<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421</id><updated>2024-08-29T03:02:43.964-03:00</updated><category term="Liberdade"/><category term="Economia"/><category term="English content"/><category term="Propriedade Intelectual"/><category term="Vídeo"/><category term="Socialismo"/><category term="Crise"/><category term="Era Digital"/><category term="Jeffrey Tucker"/><category term="Ayn Rand"/><category term="Conspiração"/><category term="Keynes"/><category term="Mises"/><category term="Praxeologia"/><category term="Bastiat"/><category term="Brutalismo"/><category term="Capitalismo"/><category term="Educação"/><category term="Esquerda"/><category term="Federal Reserve"/><category term="Murray Rothbard"/><category term="Swartz"/><category term="Tom Woods"/><category term="iPhone"/><title type='text'>O que se vê e o que não se vê</title><subtitle type='html'>&quot;O estado é uma grande ficção, através da qual todo mundo se esforça para viver à custa dos outros&quot; Frederic Bastiat</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-3404346189801211831</id><published>2016-03-21T12:47:00.000-03:00</published><updated>2016-03-21T12:47:20.665-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Capitalismo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Era Digital"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Esquerda"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="iPhone"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Socialismo"/><title type='text'>Sobre o socialista de iPhone</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: white; color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif; font-size: 9.5pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Não há momento mais
conveniente que esse para levantar a questão sobre o socialista de iPhone. Boa
parte da população vive intensamente os acontecimentos oriundos da crise no
governo brasileiro e se por um lado fala-se muito sobre políticos e suas ações
na prática, por outro lado fala-se pouco sobre as filosofias políticas de
opositores e apoiadores do governo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif; font-size: 9.5pt; line-height: 107%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;É errado
um socialista ter um iPhone? Certamente não! Mas a crítica não se limita a
isso. O socialista de iPhone representa um estilo de vida elitista. Ele não é
somente um possuidor de smartphone, ele é um entusiasta do Netflix, Spotify,
Uber, Snapchat, Facebook, Instagram, festivais de música, bons restaurantes e
bons drinques que, na primeira oportunidade, levanta bandeiras anti-mercado.
Isso é, no mínimo, contraditório.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;Eles
poderiam dizer que o Marx nunca disse que devemos fazer voto de pobreza - e
isso é verdade - mas o mesmo barbudo falou exaustivamente sobre os males do
fetiche a mercadoria. Outros dizem que o avanço tecnológico é inevitável e
natural. Ou, como disse Cynara Menezes &quot;no socialismo, todos terão iPhone&quot;.
Afirmações como essa (e o determinismo histórico em geral) são tão passiveis de
confirmação quanto a ida ao paraíso e encontro com sete virgens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;O maior
erro de julgamento da esquerda é achar que a igualdade social é a solução para
os pobres enquanto ela ignora não só o histórico de tentativas socialistas como
rejeitam a ideia da geração de riqueza como um fator fundamental para evolução
da sociedade. Seus discursos me fazem pensar que durante mais de 5 mil anos o
mundo era perfeito. Que, com mais de 90% da população vivendo nas mesmas
condições e sem capitalismo, a felicidade reinava na Terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;Na
pratica, não importa o quanto de riqueza foi gerada nos últimos 200 anos, o
quão popular se tornaram produtos, serviços e tecnologias antes limitados a
poucos, quanto - em geral - a sociedade evoluiu em níveis econômicos e sociais
ou quanto as condições de trabalho nunca foram melhores. A esquerda é
categórica: A desigualdade é terrível, o sistema capitalista é o maior problema
do século XXI.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;Partindo,
portanto, do princípio de incapacidade do capitalismo e do mercado em
contribuir para a evolução da sociedade, a esquerda defende o Estado como
instituição fundamental e única para exercer a justiça social, não importa se
essa instituição é responsável por guerras e escravidões durante milênios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;Não há
crédito e elogios aos empreendedores que hoje nos fornecem produtos e serviços que
há 20 anos jamais imaginaríamos usufruir. Preferem, por exemplo, falar de como
o Estado luta para frear a destruição do meio-ambiente causada pelo capitalismo
ao invés de entender que o iPhone, que além de um simples telefone substituiu o
uso de calculadora, bloco de notas, relógio, lanterna, agenda, etc., economizou
mais recursos naturais que qualquer ação do Greenpeace.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;Há quem
não vê contradição em ser um socialista de iPhone. É aquele grupo que abraça
rótulos que em princípio são contrários a ideologia que defendem. Não ligam em
ser a esquerda caviar. Não ligam em dizer &quot;aquecimento global&quot; e
depois mudar a pauta para &quot;mudanças climáticas&quot;. Não ligam em defender
golpes chamando opositores de golpistas. Não ligam em vestir a camiseta de um assassino. Eles são os articuladores que
entenderam que não há uma luta de classes e sim uma luta semântica e midiática.
Que não importa o que fazem, mas sim o que falam. Eles estão na frente nesse
quesito pois levam a sério a máxima que uma mentira repetida mil vezes se torna
uma verdade. Não são hipócritas por isso, são cínicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;Lanço um
desafio a esquerda: Que tal, parar de chamar todo mundo de fascista e falar que
isso é &quot;mais amor&quot;? Que tal, genuinamente se interessar por melhorar
as condições econômicas das classes mais baixas através de uma sociedade mais
livre? Que tal, admitir que o estado e corporações amigas são parceiros e pisam
na população de cima para baixo e não da direita para a esquerda? Que tal,
admitir que o mercado proporciona coisas ótimas e que um governo jamais seria
capaz de prover?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial; background-repeat: initial; background-size: initial;&quot;&gt;Nada mais
normal que querer usufruir de todas as tecnologias disponíveis. Só não seja um
cínico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/3404346189801211831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2016/03/sobre-o-socialista-de-iphone.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/3404346189801211831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/3404346189801211831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2016/03/sobre-o-socialista-de-iphone.html' title='Sobre o socialista de iPhone'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-4839753623490783480</id><published>2015-03-10T16:00:00.001-03:00</published><updated>2015-03-10T16:00:18.287-03:00</updated><title type='text'>Moralistas - conservadores e esquerdistas uni-vos!</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue Light&#39;, HelveticaNeue-Light, helvetica, arial, sans-serif;&quot;&gt;Cinismo e ignorância são algumas comuns características para a formação de um esquerdista, mas nenhuma é mais predominante que o moralismo, característica essa, necessária também entre conservadores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses declarados inimigos tem muito mais em comum do que se sugere. O método para &quot;moralizar&quot; a sociedade sempre passa pelo estado, visto por ambos como necessários para uma sociedade próspera. Portanto, com esse dogma em comum, sobram somente discussões sobre como a engenharia social deve ser arquitetada e executada, nessa bela festa da democracia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De um lado, acreditam que o &quot;bem&quot; prevalecerá no combate a moral cristã e o capitalismo, reforçando o apoio a &quot;minorias sociais&quot; enquanto que do outro lado há quase um completo antagonismo na formação de conceitos como &quot;certo&quot; e &quot;errado&quot;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acredito eu, que o processo de racionalização é chave para tranquilizar e reafirmar posições de pessoas com visões tão diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A racionalização da esquerda se dá através do relativismo. Muitos deles afirmam que não podemos dizer com certeza que 1+1=2, que chuva é aguá caindo do céu ou que conceitos como propriedade e liberdade podem ser definidos objetivamente. É claro que o mesmo não se aplica ao estado nem a guerra de classes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse momento, chego a entender porque críticos ao panelaço da Dilma não veem problema algum em desprezar o vizinho burgues que bate panela na varanda reclamando da desfavorecida presidente, enquanto no fim de semana irão passear de iate e descansar em uma luxuosa casa no litoral, ou até passar férias na Europa. Apesar de entender, me preocupo e muito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O &quot;big plan&quot; da esquerda está acima de qualquer suspeita (assim acham). Qualquer argumento é valido desde que reforçem objetivas noções de exploração do rico contra o pobre e do controle estatal sobre a sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensar e agir são vistos como fenômenos desconexos. Se eu pensar e discursar a favor de algo já é o bastante. Minhas ações são &quot;relativas&quot;. Não precisa nem se extender muito para perceber o quão perigosa é essa ideia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos estimulados a permanecer na matrix dando pouca importância aos nossos atos que são a base para a transformação de uma sociedade. Pessoas integras, são induzidas a se tornarem moralistas e nesse momento, se voltam contra indivíduos e a humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim, fica uma pergunta a vocês que pretendem ir às ruas dia 15:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já pensaram em algum plano melhor do que moralizar Brasilia ou pedir serviços públicos de qualidade?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/4839753623490783480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2015/03/moralistas-conservadores-e-esquerdistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4839753623490783480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4839753623490783480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2015/03/moralistas-conservadores-e-esquerdistas.html' title='Moralistas - conservadores e esquerdistas uni-vos!'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-6099625675406169973</id><published>2014-03-19T15:48:00.000-03:00</published><updated>2014-03-19T15:48:36.606-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brutalismo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jeffrey Tucker"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>Dois tipos opostos de libertário - qual você é?</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;por Jeffrey Tucker&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;Por que preferir a liberdade humana em vez de uma ordem social controlada e regulada por alguns poucos poderosos? &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Para fornecer a resposta, eu diria que os libertários podem ser, de uma forma geral, divididos em dois campos: humanitários e brutalistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Os humanitários se baseiam nos seguintes argumentos.&amp;nbsp; A liberdade permite e estimula uma pacífica cooperação humana.&amp;nbsp; Ela inspira a criatividade e todos os subsequentes benefícios que isso gera para terceiros.&amp;nbsp; Ela restringe e desestimula a violência.&amp;nbsp; Ela permite a acumulação de capital e a prosperidade.&amp;nbsp; Ela protege os direitos humanos de todos os indivíduos contra violações e usurpações.&amp;nbsp; Ela permite que associações humanas voluntárias de todos os tipos possam se desenvolver segundo seus próprios termos.&amp;nbsp; Ela estimula uma maior convivência social e recompensa aquelas pessoas que querem se dar bem com as outras, ao mesmo tempo em que restringe aquelas que só querem causar o mal.&amp;nbsp; Ela leva a um mundo no qual as pessoas são valorizadas como um fim em si mesmas e não vistas como uma mera forragem em meio a todo um aparato central.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Tanto a história quanto a experiência nos mostram que é assim.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Todos esses são excelentes motivos para se desejar a liberdade.&amp;nbsp; Mas eles não são os únicos motivos pelos quais as pessoas defendem a liberdade.&amp;nbsp; Há um segmento entre os autoproclamados libertários — doravante descritos como brutalistas — que consideram tudo o que foi descrito acima como sendo bastante enfadonho, vago e excessivamente humanitário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Para eles, o que é interessante a respeito da liberdade é o fato de ela permitir que pessoas manifestem suas preferências individuais, formem tribos homogêneas, coloquem seus preconceitos em ação, marginalizem pessoas tomando por base padrões &quot;politicamente incorretos&quot;, odeiem profundamente determinadas pessoas (desde que nenhuma violência seja utilizada), sejam abertamente racistas e sexistas, sejam excludentes e no geral descontentes com a modernidade, e rejeitem padrões civis de valores e etiquetas, preferindo a adoção de normas anti-sociais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Estes dois impulsos são radicalmente distintos.&amp;nbsp; O primeiro valoriza toda a paz social que surge junto com a liberdade, ao passo que o último valoriza a liberdade de rejeitar a cooperação, preferindo manifestar preconceitos figadais.&amp;nbsp; O primeiro quer reduzir o papel do poder e do privilégio no mundo, ao passo que o último quer a liberdade de reivindicar poder e privilégio dentro das estritas delimitações dos direitos de propriedade e a liberdade de se afastar de tudo e de todos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Só para deixar claro, a liberdade realmente permite a manifestação tanto da perspectiva humanitária quanto da brutalista, por mais implausível que isto seja.&amp;nbsp; A liberdade é ampla, abrangente e não impõe nenhum fim social específico como sendo o único arranjo aceitável.&amp;nbsp; Por outro lado, ambas as manifestações constituem maneiras extremamente distintas de se enxergar o mundo — a primeira, liberal no sentido clássico; a última, anti-liberal em todos os sentidos —, e é bom ter isso em mente antes de você, como libertário, se descobrir aliado a pessoas que ainda não entenderam o cerne da ideia da liberdade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O humanitarismo nós compreendemos.&amp;nbsp; Ele busca o bem-estar da pessoa humana e o desenvolvimento da sociedade em toda a sua complexidade.&amp;nbsp; O humanitarismo libertário entende que a melhor maneira de se alcançar esses objetivos é por meio do próprio sistema social, que se auto-organiza quando se vê livre dos controles externos exercidos pelas violentas intervenções do estado.&amp;nbsp; O objetivo é essencialmente benevolente, e o meio pelo qual ele é alcançado valoriza a paz social, a liberdade de associação, as trocas voluntárias e mutuamente benéficas, o desenvolvimento orgânico de instituições, e a beleza da vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Mas o que seria o brutalismo? &amp;nbsp;O termo está em grande parte associado a um estilo arquitetônico popular dos anos 1950 até os anos 70, o qual enfatizava o uso de grandes estruturas de concreto, sem grandes preocupações com estilo e adornos. &amp;nbsp;A deselegância era seu principal ímpeto e toda a sua fonte de orgulho. &amp;nbsp;O brutalismo passava a mensagem da despretensão e da crua natureza prática da utilização de um prédio. Uma construção deveria ser forte, não bonita; agressiva, não detalhista; imponente, não sutil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Na arquitetura, o brutalismo foi uma afetação.&amp;nbsp; Uma afetação que nasceu de uma teoria retirada de contexto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Era um estilo adotado com uma ciente precisão. &amp;nbsp;Acreditava estar nos obrigando a olhar para realidades sem adornos, para um aparato destituído de distrações, tudo com o intuito de transmitir uma mensagem didática. &amp;nbsp;Esta mensagem não era somente estética, mas também ética: era uma questão de princípio rejeitar a beleza. &amp;nbsp;Embelezar significa fazer concessões, distrair, arruinar a pureza da causa. &amp;nbsp;Desta maneira, o brutalismo rejeitava a necessidade do apelo comercial, e descartava completamente questões como apresentação e comercialização; tais questões, na ótica brutalista, desviavam nossa atenção do seu núcleo radical.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O brutalismo declarava que um prédio não deve ser nem mais nem menos do que supostamente deveria ser para cumprir sua função. &amp;nbsp;O brutalismo defendia o direito de ser feio, e foi exatamente por esse motivo que tal estilo foi extremamente popular entre os governos ao redor do mundo.&amp;nbsp; E é também por este motivo que, ao redor do mundo, as formas brutalistas são atualmente consideradas horríveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Olhamos para o passado e nos perguntamos como surgiram essas monstruosidades, e nos surpreendemos ao descobrir que elas surgiram de uma teoria que, por princípios, rejeitava a beleza, a apresentação e a ornamentação. Os arquitetos imaginavam estar nos mostrando algo que, em outras circunstâncias, relutaríamos em aceitar. &amp;nbsp;No entanto, só é possível apreciar os resultados do brutalismo se você já houver aceitado sua teoria e se convencido de sua praticidade. &amp;nbsp;Caso contrário, sem a ideologia fundamentalista e extremista como sustentação, os prédios parecem apenas coisas aterrorizantes e ameaçadoras.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Por analogia, o que seria o brutalismo ideológico? &amp;nbsp;Trata-se de uma teoria completamente despida, a qual se preocupa exclusivamente com suas partes mais cruas e mais fundamentais, e que se concentra apenas na aplicação destas partes. &amp;nbsp;Trata-se de uma ideologia que testa os limites da ideia ao descartar toda a elegância, todo o refinamento, toda a delicadeza, toda a decência, todos os enfeites. &amp;nbsp;Tal teoria não se importa com a causa maior, que é a civilidade e a beleza dos resultados.&amp;nbsp; Ela se interessa somente pela pura funcionalidade das partes.&amp;nbsp; Ela desafia qualquer um a questionar a aparência geral do aparato ideológico, e abertamente despreza quem o faz, o qual passa a ser considerado alguém insuficientemente entendido do núcleo da teoria, sendo que tal teoria é imposta sem contexto e sem nenhuma consideração estética.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
É claro que nem todos os argumentos em prol de princípios crus e de análises puras são inerentemente brutalistas; o cerne do brutalismo é o fato de que temos de reduzir para alcançar as raízes, de que temos de nos deparar com a verdade desagradável, de que devemos nos chocar e, em algumas ocasiões, devemos chocar os outros com as implicações aparentemente implausíveis ou desconfortáveis de uma ideia. &amp;nbsp;O brutalismo vai muito além: a ideia é a de que o argumento deve ser o mais simplista possível, e que elaborá-lo, habilitá-lo, adorná-lo, deixá-lo com nuanças, admitir incertezas ou amplificá-lo para além de afirmações arenosas equivale a um tipo de traição, de concessão ou de corrupção da pureza. &amp;nbsp;O brutalismo é implacável, inflexível e descarado em sua recusa de abandonar seus mais primitivos postulados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O brutalismo pode ser visto sob vários disfarces ideológicos. &amp;nbsp;O bolchevismo e o nazismo são exemplos óbvios: classe e raça se tornam a única métrica a balizar as políticas; quaisquer outras considerações são excluídas. &amp;nbsp;Nas democracias modernas, as posições partidárias tendem ao brutalismo na medida em que demostram que o controle partidário é a única preocupação relevante. &amp;nbsp;O fundamentalismo religioso é também outra forma muito óbvia de brutalismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
No mundo libertário, no entanto, o brutalismo tem suas raízes na simples teoria de que os indivíduos têm o direito de viver de acordo com seus próprios valores, quaisquer que sejam. &amp;nbsp;A verdade central está lá e é incontestável, mas a aplicação é feita de forma crua. &amp;nbsp;Assim, os brutalistas declaram o direito de serem racistas, o direito de serem misóginos, o direito de odiarem judeus ou estrangeiros, o direito de ignorar padrões civis de sociabilidade, o direito de serem incivilizados, de serem rudes e grosseiros.&amp;nbsp; Tudo é permissível e até mesmo meritório, pois aceitar o que é terrível pode constituir um tipo de teste. &amp;nbsp;Afinal, o que é a liberdade sem o direito de se ser bronco?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Esses tipos de argumentos fazem com que os libertários humanitários se sintam profundamente desconfortáveis, pois, embora tais argumentos sejam estritamente verdadeiros, eles desconsideram o ponto principal da liberdade humana: não devemos dividir ainda mais o mundo e não torná-lo ainda mais infeliz, mas sim estimular e possibilitar o progresso da humanidade com paz e prosperidade. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Assim como queremos que a arquitetura seja agradável aos olhos e reflita o drama e a elegância do ideal humano, uma teoria sobre a ordem social também deve ser capaz de fornecer uma estrutura adequada para que a vida seja bem vivida e para que todos os tipos de associações voluntárias levem ao crescimento de seus membros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Os brutalistas estão tecnicamente corretos quanto ao fato de que a liberdade também protege o direito de se ser um completo ignorante e o direito de odiar, mas esses impulsos não são oriundos da longa história das ideias liberais. &amp;nbsp;Por exemplo, em questões de raça e sexo, a liberação das mulheres e das minorias étnicas do domínio arbitrário foi uma grande conquista dessa tradição. &amp;nbsp;Continuar afirmando o direito de voltar no tempo nestas questões é uma postura que passa a impressão de que a ideologia foi despida de seu contexto histórico, como se essas vitórias da dignidade humana não tivessem absolutamente nada a ver com as necessidades ideológicas atuais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O brutalismo é mais do que uma versão simplificada, despojada, anti-moderna e destripada do liberalismo original. &amp;nbsp;É também um estilo de argumentação e de abordagem retórica. &amp;nbsp;Assim como na arquitetura, ele rejeita o marketing, o espírito comercial, e a ideia de &quot;vender&quot; uma visão de mundo. &amp;nbsp;A liberdade deve ser aceita ou rejeitada tendo por base apenas a sua forma mais bruta. &amp;nbsp;Assim, ele é muito rápido em atacar, condenar e declarar sua vitória. &amp;nbsp;Ele enxerga meios-termos e concessões em todos os cantos. &amp;nbsp;Ela adora desmascarar e expor esses pecados.&amp;nbsp; Ele não tem nenhuma paciência para sutilezas expositivas, e muito menos para as nuances das circunstâncias de tempo e local. &amp;nbsp;O brutalismo vê apenas verdades cruas, e se agarra a ela como se fosse a única verdade, excluindo todas as outras verdades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O brutalismo rejeita a sutileza e não enxerga exceções circunstanciais à teoria universal.&amp;nbsp; A teoria é aplicável em todos os locais, a qualquer época, em qualquer cultura. Não há espaço para modificações ou até mesmo para a descoberta de novas informações que possam modificar a forma com que a teoria seja aplicada. &amp;nbsp;O brutalismo é um sistema de pensamento fechado no qual todas as informações relevantes já são conhecidas e a maneira pela qual a teoria é aplicada é tida como um mero dado do aparato teórico. &amp;nbsp;Até mesmo áreas difíceis, como leis familiares, restituições criminais, direitos sobre ideias, responsabilidade por invasões e outras áreas sujeitas à tradicional análise jurisprudencial se tornam parte de um aparato apriorístico que não admite exceções ou emendas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
E dado que o brutalismo é um impulso mais remoto no mundo libertário — os jovens não se interessam mais por essa abordagem —, ele se comporta da maneira típica a grupos seriamente marginalizados. &amp;nbsp;Ao afirmar o direito ao racismo e ao discurso — e até mesmo justificar o mérito de tal postura, esta corrente já está excluída da grande discussão pública. &amp;nbsp;As únicas pessoas que de fato escutam argumentos brutalistas — que são intencionalmente pouco convincentes — são outros libertários. &amp;nbsp;Por esse motivo, o brutalismo se encaminha cada vez mais em direção ao sectarismo extremo: atacar os humanitários que tentam embelezar sua mensagem se torna uma ocupação integral.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Com essa sectarização, os brutalistas evidentemente afirmam que são os únicos verdadeiros adeptos da liberdade, pois somente eles têm fibra para levar a lógica libertária ao seu extremo e aceitar seus resultados. &amp;nbsp;Porém, o que ocorre aqui não é coragem ou rigor intelectual. &amp;nbsp;A ideia deles sobre o que significam as ideias libertárias é reducionista, truncada, irrefletida, simplista e não-corrigida pelo avançar da experiência humana, ignorando o grande contexto histórico e social no qual a liberdade vive.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Digamos que você viva numa cidade tomada por um grupo fundamentalista que exclua todos aqueles que não sejam adeptos de sua fé, obrigue as mulheres a usarem roupas do tipo burca, imponha um código legal teocrático e marginalize gays e lésbicas. &amp;nbsp;Você pode até dizer que, neste caso, as pessoas são parte voluntária desse arranjo; porém, mesmo assim, não há qualquer liberalismo presente neste arranjo social. &amp;nbsp;Os brutalistas estarão nas trincheiras defendendo essa microtirania, e sempre utilizando como argumentos a descentralização, os direitos de propriedade e o direito de discriminar e de excluir — ignorando completamente a realidade mais profunda, na qual as aspirações individuais em prol de uma vida mais plena e mais livre são negadas diariamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
No que mais, o brutalista acredita já conhecer os resultados da liberdade humana, e tais resultados frequentemente estão de acordo com os impulsos que mesclaram estado e religião já testemunhados em épocas passadas. Afinal, para eles, a liberdade significa simplesmente a liberação de todos os impulsos mais básicos da natureza humana, os quais eles acreditam terem sido suprimidos pelo estado moderno: o desejo de pertencer a uma homogeneidade racial e religiosa, a permanência moral do patriarcado, a repulsa à homossexualidade e assim por diante. &amp;nbsp;O que a maioria das pessoas considera avanços modernos contra os preconceitos, os brutalistas creem ser exceções impostas ao longo de toda a história dos instintos tribais e religiosos da humanidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
É claro que o brutalista que descrevi aqui é um tipo ideal, e provavelmente sua personificação não será encontrada em nenhum pensador específico. &amp;nbsp;Mas o impulso brutalista está em evidência em todos os cantos, principalmente nas mídias sociais. &amp;nbsp;Trata-se de uma tendência de pensamento com posições e propensões previsíveis. Trata-se de uma grande fonte para as correntes racistas, sexistas, homofóbicas e anti-semitas que existem dentro do mundo libertário — correntes essas que, ao mesmo tempo em que negam a veracidade desta frase, defendem com idêntica paixão o direito de os indivíduos terem essas visões e agirem de acordo com elas. &amp;nbsp;Afinal, dizem os brutalistas, o que seria a liberdade humana sem o direito de se comportar de maneiras que testem nossas mais preciosas sensibilidades — e até mesmo a civilização?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
No final, tudo se resume à motivação fundamental que dá sustento à própria liberdade. Qual é o seu propósito universal? &amp;nbsp;Qual é sua contribuição histórica dominante? &amp;nbsp;Qual é o seu futuro? &amp;nbsp;É aqui que os humanitários estão fundamentalmente em desacordo com os brutalistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
É verdade que não devemos ignorar o núcleo da pura teoria da liberdade, e jamais devemos nos esquivar de suas implicações mais difíceis. &amp;nbsp;Ao mesmo tempo, a história da liberdade e seu futuro não se resumem a apenas declarações de direitos; são também sobre elegância, estética, beleza e complexidade; sobre como servir às outras pessoas, sobre a comunidade, sobre o gradual surgimento de normas culturais, e sobre o desenvolvimento espontâneo de amplas ordens de relacionamentos comerciais e pessoais. &amp;nbsp;A liberdade é o que dá vida à imaginação humana, e é ela quem permite que o amor se amplifique e se estenda desde nossos desejos mais benevolentes e elevados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Por outro lado, uma ideologia roubada de seus adornos pode se tornar algo francamente desagradável e feio, como uma grande monstruosidade de concreto construída décadas atrás e imposta sobre uma paisagem urbana, constrangedora a todos, e que hoje está apenas à espera de sua demolição.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O libertarianismo será brutalista ou humanitário? Você tem de decidir.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #666666; font-size: xx-small;&quot;&gt;tradução Erick Vasconselos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/6099625675406169973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2014/03/dois-tipos-opostos-de-libertario-qual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6099625675406169973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6099625675406169973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2014/03/dois-tipos-opostos-de-libertario-qual.html' title='Dois tipos opostos de libertário - qual você é?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-4664938657507325310</id><published>2013-12-23T11:23:00.000-02:00</published><updated>2014-09-25T15:07:43.279-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Federal Reserve"/><title type='text'>100 anos de Federal Reserve</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No dia 23 de dezembro de 1913, um dos acontecimentos mais relevantes
do século XX estava prestes a mudar o mundo. Mesmo assim, parece que o
centenário da fundação do FED não é uma informação digna de ser noticiada na
grande mídia brasileira e mundial.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apesar
de não ter sido o primeiro banco central de um país importante (O Reino Unido
fundou sua versão em 1694), foi a criação de um “monopólio privado” norte-americano
em prol de banqueiros e políticos que definiu a geopolítica e economia dos séculos XX e XXI. Com a perspicaz característica da classe política, aproveitaram
a noite anterior à ceia de natal, com o congresso e senado vazios, para aprovar
o &lt;i&gt;Federal Reserve Act&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto
&lt;a href=&quot;http://www.bloomberg.com/news/2012-02-15/the-secret-meeting-that-launched-the-federal-reserve-echoes.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;uns&lt;/a&gt; descrevem a criação do Federal Reserve como um grande feito para a humanidade,
a verdade é bem outra: influentes banqueiros e políticos desenvolveram um novo
e poderoso sistema financeiro que promoveram e impuseram um século de conflitos
e genocídios, incluindo duas guerras mundiais, Grande Depressão de 1929, inúmeras
outras recessões e a nova moda de socorrer mega-banqueiros com o dinheiro de
pagadores de impostos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A fraude
do FED se inicia pelo próprio nome. Não há nada de “federal”, nem “reserva” ou “banco”.
É uma entidade 95% privada, que atua fora do controle/burocracia estatal, mas
que tem total autonomia de inflacionar o dólar (via impressão de dinheiro)
caracterizando tudo menos algum tipo de “reserva”. Eles imprimem dinheiro para
financiar “bombardeiros democráticos “ ao redor do mundo, para garantir que
grandes corporações como Goldman Sachs, Bank of America, City e JPMorgan se
mantenham felizes e ricas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Por fim, também não atua como
banco uma vez que o core business dessas instituições seriam lidar com
necessidades de crédito da real economia, formada por pessoas de diferentes
origens e objetivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Como uma organização como essa
consegue controlar não só a economia dos Estados Unidos mas do mundo inteiro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Imagine que o Brasil tenha de
adquirir petróleo ou qualquer outra commodity equivalente a 100 dólares. Alguém
terá de trabalhar para adquirir esses 100 dólares ao passo que quando o governo
norte-americano precisa adquirir o mesmo produto, basta imprimir esses 100
dólares. Fácil de estabelecer como uma super-potência utilizando esses tipos de
artifícios, não? Para entender melhor, favor ler as considerações de Murray
Rothbard a respeito (&lt;a href=&quot;http://mises.org/daily/6320/&quot;&gt;http://mises.org/daily/6320/&lt;/a&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Continuando a usar o exemplo do
petróleo e como o fluxo de dinheiro consegue alimentar o sistema financeiro
norte-americano, vemos a extinção do padrão-ouro e o surgimento do “petro-dolar”
como uma quase que infalível forma de dominação. Acham que os Estados Unidos
invadiram a Lybia em 2011 para promover democracia ou porque Muammar Kaddafi
estava prestes a lançar um programa no norte da África para troca de petróleo
em um novo padrão monetário baseado no ouro? &lt;a href=&quot;http://www.theguardian.com/commentisfree/2011/jul/13/muammar-gaddafi-oil-algeria&quot;&gt;http://www.theguardian.com/commentisfree/2011/jul/13/muammar-gaddafi-oil-algeria&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
E é nesse contexto de extremo
desconhecimento que “defensores da justiça social” desferem ódio ao mercado e o
quão maléfico ele pode ser, sem se dar conta do atual momento que vivemos:
Simbiose entre os poderes financeiros e políticos onde o controle é o grande
objetivo. Uma grande dica a qualquer um que seja é que entendam como a formação
de riqueza acontece e como sua concentração no topo da pirâmide se desenvolve.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Mas ao contrário disso, o modelo
norte-americano é seguido pelo o mundo inteiro seja através do Banco Central do
Brasil, Banco Central Europeu e Banco Mundial. A fraude institucionalizada é
acompanhada por um belo método de roubo tão eficiente mas mais discreto que os
imposto. Me refiro a desvalorização da moeda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Com
esperança de mudança nesse nível de conhecimento, sugiro alguns livros/vídeos que
contam melhor a história do Federal Reserve para quem sabe, não completar mais
um século.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
- A Grande Depressão Americana, Murray Rothbard (&lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/grande-depress%C3%A3o-americana-Portuguese-Edition-ebook/dp/B00D39OT66&quot;&gt;http://www.amazon.com/grande-depress%C3%A3o-americana-Portuguese-Edition-ebook/dp/B00D39OT66&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
- O Fim do Fed, Ron Paul (&lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/End-Fed-Ron-Paul/dp/0446549193/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1387804617&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=end+the+fed+ron+paul&quot;&gt;http://www.amazon.com/End-Fed-Ron-Paul/dp/0446549193/ref=sr_1_1?s=books&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1387804617&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=end+the+fed+ron+paul&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;- The truth
about Federal Reserve (&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=CAYkmutzcrU&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=CAYkmutzcrU&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/4664938657507325310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/12/100-anos-de-federal-reserve.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4664938657507325310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4664938657507325310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/12/100-anos-de-federal-reserve.html' title='100 anos de Federal Reserve'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-6374779704830422619</id><published>2013-12-02T13:42:00.000-02:00</published><updated>2013-12-02T13:42:43.739-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Socialismo"/><title type='text'>Do Socialismo Profético Ao Socialismo Experimental</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Seus avós tomavam leite integral, mas o chamavam apenas de leite. Seus pais faziam ligações de telefone fixo, mas o chamavam apenas de telefone. Você talvez assistisse TV aberta quando chamávamos os canais apenas de TV. Depois que começamos a beber leite desnatado, ligar de telefone celular e assistir TV a cabo, nossa comunicação ganhou uma dose de ambiguidade. Passamos a criar os chamados&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.retronyms.org/&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(189, 189, 189); border-bottom-style: dotted; border-width: 0px 0px 1px; color: #31587f; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;retrônimos&lt;/a&gt;, neologismos que adjetivam um termo original para que ele possa manter, em nova versão composta, o mesmo significado que possuía anteriormente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Sabão em barra, câmera de filme, relógio analógico, caneta tinteiro, estrada de chão, forno convencional… são todos exemplos de retrônimos – todos neologismos criados para identificar o que a tecnologia tornou ambíguo. Maus candidatos a retrônimos futuros são “automóvel a combustão” e “impressora 2D”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Mas nem só de tecnologia se compõem os retrônimos. “Monarquia absolutista”, por exemplo, é uma retronímia política decorrente do advento do Estado de Direito e da propagação do constitucionalismo. “Propriedade privada” também é um retrônimo que os autores do século XVIII parecem usar para identificar o que no século anterior John Locke e Jean-Jacques Rousseau chamavam apenas de “propriedade”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Karl Marx era craque em usar o poder retórico dos retrônimos a seu favor. Cunhou o termo “economistas clássicos” para, com algum decoro, empurrar a estante de Turgot, Smith, Say e Ricardo da biblioteca para o museu, manobra que, por consequência, faria do próprio Marx o divisor de águas da história econômica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Tratamento ainda menos generoso receberam os socialistas do século XVIII e XIX. Textos como&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Do_Socialismo_Ut%C3%B3pico_ao_Socialismo_Cient%C3%ADfico&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(189, 189, 189); border-bottom-style: dotted; border-width: 0px 0px 1px; color: #31587f; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico&lt;/a&gt;de Friedrich Engels agruparam Saint-Simon, Robert Owen, Charles Fourier e outros sob o véu desabonador do “socialismo utópico”, mantendo-os assim separados, pela distância que há entre o sonhador e o vigilante, da versão histórico-materialista autodenominada “socialismo científico”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Quem tem retronomia não precisa de refutação. Quem é que, quando confrontado com a escolha entre utopia e ciência, não prefere ficar do lado da ciência? É preciso ignorar essa taxonomia sugestiva para percebermos que, ao contrário do que sugerem os marxistas, alguns de seus antecessores utópicos estavam mais próximos da ciência experimental que Marx. Joshua Muravchik faz esse ponto em&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://econlog.econlib.org/archives/2012/10/utopian_experim.html&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(189, 189, 189); border-bottom-style: dotted; border-width: 0px 0px 1px; color: #31587f; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;ensaio citado por Bryan Caplan&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-color: white; border-left-color: rgb(255, 102, 102); border-left-style: solid; border-width: 0px 0px 0px 3px; color: #4e4e4e; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; font-style: italic; line-height: 25px; margin: 0px; padding: 0px 0px 0px 1.5em; quotes: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;border: 0px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Owen e os outros comunitários na verdade criaram experimentos para testar suas ideias. A experimentação é a essência mesma da ciência. Eles foram os verdadeiros socialistas científicos.&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Havia em pessoas como Robert Owen a ambição empírica que anima o espírito científico – apesar de que seus experimentos não tenham sido lá tão bem sucedidos. Muravchik fala que em 1824 Robert Owen viajou da Grã-Bretanha para os Estados Unidos decidido a fundar suas próprias comunidades socialistas. De um grupo religioso, comprou terras às margens do Rio Wabash para então povoá-lo. O terreno incluía casas, fazendas e 20 oficinas produtivas que vendiam para o resto dos Estados Unidos. Apesar do lugar escolhido já vir com certo grau de desenvolvimento, Muravchik diz que “em um ano depois de adquirir o lugar, Owen e seus milhares de seguidores haviam transformado essa pequena Suíça em uma Albânia.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Pode ter sido um fracasso, mas é melhor testar e fracassar que teorizar eternamente sem jamais reconhecer fracasso. Em vez de testar hipóteses, marxistas fazem profecias fundamentadas nas leis inexoráveis da história que deveriam varrer o capitalismo burguês da face da terra através da culminação dialética de uma luta de classes de determinação cósmica. Sabe como é: “ciência”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Ao reconhecer critérios de testabilidade para suas teorias, o socialista dito utópico poderia ao menos tentar dialogar com seu oponente sobre qual a melhor maneira de reduzir a pobreza. Se retornassem a essa tradição, os socialistas poderiam unir forças com os liberais experimentais para que governos permitissem a criação de novos laboratórios sociais voluntários, como&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://econlog.econlib.org/archives/2011/03/a_quick_case_fo.html&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(189, 189, 189); border-bottom-style: dotted; border-width: 0px 0px 1px; color: #31587f; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Cidades Modelo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.seasteading.org/&quot; style=&quot;border-bottom-color: rgb(189, 189, 189); border-bottom-style: dotted; border-width: 0px 0px 1px; color: #31587f; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Seasteading&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Seria menos nocivo testar em escala limitada, reconhecer fracassos e propor reformas do que proclamar sobre uma montanha de cem milhões de mortos que o verdadeiro socialismo nunca foi verdadeiramente tentado, mas que seu triunfo é inevitável.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
O retrônimo correto não deveria ser “socialismo utópico”, mas “socialismo experimental”, como sugere Caplan. A abertura à experimentação é uma virtude de alguns socialistas pré-marxistas que poderia ser restaurada. Aí seriam os velhos marxistas que precisariam de um novo retrônimo. Meu voto vai para “socialismo profético”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
--------&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; color: #262626; font-family: &#39;Gentium Book Basic&#39;, Georgia, Cambria, &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; line-height: 25px; margin-bottom: 1.5625rem; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Publicado originalmente por Diogo Costa em www.capitalismoparaospobres.com.br&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/6374779704830422619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/12/do-socialismo-profetico-ao-socialismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6374779704830422619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6374779704830422619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/12/do-socialismo-profetico-ao-socialismo.html' title='Do Socialismo Profético Ao Socialismo Experimental'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-581613262879619218</id><published>2013-10-19T13:38:00.000-03:00</published><updated>2013-10-19T13:38:25.525-03:00</updated><title type='text'>Seria o liberalismo uma ideologia a serviço de empresários?</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;Os inimigos do livre mercado adoram estereotipar o liberalismo como sendo uma ideologia totalmente a soldo dos interesses dos empresários, sobretudo do grande empresariado. &amp;nbsp;De maneira caracteristicamente conspiratória, eles se apressam em descrever o liberalismo como sendo um conjunto de teses criadas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;ad hoc&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;&amp;nbsp;para beneficiar a plutocracia: impostos baixos ou nulos, ausência de leis trabalhistas, ausência de regulamentações sobre a economia, oposição à tributação de quem já possui um elevado patrimônio, oposição às leis antitruste etc.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Com efeito, fazendo uma abordagem parcial e tendenciosa do assunto, a hipótese de fato parece verossímil.&amp;nbsp; No entanto, ao se esquadrinhar mais detidamente a realidade, é possível constatar que este ataque não possui absolutamente nenhum fundamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Para começar, o liberalismo é simplesmente uma filosofia que defende aqueles princípios normativos universais e simétricos que permitem que cada indivíduo ou grupo de indivíduos possa satisfazer seus objetivos de maneira voluntária, cooperativa e mutuamente benéfica para outros indivíduos.&amp;nbsp; A materialização prática desta saudável premissa implica que as relações humanas têm necessariamente de estar coordenadas tendo por base o respeito à propriedade privada e aos contratos voluntariamente firmados.&amp;nbsp; Implica também que nenhuma pessoa tem o direito de iniciar violência contra a propriedade privada alheia e de se esquivar das responsabilidades que tenham assumido (o não-cumprimento de um contrato).&amp;nbsp; Por conseguinte, é fácil constatar, desde o início, que não é plausível dizer que o liberalismo está a serviço da classe empresarial, pois os direitos e deveres fundamentais são os mesmos para todos os indivíduos, não importa quem sejam e nem qual a posição social que ocupam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Tendo entendido isso, os inimigos do liberalismo recorrem à seguinte réplica: se um liberal defende direitos e deveres simétricos para todos é porque ele sabe que essa igualdade jurídica beneficia apenas os empresários, em detrimento do resto da sociedade (por qualquer que seja o motivo: seja porque eles são mais hábeis, ou mais preparados, ou mais ricos).&amp;nbsp; Toda aquela explicação delineada acima seria apenas um subterfúgio para consolidar um regime de exploração empresarial.&amp;nbsp; Afinal, não se pode tratar de maneira igual aqueles que são diferentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Demonstrar que o império jurídico da propriedade privada e dos contratos voluntários é algo benéfico para todos iria alongar desnecessariamente a discussão; a este respeito basta dizer que, se o mercado&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=787&quot; style=&quot;color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;&quot;&gt;não é&lt;/a&gt;&amp;nbsp;um jogo de soma zero —&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=52&quot; style=&quot;color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;&quot;&gt;e não é&lt;/a&gt;&amp;nbsp;—, então todos podem sair ganhando desta cooperação social, por mais que algumas pessoas (as mais perspicazes) sejam capazes de obter mais benefícios desta cooperação do que as outras pessoas.&amp;nbsp; O fato é que todas têm potencial para sair ganhando (umas mais; outras nem tanto).&amp;nbsp; O objetivo deste artigo é refutar a hipótese de que todas as propostas liberais são, no fundo, um mero disfarce dialético criado para ajudar o empresário a lucrar impunemente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Logo de início, esta acusação se depara com um problema insolúvel:&amp;nbsp;&lt;i&gt;os interesses dos empresários não são nada homogêneos&lt;/i&gt;.&amp;nbsp; Por exemplo, dentro de uma mesma área da economia, duas empresas podem competir e batalhar ferozmente até que uma delas desapareça (por exemplo, duas empresas de telefonia celular ou de sistemas operacionais).&amp;nbsp; Dentro de um mesmo sistema econômico, diferentes indústrias podem reproduzir esta feroz concorrência para ganhar os clientes das outras (por exemplo, empresários que fabricam computadores versus empresários que fabricam máquinas de escrever).&amp;nbsp; Mais ainda: dentro da economia global, os interesses gerais de alguns capitalistas podem estar em conflito com os interesses de outros capitalistas (por exemplo, quando alguns especuladores atacam as ações de uma empresa é evidente que os interesses dos especuladores são absolutamente contrários ao interesses da empresa contra a qual eles estão especulando).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Se os liberais realmente querem defender acirradamente os interesses de empresários e capitalistas, então eles inevitavelmente entrarão em colapso em decorrência de um curto-circuito esquizofrênico.&amp;nbsp; Afinal, exatamente os interesses de quais empresários ou capitalistas eles irão defender a cada momento?&amp;nbsp; Os que estão em melhor situação financeira?&amp;nbsp; Não faria sentido, pois, dado que os liberais coerentes defendem a concorrência livre e irrestrita, nada garante que este empresário não venha um dia a perder sua boa situação financeira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Com efeito, dado que não há a mais mínima garantia de que todos os empresários serão beneficiados em um sistema de livre concorrência, a lógica diz que a maioria deles&amp;nbsp;&lt;b&gt;não&lt;/b&gt;&amp;nbsp;terá motivos para defender os princípios do liberalismo.&amp;nbsp; E a realidade é que o livre mercado beneficia apenas aqueles empresários competentes, aqueles capazes de investir adequadamente seu capital de modo a satisfazer, melhor do que seus concorrentes, as variadas e variáveis demandas dos consumidores.&amp;nbsp; E de satisfazer&amp;nbsp;&lt;i&gt;continuamente&lt;/i&gt;&amp;nbsp;estas demandas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O livre mercado, portanto, é um arranjo bastante incerto, hostil e variável, no qual poucos empresários podem se sentir permanentemente confortáveis.&amp;nbsp; O que a grande maioria dos empresários realmente deseja é que o estado lhes proteja da concorrência e lhes assegure uma fatia garantida de lucro, que lhes permita desfrutar a vida sem dores de cabeça e sem constantes preocupações acerca de como melhorar seus serviços aos consumidores.&amp;nbsp; O que os empresários realmente desejam são tarifas protecionistas que os protejam da concorrência de importados e agências reguladoras que cartelizem o mercado e impeçam a entrada de novos concorrentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Se os liberais estivessem a serviço do empresariado, suas principais reivindicações consistiriam em exigir que o estado criasse regulações e aumentasse seus gastos de forma a maximizar o lucro empresarial.&amp;nbsp; Mas o que ocorre é justamente o oposto: os liberais desejam abolir todas as regulações e todos os gastos estatais que resultam em altos lucros para determinada casta corporativa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Fazendo uma lista nada exaustiva, os genuínos liberais se opõem às seguintes prebendas tão ao gosto de vários empresários acomodados:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;1) Políticas de preços mínimos, subsídios e pacotes de socorro&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Em um livre mercado, todas as empresas devem estar sujeitas aos desejos dos consumidores.&amp;nbsp; Isso implica que nenhum empresário ou capitalista tem sua renda futura garantida.&amp;nbsp; Suas rendas decorrerão exclusivamente de suas capacidades de atender os desejos dos consumidores de forma mais satisfatória que seus concorrentes.&amp;nbsp; Este princípio, é claro, não vale apenas para empresários e capitalistas, mas também para todos os agentes econômicos (daí a tão difundida ideia de que somos &quot;escravos do mercado&quot;).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Consequentemente, os liberais se opõem a todos os tipos de falcatruas estatistas criadas com o intuito de burlar esta servidão dos empresários aos consumidores.&amp;nbsp; Exemplos típicos destas falcatruas são as políticas de preços mínimos (o estado compra as mercadorias de um empresário a preços mais altos do que estão dispostos a pagar os consumidores), os subsídios (os pagadores de impostos são obrigados a financiar um projeto empresarial com o qual não necessariamente concordam), e os pacotes de socorro (empresas falidas, que destruíram mais riqueza do que foram capazes de criar e que, de acordo com os desejos claramente manifestados pelos consumidores — que não mais compram seus produtos —, deveriam desaparecer, são salvas pelo governo).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Empresários gostam de políticas de preços mínimos, de subsídios e de pacotes de socorro.&amp;nbsp; Os liberais, não.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2) Barreiras de entrada ao mercado.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Se o empresário deve, a todo o momento, servir o consumidor de forma mais satisfatória que seus concorrentes, então é evidente que sua situação dentro da economia de mercado está continuamente em perigo.&amp;nbsp; Mesmo que ele não esteja visualizando nenhuma ameaça ao seu domínio, isso não significa que ninguém esteja preparando um plano de negócios que a curto, médio ou longo prazo que termine por destroná-lo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Exatamente por isso, os empresários que já estão estabelecidos no mercado adoram todo e qualquer tipo de barreiras de entrada que impeçam que outros empresários com novas ideias os desbanquem.&amp;nbsp; Os liberais, por sua vez, se opõem a toda e qualquer regulamentação que bloqueie a livre concorrência, exatamente porque é a livre concorrência que permite desbancar empresários menos eficientes.&amp;nbsp; Licenças, burocracia, regulamentações que imponham opressivos custos iniciais, concessões exclusivas e monopolistas, e até mesmo&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1700&quot; style=&quot;color: #0066cc; font-size: 10pt; text-decoration: none;&quot;&gt;patentes&lt;/a&gt;&amp;nbsp;— tudo isso é combatido pelos liberais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Empresários já estabelecidos no mercado adoram restrições à concorrência.&amp;nbsp; Os liberais as detestam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3) Tarifas de importação, desvalorização cambial e outras barreiras protecionistas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Outra forma de proteção contra a concorrência são as tarifas de importação, as quotas e outras barreiras protecionistas, como a desvalorização cambial.&amp;nbsp; Este ferramental mercantilista blinda as empresas nacionais contra a concorrência estrangeira, assegurando aos empresários que se especializaram em atender o mercado interno a continuidade de seu reinado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Dado o tamanho da economia mundial em relação a uma economia nacional qualquer, basta apenas imaginar a enorme inquietação que sente um empresário nacional quando, de repente, as barreiras comerciais são abolidas e ele se depara com toda uma cornucópia de potenciais concorrentes estrangeiros.&amp;nbsp; Daí que inúmeros empresários adoram o protecionismo comercial e o câmbio desvalorizado, ao passo que os liberais sempre foram marcadamente pró-livre comércio e pró-moeda forte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Novamente, empresários e liberais estão em lados completamente opostos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;4) Crédito artificialmente barato&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Capitalistas e empresários têm, e sempre tiveram, uma relação passional com o crédito barato.&amp;nbsp; Muitos empresários vendem a maior parte de suas mercadorias a crédito (imóveis, eletrodomésticos, automóveis etc.), de modo que, quanto mais crédito, mais vendas.&amp;nbsp; Da mesma maneira, para montar uma empresa, ou para multiplicar seus rendimentos, é necessário capital, e uma forma de obter esse capital de maneira acessível é com empréstimos bancários artificialmente baratos.&amp;nbsp; Por sua vez, os empresários provedores deste crédito artificialmente barato e abundante — os banqueiros — também obtêm lucros extraordinários em decorrência de seu agora maior volume de negócios.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Sendo assim, quase todos os empresários adoram quando o governo, por meio de seu Banco Central, fornece mais dinheiro aos bancos para que estes expandam o crédito a custos mais baixos.&amp;nbsp; E adoram ainda mais quando o próprio governo, por meio de algum banco estatal de fomento, fornece este crédito.&amp;nbsp; Os liberais, ao contrário, condenam as manipulações inflacionistas do crédito e, para acabar com elas, chegam até mesmo a propor o abandono da moeda fiduciária e a abolição destes monopólios estatais chamados Bancos Centrais, que tanto protegem e beneficiam o sistema bancário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Outro ponto no qual empresários e liberais batem de frente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;5) Planos de estímulos e obras públicas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Uma possível consequência das expansões creditícias é o endividamento estatal decorrente de projetos faraônicos despropositados, como obras públicas megalomaníacas.&amp;nbsp; Muitas destas obras são inventadas com o intuito de gerar empregos e &quot;estimular&quot; a economia.&amp;nbsp; As empresas adoram tais obras porque elas incrementam suas receitas e seus lucros (não apenas aquelas que são diretamente beneficiadas pelos contratos estatais, mas também aquelas que saem ganhando em decorrência do estímulo temporal propiciado pelo aumento do gasto agregado).&amp;nbsp; Com efeito, tais obras públicas nada mais são do que uma forma de subsídio e, como todos os subsídios, elas são repudiadas frontalmente pelos liberais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Outro exemplo em que não há nenhuma coincidência de opiniões entre liberais e empresários.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
O fato de os liberais defenderem um arranjo jurídico no qual os melhores empresários podem prosperar e enriquecer não significa que estejam a serviço destes, uma vez que, em tal arranjo, os empresários que forem ineficientes — e que não podem recorrer aos privilégios e protecionismos estatais — estão condenados ao fracasso.&amp;nbsp; Mais ainda: nada impede que os empresários bem sucedidos de hoje se transformem nos arruinados de amanhã.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
Os liberais defendem este arranjo porque ele é o que melhor permite que todos satisfaçam suas necessidades: os melhores empresários enriquecem somente&amp;nbsp;&lt;i&gt;após&lt;/i&gt;&amp;nbsp;terem gerado muito valor para os consumidores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
A realidade, portanto, é exatamente o oposto do que parece: são os intervencionistas, contrários ao liberalismo, que recorrem a todos os tipos de argúcias estatistas para solapar a soberania do consumidor e, consciente ou inconscientemente, encher os bolsos dos empresários protegidos pelo governo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #aaaaaa; font-size: 12px; line-height: normal;&quot;&gt;por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a class=&quot;articleAuthor&quot; href=&quot;http://www.mises.org.br/SearchByAuthor.aspx?id=334&amp;amp;type=articles&quot; style=&quot;color: #0066cc; font-size: 12px; line-height: normal; text-decoration: none;&quot;&gt;Juan Ramón Rallo&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #aaaaaa; font-size: 12px; line-height: normal;&quot;&gt;, quarta-feira, 16 de outubro de 2013&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #aaaaaa; font-size: 12px; line-height: normal;&quot;&gt;originalmente publicado em:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1714&quot; style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1714&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/581613262879619218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/10/seria-o-liberalismo-uma-ideologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/581613262879619218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/581613262879619218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/10/seria-o-liberalismo-uma-ideologia.html' title='Seria o liberalismo uma ideologia a serviço de empresários?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-9012836309867172178</id><published>2013-09-04T14:00:00.001-03:00</published><updated>2013-09-04T14:00:41.913-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propriedade Intelectual"/><title type='text'>Venda de DVDs e CDs piratas não é infração penal.</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 21.859375px;&quot;&gt;Interessante decisão judicial em Goiânia, suportada por consistentes justificativas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica; line-height: 21.859375px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica; line-height: 21.859375px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Helvetica; line-height: 21.859375px;&quot;&gt;Originalmente publicado em:&amp;nbsp;http://www.conjur.com.br/2013-set-03/aceita-sociedade-venda-cds-piratas-nao-infracao-penal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;A venda de CDs e
DVDs pirateados não configura infração penal, pois é aceita pela sociedade e
representa uma oportunidade profissional para pessoas que não são aceitas no
mercado formal de trabalho. Criminalizar a conduta serve para a tutela de
determinados grupos econômicos, permitindo o controle social. Essa foi a
alegação utilizada pelo juiz Adegmar José Ferreira, titular da 10ª Vara
Criminal de Goiânia, para&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://s.conjur.com.br/dl/pirataria-nao-configura-infracao-penal.pdf&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; mso-bidi-font-size: 12.0pt; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;absolver&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;uma mulher acusada de pirataria após presa em
flagrante com mais de 700 CDs e DVDs falsificados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;De acordo com o
juiz, a negociação de CDs e DVDs falsificados não é vista pela população como
algo criminoso ou mesmo imoral. Para ele, os discos pirateados são a única
opção de inserção à cultura, uma vez que a alta carga tributária e o domínio do
mercado pelas grandes gravadoras encarecem os produtos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 30.5pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;Apesar da prática ser ilegal, ele afirma
que a conduta é repetida por toda sociedade. &quot;O mais absurdo é que camadas
mais elevadas da&amp;nbsp;sociedade patrocinam o suposto crime em tela,
diuturnamente, através da &amp;nbsp;“internet”, “iPods”, “iPhones” e outros&quot;,
disse. O juiz também questiona se algum motorista já foi autuado durante
abordagem policial por ter sido flagrado ouvindo música pirateada em seu carro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 2.15pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;Adegmar José
Ferreira destaca também que as condutas imorais mais comuns entre os mais
pobres são roubo, furto e falsificação, enquanto entre os mais ricos, as
práticas têm penas mais brandas. Entre os exemplos por ele citado&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13pt;&quot;&gt;s, estão
crimes contra o meio ambiente e crimes tributários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-right: 2.15pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;O juiz aponta também que alguns artistas
consideram a pirataria como forma de propaganda à sua obra. Ele cita o exemplo
do escritor Paulo Coelho, ter publicado em seu site uma edição pirateada do
livro O Alquimista, o que teria garantido o sucesso da obra na Rússia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;O juiz da 10ª Vara Criminal de Goiânia
cita precedentes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, do TJ do Mato Grosso
e da Justiça do Acre, além do Tribunal de Justiça de São Paulo. A mulher foi
absolvida com base no artigo 386, inciso III, do Código de Processo Penal, que
prevê a absolvição quando o fato não constituir infração penal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Clique&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://s.conjur.com.br/dl/pirataria-nao-configura-infracao-penal.pdf&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para
ler a decisão.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica; font-size: 13.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;mailto:%67%61%62%72%69%65%6c%40%63%6f%6e%73%75%6c%74%6f%72%6a%75%72%69%64%69%63%6f%2e%63%6f%6d%2e%62%72&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;Gabriel Mandel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é
repórter da revista&amp;nbsp;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Consultor
Jurídico&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica;&quot;&gt;Revista&amp;nbsp;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Consultor Jurídico&lt;/b&gt;, 3 de setembro de 2013&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #090909; font-family: Helvetica;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;!--StartFragment--&gt;























&lt;!--EndFragment--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 16.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/9012836309867172178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/09/venda-de-dvds-e-cds-piratas-nao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/9012836309867172178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/9012836309867172178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/09/venda-de-dvds-e-cds-piratas-nao-e.html' title='Venda de DVDs e CDs piratas não é infração penal.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-2889627254624521937</id><published>2013-06-27T20:09:00.000-03:00</published><updated>2013-07-01T16:15:35.787-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="English content"/><title type='text'>Brazil – Protests, state, history and liberty</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A few weeks ago we were up to see what seemed to be a protest against a
R$0.20 raise in the São Paulo ticket bus price but since then the Brazilians
are experiencing the major wave of riots and protests in decades. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;It all begun with this protest
organized by the “Free Pass Movement” in 6th of June ,69 years after the
D-Day&amp;nbsp; in a protest known as “The first
great act against&amp;nbsp; the raise in ticket
prices”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;The first week of protests became remembered from the confrontation
between protesters and the police. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;While the mainstream media coverage was focusing on the riots and
destructions nearby the famous Paulista Avenue the Brazilians were deeply
emerged in the powerful social media interactivity, represented mostly by
Facebook, focusing on the violence and brutality of the police officers. Maybe
the most remarkable YouTube video during the first week of protests was about a
cop destroying his own car window, probably to justify some violent action.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Despite all the misjudgment in both media it’s clear that this issue
was just the beginning of a chain of events that made Brazilians from all kinds
of political bias to go to streets and complain “not only for R$0.20”, a motto
that was born on the internet and just in a blink of an eye we were all on
streets. Issues such as big spends in Soccer World Cup and Olympics with no
real payback in our poor infrastructure, corruption and the terrible quality of
education and health care public services was the main complains on streets. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;The “Free Pass Movement”
spokespersons didn’t like the way the protests were going saying that the
Brazilians couldn’t forget about the “real” agenda. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;In an
opposite direction the Anonymous group was the great responsible to establish a
non-party agenda once the FPM sets themselves as a radical left wing group.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Surely is too soon to get the real
meaning of all of this but some analysis can be made right now.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A look to the past&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Believe me: There’s never been such a thing as liberty around
here. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Unlike the Unites States of America that in the 19th century was
preparing to become the most powerful and wealthiest nation in the world,
Brazil was a monarchist and slavery country for almost the entire 19th century.
The 20th century was no different at all and can’t be remembered of free
individuals changing this country.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;90 years ago Getúlio Vargas
established himself as a populist dictator for almost two decades. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;In the
Fifties Juscelino Kubitschek was the president in charge when the politicians
had a &quot;brilliant&quot; idea to run away from the Brazilians creating the new federal
capital Brasilia, a city in the middle of nowhere. 10 years later when we were
going towards a communist regime the military force was responsible for a Coup
d&#39;état in 1964 that last until the middle 80’s.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; The military government is remenbered by all forms of censorship against political opponents (unfortunately
almost all of them was communists). &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Thousands of people were shut down during this period. The economic
situation was critic as well. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A huge regulator and protectionist state (responsible
to provide all kinds of “basic” goods and services) vanished the little of
wealth the Brazilian middle class had due to criminal and regular periods of
hyperinflation.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;What I’m going to write now it’s no
joke, ok? Influent journalists and political writers from Brazil say that the
Military Dictatorship period was capitalism at its best. A tupiniquim version for
the American way of life. According to these liars the right-wing conservatives
was the only alternative to a social left-wing regime. They say the liberalism
(in the classic sense of the word) was proven wrong so there’s no place to
consider a small state in here. Said that lets go back to history.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;After the fall
of the military government in 1985 the democracy arrives but in the economics
the tragedy continued. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Hyperinflation,
price fixing and apprehension of people’s money on banks were some of the
ridiculous government actions that lead to the last big wave of protests until
now. As a result: The currently President Fernando Collor suffered an
impeachment in 1992. The legacy:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;20 years later we’re all on streets again.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; The generation of young people that are now on streets has
lived in a pretended period of prosperity. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Without hyperinflation
moments and with less protectionism than before, people now had reasons to
believe Brazil would became internationally relevant. In the politics enviroment the three major parties that stepped up
(PT, PSDB and PMDB) are all social democrats orientated. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A big welfare state and credit
creation by our Central Bank&amp;nbsp; made people
think we were back on track and all the “bright future” motto was all over
again been used by politicians to make us believe in their capacity of
Brazil.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;What to wait for?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As we could get from this briefly analysis of the political
history of Brazil the big state has always been part of our life. The Brazilian
Constitution from 1988 institutionalizes the idea that a lot of kinds of goods
and services are actually rights. Even today people refer to the constitution
as a major milestone to our “outstanding democratic system”. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;So now we’re
fooled to believe that the state is the responsible to delivery us stuffs that
individuals would never been able to offer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;The anti-capitalist mentality is
still a great movement in Brazil. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;It’s not chocking once almost an entire class
of ‘intelectuals’, musicians, writers and artists in general has always been
flirting with the concept that economic liberty is naturally bad. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Surely this “evidence” has nothing to
do with the real world in Brazil or overseas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; The enthusiastic of a progressive agenda has systematic
been attacking what they call as ‘neoliberals’. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;This term has
always been in use since the 90s to attack everything bad in Brazil such as the
level of misery and economic gap between classes. Once no one defends this made
up neoliberal agenda it’s was easy to associate the term with the concept of
capitalism. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Gramsci would be proud of these
guys.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;If neoliberal
actually means something it’s nothing more than a light socialism.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Privatizations have always been attacked
by the statists. They forget that 20 years ago the telephonic sector was a
monopoly of the state and you had to wait for months simple to have a telephone
number in your house. But it’s true that you can’t expect coherence for these
guys. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;They say that the PSDB (Brazilian Social Democratic Party) “sold” the
Brazil while the party never has been a clearly defender of the private sector.
As soon as we still saying stupid things like “the oil is ours” happiest the
politicians will be. We’re just endorsing them to take care of our life.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Let’s face something. If you want to
redistribute (and destroy) wealth it’s wise to first create it. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Sweden it’s
seen as a benchmark of a huge democratic and welfare state but people are just
too lazy to understand that before the welfare state arise in there they were by decades a pungent and free market nation. That’s the only effective way to
create wealth independent of the imorality of redistribution.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;There are some reasons Brazil still a
3rd world country. One of them is that we skipped the wealth creation period
before distributed it. In other words, we’re just redistributing poverty
instead wealth. But politicians know that some liberty is necessary to avoid
the collapse of the welfare state system. Only the enough to get them
reelected.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;The giant is alive but still sleeping&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; It’s really awesome and exciting when you realize that the
state and politicians are extremely weak when population arises against them.
They can only be in charge of our life once we legitimate their acts. We’re
stronger and more numerous so they will go to fall once we decide that’s the
way. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; But come on! Are we going to call for more of the same? More
state and politicians in our live? Since when are we going to believe that
volunteer actions are bad? Individuals are capable enough to change the world and
humanity for better. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;If the state is responsible to regulate and supervise us who will go to
supervise them? So, let’s stop begging government for quality services.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Think about it all the great and cool
stuffs that happened in the last 20 years. If you write down a list it’s very
unlikely that the government was responsible for one of these amazing things. Only
the private market can efficiently provide goods and services that the
population need. Basic goods and services are still scarce so cannot be seen as
rights.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; The results will be awful if this generation of protestors don’t
fight for a real reason that would make us proud of changing this country for
better. Liberty is kind of a new word in Brazil but we can’t give it up of
pursuing that. Only individuals actually acts and been so no central planning will be
capable to offer real positive change in a planet with 7 billion people and a country of 200 million people. We’re
much more than a tool to elect a politician.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Acts of violence are minimized when government take our money via taxes
and made up when people volunteered interact each other. Trying liberty moving
away from the leeches of the society (a.k.a. political class) is the first major step we need. Otherwise
we’re going to have more of the same and Brazil will be forever the
country of the future.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/2889627254624521937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/06/brazil-protests-state-history-and.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/2889627254624521937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/2889627254624521937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/06/brazil-protests-state-history-and.html' title='Brazil – Protests, state, history and liberty'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-4786374918935213539</id><published>2013-06-20T15:16:00.000-03:00</published><updated>2013-06-23T21:44:36.595-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crise"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>Manifestações pelo Brasil - O que está por vir?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Enquanto
parecíamos ver uma manifestação específica contra o aumento de 20 centavos na
passagem de ônibus de São Paulo (articulado pelo Movimento Passe Livre - MPL)
passamos a vivenciar a maior onda de protestos no Brasil das últimas décadas,
em pouco menos de duas semanas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;O
“primeiro grande ato contra o aumento das passagens”, como ficou conhecido, ocorreu
no dia 06 de junho e foi marcado principalmente pelo confronto entre
manifestantes e policiais. Como é de costume do brasileiro, sempre concluímos a
situação com rapidez: No caso da mídia tradicional (sempre representada pela Rede
Globo) focaram em manifestantes que destruíram propriedades públicas e privadas
na Avenida Paulista enquanto que as mídias sociais foram responsáveis por mostrar a
violência praticada por policiais, revelando também o despreparo e &lt;i&gt;modus operandi &lt;/i&gt;dessa instituição,
principalmente até o “quarto grande ato”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;É
claro que poucos chegaram à conclusão que bandidos poderiam estar travestidos
tanto de manifestantes quanto de policiais (que na teoria deveriam prover
segurança à sociedade). O foco nas ações da polícia e algumas opiniões na mídia
foram grandes pontos de descontentamento da população brasileira e em poucos
dias o mote “não é só por 20 centavos” ganhou proporções que poucos imaginavam.
Temas como os gastos na Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas,
assim como a corrupção e precariedade nos setores controlados pelo governo como
educação e saúde, passaram a fazer parte da agenda dos protestos. Através do
movimento Anonymous muitos manifestantes se intitularam apartidários, enquanto
que defensores da agenda promovida pelo MPL passaram a olhar com receio a
“perda de foco” em relação às primeiras manifestações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Ainda
é muito cedo para saber o real significado das manifestações que eclodiram no
Brasil nessas últimas, mas algumas análises já podem ser feitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Um olhar para o passado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A história do Brasil certamente não é
atrelada a liberdade. Pouco se viu disso por aqui, ao contrário dos Estados
Unidos que já no século XIX se preparava para tornar-se a nação mais rica do
mundo. Após quase todo o século XIX de um Brasil monarquista e escravocrata, o
século XX foi tampouco marcado por indivíduos livres e que mudaram o nosso país.
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A partir da década de 30,&amp;nbsp;Getúlio&amp;nbsp;Vargas foi um ditador populista por quase duas décadas, JK criou uma cidade no
meio do nada para o reduto e segurança da classe política federal, outros dois
populistas chegaram ao poder e na eminência de uma revolução comunista (e por
consequência uma ditadura), um golpe militar foi instaurado e mais duas décadas
se passaram sob um regime ditatorial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;No
campo político, militares mataram inúmeros opositores (a maioria deles
reivindicando um regime socialista) e censuram outra boa parte enquanto que no
campo econômico também vivenciamos um desastre total. Um grande estado
controlador que atrasou o desenvolvimento de infraestrutura por décadas e
destruiu o pouco que tínhamos de distribuição de capital entre a população brasileira,
através de criminosos períodos de hiperinflação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Em
uma breve pausa no que veio a seguir, é com todo o prazer, que apresento a
vocês a “única” alternativa as políticas de esquerda, segundo eles mesmos: o
período de ditadura militar. Sim, é isso. Somos obrigados a escutar até hoje
que o período de ditadura militar era a representação do “&lt;i&gt;american way of life&lt;/i&gt;”, do capitalismo. Segundo os deturpadores,
essa “direita conservadora” brasileira era a antítese do comunismo. Bloggeiros
de grande influência (e zero honestidade) como Luis Nassif afirmam que esse era
o estado mínimo, portanto estava “provado” que um estado limitado não dá certo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Voltando
aos acontecimentos, com a queda da ditadura militar não demoramos nem uma
década para derrubar um presidente. Após um desastroso governo do José Sarney
(olha quem tá aí até hoje!) marcado pela hiperinflação, seguido por um período
ainda mais conturbado que culminou no confisco bancário dos cidadãos, tivemos
talvez a grande última manifestação popular, marcada pelo movimento
“caras-pintadas”. Entre os meses de agosto e setembro de 1992, milhões foram às
ruas. Como resultado prático: o presidente da república caiu. Como legado:
Pouco mais de 20 anos depois estamos novamente nas ruas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Essas
duas décadas que vieram, e formaram uma geração que hoje estão nas ruas, foram
marcadas como um suposto período de prosperidade na mão de partidos como PSDB,
PT e PMDB. O simples fato de não termos vivenciados períodos de hiperinflação
nesse período e presenciarmos a abertura dos mercados (com muito protecionismo,
é claro), o grande estado brasileiro manteve a população “em coma” enquanto que
políticas assistencialistas e de criação de crédito foram o suficiente para que
tivéssemos desenvolvido uma crença na democracia e no “potencial” (olha quem tá
aí até hoje!) do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;O que esperar do futuro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como puderam ver nesse breve e
simplificado resumo da história política brasileira, nossa história é marcada
pela relação entre estado e indivíduos. O primeiro é tido como responsável por
ofertar serviços dos mais básicos aos mais complexos à população enquanto que o
segundo sempre foi estimulado a pensar que a melhor maneira para melhorar o
Brasil era através da democracia. Até hoje, muitos consideram a Constituição de
1988 como um grande e positivo marco para a história do Brasil. Venderam para
nós (e legalizaram) a ideia de que bens, por mais básicos que sejam, são
direitos da população, portanto devem ser providos pelo estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Do ponto de vista econômico, o
capitalismo sempre foi visto como um grande vilão, segundo os “intelectuais”
brasileiros. Grandes escritores, músicos, cientistas políticos, filósofos e
resistentes ao regime militar, partilham do pensamento comum que liberdade
econômica é naturalmente ruim. Certamente essa análise não foi baseada numa
correta análise histórica do Brasil e mundo afora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Neoliberalismo (poderiam chamar de “nãoliberalismo”)
foi a denominação usada pela esquerda para definir as políticas econômicas na
América Latina na década de 90. A verdade é: nunca existiu uma escola
neoliberal. O termo é uma criação para mostrar tudo aquilo que é ruim (como a
miséria e disparidade econômica) no Brasil, é culpa do neoliberalismo, mais
adiante transformado em sinônimo de livre-mercado ou capitalismo. Como não há ninguém
para defender uma ideologia inexistente, fica fácil deturpar conceitos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;O
Eike Batista é visto como sinônimo de capitalista brasileiro. O pai dele era
Ministro de Minas e Energia quando diversos campos de recursos naturais foram descobertos.
Ele misteriosamente adquiriu boa parte deles e hoje é o maior financiado pelo
BNDES e tem relação extremamente próxima com o estado. Mussolini diria que isso
é fascismo. Aqui não sabemos nem o significado desse termo e ele sempre é dito
para descrever tudo, menos a simbiose entre o mercado e o estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Privatizações
(no caso da telefonia não conta, ok?) sempre foram vistas com repudio pela
esquerda. Os sociais democratas, representados pelo PSDB são atacados por
petistas por terem “privatizado o Brasil” enquanto que os tucanos sempre ficaram
em cima do muro quando privatizar ou não diversos setores vem à tona. Garanto
para vocês que nenhum partido político está disposto a diminuir de tamanho.
Quanto mais gritamos besteiras como “o petróleo é nosso”, mais felizes os
políticos ficarão. &amp;nbsp;Estaremos dando
legitimidade para que eles cuidem da nossa vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Deixando
a imoralidade de lado, até para ter sucesso em programas assistencialistas um
estado deve antes acumular capital e riqueza para então distribuí-lo. A Suécia
que é vista com entusiasmo como modelo perfeito de governo, passou décadas de
extrema liberdade econômica antes de se transformar no grande estado que é. Tanta
riqueza foi criada, que hoje eles podem se dar ao luxo de ser o maior estado
assistencialista do mundo sem que tenham quebrado ou atingido o colapso.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 115%;&quot;&gt;Adicionalmente, eles entendem que menos regulação
no mercado também é outro estímulo para o empreendedorismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Aqui
no Brasil, somos diferentes, pulamos o período de acumulo de riqueza e capital
para podermos distribuí-los. Ou seja, o caminho que estamos seguindo é a
distribuição da pobreza. Os governantes sabem que é necessário o mínimo de
liberdade e geração de riqueza para que programas assistencialistas vinguem. Nesse
sentido não há nenhuma diferença entre PSDB e PT. A diferença está no apelo
populista do segundo e sua capacidade de entender como fortalecer o estado e
controlar as massas. O Gramscismo está vencendo, mas a população sabe que algo
está errado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;O gigante está vivo, mas ainda não está
acordado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É realmente lindo e empolgante ver o
quão frágil os governantes e o estado ficam frente a uma população indignada.
Ele só se mantém com o consentimento de seus governados, pois no fim somos nós
que legitimamos a ação dos governantes. Somos em mais número e fisicamente mais
fortes, se não tivermos dispostos a sustentar todo esse sistema ele certamente
cairá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Vamos pedir por mais do mesmo? Mais
estado e mais políticos na nossa vida? Até quando vamos acreditar que ações
voluntárias são ruins? Que a raça humana não é capaz o suficiente de mudar o
mundo para melhor com ações de indivíduos? Se o estado é responsável por
regular e fiscalizar as pessoas, quem fiscaliza os reguladores?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pensem nas melhoras coisas que
aconteceram nos últimos 20 anos. Se fizer uma lista é muito improvável que o
governo seja responsável por algum desses acontecimentos fantásticos. A
capacidade que o mercado tem em oferecer bens é excitante e incrível.
Certamente o mercado é capaz de fornecer serviços tidos como básicos, mas isso
não será permitido pelo &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt; e
nem por aqueles que acham que mais estado traz mais prosperidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De nada &amp;nbsp;adianta nos tornarmos uma geração de
manifestantes, mas que de fato não luta por algo que mudará esse país.
Liberdade é uma palavra meio nova por aqui, mas não devemos deixar de sonhar e
mudar o nosso país.Somente indivíduos agem e a complexidade em viver
num mundo de sete bilhões de pessoas não pode ser planejada centralmente como
se nossas vidas fossem somente uma ferramenta na hora de eleger um político.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Atos de violência são relativizados
quando somos chamados de contribuintes pela Receita Federal e inventados
quando pessoas voluntariamente interagem entre si. Experimentar a liberdade longe
das amarras de burocratas pode ser o primeiro grande passo para um país
prospero. Caso contrário, teremos mais do mesmo e seremos para sempre o Brasil
do futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;----------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Por fim, recomendo a leitura desse artigo escrito em 2002 mas que se mantém bastante atualizado. É sobre o espírito que assombra o Brasil:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=42&quot;&gt;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=42&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/4786374918935213539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/06/manifestacoes-pelo-brasil-o-que-esta.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4786374918935213539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4786374918935213539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/06/manifestacoes-pelo-brasil-o-que-esta.html' title='Manifestações pelo Brasil - O que está por vir?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-6197464245496567247</id><published>2013-06-11T16:49:00.001-03:00</published><updated>2013-06-11T19:05:32.424-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ayn Rand"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Crise"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Praxeologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propriedade Intelectual"/><title type='text'>Propriedade privada e Propriedade intelectual: Uma análise dos fatos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Como Hans-Hermann
Hoppe enfatizou na introdução do livro A Ética da Liberdade, de Murray Rothbard,
os estudos relacionados à ética e economia foram, por séculos, se distanciando
uma da outra se tornando aparentemente desconexas. Para os economistas, o
conceito de propriedade soava normativo demais e para os filósofos políticos
propriedade tinha um requinte de economia mundana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Os austríacos entendem
que a origem da propriedade privada se deu [1] para resolver conflitos sobre
uma questão inevitável, a escassez. Com a falta de abundancia plena, o controle
exclusivo de um indivíduo sobre espaços e objetos físicos (desde que sob as
condições de apropriação original ou voluntária), mostra-se imprescindível
tanto do ponto de vista econômico quanto ético.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;Nesse contexto, o desenvolvimento do estado no
mundo, que passou por diversas formas de monarquias, ditaduras, liberalismo
clássico e democracias, invariavelmente depende (em maior ou menor grau) do
controle de propriedade, que em princípio seriam de direito de indivíduos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No cenário
atual, a social democracia ou estado de bem-estar social se estabelece por boa
parte do mundo tornando o conceito de propriedade privada ainda mais
irrelevante. Esse formato estatal permite alguma liberdade (de propriedade
privada dos meios de produção) num ambiente extremamente regulado, mas o
suficiente para os programas de welfare state serem desenvolvidos e aparentemente livre o bastante para reeleger um político ou evitar revoltas populares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Usando como
exemplo os Estados Unidos, vejamos a evolução desse país nos últimos 200 anos:
Uma nação que durante praticamente todo o século XIX foi considerada
extremamente livre. O estado tinha o tamanho bem reduzido, impostos diretos não
existiam e indivíduos povoaram essa nação com grande incentivo vindo pelas
questões atreladas a liberdade, por consequência, com reais direitos de
propriedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O século
posterior foi marcado pela criação do Federal Reserve, ascensão do movimento
intervencionista através de políticas keynesianas, regulações de todos os
tipos, fim do padrão-ouro, etc. Ou seja, um novo modelo político e econômico.
Em vez de criar-se um novo nome para essas mudanças,o termo capitalismo teve
seu significado alterado, facilitando ainda mais a desconsideração em relação a
importância do respeito a propriedade privada. Como do outro lado tínhamos
regimes totalitários e socialistas, era fácil redefinir os termos de
capitalismo e liberdade com essa comparação tão extrema. Menos livre-mercado foi visto como necessário e os Estados Unidos continuaram sendo o
grande exemplo de nação capitalista e com sólidas bases na liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Os austríacos
(principalmente Mises e Hayek) passaram a atingir maior relevância no século XX,
através de uma abordagem apriorística da economia, analisando perfeitamente o
movimento socialista e sua característica anti-humana, assim como as consequências
de qualquer tipo de intervenção na economia. Ou seja, a ação humana. Mais tarde, nas últimas décadas,
pensadores libertários como Stephan Kinsella e Jeffrey Tucker passaram a
abordar um tema relativamente novo: a propriedade intelectual e o repúdio a
esse direito nada natural.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Por outro lado
a grande pensadora Ayn Rand, grande influência no crescimento do
libertarianismo, via na propriedade intelectual a base de toda filosofia
objetivista e de verdadeiro livre-mercado. Conforme analisado em um outro texto
meu (&lt;a href=&quot;http://www.bastiatbrasil.blogspot.com.br/2013/03/ayn-rand-e-propriedade-intelectual-as.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;),&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;há muitas incoerências na defesa objetivista à propriedade
intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Certamente,
não é por essa defesa à propriedade intelectual que muitos se tornaram
libertários, mas sim por previsões sobre o colapso moral e econômico que ela já
dizia há mais de 50 anos. Sua análise “visionária” foi o grande legado para
busca da liberdade. Mas o que aconteceu de lá para cá, para que suas previsões
se confirmassem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Regulações, taxação,
welfare state, monopólios da segurança, leis, etc. são resultados da exploração
da propriedade privada, não da intelectual, que por sinal não sofreu nenhum
tipo de “abandono” por parte do estado.&amp;nbsp; A
fonte de riqueza estatal passa, na maioria dos casos, pela extração de uma
propriedade privada alheia enquanto que a preservação da propriedade
intelectual só acontece sob vias estatais, alem de ser outra fonte de recurso
financeiro dos parasitas que Ayn Rand tanto desprezava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A propriedade
intelectual é preservada e mesmo assim a situação não é nada agradável, com as
previsões de Ayn Rand se confirmando. O cenário &quot;parasitário&quot; na sociedade descrita por Ayn Rand em Revolta de Atlas é muito preciso, mas por violações reais de propriedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Portanto, não haveriam os objetivistas, a
necessidade de rever a importância da propriedade intelectual, que inclusive
justifica o domínio de propriedade real (privada) de terceiros? Ou seja, como
defender a liberdade e menos estado se os fatos mostram que as características
expansivas e de retrações dos estados dependem quase que 100% de questões que dizem
respeito à propriedade privada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Não há perda
real com “subtração” do intelectual alheio. Pelo contrário, a capacidade
cognitiva atrelada às referências e experiências diversas é que nos geram aprendizados. Como desenvolver a
razão sem referencias? O próprio ato de aprender a falar e escrever advém de
terceiros. Essa também é uma forma de adquirir o intelecto alheio. Portanto,
fica claro que a defesa randiana é puramente utilitária [2] ao dar todo o foco
no aspecto da produção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Através de uma
correta análise do conceito de propriedade a Escola Austríaca de Economia
deixou diversos legados como a teoria dos ciclos econômicos e calculo sobre o
socialismo e a praxeologia como um todo, enquanto que nenhuma escola de economia teria sucesso em elevar a
propriedade intelectual como base para análises e princípios sólidos, condizentes com o mundo real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Por fim, como
disse Jeffrey Tucker: patentes e direitos autorais são criação do estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[1] – A ação de apropriar-se de algo,
certamente envolve questões racionais e que vão além do instinto animal. A
origem da nossa racionalidade e capacidade cerebral (ainda com muitos pontos a
serem descobertos) é irrelevante no momento em que toda essa estrutura de
propriedade privada se desenvolve, evitando conflitos e promovendo a paz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[2] – Não estou afirmando que direitos de
propriedade intelectual geram mais valor para a sociedade, mas sim que esse
pode ter sido o motivador de Ayn Rand.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/6197464245496567247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/06/propriedade-privada-e-propriedade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6197464245496567247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6197464245496567247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/06/propriedade-privada-e-propriedade.html' title='Propriedade privada e Propriedade intelectual: Uma análise dos fatos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-7951881390647497029</id><published>2013-05-16T20:30:00.001-03:00</published><updated>2013-12-07T13:14:40.703-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="English content"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Murray Rothbard"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tom Woods"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeo"/><title type='text'>The Anti-Rothbard Cult</title><content type='html'>Great speech from Tom Woods, which reminds us the legacy that Rothbard had to the liberty cause with many theoretical contributions and great insights regarding a lot kind of fields.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/l2IFwEZLx7U?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/7951881390647497029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/05/the-anti-rothbard-cult.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/7951881390647497029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/7951881390647497029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/05/the-anti-rothbard-cult.html' title='The Anti-Rothbard Cult'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-4589000457225316968</id><published>2013-05-11T12:40:00.000-03:00</published><updated>2013-05-17T15:59:21.092-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conspiração"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>O estado e o controle da informação </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A anatomia do estado já foi muito
bem analisada por Murray Rothbard&amp;nbsp; e
basicamente é constituída por seu &lt;i&gt;modus
operandi&lt;/i&gt; coercivo em diversos níveis e garantida pelo apoio da maioria de
seus súditos. Pensando no longo prazo, fica claro que o controle dos meios
intelectuais é de extrema importância para a garantia quase que eterna dessa
instituição. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Para os esclarecidos nesse tema,
é de conhecimento comum que a manipulação de indivíduos e grandes grupos se dão,
principalmente, pelo controle da educação e pela distorcida versão oficial da
história [1]. A estrutura estatal pode variar de acordo com o tempo e demonstrar-se
mais ou menos liberal do ponto de vista econômico ou social, mas a agenda sugerida
pelos que detêm o poder pode facilmente se manter obscura. Interesses
particulares podem, tranquilamente, se destacar frente a objetivos que são
tidos como oficiais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Acho bem improvável que algum
libertário vá discordar que o estado dispõe de inúmeras ferramentas que podem (com
a maior facilidade) gerar benefício e satisfação para indivíduos que façam
parte do jogo, tanto burocratas como corporativistas. E por mais improvável que
pareça, quando se sugere que estados são capazes de fazer o que quer que seja
para preservação e implementação de sua agenda, o pronto descrédito é lançado
junto com o termo ‘teoria da conspiração’. Imagino que muitos devam falar assim
como estatistas desferindo o repudio ao ‘reacionário’: sem nenhum critério e
análise.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Devemos admitir que mesmo com a
revolução digital e as infinitas fontes de conhecimento e informação que ela
trouxe e uma melhor possibilidade de estabelecimento de nichos (tanto
intelectual quanto comercial), o estado ainda tem vasto apoio e parece muito
longe de ter seus dias contatos. Mais do que ninguém, os libertários sabem da
dificuldade de estabelecer sua teoria e princípios no &lt;i&gt;mainstream &lt;/i&gt;acadêmico e na mídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Não temos certeza do todos os
motivadores que cercam um burocrata de “sucesso” ou um político espoliador, mas
uma coisa é certa: o estado não pode deixar as coisas saírem de controle e o
monopólio/oligopólio da informação é fundamental. O poder sempre teve, ao longo da história, um caráter invisível e decisões relevantes sempre foram tomadas nos bastidores pelas elites de cada época.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Nesse cenário onde o estado
encontrou na terceira via o caminho ideal para sua perpetuação, não podemos
esquecer que além do burocrata essa fórmula de “sucesso” depende do corporativista,
ser esse muitas vezes esquecido. Seja talvez pelo apreço que nós libertários
temos aos empreendedores e ao livre-mercado. Mas não deveria ser assim uma vez
que de livre, o mercado não tem nada. Portanto, empresários com altas
influências políticas tem todos os motivos para defender a preservação do &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;, seja em Brasília ou
Washington.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No ano
passado, até o New York Times chegou a publicar uma reportagem (&lt;a href=&quot;http://www.nytimes.com/2012/07/16/us/politics/latest-word-on-the-campaign-trail-i-take-it-back.html?pagewanted=1&amp;amp;_r=0&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ver aqui&lt;/a&gt;),
que admite o controle do governo norte-americano em informações que são
divulgadas ao grande público. O autor basicamente afirma que organizações como
Bloomberg, The Washington Post, Reuters e The New York Times consentem em
conceder entrevistas nas condições impostas por políticos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A&amp;nbsp;Rede
Globo é até foco de um documentário [2], exibido no Channel 4 do Reino Unido, onde é
exposta toda sua influência no cenário político nacional e condescendente com
políticas das últimas décadas. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Portanto, me pergunto: Qual a
lógica em defender o livre mercado e apoiar-se quase que exclusivamente em
conglomerados da mídia garantidos pelo estado, para afirmar que uma notícia é
verdadeira ou não? Qual seria o cenário em um lugar que prevalecesse o
livre-mercado da informação? E se o estado nem existisse para garantir a “veracidade”
das informações? É evidente que o mercado tem suas formas de premiar aqueles
que melhor prestam serviços à população, nesse caso a divulgações de
informações verdadeiras e pertinentes à sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Mesmo assim, seria necessária uma
análise crítica (ou simplesmente bom-senso) de cada indivíduo ao receber uma
informação e trabalhá-la como verdadeira ou falsa, relevante ou não. Acho que
essa é uma análise apriorística razoável, ao contrário da outra afirmação &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; de que versões alternativas a
casos relevantes e até então “definitivos” são naturalmente falsas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Óbvio que existem teorias conspiratórias mentirosas e pessoas que buscam alcance e fama divulgando informações mentirosas para atrair a curiosidade do público, mas isso não impede que análises criteriosas e investigações reais sobre determinado assunto sejam verdadeiras. Afirmar que Elvis não morreu ou que o homem não foi à lua é muito diferente de afirmar que grandes&amp;nbsp;corporações&amp;nbsp;da mídia tem muitos interesses em comum com a classe política, por exemplo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por
fim, pessoas que veem na diminuição ou extinção do estado um caminho para
liberdade e prosperidade não podem simplesmente desconsiderar uma informação
como justificativa que essa difere da versão oficial. Devemos lembrar que
virtualmente nada que o governo nos diz é verdade [3] e que antes de tudo devemos confirmar no nosso julgamento de valor, independente do que o estado e
instituições parceiras nos dizem.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-------------&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;No
próximo texto, vou mostrar alguns motivos (dessa vez com mais exemplos) de
porque devemos ser menos céticos em relação a algumas teorias conspiratórias e mais
céticos em relação ao &lt;i&gt;mainstream media&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[1] – São
muitos os autores predispostos a desafiar a versão oficial da história,
incluindo o libertário Tom Woods no seu “Guia politicamente incorreto da
história dos EUA” (&lt;a href=&quot;http://www.tomwoods.com/books/the-politically-incorrect-guide-to-american-history/&quot;&gt;http://www.tomwoods.com/books/the-politically-incorrect-guide-to-american-history/&lt;/a&gt;)
e mais recente, Leandro Narloch aqui no Brasil, com guias sobre o Brasil e a
América Latina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[2] – “Alem
do cidadão Kane” - &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=049U7TjOjSA&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=049U7TjOjSA&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[3] - &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=Ou4RdfnJX0o&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=Ou4RdfnJX0o&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/4589000457225316968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/05/o-estado-e-o-controle-da-informacao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4589000457225316968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4589000457225316968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/05/o-estado-e-o-controle-da-informacao.html' title='O estado e o controle da informação '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-5225490609470512463</id><published>2013-05-08T14:17:00.000-03:00</published><updated>2013-06-27T19:08:56.518-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="English content"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jeffrey Tucker"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propriedade Intelectual"/><title type='text'>Patents Are a Government Creation</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
by Jeffrey A. Tucker&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
If patents for inventions were part of the free market, to make and sustain them would not require legislation, constitutions, bureaucracies, filings, armies of attorneys, and years of litigation. They would exist in the same way regular property rights exist. From time immemorial, people have owned stuff. They’ve used stuff. They make deals and trade. No one is harmed.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
But with patents, a government agency causes them to exist. Once the apparatus is in place, you hire an attorney. You hammer together just the right claim. If it looks vaguely unique—lawyers specialize in this—three years later, you get back a sheet of paper that guarantees you an exclusive right. This is not a right for you to make a thing. It is a right for you to exclude others from making that thing.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
In other words, a patent is a license to coerce third parties who may or may not know anything about your supposed invention. It doesn’t matter if someone else invented your widget completely independently. You now own the government-granted right of monopoly privilege. Patents are no more or less than that.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
The whole subject of “intellectual property”&amp;nbsp;(IP), of which the patent is one type, confuses people who otherwise believe in property rights. IP is not a property right such as the one you own over your shoes or house or business. It is manufactured right, one invented by legislatures and bureaucracies to back some producers over other competitive producers.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Along with tariffs, patents were the earliest form of crony capitalism. And they have been dragging down the pace of economic innovation from the beginnings of the Industrial Revolution to the present, from the steam engine through the smart phone. They throw barriers in the way of the discovery component of the market process and entangle enterprise in a thicket of lawsuits.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
In a free market, a commercially successful producer with a new and economically viable product can hope to experience a period of profitability just by being the first to market. It takes a while for others to observe the success, speculate on its continuation, roll out a new version, and get it to market. It is never enough to copy. You have to improve to beat the market leader. This is how the free market works. It is based on learning and competition, not monopoly.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Patents change everything. By granting a monopoly, the producer can prolong the period of profitability for longer than the free market would otherwise allow. The history of invention is filled with examples of individuals and firms who get the grant and then squander massive resources to hold on to it against the attempts of “pirates” to enter the market. Eli Whitney, the Wright Brothers, Alexander Graham Bell, and Steve Jobs are all examples. (As a side note, patents have seriously distorted our perceptions of the history of invention. We need a radical reconstruction of this history that does not rely on patent records.)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Patents don’t help the little guy. They help the big guy who is already successful beat back the competition. This is why writers in the classical liberal tradition have long pointed to patents as unjust, inefficient, and unnecessary interventions.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
In 1851,&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;border: 0px; font-family: inherit; font-variant: inherit; line-height: inherit; margin: 0px; padding: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;The Economist&lt;/em&gt;&amp;nbsp;stated why: “The granting [of] patents ‘inflames cupidity’, excites fraud, stimulates men to run after schemes that may enable them to levy a tax on the public, begets disputes and quarrels betwixt inventors, provokes endless lawsuits . . . The principle of the law from which such consequences flow cannot be just.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Joining the opposition in the 20th century have been Fritz Machlup, Ludwig von Mises, Murray Rothbard, and F. A. Hayek. (Ayn Rand was an exception.) And all of this opposition came about before the huge expansion of the patent system today that applies to seeds, software, and even time travel.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
Ninety-nine percent of the patents issued are never used. Most patents just sit there like time bombs to blow up other attempts to enter the market. They don’t inspire people to invent; they inspire people to use parasitic methods to stop others from inventing.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
What a strange system of central planning it all is! You can’t have free enterprise when the government is slicing and dicing ideas and assigning monopolistic titles to them. The purpose of property and prices is to provide for the peaceful allocation of scarce resources. Ideas, once public, are no longer scarce.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border: 0px; font-family: myriad_proregular; line-height: 19px; margin-top: 14px; padding: 0px 5px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;
As Thomas Jefferson said in a letter from 1813: “If nature has made any one thing less susceptible than all others of exclusive property, it is the action of the thinking power called an idea . . . He who receives an idea from me, receives instruction himself without lessening mine; as he who lights his taper at mine, receives light without darkening me.”&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/5225490609470512463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/05/patents-are-government-creation.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/5225490609470512463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/5225490609470512463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/05/patents-are-government-creation.html' title='Patents Are a Government Creation'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-5248019713961139891</id><published>2013-03-19T14:49:00.000-03:00</published><updated>2013-08-26T18:19:37.089-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ayn Rand"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Era Digital"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propriedade Intelectual"/><title type='text'>Ayn Rand e a Propriedade Intelectual: As incoerências objetivistas</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Muitos
consideram Ayn Rand como uma das maiores representantes do movimento libertário,
mas os conceitos de propriedade e valor na visão da filosofia objetivista (criada
por ela) diferem muito do apresentado pela escola austríaca e ética libertária
havendo, portanto, muitas incompatibilidades no entendimento do que de fato é ó
livre-mercado e também o papel do estado na sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Em relação à
Propriedade intelectual, Rand se mostrava uma ferrenha defensora da sua
proteção por parte do estado enquanto que as últimas gerações de libertários
(Rothbard, Hoppe, Kinsella, Tucker) refutam a ideia de que a PI é de fato uma
propriedade exclusiva de um indivíduo, uma vez que ideias não são escassas. Portanto,
nessa visão, não há conflito real sobre a posse dessa propriedade. Quando um
aluno aprende de um professor o conhecimento é expandido e não transferido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Rand, falando
sobre patentes e direitos autorais, disse: “a aplicação legal da base de todos
os direitos de propriedade: um direito das pessoas ao produto de sua mente” [1]
ou até “patentes são o coração e o núcleo dos direitos de propriedade” [2].
Apesar de essas declarações poderem sugerir total defesa de propriedade às
criações humanas, ela distingue os conceitos de invenção e descoberta como base
para sua defesa à propriedade intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;b&gt;A arbitrariedade&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A definição randiana
para &lt;i&gt;invenção&lt;/i&gt; é de que se trata de
qualquer adaptação/rearranjo de matérias oriunda da mente humana e que resulta
em um novo bem tangível ao passo que a &lt;i&gt;descoberta&lt;/i&gt;
de uma verdade matemática (por mais que seja resultado da mente humana) não é
passível de tal proteção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Nesse ponto,
Kinsella nos lembrou que:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Não é
evidente porque tal distinção, mesmo se clara, é eticamente relevante para
definir direitos de propriedade. Ninguém &lt;i&gt;cria&lt;/i&gt;
matéria; apenas se manipula e lida com ela de acordo com leis físicas. Nesse
sentido, &lt;i&gt;ninguém&lt;/i&gt; de fato cria algo.”
[3]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Por que, por
exemplo, a descoberta da fórmula E=MC por Einstein não é passível de tal
defesa como um produto protegível da mente humana? Um cientista que descobre
uma nova propriedade no estudo eletromagnético pode servir de base para a
criação de diversos produtos duráveis, que por consequência, serão protegidos
por patentes. Não houve apropriação de uma informação que foi “gerada” por uma
mente humana? Ayn Rand sugere que sua defesa a propriedade intelectual é moral,
mas na verdade é pouco fundamentada e com um grande viés na defesa ao
empreendedor, conforme Kinsella identificou isso no seu artigo&lt;a href=&quot;http://archive.mises.org/8380/inventors-are-like-unto-gods/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; Inventors are Like Unto ….GODS&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Alguns objetivistas mais modernos como Andrew J.
Galambos defendem o PI ainda mais radicalmente. Não é arbitrário na defesa
de um produto da mente, mas apresenta ideias ainda mais absurdas alegando
direito de propriedade sobre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;suas próprias ideias e obrigando seus estudantes a não repeti-las. Nesse
contexto o aprendizado e troca de informações entre humanos seria simplesmente
inviável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;u style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;u style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Internet: A máquina impressora
de valores randianos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Ayn Rand analisava
o crescente movimento anarco-capitalista com muita crítica [4]. Alegava que o
mundo cairia na mão de criminosos e nada mais teríamos senão o caos com a falta
de um estado que protegesse, no mínimo, a propriedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Nessa ideia de
arranjo descentralizado, livre e praticamente anárquico temos a internet. Nos
últimos 20 anos a internet se desenvolveu quase que totalmente aparte do
ambiente de regulação e controle estatal. Esse ambiente de livre troca de
informações e conhecimento seria uma ameaça aos valores randianos e de “livre-mercado”
que ela defendia? Provavelmente sim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Numa discussão
em um grupo da Ayn Rand no Facebook, chegaram a afirmar o seguinte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 3.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“A moeda de troca de um escritor é o seu livro, e o valor deste é
o que nele está impresso. A moeda de troca do leitor é o dinheiro, e o valor
deste é o que nele está impresso. Qualquer um que se apropria da moeda de troca
do outro, sem a devida contrapartida, rouba. Qualquer um que copia a moeda de
troca do outro, sem autorização do emissor original, frauda. Reproduzir moedas
é inflacionar. Inflação é roubo porque confisca o valor de compra da moeda.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 3.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Essa confusa
noção de valor sugere que espaços de leitura em livrarias são criminosos?
Bibliotecas são os bancos centrais no ambiente intelectual? Deveriam os autores
de livros buscarem a proibição desse tipo de compartilhamento de informação ou
a “devida contrapartida” existe nesse caso? Vejam, portanto, o quão incompleta
é essa definição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Voltando ao
conceito de &lt;i&gt;invenção&lt;/i&gt; de Rand, ela
afirmou sobre a adaptação/rearranjo como resultado de um novo bem tangível.
Como afirmar então que um livro feito de papel e tinta são o mesmo que uma versão eletrônica da obra? A cadeia de desenvolvimento de uma versão eletrônica pirata é totalmente independente e distinta da propriedade pertencente ao autor ou editora de um livro. A legislação referente a P.I. nada mais é do que uma arbitrária tentativa de balancear o mercado através do favorecimento de alguns setores e players.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Afirmar que o
valor não está no livro e sim nas ideias expostas nele geram uma grande
contradição com o que Rand defendia, uma vez que o conceito de invenção deixa
clara a existência de um bem tangível. Defesa de toda forma de propriedade
intelectual como qualquer resultado da mente humana é um ponto de Andrew J.
Galambos e nesse contexto a troca de informação jamais poderia ser realizada se
a defesa do PI fosse invariavelmente necessária, conforme podem ver &lt;a href=&quot;http://mises.org/daily/3864/If-You-Believe-in-IP-How-Do-You-Teach-Others&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A &lt;i&gt;ideia&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;cópia&lt;/i&gt;, como bens não escassos, são justamente aquilo que fazem da
internet uma enorme fonte de conhecimento e um meio concorrente ao formato de
varejo/comercio tradicional. Se não há nenhuma barreira/dificuldade para
reprodução de uma música no formato digital ao invés de um CD, por exemplo, o
seu valor não pode ser imposto em todos os formatos nem a ideia de “roubo” pode
ser aplicada. Afirmar que alguém roubou a minha namorada, não faz disso um
roubo. A ideia de roubo implica em prejuízo de um bem tangível. Nem no caso dos
CDs, nem dos livros um bem copiado ou reproduzido gera em perda de riqueza real
e tangível por parte do músico ou escritor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Não menos
relevante que os pontos acima, a defesa à Propriedade Intelectual é uma forma
coerciva de geração de escassez. Uma pessoa que tem um produto protegido por
patente, ou copyright acaba por controlar (mesmo que indiretamente) a
propriedade privada do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Conclusão&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um
ambiente livre, sem direitos a propriedade intelectual, não significa que
empreendedores não têm mais motivo para empreender nem que qualquer forma de
defesa a uma determinada informação ou tecnologia seja protegida. Contratos
podem assegurar desde um segredo comercial a um controle de cópia desde que
feito de forma voluntária entre duas partes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
existência de nova concorrência em diversos setores não é atribuída a um novo
formato maligno de fraude (a internet) e sim de novos formatos tecnológicos que
fazem um bem escasso, muito mais abundante. Empreendedores podem se adaptar a
novos cenários e é isso que deve ser feito. A Apple, por exemplo, em vez de gastar uma fortuna processando a Samsung por copiar seus produtos, poderia usar o mesmo dinheiro para inovar e assim conseguir mais consumidores. O concorrido setor fonográfico, por outro lado, teve desempenho positivo recorde após mais de 10 anos sem aumento nos lucros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[5].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A ideia de que
o governo é o responsável por proteger essas propriedades é no mínimo ingênuo.
Como defender a liberdade e uma economia de livre-mercado na Era Digital?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
única forma de proteger a propriedade intelectual é através de um grande
governo regulador e legislador. Como sabemos, a simbiose governo/empresas, invariavelmente,
leva ao favorecimento dos “amigos do rei” devido ao ambiente onde a defesa à
propriedade intelectual é totalmente arbitrária e subjetiva e também devido a própria anatomia
do estado e sua necessidade de preservação do &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No
fim, só os libertários invocam a não iniciação total a violência como padrão
ético, enquanto que a razão randiana é claramente cheia de arbitrariedades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;---------&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;[1] &lt;i&gt;Patents and Copyrights &lt;/i&gt;– pg. 130&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;[2] &lt;i&gt;Patents and Copyrights &lt;/i&gt;– pg. 133&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;[3] &lt;i&gt;Contra a
propriedade Intelectual&lt;/i&gt; – cap. 3&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;[4] &lt;i&gt;The Virtue of
Selfishness&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;[5] http://www.valor.com.br/empresas/3022956/receita-do-mercado-fonografico-cresce-pela-primeira-vez-em-treze-anos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/5248019713961139891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/03/ayn-rand-e-propriedade-intelectual-as.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/5248019713961139891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/5248019713961139891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/03/ayn-rand-e-propriedade-intelectual-as.html' title='Ayn Rand e a Propriedade Intelectual: As incoerências objetivistas'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-6196126180294113946</id><published>2013-01-28T16:44:00.000-02:00</published><updated>2013-05-17T15:59:08.585-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jeffrey Tucker"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>O que explica a pobreza em uma economia formada por pessoas laboriosas?</title><content type='html'>por Jeffrey Tucker&lt;br /&gt;
------------------------&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um episódio da série &lt;a href=&quot;http://www.travelchannel.com/TV_Shows/Anthony_Bourdain&quot;&gt;&lt;i&gt;No Reservations&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; — um seriado com enfoque em culinária exibido no Travel Channel, e apresentado por &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Anthony_Bourdain&quot;&gt;Anthony Bourdain&lt;/a&gt; — apresentou aos seus espectadores a cidade de Porto Príncipe, capital do Haiti.&amp;nbsp; Já haviam me dito que esse episódio oferecia um vislumbre singular a respeito do país e de seus problemas.&amp;nbsp; Eu apenas não imaginava o quanto isso era verdade.&amp;nbsp; Através das lentes que focalizam a comida, podemos apreender algumas ideias sobre a cultura local, e da cultura podemos ter uma ideia da economia, e da economia para a política e, finalmente, para tudo o que há de errado nesse país e do que pode ser feito quanto a isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através da objetiva da câmera, aprendemos mais sobre a economia do país do que teríamos aprendido caso o programa fosse totalmente voltado para questões econômicas.&amp;nbsp; Caso o episódio fosse centrado em economia, sem dúvida ele apresentaria intermináveis e maçantes entrevistas com várias autoridades financeiras e vários especialistas do FMI, além de muita conversa sobre balança comercial e outros agregados macroeconômicos completamente sem propósito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, com o enfoque voltado para a comida e a culinária, podemos ver o que é que impulsiona e orienta a vida diária da multidão de haitianos.&amp;nbsp; E o que descobrimos é surpreendente em vários sentidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma cena no início do programa, rodada exatamente nessa enorme cidade onde ocorreu um devastador terremoto em janeiro de 2010, Bourdain e sua equipe fazem uma parada em uma barraca de rua para comer alguma comida local.&amp;nbsp; Ele discute os ingredientes da comida e experimenta algumas iguarias.&amp;nbsp; Uma multidão de pessoas famintas começa a se juntar ao redor dele.&amp;nbsp; Porém, elas não estão interessadas em fazer pose para as câmeras; elas estão apenas observando, na esperança de sobrar algo para elas comerem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então, Bourdain, com a intenção de fazer algo bom para todos, tem uma ideia.&amp;nbsp; Sabendo que apenas nessa refeição ele está comendo o equivalente ao que a maioria dos haitianos come em três dias, Bourdain decide comprar o restante da comida dessa vendedora para distribuí-las gratuitamente para todos os nativos ali presentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Belíssimo gesto!&amp;nbsp; Exceto pelo fato de as coisas não saírem exatamente como o planejado.&amp;nbsp; Assim que a notícia sobre a comida grátis se espalha — o boca a boca no Haiti é mais rápido que um chat no Facebook —, as pessoas começam a se aglomerar aos montes ao redor desse local.&amp;nbsp; Filas se formam e se expandem.&amp;nbsp; Algumas pessoas se agitam.&amp;nbsp; Outras, em reação, tentam manter a ordem.&amp;nbsp; Elas trazem cintos e começam a bater nos agitados.&amp;nbsp; Toda a cena se torna bastante desagradável para todos — e o telespectador fica com a sensação de que tudo é ainda pior do que o que está sendo mostrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.travelchannel.com/Video/tony-feeds-the-locals-11746&quot;&gt;Aqui está a cena&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bourdain aprende corretamente a lição: a solução para o problema da pobreza é mais complexa do que aparenta à primeira vista.&amp;nbsp; Boas intenções dão errado.&amp;nbsp; Ele e sua equipe estavam pensando com o coração e não com a cabeça, e acabaram causando mais dor e sofrimento do que havia originalmente no local.&amp;nbsp; Desse acontecimento em diante, ele começa a abordar os problemas do país com um pouco mais de sofisticação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O restante do episódio nos leva a um passeio por bairros extremamente pobres, mostrando exposições artísticas, festivais e desfiles em ruas — e entrevistas com todos os tipos de pessoas que conhecem o estado das coisas no Haiti.&amp;nbsp; Mas não se trata de programa cuja intenção é manipular seus sentimentos de maneira convencionalmente dramática.&amp;nbsp; Sim, há o óbvio sofrimento humano, mas a impressão geral que tive não foi essa.&amp;nbsp; Ao contrário, fiquei com a sensação de que o Haiti é um lugar bastante comum, igual a todos os outros lugares que conhecemos, mas com uma grande diferença: eles são muito pobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na época em que esse programa havia sido filmado, aquele glamour pós-terremoto, que havia atraído vários visitantes americanos para o local com a intenção de ajudar, já havia desaparecido.&amp;nbsp; Um que ainda permanece lá é o ator Sean Penn.&amp;nbsp; Embora ele seja amplamente conhecido como um esquerdista hollywoodiano, ele está realmente morando lá, movendo-se estrepitosamente em seu carro, subindo e descendo os morros de um bairro extremamente pobre da cidade, todo barbado e desgrenhado, sendo aquilo que ele classifica como &quot;funcionário&quot;, transportando coisas para as pessoas que precisam.&amp;nbsp; Ele não apresentou respostas fáceis, porém desfiou palavras fortes sobre os doadores americanos, palavras extremamente interessantes vindas de um esquerdista que, supostamente, deveria acreditar em distribuição de renda: apenas despejar dinheiro em novos projetos não vai ajudar ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas do Haiti retratadas no programa de fato correspondem a tudo aquilo que todos os visitantes sempre dizem a respeito delas.&amp;nbsp; São notavelmente amigáveis, talentosas, empreendedoras, felizes e cheias de esperança.&amp;nbsp; Como a maioria das pessoas, elas odeiam seu governo.&amp;nbsp; Na realidade, elas odeiam o governo muito mais do que a maioria dos americanos odeia o seu.&amp;nbsp; Isso realmente é uma precondição para a liberdade.&amp;nbsp; Há uma genuína sensação de nós-contra-eles no Haiti; tão viva é essa sensação que, quando o palácio presidencial desmoronou no recente terremoto, multidões se juntaram ao redor para vibrar abertamente.&amp;nbsp; Foi um consolo em meio a toda uma terrível tempestade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí vem a pergunta: com todo esse povo empreendedor, trabalhador e criativo — milhões de pessoas —, como pode haver algo de errado no país?&amp;nbsp; Por que eles são tão pobres?&amp;nbsp; Bom, é verdade que o terremoto destruiu a maioria das casas.&amp;nbsp; Se isso tivesse ocorrido nos EUA, por exemplo, esse terremoto não causaria o mesmo nível de estragos.&amp;nbsp; Toda a destruição causada pelo terremoto levou algumas pessoas a crer que, de alguma forma, a ausência de códigos de edificação, que determinam normas mínimas de segurança para a construção de prédios e de outras estruturas, foi a principal causa do problema.&amp;nbsp; Logo, a solução estaria em mais imposições e controles governamentais mais rígidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, a realidade mostra que essa noção de códigos de edificação é algum tipo de pilhéria.&amp;nbsp; A própria ideia de que um governo poderia melhorar a situação de todos caso ele apenas saísse por aí punindo pessoas que constroem abrigos para si próprias — ao mesmo tempo em que estas se recusam a obedecer às ordens do planejamento central — é simplesmente risível.&amp;nbsp; Uma coerção desse tipo não geraria absolutamente nenhum resultado positivo, levando apenas a amplos níveis de corrupção, violência e falta de moradia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O âmago do problema, como bem &lt;a href=&quot;https://mises.org/daily/4354/My-Week-in-Haiti&quot;&gt;explicou&lt;/a&gt; Robert Murphy, nada tem a ver com falta de regulamentações.&amp;nbsp; O problema está na ausência de riqueza.&amp;nbsp; Trata-se de uma óbvia verdade dizer que as pessoas sempre irão preferir morar em casas seguras, e não em casas de estruturas frágeis; porém, a questão é: qual é o custo disso? É economicamente viável?&amp;nbsp; Querer é uma coisa; poder fazer é outra.&amp;nbsp; No caso específico do Haiti, a resposta é: não, não é viável; não com uma população que mal consegue sobreviver no dia a dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que nos leva a outra pergunta: onde está a riqueza do país?&amp;nbsp; Afinal, há um grau extremamente elevado de comércio, há muitas pessoas trabalhando e fazendo vários tipos de coisa, há uma vasta gama de trocas e transações comerciais, e o dinheiro muda de mão frequentemente.&amp;nbsp; Com tudo isso, por que o lugar permanece desesperadoramente pobre?&amp;nbsp; Se os economistas estão corretos ao dizer que o comércio é o caminho para a riqueza — e há um amplo comércio no Haiti —, por que a riqueza não surge?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se elaborar a questão desta maneira, fica fácil entender por que as pessoas facilmente se confundem; afinal, a resposta não é nada óbvia para aqueles que não possuem algum entendimento econômico.&amp;nbsp; Um visitante aleatório poderia facilmente concluir que o Haiti é pobre porque, de alguma forma, sua riqueza está sendo sugada pelo seu vizinho do norte, os Estados Unidos.&amp;nbsp; Se os EUA não estivessem devorando grande parte do estoque de riquezas do mundo, esta poderia ser distribuída de maneira bem mais uniforme, abrangendo também o Haiti nessa distribuição.&amp;nbsp; Ou, uma outra teoria poderia dizer que as empresas multinacionais, ou até mesmo as instituições que fazem ajuda humanitária, estariam de alguma forma roubando todo o dinheiro e privando os haitianos de utilizá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas não são teorias simplórias ou tolas; são apenas teorias — que não podem ser confirmadas nem refutadas apenas pelos fatos.&amp;nbsp; Elas apenas se revelam erradas quando você passa a entender uma constatação central da teoria econômica: trocas comerciais são condições necessárias para a acumulação de riqueza, mas por si só elas não são condições suficientes.&amp;nbsp; Ainda mais importante para a acumulação de riqueza é aquela preciosa instituição chamada &lt;i&gt;capital&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é capital?&amp;nbsp; Capital é um bem (ou serviço) que é produzido não para ser consumido, mas para ser utilizado na produção de outros bens ou serviços.&amp;nbsp; Exemplos de capital são os bens físicos de empresas e indústrias: as instalações, as ferramentas, os maquinários, os equipamentos etc. &amp;nbsp;Capital é tudo aquilo que auxilia um modo de produção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A existência de indústrias de capital permite que a estrutura de produção de uma economia seja subdividida em vários estágios de produção, em mais de milhares de etapas que se interligam ao longo dessa vasta estrutura de produção.&amp;nbsp; Quanto mais longa uma cadeia produtiva, maior a qualidade dos bens produzidos.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O capital é a instituição que gera o comércio entre empresas, que amplia a mão-de-obra, que dá origem a empresas e fábricas, que estimula a especialização, e que possibilita a produção de todos os tipos de coisas — coisas que por si sós não são úteis como objetos de consumo final, mas que são úteis para a produção de outras coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O capital não deve ser definido como um bem em particular — a maioria das coisas possui muitas variedades de uso —, mas sim como o propósito para a criação de um bem.&amp;nbsp; Seu propósito é expandido durante um longo período de tempo com o objetivo supremo de produzir bens para o consumo final.&amp;nbsp; O capital é empregado em uma longa estrutura de produção que pode durar um mês, um ano, 10 anos ou 50 anos.&amp;nbsp; O investimento nos estágios iniciais da cadeia produtiva (também chamados de estágios mais altos, aqueles que estão mais longe do produto final) ocorre muito antes de haver qualquer ganho oriundo do consumo do bem final que será produzido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Hayek enfatizou em seu livro &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://mises.org/resources/3032/Pure-Theory-of-Capital-The&quot;&gt;The Pure Theory of Capital&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, outra característica definidora do capital é que se trata de um recurso não permanente que deve, contudo, ser mantido e preservado ao longo do tempo para que continue gerando um fluxo de renda.&amp;nbsp; Isso significa que o proprietário do capital deve ser capaz de saber contratar trabalhadores, substituir as partes desgastadas de todo o seu maquinário, garantir a segurança da linha de produção e saber como manter as operações gerais ao longo de todo esse extenso período de produção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma economia desenvolvida, a vasta maioria das atividades produtivas consiste em participar desses setores de bens de capital, e não dos setores de bens de consumo final.&amp;nbsp; Com efeito, como exlicou Murray Rothbard em &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://mises.org/resources/1082/Man-Economy-and-State-with-Power-and-Market&quot;&gt;Man, Economy, and State&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;,&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
Durante qualquer período de tempo, toda essa estrutura é propriedade dos capitalistas.&amp;nbsp; Quando um capitalista se torna o proprietário único de toda a estrutura, esses bens de capital — e isso deve ser enfatizado — não lhe trazem absolutamente nenhum benefício.&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
E por quê?&amp;nbsp; Porque a valoração de todos os bens de capital — isto é, a atividade que realmente gera todo o valor dos bens de capital — é conduzida apenas em nível do consumo final.&amp;nbsp; O consumidor final é o senhor do mais rico dos capitalistas.&amp;nbsp; É ele quem, por meio de seus atos de compra de bens de produto final, imputa o valor de todos os bens de capital.&amp;nbsp; É o consumidor final quem determina o quão rico é o capitalista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas pessoas (e eu já estive entre elas) criticam o termo &lt;i&gt;capitalismo&lt;/i&gt; porque ele implica que a liberdade se resume em privilegiar os proprietários de capital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, há um sentido em que &lt;i&gt;capitalismo&lt;/i&gt; é o termo perfeito para uma economia desenvolvida: a evolução, a acumulação e a sofisticação do setor de bens de capital é a principal característica que diferencia uma economia desenvolvida de uma economia subdesenvolvida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expansão do setor de bens de capital foi a grande contribuição dada ao mundo pela Revolução Industrial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O capitalismo de fato surgiu em um momento específico da história, como explicou Mises, e foi nesse período que começou a democratização em massa da riqueza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aumento da riqueza, portanto, sempre é caracterizado por uma ampliação das etapas da estrutura de produção de uma economia, da ampliação das etapas da cadeia produtiva.&amp;nbsp; Tais etapas de produção praticamente inexistem no Haiti.&amp;nbsp; A esmagadora maioria das pessoas no Haiti pratica apenas atividades comerciais cotidianas.&amp;nbsp; Elas vivem apenas para o dia de hoje, elas comercializam apenas para o dia de hoje, elas planejam apenas para o dia de hoje.&amp;nbsp; O horizonte temporal delas é necessariamente curto, e a estrutura econômica do país é um reflexo disso.&amp;nbsp; É por essa razão que todo o trabalho duro, todo o comércio e toda aquela ocupação que existe no Haiti não se transmutam em riqueza genuína.&amp;nbsp; A sensação é a de estar pedalando uma bicicleta estática.&amp;nbsp; Você trabalha duro e se torna cada vez melhor naquilo que faz, porém você na verdade não está indo a lugar nenhum; sua vida não está melhorando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é interessante porque qualquer um pode facilmente se deixar enganar ao olhar para o Haiti e ver todas aquelas pessoas trabalhando e produzindo loucamente, mas aparentemente sem estarem progredindo.&amp;nbsp; Sem uma correta compreensão da teoria econômica, é praticamente impossível ver o que não se vê: o capital que está ausente é o que permitiria o crescimento econômico.&amp;nbsp; E essa é a razão absoluta da persistência da pobreza — a qual, afinal, é, sempre foi e sempre será a condição natural da humanidade.&amp;nbsp; É necessário algo heróico, algo especial, algo historicamente único para se sair dessa condição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora o porquê da ausência de capital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta tem a ver com o regime.&amp;nbsp; Trata-se de um fato bem conhecido que qualquer acumulação de riqueza no Haiti faz de você um alvo, se não da população em geral (a qual cresceu aprendendo a suspeitar de toda e qualquer riqueza, e provavelmente por bons motivos), então certamente do governo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O regime, não importa quem esteja no comando, é como um cachorro voraz à solta, ávido por devorar qualquer riqueza privada que porventura surja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso cria algo ainda pior do que o problema da &quot;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1002&quot;&gt;incerteza do regime&lt;/a&gt;&quot;, termo cunhado por &lt;a href=&quot;http://mises.org/daily/author/369/Higgs&quot;&gt;Robert Higgs&lt;/a&gt;.&amp;nbsp; O regime é certo: é certo que ele vai espoliar tudo que puder, sempre que puder, eternamente.&amp;nbsp; Logo, por que as pessoas não elegem os bons e retiram os ruins da vida pública?&amp;nbsp; Bom, todos nós que temos experiência com a democracia sabemos muito bem a resposta: não há os bons.&amp;nbsp; O sistema em si é propriedade do estado e enraizado no mal.&amp;nbsp; Qualquer mudança sempre será algo ilusório, uma ficção criada para consumo público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Haiti é um exemplo interessante de uma maneira peculiar de como o governo está impedindo a prosperidade.&amp;nbsp; O governo não está destruindo o país diretamente por meio de uma intensa aplicação de tributos, regulamentações ou estatizações.&amp;nbsp; É até possível crer que a maioria dos haitianos realmente nunca ficou cara a cara com um burocrata do governo e nunca teve de lidar com papelada ou burocracias.&amp;nbsp; O estado ataca apenas quando há algo a ser espoliado.&amp;nbsp; E roubar é algo que ele faz: previsivelmente e consistentemente.&amp;nbsp; E apenas isso já é o suficiente para impedir qualquer acumulação de capital, garantindo assim um permanente estado de pobreza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, um adendo: há no mundo várias pessoas firmemente convencidas de que todos nós estaríamos em melhor situação caso nós mesmos cultivássemos nossa comida, comprássemos apenas nas mercearias locais, proibíssemos as empresas de crescer, abríssemos mão de conveniências modernas, como aparelhos elétricos e utensílios domésticos sofisticados, voltássemos a utilizar apenas produtos naturais, expropriássemos poupadores ricos, assediássemos a classe dos capitalistas até que eles se sentissem indesejados e desaparecessem afugentados.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse paraíso sonhado tem um nome: Haiti.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/6196126180294113946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/01/o-que-explica-pobreza-em-uma-economia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6196126180294113946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/6196126180294113946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/01/o-que-explica-pobreza-em-uma-economia.html' title='O que explica a pobreza em uma economia formada por pessoas laboriosas?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-1030332515982426326</id><published>2013-01-15T08:37:00.000-02:00</published><updated>2013-06-27T19:08:56.511-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conspiração"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="English content"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Era Digital"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propriedade Intelectual"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Swartz"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vídeo"/><title type='text'>Swartz&#39;s friend blames government for suicide</title><content type='html'>The Government is no longer by the people for the people. It is overzealous and is only serving its patrons , it is out of control capitalism Marx said capitalist country eventually become every﻿thing they were against , The United States tax dollars pay fund scientific &amp;amp; scholarly research, and yet the results of these studies are not made freely available to the public. As an academic myself, I am forced to pay to access these articles, and also to pay to submit my own articles. It is ridiculous. The only reason companies like Elsevier &amp;amp; JSTOR get away with this is because they have a monopoly status in the market.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;object class=&quot;BLOGGER-youtube-video&quot; classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot; data-thumbnail-src=&quot;http://0.gvt0.com/vi/K_Vvb1IagxA/0.jpg&quot; height=&quot;266&quot; width=&quot;320&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/K_Vvb1IagxA&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;bgcolor&quot; value=&quot;#FFFFFF&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;320&quot; height=&quot;266&quot;  src=&quot;http://www.youtube.com/v/K_Vvb1IagxA&amp;fs=1&amp;source=uds&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;A constituição norte-americana que foi feita para limitar o poder e abuso do governo, falhou. Aquela nação que se desenvolveu como a mais livre do planeta, já foi alertada pelos ‘pais fundadores’ que uma sociedade livre depende de pessoas virtuosas e morais. A atual crise reforça que essa preocupação era justificada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;A maioria dos políticos estão cientes dos problemas que enfrentamos, mas gastam boa parte do tempo tentando reformar o governo buscando limitar cada vez mais a liberdade. As questões morais que isso implicam são totalmente ignoradas. Mais do que isso, se algumas pessoas estão infelizes com as ações tomadas pelo governo elas devem se lembrar que esse governo nada mais é que o reflexo da imoralidade da sociedade. Todas as práticas do estado de bem-estar social acima de qualquer julgamento e a inveja para com o ser bem sucedido são apenas alguns exemplos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;Se ainda há muitas coisas que vemos como exemplo de prosperidade, fica muito evidente que esse patamar foi atingido numa época anterior, onde a impressão de dinheiro, mostruoso gasto governamental e expansão de crédito não eram as palavras de ordem responsáveis por uma melhora na qualidade de vida dos cidadãos. Muitas das conseqüencias dessa perda de liberdade, ainda estão por ser sentidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;Também não podemos achar que a via política é a mais importante para atingirmos esse maior patamar de liberdade. No máximo, podemos usá-la como uma ferramenta para elucidar a população em geral sobre a importância da liberdade e de ter responsabilidade por si mesmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;A maioria das mudanças, caso elas estejam por vir, não acontecerão por conta dos políticos, mas sim por indivíduos, famílias, amigos ou líderes intelectuais. Rejeitar o uso de coerção, força bruta e ordens do governo como moldes de comportamento social e economico, são as únicas saídas. Ignorar essa solução e assistir ao constante aumento no patamar do governo fazem dos indivíduos honestos as verdadeiras vítimas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;A idéia de um mundo onde a sociedade viveria rejeitando todos os atos de agressão são sempre consideradas com simples demais, muito idealistas, impraticáveis e até utópicas. Até entende-se essa negação, uma vez que durante milhares de anos as forças governamentais controlando as pessoas, ao invés de plena liberdade, foram consideradas morais e única alternativa viável em busca de paz e prosperidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;Atribuir ao governo a função de busca por paz e prosperidade que me parece ainda mais absurda, uma vez que essa instituição foi responsável por centenas de milhões de mortes durante o século XX. Nenhuma instituição detentora do monopólio da força pode ser considerada como provedora de paz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;O princípio de não-agressão e rejeição sob qualquer ofensiva que se faz com o uso da força deve fazer parte do nosso dia-a-dia. Os pais fundadores já nos lembraram que uma sociedade livvre não existiria sem pessoas morais. Escrever leis ou regras não funcionam se as pessoas escolhem ignorá-las.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Para alcançar liberdade e paz devemos livrar-nos de dois sentimentos mais do que presentes no dia de hoje. A primeira é a “inveja” que leva ao ódio e guerra de classes, a segunda é a “intolerância”, que leva a políticas destrutivas. Esses sentimentos devem ser substituidos por uma compreensão muito melhor de amor, compaixão, tolerância e livre mercado. A liberdade, quando compreendida, une as pessoas. Uma vez tentada, torna-se popular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;O problema que enfrentamos é que o intervencionismo economico e social se baseiam na inveja e intolerância em relação a hábitos e estilos de vida. A ideia erronea que tolerância é a mesma coisa que o endosso de uma certa atividade, motiva muitos a legislar seus padrões moraes, algo que só deveriam ser determinado pelo indivíduo tomando suas próprias decisões. Ambos os lados utilizam a força para lidar com essas emoções erradas. Ambos são autoritários. Nenhum endossa voluntarianismo. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;Ambas linhas de raciocínio deveriam ser rejeitadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;Se tive uma convicção sobre as coisas após muitos anos, é que a melhor oportunidade de se alcançar paz e prosperidade&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;para o máximo de pessoas, é lutar pela causa da liberdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;Se você acha que essa é uma valiosa mensagem, espalhe-a.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;------------&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 13.2pt; margin: 12pt 0cm; mso-outline-level: 3;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10.5pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: Arial; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #999999;&quot;&gt;Livre adaptação de um discurso de Ron Paul no congresso norte-americano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/2607951826627980533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/01/nao-abandone-causa-da-liberdade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/2607951826627980533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/2607951826627980533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2013/01/nao-abandone-causa-da-liberdade.html' title='Não abandone a causa da liberdade'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-2084462538899119876</id><published>2012-12-17T16:55:00.000-02:00</published><updated>2013-06-26T19:44:45.210-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Socialismo"/><title type='text'>Miguxos Kaiowá e a lógica contra a propriedade privada</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Nos últimos meses, a página de humor &lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/#!/Anarcomiguxos?fref=ts&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Anarcomiguxos&lt;/a&gt; do Facebook atingiu um alcance razoável, muito por conta da popularidade dos vídeos do &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/user/DanielFragaBR&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Daniel Fraga&lt;/a&gt;&amp;nbsp;no YouTube e também pela dedicação de seus administradores que alimentam a página com uma grande quantidade e criatividade de conteúdo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;De início, podemos achar que o teor de humor gira em torno de críticas em relação ao sistema anarcocapitalista e as suas possíveis limitações, mas a agenda da página é claramente a de desmoralizar qualquer tipo de benesse em relação ao mercado e nos “elucidarmos” contra esse mal, além de defender o &lt;a href=&quot;http://www.bastiatbrasil.blogspot.com.br/2012/11/o-sacrossanto-estado_21.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;intocável estado&lt;/a&gt;, quando questionado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Vamos supor que já chegamos nesse patamar de iluminação no qual o anarcocapitalismo é uma alternativa absurda e imoral. Qual é a saída, então? Esse é um tipo de pergunta claramente evitada nessa página. Seria um grupo de militantes tucanos, petistas, liberais, progressistas, marxistas ou anarquistas? Muito melhor ficar em cima do muro, onde as crenças não podem ser confrontadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Realmente não há motivo de expor as incoerências. Por que eu tenho de defender Cuba e Coréia do Norte se basta eu postar críticas em relação a Hong Kong e Singapura? Por que eu preciso me posicionar em relação à política inflacionária que destruiu a classe média ao redor do mundo se basta eu postar a foto de crianças desnutridas e atribuir ao capitalismo? Por que eu vou sugerir alternativas ao setor aéreo se basta eu mostrar um exemplo de parceria público-privada como case de sucesso? Por que eu vou questionar o milionário Zuckerberg se eu posso usar sua rede social para criticar o mercado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;A retórica até foge um pouco do &lt;a href=&quot;http://www.guiomarinho.blogspot.com.br/2012/12/guia-da-retorica-estatista.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;padrão&lt;/a&gt; por conta da abordagem de humor, mas a tática vermelha não tem como ser muito diferente. As palavras de ordem são: deturpação histórica e deturpação semântica. Isso já rende boas piadas a aqueles que têm um posicionamento político mais do que comum, mas precisam se achar diferentes. Acreditam que basta terem as pessoas certas no poder, regular o mercado da mão dos gananciosos e manter um poderoso estado de bem-estar social. Isso não rende boas risadas e é &lt;i&gt;mainstream&lt;/i&gt;. Como &lt;i&gt;mainstream&lt;/i&gt; não é bacana, acharam o nicho certo. Mas ainda assim me soa estranho. Seria como o Globo dedicar seu tempo falando mal do programa de madrugada de um canal pago que aumenta sua audiência, mas ainda sim está longe de ser amplamente popular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Eles se divertem com o fato do movimento libertário estar em constante crescimento e de estarmos vivendo num “mundo dos sonhos”, mas o mundo bacana mesmo é basear-se nesse “sonho” para viver o próprio mundo. Coisa linda!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/2084462538899119876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/12/miguxos-kaiowa-e-logica-contra.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/2084462538899119876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/2084462538899119876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/12/miguxos-kaiowa-e-logica-contra.html' title='Miguxos Kaiowá e a lógica contra a propriedade privada'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-8859561489130693113</id><published>2012-12-07T13:59:00.001-02:00</published><updated>2013-05-17T15:55:57.486-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Socialismo"/><title type='text'>Guia da retórica estatista</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Caso você queira se sentir seguro como um verdadeiro amante da democracia, estado de bem-estar social ou até mesmo do socialismo (mas não aquele que deu errado na União Soviética, Cuba ou Coréia do Norte) há algumas definições necessárias para que a retórica esteja de acordo com suas crenças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Meu objetivo é auxiliá-lo em discussões sobre esse tema.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Vamos lá:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Reacionário&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;: Fundamental! Não dá para começar uma discussão com algum não-estatista sem jogar essa verdade na cara desses seres! O progresso estatista é inevitável, portanto, não dá pra aceitar alguém se opondo a isso. Lembre-se, alguém que reaja a uma inércia se encaixa nesse contexto. Se uma ovelha decidir não seguir com o rebanho, ela nega sua natureza de ovelha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Egoísmo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;: Fale algumas verdades! Com que direito alguns indivíduos acham que o estado, único capaz de servir ao povo sem o ganancioso objetivo de lucro, não pode ficar com uma parte de sua propriedade para satisfazer o bem-comum?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Neoliberalismo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;: A lógica é simples: Se opõem ao sistema de bem-estar social? Neoliberal! Simples assim! Não existem arranjos que prezem pelo respeito à liberdade econômica e individual. Isso é contraditório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Manipulação da mídia&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;: A agenda da mídia não tem nada a ver com interesses estatais e empresas parceiras. A manipulação é para exaltar o capitalismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Capitalismo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;: Gera desigualdade, pois alguns podem melhorar suas condições de vida enquanto outros não. A miséria não tem nenhuma influência com a carga tributária e inflação da moeda. Ela acontece, pois o capitalismo é um sistema opressor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Socialismo&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;: Suas supostas experiências ao longo do século XX não foram socialistas! Não podemos dizer que Lênin, Stalin, Mao Tsé-Tung e Fidel aplicaram o socialismo de fato. Reacionários impediram isso. Sem eles, todas as milhões de morte não teriam ocorrido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Igualdade:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt; Não podemos encerrar, senão por esse conceito. A mais justa igualdade não é a igualdade de oportunidades, mas sim igualdade de condições. Não é justo alguém acumular riqueza só porque foi capaz de explorar alguma necessidade no mercado. Somos todos humanos e como tal, não podemos nos diferenciar uns dos outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/8859561489130693113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/12/guia-da-retorica-estatista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/8859561489130693113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/8859561489130693113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/12/guia-da-retorica-estatista.html' title='Guia da retórica estatista'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-26416251180977788</id><published>2012-11-21T14:44:00.002-02:00</published><updated>2013-06-26T19:48:47.256-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>O sacrossanto estado</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Inúmeros tabus foram quebrados nas últimas décadas. Assuntos antes proibidos, agora podem ser debatidos em ambientes familiares, no trabalho, etc., mas questionar a necessidade do estado facilmente gera a fúria no meio comum. Parece que atingimos um campo daqueles “assuntos que não podemos falar” e rapidamente faz-se de tudo para desmerecer o questionamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;É comum que perguntem coisas como - &lt;i&gt;Me diga um lugar onde o estado não exista?&lt;/i&gt; - Esse tipo de pergunta só serve para desviar-nos do ponto principal, que é&amp;nbsp;avaliar a necessidade da existência do monopólio estatal em diversos níveis. Além disso,&amp;nbsp;inocentemente a mesma falácia&amp;nbsp;era&amp;nbsp;muito usada&amp;nbsp;no começo do século XIX para tratar do assunto escravidão, com a mesma pergunta – &lt;i&gt;Me diga um período da história onde a escravidão não existiu?&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;O questionamento em relação à necessidade do estado já é relevante quando se dá alternativas privadas em um determinado setor. Inúmeros exemplos estão aí para mostrar o quão ineficiente são algumas intervenções estatais como no setor de correios, saúde, educação, energia, etc. A capacidade do mercado em suprir as demandas nesses setores é evidente, mas ao mesmo tempo o estado nos doutrina a acreditar que&amp;nbsp;tudo deve estar sob controle de suas sabedorias sacrossantas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;O estado é realmente eficiente&amp;nbsp;quando se trata da capacidade em manter-nos em letargia, e quando vemos, estamos apoiando sua existência. Tão ruim quanto esse movimento interno para promover o estatismo, é ver a contraproducente campanha pró-estado feita até por minarquistas e neoconservadores. Muito mais produtivo seria deixar esse tabu de lado e considerar alternativas libertárias para satisfazer a população. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Não ser capaz de criar alternativas privadas do dia para a noite em todos os setores não acontece por se tratar de uma utopia, e sim, pois o nosso estágio de conhecimento e padrões morais são ainda muito convergentes com o necessário para um genuíno respeito a propriedade privada e principio de não-agressão, arranjo sugerido pelo anarco-capitalismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Tudo isso, sem mencionar o caráter coercivo dessa instituição chamada estado. Isso já seria motivo de sobra para questionar sua existência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Portanto, questione os atos nefastos ou absurdos dessa instituição e não se cale frente aos seus defensores. A obediência é a melhor amiga do detentor do poder.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;---------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;Por fim, sugiro a seguinte leitura: &lt;span class=&quot;title&quot; id=&quot;ctl00_ContentPlaceHolder1_lblTitle&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=899&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Por que não podíamos abolir a escravidão ontem e não podemos abolir o governo hoje&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/26416251180977788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/11/o-sacrossanto-estado_21.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/26416251180977788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/26416251180977788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/11/o-sacrossanto-estado_21.html' title='O sacrossanto estado'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-1241987023874630460</id><published>2012-11-12T10:36:00.000-02:00</published><updated>2012-11-12T10:36:00.970-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>Progresso</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNy6-QVH1nU6iLwfo5Tskpl2ViQFmGQ8eQcQYBzA6kyUqLm6q-1CWhfUzW3VKZe0h-rzZwjiir6Fycxl4LCE78wdsibYf8_2Rnmx4pfMDuD5EjJjq9vYBLWcnlDoOTWXxLlI7snoj0p3Y/s1600/disse+von+mises.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNy6-QVH1nU6iLwfo5Tskpl2ViQFmGQ8eQcQYBzA6kyUqLm6q-1CWhfUzW3VKZe0h-rzZwjiir6Fycxl4LCE78wdsibYf8_2Rnmx4pfMDuD5EjJjq9vYBLWcnlDoOTWXxLlI7snoj0p3Y/s320/disse+von+mises.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.facebook.com/DisseVonMises?fref=ts&quot;&gt;https://www.facebook.com/DisseVonMises?fref=ts&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/1241987023874630460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/11/progresso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/1241987023874630460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/1241987023874630460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/11/progresso.html' title='Progresso'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNy6-QVH1nU6iLwfo5Tskpl2ViQFmGQ8eQcQYBzA6kyUqLm6q-1CWhfUzW3VKZe0h-rzZwjiir6Fycxl4LCE78wdsibYf8_2Rnmx4pfMDuD5EjJjq9vYBLWcnlDoOTWXxLlI7snoj0p3Y/s72-c/disse+von+mises.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-4020033731264304206</id><published>2012-11-06T15:09:00.000-02:00</published><updated>2013-05-17T15:53:05.962-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><title type='text'>Desobediência Civil</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;color: #666666; font-size: x-small;&quot;&gt;trechos do livro Desobediência Civil, de Henry D. Thoreau - 1848&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;“O melhor governo é o que governa menos” – aceito entusiasticamente esta divisa e gostaria de vê-la posta em prática de modo mais rápido e sistemático. Uma vez alcançada, ela finalmente equivale a esta outra, em que também acredito: “O melhor governo é o que absolutamente não governa”, e quando os homens estiverem preparados para ele, será o tipo de governo que terão. Na melhor das hipóteses, o governo não é mais do que uma conveniência, embora a maior parte deles seja, normalmente, inconveniente – e, por vezes, todos os governos o são. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;-------------&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;Toda votação é uma espécie de jogo, como o de damas ou o gamão, com um leve matiz moral, um jogo com o certo e o errado, com questões morais, naturalmente acompanhado de apostas. O caráter dos votantes não está &lt;st1:personname productid=&quot;em discussão. Dou&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em discussão. Dou&lt;/st1:personname&gt; meu voto, talvez, ao que considero direito, mas não estou vitalmente interessado em que este direito prevaleça. Disponho-me a deixar isto nas mãos da maioria. A obrigação desta, portanto, jamais excede a da conveniência. Mesmo votar em favor do direito é não fazer coisa alguma por ele. Significa apenas expressar debilmente aos homens seu desejo de que ele prevaleça. Um homem sábio não deixará o direito à mercê do acaso, nem desejará que ele prevaleça por meio do poder da maioria. Não há senão uma escassa virtude na ação de multidões de homens. Quando a maioria finalmente votar a favor da abolição da escravidão, será porque esta lhe é indiferente ou porque não haverá senão um mínimo de escravidão a ser abolida por meio de seu voto. Eles, então, serão os únicos escravos. Somente o voto de quem afirma sua própria liberdade através desse voto pode apressar a abolição da escravidão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;-------------&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;O Estado nunca enfrenta intencionalmente a consciência intelectual ou moral de um homem, mas apenas seu corpo, seus sentidos. Não está equipado com inteligência ou honestidade superior, mas com força física superior. Não nasci para ser forçado a nada. Respirarei a meu próprio modo. Vejamos quem é o mais forte. Que força tem uma multidão? Só pode forçar-me aquele que obedece a uma lei mais alta que a minha. Forçam-me a tornar-me como eles. Não sei de homens que tenham sido forçados a viver desta ou daquela maneira por uma massa de homens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;-------------&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;Que espécie de vida seria essa? Quando me deparo com um governo que diz “Teu dinheiro ou tua vida”, porque deveria apressar-me em dar-lhe meu dinheiro? Ele pode estar em grande dificuldade e não saber o que fazer, mas não posso ajudá-lo nisso. Ele deve ajudar a si mesmo, fazer como eu faço. Não vale a pena lamuriar-se. Não sou responsável pelo bom funcionamento da maquinaria da sociedade. Não sou o filho do maquinista. Observo que, quando uma bolota de carvalho e uma castanha caem lado a lado, uma não se mantém inerte para dar lugar à outra, mas ambas obedecem as próprias leis, e desenvolvem-se e crescem e florescem tão bem quanto podem, até que uma delas, talvez, domine e destrua a outra. Se uma planta não consegue viver de acordo com sua natureza, ela morre, e assim também um homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: OR;&quot;&gt;-------------&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;mso-ansi-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-bidi-language: OR; mso-fareast-font-family: &#39;Times New Roman&#39;; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;A autoridade do governo, mesmo aquela a que estou disposto a me submeter – pois obedecerei com prazer àqueles que saibam e possam fazer melhor do que eu, e, em muitas coisas, mesmo àqueles que não saibam nem possam fazer tão bem -, é ainda uma autoridade impura: para ser rigorosamente justa, ela deve ter a sanção e o consentimento dos governados. Não pode ter nenhum direito puro sobre minha pessoa e meu patrimônio, apenas aquele que lhe concedo. O progresso de uma monarquia absoluta para uma monarquia limitada e desta para uma democracia é um progresso no sentido de um verdadeiro respeito pelo indivíduo. Mesmo o filósofo chinês foi sábio bastante para ver no indivíduo a base do império. Será a democracia, tal como a conhecemos, o ultimo desenvolvimento possível em matéria de governo? Não será possível dar mais um passo além no sentido do reconhecimento e da organização dos direitos do homem? Jamais haverá um Estado realmente livre e esclarecido até que este venha a reconhecer o indivíduo como um poder mais alto e independente, do qual deriva todo seu próprio poder e autoridade, e o trate da maneira adequada. Agrada-me imaginar um Estado que, afinal, possa permitir-se ser justo com todos os homens e tratar o indivíduo com respeito, como um seu semelhante; que consiga até mesmo não achar incompatível com sua própria paz o fato de uns poucos viverem à parte dele, sem intrometesse com ele, sem serem abarcados por ele, e que cumpram todos os seus deveres como homens e cidadãos.&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/4020033731264304206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/11/desobediencia-civil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4020033731264304206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/4020033731264304206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/11/desobediencia-civil.html' title='Desobediência Civil'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-3524219106845618559</id><published>2012-10-30T11:43:00.000-02:00</published><updated>2013-06-27T19:08:56.515-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Economia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="English content"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Keynes"/><title type='text'>Fear No Hurricane: Obama Quietly Approved Federal Subsidies to Houses in Floodplains in July</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;h2 class=&quot;subtitle&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;President Obama expanded a program offering subsidized insurance to ocean-front homeowners this summer.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;byline&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://reason.com/people/ira-stoll/all&quot; rel=&quot;author&quot;&gt;Ira Stoll&lt;/a&gt; | October 29, 2012&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;byline&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Four months before Hurricane Sandy hit the East Coast, President Obama quietly signed legislation expanding the federal program that offers taxpayer-subsidized flood insurance to ocean-front homeowners.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The law extended the National Flood Insurance Program for five years while also opening the program for the first time to multi-family properties like beachfront condominiums. The flood insurance provisions were part of a bill known as the Moving Ahead for Progress in the 21&lt;sup&gt;st&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;Century Act that passed the House&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://clerk.house.gov/evs/2012/roll451.xml&quot;&gt;373 to 52&lt;/a&gt;&amp;nbsp;on June 29 and the Senate by&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.senate.gov/legislative/LIS/roll_call_lists/roll_call_vote_cfm.cfm?congress=112&amp;amp;session=2&amp;amp;vote=00172&quot;&gt;74 to 19&lt;/a&gt;&amp;nbsp;the same day. President Obama signed it into law on July 6 with&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.whitehouse.gov/the-press-office/2012/07/06/remarks-president-signing-transportation-and-student-loan-interest-rate-&quot;&gt;remarks&lt;/a&gt;&amp;nbsp;that dwelled on the transportation spending and student loan-related language in the Act, but made no mention at all of the flood insurance.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The Left tends to look at hurricanes as examples of how government works well—the National Weather Service warns people, police and firefighters help with evacuations and rescue, and the Federal Emergency Management Agency helps clean up. Free-market types, by contrast, argue that hurricane casualties are partly the result of unintended consequences of government actions: without federal flood insurance, many fewer people would take the risk of living in low-lying areas vulnerable to storm surges.&lt;br /&gt;
Television reporter John Stossel, who once had an oceanfront house washed away by a storm, has called the flood insurance program an “outrage” and “dumb.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“The subsidized insurance goes to affluent homeowners on both coasts — from Malibu Beach, where movie stars live, to Kennebunkport where the Bush family has a vacation home, to Hyannisport, where the Kennedy family has a summer home, to the Hamptons, where I bought my house,” he&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://abcnews.go.com/Business/Insurance/story?id=94181#.UI4QNxjfhF8&quot;&gt;wrote&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In part to respond to criticism such as Mr. Stossel’s, this summer’s five-year extension and expansion of the flood-insurance program was &lt;a href=&quot;http://biggert.house.gov/press-releases/biggert-pushes-trifecta-on-flood-insurance-roads-and-student-loans/&quot;&gt;described&lt;/a&gt;&amp;nbsp;by its backers as “reform.” The legislation is sometimes known as the Biggert-Waters Flood Insurance Reform Act of 2012, after its champions, two congresswomen—Judy Biggert, a Republican of Illinois, and Maxine Waters, a Democrat of California.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The federal flood insurance program shares several characteristics with the Medicare and ObamaCare programs that provide health insurance. Like Medicare, the federal flood insurance law was originally enacted under President Lyndon Johnson. And as is eventually predicted for Medicare, “current premiums are not enough to cover expected costs,” and the flood insurance program wound up&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.insurancejournal.com/news/national/2012/07/31/257675.htm&quot;&gt;costing&lt;/a&gt;&amp;nbsp;$18 billion.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ObamaCare does, the flood insurance program operates through private insurance companies whose annual premium increases are limited by the government. And, as with ObamaCare, the flood insurance program features “community rating,” which means the riskiest cases are not charged the highest rates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
This summer’s extension of the flood insurance law was a textbook example of how the system in Washington works, or doesn’t work. Though billions of dollars and hundreds of thousands of lives were at stake, the extension got virtually no mainstream press attention. It was covered extensively, however, in Insurance Journal, a trade publication that caters to the industry with&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.insurancejournal.com/news/national/2012/06/29/253845.htm&quot;&gt;headlines&lt;/a&gt;&amp;nbsp;such as “Agents, Insurers Cheer Congress OK of Flood Insurance Reform Bill.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The 584-page congressional conference report that included the flood insurance provisions was filed on Thursday June 28; the House and Senate both voted on it on Friday, June 29, an apparent violation of Speaker Boehner’s&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.futureofcapitalism.com/2011/08/boehner-pledge&quot;&gt;pledge&lt;/a&gt;&amp;nbsp;that the text of bills would be posted online at least three days before a vote. A surprising number of congressmen and senators with reputations as conservatives voted for the law, including Paul Ryan and Jeb Hensarling, Jon Kyl and Mitch McConnell. Among the minority who opposed the bill were Marco Rubio, Pat Toomey, Jim DeMint, Ron and Rand Paul, Rob Portman, and John Cornyn.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The next week was interrupted by the Fourth of July holiday. When Mr. Obama signed the bill into law on July 6, he was almost apologetic, saying, “We wouldn’t normally keep you this late on a Friday afternoon.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mark your calendar for 2017, when the federal flood insurance program will come up again for renewal. Does it really have to take a 100-year storm to cause Congress to come around to the idea that subsidizing home-ownership in flood plains may not be something for which it is worth borrowing money from China?</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/3524219106845618559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/10/fear-no-hurricane-obama-quietly.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/3524219106845618559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/3524219106845618559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/10/fear-no-hurricane-obama-quietly.html' title='Fear No Hurricane: Obama Quietly Approved Federal Subsidies to Houses in Floodplains in July'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6784139841304557421.post-5014233770523560595</id><published>2012-10-15T12:00:00.001-03:00</published><updated>2012-10-15T12:01:29.905-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Liberdade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propriedade Intelectual"/><title type='text'>Vem aí a geração que vai subverter o direito autoral</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;infoPost&quot;&gt;
Por Tatiana de Mello Dias&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;infoPost&quot;&gt;
publicado originalmente em: &lt;a href=&quot;http://blogs.estadao.com.br/tatiana-dias/vem-ai-a-geracao-que-vai-subverter-o-direito-autoral/&quot;&gt;http://blogs.estadao.com.br/tatiana-dias/vem-ai-a-geracao-que-vai-subverter-o-direito-autoral/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;infoPost&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;infoPost&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Quem cresceu entre os anos 80 e 90 perdeu algum tempo gravando coletâneas em fitas cassete – a forma pirata, e única, na época, de reunir em um só lugar nossos sons favoritos. A vida musical mudou radicalmente nos anos 2000. Com o Napster nós poderíamos ter qualquer música do mundo. A conexão era lenta, mas a possibilidade estava ali. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso foi tudo muito rápido. Todo mundo ficou encantado com as mudanças que o YouTube trouxe. Depois dele vieram inúmeros serviços de acesso à cultura, piratas ou não, no computador ou no celular. Tudo mudou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As gerações que viveram isso, na qual me incluo, acham que o Napster foi a grande revolução na forma como consumimos cultura. Ele foi o estopim, mas a grande revolução ainda está em curso. E quem vai completá-la são as crianças de hoje. Nós somos apenas a transição, a geração que se deslumbra com a tecnologia, mas esbarra em regras e leis de um sistema que ainda não se adaptou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças de hoje não conhecem um mundo sem internet. Quando querem saber como uma planta carnívora come um inseto, vão ao YouTube pelo celular e têm a resposta imediata para a dúvida. Se ouvem uma música na rua e pensam “que legal”, em poucos minutos podem descobrir que som é aquele, encontrá-lo na internet e ouvir aquilo até matar a vontade. Para elas, não existe o mundo real e a internet. É tudo parte da mesma realidade, em que todo o conteúdo do mundo está acessível o tempo todo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando essa geração que não viveu o mundo offline começar a esbarrar nas leis obsoletas impostas por indústrias e governos, essas regras se tornarão ainda mais ineficientes – ou completamente inúteis (e incompreensíveis). As crianças hoje podem criar um perfil no Facebook e criticar a escola, fazer um tutorial de maquiagem e postar no YouTube. Não apenas recebem a informação, mas se apropriam naturalmente de ferramentas de discurso. “É a alfabetização das nossas crianças”, diz Lawrence Lessig, advogado americano que criou as licenças Creative Commons, em uma palestra do TED em 2007. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é, para ele, o “abolicionismo dos direitos autorais”. Lessig diz que essa é uma geração que “rejeita a noção básica de direito autoral e acredita que a lei não é nada mais do que uma chatice a ser ignorada e confrontada em qualquer oportunidade”. É uma posição extrema – incentivada por regras extremas. “Nós temos de reconhecer que eles são diferentes de nós. Nós fazíamos fitinhas; eles fazem remix. Nós assistíamos à TV; eles fazem TV”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem nasceu no ano da palestra, 2007, já começa a comprovar a teoria – mesmo sem nem imaginar que existem algumas regras do mundo dos adultos que são burladas nas tarefas mais cotidianas na internet, como procurar uma música ou assistir a um vídeo no YouTube. Se algumas leis parecem sem sentido para a geração das fitas cassete, para as crianças de hoje elas serão, no máximo, uma lembrança dos pais ou uma citação na aula de história. Pode até ser engraçado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Reddit lança rádio para novas bandas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Caótico e influente, berço de memes e palco de discussões profundas ou totalmente inúteis, o Reddit agora também tem uma rádio. Ela funciona como o site: os membros (os “redditors”) postam os sons, que são promovidos conforme os votos dos outros membros. Só são aceitas músicas originais de bandas novas – e é tudo livre para ouvir em streaming. Acesse em&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://radioreddit.com/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;http://radioreddit. &quot;&gt;radioreddit.com&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;The Pirate Bay cai por falta de energia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Pirate Bay ficou quase dois dias fora do ar. E isso aconteceu ao mesmo tempo em que o provedor sueco PRO foi invadido pela polícia. A coincidência alimentou rumores, embora a empresa negue que hospede o serviço de busca de torrents. Pouco depois, o pessoal do site disse ao Torrent Freak que o problema foi mais simples: falta de luz. O site já voltou ao ar normalmente.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/feeds/5014233770523560595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/10/vem-ai-geracao-que-vai-subverter-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/5014233770523560595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6784139841304557421/posts/default/5014233770523560595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bastiatbrasil.blogspot.com/2012/10/vem-ai-geracao-que-vai-subverter-o.html' title='Vem aí a geração que vai subverter o direito autoral'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05396930106857705982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>