<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236</id><updated>2024-12-18T19:23:43.970-08:00</updated><category term="vídeos"/><category term="educação"/><category term="artigos"/><category term="ciência"/><category term="igreja"/><title type='text'>Princípio do Saber</title><subtitle type='html'>Discute temas relacionados à teologia, educação, política, ciência e sociedade em geral</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-7535701907425785304</id><published>2011-11-24T08:03:00.001-08:00</published><updated>2012-02-19T09:39:57.957-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="igreja"/><title type='text'>Antes do juízo, a evangelização ( Apocalipse 14.6,7)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 19px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Os primeiros cinco
versículos deste capítulo 14 do livro de apocalipse mostram a maravilhosa
situação dos redimidos no céu, diante do trono, louvando o que nele está
sentado e ao Cordeiro. Cântico exclusivo dos redimidos, “comprados da terra” e
que tem o selo de Deus na fronte. Essa música forte (como muitas águas, trovão),
entoada por todos os santos de todos os tempos e todos os lugares. Ao mesmo
tempo esse louvor é suave, harmonioso (como os harpistas quando tangem as suas
harpas). Essa é a realidade celeste quando o número dos redimidos for
completado.&amp;nbsp; Antes disso, porém, como
relatam os versículos 6 e 7, o “evangelho eterno” é pregado. Trata-se das boas
novas de vitória para todos aqueles que, arrependendo-se dos seus pecados,
confiam inteiramente da graça de Deus em Cristo, o Cordeiro, comprometendo-se
inteiramente como seus verdadeiros adoradores. Estes estarão entre os “cento e
quarenta e quatro mil” (número simbólico dos redimidos, como vimos no estudo
anterior) que adorarão eternamente ao Senhor nos céus. Quem habita a casa de
Deus agora, habitará nela eternamente. &amp;nbsp;Esse anjo (mensageiro) que voa “pelo meio do
céu’ representa os mensageiros de Deus, que conclamam os homens ao
arrependimento e á fé salvadora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
quem é pregado o Evangelho? “Aos que se assentam sobre a terra”. William
Hendriksen, no seu livro “Mais que Vencedores”, afirma que essa expressão indica
o comportamento dos ouvintes da pregação. Muitos estão displicentes “assentados
sobre a terra”, alheios às maravilhas reservadas aos que servem a Deus e, por
outro lado, a terrível situação dos que permanecem na indiferença, no pecado.
Esse detalhe nos faz lembrar a expressão do profeta Sofonias referente aos que
sucumbirão diante do justo juiz: “não buscam a Deus, nem perguntam com ele” (Sofonias
1.6). Essa realidade é também anunciada pelo próprio Senhor Jesus quando
compara os ouvintes do Evangelho aos contemporâneos de Noé ( Lucas 17.26-37) que
levavam a vida sem se importar com o juízo anunciado e só se deram conta da sua
seriedade quando já era tarde demais: a porta da arca já havia sido fechada.
Pereceram no dilúvio. &amp;nbsp;Essa é a advertência
que devemos fazer aos que se encontram tranqüilamente “assentados”, desatentos
quanto às suas necessidades espirituais. Devemos alertá-los: o juízo de Deus
está próximo e só Jesus pode nos livrar da ira vindoura (1 Tessalonicenses
1.10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Esse “evangelho eterno” é pregado “a cada nação, e
tribo, e língua, e povo”. Bendito seja Deus que, segundo a sua infinita graça,
escolheu para si pessoas de todo mundo. Ele cumpriu a promessa feita a Abraão (Genesis
12. 3). A proclamação é universal (Mateus 28.18-20; Atos 1.8). No final, Deus será
glorificado com a salvação do seu povo de todos os lugares (Apocalipse 5.9). É
certo também, pelo ensino de toda a Escritura, que muitos daqueles que ouvirão
o Evangelho permanecerão desapercebidos “assentados”, sendo surpreendidos pelo
juízo de Deus. O grande desafio é que sejamos mensageiros obedientes,
anunciando a Palavra a todos os povos. Para isso devemos nos envolver com as
missões mundiais. Podemos ser instrumentos de evangelização aos de perto e aos
de longe. Oração, apoio aos mensageiros de Deus, contribuição financeira e
anúncio pessoal são &amp;nbsp;formas que temos
para evangelizar o mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Qual é o conteúdo do Evangelho a ser pregado? “Temei
a Deus e dai-lhe glória”. Os mensageiros fiéis convocam os homens ao temor do Senhor
que é o princípio da sabedoria (Provérbios 1.7). É nesse temor, respeito
profundo por Deus, por sua santa vontade revelada nas Escrituras, que
encontramos a sabedoria suprema. Aquela que é útil para a vida presente, mas também
para a eternidade (2 Timóteo 3.14-17). Com esse chamado, procuramos despertar
os que estão “assentados”, displicentes, para que acordem para a grandeza de
Deus e para o nosso dever de respeitá-lo como nosso Senhor (Salmo 24.1; 100.3; Romanos
11.36). “Qual o fim principal do homem? O fim principal do homem é glorificar a
Deus e gozá-lo para sempre” (Breve Catecismo de Westminster, pergunta/resposta
nº. 1). Ao evangelizar, a Igreja chama o pecador ao arrependimento para que
volte-se para a finalidade principal da sua existência: “Temei a Deus e dai-lhe
glória”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Evangelizar é recrutar adoradores para Deus (João
4.24). Por isso mesmo devemos ser zelosos quanto ao ato de adorar, pois se
ajuntamos os pecadores arrependidos e não os conduzimos à adoração nos moldes
estabelecidos por Deus, na sua Palavra, a nossa obra não será completa. Pior,
poderá ser até ofensiva, deturpadora da ordem celeste. Apocalipse 14.7
completa: “adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das
águas”. Essa ordem evangélica pressupõe a rejeição a qualquer outro objeto de
adoração que não seja o Criador dos céus e da terra. É demonstrada aos leitores
originais do Apocalipse, a impertinência da adoração ao imperador de Roma. Fica
demonstrado a todos os cristãos de todas as épocas que os homens devem ser
alertados quanto a todo falso culto (para que não levem na mão e na fronte a
marca da besta que emerge da terra, cf. Apocalipse 13. 11-18). Há um só Deus, o
Deus vivo e verdadeiro, criador dos céus e da terra. Só ele é digno da nossa adoração.
Adorar outros deuses provoca a sua ira (Sofonias 1.1-5), mas simplesmente
deixar de adorá-lo também é causa do seu juízo (Sofonias 1.6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Na nossa mensagem evangelística não pode faltar a
advertência: “pois é chagada a hora do seu juízo” (Apocalipse 14.7). O dia do
juízo será um dia de alegria (boa notícia!), mas também um dia de terror
(Malaquias 3.13-4.6). Alegria para os redimidos que se apresentarão diante do
trono e do Cordeiro. Terror para os que permaneceram distante de Deus, indiferentes,
desrespeitosos, vivendo segundo as suas própria inclinações e pensamentos.
Portanto, atendamos todos ao chamado do Evangelho e sejamos adoradores
dedicados, reverentes, reconhecendo o poder do Criador e sustentador de todas
as coisas (Romanos 1.18-25)!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;Que a graça do Senhor seja sobre nós!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;&lt;i&gt;Estudo bíblico ministrado pelo Rev. José Normando Gonçalves Meira no dia 24.11.2011(Quinta-feira) na Congregação Presbiteriana do Bairro de Lourdes, em Montes Claros - MG, como parte da exposição do livro do Apocalipse&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 120%;&quot;&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/7535701907425785304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/11/antes-do-juizo-evangelizacao.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/7535701907425785304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/7535701907425785304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/11/antes-do-juizo-evangelizacao.html' title='Antes do juízo, a evangelização ( Apocalipse 14.6,7)'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-1561944491649454310</id><published>2011-10-05T13:24:00.001-07:00</published><updated>2011-11-02T09:21:24.526-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigos"/><title type='text'>O Governo dos Anciãos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 17.85pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;João Calvino, ao discutir sobre os sistemas de governo, afirma: &lt;i&gt;“(...)em virtude dos vícios ou defeitos dos homens, é mais seguro e mais tolerável quando diversos exerçam o governo, de sorte que, assim se assistam mutuamente, ensinem e exortem uns aos outros; e, se alguém se exalta mais do que lhe é justo ,muitos sejam censores e mestres para coibir-se seu desregramento&lt;/i&gt;” (Livro IV, Capítulo XX das Institutas). Exalta as vantagens da aristocracia, tendo como um dos principais argumentos o governo dos anciãos na Bíblia desde os tempos de Moisés. O nosso Sistema Presbiteriano segue esse princípio. A nossa Igreja é conciliar. Nela não há espaço para decisões unilaterais, centralização. Os presbíteros reunidos em conselho, com temor e oração, tomam as decisões para a edificação da Igreja. É possível que os concílios errem? A nossa Confissão de Fé, fiel à Bíblia, reconhecendo que&amp;nbsp; Deus é o único infalível, responde que sim e acrescenta que &quot;muitos têm errado&quot; (Cap. XXXI,III). Quando, porém, o governo da Igreja é entregue a um homem só, nos moldes da monarquia, a possibilidade de erro&amp;nbsp;é muito maior. Se é entregue ao povo como um todo, é possível (provável) que nem todos tenham maturidade suficiente para governar.&amp;nbsp;Além dos grandes desafios doutrinários que temos&amp;nbsp; em busca da pureza&amp;nbsp;da Igreja, inclusive no que concerne à&amp;nbsp; liturgia, em busca do culto teocêntrico,&amp;nbsp; devemos também preservar o nosso governo bíblico, sadio, prudente. No Sistema Presbiteriano a Igreja não é do &quot;pastor fulano&quot;, não é o pastor quem decide sozinho, quem aceita ou deixa de aceitar. As resoluções são tomadas coletivamente, em colegiado. Afinal, o pastor é presbítero e os presbíteros também são pastores do rebanho. Onde há o personalismo centralizador dos dominadores do rebanho é porque o sistema já foi adulterado. Onde ele é fielmente aplicado, se a decisão foi acertada, glorificamos a Deus em conjunto, pois o concílio foi instrumento de Deus naquele acerto. Se houve erro, assumimos a responsabilidade em conjunto, pedimos perdão a Deus e lutamos contra a reincidência. Louvemos a Deus pelo nosso sistema de governo e oremos e labutemos para que ele permaneça fiel. Amém! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/1561944491649454310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/10/o-governo-dos-anciaos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/1561944491649454310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/1561944491649454310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/10/o-governo-dos-anciaos.html' title='O Governo dos Anciãos'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-3809749696613093689</id><published>2011-10-05T13:12:00.001-07:00</published><updated>2011-11-02T09:20:52.561-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="educação"/><title type='text'>Os objetivos do ensino da História</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Qual a relevância social do conhecimento histórico? &amp;nbsp;Entendendo a história como “estudo do passado” (Borges, 1993, p.56) e que esse passado é único, não se repete, surge a pergunta, qual a utilidade do estudo dessa disciplina? Essas perguntas revelam um determinado conceito de história e historiografia, presas aos “acontecimentos passados”. Apontam também para a&amp;nbsp; necessidade de se aclarar o &amp;nbsp;entendimento sobre a natureza, objetivos e métodos &amp;nbsp;da produção desse conhecimento. Para que estudar história? Borges (1993, p.8) reconhece que “o passado visto por si mesmo, o passado pelo passado, tem um interesse muito limitado, quase nulo”. O objetivo da história, porém, vai muito além da mera pretensão de narrar o passado, tornando-o conhecido. Ao reconhecer a impossibilidade de objetividade plena, pretende-se explicá-lo, possibilitando uma reflexão sobre a realidade e, a partir dessa análise, transformá-la. Reis (1999, p. 8) afirma: “O passado é uma referência de realidade, sem a qual o presente é pura irreflexão”. Estudar, analisar, interpretar o que passou, possibilita, portanto uma ação consciente sobre a realidade vivida, identificando os processos de sua construção.&amp;nbsp; É grande o potencial da disciplina história, como das demais ligadas à filosofia e às ciências humanas. Evidência disso é a ação preventiva de governos autoritários suprimindo ou ajustando essas disciplinas aos seus interesses. O ato reflexivo, autonomia intelectual, a análise crítica da realidade, representam “perigo” nesses contextos, pois conduzem à resistência, à ação transformadora. Podemos citar como exemplo na história recente do Brasil, o status dessas disciplinas durante o regime militar. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O ensino de história, como das disciplinas escolares em geral, servem a objetivos estabelecidos pelo Estado.&amp;nbsp; Sendo esses objetivos flexíveis, elaborados em um contexto democrático, ou rígidos para servir aos interesses autoritários, exigem uma postura crítica por parte dos educadores, despertando os seus alunos para&amp;nbsp; aprofundarem na&amp;nbsp; leitura, inclusive dos manuais didáticos. Os professores, mediadores da produção desse conhecimento, devem ser motivadores da autonomia intelectual mesmo quando &amp;nbsp;a proposta oficial aponta em outra direção. Aqui que a escola, “reprodutora” da ordem estabelecida, “aparelho ideológico do Estado”, funciona também como propulsora da transformação. Em contextos autoritários, os educadores podem (devem) ser agentes de resistência. Daí o “cuidado” que esses governos tem, especialmente com a história e outras disciplinas relacionadas às ciências humanas. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diversos estudos de cunho historiográficos tem se ocupado do ensino de história em geral e, especificamente no Brasil. Discutem os diversos momentos da história da educação brasileira com as suas concepções e objetivos da própria prática educativa e, consequentemente, a postura pedagógica neles produzidas.&amp;nbsp; Apontam as mudanças ocorridas a partir do início da década de 80 &amp;nbsp;com o processo de redemocratização do país e a culminância das propostas voltadas para o paradigma da “Nova História”&lt;a href=&quot;file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cliente/Meus%20documentos/Textos.UABdoc.doc#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; nas LDBEN de 1996 e os Parâmetros Curriculares Nacionais a ela subordinados. Manoel (S/D, p. 163) resume:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-size: 11pt;&quot;&gt;Dos meados do século XIX até a Proclamação da República, o projeto consignado ao ensino da História era preparar as classes possuidoras em geral, e os nobres em particular, para o exercício do poder e para a direção da sociedade. Das primeiras reformas republicanas até a década de 1980, propunha-se formar o cidadão, dando-lhe a consciência de pertencer a uma nação que se consolidava conforme os ideais da liberal democracia e que deveria empregar todos os seus esforços para sua manutenção e para o desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, de modo a se por no mesmo nível das nações já desenvolvidas. Da década de 1980 em diante, passou-se a questionar o sentido da palavra consciência e se enveredou pelo caminho do debate político do significado do ensino da História no contexto de uma sociedade que estava lutando para se redemocratizar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-size: 11pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-size: 11pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Concordando que as questões relacionadas ao currículo escolar não são neutras, mas historicamente estabelecidas, não há dúvidas de que os objetivos do ensino de história estarão relacionados com a proposta de cidadão e sociedade&amp;nbsp; elaborada de acordo com os diversos contextos. Até para a análise da prática pedagógica referente a essa e a outras disciplinas, é necessária contínua vigilância quanto às posturas anacrônicas. Educadores e pesquisadores devem enfrentar o desafiador exercício de analisarem o passado, levando em consideração a mentalidade, crenças e valores do período em que estão estudando. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 11.25pt; margin-top: 11.25pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;No nosso caso, levaremos em conta as abordagens propostas a partir dos anos 80 e 90 que atingiram o status de proposta oficial, os Parâmetros Curriculares Nacionais. Um importante estudo realizado por uma equipe de professoras da PUC-SP (Borges, 1998) permite verificar&amp;nbsp; com clareza o processo de encaminhamento das questões em debate nesse período. A primeira edição da obra é de 1986 e muitas das propostas nela apresentadas representavam novidade naquele momento. Na edição de 2000 as autoras reconhecem o avanço das discussões e muitas das reivindicações e termos utilizados na primeira edição se tornaram parte de programas oficiais, especialmente &amp;nbsp;&lt;st1:personname productid=&quot;em S￣o Paulo&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;&amp;nbsp; no Paraná. Os pressupostos filosóficos da referida obra estão presentes de forma marcante nos próprios Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino de História.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 11.25pt; margin-top: 11.25pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nessa perspectiva, reafirma-se que os próprios documentos oficiais estão sujeitos à crítica, e não devem ser apreendidos como modelos rígidos. Para que haja uma leitura adequada, relevante, desses documentos e dos livros didáticos, capaz de constatar lacunas e apresentar alternativas de interpretação, é necessário embasamento teórico por parte dos educadores. O papel do livro didático, a sua relevância e cuidados necessários para a sua correta utilização, bem como a formação de professores em geral e, especificamente par ao ensino de história, constituem campos férteis de investigação. A consciência do caráter político da educação, proposta por Paulo Freire, é fundamental para a prática pedagógica nessa perspectiva. Os educadores não devem apenas servir de forma ingênua aos objetivos pré-estabelecidos. Devem ter a formação necessária que possibilite analisá-los, para o prévio preparo das suas atividades docentes e com os alunos&amp;nbsp; em sala de aula. Um ponto que, logo de início, deve ser objeto de discussão está relacionado às condições pedagógicas e materiais para que esse ideal seja atingido (cf.Borges 1999, p. 9). As questões relacionadas à qualidade do ensino não devem ser reduzidas ao espaço escolar, à relação professor-aluno. O problema é mais abrangente. Deve-se levar em consideração&amp;nbsp; a origem social dos professores, as condições em que foram formados e às condições de trabalho que são submetidos.&amp;nbsp; Da mesma forma, os alunos e o contexto em que vivem. Não se trata apenas de ter escolas bem construídas e bem equipadas, embora seja este um aspecto importante para o cumprimento dos objetivos propostos para a educação básica. Se, de acordo com os PCN, um dos objetivos do ensino de história é “&lt;/span&gt;identificar o próprio grupo&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Bookman Old Style&#39;, serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;de convívio e as relações que estabelecem com outros tempos e espaços”, é possível se utilizar do próprio estudo da disciplina para refletir sobre essas questões. Em que medida essa realidade vivida e que se reflete na escola, relaciona-se com o passado estudado?&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 11.25pt; margin-top: 11.25pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Como temos proposto ao longo deste texto introdutório, a leitura crítica é característica fundamental da academia, do espírito científico. É a partir do questionamento que a ciência prossegue no seu caráter dinâmico. Nessa perspectiva, toda leitura deve ser crítica. Devemos avaliar quem escreveu, o seu contexto, objetivos, fundamentação teórica, fontes e métodos. Não se trata de suspeita maldosa, superficial, exagerada, o mito da conspiração, aquela idéia de que sempre há uma intenção de manipular e tirar proveitos pessoais, políticos ou econômicos. Trata-se da consciência de que a toda produção humana é parcial, parte de um determinado lugar e se direciona de acordo com crenças e valores dos autores. O PCN, portanto, deve ser objeto dessa análise. Sem aprofundar nas complexas questões referentes aos conteúdos neles propostos&lt;a href=&quot;file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cliente/Meus%20documentos/Textos.UABdoc.doc#_ftn3&quot; name=&quot;_ftnref3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &amp;nbsp;ressaltamos, como afirma Cabrini et all (2000, p.14):&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 70.9pt; margin-right: 11.35pt; margin-top: 11.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;(...) a idéia fundamental neles presente é, segundo expressam, integrar o ensino ao cotidiano do aluno, objetivando a educação para a cidadania, colocando a escola em consonância com as demandas atuais da sociedade. A tônica marcante é investir na perspectiva de uma mudança de mentalidade quanto ao ensino-aprendizagem. Os PCN expressam sobretudo as reflexões no campo da produção do conhecimento em geral e das diversas áreas do conhecimento, assim como dos estudos pedagógicos. Traduzem propostas de redefinição de princípios, objetivos, conceitos, conteúdos e métodos, como repensar noções de tempo, espaço, memória e história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 0cm; margin-right: 11.25pt; margin-top: 11.25pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Ter como objetivo produzir conhecimentos e não apenas a sua transmissão por parte do professor que, por sua vez, os recebe pronto nos livros didáticos, é fundamental para que sejam cumpridos os objetivos propostos para a educação básica em geral e, especificamente, para o ensino de história. “Conhecer e respeitar o modo de vida de diferentes grupos sociais, em diversos tempos e espaços, em suas manifestações culturais, econômicas, políticas e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles” (BRASIL, 1997. p.13 )&amp;nbsp; torna-se possível a partir do manuseio de diversos tipos de documentos, um diálogo com eles, mediado pela ação do professor, e não apenas por meio de leituras das suas interpretações, embora estas sejam também imprescindíveis. O mesmo pode ser dito em relação a &amp;nbsp;“reconhecer mudanças e permanências nas vivências humanas, presentes na sua realidade e em outras comunidades, próximas ou distantes no tempo e no espaço”.&amp;nbsp; A superação da prática docente como apenas reprodutora do conhecimento produzido por especialistas e, ao mesmo tempo, da dicotomia entre ensino e pesquisa é proposta por Cabrini (2000, p.15):&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 11.25pt; margin-left: 70.9pt; margin-right: 11.35pt; margin-top: 11.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;Na maioria dos casos, as propostas que buscam integrar ensino e pesquisa não tem logrado superar essa dicotomia por não conseguirem pensar o ensino como pesquisa. Propomos hoje mais um desafio: pensar não a mera articulação entre ensino e pesquisa, mas o próprio ensino como pesquisa&lt;/span&gt;. &lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;Nessa direção, a pesquisa não é uma atividade a mais, é o princípio norteador de toda atividade na sala de aula. Nossa proposta implica o papel ativo de professores e alunos, que terão autonomia na busca de momentos e lugares significativos de sua experiência social de indivíduos e grupos sociais a partir de suas próprias referências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;A leitura de textos de história, do próprio livro didático como apoio, e a&amp;nbsp; relação do aluno com fontes primárias (sobre fontes históricas discutiremos mais adiante, em texto específico)&amp;nbsp; é o “tratamento capaz de situar a relação entre o particular e o geral, quer se trate do indivíduo, sua ação e seu papel na sua localidade e cultura, quer se trate das relações entre a localidade específica, a sociedade nacional e o mundo” (PCN,&amp;nbsp; ).&amp;nbsp; A disciplina história trabalhada nessa perspectiva visa a reflexão sobre a identidade do aluno, do grupo a que pertence, articulada com a sociedade &lt;st1:personname productid=&quot;em geral.  O&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em geral.&amp;nbsp;  O&lt;/st1:personname&gt; aluno é visto como sujeito histórico e não como mero coadjuvante na história produzida por grandes homens. Estão presentes aqui o que Peter Burke (1993) refere-se, mesmo reconhecendo as dificuldades da expressão, à “história vista de baixo”. A superação do paradigma tradicional que atribui aos grandes políticos, generais, a construção da história. São “homens que tem história”. Esse pressuposto da nova história chega à sala de aula quando professores e alunos, por meio da produção do conhecimento por meio da pesquisa, refletem, a sua condição de agentes, ativos na construção da realidade histórica. Nesse caminho, começa a se perceber com clareza a relação entre ensino de história e cidadania, ampliando a concepção de “homens livres e iguais” em comparação com esse entendimento em outros tempos e lugares.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;O ensino de história, como as disciplinas escolares em geral, é marcado por escolhas políticas. Que tipo de cidadão o sistema&amp;nbsp; escolar pretende formar? Essa questão geral norteia os objetivos e os métodos e todas as demais questões curriculares. No caso da disciplina história é possível observar em diferentes momentos o enfoque sobre a identidade nacional, logo após à proclamação da república e conteúdos voltados para o amor á ordem nacional e o medo da invasão comunista, durante o estado novo e no regime&amp;nbsp; militar e, nesse processo de redemocratização, a ênfase no cidadão crítico, capaz de interpretar as experiências vividas pelo país e posicionar-se como construtor do futuro. Martins (2008, p. ) afirma:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;Desde a publicação dos PCNs, temas como ética e pluralidade cultural passaram a permear o ensino da disciplina, indicando mais uma mudança: se nos tempos idos o objetivo era fomentar a idéia de identidade nacional, ancorada na deturpação e romantização de acontecimentos, hoje o intuito é explorar as diferentes identidades que existem dentro de uma nação, tornando os alunos sabedores da diversidade cultural de sua época. Um desafio e tanto para os professores.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Dirigindo-nos para as considerações finais dessa discussão introdutória sobre os objetivos do ensino de história, consideremos o que pondera&amp;nbsp; Araújo (2006):&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-left: 35.45pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;O ensino de História no Ensino Fundamental, e também no Ensino Médio, tem como objetivo fundamental proporcionar a nossos(as) alunos(as) as condições para que eles(as) consigam se identificar enquanto sujeitos históricos, participando de um grupo social, ao mesmo tempo único e diverso. Talvez este seja o nosso maior desafio, como professores: ensinar primeiramente a pensar, criticar, propor! Despertar em nossos estudantes o desejo de conhecer, de participar ativamente da sociedade em que vivem de forma crítica, reflexiva e transformadora. Mais essencial do que ensinar conteúdos específicos, que também são importantes, o ensino de História na Educação Básica possui o sentido maior de construção do cidadão crítico, que tenha a capacidade de participar ativamente da sociedade em que vive e de se indignar com os acontecimentos do cotidiano. Assim sendo, o objetivo do ensino de História é compreender mudanças e permanências, continuidades e descontinuidades, para que o aluno aprenda a captar e valorizar a diversidade e participe de forma mais crítica da construção da História. Faz parte, então, do procedimento histórico a preocupação com a construção, a historicidade dos conceitos e a contextualização temporal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A disciplina história, portanto, é campo fértil para uma ação relevante por parte de educadores que desejam eficácia na formação de cidadãos autônomos. A valorização das marcas deixadas pelos homens e que permitem uma interpretação dos seus atos cotidianos que possibilitaram a construção da sociedade da sua época e os efeitos produzidos nas sociedades que os sucederam. As suas lutas e o que, a partir delas, foi conquistado. Qual a relação entre esses embates sociais dos períodos estudados com os do presente? O que podemos aprender ao refletir sobre aquelas realidades vividas?&amp;nbsp; Quais as transformações devem ser consideradas nessa análise e, portanto, como podemos aprender com o passado sem perder de vista as peculiaridades dos desafios atuais? Todo esse exercício deve ser feito com a consciência de que não se deve emitir juízo de valores, desconsiderando as mentalidades próprias dos períodos estudados e observando-os com os óculos do presente. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;REFERÊNCIAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;ARAÚJO, Maria Helena Marques. &lt;b&gt;Usos do Passado&lt;/b&gt;. IN: &lt;a href=&quot;http://www.rj.anpuh.org/resources/rj/Anais/2006/conferencias/Helena%20Maria%20Marques%20Araujo.pdf&quot;&gt;http://www.rj.anpuh.org/resources/rj/Anais/2006/conferencias/Helena%20Maria%20Marques%20Araujo.pdf&lt;/a&gt; Consta em : 05.10.2011&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;BORGES, Vavy Pacheco. ET all. &lt;b&gt;O Ensino de História&lt;/b&gt;: revisão urgente. São Paulo&amp;gt; Brasiliense, 1998&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;BORGES, Vavy Pacheco. &lt;b&gt;O Que é História&lt;/b&gt;. 2. Ed. São Paulo: Brasiliense, 1993&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;BRASIL, &lt;b&gt;Secretaria de Educação Fundamental&lt;/b&gt;. Parâmetros Curriculares Nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília/SEE, 1997&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;BURKE, Peter (Org.). &lt;b&gt;A Escrita da História&lt;/b&gt;: Novas Perspectivas. São Paulo: UNESP, 1992&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;CALLAI, Jaeme Luiz. História da vida, história da família nas séries iniciais, uma introdução à forma de pensar a história. &lt;b&gt;Espaços da Escola&lt;/b&gt;. Ano IV, n. 15, jan/mar. Editora Unijuí, 1995&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;MARTINS, Ana Rita. &lt;b&gt;Passado e presente, juntos para ensinar&lt;/b&gt;. IN: &lt;a href=&quot;http://www.controversia.com.br/blog/?p=9734&quot;&gt;http://www.controversia.com.br/blog/?p=9734&lt;/a&gt;. Consta em: 05.10.2011&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;PENTEADO, Heloisa D. &lt;b&gt;Metodologia do Ensino da História e da Geografia&lt;/b&gt;. São Paulo: Cortez, 200&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;PINSKY, Jaime (Org.). &lt;b&gt;O Ensino de História e a Criação do Fato.&lt;/b&gt; São Paulo: Contexto, 2001&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;REIS, José Carlos. &lt;b&gt;As Identidades do Brasil&lt;/b&gt;: De Varnehagen a FHC. 2. Ed. Rio de Janeiro: FGV,1999&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cliente/Meus%20documentos/Textos.UABdoc.doc#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Texto publicado no caderno “Fundamentos e Metodologia da História” da Universidade Aberta do Brasil (UNIMONTES, 2010)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn2&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cliente/Meus%20documentos/Textos.UABdoc.doc#_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Sobre o conceito de “Nova História”, suas origens, vantagens, limitações e contrastes com o paradigma tradicional, ver BURKE&amp;nbsp; 1993, p.7 - 37&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn3&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;file:///C:/Documents%20and%20Settings/Cliente/Meus%20documentos/Textos.UABdoc.doc#_ftnref3&quot; name=&quot;_ftn3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Essas questões ficaram abertas, como indicaremos ao final do texto, para um exercício de interpretação por parte dos próprios alunos&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/3809749696613093689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/10/os-objetivos-do-ensino-da-historia1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/3809749696613093689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/3809749696613093689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/10/os-objetivos-do-ensino-da-historia1.html' title='Os objetivos do ensino da História'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-6901359547743729476</id><published>2011-09-08T20:13:00.001-07:00</published><updated>2011-09-08T21:07:12.242-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vídeos"/><title type='text'>Conversa Franca - Primeiro Mandamento</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/yCPEtZ7lcBU?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Verdana; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;O programa Conversa Franca é transmitido pela Rádio Terra AM 760 Khz de Montes Claros, Minas Gerais, todo domingo, às 11h30. Você também pode ouvir pela internet no site www.radioterraam.com.br.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/6901359547743729476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/09/blog-post_2448.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/6901359547743729476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/6901359547743729476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/09/blog-post_2448.html' title='Conversa Franca - Primeiro Mandamento'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-2189222302342046685</id><published>2011-09-08T20:12:00.001-07:00</published><updated>2011-09-08T21:06:54.789-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vídeos"/><title type='text'>Conversa Franca - Dez Mandamentos (1)</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/kmqWlWhn8jM?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O programa Conversa Franca é transmitido pela Rádio Terra AM 760 Khz de Montes Claros, Minas Gerais, todo domingo, às 11h30. Você também pode ouvir pela internet no site www.radioterraam.com.br.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/2189222302342046685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/09/blog-post_08.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/2189222302342046685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/2189222302342046685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/09/blog-post_08.html' title='Conversa Franca - Dez Mandamentos (1)'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-5423365158860335522</id><published>2011-09-08T20:08:00.000-07:00</published><updated>2011-09-08T20:53:52.998-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vídeos"/><title type='text'>Conversa Franca - &quot;A Redenção da Alegria&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/LQKrdb-pPV0?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;background-color: white; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;Programa da Congregação Presbiteriana do Bairro de Lourdes em Montes Claros - MG - Dia 06.03.2011. O programa é apresentado aos domingos de 11h30min às 12h na Rádio Terra AM 760 Khz e pode também ser ouvido pela internet; www.radioterraam.com.br&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/5423365158860335522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/09/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/5423365158860335522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/5423365158860335522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/09/blog-post.html' title='Conversa Franca - &quot;A Redenção da Alegria&quot;'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-6788919198292849369</id><published>2011-08-25T09:43:00.000-07:00</published><updated>2011-09-07T19:56:38.948-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciência"/><title type='text'>Fé Cristã e Conhecimento Científico</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A fé cristã é incompatível com o conhecimento científico e as elaborações racionais? É difícil responder objetivamente a esta pergunta devido à variedade de segmentos abrigados pelo que é denominado “fé cristã”. Discutirei de forma sucinta e introdutória aqui alguns princípios relacionados à fé cristã da tradição reformada e sua relação com a ciência. São vários historiadores e sociólogos que discutem as transformações sociais influenciadas pelas convicções religiosas oriundas da Reforma Protestante do Século XVI. Max Weber é referência para grande parte dessas análises. Ele constata um elemento na fé protestante em geral e, especialmente na vertente calvinista, que seria o gerador de todas essas ações transformadoras. É o que ele chama de “ascetismo intramundano”. O que isto significa? Segundo o sociólogo alemão, o protestantismo, em comum com o catolicismo romano e outros segmentos religiosos, nega o mundo. A diferença é que essa negação do mundo, no protestantismo, em vez de sair do mundo, propõe-se a enfrentar o mundo com o propósito de transformá-lo para a glória de Deus. Esse conceito serve para entendermos a ação do protestantismo em diversos campos, inclusive no que diz respeito à investigação científica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Considerando que o objetivo da ciência é “conhecer a realidade” para promover a felicidade humana, então o cristianismo, do ponto de vista bíblico, reformado, entende que a “ciência é de Deus” e precisa ser desenvolvida. Afinal, nesta perspectiva, Deus criou o homem e um dos aspectos da imagem e semelhança de Deus no homem é a capacidade de conhecer a realidade que o cerca. A “ciência” nesse sentido amplo é inerente à natureza humana. Desde os primeiros anos da sua existência o homem já revela o seu desejo (e necessidade) de conhecer. Aquelas inquietantes perguntas com as quais os pequerruchos transtornam pais e professores servem de exemplo. Deus &amp;nbsp;detém o conhecimento absoluto e outorgou ao homem, sua imagem e semelhança, uma amostra dessa inteligência. Capacidade de conhecer. É dever do homem, portanto, desenvolver esse potencial em submissão ao Criador. Acomodar-se na ignorância é negligenciar o dom recebido. Esse é um principio bíblico enfatizado pelo cristianismo reformado. Eis a razão da ênfase do protestantismo na educação escolar. São muitas as instituições de ensino, nos diversos níveis, criadas pela igreja protestante para alcançar com a expansão do conhecimento, as sociedades nas quais esse segmento cristão se instalou. No Brasil, são diversas as dissertações de mestrado e teses de doutoramento que estudam práticas educativas, projetos educacionais e a fundação de instituições de ensino por parte dos protestantes que aqui chegaram definitivamente em meados do Século XIX. Desde as chamadas escolas paroquiais, com objetivos relacionados à alfabetização, aos grandes colégios, às escolas para formação de profissionais até às grandes universidades, &amp;nbsp;nas diversas regiões do país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A relação entre ciência e fé é complexa e este não seria o espaço adequado (e suficiente) para tratá-lo com o rigor. &amp;nbsp;Nosso objetivo aqui é apenas sinalizar, estimular a leitura sobre o tema, desmitificando aquela atribuição apressada de obscurantismo à fé cristã. A falsa idéia de que todos os segmentos cristãos, em todos os contextos, evitassem a pesquisa, a investigação, refletindo um receio pela “descoberta da verdade”. O segmento supra-mencionado, firmando-se na convicção de que “toda verdade procede de Deus”, incentiva a sua busca, considerando os princípios éticos extraídos da Bíblia. Conflitos com certas teorias científicas são inevitáveis. Esses conflitos, entretanto, existem até entre as próprias teorias científicas em seu dinâmico e intenso debate.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/6788919198292849369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/08/fe-crista-e-conhecimento-cientifico_25.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/6788919198292849369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/6788919198292849369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/08/fe-crista-e-conhecimento-cientifico_25.html' title='Fé Cristã e Conhecimento Científico'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1406686868364880236.post-7749030709118220136</id><published>2011-08-16T11:55:00.000-07:00</published><updated>2011-08-17T06:18:03.818-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="educação"/><title type='text'>Ética Cristã e Desenvolvimento Sustentável</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Ética Cristã e Desenvolvimento Sustentável&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1406686868364880236#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 14pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; José Normando Gonçalves Meira&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1406686868364880236#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;O conceito de “desenvolvimento sustentável” é relativamente novo. Surgiu a partir das reflexões impostas pelas evidências de destruição das condições de vida no planeta em conseqüência de uma visão reducionista que privilegia o lucro financeiro, a curto prazo e para um grupo privilegiado, não levando em consideração a qualidade de vida da população em geral, especialmente das gerações futuras. Embora tal conceito tenha se ampliado no decorrer das décadas, pode ser entendido, de forma simples como&amp;nbsp; “o desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades. Significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais”&amp;nbsp;&amp;nbsp; (&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Relat%C3%B3rio_Brundtland&quot; title=&quot;Relatório Brundtland&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none;&quot;&gt;Relatório Brundtland&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, elaborado em 1987 pela &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Comiss%C3%A3o_Mundial_sobre_Meio_Ambiente_e_Desenvolvimento&quot; title=&quot;Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none;&quot;&gt;Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt; . A proposta é a busca de um “ &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;ponto de equilíbrio entre o crescimento &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Econ%C3%B3mico&quot; title=&quot;Económico&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none;&quot;&gt;econômico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, equidade social e a proteção do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Meio_ambiente&quot; title=&quot;Meio ambiente&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none;&quot;&gt;ambiente”&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Como as crenças religiosas interferem diretamente no comportamento dos indivíduos, como discutiu exaustivamente o sociólogo alemão Max Weber, é importante verificar as implicações do pensamento cristão para essa temática de extrema relevância. É inegável a influência histórica do cristianismo na construção sócio-política do mundo ocidental e, especificamente, do Brasil. Tratando-se de um tema tão atual, encontrariam os cristãos base bíblica para a sua discussão? Considerando a amplitude do próprio termo “cristianismo” que abriga diversas vertentes, com diferentes dogmas, atenho-me, nesta abordagem, ao cristianismo da vertente &amp;nbsp;herdeira da Reforma Protestante do Século XVI, especificamente a calvinista, que tem a Bíblia, como única regra de fé e de prática e que, segundo os seus documentos oficiais, procuram pautar as suas ações no que o seu livro sagrado ensina. Como esses cristãos lidam com o problema do desenvolvimento sustentável? Como a sua visão de mundo interfere nessa questão? Verifiquemos princípios bíblicos que nos fornecem elementos para esta compreensão, por ser o texto bíblico a fonte primária para a elaboração da ética cristã reformada. É preciso lembrar que o tema “desenvolvimento sustentável” é amplo e diversas as propostas dele decorrentes. Trato aqui apenas dos seus princípios gerais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Logo nos primeiros capítulos, do primeiro livro da Bíblia, o cristianismo reformado aponta um princípio que dá sentido à proposta do desenvolvimento sustentável: Deus criou o homem à sua imagem e à sua semelhança e o deu domínio sobre toda a sua criação. Animais de todas as espécies, peixes, árvores com seus frutos, ervas, todos os elementos, estariam sob o domínio do homem e lhe serviriam como mantimento (Gênesis capítulo 1, versículos 26 a 31). O homem, sendo uma criatura especial de Deus, sua imagem e semelhança, recebeu o privilégio de administrar a natureza, obra da criação divina. Uma inferência natural aqui é a de que todo administrador, mordomo, tem o dever de prestar contas dos seus atos administrativos àquele que lhe delegou tal função. Eis aqui a razão pela qual o cristão, desta vertente, entende que todas as suas ações sobre a natureza devem seguir os padrões divinos, visando a sua glória. Afinal “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém. O mundo e os que nele habitam” (Salmo 24, versículo 1). A administração responsável dos recursos naturais impõe-se deste ponto de vista. O homem foi colocado no jardim “para o cultivar e guardar” (Gênesis capítulo 2, versículo 15). Levando a sério esse princípio, o homem não pode ser negligente para com o potencial da natureza que recebe para “cultivar”. É preciso explorá-la, desenvolvê-la, “produzir cultura”, desenvolver os seus talentos. A idéia de progresso é, portanto, compatível com a fé bíblica. Isto nas diversas esferas da ação humana. O comodismo, a preguiça, a inoperância, são pecaminosas por representarem desprezo para com a vocação divina de “dominar” e “cultivar” a natureza.&amp;nbsp; Por outro lado, o homem, esse administrador autorizado e comissionado por Deus, deve realizar o seu trabalho consciente da responsabilidade de “guardar” o que recebeu em condições de atender às necessidades de outros que virão. Esses recursos não pertencem a quem os explora. São de Deus para o bem estar das diversas gerações. Esse é o ideal divino para a ação humana sobre o mundo que lhe foi confiado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O protestantismo reformado, entende que a entrada do pecado no mundo, a “queda do homem”, é o fator que explica o distanciamento do comportamento humano dos ideais estabelecidos por Deus. O homem tornou-se egoísta, rebelde contra o Criador e, por isso, age como se fosse o dono do mundo, visando os seus próprios interesses. Até a visão dos seus interesses está prejudicada, pois considera apenas os resultados imediatos e acaba, de forma contraditória, prejudicando a si mesmo e aos outros, da sua geração e das gerações futuras. Se a “queda” é responsável por essa inversão de valores na administração dos recursos naturais dados por Deus ao homem para a sua sobrevivência feliz, a “redenção”, operada pelo Evangelho, motiva os cristãos, dedicados a Deus e à sua vontade, a promoverem o retorno aos ideais estabelecidos pelo Criador em sua palavra. O cristão deve ser engajado, portanto, dentre outras causas, à causa da preservação ambiental por meio de uma “reforma” da compreensão do que seja desenvolvimento e progresso. A idéia de “reforma” pressupõe que o desejo de explorar a natureza, transformando-a de forma a gerar desenvolvimento, melhores condições de vida, é algo bom, dado por Deus ao homem, mordomo dos recursos naturais. Refere-se &amp;nbsp;ao “mandato cultural”, o de trabalhar, transformar conscientemente a natureza para o seu próprio bem, para o bem do próximo e para a glória do Criador.&amp;nbsp; É preciso, entretanto, tendo em vista o pecado, corrigir essa visão deturpada da realidade, egoísta, destruidora, que promove, de forma contraditória, a destruição da vida. O protestantismo reformado segue aqui, a proposta agostiniana, também fundamentada na Bíblia, de se enfrentar a cidade dos homens, regida pelo egoísmo, pela violência nas suas diversas modalidades, pela corrupção, com os princípios transformadores da “cidade de Deus”. Esse é o dever cristão, mesmo sabendo que, só no contexto celestial tal transformação ocorrerá na sua plenitude, como afirma o apóstolo Pedro: “Nós, porém, aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (Segunda Carta de Pedro, capítulo 3, versículo 13). Enquanto isso, como “sal da terra” e “luz do mundo” (Mateus capítulo 5, versículos 13 a 16), os cristãos, coerentes com a fé que professam, por meio da palavra profética, serão sempre resistentes aos diversos tipos de destruição da vida, sob pretexto de desenvolvimento econômico: contaminação das águas, destruição das matas nativas, dos animais, transformação de ervas, cana e cereais, criados para, de algum modo promover a vida, em entorpecentes que destroem a consciência e promovem diversos tipos de violências social: doméstica, do trânsito, dentre tantas outras, destruindo a saúde que também é dádiva de Deus. Esses fundamentos teológicos, doutrinários, de fé, motivam o posicionamento do indivíduo nos diversos contextos e experiências. Isso envolve também, é óbvio, o conflito pessoal em busca da coerência. Como afirma, em outro contexto, o educador Paulo Freire: &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;“As qualidades ou virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;diminuir a distância entre o que dizemos e o que fazemos. Este esforço, o de diminuir&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;a distância entre o discurso e a prática, é já uma dessas virtudes indispensáveis – a&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;coerência”. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Essa perspectiva teológica contribui, portanto, para o atualíssimo debate referente à responsabilidade ambiental, por meio da educação realizada pela igreja e suas instituições, influenciando em ações de outros setores da sociedade, inclusive do Estado, que por meio de leis bem aplicadas, disciplinem, de forma efetiva, a utilização dos recursos naturais de forma sustentável e da política educacional formadora de mentalidades que considerem as dimensões do problema.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;mso-element: footnote-list;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;&lt;div id=&quot;ftn1&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1406686868364880236#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: x-small;&quot;&gt; Artigo publicado &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn2&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1406686868364880236#_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: x-small;&quot;&gt; Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano de Belo Horizonte, Licenciado em Pedagogia pela UNIMONTES. Mestre em História pela UFMG, Doutor em História da Educação pela PUC-SP. Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil e Professor da UNIMONTES e da FUNORTE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/feeds/7749030709118220136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/08/etica-crista-e-desenvolvimento.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/7749030709118220136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1406686868364880236/posts/default/7749030709118220136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oprincipiodosaber.blogspot.com/2011/08/etica-crista-e-desenvolvimento.html' title='Ética Cristã e Desenvolvimento Sustentável'/><author><name>Rev. José Normando Gonçalves Meira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04593480021994055689</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjKgU_49EVN_pQAKelepr_5pJ8f9-4s2bM8FITOGNwl7CjZNRX3IOqd36jufHkdixAo_S0qlcm9sL4SF76Ws7qa0WZ4nHjRbrXjHWsAJT4ZBOQ3ah2L5BoQS8xMPEKkCQ/s220/25+anos+12.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>