<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-35931093</atom:id><lastBuildDate>Tue, 19 Mar 2024 04:16:49 +0000</lastBuildDate><title>On The Boulevard des Capucines</title><description></description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (MReys)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>207</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-4321081663997205169</guid><pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-14T23:42:17.280-03:00</atom:updated><title>O Profeta Mobilizador</title><description>O cara aí do título sou eu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim! Eu sou um profeta, e um profeta mobilizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou profeta porque fiz a previsão certeira de que a Mostra de Cinema de São Paulo estaria com os dias contados (apesar de alguns de seus pontos fortes). No último domingo, passeando pela avenida Paulista, dei um pulinho na central da Mostra, no Conjunto Nacional, umas três horas da tarde. A venda dos pacotes havia começado um dia antes, no sábado de manhã. Mais de 24 horas. E ainda estavam disponíveis três pacotes de 20 ingressos, uns oito de 40 e vários integrais e especiais. Lembro que, no ano passado, tais ingressos esgotaram enquanto eu ainda estava na fila. O descaso agora bate no bolso dos organizadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu falei! Eu avisei!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou mobilizador porque acenderam o Obelisco do Ibirapuera! Bastou meu texto indignado para que as autoridades acordassem para tal disparate histórico e cultural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu reclamei! Eu reclamei!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou também, como visto acima, um delirante.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Stereolab - Chemical Chords)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/10/o-profeta-mobilizador.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>19</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-3527877508958336517</guid><pubDate>Sat, 11 Oct 2008 23:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-11T20:51:19.329-03:00</atom:updated><title>5 Horas e 30 Minutos</title><description>Esse foi o tempo que eu ganhei, na cama, por desistir de enfrentar à insana tarefa de tentar comprar os ingressos para a Mostra de Cinema de São Paulo. A incompetência retrógrada dos organizadores acaba de resultar na perda de (mais) um cinéfilo: fiquei dormindo até mais de meio-dia. Depois, fui comer um bacalhau, homenagem indireta aos líderes de tão importante, mas tão maltratado, festival. Não fosse pela qualidade - muitas vezes questionável - dos filmes ou da inércia que a &#39;marca&#39; exerce nos &#39;descoladinhos&#39; da moda da vez, a mostra estaria com os dias contados. Uma tristeza substituída por sonhos que não me lembro... Eu vou ficar devendo a todos comentários sobre os filmes selecionados. Mas voltarei em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Amanda Palmer - Who Killed Amanda Palmer?) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/10/5-horas-e-30-minutos.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-6136452682704685491</guid><pubDate>Tue, 07 Oct 2008 01:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T23:44:39.915-03:00</atom:updated><title>O Grande Filme</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOlqkGnqEbvi5Wv_Kr2u3RYgJ3IoJvFClzfo41KLgbZju5iYk_fjqaP5xZJ7AQi-6QB7l5pHl4oBrmzRFEoFuhLpGJgwFmP5wltiz50YxycvP8XlLmcBwJEUKitSWTPVgznslXPg/s1600-h/big_picture.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOlqkGnqEbvi5Wv_Kr2u3RYgJ3IoJvFClzfo41KLgbZju5iYk_fjqaP5xZJ7AQi-6QB7l5pHl4oBrmzRFEoFuhLpGJgwFmP5wltiz50YxycvP8XlLmcBwJEUKitSWTPVgznslXPg/s320/big_picture.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5254233790710760514&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Antes de a gente começar, que tal um acordo? Vamos falar sem hipocrisias, sem meias-palavras, sem eufemismos, sem falsas idéias... O cinema de arte não existe e nunca existiu. O cinema de arte é uma mera classificação de filmes para as prateleiras das locadoras ficarem pouco mais organizadas. O cinema nasceu, primeiro, como uma curiosidade científica. Em sua puberdade, foi entretenimento, mágica e diversão. Depois, cresceu para virar uma nova forma de registro histórico, ou até mesmo de propaganda política. E desde sempre, foi um baita de um bom negócio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem já está horrorizado, cito François Truffaut. Para quem já está surtando com a heresia, cito a fonte. Em entrevistas para Chris Petit e Verina Glaessner, realizadas entre os dias 30 de novembro e 6 de dezembro de 1973, e publicadas na revista &#39;Time Out&#39; número 197, o cineasta francês, meu professor, disse: &quot;Vejo apenas um ponto em comum entre os jovens cineastas (da Nouvelle Vague): todos eles se preocupam com o sucesso de bilheteria&quot;. Não acredita? Está lá no livro &#39;O Cinema Segundo François Truffaut&#39;, na página 40. De quem Truffaut estava falando? De Louis Malle, de Claude Chabrol, de Alain Resnais e de Jean-Luc Godard. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparem que eu não estou dizendo que não existe arte no cinema. Existe sim. Mas a arte que rende uns belos trocadinhos. Pode ser uma questão semântica. Só que pode ser uma questão semântica que fica em rota de colisão com um bando de pretensos intelectuais que vivem de repetir debates vazios para as suas patotas. Cá entre nós, isso não leva a lugar nenhum. &#39;Living is easy with eyes closed&#39;. Quer ser feliz acreditando em coelhos que fabricam ovos de chocolate no maravilhoso mundo da Pirulitolândia? Problema seu. Quer propagar suas crenças ao mundo? O problema é nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Edward Jay Epstein é um dos homens que estão aí para deixar essas feridas bem expostas. Ele é o autor do livro &#39;O Grande Filme: Dinheiro e Poder em Hollywood&#39;, que acaba de ser lançado no Brasil pela Summus Editorial (apesar da capa em Inglês na ilustração acima). Logo no primeiro capítulo, surge a comparação entre as cerimônias de entrega do Oscar de 1948 e de 2004. Na aparência, tudo parece a mesma coisa. O que mudou, e de forma significativa, foi o jeito de ser de Hollywood. As histórias da formação dos estúdios, da decadência dos estúdios e da falência dos estúdios estão lá, sem hipocrisias, sem meias-palavras, sem eufemismos, sem falsas idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, vamos derrubar um mito. A hegemonia do cinema americano, tão bem retratado por Epstein, está destruindo os cinemas regionais. É uma meia verdade que os idiotas de plantão adoram jogar ao vento. Na época do cinema mudo, a produção americana já respondia por mais de 80% da produção mundial. E naquela época, os Estados Unidos também abocanhavam tudo o que aparecia de talento, empresarial ou artístico, que entrasse em sua mira. Isso não impediu o aparecimento do cinema alemão, do cinema italiano, do cinema inglês, do cinema japonês, do cinema russo ou até do cinema brasileiro. Como também não impede hoje o aparecimento do cinema iraniano, do cinema malaio, do cinema coreano, do cinema chinês, do cinema mexicano, do cinema argentino ou até do cinema brasileiro.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos seguir em nossa ira iconoclasta e destruir mais uma bobagem: o aclamado (IRONIA) cinema independente americano. O cinema independente americano é aquela bomba da Segunda Guerra Mundial que está enterrada no quintal de um velho decrépito em uma região rural do sul da França. Não explodiu e nunca vai explodir. Primeiro porque não há ninguém independente em Hollywood. Se você algum dia viu algum filme independente americano, você viu também a prova de que isso não existe. Se você viu, alguém distribuiu e alguém exibiu. E como na produção, não há ninguém independente na distribuição e ninguém independente na exibição. O tal do cinema independente americano é o ópio dos intelectualóides. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais! O que é chamado de independente não presta. É ruim e sem graça. Exemplos: Steven (Eca!) Soderbergh e Hal (Argh!) Hartley. Apenas para constar, eu não considero Coppola (que fez &#39;O Poderoso Chefão&#39; para a Paramount) e sua geração (Spielberg, Scorsese, Lucas) como o &#39;cinema independente no poder&#39;. Na verdade, não foi bem assim... Na verdade, foi bem longe disso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto dos ídolos atirados ao chão, deixo para você mesmo conferir. Leia o livro. O importante hoje - fundamental para a sobrevivência do cinema como curiosidade científica, entretenimento, mágica, diversão,forma de registro histórico ou  propaganda política e, claro, negócio - é discutirmos o futuro do cinema. O que estamos fazendo hoje? E quais serão as consequências? Hollywood criou um monstro. Quem já viu o filme, sabe o final. O monstro escapa e mata o seu criador. O cinema americano vai entrar em colapso? Quando? Vai devorar os outros cinemas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas apostas: sim, em breve - na próxima década - e não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só Truffaut sabe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Oasis - Dig Out Your Soul)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/10/o-grande-filme.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOlqkGnqEbvi5Wv_Kr2u3RYgJ3IoJvFClzfo41KLgbZju5iYk_fjqaP5xZJ7AQi-6QB7l5pHl4oBrmzRFEoFuhLpGJgwFmP5wltiz50YxycvP8XlLmcBwJEUKitSWTPVgznslXPg/s72-c/big_picture.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-1695767157681071971</guid><pubDate>Sun, 28 Sep 2008 14:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-28T11:59:59.016-03:00</atom:updated><title>Aos Olhos Azuis</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5-QoTuykFV39VdT27crQZswkhczSlXHW6eAv0U8cTYgHUNXgEX5_RpkiEuGTz11K1sJqTtGMv52Dsam3dzfvg6y5R9nXk26iCQqwRtZwF8FnrkQvbzHSFO56ksxYGhFZ1_yd_FA/s1600-h/nm_paul_newman_070523_ssv.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5-QoTuykFV39VdT27crQZswkhczSlXHW6eAv0U8cTYgHUNXgEX5_RpkiEuGTz11K1sJqTtGMv52Dsam3dzfvg6y5R9nXk26iCQqwRtZwF8FnrkQvbzHSFO56ksxYGhFZ1_yd_FA/s400/nm_paul_newman_070523_ssv.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5251086599379786738&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Peguei emprestado o título de Frank Sinatra para homenagear outra lenda americana, Paul Newman, que morreu de câncer aos 83  anos. Além de um belíssimo ator, era também um estranho no ninho em Hollywood. A fama não virou um meio de realização pessoal, mas de realização coletiva. Um ser humano daqueles invejáveis. Adeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;(Silêncio) &lt;/span&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/09/aos-olhos-azuis.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5-QoTuykFV39VdT27crQZswkhczSlXHW6eAv0U8cTYgHUNXgEX5_RpkiEuGTz11K1sJqTtGMv52Dsam3dzfvg6y5R9nXk26iCQqwRtZwF8FnrkQvbzHSFO56ksxYGhFZ1_yd_FA/s72-c/nm_paul_newman_070523_ssv.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-2384831055713980059</guid><pubDate>Thu, 25 Sep 2008 00:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-24T22:25:19.843-03:00</atom:updated><title>Pílulas (Atrasadinhas) de Sabedoria</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0IIbHHv69LrcMRlNjCVUxUIVvBMvPCVKKfckqoLaB6UhMTW5qCWhpNQTBz35UqamV6DK00vLDlAqFYZW320gmSCrGpP17fPAnEvpejWk-GM_Yfxp1OzqhY9tyl-at-i7WMvu5ZQ/s1600-h/berlim.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0IIbHHv69LrcMRlNjCVUxUIVvBMvPCVKKfckqoLaB6UhMTW5qCWhpNQTBz35UqamV6DK00vLDlAqFYZW320gmSCrGpP17fPAnEvpejWk-GM_Yfxp1OzqhY9tyl-at-i7WMvu5ZQ/s320/berlim.bmp&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5249755206198800402&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Pois é... Depois de ficar quase um mês afastado de minha meia dúzia (e olhe lá) de leitores, o que poderia falar? Mil coisas. Mas, para resumir, ando de cabeça cheia, coração ocupado e corpo dolorido (não pensem besteiras: é do Nintendo Wii). Vamos voltar logo ao batente. Como várias coisas aconteceram, farei pílulas de minhas idéias, de 1 a 10:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. &quot;Tropa de Elite&quot; é um filme B ruim   &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi mais ou menos assim a crítica do New York Times ao filme de José Padilha. Nada mais justo. Só aqui mesmo, na boléia da pirataria de fundo de quintal, é que virou obra-prima. Por falar nisso, ainda não vi. Nem preciso. Deu no New York Times...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. O Brasil no Oscar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois dos abusos autoritários da tropa de elite no ano passado, foi a vez de Bruno Barreto fazer politicagens. Nada além de uma montanha de interesses explica a indicação de &quot;Última Parada 174&quot; como o (O) representante do Brasil no Oscar. A &quot;Última Parada&quot; é mesmo o fim da picada. Com o perdão do trocadilho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. &#39;A Linha de Passe&#39; de Walter Salles&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Gostei muito, mas depois de uma conversa aqui e uma conversa ali, já vejo com olhos um tanto mais críticos. Não é uma maravilha. É apenas um filme muito bom - e obviamente melhor que o do Bruno Barreto, que, por acaso, ninguém viu... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. &#39;Ensaio Sobre a Cegueira&#39; de Fernando Meirelles&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fiquei decepcionado. Faltou direção. Acho que o Fernando Meirelles ainda está verde, apostando em maneirismos que não levam a lugar nenhum. Pontos fortes: Julianne Moore e Mark Ruffalo mais um pouco do texto que restou do José Saramago. E acho que é só isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. O Festival do Rio e a Mostra de Cinema São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maratona começou! No Rio de Janeiro, adivinhem, pelo menos três horinhas para garantir um ingresso. Já cansei de passar por isso, aqui em São Paulo. Culpa dos macaquinhos da idade da pedra que cuidam de tal &#39;logística&#39;. Eu decidi que em 2008 vou ficar de fora, após anos e anos de fidelidade. Não quero mais ser tratado como gado para ver - com sorte - uns três bons filmes. Menos, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. &quot;Berlin Alexanderplatz&quot;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que me faria ser castrado e marcado com ferro quente a caminho do matadouro? A magnífica obra de arte de Rainer Werner Fassbinder, feita para a TV, com umas 15 horas de duração (imagem acima). Está na programação da mostra paulistana, anos depois de sua hoje famosa exibição original. Deveria ser um filme &#39;compulsório&#39;. Você é obrigado a ver e ponto final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. Jean Vigo de Ponta a Ponta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Versátil acaba de lançar um DVD duplo com a obra completa de Jean Vigo. Além dos mais conhecidos &#39;O Atalante&#39; e &#39;Zero em Comportamento&#39;, ainda temos os seminais &#39;A Propósito de Nice&#39; e &#39;Taris ou a Natação&#39;. Já está em minha DVDteca. :) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8. Um Pouquinho de Música&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Okey, okey. Eu fui ao show do Scorpions. Os caras estão velhinhos, fazem um show datado, mas mandam bem. Isso é o que vale. Para o fim do ano tenho garantidos os ingressos para o R.E.M. (viva!), o Gogol Bordello (party!) e o Judas Priest. Os da Madonna contarei apenas quando estiverem em minhas mãos. Carinha eclético, não?     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9. Suicídio Virtual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há pouco tempo divulguei aqui mesmo o meu perfil no Twitter. Desisti. Estou pensando agora em criar um perfil para o Boulevard des Capucines, sobre cinema e mais nada. Fiquem aí esperando.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10. Bolinhas Azuis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para completar dez pílulas, comemoro em público o fato de eu já conseguir tocar algumas das bolinhas azuis no &#39;Guitar Hero&#39;. Estava achando que o meu dedinho era um tanto atrofiado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de estar com a cabeça cheia, o coração ocupado e o corpo dolorido, prometo passar por aqui mais vezes. Afinal, é muito, muito divertido. Até mais ver!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Metallica - Death Magnetic) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/09/plulas-atrasadinhas-de-sabedoria.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0IIbHHv69LrcMRlNjCVUxUIVvBMvPCVKKfckqoLaB6UhMTW5qCWhpNQTBz35UqamV6DK00vLDlAqFYZW320gmSCrGpP17fPAnEvpejWk-GM_Yfxp1OzqhY9tyl-at-i7WMvu5ZQ/s72-c/berlim.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-574987184194730001</guid><pubDate>Thu, 28 Aug 2008 02:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-28T00:11:42.470-03:00</atom:updated><title>Um Novo Ângulo da Perspectiva</title><description>Já leram &#39;Uma Questão de Perspectiva&#39;, logo aí embaixo? Pois é. Depois de relaxar e contar até 10 umas 45 vezes, comecei a pensar sobre o assunto novamente. E fiquei matutando quem é quem na história do cinema. Olhei a &#39;Lista Mário Reys dos 100 Melhores Filmes de Todos os Tempos&#39;, fiz visitas à minha memória, passei por uns livros e pronto! Separei os nove mais importantes diretores de todos os tempos, em minha modestíssima opinião. O objetivo é: não diga que um filme é genial se não tiver sido dirigido por um dos carinhas aqui. Eles são os Da Vincis, os Einsteins, os Darwins, os Shakespeares, os Freuds, os Mozarts, os Chicos Buarques, os Maradonas da sétima arte. Olhem só: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;David Wark Griffith &lt;br /&gt;Sergei Eisenstein&lt;br /&gt;Fritz Lang&lt;br /&gt;Alfred Hitchcock&lt;br /&gt;Stanley Kubrick&lt;br /&gt;Jean Renoir&lt;br /&gt;Roberto Rossellini&lt;br /&gt;Glauber Rocha&lt;br /&gt;Ingmar Bergman  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora você está aí querendo atirar na tela de seu computador. Calma. Há alguns cineastas que quase chegaram lá. Eu não os considero &#39;gênios&#39;, de talento nato, mas autores brilhantes, excepcionais. São esses aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Federico Fellini&lt;br /&gt;Michelangelo Antonioni&lt;br /&gt;Luchino Visconti&lt;br /&gt;John Ford&lt;br /&gt;François Truffaut&lt;br /&gt;Akira Kurosawa&lt;br /&gt;Andrei Tarkovski&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora você está aí carregando o revólver. Muita calma nessa hora. Eu pensei também nos diretores que são muito bons, que são ótimos, que são monstros do cinema. Segue uma pequena amostra, aberta para vocês palpitarem e aumentarem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jean Luc Godard&lt;br /&gt;Francis Ford Coppola&lt;br /&gt;Orson Welles&lt;br /&gt;Pedro Almodóvar&lt;br /&gt;Tsai Ming Liang&lt;br /&gt;Paul Thomas Anderson&lt;br /&gt;John Huston&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a lógica de famoso dito popular &#39;françois-trufista&#39;, os filmes dirigidos pelo primeiro escalão são melhores que os dirigidos pelo segundo escalão. E os do segundo escalão são melhores que os do terceiro escalão. Simples assim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achou Julio Bressane por aí? E Neville d&#39;Almeida? Não? Pois é. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Beth Carvalho - Andança)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/08/um-novo-ngulo-da-perspectiva.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-5772077950676329092</guid><pubDate>Sat, 23 Aug 2008 02:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-26T13:47:22.962-03:00</atom:updated><title>Uma Questão de Perspectiva</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYIlMTP_jxzLFC_RplA4t8w1z-PqrDY9h0qoLj_b05U210qFP-K5xQdhIyVYnNjRk_dc5VSsFwjL119IjAeT3KYnWE-e4BdOuSu6fx-hV9G7UMSMZt7FXU6LuRZdsw__4KGQLeeg/s1600-h/the-last-supper.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYIlMTP_jxzLFC_RplA4t8w1z-PqrDY9h0qoLj_b05U210qFP-K5xQdhIyVYnNjRk_dc5VSsFwjL119IjAeT3KYnWE-e4BdOuSu6fx-hV9G7UMSMZt7FXU6LuRZdsw__4KGQLeeg/s400/the-last-supper.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5237551557756543682&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O mundo está rápido demais. Tudo bem. Isso vocês já sabem... Mas além da velocidade excessiva, o mundo está fora dos eixos. Só assim mesmo para explicar tanta discrepância, cultural e - em tempos olímpicos - esportiva. Vamos aterrisar. Nas semanas passadas, ouvimos muito falar sobre o Festival de Gramado e sobre aquela papagaiada cinematográfica tupiniquim em Nova Iorque, que já foi tema de conversas nervosas aqui em nosso humilde boulevard...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 36º Festival de Gramado consagrou o filme &#39;Nome Próprio&#39;, de Murilo Salles. O prêmio de melhor diretor foi para Domingos de Oliveira, por &#39;Juventude&#39;. Murilo Salles fez &#39;Faca de Dois Gumes&#39; e &#39;Todos os Corações do Mundo&#39;. Domingos de Oliveira, &#39;Todas as Mulheres do Mundo&#39; e &#39;Feminices&#39;. Aqui no Brasil, eu os classifico como &#39;reconhecíveis&#39;. Na América Latina, como &#39;autores dispensáveis&#39;. No mundo, como &#39;uns nadas&#39;. Como estamos agora falando de Kikitos, sem maiores críticas. Tudo bem. O que não está bem é a lista de homenagens que assolou os palcos de tão simpática cidade: Renato Aragão e Júlio Bressane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renato Aragão (aka Didi Mocó) é um mito. Um mito brasileiro, que não ultrapassa fronteiras. Um mito brasileiro que há séculos não brilha mais. Um mito brasileiro que vive de glórias passadas. Um mito brasileiro que construiu sua história na televisão, como protagonista de um dos melhores programas humorísticos de todos os tempos. No Brasil. E que tem história também no cinema brasileiro. Ele é um dos responsáveis por algumas das maiores bilheterias já registradas ao Sul do Equador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 749 filmes com a assinatura &#39;Os Trapalhões&#39; e a marca Renato Aragão, quantos prestam? Nenhum. Quantos são legais? Vários, de perder de vista. Quantos são divertidos, ótimos para passar o tempo com risadas inocentes e bolinhos de chuva? Opa! Mais um tantão. Esses filmes são relevantes para a cultura nacional? Não, mas admito que o tema pode ser discutido. São relevantes para o cinema nacional? Não. E aqui não há espaço para debate. E Renato Aragão? É um bom ator? Por vezes é engraçadinho. E olhe lá. Mas ele então dirigiu alguns deles? Talvez nem o carro entre a sua casa e o set. São filmes de arte? Nem a pau, Juvenal! Esse tal de Renato Aragão ainda foi homenageado no Festival de Gramado? Pois é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Festival de Gramado tem de celebrar o cinema latino-americano, com ênfase para o cinema brasileiro, para o cinema brasileiro de arte, a expressão real de nossa herança social e cultural. Homenagem a Renato Aragão é uma baita de uma trapalhada, fruto de uma perspectiva torta que temos de nós mesmos. Mas o pior estava por vir em uma noite que teve até blecaute. De luz e de idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Júlio Bressane é um marginal. Diretor de &#39;Matou a Família e Foi ao Cinema&#39;, &#39;Memórias de um Estrangulador de Loiras&#39;, &#39;O Monstro Caraíba&#39;, &#39;Filme de Amor&#39; e &#39;Cleópatra&#39;. Ele é uma figurinha inexpressiva na cultura nacional. Fora daqui então... No cinema nacional, ele até conseguiu escrever seu nome nos livros com destaque. Com destaque aqui no Brasil. Lá fora, no mundo civilizado, nunca ninguém ouviu falar do infeliz. vamos ajustar as lentes. Júlio Bressane é um dos responsáveis pela decadência do cinema nacional anos atrás. Júlio Bressane era um dos babacas incompetentes do tal do &#39;Cinema Marginal&#39;, um cineminha vagabundo sem ambições artísticas e, pior, afastado do que era o Brasil naquele momento. Um cineminha de pão e circo e olhos bem fechados. Era o cineminha que não queria pensar, que fazia oposição ao &#39;Cinema Novo&#39; com putaria. Foi a obscenidade deslavada que afundou a percepção do brasileiro em relação ao cinema produzido por aqui. Foi o bundalelê nas telas que manchou os olhos dos brasileiros. Para alguns, de forma indelével. &quot;Cinema brasileiro não presta&quot; virou mantra na boca de muita gente que só via o cinema nacional na &quot;Sala Especial&quot;, e com as calças arriadas. E dá-lhe Bressane! E ele ainda falou que a homenagem tinha gosto azedo. Concordo plenamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês já perceberam que eu falei demais. É a raiva. E ainda nem comentei nada do festival de cinema brasileiro de Nova Iorque. Minha opinião é clara: desperdício de dinheiro público. Não quero um centavo meu usado para a divulgação equivocada de filmes como &#39;O Guerreiro Didi e a Ninja Lili&#39;. Muito menos de Bressanes ou Nevilles. É tudo uma questão de perspectiva. Nem tudo o que é bom, legal e divertido por aqui é bom, legal e divertido em Nova Iorque ou em Pequim. Está mais do que na hora de enterrarmos nosso complexo de vira-lata, nossa vontade desmedida de querer ser, de querer pertencer, de forçar a barra para criar factóides do tipo &#39;Gramado homenageia Renato Aragão e Júlio Bressane&#39;.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wim Wenders, em visita ao Brasil, disse que o cinema atual carece de um senso de &#39;pertencimento local&#39;, de &#39;culturas regionais&#39;. Afirmou também que conheceu o Brasil por meio dos filmes de Glauber Rocha. E como já disse Anton Tchecov, cante a sua aldeia para cantar o mundo. Sem exercer o princípio da homegeneidade, do &#39;vou fazer igual&#39;, do &#39;vou copiar&#39;. Somos o Brasil e fazemos cinema brasileiro. temos relevância aqui (faltava não ter...) e alguma na América Latina. Eventualmente, no mundo. Pan-americano não é Olimpíada. Rio de Janeiro não é Pequim. Thiago Pereira não é Michael Phelps. Renato Aragão não é Charles Chaplin. Júlio Bressane não é John Ford. E o Brasil é só o Brasil mesmo. E olhe lá... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tudo uma questão de perspectiva.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: iPod da Carol - Shuffle Songs)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/08/uma-questo-de-perspectiva.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYIlMTP_jxzLFC_RplA4t8w1z-PqrDY9h0qoLj_b05U210qFP-K5xQdhIyVYnNjRk_dc5VSsFwjL119IjAeT3KYnWE-e4BdOuSu6fx-hV9G7UMSMZt7FXU6LuRZdsw__4KGQLeeg/s72-c/the-last-supper.gif" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-8898206925424907402</guid><pubDate>Fri, 15 Aug 2008 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-15T20:01:39.232-03:00</atom:updated><title>Pai e Mestre</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqYjxWOdTReYIn1YIlXApK-scigh8afmJo74VaqSnklVvSuoI_27uZSHHrBGb6IpYUha-JbMs-EoJ25DQBvpttnohv-SwLG2e8sf7KbXwJZ-GdKOQ8P6ZP6z2cI9quCIPmDZFXhQ/s1600-h/Coppola.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqYjxWOdTReYIn1YIlXApK-scigh8afmJo74VaqSnklVvSuoI_27uZSHHrBGb6IpYUha-JbMs-EoJ25DQBvpttnohv-SwLG2e8sf7KbXwJZ-GdKOQ8P6ZP6z2cI9quCIPmDZFXhQ/s400/Coppola.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5234882165594111074&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Francis Ford Coppola e Sofia Coppola em mais uma viagem da série &#39;Journeys&#39;, da &lt;a href=&quot;http://journeys.louisvuitton.com/vuitton.htm?l=en_US&amp;shop=1&quot;&gt;Louis Vuitton&lt;/a&gt;. Francis Ford Coppola é o maior cineasta americano vivo. Sofia Coppola é uma das melhores da nova geração. A foto, com a assinatura de Annie Leibovitz, mostra o pai e a filha, o mestre e a discípula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Linda!&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ficar em silêncio...</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/08/pai-e-mestre.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqYjxWOdTReYIn1YIlXApK-scigh8afmJo74VaqSnklVvSuoI_27uZSHHrBGb6IpYUha-JbMs-EoJ25DQBvpttnohv-SwLG2e8sf7KbXwJZ-GdKOQ8P6ZP6z2cI9quCIPmDZFXhQ/s72-c/Coppola.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-1203665882468654165</guid><pubDate>Fri, 08 Aug 2008 23:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-08T21:04:04.201-03:00</atom:updated><title>Nova Fase</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1wmU8mosRE58rPIj-ObQOzOePtwc-j70xT3X86lFAQ79x3efeiXpGH3IJtXOSrmCpweLejy5BgjtKLzF3EymH36MVbLeT6A9fMY1Q4V-W3EPEVUCHiqmbl9hZaAUDTUsy003fog/s1600-h/twitter-logo.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1wmU8mosRE58rPIj-ObQOzOePtwc-j70xT3X86lFAQ79x3efeiXpGH3IJtXOSrmCpweLejy5BgjtKLzF3EymH36MVbLeT6A9fMY1Q4V-W3EPEVUCHiqmbl9hZaAUDTUsy003fog/s320/twitter-logo.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5232295724400529122&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Caros amigos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que por vezes demoro a atualizar tão dileta página de reflexões pessoais. Sei também que tal descuido gera uma enorme frustração entre centenas e centenas de seguidores fiéis. Sei também da ansiedade, da angústia. Para amenizar a dor de todos vocês, acabei de tomar uma atitude: &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;montei meu perfil no Twitter&lt;/strong&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vocês podem ter acesso a meus comentários sarcásticos e mordazes (e sempre de rara inteligência) sobre essa nossa vidinha besta e tantos outros assuntos, culturais ou não, em tempo quase real. Basta seguir o papai &lt;a href=&quot;http://twitter.com/marioreys&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de ir até lá, por favor, cuidado com o andor. Ainda não escrevi nada. Pois é. Encare como uma espécie de piada sem graça. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*** Okey, okey. Eu já escrevi. A piada perdeu toda a graça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: The Raconteurs - Consolers Of The Lonely)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/08/nova-fase.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh1wmU8mosRE58rPIj-ObQOzOePtwc-j70xT3X86lFAQ79x3efeiXpGH3IJtXOSrmCpweLejy5BgjtKLzF3EymH36MVbLeT6A9fMY1Q4V-W3EPEVUCHiqmbl9hZaAUDTUsy003fog/s72-c/twitter-logo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-4264624052002102376</guid><pubDate>Sat, 02 Aug 2008 01:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-01T22:52:07.894-03:00</atom:updated><title>No Top Ten do Meu Coração - Parte 2</title><description>A primeira parte da série &#39;No Top Ten do Meu Coração&#39; completou mais de um ano. Foi lá em março de 2007. Achei que estava na hora de mostrar uma nova lista. Vamos nessa? Vamos! Mas antes cabe um pequeno esclarecimento. Deixei o último álbum da Aimee Mann, o fabuloso &#39;@#%&amp;* Smilers&#39;, de fora. Seria uma injustiça. Com os outros, claro. Mesmo assim gostaria de destacar algo que ainda não havia comentado: a arte de Gary Taxali para o CD. Estou com vontade de picotar tudo para fazer quadrinhos e espalhar pela casa... Ah! Por causa da famigerada greve dos correios, demorei pacas para receber minha singela encomenda. A compra foi finalizada dia 03 de abril, ainda na época da pré-venda. E como agora a coisa ficou pessoal, chamo todos os carteiros preguiçosos de &#39;newmans tropicais&#39;. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segue a lista:    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10. Nena fazendo uma versão destruidora de &quot;Remmidemmi&quot;, canção original do Deichkind&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9. A transformação-solo de Siouxsie em &quot;Into a Swan&quot; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8. O som minimalista das meninas (mesmo!) do Smoosh em &quot;It&#39;s Not Your Day To Shine&quot;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7. Kimya Dawson e seus monstros internos em &quot;The Competition&quot;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6. Yael Naim cantando &quot;New Soul&quot;, para muito além do comercial bacana do MacBook Air&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5. Kimya Dawson dizendo que só vai parar quando chamarem a polícia em &#39;Loose Lips&#39;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4. O sotaque delicioso de Kate Nash em &quot;Foundations&quot;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. Jenny Lewis acabando de uma vez por todas com a hipocrisia do mundo em &quot;Rise Up With Fists!!!&quot;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2. O coração apaixonado e saltitante de Amanda Palmer, do Dresden Dolls, em &quot;The Jeep Song&quot;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O breque matador do Rilo Kiley em &quot;I Never&quot;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Gogol Bordello - Super Taranta!)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/08/no-top-ten-do-meu-corao-parte-2.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-1905429111911301412</guid><pubDate>Sat, 26 Jul 2008 23:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-26T21:31:13.767-03:00</atom:updated><title>Vamos Tirar o Pé do Acelerador</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9XpHB7JaTEwm6bBV8ak-RvSlfeEXn-eJ28wt0WeqZSg_ETUoG6w3tZAal5TbZ9wuM8O_iWbhHqLPiOid_HPFm6g4BtAl_DP7sDqy3A_pJC599QiO1VqGwj-YYQK2CCUHLiigu_w/s1600-h/carro.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9XpHB7JaTEwm6bBV8ak-RvSlfeEXn-eJ28wt0WeqZSg_ETUoG6w3tZAal5TbZ9wuM8O_iWbhHqLPiOid_HPFm6g4BtAl_DP7sDqy3A_pJC599QiO1VqGwj-YYQK2CCUHLiigu_w/s320/carro.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5227483560151684658&quot; /&gt;&lt;/a&gt; O mundo gira a 1.669,8 quilômetros por hora. E viaja ao redor do Sol a 107.278,87 quilômetros por hora. Não vou arriscar fazer o cálculo das velocidades conjuntas. Para ser bem sincero, não sei nem por onde começar. Mas arrisco dizer sem nenhum medo de errar que estamos no maior gás. Sei lá o que está acontecendo... Acho que finalmente isso começou a nos afetar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas hoje vivem correndo, aflitas com o relógio. Qualquer aparelhinho vagabundo faz tudo. Um celular, por exemplo, serve para ouvir música, fotografar, filmar, ler e-mails, ver TV e - que coisa inédita - até fazer uma ligação ou outra. E nós, armados com nossos celulares, fazemos tudo isso. Pior. Fazemos tudo isso e ao mesmo tempo. Pois bem. Já falei por aqui que o cinema é um reflexo da sociedade. Somos nós diante do espelho, na forma e no sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que cinema é essa nossa cara? O cinemão americano. O maior sucesso do verão é, sem grandes surpresas, &#39;The Dark Knight&#39;, também conhecido como o novo filme do Batman. A produção, dirigida mais uma vez por Christopher Nolan, está colecionando dezenas e dezenas de críticas positivas e, claro, milhares e milhares de dólares. Eu vou para o outro lado. Após uma semana de reflexões posso afirmar que não gostei. A interpretação de Heath Ledger é absurda (eu o indicaria ao Oscar) e o trabalho de reformulação do personagem é magistral. Mas o filme é ruim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta é: por que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é: porque é rápido demais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#39;The Dark Knight&#39; tem quase três horas. Ao invés de ser um passeio agradável no campo, são três horas em uma montanha-russa desgovernada. A história - que foi construída pela internet, em uma bela campanha viral para os fãs - apesar de relativamente simples é cheia de reviravoltas. Era coisa para uma trilogia, e que acabou condensada em três horas. Não sobra tempo para acompanharmos a trama, para entrarmos no clima, para conhecermos os personagens, seu ambiente e suas motivações. Não sobra tempo para pensar. Ao apagar das luzes, somos atacados por um bombardeio de imagens em um ritmo alucinante. Eu fiquei tonto. Que cinema é esse? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorte nossa que no mesmo cinema americano há ainda quem nos leve para um agradável passeio no campo. Acabei de ver &#39;Match Point&#39;, do Woody Allen. Estava dando um tempo de Woody Allen. Considerava estagnados seus trabalhos mais recentes. Mudei de idéia. E decidi correr (ai, ai) para recuperar o tempo perdido e assistir as obras que deixei passar... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#39;Match Point&#39; é coisa de gente grande. Quem sabe, sabe. Woddy Allen nos dá todo o tempo necessário para conhecermos os personagens, seu ambiente e suas motivações. A história, apesar de relativamente simples, é cheia de reviravoltas. E quanta diferença! Podemos pensar, torcer, imaginar. Enfim, podemos curtir.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição que fica é de que precisamos tirar o pé do acelerador.             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Gogol Bordello - Super Taranta!)  &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/vamos-tirar-o-p-do-acelerador.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9XpHB7JaTEwm6bBV8ak-RvSlfeEXn-eJ28wt0WeqZSg_ETUoG6w3tZAal5TbZ9wuM8O_iWbhHqLPiOid_HPFm6g4BtAl_DP7sDqy3A_pJC599QiO1VqGwj-YYQK2CCUHLiigu_w/s72-c/carro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-8924950641213299240</guid><pubDate>Sat, 26 Jul 2008 03:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-26T01:04:57.498-03:00</atom:updated><title>A Revolução do Punk Cigano</title><description>Alguém disse por aí que Gogol Bordello é uma mistura de The Pogues com The Clash. Acertou na mosca! Mas vou além... Gogol Bordello é uma explosão criativa, daquelas que surgem de tempos em tempos para fazer a gente pular até cansar. Há anos não ouvia nada tão absurdamente diferente e divertido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tenho duas boas notícias. A primeira é que este cidadão do mundo acaba de lançar seu álbum mais recente, &#39;Super Taranta!&#39;. Um baita de um disco, para fazer a festa rolar. A segunda é que ele está vindo para o Brasil. Eu estarei lá, curtindo o tal do Gypsy Punk. Só para já ir criando a expectativa, fiquem com o vídeo da música &#39;Wonderlust King&#39;, que está no &#39;Super Taranta!&#39;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora é meio óbvia, não? :)   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/3Jv3b0VKec8&amp;hl=en&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/3Jv3b0VKec8&amp;hl=en&amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/revoluo-do-punk-cigano.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-5118033264606505539</guid><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 00:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-22T22:16:37.875-03:00</atom:updated><title>Se Alguém Perguntar Por Mim...</title><description>&lt;em&gt;... Diz que fui por aí&lt;br /&gt;Levando meu bloguezinho embaixo do braço&lt;br /&gt;Em qualquer esquina eu paro&lt;br /&gt;Em qualquer botequim eu entro&lt;br /&gt;Se houver motivo&lt;br /&gt;É mais um texto que eu faço&lt;br /&gt;Se quiserem saber se volto&lt;br /&gt;Diga que sim&lt;br /&gt;Mas só depois que a saudade se afastar de mim&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é. Pego emprestada letra tão memorável - com algumas &#39;liberdades&#39; - para dizer que enquanto eu estiver morrendo de preguiça e de saudades meu blog fica assim, sem atualização. Em breve volto para falar da velocidade do novo filme da franquia &#39;Batman&#39; (com a interpretação magnífica de Heath Ledger), de Jonathan Safran Foer e da edição brasileira da revista Granta, da greve dos Correios, do Woody Allen, um pouco mais do último disco de Aimee Mann (porque nunca é demais) e das dez músicas que estão hoje no Top 10 do meu coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combinado? Então tá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, se alguém perguntar por mim diz que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;... Tenho um bloguezinho para me acompanhar&lt;br /&gt;Tenho alguns queridos leitores, eu sou quase popular&lt;br /&gt;Tenho a madrugada como companheira&lt;br /&gt;A saudade me dói, o meu peito me rói&lt;br /&gt;Eu estou na cidade, eu estou na favela&lt;br /&gt;Eu estou por aí&lt;br /&gt;Sempre pensando nela&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Girlschool - The Very Best of Girlschool)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/se-algum-perguntar-por-mim.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-2984065191918740833</guid><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 02:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-11T21:33:37.913-03:00</atom:updated><title>The Good, The Bad And The Ugly</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgu3QdtLn1WPc2eNKmV0dUgl82C2zbEClgKVAWZGZ00dBl6fqb0SZAmvbsOZq20pS4w0fqRpjH2p3plnN9Q_Ct-6fQ82VP0Ko2zHxgM7u-YdkL1Vc2VKvbw7qb_veT_2ici82_yw/s1600-h/Devlin_Print_The_Good_the_Bad_Ugly.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgu3QdtLn1WPc2eNKmV0dUgl82C2zbEClgKVAWZGZ00dBl6fqb0SZAmvbsOZq20pS4w0fqRpjH2p3plnN9Q_Ct-6fQ82VP0Ko2zHxgM7u-YdkL1Vc2VKvbw7qb_veT_2ici82_yw/s320/Devlin_Print_The_Good_the_Bad_Ugly.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5220848196096178226&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Good&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glauber Rocha em DVD. Sua obra está sendo restaurada pouco a pouco e lançada em doses homeopáticas em Versátil. Nas prateleiras das boas lojas do ramo, você já encontra &#39;Deus e o Diabo na Terra do Sol&#39;, &#39;Terra em Transe&#39;, &#39;A Idade da Terra&#39;, &#39;Barravento&#39; e &#39;O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro&#39;. Trabalho impecável! Todos os DVDs trazem extras de montão, com documentários, entrevistas e tudo mais que um fã de Glauber Rocha podia querer em um sonho louco de verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Bad&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No DVD &#39;O Drgão da Maldade Contra o Santo Guerreiro&#39; há um depoimento sobre o filme, com cerca de 30 minutos, de Martin Scorsese. É uma aula de cinema. Bem melhor do que cinco anos de críticas e análises imbecis nas publicações brasileiras (livro a cara de pouquíssimas pessoas...). O diretor de obras-primas como &#39;Touro Indomável&#39; e &#39;Taxi Driver&#39; diz logo que não entende bem a cultura mostrada, já que cresceu com uma visão limitada do mundo, isolado em uma comunidade italiana no Bronx, em Nova Iorque. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Scorsese entende tudo! É a diferença entre um artista de verdade e um palhaço espalhafatoso como Michael Bay. Ele pode não sacar muito da cultura, mas pega tudo o que tem a ver com a linguagem cinematográfica e a construção da narrativa. Não é por acaso que é um mestre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Ugly&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Silver Screen Collection lança vários filmes importantes em DVD aqui no Brasil. Filmes importantes mesmo, de cineastas consagrado, acima de críticas. Mas lança de um jeito... As caixinhas são deploráveis, os textos são um pavor e as imagens, de quinta categoria. Há bem pouco tempo, chegaram ao mercado oito (8!!!) títulos da brilhante carreira de François Truffaut. Felicidade pouca é bobagem. Até ver o trabalhinho de porco (com todo o respeito aos bichinhos) que foi feito com obra tão significativa. Custava fazer algo bonitinho, puxa vida? Ao pessoal da Silvre Screen Collection: vejam e copiem os DVDs da Versátil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: The Ramones - End Of The Century) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/good-bad-and-ugly.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgu3QdtLn1WPc2eNKmV0dUgl82C2zbEClgKVAWZGZ00dBl6fqb0SZAmvbsOZq20pS4w0fqRpjH2p3plnN9Q_Ct-6fQ82VP0Ko2zHxgM7u-YdkL1Vc2VKvbw7qb_veT_2ici82_yw/s72-c/Devlin_Print_The_Good_the_Bad_Ugly.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-1685862908769626793</guid><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 02:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-08T23:55:14.672-03:00</atom:updated><title>Patrimônio Paulistano</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWmEZYQUUhVlWXQapaOakLNDVhkYlLcLdy33UVRSe0Mv1HZdIDNjMp02qP3Re3ym7JYRhMviviTdnLJRGJgkp8wsXkydfy_EbGRp0Nv7hxs7sdycPFIG2BRmXMKYfTQ_LAdz9rXw/s1600-h/450px-Imagem_230.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWmEZYQUUhVlWXQapaOakLNDVhkYlLcLdy33UVRSe0Mv1HZdIDNjMp02qP3Re3ym7JYRhMviviTdnLJRGJgkp8wsXkydfy_EbGRp0Nv7hxs7sdycPFIG2BRmXMKYfTQ_LAdz9rXw/s320/450px-Imagem_230.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5220841428855651282&quot; /&gt;&lt;/a&gt; 9 de julho. Para nós, paulistas e paulistanos, não há data mais importante. Foi em um dia 9 de julho que estorou a Revolução Constitucionalista de 1932. A gente lutava contra o governo provisório de Getúlio Vargas, que havia suprimido a constituição. Oras, bolas! Vamos às armas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comemorar evento tão importante, temos o tradicional desfile na região do Parque do Ibirapuera, onde está o famoso Obelisco, o maior monumento da cidade (são 72 metros de altura). Para quem não sabe, é um mausoléu. Ali estão os corpos de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - todos mortos durante a revolta - e de mais de 700 bravos soldados. Em suas &#39;paredes&#39; está o seguinte poema, de Guilherme de Almeida: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&quot;Aos épicos de Julho de 32, que,&lt;br /&gt;fiéis cumpridores da sagrada promessa&lt;br /&gt;feita a seus maiores - os que&lt;br /&gt;houveram as terras e as gentes por&lt;br /&gt;sua força e fé - na lei puseram sua&lt;br /&gt;força e em São Paulo sua Fé.&quot;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na imagem acima você vê o Obelisco. Vê claramente. Agora experimente passar por lá no fim da tarde, ou de noite mesmo. Não vai ver coisa nenhuma. O Obelisco de 32 está às escuras. O monumento mais importante da cidade de São Paulo não pode ser visto depois das seis da tarde. Queria uma explicação, e bem razoável. Porque é um absurdo sem tamanho! Além das &#39;árveres&#39;, o Obelisco somos nós, paulistas e paulistanos! É a nossa alma, nosso corpo, nosso sangue! Tudo lá, imerso no maior breu. Uma baita de uma falta de respeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí eu lembro da tal Lei Cidade Limpa. Eu sou parcialmente contra e, obviamente, parcialmente a favor. Acho que tínhamos muito o que fazer antes de apontar os dedos para a poluição visual paulistana. Nossa cidade está suja, com as calçadas quebradas, as ruas em frangalhos, a iluminação precária, a sinalização em pé de miséria, as praças de dar dó e por aí vai. E o Obelisco apagado... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenham santa paciência! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo hoje, véspera do 9 de julho, vi o novo trailer de &#39;Blindness&#39;, último filme de Fernando Meirelles, baseado em &#39;Ensaio Sobre a Cegueira&#39;, de José Saramago, parcialmente gravado em São Paulo. Que delícia ver a cidade no cinema. Até aquela ponte horrorosa - estaiada, né? - fica &lt;em&gt;bonitinha&lt;/em&gt;... Bom. Eu acho feia pacas. Mas admiro quem vê poesia e beleza em números e formas geométricas, como poliedros, por exemplo. Não apenas admiro. Tenho certeza que me apaixonaria por alguém assim. &#39;You must love what you don&#39;t have&#39;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de eu ir embora, por favor, acendam o Obelisco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;(Trilha Sonora: Rasputina - A Radical Recital) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/patrimnio-paulistano.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWmEZYQUUhVlWXQapaOakLNDVhkYlLcLdy33UVRSe0Mv1HZdIDNjMp02qP3Re3ym7JYRhMviviTdnLJRGJgkp8wsXkydfy_EbGRp0Nv7hxs7sdycPFIG2BRmXMKYfTQ_LAdz9rXw/s72-c/450px-Imagem_230.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-1754159072031988024</guid><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 01:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-08T23:58:04.380-03:00</atom:updated><title>RSS/DV (ou Reflexões Sobre o Sentido/Da Vida)</title><description>Alguém já teve uma epifania? Pois é... Eu tive. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E faz bem pouco tempo. A vida, assim de repente, sem aviso, muda seu rumo e te leva junto, sem muita chance de escolha. Algumas alterações de rota são ruins, puxam você lá para baixo. Outras são ótimas, levam você lá para cima. A minha vida, quem diria, está em uma dessas fases. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam só que agora o meu blog tem um RSS! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joguei fora o meu espeto de pau...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais de e-mails chatos ou pressões pelo MSN! Bacana, não? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cortesia da &#39;Lovely&#39; Carol Leslie. Cheers, babe! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://feeds.feedburner.com/OnTheBoulevardDesCapucines&quot;&gt;Cadastrem-se!&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: The Mars Volta - The Bedlam In Goliath)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/rssdv-ou-reflexes-sobre-o-sentidoda.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-469238047679687114</guid><pubDate>Sat, 05 Jul 2008 01:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-04T22:54:21.695-03:00</atom:updated><title>High Bass Com Sotaque Latino</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpQBplIyrIMRQ5hSA9PAjbMiAfkQf1AnRr5q_W2Y4OIz3eR3QALnfwnlzrVvbSBaDs9gOQDsGE9Of2JocCPcyOltGZLvnrK287Fr1njLq1gLTZocfxFTgEbVPa-Vxu9b9kMhFOXQ/s1600-h/P1000209.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpQBplIyrIMRQ5hSA9PAjbMiAfkQf1AnRr5q_W2Y4OIz3eR3QALnfwnlzrVvbSBaDs9gOQDsGE9Of2JocCPcyOltGZLvnrK287Fr1njLq1gLTZocfxFTgEbVPa-Vxu9b9kMhFOXQ/s320/P1000209.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5219336748493938498&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Por razões que já discutimos aqui (só ver os posts anteriores), o Brasil está culturalmente isolado do resto da América Latina. E na música não poderia ser diferente. Quantas bandas ou artistas, por exemplo, são famosos por aqui, de lotar casas de shows e tudo mais? Meia dúzia? Três, talvez? Enfim... São poucos. Mas quando falamos de um gênero específico, daqueles cultuados por nichos fora da moda, a história é outra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falemos de rock progressivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tive a minha fase de fã de rock progressivo. Conhecia um monte de grupos estranhos de lugares esquisitos. Do Chile, tenho em minha coleção até hoje uma obra-prima incontestável: &#39;Alturas de Machu Picchu&#39;, o álbum clássico de Los Jaivas. Os caras - de Viña Del Mar - são os melhores representantes latino-americanos nesse tal de roque enrow progressivo. No Chile, são monumentais. A imagem que ilustra o texto (mais uma de minha autoria) é um busto de Eduardo &#39;Gato&#39; Alquinta, guitarrista e vocalista da banda, morto em 2003. Está no Parque da Quinta Vergara, em Viña Del Mar, ao lado de Pablo Neruba e Gabriela Mistral. Reconhecimento pouco é bobagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos ao rock dos Jaivas, no ritmo há mais de 30 anos! &#39;Alturas de Machu Picchu&#39; é baseado em um poema de Pablo Neruda. Está em &#39;Canto Geral&#39;. Como o Pink Floyd fez em Pompéia, eles levaram todos os seus instrumentos para o topo das montanhas peruanas e gravaram um especial para a TV lá mesmo, em Machu Picchu. Também fizeram um show monumental na Ilha de Páscoa. Sem falar que tocaram na Antártida. Eles são os reis dos concertos &#39;diferentes&#39;. Para quem não conhece, vale muito conferir. Para quem já conhece, vale uma nova visita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E viva o rock latino dos Jaivas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Alturas de Machu Picchu - Los Jaivas)   &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/07/high-bass-com-sotaque-latino.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpQBplIyrIMRQ5hSA9PAjbMiAfkQf1AnRr5q_W2Y4OIz3eR3QALnfwnlzrVvbSBaDs9gOQDsGE9Of2JocCPcyOltGZLvnrK287Fr1njLq1gLTZocfxFTgEbVPa-Vxu9b9kMhFOXQ/s72-c/P1000209.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-4396043414260801233</guid><pubDate>Sat, 21 Jun 2008 14:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-21T11:50:08.565-03:00</atom:updated><title>Times e Eu: Tudo a Ver</title><description>Todos lembram da ‘Lista Mário Reys dos 100 Melhores Filmes de Todos os Tempos’? E de seus objetivos? Bom... Para vocês que acharam que não era lá uma boa idéia, agora tenho o apoio da ‘Times Online’. Os críticos de cinema ingleses resolveram que estava na hora de fazer algo mais radical e inovar os velhos Top 100. Eles fizeram um belíssimo trabalho, nada óbvio, daqueles que despertam paixões fervorosas e raivas descontroladas e geram toneladas de comentários irritantes. Para vocês, leitores do meu blog, não há novidade. Mas vale a lembrança de que eu sofro a limitação física de ser uma pessoa só. Com um grupo de especialistas pensando no assunto, eles foram além do meu radicalismo de butique. “Cidadão Kane”, por exemplo, ficou de fora. Em seu lugar entraram cineastas como Wong Kar Wai, Thomas Vintenberg, Sofia Coppola, Michael Haneke, Satyajit Ray e Michel Gondry. E por aí vai. Vejam cinco exemplos rápidos tirados do meio da lista da &#39;Times&#39;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;97 - POINT BREAK (Kathryn Bigelow, 1992)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;* Para quem não lembra, esse é aquele ‘Caçadores de Emoção’, com o Keanu Reeves e o  Patrick Swayze. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;71 - THIS IS SPINAL TAP (Rob Reiner, 1984) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Um ‘mocumentário’ de primeira sobre a explosão do Heavy Metal na década de 80.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;55 - THE MATRIX (Andy and Larry Wachowski, 1999) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Ai, ai, ai…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;43 - TERMINATOR 2: JUDGMENT DAY (James Cameron, 1991)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Tem dias que eu acho essa continuação melhor que o original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;40 - THE LIFE OF BRIAN (Terry Jones, 1979) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Always look on the bright side of life. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vamos aos dez primeiros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 - THE GODFATHER (Francis Ford Coppola, 1972)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Está lá na minha lista. Espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 - ETERNAL SUNSHINE OF THE SPOTLESS MIND (Michel Gondry, 2004)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Além de ser o queridinho dos descolados e alternativos, Michel Gondry é um baita de um cineasta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8 - SUNSET BLVD. (Billy Wilder, 1950)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Também conhecido como “Crepúsculo dos Deuses”. Maravilhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 - KES (Ken Loach, 1969) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Esse eu não vi…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 - VERTIGO (Alfred Hitchcock, 1958)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Entre os meus hitchcocks preferidos, é o menos cotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 - THE SHINING (Stanley Kubrick, 1980)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Vale o mesmo comentário dos hitchcocks. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 - CHINATOWN (Roman Polanski, 1974)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Com Roman Polanski em seu auge criativo não tinha para mais ninguém. Fato e ponto final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 - ET: THE EXTRA TERRESTRIAL (Steven Spielberg, 1982)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Minha primeira experiência marcante dentro de uma sala de cinema. Com oito aninhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 – THERE WILL BE BLOOD (Paul Thomas Anderson, 2007)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Yes! Yes! Yes! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – CASABLANCA (Michael Curtiz, 1942)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Aqui eles apelaram. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mais controvérsia, visite o &lt;a href=&quot;http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/related_features/top_100_films/ &quot;&gt;sítio&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: The Dresden Dolls - No, Virginia)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/06/times-e-eu-tudo-ver.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-6380799727269508812</guid><pubDate>Thu, 19 Jun 2008 00:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-18T21:46:11.673-03:00</atom:updated><title>Meu Primeiro Concurso Cultural</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUY8hEdPTb7rdhswwUKgRIQPgJLQ1NA1C1C9HSjZ15SntbgGjJXsA76VeFX5j8d3d_a5YBoVXA5zi1K1qtV6oiQW7TMm-MJt4azWGAWf2cIPfq-8rk5JMwNz346ZvxxGBMi1VQpQ/s1600-h/lilian4b.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUY8hEdPTb7rdhswwUKgRIQPgJLQ1NA1C1C9HSjZ15SntbgGjJXsA76VeFX5j8d3d_a5YBoVXA5zi1K1qtV6oiQW7TMm-MJt4azWGAWf2cIPfq-8rk5JMwNz346ZvxxGBMi1VQpQ/s400/lilian4b.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5213386522772228962&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu estou para casamento assim como Eric Cartman está para o Nintendo Wii... E para não ficar de vez para titio, aproveito o São Paulo Fashion Week - SPFW para os íntimos - para lançar o meu primeiro concurso cultural, e com prêmios e tudo mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUERO CASAR COM A LILIAN PACCE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito fácil participar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta fazer papel de cupido, promover as devidas apresentações e torcer para o resultado acabar no altar. Você ganha (além de minha gratidão eterna e de mais uma coisinha ou outra) uma consultoria de moda válida até o fim da união.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roupas para abafar: muito caras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sapatos para arrasar: bem caros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acessórios de causar inveja: caros pacas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca mais errar nos modelitos: não tem preço.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participem! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conto com vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, eu quero casar com a Lilian Pacce. :)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Gutevolk - The Humming Of Tiny People)   &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/06/meu-primeiro-concurso-cultural.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUY8hEdPTb7rdhswwUKgRIQPgJLQ1NA1C1C9HSjZ15SntbgGjJXsA76VeFX5j8d3d_a5YBoVXA5zi1K1qtV6oiQW7TMm-MJt4azWGAWf2cIPfq-8rk5JMwNz346ZvxxGBMi1VQpQ/s72-c/lilian4b.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-6581616691376562929</guid><pubDate>Sun, 15 Jun 2008 15:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-15T14:23:39.840-03:00</atom:updated><title>A Casa do Poeta</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhV23BLtIizMBK9fMcIJOxQW7JdcVVoMFrR9oyOlu5pMWuVsFtPlnGn0OucN2oRqHjKTFctHraG2BVmjdJY1ryKTNxrw-G_sHUE2t7Nwl_-fnXN84Ygv8zSev-kKuHdGqYd1g0_Iw/s1600-h/P1000175.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhV23BLtIizMBK9fMcIJOxQW7JdcVVoMFrR9oyOlu5pMWuVsFtPlnGn0OucN2oRqHjKTFctHraG2BVmjdJY1ryKTNxrw-G_sHUE2t7Nwl_-fnXN84Ygv8zSev-kKuHdGqYd1g0_Iw/s320/P1000175.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5212149314352120098&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Pablo Neruda é um dos maiores nomes da literatura mundial, e em todas as línguas. Vencedor do Prêmio Nobel, o poeta chileno já foi até citado em um episódio dos Simpsons (Bart é um profundo conhecedor de sua obra). É um detalhe que deixa clara a dimensão grandiosa do autor de &quot;20 Poemas de Amor e uma Canção Desesperada&quot; e &quot;Canto Geral&quot;. Em Santiago, ele é onipresente. Em uma visita ao Chile, é quase uma obrigação conhecer pessoalmente pelo menos uma de suas três casas. Eu fui a duas: &#39;La Chascona&#39;, em Santiago, e &#39;La Sebastiana&#39;, em Valparaíso. Mas foi a primeira que me derrubou...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#39;La Chascona&#39;, em uma tradução livre, quer dizer &#39;despenteada&#39;. Era assim que Neruda costumava chamar sua amante, Matilde Urrutia, com quem viveu até morrer, em 1973. Quando a relação foi oficializada, pouco tempo depois da época dos encontros secretos, é que começa a verdadeira história. Uma história que mistura poesia, amor e política. Uma história que você sente na pele ao andar por todos os aposentos da casa, que ainda guarda os móveis, os eletrodomésticos, os pratos, os copos, os talheres e os objetos decorativos reunidos pelo casal durante quase 20 anos. Também estão por lá alguns dos livros que faziam parte de sua biblioteca, alguns de seus  manuscritos e alguns dos vários prêmios recebidos. Lá estão o cotidiano de um gênio e a intimidade de um homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de uma emoção indescritível passear por &#39;La Chascona&#39;. Você vê que mesmo as maiores mentes têm um dia-a-dia bem próximo do que temos todos nós, meros mortais. Durante a caminhada tentava imaginar o que acontecia ali, o que o influenciava, o que o inspirava... A casa preservou esses momentos, hoje para &#39;viagens&#39; individuais. É assim que somos obrigados a pensar na criação artística, e como um todo. É assim que somos obrigados a pensar como alguns privilegiados conseguem transcender esse cotidiano banal da vida e transformá-lo em algo para a eternidade, em algo que define nossa aventura. Eu nunca antes havia visitado a casa de um artista brilhante, preservada como um retrato. É uma experiência única.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto que ilustra esse post é minha mesmo (obrigado, obrigado). Por razões óbvias, não é permitido capturar imagens dentro de &#39;La Chascona&#39;. O que você vê por lá é só seu. Eu, por exemplo, guardo comigo essa sensação de &lt;em&gt;&#39;minha vida de cachorro&lt;/em&gt;&#39;, de como não sou uma coisa nenhuma apenas diante do universo, mas também uma coisa nenhuma diante de pessoas como Pablo Neruda - e outras tantas. Um sentimento que nada tem de depressivo. Um sentimento que faz com que você entenda um pouco melhor tudo o que rola por aí, faz com que você deixe firmes os pés no chão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Francisca Valenzuela - Muérdete La Lengua) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/06/casa-do-poeta.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhV23BLtIizMBK9fMcIJOxQW7JdcVVoMFrR9oyOlu5pMWuVsFtPlnGn0OucN2oRqHjKTFctHraG2BVmjdJY1ryKTNxrw-G_sHUE2t7Nwl_-fnXN84Ygv8zSev-kKuHdGqYd1g0_Iw/s72-c/P1000175.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-3720540722824149744</guid><pubDate>Sat, 07 Jun 2008 16:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-07T13:54:35.740-03:00</atom:updated><title>O Ocaso de um Herói</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip8r0A3CgPBdf7Obdb04Cey8FKItUiAT02SRAYWW5W1lylb3Q-u-HJ-9SlY7HaMWcH228v4nV-co7f9_OExmlDHIZHNTvJHgYbctIngpW63nKcGdYnlCqxen4aVE7ksOiLBYKCaA/s1600-h/spielberg_ap.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip8r0A3CgPBdf7Obdb04Cey8FKItUiAT02SRAYWW5W1lylb3Q-u-HJ-9SlY7HaMWcH228v4nV-co7f9_OExmlDHIZHNTvJHgYbctIngpW63nKcGdYnlCqxen4aVE7ksOiLBYKCaA/s320/spielberg_ap.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5209183182576420530&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Vocês já sabem que eu sou fã do Indiana Jones. Mas o herói morreu. Ou melhor. Foi assassinado por esses senhores aí: Steven Spielberg e George Lucas, seus próprios criadores. Bastou um filme - &#39;Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal&#39; - para destruir toda a mitologia do personagem, que nasceu para ser uma espécie de James Bond da arqueologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos (desde que a &#39;trilogia&#39; foi encerrada com &#39;Indiana Jones e a Última Cruzada&#39;, em 1989) que todos anseiam por um novo filme. Quase 20 anos depois está aí o resultado final, após uma série de roteiros e mais roteiros que foram e vieram em uma onda de boatos que não tinha fim. Só valeria a pena, disseram Spielberg, Lucas e Harrison Ford, com uma história forte nas mãos. É absurdo imaginar os textos que foram jogados pela janela em benefício da besteira que acabou indo para as telas. E besteira é pouco: porcaria mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história de &#39;O Reino da Caveira de Cristal&#39; poderia ter sido escrita por Erich Von Däniken para a sequência de &#39;Arquivo X&#39;. Vamos relembrar e viver? Em &#39;Os Caçadores da Arca Perdida&#39;, Indiana Jones busca a Arca da Aliança, onde foram guardados os 10 Mandamentos. No fim, a fúria de Deus elimina todos os malvados. Em &#39;Indiana Jones e o Templo da Perdição&#39;, ele recupera uma pedra mágica e salva um pequeno povoado da Índia. No encerramento, na tal da última cruzada, parte para encontrar o Santo Graal, o cálice que foi usado por Jesus Cristo na última ceia. Aqui também o artefato tem poderes divinos, de vida e morte. Para resumir: a série sempre teve forte apoio em dogmas religiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com tudo isso em nossas cabeças, é triste que os filmes que afirmaram (em sua ficção) que a Bíblia diz a verdade e que Deus existe joguem tudo isso no lixo para falar que os deuses, puxa vida, que coisa, eram astrounatas. Mesmo com a frase &#39;os deuses deles&#39; - das civilizações pré-colombianas das Américas - a mitologia é destruída. Ainda estou chocado com a falta de percepção de toda a equipe envolvida. É algo tão estridente que me faz questionar a capacidade de cada um dos nomes que aparecem na tela, mas principamente de Spielberg e Lucas. Spielberg - olhando com olhos bem críticos - não faz nada que preste desde que &#39;cresceu&#39;. Lucas - olhando com os mesmos olhos - só consegue fazer fortunas por inércia, pela força de suas marcas, como &#39;Indiana Jones&#39; e &#39;Guerra nas Estrelas&#39;. Nada a ver com qualidade. Para que qualidade, afinal?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por causa desse ataque frontal ao cerne da natureza de Indiana Jones que a tentativa de seguir em frente com o filho do personagem - e com Shia LaBeouf - será um novo desastre. Que o herói descanse em paz... E de uma vez por todas...    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Beth Orton - Pass In Time: The Definitive Collection)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/06/o-ocaso-de-um-heri.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip8r0A3CgPBdf7Obdb04Cey8FKItUiAT02SRAYWW5W1lylb3Q-u-HJ-9SlY7HaMWcH228v4nV-co7f9_OExmlDHIZHNTvJHgYbctIngpW63nKcGdYnlCqxen4aVE7ksOiLBYKCaA/s72-c/spielberg_ap.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-615823296098701236</guid><pubDate>Sun, 01 Jun 2008 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-01T16:01:15.857-03:00</atom:updated><title>Dois pra Lá, Dois pra Cá</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdYEESMYdiUFuAkTLdfi3pEmGXSd5RZ8or4ctA9pj5Sv-rEyX4NWEx9jdbiq0rcj-DqEZqi_kuzF8MeCRRsZ2w-hylbxbtwbXU1almTt5hFLcIDtHzf8hvX-jISo2uJ0tApy5fZg/s1600-h/kat_new4_380.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdYEESMYdiUFuAkTLdfi3pEmGXSd5RZ8or4ctA9pj5Sv-rEyX4NWEx9jdbiq0rcj-DqEZqi_kuzF8MeCRRsZ2w-hylbxbtwbXU1almTt5hFLcIDtHzf8hvX-jISo2uJ0tApy5fZg/s320/kat_new4_380.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5206989413253510082&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Estou de volta! Após uns dias de descanso, finalmente estou livre de uma preguiça crônica - consequência óbvia das férias - e escrevendo novamente. Como tenho vários assuntos para comentar, vou aos poucos. Antes, uma rápida reflexão. Pela primeira vez viajei para um país da América Latina, o Chile. Em Santiago, tive a impressão de uma cidade imersa em cultura, que vibra com as artes e tem orgulho de seus ídolos, como o onipresente Pablo Neruda, por exemplo. Também fiquei com a impressão de que nós, brasileiros, estamos mesmo muito isolados. Sempre achei isso, na verdade. Mas agora eu senti na pele. A Língua Portuguesa é estranha à América Latina, uma barreira à integração plena da cultura hispanoamericana na América do Sul. Enfim... Em breve prometo falar sobre Pablo Neruda e sobre Los Jaivas, banda mítica de rock progressivo, com mais de 30 anos de atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos ao título. Durante a viagem, fiquei quase 100% fora do mundo. Alguns dias depois é que soube da morte de Zélia Gattai, autora de &quot;Anarquistas, Graças a Deus&quot;. E no caminho do aeroporto para casa li sobre a morte de Sydney Pollack, diretor de &quot;A Noite dos Desesperados&quot;, número 90 na &#39;Lista Mário Reys dos Melhores Filmes de Todos os Tempos&#39;. Duas notas tristes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para compensar, duas notas alegres (e uma nota bônus). O novo álbum de Aimee Mann, &#39;@#%&amp;! Smilers&#39;, recebeu cinco (5!!!) estrelas da revista MOJO. Foi chamado de &quot;clássico instantâneo&quot;. E uma surpresa de Cannes: a vitória surpreendente de Sandra Corveloni, considerada melhor atriz por seu trabalho em &#39;Linha de Passe&#39;, filme de Walter Salles e Daniela Thomas. Aproveito aqui para dizer que outro brasileiro vitorioso no festival está de volta aos cinemas, em cópias restauradas. É Glauber Rocha e seu espetacular &quot;O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro&quot;. Imperdível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a foto que ilustra o texto. É Kat Von D, que agora lidera o reality show &#39;LA Ink&#39;. Nada a ver com nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela só é um &lt;strong&gt;absurdo&lt;/strong&gt; de mulher. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico devendo minhas impressões sobre o novo Indiana Jones. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;(Trilha Sonora: Led Zeppelin - IV) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/06/dois-pra-l-dois-pra-c.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdYEESMYdiUFuAkTLdfi3pEmGXSd5RZ8or4ctA9pj5Sv-rEyX4NWEx9jdbiq0rcj-DqEZqi_kuzF8MeCRRsZ2w-hylbxbtwbXU1almTt5hFLcIDtHzf8hvX-jISo2uJ0tApy5fZg/s72-c/kat_new4_380.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-5384452551140961899</guid><pubDate>Sat, 10 May 2008 00:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-13T17:38:16.721-03:00</atom:updated><title>Uma Pausa para os Comerciais</title><description>Leitores e leitoras. Depois de mais de um ano de muitos elogios e muitas críticas, e com muita participação de todos vocês, chegou a hora de eu descansar um pouco... Anuncio aqui uma folga de três semanas. Voltarei apenas em junho, mas logo na primeira semana. Durante esse período estarei aí, vagando (sem chicote e sem chapéu) por esse mundo sem porteira. Antes, porém, gostaria de deixar um ou outro recado e, claro, uma surpresa, em vídeo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lígia Vulcano, companheira querida de trabalho, deixou a seguinte frase em seu MSN: o mundo está ao contrário e ninguém percebeu. Está mesmo. Vejam só vocês que o maluquete Tom Cruise pediu desculpas a Brooke Shields pelas pataquadas que havia declarado sobre depressão pós-parto. Também fez um agradecimento a todos os fãs que o fizeram ter essa carreira de enorme sucesso. Ganhou, por enquanto, a possibilidade de voltar para o quarto capítulo da série &#39;Missão Impossível&#39;. Vai entender...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado do planeta bizarro, aquele mesmo, do Super-Homem quadrado, está a atriz - e agora cantora - Scarlett Johansson. Ela acaba de lançar seu primeiro disco: &#39;Anywhere I Lay My Head&#39;. Eu não sabia bem o que esperar. Talvez algo no estilo J. Lo, um pop sexy e sem maiores consequências. Mas não. Ela interpreta canções de Tom Waits (!!!) em um estilo &quot;Frank Zappa remixado por Massive Attack&quot; (duplo !!!). Um primor. Álbum sofisticadíssimo, de uma artista de verdade e com uma baita de uma personalidade. Diante de suas escolhas no cinema e de sua beleza incomum, longe do padrão Hollywood, não deveria ser uma surpresa tão grande assim, não? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verão americano chegou cedo. E chegou com a estréia de &#39;Homem de Ferro&#39;, um filme sério, sem os vícios típicos da temporada, feitos para o deleite hormonal dos adolescentes. E teve um excelente início, com mais de U$ 100 milhões no fim de semana de abertura, superando as expectativas dos especialistas - e por uma margem razoável. Essa é a primeira empreitada solo da Marvel como estúdio. Quem ficou até o final dos letreiros - eu fiquei, ainda mais após um alerta do Caju - viu o que vem por aí: uma prévia do longa-metragem dos Vingadores. Antes teremos, como aperitivo, os filmes do Thor e do Capitão América. Prato cheio para quem cresceu lendo histórias em quadrinhos e odiando José de Alencar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verão chegou com um fiasco. Ganha um pirulito quem acertar... Como este humilde blog já havia previsto, &#39;Speed Racer&#39; foi um fracasso, com uma arrecadação pífia de U$ 20 milhões no fim de semana. É muito pouco. Os críticos americanos destruíram o trabalho dos irmãos Wachowski de ponta a ponta. Eu não vou perder meu tempo. Ou melhor. Talvez perca, apenas para listá-lo entre os piores filmes de todos os tempos.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para encerrar, o verão americano chegou recheado. De todos os blockbusters, não tenho nenhuma grande aposta. Mas tenho um favorito: &#39;Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal&#39;. Eu sou fã do Indiana Jones. Foi em uma sessão despretensiosa do filme, lá pelos idos de 1984, que me apaixonei por cinema. Meu quarto era lotado de fotos. Sonhava em fazer arqueologia e viajar pelo mundo sendo perseguido por pessoas de má índole. Batizei minha cachorra de Indiana. E, confesso, também morria de inveja de minha belíssima amiga Soraya, que tem o sobrenome mais legal do planeta. Adivinhem só: Jones. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas e por outras é que &lt;em&gt;&quot;embedo&quot;&lt;/em&gt; aí embaixo o trailer do filme, que abre em todo mundo no dia 22 de maio. A trilha sonora é a mesma: Aimee Mann e seus @#%&amp;! Smilers. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a volta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/2BgyhHBoz50&amp;hl=en&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/2BgyhHBoz50&amp;hl=en&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/05/uma-pausa-para-os-comerciais.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-5932193509256468159</guid><pubDate>Tue, 06 May 2008 23:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-07T17:40:47.486-03:00</atom:updated><title>@#%&amp;! Smilers</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgiqNTcCKnPd1HwDGaDdPY4G86kUyH1umPOMriA88oJYWLrQ_5fWzHAVtgBFrIHluiSbiwBnv3cbQxZ7488qS9zxJWR0-JQV7Azy56-fWKDf1Cahm9tzRUBRSTfb-EzLkKFIUBJrg/s1600-h/aimee_mann.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgiqNTcCKnPd1HwDGaDdPY4G86kUyH1umPOMriA88oJYWLrQ_5fWzHAVtgBFrIHluiSbiwBnv3cbQxZ7488qS9zxJWR0-JQV7Azy56-fWKDf1Cahm9tzRUBRSTfb-EzLkKFIUBJrg/s320/aimee_mann.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5197430790681137218&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&#39;@#%&amp;! Smilers&#39;, ou &#39;Fuckin’ Smilers&#39;, é o título do novo álbum de Aimee Mann (lindíssima, ao lado, em foto de divulgação). O lançamento oficial será no dia 03 de junho. Mas, adivinhem, já está dando sopa na internet. Quem fez essa descoberta foi André Palugan, roqueiro alternativo nato (leia o post abaixo...). E foi ele quem me deu esse toque precioso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cheers, whore! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de fazer uma análise faixa a faixa, gostaria de indicar a entrevista bacaníssima que Aimee Mann deu para a edição online da revista Vanity Fair. Basta entrar no site e fazer uma busca na seção &#39;online only&#39;. Ou tentar o Google. Também gostaria de dizer que fui um dos primeiros a encomendar o meu CD na pré-venda. Nada de peso na consciência pelo furo. Vamos agora ao que interessa: Aimee Mann. :) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem é fã, o disco é surpreendente. Acho que vale destacar que conheço o seu trabalho desde que liderava a banda Young Snakes, que fazia o estilo &#39;pretending to be punk&#39;. Conheço também a obra completa de seu grupo &#39;Til Tuesday, que estorou na década de 80 com seu pop sofisticado e com seus cabelinhos espetados. E depois veio a consagrada carreira solo, que conheço de ponta a ponta. Sem modéstia alguma, conheço pacas. Por isso mesmo esperava um disco excelente porém previsível, ou sem grandes novidades. Queimei a língua. E adorei queimar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já disseram os Beatles em uma clássica canção, I Should Have Known Better. Depois da ousadia de um álbum conceitual (&#39;The Forgotten Arm&#39;, que conta a história tumultuada de amor de John e Caroline em 12 faixas), eu deveria esperar algo além de uma simples seleção de músicas legais. Aimee Mann saiu de sua zona de conforto e arriscou. Não usou guitarras elétricas, abusou de teclados, sintetizadores e moogs, acrescentou cordas e metais, fez refrões pegajosos e ainda cantou em falsete. O resultado é diferente e absurdo de bom. Estou agorinha mesmo em minha quinta audição. E amando &#39;@#%&amp;! Smilers&#39; como nunca. Pelos próximos três meses não pretendo ouvir outra coisa. Mas vamos ser detalhistas...&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Freeway &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É o single. Abre o álbum com uma competência espetacular, para cima, com um refrão para cantar junto a plenos pulmões e uma linha musical repetitiva que não sai da cabeça - e que lembra um pouco &#39;Cannonball&#39;, do Breeders. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Stranger Into Starman &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quase uma vinheta. Aimee Mann sendo Aimee Mann, no piano, com acompanhamento de violinos e uma percussão delicada, de fundo, só para dar um clima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Looking for Nothing &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entra de cara na lista de minhas favoritas. Aimee Mann arrisca aqui fazendo um raro falsete, um tanto tímido ainda. Quem diria... Deu muito certo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Phoenix &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma música mais no seu estilo, acústica, com  sintetizadores e cordas apenas para um ar de novidade. Tem um raro &#39;pápápá&#39;, alegre até, daqueles feitos para você acompanhar batendo palmas e com o isqueiro aceso (ou o celular ligado).    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. Borrowing Time &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mais uma de minhas favoritas! Os metais fazem a festa e dão um toque todo especial a essa (outra) canção bem animadinha...   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. It’s Over &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Outra acústica, que cresce aos pouquinhos. Aimee Mann ao violão acompanhada por piano e violinos. Ela deixa a timidez de lado e capricha nos agudos, mostrando um alcance anormal para uma voz tradicionalmente mais grave. Linda! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. 31 Today &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Velha conhecida dos fãs! Antes mesmo do single &#39;Freeway&#39;, havia sido lançada no YouTube em um vídeo engraçadinho. Apesar de a letra te fazer pensar e te jogar um pouco para baixo, a música está super de bem com a vida.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8. Great Beyond &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A música é parte da trilha sonora do filme &#39;Arctic Tale&#39;. Tem uma pegada de percussão forte, porém discreta (só ouvindo mesmo para entender...). Passei o dia todo com ela na cabeça, pensando em pingüins pulando alegres pra cá e pra lá.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9. Medicine Wheel&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Não foi por acaso que falei dos Beatles lá em cima. &#39;Medicine Wheel&#39;, que já conhecia de um bootleg acústico, é a &#39;Let It Be&#39; dos anos 2000. O solo é de chorar. Um primor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10. Columbus Avenue&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Não há nada mais fofo do que Aimee Mann contando &#39;one, two, three, four&#39; logo no início da canção (obviamente). Uma balada de arrepiar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11. Little Tornado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma outra baladinha de arrepiar. Ao contrário da faixa anterior, é um tanto crua,  pesada, sóbria. E mesmo em seus momentos mais líricos, com um assobio delicado mas grave.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12. True Believer&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Aimee Mann em seu momento de &#39;crooner&#39;. O estilo de cantar lembra muito o de grandes intérpretes femininas de décadas passadas. Para não deixar dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13. Ballantines&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Para fechar, que tal um clima de cabaret? Deliciosa e antológica! Só é triste por ser a última... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Aimee Mann - @#%&amp;! Smilers)&lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/05/smilers.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgiqNTcCKnPd1HwDGaDdPY4G86kUyH1umPOMriA88oJYWLrQ_5fWzHAVtgBFrIHluiSbiwBnv3cbQxZ7488qS9zxJWR0-JQV7Azy56-fWKDf1Cahm9tzRUBRSTfb-EzLkKFIUBJrg/s72-c/aimee_mann.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-35931093.post-7796153647847024019</guid><pubDate>Tue, 06 May 2008 23:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-07T14:31:03.398-03:00</atom:updated><title>Uma Ode Blogueira</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh90X4jyMWJe7n9LlRKDR7bBMOb4UD9YM9FUEY4Qn3glsg9lLuupWol9k-BpClz4KGKu3Xr2iH5aNbYecZ3jWW-e-j-AsQa1P6S3gv8YyjIOrWF9R4f4hE1Llx1BP7rBeSxT_cklg/s1600-h/blog.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh90X4jyMWJe7n9LlRKDR7bBMOb4UD9YM9FUEY4Qn3glsg9lLuupWol9k-BpClz4KGKu3Xr2iH5aNbYecZ3jWW-e-j-AsQa1P6S3gv8YyjIOrWF9R4f4hE1Llx1BP7rBeSxT_cklg/s320/blog.bmp&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5197412279372091442&quot; /&gt;&lt;/a&gt; Já disseram por aí que o impacto da internet sobre a humanidade é maior até do que o impacto da invenção dos computadores. Tudo bem que um não existiria sem o outro... Mas deixando de lado as tecnicalidades, quem duvida? Hoje eu tenho tudo o que sempre quis aqui mesmo, no meu cantinho, em frente à minha máquina, conectado ao mundo. A vida no século 21 é muito mais legal do que era na minha adolescência, lá no século 20, de tanto tempo perdido. Fato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí começamos a pensar em outro impacto, o que é sofrido do outro lado, do lado das grandes empresas de lazer e cultura. A indústria da música, a indústria do cinema, a televisão, os jornais... Com tudo o que eu quero ao meu alcance - cortesia de outras tantas pessoas como nós - será que preciso desses caras? Posso acompanhar uma série de TV simultaneamente com a exibição nos Estados Unidos, e com legendas. Vou esperar alguma alma caridosa trazer a tal série para o Brasil, e cheia de propaganda? Posso baixar um disco qualquer um mês antes de seu lançamento oficial. Vou comprar o CD para deixar na estante? Posso ver um filme antes mesmo da estréia em seu país de origem. E vou pagar ingresso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura mudou. É encarada hoje como uma espécie de &#39;bem compulsório&#39;, como a saúde ou a educação. Não vamos pagar e pronto! E durma com um barulho desses! Ou os donos do lazer alheio acordam e partem para alternativas inteligentes ou vão morrer na praia. Simples assim. Quer exemplo melhor que a música? O Metallica gritou contra o avanço da internet. Eles reconhecem hoje que foram uns bocós. Elton John falou besteira e virou piada. Bandas como Radiohead e Nine Inch Nails lançam discos de graça e são louvados. Será que perderam dinheiro? Ou fãs? Ou sua credibilidade? I really don&#39;t think so...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso para louvar os blogueiros que, como a espanhola Lu, mentora do site &#39;Una Piel de Astracán&#39;, livram as obras de museus fechados com cobrança de ingresso. Ela consegue álbuns na íntegra (sabe-se lá como...) e os disponibiliza para download. O trabalho de estréia de Scarlett Johansson, por exemplo, está lá. E um outro, que vai ganhar um destaquezinho especial em breve. Aproveito também para louvar outros amigos que assumem o papel de formadores de opinião - todos somos não? - e divulgam suas idéias por aí: Luciana Ribeiro, Theo França, Ricardo Homsi, Maurício Moreira, Sílvia Mello, Juliana Burger, Maurício Alcântara, Fernanda Corrêa, Paloma Cotes, Mariana Dorin, Simone Iwasso, Camila Alam e tantos outros...   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um viva a todos!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Trilha Sonora: Aimee Mann - @#%&amp;! Smilers) &lt;/em&gt;</description><link>http://boulevarddescapucines.blogspot.com/2008/05/uma-ode-blogueira.html</link><author>noreply@blogger.com (MReys)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh90X4jyMWJe7n9LlRKDR7bBMOb4UD9YM9FUEY4Qn3glsg9lLuupWol9k-BpClz4KGKu3Xr2iH5aNbYecZ3jWW-e-j-AsQa1P6S3gv8YyjIOrWF9R4f4hE1Llx1BP7rBeSxT_cklg/s72-c/blog.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item></channel></rss>