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	<title>O Melhor do Marketing</title>
	
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	<description>"Gerando conteúdo pra você"</description>
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		<title>A web no processo de compra do novo consumidor</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Branding digital]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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O Instituto IBOPE Mídia realizou uma pesquisa muito importante para o mercado publicitário. Alinhando essa pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas &#8211; acima de 18 anos &#8211; em todo o país e informações do Target Group Índex, o instituto traçou o novo perfil do consumidor brasileiro. E para a felicidade das empresas esse novo [...]]]></description>
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<p>O Instituto IBOPE Mídia realizou uma pesquisa muito importante para o mercado publicitário. Alinhando essa pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas &#8211; acima de 18 anos &#8211; em todo o país e informações do <strong>Target Group Índex</strong>, o instituto traçou o novo perfil do consumidor brasileiro. E para a felicidade das empresas esse novo CONSUMIDOR está comprando mais! 67% da população foi as compras em setembro de 2009: é bom lembrar que esse período foi pós dia dos pais e muito antes do dia das crianças, ou seja, não havia nenhuma data SAZONAL que estimulasse o consumo; entretanto a oferta de produtos está cada vez mais alta, o que eleva a taxa de compra por impulso, sendo ela física ou digital. O cartão de crédito e o “efeito Casas Bahia” onde você compra tudo em “zilhões” de meses para pagar ajudaram a impulsionar o consumo.</p>
<p>Um fator levantado nessa pesquisa interfere diretamente no COMPORTAMENTO on-line: Um dos principais traços observados na análise do consumidor é que ele busca mais informações e <strong>experiências</strong> sobre uma determinada marca ou produto para só, a partir daí, fazer sua escolha. A imagem da marca e o valor agregado também são importantes influenciadores. Começa aqui a importância do <strong>branding digital</strong>, algo que as empresas e anunciantes não se deram conta. Eles querem anunciar e vender, sem se preocupar em construir uma imagem na web. Quem sabe agora com essa pesquisa a percepção do anunciante não mude, afinal, essa conclusão vem da opinião de 3,4 mil pessoas!</p>
<p><span id="more-2202"></span></p>
<p>No que diz respeito aos aspectos psíquicos de influência na hora da compra, os consumidores do século XXI demonstram personalidade forte e primam pela diferenciação. 33% afirmou a importância de estar em dia com a moda e estilo. O brasileiro se mostrou um consumidor fiel as suas marcas de confiança, o que foi confirmado por 72% dos entrevistados.</p>
<p>Não apenas o <strong>branding</strong>, mas a elaboração de conteúdos voltados aos públicos. A web é uma forte arma para relacionamento. Esse dado de fidelidade do consumidor com as marcas pode e deve ser muito explorado pelos anunciantes.</p>
<p>As pessoas entre 25 e 34 anos se destacam no hábito de fazer compras; as mulheres vão mais as compras dos que os homens: com 71% contra 63%. Esse número vem paralelo com o aumento de mulheres comprando via web. Sim, as mulheres compram mais do que os homens e são mais críticas também: voltando ao assunto levantado aqui: &#8220;Está na hora do digital crescer&#8221;</p>
<p>A pesquisa mostra que 77% das pessoas das classes AB realizaram compras recentemente, seguidas das classes C e DE (65% e 55% respectivamente). <em>“A experiência individual do consumo e qualidade são fundamentais. Ele conhece e exige seus direitos. O que realmente diferencia este consumidor é a sua atitude”</em>, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo.</p>
<p>Volto a bater na tecla da importância da web no <strong>processo de compra</strong>. Como a pesquisa mostrou e reproduzi até esse momento, o consumidor está: comprando mais, buscando mais informações para decidir a compra; a imagem e atitude de marca são importantes para a compra. Experiência individual é fundamental. Cabe a pergunta:</p>
<h5>Onde, além da Internet o consumidor tem acesso a todas essas bases para decidir a compra? Onde ele pode estar na loja, acessar o site da marca, um blog sobre o assunto, entrar em um comparativo de preços e decidir pela compra baseado em uma quantidade grande de informações? O relacionamento, mídia e o ponto de venda são as principais formas de influência no consumo de produtos.</h5>
<p>A busca pela informação, como dito anteriormente, é fundamental para o consumidor do século XXI. A pesquisa mostra que 50% está apto a fornecer muitas informações sobre algum tipo de produto e outros 34% dizem que conversam bastante com muitas pessoas diferentes sobre produtos de interesse antes de efetuarem a compra – 34% concordaram que é bastante provável que consigam convencer outras pessoas a respeito de determinados produtos com suas opiniões. <strong>Estratégia em redes sociais?</strong></p>
<p>Resumindo: Todas as informações sobre esse <strong>novo consumidor</strong> – na minha opinião – levam para <strong>estratégias digitais.</strong> Será que os profissionais de marketing compartilham isso comigo?</p>

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		<title>Miopia no marketing. Até quando?</title>
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		<comments>http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2010/09/03/miopia-no-marketing-ate-quando/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Brand]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidores X desejos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[
O artigo que Theodore Levitt publicou na Havard Business Review,  o “Marketing myopia”, 50 anos após a publicação ainda é referência e pode perfeitamente ser aplicado nos dias de hoje.
Texto na íntegra disponível em áudio book: http://www.youtube.com/watch?v=s1h9nr5L3rk&#38;feature=related

A visão curta de muitas empresas, as impede de definir corretamente suas possibilidades de mercado. Em todos os casos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>O artigo que <strong>Theodore Levitt</strong> publicou na <strong>Havard Business Review</strong>,  o <em>“Marketing myopia”</em>, 50 anos após a publicação ainda é referência e pode perfeitamente ser aplicado nos dias de hoje.</p>
<p>Texto na íntegra disponível em áudio book: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=s1h9nr5L3rk&amp;feature=related" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=s1h9nr5L3rk&amp;feature=related</a></p>
<p><span id="more-2197"></span></p>
<p>A visão curta de muitas empresas, as impede de definir corretamente suas possibilidades de mercado. Em todos os casos, a razão pela qual o crescimento é ameaçado, retardado ou detido não é porque o mercado está saturado. É porque houve uma <strong>falha administrativa</strong>. A razão desta falha ocorre na definição equivocada de seu ramo de atividade e na mínima preocupação com o cliente em relação ao produto/serviços.</p>
<p>Não existe o que se chama de setor de rápida expansão. Há apenas companhias organizadas e dirigidas de forma a aproveitar as <strong>oportunidades de expansão</strong>. A história de todos os negócios “de rápida expansão”, mortos ou moribundos, revela um ciclo auto-ilusório de grande ascensão e queda despercebida.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Há quatro condições que em geral provocam este ciclo:</strong></p>
<p>1. A crença de que o desenvolvimento é assegurado por uma população em crescimento e mais rica;<br />
2. A crença de que não há substituto que possa concorrer com o principal produto da indústria;<br />
3. Fé exagerada na produção em massa e nas vantagens na queda rápida dos custos unitários, à medida que aumenta a produção;<br />
4. A preocupação com um produto que se presta à experimentação científica cuidadosamente controlada, ao aperfeiçoamento e à redução dos custos de fabricação.</p>
<p>As empresas bem sucedidas que buscam a <strong>excelência em seus produtos/serviços</strong> se preocupam intensamente em satisfazer as NECESSIDADES e DESEJOS de seus clientes e o MARKETING se torna essencial para o alcance desse objetivo.</p>
<p>Mostrar o que uma administração com a essência totalmente voltada para o CLIENTE pode fazer para manter em crescimento um setor de rápida expansão, mesmo depois de esgotadas as oportunidades óbvias e a quantidade inovadora de novos produtos que colocam sucesso no mercado.</p>
<p>Você, prezado leitor, conhece algum case sobre o assunto?</p>

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		<title>O que os quadrinhos podem nos ensinar sobre BLOGS e mídias sociais. #04</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/OMelhorDoMarketing/~3/MOzUUovpGX4/</link>
		<comments>http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2010/09/02/o-que-os-quadrinhos-podem-nos-ensinar-sobre-blogs-e-midias-sociais-04/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 17:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso Cestaro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Brand]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
A série #COMICS chega ao seu 4º capítulo, se é que podemos chamar assim. Qual a lição que podemos tirar? &#8220;Que existe muito mais relação para os quadrinhos com blogs e mídias sociais que se pode imaginar&#8221;
Esta semana vamos abordar: Gerenciamento de Marca e Onomatopéias/Slogans com sons.

Como essas duas forças podem trabalhar em prol do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>A série #COMICS chega ao seu 4º capítulo, se é que podemos chamar assim. Qual a lição que podemos tirar? &#8220;Que existe muito mais relação para os quadrinhos com blogs e mídias sociais que se pode imaginar&#8221;</p>
<p>Esta semana vamos abordar: <strong>Gerenciamento de Marca</strong> e <strong>Onomatopéias/Slogans com sons.</strong></p>
<p><span id="more-2189"></span></p>
<p>Como essas duas forças podem trabalhar em prol do seu blog e fazer com que se destaque diante de outros blogs que tratam sobre o mesmo assunto?</p>
<p>Antes o que acha de relembrarmos as primeiras dicas?</p>
<p><a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2010/07/20/o-que-os-quadrinhos-podem-nos-ensinar-sobre-blogs-e-midias-sociais-01/" target="_blank">Construir o Desejo e se Antecipar</a>, trabalhar o Impacto Visual, <a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2010/08/20/o-que-os-quadrinhos-podem-nos-ensinar-sobre-blogs-e-midias-sociais-03/" target="_blank">Longevidade e Foco no Consumidor </a>formaram alguns assuntos da série. Podemos perceber que a relação <a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2010/08/02/o-que-os-quadrinhos-podem-nos-ensinar-sobre-blogs-e-midias-sociais-02/" target="_blank">cross-selling</a> (quando outro trecho de um conteúdo ou de seu produto é relevante, faça questão de mencioná-lo) e drama que demonstra a importância de trazer vida aos seus conteúdos demonstrando fatores humanos também podem estar presentes na forma como você trabalha seus conteúdos através das mídias sociais visando trazer um retorno ainda maior de visitas ao blog.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/09/hqs_justice.jpg"><img class="size-medium wp-image-2192  aligncenter" title="#comics - gerenciamento de mara" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/09/hqs_justice-300x116.jpg" alt="" width="300" height="116" /></a></p>
<p><strong>Gerenciamento de marca</strong> – Mencionei anteriormente (e por muitas vezes) que os comics e editores de quadrinhos realmente conhecem sua audiência, mas estão sempre a experimentar coisas novas. Algumas vezes mencionei questões a respeito de MARCAS, e como são bem amadas (ocasionalmente ao ponto da obsessão). Isto significa que existe um pequeno contraponto entre empurrar venda sem limites e permanecer verdadeiro.</p>
<p><strong>Lição: </strong>Saber o que a marca realmente significa na vida de seu público é vital, e dar-se por certeza que você permanece consistente com sua proposta e que nunca trai as promessas que faz.</p>
<p><strong>Onomatopéias e slogans com sons</strong> – Bem como o apelo visual, as histórias em quadrinhos são contadas também com som. Diferentemente das séries, há muito poucas palavras usadas para transportar a história, sendo contada em diálogos em sua  maior parte&#8230; Sentenças curtas, discurso em pequenos balões e boxes informativas. Isto significa que as histórias podem se mover rapidamente e começar através das caixinhas informativas exigidas naquele determinado momento. Perfeito para seus leitores confusos e excitados. Este formato igualmente segue sempre se repetindo. Os personagens desenvolvem slogans, como se estivessem brincando com as palavras. O consumo aumentado porque um leitor pode começar através de alguns comics e podem terminar o dia todo sentado lendo os quadrinhos.</p>
<p><strong>Lição:</strong> Se você quer conquistar sucesso rapidamente e não quer perder o interesse despertado em seus leitores, faça com que seu conteúdo fique compacto e fácil de se continuar lendo. Use caixas de estilo (quotes), imagens e palavras que expressem sons.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/09/onomatopeias.jpg"><img class="size-medium wp-image-2193  aligncenter" title="#comics - gerenciamento de marcas" src="http://www.omelhordomarketing.com.br/wp-content/uploads/2010/09/onomatopeias-300x143.jpg" alt="" width="300" height="143" /></a></p>
<p>Fique ligado! Para a próxima semana traremos a quinta e última parte da série #COMICS. Falaremos um pouco sobre a difícil tarefa de estar onde seu público está neste <strong>mundo digital</strong> onde, a cada dia, surgem novas <strong>mídias sociais.</strong></p>

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		<item>
		<title>Qual a distância da boa ideia X ideia executável</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/OMelhorDoMarketing/~3/WuCdgDBkuSg/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento digital]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[
Acredito que todos nós já passamos por reuniões onde participam diversas equipes para jogar ideias a respeito de um cliente ou de um brief específico, algo que no jargão da publicidade chamamos de “brainstorm”, o que entendemos também, que nessa reunião pode-se tudo para o cliente, até mesmo pensar em um foguete indo para Marte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Acredito que todos nós já passamos por reuniões onde participam diversas equipes para jogar ideias a respeito de um cliente ou de um brief específico, algo que no jargão da publicidade chamamos de “brainstorm”, o que entendemos também, que nessa reunião pode-se tudo para o cliente, até mesmo pensar em um foguete indo para Marte com a marca do cliente exposta na lataria e sendo transmitido ao vivo pelo YouTube.</p>
<p>Mas como sabemos, essa á uma ideia que poderia comprometer 5 a 6 anos de verba de marketing de muitos clientes, por isso, ela (ainda) não foi executada, mas quem sabe um dia&#8230;</p>
<p><span id="more-2186"></span></p>
<p>Entre essa ideia mirabolante e uma ideia que pode ser uma simples promoção no Twitter existe uma grande diferença entre vários aspectos, inclusive o financeiro e como todos os clientes – e com razão – pensam no <strong>ROI</strong> (Retorno sobre investimento) o melhor é focar na ação que vai trazer o melhor ROI a ele, e normalmente a equação é “simples” <strong>menor gastos X maiores retornos.</strong></p>
<p>A ideia mirabolante não deve ser descartada, pois há sempre um ponto relevante a ser considerado, mesmo que esse ponto seja a ousadia, inovação e coragem para propor, ao menos, para o cliente.</p>
<p>Ser ousado, criativo e diferente é o que o mercado pede hoje. Para fazer mais do mesmo é melhor nem fazer! Uma pena que nem todos os clientes tem “peito” para isso, muitos ainda pedem inovação e acabam fazendo o comercial de 30 segundos na Rede Globo.</p>
<p>Nesse momento é que nós, profissionais de <strong>planejamento estratégico digital</strong>, temos que fazer a diferença no processo; devemos ter o cuidado de analisar com calma as ideias criativas – mesmo aquelas que nós mesmos oferecemos – e avaliar o que é mais RELEVANTE, tanto para a marca como para os clientes.</p>
<p>Avaliadas as ideias mais relevantes, e é preciso lembrar, que as PESQUISAS são importantes e devem ser levadas em consideração nesse processo, praticamente, avaliando a ideia com uma mão e a pesquisa (ou o resumo e apontamentos que você fez) na outra.</p>
<p>Tendo em mãos as ideias mais relevantes, o próximo passo é ver qual delas mais se adequa ao momento do cliente e mercado, um insight de futebol, por exemplo, pode ser mais impactante na final do campeonato do que no começo, quando a torcida ainda está se acostumando com o seu time.</p>
<p>Feita essas duas análises, o próximo passo é ver qual das ideias em mãos mais se encaixa na verba do cliente e a com maior potencial de retorno para ele, assim como dito nesse artigo, para o cliente a melhor fórmula de retorno é gastar menos para vender mais.</p>
<p>Percebe-se que esse é um processo de afunilamento, muito comum nos processos de planejamento estratégico digital.</p>
<p>Todo esse processo demonstrado nesse artigo é feito para responder o seu título, onde quis passar aqui a minha visão de qual é a distância entre uma boa, excelente, maravilhosa, inovadora e empolgante ideia e uma ideia executável, aquele que o cliente realmente fará por uma série de motivos.</p>
<p>Espero que continuemos criativos como sempre, afinal o povo brasileiro é conhecido mundialmente por ser muito criativo, e nossa publicidade – sempre muito premiada em todos os festivais – não poderia ter um caminho diferente, mas vale lembrar aqui que se nosso povo é criativo, nossos publicitários também, porque nem todos nossos clientes entram nessa onda?</p>

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		<item>
		<title>Sua empresa realmente se o relaciona com o cliente?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 12:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[#economiacriativa]]></category>
		<category><![CDATA[Brand]]></category>
		<category><![CDATA[Capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing de Relacionamento]]></category>

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Com o surgimento das redes sociais é cada vez mais frequente ouvir falar no relacionamento das marcas com os clientes. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial uma análise: sua organização realmente se relaciona com o seu cliente?
Quanto mais se fala que as empresas não só devem, mas precisam desenvolver relacionamentos com seus clientes, constata-se [...]]]></description>
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<p>Com o surgimento das redes sociais é cada vez mais frequente ouvir falar no <strong>relacionamento das marcas</strong> com os clientes. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial uma análise:<strong> sua organização realmente se relaciona com o seu cliente?</strong></p>
<p>Quanto mais se fala que as empresas não só devem, mas precisam desenvolver relacionamentos com seus clientes, constata-se do quão difícil é para estas empresas criarem seus programas de Gestão de Relacionamento.<br />
E não é só criar um perfil nas redes sociais que irá estabelecer esse relacionamento. De nada adianta ter um belo discurso através das redes e o cliente ao precisar de um serviço ou produto da sua organização e ter uma má experiência.</p>
<p><span id="more-2182"></span></p>
<p>Conhecer o tipo de cliente que sua empresa possui e buscar a forma mais eficaz de se comunicar levando em conta as características principais de cada cliente é um dos primeiros e importantes passos para determinar uma estratégia de fidelização extremamente eficaz.</p>
<h4>Você, caro leitor, quando é atendido, seja em que estabelecimento for, não gosta de sentir-se valorizado e único?</h4>
<p>Desenvolver a FIDELIDADE do cliente deve ser um COMPROMISSO de toda a empresa. Todas as atividades da organização devem servir ao OBJETIVO de criar valor para o cliente.<br />
Ei, empresa, você tem certeza de que se relaciona com seu cliente?</p>

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		<title>S-Commerce. Estamos preparados ou atrasados?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 17:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Morais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Coca Cola]]></category>
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		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
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Desde que a Internet surgiu as marcas estão analisando como ganhar dinheiro com isso; os portais de notícia começaram a explorar propaganda em banners, mesmo que a web só atingisse 1 ou 2 milhões de pessoas; as marcas começaram a explorar as vendas online, que é a forma mais rápida e simples de MENSURAR os [...]]]></description>
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<p>Desde que a Internet surgiu as marcas estão analisando como ganhar dinheiro com isso; os portais de notícia começaram a explorar propaganda em banners, mesmo que a web só atingisse 1 ou 2 milhões de pessoas; as marcas começaram a explorar as vendas online, que é a forma mais rápida e simples de MENSURAR os investimentos na internet.</p>
<p>O tempo foi passando, a web crescendo e com isso aumentando o número de usuários, logo, de 2 pulou para <strong>70 milhões de usuários</strong>, gerando um potencial de mercado enorme, mesmo que apenas 25% dos internautas comprem, mesmo assim o mercado ainda tem um enorme potencial de crescimento e ganhos; prova disso é que em 2009 foram gastos 13 bilhões de reais nas lojas virtuais, segundo o E-bit, existem diversos mercados, que o potencial de consumo não chega nem perto do potencial da web, como o <strong>mercado de luxo </strong>por exemplo.</p>
<p><span id="more-2177"></span></p>
<p>A influência que pessoas exercem sobre pessoas é algo incalculável e incontrolável também. O conceito 80/20 onde 80% do que acreditamos é nos dito pelas pessoas e 20% pela mídia, nunca esteve tão em alta como de alguns anos para cá com a chegada das Redes Sociais, a começar pelo Orkut, ferramenta que ajudou a disseminar e fortalecer a web 2.0 em todo o mundo.</p>
<p>As Redes Sociais nada mais são do que plataformas que ligam pessoas em diversos pontos do planeta com um gosto em comum. Se você gosta de Coca-Cola pode participar da comunidade <strong>“Eu amo a Coca-Cola”</strong> no Orkut e mesmo assim, você ser um publicitário que trabalha com web e participar da PEDigital (pedigital.ning.com), são redes com um apelo em comum que atraem defensores e seguidores. Sem a INTERAÇÃO das pessoas, Orkut, Facebook, Twitter, MSN, YouTube, Sonico não passariam de simples sites. Redes sociais são redes de pessoas; pessoas conectadas através de uma plataforma de comunicação.</p>
<p>O Orkut mostrou que os usuários poderiam passar de passivos para ativos, os Blogs deram uma “força” a esse novo movimento, deu-se total poder ao usuário através dessas ferramentas, agora esse movimento não volta atrás. Deu-se esse poder, não tem como tirar e cada vez mais o usuário está se apropriando disso. Se antes, uma pessoa conseguia influenciar – contra ou a favor – da marca cerca de 10 a 15 pessoas da sua família ou amigos mais próximos, hoje esse número é incontrolável, afinal, imagina se uma pessoa tem 100 amigos no Facebook, 200 de Orkut, 300 no Twitter e um blog com 60 acessos diários. Temos aqui 660 possíveis impactos de um post ou uma mensagem nessas redes.</p>
<p>Se desses 660, 30 resolverem passar para frente essa mensagem (seja com Retweet, por e-mail ou publicando em seu blog pessoal) a mensagem perdeu totalmente o controle de qualquer um e isso pode ser benéfico ou maléfico para qualquer marca, basta analisar (que não cabe aqui mencionar) os diversos casos de erros de grandes marcas na web. O meu Twitter (@plannerfelipe) ,por exemplo, possui 1.250 seguidores, um post meu já pode fazer um pequeno “barulho”; imagina um post do Marco Luque com 624 mil seguidores. A web formou novos “formadores de opinião” e é preciso entender isso.</p>
<p>Somando todos os fatores acima, chegamos a um conceito em franca expansão no mundo e que começa a crescer no Brasil, o S-commerce, uma derivação do comercio eletrônico, porém com a ampla atuação das Redes Sociais como agente de vendas. O E-commerce é uma prática conhecida, os sites possuem lojas virtuais ou são somente lojas virtuais(Americanas.com, por exemplo).  As ações das marcas são feitas para gerar acessos aos sites. Quanto mais acesso, maior o potencial de vendas.</p>
<p>As inovações são importantes e na web elas são necessárias. Entender o <strong>comportamento do consumidor</strong> é cada vez mais importante, ainda mais para nós, profissionais de planejamento estratégico digital, que devemos entender esse CONSUMIDOR e como ele interage no mundo digital, esse entendimento vai nos ajudar a inovar na forma de como as marcas que trabalhamos vão se comunicar com esse novo consumidor, e pensando nessa inovação é que o <strong>S-commerce</strong> já começa a ganhar força no Brasil.</p>
<p>O mercado de <strong>comércio eletrônico</strong> está em um momento de inflexão (mudança de direção) na maneira como se dá a relação de consumo entre as empresas e consumidores e também entre os próprios consumidores. O momento do mercado é traçar estratégias que venham dos consumidores e não para eles.</p>
<p>O S-commerce surge com pessoas divulgando e indicando produtos via comunidades nas Redes Sociais que dentro das redes acontece a compra e venda de produtos; são pessoas que montam comunidades de venda de produtos específicos e divulgam entre suas milhares de seguidores (as); outro pilar do S-commerce são pessoas indicando produtos para outras pessoas via Redes Sociais, é como seu eu entrasse em um das comunidades de planejamento digital que participo no Facebook e divulgasse um livro sobre marketing que pode ser comprado em uma livraria virtual qualquer.</p>
<p>Além da compra propriamente dita, o S-commerce ganha força na indicação de pessoas para pessoas; conforme já dito nesse artigo, o 80/20 ganhou muita força com as Redes Sociais, logo o S-commerce também é uma forma das pessoas fazerem uma compra – sendo nas lojas virtuais ou em lojas físicas – e indicarem o produto e loja para seus amigos, usando as redes como uma forma positiva para as marcas, por exemplo, uma pessoa compra um DVD em uma loja virtual. Se o produto chegar na hora, o preço for o mais baixo e o usuário tiver facilidade na compra, tenha certeza que uma parcela dos compradores vão jogar em suas redes essa experiência – experiências ruins também serão divulgadas – isso pode gerar mais vendas a essa loja, ou EXPERIÊNCIAS ruins, fazem esse site perderem vendas.</p>
<p>Essa ação não é algo tão nova no <strong>mundo digital.</strong> A Amazon ganhou notoriedade quando abriu para que os seus próprios usuários deixassem, através de comentários, opinião sobre os produtos que eles haviam comprado no site, os próprios usuários indicando e comentando os produtos. A Amazon, além de oferecer o produto, oferece também essa plataforma de interação deixando aberta ao usuário; e não estão ali apenas comentários positivos. Há negativos também, afinal, se as Redes Socais possuem regras, uma delas é ser TRANSPARENTE!</p>
<p>Para os donos de site que ainda temem deixar o site aberto a comentários, saiba que a Amazon é a loja que mais vende no planeta e é benchmark e tema de teses e livros em todo o planeta. Algo de bom eles estão fazendo, concorda?</p>
<h3>“O poder das pessoas reunidas em comunidades, trocando informações sobre suas vontades e expectativas, ainda vai modificar muitas coisas que conhecemos sobre as relações comerciais de hoje”, defende o professor de marketing e de arena digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Rodrigo Tafner.</h3>
<p>Por isso, além de esperar que as pessoas troquem informações sobre os produtos que a sua empresa vende, é preciso cada vez mais estar presentes nas Redes Sociais ativamente, e quando digo ativamente, não quero dizer ficar o dia inteiro fazendo promoções. Vendas pelo S-commerce é a meta e não objetivo. <strong>S-commerce</strong> cresce muito quando é usado o relacionamento como arma principal. Esse relacionamento gera os comentários e vendas. Ninguém indica o que não confia e confiança se ganha com o tempo, se demora para conquistar, mas como meu pai sempre diz: “confiança demora para se conquistar, mas se perde muito rápido”.</p>
<p>Sua empresa já está preparada para o S-commerce?</p>

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