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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>O que se faz</title><link>http://www.oquesefaz.com</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/OQueSeFaz" /><description></description><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Fri, 29 Mar 2013 08:03:45 PDT</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/OQueSeFaz" /><feedburner:info uri="oquesefaz" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>A outra face de San Telmo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/MnhKmON50Ps/</link><category>Buenos Aires</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 21 Jan 2013 11:43:33 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2080</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/DSC05258.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2231" title="DSC05258" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/DSC05258.jpg" alt="" width="570" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Manhã de Domingo em Buenos Aires é sinônimo de Plaza Dorrego lotada. No local é realizada, de maneira ininterrupta desde 1970, a tradicional <strong>Feira de San Telmo</strong>. O que atrai cerca de 10.000 pessoas, a maioria turistas, todos os finais de semana à feira são as 270 tendas com todo o tipo de antiguidade que você possa imaginar. Pode até parecer ser um caos, mas a feira possui uma organização exemplar: não se pode vender nada que seja fabricado após a década de 70, as posições que as tendas ocupam são determinadas por meio de sorteios realizados a cada três meses, e seus donos não podem se ausentar dos seus postos. É tamanha a variedade de objetos à venda que é quase impossível não encontrar algo que agrade. Para aqueles que não querem gastar nada, a dica é deixar o dinheiro no hotel!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/feira-san-telmo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2234" title="feira-san-telmo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/feira-san-telmo.jpg" alt="" width="570" height="1033" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O burburinho ao redor da praça, os artistas de rua, assim como os cafés e restaurantes próximos, contribuem para o clima de festa que toma conta do bairro nos finais de semana. Para todos os lados que se olha o que se vê é uma multidão em um constante vai e vem, compro ou não compro, bebo ou não mais uma cerveja, fico mais um pouco ou já vou embora. Embora seja uma fascinante experiência antropológica, todo esse frenesi acaba por deixar em segundo plano outras atrações do bairro.</p>
<p><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/feira-san-telmo-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2237" title="feira-san-telmo-2" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/feira-san-telmo-2.jpg" alt="" width="570" height="423" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Basta chegar na Plaza Dorrego em qualquer dia durante o meio da semana para perceber uma outra face de San Telmo. As ruas bem mais vazias permitem, por exemplo, avaliar  a bela arquitetura de vários <strong>casarões dos séculos 18 e 19</strong>, testemunhas de uma época em que o bairro, o mais antigo da cidade, era habitado pela aristocracia portenha. Em 1871 uma epidemia de febre amarela assolou Buenos Aires e devastou a região, obrigando seus ricos moradores a se mudarem para os bairros do norte, como a Recoleta. Iniciou-se então um período de grande decadência da região sul da cidade, com os casarões transformados em cortiços ocupados por imigrantes europeus pobres.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/casaroes-san-telmo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2239" title="casaroes-san-telmo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/casaroes-san-telmo.jpg" alt="" width="570" height="1210" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em um desses antigos casarões fica a <strong>Pasaje de La Defensa</strong>, um dos meus lugares prediletos do bairro, e que pertenceu a tradicional família Ezeiza. O projeto arquitetônico do prédio de dois andares, construído em 1876, tem influência italiana e no piso inferior os cômodos são voltados para três grandes pátios: Patio del Tiempo, Patio del Árbol e Patio de los Ezeiza. Após a crise da década de 30 o local se tornou um cortiço onde viviam cerca de 30 famílias, mas em 1981 foi reformado e atualmente é um interessante mercado de pulgas, com vários brechós e antiquários.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/pasaje-la-defensa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2241" title="pasaje-la-defensa" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/pasaje-la-defensa.jpg" alt="" width="570" height="1500" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A menos de uma quadra da Pasaje está a <strong>Iglesia Nuestra Señora de Belén</strong>, declarada Patrimônio Histórico Nacional e uma das mais antigas da cidade. Sua construção começou em 1735 como um projeto dos jesuítas e só foi finalizada em 1876. A igreja possui uma fachada barroca e seu interior, embora simples, possui nove altares.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/belen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2243" title="belen" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/belen.jpg" alt="" width="570" height="368" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma caminhada calma pelas ruas de paralelepípedo do bairro revela uma enorme quantidade de <strong>lojas de antiguidade</strong>. Algumas delas ficam em locais quase escondidos, mas possuem peças bem conservadas e interessantes. Outras possuem grandes vitrines que despertam a atenção imediatamente. Abre parênteses: foi em uma dessas caminhadas que encontramos um telefone quase todo de madeira, fabricado em 1931, daqueles com fone pendurado por um gancho e em perfeito funcionamento, cujo preço era bem mais em conta que aqui no Brasil. Resultado: ele veio parar aqui em casa! Entendeu agora porque eu disse no primeiro parágrafo para deixar o dinheiro no hotel se não quiser gastar? Pois é! Fecha parênteses. <img src='http://www.oquesefaz.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/antiguidades.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2245" title="antiguidades" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/antiguidades.jpg" alt="" width="570" height="647" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando bater uma fome, opções não faltam em San Telmo. Para os fanáticos por carne e futebol, uma ótima pedida é o <strong>La Brigada</strong>. O ambiente tem uma decoração repleta de  camisas de vários times de futebol da Argentina e de outros países, bandeiras, flâmulas, posters e autógrafos de jogadores famosos. A comida não decepciona: o meu bife de chorizo com papas fritas, devidamente acompanhado de uma Quilmes gelada, estava muito bom!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/la-brigada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2247" title="la-brigada" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/la-brigada.jpg" alt="" width="570" height="787" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mas para quem prefere um ambiente com uma decoração mais elegante e cozinha francesa, a escolha certamente é a <strong>Brasserie Petanque</strong>. E para não deixar dúvidas a respeito das origens do proprietário do bistrô, basta o cliente se acomodar em uma das mesas para ser agraciado com uma dose de <em>kir</em>, uma típica bebida francesa. Aí é só pedir uma das opções do cardápio e <em>bon appétit!</em> O meu crepe de cordeiro e o <em>crème brûlée</em> estavam divinos!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/petanque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2249" title="petanque" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/petanque.jpg" alt="" width="570" height="745" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Com a fome saciada, não dá para ir embora sem antes caminhar pelos corredores do tradicional <strong>Mercado de San Telmo</strong>, outro Patrimônio Histórico Nacional Argentino, inaugurado em 1897 e que ainda conserva a sua estrutura original formada por vigas, arcos e colunas metálicas. Uma grande cúpula no centro do prédio abriga o pátio onde estão situadas as as tradicionais bancas de carne, vegetais e frutas. E nos corredores de acesso existem dezenas de (surpresa!) lojas de antiguidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/mercado-san-telmo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2250" title="mercado-san-telmo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2013/01/mercado-san-telmo.jpg" alt="" width="570" height="1132" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/MnhKmON50Ps" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Manhã de Domingo em Buenos Aires é sinônimo de Plaza Dorrego lotada. No local é realizada, de maneira ininterrupta desde 1970, a tradicional Feira de San Telmo. O que atrai cerca de 10.000 pessoas, a maioria turistas, todos os finais de semana à feira são as 270 tendas com todo o tipo de antiguidade que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2013/01/21/a-outra-face-de-san-telmo/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2013/01/21/a-outra-face-de-san-telmo/</feedburner:origLink></item><item><title>Seguro saúde: não viaje sem ele!</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/orvHABAJ9DE/</link><category>Europa</category><category>Viagens</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 08 Oct 2012 14:10:32 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2201</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na semana passada, logo após o <strong><a title="Seminário Viajosfera" href="http://www.seminarioviajosfera.com.br" target="_blank">Seminário Viajosfera</a></strong>, uma turma de blogueiros se reuniu no <a href="http://www.botecobelmonte.com.br/garrafa/" target="_blank">Boteco da Garrafa</a> para <del>beber e jogar conversa fora</del> repercurtir os temas tratados no seminário. Eu tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a <strong><a title="Twitter da Rapha Aretakis" href="https://twitter.com/aretakis" target="_blank">Rapha Aretakis</a></strong>, do blog <strong><a title="Rapha no Mundo" href="http://www.raphanomundo.com" target="_blank">Rapha no Mundo</a></strong>, que tem uma parceria com a <a title="Mondial Assistance" href="https://www.mondialtravel.com.br" target="_blank">Mondial Assistance</a> para dar aos leitores um desconto na contratação de seguro saúde. Como utilizei o código de desconto fornecido por ela para adquirir o seguro para uma viagem ao Chile, a procurei para conversar. A Rapha me perguntou se eu precisei solicitar assistência durante alguma viagem, eu disse que sim, e ela perguntou se havia um post no meu blog sobre o assunto. Respondi que não e percebi que seria uma boa oportunidade para voltar a escrever e tirar o <strong>O que se faz</strong> da inatividade a qual ele foi relegado injustamente nos últimos meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu faço uma comparação entre o seguro viagem e o seguro de um carro ou residência: sempre contrato torcendo para que nunca seja necessário utilizá-lo. E além de viajar tranquilo, sabendo que terei assistência médica sem gastar uma fortuna em consultas ou internação hospitalar no exterior, é importante considerar que o seguro saúde é uma exigência para entrada em vários países.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi em uma viagem a Paris que o seguro se fez necessário. Era a nossa primeira noite na cidade e a Grazi começou a sentir dores na garganta e febre, que aumentou bastante durante a madrugada e não cedeu ao longo da manhã. Antes de esperar o pior, liguei para o número de telefone local fornecido no certificado emitido pela <strong><a title="Travel Ace Assistance" href="http://www.travelace.com.br/site/" target="_blank">Travel Ace</a></strong>, mas a ligação não completava. Tentei ligar para um outro número 0800 internacional e consegui falar com uma atendente, que após solicitar uma descrição do problema e o endereço do hotel, informou que um médico nos atenderia no local em até 30 minutos. Não cronometrei quanto tempo se passou desde a ligação, mas creio que em menos de 30 minutos o médico chegou ao nosso quarto.</p>
<p style="text-align: justify;">Após examinar atentamente a Grazi, nos deu o diagnóstico de uma faringite. Como havia a formação de placas de pus na garganta, tratava-se de uma infecção bacteriana, o que exige o uso de antibióticos, além dos analgésicos e antitérmicos. Ele prescreveu uma receita, sem a qual não seria possível comprar este tipo de medicamento, e nos informou qual a farmácia mais próxima do hotel. Antes de sair, o médico disse que o remédio prescrito era potente e deveria iniciar o efeito até o dia seguinte. Mas se a febre persistisse por mais de 24 horas, nos aconselhou a  ligar novamente para a Travel Ace e solicitar uma nova consulta ou o encaminhamento a um hospital.</p>
<p style="text-align: justify;">De posse da receita, fui até a farmácia e comprei os remédios indicados (e como já se passou bastante tempo desde que o fato ocorreu, não recordo quanto gastei, mas sei que não foi um valor alto). E após dois dias a Grazi já estava pronta para flanar por Paris. Foi a salvação da viagem! Ao retornar ao Brasil, entrei em contato com a Travel Ace e solicitei o reembolso dos gastos com os remédios. Me solicitaram o envio da nota de compra e, em menos de 30 dias, depositaram o valor na minha conta corrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora imagine essa situação sem a assistência médica. Então vai por mim: <strong>não viaje sem um seguro saúde</strong>. Você pode precisar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/orvHABAJ9DE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Na semana passada, logo após o Seminário Viajosfera, uma turma de blogueiros se reuniu no Boteco da Garrafa para beber e jogar conversa fora repercurtir os temas tratados no seminário. Eu tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a Rapha Aretakis, do blog Rapha no Mundo, que tem uma parceria com a Mondial Assistance para dar aos leitores um [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2012/10/08/seguro-saude-nao-viaje-sem-ele/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2012/10/08/seguro-saude-nao-viaje-sem-ele/</feedburner:origLink></item><item><title>Île de la Cité: o coração de Paris</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/7cgCW-X2GTc/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:19:03 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2154</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Parado às margens do Rio Sena, ao lado da Torre Eiffel, eu conferia o mapa do metrô para descobrir a melhor rota até a <em>Île de la Cité</em>. Foi quando a Grazi olhou para o rio e me disse: Por que não vamos de barco? Só então percebi que a poucos metros de nós havia uma estação do <strong><a title="Batobus" href="http://www.batobus.com/english/index.htm" target="_blank">Batobus</a></strong>, um barco para transporte de passageiros que trafega pelo Sena.</p>
<p style="text-align: justify;">Inegavelmente o metrô parisiense é muito eficiente, rápido e te leva a qualquer lugar da cidade. Mas tem um problema: uma vez dentro da estação de embarque, o cenário permanece o mesmo até a estação de destino. É aí que entra a grande vantagem do barco, que embora seja lento e tenha um itinerário restrito, te oferece como recompensa a visão das belas paisagens de Paris!</p>
<div id="attachment_2155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/batobus.jpg"><img class="size-full wp-image-2155 " title="batobus" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/batobus.jpg" alt="Batobus" width="570" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">(fonte: Batobus.com)</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Batobus faz um trajeto ao longo do Rio Sena e possui oito estações em locais estratégicos. O bilhete funciona como um passe que vale por um período determinado e que permite o embarque e desembarque em qualquer uma das estações durante a sua validade. Você pode adquirir o bilhete que valem de um a cinco dias ou até mesmo optar por um passe anual. Compramos os bilhetes válidos por um dia, a um custo de 10 Euros cada, e embarcamos!</p>
<div id="attachment_2158" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/mapa_batobus.jpg"><img class="size-full wp-image-2158" title="mapa_batobus" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/mapa_batobus.jpg" alt="O mapa das estações do Batobus" width="570" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">O mapa das estações do Batobus</p></div>
<p style="text-align: justify;">À medida que o barco foi seguindo o itinerário, diferentes paisagens da cidade iam surgindo. É fascinante passar por baixo da Ponte Alexandre III, ver um ângulo desconhecido do belo edifício do Museu d&#8217;Orsay ou do Hôtel de Ville, e até a onipresente Torre Eiffel se mostra sob uma nova perspectiva. E ao chegarmos ao nosso destino, nada melhor que desembarcar com a visão das torres da famosa Catedral de Notre-Dame!</p>
<div id="attachment_2166" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/batobus21.jpg"><img class="size-full wp-image-2166" title="batobus2" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/batobus21.jpg" alt="Diferentes visões de Paris" width="570" height="1155" /></a><p class="wp-caption-text">Diferentes visões de Paris</p></div>
<p style="text-align: justify;">O povoamento de Paris começou na <strong>Île de la Cité</strong>, onde se estabeleceu, por volta de 300 a.C., o primeiro núcleo de habitantes da região. A pequena ilha é considerada  o centro geográfico do país e todas as distâncias na França foram estabelecidas a partir dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a Citê é o ponto central da geografia francesa, a <strong>Catedral de Notre-Dame</strong> é o centro espiritual da nação. Erguida no local de uma antiga igreja cristã, que por sua vez ocupava o espaço de um templo romano, a Notre-Dame foi palco de grande acontecimentos, como o julgamento póstumo de Joana<br />
d´Arc, onde ela foi absolvida da acusação de heresia, e a coroação de Napoleão como Imperador da França, em 1804.</p>
<div id="attachment_2171" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/notredame1.jpg"><img class="size-full wp-image-2171" title="notredame1" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/notredame1.jpg" alt="A fachada da Notre-Dame e suas famosas torres." width="570" height="762" /></a><p class="wp-caption-text">A fachada da Notre-Dame e suas famosas torres.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Se a fachada já impressiona, o interior da catedral é de cair o queixo. As enormes proporções refletem a visão de mundo na idade média, onde o homem era insignificante na presença de Deus: são 130 metros de comprimento, 50 de largura e 35 de altura. Se você ainda não ficou impressionado, saiba que ela possui capacidade para receber até 9.000 pessoas simultaneamente.</p>
<div id="attachment_2173" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/notredame2.jpg"><img class="size-full wp-image-2173" title="notredame2" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/notredame2.jpg" alt="Interior da Notre-Dame." width="570" height="627" /></a><p class="wp-caption-text">Interior da Notre-Dame.</p></div>
<p style="text-align: justify;"> Mas se você quiser saber do que eu mais gostei na Notre-Dame, digo sem dúvida que foi da rosácea sul! Ela é formada por vitrais do século 13 onde estão representados Cristo e os doze apóstolos, além de anjos, bispos e cenas bíblicas como a Anunciação e a Fuga do Egito. Observar a iluminação proporcionada pela entrada da luz solar pela rosácea tornou tudo ainda mais belo e especial.</p>
<div id="attachment_2174" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/rosacea_sul.jpg"><img class="size-full wp-image-2174" title="rosacea_sul" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/rosacea_sul.jpg" alt="A rosácea sul" width="570" height="481" /></a><p class="wp-caption-text">A rosácea sul</p></div>
<p style="text-align: justify;">A minha intenção inicial era subir até as torres para ver as famosas gárgulas, mas o calor intenso e a enorme fila de turistas para fazer o tour me fizeram desistir do programa. Paramos para beber uma providencial água gelada e caminhamos em direção a <strong>Saint-Chapelle</strong>, outra atração da ilha. A capela, conhecida como &#8220;portal para o céu&#8221;, foi construída para abrigar as relíquias reunidas por Luís IX durante o período das Cruzadas, e ainda é considerada por muitos franceses como a mais bela de Paris.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do teto abobadado e repleto de estrelas, se destacam várias imagens de apóstolos nas paredes laterais e os enormes vitrais que chegam a medir 15 metros de altura. Mas não pude conferir a beleza da capela em sua totalidade, uma vez que uma ampla restauração estava ocorrendo no altar e em boa parte dos vitrais.</p>
<div id="attachment_2177" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/saint_chapelle.jpg"><img class="size-full wp-image-2177" title="saint_chapelle" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/saint_chapelle.jpg" alt="O interior da Saint-Chapelle" width="570" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">O interior da Saint-Chapelle</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas nem só de religião vive o turista na Île de la Citê! Existem outras atrações, como a <strong>Conciergerie</strong>, uma antiga e temida prisão que recebeu ilustres prisioneiros como Robespierre, Danton e Maria Antonieta, ou o <strong>Palais de Justice</strong>, um belo edifício que serviu como palácio real e atualmente abriga a sede do poder judiciário francês.</p>
<div id="attachment_2186" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/palais_de_justice.jpg"><img class="size-full wp-image-2186" title="palais_de_justice" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2012/02/palais_de_justice.jpg" alt="Palais de Justice" width="570" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">Palais de Justice</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/7cgCW-X2GTc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Parado às margens do Rio Sena, ao lado da Torre Eiffel, eu conferia o mapa do metrô para descobrir a melhor rota até a Île de la Cité. Foi quando a Grazi olhou para o rio e me disse: Por que não vamos de barco? Só então percebi que a poucos metros de nós havia [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2012/02/29/ile-de-la-cite-o-coracao-de-paris/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">15</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2012/02/29/ile-de-la-cite-o-coracao-de-paris/</feedburner:origLink></item><item><title>Blogagem Coletiva: Meus 7 Links</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/dHP2nKDq0lI/</link><category>Viagens</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Sat, 10 Dec 2011 15:45:05 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2084</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tema desta blogagem coletiva foi uma sugestão da Cláudia Beatriz, do blog <a title="Aprendiz de Viajante" href="http://www.aprendizdeviajante.com" target="_blank">Aprendiz de Viajante</a>. Cada blogueiro deve eleger sete posts de acordo com <a title="Aprendiz de Viajante - As regras do &quot;Meu 7 links&quot;" href="http://www.aprendizdeviajante.com/index.php/2011/12/03/blogagem-coletiva-meus-7-links-as-regras/" target="_blank">as regras estabelecidas</a> e convidar outros sete blogueiros a participar. Fui convidado pela Patrícia Camargo, do <a title="Turomaquia" href="http://turomaquia.com" target="_blank">Turomaquia</a>, achei uma ótima oportunidade e resolvi participar. Estes são os <strong>7 Links do O que se faz</strong>:</p>
<p><strong>1)</strong> <strong>O post mais bonito</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2085" title="inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/inhotim.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">Foi difícil escolher um post nesta categoria, mas optei pelo <strong><a title="O Impressionante Inhotim" href="http://www.oquesefaz.com/2011/06/15/o-impressionante-inhotim/" target="_blank">O impressionante Inhotim</a></strong>. O Inhotim é um lugar especial que desperta emoções intensas, combina de forma harmônica e surpreendente a arte e a paisagem. Sair de lá sem belas imagens na mente ou na câmera fotográfica é impossível!</p>
<p><strong>2) O post mais popular</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2088" title="buenos" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/buenos.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">O campeão de acessos do blog é o <strong><a title="Dicas de viagem para Buenos Aires" href="http://www.oquesefaz.com/2008/06/19/dicas-de-viagem-para-buenos-aires/" target="_blank">Dicas de viagem para Buenos Aires</a></strong>, que nasceu de uma série de posts que fiz durante a viagem à capital argentina em 2008. Eram tantas perguntas repetidas espalhadas em cada post que resolvi reunir todas em formato de tópicos. Até este momento o post alcançou 33.460 acessos.</p>
<p><strong>3) O post que gerou mais discussão/controvérsia</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2089" title="0,,13139495-EX,00" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/013139495-EX00.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">Vi uma imagem interessante no site do jornal <a title="Jornal O Globo" href="http://www.oglobo.com" target="_blank">O Globo</a> e compartilhei com os leitores do blog no post <a title="Raio atinge o Cristo Redentor" href="http://www.oquesefaz.com/2008/02/11/raio-atinge-cristo-redentor/" target="_blank"><strong>Raio atinge o Cristo Redentor</strong></a>. Era o flagra de um raio atingindo a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Foi o suficiente para iniciar uma controvérsia sobre manipulação da imagem com Photoshop e chegou até a uma discussão religiosa entre católicos, evangélicos e ateus. Antes que a situação piorasse, fechei o post para comentários (situação única no blog).</p>
<p><strong>4) O post que ajudou/ajuda mais gente</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2090" title="buenos2" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/buenos2.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">O mais popular é também o post que mais ajuda os leitores. O <strong><a title="Dicas de viagem para Buenos Aires" href="http://www.oquesefaz.com/2008/06/19/dicas-de-viagem-para-buenos-aires/" target="_blank">Dicas de viagem para Buenos Aires</a></strong> possui atualmente 315 comentários com perguntas, respostas e trocas de informações.</p>
<p><strong>5) O post que o sucesso te surpreendeu</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2091" title="roma" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/roma.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pra ser sincero, não espero uma grande número de acessos aqui. O blog é para mim um lazer, uma forma de registrar as minhas viagens e, se possível, ajudar outras pessoas. Quando um post recebe muitos comentários e ganha repercussão eu fico até surpreso. Foi o caso do post <strong><a title="As minhas igrejas favoritas de Roma" href="http://www.oquesefaz.com/2011/01/03/as-minhas-igrejas-preferidas-de-roma/" target="_blank">As minhas igrejas favoritas de Roma</a></strong>, citado em vários blogs e perfis de Twitter e Facebook.</p>
<p><strong>6) O post que não recebeu a atenção que deveria</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2093" title="mercado" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/mercado.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com certeza não é o melhor ou mais completo post do blog, mas <strong><a title="O Mercado Central de Belo Horizonte" href="http://www.oquesefaz.com/2011/06/24/o-mercado-central-de-belo-horizonte/" target="_blank">O Mercado Central de Belo Horizonte</a></strong> merecia mais atenção. O Mercado é um dos lugares que mais gosto de frequentar em BH, pois é um festival de cores, cheiros e sabores.</p>
<p><strong>7) O post que você tem mais orgulho</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2092" title="amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/12/amsterdam.jpg" alt="" width="600" height="245" /></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns posts são mais prazerosos de escrever que outros. Foi o caso de <strong><a title="Amsterdam além dos estereótipos" href="http://www.oquesefaz.com/2011/08/16/amsterdam-alem-dos-estereotipos/" target="_blank">Amsterdam além dos estereótipos</a></strong>, cujo texto e edição de fotos me consumiram um tempo razoável, mas sem causar nenhum sofrimento. O post recebeu atenção de muitas pessoas no Twitter, foi divulgado com destaque no <a title="Viaje na Viagem" href="http://www.viajenaviagem.com" target="_blank">Viaje na Viagem</a>, o melhor site de turismo no Brasil, e foi publicado nos cadernos de turismo das edições impressas dos jornais <a title="Jornal Estado de Minas" href="http://www.em.com.br" target="_blank">Estado de Minas</a> e <a title="Jornal Correio Braziliense" href="http://www.correioweb.com.br" target="_blank">Correio Braziliense</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meus sete blogueiros convidados a participar desta blogagem coletiva:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.gabrielquerviajar.com.br/" target="_blank">Gabriel que viajar</a> (@gabebritto) Gabriel Britto<br />
<a href="http://www.finestrino.com.br/" target="_blank">Finestrino</a> (@blogfinestrino) Anna Martinelli<br />
<a href="http://www.rotascapixabas.com/" target="_blank">Rotas Capixabas</a> (@rotascapixabas) Tiago dos Reis<br />
<a href="http://dicasdeviajante.blogspot.com/" target="_blank">Dicas de Viajante</a> (@dicasdeviajante) André Mauro<br />
<a href="http://www.entretulipas.com" target="_blank">Entretulipas</a> (@entretulipas)<br />
<a href="http://deunstempospraca.blogspot.com" target="_blank">De uns tempos pra cá</a> (@carmemsil) Carmem Almeida<br />
<a href="http://buenosairesdreams.blogspot.com " target="_blank">Buenos Aires Dreams</a> (@BsAs_dreams) Marco Cavalheiro</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/dHP2nKDq0lI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O tema desta blogagem coletiva foi uma sugestão da Cláudia Beatriz, do blog Aprendiz de Viajante. Cada blogueiro deve eleger sete posts de acordo com as regras estabelecidas e convidar outros sete blogueiros a participar. Fui convidado pela Patrícia Camargo, do Turomaquia, achei uma ótima oportunidade e resolvi participar. Estes são os 7 Links do [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/12/10/blogagem-coletiva-meus-7-links/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">6</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/12/10/blogagem-coletiva-meus-7-links/</feedburner:origLink></item><item><title>Amsterdam além dos estereótipos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/pPNGbAc-YCk/</link><category>Amsterdam</category><category>Europa</category><category>Anne Frank</category><category>bicicletas</category><category>canais</category><category>Coffee Shops</category><category>Red Ligth District</category><category>Rijksmuseum</category><category>Van Gogh Museum</category><category>Vondelpark</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Tue, 16 Aug 2011 17:59:54 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1603</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Amsterdam</strong> é uma cidade frequentemente associada a sexo e drogas. É verdade que a tolerância dos holandeses em relação à prostituição e ao consumo de drogas ajuda a manter este rótulo no imaginário da maioria das pessoas, mas há também uma tendência a criarmos um estereótipo dos lugares que não conhecemos. Afinal, quantas vezes já ouvimos que o Brasil é o país do carnaval? Muitas vezes é preciso explicar ao <em>gringo</em> desavisado que, ao chegar a este país tropical, ele não encontrará uma escola de samba a cada esquina, mas existem outras atrações à disposição dele. Pois resumir uma viagem à Amsterdam em busca de coffee shops e zonas de prostituição é deixar de lado uma cidade com uma arquitetura peculiar e seus belos canais, parques e museus.</p>
<div id="attachment_1609" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1609" title="Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams1.jpg" alt="Amsterdam" width="600" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">A peculiar arquitetura holandesa</p></div>
<p style="text-align: justify;">E, para ficar logo livre dos clichês, o melhor é começar a conhecer a cidade por eles. A <strong>Red Ligth District</strong>, a maior e mais conhecida zona de prostituição de Amsterdam, está localizada na parte mais antiga da cidade e teve origem no século XIV, período em que os portos holandeses recebiam um grande fluxo de marinheiros. A região é formada por ruas estreitas onde mulheres de várias nacionalidades desfilam de roupas íntimas em grandes janelas, geralmente iluminadas por luzes vermelhas, e oferecem os seus serviços. Como a prostituição é legalizada na Holanda desde o ano 2000, as <em>profissionais do sexo</em> pagam impostos e têm direitos trabalhistas como qualquer outra categoria profissional.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1608" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.dicaseturismo.com.br/red-light-district-amsterdam/"><img class="size-full wp-image-1608" title="Red Ligth District" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/red1.jpg" alt="Red Ligth District" width="600" height="283" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Prostitutas na Red Ligth District (crédito da foto: www.dicaseturismo.com.br)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O comércio na Red Ligth District está bastante associado ao sexo e incluem sex-shops, cinemas, casas com shows de strip-tease e sexo explícito e até um Museu do Sexo. E, ao contrário do que se possa imaginar, o local não está associado à marginalidade, com traficantes, ladrões e cafetões à espreita em cada esquina. Há um patrulhamento ostensivo da polícia para garantir a segurança de quem está passeando, trabalhando ou procurando diversão por lá. Talvez seja por isso que a Red Ligth District é atualmente uma atração turística frequentada por todo o tipo de pessoas. É comum ver a presença de casais e famílias, até mesmo com crianças, caminhando tranquilamente pelas ruas da região. Algumas ficam alheias ao que acontece nas janelas, outras observam tudo com a maior naturalidade. Mas apesar da regularização da profissão e do policiamento constante, o tráfico de mulheres e a prostituição forçada ainda persistem. Isso levou a uma recente reação das autoridades locais, que tomaram medidas para reduzir a quantidade de imóveis destinados a abrigar as prostitutas. Aos poucos alguns dos antigos prostíbulos estão dando lugar a lojas de grife e ateliês de jovens artistas plásticos e estilistas.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato dos holandeses tolerarem o consumo de substâncias como a maconha e o haxixe, cria uma falsa impressão de que o uso de drogas é totalmente liberado no país. Mas comprar ou utilizar essas substâncias em locais públicos é expressamente proibido e passível de punições com o mesmo rigor dos países menos liberais! Os locais permitidos para venda e consumo de drogas são chamados de <strong>coffee shops</strong>, que também comercializam comidas e bebidas. Alguns coffee shops mantêm as janelas sempre fechadas, tornando os ambientes bastante escuros e, obviamente, enfumaçados. Mas existem outros que possuem uma área aberta e poderiam ser identificados como bares comuns se não fosse expressão &#8220;coffe shop&#8221; exibida nas placas. Curiosamente, a venda de bebidas alcoólicas é proibida em todos os coffee shops.</p>
<div id="attachment_1633" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1633" title="Coffee shop" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams2.jpg" alt="Coffee shop" width="600" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Um tradicional coffee shop</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um dos ícones de Amsterdam são os seus famosos <strong>canais</strong>. Construídos a partir do século XVII, os 165 canais que cortam a cidade são uma parte importante da vida dos holandeses, pois funcionam como vias de transporte. É bastante comum ver barcos atracados ao longo dos canais como se fossem carros estacionados nas ruas. E nos fins de semana, especialmente nos dias de verão ensolarados, é possível ver turmas de amigos fazendo verdadeiras festas a bordo dos seus barcos.</p>
<div id="attachment_1640" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams32.jpg"><img class="size-full wp-image-1640" title="Os canais de Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams32.jpg" alt="Os canais de Amsterdam" width="600" height="630" /></a><p class="wp-caption-text">Os canais de Amsterdam</p></div>
<p style="text-align: justify;">E navegar pelos canais é a melhor maneira de conhecê-los. Existem empresas, como a <a title="Holland International" href="http://www.hir.nl/en/" target="_blank">Holland International</a>, que realizam tours em barcos com o acompanhamento de guias turísticos que apresentam alguns dos locais mais interessantes da cidade. Durante estes tours é possível ver também várias casas flutuantes, barcos adaptados que servem como residências e que possuem ligação com as redes elétrica e de água, esgoto e gás.</p>
<div id="attachment_1642" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1642" title="Tour pelos canais de Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams4.jpg" alt="Tour pelos canais de Amsterdam" width="600" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Tour de barco pelos canais</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outra interessante maneira de conhecer Amsterdam é utilizar um dos meios de transporte favorito dos holandeses: a <strong>bicicleta</strong>. Assim como os canais e as pontes, elas dominam a paisagem local, sendo quase impossível caminhar pelas ruas sem encontrar uma das 700.000 bicicletas existentes na cidade. A prática disseminada do ciclismo é justificada pela topografia bastante plana e muitos quilômetros de ciclovias sinalizadas. Algumas empresas, como a <a title="Yellow Bike" href="http://www.yellowbike.nl/en" target="_blank">Yellow Bike</a>, oferecem o aluguel de bicicletas por dia ou até mesmo um tour guiado de 2 horas pedalando pelos principais pontos turísticos.</p>
<div id="attachment_1659" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1659" title="Bicicletas em Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams5.jpg" alt="Bicicletas em Amsterdam" width="600" height="823" /></a><p class="wp-caption-text">Bicicletas, bicicletas e mais bicicletas</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um bom local para aproveitar o passeio de bicicleta é o <strong>Vondelpark</strong>, o maior e mais conhecido parque de Amsterdam. Criado em 1865, o parque possui uma área de 470.000 m2 e recebe cerca de 10 milhões de visitantes ao ano. Além de uma grande área verde, lagos, cafés e bares, o Vondelpark conta com outras atrações. É o caso do <strong>Filmmuseum</strong>, museu instalado em um belo prédio e que possui um grande acervo de filmes clássicos e históricos, e do <strong>Openlucht Theater</strong>, um teatro a céu aberto que recebe espetáculos durante todo o ano.</p>
<div id="attachment_1668" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1668" title="Vondelpark" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams7.jpg" alt="Vondelpark" width="600" height="883" /><p class="wp-caption-text">Vondelpark</p></div>
<p style="text-align: justify;">Próxima ao Vondelpark está a <strong>Museumplein</strong>, praça popular onde ficam alguns dos museus mais importantes da cidade. Um deles é o <strong>Rijksmuseum</strong>, fundado em Haia em 1800 e transferido para um imponente prédio em Amsterdam no ano de 1855. Considerado o maior museu do país, possui 260 salas e cerca de 5 mil pinturas de grandes artistas holandeses. A obra mais famosa da sua coleção é a <em>Ronda Noturna</em>, de Rembrandt. Em frente ao Rijksmuseum há uma escultura metálica que forma a expressão <strong>I Amsterdam</strong>, slogan utilizado em uma campanha de marketing com o objetivo de atrair mais turistas e que se tornou um ícone local.</p>
<div id="attachment_1672" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1672" title="I Amsterdam letters" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams8.jpg" alt="I Amsterdam letters" width="600" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">I Amsterdam Letters</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outro importante museu situado na Museumplein é o <strong>Van Gogh Museum</strong>. Inaugurado em 1973, possui em sua coleção permanente 200 pinturas e 500 desenhos criados por Vincent Van Gogh. Entre elas, obras clássicas como quadros <em>Auto-Retrato</em>, <em>Os comedores de batata</em>, <em>Retrato do Doutor Gachet</em> e <em>Os girassóis</em>. O museu conta ainda com obras de outros artistas impressionistas contemporâneos de Van Gogh, como Monet, Manet, Cézanne e Gauguin.</p>
<div id="attachment_1673" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1673" title="Fachada do Van Gogh Museum" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams9.jpg" alt="Fachada do Van Gogh Museum" width="600" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">A fachada do Van Gogh Museum</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em <em>Jordaan, </em>um bairro tranquilo e agradável,<em></em> está localizada a <strong>Casa de Anne Frank</strong>, local onde a menina judia e sua família viveram escondidas durante dois anos após a invasão alemã na Segunda Guerra Mundial. Durante este período Anne Frank registrou em seu diário a terrível experiência do confinamento. Após descobertos em seu esconderijo, eles foram enviados a um campo de concentração e apenas o pai de Anne sobreviveu à prisão. A casa foi transformada em um museu onde estão expostos, além do famoso diário, vários desenhos que a menina espalhava pelas paredes, móveis e objetos pessoais da família, e também fotografias e documentos da época.</p>
<div id="attachment_1676" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1676" title="A Casa de Anne Frank" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams10.jpg" alt="A Casa de Anne Frank" width="600" height="489" /></a><p class="wp-caption-text">A Casa de Anne Frank</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma caminhada pelo centro histórico revela um pouco mais do passado da cidade. Um exemplo é a <strong>Munttoren</strong>, torre localizada na movimentada Praça Muntplein. Esta torre fazia parte do portão sul do antigo muro que protegia a cidade. Após um grande incêndio em 1618, apenas uma parte da construção permaneceu sem danos graves. A torre foi totalmente reconstruída em 1620 e no seu topo foram inseridos relógios e um carrilhão, instrumento composto por vários sinos, que toca melodias a cada quarto de hora do dia.</p>
<div id="attachment_1698" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1698" title="Munttoren" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams11.jpg" alt="Munttoren" width="600" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">A Munttoren</p></div>
<p style="text-align: justify;">A poucas quadras da Munttoren está o<strong> Mercado das Flores</strong>. Criado em 1860, funcionava quando os produtores de flores ancoravam seus barcos às margens do canal Singel. Atualmente existem quinze lojas flutuantes que oferecem uma grande variedade de flores. O mercado é uma abundância de cores e perfumes com flores a perder de vista. A grande atração são as tulipas de vários tamanhos e cores, mas é possível encontrar até mesmo as sementes da <em>cannabis sativa</em>, a planta utilizada para produção da maconha.</p>
<div id="attachment_1700" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1700" title="Mercado das Flores" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams12.jpg" alt="Mercado das Flores" width="600" height="1145" /></a><p class="wp-caption-text">O Mercado das Flores</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar o passeio em grande estilo, a melhor opção é ter um visão panorâmica da cidade. E nenhum lugar é melhor que o terraço da <strong>Openbare Bibliotheek</strong>, uma biblioteca pública localizada em um prédio de 7 andares com modernas instalações. Do último andar é possível ter uma vista magnífica de vários pontos turísticos e confirmar que Amsterdam é muito mais que apenas sexo e drogas.</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1718" title="Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams13.jpg" alt="Amsterdam" width="600" height="331" /><p class="wp-caption-text">Amsterdam vista do topo da Openbare Bibliotheek</p></div>
<blockquote><p>Matéria publicada em 16/08/11 no caderno Turismo do jornal <a title="Estado de Minas" href="http://www.em.com.br" target="_blank">Estado de Minas</a>.</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/pPNGbAc-YCk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Amsterdam é uma cidade frequentemente associada a sexo e drogas. É verdade que a tolerância dos holandeses em relação à prostituição e ao consumo de drogas ajuda a manter este rótulo no imaginário da maioria das pessoas, mas há também uma tendência a criarmos um estereótipo dos lugares que não conhecemos. Afinal, quantas vezes já [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/08/16/amsterdam-alem-dos-estereotipos/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">22</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/08/16/amsterdam-alem-dos-estereotipos/</feedburner:origLink></item><item><title>O Arco do Triunfo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/g11cmw75dBg/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><category>Arco do Triunfo</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Sun, 14 Aug 2011 07:19:30 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2043</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Arco do Triunfo, </strong>um dos monumentos mais famosos de Paris, está localizado em uma das extremidades da charmosa avenida <em>Champs-Elysées</em>. A construção do arco de 50 metros de altura foi iniciada em 1806, por ordem de Napoleão Bonaparte como uma forma de homenagear as Forças Armadas Francesas, e concluída em 1836.</p>
<div id="attachment_2044" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2044" title="arc1" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc1.jpg" alt="Arco do Triunfo" width="600" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">O Arco do Triunfo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A intenção de criar um grandioso monumento foi alcançado. Nas <strong>paredes interiores</strong> estão gravados os nomes de generais franceses que participaram das mais importantes batalhas ocorridas durante o período do Império. <strong>Entalhes </strong>em torno do Arco mostram as tropas francesas partindo e retornando de vitoriosas batalhas, além de inúmeras imagens triunfantes do Imperador Napoleão.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2047" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2047" title="arc3" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc3.jpg" alt="Detalhes do Arco do Triunfo" width="600" height="947" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Detalhes do Arco do Triunfo</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Túmulo do Soldado Desconhecido</strong> foi adicionado à base do monumento em 1920. A idéia de honrar um soldado morto em combate surgiu durante a Primeira Guerra e o Panteão foi local indicado para receber os restos mortais. No entanto, as associações de ex-combatentes escolheram o Arco do Triunfo como destino final do emblemático morto. A chama da lembrança, adicionada ao túmulo em 1923, é reacendida todos os dias por uma das mais de 900 associações francesas de ex-combatentes.</p>
<div id="attachment_2048" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2048" title="arc2" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc2.jpg" alt="O Túmulo do Soldado Desconhecido" width="600" height="823" /></a><p class="wp-caption-text">O Túmulo do Soldado Desconhecido</p></div>
<p style="text-align: justify;">A plataforma no topo do Arco possibilita uma das vistas mais deslumbrantes da cidade. Mas para chegar lá é preciso vencer os <strong>284 degraus </strong>dispostos em uma escada estreita. A melhor estratégia para não chegar sem fôlego ao topo é dar uma pausa no museu que fica na metade do trajeto. Embora pequeno, o museu é muito interessante e conta a história da construção e detalhes dos vários funerais e celebrações que o monunento presenciou durante sua existência.</p>
<div id="attachment_2054" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2054" title="arc4" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc4.jpg" alt="Vai encarar a escada?" width="600" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Vai encarar a escada?</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas todo o esforço é recompensado com uma <strong>belíssima visão de Paris!</strong> É possível ver a Torre Eiffel, a peculiar colina da região de <em>Montmartre</em> e a igreja <em>Sacre Coeur</em>, o arco de <em>La Defense</em> e as doze avenidas que chegam ao Arco do Triunfo e formam a praça <em>Charles de Gaulle</em>. Embora a praça receba seu o nome oficial em homenagem ao ex-presidente francês, os parisienses se referem a ela como <em>Etoile (que significa estrela em francês)</em>, devido ao formato que a praça e suas doze avenidas formam<em>.</em></p>
<div id="attachment_2056" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2056" title="arc5" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc5.jpg" alt="Paris vista do alto do Arco do Triunfo" width="600" height="1113" /></a><p class="wp-caption-text">Paris vista do alto do Arco do Triunfo.</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/g11cmw75dBg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O Arco do Triunfo, um dos monumentos mais famosos de Paris, está localizado em uma das extremidades da charmosa avenida Champs-Elysées. A construção do arco de 50 metros de altura foi iniciada em 1806, por ordem de Napoleão Bonaparte como uma forma de homenagear as Forças Armadas Francesas, e concluída em 1836. A intenção de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/08/14/o-arco-do-triunfo/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">7</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/08/14/o-arco-do-triunfo/</feedburner:origLink></item><item><title>A Dama de Ferro de Paris</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/A5cbL9XmYkg/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><category>Torre Eiffel</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 08 Aug 2011 06:56:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2002</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Anoitece em Paris. Depois de <a title="De Amsterdam a Paris a 300 Km/h" href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/" target="_blank">3h20 de viagem desde Amsterdam</a>, desembarcamos na Gare du Nord, a estação de trem mais movimentada da Europa. Após um rápido contato com o eficiente metrô parisiense, chegamos ao <a title="Raspail Montparnasse Hotel" href="http://www.hotelraspailmontparnasse.com/" target="_blank">Raspail Montparnasse</a>, um hotel três estrelas localizado próximo ao <a title="O Jardim de Luxemburgo" href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/" target="_blank">Jardim de Luxemburgo</a>. Ao entrar no nosso quarto, abri a janela para apreciar a vista e tive uma grata surpresa: <strong>era possível ver o topo iluminado da Torre Eiffel! </strong>Com certeza aquele não era o melhor ponto de observação da Torre na cidade, mas funcionou para mim como um belo cartão de visita!</p>
<div id="attachment_2004" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2004" title="Torre Eiffel" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE1.jpg" alt="Torre Eiffel" width="600" height="663" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de Paris do quarto do hotel. Ao fundo, a Torre Eiffel.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, decididos a ver a Torre de perto, pegamos o metrô em direção ao <em>Champs de Mars</em>. Seguindo uma dica repetida por várias pessoas que já conheciam a Cidade Luz, desembarcamos na <strong>Estação Trocadéro</strong>, local que possui a melhor posição para avistar a Torre Eiffel pela primeira vez. E, de fato, a visão é realmente arrebatadora!</p>
<div id="attachment_2019" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2019" title="Torre Trocadero" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE22.jpg" alt="A Torre Eiffel vista do Trocadéro" width="600" height="787" /></a><p class="wp-caption-text">A Torre Eiffel vista do Trocadéro</p></div>
<p style="text-align: justify;">As enormes filas na base da Torre nos fizeram recordar de uma outra dica recebida, mas infelizmente não acatada: é possível <a title="Bilheteria online da Torre Eiffel" href="http://www.eiffel-tower.com/preparing-your-visit/buying-your-tickets.html" target="_blank">comprar os ingressos com antecedência pela internet</a>. A espera na fila até foi benéfica, pois o vento levou para longe as pesadas nuves que cobriam o céu e me permitiu ler o guia de viagem para relembrar que a Torre Eiffel foi inaugurada em 1889, servindo como o arco de entrada da Exposição Universal realizada naquele ano. Se naquela época a obra do engenheiro Gustave Eiffel não foi unanimidade entre os locais, considerada por muitos como uma inútil e monstruosa estrutura metálica, atualmente é um ícone nacional e recebeu dos franceses o carinhoso apelido de <strong>A Dama de Ferro</strong>.</p>
<div id="attachment_2022" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2022" title="TE3" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE3.jpg" alt="Compre seu ingresso antecipadamente e poupe o seu precioso tempo" width="600" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Compre seu ingresso antecipadamente e poupe o seu precioso tempo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após 45 minutos finalmente embarcamos no elevador hidráulico rumo ao primeiro nível. A 57 metros do solo, esse nível possui um restaurante, o <em>The 58 Tour Eiffel</em>, um pequeno museu e uma lojinha com caros <em>souvenirs</em>. Encaramos outra conturbada fila para acesso ao elevador que nos levou ao segundo nível, a 115 metros de altura, onde está localizado o restaurante <em>Jules Verne</em>, um dos melhores de Paris, com visão panorâmica. Para quem deseja evitar as filas e não se importa em fazer um forte exercício físico, é possível chegar ao segundo nível por meio de uma escada com <em> </em>704 degraus. Após uma pausa para apreciar a vista, passamos novamente por outra fila até chegarmos ao último andar da Torre. <strong>E o que vimos de lá fez valer a pena todo o tempo de espera!</strong></p>
<div id="attachment_2027" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2027" title="TE4" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE4.jpg" alt="Vista de Paris do alto da Torre Eiffel" width="600" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de Paris do alto da Torre Eiffel</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os 276 metros de altura do terceiro nível permitem uma visão panorâmica espetacular de Paris. Dizem que em dias claros a vista alcança até 80 Km de distância. Com atenção e ajuda de um mapa é possível identificar a maioria dos monumentos e atrações turísticas da cidade.</p>
<div id="attachment_2034" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2034" title="TE5" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE5.jpg" alt="Paris vista da Torre Eiffel" width="600" height="1193" /></a><p class="wp-caption-text">Paris vista da Torre Eiffel</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/A5cbL9XmYkg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Anoitece em Paris. Depois de 3h20 de viagem desde Amsterdam, desembarcamos na Gare du Nord, a estação de trem mais movimentada da Europa. Após um rápido contato com o eficiente metrô parisiense, chegamos ao Raspail Montparnasse, um hotel três estrelas localizado próximo ao Jardim de Luxemburgo. Ao entrar no nosso quarto, abri a janela para [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/08/08/a-dama-de-ferro-de-paris/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/08/08/a-dama-de-ferro-de-paris/</feedburner:origLink></item><item><title>Ducs: o melhor guia de viagem de Amsterdam</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/0nYs0c3viT4/</link><category>Amsterdam</category><category>Europa</category><category>guia de viagem</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 11:46:44 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1977</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando estava planejando a minha viagem para a Europa encontrei o <a title="Ducs Amsterdam" href="http://www.ducsamsterdam.net" target="_blank">Ducs Amsterdam</a>, site do Daniel Duclos, um brasileiro que vive na Holanda desde 2007. Fiquei fascinado com o conteúdo do site, que apresenta com riqueza de detalhes as atrações turísticas de Amsterdam, além dos relatos bem humorados do cotidiano do Daniel em terras holandesas. E aproveitando o conhecimento adquirido, ele resolver lançar o <strong>Guia Ducs Amsterdam</strong>, ideal para quem gosta de planejar suas próprias viagens e deseja ir além das atrações turísticas tradicionais.</p>
<div id="attachment_1979" class="wp-caption alignnone" style="width: 314px"><img class="size-full wp-image-1979" title="Guia_ducs_amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/Capa_guia_ducs_amsterdam_304.jpg" alt="Guia_ducs_amsterdam" width="304" height="430" /><p class="wp-caption-text">A capa do Guia Ducs Amsterdam</p></div>
<p style="text-align: justify;">O mesmo <strong>estilo prático e descontraído </strong>do site está presente no guia, que representa uma visão do Daniel a respeito da cidade. É justamente isso o que torna esse guia especial: o depoimento, quase sempre informal, de um brasileiro que conhece e ama Amsterdam. E nada melhor que ser guiado por alguém que fala a sua língua e tem conhecimentos de sobra para te apresentar um local que você não conhece!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quer saber quais são as atrações turísticas?</strong> O guia apresenta as principais, como a Casa de Anne Frank, o Van Gogh Museum, a Red Ligth District, entre outras, mas também as atrações que passam despercebidas pelos turistas. E tudo com informações atualizadas de endereço, telefone, site, preços e os melhores horários para visitação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Está com muitas dúvidas? </strong>O guia explica como é o clima durante o ano em Amsterdam, qual a melhor localização para se hospedar, como ir do aeroporto até o centro da cidade, como utilizar o transporte público, além de dicas de segurança. O guia também apresenta algumas comidas típicas que você deve experimentar, uma lista de restaurantes com boa relação <em>custo x benefício</em>,  onde fazer compras, como alugar uma bicicleta e uma série de dicas práticas para tornar inesquecível a sua viagem para Amsterdam.</p>
<p style="text-align: justify;">O guia é fornecido no <strong>formato digital PDF</strong>, permitindo que você escolha a melhor maneira de utilizá-lo: impresso, na tela do computador, em um tablet e até mesmo no smartphone. A diagramação é muito boa e favorece bastante a leitura, seja no modo impresso ou eletrônico. Embora seja ilustrado com muitas fotos, senti falta de alguns mapas para orientar o leitor sobre a localização dos locais citados. Mas não chega a ser uma falta grave, uma vez que é possível obter um mapa da cidade no hotel ou nos centros de apoio ao turismo.</p>
<p style="text-align: justify;">E o Daniel confia tanto no trabalho dele que propôs um acordo: <strong>se você comprar o guia e não gostar, ele devolve o dinheiro</strong>! Quer uma garantia melhor da qualidade do material? Impossível, né?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O meu veredicto: se você vai para Amsterdam, o Guia Ducs é indispensável! </strong><strong></strong></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><strong>Serviço</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif';">O Guia Ducs Amsterdam destina-se a pessoas que gostam de planejar suas próprias viagens e querem saber usar a cidade com experiência de quem mora sem perder de vistas suas principais atrações turísticas. Eu usei a experiência e a vivência que tenho de Amsterdam e de planejamento de viagens para ensinar o leitor a ir preparado e usar a cidade de maneira eficiente.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif';">O Guia Ducs Amsterdam será vendido em formato digital como um <strong>arquivo PDF de 65 páginas A4</strong> ricamente ilustradas. Esse formato permite grande flexibilidade (podem ser lido na tela ou impresso apenas os trechos que interessarem para a viagem) e portabilidade (pode ser acessado por email ou levado em uma tablet ou smartphone). O guia está <strong>disponível a partir do dia 11/07/11</strong> para venda no endereço <a href="http://www.ducsamsterdam.net/guia" target="_blank"><span style="color: blue;">http://www.ducsamsterdam.net/guia</span></a> por<strong> €19,80, pagáveis com cartão de crédito ou PayPal</strong>. O arquivo é entregue imediatamente após o pagamento.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><strong><em><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif';">Breve Biografia</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman','serif';">Daniel Duclos tem 37 anos, é brasileiro, casado e tem uma filha. Reside com a família nos Países Baixos desde novembro de 2007. Desde a chegada, começou a escrever e manter o blog Ducs Amsterdam, sobre a vida e viagens nos Países Baixos e Europa. O blog conta com cerca de 90 mil acessos mensais e 1000 assinantes, e já foi citado em veículos como Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Rádio 107,3 FM.<br />
</span></em></p>
</blockquote>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 760px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
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<div><em>O Guia</em></div>
<div>O Guia Ducs Amsterdam destina-se a pessoas que gostam de planejar suas próprias viagens e querem saber usar a cidade com experiência de quem mora sem perder de vistas suas principais atrações turísticas. Eu usei a experiência e a vivência que tenho de Amsterdam e de planejamento de viagens para ensinar o leitor a ir preparado e usar a cidade de maneira eficiente.</div>
<div>O Guia Ducs Amsterdam será vendido em formato digital como um <strong>arquivo PDF de 65 páginas A4</strong> ricamente ilustradas. Esse formato permite grande flexibilidade (podem ser lido na tela ou impresso apenas os trechos que interessarem para a viagem) e portabilidade (pode ser acessado por email ou levado em uma tablet ou smartphone). O guia está <strong>disponível a partir do dia 11/07/11</strong> para venda no endereço <a href="http://www.ducsamsterdam.net/guia" target="_blank">http://www.ducsamsterdam.net/guia</a> por<strong> €19,80, pagáveis com cartão de crédito ou PayPal</strong>. O arquivo é entregue imediatamente após o pagamento.</div>
<div><em>Breve Biografia</em></div>
<div>Daniel Duclos tem 37 anos, é brasileiro, casado e tem uma filha. Reside com a família nos Países Baixos desde novembro de 2007. Desde a chegada, começou a escrever e manter o blog Ducs Amsterdam, sobre a vida e viagens nos Países Baixos e Europa. O blog conta com cerca de 90 mil acessos mensais e 1000 assinantes, e já foi citado em veículos como Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Rádio 107,3 FM.</div>
</blockquote>
</div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/0nYs0c3viT4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Quando estava planejando a minha viagem para a Europa encontrei o Ducs Amsterdam, site do Daniel Duclos, um brasileiro que vive na Holanda desde 2007. Fiquei fascinado com o conteúdo do site, que apresenta com riqueza de detalhes as atrações turísticas de Amsterdam, além dos relatos bem humorados do cotidiano do Daniel em terras holandesas. [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/07/27/ducs-o-melhor-guia-de-viagem-de-amsterdam/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/07/27/ducs-o-melhor-guia-de-viagem-de-amsterdam/</feedburner:origLink></item><item><title>O Jardim de Luxemburgo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/qiHgnbBz7Q8/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 25 Jul 2011 04:54:07 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1951</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos lugares mais apreciados pelos parisienses é o <strong>Jardim de Luxemburgo</strong>. Situado no 6º <em>arrondissement</em>, próximo ao Quartier Latin, é um local perfeito para relaxar, fazer um piquenique ou praticar esportes.</p>
<div id="attachment_1952" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1952" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux1.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="308" /></a><p class="wp-caption-text">O Jardim de Luxemburgo</p></div>
<p style="text-align: justify;">É fácil entender a preferência dos moradores de Paris pelo local. Os seus 225 mil m² abrigam árvores frondosas, coloridos canteiros de flores, alguns lagos e espaços dedicados à prática de esportes e ao lazer. Caminhar pelo Jardim de Luxemburgo é como estar em um ensaio fotográfico, pois em cada recanto há um cenário pronto para ser registrado. E até mesmo os frequentadores parecem fazer poses perfeitas para uma foto!</p>
<div id="attachment_1957" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1957" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux2.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">Juro que não contratei esse casal para fazer a foto</p></div>
<p>O construção mais imponente do Jardim é o <strong>Palácio do Luxemburgo</strong>, construído no século XV para servir como residência de Marie de Médicis, mãe do Rei Luís XIII. Após a Revolução Francesa o palácio foi transformado em uma prisão. Atualmente é ocupado pelo Senado da França.</p>
<div id="attachment_1958" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1958" title="Palácio de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux3.jpg" alt="Palácio de Luxemburgo" width="600" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">O Palácio de Luxemburgo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um típico programa dominical em Paris, especialmente no verão, é disputar um espaço ao sol nos gramados do Jardim. Quem não consegue encontrar um lugar pode pegar uma das várias cadeiras disponíveis e escolher outro local para fazer um piquenique, ler um livro, ou simplesmente contemplar este paraíso verde.</p>
<div id="attachment_1959" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1959" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux4.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="792" /></a><p class="wp-caption-text">Tem sempre um lugar especial no Jardim de Luxemburgo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Neste oásis de paz no meio de Paris é possível encontrar também espaços dedicados aos esportes, como quadras de tênis e basquete, além de canchas para a prática da bocha. E se você procurar direito, encontrará até a Estátua da Liberdade por lá!</p>
<div id="attachment_1969" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1969" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux5.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="808" /></a><p class="wp-caption-text">Jardim de Luxemburgo</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/qiHgnbBz7Q8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Um dos lugares mais apreciados pelos parisienses é o Jardim de Luxemburgo. Situado no 6º arrondissement, próximo ao Quartier Latin, é um local perfeito para relaxar, fazer um piquenique ou praticar esportes. É fácil entender a preferência dos moradores de Paris pelo local. Os seus 225 mil m² abrigam árvores frondosas, coloridos canteiros de flores, [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/</feedburner:origLink></item><item><title>De Amsterdam a Paris a 300 Km/h</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/obOD2zAtH8A/</link><category>Amsterdam</category><category>Europa</category><category>Paris</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 05:47:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1929</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Meio de transporte pouco aproveitado no Brasil, o <strong>trem</strong> é bastante utilizado na Europa. A malha ferroviária européia cobre grande parte do continente e os preços das passagens são bem convidativos. Como não haviam vôos de empresas <em>low cost</em> disponíveis de <strong>Amsterdam para Paris</strong>, decidimos fazer a viagem até a Cidade Luz a bordo de um trem da empresa belga <a title="Thalys" href="http://www.thalys.com" target="_blank"><strong>Thalys</strong></a>. Comprar as passagens no Brasil foi mais complicado do que imaginava. Embora houvesse a opção de compra no site da empresa para retirada dos tickets na estação, o meu cartão de crédito internacional não foi aceito. Tive que recorrer à <a title="Rail Europe Brasil" href="http://www.raileurope.com.br" target="_blank"><strong>Rail Europe</strong></a>, empresa com sede em Paris, que compra e entrega os tickets em qualquer lugar do mundo. A vantagem de comprar com a Rail Europe é receber os tickets em casa, porém paga-se mais caro por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Cientes da pontualidade dos trens europeus, chegamos à <strong>Amsterdam Centraal</strong> com 45 minutos de antecedência. Encontramos a nossa plataforma de embarque com um pouco de dificuldade e ficamos observando as chegadas e partidas dos trens para várias cidades da Holanda e de outros países.</p>
<div id="attachment_1931" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1931" title="Amsterdam Centraal" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem11.jpg" alt="Amsterdam Centraal" width="600" height="705" /><p class="wp-caption-text">Plataforma de embarque na Amsterdam Centraal</p></div>
<p style="text-align: justify;">O nosso trem chegou à estação com 15 minutos de antecedência. Ao contrário das viagens aéreas, onde as bagagens são despachadas antes do embarque, as malas são levadas pelos próprios passageiros para um espaço reservado dentro de cada vagão. Confesso que senti uma certa insegurança, afinal qualquer pessoa poderia levar nossas malas em uma das paradas. &#8220;Relaxa, você está na Europa&#8221;,  era o que eu pensava, tentando me convencer de que larápios só existem em países pobres.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1932" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1932" title="Trem Thalys" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem2.jpg" alt="Trem Thalys" width="600" height="357" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Trem Thalys</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pontualmente às 13h16 partimos com destino a Paris. As <strong>poltronas da classe econômica</strong>, embora com pouco espaço entre elas, eram bem confortáveis. Em cada fileira haviam tomadas disponíveis para a recarga de aparelhos eletrônicos e, por cerca de 7 Euros a mais, era possível até mesmo acessar a internet wifi durante 1 hora. Deixamos o notebook e Ipod de lado e dedicamos nossa atenção às cidades, fazendas e estradas que passavam pela janela a 300 Km/h.</p>
<div id="attachment_1933" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1933" title="Poltronas Thalys" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem3.jpg" alt="Poltronas Thalys" width="600" height="430" /><p class="wp-caption-text">Poltronas da classe econômica</p></div>
<p style="text-align: justify;">Enquanto alguns passageiros saboreavam a refeição servida gratuitamente na primeira classe, fomos comprar um lanche no <strong>Bar Thalys</strong>, localizado em um vagão dedicado a ele. No cardápio haviam opções de cafés, refrigerentes, cervejas, saladas, sanduíches quentes, batatas e sobremesas. Optamos por um lanche leve e retornarmos aos nossos assentos.</p>
<div id="attachment_1938" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1938" title="Bar Thalys" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem4.jpg" alt="Bar Thalys" width="600" height="441" /><p class="wp-caption-text">Bar Thalys</p></div>
<p>Depois de percorrer quase 500 Km em 3h20 de viagem tranquila e confortável, chegamos à estação Paris Gare du Nord. Infelizmente o Brasil não investe no trem como meio de transporte. Eu seria, com certeza, um cliente habitual.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/obOD2zAtH8A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Meio de transporte pouco aproveitado no Brasil, o trem é bastante utilizado na Europa. A malha ferroviária européia cobre grande parte do continente e os preços das passagens são bem convidativos. Como não haviam vôos de empresas low cost disponíveis de Amsterdam para Paris, decidimos fazer a viagem até a Cidade Luz a bordo de [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">24</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/</feedburner:origLink></item></channel></rss>
