atingiram as operações que cabiam ao  ex-empregado e o fato de existir uma exigência de que ele continuasse  elaborando peças processuais sem poder assiná-las. Além disso, o  advogado foi excluído da participação da defesa da reclamada em ações  com prazos em curso. Na avaliação da magistrada, todas as provas  analisadas revelam que a empresa ultrapassou os limites do seu poder  diretivo. "&lt;em&gt;Poucas coisas podem ser mais aviltantes do que impedir ao  trabalhador o exercício integral de seu ofício nas condições que se  confirmam nos autos&lt;/em&gt;", ponderou a julgadora, manifestando sua  indignação. Por essas razões, ela manteve a rescisão indireta do  contrato de trabalho, declarada na sentença.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Ao  contrário da sentença, a magistrada entende que os fatos ocorridos  implicaram desmerecimento da condição profissional do reclamante perante  seus colegas e ofenderam a sua dignidade pessoal. Conforme enfatizou a  relatora, as perseguições e o tratamento diferenciado dispensado ao  reclamante após a propositura da ação trabalhista representam uma série  de erros primários que chegam a ser surpreendentes. E, nesse caso  específico, a julgadora considera que o dano moral possui efeitos ainda  mais abrangentes, pois decorrem da própria formação jurídica de um  advogado silenciado, impossibilitado de discutir seus próprios direitos.  "&lt;em&gt;O que no leigo é mera sensação de estar sendo injustiçado, naquele  que tem formação jurídica é certeza densa, conformada de matizes da  história e da técnica jurídica. É a frustração de tudo quanto aprendeu  na escola, de tudo quanto lê nos livros. É o mesmo que o médico ser  obrigado a aplicar em si próprio um tratamento que não é adequado. É,  portanto, morrer um pouco&lt;/em&gt;", finalizou a relatora, acrescentando à condenação uma indenização por danos morais, fixada em R$ 20 mil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;u&gt;Processo&lt;/u&gt; : RO 0000635-17.2010.5.03.0003 - &lt;a href="http://as1.trt3.jus.br/consulta/detalheProcesso2.htm?conversationId=167194" id="LS$_blank" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI134499,71043-Copasa+indenizara+advogado+perseguido+por+ajuizar+acao+trabalhista"&gt;Migalhas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-2699163397112872662?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3_oIHuez4LkOaUysDhjb7onu5I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3_oIHuez4LkOaUysDhjb7onu5I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3_oIHuez4LkOaUysDhjb7onu5I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X3_oIHuez4LkOaUysDhjb7onu5I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/jmT7kwtTR7Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/2699163397112872662/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/copasa-indenizara-advogado-perseguido.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2699163397112872662?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/2699163397112872662?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/jmT7kwtTR7Y/copasa-indenizara-advogado-perseguido.html" title="Copasa indenizará advogado perseguido por ajuizar ação trabalhista" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/copasa-indenizara-advogado-perseguido.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIGRX0yeip7ImA9WhZVGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-4608090243061291640</id><published>2011-05-31T20:05:00.000-07:00</published><updated>2011-05-31T20:05:24.392-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-31T20:05:24.392-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>TST: novas súmulas alteram as relações trabalhistas no Brasil</title><content type="html">&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O  TST anunciou, no último dia 24 de maio, uma série de novas súmulas e  alterações em posicionamentos do Direito do Trabalho no Brasil. Foram  aprovadas quatro novas súmulas, cancelada uma e alteradas outras nove.  Essas alterações devem provocar novas discussões nas relações  trabalhistas e nas obrigações dos empregadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Dentre as alterações, destaca-se a mudança da Súmula 369 do TST (&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.migalhas.com.br/arquivo_artigo/art20101022-01.pdf" id="LS$_blank" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;). A súmula citada teve o acréscimo do item II: "&lt;i&gt;II  – O art. 522 da CLT foi recepcionado pela Constituição Federal de 1988.  Fica limitada, assim, a estabilidade a que alude o artigo 543, § 3o, da  CLT, a sete dirigentes sindicais e igual número de suplentes&lt;/i&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Com  esse item II, fica definitivamente consolidado o entendimento do TST, no  sentido de que a estabilidade de dirigentes sindicais limita-se a sete  titulares e sete suplentes. A grande importância desse novo item, da  Súmula, dá-se nos casos dos sindicatos profissionais que possuem  "Diretorias Colegiadas", com número muito superior a esse limite.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Os  ministros do TST também decidiram que acordos ou convenções coletivas  tratando da jornada de trabalho em atividade insalubre dependem de  inspeção prévia do Ministério do Trabalho, com o consequente  cancelamento da Súmula 349, que dispensava essa inspeção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Uma  nova súmula definiu que o tempo de deslocamento entre a portaria da  empresa e o local efetivo de trabalho é contado como parte da jornada,  desde que supere dez minutos, entendimento esse que deverá gerar  inúmeros questionamentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Portanto,  as principais alterações do Pleno do TST devem refletir nas próximas  decisões da Justiça trabalhista e também na relação laboral. Os  empregadores precisam estar atentos a esses novos posicionamentos, para  evitar passivos trabalhistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Súmulas do TST: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/arquivo_artigo/art20101022-01.pdf"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI134429,61044-TST+novas+sumulas+alteram+as+relacoes+trabalhistas+no+Brasil"&gt;Migalhas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-4608090243061291640?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wR9w8eKZaMwX-XaSiyR_6bE43Rk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wR9w8eKZaMwX-XaSiyR_6bE43Rk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wR9w8eKZaMwX-XaSiyR_6bE43Rk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wR9w8eKZaMwX-XaSiyR_6bE43Rk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/j9godviMI9Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/4608090243061291640/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/tst-novas-sumulas-alteram-as-relacoes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/4608090243061291640?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/4608090243061291640?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/j9godviMI9Q/tst-novas-sumulas-alteram-as-relacoes.html" title="TST: novas súmulas alteram as relações trabalhistas no Brasil" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/tst-novas-sumulas-alteram-as-relacoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08BQnY4cSp7ImA9WhZVF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-8338525276155840177</id><published>2011-05-29T13:44:00.000-07:00</published><updated>2011-05-29T13:44:13.839-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-29T13:44:13.839-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Empresa que muda de nome, no decorrer da reclamação trabalhista, tem que apresentar nova procuração</title><content type="html">&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Caso  haja mudança no nome da empresa, no decorrer da reclamação trabalhista,  nova procuração deve ser juntada, conferindo poderes ao advogado por  ela constituído. Caso contrário, estará configurada a irregularidade de  representação, invalidando o recurso. Essa foi a decisão da SDI - 1 do  TST, ao julgar ontem, 26, recurso da Roca Brasil Ltda.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A  ação trabalhista foi inicialmente proposta contra a Logasa S/A. Ocorre  que, no decorrer da ação, a empresa mudou sua razão social para Roca  Brasil Ltda. Ao interpor recurso perante a 3ª turma do TST, a empresa  não logrou êxito, por irregularidade de representação. O relator,  ministro Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira, negou provimento ao  agravo da empresa porque ausente nova procuração outorgada quando da  alteração social.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;A  Roca recorreu com embargos à SDI. Alegou que a mera alteração da razão  social não torna inválida a procuração anterior, passada com o nome  antigo da empresa. O relator na SDI, ministro Aloysio Corrêa da Veiga,  não concordou com os argumentos da Roca. Segundo ele, a jurisprudência  da Corte já se firmou no sentido de que a alteração na denominação da  razão social obriga que a parte busque legitimar a atuação do advogado  que subscreve o recurso, sob pena de não conhecimento do apelo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O  ministro Aloysio, para justificar seu voto, apresentou dois outros  julgados do TST nesse mesmo sentido: um do ministro Vieira de Mello  Filho e outro do ministro Brito Pereira. A decisão foi unânime no  sentido do não provimento dos embargos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="font-family: Verdana,sans-serif; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI134285,101048-SDI-1+do+TST+Empresa+que+muda+de+nome+tem+que+apresentar+nova"&gt;Migalhas&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-8338525276155840177?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eZg0NsybncvsxvlJbh3x38BxwKs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eZg0NsybncvsxvlJbh3x38BxwKs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eZg0NsybncvsxvlJbh3x38BxwKs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eZg0NsybncvsxvlJbh3x38BxwKs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/FbWZN8Pl7Z0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/8338525276155840177/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/empresa-que-muda-de-nome-no-decorrer-da.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8338525276155840177?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/8338525276155840177?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/FbWZN8Pl7Z0/empresa-que-muda-de-nome-no-decorrer-da.html" title="Empresa que muda de nome, no decorrer da reclamação trabalhista, tem que apresentar nova procuração" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/empresa-que-muda-de-nome-no-decorrer-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMARnc8fyp7ImA9WhZVEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-412573883540343583</id><published>2011-05-23T06:14:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T06:14:07.977-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-23T06:14:07.977-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trabalho e Previdenciário" /><title>Legislativo terá de regulamentar terceirização</title><content type="html">&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O  fechamento para balanço decretado pelo presidente do Tribunal Superior  do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, fomentou debates pelo  aprimoramento da jurisprudência. Desde o dia 16, a corte reavalia  posições para alinhar entendimentos, e deve concluir o trabalho nesta  sexta-feira (20/5). Enquanto isso, as principais incongruências foram  tema de palestra promovida pela Federação Brasileira de Bancos nesta  quinta-feira (19/5), em São Paulo, em seu &lt;em&gt;8º Congresso de Direito Bancário&lt;/em&gt;. De acordo com os participantes, a terceirização ainda é a principal fonte de confusão nos tribunais.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;"O TST precisa modificar o que ainda não está claro em sua jurisprudência", diz o desembargador &lt;strong&gt;Sérgio Pinto Martins&lt;/strong&gt;,  do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. Pode soar  óbvio, mas não é. Para se ter uma ideia, diversos pontos da Súmula 331  da corte estão em xeque diante da realidade atual do trabalho prestado  por terceiros. A decisão do Supremo Tribunal Federal contra a  responsabilização do poder público sem que fique comprovada a culpa por  falta de fiscalização complicou ainda mais as coisas. No fim do ano  passado, os ministros do STF consideraram constitucional dispositivo da  Lei de Licitações que afasta a responsabilização subsidiária da  administração pública em caso de inadimplência de empresa contratada  como prestadora de serviços em relação a verbas trabalhistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Um  dos pontos a serem revistos, na opinião do desembargador, está no  primeiro inciso da súmula, que afirma ser ilegal a contratação de  trabalhadores por empresa interposta. "Não vejo ilegalidade na  contratação de empresa interposta, a não ser que haja fraude à lei, o  que precisa ser provado, não pode ser presumido", defende. Um dos  exemplos de fraude na terceirização, no entendimento do Judiciário  trabalhista, é a contratação de mão-de-obra, por meio de prestadora de  serviços, para exercer as mesmas atividades que os funcionários da  tomadora. Nesse caso, se o salário pago aos prestadores for menor do que  o que recebem os vinculados pela CLT, está configurado o drible à lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para  o desembargador, o Judiciário é desnecessariamente rígido ao  estereotipar determinadas formas de trabalho. É o caso, por exemplo, dos  serviços contratados junto a cooperativas. "Muitas empresas contratam  cooperativas como única forma de viabilizar a atividade. Isso não é  errado, desde que não estejam presentes nas relações com o tomador  características de CLT. Alguns trabalhadores até preferem", admite.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Ao  elencar as atividades que podem ser contratadas junto a terceiros, a  Súmula cita vigilância, conservação e limpeza e demais serviços ligados à  atividade-meio do tomador. Mas o conceito é contraditório, na opinião  de Martins. "Há como dizermos que limpeza é um serviço especializado?" O  mesmo inciso III que traz a previsão proíbe também a terceirização de  atividade-fim do contratante. "De onde isso foi tirado? Não há qualquer  lei proibindo isso, e a Constituição Federal prescreve a livre  iniciativa", critica.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Segundo ele, a dificuldade em se definir o  que é atividade-fim e atividade-meio é o que mantém às vistas de todos  práticas teoricamente conflitantes com a jurisprudência. "A indústria  automobilística terceiriza atividade-fim desde 1950, ao fracionar suas  linhas de montagem, o que a construção civil também faz", lembra.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Dessa  forma, a solução que vem sendo encontrada é o uso, por analogia, do  artigo 581 da CLT. Diz o parágrafo 2º do dispositivo entender-se "por  atividade preponderante a que caracterizar a unidade de produto,  operação ou objetivo final, para cuja obtenção todas as demais  atividades convirjam". O objetivo da regra é definir para qual sindicato  o empregador deve recolher, mas a Justiça é obrigada a usá-la  justamente devido à falta de regulamentação adequada. "No caso das  concessionárias de veículos, qual a principal atividade: comercialização  ou prestação de serviços? Concluímos, pelo faturamento maior, que é a  comercialização", exemplifica o desembargador.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Também sem  definição legal precisa, a escolha entre responsabilização solidária ou  subsidiária por inadimplemento de verbas trabalhistas também divide as  cortes. Segundo Sérgio Pinto Martins, a falta de definição permite que  diferentes turmas dos tribunais se posicionem de formas diametralmente  opostas. "Mas o advogado não consegue explicar isso para o cliente, que  acha que ele é incompetente", solidariza-se. Para ele, é a lei quem deve  dizer que tipo de responsabilização deve ser aplicada, e não a  jurisprudência.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Função do Legislativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Por isso, esperanças também são depositadas nos projetos de lei que  correm sobre os temas no Congresso Nacional. Mais de três mil já  passaram pelo Legislativo, nas contas do advogado &lt;strong&gt;Marcial Barreto Casabona&lt;/strong&gt;,  sócio do escritório Casabona &amp;amp; Monteiro Advogados Associados,  mediador do debate. Desses, apenas três têm potencial para acabar com as  dúvidas, na opinião do diretor de Relações do Trabalho da Febraban, &lt;strong&gt;Magnus Apostólico&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O  PL 4.330/2004, do deputado federal Sandro Mabel (PR-GO), é o que está  mais adiantado, segundo o diretor. Mas as esperanças também se dividem  entre o PLS 87/2010, de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), e o  PL 6.832, do deputado Paulo Delgado (PT-MG), que "com algumas emendas,  pode atender a todos os requisitos", diz Apostólico.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os dois  últimos tratam ainda de trabalho temporário, estendendo o período máximo  de três para seis meses, ainda prorrogáveis, inclusive em áreas rurais,  o que hoje é proibido. "Beneficiaria empregadas grávidas, que poderiam  ficar afastadas por 120 dias e não por apenas três meses, assim como  doentes", reconhece o desembargador Sérgio Pinto Martins.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Porém, a  mistura de dois temas no mesmo projeto foi ponto de divergência entre a  Febraban, representante das confederações empresariais, e a CUT em  grupo montado com o Ministério Público do Trabalho para discutir a  proposta. Segundo Apostólico, o trabalho temporário, que já tinha uma  regulamentação normativa, deveria ser objeto de outro PL, uma vez que a  terceirização ainda não tem norma específica. "Negociamos com o MPT  durante dois anos, e o anteprojeto foi entregue à Casa Civil para que  chegasse ao Congresso por iniciativa do Executivo", conta o diretor.  Segundo ele, as centrais sindicais se retiraram do grupo. "Fomos pegos  de surpresa em janeiro do ano passado, quando o Ministério do Trabalho  anunciou que adotaria o projeto da CUT."&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Outra ideia que gerou  discussões no grupo organizado pelo MPT foi a sugestão de aplicação da  norma coletiva da tomadora dos serviços também para os empregados da  prestadora de serviços. "Provamos, na prática, que isso é impossível, já  que o mesmo trabalhador pode estar cada dia em uma empresa diferente",  explica Apostólico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Marcial Casabona lembrou ainda que se os  funcionários da prestadora de serviço tiverem de receber os mesmos  vencimentos da tomadora, a razão econômica para a contratação de  terceiros perde o sentido. "Além dos motivos administrativos, reduzir  custos é o objetivo da terceirização. A equiparação não tem lógica",  afirma.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O problema atinge principalmente contratações no setor  bancário, foco do congresso da Febraban. Para Magnus Apostólico, nem  todos os funcionários ou terceirizados de bancos exercem atividades  bancárias. "Qual o sentido de um analista de sistemas trabalhar oito  horas diárias no comércio e na indústria, mas só poder trabalhar seis  horas nos bancos, se a atividade é a mesma?", critica.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;De acordo  com o desembargador Sérgio Martins, o serviço bancário já não é o mesmo  praticado anos atrás e não precisa ter jornada menor, "a não ser em  atividades extenuantes, como a de caixa, mas não se pode generalizar",  defende.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-mai-20/especialistas-esperam-legislativo-regras-claras-terceirizacao" style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Conjur&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-412573883540343583?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RIaOXEBKpc6O53A1Gi4vqXvmOEc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RIaOXEBKpc6O53A1Gi4vqXvmOEc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RIaOXEBKpc6O53A1Gi4vqXvmOEc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RIaOXEBKpc6O53A1Gi4vqXvmOEc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~4/j-uOJ4DyJfY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/feeds/412573883540343583/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/legislativo-tera-de-regulamentar.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/412573883540343583?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6720369238946464888/posts/default/412573883540343583?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ODireitoDeEmpresaNegciosOuComercial/~3/j-uOJ4DyJfY/legislativo-tera-de-regulamentar.html" title="Legislativo terá de regulamentar terceirização" /><author><name>Gilmar Vieira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17516552230155820786</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://3.bp.blogspot.com/_KcmpEa39NxA/TRpoUZqJzMI/AAAAAAAAACQ/jh005uYpyfk/S220/Gil%2BEscritorio.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://odireitodeempresa.blogspot.com/2011/05/legislativo-tera-de-regulamentar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUHQ3g_eSp7ImA9WhZVEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6720369238946464888.post-3335807198437675633</id><published>2011-05-23T06:10:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T06:10:32.641-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-23T06:10:32.641-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Falência e Recuperação" /><title>Honorário tem tratamento igual a salário em falência</title><content type="html">&lt;h1 id="textTitle"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O  valor devido ao advogado que atuou em processos de empresa que faliu  também pode ser considerado crédito trabalhista a receber. A decisão da  5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou a  sentença da juíza Zenaide Pozenato Menegat, de Caxias do Sul (RS), que  determinou o pagamento dos honorários.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A falência da Enxuta  Industrial foi declarada em 15 de maio de 2002.&amp;nbsp; Na época, os empregados  ingressaram com ação na Justiça para receber os salários e outros  benefícios. Pelo Decreto-Lei 7.661/45, que regia as falências no país  até 2005, os funcionários têm prioridade na ordem dos pagamentos das  indenizações, caso a massa falida não tenha como arcar com todas as  dívidas da antiga empresa.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;No entanto, até a data da declaração da  falência, a empresa tinha uma dívida de cerca de R$ 93 mil de  honorários advocatícios, com o advogado que atuou nas ações movidas  pelos ex-empregados.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Convicto de que se trata de um direito  garantido pelo Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil, o profissional  resolveu ingressar na Justiça para reaver seus valores. A empresa  alegou que possuía poucos recursos e que a dívida dos honorários  prejudicaria os credores que antecederam a falência.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O juízo do  primeiro grau acolheu o pedido do advogado e condenou a massa falida da  Enxuta a pagar o valor devido. Inconformada, a massa falida entrou com  recurso no TJ-RS.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Na 5ª Câmara Cível, o desembargador-relator,  Romeu Marques Ribeiro Filho, confirmou a sentença da juíza Zenaide  Pozenato Menegat. Segundo o magistrado, o privilégio dado aos  honorários, no momento da habilitação do crédito, decorre de sua  equiparação com o caráter alimentar dos salários, os quais visam  garantir a sobrevivência do profissional e de sua família. ‘‘&lt;span&gt;A  verba honorária é a fonte de alimentos do advogado, assegurando a ele e  sua família uma digna sobrevivência’’, afirmou o desembargador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O Estatuto da OAB, em seu artigo 24, confere privilégio ao crédito decorrente de honorários. Diz, textualmente: ‘‘&lt;span&gt;A  decisão judicial que fixar ou arbitrar honorários e o contrato escrito  que os estipular são títulos executivos e constituem crédito  privilegiado na falência, concordata, concurso de credores, insolvência  civil e liquidação extrajudicial’’. O desembargador Gelson Rolim Stocker  acompanhou o voto do relator.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A desembargadora Isabel Dias  Almeida, no entanto, divergiu do entendimento dos colegas. Segundo ela,  nos casos de habilitação de crédito na falência, os honorários  advocatícios devem ser classificados como &lt;em&gt;privilégio geral&lt;/em&gt;,  conforme o artigo 102 do Decreto-Lei 7.661/45. Desta forma, não  apresentam a especialidade conferida aos créditos trabalhistas. ‘‘&lt;span&gt;Os  privilégios que possuem os créditos de natureza alimentar, na ótica  empregada na Lei de Falências, são aqueles que decorrem da relação  empregatícia, entre a falida e seus empregados, não se podendo emprestar  interpretação extensiva à referida norma inserta na legislação  estatutária.’’&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Por decisão da maioria, o recurso por parte  da massa falida da Enxuta Industrial foi negado, e a empresa deverá  pagar o valor dos honorários advocatícios devidos. &lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2011-mai-22/honorarios-tratamento-igual-salarios-acao-falencia"&gt;Conjur&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6720369238946464888-3335807198437675633?l=odireitodeempresa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ur5uZTpOLg2T52FGZt3Z7NxowXA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ur5uZTpOLg2T52FGZt3Z7NxowXA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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