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	<title>O Reticente Reticencioso</title>
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		<title>O Reticente Reticencioso</title>
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		<title>Fragmentos II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 23:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crise existencial]]></category>
		<category><![CDATA[Divagação/Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu tenho a certeza, De que as próprias certezas mudam, Assim como as incertezas, Que viverão das mesmas. Seu pensamento de menino já não serve mais, Sua filosofia adolescente já não o supre mais. Sua liberdade hoje, já não lhe cabe mais. E você sempre vai atrasar. Enquanto só quer voltar atrás&#8230; E continuar criança, Onde ser grande [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho a certeza,<br />
De que as próprias certezas mudam,<br />
Assim como as incertezas,<br />
Que viverão das mesmas.</p>
<p>Seu pensamento de menino já não serve mais,<br />
Sua filosofia adolescente já não o supre mais.<br />
Sua liberdade hoje, já não lhe cabe mais.<br />
E você sempre vai atrasar.<br />
Enquanto só quer voltar atrás&#8230;<br />
E continuar criança,<br />
Onde ser grande era brincar.</p>
<p>A certeza, pessoas,<br />
É um buraco de minhoca,<br />
Um universo no umbigo,<br />
Que atravessa o futuro,<br />
Como uma promessa,<br />
Sem nenhum compromisso.</p>
<p>Com brevê, preciso cortar o cabelo,<br />
Preciso adoçar o tempero,<br />
E que me digam o que é melhor.</p>
<p>Mas pergunto, a esmo,<br />
Que como um qualquer,<br />
Darei-me ouvidos?<br />
Esses! Que a vida me deu.<br />
Que deitam-se no divã.<br />
Pra ouvir o sentido da natureza,<br />
Pra pensar na segunda de manhã.</p>
<p>Mas que presente mais propício.<br />
Para um humano.<br />
Abocanhar as palavras.<br />
As inverter.<br />
Adicionar.<br />
Subtrair.<br />
E cuspir.<br />
Dividindo a si mesmo!<br />
E aos outros de si.</p>
<p>Criando o buraco negro.<br />
Que é o abismo do olhar,<br />
Onde sempre há essa luz de fundo.<br />
Mas só quando alguém,<br />
De canto de olho,<br />
Está a lhe observar.</p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">reticencioso</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Destino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 23:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divagação/Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quanto tempo, As palavras já se desenrolavam das mãos&#8230; De todos os lugares! Escritos, cantados, Alegres, funestos. Retirados das antigas mortalhas, Escritos e mosaicos, Papéis pintados. Ecoando das tavernas, praças, Prostíbulos e santuários. Lembranças e epitáfios. E jazem palavras nunca ditas, Que de outrora, não retornarão. De vidas sádicas e misteriosas, Mas que gravadas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quanto tempo,<br />
As palavras já se desenrolavam das mãos&#8230;</p>
<p>De todos os lugares!<br />
Escritos, cantados,<br />
Alegres, funestos.</p>
<p>Retirados das antigas mortalhas,<br />
Escritos e mosaicos,<br />
Papéis pintados.</p>
<p>Ecoando das tavernas, praças,<br />
Prostíbulos e santuários.<br />
Lembranças e epitáfios.</p>
<p>E jazem palavras nunca ditas,<br />
Que de outrora, não retornarão.</p>
<p>De vidas sádicas e misteriosas,<br />
Mas que gravadas, nunca morrerão.</p>
<p>Para os que já se foram,<br />
Para os que ainda se vão.</p>
<p>A contradição,<br />
A arte sintética.<br />
Empunhando a licença,<br />
As vezes poética.<br />
Se pensam que não.</p>
<p>Ah&#8230;<br />
Mal sabiam alguns,<br />
Que suas palavras,<br />
Seriam ditadas,<br />
E sentenciadas,<br />
À uma vaga afirmação.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Fragmentos I</title>
		<link>https://oreticente.wordpress.com/2015/05/29/fragmentos-i/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2015 23:46:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes da terra e da água, Do vinho e da taça, Do tolo não tolo, Pois de si não sai nada, Havia o porém do que não existia, Até existir a existência do porém. Que pariu a dúvida da humanidade. Da palavra inventada. De inútil inutilidade. Antagonismo quântico. Que se parar para parar pensarmos, Alguns.. Pensaremos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes da terra e da água,<br />
Do vinho e da taça,<br />
Do tolo não tolo,<br />
Pois de si não sai nada,<br />
Havia o porém do que não existia,<br />
Até existir a existência do porém.<br />
Que pariu a dúvida da humanidade.<br />
Da palavra inventada.<br />
De inútil inutilidade.</p>
<p>Antagonismo quântico.<br />
Que se parar para parar pensarmos,<br />
Alguns..<br />
Pensaremos. Em dizer.</p>
<p>Não falamos ao pensar?</p>
<p>Quão etérea é essa fumaça,<br />
Que ao tentar alcançar,<br />
Vira-se ao inverso.<br />
É grão de areia envolto ao mar.<br />
É grão de Terra no universo.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Maldição</title>
		<link>https://oreticente.wordpress.com/2015/02/01/maldicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2015 15:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um velho conhecido, Na praceta da cidade, Um velho desses, já de idade, Que vive só, feito humano, Mas sem a vil humanidade. E sentado nessa praça, Estava o velho todo quieto, No banco de concreto, E parecia só pensar. Trazendo encoleirados, Como tirados da gaveta, Olhos chocalhados, Levando-os a passear. E costurando entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há um velho conhecido,<br />
Na praceta da cidade,<br />
Um velho desses, já de idade,<br />
Que vive só, feito humano,<br />
Mas sem a vil humanidade.</p>
<p>E sentado nessa praça,<br />
Estava o velho todo quieto,<br />
No banco de concreto,<br />
E parecia só pensar.</p>
<p>Trazendo encoleirados,<br />
Como tirados da gaveta,<br />
Olhos chocalhados,<br />
Levando-os a passear.</p>
<p>E costurando entre as pessoas,<br />
Observava as folhas secas,<br />
Entre nuvens e facetas,<br />
E o mendigo a esmolar.</p>
<p>Descoloria a grama verde,<br />
Rebatia a varejeira,<br />
E balançava como o mar.</p>
<p>E já com as pálpebras pesadas,<br />
Lavou seus olhos lá na fonte,<br />
E os descansaram no horizonte,<br />
Bem além de seu olhar.</p>
<p>Mas na tarde já escura,<br />
Em pequena amargura,<br />
Rebateu-lhe um vento frio,<br />
Que o fez cair do alto,<br />
De seus vagos pensamentos,<br />
Em suspenso vão vazio.</p>
<p>E em não mais de uma fração,<br />
Seja de tempo ou de razão,<br />
Como num último suspiro,<br />
Afundado em retorção,<br />
O pobre velho extasiado,<br />
Viu no meio lá da praça,<br />
Fulgurosa aparição.</p>
<p>Era como um espectro,<br />
Indistinguível e sancarrão,<br />
Que parecia nada mais,<br />
Que vultuosa silhueta,<br />
Vindo em sua direção.</p>
<p>E nessa hora de penumbra,<br />
Onde não se percebia,<br />
Se o que era que a trazia,<br />
Era o escuro do mau tempo,<br />
Ou o dia que caía,<br />
Os seus olhos vidraram-se,<br />
O seu corpo paralisara,<br />
E suas mãos ficaram frias.</p>
<p>E o vento enlouqueceu,<br />
Pesado e frio a correr,<br />
Fazendo as folhas se soltarem,<br />
Fazendo a Lua se esconder.</p>
<p>E era intenso tanto o transe,<br />
E assustador o seu semblante,<br />
Que fez os pombos se abandarem,<br />
E pôs passantes a correr.</p>
<p>A dona de casa gritava,<br />
Por suas roupas no varal,<br />
E a idosa que cuidava,<br />
De suas flores no quintal,<br />
Via seus cães pularem,<br />
Ladrando ao vendaval.</p>
<p>O rapaz que tentou correr,<br />
Não conseguiu nem se mexer,<br />
Enquanto o vento levava a bola,<br />
Dos garotos da escola,<br />
Que foram embora se esconder.</p>
<p>O bar fechara as portas,<br />
E um elegante senhor,<br />
Corria atrás duma cartola,<br />
Ouvindo ao fundo algumas preces,<br />
Do grupinho de carolas.</p>
<p>Mas não virou a hora,<br />
Toda aquela ventania,<br />
Fez a sua fuleria,<br />
E logo foi-se embora.</p>
<p>E após o tempesteio,<br />
O velho, na mesma posição,<br />
Já não mais respirava.</p>
<p>E como pior assombração,<br />
Juntou-se a multidão,<br />
Curiosa e apavorada.</p>
<p>É um castigo de deus!<br />
Alguém bradou lá do meio.<br />
Uns diziam que era santo,<br />
Outros que era um feiticeiro.</p>
<p>E alguns juravam que até viram,<br />
Nas vítreas pupilas brancas,<br />
O vulto negro de um ceifeiro,<br />
Que foi sumindo com seus olhos,<br />
Até cerrarem-se por inteiro.</p>
<p>E esse é um mistério,<br />
Que para o túmulo levarão.</p>
<p>Pois coberto pela terra,<br />
Que abraça toda inanição,<br />
Jazerá uma verdade,<br />
Mista a vermes e podridão.</p>
<p>E assim ao velho cumpriu-se o fim,<br />
Como estranha maldição.</p>
<p>Não sentindo mais sua dor,<br />
Não sentia a solidão.<br />
Não sentindo mais os olhos,<br />
Não sentia a escuridão.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Pomea</title>
		<link>https://oreticente.wordpress.com/2014/09/03/poemas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 23:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Monstro de escuridão e rutilância, Sofro, desde a epigêneses da infância, A influência má dos signos do zodíaco. Profundissimamente hipocondríaco, Este ambiente me causa repugnância&#8230; Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia Que se escapa da boca de um cardíaco. Já o verme — este operário das ruínas — Que o sangue podre das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Monstro de escuridão e rutilância,</p>
<p>Sofro, desde a epigêneses da infância,<br /> A influência má dos signos do zodíaco.</p>
<p>Profundissimamente hipocondríaco,<br /> Este ambiente me causa repugnância&#8230;<br /> Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia<br /> Que se escapa da boca de um cardíaco.</p>
<p>Já o verme — este operário das ruínas —<br /> Que o sangue podre das carnificinas<br /> Come, e à vida em geral declara guerra,</p>
<p>Anda a espreitar meus olhos para roê-los,<br /> E há-de deixar-me apenas os cabelos,<br /> Na frialdade inorgânica da terra!</p>
<p>                                    Psicologia de um Vencido &#8211; Augusto dos Anjos</p>
]]></content:encoded>
					
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Finais&#8230;</title>
		<link>https://oreticente.wordpress.com/2011/07/09/finais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 01:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Poderá até parecer, Nas inertes linhas que seguem, Que estou para escrever, Uma longa carta triste, De alguém que se despede. No entanto serei breve, No momento que sucede. E o que faço agora, Não sei se é algo certo, Pois abstenho-me agora, Deste meio apoético&#8230; Óh! Mas que tédio! Um redemoinho de palavras vagais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Poderá até parecer,<br />
Nas inertes linhas que seguem,<br />
Que estou para escrever,<br />
Uma longa carta triste,<br />
De alguém que se despede.</p>
<p>No entanto serei breve,<br />
No momento que sucede.</p>
<p>E o que faço agora,<br />
Não sei se é algo certo,<br />
Pois abstenho-me agora,<br />
Deste meio apoético&#8230;</p>
<p>Óh!<br />
Mas que tédio!<br />
Um redemoinho de palavras vagais,<br />
Soletradas pelo ébrio&#8230;</p>
<p>Que dancem essas lamúrias!<br />
Que entoem os seus cantos,<br />
Que sirvam todas as bebidas,<br />
Que enlouqueçam então os anjos!</p>
<p>A vida continuará a mesma,<br />
Cortando lentamente o pulso&#8230;<br />
E tudo o que não foi escrito,<br />
Não mais importa ao mundo.</p>
<p>Aqui vou-me, portanto,<br />
Duvidoso de mim mesmo,<br />
Sem tristeza e nem pranto.</p>
<p>E se fosse isso o contrário,<br />
Nada adiantaria o porém,<br />
Pois o futuro deste mundo,<br />
Já não cabe a mais ninguém.</p>
<p>Então só peço aos santos,<br />
Que continuem nos suprindo,<br />
Com distrações e embriaguez,<br />
Com ignorância e insensatez,<br />
E tudo mais o que nos mantém.</p>
<p>Até o dia de nossas almas,<br />
Encharcadas de torpeza,<br />
Voarem tortas para o além.</p>
<p>Amém.</p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">reticencioso</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Em Tempo&#8230;</title>
		<link>https://oreticente.wordpress.com/2011/01/16/em-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 02:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://oreticente.wordpress.com/?p=1061</guid>

					<description><![CDATA[4/09/2010 Esperei tanto pra ver, O momento de partir, A minha hora chegar, E no último segundo, Sem nada a sentir, Sem nada pensar, Deixo o relógio cair, E continuo a respirar&#8230; Quem sabe seja sorte, Ou só crendice popular&#8230; Ou então penso que devo, Com toda a fé acreditar, Que aos pés da sina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;">4/09/2010</span></p>
<p>Esperei tanto pra ver,<br />
O momento de partir,<br />
A minha hora chegar,<br />
E no último segundo,<br />
Sem nada a sentir,<br />
Sem nada pensar,<br />
Deixo o relógio cair,<br />
E continuo a respirar&#8230;</p>
<p>Quem sabe seja sorte,<br />
Ou só crendice popular&#8230;<br />
Ou então penso que devo,<br />
Com toda a fé acreditar,<br />
Que aos pés da sina forte,<br />
Até mesmo a dona morte,<br />
Resolveu me abandonar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Nunca Mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 04:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Eu perdi minha vida e o alento, E os amigos, e a intrepidez, E até mesmo aquela altivez Que me fez crer no meu talento. Vi na Verdade, certa vez, A amiga do meu pensamento; Mas, ao senti-la, num momento O seu encanto se desfez. Entretanto, ela é eterna, e aqueles Que a desprezaram &#8211; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu perdi minha vida e o alento,<br />
E os amigos, e a intrepidez,<br />
E até mesmo aquela altivez<br />
Que me fez crer no meu talento.</p>
<p>Vi na Verdade, certa vez,<br />
A amiga do meu pensamento;<br />
Mas, ao senti-la, num momento<br />
O seu encanto se desfez.</p>
<p>Entretanto, ela é eterna, e aqueles<br />
Que a desprezaram &#8211; pobres deles! &#8211;<br />
Ignoraram tudo de talvez.</p>
<p>Por ela Deus se manifesta.<br />
O único bem que ainda me resta<br />
É ter chorado uma ou outra vez.&#8221;</p>
<p><span style="color:#888888;">Tristeza &#8211; Alfred du Musset (Tradução de Guilherme de Almeida)</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Merry Christmas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Dec 2010 08:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Acorde, é luto de natal Aqueles amados se foram a muito As meias estão penduradas, mas quem liga Preservadas para aqueles não mais presentes A seis pés abaixo de mim dormem Luzes negras, pendem da árvore Acentos de azevinhos mortos Oh, visco (está ficando frio) Estou vendo fantasmas (estou bebendo velho) Água vermelha Água vermelha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/76889860_23a01e3f14.jpg"><img data-attachment-id="1581" data-permalink="https://oreticente.wordpress.com/2010/12/25/merry-christmas/happy_xmas/" data-orig-file="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/happy_xmas.jpg" data-orig-size="283,324" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="merry_xmas" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/happy_xmas.jpg?w=283" class="aligncenter size-full wp-image-1581" title="merry_xmas" src="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/happy_xmas.jpg?w=450" alt=""   srcset="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/happy_xmas.jpg 283w, https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/happy_xmas.jpg?w=131&amp;h=150 131w" sizes="(max-width: 283px) 100vw, 283px" /><br />
</a></p>
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<p>&#8220;Acorde, é luto de natal<br />
Aqueles amados se foram a muito<br />
As meias estão penduradas, mas quem liga<br />
Preservadas para aqueles não mais presentes<br />
A seis pés abaixo de mim dormem</p>
<p>Luzes negras, pendem da árvore<br />
Acentos de azevinhos mortos</p>
<p>Oh, visco<br />
(está ficando frio)<br />
Estou vendo fantasmas<br />
(estou bebendo velho)<br />
Água vermelha<br />
Água vermelha<br />
Água vermelha os afugenta</p>
<p>Minhas mesas foram arrumadas para no máximo sete<br />
Só no último ano eu jantei com onze<br />
Danem-se vocês cavalheiros alegres&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#262626;">Type O Negative &#8211; Red Water</span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Fui Eu&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[reticencioso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Dec 2010 03:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crise existencial]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[Há muito que agora não me chamo mais eu. Forma disforme, ao Sol voltado encasulado, Não hei de achar sombra nem orvalho, Que me caiba de bom grado&#8230; Refugio-me então em meu vulgo silêncio, E afundo orgulhoso em meu velho esquife, Recolhido, qual menino manhoso, Enquanto afogo-me no meu drinque, Contrapondo-me presunçoso, Refutando o que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-attachment-id="1551" data-permalink="https://oreticente.wordpress.com/2010/12/04/fui-eu/lonely/" data-orig-file="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg" data-orig-size="400,302" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;3&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon PowerShot A480&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1213332189&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;6.6&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;80&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.3&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Lonely" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg?w=400" class="aligncenter size-full wp-image-1551" title="Lonely" src="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg?w=450" alt=""   srcset="https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg?w=280&amp;h=211 280w, https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg?w=150&amp;h=113 150w, https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg?w=300&amp;h=227 300w, https://oreticente.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/12/lonely.jpg 400w" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" /><br />
Há muito que agora não me chamo mais eu.<br />
Forma disforme, ao Sol voltado encasulado,<br />
Não hei de achar sombra nem orvalho,<br />
Que me caiba de bom grado&#8230;</p>
<p>Refugio-me então em meu vulgo silêncio,<br />
E afundo orgulhoso em meu velho esquife,<br />
Recolhido, qual menino manhoso,<br />
Enquanto afogo-me no meu drinque,<br />
Contrapondo-me presunçoso,<br />
Refutando o que bem já tive&#8230;</p>
<p>Certa vez achei, por pura inocência,<br />
Que as pessoas perdiam o brilho,<br />
Com a idade que as carregavam,<br />
Ao sentido do fardo da vida.</p>
<p>Como um invisível açoite,<br />
Com o mesmo peso grave,<br />
Que transforma o dia em noite,<br />
Dilacerando a carne em feridas&#8230;</p>
<p>Mas a alegria é privilégio da alma!<br />
Como a ida é consequência da vinda!<br />
E talvez por ser divina,<br />
Essa não depende de idade,<br />
Pra ficar fosca e sem vida&#8230;</p>
<p>E a loucura as vezes,<br />
É o botão de alarme,<br />
Que aciona-se dentro de si.</p>
<p>Tanto da alma que transpassa,<br />
Algum limite de pensamento,<br />
Que não cabe mais aqui,<br />
Quanto de um desespero,<br />
Que se esconde cansado,<br />
Sem ninguém pra acudir.</p>
<p>E sem certa insanidade,<br />
Muitos não poderiam,<br />
Olhar pra esse mundo doente,<br />
E ainda assim sorrir&#8230;</p>
<p>Mas enfim,<br />
O que faz uma forma disforme,<br />
Num tabuleiro de furos circulares,<br />
É o que quero descobrir&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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