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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CkADQHk_fip7ImA9WhdbF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949</id><updated>2011-10-15T13:32:51.746-07:00</updated><category term="rumos" /><category term="O Labirinto do Fauno" /><category term="cinema brasileiro" /><title>OFF  -    Outras Formas de Fazer</title><subtitle type="html">CRÍTICA E SATÍRICA À SOCIEDADE, CRÍTICA À CULTURA E CRÍTICA A MIM MESMO</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>87</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Off-OutrasFormasDeFazer" /><feedburner:info uri="off-outrasformasdefazer" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CkADQHY5eCp7ImA9WhdbF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-1916993334106452109</id><published>2011-10-15T12:37:00.000-07:00</published><updated>2011-10-15T13:32:51.820-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-15T13:32:51.820-07:00</app:edited><title>Tecnotópicos e Tecnofóbicos, os dois lados da mesma moeda</title><content type="html">&lt;script type="text/javascript" src="http://platform.linkedin.com/in.js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;script type="in/share" data-counter="top"&gt;&lt;/script&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 20pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Por trás dos avisos de precaução
no uso da tecnologia (tecnofóbicos) e o discurso de redenção da humanidade pela
técnica cientifica (tecnotópicos) há o claro desejo de aproveitar os movimentos
de virada social que sempre ocorre nos momentos de mudança provocado pela
evolução tecnológica, algo bem evidente nos dias de hoje. Isso pode ser
observado não apenas nos trabalhadores quebrando as maquinas por considerarem
um perigo aos seus rendimentos salariais, mas também nos padres e outro tipo de
religiosos que quando da invenção do trem falaram que o mesmo levaria as
pessoas que nele entrasse para o inferno, que o trem partiria naquela estação
onde os passageiros estavam embarcando mas eles desembarcariam no reino do
capeta, pois os líderes de igreja alegavam que a máquina era coisa do diabo. E
também não podemos deixar de mencionar as intenções daqueles que querem fazer
uma nova sociedade tecnologicamente hiper-desenvolvida ou mesmo hiper-evoluída
através tão somente do desenvolvimento de qualquer técnica ou cientificismo,
alegando que a evolução da humanidade se deu tão somente por parte disso. Tanto
os entusiastas como os refratários à evolução da tecnologia tentam de uma forma
ou de outra colocar a questão apenas em termos mecânicos, esquecendo que por
trás de toda máquina há um ser-humano e este é o responsável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
Responsabilidade é que é a grande questão por trás de previsões e
posicionamentos radicais em relação à tecnologia. Antes de qualquer invento ou
uso de uma aplicação técnica há por trás um ser-humano, e nele há uma
consciência. É o estado da consciência do ser humano – ou a falta dela, que irá
determinar a finalidade do uso de qualquer tecnologia. Não importa a quantidade
de coisas, maquinas e robôs tal sociedade disponha, sua intenção anterior é
mais relevante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nesse
debate devemos estabelecer um parâmetro que determina totalmente se o uso da
tecnologia pode ou não ser benéfico para a sociedade. Este parâmetro considera
que pobreza é o único e real problema na sociedade e dele deriva todos os
outros. Assim podemos considerar que o uso da tecnologia só será benéfico à
sociedade se ela trouxer bem-estar a todas as pessoas, e no contexto atual
todas as pessoas é todas as pessoas do mundo inteiro. A partir do momento que
se aceita esta diretriz se estabelece automaticamente que qualquer coisa a ser
construída, erguida, inovada, evoluída será feito para proporcionar o bem-estar
aos seres humanos de todo o mundo, daí fica praticamente impossível continuar a
evolução tecnológica tal qual ela se deu ao longo da Historia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Como bem
sabemos foram os reinos, os condados, os impérios, os governos, os estados que
investiram e mais investem no desenvolvimento tecnológico, e sua principal
finalidade sempre foi a proteção territorial, a conquista territorial, a
rapinagem, a invasão... a guerra. Não apenas o desenvolvimento da informática e
das telecomunicações que deram origem à internet, mas praticamente todo os
outros setores da vida moderna tem como nascedouro pesquisas e desenvolvimento
de coisas (geralmente armas e veículos para transportá-las) para finalidade
militar. Para isso basta considerar os grandes cérebros a serviço de objetivos
bélicos (Leonardo da Vinci, Albert Einstein, etc.) temos um quadro bem
delineado sobre o real processo de desenvolvimento tecnológico da humanidade
até então.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Considerando
esta nova diretriz para o desenvolvimento tecnológico a questão bélica fica
impraticável, e assim sendo só resta usar o que temos e o que podemos aperfeiçoar
para eliminar nosso único real problema, a pobreza. Ora, pobreza não é uma
questão tecnológica, mas antes de tudo de estado de espírito, ela não pode ser
medido por quantidade de coisa que alguém ou outrem possua, mas sim como alguém
se sente em relação à vida, em relação a si mesmo e ao meio-ambiente. A vida
precisa ser considerada em seu aspecto integral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se
todas as pessoas começasse a considerar que a vida precisa ser vivida de
maneira integral certamente teríamos uma mudança radical na sociedade, tendo em
vista que um dos fatores que torna a sociedade postada como ela está é
exatamente o contrário. Desintegração, desequilíbrio, conflitos de toda espécie
marcam a vida das pessoas, e pra chegarmos a essa conclusão não cabe apresentar
dados sobre algo tão evidente. Ou seja: é uma questão de consciência, de
desenvolvimento pessoal integral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tecnotópicos
e tecnofóbicos fazem parte do mesmo grupo por desconsiderar a consciência
humana o real motivo do estabelecimento da dicotomia, se o sujeito está em
conflito, se está dicotômico tudo que ele ver, considera ou realiza é a
manifestação de seu estado mental, de sua consciência. Alguém pode pegar uma pá
e utilizá-la para cavar as fundações de uma casa, mas o mesmo pode utilizá-la
para agredir alguém. Os Tecnotópicos acham que ele irá sempre utilizar da
primeira maneira, já os Tecnofóbicos acham que o mundo vai acabar com o uso
constante e crescente da segunda maneira. Ora, depende da situação, pois talvez
às vezes precisamos nos defender e usamos o que temos em mão. A questão é
sempre de está consciente no uso das coisas e ter como diretriz um bem comum. A
sociedade como um todo não treina pessoas para um bem comum, treinam para serem
competitivas, para ter sua vaga no mercado de trabalho, pra ter uma nota pra
passar de ano, pra ter um salário que possa comprar muitas coisas que a
publicidade insiste de maneira sutil e implacável que precisamos obter custe o
que custar, etc. Segundo esses valores e discurso no qual estamos submetidos
desde criança a pobreza não é o real e único problema, mas ter coisas,
acumular, competir e rivalizar é o norte a se chegar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;É fácil
concluir que há um incentivo à excitação, uma carga que nos obriga a conseguir,
a ganhar algo que vá alem, claro, de uma mera satisfação das coisas imediatas,
o básico para assim não sofrer das necessidades imediatas, que é o que podemos
considerar como pobreza. Neste esquema temos o ambiente social do nosso mundo,
e por ele não considerar a pobreza como único problema a ser resolvido e
incentivar um desequilíbrio mental nas pessoas é evidente que seu foco sobre as
coisas (tecnologias e ciência) terá uma visão dicotômica, e essa dicotomia não
significa que um lado está certo e o outro errado. Ele apenas indica o nosso
estado mental de inconsciência, porque é muito fácil perceber que não
chegaremos a lugar nenhum pelo uso constante de tecnologia (utopia) e nem pelo
receio com o mesmo (fobia) vamos todos nos arrebentar num futuro próximo. O
resultado do uso que fazemos dos instrumentos – seja ele elétrico ou mecânico,
será o que o nos moveu antes de tocarmos a mão. É tudo uma questão de
responsabilidade, e responsabilidade só existe quando há consciência.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;
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&lt;g:plusone size="medium"&gt;&lt;/g:plusone&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 200%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Equipes são conjuntos de pessoas com um objetivo em comum, compartilhando os mesmos interesses e agindo de maneira conjunta na multiplicação de idéias e esforços em busca de um resultado, valorizando as habilidades e competências individuais.&lt;span style="color: black;"&gt; O trabalho em si é sempre individual, sua junção coordenada é que dá o sentido de integração, e essa coordenação é sempre o resultado de uma decisão de determinado indivíduo, que mesmo passando por consultas ou assessorias será sempre uma decisão de um indivíduo que tomará a responsabilidade sobre determinado conjunto de informações e tema, estabelecendo a conformidade de algo que se buscou originalmente através da imaginação de alguém, imaginação que é algo sempre individual e intransferível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 200%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Muitas pessoas estão trabalhando em grupos e não em equipes, onde parecem que estão em uma linha de produção ou então esperando que os outros façam todo o serviço e o mesmo receba os créditos pelo resultado final do trabalho, e isso é algo bastante comum no ambiente acadêmico dos discentes, não sei exatamente se é uma cultura consolidada no qual como ninguém questiona as pessoas vão “empurrando com a barriga” esta pseudo-metodologia imposta por docentes das mais variadas tendências e disciplinas, ou é algo regulamentado pelo MEC e que todas as Instituições de Ensino Superior são obrigadas a por em prática para cumprir algum tipo de obrigação pedagógica que tem como resultado um aprendizado - que pelo menos para o meu parco entendimento, é deveras um tanto miraculoso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 200%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É público e notório que um dos procedimentos mais criticados e enojados por alunos e ex-alunos de curso de nível superior são os tais Trabalhos em Equipe ou Trabalhos em Grupo para alguns. Uma rápida pesquisa entre conhecidos ou mesmo na internet comprovará a inutilidade e até mesmo vulgaridade de um procedimento fadado ao fracasso e o pior: a castração daqueles que tem idéias e projetos particulares que tem que abdicar de seus sonhos e projetos de vida para se “enturmar” dentro de um grupo para poder ter alguma menção acadêmica válida para esse sistema de “ajuntamento” forçado e obrigatório de pessoas, com a chancela de uma coordenação pedagógica que a única coisa que parece fazer é cumprir regulamentos estapafúrdios como este que exalta a capacidade de se submeter a organizações e sociedades – procedimento típico de quem é e será um mero empregado, e desaprova e repreende as capacidades de empreender e tocar iniciativas próprias – algo típico de quem constrói conhecimento, empresas, gera riquezas e ainda proporciona emprego para àqueles que passaram e passam a vida inteira cumprindo ordens como essa que determina que para ter mérito acadêmico o sujeito precisa se submeter a esse procedimento, por muitos exaltado, chamado Trabalho em Equipe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: orange; color: red; text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#%21/"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;@gledsonshiva&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="tab-stops: 306.8pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;CONTEXTUALIZAÇÃO GERAL DA OBRA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 306.8pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;É uma produção de que tipo, o que &amp;nbsp;tem a ver com cifras financeiras? &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;É uma mega-produção, um blockbuster, um filme pensado para se tornar referência em seu gênero e sucesso de bilheteria, alem de todas as possibilidades de desdobramento mercadológico no qual este tipo de conteúdo é criado e desenvolvido pelos grandes estúdios e distribuidoras cinematográficas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O financiamento determina a qualidade? Estética da obra? Mas há alguma censura à livre criatividade?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;Sem dúvida nenhuma a qualidade visual, sonora, narrativa, interpretativa, de produção e direção geral é oriunda de um grande investimento, o que possibilitou a contratação e total dedicação por considerável período de tempo dos mais capacitados profissionais para a feitura desta obra magnânima. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A estética da obra é pensada em termos de trazer imagens e sons surpreendentes e fantásticos, mas tendo como fundamento ser alicerce da eficiente narrativa já outrora experimentada em outra mídia (literatura) com bastante sucesso e louvor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Se houve alguma espécie de censura para a tal “livre criatividade”, ela não fez falta nenhuma, visto que o filme foi um sucesso e ele é bastante eficiente ao que se propõe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Foi preciso se tornar uma produção independente para realizar a visão do diretor?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Apesar do Peter Jackson vim de produções independentes de baixíssimo custo como o horror "&lt;span style="color: #d2c7ac;"&gt;&lt;a href="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/nausea.html"&gt;Trash, Náusea Total&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;" (Bad Taste, 87) e&lt;span style="color: #d2c7ac;"&gt; &lt;/span&gt;"&lt;span style="color: #d2c7ac;"&gt;&lt;a href="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/fomeanimal.html"&gt;Fome Animal&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;" (Braindead, 92), ele conduziu a trilogia “O Senhor dos Anéis” com grande eloqüência e maestria, realizando a visão de eficaz comunicabilidade que qualquer blockbuster exige, dentro da perspectiva de ser um filme "pra toda a família".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Como foi a campanha publicitária? Outros produtos mercadológicos derivaram desta produção?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;A campanha publicitária foi tão eloqüente e abrangente que o segundo filme coincidiu o seu subtítulo – “as duas torres”, com o maior acontecimento deste século: a derrubada das torres gêmeas de Nova Yorque, após a colisão de aviões conduzidos pelos ditos “terroristas”. Eu fiquei arrepiado quando associei uma coisa com a outra, no tocante a deduzir que tal coincidência não fora por acaso, tudo veio do planejamento de comunicação feito pelos marqueteiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Diversos foram os produtos e serviços derivados da obra cinematográfico com seus signos próprios e proprietários. De camisas estampadas a documentários para TV, passando pelo jogo/game produzido pela Eletronic Arts e relançamento da obra no mercado editorial nas linguagens do romance, da HQ, RPG, álbum de figurinhas, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Alguma cobertura jornalística? Crítica relevante?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Basicamente a cobertura jornalística anunciou o filme como um evento de grande porte, coisa que ele realmemte foi. E após assistirem ao filme apenas confirmaram a eficiência da narrativa mitológica fantástica do escritor e filólogo sul africano John Ronald Reuel Tolkien, muito bem transposta para a mídia cinematográfica através de Peter Jackson e sua equipe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Qual escopo (tamanho) da obra: produção nacional de alcance limitado ou voltada para o mercado mundial?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A trilogia “O Senhor dos Anéis” não só é uma mega produção para o mercado mundial, como também é um conteúdo de entretenimento a ser disseminado e vendido em outras mídias, sob a mesma forma ou transformada para se enquadrar no novo meio, que pode ser um game, um documentário, uma HQ, um brinquedo, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Há alguma visão hegemônica (nacional ou não) sendo imposta/sugerida/transmitida? Que recursos estéticos são usados para isso?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A visão hegemônica pode ser traduzida na semelhança dos embates de exércitos - com o conceito de dominação de povos e apropriação de territórios, em similitude ao que ocorria com a política externa do país produtor do filme (EUA), realizada pelo seu dirigente de então (George Bush).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: #f6b26b; color: red; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#%21/gledsonshiva"&gt;@gledsonshiva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 306.8pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;sem alterar ou vender, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-2425356890372266045?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/2425356890372266045/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=2425356890372266045" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2425356890372266045?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2425356890372266045?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/XoHRo0z0Pm0/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-7.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  7º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-qyUCU6ZkCg0/TZfLi50T1XI/AAAAAAAAAms/st9msvwmGRU/s72-c/lord_of_the_rings.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/04/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-7.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EMRno7fyp7ImA9WhZREkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-2024662201292589505</id><published>2011-04-04T12:00:00.000-07:00</published><updated>2011-04-08T12:41:27.407-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-08T12:41:27.407-07:00</app:edited><title>Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  6º enfoque</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bHmg6-GuSUc/TZfJvhD_S6I/AAAAAAAAAmo/Ty0QKuiaCxU/s1600/21861005_5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-bHmg6-GuSUc/TZfJvhD_S6I/AAAAAAAAAmo/Ty0QKuiaCxU/s320/21861005_5.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando acontece montagem paralela, panorâmica, travelling? O que se deseja transmitir?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Não ocorre montagem paralela. Panorâmicas são usadas para mostrar os vastoscenarios das locações naturais ou as criadas por computador, muitas com o intuito de nos impressionar pela grandiosidade e pelos detalhes cenográfico. Os travelling são muito comum em cenas de perseguição, preparação dos soldados para as batalhas quando alinhados de frente ou quando o diretor quis mostrar o frenesi no interior do batalhão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando numa mesma unidade espaço-temporal há descontinuidade?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Os únicos momentos de descontinuidade de “O Senhor dos Anéis” ocorre nos flashback, no intuito de informar sobre certos aspectos do presente da narrativa do qual só se faz inteligível com uma explanação de algo que ocorrera em algum momento do passado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;Quando a CÂMARA é subjetiva? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Em “O Senhor dos Anéis” – como em outros conteúdos para consumo de massa, jamais há câmara subjetiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando ocorre campo e contra-campo? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Nos momentos onde há perigo para o(os) protagonista(s), mostra-se no contra-campo o inimigo ou/e um monstro ou/e um precipício se aproximando de forma sinistra.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando há equilíbrio e quando há tensão reproduzida por esses recursos?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Se “esses recursos” estiver se referindo as ultimas questões que versam sobre aspetos da técnica de direção de fotografia, ainda não estou habilitado para discorrer sobre tal, visto que esta disciplina só passa a ser ministrada para os formandos deste curso a partir do 3º semestre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Caso se esteja empregando os “esses recursos” no todo de um filme, podes concluir que o equilíbrio está no paralelo com a eficiência de uma narrativa clássica relacionada a jornada de um herói na busca pela restauração da paz em seu mundo/comunidade. Nisto os elementos técnicos são harmonizados para acompanhar a emoção/sensação insinuada pela personagem no desafio representado por aquele momento da historia, sendo que a tensão neste contexto é um fundamento indispensável para causa no espectador a noção de perigo que o protagonista atravessa, e que nos faz ter empatia pelo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Qual o papel da trilha sonora? O que reforça e o que antecipa?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A trilha-sonora é usada essencialmente de maneira incidental: quando há cenas de tenção a melodia se torna grave ou/e disforme, quando há romance aparece harmonias delicadas e em tom baixo, se vemos os guerreiros se preparando para a batalha logo uma sonoridade de fanfarra militar chega aos nossos ouvidos de forma retumbante. Reforça-se aspectos óbvios no qual funciona como alavanca da informação imagética.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#%21/gledsonshiva" style="background-color: #f6b26b; color: red;"&gt;@gledsonshiva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;sem alterar ou vender, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-2024662201292589505?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/2024662201292589505/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=2024662201292589505" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2024662201292589505?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2024662201292589505?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/NtBKjy0Oj4w/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-6.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  6º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-bHmg6-GuSUc/TZfJvhD_S6I/AAAAAAAAAmo/Ty0QKuiaCxU/s72-c/21861005_5.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/04/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-6.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cFSXY9cCp7ImA9WhZSF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-9144707789130768914</id><published>2011-04-02T17:32:00.000-07:00</published><updated>2011-04-02T17:36:58.868-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-02T17:36:58.868-07:00</app:edited><title>Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  5º enfoque</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yABJGhrmnJY/TZe_ddCPWpI/AAAAAAAAAmk/V9YSW4VSY-M/s1600/lotr-oliphants.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-yABJGhrmnJY/TZe_ddCPWpI/AAAAAAAAAmk/V9YSW4VSY-M/s320/lotr-oliphants.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando acontece plano fixo contínuo?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Este é o tipo de filme onde não há, definitivamente, este tal plano, visto que estamos diante de um gênero de aventura/ação. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Considerando, claro, que a duração deste plano deve ser de pelo menos 10 segundos ininterruptos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando acontece PLANO GERAL, PLANO MÉDIO, PLANO AMERICANO; CLOSE-UP; CAMERA ALTA, CAMARA BAIXA?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;PLANO GERAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aparece com mais recorrência nas cenas de batalha, visto que é um recurso usado para demonstrar a fragilidade do exército dos “bonzinhos” contra a proeminência da tropa dos “mauzinhos”, mas está também presente para apresentar a eloqüente paisagem da Nova Zelândia, e as construções gráficas (efeitos visuais) como as duas torres, os castelos, as fortalezas, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;PLANO MÉDIO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muito comum para mostrar os três guerreiros (o anão, o elfo e o humano) em sintonia/harmonia. Mas também é bastante usado nos enquadramento do Frodo e seu parceiro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;PLANO AMERICANO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muito comum nas cenas que antecedem e no durante as batalhas de enfrentamento direto entre os guerreiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;CLOSE-UP&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Usado nas cenas drmáticas do filme: quando o guerreiro humano está diante da elfo interpretada pela atriz Liv Taylor, quando um membro da corte de um reino dá uma de Yago (Othelo/Shakespeare) e convence um rei doente a agir conforme seus anceios, e para enquadrar o drama de dupla personalidade da ótima personagem do Sméagol. As vezes ocorre de forma circunstancial num diálogo banal, mais relacionado a descontração, que são eficazmente usados como pausa para a próxima aventura/batalha/correria. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;CAMARA ALTA e CAMARA BAIXA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 34.2pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Exaustivamente usado para demonstrar a eloqüência das edificações que aparecem nos cenários do mundo imaginado pelo autor original da trama: torres, castelos, fortalezas, etc. Alem disso este posicionamento de câmera é fundamental para demonstrar risco eminente no momento que Frodo e seu parceiro estão seguindo Smigool num trajeto de escalar e descer montanhas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: #f6b26b; color: red; text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#%21/gledsonshiva"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;@gledsonshiva&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;sem alterar ou vender, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-9144707789130768914?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/9144707789130768914/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=9144707789130768914" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/9144707789130768914?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/9144707789130768914?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/jGylCfmDn0U/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-5.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  5º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-yABJGhrmnJY/TZe_ddCPWpI/AAAAAAAAAmk/V9YSW4VSY-M/s72-c/lotr-oliphants.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/04/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-5.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04DRHs7cCp7ImA9WhZSEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-4648857928177849225</id><published>2011-03-26T18:36:00.000-07:00</published><updated>2011-03-26T18:39:35.508-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-26T18:39:35.508-07:00</app:edited><title>Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  4º enfoque</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-HJq-QAZzbIA/TY6UcyjGGmI/AAAAAAAAAmg/Ruf4BHIrsck/s1600/lotr9bd.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="https://lh4.googleusercontent.com/-HJq-QAZzbIA/TY6UcyjGGmI/AAAAAAAAAmg/Ruf4BHIrsck/s320/lotr9bd.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Que recursos visam transportar o espectador para dentro da obra?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O principal recurso é a narrativa. Tendo em vista que a trilogia é baseada num livro de ficção de consolidada eficiência dramática, bastou os produtores contratar as pessoas certas e rodar o filme nas locações ideais (Nova Zelândia), mas não são apenas o cenário que garante o transporte do espectador para dentro da obra. Alem da narrativa todo o aparato visual e sonoro é construído de forma harmônica para criar ambientes e provocar sensações em conformidade com as emoções das personagens, todos tratados na finalização por um amplo e complexo processo de retoque de imagem e inserção de efeitos computacionais dos mais diversos e de difícil percepção até mesmo para os profissionais especializados nas respectivas áreas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quais mitos estão sendo reproduzidos?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O mito do herói (juntamente com seu antagonista, o vilão) é sem dúvida nenhuma o mais explorado aqui, visto que a estrutura da narrativa está em sintonia com o enredo clássico da representação do protagonista que enfrenta numa jornada desafios externos e internos para, após derrotar o “mal”, alcança o elixir que vai sanar toda a doença e o desequilíbrio de sua comunidade. Após o feito heróico consumado há a cerimônia no desfecho do filme do qual eles são homenageados e reconhecidos como tais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando é usado o recurso da “câmara-olho”? Há algum abuso desse recurso?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;A lente da câmara assemelhada a visão de um olho é usada quando determinado monstro (acho que é uma aranha) se aproxima perigosamente do herói Frodo, enquanto este dorme. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando a descontinuidade é ocultada?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt; &lt;b&gt;Quando ela é explicitada?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Como a narrativa abrange várias passagens de tempo, todas não-cronológica, a descontinuidade é eficientemente ocultada para possibilitar, por exemplo, diversas batalhas do mesmo exército - os bonzinhos, contra vários exércitos dos malvadinhos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#%21/gledsonshiva"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="background-color: #93c47d; color: red;"&gt;@gledsonshiva&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;sem alterar ou vender, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-4648857928177849225?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/4648857928177849225/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=4648857928177849225" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/4648857928177849225?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/4648857928177849225?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/YwGDgZfZg-s/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-4.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis”  4º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-HJq-QAZzbIA/TY6UcyjGGmI/AAAAAAAAAmg/Ruf4BHIrsck/s72-c/lotr9bd.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/03/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-4.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEDQngyfip7ImA9WhZTFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-8060438697189426429</id><published>2011-03-20T11:49:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T12:01:13.696-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-20T12:01:13.696-07:00</app:edited><title>Análise do filme “O Senhor dos Anéis” 3º enfoque</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-IyX8hlxKIHs/TYZL66dWZ7I/AAAAAAAAAmc/GMp9hF5Ev-w/s1600/senhor+dos+aneis.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-IyX8hlxKIHs/TYZL66dWZ7I/AAAAAAAAAmc/GMp9hF5Ev-w/s1600/senhor+dos+aneis.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quais recursos usados para aproximar espectador da obra?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um produto do porte de uma trilogia como “O Senhor dos Anéis” tem seus processos associados a um conteúdo cultural para competir nos acirrados mercados de entretenimento audiovisual, do qual se pretende abocanhar parte dos trilhões por ano que ele rende em todo o mundo. A aproximação ao espectador se faz desde o planejamento estratégico do produto, do qual se destaca todo o seu marketing com o posicionamento (distribuição no tempo e no espaço) e a propaganda, alem de todos as derivações que o produto possa associar com os seus símbolos embutidos em produtos e serviços vários, regido pela lógica da licença comercial; tudo isso no antes e durante o período que o filme estiver em cartaz nos cinemas nas diversas praças mundiais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Internamente os recursos mais importantes para aproximar o filme do espectador é a eficiência na adaptação do texto literário para o roteiro audiovisual, a direção de um profissional competente (acertaram ao escolher o Peter Jackson) e a correta seleção dos demais profissionais da técnica e da arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quais as soluções de continuidade encontradas para invisibilizar a descontinuidade elementar da obra?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Tendo em vista que “O Senhor dos Anéis” é uma trilogia para cinema, e por isso mesmo terá sua exposição apresentada em períodos distintos relativamente longos, o processo de conexão se faz com a apresentação do que ocorrera de mais significativo no filme anterior. Mas alem disso, foi usado como estratégia de potencializar a bilheteria este fato da descontinuidade dos 3 “capítulos”. A rede Cinemark a época do lançamento do ultimo filme da trilogia, fez uma espécie de maratona onde o sujeito via em seus complexos de salas os dois primeiros filmes para posteriormente, no mesmo dia, assistir a ultima parte da série. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando a ilusão/catarse é criada deliberadamente?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tomando catarse como o expurgo de emoções acumuladas pelo público em comunhão com o(s) protagonista(s) ao longo do transcorrer de uma narrativa eficientemente construída, conclui-se que – visto o sucesso comercial de “O Senhor dos Anéis” – em cada um dos filmes da trilogia houve diversas catarses, sendo a principal aquela do capítulo final, onde um minúsculo exército enfrenta uma infinita aglomeração de “guerreiros maus”, atravessa-o ao meio e após a destruição do anel, vence a guerra definitivamente, e nós nos sentimos &lt;i&gt;David vencendo Golias&lt;/i&gt; tais quais eles. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;sem alterar ou vender, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/#%21/gledsonshiva" style="background-color: orange; color: red;"&gt;@gledsonshiva &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-8060438697189426429?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/8060438697189426429/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=8060438697189426429" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/8060438697189426429?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/8060438697189426429?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/6a0RmpwYQhk/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-3.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis” 3º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-IyX8hlxKIHs/TYZL66dWZ7I/AAAAAAAAAmc/GMp9hF5Ev-w/s72-c/senhor+dos+aneis.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/03/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-3.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAGQngzfyp7ImA9WhZTEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-4002662038463197255</id><published>2011-03-12T14:00:00.000-08:00</published><updated>2011-03-13T07:32:03.687-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-13T07:32:03.687-07:00</app:edited><title>Análise do filme “O Senhor dos Anéis” 2º enfoque</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-fSoyXi-7wYM/TXvs4N8WF5I/AAAAAAAAAmY/v-yNazPXtmc/s1600/the-lord-of-the-rings-the-one-ring-3d-screensaver.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh6.googleusercontent.com/-fSoyXi-7wYM/TXvs4N8WF5I/AAAAAAAAAmY/v-yNazPXtmc/s320/the-lord-of-the-rings-the-one-ring-3d-screensaver.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Aspectos da linguagem&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A linguagem de “O Senhor dos Anéis” privilegia os aspectos consagrados da narrativa clássica cinematográfica, sobretudo no desenrolar de uma trama/historia, qual seja: a estrutura em começo, meio e fim, um tema central e um protagonista (no caso do filme em questão apesar de Frodo ter a maior responsabilidade na obra, podemos considerar como protagonista também os guerreiros que representam &lt;i&gt;elfos&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;humanos, hobbits&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;anões&lt;/i&gt; e o mago Gandalf) que irá passar por uma jornada heróica semelhante às narrativas mitológicas de outrora (&lt;i&gt;Grécia antiga&lt;/i&gt;) e ainda eficiente como estrutura dramática, e que, alem disso, tem como maior semelhança um certo maniqueísmo ao dividir o mundo em “bonzinhos” e “malzinhos”.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Qual espaço definido pela câmera? Qual a impressão?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O espaço definido pela câmera corresponde a assimilação imediata do público daquela informação ou sensação que se quer transmitir, buscando causar a impressão relativa à parte da narrativa correspondente a linha cronológica em que se encontra o (os) protagonista (s).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Há um efeito janela? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há uma tentativa de &lt;i&gt;efeito janela&lt;/i&gt; em toda a produção cinematográfica mundial, desde o momento que as imagens em movimento não mais encantavam por si só, e muito menos os documentários informativos (as atualidades) tinham mais relevância que as micro narrativas toscas que estavam sendo ensaiadas e evidenciavam aquilo que se tornaria a mídia mais influente e economicamente rentável do século XX.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O porquê do &lt;i&gt;efeito janela&lt;/i&gt; deve ser entendido como o fundamento central onde se assenta os objetivos da produção cinematográfica, e não apenas no cenário hollywoodiano com seus blockbuster, ou aquilo que chamam de Indústria Cultural com os produtos de entretenimento de larga escala. Toda a narrativa cinematográfica que tem como objetivo ser compreensível, emocionante e significante para uma determinada sociedade – ou o conjunto maior de toda as sociedades no mundo, como foi o caso de &lt;i&gt;&lt;a href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2009/07/o-segredo-da-maior-bilheteria-da.html" style="color: red;"&gt;Titanic&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;– precisa causar o efeito janela na mente do público que pagou para ver. O principal objetivo das pessoas que pagam ingresso, que alugam um filme ou baixam da internet, é exatamente ser transportado por esta janela para um mundo que não precisa ser diferente do seu, mas certamente deve haver elementos que o faça ser transportado para dentro da historia de modo que ela lhe impressione, comova, excite, provoque, e – talvez, torne-o capacitado a perceber aspectos da vida que ele não compreendia até se deparar com a obra de arte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-4002662038463197255?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/4002662038463197255/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=4002662038463197255" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/4002662038463197255?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/4002662038463197255?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/Mk7zLhayqv8/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-2.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis” 2º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-fSoyXi-7wYM/TXvs4N8WF5I/AAAAAAAAAmY/v-yNazPXtmc/s72-c/the-lord-of-the-rings-the-one-ring-3d-screensaver.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/03/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YCQX09eSp7ImA9Wx9aFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-955596498920507919</id><published>2011-03-08T04:54:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T04:59:20.361-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-08T04:59:20.361-08:00</app:edited><title>Análise do filme “O Senhor dos Anéis” 1º enfoque</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-_hrTDl2RciU/TXYmwfCmGYI/AAAAAAAAAmU/XXk_ghLBCxM/s1600/senhor+dos+an%25C3%25A9is.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh6.googleusercontent.com/-_hrTDl2RciU/TXYmwfCmGYI/AAAAAAAAAmU/XXk_ghLBCxM/s320/senhor+dos+an%25C3%25A9is.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: large; line-height: 150%;"&gt;“O retângulo da tela tem o mesmo efeito de janela, que abre para um universo que existe por si, separado pela superfície da tela.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O retângulo da tela só tem o mesmo efeito de janela porque o que se mostra é uma narrativa, uma historia (mesmo nos conteúdos ditos documentais). Este “universo” só existe por si porque algo que se mostra nesta “janela” nos toca, nos toma empaticamente, nos assalta de nosso mundo cotidiano e nos remete a outros mundos vários, com enredos, regras próprias e com personagens em momentos cruciais de suas vidas que nos proporciona a devida referência para que possamos por 2, 3 e até 9 horas (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Senhor_dos_An%C3%A9is" style="color: red;"&gt;a trilogia O Senhor dos Anéis&lt;/a&gt;), prestar a nossa atenção a este universo. É a historia bem contada para o meio audiovisual, mais que qualquer técnica ou/e efeito, que faz eliminar “a distância entre espectador e obra de arte”. E esta questão da tela retangular provocar o tal efeito “que sugere o que vai alem”, é no mínimo discutível, visto que na tela quadrada (estática) de uma TV ou/e display de celular temos o mesmo efeito “do alem”, visto que este efeito é proporcionado pela linguagem cinematográfica – sobre tudo o uso da montagem, e a eficiência da narrativa/roteiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-955596498920507919?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/955596498920507919/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=955596498920507919" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/955596498920507919?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/955596498920507919?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/nAscSRdWDRQ/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-1.html" title="Análise do filme “O Senhor dos Anéis” 1º enfoque" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-_hrTDl2RciU/TXYmwfCmGYI/AAAAAAAAAmU/XXk_ghLBCxM/s72-c/senhor+dos+an%25C3%25A9is.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/03/analise-do-filme-o-senhor-dos-aneis-1.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8MRXo4fSp7ImA9Wx9UEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-9067495638435497001</id><published>2011-02-07T16:57:00.000-08:00</published><updated>2011-02-07T17:01:24.435-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-07T17:01:24.435-08:00</app:edited><title>Em tenra idade... não lembrava nem dessa foto</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TVCUqBxDorI/AAAAAAAAAmQ/O7-Tn3r5S50/s1600/aos+5+l%25C3%25A1+na+parangaba.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TVCUqBxDorI/AAAAAAAAAmQ/O7-Tn3r5S50/s320/aos+5+l%25C3%25A1+na+parangaba.jpg" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Ah eu me lembro...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Tinha lá meus 5 anos… talvez menos… mas me sentia o rei do mundo, como toda criança nessa fase da vida. E aqui eu acho que estava me sentindo apurrinhado, incomodado com toda a família me paparicando e orientando o meu tio “retratista” (até hoje ele ainda consegue “trabalhar” com isso… é impressionante!) a bater uma foto do caçula ao mesmo tempo que me ornamentavam com objetos suntuosos (dá uma olhada no meu pulso). Como toda criança nessa fase da vida eu não pude resistir, mesmo se pudesse argumentar, não adiantaria, ninguém quer saber a opinião de uma criança, a essa cabe apenas obedecer, em nome do amor/segurança familiar… só me restou aturar o auê passar. Era uma pressão familiar para que não se perdesse a oportunidade de um profissional da área fotográfica na casa – sim, fotografia já foi algo exclusivo e de difícil acesso - tendo em vista que não se sabia quando nova oportunidade surgiria. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Então está aí, em tenra idade eu fui “retratado” desta forma pelos meus parentes. Eu não me lembro de nada dessa época, apenas que habitava numa casa em frente de uma lagoa, e que vivi intensamente esses dias… como toda criança nessa fase da vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Ford_Coppola" style="color: blue;"&gt;Coppola&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt; &lt;/span&gt;deveria ter feito como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terrence_Malick" style="color: blue;"&gt;Terrence Malick&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;:&lt;/span&gt; realizado suas obras-primas (Poderoso Chefão, ApocalipseNow) na década de 70 e se retirado de cena pra curtir a majestade. Mas não, ficou fazendo cada coisa estapafúrdia (Peggy Sue, Vidas Sem Rumo, etc.) e ainda tocando o negócio do vinho, deu nisso... ta um velho gágá, falando obviedades como o que desencadeou a remuneração direta do artista (que não por acaso está associado ao nascimento da industria de exibição cinematográfica). Ora, todos nós sabemos que antes havia a figura do mecenas (burguesia) e mais antes ainda a figura do estado/igreja, e só, era algo restrito, para poucos. Foi a revolução industrial que, como em todas as outras atividades econômicas da vida, possibilitou uma grande quantidade de recursos para variadas classes de trabalhadores (daí que alguns teóricos sociais chamaram isso de sociedade de classes), incluindo aqueles que eram classificados como artistas, principalmente atores, por causa de sua centralidade e identificação na obra cinematográfica; foi a partir daí, incluindo a sua organização em sindicatos – mais industrial que isso impossível - que surgiu e se desenvolveu não só a remuneração para artistas, mas também as fortunas para os mesmos, tendo em vista os altos ganhos de circulação que a obra cinematográfica tinha e – apesar de toda a digitalização e “pirataria”, ainda têm. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A indústria cinematográfica é que catapultou todas as outras atividades ligada a criação, basta pra isso verem a evolução da indústria do disco/gravação, que se beneficiou decisivamente das inovações do processo de áudio para a 7ª arte. Mas eis que inventaram um negócio de informática, associaram às telecomunicações, liberaram para todos os cidadãos “comuns” e surgiu a internet, da mesma forma que o motor que fez girar as primeiras linhas de produção industrial, veio repentinamente e se consolidou rapidamente: uma revolução. E naturalmente num novo ambiente novos modelos de negócio são necessários, o velho só se sustentará por força econômica/estatal (vejam a briga inglória dos estúdios Disney com o seu Mickey), mas apenas enquanto uma outra força de produção não lançar novas bases de remuneração abrangente, o que pode estar prestes a nascer nos escritórios do Google, do Facebook, da Amazon, da Apple (tinha que ter uma empresa brasileira, não é mesmo?... que pena!), por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Observem o fenômeno de &lt;a href="http://catarse.me/" style="color: lime;"&gt;captação de recursos através das redes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://crowdfundingbr.com.br/post/2608809869/crowdfunding-conte-uma-historia#disqus_thread" style="color: red;"&gt;crowndfunding&lt;/a&gt;, a mobilização social para determinadas causas (a WIKIPÉDIA, lembra?)... Existem hoje possibilidades de remuneração nunca antes existente para aqueles que são criativos, mas o sujeito tem que entender que o Copyright pertence ao mundo industrial, analógico, e não ao mundo digital, de todos em rede, da livre circulação do conhecimento... século XXI, entende?! O mais importante: sujeito que quer ganhar dinheiro nos dias atuais com sua arte deve sim mobilizar os iguais, etc., mas entender que formar sindicato não irá ajudar em nada, talvez até formar uma sociedade arrecadadora de direitos autorais ou se filiar a uma seja inócuo, mais importante seria trabalhar para o desenvolvimento de software de rastreamento de sua obra e a computação de visualizações no ambiente virtual (ou pagar alguém para monitorar isso), e a partir daí trabalhar a monetização disso no mundo real.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Então, quando o Sr. Coppola fala que talvez artistas não deveriam ou precisariam ganhar dinheiro ele diz isso do alto de sua produção vinícola, não tem sustentação nenhuma com a realidade; e quando ele questiona que a arte não custa dinheiro é porque a demência está avançada e seria necessário camisa-de-força, para o bem da tranqüilidade social. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/goog_563917576"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Extraído de comentário sobre o post&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 class="title" style="background-color: #666666; color: #e06666;"&gt;&lt;a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/gil-na-polemica-do-creative-commons"&gt;Gil na polêmica do creative commons&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;no&lt;span style="color: #666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.advivo.com.br/luisnassif" style="color: #666666;"&gt;blog do Luis Nassif&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-4587895175117596272?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/4587895175117596272/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=4587895175117596272" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/4587895175117596272?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/4587895175117596272?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/o9_DcoYpv2E/debatendo-sobre-direitos-autorais.html" title="Debatendo sobre Direitos Autorais a partir de comentário do F.F. Coppola" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TUwKJE3bATI/AAAAAAAAAmM/8arznfibDNo/s72-c/m%25C3%25A3e+descosta.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/02/debatendo-sobre-direitos-autorais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUHSXY8cCp7ImA9Wx9XEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-5650900358208181228</id><published>2011-01-03T07:22:00.000-08:00</published><updated>2011-01-04T16:27:18.878-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-04T16:27:18.878-08:00</app:edited><title>MONTAGEM PARA O GÊNERO DE DIÁLOGO</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TSHoD7xfuEI/AAAAAAAAAmA/nLbpFOl5H-g/s1600/Dois-diretores-de-filmes-numa-imagem-preto-e-branca_02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TSHoD7xfuEI/AAAAAAAAAmA/nLbpFOl5H-g/s320/Dois-diretores-de-filmes-numa-imagem-preto-e-branca_02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: inherit; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Partindo da perspectiva de &lt;a href="http://www.ipv.pt/forumedia/5/20.htm" style="color: red;"&gt;Sergei Eisenstein &lt;/a&gt;de que a montagem “é uma propriedade orgânica de todas as artes”, podemos encontrar essa característica de edição de diálogo já na literatura, e por conseguinte nos textos onde o diálogo tem uma presença mais preponderante, como é o caso da dramaturgia, o texto teatral. Não é por acaso que os primeiros filmes da historia do cinema é considerado por historiadores como uma espécie de teatro filmado, e também não nos surpreende que o ilusionista&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_M%C3%A9li%C3%A8s" style="color: red;"&gt;Georges Méliès &lt;/a&gt;seja um dos precursores da 7ª arte, que alem de usar inventivos efeitos fotográficos para criar mundos fantásticos, manipulava a edição de forma a induzir diálogos, mas diálogos teatrais, tanto que na hora da fala ele “cortava” para um PG (Plano Geral) como que tentando simular uma perspectiva de alguém que estivesse numa platéia de casa de espetáculos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A influência do teatro na montagem durou até o momento que europeus e americanos perceberam o quanto poderia ser feito com a montagem para reduzir o tempo de projeção de uma cena – diminuindo custos de produção, acelerar a narrativa, iludir o telespectador na relação tempo fílmico e tempo real, e – principalmente para os artistas, estabelecer novas estéticas a partir da manipulação, ordenação e tempo de exposição dos quadros para os vários entendimentos que isso poderia provocar no público de cinema, que logo – a partir da repetição de procedimentos, se “educou” e assimilou a nova maneira de assistir um filme, no qual a edição ficou quase invisível em algumas ocasiões, e totalmente explícita em outros casos (a &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Montagem_paralela" style="color: red;"&gt;Montagem Paralela&lt;/a&gt; de Eisenstein e a estripulia de &lt;a href="http://www.jornaloimparcial.com.br/?p=5812" style="color: red;"&gt;Acossados&lt;/a&gt; são bons exemplos deste “exibicionismo técnico”). A criação dessa linguagem relegou ao diálogo um papel fundamental para o tipo de gênero de filme que o artista ou/e o produtor escolhesse realizar. Ao observar obras do gênero drama podemos observar a predominância do diálogo em todo o escopo do filme, tanto mais se o mesmo for de realizadores oriundos do mundo teatral, como é o caso de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingmar_Bergman" style="color: red;"&gt;Ingmar Bergman&lt;/a&gt;, onde a predominância de temas existencialistas em sua obra levou a caracterizar o diálogo um elemento crucial de sua obra. Mas a edição dos diálogos nos filmes do grande realizador sueco é algo tão maçante que chega a jogar contra a obra, tornando elemento quase sem função, pois através do mecanismo Bergman não acelera nem torna mais lenta os momentos de diálogo do filme, pois o realizador trata estes momentos de maneira quase a tentar simular a interação que ocorre num palco de teatro. O contrário está evidente nas obras onde a literatura contemporânea, é a base do filme ou inspiração para a realização audiovisual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre os realizadores contemporâneos onde o diálogo está demasiadamente estilizado – ao contrario de Ingmar Bergman, destaca-se &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quentin_Tarantino" style="color: red;"&gt;Quentin Tarantino&lt;/a&gt;, principalmente em seu Pulp Fiction, não por acaso obra baseada em literatura dita “barata”, “popular”, típica da Indústria Cultural de Massa. Nesse filme o cineasta americano abusa de posicionamentos de câmara não-convencional para apresentar um diálogo, como na cena em que a câmera se localiza dentro do porta-malas de um carro enquanto os protagonistas do filme conversam e carregam suas armas. No transcorrer desta seqüência veremos o uso estilizado da edição nos diálogos, principalmente na seqüência dentro do elevador quando não há cortes, mas a câmara “vira” para o personagem no qual a fala é esperada e fica suspensa até o enquadramento. Depois temos um grande plano seqüência no caminhar dos mafiosos pelos corredores do prédio – que irá funcionar de forma oposta a cena seguinte dentro do AP, e no momento que eles estão de frente da porta do AP. Toda essa seqüência segue o mesmo raciocínio, o mesmo discurso, aliás, uma discussão sobre hambúrguer de queijo, acho que da Holanda, etc. O diretor escolhe várias maneiras de cortar o diálogo em conformidade com os ambientes nos quais os mafiosos vão passando, mudando a maneira que o diálogo é apresentado em conformidade ao ambiente, ambiente este que mudará o diálogo ao adentrar no AP onde haverá o grande ápice da seqüência, com as mortes. Nesta cena os diálogos são cortados não conforme as interrupções das falas por aqueles que estão em posição de vantagem, o que seria algo lógico; mas a edição segue o discurso predominante, principalmente no momento do sermão da personagem &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wUT6s2fQGIw&amp;amp;feature=fvw" style="color: red;"&gt;Jules Winnfield&lt;/a&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;,&lt;/span&gt; mantendo-se estático em toda a fala da personagem, interrompido apenas pelos tiros do parceiro mafioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A edição é um recurso da linguagem cinematográfica que se realiza no diálogo de forma distinta em gêneros de filme obviamente distintos, e isso sem dúvida fica claro em obras de cineastas tão discrepantes como o clássico Ingmar Bergman e o “modernoso” Quentin Tarantino. Ou seja: a edição do diálogo – como toda a forma que circunda o conteúdo de um filme, depende da linha mestra narrativa da obra, que irá determinar o seu parâmetro de funcionamento. Na arte do cinema todos os elementos estéticos estão subordinados à narrativa, e as narrativas se diferenciam conforme seus gêneros. É claro que existe realizadores no qual seu grande fetiche é se ocupar da estética, talvez porque ainda não perceberam que o cinema é o mais sofisticado espaço de contação de historia (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=UFC-URW6wkU" style="color: red;"&gt;storytelling&lt;/a&gt;) que temos – no qual literatura e teatro o antecederam, e não do exibicionismo de funcionalidades técnicas de como funciona a máquina de captar e projetar imagens numa seqüência que crie a ilusão de movimento para o olho humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #999999;"&gt;©© &lt;/span&gt;&lt;br style="color: #999999;" /&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;pode usar este conteúdo, &lt;/span&gt;&lt;br style="color: #999999;" /&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;sem alterar ou vender, &lt;/span&gt;&lt;br style="color: #999999;" /&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;mencionando o autor &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-5650900358208181228?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/5650900358208181228/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=5650900358208181228" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/5650900358208181228?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/5650900358208181228?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/RvWO3Tbw0dI/montagem-para-o-genero-de-dialogo.html" title="MONTAGEM PARA O GÊNERO DE DIÁLOGO" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TSHoD7xfuEI/AAAAAAAAAmA/nLbpFOl5H-g/s72-c/Dois-diretores-de-filmes-numa-imagem-preto-e-branca_02.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2011/01/montagem-para-o-genero-de-dialogo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQNR348eip7ImA9Wx9TEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-5209957448770732741</id><published>2010-11-20T09:33:00.000-08:00</published><updated>2010-11-20T09:33:16.072-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-20T09:33:16.072-08:00</app:edited><title>Resposta a mais um artigo sobre o tal "Apocalipse Tecnológico" que nos espreita</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TOgFebFpTAI/AAAAAAAAAl4/G5a9FvtvIrE/s1600/robo_jokenpo1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TOgFebFpTAI/AAAAAAAAAl4/G5a9FvtvIrE/s320/robo_jokenpo1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:ApplyBreakingRules/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:UseFELayout/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 16pt;"&gt;Mais uma &lt;a href="http://blogdokelmer.wordpress.com/2009/02/17/as-maquinas-nao-sao-bobas/" style="color: red;"&gt;versão catastrófica sobre a Inteligência Artificial&lt;/a&gt;, quero ver as abordagens positivas, quero ver a eliminação da fome por tecnologia robótica, quero ver a eliminação de qualquer trabalho repetitivo e monótono pelo fato de poder ser executado por máquinas, quero ver o sistema educacional dar um salto de qualidade e levar consigo boa parcela da humanidade pelo fato dos processadores e memórias de computadores poderosos chagarem ao ponto que qualquer um poderá ter consigo bastando ter acessíveis celulares pré-pago que armazenarão e processarão rápido todo o conhecimento da humanidade, igualando todo o ser-humano naquilo que até hoje é o elemento crucial para a existência de senhores e escravos, mesmo isso estando travestido de “relações trabalhistas”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 16pt;"&gt;Tenho certeza que vc, amigo &lt;a href="http://blogdokelmer.wordpress.com/2009/02/17/as-maquinas-nao-sao-bobas/" style="color: red;"&gt;RK&lt;/a&gt;, é uma pessoa qualificada para escrever um bom texto sob este viés, e vamos deixar de considerar que tudo que venha do homem é mal e venenoso, nós sabemos bem que ao longo da história as invenções de grandes cientistas foram usadas pelos governos para fins militares, e só depois de algumas mortes e destruições em massa é que tiveram uma utilidade menos beligerante.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 16pt;"&gt;Nós podemos construir o paraíso sobre a terra, temos conhecimento suficiente para isso, e a tecnologia será nossa aliada.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 16pt;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/gledsonshiva" style="background-color: #b45f06; color: red;"&gt;@gledsonshiva &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-5209957448770732741?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/5209957448770732741/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=5209957448770732741" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/5209957448770732741?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/5209957448770732741?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/WTOBaNkhwJ4/resposta-mais-um-artigo-sobre-o-tal.html" title="Resposta a mais um artigo sobre o tal &quot;Apocalipse Tecnológico&quot; que nos espreita" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TOgFebFpTAI/AAAAAAAAAl4/G5a9FvtvIrE/s72-c/robo_jokenpo1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/11/resposta-mais-um-artigo-sobre-o-tal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QNSXo5eyp7ImA9Wx5aEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-2367527398473386621</id><published>2010-11-02T19:33:00.000-07:00</published><updated>2010-11-08T17:16:38.423-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-08T17:16:38.423-08:00</app:edited><title>As distorções da Lei Rouanet</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TNDI9gKdgkI/AAAAAAAAAlw/lW08Cetk5zA/s1600/picture-12.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TNDI9gKdgkI/AAAAAAAAAlw/lW08Cetk5zA/s200/picture-12.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"&lt;span style="font-size: large;"&gt;3. O recurso do mecenato não é público. É privado. Concordo que ele tenha natureza pública e deve ser investido em iniciativas com essa característica. Mas o Estado abre mão daquele recurso em nome de propostas previamente aprovadas por um sistema complexo, que inclui a iniciativa de agentes culturais, acompanhamento e aprovação da sociedade civil (CNIC) e regulação governamental. "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Irei comentar este tópico, tendo em vista que os outros dois estão em aberto, pois em um depende de uma pesquisa queira Deus alguém a realize, e o outro é a interpretação de cada um sobre o que entenderam do PL em tramitação que revoga a Rouanet e institui o ProCultura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mas o tópico 3 é fácil de rebater: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pelo amor de Deus, &lt;a href="http://ht.ly/33ung" style="color: red;"&gt;Leonardo!&lt;/a&gt; vc sabe tanto quanto eu que o fato do empresariado dizer que vai utilizar o imposto seu pra aplicar num projeto cultural não transforma este recurso em algo privado. O que nós estamos chamando aqui de MECENATO (conforme a interpretação da Lei Rouanet) é uma mudança da finalidade de um recurso, que iria para o cofre da UNIÃO, mas que pode - através da lei - ser aplicado em um projeto cultural, mas isso - definitivamente! - não transforma o recurso público em privado. Sem chance! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A questão não apenas que ele deva ser investido em projetos com características públicas, mas que ele cumpra critérios de, por exemplo, acessibilidade (ser realizado em teatros com rampa para o deficiente físico, o idoso, etc.), democratização do acesso (preços populares) e não o absurdo do show da estrela da MPB todo na base da rouanet cobrar R$ 100,00 por cabeça, e o que dizer do escândalo Cirq du soleil?!!! E todos nós da área sabemos que ha empresas que usam - na moita - esse mecanismo para ampliar as atividades das creches (contratação de uma peça infantil) do ambiente interno de suas organizações, para melhorar o passa-tempo das filhos e filhas dos funcionários destas organizações, enquanto eles dão duro no escritório, ou seja: um uso privado do recurso público.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; Essas exigências - acessibilidade, democratização, etc. - já estão presentes na legislação atual, e a partir do ProCultura se intensificará, englobando aspecto de distribuição regional, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pra acompanhar esta discussão entre &lt;a href="http://ht.ly/33ung" style="color: red;"&gt;no blog Cultura e Mercado &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: #ffd966; color: purple;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/gledsonshiva"&gt;@gledsonshiva&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-2367527398473386621?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/2367527398473386621/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=2367527398473386621" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2367527398473386621?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2367527398473386621?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/V1KfZ4WEaH4/as-distorcoes-da-lei-rouanet.html" title="As distorções da Lei Rouanet" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TNDI9gKdgkI/AAAAAAAAAlw/lW08Cetk5zA/s72-c/picture-12.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/11/as-distorcoes-da-lei-rouanet.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8CRXY_eyp7ImA9Wx5VFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-8552429991865172818</id><published>2010-10-09T06:21:00.000-07:00</published><updated>2010-10-09T18:07:44.843-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-09T18:07:44.843-07:00</app:edited><title>ANÁLISE DA FOTOGRAFIA e PITADAS CRÍTICAS À "CIDADE DOS SONHOS" (Mulholland Drive)</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TLBrclzjpCI/AAAAAAAAAls/nm35RWs8Aa8/s1600/mulholland-drive-blu-ray1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TLBrclzjpCI/AAAAAAAAAls/nm35RWs8Aa8/s400/mulholland-drive-blu-ray1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;No processo de encobrir o que é sonho e o que é realidade, o diretor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Lynch" style="color: blue;"&gt;David Lynch &lt;/a&gt;usa de alguns procedimentos bastante comuns em filmes que combina os gêneros suspense e mistério, tais quais a câmara sobre o ombro do operador para simular o ponto de vista do ator (Câmara subjetiva), uso das lentes para produzir bastante desfoque (óbvio para um enredo que inicia-se com alguém sem memória) e a cor forte (vermelho ou azul) em objetos chaves para a solução do mistério.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;A iluminação é basicamente naturalista com alguns momentos de estilização, como nos planos do escritório de um velho que tem ao lado uma espécie de mordomo, onde a luz dos refletores está cortada por bandôs para iluminar exatamente pontos específicos (a cortina vermelha, por exemplo); no início quando vemos a simulação da luz da lua feito com um forte azul atrás de um conjunto de árvores; na cena que ocorre no teatro e também nas cenas mais terríveis onde prevalece o escuro, baixa intensidade da luz e geralmente o uso de apenas um refletor, a tal da luz de preenchimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O filme tem essa relação de iluminação que reflete o dia-a-dia padrão/normal/convencional e uma outra que nos remete ao mundo dos sonhos, do delírio, de um estado alterado de consciência, algo típico de uma mente que sentencia: “nós vivemos num mundo escuro e cheio de problemas” (&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=artjT7YXZ3k" style="color: blue;"&gt;fala extraída de uma entrevista do cineasta americano para uma rede de TV brasileira&lt;/a&gt;). Toda a força do filme está na trama e nesses elementos estéticos como a fotografia, a arte, a trilha-sonora, etc.; ele não traz nenhum valor, um filme oco, sem nada dentro, sem conteúdo que produza significados ou resignifique algo, nem mesmo os elementos estéticos que são trabalhados, pois todos são típicos dos gêneros já mencionados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-8552429991865172818?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/8552429991865172818/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=8552429991865172818" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/8552429991865172818?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/8552429991865172818?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/QR69z8HQeRk/analise-da-fotografia-e-pitadas.html" title="ANÁLISE DA FOTOGRAFIA e PITADAS CRÍTICAS À &quot;CIDADE DOS SONHOS&quot; (Mulholland Drive)" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TLBrclzjpCI/AAAAAAAAAls/nm35RWs8Aa8/s72-c/mulholland-drive-blu-ray1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/10/analise-da-fotografia-e-pitadas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEDRH86fCp7ImA9Wx5VEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-6143403322805400195</id><published>2010-10-02T16:54:00.000-07:00</published><updated>2010-10-02T16:54:35.114-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-02T16:54:35.114-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Labirinto do Fauno" /><title>Maquiagem do filme O Labirinto do Fauno</title><content type="html">&lt;div style="width:425px" id="__ss_5341556"&gt;&lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/gleshiva/maquiagem-do-filme-o-labirinto-do-fauno" title="maquiagem do filme O Labirinto do Fauno"&gt;maquiagem do filme O Labirinto do Fauno&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object id="__sse5341556" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaomaquiagem-101002140127-phpapp01&amp;stripped_title=maquiagem-do-filme-o-labirinto-do-fauno&amp;userName=gleshiva" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed name="__sse5341556" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=apresentaomaquiagem-101002140127-phpapp01&amp;stripped_title=maquiagem-do-filme-o-labirinto-do-fauno&amp;userName=gleshiva" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/gleshiva"&gt;gleshiva&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-6143403322805400195?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/6143403322805400195/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=6143403322805400195" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/6143403322805400195?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/6143403322805400195?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/gme_Oxq1F-I/maquiagem-do-filme-o-labirinto-do-fauno.html" title="Maquiagem do filme O Labirinto do Fauno" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/10/maquiagem-do-filme-o-labirinto-do-fauno.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YNR38yeyp7ImA9Wx5WFU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-6991296042820632664</id><published>2010-09-26T15:13:00.000-07:00</published><updated>2010-09-26T15:13:16.193-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-26T15:13:16.193-07:00</app:edited><title>Crítica ao desalento de certos "estudiosos" sobre o fenômeno das TICs</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TJ_FEhbcJqI/AAAAAAAAAlo/tHbpp49qSoo/s1600/jeremias.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TJ_FEhbcJqI/AAAAAAAAAlo/tHbpp49qSoo/s200/jeremias.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Venho pesquisando a produção em Mídias Digitais e apesar de haver de fato “a reprodução de padrões e conteúdos massificados, seja por meio de fan-fictions, paródias ou versões caseiras de franquias da indústria cultural” – como bem descreve certos estudiosos deste novo momento midiático, noto que estamos no limiar de uma nova era que desembocará em criações e inovações no audiovisual, tanto por parte do segmento relacionado à produção narrativa, como o fenômeno da produção de imagens ao vivo (&lt;a href="http://www.quasecinema.org/joomla/index.php"&gt;Cinema ao Vivo&lt;/a&gt;), basta olhar com mais cuidado na internet, sem antes recorrer ao ranking de vídeos com mais visualizações no YouTube.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Agora analisaremos a perspectiva pessimista de determinado grupo social em relação a apropriação das novas mídias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;“O multiprotagonismo, nessa perspectiva, não significa necessariamente promoção da diversidade cultural”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Resta saber o que o autor considera “Diversidade Cultural”, pois é sabido que o fenômeno da música brega (ou romântica popular para alguns) é considerado por certa “elite” uma apropriação do gosto popular, e que foi trabalhado nos preceitos da indústria cultural para a sua colocação no mercado. Ora, não precisa pesquisar muito para ver em comunidades virtuais a grande adoração de pessoas por este gênero, no qual eu tenho certeza irá se materializar logo logo em outras linguagens artísticas – audiovisual por exemplo, e isso é possível graças às novas tecnologias de informação e comunicação. E caso o autor entenda que Diversidade Cultural não pode contemplar um FUNK, é melhor desconsiderar as remixagem que a galera faz com determinados vídeos que aparecem no YouTube, sendo o caso do Funk do Jeremias (e de toda a família) um caso salutar, exemplo formidável da inventividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;“Não quero minimizar o grande potencial revolucionário da cultura digital”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Por favor, observem determinadas comunidades no ORKUT (sim, o FACEBOOK tupiniquim já ta muito “elitizado” e por isso estagnado no aspecto invenção) com nomes exóticos ou depreciativos (Filmes Trash) e perceberá a avalanche de produção infantil, realizada totalmente por crianças, não apenas com WEBCAM e celular, com som razoável, e edição convincente. É claro que os temas são banais, mas já há crítica a indústria cultural, como o caso de uma galera que tirou onda dos programas jornalísticos estilo “sangue a qualquer custo”. Talvez ali você perceberá, nem que seja em semente, uma nova maneira de encarar os meios, de contar suas historias e de se posicionar diante do mundo, se isso não for Diversidade Cultural...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;“Ainda há muito espaço para se conquistar nas redes e processos colaborativos relacionados ao audiovisual, mas as brechas estão cada vez mais fechadas e os obstáculos difíceis de transpor”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;No meu entender a brecha fechada é o que de fato queremos enxergar e o que deixar na penumbra, pois o maior obstáculo hoje em dia é a quebra da neutralidade de rede proposta pelo poderoso google, no qual se quer dar mais velocidade de conexão a determinadas usuários no acesso de determinadas páginas, monetizando esse processo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;É verdade que há muito espaço para se conquistar nas redes, e por isso vamos torcer para que o Plano Nacional de Banda Larga cumpra este desafio para nós brasilei@s. Não nos esqueçamos que processos colaborativos também há entre os gigantes, que se unem para atingir seus objetivos legitimamente, diria até instintivamente, e isso não os difere de quem atua isoladamente ou com menos recursos, pois talvez estes ainda não tenha capacidade de articulação ou simplesmente não queira atuar em grande escala. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-6991296042820632664?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/6991296042820632664/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=6991296042820632664" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/6991296042820632664?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/6991296042820632664?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/uaPc4UnQkfc/critica-ao-desalento-de-certos.html" title="Crítica ao desalento de certos &quot;estudiosos&quot; sobre o fenômeno das TICs" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TJ_FEhbcJqI/AAAAAAAAAlo/tHbpp49qSoo/s72-c/jeremias.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/09/critica-ao-desalento-de-certos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IEQXc5fSp7ImA9Wx5RFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-8313409926077143056</id><published>2010-08-24T07:11:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T07:18:20.925-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-24T07:18:20.925-07:00</app:edited><title>CAMPANHA SALVE O CINE BELAS ARTES</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/THPSHVYY09I/AAAAAAAAAlI/ELUZWEzsj_c/s1600/procura-seb.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/THPSHVYY09I/AAAAAAAAAlI/ELUZWEzsj_c/s320/procura-seb.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;No final de        março deste ano, o banco HSBC interrompeu o patrocínio ao cinema        &lt;b&gt;Belas Artes&lt;/b&gt;, um dos poucos cinemas de rua que ainda        existem em São        Paulo, que possui programação diferenciada e de alto        nível.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Localizado na        esquina das avenidas Consolação e Paulista, ele poderá ter suas portas        fechadas após 43 anos de funcionamento.&amp;nbsp; No início do mês de abril, André        Sturm, sócio-proprietário do Cine Belas Artes, iniciou uma batalho para        conseguir um novo patrocinador, infelizmente sem sucesso até o        momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Inconformada        com a possibilidade do fechamento, Marie-France Henry, proprietária do        Restaurante La        Casserole, reuniu outros 16 restaurantes para criar uma        campanha de Apoio, batizada de &lt;a href="http://patrocineocinemabelasartes.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo”&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;       (segue abaixo a relação dos restaurantes e a forma de funcionamento da        Campanha).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ajude-nos a        buscar uma forma de não permitir o fechamento de mais uma sala de cinema        na cidade de São Paulo. Mais informações sobre o projeto de Patrocínio        com: Léo Mendes (11) 5093.0839 – 5041.0133.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;a href="http://patrocineocinemabelasartes.blogspot.com/" style="color: blue;"&gt;Funcionamento        da Campanha:&lt;/a&gt; No momento do fechamento da sua conta em um dos&amp;nbsp; restaurantes listados abaixo, você        autoriza uma contribuição no valor de R$ 5,00 para a Campanha e recebe um        ingresso para assistir um filme no Cine Belas Artes. Este ingresso será        carimbado no momento em que você for ao cinema e ele passará a valer uma        sobremesa no mesmo restaurante, em sua próxima        refeição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Arábia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Haddock        Lobo, 1.397 - Cerqueira César&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone:        3061-2203&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa:        qualquer doce árabe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Arábia        Café&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Praça.        Vilaboim, 73 - Higienópolis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone:        3476-2201&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa:        qualquer doce árabe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Amadeus&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Haddock        Lobo, 807 - Cerqueira César&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone:        3061-2859&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa:        Sfraciatelli (doce siciliano com frutas secas, mel e sorvete de        creme)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Eñe&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Dr. Mario        Ferraz, 213 - Jardim Europa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 11        3816-4333&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa:        Crema catalana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Ici        Bistrô&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Pará, 36 -        Consolação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone:        3257-4064&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa:        Terrine de chocolate&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Tappo Trattoria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua da Consolação, 2.967 - Cerqueira        César&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3063-4864&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Semifreddo de        chocolate&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Diner 210&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Pará, 210 - Consolação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3661-1219&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Cup Cake&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Tordesilhas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Bela Cintra, 465 -        Consolação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3107-7444&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Pudim de tapioca com baba de        moça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Mestiço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Fernando de Albuquerque, 277 -        Consolação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3256-3165&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Frozen Iogurt com caldas        variadas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Dona Onça&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Avenida Ipiranga, 200, lj. 27/29 -        República&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3257-2016&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: a definir&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Adega Santiago&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Sampaio Vidal, 1.072 - Jardim        Paulistano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3081-5211&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Pudim de doce de        leite&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Così&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Barão. de Tatuí, 302 - Vila        Buarque&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3826-5088&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Tiramisú ao mascarpone        artesanal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Dui&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Alameda Franca, 1.590 - Jardim        Paulista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 2649-7952&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Fondant de chocolate e doce de        leite, farofa de café e sorvete de canela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;La Casserole&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Largo do Arouche, 346 -        República&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3331-6283&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Crêpes Suzette&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Martin Fierro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Aspicuelta, 683 - Vila        Madalena&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3814-6747&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Alfajor de chocolate&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;La Frontera&lt;a href="http://patrocineocinemabelasartes.blogspot.com/" style="color: blue;"&gt;http://patrocineocinemabelasartes.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Cel. José Eusébio, 105 -        Higienópolis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3159-1197&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Banana ouro grelhada, creme de        iogurte e doce de leite, farofa de biscoito e castanha do Pará&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Obá&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Rua Dr. Melo Alves, 205 - Cerqueira        César&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Telefone: 3086-4774&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Sobremesa: Massa crocante mexicana,        sorvete de creme, melado de rapadura e canela com farofinha de milho        seco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-8313409926077143056?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/8313409926077143056/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=8313409926077143056" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/8313409926077143056?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/8313409926077143056?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/cWRgIb_EE_s/campanha-salve-o-cine-belas-artes.html" title="CAMPANHA SALVE O CINE BELAS ARTES" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/THPSHVYY09I/AAAAAAAAAlI/ELUZWEzsj_c/s72-c/procura-seb.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/08/campanha-salve-o-cine-belas-artes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIDQnkyeip7ImA9Wx5SGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-6704206394051322678</id><published>2010-08-14T08:44:00.000-07:00</published><updated>2010-08-14T15:22:53.792-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-14T15:22:53.792-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cinema brasileiro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rumos" /><title>RUMOS DO CINEMA BRASILEIRO</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TGa5Q-3tuzI/AAAAAAAAAlA/TcqOZWkDwWU/s1600/Mostra+Rumos+Cinema+e+V%C3%ADdeo_33.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TGa5Q-3tuzI/AAAAAAAAAlA/TcqOZWkDwWU/s320/Mostra+Rumos+Cinema+e+V%C3%ADdeo_33.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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--&gt;
&lt;/style&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="background-color: black; color: #eeeeee;"&gt;O cinema brasileiro entendido como o mercado nacional de produção, distribuição e exibição de conteúdo audiovisual para as telas das salas de cinema vai - segundo um grupo de pessoas, muito bem, em franca expansão depois da hecatombe provocada pela extinção da EMBRAFILME no governo collor. Mas para alguns mais céticos o fato de termos 15% do mercado, uma cota de tela, vários mecanismos de financiamento – direto e indireto, filmes concorrendo ao &lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: black; color: #f3f3f3;"&gt;oscar&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: #eeeeee;"&gt;, etc., não significa que haja um mercado nacional de cinema, muito menos que ele está em expansão, pois estes observam que há simplesmente uma reacomodação após o desastre da produção do início dos anos 90, e que o grande problema é a concentração da distribuição nas mãos das&lt;span style="background-color: black; color: white;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: black; color: white;"&gt;majors&lt;/i&gt; &lt;span style="background-color: black; color: #eeeeee;"&gt;que na verdade atua de forma incisiva através da&lt;span style="color: #f3f3f3;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="background-color: black; color: #f3f3f3;"&gt;Motion Pictures Association&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: black; color: #eeeeee;"&gt;, fazendo com que o filme nacional não tenha o devido espaço e respeito junto aos exibidores. Já a questão da exibição nos remete a mudança de orientação mercadológica que se processou nos anos 80 e 90, no qual o cinema deixou de ser popular e passou a se destinar à classe abastada de nosso país, explicação detalhada que pode ser verificada neste&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pec.utopia.com.br/tiki-read_article.php?articleId=378"&gt;artigo aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-6704206394051322678?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/6704206394051322678/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=6704206394051322678" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/6704206394051322678?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/6704206394051322678?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/9L-7UjeomXA/rumos-do-cinema-brasileiro.html" title="RUMOS DO CINEMA BRASILEIRO" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/TGa5Q-3tuzI/AAAAAAAAAlA/TcqOZWkDwWU/s72-c/Mostra+Rumos+Cinema+e+V%C3%ADdeo_33.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/08/rumos-do-cinema-brasileiro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIESX46eCp7ImA9WhdWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-9061230446832389869</id><published>2010-04-20T07:47:00.000-07:00</published><updated>2011-09-07T06:01:48.010-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-07T06:01:48.010-07:00</app:edited><title>ANÁLISE SOCIOLÓGICA DO FILME “NA NATUREZA SELVAGEM” (Into the Wild )</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S827D5y6CkI/AAAAAAAAAkw/orBgldJ8SKk/s1600/na-natureza-selvagem-poster01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S827D5y6CkI/AAAAAAAAAkw/orBgldJ8SKk/s320/na-natureza-selvagem-poster01.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;DIALÉTICA DO RETROAGIR&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peter_L._Berger"&gt;Peter Berger&lt;/a&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;sentencia: “…e pode acontecer, naturalmente, que o homem se afogue nas ondas que ele próprio produziu”. Mas quais foram as ondas que o protagonista da aventura produziu e nas quais ele se afogou, como se o feitiço virasse contra o feiticeiro? Ora, pelo que se &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Into_the_Wild_%28filme%29" style="color: black;"&gt;ver no filme&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; ele gosta das ondas, e as aproveita muito bem num banho matinal. Brincadeiras a parte, tentemos entender corretamente o que o Peter Berger quer dizer com este “homem”. Uma coisa é o “homem” que produz a onda, outra coisa é o (s) “homem (s)” que institui a onda como algo obrigatório, e outra coisa totalmente diferente é o “homem” que transgride esta “obrigatoriedade da onda”, tratando-a de modo diferente ou simplesmente ignorando-a. Juntar tudo e botar no mesmo balaio é ter uma atitude nada científica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: black;"&gt;Sou contra o excesso de repartições, separações, diferenciações que marcam a formalidade da pesquisa científica para o entendimento dos fenômenos, mas considero indispensável separar grupos de pessoas que compõem as mais variadas sociedades, a saber: CRIADORES, INSTITUCIONADORES, e REINVENTORES. Colocar estes três num mesmo processo ou até na mesma pessoa pode servir para a feitura de uma fábula, mas para entendimento de um fenômeno social é inócuo, é um engano, é reducionista e simplório, visto que a mesma pessoa jamais irá desempenhar as três funções ao longo da sua vida; o fenômeno ocorre ao longo da historia, mas sempre com pessoas diferentes. Não ocorre a dialética do retroagir no filme&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0YBDpPIhEYo"&gt;“Na Natureza Selvagem”&lt;/a&gt;, &lt;span style="color: black;"&gt;apesar que isto poderia ser usado para melhorar dramaticamente o fraco roteiro. A personagem realiza o seu intento de viver na natureza como um selvagem (até onde se pode conceber, visto que aquela espingarda não tem nada de natural). Até porque, conforme a concepção do Sean Penn ao desenvolver a trama, houve um desfecho positivo, como que uma realização de um sonho. Mesmo a personagem sucumbindo no mundo do qual ele buscou e encontrou, não dá pra considerar isto uma dialética do retroagir. Não sei no livro, mas houve no tratamento da historia do filme um final feliz que foi buscado desde o início pelo protagonista, e efetivado ao final da trama. &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;ENTIDADES HIPOSTASIADAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;A historia do filme, a motivação fundamental do protagonista, só ocorre porque ele considera as entidades hipostasiadas meras formalidades que não lhe impressionam – não lhe causam medo nem interesse de possuir, das quais ele as queima (dinheiro), rasga (cartão de crédito), ignora (família) e muda-a (seu próprio nome) sem cerimônias, sem procurar a autorização ou/e a confirmação de outrem, enfim: ele não reproduz a sociedade nos processos de &lt;i&gt;conversação&lt;/i&gt;, visto que “o outro” é totalmente dispensável ao seu propósito de vida. Para o protagonista muito mais importante que um carro novo é seu uso como meio de transporte, mais relevante que o status de um diploma de nível superior e a conseqüente vida “segura” de um cidadão bem ajustado socialmente e trajando um figurino (terno e gravata) de um papel social respeitável, está o seu espírito de aventura, e seu desejo de experienciar a natureza selvagem.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;O PROCESSO DE EXTERIORIZAÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No seu último relacionamento antes de partir para o Alaska, o protagonista tem um breve embate com um velho, que sentindo-se solitário, pede para o protagonista esquecer seu “sonho maluco” e desempenhar o papel de filho, neto, sobrinho - ou algo do gênero, ao conviver com ele. Por ter seu pedido negado, o velho chora e se recente por não ter conseguido juntar uma “coluna invisível” de seu mundo de outrora, que teve a &lt;i&gt;conversação&lt;/i&gt; encerrada com o falecimento de sua esposa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;O PROCESSO DE OBJETIVAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por não se sentir culpado ao transgredir valores sociais – que pode se resumir na desobediência e não aceitação das expectativas que os pais esperam dele, o protagonista foge do controle social apagando seu rastro documental para que a polícia – ao ser acionada pela família, não o encontre. Ele evita o confronto da força social fundamental (família), mas para juntar dinheiro – em seu propósito de ir ao Alasca, ele se rende às &lt;b&gt;forças sociais &lt;/b&gt;TEMPORARIAMENTE&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;arrumando um emprego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Também por não se sentir culpado ao transgredir valores sociais – ou/e por ter o desejo pela aventura maior que o medo da autoridade/repressão, o protagonista desce de caiaque por um rio sem a licença, que só lhe seria outorgada no período de anos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Peter Berger sentencia: “A não ser que ele exista em loucura solipsista, saberá quanto vai dessas fantasias à realidade de sua vida efetiva na sociedade, que lhe prescreve um contexto comumente reconhecido e se lhe impõe sem tomar conhecimento de seus desejos”. Esta objetividade coercitiva da sociedade, seja material ou não-material, da qual o Peter Berger nos tenta mostrar é relativa nos dias atuais, e certamente esta relatividade vem desde a época em que o sujeito escrevera “O Dossel Sagrado” (anos 1980). Diferente do que ocorria antes da sofisticação dos mercados na transformação de comportamentos em associabilidades a produtos e serviços, hoje se alguém quer tomar atitudes individuais, peculiares, diferentes do padrão vigente, este comportamento será cooptado e associado a um bem mercantil, para potencializar as vendas ou agregar valor a uma marca.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os grupos de poder de nossa sociedade da informação (do conhecimento?) não enfrentam o indivíduo ou grupos recalcitrantes, não tem o mínimo interesse de querer “pô-los na linha”. Pois o que lhes interessa são as atitudes e impactos que determinados sujeitos possam a vim causar na arena do embate midiático com concorrentes diretos e indiretos. É claro que existe os países medievais onde a observação do Berger pode até ser aplicada (Irã, Coréia do Norte, Talibã e coisas do gênero em célere processo de extinção), mas o que ocorre de fato nos tempos atuais é que se o sujeito quer viver na selva como um animal, na natureza selvagem, o problema é dele, visto que só irão se importar com isso quando alguém ver a OPORTUNIDADE de tornar aquele fato peculiar de um indivíduo (que está longe de ser inédito), e que ainda teve a “ótima idéia” de anotar tudo ao longo do processo, transformando num livro, ganhar uns “tubos” e depois mais ainda ao vender os direitos para a produção de um filme da indústria audiovisual mais relevante de nosso tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por mais que os familiares possam ser contra e que policiais sejam designados para capturar o recalcitrante, a objetivação material ou a não-material ocorre para os perseguidores, mas não para o perseguido – conforme é mostrado segundo a concepção do Sean Penn. Esta idéia fica mais clara quando ouvimos a irmã do protagonista reconhecer ao longo do filme que o irmão estaria a realizar a sua “lenda pessoal”, ou coisa do gênero, e por isso o fato dela ficar triste ou desejar o seu retorno era algo tolo e sem sentido. Depois disso a objetivação da instituição família se esfacelava, mas o roteiro é tão mal construído que mais na frente da historia o diretor coloca o pai do protagonista chorando, meio que perdido no meio de uma estrada, causando no público um sentimento dúbio, visto que a irmã já havia se conformado com a ída sem volta do irmão, da desistitucionalização familiar daquele membro que até pouco tempo “interpretava razoavelmente bem o seu papel social”.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;O PROCESSO DE INTERIORIZAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tendo em vista a declaração de Peter Berger que “o mundo é mantido como realidade subjetiva pela mesma espécie de conversação, seja com os mesmo interlocutores importantes ou com outros novos (cônjuges, amigos…). Se essa conversação é rompida (o cônjuge morre…) o mundo começa a vacilar, a perder a sua plausibilidade subjetiva”. Podemos concluir que no momento que o protagonista do filme se diplomou (formalidade social) e decidiu a partir dali se dedicar a sua aventura, ele iniciou um processo de diminuição da conversação, que se intensificou com a sua chegada ao Alaska e culminou no estabelecimento/fixação no “Magic Bus”. Mas entendendo plausibilidade como linguagem, percebemos que isto ele não perdeu nem mesmo quando estava debilitado fisicamente, pois mesmo doente continuou a escrever e/ou tentar ler.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A ação nomizante do protagonista do filme se faz quando ele toma o “Magic Bus” como casa, limpa-o, organiza-o de forma a utilizar seus espaços para repousar utensílios e também se proteger de eventuais “selvagerias” maiores que o frio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Obrigado ao professor &lt;a href="http://spectare.blogspot.com/"&gt;Eládio Oduber&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-9061230446832389869?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/9061230446832389869/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=9061230446832389869" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/9061230446832389869?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/9061230446832389869?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/ESnTUKMN5e4/analise-sociologica-do-filme-na.html" title="ANÁLISE SOCIOLÓGICA DO FILME “NA NATUREZA SELVAGEM” (Into the Wild )" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S827D5y6CkI/AAAAAAAAAkw/orBgldJ8SKk/s72-c/na-natureza-selvagem-poster01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/04/analise-sociologica-do-filme-na.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYGQ3o_eip7ImA9WhdWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-2705638982266566277</id><published>2010-04-19T14:32:00.001-07:00</published><updated>2011-09-07T06:28:42.442-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-07T06:28:42.442-07:00</app:edited><title>Crítica de “O Instante Decisivo” de Henri Cartier-Bresson</title><content type="html">&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S8zLUJFu_fI/AAAAAAAAAko/XUqCulWGrOo/s1600/HenriCartierBresson.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S8zLUJFu_fI/AAAAAAAAAko/XUqCulWGrOo/s320/HenriCartierBresson.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É interessante perceber que&lt;/span&gt; &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Cartier-Bresson"&gt;Cartier-Bresson&lt;/a&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;ao mencionar os filmes do cinema considera-o de forma contundente: “eles me ensinaram a ver”. Essa relevância da 7ª arte em sua obra fica evidente, mesmo ele sendo um repórter-fotográfico os seus enquadramentos tem uma dimensão poética, que ultrapassa o mero registro monótono do cotidiano, ou a frivolidade de uma ação típica de paparazzi.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #999999; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: black;"&gt;Estar alerta para tirar fotos como que um “flagrante delito” demonstra uma atitude real de um artista, que está em sintonia com o universo, percebendo coisas que a amioria das pessoas não enxerga, passando batido, aquilo que muitos poetas notam mas o cidadão comum ignora por ter preocupações cotidianas, e o artista não, ele está “ligado” nestas pequenas coisas da vida, por isso dizem que eles são como loucos, que estão no “mundo da lua”. Infere-se daí a necessidade do artista ter um tipo de suporte para o exercicio de sua profissão, e no caso o Bresson tinha (“uma pequena mensalidade permitia que eu me virasse”).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: black;"&gt;Como todo bom francês com razoável acúmulo intelectual (os melhores filmes franceses são aqueles onde há no máximo grunhidos: “A Guerra do Fogo” do Jean Jaques Arnoud) Cartier Bresson passa toda a parte deste texto explanando papagaiasticamente sobre o óbvio: que a fotografia é a estagnação do movimento, pois a foto é um instante da vida, e a vida é ininterrupta, mas foto cria-nos a ilusão que ela parou em algum momento, etc, blá-blá-blá, etc. Prefiro o contrário, no que ocorre no cinema, onde o fluxo das imagens é indispensável para a constituição desta arte, e a partir da imitação da vida neste fluxo imagético se conta historias, reportagens, documentagens… mas nos poupa destas firulas de extrair teorias a partir de algo que no meu entender deveria ser simples e notório. E o pior ocorre quando ele começa a lamúria que permeia a vida de 10 em cada 9 artistas inserido dentro da indústria cultural (comunicação de massa): “… algumas vezes corre-se o risco de se deixar moldar pelos gostos e necessidades da revista.” Parei aqui. Como produtor já ouvi isso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style="color: black;"&gt;trocentas &lt;/i&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;vezes! Chega de mais do mesmo!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-2705638982266566277?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/2705638982266566277/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=2705638982266566277" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2705638982266566277?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/2705638982266566277?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/VLBfDLIb5VU/critica-de-o-instante-decisivo-de-henri.html" title="Crítica de “O Instante Decisivo” de Henri Cartier-Bresson" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S8zLUJFu_fI/AAAAAAAAAko/XUqCulWGrOo/s72-c/HenriCartierBresson.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/04/critica-de-o-instante-decisivo-de-henri.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIDRH8-fyp7ImA9WhdWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-7672869117250157008</id><published>2010-03-29T15:22:00.000-07:00</published><updated>2011-09-07T06:02:55.157-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-07T06:02:55.157-07:00</app:edited><title>Troque o seu Cachorro por Uma Criança Pobre</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S7Enq6uDxdI/AAAAAAAAAkA/5ZH4IbcyGxg/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S7Enq6uDxdI/AAAAAAAAAkA/5ZH4IbcyGxg/s320/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #cccccc;"&gt;Qual é o motivo que leva as pessoas a buscarem um animal de estimação? A falta de afeto? A falta de tato com os outros seres-humanos? O desejo de ser amado, ou/e de receber atenção? De ser levado “a sério”?&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: black;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cavando mais fundo este buraco: qual é o motivo de termos tantos animais abandonados? Afinal de contas eles são dóceis e obedientes (o melhor amigo do homem?), e também alguns protegem e são valentões (pit bull, Hot Valley, doberman, pastor alemão, gansos), por que então eles são abandonados após terem sido adquiridos? Foram achados, foram buscados e aceitos após doação, e alguns foram até comprados e mesmo assim são abandonados – segundo a UIPA pelos motivos mais estapafúrdios, sendo curioso o caso de uma pessoa que não queria mais um hott valley porque ele não era tão bravo e feroz quanto o dono imaginara. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse fenômeno social mereceria um documentário cômico-trágico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cccccc;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-7672869117250157008?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/7672869117250157008/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=7672869117250157008" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/7672869117250157008?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/7672869117250157008?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/0y-v_kLL2Yo/troque-o-seu-cachorro-por-uma-crianca.html" title="Troque o seu Cachorro por Uma Criança Pobre" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S7Enq6uDxdI/AAAAAAAAAkA/5ZH4IbcyGxg/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/03/troque-o-seu-cachorro-por-uma-crianca.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkINRn05fCp7ImA9WhdWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-7450241667654209281</id><published>2010-02-01T12:02:00.000-08:00</published><updated>2011-09-07T06:03:17.324-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-07T06:03:17.324-07:00</app:edited><title>A TEORIA DO PONTO E VÍRGULA</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S2c0jRJ68jI/AAAAAAAAAj0/4ZJxU7g5afY/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433369255950873138" src="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S2c0jRJ68jI/AAAAAAAAAj0/4ZJxU7g5afY/s400/images.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 111px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 96px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Qual será a outra língua no mundo que há esta pausa tão distinta e miraculosa? afinal de contas o “&lt;i&gt;ponto e vírgula&lt;/i&gt;” não encerra o período, a frase ou a oração de um pensamento, mas também não é uma pausa simples como a vírgula, ela tem uma duração um pouco maior. É diferente. É estranho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Já li alguma coisa sobre o &lt;i&gt;ponto e vírgula&lt;/i&gt; em gramáticas. Mas o que me importa aqui é este lado místico do sinal, no qual eu creio que é uma exclusividade da língua portuguesa, mais uma peculiaridade de sua estrutura, algo que deve está intrinsecamente relacionado com a cultura lusitana, na qual herdamos também.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Já ouvi falar que os portugueses sempre foram um povo, digamos… permissível… talvez maleável. Certamente não tão maleável como o brasileiro – de onde vem nossa vantagem de se adaptar tanto entre gregos como troianos, mas suficientemente maleável ao ponto de está com atitudes mais próxima do oriente do que do ocidente, ser mais exotérico do que racional.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Parece que entre os outros povos as coisas e as idéias são mais diretas: ou é sim, ou é não; pronto, acabou. Não tem essa disso poder ser aquilo ou vice-versa; nani, nani, nani! O preto é preto, e o branco é branco, mas por aqui existe algo como o pardo. “pardo”?! que lugar do mundo tem essa cor?! Só aqui mesmo no Brasil. Bem, mas o assunto não é o Brasil, o lance é a língua portuguesa e o seu miraculoso “ponto e vírgula”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Nesta noite me veio isso sei lá por que?!? O “ponto e vírgula” me pareceu mais prosaico do que de costume, e olha que praticamente eu não o uso. Me lembro agora que quando estava começando a me familiarizar com a leitura li em algum lugar que este sinal era complexo demais para ficar se usando indiscriminadamente, daí que brochei com ele. Mas sabe, ele anda me atraindo muito nos trabalhos que venho desenvolvendo, nas historias que venho escrevendo, e até nos sonhos que venho tendo. É estranho, mas o ponto e vírgula está cada dia mais presente, vibrando intensamente, ofuscando minha mente, como que querendo quebrar a casca do ovo e sair para do casulo, ver a luz, nascer…&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Eu em!… Eu tô é ficando doido!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;
&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Mas não é mesmo estranho este sinal de nossa língua-mãe? O ponto e virgula é uma espécie de meio termo, uma pausa com um tempo próprio. Ele pede que paremos um pouco- não o suficiente para uma respiração, mas suficinete para… porque logo a idéia terá continuidade e daí haverá a conclusão… ou não. Talvez seja um elemento da língua próprio para confundir, esta pausa maior que a vírgula que também não é um ponto – e por isso mesmo não encerra nada, talvez seja um caprichoso elemento de confusão, de embaralhamento das coisas, algo típico da cultura lusitana – e também brasileira, na qual não se deve ser rigido demais numa posição, apesar de tê-la, promovê-la e professá-la. É a ambigüidade. Acho que é isso, o ponto e virgula é um sinal de AMBIGUIDADE. E é também um sinal dos tempos, o sujeito que começa ter a idéia fixa de usá-lo, precisa de tratamento.
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="color: #ccffff; font-size: 130%;"&gt;Deve ser por isso que um dia alguém falou: não queira saber tudo, é perigoso.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-7450241667654209281?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/7450241667654209281/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=7450241667654209281" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/7450241667654209281?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/7450241667654209281?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/tGfJczC7qf8/teoria-do-ponto-e-virgula.html" title="A TEORIA DO PONTO E VÍRGULA" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S2c0jRJ68jI/AAAAAAAAAj0/4ZJxU7g5afY/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/02/teoria-do-ponto-e-virgula.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEHSHc-fCp7ImA9WhdWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-1852830585883383566</id><published>2010-01-09T18:03:00.000-08:00</published><updated>2011-09-07T06:03:59.954-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-07T06:03:59.954-07:00</app:edited><title>FILOSOFIA É OU NÃO É CIÊNCIA?</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S0k4m0jpB9I/AAAAAAAAAjs/a0mQ3OQ5LDg/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424929465738790866" src="http://4.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S0k4m0jpB9I/AAAAAAAAAjs/a0mQ3OQ5LDg/s400/images.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 127px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 103px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
 &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; 
&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Tendo em vista que você considerou errada a minha resposta para a primeira questão da prova - “PARA VOCÊ O QUE É FILOSOFIA?”, tenho algumas considerações a tecer, tomando como premissa a sua colocação que julgo ter determinado o erro da minha resposta: “filosofia não é ciência”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Se Filosofia é ou não ciência, isso é uma questão para se debater e se concluir conforme as capacidades de argumentação e de poder de influência das partes interessadas no embate, tendo em vista que o que determina que algo é ou não uma ciência está relacionado a aspectos mais políticos do que propriamente de uma investigação metódica sistemática de objetos empíricos ou não, vide o caso do surgimento de certas “ciências humanas” – como a sociologia, que só galgaram este status após serem &lt;b&gt;defendidas&lt;/b&gt; por pessoas que alem de pesquisarem e sistematizarem conhecimento sobre um fenômeno social específico, também empreenderam atividade de influência (lobby) no seio da academia, no propósito de a terem – e naturalmente a financiarem - como um conhecimento de caráter científico. Ocorre que a consideração de algo ser ou não uma ciência também depende de aspectos culturais, visto que a &lt;b&gt;numerologia&lt;/b&gt; pode ser uma ciência para certos povos, e para outros não passar de mero passa-tempo de gente arredia e “desocupada”.
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A natureza da pergunta se dirige ao interlocutor de uma forma passiva, não inserindo no texto nenhuma ordem de comando prévia, da qual poder-se-ia pressupor que a indagação exigiria da resposta idéias que diferi-se da compreensão que o educando tem sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A pergunta se comporta de forma a procurar saber o quê o educando particularmente considera ser a filosofia (PARA VOCÊ...). Se a resposta está entendível ou não, entendo que isto poderia ser considerado o fator de CERTO ou ERRADO, mas jamais através da minha sentença inicial “É a ciência que selecionou, sistematizou…”. Dizer que algo como a filosofia é ou não é uma ciência está mais no campo do gosto pessoal e – como já citei, nos contexto de disputa que o termo pode ser usado para os fins dos mais diversos. 
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Respondi que a filosofia PARA MIM “É a ciência que selecionou, sistematizou…” porque ela sempre me foi apresentada – desde o ensino médio, de maneira semelhante às outras matérias correlatas, tendo seus fundadores, os desenvolvedores e seus explanadores (professores) com as provas para auferir o conhecimento absorvido sobre os assuntos, como em todas as outras ciências. Ao mencionar a presença de questões do tipo “quem somos?” e “de onde viemos?” para exemplificar seu funcionamento, acho até que eu poderia está errado aí pela restrição de algo que pode ser encontrado em aspectos mais pragmáticos da vida, e não necessariamente só existencial. Mas neste caso eu estaria – pelo menos, meio certo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Para citarmos um exemplo de como a filosofia pode ter o significado moldado conforme o interesse e contexto do pensador, vamos a alguém que é comum a nós pela recente obra que fomos obrigados a ler para… para… aprender a pensarmos?…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;“…Tenho o sentimento oposto quando leio o código de Manu, uma obra incomparavelmente mais intelectual e superior; seria um pecado contra a &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;inteligência &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;simplesmente &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;nomeá−lo &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;juntamente com a Bíblia. É fácil ver o porquê: há uma filosofia genuína por detrás dele, nele próprio…”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ccffff; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="color: #ccffff; text-align: right;"&gt;
&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Friedriche Nietzsch&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="color: #ccffff; text-align: right;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ccffff; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Viu como o nosso adorável alemão relaciona o termo filosofia? Pelo texto não é difícil concluir que uma lei, um código, o código de Manu, é para ele algo como uma filosofia, seja lá o que este algo for; porque, convenhamos, filosofia pode ser para uns uma lei, uma religião, uma arte, uma técnica, uma linguagem, e para outros apenas uma desculpa para embasar e justificar um discurso de engabelamento dos menos providos de percepção intelectual.
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Para Nietzsche filosofia pode ser uma lei, para mim é uma ciência, e a pergunta como está na prova estaria indiferente e ao mesmo tempo satisfeita com a posição de ambos. Não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;P.S.:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="color: #ccffff;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; se filosofia não é uma ciência, por que o&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/" style="color: #ccffff;"&gt;Ministério da Educação&lt;/a&gt; ao lançar o novo ENEM coloca esta “matéria” enquadrada na prova de CIÊNCIAS HUMANAS, onde também se encontram Sociologia, Historia e Geografia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-1852830585883383566?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/1852830585883383566/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=1852830585883383566" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/1852830585883383566?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/1852830585883383566?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/-Jp2Am_oe64/filosofia-e-ou-nao-e-ciencia.html" title="FILOSOFIA É OU NÃO É CIÊNCIA?" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S0k4m0jpB9I/AAAAAAAAAjs/a0mQ3OQ5LDg/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/01/filosofia-e-ou-nao-e-ciencia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEDQ388fCp7ImA9WhdWFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-759907033216993949.post-9062993491461487075</id><published>2010-01-09T11:33:00.000-08:00</published><updated>2011-09-07T06:04:32.174-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-07T06:04:32.174-07:00</app:edited><title>A PALAVRA CORINGA DA LÍNGUA PORTUGUESA</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S0jhQ4QbehI/AAAAAAAAAjM/eUyE_qtFawI/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424833431263214098" src="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S0jhQ4QbehI/AAAAAAAAAjM/eUyE_qtFawI/s320/images.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 144px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 87px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_editdata.mso" rel="Edit-Time-Data"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
 &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} h2 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	mso-outline-level:2; 	font-size:18.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	font-weight:bold;} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} p 	{mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 80.9pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; 
&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: #ccffff;"&gt;
Por Roberty&lt;/h2&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ccffff;"&gt;
&lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif"&gt;(RETIRADO DO BLOG DO LUIS NASSIF)&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ccffff;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ccffff;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA . Esta palavra de origem francesa MERD pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
-Vejam porque com os exemplos a seguir:&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
1) Como indicação geográfica 1: Onde fica essa MERDA ?&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
2) Como indicação geográfica 2: Vá a MERDA !&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
3) Como indicação geográfica 3: 18:00h – vou embora dessa MERDA .&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
4) Como substantivo qualificativo: Você é um MERDA!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
5) Como auxiliar quantitativo: Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
6) Como indicador de especialização profissional: Ele só faz MERDA.&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
7) Como indicativo de MBA: Ele faz muita MERDA .&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
&lt;img alt="8)" height="15" shapes="_x0000_i1025" src="file:///C:/DOCUME%7E1/ADMINI%7E1/CONFIG%7E1/Temp/msohtml1/01/clip_image001.gif" width="15" /&gt;Como sinônimo de covarde: Seu MERDA !&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
9) Como questionamento dirigido: Fez MERDA , né?&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
10) Como indicador visual: Não se enxerga MERDA nenhuma!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido: Por que você não vai a MERDA?&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
12) Como especulação de conhecimento e surpresa: Que MERDA é essa?&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo: Ele está na MERDA…&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
14) Como indicador de ressentimento natalino: Não ganhei MERDA nenhuma de presente!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
15) Como indicador de admiração: Puta MERDA !&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
16) Como indicador de rejeição: Puta MERDA!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
17) Como indicador de espécie: O que esse MERDA pensa que é?&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
18) Como indicador de continuidade: Tô na mesma MERDA de sempre.&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
19) Como indicador de desordem: Tá tudo uma MERDA !&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
20) Como constatação científica dos resultados da alquimia: Tudo o que ele toca vira MERDA !&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
21) Como resultado aplicativo: Deu MERDA .&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
22) Como indicador de performance esportiva: O Framengo e os Vascainos não&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
estão jogando MERDA nenhuma!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
23) Como constatação negativa: Que MERDA!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
24) Como classificação literária: Êita textinho de MERDA sô!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
25) Como qualificação de governo: O governo LULA só faz MERDA !&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
26) Como situação de “orgulho/metidez” : Ela se acha e não tem “MERDA nenhuma! ”&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
27) Como indicativo de ocupação: Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
Retificando&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: black;"&gt;
25) Como avaliação de governo: FHC só fez MERDA!&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #ccffff;"&gt;
FONTE: &lt;a href="http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=merda"&gt;crédito: http://www.dicionarioinformal.com.br/buscar.php?palavra=merda&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;OFF - Outras Formas de Fazer&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/759907033216993949-9062993491461487075?l=outrasformasdefazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://outrasformasdefazer.blogspot.com/feeds/9062993491461487075/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=759907033216993949&amp;postID=9062993491461487075" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/9062993491461487075?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/759907033216993949/posts/default/9062993491461487075?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Off-OutrasFormasDeFazer/~3/c3CX_AGnSfg/palavra-coringa-da-lingua-portuguesa.html" title="A PALAVRA CORINGA DA LÍNGUA PORTUGUESA" /><author><name>Gledson Shiva</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/SjZY6RpQ8tI/AAAAAAAAAgA/-JUUYaBH_UY/S220/m%C3%A1xima.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_R1Bpd6LPQ-s/S0jhQ4QbehI/AAAAAAAAAjM/eUyE_qtFawI/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://outrasformasdefazer.blogspot.com/2010/01/palavra-coringa-da-lingua-portuguesa.html</feedburner:origLink></entry></feed>

