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	<title>OPTIMIZE - Blog</title>
	
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	<description>Blog sobre a gestão de patrimonio, as reformas, os investimentos</description>
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		<title>Finalmente há luz verde</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 10:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Quarta-feira, 13h. Assistia na Blomberg TV às desculpas de John Paulson, aos seus clientes, pelas fracas rentabilidades dos seu Fundos no presente ano.
Também eu poderia ter feito identico discurso, tanto tem sido difícil lutar contra a intransigência do BCE em adoptar uma política de “crédito mais fácil”.


E, de repente, a “luz ao fundo do túnel” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/Idealight.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Quarta-feira, 13h. Assistia na Blomberg TV às desculpas de John Paulson, aos seus clientes, pelas fracas rentabilidades dos seu Fundos no presente ano.<br />
Também eu poderia ter feito identico discurso, tanto tem sido difícil lutar contra a intransigência do BCE em adoptar uma política de “crédito mais fácil”.<br />
<span id="more-1458"></span></p>
<p><br/></p>
<p>E, de repente, a “luz ao fundo do túnel” passou a verde: o conjunto dos bancos centrais (BCE, BoE, BoJ, FED, Bancos do Canadá e da Suiça) emitiram uma declaração conjunta, segundo a qual iriam “facilitar a concessão de crédito”, com o objectivo de melhorar a liquidez do sistema financeiro mundial. </p>
<p><br/></p>
<p>Finalmente. Já era tempo. Está assim evitado o risco de “credit crunch” na Europa, que tive oportunidade de combater no último artigo (Este BCE não nos serve).<br />
Como resultado assistimos imediatamente em poucos minutos, a uma subida dos indices europeus de cerca de 4%, com as cotações de alguns bancos europeus a subirem de 8% (apesar da ameaça de baixa do seu rating).</p>
<p><br/></p>
<p>Premiando assim aqueles, que “contra ventos e marés” tiveram a coragem de se manter investidos neste período extremamente grave da História Económica da Europa.</p>
<p><br/></p>
<p>E agora? Como actuar? Aqui estão as respostas segundo o grau de risco que cada um decida assumir:</p>
<ul>
<li>Os mais prudentes poderão refugiar-se nas Obrigações do Tesouro Português com vencimento em Setembro de 2013 (menos de dois anos) e que oferecem uma rentabilidade anual de cerca de 17%. Òbviamente, que têm de partir do princípio segundo o qual o Estado Português irá reembolsar tais títulos, com a ajuda das entidades que nos estão a financiar (FMI, BCE, Fundo de Estabilização Financeira e eventuais Eurobonds)</li>
<li>Os que tiverem um pouco mais de coragem, para enfrentar as oscilações dos mercados accionistas e a crença que esta crise, como todas as que a precederam, acabará por se resolver, escolherão uma carteira de acções de sectores mais defensivos (consumo, comunicações, tecnológicas, saúde, minas de ouro), ou mais agressivos (matérias-primas, automóvel, energia, industriais e financeiras).<br />
Poderão assim aproveitar dum momento em que o “prémio de risco” (diferença de rentabilidade entre acções e obrigações) é dos mais elevados das últimas décadas, isto é, cerca de 14% de diferença entre EuroStoxx 50 e Obrigações Alemãs.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>O que aconselho?<br />
Como sempre a diversificação, isto é, a mistura destas opções, conjunto de parâmetros pessoais, entre os quais o seu perfil de investidor é o mais importante.<br />
Estou certo que terá um Melhor Natal, com uma carteira assim constituída. </p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
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		<item>
		<title>Este BCE não nos serve</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 13:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
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		<description><![CDATA[No início desta semana o Ministro das Finanças Polaco, declarou que os Europeus tinham de escolher entre:
- Uma intervenção massiva do BCE para salvar o Euro
- O desastre económico histórico em que se traduziria o desmoronar do “castelo de cartas” da zona Euro.


Nesta 4ª Feira, a dificuldade relativa experimentada pelo Tesouro Alemão em colocar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Centralbanks/bce.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />No início desta semana o Ministro das Finanças Polaco, declarou que os Europeus tinham de escolher entre:<br />
- Uma intervenção massiva do BCE para salvar o Euro<br />
- O desastre económico histórico em que se traduziria o desmoronar do “castelo de cartas” da zona Euro.</p>
<p><span id="more-1456"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Nesta 4ª Feira, a dificuldade relativa experimentada pelo Tesouro Alemão em colocar a sua emissão de Bunds, será sem dúvida mais um elemento a juntar ao coro de protestos contra a atitude da Chanceler Merkel em recusar a política de compra massiva por parte do BCE de todos os títulos de Dívida Pública que se apresentarem para venda abaixo de níveis de preço considerados excessivos.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito as diferentes hipóteses de solução desta crise de endividamento excessivo (eurobonds, Fundo de Estabilização Europeia), não parecem ser capazes de impedir as vagas de vendas, devidas a dois factores:</p>
<ul>
<li>As dúvidas sobre a vontade do BCE em actuar “a fundo”</li>
<li>A capacidade de cada um dos Estados, isoladamente, conter “vagas” de vendas, mesmo com o apoio “pontual” do BCE.</li>
</ul>
<p>Na realidade o BCE, que é o Banco Emissor de todos os participantes no Euro, nem é o Bundesbank, “nem precisa do dinheiro da Alemanha”.</p>
<p><br/></p>
<p>É um Banco Central independente, como o FED, o Banco do Japão e o Banco Central Chinês e possui a sua própria impressora de moeda para poder afirmar “alto e bom som” que “comprará toda a Dívida Pública em Euros que for necessário”.</p>
<p><br/></p>
<p>E a inflação que daí resultará e que o Economista-Chefe do FMI, Olivier Blanchard, preconiza que vá até 4% a 5% não tem efeitos mais perniciosos do que a deflação/depressão em que estamos a mergulhar.</p>
<p><br/></p>
<p>Digo mais: Enquanto os mais variados economistas declaram saber lidar com a inflação, todos afirmam ser a deflação algo de mais complexo a corrigir.<br />
Então para quê cerca de 20 Cimeiras do EuroGrupo para “nada” decidir, quando o FED, decidiu comprar 17% da Dívida do Tesouro Americano nas semanas que seguiram a falência do Lehman Brothers? Enquando o BCE só tem no seu balanço 3% da Dívida Europeia que é bem menor?</p>
<p><br/></p>
<p>A razão é só uma:</p>
<ul>
<li>Este BCE é o Banco dos “Velhos” Alemães que não querem ver as suas poupanças afectadas (desvalorizadas) pela inflação.</li>
<li>Mas nós precisamos do BCE da “geração de indignados à rasca” para pagarem mais facilmente as dívidas que nós contraímos e lhes deixamos com “pesadíssima herança”.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>“No country for old men” – “Este País não é para velhos” &#8211; era o título (excessivo) de um filme.<br />
A que juntamos: “ We need a BCE for young men” ou “Precisamos do BCE da “geração à rasca”.</p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
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		<title>Crise: a solução depende de todos</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando se procuram responsáveis para a “crise mais grave desde a Segunda Guerra Mundial” (a afirmação é de Angela Merkel) e embora com graus de responsabilidade diferentes, a responsabilidade é de todos:



Das instâncias europeias que criaram um sistema financeiro único (o Euro) apoiado em sistemas económicos e orçamentais que ficaram longo de ser coordenados;
Da banca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/Idealight.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Quando se procuram responsáveis para a “crise mais grave desde a Segunda Guerra Mundial” (a afirmação é de Angela Merkel) e embora com graus de responsabilidade diferentes, a responsabilidade é de todos:<br />
<span id="more-1452"></span></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li>Das instâncias europeias que criaram um sistema financeiro único (o Euro) apoiado em sistemas económicos e orçamentais que ficaram longo de ser coordenados;</li>
<li>Da banca que avaliou mal os riscos de empréstimos às taxas baixas do Euro (1% como base) e que se colocou numa impossibilidade de recuperar os seus créditos quer aos Estados quer às empresas e particulares;</li>
<li>Dos Governos que partiram do princípio Keynesiano que o importante era “realizar projectos”, alguns ruinosos, esquecendo que para tal não dispunham da capacidade de emitir moeda para os pagar;</li>
<li>Dos particulares que seduzidos pela “miragem do Euro” (taxas de juro baixas), pensaram poder endividar-se a curto, médio e longo prazo, a taxas variáveis pensando que o facto de “estar na Europa” lhes ia pagar as dívidas.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Sendo todos responsáveis por ter exagerado ao contrair dívidas, também temos todos de aceitar a responsabilidade de as pagar. Nalguns casos “com língua de palmo”. Assim:  </p>
<ul>
<li>É utópico pensar que a “saída do Euro” resolveria este problema. Pelo contrário, a desvalorização imediata do escudo de 30% a 50%, tornaria a população portuguesa paupérrima de um dia para o outro.</li>
<li>Obviamente que os “cortes” exigidos pela Troika dificultarão o crescimento económico e não é daqui que as receitas fiscais vão aumentar.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Restam para recuperar competitividade e crescimento económico algumas soluções:<br />
1 – Deixar desvalorizar o Euro que é inutilmente (para os mais pobres) uma moeda forte.<br />
2 – Consumir menos, na medida em que este consumo vem, em elevada percentagem do estrangeiro. Se possível “consumindo produtos portugueses”.<br />
3 – Poupar, na medida do possível, um pouco mais e porque não (se queremos colaborar na solução colectiva) subscrever Títulos de Dívida Pública Portuguesa com remunerações de 16% a 1 e 3 anos, evitando o mais possível a dependência dos famosos “mercados financeiros internacionais” que, como é habitual, só emprestam a quem dá garantias.</p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
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		<title>Ciao Berlusconi</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 09:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Planos Poupança Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Certamente por recordar os filmes cómicos do néo-realismo italiano dos anos 60, assim como os seus actores, Tótó, Alberto Sordi, Ugo Tognazzi e mais recentemente, Roberto Benigni (A vida é Bela) que não consigo evitar rir quando vejo falar um italiano.


Com Berlusconi acontece-me o mesmo, salvo que mais recentemente a comédia transformou-se em tragédia, certamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/People/americanelections.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Certamente por recordar os filmes cómicos do néo-realismo italiano dos anos 60, assim como os seus actores, Tótó, Alberto Sordi, Ugo Tognazzi e mais recentemente, Roberto Benigni (A vida é Bela) que não consigo evitar rir quando vejo falar um italiano.<br />
<span id="more-1449"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Com Berlusconi acontece-me o mesmo, salvo que mais recentemente a comédia transformou-se em tragédia, certamente por influência grega.<br />
Na realidade o previsto, mas evitável, contágio do excesso de endividamento irlandês, grego e português, atingiu já a 4ª maior economia europeia, emissora de cerca de 2 mil milhões de Dívida Pública e cujas taxas ao subirem para mais de 7% a 10 anos, tornam impossível o seu reembolso atendendo ao crescimento económico anémico de toda a economia europeia.</p>
<p><br/></p>
<p>Como chegámos aqui e como sair daqui?</p>
<p><br/></p>
<p>1 – Indiscutivelmente que o “Euro” deu a todos os credores uma imagem errada de ausencia de risco, ou seja, de garantia de reembolso semelhante, aliás, à que continua a dar o Dólar.  Emprestar em Euros, ou em Dólares era aceitável para todos os credores nacionais e internacionais, dado tratar-se de uma “moeda forte”.<br />
Eu diria “forte demais” pois, se serve para economias poderosas – Alemanha, Holanda, Finlandia – não oferece competitividade às mais débeis – Portugal, Itália, Grécia, Espanha e mesmo França. Mas, como havia a crença de que a Europa estava por trás do Euro, todos emprestavam, barato ou seja a 2% e 3% a 10 anos em Euros.</p>
<p><br/></p>
<p>2 – Descoberta a cacofonia que existe nos líderes europeus, “toca a apertar o cinto” para consumirmos menos, pouparmos e pagarmos as dívidas. Aplicando Programas da Austeridade deliniados pelo FMI, BCE e UE.</p>
<p><br/></p>
<p>Em minha opinião, assim não vamos lá. É necessário; mas longe de ser suficiente.</p>
<p><br/></p>
<p>Tanto mais que tais medidas surgem sempre com atraso, atraso nos consensos, nas deliberações mas sobretudo na sua execução.</p>
<p><br/></p>
<p>Pedimos aos chineses, japoneses e árabes para nos ajudarem. Mas os europeus não dão respostas claras aos seus problemas.<br />
Assim, só ajudarão se a resposta europeia vier de duas fontes: </p>
<ul>
<li>A garantia do BCE de comprar a Dívida Pública que for necessária. Emitindo moeda.</li>
<li>A criação de Eurobonds garantidos por toda a Europa, medida que é equivalente.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>É inevitável que acabaremos por adoptar estas duas medidas. O mais rápido possível, para evitarmos passar da comédia à tragédia. Como aconteceu aos mercados na passada quarta-feira.</p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
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		<title>O Nascimento – 7 bilhões e um enterro</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 17:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Estávamos preparados para comemorar eufóricamente o nascimento do habitante, isto é, do consumidor 7.000.000.000 da Terra e acabámos no “enterro” da Grécia.


Apesar da gravidade e do impacto negativo deste último acontecimentp comemoro o primeiro numa ótica de marketing e de desenvolvimento económico, ou seja, do aumento do consumo, logo do investimento.

Com efeito este tem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/evolution.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Estávamos preparados para comemorar eufóricamente o nascimento do habitante, isto é, do consumidor 7.000.000.000 da Terra e acabámos no “enterro” da Grécia.<br />
<span id="more-1447"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Apesar da gravidade e do impacto negativo deste último acontecimentp comemoro o primeiro numa ótica de marketing e de desenvolvimento económico, ou seja, do aumento do consumo, logo do investimento.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito este tem a sua origem no nível da população, isto é, no número de consumidores e na capacidade de inovação tecnológica.<br />
Se na Europa, temos taxas de natalidade demasiado baixas e inovamos menos que o necessário, com a globalização os 3 biliões de novos habitante da Terra vão:</p>
<ul>
<li>Ter necessidades alimentares crescentes (Danone, Nestlé, Mc Donald’s)</li>
<li>Viajar (Easyjet, Airbus, Toyota, Novotel, Alstom TGV, Club Méditérranée, Brisa)</li>
<li>Cuidar da Saúde (Pfizer, Roche)</li>
<li>Divertir-se (Disney, MGM, Toshiba, Nintendo)</li>
<li>Comunicar (Apple, Samsung, Nokia, Google)</li>
<li>Consumir energia e matérias-primas (BP, Rio Tinto, Petrobras, Galp)</li>
<li>Realizar investimentos para a Reforma (AXA, Barclays, J.P.Morgan)</li>
<li>Recorrer ao crédito (BNP, Barclays, HSBC)</li>
<li>Finalmente, enriquecer e comprar produtos de luxo (Hermès, Vuitton, BMW, Rolex)</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Assim, se o desenvolvimento e os lucros das empresas com conhecimento, capacidade de investimentos, produtos inovadores e pessoas com vontade de se “atirar para a frente” nos vão garantir um futuro risonho e rentável, não podemos olhar demasiado para os que, por falta de previsão atempada do futuro, negação do Mundo exigente em que vivemos, incapacidade de realizar os esforços necessários para competir numa economia mundializada, vão, infelizmente, “deitando a esponja e a toalha para o ring, abandonando o combate, onde temem ficar KO”.</p>
<p><br/></p>
<p>E assim comemoremos também no Dia dos Finados o “fim” da Grécia. Com alguma pena pois, em tempos, tinham encontrado e mostrado o caminho: da Democracia, do Comércio e da Filosofia&#8230;</p>
<ul>
<li>Táctica para impor internamente dureza das medidas?</li>
<li>Táctica para melhorar o “pacote de ajudas”?</li>
<li>Baixa manobra política para “manter o poder”?</li>
<li>Imposição dos militares e/ou dos sindicatos?</li>
<li>Cansaço perante a tarefa herculea que espera os dirigentes?</li>
<li>“Acordo” do Governo com os “hedge-funds”?</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>O futuro (próximo) nos dirá. Mas decidam depressa, pois o “cinzento” e inaceitável pelos mercados.<br />
Se a Grécia abandonar o Euro, será (quase) o fim da Grécia, mas não será o do Euro nem da Europa.</p>
<p><br/></p>
<p>Pela nossa parte continuemos a fazer os esforços para nos mantermos no comboio. Consumindo menos, logo poupando mais e investindo nos 3 Biliões de novos consumidores que nascerão nos próximos 30/40 anos.</p>
<p><br/></p>
<p>Viva a “taxa de natalidade”.</p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Para sobreviver à crise, a capacidae de resilience</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 10:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Jacques Attali]]></category>

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		<description><![CDATA[“ A crise actual vai terminar um dia, deixando atrás de si inumeráveis vítimas e alguns vencedores. Portanto, seria possível para cada um de nós, dela sair em melhor estado do que nela entrou. Com a condição de compreender a sua lógica e o seu desenvolvimento, de se servir de novos conhecimentos acumulados em todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Savings/financialreturns.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />“ A crise actual vai terminar um dia, deixando atrás de si inumeráveis vítimas e alguns vencedores. Portanto, seria possível para cada um de nós, dela sair em melhor estado do que nela entrou. Com a condição de compreender a sua lógica e o seu desenvolvimento, de se servir de novos conhecimentos acumulados em todos os domínios, de contar sobre si próprio, de se tornar um actor do seu próprio destino, e de adoptar estratégias audaciosas de sobrevivência pessoal”.<br />
<span id="more-1445"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Esta longa frase é a primeira do livro “Survivre aux crises” publicado pelo eminente pensador Jacques Attali no início de 2009 e no qual descobri a importância da capacidade de “resiliance” para sobreviver às crises.</p>
<p><br/></p>
<p>Essa capacidade é mais do que a capacidade de resistência, pois trata-se da capacidade de resistir “e” de recuperar das dificuldades, dos traumatismos, das perdas derivadas das crises.</p>
<p><br/></p>
<p>Tendo em conta os anúncios sobre a situação da economia, das finanças, dos bancos, do estado social em Portugal e as dificuldades da Europa em lhes fazer face, é inevitável a situação de “vencidos” de muitos portugueses que não encontraram, até agora, nenhuma luz ao fundo do túnel.</p>
<p><br/></p>
<p>Se antes do início da crise em 2007, me deixei também abater fortemente pelo pessimismo, quando previ claramente que o problema dos “subprimes” ia ter profundas repercussões nos mercados financeiros, estou hoje confiante que a Europa, resultado da necessidade de “sobreviver” a duas Guerras Mundiais e actualmente de “sobreviver” à guerra geo-estratégica de mudança da liderança mundial para a Ásia, vai encontrar, progressivamente, soluções para a “sobrevivência” de todos, pobres e ricos.</p>
<p><br/></p>
<p>As duas próximas Cimeiras, Europeia (23 de Outubro) e G20 (3 de Novembro) trarão um princípio de resposta. Um princípio, porque a “crise será longa” (10 anos?).<br />
Assim cada um de nós terá de resistir, não passiva mas activamente, para sofrer o menos possível, adaptando atitudes conscientes e fortes de defesa comum do nosso País, das Finanças Públicas e sobretudo das Privadas.</p>
<p><br/></p>
<p>Muitos exemplos poderão ser tirados de um “Programa de Substituição das Importações”.</p>
<p><br/></p>
<p>Deixo um para “aliviar o clima”: “ O regresso da laranja descascada” em vez dos exóticos kiwi, papaias, mangas e ananases que hoje nos propõem, “sistematicamente” nos restaurantes. </p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
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		<item>
		<title>Finalmente quem arrisca petisca</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 18:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram precisos 35 “Merkozy”, ou seja, encontros entre Merkel e Sarkozy, um empurrão de Barroso e a ajuda do BCE para se chegar a consenso sobre a “falência programada” da Grécia. Considerada evidente e inevitável desde há pelo menos um ano.


E apesar da “resistência” de última hora da Eslováquia o Plano Europeu de Estabilização Financeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/gambling.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Foram precisos 35 “Merkozy”, ou seja, encontros entre Merkel e Sarkozy, um empurrão de Barroso e a ajuda do BCE para se chegar a consenso sobre a “falência programada” da Grécia. Considerada evidente e inevitável desde há pelo menos um ano.<br />
<span id="more-1436"></span></p>
<p><br/></p>
<p>E apesar da “resistência” de última hora da Eslováquia o Plano Europeu de Estabilização Financeira será implementado e dotado de capitais suficientes para evitar falências de bancos, Grécia e mais alguns Estados.</p>
<p><br/></p>
<p>Três consequências imediatas:</p>
<ul>
<li>As taxas de juro da Dívida Alemã a 10 anos, que constituiram um valor de refúgio desde há seis meses, subiram a partir dos 1,8% que pagavam, para quase 2,2%. Libertando montantes importantes para outros investimentos.</li>
<li>O euro voltou a cotações mais elevadas contra o Dólar, provando a apetencia por títulos europeus.</li>
<li>Finalmente, as acções europeias mais massacradas (bancos, seguros e cíclicas) subiram espectacularmente em cinco dias, premiando todos aqueles que tinham tido a coragem de se manter investidos neste tipo de títulos. Obviamente que os títulos dos sectores mais seguros (alimentação, farmácia, como exemplo) tiveram um comportamento mais moderado.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Damos a seguir exemplos desta afirmação com as subidas em cinco dias de bolsa dos dois tipos de títulos, onde se confirma que, há momentos, em que “arriscar” vale francamente a pena.</p>
<p><br/></p>
<table>
<tr>
<td colspan="2">Carteira Ofensiva</td>
<td colspan="2">Carteira Defensiva</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%">AXA (Seguros)</td>
<td width="20%">+ 26%  </td>
<td width="30%">  KRAFT FOODS (Alim.)</td>
<td width="20%">+ 4,2%  </td>
</tr>
<tr>
<td>  CG VERITAS (Petróleo)</td>
<td>+ 25,2%  </td>
<td>  NOVARTIS (Farmácia)</td>
<td>+ 3,7%  </td>
</tr>
<tr>
<td>  BNP PARIBAS (Banca)</td>
<td>+ 20,7%  </td>
<td>  COCA-COLA (Alim.)</td>
<td>+ 2,8%  </td>
</tr>
<tr>
<td>  VOLKSWAGEN (Auto)</td>
<td>+ 20,5%  </td>
<td>  SANOFI (Farmácia)</td>
<td>+ 2,7%  </td>
</tr>
<tr>
<td>  PEUGEOT (Auto)</td>
<td>+ 20,5%  </td>
<td>  PROCTER&#038;GAMBLE(Alim.)</td>
<td>+2,2%  </td>
</tr>
<tr>
<td>  VALLOUREC (Petróleo)</td>
<td>+ 19,5%  </td>
<td>  ROCHE (Farmácia)</td>
<td>+ 2,0%  </td>
</tr>
</table>
<p><br/></p>
<p>Notamos ainda que mesmo os bancos gregos subiram de 10% a 20% na última quarta-feira.<br />
E no futuro o que fazer?</p>
<p><br/></p>
<p>Dizem os analistas existir um potencial de subida dos mercados accionistas europeus de 15%. Nós acrescentamos que os bancos franceses altamente massacrados perderam 50% do seu valor desde 1 de Julho. O que significa que se voltarem às mesmas cotações de Julho subirão 100%. Tendo já recuperado cerca de 30% ainda há margem de subida.</p>
<p><br/></p>
<p>Se a “ salvação” da Grécia se concretizar e se voltar o “gosto pelo risco”.<br />
Cada um deve decidir em função da sua coragem e apetencia ao risco.</p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Para quando a recuperação dos mercados?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/8Qh24WQH61I/para-quando-a-recuperacao-dos-mercados-20111010.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/para-quando-a-recuperacao-dos-mercados-20111010.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 13:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[FED]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Estabilização Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Ajuda à Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Quantitative Easing]]></category>
		<category><![CDATA[Trichet]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante todo o Verão os mercados financeiros foram comandados por duas “esperanças”:

A concretização de um Plano de Ajuda à Grécia decidido na Cimeira de 21 de Julho.
A decisão da FED de lançar o seu 3º Programa de facilidades monetárias, ou seja, empréstimos a taxas próximas de zero aos bancos.


Neste início de Outubro nenhuma destas medidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/seeking.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Durante todo o Verão os mercados financeiros foram comandados por duas “esperanças”:</p>
<ul>
<li>A concretização de um Plano de Ajuda à Grécia decidido na Cimeira de 21 de Julho.</li>
<li>A decisão da FED de lançar o seu 3º Programa de facilidades monetárias, ou seja, empréstimos a taxas próximas de zero aos bancos.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Neste início de Outubro nenhuma destas medidas entrou em execução e, pelo contrário, constatou-se uma crescente dificuldade da Grécia em cumprir um conjunto de medidas de austeridade que lhe foram impostas e tinham sido aceites. Ao ponto de a União Europeia ter criado um “comando especial” de altos funcionários para ajudarem o Governo Grego a governar.</p>
<p><br/></p>
<p>Nesto momento os mercados duvidam da capacidade dos líderes europeus e internacionais (União Europeia, BCE e FMI) em: </p>
<ul>
<li>Assumirem duma vez por todas a “recuperação” da Grécia e consequentemente do Euro e mesmo da União Europeia. Apesar de alguns considerarem que um “incumprimento organizado”, isto é, parcial e bem definido é suficiente para aguentar a Grécia no Euro.</li>
<li>Encontrarem e definirem definitivamente os mecanismos de ajuda, isto é: O nível do Fundo de Estabilização Europeu e sobretudo o seu nível de alavancagem, ou seja, de garantia das compras de obrigações pelo BCE.</li>
<li>Criarem uma “holding” que já tem o nome de “Eureka” que compraria “por grosso” e duma vez só por 125 Mil Milhões de Euros, todos as empresas públicas gregas, que posteriormente e, com tempo, seriam privatizadas no mercado, digamos, a retalho.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Duas outras notícias circulam com o objectivo de animar os mercados:</p>
<ul>
<li>Finalmente a saída nos Estados Unidos do 3º Plano de “Quantitative Easing”.</li>
<li>A saída, em beleza, do Sr. Trichet do BCE com uma baixa de 0,5% da taxa de juro.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Perante tantos cenários hipotéticos, há que acreditar que algo será concretizado e limitar o investimento a Obrigações e a Acções defensivas que proporcionam elevados rendimentos e pertencem a sectores “indispensáveis” como a Alimentação, a Farmácia, as Concessões (Água, Electricidade, Auto-Estradas e Telefone) ou investir em Fundos de Retorno Absoluto como a AXA WF Optimal Absolute, que investe na alta e na baixa em tudo o que é cotado (acções, obrigações, divisas, matérias-primas). Procurando todas as oportunidades de “ganhar um pouco” nestes mercados tão difíceis.</p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize &#038; Diário Económico 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Não ao Short-Selling</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/kSLPnx-OUwQ/nao-ao-short-selling-20110830.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/nao-ao-short-selling-20110830.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 13:51:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

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		<description><![CDATA[O pânico dos mercados e o “crash” que por vezes lhe sucedem, tanto se pode basear em dados reais da macroeconomia ou das empresas como em “rumores” com maior ou menor consistência.


A enorme baixa de 20%, num dia, da Société Générale tem a sua explicação num conjunto de boatos, em minha opinião intencionais, que aproveitaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/cuidado.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />O pânico dos mercados e o “crash” que por vezes lhe sucedem, tanto se pode basear em dados reais da macroeconomia ou das empresas como em “rumores” com maior ou menor consistência.<br />
<span id="more-1428"></span></p>
<p><br/></p>
<p>A enorme baixa de 20%, num dia, da Société Générale tem a sua explicação num conjunto de boatos, em minha opinião intencionais, que aproveitaram de um conjunto de circunstâncias propícias, isto é:</p>
<ul>
<li>O “TIMING” – As datas próximas do feriado de 15 de Agosto, são consideradas propícias por ausência de operadores.</li>
<li>O “CLIMA” – Há uns bons meses que vivemos nos mercados financeiros, num clima de desconfiança quanto à capacidade e à vontade dos líderes europeus e americanos, em tomarem as medidas necessárias, para enfrentar com êxito os problemas das enormes Dívidas. Os “acordos” de última hora, ao constituírem só um “primeiro passo” que carece de medidas complementares, não tranquilizou os mercados.</li>
<li>Os “RATINGS” – Depois da baixa dos “ratings” de vários países europeus, a decisão da Standard &#038; Poor’s de degradar o “rating” dos Estados Unidos, aumentou a inquietação, levando a admitir que os “ratings” de outros países como a França também poderiam baixar.</li>
<li>A “BANCA” – Possuindo em carteira elevadas quantidades de Dívida Pública, os Bancos enfrentam a possibilidade de prejuízos incomportáveis, em caso de dificuldade de venda de Obrigações dos Tesouros Europeus.</li>
<li>A “IMPRENSA” – Para acrescentar a este cenário de “inquietação” o Le Monde decidiu publicar durante as férias um conjunto de artigos de “Ficção Financeira”, passados em 2012, mas com um conjunto de cenários muito pouco abonatórios, para a evolução dos mercados.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Plantado este cenário, entram em cena os “ESPECULADORES” ou seja vendedores de títulos a descoberto – “short-sellers”.<br />
Como actuaram no caso da Société Générale?</p>
<ul>
<li>Sabemos que a França não consegue equilibrar um Orçamento desde há 30 anos e que, a sua Dívida Pública atinge 80% do PIB. É um “candidato” à perda dos AAA.</li>
<li>Sabe-se que a Société Générale é um excelente especialista de mercados derivados, onde se ganham mas também perdem montantes consideráveis.</li>
<li>Além disso este Banco está bastante envolvido no mercado grego e é um dos principais portadores de Dívida Francesa. Está encontrado o “alvo” ideal, para um ataque dos “short-sellers.</li>
<li>O jornal “Mail on Sunday” de dia 7, “informa” que a Société Générale se encontra à beira de enormes perdas na Grécia. E na quarta-feira 10 um rumor atribui a notícia do Mail on Sunday à convicção, que a “ficção financeira” do Le Monde sobre a explosão da zona euro em 2012 era verdadeira.</li>
<li>Para aumentar a confusão uma jovem jornalista da Reuters Paris na sua conta Twitter, também refere o assunto.</li>
<li>Mas esta notícia já tinha passado para o Libération, tendo entretanto provocado uma Notícia da France Press acusando os artigos do Le Monde da queda dos títulos da Sociétè Générale.</li>
<li>E o regresso, inesperado, de Sarkozy de férias destinado a acalmar os ânimos, ajudou ao pânico.</li>
</ul>
<p>Conclusões:</p>
<ul>
<li>Os mercados já são suficientemente complexos, para que seja dispensável, sobretudo em períodos de férias, dar asas à “imaginação jornalística” com artigos de “ficção financeira”.</li>
<li>A baixa da cotação do título da Société Générale de cerca de 20% já foi em grande parte anulada mas infelizmente acompanhada de baixa de 10% de outros títulos financeiros. </li>
<li>Alguns investidores assustaram-se com a queda deste sector, que já se encontrava no topo das quedas, e saíram dos mercados, com elevados prejuízos…</li>
<li>Se bem que as Autoridades de Mercado vão abrir inquéritos, quem vendeu, já perdeu.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Atenção pois a estes terrenos minados, e à confusão entre “virtual” e “real” que nos mercados pode custar muito caro.<br />
Entretanto depois deste nível de baixas comprei Société Général e BNP. A preços que considero de “saldo”.</p>
<p>© Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>É tempo de ser Contrarian</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/Xr-eFSYC9rY/e-tempo-de-ser-contrarian-20110725.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/e-tempo-de-ser-contrarian-20110725.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 10:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[American Airlines]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[EADS]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<category><![CDATA[Merkel]]></category>
		<category><![CDATA[Moody's]]></category>
		<category><![CDATA[Papandreou]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda-feira, dia 18, 16 horas: olho para os écrans dos mercados e das carteiras e parecia estar a ver o estádio da Luz: tudo encarnado.
Dei um grito e um murro na mesa: “Não pode ser. Isto é demais e é uma estupidez”. É altura de “ir contra o mercado”. Ou seja tornar-me nitidamente “contrarian”.


Lembro-me das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/evaluation.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Segunda-feira, dia 18, 16 horas: olho para os écrans dos mercados e das carteiras e parecia estar a ver o estádio da Luz: tudo encarnado.<br />
Dei um grito e um murro na mesa: “Não pode ser. Isto é demais e é uma estupidez”. É altura de “ir contra o mercado”. Ou seja tornar-me nitidamente “contrarian”.<br />
<span id="more-1424"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Lembro-me das bichas à porta dos Apple Stores para comprar um dos 20 Milhões de iPhone. A Apple vai apresentar resultados na 4ª feira. “Tem” de estar a ganhar “muito dinheiro”. Compro Apple.</p>
<p><br/></p>
<p>Os Bancos Europeus e Americanos estão a preços ridículos: Compro Wells Fargo que vai anunciar resultados nesse dia à noite, BNP Paribas e um dos bancos portugueses massacrados pela Moody’s depois de passarem com êxito os “stress-tests”.</p>
<p><br/></p>
<p>Apesar de a EADS fabricante do Airbus já ser a maior posição numa das carteiras, reforço a posição. Depois de ter vendido 900 aviões desde o início do ano dos quais 730 no Salão do Bourget, teve uma nova encomenda de 240 Airbus da American Airlines.</p>
<p><br/></p>
<p>Conclusão: O Mundo não parou à “espera da Sra. Merkel, do Sr. Barroso e do Sr. Papandreou”. Que continuam a “ir todas as semanas a Bruxelas, “mesmo que em classe turística” mas sempre “à custa do orçamento”.</p>
<p><br/></p>
<p>E se não forem de vez em quando “uns gritos de revolta e uns murros na mesa” para contrariar mercados, analistas, gestores demasiado dependentes,  com medo de investir, continuaremos mais uns tempos “em auto-massacre”.</p>
<p><br/></p>
<p>Helmut Kohl deu esta semana “um murro na mesa” afirmando que a Sra. Merkel “estava a destruir o que ele tinha construído”: Europa e Euro, Reunificação Alemã e Paridade Marco  Oeste/Leste. Decisões que necessitaram muito menos tempo do que “a ajuda aos países periféricos”. Os quais estão endividados porque por “convicção saloia”, se puseram a “comprar submarinos”, a “construir auto-estradas”, a “destruir a agricultura e as pescas” para se integrarem, a crédito, numa Europa unida, “solidária” e mais próspera. Um autêntico “barrete” excelente para ser enfiado por “um rapaz da Covilhã”, que só viu que “o Mundo mudou” em inícios de 2011…</p>
<p><br/></p>
<p>Mas esse Mundo em profunda mutação, que empobrece de um lado, enriquece na Ásia, na América Latina e faz enriquecer as empresas ocidentais que aí se implantam e que para aí vendem.<br />
Há muitas e as suas vendas, os seus lucros e as suas cotações vão continuar a subir.</p>
<p><br/></p>
<p>Nem é preciso ser “contrarian”. Basta apanhar “o bom comboio”. Aproveite as férias para ganhar a coragem para “não ouvir” políticos, analistas e técnicos de rating.<br />
O tempo é de coragem e de acção. E não deixe para “depois de férias” a reorganização da sua carteira.</p>
<p><br/></p>
<p>P.S. – Se este artigo lhe parecer pouco técnico, acertou.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Obrigado, Moody’s pelos dois “murros” que me deste</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/HgkV0dg0SqM/obrigado-moodys-pelos-dois-murros-que-me-deste-20110718.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/obrigado-moodys-pelos-dois-murros-que-me-deste-20110718.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 16:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1421</guid>
		<description><![CDATA[Asseguro os leitores que não sou masoquista. E que continuo com a maior vontade de “marchar contra a Moody’s”. Apesar de, nesta 2ª feira, ter levado “dois murros” da Moody’s um no fígado (das acções) e outro no baço (o das obrigações).


E que só consegui continuar a respirar porque continuo a respeitar a diversificação internacional, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/boxe.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Asseguro os leitores que não sou masoquista. E que continuo com a maior vontade de “marchar contra a Moody’s”. Apesar de, nesta 2ª feira, ter levado “dois murros” da Moody’s um no fígado (das acções) e outro no baço (o das obrigações).<br />
<span id="more-1421"></span></p>
<p><br/></p>
<p>E que só consegui continuar a respirar porque continuo a respeitar a diversificação internacional, fora do Euro, onde a baixa desta moeda relativamente ao USDólar e Iene de 3% na última semana compensou, parcialmente, a baixa de alguns títulos.</p>
<p><br/></p>
<p>Quais as vantagens desta decisão injusta e sobretudo inoportuna, da Moody’s:</p>
<p><br/></p>
<p>O contágio que rapidamente se estabeleceu relativamente à Dívida Italiana, um peso-pesado, “too big to fail”, fez acordar os dirigentes europeus para a necessidade absoluta de “tomarem decisões”. Tanto mais que depois de andarem às voltas com uma cacofonia de “palpites”, mais ou menos afastados da urgente necessidade de reestruturação da Dívida Grega parece terem voltado à “estaca zero” e decidido comprar através do Fundo Europeu de Estabilização Financeira as Obrigações que estão perto do vencimento e de as substituir por Obrigações a sete ou dez anos com uma taxa de juro aceitável. A qual, em minha opinião, deveria ser igual à alemã. Na realidade foi este país que emprestou muito dinheiro aos gregos para comprarem armamento ultra-moderno para “um dia” poderem “resistir aos turcos”. Esquecendo que construímos a Europa para acabar com “guerras de vizinhança”. E que hoje as guerras são económicas. E que a Turquia já ganhou esta guerra com um crescimento de 7% ao ano…</p>
<p><br/></p>
<p>Como tudo está ligado nos mercados financeiros, Portugal beneficiou muito deste “alerta italiano”:</p>
<ul>
<li>Deixando de estar no centro das atenções, aliviaram as vendas dos títulos portugueses (acções e obrigações) que começaram a recuperar na terça-feira.</li>
<li>A Dívida Portuguesa passou a fazer parte de um conjunto mais alargado de problemas que serão resolvidos por medidas de fundo mais alargadas. </li>
<li>O “aviso” de que os Bancos Portugueses passaram nos “stress-tests” demonstra que sabemos gerir situações difíceis nos mercados financeiros.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>E, finalmente, a antecipação de respostas ao maior deficit português por parte do Governo apesar de constituir um “murro no estômago” para todos os portugueses, também ajudará a baixar o consumo (de bens importados para o Natal), permitindo aos seus filhos e netos terem “algum ar para respirar no futuro”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>Contra a Modddy’s, marchar, marchar</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/EOwl90bc-WE/contra-a-modddys-marchar-marchar-20110708.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/contra-a-modddys-marchar-marchar-20110708.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 10:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Agencias de rating]]></category>
		<category><![CDATA[Divida Portugues]]></category>
		<category><![CDATA[Moody's]]></category>
		<category><![CDATA[rating]]></category>

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		<description><![CDATA[É ponto assente que as Agências de Rating foram dos principais responsáveis da crise dos empréstimos hipotecários subprime americanos. Considerando estes empréstimos de nível máximo (AAA) equivalente ao dos seus emissores, os maiores bancos americanos, baseando-se igualmente na “crença infantil” que “o imobiliário sobe sempre”, a Moody’s perdeu toda a credibilidade para continuar a emitir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/dollarsburningsmall.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />É ponto assente que as Agências de Rating foram dos principais responsáveis da crise dos empréstimos hipotecários subprime americanos. Considerando estes empréstimos de nível máximo (AAA) equivalente ao dos seus emissores, os maiores bancos americanos, baseando-se igualmente na “crença infantil” que “o imobiliário sobe sempre”, a Moody’s perdeu toda a credibilidade para continuar a emitir opiniões sobre Empréstimos Obrigacionistas.<span id="more-1417"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Mas conseguiu assim ajudar os Bancos Americanos a exportar a crise, tornando-a mundial e “disfarçando”, parcialmente a situação dos bancos e seguradoras americanas.<br />
Alguém tem de continuar a pagar a crise… E embora com pequena dimensão internacional, a revisão do “rating” da Dívida Pública Portuguesa, permite não só beneficiar de maiores juros, como “comprar baratas” as acções das empresas a privatizar…</p>
<p><br/></p>
<p>Serão largamente comentadas as razões do erro, da injustiça e da oportunidade do anúncio da Moody’s.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas o que me interessa neste artigo é responder à pergunta: O que fazer?<br />
1 – Não esquecer que, baseando-se nos dados conhecidos e publicados, a Moody’s se refere aos números de final de Março. Os quais se revelaram, mais uma vez, piores que os previstos.<br />
2 – Obviamente que vamos pagar juros da Dívida Pública e Privada mais elevados, o que dificultará (atrasará) a recuperação em que todos estamos empenhados.<br />
3 – É evidente que as carteiras de obrigações do Estado e de Acções e Obrigações dos Bancos e Seguradoras Portuguesas levarão um “rombo” proporcional à duração das emissões. Mas só há duas coisas a fazer, tanto mais que o “rating” também pode subir: Ou guardar até ao vencimento aproveitando os “juros astronómicos”, superiores a 10%, que proporcionam, ou mesmo, para quem tiver liquidez, reforçar, comprando esses títulos a preço de saldo, apostando no cumprimento das Obrigações da Dívida Pública Portuguesa.</p>
<p><br/></p>
<p>Para terminar uma citação do último livro de Jacques Attali: “Será a capacidade de “résiliance” (resistência contra a adversidade) que determinará a maior ou menor probabilidade de saída das crises e a duração destas”. Tanto para os Estados, como para as Empresas, como para os Particulares.<br />
Parece-me ser chegada a altura de nos lembrarmos dos Navegadores Portugueses do Séc. XVI (os Heróis do Mar) e de alterar, ligeiramente, de acordo com o título uma das estrofes do Hino Nacional.</p>
<p><br/></p>
<p>Que devemos cantar bem “afinados”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>Premios aos melhores Gestores de Fundos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/mI9WE5i1m3M/premios-aos-melhores-gestores-de-fundos-20110606.html</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 16:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Económico]]></category>
		<category><![CDATA[Morningstar]]></category>

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		<description><![CDATA[São conhecidos e frequentemente condenados os “prémios milionários” que os gestores de activos internacionais recebem das instituições (bancos, gestoras e seguradoras) que os empregam.

Como nos futebolistas, tais prémios que fazem parte da remuneração variável acordada, correspondem, para “os gestores vedetas”, às cláusulas de rescisão faraónicas que, impedem as transferências de jogadores de futebol célebres.

Como em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Imprensa/economico.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />São conhecidos e frequentemente condenados os “prémios milionários” que os gestores de activos internacionais recebem das instituições (bancos, gestoras e seguradoras) que os empregam.<span id="more-1414"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Como nos futebolistas, tais prémios que fazem parte da remuneração variável acordada, correspondem, para “os gestores vedetas”, às cláusulas de rescisão faraónicas que, impedem as transferências de jogadores de futebol célebres.</p>
<p><br/></p>
<p>Como em Portugal “o que conta é o futebol” os nossos gestores de Fundos não são famosos, nem recebem prémios milionários. Mas uma vez por ano e com toda a oportunidade e justiça o Diário Económico e a Morningstar convidam-nos para um Jantar no Ritz onde são distribuídos os Prémios dos melhores gestores do ano.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim o objectivo deste artigo é duplo:<br />
1 &#8211; Felicitar os vencedores que sei exercerem a sua função com estudo permanente dos mercados, com o enorme stress provocado pela enorme volatilidade destes e enfrentando frequentemente situações anómalas e totalmente imprevisíveis que vão das “cinzas do vulcão islandês” ao “tsunami do Japão”, passando pelas afirmações contraditórias sobre a situação das dívidas nos países periféricos da Europa, que se seguiram às “aldrabices dos sub-primes” e do Madoff.<br />
É preciso ter “muito sangue frio”.<br />
Tanto mais que a indústria de gestão de Fundos passou de um volume de activos de 29.138 Milhões de Euros em 2006 para 14.237 Milhões de Euros em 2010. Uma miséria…</p>
<p><br/></p>
<p>2 &#8211; Registar o facto que tal se deve ao aumento da “aversão ao risco” por parte dos aforradores, mas também e sobretudo à política comercial dos Bancos distribuidores de Fundos e Seguros de Vida e/ou PPR de rendimento garantido. Que nos últimos anos deram nítida preferência aos produtos de longo prazo de rendimento garantido, assim como aos Depósitos a prazo de rendimento crescente. Em detrimento de maior atenção aos seus Fundos de Investimento, o que é lamentável e errado numa óptica de gestão de longo prazo.</p>
<p><br/></p>
<p>Todavia ontem deparei com um anúncio da seguradora alemã Allianz (por acaso a maior da Europa), que tinha como título: “HÁ UMA COISA A SABER: O INVESTIMENTO SEM RISCO, TORNOU-SE ARRISCADO”.</p>
<p><br/></p>
<p>Ou seja, são os “fabricantes e gestores” dos produtos sem risco de longo prazo – vulgo os PPR garantidos &#8211; que fazem “marcha atrás” declarando o erro que existe em investir em carteiras maioritariamente obrigacionistas no momento actual.</p>
<p><br/></p>
<p>Para a semana explico porquê.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>DSK e a zona Euro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/GvPzpOmcPxs/dsk-e-a-zona-euro-20110530.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/dsk-e-a-zona-euro-20110530.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 07:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[DSK]]></category>

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		<description><![CDATA[Dominique Strauss-Kahn foi das primeiras pessoas que conheci pessoalmente, quando cheguei a Paris em 1971 para fundar a Império-França.

Professor universitário, acabara de publicar com o actual Presidente da resseguradora Scor, Dennis Kessler, o primeiro livro que li sobre a impossibilidade de os sistemas oficiais de reforma, por distribuição, assegurarem, sem complementos por capitalização, as reformas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/Europa.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Dominique Strauss-Kahn foi das primeiras pessoas que conheci pessoalmente, quando cheguei a Paris em 1971 para fundar a Império-França.<span id="more-1409"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Professor universitário, acabara de publicar com o actual Presidente da resseguradora Scor, Dennis Kessler, o primeiro livro que li sobre a impossibilidade de os sistemas oficiais de reforma, por distribuição, assegurarem, sem complementos por capitalização, as reformas que os franceses (e podemos dizer europeus) ambicionavam.</p>
<p><br/></p>
<p>Vem desse encontro a minha “paixão “ pela necessidade de complementos de reforma que me levou a sugerir em 1987 ao Dr. Miguel Cadilhe a criação dos PPR.</p>
<p><br/></p>
<p>Ultimamente bem maltratados, por alguns analistas, jornalistas e mesmo políticos. Por confundirem a qualidade da gestão, isto é, as rentabilidades, que podem e têm de melhorar, com a necessidade absoluta de um produto, que em Portugal constitui um “paraíso fiscal”. Sem necessidade de emigração da poupança para a Suíça ou Ilhas Cayman.<br />
Mas voltemos a DSK.</p>
<p><br/></p>
<p>Segundo o jornalista económico Martin Wolf, DSK foi o “homem que era preciso”, “no lugar que era preciso” e “no momento em que foi preciso”.</p>
<p><br/></p>
<p>Revelou no exercício das suas funções ter sido um “decisor audacioso”, um “político eficaz” e um “economista competente”. E mais, “um dos raros políticos europeus ouvido pelos políticos alemães”.</p>
<p><br/></p>
<p>É raro um homem reunir este conjunto de qualidades, que muito poderia ajudar na resolução dos problemas de equilíbrio das contas públicas francesas e dos países periféricos e no prosseguimento do magnífico Projecto Europeu que está em risco de colapso, se alguns países tiverem de sair do Euro.</p>
<p><br/></p>
<p>Christine Lagarde possui os requisitos necessários para o substituir, e obviamente que não há ninguém insubstituível, mas DSK em vez de ter desempenhado o “papel do mau da fita” habitual no FMI, revelou-se como europeu e como socialista, altamente compreensivo relativamente aos problemas da Europa do Sul, onde nasceu, e dos menos afortunados deste continente. Apesar de ser rico, por casamento.</p>
<p><br/></p>
<p>A França perdeu um excelente Presidente e nós “um amigo”.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, sofri um tremendo choque quando o vi sair, algemado e descomposto, a caminho do Tribunal que considerou dever apresentar a julgamento um “homem indispensável” para a nossa “governance”.</p>
<p><br/></p>
<p>Infelizmente, um doente, “viciado em sexo”.</p>
<p><br/></p>
<p>“Le temps d’apprendre à vivre… et il est déjà trop tard” (Aragon).</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>1º ano ETV: faltou a Adriana Karembeu</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 09:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Karembeu Dévelopment]]></category>
		<category><![CDATA[AKD]]></category>
		<category><![CDATA[Alternex]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[ETV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Estabilização Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Modernização da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Trichet]]></category>
		<category><![CDATA[Troika]]></category>

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		<description><![CDATA[O ETV comemorou na passada 6ª feira o seu 1º Aniversário com um conjunto de emissões em directo onde se destacou uma Conferência com os Presidentes dos cinco maiores bancos nacionais, que examinou a evolução da actividade económica e financeira depois do plano de “Modernização da Economia” da Troika.

A expressão “Plano de Modernização da Economia” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/upmarket.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />O ETV comemorou na passada 6ª feira o seu 1º Aniversário com um conjunto de emissões em directo onde se destacou uma Conferência com os Presidentes dos cinco maiores bancos nacionais, que examinou a evolução da actividade económica e financeira depois do plano de “Modernização da Economia” da Troika.<span id="more-1404"></span></p>
<p><br/></p>
<p>A expressão “Plano de Modernização da Economia” tirada do jornal “Le Figaro” é bem mais simpática que as expressões masoquistas portuguesas Plano de Austeridade ou de Ajuda Financeira.</p>
<p><br/></p>
<p>Depois de desfeita a ideia de que o FMI era o “mau da fita”, dado que até nos emprestará fundos mais baratos do que o BCE e o Fundo de Estabilização Europeu (3,5% ou 3,75% a 5 anos), quiseram os “mercados” associar-se ao Aniversário das seguintes maneiras:<br />
1.	Reagindo ao discurso do Sr.Trichet, que deixou de falar em inflação na Europa, preferindo acentuar a necessidade de um dólar forte, assistimos a uma desvalorização de 3,5% do Euro face ao Dólar. O que facilitará as exportações europeias.<br />
2.	Tendo a conta os resultados medíocres da economia americana no que respeita ao emprego, logo ao consumo, o conjunto das matérias-primas, industriais e agrícolas, desceram fortemente com relevo para uma baixa da prata de cerca de 25% em dois dias.<br />
Revelando uma viragem de sentido, na especulação à volta destes activos físicos.<br />
3.	Nomeadamente do petróleo que tinha subido para níveis insuportáveis para os consumidores (particulares e empresas), contribuindo assim para uma diminuição da pressão inflacionista, logo das taxas de juro.<br />
4.	Estas no caso da Dívida Pública Portuguesa também manifestaram alguma vontade de baixar mas, infelizmente, tal tendência não se confirmou no início desta semana devido às dificuldades crescentes da Grécia.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas ao olhar para o painel de oradores, que representam quase 100% dos financiamentos em Portugal tive o sentimento de que nele faltava uma empresária francesa de sucesso que nesse mesmo dia tinha introduzido, com êxito, a sua empresa (AKD) no Alternex, um mercado para PME da Euronext.</p>
<p><br/></p>
<p>Constituindo assim um “bom exemplo” para uma alternativa futura do financiamento das empresas europeias. E nomeadamente para países onde o financiamento bancário vai diminuir. Como em Portugal.</p>
<p><br/></p>
<p>Esta empresária de uma PME de cosmética, ex-top model, é accionista maioritária da AKD, que se lê Adriana Karembeu Dévelopment.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>Investir na Dívida Pública</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/DcWcIQR_lbM/investir-na-divida-publica-20110509.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/investir-na-divida-publica-20110509.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 May 2011 11:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[As dificuldades das Finanças Públicas Portuguesas têm levado os investidores portugueses a “fugir” das acções, das instituições bancárias nacionais e da Dívida Pública Portuguesa.

A razão principal é o “medo”, ou seja a recordação dos prejuízos das nacionalizações do 25 de Abril, dos diversos “crashes” bolsistas, das crises do Séc.XXI (internet e subprimes), das falências do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Performance/moreandmorenotes2.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />As dificuldades das Finanças Públicas Portuguesas têm levado os investidores portugueses a “fugir” das acções, das instituições bancárias nacionais e da Dívida Pública Portuguesa.<span id="more-1401"></span></p>
<p><br/></p>
<p>A razão principal é o “medo”, ou seja a recordação dos prejuízos das nacionalizações do 25 de Abril, dos diversos “crashes” bolsistas, das crises do Séc.XXI (internet e subprimes), das falências do BPN e BPP, e da recente desvalorização da Dívida Pública Portuguesa devida à alta das suas taxas de juro.</p>
<p><br/></p>
<p>“Se gato escaldado de água fria tem medo” os investidores portugueses têm sido “cozinhados em lume brando” ao longo destes últimos 30 anos…</p>
<p><br/></p>
<p>Luís Leitão e Alexandra Brito procuraram em recente artigo do DE “Saiba se o seu dinheiro está seguro com a intervenção do FMI” “acalmar os ânimos” e combater a “onda de boatos negativos” que ultimamente têm aparecido, dando em simultâneo algumas ideias de investimentos seguros.</p>
<p><br/></p>
<p>É meu objectivo apoiar esse artigo com impacto positivo na “saúde pública” com uma sugestão de investimento em Portugal.</p>
<p><br/></p>
<p>A Dívida Pública Portuguesa oferece hoje rentabilidades excepcionais de quase 9% a um ano. E a 2 anos mais de 11%.</p>
<p><br/></p>
<p>São níveis de recorde histórico para a Dívida Portuguesa em euros, só admissíveis se partirmos do princípio que vamos “falir” no próximo ano.</p>
<p><br/></p>
<p>Serão precisas, muita imaginação e muita coragem para negar tal hipótese de “default” e para aproveitar essa benesse?</p>
<p><br/></p>
<p>Mas os bancos continuam a propor os seus “depósitos de taxa crescente”, com metade do rendimento…Procurando a sua liquidez em detrimento dos clientes.</p>
<p><br/></p>
<p>Ora, quer directamente, quer através dos PPR-Fundos com 0% a 5% de Acções esta dívida está acessível. Com a condição de a procurar…</p>
<p><br/></p>
<p>Já a subida das acções portuguesas parece-me ter algo de “fogo de artifício”, pois o FMI prevê uma recessão anual de 2% nos próximos dois anos, o que penalizará as empresas mais expostas ao consumo dos portugueses e menos internacionalizadas.</p>
<p><br/></p>
<p>Em suma, uma altura para directamente ou através de Fundos de Obrigações e PPR (estes com um imposto sobre rendimento e mais-valias reduzido a 8% em vez de 20% ao fim de oito anos) compensar o aumento dos impostos.</p>
<p><br/></p>
<p>Se pedimos aos outros para acreditarem na nossa capacidade de recuperação porque não “dar o exemplo”?</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Renovar a alocação estratégica</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/2qTTxVs_NfM/renovar-a-alocacao-estrategica-20110502.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/renovar-a-alocacao-estrategica-20110502.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 May 2011 18:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Planos Poupança Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações do Tesouro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1399</guid>
		<description><![CDATA[Contrariamente ao “clima pesado” que vivemos em Portugal com os anúncios sucessivos de maior rigor quer no Orçamento do Estado, quer nos orçamentos familiares, os mercados têm proporcionado algumas performances bastante positivas nalgumas classes de activos.

Assim e situando-nos numa óptica de longo prazo ou seja nos últimos dez anos:

O petróleo viu o seu preço em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/recycle.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Contrariamente ao “clima pesado” que vivemos em Portugal com os anúncios sucessivos de maior rigor quer no Orçamento do Estado, quer nos orçamentos familiares, os mercados têm proporcionado algumas performances bastante positivas nalgumas classes de activos.<span id="more-1399"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Assim e situando-nos numa óptica de longo prazo ou seja nos últimos dez anos:</p>
<ul>
<li>O petróleo viu o seu preço em Dólares multiplicado por 4 </li>
<li>O ouro subiu 600%</li>
<li>O trigo e outras matérias-primas agrícolas subiram cerca de 300%</li>
<li>As obrigações cujas taxas de juro desceram na última década proporcionam mais-valias importantes (função da duração e do nível de risco)</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Mas as acções que evoluíram em “montanha russa” que os investidores menos activos suportaram ainda se encontram 25% abaixo do nível de há dez anos ou seja do pico da “bolha internet”.</p>
<p><br/></p>
<p>Como entretanto a crise dos “subprimes” ainda está presente, embora em recuperação lenta mas sistemática, e que a volatilidade, embora mais baixa, se mantém, há hesitações em investir em acções internacionais.</p>
<p><br/></p>
<p>Ora a próxima década é por muitos analistas considerada “a década das acções”.</p>
<p><br/></p>
<p>Pessoalmente considero que nos dois próximos anos assistiremos, inevitavelmente, à sua valorização, pelas seguintes razões:</p>
<ul>
<li>As empresas tomaram, no início da crise, medidas de reestruturação da sua actividade com fortes reduções de custos, logo melhoria dos resultados.</li>
<li>Estes continuam a crescer entre 10% e 15% ao ano, “puxados” pelas vendas no conjunto dos mercados e nomeadamente dos emergentes (+5% a 9% de crescimento anual)</li>
<li>Algumas matérias-primas que estão em valores de record em alta, tenderão a estabilizar ou mesmo a baixar.</li>
<li>As empresas americanas beneficiarão de um dólar em importante desvalorização (-9% relativamente ao euro)</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Assim na sua realocação de activos deve preferir:</p>
<ul>
<li>80% no investimento em acções, nomeadamente americanas ou europeias e de empresas com forte implantação nos mercados emergentes (onde a economia cresce a ritmos elevados)</li>
<li>10% no imobiliário, que tal como as acções resiste melhor ao inevitável regresso da inflação. Refiro-me ao imobiliário asiático e francês através de Fundos de Investimento especializados</li>
<li>10% no aproveitamento das elevadas rentabilidades das Obrigações do Tesouro portuguesas de curto prazo (um a três anos) que proporcionam um bom rendimento e que não serão castigadas em caso de inflação e/ou de incumprimento, dado este na pior hipótese se traduzir num adiamento da data de reembolso.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Video – Indústria nacional vai sofrer com a valorização do euro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/F80dBvs-i1U/video-industria-nacional-vai-sofrer-com-a-valorizacao-do-euro-20110429.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-industria-nacional-vai-sofrer-com-a-valorizacao-do-euro-20110429.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 17:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1393</guid>
		<description><![CDATA[Diogo Teixeira, administrador da Optimize, faz o balanço da semana nos mercados e comenta a valorização do euro, os números da inflação, e os resultados do sector financeiro nacional. Veja aqui o vídeo.



Diogo Teixeira considera que a valorização do euro, que está a subir face ao dólar pela 9ª sessão consecutiva, &#8220;é muito negativa para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/fotos/diogojdn28abril11.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Diogo Teixeira, administrador da Optimize, faz o balanço da semana nos mercados e comenta a valorização do euro, os números da inflação, e os resultados do sector financeiro nacional. Veja aqui o vídeo.<br />
<span id="more-1393"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Diogo Teixeira considera que a valorização do euro, que está a subir face ao dólar pela 9ª sessão consecutiva, &#8220;é muito negativa para a nossa indústria na Europa, que vai sofrer com esta subida excessiva&#8221;.</p>
<p><br/></p>
<p>&#8220;Ainda não vimos nos resultados anuais ou trimestrais, mas isso poderá acontecer já a partir do 2º trimestre de 2011&#8243;, antevê o responsável.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=481685" target="_blank">Veja o video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Negócios.pt e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dívida pública Portuguesa e inflação</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/m0PmsUXw7Ok/divida-publica-portuguesa-e-inflacao-20110429.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/divida-publica-portuguesa-e-inflacao-20110429.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 16:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos tenho sido questionado frequentemente sobre o risco de investimento na Dívida Pública Portuguesa. Eis a resposta que tenho dado.

Todas as Obrigações de taxa fixa Públicas e/ou Privadas estão sujeitas a dois tipos de risco:

O risco de taxa, isto é, a probabilidade de haver uma alta generalizada das taxas de juro e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Economy/growth2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Nos últimos tempos tenho sido questionado frequentemente sobre o risco de investimento na Dívida Pública Portuguesa. Eis a resposta que tenho dado.<span id="more-1391"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Todas as Obrigações de taxa fixa Públicas e/ou Privadas estão sujeitas a dois tipos de risco:</p>
<ul>
<li>O risco de taxa, isto é, a probabilidade de haver uma alta generalizada das taxas de juro e em consequência perderem valor relativamente a novas emissões de taxas mais elevadas. Este risco de taxa aumenta com a duração do empréstimo, pois é função do número de anos que o seu portador tem de suportar uma menor taxa até ao vencimento. Obviamente são as perspectivas de inflação que o influenciam fortemente.</li>
<li>O risco de incumprimento (default) ou seja, o risco de não pagamento total ou parcial de uma emissão obrigacionista, que é exclusivamente função da capacidade financeira do emissor, avaliado pelas Agências de Rating.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>É evidente que as emissões da Dívida Pública Portuguesa antigas e recentes estão sujeitas a estes dois tipos de risco tendo as taxas de juro exigidas pelos credores sofrido um importante aumento em função da baixa do “rating” e da eventualidade de uma reestruturação da Dívida Pública Portuguesa, e da alteração de critérios de concessão de empréstimos a Portugal pela União Europeia e pelo FMI a partir de 2013.</p>
<p><br/></p>
<p>A inevitabilidade de uma reestruturação da Dívida Pública Grega (cujas taxas a dois anos atingiram o valor de 18,1%) também tem contribuído para aumentar as taxas de mercado da nossa Dívida: 7,8% a um ano e 9,9% a dois anos.</p>
<p><br/></p>
<p>Obviamente são taxas altamente apetecíveis para qualquer investidor. Então que fazer?<br />
1.	A longo prazo (5 a 10 anos) as taxas não são muito mais elevadas e não compensam o risco de inflação na Europa. Em minha opinião inevitável tendo em conta o “quantitative easing” de todos os Bancos Centrais.<br />
2.	A curto prazo e atendendo a que o empréstimo a dois anos tem o vencimento no decurso de 2013, considero preferível perder 2% de juro e limitar a duração a um ano recebendo 7,8%, taxas muito “simpáticas” para um “Depósito” a um ano. Para tal poderá ter de recorrer a um gestor de patrimónios pois os balcões dos bancos estão mal preparados para estas operações.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Preço do Petróleo e taxas de juro do BCE</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/TWny5OrgoNk/preco-do-petroleo-e-taxas-de-juro-do-bce-20110314.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/preco-do-petroleo-e-taxas-de-juro-do-bce-20110314.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 15:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Petroléo]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de juro]]></category>

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		<description><![CDATA[Os acontecimentos na Líbia e a alta da gasolina trouxe para “a ribalta” a questão da inflação e em consequência das taxas de juro de curto prazo. Tanto mais que estas estão, desde há dois anos, no nível mais baixo dos últimos sessenta anos.

Insustentável? Certamente que sim, se se mantiver a tendência altista de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Industries/oildemand.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Os acontecimentos na Líbia e a alta da gasolina trouxe para “a ribalta” a questão da inflação e em consequência das taxas de juro de curto prazo. Tanto mais que estas estão, desde há dois anos, no nível mais baixo dos últimos sessenta anos.<span id="more-1387"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Insustentável? Certamente que sim, se se mantiver a tendência altista de um conjunto de matérias-primas. Assim:</p>
<ul>
<li>Em consequência do forte crescimento económico dos países emergentes e da recuperação económica do Ocidente as matérias-primas industriais (ferro, cobre, alumínio, etc.) registaram progressivamente fortes altas de preços.</li>
<li>O ouro, e sobretudo a prata, registaram uma procura, não só de natureza industrial, mas igualmente de “refúgio contra a crise” (o chamado “efeito do medo”).</li>
<li>Resultado de condições climáticas anormais (chuvas ou secas segundo as regiões) as colheitas de cereais e outros produtos agrícolas foram inferiores ao normal. E o café e o cacau subiram em função da baixa de produção na Costa do Marfim.</li>
<li>Finalmente, não só o desejo de “liberdade” mas também as difíceis condições de vida (população jovem desempregada) estiveram na origem dos distúrbios no Norte de África, onde a Líbia produz uma grande parte do petróleo consumido na Europa.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>O inevitável Sr. Roubini prevê um “double-dip” (dupla recessão) se o petróleo atingir 140 USD por barril. Eu acrescentaria: Se “atingir” e se esse preço se mantiver por um período considerável (6 a 12 meses no mínimo), sem medidas de poupança adequadas.</p>
<p><br/></p>
<p>Por exemplo: Porque é que o Governo Português decide manter a velocidade máxima nas Auto-Estradas? É muito caro, pôr umas dúzias de desempregados a mudar os painéis de velocidade máxima, utilizando plásticos autocolantes?
<p><br/></p>
<p>Mas, na hipótese de alta elevada e duradoura do petróleo para quê aumentar, “já a correr”, as taxas de juro de curto-prazo do BCE? Para combater a inflação importada daí resultante?</p>
<p><br/></p>
<p>Ou para acentuar essa inflação, cobrando não só um “imposto petróleo” em benefício dos produtores mas igualmente um “imposto taxas de juro” a uma economia em vias de difícil convalescença.</p>
<p><br/></p>
<p>Para quê acrescentar mais uma dificuldade à recuperação económica?</p>
<p><br/></p>
<p>O Sr.Trichet que vai ser substituído já não precisa de agradar à Sra. Merkel. E este aumento das taxas de juro nada vai acrescentar. Salvo “dar um sinal” de que “está atento”.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas isso já sabemos há muito tempo.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Video – Antevisão Semanal</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/Oh1VCpC63vM/video-antevisao-semanal-20110307.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-antevisao-semanal-20110307.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2011 11:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1383</guid>
		<description><![CDATA[Diogo Teixeira, administrador da Optimize, fala sobre o leilão de Obrigações do Tesouro, sobre a cimeira dos líderes da Zona Euro e sobre as decisões que podem sair dos encontros de Março. Veja aqui o vídeo.



Diogo Teixeira, administrador da Optimize considera que &#8220;é provável que esta emissão seja efectuada com sucesso&#8221; uma vez que, defende, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/diogojdn6.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Diogo Teixeira, administrador da Optimize, fala sobre o leilão de Obrigações do Tesouro, sobre a cimeira dos líderes da Zona Euro e sobre as decisões que podem sair dos encontros de Março. Veja aqui o vídeo.<br />
<span id="more-1383"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Diogo Teixeira, administrador da Optimize considera que &#8220;é provável que esta emissão seja efectuada com sucesso&#8221; uma vez que, defende, &#8220;os mercados de dívida têm estado estáveis&#8221;. </p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=471853" target="_blank">Veja o video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Negócios.pt e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/video-antevisao-semanal-20110307.html/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Video – Apetência por metais preciosos … “uma bolha que pode rebentar”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/3pffDb6xoHI/video-apetencia-por-metais-preciosos-uma-bolha-que-pode-rebentar-20110304.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-apetencia-por-metais-preciosos-uma-bolha-que-pode-rebentar-20110304.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 19:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Petroléo]]></category>
		<category><![CDATA[prata]]></category>

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		<description><![CDATA[Diogo Teixeira, administrador da Optimize, fala sobre os riscos da subida do petróleo, o desempenho do ouro e da prata, e o comportamento da bolsa nacional, no balanço da semana nos mercados. Veja aqui o vídeo.



&#8220;Um nível muito elevado dos preços do petróleo vai levar os bancos centrais a rever, eventualmente, as suas políticas monetárias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/diogojdn110110.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Diogo Teixeira, administrador da Optimize, fala sobre os riscos da subida do petróleo, o desempenho do ouro e da prata, e o comportamento da bolsa nacional, no balanço da semana nos mercados. Veja aqui o vídeo.<br />
<span id="more-1381"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>&#8220;Um nível muito elevado dos preços do petróleo vai levar os bancos centrais a rever, eventualmente, as suas políticas monetárias, que foram muito acomodativas até agora&#8221;, afirma Diogo Teixeira, face à escalada dos preços da matéria-prima. </p>
<p><br/></p>
<p>Para o administrador da Optimize, a valorização do &#8220;ouro negro&#8221; comporta ainda outros riscos para as economias, uma vez que significa &#8220;transferência de riqueza dos países consumidores (essencialmente ocidentais) para zonas produtoras&#8221;.</p>
<p><br/></p>
<p>Numa semana em que também o ouro bateu recordes, e a prata negociou em máximos de 1980, Diogo Teixeira explica o desempenho dos metais preciosos pela &#8220;subida da aversão ao risco e por uma certa apetência nova dos investidores por esse tipo de activos&#8221;, que considera perigosa. &#8220;Está a tornar-se numa bolha que poderá a qualquer momento inverter e rebentar&#8221;, avisa o responsável.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=471739" target="_blank">Veja o video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Negócios.pt e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/video-apetencia-por-metais-preciosos-uma-bolha-que-pode-rebentar-20110304.html/feed</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>A Líbia e o “nosso bolso”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/iitvoI1BPKM/a-libia-e-o-nosso-bolso-20110301.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/a-libia-e-o-nosso-bolso-20110301.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 18:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Arábia Saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Argélia]]></category>
		<category><![CDATA[Líbia]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo bruto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1378</guid>
		<description><![CDATA[Depois de um ano de 2010 cheio de ameaças internas de “nos irem ao bolso” em 2011, ameaças em vias de concretização, eis que a situação na Líbia dá sinais de poder vir a ter um profundo impacto nas economias ocidentais.

Aparentemente e tendo em conta a proximidade da Argélia, do Irão e mesmo da Arábia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Industries/oil2.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Depois de um ano de 2010 cheio de ameaças internas de “nos irem ao bolso” em 2011, ameaças em vias de concretização, eis que a situação na Líbia dá sinais de poder vir a ter um profundo impacto nas economias ocidentais.<span id="more-1378"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Aparentemente e tendo em conta a proximidade da Argélia, do Irão e mesmo da Arábia Saudita é bem possível que estejamos a assistir ao “fim da época do petróleo barato”. Sim, porque se temos a sensação que a “gasolina aumenta diariamente” desde há uns meses, ainda podemos considerar que a ameaça do petróleo bruto acima dos 150 dólares, de maneira sistemática afinal não se concretizou.</p>
<p><br/></p>
<p>E esse espectro tinha sido afastado nos últimos anos. Mas, desta vez, parece que vai mesmo ser definitivo.<br />
Com efeito:</p>
<ul>
<li>O consumo mundial continua a aumentar e os países emergentes que consumiam menos 12 Milhões de barris por dia em 2007, hoje já só consomem menos 4 Milhões e em breve ultrapassarão o consumo ocidental. </li>
<li>As descobertas de novas reservas, mesmo tendo em conta os novos jazigos de xistos betuminosos e o “petróleo depositado nas rochas” não conseguem de modo algum compensar o aumento da procura.</li>
<li>Assim, ou investimos e utilizamos novas energias, ou teremos de pagar nos próximos anos um elevado “imposto petróleo” que se traduzirá num menor desenvolvimento económico do Ocidente.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Ora Portugal dispensaria bem este “novo imposto” que se traduzirá num agravamento da nossa balança comercial e de pagamentos.</p>
<p><br/></p>
<p>Tanto mais que a inevitável inflação importada via petróleo se traduzirá por um aumento das taxas de juros do mercado, sendo mesmo possível que, erradamente, o BCE considere o “combate à inflação” como prioritário, abrandando ou mesmo abandonando a política de “dinheiro barato” a qual, actualmente, permite financiar a 1% os bancos que necessitem de liquidez.</p>
<p><br/></p>
<p>Portanto assistisse ao aumento dos créditos imobiliários via Euribor, ao aumento das matérias-primas, incluindo as alimentares, dando assim início a uma espiral inflacionista que fará subir as taxas de juro de longo prazo e desvalorizar as acções.</p>
<p><br/></p>
<p>Em matéria de investimentos estamos na altura de diminuir a exposição aos activos mais voláteis, como as acções, de diminuir a duração dos empréstimos obrigacionistas, e de investir ou em matérias-primas ou nas empresas suas produtoras.</p>
<p><br/></p>
<p>Na hipótese possível, que 2011 não permita a recuperação macroeconómica esperada…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>Vamos agarrar-nos ao euro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/Re4OtMBJwUE/vamos-agarrar-nos-ao-euro-20110131.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/vamos-agarrar-nos-ao-euro-20110131.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2011 12:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Davos]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas Públicas periféricas]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[Grecia]]></category>
		<category><![CDATA[Irlanda]]></category>

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		<description><![CDATA[Na recente eleição presidencial que os debates tenham sido pobres no domínio da crise económica e perspectivas da sua evolução, assim como, do papel que queremos desempenhar na Europa.

Considero mesmo que o actual Presidente da República se distinguiu por um “silêncio ensurdercedor” neste domínio, durante o seu mandato, esperando que se dirija com mais frequência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Economy/euro.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Na recente eleição presidencial que os debates tenham sido pobres no domínio da crise económica e perspectivas da sua evolução, assim como, do papel que queremos desempenhar na Europa.<span id="more-1375"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Considero mesmo que o actual Presidente da República se distinguiu por um “silêncio ensurdercedor” neste domínio, durante o seu mandato, esperando que se dirija com mais frequência aos portugueses para lhes “apontar caminhos e comportamentos” para saírmos da crise. </p>
<p><br/></p>
<p>Um inquérito realizado em Davos sobre a probabilidade de incumprimento das Dívidas Públicas periféricas, dá a Portugal uma probabilidade de 45%, só inferior às da Grécia e da Irlanda.<br />
É habitual ouvirmos alguns “oráculos” prever a necessidade de saírmos do Euro para “consertarmos” os desiquilíbrios macro-económicos e financeiros.</p>
<p><br/></p>
<p>Todos os políticos apontam o “aumento das exportações” como forma de diminuir os déficites da Balança de Pagamentos cujo montante depende do excesso de despesa pública e do excesso de consumo e investimento privado.</p>
<p><br/></p>
<p>No investimento público sabemos que, finalmente, o Ministro das Obras Públicas (catedrático em Economia!!!) renunciou, temporáriamente, a algumas obras, depois de o Ministro das Finanças ter, também, finalmente, começado a cortar, mais a sério, na Despesa Publica.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas não ouvi ainda ninguém apelar à redução do consumo privado. Não, à que vai resultar dos cortes salariais e aumentos dos impostos. Mas, à que resulta dos comportamentos inerentes a períodos de prosperidade, que, quer queiramos, quer não, acabaram.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, vamos todos colaborar para nos mantermos no Euro adoptando alguns comportamentos de crise. Exemplos:</p>
<ul>
<li>Comer laranjas do Algarve e peros e pessegos de Alcobaça em vez de cerejas da Patagónia e outros frutos exóticos</li>
<li>Limitarmos a cilindrada do BMW a X3 em vez de X5 e 320 em vez de 520</li>
<li>Férias no Algarve e no Minho em vez das Maldivas e dos Alpes Suiços</li>
<li>Não comprar este ano o novo Iphone ou o Ipad</li>
<li>Etc, etc. Cada um que encontre uma ideia para “diminuir o déficite externo”</li>
<p>É que se saírmos do Euro tudo isto vai ser uma “realidade obrigatória”. E o Presidente da República deve falar disto acabando o discurso motivador de novos comportamentos com um “Yes, we can”. Dando “bons exemplos”, logo vontade de fazer alguns sacrifícios. Serão mesmo “sacrifícios”?</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>2011, ano da retoma mundial</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/gePpIsHPe9Q/2011-ano-da-retoma-mundial-20110124.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/2011-ano-da-retoma-mundial-20110124.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 11:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[De tanto falarmos de crise, de Dívida Pública e de aumento de impostos, o que é normal, perdemos de vista que à nossa volta, nesta “aldeia global”, a melhoria da situação económica é evidente e tem-se acentuado.

Não só nos países emergentes, onde o crescimento se manteve, mas também nos Estados Unidos, na Europa do Norte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Economy/globalgrowth.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />De tanto falarmos de crise, de Dívida Pública e de aumento de impostos, o que é normal, perdemos de vista que à nossa volta, nesta “aldeia global”, a melhoria da situação económica é evidente e tem-se acentuado.<span id="more-1372"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Não só nos países emergentes, onde o crescimento se manteve, mas também nos Estados Unidos, na Europa do Norte e em Inglaterra.<br />
Obviamente que nos referimos a uma evolução lenta, embora sistemática, da situação global, no meio da qual alguns indicadores, entre eles o desemprego, ainda permanecem em níveis incomportáveis em períodos longos.</p>
<p><br/></p>
<p>Para além desta retoma mundial, mantêm-se políticas monetárias dos Bancos Centrais bastante facilitadoras do endividamento e políticas orçamentais, como nos Estados Unidos, propiciadoras de um aumento do poder de compra.</p>
<p><br/></p>
<p>Tudo isto se difunde com lentidão e algum atraso aos países mais afectados pela crise, nomeadamente os do Sul da Europa que levaram demasiado tempo a compreender a necessidade de diminuir o seu endividamento externo, público e privado, acabando por entrar em zonas de taxas de juro proibitivas e que tornarão extremamente difícil a recuperação da economia.</p>
<p><br/></p>
<p>E a tendência das taxas de juro é para a sua súbida durante 2011, havendo previsões de 4% para as Obrigações do Tesouro Americano a 10 anos e de taxas superiores a 3,5% para identicos títulos alemães.</p>
<p><br/></p>
<p>Não será portanto de admirar que um certo aumento de inflação apareça durante o ano, o que torna o investimento em obrigações e outros produtos de rendimento garantido como desconselháveis nesta conjuntura de subida generalizada de taxas de juro prevista por muitos analistas.</p>
<p><br/></p>
<p>Uma excepção para as Obrigações de Empresas de Alto Rendimento (High-Yeld) nas quais a melhoria da conjuntura permitirá ou a manutenção ou mesmo a baixa das taxas de juro, logo a sua valorização. </p>
<p><br/></p>
<p>Restam as acções que para além de constituirem uma defesa contra a inflação, deverão beneficiar da melhoria da conjuntura e da confiança dos consumidores/investidores.</p>
<p><br/></p>
<p>Como sectores preferidos assinalamos os de Energia, Saúde, Matérias-Primas, Tecnologia e as empresas industriais bem implementadas nos mercados emergentes.</p>
<p><br/></p>
<p>De evitar as Obrigações do Estado, os produtos garantidos e mesmo no caso português o imobiliário, que não apresenta sinais de retoma.</p>
<p><br/></p>
<p>Uma última sugestão: A de reexaminar, neste início do ano a composição dos seus activos, não hesitando em realizar arbitragens quando aconselhável.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>2011: Menos Pessimismo e … mais Acções</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/-D7N5X5fAc8/2011-menos-pessimismo-e-mais-accoes-20110117.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/2011-menos-pessimismo-e-mais-accoes-20110117.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 10:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos e Seguradoras]]></category>
		<category><![CDATA[empresas plataforma]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Energias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolíferas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A emissão da Dívida Pública Portuguesa, o desenrolar do inquérito sobre o BPN, o aumento dos impostos e a baixa de alguns salários e pensões, a fraca performance do mercado português de acções em 2010, que se confirmou no início de 2011 com forte baixa das cotações dos Bancos Portugueses, assim como internacionais, fez cair [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/moneyworld.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />A emissão da Dívida Pública Portuguesa, o desenrolar do inquérito sobre o BPN, o aumento dos impostos e a baixa de alguns salários e pensões, a fraca performance do mercado português de acções em 2010, que se confirmou no início de 2011 com forte baixa das cotações dos Bancos Portugueses, assim como internacionais, fez cair parte do entusiasmo manifestado nas previsões sobre o comportamento da Bolsa em 2011. <span id="more-1369"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Sem adoptar uma atitude de “contrarian” mas continuando a acreditar que no Mundo em que vivemos “há sempre empresas onde investir” adoptei uma atitude ofensiva no meio do “ambiente deprimido”, que temos uma enorme capacidade de acentuar em Portugal.</p>
<p><br/></p>
<p>Uma só notícia para mostrar o “Novo Mundo” em que vivemos e as oportunidades de investimento que continuam a existir:<br />
A companhia de aviação “low-cost” indiana IndiGo, encomendou à Airbus 180 novos aviões A320 dos quais 150 com o novo motor de baixo consumo (-15%) NEO (New Engine Operation) produzido por um consórcio euro-americano.<br />
Este exemplo prova que a conjugação do desenvolvimento populacional dos países emergentes, acompanhado do acesso de uma percentagem crescente da sua população à sociedade de consumo, com a alta tecnologia ocidental constitui hoje um conceito válido de investimento nas chamadas “empresas plataforma”.</p>
<p><br/></p>
<p>Estas empresas que optimizam a actividade das multinacionais encontram-se hoje em todos os sectores e nomeadamente, entre outros, nos seguintes conceitos de investimento,</p>
<ul>
<li>O crescimento de 3000 milhões de habitantes na Terra (dos quais 95% na Ásia) (Agricultura e Alimentação)</li>
<li>O envelhecimento duma percentagem crescente dessa população (Farmácia e Saúde)</li>
<li>As necessidades de energias (novas e velhas) daí resultantes (Petrolíferas, Novas Energias)</li>
<li>As necessidades de comunicações (telefónicas e físicas) derivadas da vida nesta “aldeia global” (Aviação, Telecoms, Turismo)</li>
<li>As novas Tecnologias de Informação (Informáticos e Fabricantes de terminais inteligentes)</li>
<li>As necessidades de segurança e de investimento (Bancos e Seguradoras)</li>
<p><br/></p>
<p>As empresas mais inovadoras, mais evoluídas que adquiriram uma elevada experiência de implatações internacionais, vão, seguramente continuar a crescer ultrapassando as actuais crises nacionais e internacionais.</p>
<p><br/></p>
<p>É nelas que deve investir neste início do ano de 2011. Antes que estejam demasiado caras.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2011</p>
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		<item>
		<title>Video – Emissão de dívida vai ser mais perigosa</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/eHPLW7V3pis/video-emissao-de-divida-vai-ser-mais-perigosa-20110110.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-emissao-de-divida-vai-ser-mais-perigosa-20110110.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 11:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectivas]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[antevisao semanal]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de dívida]]></category>
		<category><![CDATA[resultados das empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Diogo Teixeira, administrador da Optimize, faz a antevisão da semana nos mercados e fala sobre o comportamento das bolsas, as perspectivas para a próxima emissão de dívida e os indicadores que vão marcar a agenda dos investidores esta semana. Veja aqui o vídeo.



Diogo Teixeira considera que a emissão de médio e longo prazo marcada para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/diogojdn110110.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Diogo Teixeira, administrador da Optimize, faz a antevisão da semana nos mercados e fala sobre o comportamento das bolsas, as perspectivas para a próxima emissão de dívida e os indicadores que vão marcar a agenda dos investidores esta semana. Veja aqui o vídeo.<br />
<span id="more-1367"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Diogo Teixeira considera que a emissão de médio e longo prazo marcada para a próxima quarta-feira &#8220;será o primeiro verdadeiro teste de emissão de dívida em 2011, num contexto muito complicado&#8221;. Assim, defende, &#8220;teremos o primeiro teste de aceitação, que vai ser uma emissão mais perigosa do que na semana passada&#8221;.</p>
<p><br/></p>
<p>Para as bolsas mundiais, o administrador da Optimize antevê uma semana marcada pela apresentação de resultados das empresas, principalmente americanas. &#8220;Vai iniciar-se a época de resultados, e isso vai dominar o rumo das bolsas&#8221;, explica o responsável.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=462069" target="_blank">Veja o video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Negócios.pt e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Video – Fecho de contas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/o9x4f6KXShU/video-fecho-de-contas-20110106.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-fecho-de-contas-20110106.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 17:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Economico TV]]></category>
		<category><![CDATA[Fecho de Contas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1363</guid>
		<description><![CDATA[José Santos Teixeira, Presidente da Optimize Investment Partners, foi na terça-feira 4 de dezembro o convidado do Jornalista Ruben Bicho, na emissão Fecho de Contas, no Economico TV. Veja o video no Youtube.

Links úteis:

Veja o video no site youtube.com

© economico TV e Optimize 2011
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/jsteco040111.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />José Santos Teixeira, Presidente da Optimize Investment Partners, foi na terça-feira 4 de dezembro o convidado do Jornalista Ruben Bicho, na emissão Fecho de Contas, no Economico TV. Veja o video no Youtube.<br />
<span id="more-1363"></span><br />
<strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1eJqTz3PEkM&#038;feature=related" target="_blank">Veja o video no site youtube.com</a></li>
</ul>
<p>© economico TV e Optimize 2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.optimize.pt/blog/video-fecho-de-contas-20110106.html/feed</wfw:commentRss>
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		<feedburner:origLink>http://www.optimize.pt/blog/video-fecho-de-contas-20110106.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Video – Antevemos um bom ano</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/P-auTSapbsc/video-antevemos-um-bom-ano-20110103.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-antevemos-um-bom-ano-20110103.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 10:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de acções]]></category>
		<category><![CDATA[mercado europeu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1361</guid>
		<description><![CDATA[Com o início de 2011 a aproximar-se a passos largos, Diogo Teixeira, considera que vai &#8220;regressar a apetência para o mercado de acções&#8221; e que vai haver uma &#8220;diminuição da divergência&#8221; entre a EUA e a Europa. Veja aqui o vídeo.



Para Diogo Teixeira, administrador da Optimize, 2011 será um &#8220;ano difícil de prever e antecipar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/diogonegocios2.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Com o início de 2011 a aproximar-se a passos largos, Diogo Teixeira, considera que vai &#8220;regressar a apetência para o mercado de acções&#8221; e que vai haver uma &#8220;diminuição da divergência&#8221; entre a EUA e a Europa. Veja aqui o vídeo.<br />
<span id="more-1361"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Para Diogo Teixeira, administrador da Optimize, 2011 será um &#8220;ano difícil de prever e antecipar em termos de mercados&#8221;. No entanto, salienta que os investidores vão voltar a olhar com atenção para as acções e espera &#8220;um bom ano para o mercado de acções europeu&#8221;. </p>
<p><br/></p>
<p>O administrador da Optimize justifica a aposta no mercado europeu com o facto de &#8220;o euro vai continuar enfraquecido&#8221;, o que tem &#8220;aspectos positivos que é favorecer as exportações&#8221;. </p>
<p><br/></p>
<p>Quanto ao mercado nacional, Diogo Teixeira sublinha &#8220;será um mercado extremamente difícil&#8221; uma vez que &#8220;vai sofrer fortemente no próximo ano&#8221;.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=460143" target="_blank">Veja o video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Negócios.pt e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Video – Treze boas ideias para o País</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/pKziivAiBBA/video-treze-boas-ideias-para-o-pais-20101220.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-treze-boas-ideias-para-o-pais-20101220.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 15:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1357</guid>
		<description><![CDATA[José Santos Teixeira, Presidente da Optimize Investment Partners foi o convidado a responder à pergunta feita pela equipa do Négocios.pt: Treze boas ideias para o País.
Este foi o desafio que o Negócios colocou a outras tantas figuras para marcar o 13º aniversário da su edição online&#8230; Veja o video.



O presidente da Optimize acredita que &#8220;é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/josejdn1.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />José Santos Teixeira, Presidente da Optimize Investment Partners foi o convidado a responder à pergunta feita pela equipa do Négocios.pt: Treze boas ideias para o País.<br />
Este foi o desafio que o Negócios colocou a outras tantas figuras para marcar o 13º aniversário da su edição online&#8230; Veja o video.<br />
<span id="more-1357"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>O presidente da Optimize acredita que &#8220;é no exterior que está uma grande parte da solução dos problemas de Portugal&#8221;, principalmente no gigante mercado asiático. É nesse sentido que José Santos Teixeira deixa o conselho: &#8220;vamos para fora, vamos atrás do Vasco da Gama e do Pedro Álvares Cabral, e tenho a certeza que vamos encontrar soluções&#8221;.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=459331" target="_blank">Veja o video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Negócios.pt e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>BCE à beira da falência?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/QALBBwI157A/bce-a-beira-da-falencia-20101220.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/bce-a-beira-da-falencia-20101220.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 09:48:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[O D. E. noticiou esta semana a intenção do BCE solicitar aos seus sócios uma duplicação do seu capital para fazer face a duas necessidades:



A continuação da política de compras de títulos da Dívida Pública dos países mais endividados, os quais não conseguem mais financiamento nos mercados.
A apresentação de Balanços condignos com a sua situação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/storm.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />O D. E. noticiou esta semana a intenção do BCE solicitar aos seus sócios uma duplicação do seu capital para fazer face a duas necessidades:<span id="more-1353"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li>A continuação da política de compras de títulos da Dívida Pública dos países mais endividados, os quais não conseguem mais financiamento nos mercados.</li>
<li>A apresentação de Balanços condignos com a sua situação de Banco Central Europeu, isto é, Banco Emissor de uma das quatro moedas mundiais. Balanços cada vez mais afectados pelas provisões necessárias para registar as desvalorizações dos empréstimos dos países mais endividados.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Esta notícia causou comentários dos leitores do D.E. que compreendem muito mal como é que um Banco Emissor pode estar à beira da “falência”. Interrogando-se sobre as consequências de tal situação.</p>
<p><br/></p>
<p>Procuremos algumas explicações:</p>
<ul>
<li>1. A actividade principal de qualquer Banco consiste em receber dinheiro dos seus accionistas e dos seus credores e emprestar esse mesmo dinheiro, a uma taxa de juro mais elevada a diferentes devedores (Estados, empresas e particulares)</li>
<li>2.	Uma diferença nos Bancos Centrais é que, os seus accionistas são os Estados e eles em contrapartida só emprestam a Estados.</li>
<li>3. Mas a sua principal fonte de receitas consiste na criação e emissão de moeda e notas. Constituindo essas notas uma Dívida ao Tesouro de cada país. No caso do BCE, para evitar a inflação, essa emissão de moeda, deve corresponder ao aumento da riqueza dos países aderentes ao Euro, isto é, ao aumento do seu PIB. E a Alemanha tem impedido que se altere esta regra que tornaria o euro uma moeda com menor aceitação internacional, porque desvalorizada.</li>
<li>4.	Como a Alemanha também não está disposta a assumir o risco de emissão de obrigações europeias (eurobonds) vamos recorrer ao referido aumento de capital do BCE, aumentando assim o volume de moeda em circulação. E a inflação.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>E das duas uma:</p>
<ul>
<li>Ou o crescimento económico dos países da zona euro vai recuperar e conseguiremos fazer face ao s empréstimos que continuamos a contrair</li>
<li>Ou não crescemos e continuaremos a endividar-nos tendo como consequência um menor valor para o euro.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Estas hipóteses fazem com que as perspectivas para o Euro para o final de 2011 se situem em 1 Euro = 1 Dólar ou no máximo 1,15 Dólares, isto é, uma desvalorização de cerca de 10% a 15% o que constitui uma excelente notícia para as nossas exportações e uma “má” notícia para as importações. Mas o euro vai continuar e nós vamos continuar no euro.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Reforce as acções internacionais</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/nBpAzpGsQq8/reforce-as-accoes-internacionais-20101213.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/reforce-as-accoes-internacionais-20101213.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 09:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos de Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Caixas de Aforro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>

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		<description><![CDATA[As recentes crises, quer internacional, quer nacional, tiveram como consequência um aumento impressionante da “aversão ao risco” por parte dos aforradores que procuraram quer nos Depósitos da CGD, quer nos Certificados do Tesouro, quer nos diferentes produtos garantidos a salvação para a sua poupança.


Reacção natural e justificada pelo pânico mas muito penalizante em termos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/NYSE.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />As recentes crises, quer internacional, quer nacional, tiveram como consequência um aumento impressionante da “aversão ao risco” por parte dos aforradores que procuraram quer nos Depósitos da CGD, quer nos Certificados do Tesouro, quer nos diferentes produtos garantidos a salvação para a sua poupança.<span id="more-1350"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Reacção natural e justificada pelo pânico mas muito penalizante em termos de rentabilidades a longo prazo.</p>
<p><br/></p>
<p>Com efeito, se examinarmos a “origem das crises” constatamos:</p>
<ul>
<li>A crise mundial dos “subprimes” teve a sua origem no excesso de endividamento dos americanos só possível devido ao “mito” de que “o imobiliário sobe sempre”, logo pode-se emprestar a taxas baixas e a longo prazo, sobretudo se quem emprestar (os pequenos bancos americanos) “passar a bola”, aos grandes Bancos de Investimento os quais mediante elevadas comissões os transformam em produtos “estruturados” que vendem aos “saloios” de todo o Mundo. “Saloios” que são grandes gestores à procura de rendimentos “garantidos” pelas hipotecas de casas cuja venda se revelou catastrófica.</li>
<li>A crise nacional ou melhor dos países do Sul da Europa tem uma origem comum, o “excesso de investimento pouco produtivo” a crédito e os excessos de investimento imobiliário.<br />
Com efeito, Espanha com um milhão de casas por vender e a Irlanda com algumas centenas de milhões, tornaram os seus Bancos e Caixas de Aforro vulneráveis não só aos “incobráveis” como sobretudo aos inevitáveis “invendáveis”.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>E Portugal e a Grécia embora em níveis diferentes gastaram em “investimentos públicos” o que não tinham, nem poderão vir a ter com o seu fraco crescimento económico.<br />
Porque obviamente só uma economia em forte crescimento de 4% ou 5% é que permite amortizar Dívidas Públicas, mesmo que contraídas a baixas taxas.</p>
<p><br/></p>
<p>Conclusão: A “crise” teve origem no imobiliário, nos empréstimos aos Bancos (BPN e BPP) também considerados seguros e na Dívida Pública, essa, então considerada “ultra-segura” pelos particulares, mas oferecendo fortes suspeitas aos investidores e agências de rating.</p>
<p><br/></p>
<p>Entretanto, com a mundialização da economia as grandes empresas exportadoras continuam a progredir em vendas e resultados e a ver as suas cotações a subir embora com elevada volatilidade diária.</p>
<p><br/></p>
<p>É nelas que deve investir neste final de ano como preparação para o investimento na Década de 2010 que vai ser a Década das Acções.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>É preciso saber toda a verdade</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/U_k5PnviC50/e-preciso-saber-toda-a-verdade-20101206.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/e-preciso-saber-toda-a-verdade-20101206.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 09:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos Tribunais os depoimentos são feitos sob juramento de “dizer toda a verdade”.


Os mercados financeiros para actuarem com racionalidade, o que frequentemente não fazem, também exigem conhecer a verdade dos números da macroeconomia e das empresas cotadas, sendo mesmo considerada uma infracção a publicação de elementos falsos sobre as componentes que afectam os resultados das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Pontodevista/lookingintherearmirro.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Nos Tribunais os depoimentos são feitos sob juramento de “dizer toda a verdade”.<span id="more-1348"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Os mercados financeiros para actuarem com racionalidade, o que frequentemente não fazem, também exigem conhecer a verdade dos números da macroeconomia e das empresas cotadas, sendo mesmo considerada uma infracção a publicação de elementos falsos sobre as componentes que afectam os resultados das empresas.</p>
<p><br/></p>
<p>Infelizmente, os políticos, com o objectivo de esconderem os resultados da sua gestão e de voltarem a ser eleitos têm tendência a não revelar tudo aquilo que conhecem sobre a situação económica e financeira dos países.</p>
<p><br/></p>
<p>O que provoca, à medida que vão sendo conhecidas as más notícias uma volatilidade das taxas de juro, que se transmite às cotações das acções que seria dispensável nestes tempos de incertezas geopolíticas.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, vamos protelando entre as afirmações negativas do Sr. Roubini e as afirmações positivas dos Srs. Trichet, Sarkozy e Merkel, o desvendar das verdadeiras dificuldades quer em países, quer dos bancos mais afectados pela “crise da dívida” dos países periféricos. De notar que é “mais uma crise”… Seria conveniente para “acalmar os mercados” que não mantivessem os problemas em “banho maria” a ver se “a crise passa”.</p>
<p><br/></p>
<p>Qual a verdadeira situação dos Bancos Espanhóis e Portugueses, com ou sem “stress-tests”? Crise de liquidez devido ao difícil acesso aos mercados interbancários ou crise de solvabilidade, no caso dos bancos espanhóis com os enormes problemas do crédito imobiliário definitivamente incobrável? Vão pedir a um milhão de asiáticos ou de norte-africanos para vir ocupar as casas vagas em Espanha ou vão esperar que a natalidade espanhola aumente?</p>
<p><br/></p>
<p>E a Dívida Pública Portuguesa? Vão manter os projectos faraónicos do Governo ou investir, finalmente, no sector empresarial produtivo de bens transaccionáveis para exportação? E vamos ou não pedir imediatamente ajuda à UE e ao FMI?</p>
<p><br/></p>
<p>É que não há tempo a perder, pois quanto mais tarde piores condições de empréstimo vamos encontrar. Deixem-se de frases negativas sobre a necessidade dessa ajuda. Já todos percebemos que a chegada do FMI é absolutamente inevitável. Evidentemente com perdas de soberania… Que perderemos por a termos utilizado muito mal.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Concurso Infovalor – Os Resultados!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/RC1vFSxivkY/concurso-infovalor-os-resultados-20101130.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/concurso-infovalor-os-resultados-20101130.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 10:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1341</guid>
		<description><![CDATA[Temos a prazer de divulgar os resultados do concurso Optimize, que decorreu no Fórum Infovalor, na Sexta-Feira e no Sábado Passado. O vencedor ganha 200,00 €, a investir numa Conta PPR Optimize.



As respostas às nossas três perguntas são as seguintes:

1. Quem investir hoje 10.000€ num PPR, quanto é que obterá dentro de 30 anos, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Concepts/champion.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Temos a prazer de divulgar os resultados do concurso Optimize, que decorreu no Fórum Infovalor, na Sexta-Feira e no Sábado Passado. O vencedor ganha 200,00 €, a investir numa Conta PPR Optimize.<br />
<span id="more-1341"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>As respostas às nossas três perguntas são as seguintes:</p>
<p><br/></p>
<p><strong>1. Quem investir hoje 10.000€ num PPR, quanto é que obterá dentro de 30 anos, se tiver uma rendibilidade média anual de 3%?</strong><br />
Obterá 14.272,62€ de mais-valias, e, portanto o seu PPR terá o valor total de 24.272,62€</p>
<p><br/></p>
<p><strong>2. Quem investir hoje 10.000€ num PPR, quanto é que obterá dentro de 30 anos, se tiver uma rendibilidade média anual de 7%?</strong><br />
Obterá 66.122,55€ de mais-valias, e, portanto o seu PPR terá o valor total de 76.122,55€</p>
<p><br/></p>
<p><strong>3. Qual o valor de fecho do índice EUROSTOXX 50 no dia 29 de Novembro de 2010 (Segunda-Feira)? </strong><br />
O valor foi de 2.669,96 pontos</p>
<p><br/></p>
<p>Com as duas primeiras respostas correctíssimas, e uma aposta para um valor de 2.693,23 pontos relativamente ao valor previsto do índice Eurostoxx 50 no dia 29 de Novembro, o candidato que melhor acertou o questionário. Ganha um PPR na Optimize, de um valor de <strong>200,00€</strong>.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Parábens a Joaquim António Courelas Elisio, TOC, Santo António Cavaleiros</strong>.</p>
<p><br/></p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.optimize.pt/Subscrever.html" target="_blank">Subscrever os PPR Optimize</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>A equipa Optimize agradece mais uma vez todos os candidatos pela sua participação, e fica ao vosso dispor para qualquer informação.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PPR: pare, escute e olhe</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/ACYaP4WhGnE/ppr-pare-escute-e-olhe-20101129.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/ppr-pare-escute-e-olhe-20101129.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 11:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios Fiscais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1337</guid>
		<description><![CDATA[Pela terceira vez na minha carreira profissional de gestor de PPR’s, assisto ao “fim” parcial dos benefícios fiscais quando da sua subscrição.
Contrariamente ao que seria expectável, se lamento o facto para os subscritores, como gestor, este acontecimento, que já vivi em Portugal (2005) e em França (1995), não me preocupa demasiado dado que:




Se o benefício [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Savings/goldvault.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Pela terceira vez na minha carreira profissional de gestor de PPR’s, assisto ao “fim” parcial dos benefícios fiscais quando da sua subscrição.<br />
Contrariamente ao que seria expectável, se lamento o facto para os subscritores, como gestor, este acontecimento, que já vivi em Portugal (2005) e em França (1995), não me preocupa demasiado dado que:<br />
<span id="more-1337"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li>Se o benefício fiscal constituiu, no lançamento dos PPR’s em 1987, a necessária “cenoura”para incitar os portugueses a pensar no seu complemento de reforma, hoje, já todos perceberam que a Reforma da Segurança Social, vai ser insuficiente, quaisquer que sejam os esquemas de “sustentabilidade” que sejam praticados. Estes diferem o problema da insuficiência, mas não o resolvem. Porque se trata de um problema demográfico e este ano, pela primeira vez em Portugal, o número de mortos é superior ao número de nascimentos. Nada a fazer, a não ser “mais filhos”. Mas a baixa dos abonos de família, a perda de poder de compra das famílias e a insuficiente rede de creches e escolas infantis tornam o aumento da natalidade complexo.</li>
<li>Todavia, esse benefício fiscal cedo se transformou no “único” argumento de venda dos PPR´s, desviando os aforradores, a meu ver propositadamente, quer dos montantes excessivos de comissões de subscrição, transferências e resgaste, quer sobretudo, e bem mais grave porque anual e de longo prazo, das rentabilidades anuais obtidas por cada gestor.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Ora este problema da comparação entre as diferentes rentabilidades de cada PPR é fundamental numa ótica de longo prazo, onde o efeito dos juros compostos se faz sentir com intensidade.</p>
<p><br/></p>
<p>Juntando a este alheamento das rentabilidades a “aversão ao risco” do “não garantido”, que praticamente desaparece a longo prazo e portanto não tem razão de ser, os subscritores de PPR “preferiram” em cerca de 85% a subscrição de PPR com rendimentos garantidos de 2% ou pelo menos o capital “garantido” em vez de preferirem e assumirem o “risco muito parcial” da exposição a 5% até 55% de acções dos PPR – Fundos, alguns dos quais atingiram rentabilidades de cerca de 9% ao ano, nos últimos dois anos. Mesmo com crise e falência de bancos e de Estados à mistura.</p>
<p><br/></p>
<p>Ficam dois conselhos:</p>
<ul>
<li>Antes de subscrever o seu PPR 2010 “Pare, Escute e Olhe”</li>
<li>E não esqueça que todos os PPR’s são transferíveis, de modo a poder “escolher o melhor gestor”</li>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Planos Poupança Reforma" href="https://www.optimize.pt/Subscrever.html">Subscrever os PPR Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://www.optimize.pt/blog/ppr-pare-escute-e-olhe-20101129.html</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Ainda tem vantagens em investir em PPR</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/1gPMvBr3gl8/ainda-tem-vantagens-em-investir-em-ppr-20101123.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/ainda-tem-vantagens-em-investir-em-ppr-20101123.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 14:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fiscalidade]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Planos Poupança Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[benefício fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Deposito]]></category>
		<category><![CDATA[enquadramento fiscal vantajoso]]></category>
		<category><![CDATA[Optimize Capital Reforma PPR Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[pensão]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas & Pensões em Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[retorno adicional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança socila]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1334</guid>
		<description><![CDATA[Estudo anual da gestora de activos Optimize Investment Partners revela perda de cerca de 25% a 50% do salário com a passagem à reforma


PORTUGUESES AINDA TÊM VANTAGENS EM INVESTIR NOS PPR PARA EVITAR PERDEREM METADE DO SALÁRIO COM A SUA REFORMA


Apesar da proposta de Orçamento de Estado prever o fim previsto do benefício fiscal na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Imprensa/reformasepensoes2010.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Estudo anual da gestora de activos Optimize Investment Partners revela perda de cerca de 25% a 50% do salário com a passagem à reforma<br />
<span id="more-1334"></span></p>
<p><br/></p>
<p><strong>PORTUGUESES AINDA TÊM VANTAGENS EM INVESTIR NOS PPR PARA EVITAR PERDEREM METADE DO SALÁRIO COM A SUA REFORMA</strong>
<p><br/></p>
<p><br/></p>
<p>Apesar da proposta de Orçamento de Estado prever o fim previsto do benefício fiscal na subscrição de Planos Poupança Reforma, estes produtos mantém vantagens na tributação das mais valias que lhes permitem um retorno superior em 20% ao de um depósito a prazo. É uma ajuda importante para os portugueses, que vão perder até cerca de metade do seu salário com a reforma.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Lisboa, 23 de Novembro de 2010</strong> – Os Planos de Poupança Reforma (PPR) continuam a ser o melhor produto ao dispor dos portugueses para complementar a sua pensão de reforma. Esta é a conclusão da terceira edição do estudo “Reformas &#038; Pensões em Portugal”, da sociedade gestora de activos Optimize Investment Partners, que adianta que os portugueses vão perder cerca de 25% a 50% do seu salário com a passagem à reforma, caso não invistam em complementos de reforma para além da Segurança Social. </p>
<p><br/></p>
<p>A proposta de Orçamento do Estado prevê que em 2011 os PPR possam perder o benefício fiscal na sua subscrição, mas mantém um enquadramento fiscal vantajoso ao nível da tributação das mais-valias, uma vez que a taxa aplicada é de apenas 8%, após 8 anos, ao invés dos 21,5% aplicados a produtos como depósitos a prazo, acções e fundos de investimento estrangeiros. Esta realidade permite que o PPR ofereça uma rentabilidade, por via do efeito fiscal, que chega a superar em 20% a de um depósito. </p>
<p><br/></p>
<p>Por exemplo, tendo em conta o investimento de 100 mil euros num Depósito ou num PPR, cujo rendimento anual bruto seja de 4%, o PPR obtém um retorno 21% superior ao do depósito ao fim de 30 anos. Esta vantagem mantém-se também no caso de o aforrador fazer entregas regulares de 2 mil euros, onde esse retorno adicional face ao depósito é de 16,8%.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Portugueses vão perder até metade do salário com a reforma</strong></p>
<p><br/></p>
<p>O estudo da gestora de activos Optimize Investment Partners, “Reformas &#038; Pensões em Portugal 2010”, reforça as conclusões das edições anteriores. Os portugueses estão obrigados a poupar e a investir em produtos complementares de reforma caso não queiram perder qualidade de vida após deixarem a vida activa. O valor médio das pensões de reforma pago pela Segurança Social vai continuar a descer durante as próximas décadas, passado de perto de 73% do valor do último salário, em média, para apenas cerca de 53%.</p>
<p><br/></p>
<p>Por exemplo, para quem tem actualmente 55 anos e aufira de um salário ilíquido de 2.000€, após 40 anos de contribuições e quando se reformar aos 65 anos, receberá apenas 69% do último salário se tiver um aumento salarial anual médio de 1,5%. A percentagem do salário recebida desce a 63% para quem tem 45 anos, a 56% para quem tem 35 anos e a 53% para quem tem 25 anos. </p>
<p><br/></p>
<p>O estudo realça também que quanto mais elevado for o salário, menor será a taxa de substituição, ou seja, menor o valor da pensão pago pela Segurança social em função do último salário ilíquido. No entanto, a diferença é reduzida e levanta questões de equidade social. Tendo em conta uma pessoa com 35 anos em 2010 que beneficie de aumento anual médio de 1,5% e 40 anos de contribuições, com a reforma aos 65 anos vai receber 57,1% do seu último salário se este for de 500 euros ou 53% se este for de 7.500 euros. </p>
<p><br/></p>
<p>Esta perda de rendimento após a reforma resulta das novas regras de cálculo do valor das pensões, que passaram a ter em conta a evolução da esperança de vida (factor de sustentabilidade) e toda a carreira contributiva. Assim, o nível de salário, o seu crescimento (acima da inflação) durante a carreira contributiva e a idade e número de anos de contribuições abrangidos pelas novas regras (a partir de 2006), passaram a ser fundamentais para a quantificação da reforma dos portugueses. </p>
<p><br/></p>
<p>Diogo Santos Teixeira, presidente executivo da Optimize, afirma: “Com a quebra do valor da reforma assegurado pelo Estado ao longo dos próximos anos, os portugueses vão ter de colocar de lado uma parte crescente dos seus rendimentos para conseguirem manter o nível de vida no momento de deixar a vida activa. Os PPR continuam a ser o produto mais interessante, por terem uma vantagem fiscal na tributação das mais-valias, mas é necessário escolher os melhores do mercado”.</p>
<p><br/></p>
<p>Nos últimos 24 meses, os fundos geridos pela sociedade, Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize capital Reforma PPR Equilibrado obtiveram, respectivamente, taxas de rentabilidade anualizadas de 9,7 % e 8,1%, com um risco de nível 3 (valores a 18 de Novembro de 2010 (1)).<br />
A questão da escolha do gestor é fundamental, já que a rentabilidade obtida nos fundos PPR é importante para aumentar ou reduzir o esforço financeiro de poupança para a reforma. Por exemplo, o cenário traçado um jovem de 25 anos revela que, para este garantir 80% do seu salário de 2.000 euros no momento da reforma, precisa de poupar 12,6% do salário se investir num PPR com um retorno de 1,5%, enquanto se o mesmo tiver uma rentabilidade de 5% apenas precisa de poupar 5,3%, ou seja, menos de metade.</p>
<p><br/></p>
<p>Esta realidade reforça outras das conclusões do estudo “Reformas e Pensões em Portugal 2010”, que defende que a poupança para a reforma tem de ser aplicada em produtos financeiros sem garantia de taxa, com destaque para os fundos PPR. Os portugueses necessitam de vencer a sua forte aversão ao risco e procurar as soluções que lhe permitam reforçar a rentabilidade potencial dos seus investimentos. </p>
<p><br/></p>
<p>A aposta nos fundos PPR, que permitem uma maior exposição aos mercados accionistas, é recomendada tanto por razões históricas como conjunturais. Por um lado, a longo prazo, as acções são historicamente mais rentáveis que as obrigações e as oscilações dos mercados accionistas são invisíveis e tendem para uma recta de sentido crescente. Por outro, as obrigações com capital “garantido” também têm cotações que oscilam diariamente e existe o risco de as empresas ou os Estados falirem. </p>
<p><br/></p>
<p>Assim, segundo a Optimize Investment Partners, o investimento em acções continua a ser o mais apelativo, com destaque para empresas e sectores de futuro e que permitam participar no desenvolvimento económico mundial, beneficiando do desempenho de economias como a China, Índia, Rússia e Brasil, ou de sectores e temáticas como a Saúde e Farmácia, Agricultura e Alimentação, Energia e Matérias-Primas, Infra-estruturas, Alterações Climáticas e Economia “Verde”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=968" target="_blank">O estudo completo &#8211; Reformas e Pensões em Portugal &#8211; Edição 2010</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p><em>(1)	As rendibilidades divulgadas representam dados passados e não constituem uma garantia de rendibilidade futura. O valor das unidades de participação pode aumentar ou diminuir em função do nível de risco que varia entre 1 (risco mínimo) e 6 (risco máximo). Optimize Capital Reforma PPR Acções e Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado são dois fundos de investimento mobiliários, cujos prospectos completos e simplificados se encontram disponíveis nas entidades comercializadoras. As taxas de rendibilidade mencionadas são anualizadas, líquidas de comissão de gestão e de depósito, de custos de auditoria e de taxa de supervisão. As medidas de rendibilidade anualizadas divulgadas, calculadas tendo por base um prazo superior a um ano, só seriam obtidas se o investimento fosse efectuado durante a totalidade do período de referência.</em></p>
<p><br/></p>
<p>© Optimize 2010</p>
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		<title>Conferência e Concurso no Fórum Infovalor 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 09:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
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		<description><![CDATA[A Optimize Investment Partners convida-o a estar presente no próximo Fórum Infovalor. Participe na nossa Conferência e no nosso Concurso!


Venha encontrar-se com a equipa Optimize, no âmbito do Fórum Infovalor da Poupança e Investimento 2010.

O Fórum Infovalor
A segunda edição do Fórum Infovalor, dedicado à Poupança e ao Investimento, vai decorrer nos dias 26 e 27 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Partners/logoinfovalor.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />A Optimize Investment Partners convida-o a estar presente no próximo Fórum Infovalor. Participe na nossa Conferência e no nosso Concurso!<br />
<span id="more-1318"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Venha encontrar-se com a equipa Optimize, no âmbito do <strong>Fórum Infovalor da Poupança e Investimento 2010</strong>.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>O Fórum Infovalor</strong></p>
<p>A segunda edição do Fórum Infovalor, dedicado à Poupança e ao Investimento, vai decorrer nos dias 26 e 27 de Novembro. A entrada é gratuita. Para tal, inscreva-se no site da Infovalor (<a href="http://www.infovalor.pt/index2.php?option=com_jforms&#038;view=form&#038;id=2&#038;Itemid=56&#038;ml=5&#038;mlt=system&#038;tmpl=component" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p><br/></p>
<p><strong>A Optimize no Fórum!</strong></p>
<p>A Optimize Investment Partners estará presente no Fórum, durante os dois dias (26 e 27 de Novembro) das 10h30 às 22h00. Venha visitar o nosso stand. A equipa terá todo o gosto em recebê-lo e responder a todas as suas perguntas.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>A Conferência</strong></p>
<p>Assista na conferência que se realizará na Sexta-Feira, dia 26 às 17h00 (Sala Tejo):<br />
<strong>&#8220;Reformas em Portugal: as realidades desconhecidas&#8221;</strong><br />
Orador: Diogo Santos Teixeira, Administrador da Optimize</p>
<p><br/></p>
<p><strong>O Concurso</strong></p>
<p>Durante os dois dias do Fórum, no stand da Optimize, poderá ainda participar no nosso concurso, e habilitar-se-á a <strong>ganhar o seu PPR 2010</strong>!!</p>
<p><br/></p>
<p>Contamos consigo!</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.infovalor.pt/index2.php?option=com_jforms&#038;view=form&#038;id=2&#038;Itemid=56&#038;ml=5&#038;mlt=system&#038;tmpl=component<br />
" target="_blank">Para Participar no Fórum, increva-se gratuitamente no site da Infovalor</a></li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>© Infovalor e Optimize 2010</p>
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		<title>Fed e Inflação: compre acções</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/t0gghY-GUMk/fed-e-inflacao-compre-accoes-20101115.html</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 10:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Istambul]]></category>
		<category><![CDATA[falência do Lehmann Brothers]]></category>
		<category><![CDATA[FED]]></category>
		<category><![CDATA[PIB Americano]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>

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		<description><![CDATA[As importantes medidas tomadas pelo FED de aumentar a liquidez do mercado mediante a compra de 600 mil milhões de dólares de obrigações detidas pelos bancos tem, inevitavelmente três efeitos:



A baixa ou no mínimo manutenção das taxas de juro americanas, favorecendo o endividamento das famílias e das empresas. É este o efeito desejado para reanimar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Centralbanks/fed.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />As importantes medidas tomadas pelo FED de aumentar a liquidez do mercado mediante a compra de 600 mil milhões de dólares de obrigações detidas pelos bancos tem, inevitavelmente três efeitos:<span id="more-1327"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<ul>
<li>A baixa ou no mínimo manutenção das taxas de juro americanas, favorecendo o endividamento das famílias e das empresas. É este o efeito desejado para reanimar a economia através do aumento do consumo e do investimento.</li>
<li>Algum aumento da inflação em virtude do aumento da massa monetária no caso dos bancos facilitarem o crédito acima referido.</li>
<li>Finalmente, e tendo em conta o que procede os efeitos sobre a valorização dos activos, ou seja, a baixa da rentabilidade das obrigações e, em contrapartida, a alta do valor das acções e das matérias-primas.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Este efeito das medidas de “quantitative easing”, que só resultaram parcialmente na sua primeira fase (o QE1) devem ser mais significativos desta vez em que a confiança voltou em boa parte aos mercados, melhorando a propensão para o consumo, o qual representa cerca de 70% do PIB americano.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim, é de prever uma valorização das acções americanas, o que, tendo em conta o papel director de Wall-Street se deve propagar aos restantes mercados.</p>
<p><br/></p>
<p>Apesar de os níveis de cotações dos principais mercados terem voltado aos valores de há dois anos ou seja da data de falência do Lehmann Brothers, consideramos existir ainda um potencial de alta das acções não só dos principais mercados, mas igualmente dos mercados, ditos emergentes, não só da Ásia como da América Latina.</p>
<p><br/></p>
<p>Já reparou que enquanto nos entretemos a falar da Grécia e dos seus deficits, a sua vizinha Turquia tem um crescimento anual do PIB de 10% e a Bolsa de Istambul sobe cerca de 60% desde o início do ano?</p>
<p><br/></p>
<p>Sendo época de subscrição de PPR parece-nos ser altura de reflectir calmamente sobre se vale a pena refugiar-se nos PPR garantidos das seguradoras, investidos em obrigações, e não substituí-lo pelas acções que embora mais voláteis têm a capacidade de acompanharem a alta da inflação. É altura de deixar de “ter medo” seguindo as notícias graves da economia portuguesa. Há outros mercados onde investir.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<item>
		<title>Video – Optimize comenta última emissão de Obrigações do Tesouro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/wn3yaubrNkY/video-optimize-comenta-ultima-emissao-de-obrigacoes-do-tesouro-20101110.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/video-optimize-comenta-ultima-emissao-de-obrigacoes-do-tesouro-20101110.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 14:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Monetário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[obrigações do Tesouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Diogo Teixeira, Administrador da Optimize Investment Partners, comenta a última emissão de Obrigações do Tesouro do ano. Veja o vídeo, publicada hoje no site negocios.pt.
&#8230;


Diogo Teixeira, Administrador da Optimize, considera que os mercados serão quem irá &#8220;decidir por nós&#8221; se será necessária uma intervenção da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.

No que diz respeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/diogojdn5.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" /><strong>Diogo Teixeira</strong>, Administrador da Optimize Investment Partners, comenta a última emissão de Obrigações do Tesouro do ano. Veja o vídeo, publicada hoje no site negocios.pt.<br />
&#8230;<span id="more-1312"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Diogo Teixeira, Administrador da Optimize, considera que os mercados serão quem irá &#8220;decidir por nós&#8221; se será necessária uma intervenção da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional.</p>
<p><br/></p>
<p>No que diz respeito à emissão de Obrigações do Tesouro, Diogo Teixeira defende que as &#8220;taxas conseguidas foram muito próximas das taxas de mercado o que significa que não houve, digamos, uma ajuda externa&#8221;.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Ler a entrevista" href="http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=453009">Veja o Video no site Negocios.pt</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Entrevista – Presidente da Optimize – Diario Economico</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/zwdM4BVSgHE/entrevista-jose-santos-teixeira-presidente-da-optimize-no-diario-economico-20101109.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/entrevista-jose-santos-teixeira-presidente-da-optimize-no-diario-economico-20101109.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 10:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista a José Santos Teixeira, Presidente da Optimize, pelo Jornalista Luis Leitão, publicada no Diário Económico da segunda-feira 8 de Novembro, na série: &#8220;O Primeiro Investimento de &#8230;&#8221;
&#8230;


Acrise do ‘subprime’ traumatizou o presidente da Optimize mas não o fez perder a confiança no mercado accionista. Saiba porquê.

A carreira profissional de José Santos Teixeira, presidente da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Photoequipa/joseeco3.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Entrevista a <strong>José Santos Teixeira</strong>, Presidente da Optimize, pelo Jornalista Luis Leitão, publicada no Diário Económico da segunda-feira 8 de Novembro, na série: &#8220;O Primeiro Investimento de &#8230;&#8221;<br />
&#8230;<span id="more-1303"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Acrise do ‘subprime’ traumatizou o presidente da Optimize mas não o fez perder a confiança no mercado accionista. Saiba porquê.</p>
<p><br/></p>
<p>A carreira profissional de José Santos Teixeira, presidente da sociedade gestora Optimize, conta com quase quatro décadas dedicadas aos mercados. Desde 1971 que o experiente gestor se dedica à gestão de carteiras com vista à reforma “mantendo sempre um grande respeito pelos mercados, que têm quase sempre razão”, confessa o especialista, que não tem dúvidas em apontar a última crise financeira comoumdos momentos mais complicados para si e para a sua carteira.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Há quanto tempo investe em bolsa? Ainda se recorda do primeiro investimento que realizou n omercado de capitais?</strong><br />
Investi pela primeira vez em acções em 1971 através do Fundo de Acções Fides, cuja gestão era assumida pela Império Portugal onde então trabalhava. Quando cheguei a Paris, meses depois, tive de aprender a gerir a carteira da Império França, essencialmente de obrigações e comecei igualmente a investir no mercado de acções.<br />
Devo ter perdido alguns francos. Progressivamente adoptei dois perfis de investidor completamente distintos: equilibrado e numa óptica de longo prazo a título profissional, e bastante<br />
agressivo e de mais curto prazo a título pessoal.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>E dos piores investimentos, guarda alguma recordação ou preferiu apagar da memória?</strong><br />
Os piores investimentos têm a ver com dois ciclos de baixa que não previ tão longos: o primeiro, quando em 1994 as taxas de juro francesas a 10 anos subiram em 12 meses de 4% para quase 9%, produzindo uma forte desvalorização quer de acções quer sobretudo das obrigações.<br />
Tal deveu-se não à situação do mercado mas a um acordo, secreto, imprevisível, entre Mitterrand e Kohl sobre as paridades para entrada no euro do marco alemão e do franco francês. O segundo foi aquando da crise da internet que evitei, mas que em 2001/2002 foi seguida pelo escândalo da Enron e mais tarde o ataque às TwinTowers, acontecimento simpre visíveis que me apanharam já em pleno período de investimento.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Qual foi a lição mais importante que aprendeu com os mercados?</strong><br />
A mais importante lição dos mercados é que só se deve investir no que se conhece e que tem cotação diária em mercados organizados, isto é, total liquidez e independência dos “preços” fixados pelos bancos de investimento, como nos produtos estruturados e ‘hedge-funds’.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>De toda a sua experiência no universo da bolsa,qual foi o período mais difícil para si e para a sua carteira?</strong><br />
Indiscutivelmente o mês de Agosto de 2007 em que descobri a verdadeira natureza dos “subprimes” e o enorme “barrete” que os bancos de investimento americanos tinham transferido para os mercados. Liquidei as minhas carteiras pessoais em Agosto de 2007 mas fiquei de tal modo traumatizado e indignado que só voltei a investir em acções em Maio de 2009.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Como costuma reagir quando os seus amigos e familiares lhe pedem“dicas” de investimento?</strong><br />
Considero ter a obrigação, como especialista, de ajudar no que posso emejulgo competente. Assim, embora não goste de citar títulos aconselho: não investir em produtos mas sim em carteiras diversificadas (classes de activos, geográfica, sectorial e divisas), que pode ser feito com fiscalidade mais favorávelmediante os PPR; substituir a palavra “garantido” pela “diversificação” porque garantido é sinónimo de falta de rendibilidade; não fazer o que não sabe, gerir com apoio de profissionais ou pelo menos pela via dos fundos; e compreender que o “mundo mudou” e os investimentos também.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Qual o seu investimento financeiro preferido?</strong><br />
Sempre considerei que apesar da sua volatilidade, as acções são o investimento mais interessante, desde que se disponha do tempo necessário para esperar pelo retorno.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Segue por norma uma estratégia de curto ou de longo prazo nos seus investimentos?</strong><br />
Visão de long oprazo e ‘stock-picking’. E uma gestão “por conceitos”. Assim, neste momento procuro detectar: os países que terão maior desenvolvimento nos próximos 20 anos, os sectores que mais beneficiarão com a enorme mutação geopolítica e económica em curso, as empresas que por serem líderes nos seus mercados, maior capacidade terão em aproveitar essa mutação.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Qual foi  oúltimo investimento que realizou?</strong><br />
Investi na mineira brasileira Vale do Rio Doce e na Halliburton eTechnip (prospecção de petróleo). Assim como no fundo DWS China e no fundo de mercados emergentes Magellan.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Ler a entrevista" href="http://www.optimize.pt/documents/download.php?id=963">A entrevista em pdf</a></li>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>FED, USD, OGE e o abono de família</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/jj5uB8lzwAI/fed-usd-oge-e-o-abono-de-familia-20101108.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/fed-usd-oge-e-o-abono-de-familia-20101108.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 16:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Abono de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Bernanke]]></category>
		<category><![CDATA[Bilhetes do Tesouro]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>
		<category><![CDATA[USD]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas semanas os mercados anteciparam razoavelmente o anúncio das medidas de “quantitative easing” por parte da Reserva Federal americana.


Os prognósticos sobre o montante da injecção de liquidez nos mercados, através da compra de Obrigações e Bilhetes do Tesouro dos Estados Unidos vai de 100 mil a 1000 Milhões de USD, evidentemente divididos em tranches [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Centralbanks/fed.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Nas últimas semanas os mercados anteciparam razoavelmente o anúncio das medidas de “quantitative easing” por parte da Reserva Federal americana.<span id="more-1299"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Os prognósticos sobre o montante da injecção de liquidez nos mercados, através da compra de Obrigações e Bilhetes do Tesouro dos Estados Unidos vai de 100 mil a 1000 Milhões de USD, evidentemente divididos em tranches mensais.</p>
<p><br/></p>
<p>Tendo em conta que Ben Bernanke é o maior especialista da crise de 1929, devida no essencial à falta de liquidez no sistema financeiro, não admira que a opção pela “facilitação” da liquidez tenha sido a opção, que deverá provocar uma baixa das taxas de juro, acompanhada de algum crescimento da inflação.</p>
<p><br/></p>
<p>Tal significa uma baixa de rendimento real e uma perda de poder de compra para quem insistir nos títulos de rendimento fixo em USD. E dado que alguns especialistas consideram como inevitável uma baixa no valor do USDólar até 20% não parece aconselhável o investimento em Obrigações Americanas e mesmo em Acções US nos próximos tempos.<br />
Esta é a sugestão financeira.</p>
<p><br/></p>
<p>Para complementar os temas evocados no título resta-me congratular-me com o acordo sobre o OGE, permitindo-me contudo uma forte indignação e incompreensão no que respeita aos cortes no Abono de Família.</p>
<p><br/></p>
<p>Para haver crescimento económico é necessário um aumento da população, logo uma elevada natalidade. Não é o caso em Portugal onde cada mulher está longe de ter, em média, os 2,1 filhos que permitiriam a simples manutenção da população.</p>
<p><br/></p>
<p>Ora cortar no Abono de Família de quem dele depende para educar os filhos com alguma dignidade, é algo de incompreensível e reprovável num Governo que tanto apregoou a necessidade de manutenção do Estado Social.</p>
<p><br/></p>
<p>Se a manutenção do Abono de Família não permitiria melhorar substancialmente a qualidade de vida de muitas famílias dado o seu actual baixo montante, o preferir-se o seu corte, relativamente às despesas de consumo inúteis de muitos Ministérios é demonstrar uma insensibilidade, por parte de um conjunto de governantes que não sabem o que é “educar filhos” em situação de precariedade financeira.</p>
<p><br/></p>
<p>E o meu colega e amigo Eduardo Catroga que tão bem poderia “ter ficado na fotografia” em minha opinião “borrou a pintura”.</p>
<p><br/></p>
<p>Indignação orçamental: Precisa-se.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Valha-nos Santo António</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/hH8Y_Hydhxc/valha-nos-santo-antonio-20101102.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/valha-nos-santo-antonio-20101102.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 10:58:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[António Borges]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[dívida pública]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Monetário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro das Finanças]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo português enfrentou durante muito tempo com o aumento Keynesiano da Despesa Pública o grave problema do desenvolvimento económico. Esquecendo que essa Despesa e os deficits acumulados dela resultantes nos encostariam, em dado momento à parede de que os nossos credores não queriam ultrapassar. Tornando portanto irrealizáveis os magníficos projectos de novo Aeroporto, TGV, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Optimism/boaesperanca.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />O Governo português enfrentou durante muito tempo com o aumento Keynesiano da Despesa Pública o grave problema do desenvolvimento económico. Esquecendo que essa Despesa e os deficits acumulados dela resultantes nos encostariam, em dado momento à parede de que os nossos credores não queriam ultrapassar. Tornando portanto irrealizáveis os magníficos projectos de novo Aeroporto, TGV, Auto-estradas, SCUTS, etc.<span id="more-1297"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>As dificuldades de aprovação no Orçamento 2011 são a tradução dessa situação.<br />
E no futuro? O que nos espera?<br />
Recente livro publicado em França e intitulado “France, la faillite?” – Os cenários da crise da Dívida, enuncia quais as soluções possíveis para a possível insolvência dum país:</p>
<ul>
<li>CENÁRIO 1 – Negar inicialmente o problema</li>
<li>CENÁRIO 2 – Procurar “varrer para debaixo do tapete” até que a crise passe</li>
<li>CENÁRIO 3 – Recusar pagar a Dívida</li>
<li>CENÁRIO 4 – Reestruturar parcialmente a Dívida</li>
<li>CENÁRIO 5 – Pedir ajuda à Europa e ao BCE</li>
<li>CENÁRIO 6 – Colocar-se sob a tutela do FMI</li>
<li>CENÁRIO 7 – Sair do Euro e voltar ao escudo</li>
<li>CENÁRIO 8 – Utilizar em simultâneo o Euro para as transacções internacionais e o Escudo para o mercado interno</li>
<li>CENÁRIO 9 – Deixar a Alemanha abandonar o Euro (forte) e ficar com um Euro mais fraco</li>
<li>CENÁRIO 10 – Fazer os esforços internos necessários, através de um “choque de confiança” que impressione e tranquilize os nossos credores, que continuarão a financiar-nos até encontrarmos os necessários equilíbrios orçamentais e de balança de pagamentos.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Já ultrapassamos os dois primeiros cenários e estamos a beneficiar da compra dos nossos títulos da Dívida Pública por parte do BCE.</p>
<p><br/></p>
<p>Não se fala ainda em saída do Euro, total ou parcialmente, nem de momento, em reestruturação parcial da Dívida, apesar das crescentes dificuldades de financiamento público e privado. Como aliás foi notório com as entrevistas dos principais banqueiros ao Ministro das Finanças e à Oposição.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas antes de escrever este artigo (quarta-feira) tive duas notícias de sinais contraditórios para Portugal:</p>
<ul>
<li>O “falhanço” das negociações para aprovação do OGE 2011</li>
<li>A nomeação do Professor António Borges para Director do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Talvez estejam criadas as condições para nos colocarmos sob a tutela do FMI, solução que nunca me “ofendeu” na medida em que a nossa teórica “soberania” já se perdeu há muito.<br />
Assim, como no passado, “valha-nos Santo António”, Borges neste caso…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A evolução cambial é crítica para os mercados</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/0HH5huelEuk/a-evolucao-cambial-e-critica-para-os-mercados-20101027.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/a-evolucao-cambial-e-critica-para-os-mercados-20101027.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 07:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento mundial]]></category>
		<category><![CDATA[dívida alemã]]></category>
		<category><![CDATA[Dow Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Eurostoxx50]]></category>
		<category><![CDATA[queda do Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva Federal Americana]]></category>

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		<description><![CDATA[O último mês foi positivo para os principais mercados de acções, os investidores ganhando alguma confiança e apetência para o risco por duas razões principais: resultados de empresas que continuam de mostrar uma boa resistência num contexto de fraco crescimento das economias americanas e europeias, e a perspectivas de um novo apoio quantitativo por parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Markets/Moneymarket.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />O último mês foi positivo para os principais mercados de acções, os investidores ganhando alguma confiança e apetência para o risco por duas razões principais: resultados de empresas que continuam de mostrar uma boa resistência num contexto de fraco crescimento das economias americanas e europeias, e a perspectivas de um novo apoio quantitativo por parte da Reserva Federal Americana. <span id="more-1286"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Contudo, novos elementos de fragilidade apareceram, pondo em causa as perspectivas para o médio prazo: o inicio de uma “guerra das moedas”, marcado por uma aceleração da queda do Dólar em relação ao Euro e novos sinais de pânico em relação à situação de endividamento de vários “países periféricos”, principalmente Portugal e a Irlanda.</p>
<p><br/></p>
<p>Os ganhos dos últimos 30 dias sobre os mercados de acções foram substanciais: +3.8% para o Dow Jones, +4.6% para o Eurostoxx50 e 7.3% para o nosso índice nacional. Contudo, esta boa performance ainda não permite, no caso dos índices europeus, alcançar os níveis de inicio do ano, o PSI20 apresentando uma queda de -6.2% e o Eurostoxx50 -2.9%, enquanto o Dow Jones afirma a sua superioridade, ganhando +6.9% no mesmo período. Infelizmente, as razões que levam os mercados ao optimismo, injecção maciça de moeda no sistema e empresas que continuam a apresentar bons resultados sem impacto positivo para o mercado do emprego, também nos trazem razões de preocupação, levantando o espectro de uma “stagflação”.</p>
<p><br/></p>
<p>Do lado do mercado de dívida, as obrigações do estado português foram fortemente pressionadas. Negociaram em novos máximos de 6,5% sobre 10 anos, regressando, com a apresentação de um orçamento 2011 extremamente duro para um nível mais aceitável de 5,5%&#8230; antes de voltarem a subir para 5.85% com as dúvidas sobre a sua aprovação. Mesmo a dívida alemã não ficou isente de dificuldades, sofrendo uma forte volatilidade embora sempre perto dos seus níveis mínimos históricos, com um rendimento a 10 anos variando entre 2.2% e 2.5%. </p>
<p><br/></p>
<p>Petróleo e matérias-primas continuam de evoluir em sentido oposto ao dólar. Com a moeda americana a desvalorizar mais de 8% em relação ao euro nos últimos 3 meses, os preços dos cereais, da carne e dos metais permanecem em níveis elevados, atingidos valorizações de respectivamente 25.0%, 13.8% e 10.5% desde o inicio do ano. Temos aqui os premisses de um regresso da inflação. Sobretudo, a volatilidade extrema da moeda americana poderá ter um impacto destabilizador sobre os resultados das empresas exportadoras, sobretudo a partir do 4º trimestre. </p>
<p><br/></p>
<p>As próximas semanas serão críticas sobre pelo menos dois pontos: a resolução da situação orçamental portuguesa e a sua aceitação pelos mercados, e a evolução da situação cambial. No caso de Portugal, está em causa a capacidade do país a resolver a crise orçamental sem intervenção do FMI. Do lado dos mercados cambiais, a continuação de políticas monetárias opostas dos dois lados do atlântico faz correr riscos de efeitos negativos para o crescimento mundial. Esperamos que os políticos chegam a uma solução de razão.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
<li><a title="Optimize Cotações" href="http://www.optimize.pt/Mercados-Cotacoes-Fundos-Optimize.html?i=3">A cotação dos fundos Optimize</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Banif Açor Pensões, Optimize e MDS celebram parceria</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/M1De1o71Tig/banif-acor-pensoes-optimize-e-mds-celebram-parceria-para-gestao-e-distribuicao-de-fundos-de-pensoes-20101026.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/banif-acor-pensoes-optimize-e-mds-celebram-parceria-para-gestao-e-distribuicao-de-fundos-de-pensoes-20101026.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 13:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Banif açor pensões]]></category>
		<category><![CDATA[MDS]]></category>
		<category><![CDATA[Optimize Capital Pensões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1289</guid>
		<description><![CDATA[A Banif Açor Pensões, a Optimize Investment Partners, Optimize Mediação de Seguros e a MDS Consultores de Seguros e Risco acabam de estabelecer uma parceria para a comercialização conjunta dos fundos de pensões abertos “Optimize Capital Pensões Acções”, “Optimize Capital Pensões Equilibrado”, “Optimize Capital Pensões Moderado” e “Banif Reforma Garantida”.



Segundo o acordo entre as entidades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/produtos/optimizecapitalpensoes.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />A Banif Açor Pensões, a Optimize Investment Partners, Optimize Mediação de Seguros e a MDS Consultores de Seguros e Risco acabam de estabelecer uma parceria para a comercialização conjunta dos fundos de pensões abertos “Optimize Capital Pensões Acções”, “Optimize Capital Pensões Equilibrado”, “Optimize Capital Pensões Moderado” e “Banif Reforma Garantida”.<br />
<span id="more-1289"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Segundo o acordo entre as entidades, estes produtos, que disponibilizam quatro perfis de investimento distintos, terão a Banif Açor Pensões como entidade gestora, enquanto a Optimize Mediação de Seguros e a MDS Consultores de Seguros e Risco serão as entidades comercializadoras. Os activos dos três primeiros fundos serão geridos pela Optimize Investment Partners enquanto o último terá os seus activos geridos pelo Banif – Banco de Investimento.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Sobre a Banif Açor Pensões</strong><br />
A Banif Açor Pensões &#8211; Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. teve a sua origem na Açor Pensões, sociedade fundada em Dezembro de 1990 e adquirida e integrada no Grupo BANIF em 1996. A gestora centra a sua actividade na gestão de activos, tendo como accionistas de referência o Banif &#8211; Banco de Investimento, SA (51,08%), o Banif &#8211; Banco Internacional do Funchal, SA (10,81%) e a Companhia de Seguros Açoreana, SA (29,19%). Actualmente a Banif Açor Pensões gere 42 Planos de Pensões integrados em 18 Fundos de Pensões que investem em 18 carteiras de investimento com um montante global de € 268 milhões de activos sob gestão.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Sobre a Optimize Investment Partners e a Optimize Mediação de Seguros</strong><br />
A Optimize Investment Partners é uma sociedade gestora de fundos mobiliários criada em 2008 com especialização em soluções de poupança de médio e longo prazo. A empresa detém actualmente sob gestão 31 milhões de euros de activos através de uma gama de 4 fundos de investimento e soluções de gestão discricionária. Em complemento à gama Optimize Investment Partners, a sociedade Optimize Mediação de Seguros selecciona e distribui fundos de pensões e produtos de investimento do ramo dos seguros de vida.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Sobre a MDS Consultores de Seguros e Risco</strong><br />
A MDS SGPS é a holding para a área de seguros e gestão de risco da joint-venture entre os Grupos Sonae e Suzano, operando na corretagem de seguro directo, wholesale e de resseguro, numa estratégia que tem sido caracterizada pelo forte crescimento e internacionalização. Na corretagem de seguro directo está presente em Portugal e no Brasil. No resseguro detém uma participação de 26,3% na Cooper Gay, Swett &#038; Crawford, maior broker independente de resseguro e wholesale do mundo. Através da Brokers Link, uma das maiores redes internacionais de corretores, criada em 2004, está presente em mais de 50 países, com cerca de 230 escritórios e totalizando aproximadamente 5400 colaboradores. A MDS opera em Portugal desde 1984, tendo sido criada com o propósito de gerir os seguros e a política de risco do Grupo Sonae. É, actualmente líder do mercado nacional de corretagem, gerindo mais de 50.000 clientes dos mais variados sectores de actividade, intermediando cerca de 150 milhões de euros de prémios.
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O mundo mudou e os seus investimentos?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/BrGCXNzdbXg/o-mundo-mudou-e-os-seus-investimentos-20101025.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/o-mundo-mudou-e-os-seus-investimentos-20101025.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 09:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1284</guid>
		<description><![CDATA[Contrariamente ao que desde há uns anos apelidamos de crise, enfrentamos desde o início deste Século uma “profunda mutação” do Mundo em que vivemos.


Pessoalmente, senti o choque dessa mutação quando o BPN Paribas, foi obrigado a suspender, em Agosto de 2007, o resgate de Fundos de Tesouraria supostamente investidos em títulos com elevada liquidez.

Cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Performance/moreandmorenotes2.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Contrariamente ao que desde há uns anos apelidamos de crise, enfrentamos desde o início deste Século uma “profunda mutação” do Mundo em que vivemos.<span id="more-1284"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Pessoalmente, senti o choque dessa mutação quando o BPN Paribas, foi obrigado a suspender, em Agosto de 2007, o resgate de Fundos de Tesouraria supostamente investidos em títulos com elevada liquidez.</p>
<p><br/></p>
<p>Cerca de um ao depois, a falência do Lehmann Brothers e de dois Bancos Portugueses, confirmou que estávamos não só numa profunda crise mas numa mudança de paradigma de comportamento, não só como aforradores/investidores mas igualmente como consumidores e contribuintes da Despesa Pública que teve de fazer face à “paralisação” e falta de liquidez do sistema financeiro nacional e internacional.</p>
<p><br/></p>
<p>Infelizmente e depois de, durante três anos, numa óptica 100% Keynesiana, nos terem continuado a prometer mais pontes, auto-estradas, TGV’s e Aeroportos, ouvi em Junho de 2010 o PM afirmar quatro ou cinco vezes, numa entrevista à RTP que “o Mundo mudou”. O que para um estadista era visível desde o início do Século mas que só hoje, continua a ser invocado para as dolorosas mas inevitáveis medidas que vamos enfrentar, quer em matéria orçamental, quer de desenvolvimento económico.</p>
<p><br/></p>
<p>O que pode fazer o cidadão/contribuinte/aforrador/investidor?<br />
Como vai diminuir o aforro tem pura e simplesmente que investir melhor, ou seja, aumentar a rentabilidade dos seus investimentos.</p>
<p><br/></p>
<p>E tal significa, inevitavelmente, aceitar um maior risco nos seus investimentos.</p>
<p><br/></p>
<p>Desde sempre as acções foram um investimento de longo prazo, logo indicado para um Plano Poupança Reforma. Mas em Portugal a aversão ao risco da volatilidade das acções leva 85% dos Portugueses a investir o seu complemento de reforma em Seguros PPR com capital e rendimento garantido. Rendimento que se situará entre 2% e 3%.</p>
<p><br/></p>
<p>Ora, tendo eu iniciado a gestão de dois PPR praticamente no dia da falência do Lehmann Brothers isto é em 26/10/2008 foi possível obter uma rentabilidade anual nos dois primeiros anos de 7,9%, no PPR com 35% de Acções e de 9,2% no PPR com 55% de Acções.</p>
<p><br/></p>
<p>Como em Portugal gostamos mais de lamentar sobre as desgraças, do que tomar iniciativas para as combater, só cerca de 600 clientes aproveitaram esta oportunidade de investimento mais rentável embora mais arriscada.</p>
<p><br/></p>
<p>Há muita coisa que deve mudar em Portugal.Nomeadamente a cultura financeira mas sobretudo a atitude perante o risco.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Investir na Social Democracia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/fDC7UY3zXZk/investir-na-social-democracia-20101011.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/investir-na-social-democracia-20101011.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 07:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.optimize.pt/blog/?p=1280</guid>
		<description><![CDATA[Ao longo da História, foram invocados um certo número de “nobres princípios”, de natureza religiosa, política ou económica que conseguiram obter uma elevada adesão de uma maioria de cidadãos. Impondo-se assim como normas de Governo.


Mas a aplicação, na prática, desses princípios nem sempre conduziu a bons resultados, tendo os povos mal governados sido enganados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Savings/financialreturns.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Ao longo da História, foram invocados um certo número de “nobres princípios”, de natureza religiosa, política ou económica que conseguiram obter uma elevada adesão de uma maioria de cidadãos. Impondo-se assim como normas de Governo.<span id="more-1280"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Mas a aplicação, na prática, desses princípios nem sempre conduziu a bons resultados, tendo os povos mal governados sido enganados e conduzidos a situações de opressão, de guerra e no mínimo de pobreza.</p>
<p><br/></p>
<p>A “justiça social”, objectivo legítimo da social democracia, é um desses princípios que tem suscitado uma ampla adesão da maioria de eleitores, desde o final da guerra na Europa do Norte e desde 1975 em Portugal.</p>
<p><br/></p>
<p>Mas, se a sua aplicação nas sociedades da Europa do Norte, do Canadá, da Austrália se tem revelado fonte de forte crescimento económico, nem sempre o mesmo tem acontecido na Europa do Sul e nomeadamente em Portugal.</p>
<p><br/></p>
<p>Apesar da melhoria do nível de vida, algo fictício, trazido pelo euro. Através do qual, em contrapartida de uma moeda sólida, com elevado poder de compra e taxas de juro muito baixas, acompanhado de uma “montanha de generosos subsídios” nos pediram para “pormos as contas em dia” e para alcançarmos níveis de competitividade europeus.</p>
<p><br/></p>
<p>Infelizmente a social-democracia à portuguesa transformou-se, progressivamente, e sobretudo nos últimos quinze anos, em “social-clientelismo”, onde os partidos se apoderaram do poder político e do monopólio da violência legal que ele confere, para em nome da necessária justiça social e da social-democracia, aumentarem a carga fiscal e endividarem brutalmente as gerações futuras.</p>
<p><br/></p>
<p>Realizando uma gestão pública não em prol do “interesse geral”, mas para distribuir e manter “benesses” em benefício de uma “classe dirigente” em sentido lato (políticos, funcionários públicos, sindicatos, associações, autarcas, assim como alguns bancos e empresas do “regime”).</p>
<p><br/></p>
<p>Os investidores e credores internacionais já escolheram onde querem investir:</p>
<ul>
<li>Nas empresas do Norte da Europa cujos índices têm disparado e na Dívida Pública a dez anos a 2,2% da Alemanha e Holanda.</li>
<li>Nas empresas de mercados emergentes, nomeadamente em África e na Dívida de países emergentes.</li>
<p><br/></p>
<p>E não nas economias agonizantes do Sul da Europa onde está por fazer a redução da dimensão dos enormes e improdutivos aparelhos estatais. Venha portanto a verdadeira social-democracia.</p>
<p><br/></p>
<p>Em substituição do “social-clientelismo”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Poupança" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<item>
		<title>Como posso escolher o plano poupança reforma mais adequado?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 12:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas e Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Escolher PPR]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo PPR]]></category>
		<category><![CDATA[PPR garantido]]></category>

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		<description><![CDATA[O Consultório do Investidor é uma parceria entre o Diário Económico e várias entidades financeiras. A Optimize é a parceira escolhida para responder às dúvidas relacionadas com
o tema da reforma.
Pergunta: &#8221; Com uma oferta tão grande de PPR no mercado, como posso escolher o plano de poupança reforma mais adequado? Que critérios deve usar?&#8221;


Reposta, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Performance/profit.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />O Consultório do Investidor é uma parceria entre o Diário Económico e várias entidades financeiras. A Optimize é a parceira escolhida para responder às dúvidas relacionadas com<br />
o tema da reforma.<br />
Pergunta: &#8221; Com uma oferta tão grande de PPR no mercado, como posso escolher o plano de poupança reforma mais adequado? Que critérios deve usar?&#8221;<span id="more-1272"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Reposta, da Optimize:</p>
<p><br/></p>
<p>Embora seja um dos produtos de poupança preferidos, com razão, pelos portugueses, as características dos PPR ainda são largamente desconhecidas, levando muitas vezes a escolhas por defeito. Saber analisar as características de um PPR será o primeiro paço a dar para realizar a sua “escolha acertada”.</p>
<p><br/></p>
<p>Existem duas grandes categorias de PPR: os PPR de capital e, cada vez menos, rendimento garantido, e os fundos PPR. Esta última categoria faz suportar ao cliente os riscos, mas também os benefícios, de um investimento “mixto” em obrigações e acções. A primeira decisão a tomar consiste em escolher o nível de risco/rendimento procurado, entre:</p>
<ul>
<li>1) um produto &#8220;sem risco&#8221;, mas com uma rentabilidade apenas superior à inflação: 2,7% em média em 2009, para os PPR de rendimento garantido (dados ISP);</li>
<li> 2) um produto com risco, mas que permite beneficiar do crescimento dos mercados de acções e obrigações, com uma rendibilidade média em 2009 de 7,7% (dados APFIPP). Aqui a escolha é maior, já que a percentagem máxima de acções na carteira do fundo, da qual depende em grande parte o nível de risco/rendimento procurado, pode variar de 0% até 55%. O nível de risco, numa escala de 1 a 6, permite ponderar esse parâmetro.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>O segundo passo irá consistir na selecção do &#8220;melhor gestor&#8221;. Para cada categoria, a diferença de rendibilidade entre os melhores e piores gestores pode ser gigantesca: entre 0% e 4,27% para o PPR com garantia de capital, entre 3,5% e 30,8% para os fundos PPR, para o ano de 2009. E mesmo nos últimos 12 meses, embora num contexto de mercado &#8220;perturbado&#8221;, sete fundos conseguem ultrapassar os 4% de rendibilidade.</p>
<p><br/></p>
<p>Talvez o mais importante, a principal característica do PPR é a sua facilidade de transferência de uma entidade gestora para outra, sem qualquer penalização fiscal e, desde Julho de 2009, um custo máximo de 0,5% (para os PPR garantidos) e 0% para os outros. <strong>Se não estiver contente com o seu gestor de PPR, mude já.</strong></p>
<p><br/></p>
<p>O Consultório do Investidor é uma parceria entre o Diário Económico e várias entidades financeiras. A Optimize é a parceira escolhida para responder às dúvidas relacionadas com o tema da reforma. Pode colocar as suas questões através do email: consultoriodoinvestidor@economico.pt</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize PPR" href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">A gama de PPR da Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize SubscrePPR" href="http://www.optimize.pt/Planos-Poupanca-Reforma.html">Peça a sua Documentação</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<item>
		<title>O regresso dos mercados emergentes</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 09:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[HSBC]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados emergentes]]></category>
		<category><![CDATA[TGV espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[trackers]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, a crise económica que consiste, muito resumidamente, em “pôr as contas em dia”, nomeadamente nos países ocidentais que consumiram no passado o que não produziram, recorrendo para tal a empréstimos crescentes, com taxas de juro igualmente crescentes, impediu-nos de “olhar mais longe” para um elevado número de países que prosseguiram o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Countries/oldworldmap.png" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Nos últimos anos, a crise económica que consiste, muito resumidamente, em “pôr as contas em dia”, nomeadamente nos países ocidentais que consumiram no passado o que não produziram, recorrendo para tal a empréstimos crescentes, com taxas de juro igualmente crescentes, impediu-nos de “olhar mais longe” para um elevado número de países que prosseguiram o seu desenvolvimento.<span id="more-1269"></span><br />
<br/></p>
<p><br/></p>
<p>Dois números como justificação:</p>
<ul>
<li>Discutimos se construímos ou não o novo Aeroporto e a ligação ao TGV espanhol. A China tem em construção 200 (sim, duzentos), novos Aeroportos.<br />
E já fabrica aviões e TGV.</li>
<li>Discutimos se o nosso crescimento económico vai ser +0,1% ou -0,1% e se vai ou não haver uma recessão (double-dip).<br />
Entretanto o Club dos +7% constituído pelos países cujo crescimento económico anual é superior aquele valor, alguns alcançando mesmo mais de 10%, vai avançando e engrossando. </li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Porquê?</p>
<p><br/></p>
<p>Para haver crescimento económico têm de existir quatro condições:</p>
<ul>
<li>Forte crescimento da população ou uma evolução da população pobre para as classes médias (com crescentes e novas necessidades de consumo). E 90% dos novos 3 mil milhões de habitantes do nosso planeta vão nascer nos países emergentes.</li>
<li>Inovação tecnológica ou acesso a novas tecnologias importadas.</li>
<li>Confiança no futuro e na liderança.</li>
<li>Disponibilidades financeiras abundantes e acessíveis. E os excedentes comerciais desses países tornaram-nos nos “novos-ricos”.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Se verificar nada disto existe, infelizmente, em Portugal com algumas raras excepções na inovação tecnológica. Assim é natural que as empresas dos mercados emergentes tenham, nos últimos anos, atraído capitais de investimento e as suas Bolsas de Acções tenham registado fortes subidas.</p>
<p><br/></p>
<p>O HSBC (Hong-Kong and Shangai Bank) anunciou há dias que os mercados emergentes vão passar por um novo período de forte alta.</p>
<p><br/></p>
<p>Como há 25 anos fui fundador do Fundo Magellan (Fernão de Magalhães) e sigo estes mercados, com interesse, acredito neste novo surto de crescimento económico de saída da crise.</p>
<p><br/></p>
<p>Se o acesso à compra directa de acções nestes mercados não é muito fácil, existem bastantes “trackers” (Fundos indiciários de todos os mercados) e Fundos de Investimento especializados que os tornam acessíveis.</p>
<p><br/></p>
<p>Pessoalmente assistirei na próxima semana a uma Conferência de um dos maiores especialistas destes mercados residente em Hong-Kong onde confirmarei, ou não, se o centro do Mundo em profunda mutação, é hoje no Oriente.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<title>E tempo de acabar com o medo das acções</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Santos Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[As colunas de José Santos Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[árvores das patacas]]></category>
		<category><![CDATA[aversão ao risco]]></category>
		<category><![CDATA[double-dip]]></category>
		<category><![CDATA[floresta negra]]></category>
		<category><![CDATA[Macroeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações]]></category>

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		<description><![CDATA[A situação macroeconómica internacional e muito especialmente da Europa do Sul e dos Estados Unidos tem contribuído fortemente para um aumento da “aversão ao risco” que se traduziu por:


Redução da percentagem atribuída ao investimento em acções;
Procura da “segurança” das Obrigações, nomeadamente das emissões de Estados considerados mais sólidos: Alemanha, Holanda, Países Nórdicos, Austrália, Brasil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Finance/conservateurs.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />A situação macroeconómica internacional e muito especialmente da Europa do Sul e dos Estados Unidos tem contribuído fortemente para um aumento da “aversão ao risco” que se traduziu por:<span id="more-1267"></span><br />
<br/></p>
<ul>
<li>Redução da percentagem atribuída ao investimento em acções;</li>
<li>Procura da “segurança” das Obrigações, nomeadamente das emissões de Estados considerados mais sólidos: Alemanha, Holanda, Países Nórdicos, Austrália, Brasil e mesmo Canadá.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Como consequência dessa preferência pelas “ausência de risco” as obrigações seguras viram o seu preço subir e em consequência o seu rendimento baixar para níveis historicamente recorde de 2% a 2,5% durante 10 anos.</p>
<p><br/></p>
<p>Se, como é o consenso mais alargado, a saída da crise se fizer através de uma recuperação lenta da actividade económica, sem que haja uma nova crise (o chamado “double-dip”) é evidente que as acções, cujos níveis de valorização estão baixos, vão recuperar dos valores correspondentes a cerca de 60% dos máximos de 2007 a que actualmente se encontram.</p>
<p><br/></p>
<p>Para além desta razão fundamental podemos apontar:</p>
<ul>
<li>A capacidade beneficiária das empresas resultante de forte compressão de custos e manutenção ou aumento das vendas para mercados em desenvolvimento;</li>
<li>A realização de operações de compra de acções próprias ou de fusões/aquisições em boas condições de preços;</li>
<li>Os múltiplos de valorização dos lucros (PER) muito baixos quer em nível histórico, quer em comparação com os níveis baixos das taxas de juro;</li>
<li>Os níveis elevados de adaptação à crise com “cash-flow”abundante, logo baixa do endividamento;</li>
<li>O pagamento de dividendos de 4% e 5% superiores aos juros das obrigações.</li>
</ul>
<p><br/></p>
<p>Assim, entre investir em empresas multinacionais, bem geridas, que vão obter no exterior o seu crescimento, ou investir em Estados à beira do incumprimento ou em Obrigações a 10 anos com rendimentos que são habituais no curto prazo, de 2%, não tenho dúvida em afirmar que se deve aumentar a percentagem em acções de qualquer carteira.</p>
<p><br/></p>
<p>Deixe de olhar para a “floresta negra” da macroeconomia, que amedronta, e para o défice do nosso Orçamento, e procure encontrar nas florestas de acções as “árvores das patacas”, que são numerosas, e que continuarão a “dar fruta”.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Poupanca.html">Poupança, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Diario Económico e Optimize 2010</p>
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		<item>
		<title>Terminator em Wall Street</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Optimize-Blog/~3/p_Q6xvRGHuw/terminator-em-wall-street-20100921.html</link>
		<comments>http://www.optimize.pt/blog/terminator-em-wall-street-20100921.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 14:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claire Moulard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acções]]></category>
		<category><![CDATA[Mercados]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<category><![CDATA[FED]]></category>
		<category><![CDATA[Flash-crash]]></category>
		<category><![CDATA[Stop-Loss]]></category>
		<category><![CDATA[Wall Street]]></category>
		<category><![CDATA[Warren Buffet]]></category>

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		<description><![CDATA[Investir é um acto de fé no futuro. Esse princípio, essencial, é a nossa única salvação perante os “Terminators” que tomaram posse de Wall Street: 50% do volume de transacções da praça de Nova-Iorque já são da responsabilidade de “robôs” informáticos, especialmente programados para tomarem decisões de compra ou de venda em milésimos de segundos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.optimize.pt/images/stories/Finance/robot.jpg" border="0" alt="Image" vspace="6" align="left" />Investir é um acto de fé no futuro. Esse princípio, essencial, é a nossa única salvação perante os “Terminators” que tomaram posse de Wall Street: 50% do volume de transacções da praça de Nova-Iorque já são da responsabilidade de “robôs” informáticos, especialmente programados para tomarem decisões de compra ou de venda em milésimos de segundos, reagindo a um discurso do presidente do Fed, à evolução gráfica da cotação de um título ou à publicação de uma estatística económica. Não é nesse terreno que nós, humanos, iremos vencer!<span id="more-1262"></span></p>
<p><br/></p>
<p>Dia 6 de Maio de 2010, o mundo da finança inventou uma nova palavra, “flash-crash”, para descrever o que aconteceu às 14:45 em Wall Street: uma queda súbita de 10% do índice, com títulos a perderem 99,9% do seu valor em segundos, tudo voltando à normalidade depois de alguns minutos. Tudo? É sem contar com os pobres humanos que confiaram nos sistemas de mercado, deixando ordens de “stop loss” para prevenir uma queda de cotação dos seus títulos. Essas ordens foram executadas, as menos valias realizadas e aproveitadas pelas máquinas… Esta ferramenta que parecia ser uma defesa contra a volatilidade do mercado tornou-se o pior inimigo do investidor. A eficiência dos mercados, cimento indispensável ao funcionamento das praças financeiras, deixou de ser uma regra universal, só funcionando para quem conseguir calcular e reagir à velocidade de um computador.</p>
<p><br/></p>
<p>Assim sendo, o melhor defeito de um investidor vai passar a ser a preguiça. O excesso de activismo bolsista, e de interpretação “na hora” de um fluxo contínuo de estatísticas, é para ser deixado às máquinas. Será preferível seguir a técnica de um Warren Buffet, que mesmo tendo conservado muitos dos títulos da sua carteira durante décadas, conseguiu uma rentabilidade média anual de 20% durante os últimos 40 anos… e gere 100 mil milhões de euros de activos com apenas 20 empregados.</p>
<p><br/></p>
<p>E do que é que será feito esse futuro.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Portugal:</strong><br />
Nem todas as estatísticas são más em Portugal: se o desemprego e o PIB continuam a cair, défice e vendas de carros estão em óptima forma! Particulares e governantes uniram os seus esforços para demonstrarem aos mercados que, finalmente, esta crise é apenas uma ilusão óptica… Se acreditar que a paciência dos nossos credores tem limites, ou que a sua carteira deixou de ser patriota desde as últimas alterações retroactivas à fiscalização das mais-valias, siga o seu caminho. No caso contrário, se acreditar na capacidade e no juízo do BCE, do FMI e, “last but not least”, dos nossos políticos, aproveite as taxas de juros relativamente altas oferecidas pelo Estado, mesmo a curto prazo, para financiar o seu défice.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Acções contra obrigações:</strong><br />
Não olhe para trás! Com taxas de juro sem risco negativas, e empréstimos dos estados (credíveis) a 10 anos a pagarem 2.5%, investir em obrigações de países como a Alemanha, a França ou os Estados Unidos consiste hoje numa aposta no “fim do mundo”, com uma recessão e deflação crónica das economias desenvolvidas para os próximos 10 ou 20 anos … Se isso não vier a acontecer, cenário previsível (e preferível!), esse tipo de activos irá sofrer uma desvalorização brutal. Muitas acções “blue chips”, pelo contrário, oferecem taxas de rendimentos, sobre a forma de dividendos, superiores a 3% ao ano, com o potencial de aproveitarem de uma normalização da aversão ao risco dos investidores.</p>
<p><br/></p>
<p>Tenho a esperança que ainda é possível vencer as máquinas, traçando uma estratégia de investimento de longo prazo, insensível às flutuações erráticas dos mercados. A imagem de um campeão de xadrez… embora ainda nenhum tenha vencido contra um computador desde 2005…</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Velho mundo contra emergentes:</strong><br />
Com taxas de crescimento de 10% ao ano, balanças de pagamentos a transbordar, e superavits generosos, a China o Brasil e a Índia, entre outros, tornaram-se em poucos anos os melhores alunos da economia de mercado. São os mercados do futuro? Sim. Podemos investir cegamente todas as nossas poupanças nesses mercados? Não necessariamente. Esses países, embora tenham dado passos largos no caminho da “democracia de mercado”, ainda representam riscos específicos para o investidor europeu. Risco de câmbio, risco político, risco de liquidez, devem ser tomados em consideração. Em Dezembro de 2002, a Argentina ofereceu-nos um exemplo do tratamento dado aos investidores estrangeiros quando a urgência social requer medidas drásticas, “expropriando” todos os investimentos em dólares. Felizmente existem alternativas, como por exemplo o investimento em empresas exportadoras que realizam uma parte substancial das suas vendas nesses mercados. Ao investir nessas empresas, também evitamos uma descapitalização das nossas economias.</p>
<p><br/></p>
<p><strong>Links úteis:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Terminator em Wall-Street" http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&#038;id=444311">Ler o artigo</a></li>
<li><a title="Optimize Mercados e Fundos" href="http://www.optimize.pt/Mercados-e-Fundos.html">Mercados e Fundos, no site Optimize</a></li>
<li><a title="Optimize na Imprensa" href="http://www.optimize.pt/Imprensa.php/Imprensa.html">A Optimize na Imprensa</a></li>
</ul>
<p>© Jornal de Negócios e Optimize 2010</p>
]]></content:encoded>
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