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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>O que se faz</title><link>http://www.oquesefaz.com</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/OQueSeFaz" /><description></description><language>en</language><lastBuildDate>Sun, 11 Dec 2011 04:58:37 PST</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/OQueSeFaz" /><feedburner:info uri="oquesefaz" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><title>Amsterdam além dos estereótipos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/pPNGbAc-YCk/</link><category>Amsterdam</category><category>Europa</category><category>Anne Frank</category><category>bicicletas</category><category>canais</category><category>Coffee Shops</category><category>Red Ligth District</category><category>Rijksmuseum</category><category>Van Gogh Museum</category><category>Vondelpark</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Tue, 16 Aug 2011 17:59:54 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1603</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Amsterdam</strong> é uma cidade frequentemente associada a sexo e drogas. É verdade que a tolerância dos holandeses em relação à prostituição e ao consumo de drogas ajuda a manter este rótulo no imaginário da maioria das pessoas, mas há também uma tendência a criarmos um estereótipo dos lugares que não conhecemos. Afinal, quantas vezes já ouvimos que o Brasil é o país do carnaval? Muitas vezes é preciso explicar ao <em>gringo</em> desavisado que, ao chegar a este país tropical, ele não encontrará uma escola de samba a cada esquina, mas existem outras atrações à disposição dele. Pois resumir uma viagem à Amsterdam em busca de coffee shops e zonas de prostituição é deixar de lado uma cidade com uma arquitetura peculiar e seus belos canais, parques e museus.</p>
<div id="attachment_1609" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1609" title="Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams1.jpg" alt="Amsterdam" width="600" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">A peculiar arquitetura holandesa</p></div>
<p style="text-align: justify;">E, para ficar logo livre dos clichês, o melhor é começar a conhecer a cidade por eles. A <strong>Red Ligth District</strong>, a maior e mais conhecida zona de prostituição de Amsterdam, está localizada na parte mais antiga da cidade e teve origem no século XIV, período em que os portos holandeses recebiam um grande fluxo de marinheiros. A região é formada por ruas estreitas onde mulheres de várias nacionalidades desfilam de roupas íntimas em grandes janelas, geralmente iluminadas por luzes vermelhas, e oferecem os seus serviços. Como a prostituição é legalizada na Holanda desde o ano 2000, as <em>profissionais do sexo</em> pagam impostos e têm direitos trabalhistas como qualquer outra categoria profissional.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1608" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.dicaseturismo.com.br/red-light-district-amsterdam/"><img class="size-full wp-image-1608" title="Red Ligth District" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/red1.jpg" alt="Red Ligth District" width="600" height="283" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Prostitutas na Red Ligth District (crédito da foto: www.dicaseturismo.com.br)</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O comércio na Red Ligth District está bastante associado ao sexo e incluem sex-shops, cinemas, casas com shows de strip-tease e sexo explícito e até um Museu do Sexo. E, ao contrário do que se possa imaginar, o local não está associado à marginalidade, com traficantes, ladrões e cafetões à espreita em cada esquina. Há um patrulhamento ostensivo da polícia para garantir a segurança de quem está passeando, trabalhando ou procurando diversão por lá. Talvez seja por isso que a Red Ligth District é atualmente uma atração turística frequentada por todo o tipo de pessoas. É comum ver a presença de casais e famílias, até mesmo com crianças, caminhando tranquilamente pelas ruas da região. Algumas ficam alheias ao que acontece nas janelas, outras observam tudo com a maior naturalidade. Mas apesar da regularização da profissão e do policiamento constante, o tráfico de mulheres e a prostituição forçada ainda persistem. Isso levou a uma recente reação das autoridades locais, que tomaram medidas para reduzir a quantidade de imóveis destinados a abrigar as prostitutas. Aos poucos alguns dos antigos prostíbulos estão dando lugar a lojas de grife e ateliês de jovens artistas plásticos e estilistas.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato dos holandeses tolerarem o consumo de substâncias como a maconha e o haxixe, cria uma falsa impressão de que o uso de drogas é totalmente liberado no país. Mas comprar ou utilizar essas substâncias em locais públicos é expressamente proibido e passível de punições com o mesmo rigor dos países menos liberais! Os locais permitidos para venda e consumo de drogas são chamados de <strong>coffee shops</strong>, que também comercializam comidas e bebidas. Alguns coffee shops mantêm as janelas sempre fechadas, tornando os ambientes bastante escuros e, obviamente, enfumaçados. Mas existem outros que possuem uma área aberta e poderiam ser identificados como bares comuns se não fosse expressão &#8220;coffe shop&#8221; exibida nas placas. Curiosamente, a venda de bebidas alcoólicas é proibida em todos os coffee shops.</p>
<div id="attachment_1633" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1633" title="Coffee shop" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams2.jpg" alt="Coffee shop" width="600" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Um tradicional coffee shop</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um dos ícones de Amsterdam são os seus famosos <strong>canais</strong>. Construídos a partir do século XVII, os 165 canais que cortam a cidade são uma parte importante da vida dos holandeses, pois funcionam como vias de transporte. É bastante comum ver barcos atracados ao longo dos canais como se fossem carros estacionados nas ruas. E nos fins de semana, especialmente nos dias de verão ensolarados, é possível ver turmas de amigos fazendo verdadeiras festas a bordo dos seus barcos.</p>
<div id="attachment_1640" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams32.jpg"><img class="size-full wp-image-1640" title="Os canais de Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams32.jpg" alt="Os canais de Amsterdam" width="600" height="630" /></a><p class="wp-caption-text">Os canais de Amsterdam</p></div>
<p style="text-align: justify;">E navegar pelos canais é a melhor maneira de conhecê-los. Existem empresas, como a <a title="Holland International" href="http://www.hir.nl/en/" target="_blank">Holland International</a>, que realizam tours em barcos com o acompanhamento de guias turísticos que apresentam alguns dos locais mais interessantes da cidade. Durante estes tours é possível ver também várias casas flutuantes, barcos adaptados que servem como residências e que possuem ligação com as redes elétrica e de água, esgoto e gás.</p>
<div id="attachment_1642" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1642" title="Tour pelos canais de Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams4.jpg" alt="Tour pelos canais de Amsterdam" width="600" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Tour de barco pelos canais</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outra interessante maneira de conhecer Amsterdam é utilizar um dos meios de transporte favorito dos holandeses: a <strong>bicicleta</strong>. Assim como os canais e as pontes, elas dominam a paisagem local, sendo quase impossível caminhar pelas ruas sem encontrar uma das 700.000 bicicletas existentes na cidade. A prática disseminada do ciclismo é justificada pela topografia bastante plana e muitos quilômetros de ciclovias sinalizadas. Algumas empresas, como a <a title="Yellow Bike" href="http://www.yellowbike.nl/en" target="_blank">Yellow Bike</a>, oferecem o aluguel de bicicletas por dia ou até mesmo um tour guiado de 2 horas pedalando pelos principais pontos turísticos.</p>
<div id="attachment_1659" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1659" title="Bicicletas em Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams5.jpg" alt="Bicicletas em Amsterdam" width="600" height="823" /></a><p class="wp-caption-text">Bicicletas, bicicletas e mais bicicletas</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um bom local para aproveitar o passeio de bicicleta é o <strong>Vondelpark</strong>, o maior e mais conhecido parque de Amsterdam. Criado em 1865, o parque possui uma área de 470.000 m2 e recebe cerca de 10 milhões de visitantes ao ano. Além de uma grande área verde, lagos, cafés e bares, o Vondelpark conta com outras atrações. É o caso do <strong>Filmmuseum</strong>, museu instalado em um belo prédio e que possui um grande acervo de filmes clássicos e históricos, e do <strong>Openlucht Theater</strong>, um teatro a céu aberto que recebe espetáculos durante todo o ano.</p>
<div id="attachment_1668" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1668" title="Vondelpark" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams7.jpg" alt="Vondelpark" width="600" height="883" /><p class="wp-caption-text">Vondelpark</p></div>
<p style="text-align: justify;">Próxima ao Vondelpark está a <strong>Museumplein</strong>, praça popular onde ficam alguns dos museus mais importantes da cidade. Um deles é o <strong>Rijksmuseum</strong>, fundado em Haia em 1800 e transferido para um imponente prédio em Amsterdam no ano de 1855. Considerado o maior museu do país, possui 260 salas e cerca de 5 mil pinturas de grandes artistas holandeses. A obra mais famosa da sua coleção é a <em>Ronda Noturna</em>, de Rembrandt. Em frente ao Rijksmuseum há uma escultura metálica que forma a expressão <strong>I Amsterdam</strong>, slogan utilizado em uma campanha de marketing com o objetivo de atrair mais turistas e que se tornou um ícone local.</p>
<div id="attachment_1672" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1672" title="I Amsterdam letters" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams8.jpg" alt="I Amsterdam letters" width="600" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">I Amsterdam Letters</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outro importante museu situado na Museumplein é o <strong>Van Gogh Museum</strong>. Inaugurado em 1973, possui em sua coleção permanente 200 pinturas e 500 desenhos criados por Vincent Van Gogh. Entre elas, obras clássicas como quadros <em>Auto-Retrato</em>, <em>Os comedores de batata</em>, <em>Retrato do Doutor Gachet</em> e <em>Os girassóis</em>. O museu conta ainda com obras de outros artistas impressionistas contemporâneos de Van Gogh, como Monet, Manet, Cézanne e Gauguin.</p>
<div id="attachment_1673" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1673" title="Fachada do Van Gogh Museum" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams9.jpg" alt="Fachada do Van Gogh Museum" width="600" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">A fachada do Van Gogh Museum</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em <em>Jordaan, </em>um bairro tranquilo e agradável,<em></em> está localizada a <strong>Casa de Anne Frank</strong>, local onde a menina judia e sua família viveram escondidas durante dois anos após a invasão alemã na Segunda Guerra Mundial. Durante este período Anne Frank registrou em seu diário a terrível experiência do confinamento. Após descobertos em seu esconderijo, eles foram enviados a um campo de concentração e apenas o pai de Anne sobreviveu à prisão. A casa foi transformada em um museu onde estão expostos, além do famoso diário, vários desenhos que a menina espalhava pelas paredes, móveis e objetos pessoais da família, e também fotografias e documentos da época.</p>
<div id="attachment_1676" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1676" title="A Casa de Anne Frank" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams10.jpg" alt="A Casa de Anne Frank" width="600" height="489" /></a><p class="wp-caption-text">A Casa de Anne Frank</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma caminhada pelo centro histórico revela um pouco mais do passado da cidade. Um exemplo é a <strong>Munttoren</strong>, torre localizada na movimentada Praça Muntplein. Esta torre fazia parte do portão sul do antigo muro que protegia a cidade. Após um grande incêndio em 1618, apenas uma parte da construção permaneceu sem danos graves. A torre foi totalmente reconstruída em 1620 e no seu topo foram inseridos relógios e um carrilhão, instrumento composto por vários sinos, que toca melodias a cada quarto de hora do dia.</p>
<div id="attachment_1698" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1698" title="Munttoren" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams11.jpg" alt="Munttoren" width="600" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">A Munttoren</p></div>
<p style="text-align: justify;">A poucas quadras da Munttoren está o<strong> Mercado das Flores</strong>. Criado em 1860, funcionava quando os produtores de flores ancoravam seus barcos às margens do canal Singel. Atualmente existem quinze lojas flutuantes que oferecem uma grande variedade de flores. O mercado é uma abundância de cores e perfumes com flores a perder de vista. A grande atração são as tulipas de vários tamanhos e cores, mas é possível encontrar até mesmo as sementes da <em>cannabis sativa</em>, a planta utilizada para produção da maconha.</p>
<div id="attachment_1700" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="size-full wp-image-1700" title="Mercado das Flores" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams12.jpg" alt="Mercado das Flores" width="600" height="1145" /></a><p class="wp-caption-text">O Mercado das Flores</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar o passeio em grande estilo, a melhor opção é ter um visão panorâmica da cidade. E nenhum lugar é melhor que o terraço da <strong>Openbare Bibliotheek</strong>, uma biblioteca pública localizada em um prédio de 7 andares com modernas instalações. Do último andar é possível ter uma vista magnífica de vários pontos turísticos e confirmar que Amsterdam é muito mais que apenas sexo e drogas.</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1718" title="Amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/ams13.jpg" alt="Amsterdam" width="600" height="331" /><p class="wp-caption-text">Amsterdam vista do topo da Openbare Bibliotheek</p></div>
<blockquote><p>Matéria publicada em 16/08/11 no caderno Turismo do jornal <a title="Estado de Minas" href="http://www.em.com.br" target="_blank">Estado de Minas</a>.</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/pPNGbAc-YCk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Amsterdam é uma cidade frequentemente associada a sexo e drogas. É verdade que a tolerância dos holandeses em relação à prostituição e ao consumo de drogas ajuda a manter este rótulo no imaginário da maioria das pessoas, mas há também uma tendência a criarmos um estereótipo dos lugares que não conhecemos. Afinal, quantas vezes já&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/08/16/amsterdam-alem-dos-estereotipos/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/08/16/amsterdam-alem-dos-estereotipos/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">23</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/08/16/amsterdam-alem-dos-estereotipos/</feedburner:origLink></item><item><title>O Arco do Triunfo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/g11cmw75dBg/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><category>Arco do Triunfo</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Sun, 14 Aug 2011 07:19:30 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2043</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>Arco do Triunfo, </strong>um dos monumentos mais famosos de Paris, está localizado em uma das extremidades da charmosa avenida <em>Champs-Elysées</em>. A construção do arco de 50 metros de altura foi iniciada em 1806, por ordem de Napoleão Bonaparte como uma forma de homenagear as Forças Armadas Francesas, e concluída em 1836.</p>
<div id="attachment_2044" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2044" title="arc1" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc1.jpg" alt="Arco do Triunfo" width="600" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">O Arco do Triunfo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A intenção de criar um grandioso monumento foi alcançado. Nas <strong>paredes interiores</strong> estão gravados os nomes de generais franceses que participaram das mais importantes batalhas ocorridas durante o período do Império. <strong>Entalhes </strong>em torno do Arco mostram as tropas francesas partindo e retornando de vitoriosas batalhas, além de inúmeras imagens triunfantes do Imperador Napoleão.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2047" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2047" title="arc3" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc3.jpg" alt="Detalhes do Arco do Triunfo" width="600" height="947" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Detalhes do Arco do Triunfo</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Túmulo do Soldado Desconhecido</strong> foi adicionado à base do monumento em 1920. A idéia de honrar um soldado morto em combate surgiu durante a Primeira Guerra e o Panteão foi local indicado para receber os restos mortais. No entanto, as associações de ex-combatentes escolheram o Arco do Triunfo como destino final do emblemático morto. A chama da lembrança, adicionada ao túmulo em 1923, é reacendida todos os dias por uma das mais de 900 associações francesas de ex-combatentes.</p>
<div id="attachment_2048" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2048" title="arc2" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc2.jpg" alt="O Túmulo do Soldado Desconhecido" width="600" height="823" /></a><p class="wp-caption-text">O Túmulo do Soldado Desconhecido</p></div>
<p style="text-align: justify;">A plataforma no topo do Arco possibilita uma das vistas mais deslumbrantes da cidade. Mas para chegar lá é preciso vencer os <strong>284 degraus </strong>dispostos em uma escada estreita. A melhor estratégia para não chegar sem fôlego ao topo é dar uma pausa no museu que fica na metade do trajeto. Embora pequeno, o museu é muito interessante e conta a história da construção e detalhes dos vários funerais e celebrações que o monunento presenciou durante sua existência.</p>
<div id="attachment_2054" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2054" title="arc4" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc4.jpg" alt="Vai encarar a escada?" width="600" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Vai encarar a escada?</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas todo o esforço é recompensado com uma <strong>belíssima visão de Paris!</strong> É possível ver a Torre Eiffel, a peculiar colina da região de <em>Montmartre</em> e a igreja <em>Sacre Coeur</em>, o arco de <em>La Defense</em> e as doze avenidas que chegam ao Arco do Triunfo e formam a praça <em>Charles de Gaulle</em>. Embora a praça receba seu o nome oficial em homenagem ao ex-presidente francês, os parisienses se referem a ela como <em>Etoile (que significa estrela em francês)</em>, devido ao formato que a praça e suas doze avenidas formam<em>.</em></p>
<div id="attachment_2056" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2056" title="arc5" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/arc5.jpg" alt="Paris vista do alto do Arco do Triunfo" width="600" height="1113" /></a><p class="wp-caption-text">Paris vista do alto do Arco do Triunfo.</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/g11cmw75dBg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O Arco do Triunfo, um dos monumentos mais famosos de Paris, está localizado em uma das extremidades da charmosa avenida Champs-Elysées. A construção do arco de 50 metros de altura foi iniciada em 1806, por ordem de Napoleão Bonaparte como uma forma de homenagear as Forças Armadas Francesas, e concluída em 1836. A intenção de&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/08/14/o-arco-do-triunfo/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/08/14/o-arco-do-triunfo/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/08/14/o-arco-do-triunfo/</feedburner:origLink></item><item><title>A Dama de Ferro de Paris</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/A5cbL9XmYkg/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><category>Torre Eiffel</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 08 Aug 2011 06:56:19 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=2002</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Anoitece em Paris. Depois de <a title="De Amsterdam a Paris a 300 Km/h" href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/" target="_blank">3h20 de viagem desde Amsterdam</a>, desembarcamos na Gare du Nord, a estação de trem mais movimentada da Europa. Após um rápido contato com o eficiente metrô parisiense, chegamos ao <a title="Raspail Montparnasse Hotel" href="http://www.hotelraspailmontparnasse.com/" target="_blank">Raspail Montparnasse</a>, um hotel três estrelas localizado próximo ao <a title="O Jardim de Luxemburgo" href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/" target="_blank">Jardim de Luxemburgo</a>. Ao entrar no nosso quarto, abri a janela para apreciar a vista e tive uma grata surpresa: <strong>era possível ver o topo iluminado da Torre Eiffel! </strong>Com certeza aquele não era o melhor ponto de observação da Torre na cidade, mas funcionou para mim como um belo cartão de visita!</p>
<div id="attachment_2004" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2004" title="Torre Eiffel" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE1.jpg" alt="Torre Eiffel" width="600" height="663" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de Paris do quarto do hotel. Ao fundo, a Torre Eiffel.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na manhã seguinte, decididos a ver a Torre de perto, pegamos o metrô em direção ao <em>Champs de Mars</em>. Seguindo uma dica repetida por várias pessoas que já conheciam a Cidade Luz, desembarcamos na <strong>Estação Trocadéro</strong>, local que possui a melhor posição para avistar a Torre Eiffel pela primeira vez. E, de fato, a visão é realmente arrebatadora!</p>
<div id="attachment_2019" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2019" title="Torre Trocadero" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE22.jpg" alt="A Torre Eiffel vista do Trocadéro" width="600" height="787" /></a><p class="wp-caption-text">A Torre Eiffel vista do Trocadéro</p></div>
<p style="text-align: justify;">As enormes filas na base da Torre nos fizeram recordar de uma outra dica recebida, mas infelizmente não acatada: é possível <a title="Bilheteria online da Torre Eiffel" href="http://www.eiffel-tower.com/preparing-your-visit/buying-your-tickets.html" target="_blank">comprar os ingressos com antecedência pela internet</a>. A espera na fila até foi benéfica, pois o vento levou para longe as pesadas nuves que cobriam o céu e me permitiu ler o guia de viagem para relembrar que a Torre Eiffel foi inaugurada em 1889, servindo como o arco de entrada da Exposição Universal realizada naquele ano. Se naquela época a obra do engenheiro Gustave Eiffel não foi unanimidade entre os locais, considerada por muitos como uma inútil e monstruosa estrutura metálica, atualmente é um ícone nacional e recebeu dos franceses o carinhoso apelido de <strong>A Dama de Ferro</strong>.</p>
<div id="attachment_2022" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2022" title="TE3" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE3.jpg" alt="Compre seu ingresso antecipadamente e poupe o seu precioso tempo" width="600" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Compre seu ingresso antecipadamente e poupe o seu precioso tempo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após 45 minutos finalmente embarcamos no elevador hidráulico rumo ao primeiro nível. A 57 metros do solo, esse nível possui um restaurante, o <em>The 58 Tour Eiffel</em>, um pequeno museu e uma lojinha com caros <em>souvenirs</em>. Encaramos outra conturbada fila para acesso ao elevador que nos levou ao segundo nível, a 115 metros de altura, onde está localizado o restaurante <em>Jules Verne</em>, um dos melhores de Paris, com visão panorâmica. Para quem deseja evitar as filas e não se importa em fazer um forte exercício físico, é possível chegar ao segundo nível por meio de uma escada com <em> </em>704 degraus. Após uma pausa para apreciar a vista, passamos novamente por outra fila até chegarmos ao último andar da Torre. <strong>E o que vimos de lá fez valer a pena todo o tempo de espera!</strong></p>
<div id="attachment_2027" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2027" title="TE4" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE4.jpg" alt="Vista de Paris do alto da Torre Eiffel" width="600" height="329" /></a><p class="wp-caption-text">Vista de Paris do alto da Torre Eiffel</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os 276 metros de altura do terceiro nível permitem uma visão panorâmica espetacular de Paris. Dizem que em dias claros a vista alcança até 80 Km de distância. Com atenção e ajuda de um mapa é possível identificar a maioria dos monumentos e atrações turísticas da cidade.</p>
<div id="attachment_2034" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-2034" title="TE5" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/08/TE5.jpg" alt="Paris vista da Torre Eiffel" width="600" height="1193" /></a><p class="wp-caption-text">Paris vista da Torre Eiffel</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/A5cbL9XmYkg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Anoitece em Paris. Depois de 3h20 de viagem desde Amsterdam, desembarcamos na Gare du Nord, a estação de trem mais movimentada da Europa. Após um rápido contato com o eficiente metrô parisiense, chegamos ao Raspail Montparnasse, um hotel três estrelas localizado próximo ao Jardim de Luxemburgo. Ao entrar no nosso quarto, abri a janela para&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/08/08/a-dama-de-ferro-de-paris/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/08/08/a-dama-de-ferro-de-paris/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/08/08/a-dama-de-ferro-de-paris/</feedburner:origLink></item><item><title>Ducs: o melhor guia de viagem de Amsterdam</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/0nYs0c3viT4/</link><category>Amsterdam</category><category>Europa</category><category>guia de viagem</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 11:46:44 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1977</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando estava planejando a minha viagem para a Europa encontrei o <a title="Ducs Amsterdam" href="http://www.ducsamsterdam.net" target="_blank">Ducs Amsterdam</a>, site do Daniel Duclos, um brasileiro que vive na Holanda desde 2007. Fiquei fascinado com o conteúdo do site, que apresenta com riqueza de detalhes as atrações turísticas de Amsterdam, além dos relatos bem humorados do cotidiano do Daniel em terras holandesas. E aproveitando o conhecimento adquirido, ele resolver lançar o <strong>Guia Ducs Amsterdam</strong>, ideal para quem gosta de planejar suas próprias viagens e deseja ir além das atrações turísticas tradicionais.</p>
<div id="attachment_1979" class="wp-caption alignnone" style="width: 314px"><img class="size-full wp-image-1979" title="Guia_ducs_amsterdam" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/Capa_guia_ducs_amsterdam_304.jpg" alt="Guia_ducs_amsterdam" width="304" height="430" /><p class="wp-caption-text">A capa do Guia Ducs Amsterdam</p></div>
<p style="text-align: justify;">O mesmo <strong>estilo prático e descontraído </strong>do site está presente no guia, que representa uma visão do Daniel a respeito da cidade. É justamente isso o que torna esse guia especial: o depoimento, quase sempre informal, de um brasileiro que conhece e ama Amsterdam. E nada melhor que ser guiado por alguém que fala a sua língua e tem conhecimentos de sobra para te apresentar um local que você não conhece!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quer saber quais são as atrações turísticas?</strong> O guia apresenta as principais, como a Casa de Anne Frank, o Van Gogh Museum, a Red Ligth District, entre outras, mas também as atrações que passam despercebidas pelos turistas. E tudo com informações atualizadas de endereço, telefone, site, preços e os melhores horários para visitação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Está com muitas dúvidas? </strong>O guia explica como é o clima durante o ano em Amsterdam, qual a melhor localização para se hospedar, como ir do aeroporto até o centro da cidade, como utilizar o transporte público, além de dicas de segurança. O guia também apresenta algumas comidas típicas que você deve experimentar, uma lista de restaurantes com boa relação <em>custo x benefício</em>,  onde fazer compras, como alugar uma bicicleta e uma série de dicas práticas para tornar inesquecível a sua viagem para Amsterdam.</p>
<p style="text-align: justify;">O guia é fornecido no <strong>formato digital PDF</strong>, permitindo que você escolha a melhor maneira de utilizá-lo: impresso, na tela do computador, em um tablet e até mesmo no smartphone. A diagramação é muito boa e favorece bastante a leitura, seja no modo impresso ou eletrônico. Embora seja ilustrado com muitas fotos, senti falta de alguns mapas para orientar o leitor sobre a localização dos locais citados. Mas não chega a ser uma falta grave, uma vez que é possível obter um mapa da cidade no hotel ou nos centros de apoio ao turismo.</p>
<p style="text-align: justify;">E o Daniel confia tanto no trabalho dele que propôs um acordo: <strong>se você comprar o guia e não gostar, ele devolve o dinheiro</strong>! Quer uma garantia melhor da qualidade do material? Impossível, né?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O meu veredicto: se você vai para Amsterdam, o Guia Ducs é indispensável! </strong><strong></strong></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><strong>Serviço</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">O Guia Ducs Amsterdam destina-se a pessoas que gostam de planejar suas próprias viagens e querem saber usar a cidade com experiência de quem mora sem perder de vistas suas principais atrações turísticas. Eu usei a experiência e a vivência que tenho de Amsterdam e de planejamento de viagens para ensinar o leitor a ir preparado e usar a cidade de maneira eficiente.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">O Guia Ducs Amsterdam será vendido em formato digital como um <strong>arquivo PDF de 65 páginas A4</strong> ricamente ilustradas. Esse formato permite grande flexibilidade (podem ser lido na tela ou impresso apenas os trechos que interessarem para a viagem) e portabilidade (pode ser acessado por email ou levado em uma tablet ou smartphone). O guia está <strong>disponível a partir do dia 11/07/11</strong> para venda no endereço <a href="http://www.ducsamsterdam.net/guia" target="_blank"><span style="color: blue;">http://www.ducsamsterdam.net/guia</span></a> por<strong> €19,80, pagáveis com cartão de crédito ou PayPal</strong>. O arquivo é entregue imediatamente após o pagamento.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><strong><em><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Breve Biografia</span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 5pt; line-height: normal; padding-left: 30px;"><em><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;;">Daniel Duclos tem 37 anos, é brasileiro, casado e tem uma filha. Reside com a família nos Países Baixos desde novembro de 2007. Desde a chegada, começou a escrever e manter o blog Ducs Amsterdam, sobre a vida e viagens nos Países Baixos e Europa. O blog conta com cerca de 90 mil acessos mensais e 1000 assinantes, e já foi citado em veículos como Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Rádio 107,3 FM.<br />
</span></em></p>
</blockquote>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 760px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
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<div><em>O Guia</em></div>
<div>O Guia Ducs Amsterdam   destina-se a pessoas que gostam de planejar suas próprias viagens e   querem saber usar a cidade com experiência de quem mora sem perder de   vistas suas principais atrações turísticas. Eu usei a experiência e a   vivência que tenho de Amsterdam e de planejamento de viagens para   ensinar o leitor a ir preparado e usar a cidade de maneira eficiente.</div>
<div>O Guia Ducs Amsterdam será vendido em formato digital como um <strong>arquivo PDF de 65 páginas A4</strong> ricamente  ilustradas. Esse formato permite grande flexibilidade (podem  ser lido  na tela ou impresso apenas os trechos que interessarem para a  viagem) e  portabilidade (pode ser acessado por email ou levado em uma  tablet ou  smartphone). O guia está <strong>disponível a partir do dia 11/07/11</strong> para venda no endereço <a href="http://www.ducsamsterdam.net/guia" target="_blank">http://www.ducsamsterdam.net/guia</a> por<strong> €19,80, pagáveis com cartão de crédito ou PayPal</strong>. O arquivo é entregue imediatamente após o pagamento.</div>
<div><em>Breve Biografia</em></div>
<div>Daniel   Duclos tem 37 anos, é brasileiro, casado e tem uma filha. Reside com a   família nos Países Baixos desde novembro de 2007. Desde a chegada,   começou a escrever e manter o blog Ducs Amsterdam, sobre a vida e   viagens nos Países Baixos e Europa. O blog conta com cerca de 90 mil   acessos mensais e 1000 assinantes, e já foi citado em veículos como   Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Rádio 107,3 FM.</div>
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<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/0nYs0c3viT4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Quando estava planejando a minha viagem para a Europa encontrei o Ducs Amsterdam, site do Daniel Duclos, um brasileiro que vive na Holanda desde 2007. Fiquei fascinado com o conteúdo do site, que apresenta com riqueza de detalhes as atrações turísticas de Amsterdam, além dos relatos bem humorados do cotidiano do Daniel em terras holandesas.&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/27/ducs-o-melhor-guia-de-viagem-de-amsterdam/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/07/27/ducs-o-melhor-guia-de-viagem-de-amsterdam/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/07/27/ducs-o-melhor-guia-de-viagem-de-amsterdam/</feedburner:origLink></item><item><title>O Jardim de Luxemburgo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/qiHgnbBz7Q8/</link><category>Europa</category><category>Paris</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 25 Jul 2011 04:54:07 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1951</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos lugares mais apreciados pelos parisienses é o <strong>Jardim de Luxemburgo</strong>. Situado no 6º <em>arrondissement</em>, próximo ao Quartier Latin, é um local perfeito para relaxar, fazer um piquenique ou praticar esportes.</p>
<div id="attachment_1952" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1952" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux1.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="308" /></a><p class="wp-caption-text">O Jardim de Luxemburgo</p></div>
<p style="text-align: justify;">É fácil entender a preferência dos moradores de Paris pelo local. Os seus 225 mil m² abrigam árvores frondosas, coloridos canteiros de flores, alguns lagos e espaços dedicados à prática de esportes e ao lazer. Caminhar pelo Jardim de Luxemburgo é como estar em um ensaio fotográfico, pois em cada recanto há um cenário pronto para ser registrado. E até mesmo os frequentadores parecem fazer poses perfeitas para uma foto!</p>
<div id="attachment_1957" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1957" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux2.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">Juro que não contratei esse casal para fazer a foto </p></div>
<p>O construção mais imponente do Jardim é o <strong>Palácio do Luxemburgo</strong>, construído no século XV para servir como residência de Marie de Médicis, mãe do Rei Luís XIII. Após a Revolução Francesa o palácio foi transformado em uma prisão. Atualmente é ocupado pelo Senado da França.</p>
<div id="attachment_1958" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1958" title="Palácio de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux3.jpg" alt="Palácio de Luxemburgo" width="600" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">O Palácio de Luxemburgo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um típico programa dominical em Paris, especialmente no verão, é disputar um espaço ao sol nos gramados do Jardim. Quem não consegue encontrar um lugar pode pegar uma das várias cadeiras disponíveis e escolher outro local para fazer um piquenique, ler um livro, ou simplesmente contemplar este paraíso verde.</p>
<div id="attachment_1959" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1959" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux4.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="792" /></a><p class="wp-caption-text">Tem sempre um lugar especial no Jardim de Luxemburgo</p></div>
<p style="text-align: justify;">Neste oásis de paz no meio de Paris é possível encontrar também espaços dedicados aos esportes, como quadras de tênis e basquete, além de canchas para a prática da bocha. E se você procurar direito, encontrará até a Estátua da Liberdade por lá!</p>
<div id="attachment_1969" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624791058395/"><img class="size-full wp-image-1969" title="Jardim de Luxemburgo" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/07/lux5.jpg" alt="Jardim de Luxemburgo" width="600" height="808" /></a><p class="wp-caption-text">Jardim de Luxemburgo</p></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/qiHgnbBz7Q8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Um dos lugares mais apreciados pelos parisienses é o Jardim de Luxemburgo. Situado no 6º arrondissement, próximo ao Quartier Latin, é um local perfeito para relaxar, fazer um piquenique ou praticar esportes. É fácil entender a preferência dos moradores de Paris pelo local. Os seus 225 mil m² abrigam árvores frondosas, coloridos canteiros de flores,&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">1</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/07/25/o-jardim-de-luxemburgo/</feedburner:origLink></item><item><title>De Amsterdam a Paris a 300 Km/h</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/obOD2zAtH8A/</link><category>Amsterdam</category><category>Europa</category><category>Paris</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 05:47:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1929</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Meio de transporte pouco aproveitado no Brasil, o <strong>trem</strong> é bastante utilizado na Europa. A malha ferroviária européia cobre grande parte do continente e os preços das passagens são bem convidativos. Como não haviam vôos de empresas <em>low cost</em> disponíveis de <strong>Amsterdam para Paris</strong>, decidimos fazer a viagem até a Cidade Luz a bordo de um trem da empresa belga <a title="Thalys" href="http://www.thalys.com" target="_blank"><strong>Thalys</strong></a>. Comprar as passagens no Brasil foi mais complicado do que imaginava. Embora houvesse a opção de compra no site da empresa para retirada dos tickets na estação, o meu cartão de crédito internacional não foi aceito. Tive que recorrer à <a title="Rail Europe Brasil" href="http://www.raileurope.com.br" target="_blank"><strong>Rail Europe</strong></a>, empresa com sede em Paris, que compra e entrega os tickets em qualquer lugar do mundo. A vantagem de comprar com a Rail Europe é receber os tickets em casa, porém paga-se mais caro por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Cientes da pontualidade dos trens europeus, chegamos à <strong>Amsterdam Centraal</strong> com 45 minutos de antecedência. Encontramos a nossa plataforma de embarque com um pouco de dificuldade e ficamos observando as chegadas e partidas dos trens para várias cidades da Holanda e de outros países.</p>
<div id="attachment_1931" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1931" title="Amsterdam Centraal" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem11.jpg" alt="Amsterdam Centraal" width="600" height="705" /><p class="wp-caption-text">Plataforma de embarque na Amsterdam Centraal</p></div>
<p style="text-align: justify;">O nosso trem chegou à estação com 15 minutos de antecedência. Ao contrário das viagens aéreas, onde as bagagens são despachadas antes do embarque, as malas são levadas pelos próprios passageiros para um espaço reservado dentro de cada vagão. Confesso que senti uma certa insegurança, afinal qualquer pessoa poderia levar nossas malas em uma das paradas. &#8220;Relaxa, você está na Europa&#8221;,  era o que eu pensava, tentando me convencer de que larápios só existem em países pobres.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1932" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-1932" title="Trem Thalys" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem2.jpg" alt="Trem Thalys" width="600" height="357" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Trem Thalys</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Pontualmente às 13h16 partimos com destino a Paris. As <strong>poltronas da classe econômica</strong>, embora com pouco espaço entre elas, eram bem confortáveis. Em cada fileira haviam tomadas disponíveis para a recarga de aparelhos eletrônicos e, por cerca de 7 Euros a mais, era possível até mesmo acessar a internet wifi durante 1 hora. Deixamos o notebook e Ipod de lado e dedicamos nossa atenção às cidades, fazendas e estradas que passavam pela janela a 300 Km/h.</p>
<div id="attachment_1933" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1933" title="Poltronas Thalys" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem3.jpg" alt="Poltronas Thalys" width="600" height="430" /><p class="wp-caption-text">Poltronas da classe econômica</p></div>
<p style="text-align: justify;">Enquanto alguns passageiros saboreavam a refeição servida gratuitamente na primeira classe, fomos comprar um lanche no <strong>Bar Thalys</strong>, localizado em um vagão dedicado a ele. No cardápio haviam opções de cafés, refrigerentes, cervejas, saladas, sanduíches quentes, batatas e sobremesas. Optamos por um lanche leve e retornarmos aos nossos assentos.</p>
<div id="attachment_1938" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1938" title="Bar Thalys" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/trem4.jpg" alt="Bar Thalys" width="600" height="441" /><p class="wp-caption-text">Bar Thalys</p></div>
<p>Depois de percorrer quase 500 Km em 3h20 de viagem tranquila e confortável, chegamos à estação Paris Gare du Nord. Infelizmente o Brasil não investe no trem como meio de transporte. Eu seria, com certeza, um cliente habitual.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/obOD2zAtH8A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Meio de transporte pouco aproveitado no Brasil, o trem é bastante utilizado na Europa. A malha ferroviária européia cobre grande parte do continente e os preços das passagens são bem convidativos. Como não haviam vôos de empresas low cost disponíveis de Amsterdam para Paris, decidimos fazer a viagem até a Cidade Luz a bordo de&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/07/04/de-amsterdam-a-paris-a-300-kmh/</feedburner:origLink></item><item><title>Uma cidade de ouro</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/OeQnp6fatnQ/</link><category>Minas Gerais</category><category>Ouro Preto</category><category>Inconfidência Mineira</category><category>Tiradentes</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Wed, 29 Jun 2011 14:49:28 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1897</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem lugares que nunca canso de visitar. É o caso de <strong>Ouro Preto</strong>, cidade mineira eleita como um dos 12 Patrimônios Culturais da Humanidade pela Unesco. O fato de possuir o maior conjunto arquitetônico do barroco brasileiro é um bom motivo para retornar com frequência, mas o que realmente me encanta é a união entre a arquitetura e a natureza, o que confere à cidade um charme peculiar.</p>
<div id="attachment_1898" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606508632869/with/2312762875/"><img class="size-full wp-image-1898" title="Ouro Preto" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/ouro1.jpg" alt="Ouro Preto" width="600" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Vista panorâmica de Ouro Preto. Ao fundo, o Pico do Itacolomi.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Caminhar pelas <strong>ladeiras </strong><strong>históricas</strong>, embora seja cansativo em alguns trechos, <strong> </strong>é a melhor maneira de desvendar cada parte desse patrimônio. Nas íngremes ruas se encontram atrações como antigos casarões, igrejas, capelas e museus. A dificuldade de locomoção pelas estreitas vielas se converte no benéfico exercício da contemplação: entre um local e outro, a cada pausa para recuperar o fôlego, um novo ângulo da cidade surge diante dos olhos.</p>
<div id="attachment_1899" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606508632869/with/2312762875/"><img class="size-full wp-image-1899" title="Ouro Preto" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/ouro2.jpg" alt="Ouro Preto" width="600" height="506" /></a><p class="wp-caption-text">As estreitas ruas de Ouro Preto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os antigos <strong>casarões</strong>, imóveis emblemáticos de Ouro Preto, possuem uma arquitetura colonial típica do Ciclo do Ouro, período onde a extração do ouro era a principal atividade econômica do Brasil. Foi a riqueza oriunda do ouro que financiou a maioria das construções apreciadas até hoje. Ver as grandes janelas e varandas dos casarões dão um toque especial à paisagem e proporcionam a sensação de uma visita ao passado.</p>
<div id="attachment_1903" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606508632869/"><img class="size-full wp-image-1903" title="Ouro Preto" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/ouro3.jpg" alt="Ouro Preto" width="600" height="889" /></a><p class="wp-caption-text">Os casarões de Ouro Preto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas o que domina mesmo o panorama são as <strong>igrejas</strong>. Não importa para qual lado você olhe, há sempre uma ao alcance da visão. A mais conhecida é a de <strong>São Francisco de Assis</strong>, uma verdadeira obra-prima do barroco brasileiro que abriga obras de dois grandes artistas: Antônio Francisco Lisboa, o <strong>Aleijadinho</strong>, responsável pela arquitetura, esculturas e ornamentações, e Manuel da Costa Athaíde, o <strong>Mestre Athaíde</strong>, autor das pinturas e ornamentações. Existem ainda outras importantes igrejas espalhadas pela cidade, como a de São Francisco de Paula, Nossa Senhora da Rosário, Nossa Senhora do Pilar, Nossa Senhora das Mercês e Perdões, entre outras. Se na parte externa o estilo barroco é o que desperta mais a atenção, o interior da maioria delas é ricamente decorado em ouro. Só a Matriz de Nossa Senhora do Pilar, por exemplo, foi decorada com mais de 400 quilos desse precioso metal!</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1914" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606508632869/with/2313574958/"><img class="size-full wp-image-1914" title="Ouro Preto" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/ouro4.jpg" alt="Ouro Preto" width="600" height="1083" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Igrejas de Ouro Preto</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Subindo a Rua Direita, famosa por suas pousadas, restaurantes e repúblicas de estudantes, chega-se à <strong>Praça Tirandentes</strong>. Nesse local foi exposta em 1792, época em que cidade ainda chamava-se <em>Vila Rica,</em> a cabeça do Mártir da Independência, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes<em></em>. No edifício mais imponente da praça funciona o <strong>Museu da Inconfidência</strong>, cujo acervo é composto por objetos da época da Inconfidência Mineira e de Arte Sacra. Na praça ainda estão localizados o <strong>Monumento ao Mártir</strong>, representado por uma estátua em bronze de Tiradentes, e o <strong>Museu de Ciência e Técnica</strong>, que possui mais de 20 mil amostras de minérios do mundo todo.</p>
<div id="attachment_1915" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606508632869/with/2313574958/"><img class="size-full wp-image-1915" title="O Museu da Inconfidência e o Monumento ao Mártir" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/ouro5.jpg" alt="O Museu da Inconfidência e o Monumento ao Mártir" width="600" height="926" /></a><p class="wp-caption-text">O Museu da Inconfidência e o Monumento ao Mártir</p></div>
<p style="text-align: justify;">Assim é Ouro Preto, uma cidade encravada nas montanhas, com suas ruas de calçamento de pedra, casarões, museus, monumentos históricos e igrejas. A cada esquina, uma nova descoberta, a cada retorno, um novo encantamento. É por isso que sempre que vou embora, olho para trás e digo: <strong>até breve!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606508632869/with/2313573870/"><img class="alignnone size-full wp-image-1920" title="Ouro Preto" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/ouro6.jpg" alt="Ouro Preto" width="600" height="341" /></a><br />
</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/OeQnp6fatnQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Existem lugares que nunca canso de visitar. É o caso de Ouro Preto, cidade mineira eleita como um dos 12 Patrimônios Culturais da Humanidade pela Unesco. O fato de possuir o maior conjunto arquitetônico do barroco brasileiro é um bom motivo para retornar com frequência, mas o que realmente me encanta é a união entre&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/06/29/uma-cidade-de-ouro/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/06/29/uma-cidade-de-ouro/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/06/29/uma-cidade-de-ouro/</feedburner:origLink></item><item><title>O Mercado Central de Belo Horizonte</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/6TSzLXdttGw/</link><category>Belo Horizonte</category><category>artesanato mineiro</category><category>culinária mineira</category><category>Mercado Central</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Thu, 23 Jun 2011 19:04:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1863</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A melhor maneira de conhecer os hábitos dos moradores de qualquer cidade é passear por suas feiras e mercados. Seja em Paris, Buenos Aires ou New York, são nesses lugares onde podemos conferir o que há de mais genuíno na cultura local. E em <strong>Belo Horizonte</strong> não é diferente! Para compreender a alma do belo-horizontino, não há lugar melhor que o <a title="Mercado Central de Belo Horizonte" href="http://www.mercadocentral.com.br" target="_blank"><strong>Mercado Central</strong></a>.</p>
<div id="attachment_1870" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="size-full wp-image-1870 " title="Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado0.jpg" alt="Mercado Central" width="600" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos corredores do Mercado Central</p></div>
<p style="text-align: justify;">Inaugurado em 1929, o Mercado funcionava como uma feira a céu aberto no terreno cedido pela Prefeitura. Na década de 60, quando a Prefeitura decidiu vender a propriedade, os comerciantes se uniram, compraram o terreno e construíram um enorme galpão coberto de 14.000 m2 para abrigar as lojas. Desde então o Mercado se tornou um dos pontos de encontro mais tradicionais de Belo Horizonte.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente o Mercado possui mais de 400 lojas onde se encontra de quase tudo. Para quem procura por <strong>artesanato</strong>, <strong>objetos de decoração e utensílios domésticos</strong> não há melhor lugar para encontrar artigos de couro e palha, panelas de pedra ou de ferro, roupas de bordado ou crochê, cerâmicas, e muitas outras coisas.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1864" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="size-full wp-image-1864" title="Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado1.jpg" alt="Mercado Central" width="600" height="721" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Artesanato no Mercado Central</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Se a intenção é fazer compras para preparar uma refeição, a variedade de <strong>verduras, legumes, carnes, laticínios e especiarias </strong> garante que nada vai ficar faltando. O difícil é não ficar hipnotizado diante do impressionante colorido à mostra nas lojas. Segundo os frequentadores mais habituais, o Mercado Central é o melhor lugar da cidade para encontrar alimentos frescos e de boa qualidade.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1866" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="size-full wp-image-1866" title="Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado2.jpg" alt="Mercado Central" width="600" height="716" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">As cores do Mercado Central</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">E como depois de uma boa refeição não pode faltar uma <strong>sobremesa</strong>, fique à vontade para escolher uma goiabada cascão, um doce de leite, de figo ou de cidra. E também existem frutas de todos as espécies, até mesmo as mais exóticas ou originárias de outros estados, como a siriguela, umbu, cajá, graviola, pitomba, entre outras.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1869" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="size-full wp-image-1869" title="Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado3.jpg" alt="Mercado Central" width="600" height="732" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Doces e frutas para todos os gostos</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Não dá pra ir à capital de Minas Gerais e deixar de saborear um <strong>autêntico queijo mineiro</strong>. Se ficar complicado escolher entre o Minas, Frescal, Canastra, Parmesão ou algum outro queijo disponível, a melhor opção é comprar um de cada tipo e deixar para eleger o melhor em casa. De preferência, acompanhado por um doce de leite ou goiabada!</p>
<div id="attachment_1871" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="alignnone size-full wp-image-1873" title="Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado41.jpg" alt="Mercado Central" width="600" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">O autêntico queijo mineiro.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas se o propósito é experimentar a <strong>culinária mineira</strong> <em>in loco</em>, existem ótimas opções no Mercado. Um dos restautantes mais tradicionais é o <strong>Casa Cheia</strong>. O ambiente é simples e quase sempre está lotado, mas a espera por uma mesa é recompensada com um bom atendimento e uma deliciosa refeição. Acompanhado por uma caipirinha feita com cachaça local, pode-se saborear pratos como as &#8220;Almôndegas Exóticas&#8221;, feitas com carne de sol, recheio de queijo e molho de abóbora, ou o &#8220;Mexidoido Chapado&#8221;, que leva picanha, bacon, linguiça, lombo defumado, legumes e um ovo de codorna frito.</p>
<div id="attachment_1876" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="size-full wp-image-1876" title="Restaurante Casa Cheia, no Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado5.jpg" alt="Restaurante Casa Cheia, no Mercado Central" width="600" height="579" /></a><p class="wp-caption-text">Restaurante Casa Cheia</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para quem deseja simplesmente <strong>beber uma cerveja </strong>enquanto saboreia uma porção de fígado acebolado com jiló, existem inúmeros bares localizados próximos às entradas. Seguindo a tradição local, não existem mesas ou cadeiras disponíveis. O consumo é feito em pé, muitas vezes com a barriga encostada no balcão e cercado de pessoas por todos os lados. Dizem que o segredo de tamanha clientela é que lá são servidas as cervejas mais geladas da cidade!</p>
<div id="attachment_1878" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/"><img class="size-full wp-image-1878" title="Os bares do Mercado Central" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/mercado6.jpg" alt="Os bares do Mercado Central" width="600" height="848" /></a><p class="wp-caption-text">Os bares do Mercado Central</p></div>
<p style="text-align: justify;">É assim, caminhando pelos corredores do Mercado Central e vivendo por algumas horas como um típico morador de Belo Horizonte, que se encontra o verdadeiro espírito dessa cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a title="Mercado Central no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606505181890/" target="_blank">Clique aqui</a></strong> e veja mais fotos do Mercado Central.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157606505181890/"><img class="alignnone size-full wp-image-1885" title="Mercado Central no Flickr" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/flickr.jpg" alt="Mercado Central no Flickr" width="543" height="231" /></a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/6TSzLXdttGw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>A melhor maneira de conhecer os hábitos dos moradores de qualquer cidade é passear por suas feiras e mercados. Seja em Paris, Buenos Aires ou New York, são nesses lugares onde podemos conferir o que há de mais genuíno na cultura local. E em Belo Horizonte não é diferente! Para compreender a alma do belo-horizontino,&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/06/24/o-mercado-central-de-belo-horizonte/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/06/24/o-mercado-central-de-belo-horizonte/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">6</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/06/24/o-mercado-central-de-belo-horizonte/</feedburner:origLink></item><item><title>O impressionante Inhotim</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/hOjz6-bmYCk/</link><category>Belo Horizonte</category><category>Inhotim</category><category>Minas Gerais</category><category>_</category><category>arte contemporânea</category><category>Brumadinho</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 14:34:02 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1781</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O que é o <strong>Inhotim?</strong> Um enorme museu a céu aberto? Um jardim botânico com obras de artes espalhadas por todos os lados? Ou um parque temático cultural, uma espécie de Disneylândia cabeça? Embora existam várias denominações, o nome oficial é Centro de Arte Contemporânea, termo que, para mim, ainda não define exatamente o Inhotim. Assim como nos referimos a qualquer palha de aço como Bombril, e todo aparelho de barbear como Gillette, talvez o nome Inhotim seja utilizado no futuro para designar espaços culturais semelhantes. Imagino até mesmo uma conversa entre amigos:</p>
<p style="padding-left: 30px;">- Rapaz! Eu visitei um Inhotim sensacional na França!<br />
- É mesmo? Mas igual ao nosso?<br />
- Não, igual ao nosso não existe! Mas era um baita Inhotim.</p>
<p style="text-align: justify;">São várias as características que tornam o Inhotim um lugar singular. Um delas é a relação de perfeito equilíbrio entre as obras, galerias e o espaço onde estão inseridas. Ao contrário da maioria dos museus, que dispõem suas coleções em longos e sucessivos corredores, lá as obras são posicionadas estrategicamente em pontos diversos do belíssimo <strong>Jardim Botânico</strong> de 97 hectares, cuja boa parte foi desenvolvida com a colaboração do paisagista Burle Marx. Essa peculiaridade permite ao público uma pausa providencial na visitação às obras, pois evita uma overdose de informações e sensações, além de possibilitar a melhor compreensão do que foi visto antes de passar à próxima atração.</p>
<div id="attachment_1787" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1787" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh02.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">A bela paisagem natural do Inhotim.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outra interessante característica é que não existem roteiros predefinidos para a visitação no Inhotim. A proposta é que o visitante entregue-se livremente ao museu, experimente e descubra cada percurso e encante-se com a sinergia latente entre a arte e a paisagem. Durante o trajeto, logo após um lago, uma árvore frondosa e até mesmo no meio do mato, as obras e galerias surgem inesperadas. Evidentemente, a surpresa faz parte da experiência sugerida e torna a visita muito mais estimulante.</p>
<div id="attachment_1788" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1788" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh03.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Este iglu abriga a obra &quot;By Means of a Sudden Intuitive Realization&quot;, de Olafur Eliasson.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo dessa integração com o ambiente é o “<strong>Sonic Pavilion</strong>”, obra do premiado artista Doug Aitken, que se assemelha a um disco voador aterrizado no alto de um morro. Se o lado externo já impressiona, o interior não deixa nada a desejar. No centro do pavilhão redondo com paredes de vidro há um furo no solo de 200 metros de profundidade. Dentro dele foram instalados cinco microfones de alta sensibilidade que captam os sons do interior do planeta e amplificados por vários alto-falantes distribuídos ao redor das paredes internas da instalação. É uma experiência única ouvir os sons da Terra e admirar a bela paisagem que se vislumbra lá de cima.</p>
<div id="attachment_1801" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1801 " title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh04.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="1008" /></a><p class="wp-caption-text">“Sonic Pavilion”, obra do premiado artista Doug Aitken.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A menos de 100 metros do pavilhão sonoro de Aitken, uma trilha leva até a “<strong>De Lama Lâmina</strong>”, obra criada pelo artista norte americano Matthew Barney. Construídos no meio de uma floresta de eucaliptos, os domos compostos de vidro e aço abrigam um enorme trator esmagando uma árvore, cujo conceito representa o conflito entre a tecnologia e a natureza. Os reflexos formados nos vidros espelhados dos domos geram interessantes imagens distorcidas da obra.</p>
<div id="attachment_1797" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1797 " title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh102.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">“De Lama Lâmina”, obra criada pelo artista norte americano Matthew Barney.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mais um ótimo exemplo de integração é a “<strong>Beam Drop Inhotim</strong>”. A construção da obra, no alto de uma montanha, durou 12 ininterruptas horas e consistiu no lançamento de 71 vigas de aço dentro de uma enorme poça de concreto fresco, sob o esforço de um guindaste com 45 metros de altura. O aspecto final da obra do artista Chris Burden é um instigante amontoado de vigas alinhadas de forma aleatória. Ao vê-la lembrei-me imediatamente da Fortaleza da Solidão apresentada no filme Superman, estrelado por Christopher Reeve e exibido em 1978.</p>
<div id="attachment_1836" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1836" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh1002.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="688" /></a><p class="wp-caption-text">“Beam Drop Inhotim”, obra do artista Chris Burden.</p></div>
<p style="text-align: justify;">E mais surpresas vão surgindo ao longo do percurso, como a “<strong>Troca-Troca</strong>”, obra composta por simpáticos fuscas coloridos alinhados em um extenso gramado, as <strong>esculturas</strong> sem cabeça assinadas por Edgard de Souza e as imponentes paredes simétricas da “<strong>Penetrável Magic Square # 5</strong>”, de Hélio Oiticica.</p>
<div id="attachment_1795" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh101.jpg"><img class="size-full wp-image-1795" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh101.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="712" /></a><p class="wp-caption-text">No Inhotim as obras surgem ao longo do percurso.</p></div>
<p style="text-align: justify;">E o Inhotim estimula outros sentidos além da visão. Ao contrário de alguns museus onde não se pode tocar em absolutamente nada, lá algumas obras foram justamente com essa intenção. É o caso de certas obras de Cildo Meireles. Em &#8220;<strong>Através</strong>&#8220;, o artista utilizou objetos e materiais utilizados para recriarem barreiras, como cortinas de plástico, arame farpado e até aquários, formando um labirinto com o chão totalmente coberto por estilhaços de vidros. É uma sensação especial caminhar sobre os pedaços de vidro para examinar cada parte da obra. Os sons emitidos pelo choque dos pés, devidamente calçados, e os vidros, causam inicialmente um sentimento de aflição. Mas após alguns instantes, com os ouvidos ambientados aos sons dos passos, a sensação é de admiração!</p>
<div id="attachment_1817" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1817" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh05.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="444" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Através&quot;, obra de Cildo Meireles.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A mesma alternância de sensações ocorre com outra obra de Meireles, &#8220;<strong>Desvio para o vermelho</strong>&#8220;, composta por ambientes monocromáticos. Após o espanto inicial de ver  todos os móveis, objetos e chão impregnados por um  vermelho vivo, surge o prazer de descobrir cada canto dos ambientes, reconhecer objetos do uso cotidiano e até abrir uma geladeira e encontrar, lá dentro, o mesmo vermelho presente no lado externo.</p>
<div id="attachment_1821" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1821" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh061.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="1134" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Desvio para o vermelho&quot;, obra de Cildo Meireles.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na Galeria Praça é a vez de aguçar a audição com a obra &#8220;<strong>Forty Part Motet</strong>&#8220;, de Janet Cardiff. São 40 alto-falantes dispostos ao redor de um amplo galpão e que repetem continuamente uma música composta para o aniversário da Rainha Elizabeth I em 1575. Cada alto-falante reproduz a voz do integrante de um coral e permite ao visitante perceber diferentes combinações e harmonias em cada ponto da instalação. Ao fechar os olhos, sentado em um dos bancos de madeira no centro do galpão, senti-me presente em uma apresentação daquele coral em um grande teatro.</p>
<div id="attachment_1834" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1834" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh07.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Forty Part Motet&quot;, obra de Janet Cardiff.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma das imagens mais conhecidas do Inhotim é a da Galeria Adriana Varejão. O enorme edifício e seu belo espelho d´água abrigam algumas obras da artista carioca, como a &#8220;<strong>Linda do Rosário</strong>&#8220;, escultura onde partes do corpo humano substituem os tijolos para erguer uma parede. E a &#8220;<strong>Celacanto provoca maremoto</strong>&#8220;, formada por painéis que simulam os tradicionais azulejos portugueses, porém com distribuição desordenada das imagens.</p>
<div id="attachment_1840" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/"><img class="size-full wp-image-1840" title="Inhotim" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/inh08.jpg" alt="Inhotim" width="600" height="1090" /></a><p class="wp-caption-text">A Galeria Adriana Verejão e algumas de suas obras.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Eu poderia escrever mais mil palavras sobre o Inhotim e, mesmo assim, não conseguiria abordar as mais de 500 obras que fazem parte do seu acervo. Aliás, o crescimento constante desse acervo nos últimos anos tornou impossível conhecê-lo, em sua totalidade, em apenas um dia. Talvez, com muita disposição, seja possível concluir a tarefa em dois dias, considerando-se ainda os muitos locais agradáveis do Jardim Botânico para revigorantes pausas. Como disse, O Inhotim não se define em uma palavra. Mas se pudesse fazê-lo, essa palavra seria:<strong> impressionante!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Inhotim - um álbum no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157616444426186/detail/" target="_blank"><strong>Clique aqui</strong></a> e veja mais fotos do Inhotim.<strong><br />
</strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/hOjz6-bmYCk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>O que é o Inhotim? Um enorme museu a céu aberto? Um jardim botânico com obras de artes espalhadas por todos os lados? Ou um parque temático cultural, uma espécie de Disneylândia cabeça? Embora existam várias denominações, o nome oficial é Centro de Arte Contemporânea, termo que, para mim, ainda não define exatamente o Inhotim.&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/06/15/o-impressionante-inhotim/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/06/15/o-impressionante-inhotim/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">25</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/06/15/o-impressionante-inhotim/</feedburner:origLink></item><item><title>Heineken Experience: uma aula de cerveja e marketing</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/OQueSeFaz/~3/4BMWNgh4QQo/</link><category>Amsterdam</category><category>cerveja</category><category>Heineken</category><category>Heineken Experience</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Alexandre Costa</dc:creator><pubDate>Wed, 01 Jun 2011 19:47:11 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.oquesefaz.com/?p=1720</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-1727" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/hein01.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="376" /></p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Heineken</strong> é uma das marcas de cerveja mais famosas do mundo. Fundada na Holanda em 1863, a cervejaria iniciou sua expansão mundial um século depois e atualmente possui 140 fábricas em mais de 70 países. A primeira fábrica da empresa, localizada em Amsterdam, permaneceu em funcionamento até ser desativada em 1988. Em 1991 parte do prédio foi demolida e um centro de informações da Heineken foi instalado no local. E em 2001 a cervejaria encomendou um projeto junto à <a title="BRC Imagination and Arts" href="http://www.brcweb.com/" target="_blank">BRC imagination and Arts</a>, uma das empresas de marketing de experiência mais importantes do mundo, para a criação do <strong>Heineken Experience</strong>, um museu interativo que conta a trajetória da marca e o processo de fabricação da sua cerveja. Para quem adora beber uma cerveja, como eu, esta é uma atração turística imperdível em Amsterdam. E para quem é um profissional da área de Marketing, o que também é o meu caso, o Heineken Experience é um verdadeiro parque de diversões!</p>
<p style="text-align: justify;">A gestão de uma marca com o objetivo de posicioná-la no mercado e obter relevância na mente dos consumidores é denominada de <em>Branding</em>. Quanto mais satisfatória for a imagem que o consumidor tiver de uma marca, maiores são as chances de mantê-lo fiel a ela. E a principal atividade de <em>Branding</em> é gerenciar todo o contato que o consumidor tenha com a marca para garantir que esta experiência exceda as expectativas dele. No Heineken Experience este contato com a marca é planejado minuciosamente para que a experiência vivida seja a melhor possível.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1723" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/hein1.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="473" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O tour ao museu se inicia com a exibição de um divertido vídeo, projetado em um amplo bar, que apresenta a história da Heineken desde a sua origem até os dias atuais. No espaço ao lado deste bar estão expostas algumas garrafas, rótulos e peças publicitárias utilizadas pela empresa ao longo dos anos. É interessante perceber como o logotipo da empresa foi evoluindo até chegar ao utilizado atualmente. A mesma percepção se aplica às garrafas que, devido aos avanços no processo de envasamento da cerveja, passaram de recipientes rústicos para premiadas peças de design.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1724" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/05/hein2.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="1113" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A continuação do tour leva a um amplo espaço onde estão instaladas enormes caldeiras. Por meio de pequenas janelas é possível colocar a cabeça dentro de cada uma delas e assistir a filmes que apresentam partes do processo de fabricação da cerveja. Neste espaço há também a presença de um funcionário do museu que apresenta os ingredientes necessários para iniciar a fabricação da cerveja, como a cevada, o lúpulo e o malte. É possível experimentar o líquido formado pela mistura destes ingredientes antes do início da fermentação, cujo aspecto é de uma água suja. Infelizmente o gosto também é!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1750" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein3.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="1275" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das atrações mais interessantes é realizada em uma sala chamada de Brew U, onde experimenta-se a sensação de ser uma cerveja em processo de fabricação. Sincronizado com as cenas de um vídeo narrado em inglês por um cômico personagem, acontece de tudo: gotas de água dispersam pela sala durante a mistura dos ingredientes, calor no momento da fermentação, vento durante a etapa de resfriamento e o chão tremendo continuamente durante o processo de envasamento da cerveja em garrafas até o transporte e entrega da garrafa um bar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1751" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein5.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="327" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E de tanto falar em cerveja, chega o momento de beber uma dose bem gelada! Mas não antes de ouvir outro funcionário do Heineken Experience explanar sobre como preparar o copo, servir e degustar uma cerveja. A explicação é bem interessante e aborda alguns critérios para avaliar a qualidade da cerveja, como a cor, o cheiro e até mesmo a quantidade de bolhas formadas no fundo do copo!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1754" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein6.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="462" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Pensa que acabou? Não! A experiência continua!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1752" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein4.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em uma sala totalmente decorada com mobiliário da cor verde (porque será que usaram esta cor?) são exibidos vídeos de shows e eventos esportivos patrocinados pela Heineken no mundo todo. É uma incontestável amostra da força e presença mundial da marca.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1762" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein7.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="341" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A penúltima etapa do tour ao Heineken Experience é um ótimo exemplo do uso da interativade em museus. Um imenso salão abriga inúmeros aparelhos que estabelecem formas descontraídas de contato com a marca. Alguns permitem a gravação de vídeos musicais ou sob forma de depoimento que podem ser enviados por e-mail. Outros aparelhos apresentam um jogo interativo onde é possível liberar o <em>James Bond</em> que existe dentro de cada pessoa. Há ainda uma chopeira eletrônica que ensina técnicas para servir aquele chopp perfeito. Pena que o chopp é virtual! Mas nem tudo é eletrônico: uma mesa de pebolim simula um estádio de futebol pronto para receber uma partida da <em>Champions League</em>, o principal campeonato disputado entre os clubes europeus. Não precisa dizer que o torneio é patrocinado pela Heineken, precisa?</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1764" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein8.jpg" alt="Heineken Experience" width="600" height="1795" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E para fechar com chave de ouro, o momento mais esperado: a degustação da cerveja! Cada ingresso dá direito a dois copos gelados e muito bem servidos de Heineken. <em>Cheers</em>!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/alexandre_cg/sets/72157624634841591/"><img class="alignnone size-full wp-image-1766" title="Heineken Experience" src="http://www.oquesefaz.com/wp-content/uploads/2011/06/hein9.jpg" alt="Heineken Experience" width="599" height="452" /></a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/OQueSeFaz/~4/4BMWNgh4QQo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>A Heineken é uma das marcas de cerveja mais famosas do mundo. Fundada na Holanda em 1863, a cervejaria iniciou sua expansão mundial um século depois e atualmente possui 140 fábricas em mais de 70 países. A primeira fábrica da empresa, localizada em Amsterdam, permaneceu em funcionamento até ser desativada em 1988. Em 1991 parte&lt;a href="http://www.oquesefaz.com/2011/06/02/heineken-experience-uma-aula-de-cerveja-e-marketing/"&gt;&amp;#160;&amp;#160;[ Read More ]&lt;/a&gt;</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.oquesefaz.com/2011/06/02/heineken-experience-uma-aula-de-cerveja-e-marketing/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.oquesefaz.com/2011/06/02/heineken-experience-uma-aula-de-cerveja-e-marketing/</feedburner:origLink></item></channel></rss>

