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	<title>Os Dias Sem Ele</title>
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		<title>A mais linda história de amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 21:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A minha história de amor]]></category>
		<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Como ondas que dilaceram as pedras insistentemente, me deparei com um desconhecido ignorado desde os meus primeiros passos. Bem verdade que os pedidos incessantes e os argumentos intermináveis muito bem elaborados me invadiram por puro cansaço. E extirpando aquilo que eu chamo de falta de fé em mim mesma, contou-me sobre as aventuras da minha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg"><img data-attachment-id="1954" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/10/30/a-mais-linda-historia-de-amor/historiadeamor-2/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg" data-orig-size="460,270" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="historiadeamor" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg?w=460" class="aligncenter size-medium wp-image-1954" title="historiadeamor" alt="" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg?w=300&#038;h=176" height="176" width="300" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg?w=300 300w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/10/historiadeamor1.jpg 460w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Como ondas que dilaceram as pedras insistentemente, me deparei com um desconhecido ignorado desde os meus primeiros passos. Bem verdade que os pedidos incessantes e os argumentos intermináveis muito bem elaborados me invadiram por puro cansaço. E extirpando aquilo que eu chamo de falta de fé em mim mesma, contou-me sobre as aventuras da minha vida, registradas por ele desde sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">Como aquela vez em que mesmo que todos falassem que eu ainda era muito pequena, fiz a maior birra para aprender a nadar na piscina dos adultos porque a piscina das crianças estava muito sem graça. Quase morri afogada algumas vezes (dois segundos embaixo d&#8217;água sem conseguir colocar os pés no chão realmente parecem cinco minutos mortais), mas aprendi a nadar, participei de competições, ganhei medalhas e ouvi do desconhecido que eu teria sido uma excelente nadadora.</p>
<p style="text-align:justify;">Também tem aquela história da bicicleta sem rodinhas que após centenas de tombos, aprendi a andar. Mas assim como a piscina de crianças ficou sem graça, a bicicleta também ficou. A bicicleta dos adultos tornou-se o meu novo desafio. Eu era tão pequena que se ficasse sentada no banco, não conseguia alcançar os pedais. Tudo bem, eu andava o dia inteiro sem sentar no banco. Como eu conseguia isso, não sei. Mas conseguia. E ouvi que com o passar dos anos, eu seria excelente em me adaptar aos obstáculos da vida. Meus joelhos marcados até hoje pelos tombos, servem para que eu nunca me esqueça disso.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não lembrava, mas ele me contou sobre meu casamento aos seis anos de idade em pleno mês de julho, naquela festa conhecida como São João. Recordou a felicidade que senti ao ser escolhida para ser a noiva e como já era teimosa naquela idade, porque bati o pé e disse: quero escolher o noivo, quero me casar com o fulano. Escolhi o vestido, a maquiagem, ensaiei a cerimônia como se eu fosse uma artista de cinema e me casei, feliz e sorridente com o tal mocinho.  Ouvi do desconhecido que um dia, eu seria uma esposa dessas de dar inveja.</p>
<p style="text-align:justify;">De todas as histórias que o desconhecido insistente contou, a que eu mais gostei de escutar foi aquela em que me senti um peixinho fora d&#8217;água pela primeira vez. De todos os alunos da 2ª série, eu era a única que estava semanalmente na biblioteca escolhendo livros pra levar pra casa. E lia todos, todos mesmo. Perdi as contas de quantas fichas novas a moça da biblioteca teve que fazer pra mim. Até ganhei um livro da tal moça: Robinson Crusoé. Os livros me deixavam em êxtase,  eu conseguia viajar para outros mundos. Percebi que tinha asas. E ouvi do desconhecido que por esse motivo, eu era um peixinho fora d&#8217;água. Uma peixinha de asas, das melhores.</p>
<p style="text-align:justify;">Tentei ser desenhista, e apesar da total falta de dom pro desenho, recordei do incentivo desse desconhecido. O incentivo foi tanto, que no dia que fui comprar um novo caderno de desenhos, vi ao lado um diário azul-bebê com chave. Escutei dele que um dia, as palavras seriam  minhas melhores amigas. E comecei a escrever.</p>
<p style="text-align:justify;">Fui jogadora de vôlei, dançaria do tchan, cantora de pagode, tiete dos backstreet boys, dublê das chiquititas, a garota mais bonita entre as amigas. Subi em árvores, nos telhados dos prédios, atravessei avenidas só pra colher amoras das árvores. Pra mim, meu pai era um agente tipo o 007. O primeiro filme que assisti com as amigas no cinema foi Armagedon, e chorei. Adorava opinar sobre os filmes e o primeiro que analisei foi &#8220;A Princesinha&#8221;. Dei o meu primeiro beijo aos onze anos de idade. Tocava as campainhas e saia correndo. Comecei a enviar cartas para as pessoas que amo, fiz escova no cabelo e achei lindo, mas até hoje não consegui abandonar os cachos. Assistia malhação e me sentia super madura. Tinha uma coleção de bichinhos de pelúcia, apesar da alergia. Andava de patins o dia inteiro e ouvia que era uma excelente patinadora. Fugia pra tomar banho de chuva, fiz birra aos 12 anos pra fazer catequese e me senti orgulhosa de mim mesma no dia da primeira comunhão. Meu primeiro amor, foi platônico. Era uma negação nos esportes mas nunca neguei meu amor pelo handebol. Fui do grêmio da infantaria no colégio militar e nessa época descobri que tinha uma mente revolucionária. Não conseguia me adaptar as regras, as pequenices, as visões estreitas de mundo, estudei filosofia e decidi que se um dia tivesse uma filha, ela se chamaria Sofia. Quando optei por cursar Administração, o desconhecido me disse que era muito pouco pra mim, que alguém tão interessada pelo ser humano deveria pesquisar um pouco mais. Pesquisei até encontrar a Interpretação dos Sonhos do Freud, e naquele exato momento eu me encontrei, seria uma Psicóloga.</p>
<p style="text-align:justify;">Ouvi tantas histórias, algumas tiradas do fundo do baú das lembranças. Como pude esquecer? Porque fechei as portas tantas vezes para este desconhecido? Eu era tão amada assim ao ponto de ter todas as histórias da minha vida registradas detalhadamente por outra pessoa?</p>
<p style="text-align:justify;">Não contive a curiosidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Perguntei ao desconhecido: &#8211; <em>Qual o seu nome?</em></p>
<p style="text-align:justify;">Ele me respondeu: <em>Amor-próprio. Incomensuravelmente feliz por você ter me deixado entrar.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Estamos juntos agora. Desde que o conheci, não o largo por nada nem ninguém neste mundo. Adaptarei os obstáculos, machucarei os joelhos, voarei com as minhas asas e seremos felizes para sempre!</p>
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		<title>Extraterrestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Oct 2012 19:39:03 +0000</pubDate>
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<p style="text-align:justify;">Como se não soubesse, tornou a repetir a mesma coisa. Só mais uma vez, repetia tentando se convencer que foi sem querer. Aconteceu, foi coisa do destino, culpa das forças ocultas e seu magnetismo enlouquecedor. Não teve controle, não teve intenção, não teve culpa, mas ironicamente insistiu até conseguir.</p>
<p style="text-align:justify;">Em meio aos mais intensos e absolutos conflitos, deitava sozinha&#8230; pensava, repensava e “trepensava” se ela não era uma espécie de extraterrestre, destinada a um tipo diferente de solidão. Ninguém sabia, mas ela perdeu as contas de quantas vezes ouviu que era totalmente diferente de qualquer outra pessoa. Era única, extraterrestre.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua missão na Terra era plantar sonhos e flores apaixonadas nos corações daqueles que ousavam se aproximar. Acontecia com tanta facilidade que às vezes enxergava uma pontinha de maluquice diante das situações que se repetiam. Perdeu as contas de quantas flores plantou e de quantos sonhos colocou no caminho de alguns para que tropeçassem, sem querer. Para cada missão cumprida, uma nova  estrela brilhava no céu extraterrestre do seu coração. Havia tantas, que às vezes se perguntava se em alguma galáxia existia um céu tão iluminado quanto o dela.</p>
<p style="text-align:justify;">Sonhava sim, mas existem prazos de validade neste mundo. Infelizmente não a ensinaram sobre as coisas findas. E no fundo, não compreende muito bem a missão que lhe foi dada. Plantar flores e criar sonhos. Era só isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Confirmou. Estava destinada a um tipo diferente de solidão. Solidão extraterrestre. Distante das flores que plantou, mas fechando os olhos e sonhando sempre.</p>
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		<title>Carta aberta aos que perderam um amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 00:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem apelar ao sentimentalismo, mas perder um amor é quase uma tragédia! São poucos os momentos em que dores tão profundas como esta são sentidas. Não se sabe exatamente tudo o que se perdeu com o amor. Não é somente uma pessoa que se vai. Uma parte de si também. Os sonhos, os bons momentos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/carta_aberta.jpg"><img data-attachment-id="1902" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/04/16/carta-aberta-aos-que-perderam-um-amor/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Carta Aberta" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg?w=500" class="aligncenter size-medium wp-image-1902" title="Carta Aberta" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg?w=300 300w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/262146_164921750244764_100001808208167_375507_3986839_n.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Sem apelar ao sentimentalismo, mas perder um amor é quase uma tragédia! São poucos os momentos em que dores tão profundas como esta são sentidas. Não se sabe exatamente tudo o que se perdeu com o amor. Não é somente uma pessoa que se vai. Uma parte de si também. Os sonhos, os bons momentos, os detalhes, o cotidiano, os planos, todos jogados ao chão. A felicidade é pisada e maltratada. O que é comum em cada perda é aquilo que dói. A ferida que fica aberta. O vazio. Uma ausência que chora. O coração em pedaços. Toda a alegria transformada em profunda tristeza. Não existe anestesia. &#8220;<em>Não tem remédio, nem nunca terá</em>&#8220;. Em alguns casos, perde-se até a própria vontade de viver. É arrasador! Como morrer por dentro e continuar perambulando por aí, sem sentido, sem direção. E só irá discordar quem nunca perdeu um amor.</p>
<p style="text-align:justify;">Passado, presente e futuro confundem-se com realidade e fantasia. Cuidar para sempre um do outro não foi possível.  Só sobrou essa sensação de derrota, de fracasso. Arrependimentos transbordam. O travesseiro é banhado em lágrimas. É aquela vontade de ter amado mais, se dedicado mais, ter sido uma pessoa melhor.</p>
<p style="text-align:justify;">O tempo passa. Mesmo que a perda seja negada, mesmo com a raiva agora misturada com saudade.  Mesmo com as inúmeras promessas e pedidos de volta. Os pensamentos ficaram e os detalhes continuam espalhados pelo caminho. As lembranças dos dias em que se respirou amor a cada palavra dita. Em que se absorveu cada pedacinho deste ser, em sua essência, tomando-o para si, transmutando-se nele. Ele não está lá, mas sua presença é sentida a cada fechar de olhos. A cada arrancar de roupas, puxões de cabelos, respirar no pescoço. A cada poema sussurrado ao pé do ouvido. A cada confusão que transborda de dentro, onde somente se viveu o amor e não se entendeu. Na imaginação, na fantasia, no inexplicável. Um retorno utópico que nunca acontece.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;<em>Ele (a) não irá encontrar alguém como eu</em>&#8220;. Repetimos.</p>
<p style="text-align:justify;">É claro que não vai! Por mais duro que seja, se ele (a) quisesse alguém como você, era exatamente com você que estaria neste momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste turbilhão de insanidades, pense nas inúmeras portas e janelas abertas. Se não for você, quem vai? Em cada porta, em cada janela, existe um amor. E somente o amor nos presenteia com esta noção de infinito e eternidade tão inalcançáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">O ser amado se foi, mas o amor ficou. Ainda está lá. Deixe renascer. E que se possa doar, ligar, entrelaçar novamente. Que se altere quantas vezes for necessário. Que restaure o que foi quebrado, que seja um arco-íris de novos sonhos. Sonhe bastante. Doe-se. Ame-se  e ame também. Conheça mais de si na própria solidão. Queira o impossível. Respeite-se. Sinta. Perdoe. Perdoe-se. Restaure-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Tente novamente, não desista. Que o colorido da primavera possa brotar após a escuridão do inverno. <strong>Este é o nosso belo clichê</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Sorria. O amor está aí. Dentro, fora, em todos os lugares.</p>
<p style="text-align:justify;">Florisbella</p>
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		<title>O baú de lembranças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 21:04:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi. Estou te escrevendo para dizer como foi engraçado abrir este baú empoeirado de lembranças, procurar alguma mágoa e não encontrar. Juro que o deixei bem fechadinho esse tempo todo e não imagino como elas saíram de lá. Evaporaram, talvez. O fato é que estive tão presa às possíveis mágoas que acreditava que estivessem ali [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/bau.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="1895" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/04/07/o-bau-de-lembrancas/m_bau/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg" data-orig-size="380,380" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="baudelembrancas" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg?w=380" class="aligncenter size-medium wp-image-1895" title="baudelembrancas" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg?w=300 300w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/04/m_bau.jpg 380w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Oi.</p>
<p style="text-align:justify;">Estou te escrevendo para dizer como foi engraçado abrir este baú empoeirado de lembranças, procurar alguma mágoa e não encontrar. Juro que o deixei bem fechadinho esse tempo todo e não imagino como elas saíram de lá. Evaporaram, talvez.</p>
<p style="text-align:justify;">O fato é que estive tão presa às possíveis mágoas que acreditava que estivessem ali guardadas, que agora me sinto livre. Só que é uma liberdade diferente, sabe? Como se o enorme peso que achava carregar, agora me impulsionasse a levitar.</p>
<p style="text-align:justify;">Abri o baú empoeirado de lembranças. E não o fecharei novamente. Assim como ele me libertou, também o liberto. Deixo que todas as boas lembranças que ali estão, criem asas e sejam livres. Que encontrem outras pessoas. Que elas possam sorrir com cada lembrança, assim como eu.</p>
<p>E se por acaso um dia, o vento forte levar até você algumas dessas lembranças aladas, simplesmente <strong>sorria</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A mulher quer ser amada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 00:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Acredito nas paixões fulminantes, nas loucuras do primeiro ano, nas juras de amor eterno. Acredito também que o tempo passa, a vida flui, a correnteza nunca para. O obstáculo aparece, a tempestade deixa rastros, nem tudo continua como antes. O que se constrói em meio à paixão fulminante jurando amor eterno, é o que vai [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="2047" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/03/09/a-mulher-quer-ser-amada/mulher/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg" data-orig-size="300,200" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="mulher" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg?w=300" class="aligncenter size-full wp-image-2047" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg?w=640" alt="mulher"   srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg 300w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/03/mulher.jpg?w=150&amp;h=100 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Acredito nas paixões fulminantes, nas loucuras do primeiro ano, nas juras de amor eterno.</p>
<p style="text-align:justify;">Acredito também que o tempo passa, a vida flui, a correnteza nunca para.</p>
<p style="text-align:justify;">O obstáculo aparece, a tempestade deixa rastros, nem tudo continua como antes.</p>
<p style="text-align:justify;">O que se constrói em meio à paixão fulminante jurando amor eterno, é o que vai definir o depois da tempestade quando a vida fluir, porque ela <strong>sempre</strong> flui.</p>
<p style="text-align:justify;">E é neste momento que a mulher precisa ser amada.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher consegue abraçar o mundo. A carreira, os filhos, os pais, as amigas, o marido, ela mesma, e ainda sobra espaço. Sobra mesmo, acredite. A mulher tem essa capacidade impressionante de sempre abraçar coisas novas, pessoas novas, momentos novos. Na mulher, a vida não para de pulsar um só minuto. Como não amá-la? Como não abraçá-la quando ela chora porque engordou e dizer que ela continua linda? Como reclamar quando ela mergulha em um novo empreendimento de bijuterias, gasta comprando os materiais e no lugar de vendê-las, presenteia a mãe, as amigas, as irmãs? Como exigir que ela não surte na TPM? Como achar bobagem a blusa nova e l-i-n-d-a que ela comprou só porque estava em liquidação? Como achar desnecessária sua coleção de esmaltes? Como não admirar a força de vontade, a dedicação e esse sentimento sem medidas? Porque se incomodar com os ataques de ciúmes, com a insegurança? Não adianta, a mulher é exagerada mesmo. E louca. Todas nós somos. Um pacote e tanto, não? E garanto: Mesmo depois de uma vida inteira, não dá pra conhecer tudo o que vem dentro.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher quer ser amada. E você não precisa abrir a porta do carro todos os dias, ou lembrar a data especial do namoro todos os meses para que ela se sinta amada. Mulheres são exageradas, mas não são extraordinárias no que querem.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabe aqueles dias terríveis da TPM? Quando você estiver voltando do trabalho, compra um chocolate, leva pra ela, faz piada. Ela pode rir, chorar, brigar, mas se sentirá amada.</p>
<p style="text-align:justify;">Sabe aqueles momentos em que ela fica com ciúmes porque você olhou pra outra mulher na rua? Dê um abraço, diga que acha ela mais bonita, diga que a prefere. Ela pode não acreditar, fazer birra, ficar emburrada. Mas vai passar. Ela se sentirá amada.</p>
<p style="text-align:justify;">Melhor do que brigar com quem você ama por causa de uma desconhecida da bunda grande, não acha?</p>
<p style="text-align:justify;">Sabe aqueles momentos em que ela está louca, desesperada porque precisa entregar um relatório do trabalho no dia seguinte, e está brigando até com a lava-louças porque não sabe se toma banho, faz o jantar, olha as crianças, faz o relatório? Cuide das crianças enquanto ela toma banho, pede uma pizza. Ela pode continuar brigando com a lava-louças. Mas depois do banho, das crianças dormindo, do relatório pronto, ela se sentirá amada.</p>
<p style="text-align:justify;">Não precisa lotar a caixa de e-mail com mensagens românticas, presentes caros, vozinha de criança, viagens pra Paris. Às vezes, um sms dizendo &#8220;Estou pensando em você&#8221;, faz com que ela se sinta amada.</p>
<p style="text-align:justify;">A mulher abraça o mundo, inclusive você com todos os seus problemas, sua mãe que é um porre, seu cachorro que suja tudo, seu trabalho e seus amigos solteiros. Mesmo que às vezes ela reclame, ela tenta aceitar seu futebol, sua cerveja, aqueles dias em que você está cansado demais pra tomar um banho e deitar ao seu lado, os dias em que ela te conta todos os detalhes do dia dela, você não dá atenção e responde com um &#8220;Ah, que legal&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Como não amá-la? Como achar que ela está querendo demais? Não se esqueça: <span style="text-decoration:underline;">Você não é o único homem desse mundo</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">E por isso, eu posso até ser criticada, mas afirmo: <strong>Uma mulher é capaz de trocar o homem que ela ama, por um homem que a ame.</strong> E ela é tão impressionante, que é capaz de amar este homem que já a amava, enquanto ela perdia o tempo dela com você!</p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
					
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		<title>O Amor da sua Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 15:56:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O amor da sua vida não é um príncipe encantado. Ele é aquele cara que assim como você, é cheio de falhas, defeitos e inquietações. Ele sabe que você não é a cinderela, mas está disposto a viver um sonho lindo com você. Às vezes, esse sonho desce um pouquinho das nuvens e vive uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/casal.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="1874" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/02/22/o-amor-da-sua-vida/aj4/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg" data-orig-size="500,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Casal" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg?w=500" class="aligncenter size-medium wp-image-1874" title="Casal" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg?w=300 300w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/aj4.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O amor da sua vida não é um príncipe encantado. Ele é aquele cara que assim como você, é cheio de falhas, defeitos e inquietações. Ele sabe que você não é a cinderela, mas está disposto a viver um sonho lindo com você. Às vezes, esse sonho desce um pouquinho das nuvens e vive uma realidade que não é tão desejada assim. Não tem problema. Vocês alternam: sonhos, pés no chão, sonhos, pés no chão. O amor dá sua vida é aquele que vai te dar a mão quando os seus pés estiverem no chão.</p>
<p style="text-align:justify;">O amor da sua vida é assim, meio torto mesmo. E você adora admirar cada curva deste ser que de perfeito, não tem nada. Com o tempo, as linhas maltraçadas, os contornos um tanto falhos e as cores desbotadas, tornam-se uma bela imagem de um sonho que se tornou realidade. Ou seria de uma realidade que se tornou um sonho?</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Um filme do Tim Burton</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:21:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Belas Adormecidas e Príncipes Encantados. Brancas de Neve e Cinderelas. Fionas e Shreks. São os contos que guardamos em nossos corações, e por algum impulso que acredito ser natural, os procuramos. Queremos mergulhar em um conto-de-fadas, arco-íris, castelos e &#8220;felizes pra sempre&#8221;. O que as placas não avisam, é que essa procura está longe de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/Princess.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="1864" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/02/12/um-filme-do-tim-burton/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg" data-orig-size="450,675" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Princess" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg?w=200" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg?w=450" class="aligncenter size-medium wp-image-1864" title="Princess" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg?w=200&#038;h=300" alt="" width="200" height="300" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg?w=200 200w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg?w=400 400w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/02/247371_154767057926900_100001808208167_334233_7718213_n.jpg?w=100 100w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Belas Adormecidas e Príncipes Encantados. Brancas de Neve e Cinderelas. Fionas e Shreks. São os contos que guardamos em nossos corações, e por algum impulso que acredito ser natural, os procuramos. Queremos mergulhar em um conto-de-fadas, arco-íris, castelos e &#8220;felizes pra sempre&#8221;. O que as placas não avisam, é que essa procura está longe de ser um desenho da Disney.</p>
<p style="text-align:justify;">A busca é como um filme do Tim Burton.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Virou Utopia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 16:03:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8220;É, eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/virouutopia.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="1858" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2012/01/28/virou-utopia/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg" data-orig-size="500,334" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Virou Utopia" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg?w=500" class="aligncenter size-medium wp-image-1858" title="Virou Utopia" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg?w=300 300w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2012/01/394879_262007603866704_216083718459093_693952_1583757000_n.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;É, eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. Talvez você pule esses três ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou&#8230; e virou utopia&#8221;.</p>
<p>Caio F Abreu</p>
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		<title>Nenhuma resposta e mil perguntas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 23:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Estava indo pelo caminho errado. Sempre tão questionadora, porque fui atrás de tantas respostas? Estava perdendo o que sempre admirei em mim: Meu lado insatisfeito com as verdades. Por quê? Como? Mas de que jeito? Explica melhor&#8230; Eu adoro essa minha mania de aprofundar tudo por uma resposta e encontrar outras duzentas perguntas pelo caminho. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Estava indo pelo caminho errado. Sempre tão questionadora, porque fui atrás de tantas respostas? Estava perdendo o que sempre admirei em mim: Meu lado <span style="text-decoration:underline;">insatisfeito</span> com as verdades. <em>Por quê? Como? Mas de que jeito? Explica melhor&#8230;</em> Eu adoro essa minha mania de aprofundar tudo por uma resposta e encontrar outras duzentas perguntas pelo caminho.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele nunca iria me dar uma resposta que me deixasse satisfeita. E talvez por isso eu insisti tanto. Mas tanto, que perdi a minha vontade de encontrar novas perguntas por querer somente uma resposta. Resposta que nunca tive. E obrigada por isso. Obrigada, porque um dia eu percebi que não era ele que estava faltando em mim. O que me faltava era eu mesma. Estou recolhendo cada pedacinho meu que deixei pelo caminho. Eu não fazia idéia do quanto seria maravilhoso me <span style="text-decoration:underline;">re</span>descobrir de novo. Me conhecer de novo. Recomeçar de novo. Eu lembrei do quanto eu sempre me orgulhei por ser um belíssimo ponto de interrogação. Não uma princesa, não uma vilã, não uma coitada. Mas uma eterna desbravadora dos próprios oceanos internos. E hoje, se alguém me perguntar quem eu sou, eu vou responder: <em>Ainda não descobri, só sei que eu me adoro assim</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu pensei em escrever um novo blog. Com outro título, com cara de recomeço. Mas eu não quero. E não farei isso. Porque hoje <strong>o objetivo deste blog não é mais esperar ninguém</strong>. E não me perguntem qual o novo objetivo porque eu também não sei. E gosto de não saber&#8230; Talvez um dia eu possa descobrir. Enquanto isso, eu fico por aqui, neste blog, para  lembrar que um dia eu quis tanto alguém de volta que acabei reencontrando o meu amor por mim mesma.</p>
<p style="text-align:justify;">
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		<title>O Amor e as Drogas</title>
		<link>https://osdiassemele.wordpress.com/2011/07/24/o-amor-e-as-drogas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 21:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias delas sem eles]]></category>
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					<description><![CDATA[Meu nome é Letícia. Conheci meu grande amor aos dezessete. Há exatos 10 anos atrás meu pai arrumou um emprego em outro bairro aqui em São Paulo e mudamos de bairro por isso. Minha antiga escola ficava muito distante então tive que estudar em uma escola que ficasse mais perto de casa. Mudar de escola [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Meu nome é Letícia. Conheci meu grande amor aos dezessete. Há exatos 10 anos atrás meu pai arrumou um emprego em outro bairro aqui em São Paulo e mudamos de bairro por isso. Minha antiga escola ficava muito distante então tive que estudar em uma escola que ficasse mais perto de casa. Mudar de escola no meio do ano, em pleno terceiro colegial não é simples.</p>
<p style="text-align:justify;">Primeiro dia de aula e lá estava ele, sentado na última mesa no fundo da sala. Lindo. Entrei, sentei no meio da sala olhei pra trás e ele estava me olhando. Não sei por que, mas meu coração acelerou. Percebi que algumas meninas da sala me olhavam e cochichavam, ninguém falou comigo. A professora quando entrou na sala foi quem pediu para que eu me apresentasse. Ao final da aula, organizando as minhas coisas olhei pra trás e nossos olhares se cruzaram novamente. Coração acelerou de novo e fiquei nervosa, levantei e fui embora. Isso aconteceu a semana inteira. Até hoje não entendo o porquê que ninguém da sala falava comigo. Eu ficava lá sozinha e às vezes olhava pra trás, ele sempre estava me olhando. Na sexta-feira um dos meninos que sentavam no fundo, veio falar comigo sobre uma festa da sala que seria na casa de alguém da sala, para arrecadar dinheiro para a festa do final do ano. Agradeci o convite e imaginei que talvez fosse a possibilidade de conseguir me enturmar. Liguei para as minhas amigas da escola anterior, eu tinha muitas amigas lá. Elas iriam dormir na minha casa, sete amigas. E fomos para a festa. Chegando lá todo mundo olhando mas eu estava me sentindo mais segura já que não estava sozinha como sempre. O menino que me convidou veio falar comigo e perguntou se queríamos algo para beber. E assim foi a noite. Bebidas, muitos meninos em volta das minhas amigas, as meninas da festa que nos olhavam de cara feia e finalmente: Ele. Que para a minha surpresa, era o dono da casa. Foi super educado conosco e me deu a maior atenção durante a noite. Ele fumava vários cigarros, não gostei, mas isso não era nada perto do que descobri depois.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma confusão aconteceu na outra semana com uma menina da nossa sala que era ex-namorada dele. Ela pensou que eu tinha ficado com ele na festa. Mas ele mesmo foi quem se meteu na briga e disse pra ela ficar longe de mim e que nada tinha acontecido, mas que se dependesse só dele tinha acontecido. Foi aí que tive certeza das intenções dele e uma certeza maior que não teria amigas naquela sala. Naquela mesma semana, ao sair da escola ele estava lá fora, lindo como sempre. Me olhava e sorria. Nos aproximamos e ele perguntou se poderia me acompanhar até em casa, e foi aí que nos beijamos pela primeira vez. Foi mágico, ele era diferente de todos que eu já tinha beijado.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo a notícia se espalhou e uma das amigas da ex dele veio fazer fofoca falando que ele não valia nada, que era o conquistador da escola, que pegava todas, que só ficou comigo porque eu era nova ali e ele tinha que ser o primeiro. Fiquei com o pé atrás e como não consigo guardar nada tratei de falar com ele sobre o que me contaram. Pra minha surpresa ele não negou nada além de ter ficado comigo só pra ser o primeiro. Assumiu que já tinha ficado com muitas meninas da escola, que não queria nada sério com nenhuma delas, que se isso era não valer nada então ele não valia nada, mas que só tinha se interessado por mim por eu ser diferente das outras. Ele falou que naquela festa, foi a primeira vez que ele estava gostando tanto de conversar com uma garota que preferiu não tentar nada pra não estragar a conversa.</p>
<p style="text-align:justify;">O tempo passou não fiz amigas, mas encontrei um amor. Um amor meio torto, não era dos mais cavalheiros, mas tinha o sorriso mais lindo desse mundo. Ficamos juntos por 5 meses até que o fato de não namorar com ele começou a me incomodar e falamos sobre isso. Ele disse que aquela fulana da sala foi a única namorada que ele teve, que namorou porque ela pressionou e além disso, ela disse que só faria sexo se namorasse. Ele disse que se fosse namorar de novo que fosse por motivos que estivessem relacionados aos sentimentos dele.</p>
<p style="text-align:justify;">Um tempo passou, e descobri que ele fumava maconha. Mais um tempo passou e descobri que às vezes, ele cheirava cocaína. Outro ano tinha começado e eu não tinha emprego, nem tinha passado pra faculdade, não tinha namorado e o cara que eu amava, usava drogas.</p>
<p style="text-align:justify;">No ano seguinte, enquanto eu estudava pra entrar na faculdade, ele fumava maconha. Tudo que eu queria era ajudá-lo, mas só hoje eu sei que não dá pra ajudar ninguém se essa pessoa não quiser ajuda.</p>
<p style="text-align:justify;">Os três anos seguintes foram conturbados. Consegui iniciar a faculdade, mas por outro lado, tudo só piorava. Minha família não me queria perto dele, ele pediu pra namorar comigo um dia, eu aceitei e no outro ele retirou o pedido falando que estava muito &#8220;louco&#8221; e por isso fez aquilo.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto ele fumava só maconha, não tinham tantos problemas. O que piorava tudo era a cocaína.</p>
<p style="text-align:justify;">Os pais dele nem desconfiavam, dá pra acreditar? A mãe era dessas peruas que viviam pra gastar o dinheiro do marido e o pai um empresário muito bem sucedido, o que fazia do meu amor um menininho rico, mimado e drogado. Os pais dele passavam a maior parte do tempo longe de casa, ele filho único sem ninguém pra vigiar o que acontecia.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu sabia que ele me traía. Mesmo que não namorasse, sabia que ele transava com outras já que estávamos juntos há três anos e eu ainda era virgem. Eu tinha vontade, mas queria que ele estivesse bem pra isso. Não queria perder a minha virgindade com alguém que estivesse muito &#8220;louco&#8221;. E quanto mais eu sentia que era a hora de acontecer, mais ele se afundava no pó. Até que um dia a mãe dele o encontrou muito mal e me ligou. Acabei contando tudo pra ela. Ela pirou, e o pai dele o internou numa clínica de reabilitação. Ele me odiou por isso. Ficou lá três meses e não quis me ver. Quando saiu, disse que não queria mais nada comigo, que eu tinha acabado com a vida dele.</p>
<p style="text-align:justify;">Sofri mais de 1 ano sem ele e as notícias que eu tive foram que ele tinha voltado a se drogar e que estava com uma menina que também usava. Foi um ano muito difícil na faculdade, em tudo. Até que fui conseguindo melhorar. Eu tinha um professor que era muito legal comigo, no fundo eu sabia que ele era interessado por mim, mas era meu professor, né? Com o tempo fomos nos aproximando e acabou acontecendo um beijo. Eu gostava dele, era um homem perfeito. Me tratava muito bem, tinha a vida estruturada, era solteiro e gostava de mim. Resolvi dar uma chance e começamos a namorar. Ele me assumiu sem medo nenhum pra quem quisesse saber. Mas amor mesmo eu sentia pelo outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Acabei perdendo a minha virgindade com ele, estava bem, quase formada, namorando com um homem de verdade e acabamos ficando noivos.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dia a minha ex-sogra me ligou e disse que ficaria muito feliz se eu fosse no aniversário dela. Conversei com meu noivo, ele entendeu, era bem resolvido nunca foi muito ciumento. Mas não o levei pra festa, não achei conveniente. Lá a minha ex-sogra abriu o coração pra mim, disse que o filho estava cada vez pior, que ela sabia que muito disso era pela falta que eu fazia na vida dele, que ele precisava da minha ajuda. Não foi humano o que ela fez. Depositou a culpa em mim, e como eu ainda o amava me senti culpada. Mesmo hoje sabendo que a culpa não era minha. Mas na época eu fiquei mal com tudo isso. Conversei com ele na festa, ele disse que pela primeira vez estava querendo sair do vício, que o vício tirou a coisa mais importante da vida dele: Eu. Fiquei balançada. Ele começou a me ligar, conversávamos um tempão no telefone como na época do colégio. Ele me falava de como nossas conversas estavam ajudando ele, do tratamento que ia começar a fazer, dos planos pro futuro, do emprego que o pai ia dar pra ele na empresa da família se ele conseguisse. Ali eu comecei a ver um homem, não um menino mimado e drogado.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei dizer quando eu decidi acabar o meu noivado. Mas tive que acabar. Meu ex-noivo era um homem muito bom, que merecia ser feliz com uma mulher que realmente o amasse. Mesmo que o outro não tivesse se recuperando, eu sempre o amaria, mesmo casada e isso não era justo.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu tentei não me desesperar querendo ajudá-lo, eu quis que ele andasse sozinho com as próprias pernas. O que eu fazia era conversar pelo telefone, ele pedia pra me ver, mas eu nunca aceitava. Quando disse que tinha terminado o noivado (eu contei quase 1 mês depois de terminar), ele desligou o telefone e apareceu na porta da minha casa. Ali conversamos, rimos, mas nada aconteceu. Aconteceu um tempo depois. E desde esse dia estamos juntos.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje estamos noivos. Ele nunca pediu pra namorar comigo, ele fala que já passou esse momento. Ele apareceu com uma aliança e me pediu em casamento. Pulou a etapa do namoro.</p>
<p style="text-align:justify;">Há 2 anos ele assumiu um cargo muito bom na empresa do pai, é muito bom no que faz, é inteligente e está longe das drogas. Sei que isso não é garantia de nada, mas o que garante alguma coisa nessa vida, não é mesmo? Estou feliz com os preparativos do casamento, com o meu vestido de noiva, com os convites, com o local, com a decoração, enfim, com todos os detalhes de casamento que nós mulheres adoramos.</p>
<p style="text-align:justify;">O meu amor não é um príncipe encantado, mas tem o sorriso mais lindo desse mundo e está conseguindo me fazer muito feliz.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Meu e-mail: <a href="leticiabittencourtpr@hotmail.com" target="_blank">leticiabittencourtpr@hotmail.com</a></p>
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		<title>301 dias – Sobre os fins (e os meios)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 01:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Viver é uma mistura de planos e objetivos temperada com grandes pitadas de &#8220;deixa a vida me levar&#8221;. O complicado é saber a medida certa de tudo isso &#8211; se é que isso existe. Escolhemos seguir um caminho, de uma determinada forma, para chegar a algum lugar. Ok. Tudo muito simples. Só que a vida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Viver é uma mistura de planos e objetivos temperada com grandes pitadas de &#8220;deixa a vida me levar&#8221;. O complicado é saber a medida certa de tudo isso &#8211; se é que isso existe. Escolhemos seguir um caminho, de uma determinada forma, para chegar a algum lugar. Ok. Tudo muito simples. Só que a vida não é simples. No caminho há uma pedra, há um desvio, há um fulano, há uma ponte quebrada. São os fins que justificam os meios ou são os meios que justificam os fins? A pedra, o desvio, o fulano e a ponte quebrada são capazes de modificar o seu caminho, e consequentemente o fim. O fator tempo é o grande influenciador. Claro que se você for uma pessoa obsessiva, com ideias obsessivas, é bem provável que você nem note a pedra, muito menos o desvio. Mas se você não for, prepare-se que tudo pode mudar a qualquer momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim como mudou com uma amiga que sempre quis ser Psicóloga e no primeiro período da faculdade se apaixonou pelas aulas de anatomia, decidiu trancar o curso e estudou Medicina. Resultado: Hoje é recém-formada e muito feliz por ter encontrado o desvio da anatomia no caminho da Psicologia.</p>
<p style="text-align:justify;">Ou também pode acontecer como aconteceu com uma moça que conheci pelo blog, que foi fazer um intercâmbio de seis meses na Europa para viver a dor de cotovelo de uma traição e lá encontrou um grande amor. Resultado: Está gravidisíssima, linda e feliz por ter encontrado o desvio da traição no caminho ao lado do ex.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu descobri uma vontade incrível de me conhecer mais, de me admirar mais, de gostar mais de mim. Meus passos são lentos, mas está sendo gostoso olhar pra mim e realmente gostar de ser quem eu sou. Foi bom ter encontrado pedacinhos de mim pelo caminho dos meus dias sem ele.</p>
<p style="text-align:justify;">Não estou escrevendo sobre isso pra dizer que existe um plano divino nas nossas vidas ou que existe uma luz no fim do túnel. Escrevo porque a vida é feita de inúmeras possibilidades, infinitos caminhos, milhões de pessoas. E todas essas coisas podem afetar o que queremos pro futuro. E o futuro? Esse não dá pra prever!</p>
<p style="text-align:justify;">301 dias. Estou aprendendo muitas coisas.</p>
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		<title>Pelo Avesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2011 19:37:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias delas sem eles]]></category>
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					<description><![CDATA[Me mudei de cidade quando fiz 19 anos, recebi uma boa proposta de emprego em uma empresa no ramo de tecnologia e não hesitei em aceitar. Me despedi de amigos, colegas e família e fui com um peso no coração por deixar tudo o que eu tinha pra trás. Tudo o que eu tinha eram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Me mudei de cidade quando fiz 19 anos, recebi uma boa proposta de emprego em uma empresa no ramo de tecnologia e não hesitei em aceitar. Me despedi de amigos, colegas e família e fui com um peso no coração por deixar tudo o que eu tinha pra trás. Tudo o que eu tinha eram eles, pessoas que eu cativei ao longo dos meus 19 anos. Muitas pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">No meu primeiro dia trabalho, fui recebida pelo representante de RH que me levou pra fazer um tour pela empresa, me apresentando aos outros colaboradores e por fim a minha sala, uma salinha, bem pequena, mas linda apenas pelo fato de ser minha!</p>
<p style="text-align:justify;">Porém o que mais me felicitou não foi o fato de ter uma sala, mas sim o fato da minha sala ficar ao lado do rapaz que mais me chamou a atenção na empresa. Não me chamou atenção sua beleza, nem o seu porte elegante, tampouco o seu cargo superior ao meu, me chamou atenção a forma como ele me recebeu. Fui bem recebida por todos é claro, alguns se levantavam para me abraçar, outros estendiam a mão num cumprimento mais formal, alguns apenas sorriam ou acenavam por traz de suas mesas. Mas ele fez muito mais que isso mesmo sem ter se levantado. Quando entramos em sua sala, ele foi chamado pelo nome e quando se virou para mim trazia no rosto um sorriso encantador e verdadeiro, me desejou as boas vindas e disse que seria um prazer trabalhar comigo. E disse isso olhando dentro dos meus olhos, coisa que ninguém ali havia feito&#8230;e aquele sorriso!</p>
<p style="text-align:justify;">Fui pra minha sala felicíssima e tratei logo de saber mais sobre ele. E soube, bem rápido que o cavalheiro não passava de mais um Don Juan conquistador barato e que tinha namorada! Decepcionei-me, mas no fundo não acreditei. Como é que um homem como aquele seria um conquistador barato? Não se encaixava no perfil&#8230; Mas tinha namorada, isso era fato!</p>
<p style="text-align:justify;">Fato que não me importei e que logo passei por cima, pois as minhas investidas começaram no dia seguinte. Comecei por uns e-mails engraçadinhos, algumas perguntas pessoais, indiretas que deixavam claro que eu estava afim. Ele correspondendo sempre, até que um dia fechei o cerco e disse (na cara dura) que havia comprado uma lingerie linda e vermelha e que queria usar pra ele, aliás, que queria que ele a tirasse do meu corpo. Nesse momento ele abriu o jogo, por que até então ele não havia me dito que tinha namorada e nem eu tinha dito que já sabia disso. &#8220;Sabe o que é? Eu tenho namorada. E não vai ser nada legal eu tirar sua lingerie e ela ficar sabendo depois. E você é sobrinha da diretora, vai pegar mau pra minha imagem na empresa.&#8221; Demorei alguns minutos pra pensar numa boa resposta sem parecer (ainda mais) muito “dada”. A verdade é que eu era mesmo sobrinha da diretoria, e que quase todos os homens da empresa estavam de cima de mim querendo ganhar alguma coisa com a proximidade. E realmente não seria legal que a namorada soubesse.</p>
<p style="text-align:justify;">Convenci-o depois de alguns dias que ninguém ficaria sabendo de nada, nem a diretoria, nem os colegas de trabalho e menos ainda a namorada&#8230; mesmo assim ele estava irredutível, se fazendo de difícil. Até que um dia mudei a estratégia, e depois de uma baladinha que acabou por volta das 1:30 da manha liguei pra ele. Ele atendeu um pouco sonolento e eu o convidei a ir me buscar, ele topou na hora!</p>
<p style="text-align:justify;">Nos encontramos na porta da minha casa, trocamos beijos e amassos dentro do carro e a temperatura subiu! E como subiu! &#8220;Posso te levar pra minha casa?&#8221; ele perguntou, não respondi com palavras, mas com muitos beijos pelo pescoço e boca. Fomos! E voltamos muitas vezes pra lá. Pra casa dele, pra minha casa&#8230; e nesse interim comecei a namorar também, um cara de outra cidade o que não atrapalhava nossos encontros que se tornavam cada vez mais frequentes e deliciosos.</p>
<p style="text-align:justify;">Nossos e-mails continuavam dia após dia, e era minha melhor distração no trabalho. A tecla F9 do meu <em>note</em> ficou gasta de tanta ansiedade pelas respostas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ficamos nesse caso por um ano, nos encontrando sempre, conversando sobre trabalho, amigos, futuro. E eu sempre dizia que ficaríamos juntos pra sempre, que nos casaríamos e teríamos filhos. Ele apenas ria da minha pretensão. Mesmo dizendo isso nunca pedi a ele que terminasse com sua namorada e nem ele me pediu isso.</p>
<p style="text-align:justify;">No final do ano de 2009, decidimos não nos encontrar mais por que estávamos muito envolvidos e isso estava prejudicando nossos relacionamentos com a &#8220;Matriz&#8221;. E assim fizemos, rompemos o contato intimo. Nesse mesmo período ambos saímos de férias e retornamos em janeiro, e como em toda empresa há uma &#8220;Rádio Peão&#8221; o que rolava nos corredores era que o meu relacionamento havia acabado, o que era verdade, e que o dele também, o que eu não sabia ainda se era verdade, mas não tive coragem de perguntar. Mas ele teve! Confirmamos, mas não tocamos no assunto de reatarmos.</p>
<p style="text-align:justify;">Rapidamente ele começou outro relacionamento o que não me incomodou, por que eu queria apenas curtir minha vida, minha faculdade e novos amigos&#8230; Até que nos encontramos sozinhos na fila do banheiro de uma das festas da empresa, e pra minha surpresa ele começou a me pedir satisfação do que eu andava fazendo, com quem, onde&#8230; Achando graça eu respondia a tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Acabamos indo embora juntos da festa e depois desse dia voltamos a nos ver com mais frequência, ele havia mudado de função e passava a maior parte da semana em clientes de outras cidades, estando aqui apenas nos finais de semana.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele me disse que havia terminado o novo relacionamento e que queria começar um mais sério comigo, eu não queria e estava irredutível como ele no principio, mas conversa vai conversa vem, cedi!</p>
<p style="text-align:justify;">Fomos apoiados e criticados por muitos. Mas sempre muito juntos passávamos por cima de tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu me sentia a mulher mais feliz e realizada do mundo, apesar de alguma insegurança em relação ao nosso passado, vivíamos muito felizes quase como marido e mulher. Nosso relacionamento era ótimo, nossa cumplicidade e amizade eram à base de tudo, sem falar no nosso sexo que supria todas as minhas necessidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Pra minha surpresa, no dia que completamos um ano oficialmente juntos ele terminou comigo. Disse que nosso relacionamento estava sério demais, que parecíamos casados, que ele tinha apenas 26 anos e eu 22, que não podíamos viver assim tão cedo, que não sabia aonde queria chegar ainda, que precisava viver mais um pouco a sua vida sozinho antes de assumir um casamento.</p>
<p style="text-align:justify;">O meu mundo foi ao chão nesse dia. Eu perdi o rumo, o norte, eu me perdi, pois não conseguia mais me imaginar numa vida sem ele! Éramos tudo um para o outro, ou pelo menos eu pensava assim. Ele não tinha o direito de me tirar da minha vida!</p>
<p style="text-align:justify;">Mas não adiantou, por mais que eu o argumentasse não estava disposto a voltar atrás, e queria mesmo ficar sozinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não tinha outra opção além de aceitar. Fiz isso e o vi curtindo a vida com os amigos com mulheres, em festas, boates e shows&#8230; Eu participava desse mundo também, mas não me sentia bem ali, era como se eu não pertencesse aquilo! Após um tempo eu o procurei, e começamos a &#8220;ficar&#8221;, o que era horrível, pois eu estava acostumada com um namoro sério, com compromissos. E assim eu não podia cobrar e nem esperar nada dele. Ficamos assim por três meses.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém um dia a empresa o demitiu. Eu estava de férias, justamente por que sabia que isso aconteceria, eu havia participado da reunião onde se decidiu isso. Estava na casa da minha mãe quando meu celular tocou com o ritmo <em>&#8220;Eu não existo longe de você. E a solidão é o meu pior castigo. Eu conto as horas pra poder te ver. E o relógio ta de mal comigo..&#8221;,</em> era ele. Atendi pensando que ele iria brigar comigo, talvez me culpar, mas ele disse apenas &#8220;Eu preciso de você agora!&#8221;, &#8220;Estou indo.&#8221; respondi. E no mesmo minuto fui. Nos encontramos e ele estava arrasado como todo mundo que perde um emprego. Ficamos juntos nesse dia e em todos os outros que se seguiram nas minhas férias. Conversamos seriamente e decidimos ficar junto outra vez, dar outra chance pra gente. Transbordei alegria.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas minha alegria só durou três meses, eu estava transtornada de ciúmes, enlouquecida de despeito por ele ter terminado comigo e sempre brigava com ele. Acusava-o por coisas que imaginava que poderia acontecer&#8230; Enfim, estava muito parecida com a Eloisa, da novela Mulheres Apaixonadas. E não tem homem que aguente.<br />
Mas meu namoro não era mais como antes, não havia mais a mesma intensidade nas palavras ou nos gestos. Ele me dava motivos pra desconfiar, brigar e discutir. Saia com os amigos e não voltava a tempo de sairmos juntos no sábado a noite, me dava &#8220;bolos&#8221; frequentemente&#8230; E comprou uma moto pra fazer trilhas aos sábados a tarde e todos os sábados quando terminava a trilha sumia com os amigos pra beber e só voltava bem tarde cansado e bêbado. Percebia-se que não estava mais a fim de namorar.<br />
Ele terminou novamente comigo no inicio de setembro de 2010, e mais uma vez meu mundo desabou.<br />
Mas dessa vez de uma forma diferente, tentei encarar com mais maturidade e decidi por seguir minha vida e não parar como fiz da outra vez.<br />
Nós nos víamos com frequência, uma ou duas vezes por semana, sempre. Sentíamos falta um do outro e éramos amigos. Ele sempre me dizendo que não estava com ninguém e que não queria namorar naquele momento. Tudo o que eu menos queria era ter outro namorado. Mas não foi o que aconteceu, em meados de outubro reencontrei um ex-namorado e resolvemos tentar alguma coisa, foi bom e duraram dois meses apenas. As coisas começaram a ficar sérias demais e eu não queria que isso acontecesse!<br />
Meu foco estava voltado pra outro lado naquele momento e eu tinha a obstinação de reatarmos. E estava disposta a fazer de tudo pra que isso acontecesse.<br />
O que eu não sabia era que ele também estava namorando e há muito tempo. Descobri isso poucos dias antes de seu aniversário, ele namorava uma mulher mais velha, e tinham começado ainda em setembro. Me senti péssima, enganada e de certa forma traída. Eu precisava bolar um meio pra separar os dois.<br />
Conversei com ele pra saber o quão sério era o relacionamento deles, e fui surpreendida com a notícia que ele sairia do país em breve. Havia recebido uma proposta pra trabalhar em Luanda &#8211; Angola. Senti muito medo nesse momento e me senti mais que tudo sozinha. Embora não estivéssemos juntos eu sabia que ele estava sempre por ali, desde que entrei nessa cidade eu sempre pude contar com ele. Senti que estava perdendo meu porto seguro, meu ponto de apoio. Ele me disse também que ele havia decidido que ficaria junto com a sua nova namorada, que ela estava disposta a esperar por ele e que com a maturidade que ela tinha estava o ajudando muito. Argumentei que eu também poderia esperá-lo, que eu sempre o apoiei e estive do lado dele mas tudo em vão. As coisas já estavam decididas.<br />
Eu precisava agir rápido, pois ele estava de partida na semana seguinte!<br />
Convidei-o pra jantar no dia 08 de dezembro, feriado aqui na minha cidade. Ele aceitou e acabamos jantando em sua casa mesmo. Aproveitei o momento em que ele havia ido ao banheiro e vasculhei seu celular a procura do número dela, e encontrei. Dormimos juntos e no dia seguinte, quando me deixou em casa disse &#8220;Estou com o número do celular da sua namorada, vou entrar na minha casa agora e ligar pra ela, vou dizer que estivemos juntos essa noite, e vou contar todo o nosso histórico de encontros passados desde que vocês estão juntos.&#8221; &#8220;Pra quê você vai fazer isso? Nós não vamos mais ficar juntos, eu estou indo embora! Não magoe pessoas boas, ela não merece.&#8221; Respondi apenas que quem a estava magoando não era eu, e sim ele mesmo, pois ele tinha um compromisso que deveria respeitar e não fez isso. Admito que esse não foi a coisa mais linda ou nem a melhor que poderia fazer, mas seria a mais rápida.<br />
Subi pro meu apartamento e fiz o que disse que faria. Ela não disse nada, apenas ouviu.<br />
Eu não consegui falar com ele nos dois dias seguintes, mas soube que eles haviam terminado em circunstancias horríveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Não tenho orgulho por ter causado magoa em uma pessoa que nem conheço e tampouco me vanglorio por isso. Mas fui egoísta!</p>
<p style="text-align:justify;">Na sexta-feira ele me ligou. Conversamos e expliquei que eu não poderia permitir que outra mulher além de mim estivesse com ele num momento tão importante de sua vida. Não sei se fui compreendida naquele momento, mas sei que ele se foi.<br />
Foi e está lá até hoje, porém estamos juntos. Distantes mais juntos!<br />
Nos resolvemos pela internet, reassumimos nosso relacionamento e hoje namoramos todos os dias das dez horas da manha até as 13:30, virtualmente é claro. Há uma diferença de 4 horas de fuso horário, mas isso não nos impede e nem atrapalha em nada.<br />
Nos amamos muito, estamos fazendo planos pra quando ele voltar em dezembro. E vamos ficar juntos. Sem ninguém pra interferir, e dessa vez nem nós mesmos nos atrapalharemos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os dias sem ele se arrastam, a falta, a saudade me consome. Mas preciso ser forte e aguentar firme. Vale a pena!</p>
<p>Meu nome Eduarda. E o dele Jessy&#8230; Jessy James.</p>
<p style="text-align:justify;">E-mail: <a href="mailto:dudavieirar00@gmaill.com" target="_blank">dudavieirar00@gmaill.com</a></p>
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		<title>285 dias – Mulheres de Almodóvar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 23:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Elas têm as mãos robustas com veias à mostra, pernas rijas, músculos fartos no antebraço e uma boca que sussurra qualquer coisa de lamento e esperança. Cortam pessoas ao meio com o olhar de dois gumes. Elas dão à luz em ônibus, cozinham sozinhas para mais de 30 pessoas e enterram maridos mortos que, antes, as enterraram vivas. As que foram estupradas carregam pela vida o fruto da violência e são capazes de amá-lo como se ele tivesse sua origem numa cama sem mácula. As mulheres de Almodóvar, de tão fortes, apartam briga de leões, e de tão intensas, fazem poesia com o cotidiano. Estão sempre em carne viva.</p>
<p style="text-align:justify;">Conheci as personagens do diretor espanhol Pedro Almodóvar aqui em Londres, durante uma sessão especial de cinema com três de seus filmes &#8211; &#8220;Carne Trêmula&#8221;, &#8220;Volver&#8221; e &#8220;Má Educação&#8221;. Passei oito horas sorvendo a riqueza psicológica das figuras femininas geradas por ele. Quando cria, Almodóvar não é óbvio, tal como as mulheres, na vida real, não são.</p>
<p style="text-align:justify;">Acabo de assistir à &#8220;Fale com ela&#8221; e agora tenho certeza de que a admiração que passei a nutrir pelo diretor desde aqueles três primeiros filmes tem mais a ver com um desejo: quero ser uma mulher de Almodóvar.</p>
<p style="text-align:justify;">Se fosse uma mulher de Almodóvar acordaria cedo para dar de comer às crianças; elas comeriam com fúria, se fartariam, virariam adultas, me esqueceriam e eu, sem declinar da tarefa, continuaria dando-lhes de comer da minha própria carne.</p>
<p style="text-align:justify;">Se eu fosse uma mulher de Almodóvar visitaria no cárcere cada um dos meus algozes, dos benignos aos malignos. Se me pedissem dinheiro ou cigarro eu não lhes daria, mas se me pedissem perdão e afeto, eu lhes entregaria minha cabeça e coração num prato.</p>
<p style="text-align:justify;">Após um dia todo de trabalho, os pés cansados e a mente aos suspiros, eu dançaria uma hora de sevilhanas para deleitar a platéia de um único sincero pagante&#8230; caso eu fosse uma mulher de Almodóvar.</p>
<p style="text-align:justify;">Estar em carne viva é fácil. Bastam um corte e um furacão de dentro para fora para que os tecidos do corpo se desdobrem, se expandam e fiquem expostos sem pele. Difícil mesmo é extrair poesia de cada fibra solta, como fazem aquelas tais figuras femininas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo distante de conhecer a fundo o diretor espanhol e suas mulheres, uma coisa posso dizer sem equívoco: se fosse uma mulher de Almodóvar eu falaria espanhol, me apaixonaria por alguém que caminhasse pela rua e lhe daria na hora as virtudes que eu tivesse, poesia e um café para celebrar; receberia um sinal recíproco a princípio e, dois minutos depois, um sinal de engano &#8211; porque Almodóvar não fantasia. Então ficariam as virtudes, a poesia e o café assim esparsos pelo chão, sem copo ou corpo que os contivessem.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois disso, por ser uma mulher de Almodóvar, eu então chegaria em casa, acenderia um cigarro e escreveria uma crônica que terminaria assim:<em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>No suelo perder nada de lo que me regalan con veracidad, aunque me lo regalen con fecha ya cierta para quitármelo de la mano. Lo que me regalan yo lo cojo, lo guardo y lo quiero todo lo que puedo antes de que se me vaya. Aunque suene ilógico ese querer, el se explica: más que la pena por el regalo que no tengo me habla más fuerte el hecho de saber que, cuando lo tuve, fue bueno y verdadero&#8230; por lo menos para mí. Soy la que sigue soñando con los imposibles.¹</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#970107;"><em>¹[Não costumo perder nada daquilo que me dão com veracidade, ainda que o que receba tenha data certa para ser-me tirado das mãos. O que me dão eu acolho, guardo e amo o máximo que posso antes que se me escape. Ainda que soe ilógico esse querer, ele se explica: mais do que a pena por aquilo que não tenho, me fala mais alto o fato de que, quando tive algo, foi bom e verdadeiro&#8230; ao menos para mim. Sou a que continua sonhando com os impossíveis.]</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Escrito por Sabrina Duran*</p>
<p style="text-align:justify;">*Pesquisei bastante na internet sobre a autoria deste texto e pouco encontrei sobre a autora, mas deixo aqui a minha admiração pela sua escrita.</p>
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		<title>AMOR, AOS TRANCOS E BARRANCOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 17:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias delas sem eles]]></category>
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					<description><![CDATA[Sou a Cinha, tenho 26 anos. Ele tem 36. Nos conhecemos há 6 anos, numa balada que eu frequentava e ele era o DJ. Ele era barrigudinho e meio carequinha, menos que hoje, não é aquele cara que olha e fala nossa que feio, mas também não é nenhum D. Juan.  Eu chamava a atenção no local por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Sou a Cinha, tenho 26 anos. Ele tem 36. Nos conhecemos há 6 anos, numa balada que eu frequentava e ele era o DJ. Ele era barrigudinho e meio carequinha, menos que hoje, não é aquele cara que olha e fala nossa que feio, mas também não é nenhum D. Juan.  Eu chamava a atenção no local por ser bonita e atraente (palavra dos outros, não me sinto tão assim). Ele me paquerava, mas eu não me interessava por ele, na verdade ele não tinha nenhum atributo de beleza que me chamasse a atenção. Então nos conhecemos e passamos a conversar, na época, eu com 20 e ele com 30. Nos encontrávamos na balada aos finais de semana e depois de um tempo, trocamos telefone, msn&#8230; Ele era legal, dizia ser bem sucedido, arquiteto, o pai estava doente, sofria de leucemia. Ele havia perdido uma noiva num acidente, logo após estarem com o apartamento montado pra casar e, desde então não conseguia mais se relacionar com ninguém. Não dirigia pq sua carta havia sido apreendida quando atropelou uma senhora e a deixou paraplégica, ele ficou com alguns traumas. Eu era uma menina com pouca experiência, virgem. Na medida em que fui conhecendo o jeito dele simpático e atencioso, deixei o quesito beleza de lado e me sensibilizei com toda aquela história de vida e toda aquela simpatia. Aceitei sair com ele e não ficamos na primeira vez, isso só aconteceu uns dois meses depois que começamos a conversar.<br />
Uma semana depois do primeiro beijo ele me pediu em namoro. Eu não sabia ainda se aceitava ou não, mas achei que fosse o momento de me relacionar com alguém, de aprender coisas, e com uma pessoa mais experiente seria ótimo, então, resolvi aceitar. Eu não gostava dele ainda, como homem, mas achava a companhia agradável, saíamos, ele era super atencioso, me tratava como princesa. Dentro de cerca de um mês de relacionamento, ele me deu o telefone da empresa que tinha em sociedade com o irmão. E um belo dia resolvi ligar, e sua irmã atendeu. Perguntei por ele e me identifiquei como sua namorada, para o susto dela. A menina foi super estúpida comigo, disse que ele era casado, me colocou inclusive pra falar com a esposa dele, uma tonta, que só confirmou mas não disse nada além de &#8220;sim, sou a esposa dele&#8221;, isso fez com que eu desconfiasse da irmã. Fiquei chocada e liguei pra ele que, desmentiu claro, disse que a irmã era muito ciumenta, que sempre que ele tentava se relacionar com alguém, ela afastava pq achava que as pessoas se aproximavam pra se aproveitar dele, que se sentia excluído da família, etc, etc. Conversei, dividi com amigas e chegamos à conclusão de que talvez ele não fosse mesmo casado, que deveria dar uma chance até descobrir, já que eu não estava apaixonada ainda. No decorrer do tempo, dentro de 4 meses, descobri que ele não era se quer formado, muito menos arquiteto ou sócio do irmão. Seu pai estava saudável e ele jamais foi noivo de alguém que jamais morrera, e que não dirigia por trauma mesmo, mas em função de um pequeno acidente com o pai e por não ter carro. E por fim, descobri através da mãe dele, após 4 meses juntos, que sua irmã estava certa, ele tinha outra pessoa, morava junto, considero casado, que até o nosso 4º mês, realmente eles moravam sob o mesmo teto, na casa de seus pais, mas que não tinham mais nada um com o outro. Ao saber disso, foi a gota d&#8217;agua, eu ainda não estava apaixonada, então, resolvi terminar o namoro, fui até a casa dele pra conversar com a mãe e pôr um fim. Mas ele se humilhou, na frente da dela, se ajoelhou aos meus pés implorando perdão e chorando, dizendo que só mentiu pra me conquistar, que foi burro, pq se eu soubesse quem ele realmente era, eu não daria uma chance se quer. Do outro lado, a mãe dele me abraçava, chorando junto com o filho e pedindo mais uma chance por ele, pedindo pra perdoá-lo pq ela nunca viu o filho dela amar alguém como ele me amava e me queria. Eu senti dó, dele e da mãe dele, e resolvi deixar passar, pra ganhar tempo e depois terminar. Mas o tempo foi passando e como prova de seu amor, pedi que parasse de trabalhar a noite como DJ, na verdade impus uma escolha, e ele me escolheu. Ele era sempre carinhoso, dedicado, atencioso, me enchia de presentes, de cartas, e-mails, eu sempre fui um tanto fria, desconfiada e estava sempre com o pé atrás. Ele continuou mentindo, ia pra um lugar e dizia que havia ido pra outro, desligava o celular de vez em quando, entre outras mentiras rotineiras. Na verdade, eu passei a exigir dele excessivamente depois de ter perdido a confiança. Queria relatório de todo passo que ele desse e ele dizia que eu cobrava demais, sufocava e o condenava eternamente por um erro do passado, que preferia mentir pra não ter que ficar me dando explicações tão detalhadas e mesmo assim eu não acreditava.<br />
Aos pouco introduzi ele junto à minha família, minha mãe adora ele. Não gosto de demonstrar fraquezas, não saio desabafando meus problemas com ninguém, então como ele sempre me tratava bem, era romântico, vivia me presenteando, passava a maior parte do tempo comigo, todos achavam que ele era o meu príncipe. Nós viajamos muito, conhecemos muitos lugares juntos. As namoradas dos amigos sempre tinham ele como exemplo. E era maravilhoso mesmo, eu fui me apaixonando, me apegando, amando ele, na verdade, amando como ele me tratava. Ele esperou por 8 meses de relacionamento até que eu tivesse pronta pra perder a virgindade, se ele tinha outra pra suprir a necessidade eu não sei, mas ele esperou, e foi carinhoso, e foi tudo muito lindo. Com o passar dos anos, as coisas foram esfriando, as mentiras aumentando, e ele já não era mais aquele todo atencioso, já não fazia mais questão de estar comigo o tempo todo, e minha desconfiança sempre aumentando, eu cobrava, enchia o saco, brigava por tudo, me humilhei, o humilhei também. Eu era, na maioria das vezes muito dura com ele, fria, o repreendia o tempo todo e as pessoas sempre notavam isso, me chamavam a atenção, mas eu estava certa de que devia tratá-lo assim, senão ele iria mentir, se aproveitar e me machucar. O fato é que eu nunca consegui me entregar pra ele de verdade por ter sempre um &#8220;pé atrás&#8221;, muitas vezes ele reclamava da minha frieza, eu tentava um voto de confiança, mas era impossível. Eu o amava, queria ele, mas não conseguia ser pra ele o que ele era pra mim. Eu o amava e demonstrava isso mais em palavras do que em gestos, era egoísta, não gostava nem mesmo que ele jogasse futebol, sempre pensava que podia encontrar alguém na arquibancada, que depois do futebol tem a cerveja, etc. Eu me preocupava excessivamente com ele, não sei pq, sempre tinha medo que ele morresse, sei lá, loucura da minha cabeça. Muitas vezes terminamos e voltamos, eu ja me humilhei, implorei pela cia dele e ele também já foi tão frio quanto eu.<br />
Resolvemos que queríamos casar, e no ano passado enfiamos isso em nossa cabeça, era uma vontade de ambos, mas somos muito diferentes. Eu gosto de tudo certinho, de planejar as coisas, sou financeiramente controlada, queria financiar um apartamento, teríamos que abrir mão de algumas coisas, economizar, planejar. Ele é comissionado e não sabe administrar o próprio dinheiro, então, queria alugar uma casa e irmos morar juntos, o resto corríamos atrás. O fato é que, um mês ele tinha dinheiro, no outro não. No mês que tinha, queria viajar, comprar roupas, me dar presentes, gastava irresponsavelmente. Ele é aquele tipo de pessoa que não se preocupa com nada, vive o hoje e pronto. Como planejar casar com uma pessoa assim?? E nada mudava a cabeça dele. Ainda no ano passado, as coisas mudaram completamente. Diante do desejo de casar e nossas diferenças impedindo, ele se distanciou mais, eu não aguentava mais à distância dele, a falta de interesse em mudar, as irresponsabilidades. O sexo estava péssimo, caiu na rotina e eu nem tinha mais vontade sequer de beijá-lo, ele sempre me desejou muito, é o tipo que adora sexo e eu sempre fugindo, não conseguia sentir vontade, as vzs acho que a falta de confiança e todos os atritos do nosso relacionamento influenciavam. Ultimamente passávamos mais de um mês sem sexo e beijo apaixonado por falta de vontade minha. Mas eu amava (amo) tanto aquele homem, eu sempre via algo bom nele, ele é ótimo, bom coração. Eu tentei terminar várias vezes e ele não aceitava, eu queria, mas por ama-lo demais, recuava, dava mais uma chance, queria muda-lo a todo custo, porém o &#8220;pé atrás&#8221; me impedia de demonstrar um pouco mais esse amor em atos do que em teoria. Ele sempre reclamou disso, que sou teórica, mas não me entrego totalmente. No final do ano que passou, ele tinha uma viagem à trabalho, e por isso me deixou no meu último final de semana de férias, eu pedi pra gente viajar, mas ele estava sem grana pra uma viagem, eu pensei em bancar, mas resolvi não ceder pq achava que iria estimular a irresponsabilidade dele. Eu estava saturada com o jeito dele, com o fato de não saber administrar seu próprio dinheiro e, por isso estar sempre &#8220;duro&#8221;, usando meus cartões. Eu queria ele, amava muito, mas queria terminar e não conseguia, muitas vezes desejei que ele arrumasse outra,porque que seria mais fácil pra eu terminar, que eu sentiria tanto ódio e só assim acabaria com tudo de vez, eu queria um motivo pra tirar ele da minha vida, pra não amá-lo mais, porque eu achava que ele não servia pra mim, pela falta de confiança e pelo jeito de viver. Então ele viajou à trabalho, uma viagem estranha, na qual teve que passar o fds inteiro com o celular desligado, eu passei a madrugada toda ligando e nada. Quando ele retornou no dia seguinte, nós brigamos pelo telefone, trocamos ofensas, ele me chamou de louca, lógico (ó lógico foi cinismo), que eu via coisa onde não tinha, que era desconfiada demais. Resolvi terminar mais uma vez, pelo telefone mesmo. 14 dias depois, resolvi procurá-lo pq soube que ele não saia do msn e eu nunca o via on line. Resolvi bolar um plano, imaginei que ele tivesse um msn pra sei lá, bater papo na net, &#8220;bater uma&#8221; de vez em quando, já que eu não era uma maratonista na cama e nem me esforçava pra satisfazer suas vontades. Como parte do plano, fui até ele, mesmo estando terminado o relacionamento e mais uma vez perguntei se havia mais alguém entre nós, ele negou, disse que fantasio demais, etc, etc, eu pensei que de repente eu devesse dar uma chance, um voto de confiança após seis anos de relacionamento e, ser um pouco mais flexível, mas &#8230; <span id="more-1743"></span>Cheguei na casa dele e parece que o universo conspirava à favor de meu plano. Não só descobri o tal MSN como o burro havia usado uma senha antiga q era usada por ele com frequência. Abri o  MSN na frente dele, na sala de sua casa com a família toda presente. Ele puxou o notebook da minha mão, ficou extremamente nervoso, e eu sai de lá, chorando, sem explicar nada. Ele foi atrás de mim e ganhou um belo tapa no meio da cara. Me seguiu e se ofereceu p me levar até a estação de trem, nós moramos longe um do outro e eu não costumava ir pra lá de condução. Fiquei perdida, tarde da noite, sem celular. E nem tinha visto (ainda) o que havia naquele e-mail. Mas o fato de ele me tratar mal, sem dar explicação, que me deixou desnorteada. Consegui chegar em casa, Mudei a senha do tal msn, ele não conhece tanto quanto eu sobre internet, informática, então foi mais fácil. Roubei a conta e fui verificar os e-mails. Eram contatos com mulheres (diferentes de mim e feias por sinal) que ele elogiava, trocava e-mails, e ligações, textos bonitinhos, fotos, mentiras. Ele passava boa parte de seu tempo conversando, trocando e-mails ou ligando pra essas pessoas. Em um dos e-mails pude ver que ele havia saído com uma dessas garotas, e foi naquela viagem estranha à trabalho. Ele foi até o interior e dormiu com ela, ela morava sozinha, então foi na casa dela mesmo. Percebi que eles se falavam, ele escrevia coisas p ela, intimas, mentiu p ela da mesma forma que fez comigo no começo, e não falou de mim. Eu me senti um lixo lendo tudo aquilo, passei a noite e o dia inteiro trancada no quarto chorando, decepcionada. Resolvi mandar um e-mail p as tais mulheres, falando quem era ele, desmentindo as coisas, mostrando a verdadeira identidade dele com um certo desdém. A pessoa que ele conseguiu levar pra cama me respondeu. Conversamos, ela falou que foi só uma noite, que não gostou, que ele era feio, que só brincou com ele também, etc, etc. Ela é diferente de mim, cheinha, cara de p***, tem mulher que já tem cara de p*** não é coisa de mulher traída não, pq ele tentou xavecar uma que era linda, inteligente, mas não caiu no xaveco dele. Bom, diante de todas as provas, eu humilhei ele, nunca imaginei que pudesse sentir tanto ódio por alguém, nunca imaginei que fosse capaz de humilhar tanto alguém como eu fiz com ele, escrevi coisas terríveis sobre ele pra essa garota que ainda se divertiu com a cara dele. Só que o ódio passou. E eu não esperava por isso. Ele pediu perdão, se disse arrependido, ligou algumas vezes se dizendo preocupado, no começo. Depois se distanciou, se disse envergonhado de tudo, que foi besteira, aventura idiota. Pra mim pareceu o fim do mundo. Fiquei completamente perdida, mandei muitos emails que ele jamais respondeu, falei do meu amor, da raiva, da vontade de perdoá-lo, quis morrer, como eu desejei a própria morte. Hoje, 4 meses depois, ainda sinto muito a falta dele, sofro, choro todos os dias, lamento tudo, ele liga de vez em quando, mas eu é que ainda vou atrás, mando e-mail, choro, sofro, me declaro. Logo depois, ele até se relacionou com outra pessoa, mas não durou nada, quando eu soube, doeu mais ainda. Agora se tornou evangélico, nos falamos, nos vemos de vez em quando, e até dormimos juntos mais uma vez, há uns 20 dias atrás. Ele é do mesmo jeito quando me vê, quer abraçar, beijar como se nada tivesse acontecido. Eu sofro muito a falta dele, e hoje vejo que ele não está tão disposto à ficar comigo. Ele diz que me ama e sempre vai amar, que os momentos mais felizes da vida ele passou ao meu lado, que nunca vai se perdoar pelo que fez, que se um dia tiver que se relacionar com alguém, esse alguém serei eu, mas que agora tá se dedicando à igreja. Vai quase todos os dias pra igreja, diz que tá mudando, com objetivos de vida, que precisa focar nisso. Enfim, demonstro que quero perdoar, voltar, que morro de saudade, ele sabe o quanto eu tenho sofrido, mas ele parece nem se sensibilizar, ele me liga, me procura, mas não toma atitude. Eu já perdi peso, meus dias sem ele estão sendo horríveis, dói demais, acho que o perdoei pq tive minhas falhas e como dizem, o homem procura fora o que não tem em casa. Eu sempre fui bem dura com relação à traições, achava que fosse qual fosse a razão, seria imperdoável, e agora estou aqui, sofrendo, me humilhando por alguém me machucou tanto. Não consigo tirar isso da minha vida, sei que confiança é coisa séria, que sem ela nenhum relacionamento vai pra frente, mas a vontade de voltar, a saudade, a culpa são mais fortes que eu. Apesar de estar sofrendo muito e de querer voltar, tenho medo de só piorar a situação. Agora que o perdi, percebi o quanto eu o amo e o quero pra vida toda, com todos os defeitos, mas não sei se isso me fará feliz. Reconheço minhas falhas, sofro diariamente a falta dele, não consigo trabalhar direito, não consigo me interessar por mais ninguém no mundo, por mais que eu queira. Já sai com outras pessoas, já viajei pra tentar esquecer e não consigo, sempre fui difícil de me relacionar, não sou de sair por ai beijando todo mundo, de me apaixonar fácil. Dói, dói muito e eu já não sei mais o que fazer. Perdoar (mais uma vez), tentar mais uma vez ou aproveitar a mágoa pra esquecer e tirar de vez da minha vida. Talvez a segunda opção seja a mais indicada, mas tenho medo de perder aquele amor que era tão meu, tenho medo de perdê-lo pra outra pessoa, tenho medo de nunca mais amar ninguém, de nunca mais ser tratada como fui tratada por ele. Tá doendo e é mais forte que eu. Me dói saber e ver que ele está bem, sem mim, que tá tocando a vida. Eu estou disposta a mudar por ele, ser mais carinhosa, tentar confiar, me esforçar no sexo, não repreender tanto pelo modo de ser, tentar aceitá-lo como ele é, só não sei devo. Não sei se devo seguir a razão ou pela primeira vez, colocar o orgulho de lado e ouvir meu coração, arriscar mais uma vez em algo que por mais que eu queira, eu não consigo acreditar. Só queria aliviar a dor, encontrar motivos pra continuar. Eu quero aquele amor de volta.</p>
<p>Segue meu blog, onde uso pra desabafar um pouco. <a><a href="http://maahluu.blogspot.com/" rel="nofollow">http://maahluu.blogspot.com/</a></a> e meu e-mail: <a>cinha1231@hotmail.com</a></p>
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		<title>279 dias – É contra mim que luto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 01:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[É contra mim que luto. Não tenho outro inimigo. O que penso, o que sinto, o que digo e o que faço, É que pede castigo e desespera a lança no meu braço Absurda aliança de criança e de adulto. O que sou é um insulto ao que não sou. E combato esse vulto que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><em>É contra mim que luto.</em></span><br />
<em>Não tenho outro inimigo.</em><br />
<em>O que penso, o que sinto, o que digo e o que faço,</em><br />
<em>É que pede castigo e desespera a lança no meu braço</em></p>
<p><em>Absurda aliança de criança e de adulto.</em><br />
<span style="color:#ff0000;"><em>O que sou é um insulto ao que não sou.</em></span><br />
<em>E combato esse vulto que à traição me invadiu e me ocupou.</em></p>
<p><em>Infeliz com loucura e sem loucura.</em><br />
<span style="color:#ff0000;"><em>Peço à vida outra vida, outra aventura, </em><em>outro incerto destino.</em></span><br />
<em>Não me dou por vencido nem convencido.</em><br />
<em>E agrido em mim o homem e o menino.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Miguel Torga</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#be0312;">Em conflito. Sem identidade, sem rumo, sem destino, sem cais nem porto. Ao que tudo indica, a vida me leva. Ao que tudo sinto, sou a capitã do meu barco. Me encontrarei nos País das Maravilhas, em Neverland, na Cidade das Esmeraldas, no Asteróide B-612. Sigam-me os que ainda acreditam e esperam, mesmo que seja só um pouquinho&#8230;</span></p>
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		<item>
		<title>276 dias – A História da T.C</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 01:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
		<category><![CDATA[Os dias delas sem eles]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje conheci uma senhora de 87 anos que me contou uma história. Vou deixar a história desta semana para a próxima, porque se eu deixar para escrever depois, acredito que não conseguirei contar o que lembro. Sou boa para contar histórias sobre mim, mas percebi que para contar sobre outras pessoas, eu sou uma negação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Hoje conheci uma senhora de 87 anos que me contou uma história. Vou deixar a história desta semana para a próxima, porque se eu deixar para escrever depois, acredito que não conseguirei contar o que lembro. Sou boa para contar histórias sobre mim, mas percebi que para contar sobre outras pessoas, eu sou uma negação rsrs.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela é avó de uma amiga minha e estávamos comendo um mousse de abacaxi feito por ela quando ela me perguntou: <em>Cadê o seu namorado?</em></p>
<p style="text-align:justify;">Contei que o namoro tinha acabado e ela disse: <em>Você ainda ama ele, né?</em></p>
<p style="text-align:justify;">A minha amiga disse: <em>Ama sim !</em></p>
<p style="text-align:justify;">Ela falou: <em>Sabe que quando duas pessoas se amam, elas acabam juntas né? Nem que seja depois de muuuito tempo&#8230; isso aconteceu comigo.</em></p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas que estavam na mesa falaram: <em>Ih Flor&#8230; senta que lá vem história.</em></p>
<p style="text-align:justify;">E ela começou a me contar sobre a sua história com o <span style="color:#0000ff;">J.G</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Conheceram-se quando ela tinha 14 e ele 18 anos. Ela de família rica, ele pobre. A família a obrigou a se casar com outro rapaz quando ela tinha 17 anos. Ela nunca foi feliz mas teve 3 filhos. Este outro morreu quando ela tinha 35 anos, deixando uma bela herança.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">T.C</span> teve que aprender a administrar os negócios da família, a fazenda e os filhos foram estudar na capital. Um belo dia, ao contratar novos peões para cuidarem do gado da fazenda, ela dá de cara com <span style="color:#0000ff;">J.G</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela me contou da resistência dele até para deixar de olhar pro chão, que ele desistiu de trabalhar lá na fazenda quando viu que ela era a dona. E usando as palavras dela: &#8220;<em>com o tempo eu fui domando a fera</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">J.G</span> nunca tinha se casado, não teve filhos, segundo ele, o casamento da dona <span style="color:#ff0000;">T.C </span> o fez desacreditar na vida. Isso aconteceu quando a dona <span style="color:#ff0000;">T.C</span> tinha 39 anos e o seu <span style="color:#0000ff;">J.G</span> 43 anos. Depois de 2 anos domando a fera, a dona <span style="color:#ff0000;">T.C</span> conseguiu se casar com o seu amor e ainda tiveram duas filhas gêmeas (uma delas é a mãe da minha amiga).</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje eu estava comendo um  mousse de abacaxi feito pela dona <span style="color:#ff0000;">T.C</span>, que logo depois de terminar de contar a história gritou: &#8220;<em>Véeeeeio, vem cá conhecer uma pessoa.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Eles deram até um selinho, tiraram foto juntinhos e eu fiquei babando, achando a coisa mais linda desse mundo. Uma pena não poder colocar a foto deles aqui. Mas, eu precisava compartilhar este dia lindo e acredito que dá pra ter uma noção de como os dois são bonitinhos juntos.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu, estou desiludida com o amor. A cada dia que passa, depois do que senti, depois de ver amigos e amigas passando por cada coisa, depois de ouvir muitas besteiras de tanta gente eu fico cada vez com menos esperanças.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, acho que nada é por acaso e a dona <span style="color:#ff0000;">T.C</span> foi uma estrelinha que apareceu minha vida e colocou uma luz lá no fim do túnel.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>274 dias – Alice</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jun 2011 02:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[“… A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (…) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="1701" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2011/06/24/274-dias-alice/k/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg" data-orig-size="400,320" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Alice" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg?w=400" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1701" title="Alice" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg?w=150&#038;h=120" alt="" width="150" height="120" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/k.jpg?w=300 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">“… A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (…) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas, mas não posso explicar a mim mesma …”</p>
<p style="text-align:justify;">Alice no País das Maravilhas.</p>
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		<title>273 dias – Follow the yellow brick road</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 02:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecem O Mágico de Oz? Aí estou eu, seguindo a estrada de tijolos amarelos para encontrar a Cidade das Esmeraldas e voltar para casa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="1695" data-permalink="https://osdiassemele.wordpress.com/2011/06/23/273-dias-follow-the-yellow-brick-road/h/" data-orig-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg" data-orig-size="400,300" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="OZ" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg?w=300" data-large-file="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg?w=400" class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1695" title="OZ" src="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg?w=150&#038;h=112" alt="" width="150" height="112" srcset="https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg?w=150 150w, https://osdiassemele.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/06/h.jpg?w=300 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;">Conhecem O Mágico de Oz?</p>
<p style="text-align:center;">Aí estou eu, seguindo a estrada de tijolos amarelos para encontrar a Cidade das Esmeraldas e voltar para casa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>266 dias – O que eu NÃO quero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 00:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Perder a minha FÉ no amor!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><big><big>Perder a minha <span style="color:#c10008;"><strong>FÉ</strong></span> no amor!</big></big></p>
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		<title>263 dias – Voltando para a segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Florisbella ♥]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 01:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Os dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre odiei a segunda-feira. Só que ultimamente ela tornou-se a minha &#8220;salvação&#8220;. Ando correndo dos finais de semana, daqueles momentos de ócio onde não se tem nada pra fazer e começamos a procurar coisas que provavelmente irão nos magoar. Quem procura acha, não tem como. Percebi que pelo menos nos últimos dois meses, a grande [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Sempre odiei a segunda-feira.</p>
<p style="text-align:justify;">Só que ultimamente ela tornou-se a minha &#8220;<em>salvação</em>&#8220;. Ando correndo dos finais de semana, daqueles momentos de ócio onde não se tem nada pra fazer e começamos a procurar coisas que provavelmente irão nos magoar. Quem procura acha, não tem como. Percebi que pelo menos nos últimos dois meses, a grande maioria das vezes em que me senti muito mal, foram nos finais de semana. Justamente pelo que acontece nesses dias e o tempo que sobra para que eu gaste a minha energia com essas coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">A segunda-feira tem sido a minha fuga. Não aquela fuga costumeira da realidade, mas uma fuga da minha auto-sabotagem, do meu masoquismo emocional e psicológico. Sei que isso está longe de ser a resposta para os meus problemas mas, de certa forma, está me ajudando a respirar melhor, sem aquele nó na garganta sabe? E com isso, acabo pensando com menos desespero na minha vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Só espero que esse meu amor pela segunda-feira não dure pra sempre, afinal, ninguém merece a segunda-feira, né?</p>
]]></content:encoded>
					
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