<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 11:59:25 +0000</lastBuildDate><category>SonicBoom</category><category>Aventura</category><category>Awoke</category><category>Comédia</category><category>Crônica</category><category>Drama</category><category>Série</category><category>Tabata</category><category>Épico</category><category>Fantasia</category><category>Flávia</category><category>Mariko</category><title>Os Jovens Escritores</title><description>De jovens para jovens</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-2229835161198896220</guid><pubDate>Wed, 02 Dec 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T09:00:07.598-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Épico</category><title>Harmoníada – Capítulos 5 e 6</title><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img title=&quot;Harmoníada 5 e 6 -2&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;Harmoníada 5 e 6 -2&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyrvG0_HnPec4PRb81NRPP0qAMYhfy2w068K2mux3KQOnPen9pMMHhAaYpMlDE3YZ_0dWMA14gbIToGx3VX91datANmmoa_ftiOAgmcmVDqMlDf78hw6c46vVu3eNi-dKKiKStogf19OXb/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Capítulo Cinco &lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h2&gt;A Seita&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; O dia estava chuvoso, só se via a água caindo dos céus e duas figuras andando em meio á ela, ambos vestiam capas, que, agora estavam encharcadas e pesadas, tornando a viagem de Cajima e Sagamo mais chata ainda, seus corpos estavam doendo por causa da ultima batalha, afinal, fazia quase dez anos que eles não tinham uma luta intensa como aquela, apesar deles terem somente ferimentos leves, a velocidade dos golpes fez com que eles forçassem demais suas articulações, pois o corpo humano tem certas limitações quanto ao método de luta. Sagamo estava com as roupas um tanto chamuscadas por causa do último encontro com Mariko, quanto ao Cajima, estava com alguns hematomas por ter sido golpeado pelo lobisomem invocado por Loan, mas fora esses pequenos ferimentos ambos estavam inteiros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Numa clareira logo adiante, um jovem com um capuz verde estava sentado, comendo uma maçã, enquanto olhava uma adaga espetada numa árvore, a adaga era diferente das outras comuns, havia uma espécie de pedra azulada e arredondada cravada no inicio de sua lâmina, e essa pedra emanava uma fumaça azul, que se estendia pela lâmina, cobrindo-a.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; De repente o jovem pula, e no movimento pega sua adaga e se prepara em uma posição de batalha, logo se vê que o inimigo é um velho careca, porém parrudo:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá Sonic, não sabia que você ainda estava vivo após a explosão do local da cerimônia – Falou o velho, num tom de deboche.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ué, porque eu não poderia ter sobrevivido á aquela pequena explosão de nada?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Logo o velho saca uma clava e começa o ataque com tudo, derrubando árvores e quebrando pedras em seu caminho, logo Sonic para e levanta a adaga, e num gesto de mãos a fumaça azul que encobria se estende e ao tocar com ela na roupa do velho, que escapa por pouco, o lugar que entrou em contato com a adaga estava congelado, e logo se quebrou, mostrando o poder assombroso da pequena adaga que Sonic carrega consigo, o velho cessa os ataques, e começa a falar:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sonic, você não muda nunca, faz quanto tempo que você carrega essa velha arma pra lá e pra cá?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Hahaha! - Gargalhava ele num ar sarcástico - Você acha que pode comigo, Esparta? Pode vir, eu vou congelar você e deixar em exposição no centro da minha sala.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Logo o velho desaparece em meio á vegetação densa e Sonic pega outra maçã da árvore recém derrubada e volta a comer tranquilamente.&amp;#160; O velho Esparte já estava á alguma distância dali, ele, o número três da organização de Arazhel, era um dos mais poderosos, sua força era pelo menos umas trinta vezes maior que a força de um homem normal, sua arma, a famosa: “Cauda óssea de Arazhel”, era uma das melhores armas que alguém poderia ter, o único problema é que ela precisava de um usuário com muito tempo de treino para manuseá-la com a devida técnica, o velho Esparta, já treinou por mais de 300 anos nas montanhas. Há um jeito desconhecido de se prolongar a vida, ele, que era muito habilidoso com todo tipo de armas, era mestre em espadas, clavas, arcos, bestas e muitas outras armas, porém, o que tornava ele mortal, era seu costume de besuntar as suas armas em venenos fortíssimos, assim, mesmo que seja só um mínimo corte, o inimigo morrerá por causa do veneno.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;h1&gt;Capítulo Seis&lt;/h1&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;h2&gt;O Andarilho&lt;/h2&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sonic estava olhando as estrelas, relembrando de seus amigos perdidos em suas jornadas passadas, seus olhos lacrimejavam, ele lembrava de seus amigos, ambos mortos na sua frente, e sem poder fazer nada ele foge, tendo em sua mente a imagem dos dois no chão, ensanguentados, sem respirar, ele só via a imagem da morte á sua frente, sentia-se com vergonha por ter abandonado seus amigos, com medo de ser morto também, fraco por não ter conseguido protegê-los, um turbilhão de emoções ruins se manifestavam em sua mente, ele corria, corria, corria sem parar, ele não podia parar, se parasse ele poderia morrer, mas, logo ele se vê rodeado por guardas reais da cidade Parlamento, que deram cabo do monstro responsável pelas mortes que ocorreram por lá.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sonic se vê acordando na clareira em que ele estava, ele se levanta, vai até o rio lavar o sal deixado pelas lágrimas derramadas na noite anterior, ele prometeu para si mesmo que nunca mais deixaria um amigo seu morrer, e nos últimos dez anos ele esteve treinando na floresta, que começava a ter buracos por causa das árvores derrubadas pelos golpes, ainda congeladas mesmo após dias expostas ao sol, Sonic desenvolvera uma técnica que mantinha o que quer que sua adaga toque congelada, porém, isso causa uma perda excessiva de Soulstream, nome dado á energia usada para dar características especiais ás armas apropriadas, e por isso deixava o usuário muito cansado, mas com o treino intensivo de Sonic essa técnica não lhe causa mais esse cansaço.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ao longe se via Cajima e Sagamo andando em meio ao campo e o céu nublado, Sagamo ainda com as roupas chamuscadas lamentava não ter conseguido ficar lá espiado, e tinha um saco de gelo no local atingido por Mariko, Cajima estava calmo, ele tentava fazer com que o poder de sua espada despertasse, ele estava curioso sobre o que a famosa garra de Arazhel faz, mas mesmo concentrando seu Soulstream ele não conseguia fazer ela despertar, do nada Sagamo começa a falar:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu já consigo liberar minha arma, Cajima!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Pelo menos eu não levei um chute em lugares privados e sai choramingando, e mesmo depois disso você foi espiar a mulher lá, e acabou levando uma explosão na cara – Falou Cajima calmo como sempre.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Os dois continuaram andando, quando dão de cara com um brutamontes que estende a mão e manda eles lhe darem suas armas e todo o dinheiro, Cajima foi mais rápido, saltou para longe e começou a se concentrar, Sagamo por outro lado invoca sua arma, ganhando uma camada de escamas por cima de sua pele, o brutamontes golpeia ele com um machado, que quebra, e logo o brutamontes pega uma espada, e vai tentando cortar as escamas de Sagamo, sem sucesso, mas ele olha para trás, e vê Cajima com uma espécie de garra na mão que libera uma rajada de ventos que cortam o brutamontes ao meio, espirrando sangue para todo lado. Os dois continuaram seu caminho pelo campo, e Cajima estava feliz agora, ele havia descoberto sua habilidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Longe dali:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mamãe, quando a gente vai parar de andar? – Falou Loan cansado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Logo, logo, Loan. Nós precisamos andar mais um pouco para que não nos achem – Falou Mariko entristecida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Vamos, vamos, só faltam alguns quilômetros! – Falou Tom andando á frente deles.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Os três estavam andando por uma floresta um pouco densa, quando veem um jovem com um capuz verde, e logo se via três blocos de gelo contendo Mariko, Loan e Tom.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Escrito por SonicBoom (Vinícius).&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Imagem por &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href=&quot;http://hoo-yong.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Hoo-Yong&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Espero que goste e comente,&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;pois seu comentário é nossa maior motivação.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/12/harmoniada-capitulos-5-e-6.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyrvG0_HnPec4PRb81NRPP0qAMYhfy2w068K2mux3KQOnPen9pMMHhAaYpMlDE3YZ_0dWMA14gbIToGx3VX91datANmmoa_ftiOAgmcmVDqMlDf78hw6c46vVu3eNi-dKKiKStogf19OXb/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-4629920388682214233</guid><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-09T13:47:26.450-02:00</atom:updated><title>Pausa</title><description>Olá, Leitor!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O blog foi recentemente pausado por tempo indeterminado. O motivo é que nós estamos com a idéia de transformar algumas de nossas histórias em flash games. Provavelmente em alguns meses teremos a primeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se quiser, veja alguns games feitos por Awoke, um dos fundadores, &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://awokerr.newgrounds.com/&quot;&gt;clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado pela sua atenção,&lt;br /&gt;
Equipe do Os Jovens Escritores</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/11/pausa.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-8255631149240052756</guid><pubDate>Sun, 01 Nov 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-01T09:00:01.634-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tabata</category><title>Um Brinde À Insanidade</title><description>&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;UMBRIDEAINSANIDADE&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;UMBRIDEAINSANIDADE&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij8RYwtc2GLuD9zk26h9bfRcHxWARIogqJmY0HFhwNa7aREfkx7SZ7RSxpynqbdXBq0ldVkAId1X760Y_vZHh-H8fYDuw0tpRqtzd5uQjMTaJmMCp3eyZXr1v-Eh4n8dwXTYyf-bgkg8JP/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de tudo. Exatamente tudo. Mas gostaria de não se lembrar de nada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de como havia chegado lá.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se que nunca sairia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de seus pais ausentes. O pai empresário sempre trabalhando para sustentar os gastos interplanetários de sua mãe, que, por sua vez, estava sempre em algum motel, com algum amante.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se do fatídico dia que o pai flagrou a traição da esposa e matou-a, suicidando-se logo em seguida. Enquanto ela ficava escondida embaixo da cama, com medo. A menina viu tudo. Viu o rosto da mãe, deformado pelas pancadas, atingir o chão e banhá-lo de sangue.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se dos gritos de horror da mulher. Do baque ensurdecedor do taco de beisebol no crânio. Dos dois disparos que o pai deu: um no amante e outro nele mesmo. Não era mais nenhum bebê. Sabia exatamente o que estava acontecendo: estava ficando órfã.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se do dia que chegou ao orfanato. Todas aquelas crianças pobres e tristes. Era loucura. Deixá-la ali era loucura. Queriam que dormisse numa cama de ferro gasto que rangia e com um colchão tão fino quanto papel, comer um mingau com mais água do que qualquer outra coisa. Não podia suportar uma barbaridade desse tipo. Não ela acostumada com o luxo.&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de como as outras crianças do orfanato, mais velhas, viviam a atazaná-la e no final, já não mais se importava que falassem do quão fútil sua mãe era ou que nenhum parente a queria.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de quando começou a enlouquecer.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se das vozes e dos rostos em sua cabeça. Ainda estavam lá.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se que havia uma voz boa e uma ruim, que estava atentando-a e lhe mandando fazer coisas terríveis. E que muitas vezes, por caráter vingativo, ela fazia. Coisas como costurar a boca do maldito cachorro do vizinho, que latia a noite toda e não a deixava dormir.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se do estopim que a havia mandado para este lugar: outra voz. Uma voz parecida com a de sua falecida mãe. Ela lhe dizia o que iria acontecer. Certa vez, a voz lhe disse que o menino novo ia beijá-la. Ela não podia permitir isso. Havia feito um voto, uma promessa de castidade. Não podia acontecer.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de como, sorrateiramente, invadiu o dormitório masculino e fez o que as vozes lhe disseram para fazer. Disseram-lhe para impedi-lo, afinal, ele não era merecedor do afeto dela.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se do prazer que sentiu ao ver o sedativo fazer efeito. Do prazer que sentiu ao passar a agulha com o fio de náilon pelos lábios do menino, selando-os. O sorriso aflorou em seu rosto. Os olhos brilharam e giraram nas órbitas.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de quando uma das irmãs responsáveis pelos órfãos passou pelo dormitório e viu o que acontecia, e com seus gritos, acordou a todos. De como tentaram pará-la, mas a menina não descansaria enquanto não terminasse. Ele merecia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se que sentiu algo atingir sua cabeça, da dor aguda e de como acordou: amarrada em uma cama, em um lugar que desconhecia. Era um quarto de pedra, sem janelas ou luz solar, mobiliado apenas com a cama e uma cadeira afastada, na qual um homem vestido inteiramente de branco estava sentado e a encarava de modo inquisidor. Ele lhe deu medo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se que o homem lhe fizera várias perguntas e não obteve resposta em nenhuma, ela estava muito ocupada se debatendo e tentando se soltar. E quando ele cansou de falar sozinho, aproximou-se e espetou uma agulha em seu braço, derramando alguma substância sedativa em sua circulação.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de quando, depois de alguns meses no sanatório, ela enganou a enfermeira e não tomou o comprimido calmante, tendo plena consciência de tudo. Ela ia se vingar. Já conseguia sentir o gosto doce da vingança.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de como nocauteou o enfermeiro que a levava para o quarto e costurou-lhe a boca, apenas para que não gritasse e por puro prazer. E foi rumo ao alojamento médico. Aquele homem vestido de branco ia se arrepender de tê-la amarrado na cama, a mercê de sua boa vontade, ou não.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se da agulha espetando o braço do homem, dando-lhe um sono longo e pesado. Havia roubado uma agulha e um fio de barbante fino, da enfermaria. Estava feliz por não ter tomado o remédio e por poder costurar a boca daquele que falou demais. Nunca gostou de pessoas que falam demais. Costurou, costurou, costurou. E depois escreveu, com letras de sangue: “Que lhe sirva de lição. Falar menos e pensar mais.”&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se do pânico que se instaurou em todo o prédio, quando acharam o falador, ainda sedado e com os lábios selados permanentemente. Sabiam que havia sido ela e por isso, levaram-na para a Ala Branca. Da onde nunca sairia. Quartos totalmente branco com as paredes estofadas. Ela ria. Gargalhava.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de como os outros, utilizaram-se da balbúrdia e fugiram. Rebelaram-se contra os enfermeiros e outros funcionários. Estavam com a paciência esgotada daquele lugar pútrido e infestado de ratos, das pancadas na cabeça e dos insultos. Havia presos perigosos na Ala Branca, que foram avaliados com problemas mentais, e nenhum deles se importou em abrir a cela da menina costureira. Olharam-na pelo vidro na porta, jogada no chão e rindo. Viraram as costas e esqueceram-na.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se dos gritos de liberdade dos trancafiados e dos lamentos de horror dos que trancafiavam. Era o veneno doce e letal da vingança.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de como tudo ficou quieto, certa hora. E não houve som algum depois disso. A costureira não tinha forças para se levantar, andar, falar ou pensar. Toda sua energia havia sido gasta no seu último ato de insanidade. Na sua última costura. Na última vez que segurou uma linha numa agulha e passou pelos lábios de alguém.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Lembrava-se de tudo, naquele momento. Exatamente tudo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; A única coisa que não se lembrava era há quanto tempo estava presa naquele prédio destruído, dentro de um quarto branco com paredes estofadas, convivendo com ratos e somente eles, com o corpo atado numa camisa de força. Depois de inúmeras tentativas de suicídio, batia-se nas paredes e nada acontecia. Não conseguia viver. Não conseguia morrer.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#160; Um brinde, um brinde, senhores! Um brinde à liberdade dos delírios na alma! Um brinde à loucura telúrica que retorce a mente daqueles cuja imaginação é mais humana! Um brinde! Um brinde à insanidade!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Tabata Scorpioni &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://tscorpioni.wordpress.com/&quot;&gt;(blog da Tabata)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/11/um-brinde-insanidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEij8RYwtc2GLuD9zk26h9bfRcHxWARIogqJmY0HFhwNa7aREfkx7SZ7RSxpynqbdXBq0ldVkAId1X760Y_vZHh-H8fYDuw0tpRqtzd5uQjMTaJmMCp3eyZXr1v-Eh4n8dwXTYyf-bgkg8JP/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-2765305478535768003</guid><pubDate>Sat, 31 Oct 2009 10:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-31T08:00:04.745-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Awoke</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comédia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><title>Detetive Awoke – Segundo Caso</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img title=&quot;Detetive Awoke - Segundo Caso -2&quot; style=&quot;border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;Detetive Awoke - Segundo Caso -2&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjZNTwXRAUte0XCs4HiBfik6VB3AC_JZ8smXAIs0Wu8e_RGXFK8jgVPMn1tk6mNvhQwinBgYAWu_onykT_JXCP5fMZfdZZplCtqu9OQeq11XqIFI2XZbobvwbt-TQTx0yxOtQvLcU6-5Ch/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;O Sumiço dos Animais&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke estava programando no computador, até que pressentiu algo se movimentando. Se assustou e decidiu investigar; foi até a cozinha, parecia que nada lá havia. Quando ele se virou, viu uma barata, ele riu da cara dela. Mas começou a crescer; chegou à altura dos seus joelhos e Awoke começou a se assustar. A barata chegou a altura dos olhos do jovem, que gritou um grito feminino quando a barata abriu a boca e pulou em sua cabeça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke acordou assustado e suado, sua cama estava molhada e seu pijama encharcado. Ele decidiu se levantar para ir a cozinha, pois acordou às oito horas e estava com fome, ele abriu a geladeira e pegou uma fatia de pizza de calabresa, para aquecê-la ele utilizou sua visão de calor. Quando achou que estava boa, começou a comer e foi para a sala assistir televisão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele sentou-se no sofá e ligou a televisão. Estava passando um programa sobre baratas, pois havia uma imagem de barata na tela; Ele mudou de canal e ela continuou lá, então ele deduziu que a barata era de verdade e desmaiou. A barata percebeu o cheiro da pizza que estava na mão de Awoke, caminhou até ela e a tirou das mãos dele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; A companhia tocou e Awoke acordou, ele levantou meio zonzo, mas conseguiu abrir a porta. Logo ele viu um homem bem gordo e negro, cujo o terno mal podia cobrir o umbigo.&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt; &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá, meu nome é Sônique e eu sou o representante do bairro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Nós temos um representante do bairro?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sim, você mora aqui há dez anos e temos um representante do bairro desde sempre.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - E para que o senhor veio aqui?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Bem, é o seguinte, nas últimas semanas, os animais do parque estão desaparecendo repentinamente e precisamos de alguém para investigar o que está acontecendo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Nós temos um parque?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sim, venha comigo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Eles começaram a ir em direção ao parque do bairro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Nós acreditamos que um dos moradores locais está envolvido nisso, mas não podemos fazer acusações sem nenhuma prova, e essa parte fica com você, Awoke. Se conseguir nos ajudar com sucesso, o bairro lhe recompensará com valores e mérito.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Está certo, Sônique, farei o meu melhor!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - OK, saiba que o futuro de vários animaizinhos está nas suas mãos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sônique se despediu e foi embora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Antes de tudo, eu precisarei de muita energia, então vou comer algo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke foi até uma barraquinha de espetinhos que estava próxima ao parque.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tem espetinhos de quê moço? – Ele perguntou ao homem que tinha orelhas grandes e cuidava da barraquinha.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tem de vários sabores: carne de esquilo, carne de pato, carne de sapo, carne de pimenta, carne de coelho e também de barata.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Quero um de barata!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Aqui está, meu jovem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke entrou no parque enquanto comia e falava com seu espetinho de barata.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sabe por que você está neste espeto e sendo devorado? Hã? Isso é tudo culpa de algum parente seu! E você pagará por ele! Tome isso! – Ele pulou na cabeça do espetinho de barata e devorou sua cabeça – Haha! Viu como é ruim?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele jogou a barata no chão e depois pisou várias vezes, fazendo aquele som de biscoito cream cracker.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Agora, o pior!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele concentrou energia na sua mão e apontou dois dedos para a barata esmigalhada no chão, a barata começou a flutuar no ar, ele com muito esforço fechou sua mão e a barata explodiu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - OK, chega de diversão, é hora do trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke procurou por um moita próxima ao habitat de alguns animais e se escondeu dentro dela. Ele começou a esperar para ver se alguém fazia algo com os animais; esperou por horas dentro daquela moita suja que era atualmente o banheiro de alguns animais. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Quando eram três da madrugada, ele escutou um ruído e acordou, teve uma bela surpresa ao perceber que os animais o utilizaram como banheiro, inclusive um cachorro que deixou um “presentinho marrom” no seu bolso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele foi verificar sobre aquele ruído que ouviu e notou a silhueta de um homem vestido de roupas pretas e com um capuz igualmente preto. O homem estava coletando os animais e os colocando dentro de um saco bem grande. Awoke sabia que aquele homem era o sequestrador dos animais do parque; então ele pulou para pegá-lo de surpresa, mas o homem era muito ágil e pulou para longe enquanto Awoke bateu de cara no chão, exatamente onde outro cachorro havia deixado um “presentinho”, desta vez maior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O detetive se levantou, estava furioso com aquele homem, que agora estava no alto de uma árvore e com uma bandana na testa que continha uma placa de ferro rabiscada. Agilmente o homem atirou cinco shurikens contra Awoke; ele conseguiu se esquivar de todas as shurikens, mas o homem tornou a atirar-lhe kunais, uma dezena delas. Awoke com suas habilidades humanas certamente não conseguiria desviar de todas, mas os poderes que Lemanto lhe havia fornecido deixaram que ele o fizesse facilmente e ainda podendo pegar e atirar contra o homem uma das kunais, que ao o acertar fez com que ele virasse um tronco. Awoke estranhou. Logo aquele homem apareceu na árvore atrás de Awoke e disse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Você é um adversário de honra, então vou revelar-te minha identidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O homem abaixou sua máscara e logo seu rosto era visível; Awoke ficou chocado com o rosto daquela pessoa conhecida e disse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; - Quem é você? – Talvez nem tão conhecida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Meu nome é Narotu Uzumika! Sou um ninja-zumbi e em breve serei um Hokega! O mais poderoso ninja-zumbi de minha vila, a vila do cemitério!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke percebeu que estava lutando contra um louco pirado, que provavelmente havia fugido do hospício próximo àquele lugar. Narotu tornou a falar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu sou o inventor do Cavaleiros do Horóscopo, que depois foi plagiado pelo criador dos Cavaleiros do Zodíaco. Sabe o que aconteceu com aquele plagiador?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ele ficou famoso e milionário enquanto você ficou na miséria?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Err... Além disso... Eu plantei uma bomba no apartamento de luxo dele, que explodirá em três anos!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Três anos? Por que três anos?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Porque eu quero!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Isso é uma babaquice!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ora, seu garoto insolente! Tu morrerás! – Narotu estava furioso com Awoke.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Narotu fez uma pose estranha com as mãos e logo gritou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Hadouken No Jutsu!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Então uma esfera azul de energia surgiu dos pés de Narotu e foi na direção de Awoke; ele foi correndo na direção da esfera, abriu a boca e a engoliu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mas o que!? Que droga é essa? – Narotu estava surpreso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke abriu sua boca e lançou a esfera mágica, agora vermelha, de volta para Narotu, que ao ser atingido, caiu da árvore e ficou bem dolorido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ai... Ai... – Narotu estava com dores por todo o corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Agora! Devolva estes animais ao parque e dê o fora daqui! – Awoke ordenava.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Você pensa que será assim tão fácil, é? Para sua surpresa eu plantei sete bombas neste parque, que estão armadas para explodir em cinco minutos!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mas para que você quer fazer isso!? É louco, é?! – Awoke estava desesperado com aquilo que Narotu dizia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Por quê? Você ainda pergunta porquê?! Porque eu sou um ninja-zumbi-pirado cujo o número da sorte é o sete! Vou ficar aqui vendo como você tenta achar e desarmar todas essas bombas, muahahaha! &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke logo entrou em ação, fez uma pose estranha, olhou para seu relógio de pulso e apertou um botão que nele havia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mofar! – Gritou Awoke.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Logo um monte de mofo sujo estava sobre a roupa de Awoke.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Droga! Vou tentar de novo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke apertou outro botão do relógio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Detector de bombas! – Gritou ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Então um detector de bombas saiu do cinto de Awoke, que logo foi à procura das bombas, ele encontrou uma bomba que estava debaixo de uma pedra, uma que estava na copa de uma árvore, uma que estava dentro de um esquilo – pobre esquilo -, uma que estava dentro do seu próprio bolso, uma que estava atrás de seu olho. Ainda faltavam duas bombas a serem encontradas. Ao passar perto de uma região com vegetação densa, Awoke escutou um som do detector, mas como era impossível procurar por algo lá, ele teve uma idéia. Ele foi até um carro que estava estacionado ali perto e balançava – malditos adolescentes -, usou da arte de transferir combustível de um carro para a densa vegetação, acendeu um fósforo da Fiat Lux. Logo o mato queimou. Awoke havia planejado um fogo controlado, então foi apenas o suficiente para descobrir a mata e achar a bomba.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Agora só faltavam apenas uma bomba e trinta segundos. Awoke tinha que ser rápido para achá-la e ainda desarmar as demais bombas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Vinte e cinco segundos, meu rapaz – Disse Narotu. - A última bomba estava muito bem guardada!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu a acharei! – Awoke era valente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Faltavam vinte segundos. Awoke olhava para o chão e nem percebeu uma árvore à sua frente e nela bateu. Ao acertá-la, a bomba que estava sobre sua cabeça caiu no chão e Awoke só precisava desarmá-la e as outras também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O cabo vermelho ou o azul? – Awoke estava em dúvida de qual cortar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Faltavam sete segundos. Então Awoke decidiu coçar a sua orelha esquerda e percebeu que um cabo rosa estava lá. Ele o cortou e todas as bombas pararam a sua contagem, marcando em seu visor uma mensagem de&amp;#160; “L0L”. Awoke estava aliviado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Narotu ao perceber que a bomba não explodiu, começou a correr para não ser pego por Awoke, mas estava com a perna dolorida, devido ao ataque de Awoke, e caiu no chão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Agora veremos quem está por detrás disso tudo – Afirmou Awoke indo em direção a Narotu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke puxou por completo a máscara de Narotu e notou que ele tinha orelhas enormes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Você tem orelhas enormes! Assim como aquele cara da barraquinha que vendia espetinhos na entrada do parque!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É! Eu sou ele! Roubava os animais do parque para vender como alimento. Vestido como um homem comum ninguém teria notado. Teria ficado rico se não fosse por um detetive intrometido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke deu uma paulada na cabeça de Narotu que desmaiou. Ele foi à casa de Sônique, levando Narotu desacordado nos braços.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Magnífico! Magnífico! Você conseguiu achar o culpado! – Sônique estava alegre como da última vez que seu pai lhe abraçou, aos quatro anos. - Ele mora naquele manicômio do lado do parque e agora será preso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Narotu começava a acordar, mas Awoke deu-lhe uma outra paulada. Sônique foi em seu quarto e retornou segurando dois sacos enormes e pesados, cuja a frente continha a marca de “$$”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Yay! Vou gastar tudo em bala!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Finalmente, os animais do parque poderiam ter uma vida normal novamente. Tudo graças ao destemido e bravíssimo – pausa de um segundo- Detetive Awoke.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;À espera de um novo caso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Escrito por Awoke (Sérgio)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Imagem por &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://taho.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;strong&gt;Taho&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/detetive-awoke-segundo-caso.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjZNTwXRAUte0XCs4HiBfik6VB3AC_JZ8smXAIs0Wu8e_RGXFK8jgVPMn1tk6mNvhQwinBgYAWu_onykT_JXCP5fMZfdZZplCtqu9OQeq11XqIFI2XZbobvwbt-TQTx0yxOtQvLcU6-5Ch/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-5423809188398381035</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 10:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-30T08:00:13.411-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tabata</category><title>Brumas de Sangue – Capítulo 1</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfggKiv0yotcRnawCtBkHT3Wz5rzYhBRIgcEwo_Ti20lIh6yLQdkV2u6yhYASqVz8pBrKHyPLJnmdOHFSbsopyiUL-DTuuM21S0J6gYcERtc4oUmGvE3nivyHjVui2t6E0zpTpHE36Suj6/s1600-h/BRUMASDESANGUE%20COR%5B3%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;BRUMASDESANGUE COR&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;BRUMASDESANGUE COR&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRHKd4LZ64NvK5FM4_Xkm0CpG3uI3I_97wwvA2BGSnb-rzBQJG2KWqdQe0vTfo076CZ3oq1QXGOqEh2Vk64uO1w2ZJELuWnPGdAg3Dj4JOIYnq-Nw_-edMmD9MXd1PdZHAi3NEAGz5bUi3/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Exaustão. Não conseguia sentir nada além disso, não conseguia continuar. Minha Deusa, por que diabos estavam guerreando? Liberdade? Engraçado, dizia-se que lutavam por liberdade, livre-arbítrio, mas eu, particularmente, nunca o havia visto, sentido ou degustado, se for uma sobremesa.&amp;#160; Tudo isso era ganância, ambição, cobiça. A ruína do homem…&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Fui arrancado de meus devaneios. Seria mais algum Albion* querendo morrer? Virei-me lentamente, olhos e punhos cerrados de ódio. Estava pronto para matar, ou morrer. A Excalibur que foi confiada a mim, cortaria fora a cabeça de meu inimigo. A Espada Sagrada foi de encontro com o pescoço do infeliz. Estava quase… Parei. O homem de cabelos amarelos e olhos azuis engoliu em seco. Gawain.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; – Perdoe-me, Gawain, pensei ser mais um Albion. – Apoiei minha mão em seu ombro e abaixei a cabeça, estava acabado. Senti o vento bater nos meus cabelos negros e molhados de suor, levando toda minha honra e auto-estima para o Mar. Somente naquele momento, percebi que havia um corte bastante profundo em minha perna. Doía e o sangue jorrava.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; – Está tudo bem, meu senhor. – Gawain estava com um olho enfaixado. Passei meu braço por cima de seu ombro e ele me ajudou a andar. – A guerra acabou. Nós vencemos.&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&amp;#160; Larguei-me na primeira pedra que vi. Aquela perna doía demais, Gawain fez um torniquete para tentar estancar o sangramento, o que não funcionou muito. Ordenei aos outros Cavaleiros que recolhessem os mortos e feridos. Sentado olhando o céu de do Dia que cedia seu lugar a Noite, eu sorria.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Não, Gawain, nós perdemos. – Ele me encarou assustado como se dissesse: “Esse homem é louco? De que diabos está falando?”. Alarguei mais o sorriso ignorando o olhar espantado do rapaz. – Não há vitória na morte, e há muitas. Eles perderam a guerra, mas nós perdemos uma coisa muito mais valiosa: nossa honra.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Mas o Reino está salvo. Esse era o objetivo e o que importava. – Ainda me encarava espantado.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Para quê serve um Reino, terra, água se não podemos usufruir destes? Diga-me, Gawain, meu amigo, você escolheu o seu destino? Você acredita que seu destino é traçar o caminho de sua vida de mãos dadas com a sua morte?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Vi a dúvida brilhar em seus olhos. Ele não sabia me responder. No fundo, ele sabia que tudo que eu disse é verdade. Nós, Cavaleiros da Távola Redonda, tínhamos uma vida de cão. Não, um cão vivia melhor. Nascer livre e ter que servir a uma civilização de mercenários que acima de tudo, tirou-nos a liberdade que um dia havíamos provado e aprovado. Não estou criticando o Rei Uther, de maneira alguma. Ele foi bondoso e justo, e nos respeitou. Entendeu-nos. Afinal, ele também já foi um Cavaleiro como nós. E se está onde está hoje… Fui privado de meus devaneios, de novo. Dessa vez não o tentei matar. Apenas me limitei a olhar para trás e perceber que era Merlin.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Meu senhor, precisamos ir. Por mais que os Albions tenham desistido e recuado, ainda podem voltar. É perigoso aqui. – Enquanto falava, olhou de esguio para os lados e sua mão apertou mais meu ombro. Ou ia com o pelotão ou tinha um ombro deslocado. O pelotão me pareceu uma melhor opção no momento.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Tudo bem, Merlin.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Gawain, vá buscar o cavalo do Comandante. – Gawain e Merlin. Os dois nunca se deram bem.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Como quiser, “senhor”. – Fez questão de enfatizar o “senhor”. Merlin cerrou os punhos e os olhos, rangeu os dentes. Não consegui evitar o riso. Ele sempre foi um ótimo guerreiro e experiente, mas parece uma criança que cresceu demais. – Com licença, meu senhor.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Fez-me uma breve reverência e saiu. Merlin o seguia com o olhar como se esperasse que o rapaz fizesse algo errado, para que assim, pudesse repreendê-lo. Mas para a sua infelicidade, isso não aconteceu. O que o deixou ainda mais irritado. Ri. Ele percebeu e ficou envergonhado por sua infantilidade. Pelo menos, o percebeu.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Enquanto isso, Gawain vinha com Nerilz, meu cavalo. Negro como a noite, com a crina e a cauda lisa e solta ao vento. Ganhei-o, ou melhor, conquistei-o quando ainda era pequeno. Um cavalo selvagem para uma criança de onze anos. Porém, eu já não era mais um recém-nascido em Camelot, já era quase um total Cavaleiro. O mais experiente. O primeiro Cavaleiro da Távola Redonda.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Como o conquistei, vocês perguntam. Contarei, pois foi rápido, contudo, me exigiu uma grande quantidade de energia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;xxx&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/arisco.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Leia como o fiz&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;xxx&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Monto em meu cavalo e sigo na frente do pelotão, rumando à cidade. Não havia muitos rostos felizes por ali. Como havia dito a Gawain, não há vitória na morte e na perda da honra.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Depois de doze horas cavalgando, finalmente, chegamos a Camelot. Amanhece. O povo nos recebe com alegria, mas alguns choram e se desesperam ao perceber que seus entes queridos estão mortos. Viúvas e freiras jogam flores pelo chão. Estas são pisoteadas por nossos cavalos. E o Rei nos espera no alto da cidade, que foi construída em volta de uma montanha rochosa, Amnril.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Ele tem um sorriso estampado no rosto, mas seus olhos transparecem tristeza. Já sabia da perda de seu filho mais novo, Karadoc. A princesa Morgause chora compulsivamente nos braços de Guinevere, a governanta do Palácio. Não se conformava que seu irmãozinho havia morrido. Ao me ver, lança-me um olhar reprovador e desapontado. Ora, a culpa não é minha. Não posso protegê-lo no meio de uma guerra.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Não ligue para ela, meu senhor. – Quem falava era Isolda, sobrinha do Rei, enquanto desço de Nerilz e subo mancando as escadarias. Sorri para ela, é um doce de menina.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Pessoas me olhavam com admiração, crianças principalmente. Como se eu fosse o real Rei. Pobres coitados. Não sabem desta história metade. Não sabem do que se passa no coração de uma pessoa que já matou. Não sabem o que o destino nos reserva. Mas essa é outra história. Vamos continuar com essa…&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; O Rei me abraça e me beija. Exibe-me para o público como se fosse um monumento histórico. O pior de tudo isso é que eu gosto. Sempre fui muito bem tratado nesse Reino, amigo das pessoas, querido por elas.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Mas essa não é a minha terra. A minha casa. Onde estão as montanhas no horizonte? Onde está o céu sem fronteiras? Onde está aquela vasta extensão de verde, sem fim? Onde está a liberdade de andar pelas terras sozinho, sem preocupações? Onde estão os cavalos selvagens? Os pássaros do amanhecer?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; É o que perguntam.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Uma meia vida que passou. Não volta mais. Já era, Comandante. Tenho minhas obrigações em Camelot, não posso fugir delas. Fiz um juramento e vou cumpri-lo, defendê-lo mesmo que custe a minha miserável vida. Oh, levem-me daqui!&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Pensando em nossa terra, meu amigo? – Meu único e verdadeiro amigo se juntou a mim em minha pequena taciturnidade na sacada da Sala Mestra. Enquanto todos os outros bebiam e comemoravam, eu observava as estrelas. Silêncio. Não o respondi. Não precisava. – Ficar remoendo o passado só o faz sofrer mais. Você, mais que todos os outros, deveria saber disso.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Eu sei, Lancelot. Mas não é assim tão simples. Vai me dizer que não pensa em nossa terra?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Claro que penso. Mas não a desejo e idealizo como você. Isso torna tudo menos… doloroso.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Quer me ensinar a fazer isso? – Rimos. Com toda essa guerra maldita, fazia muito tempo que não falava com Lancelot. Meu mais fiel amigo. Sempre me protegendo, aconselhando, ajudando. Quase irmãos. Não que eu queira roubar o lugar de Galahad. Jamais.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Ficamos olhando as estrelas. Debruçados na sacada, um ao lado do outro. Minha amizade com Lancelot não precisava de palavras. Nossas auras se entendiam silenciosamente. É como se elas abandonassem nossos corpos, sentassem-se em roda e conversassem. Maravilhoso.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; E as estrelas. Oh, as estrelas. Essas coisas minúsculas num manto de ébano. Tão pequenas, mas tão significantes para nós. Astros, constelações, signos. Sempre fui um amante das estrelas. Fico maravilhado com seu brilho, sua luz. Quando morrer, gostaria de ser uma estrela lá em cima.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Eu não sinto tanta falta da Arcádia. Quando vim para cá, para me tornar um Cavaleiro, já havia visto muito de nossa terra. E você, meu amigo, chegou aqui muito antes de todos nós. Posso ser o mais velho em idade, mas você é o mais velho em batalhas. – Deu-me tapinhas nos ombros, uma forma de consolo, talvez. Pare, meu amigo. – Talvez seja pelo fato de ter visto tão pouco de casa, que você sinta tanta vontade de voltar.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Não havia uma mentira sequer em tudo que Lancelot disse. Tentava negar a mim mesmo. Cheguei aqui com quatro anos de idade. Quatro anos. Um bebê aprendendo a tirar vidas alheias. Crueldade pura.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; A Arcádia, nossa terra natal, nem sempre foi como descrevi a cima. Quando os bárbaros chegaram, devastaram toda a região. Matas. Campos. Vilas. Tudo foi destruído. E todos foram mortos. Eu não vi nada disso. Os bretãos já haviam me trazido para Camelot, para ser Cavaleiro. Talvez, apenas um sutil talvez, tenha sido bom eu ter saído de minha casa tão antes. Não a vi ser destruída.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – É, Lancelot… Talvez seja isso mesmo. – Dei um grande gole no vinho. E baixei a cabeça. Sentia vontade de sumir. Angústia. Vergonha. Por mais que lutar seja a única coisa que faço, e que por sinal faço bem, não é nada bom ver um corpo se esvaziar pela sua espada. Mortificante. – Seja lá o que for, amigo, passou. Não volta. Minha casa agora é Camelot, ou pelo menos, eu quero que seja.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Agora só precisa arranjar uma mulher!&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Melhor nem começar, Lancelot. Você sabe que…&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Sim, eu sei. Mulheres só servem para complicar as coisas. Mas e daí? Às vezes, complicações sexuais deixam a vida um pouco mais interessante. – Lancelot, Lancelot. Sempre o mesmo mulherengo. Nunca muda. – Vamos lá, Comandante! Não precisa casar. Casar é mal. Apenas se divirta um pouco.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Você não tem jeito mesmo, Lancelot.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Ora, não há mal nenhum nisso! Há menos que goste do mesmo sexo, como aqueles dois. – Ele apontava para um casal homossexual. Natural. E eu conhecia aqueles dois. Eram Guardas Reais.&amp;#160;&amp;#160; – Mas isso já é uma opção sua. Se preferir um homem, eu lhe arranjo um.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Tive que rir. E rir muito. Balancei a cabeça negativamente e Lancelot fez sinal para voltarmos ao Salão. A festa rolava solta. Casais, heteros ou não, se atracando. Bêbados caindo. Cantando. Dançando. Divertindo-se.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Enquanto nos dirigíamos ao centro, companheiros me cumprimentaram, abraçavam, beijavam. Alguns até me ofereceram suas esposas (ou maridos). “Você merece, meu Comandante”. Era o que diziam. Será que realmente mereço?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; O centro do Salão estava repleto de comida e bebida. E pessoas também. E no centro dele, a nossa mesa. A Távola Redonda. Onde todos os vinte e dois Cavaleiros de Camelot se sentavam e discutiam notícias, idéias, estratégias ou apenas conversavam e bebiam. Igual para igual, homem para homem. Era assim que o Rei Uther nos tratava. Sem descrições ou privilégios.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Todos os vinte e dois se encontravam sentados em volta da Távola. Menos eu e Lancelot, claro. No momento que me aproximei, levantaram e me saudaram.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – TRÊS HIPS PARA O COMANDANTE! – Todos gritaram três vezes “Hip! Hip! Hurra!”. Até mesmo o Rei. Porém, uma voz se sobressaltou as outras: Bors.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – RUS! – Todos que estavam em volta o seguiram. Segurando suas espadas no alto. Para mim. Por mim. Encaminhei-me até minha cadeira. A décima para a esquerda do Rei. Lancelot ao meu lado esquerdo e Galahad a minha direita. Cada cadeira tinha o nome de um Cavaleiro gravado, apenas este poderia se sentar nela.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Cavaleiros… – Em pé, fiz sinal para que se sentassem. O que fizeram prontamente. – Companheiros. Irmãos de arma. É sempre uma honra estar entre vocês de novo. O que lhes asseguro que ainda acontecerá várias e várias vezes. Não, senhores, não será fácil se livrarem de mim. – Riram. A música tinha cessado, todos prestavam atenção em mim. – Brindemos. E bebamos. Bebamos aos nossos honrados mortos, que deram suas vidas as nossas. A nossa casa. Mas não vamos comemorar a morte hoje. Vamos comemorar a vida. A vida de nossa gente. A vida, senhores!&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; A taça de vinho que estava erguida em minhas mãos se esvaziou em poucos segundos, em um só fôlego. Todos repetiram o gesto. Um gesto de respeito aos que morreram e de futuro respeito aos que morrerão. Coisas de cavaleiros.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; A música voltou a tocar, e os bêbados voltaram a rir das paredes. Finalmente, sentei-me. Os Cavaleiros bebiam, riam, conversavam, mexiam com mulheres ou homens. Todos estavam felizes. Lancelot se atracava com uma morena sentada em seu colo. Dagonet e Niniane lutavam para ver quem cedia primeiro. Afrodite atacava uma loira. E assim por diante. Uma verdadeira zona.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Eu continuei sozinho. Na minha. Apenas observava as pessoas. Suas ações, gestos, feições. Não que as julgasse, de maneira alguma. Apenas as apreciava. O homem é um bicho estranho, e engraçado.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Sorri. Fechei os olhos. Recostei-me na cadeira. E por um momento, pensei ter dormido. Viajei para outro mundo. Meu próprio mundo. Verde e azul. Um mundo de calma e tranqüilidade. Com palmeiras, sabiás, riachos. Onde qualquer homem seria feliz.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Paz.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; É claro que não preciso viajar para outra dimensão para encontrar paz. Ela está em todos os lugares. Em todos os simples segundos de felicidade, amizade, amor. Está bem a nossa frente. Só nos basta enxergá-la e pegá-la. Cuidar dela e a preservar, para que não se vá com o tempo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Ela é como uma roseira. É preciso cultivá-la com carinho, cuidado e dedicação. Precisa amá-la. Com todas as suas forças, porque se não o fizer, ela nunca lhe renderá flor alguma.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Silêncio.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Eu havia realmente viajado para um lugar mágico, estava louco ou o Salão realmente estava quieto?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Abri os olhos. E infelizmente, o Salão realmente estava quieto. As pessoas se calaram, os músicos pararam e os dançarinos congelaram. E todas as pessoas, inclusive o Rei, olhavam todos para um único lugar.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Levantei-me e virei para a porta. E lá estava.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Minha Deusa.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Não aquele homem. Não ele. Não ele que me tirou de casa. Não ele que fez da infância que não tive, adolescência e treinamento um verdadeiro pandemônio. Não ele, por favor, não ele.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Por que cruzar nossos caminhos mais uma vez? Não esperava vê-lo de novo, nunca. Maldito. Aliás, esperava sim vê-lo de novo, mas quando isso acontecesse ambos estaríamos mortos, no inferno, e lá, seríamos apenas duas almas perdidas, sem hierarquia, e aí sim, ele teria o que merece. Ah, e como teria.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Eu sinceramente, não acreditava no que meus olhos me mostravam.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – O que faz aqui, Mabinog? Pensei que havíamos deixado bem claro que você não é bem vindo em Camelot. – Disparou o Rei, sem meias-palavras ou meios-modos. Ah, como eu amava e temia esse Rei.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Um sorriso totalmente irônico e sádico brotou em seu rosto marcado pelos anos e guerras. Um rosto horrível. De um homem que perdeu sua alma.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Eu sinto pena.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Ora, querido Rei Uther, todos aqui sabem muito bem que estas terras não lhe pertencem. São terras livres. E eu, como um Homem Livre, instituído por seu pai, tenho todo direito de vagar como bem quiser. Não concorda, caro “amigo”?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Como ousa, seu crápula? Dirigir-se ao Rei com tanta falta de respeito e cordialidade? – Eu sabia que aconteceria. Ivain não suportaria sua presença. – Você pode ser bretão ou albion ou o próprio diabo, ainda deve respeito ao Rei! Ele ainda é seu superior! – Bateu seus punhos na mesa com tanta força que mais da metade de taças e pratos caíram.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Estava começando.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; A verdadeira guerra estava prestes a começar.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Ivain, acalme-se, por favor. Não vale a pena perder a cabeça. – Pediu Ector, enquanto segurava um Ivain extremamente irado, que queria partir pra cima de Mabinog. – Não por ele.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Ivain de Lyon, controle-se, homem! – Kay berrou na cara do cavaleiro enquanto segurava seu rosto e o olhava nos olhos. E ele parou. Kay sempre foi o único que conseguia lhe acalmar. Sempre e somente Kay.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Não muda nunca. Sempre nervosinho, não é… – Mabinog ia provocar, mas não conseguiu.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Diga logo o que quer, Mabinog, e depois vá embora.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Admirável Rei, já que não sou bem-vindo, vou dizer logo. Mas antes devo lembrar-lhes que esta atitude não passará despercebida…&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Mabinog, eu falo sério. Sem embolações. Diga o quer e depois nos deixe, é uma ordem. E não ouse desobedecê-la. Pois estou certo de que meus cavaleiros não hesitarão em executá-la por você.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Sem a menor sombra de dúvidas e com muito prazer, meu Rei. – Soltou Mordred com olhos sombrios e um meio-sorriso cínico, sem pudor algum.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; – Muito bem, então. – O sorriso havia sumido. O que havia agora era uma carranca, e das feias. Odiava ser contrariado. Ótimo. – O Primeiro Albion tem uma mensagem para vocês.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Coisa boa não podia ser.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; E não era.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; (Continua…)&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Escrito por Tabata Scorpioni &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://tscorpioni.wordpress.com/&quot;&gt;(blog da Tabata)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Espero que goste e comente,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;pois o seu comentário é nossa maior fonte de inspiração.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/brumas-de-sangue-capitulo-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRHKd4LZ64NvK5FM4_Xkm0CpG3uI3I_97wwvA2BGSnb-rzBQJG2KWqdQe0vTfo076CZ3oq1QXGOqEh2Vk64uO1w2ZJELuWnPGdAg3Dj4JOIYnq-Nw_-edMmD9MXd1PdZHAi3NEAGz5bUi3/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-300468033323003351</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T10:32:43.176-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Awoke</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comédia</category><title>O Sumiço de Awoke – Parte 2</title><description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;img title=&quot;O Sumiço de Awoke 2&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;O Sumiço de Awoke 2&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8V_apvQSYsnumTJZDF3d2LkWx1T9LWaRNgnQka2n2ojv4LApoCqb67m6PCaM90PQT1oCSW1ISNHf_4nw5UaeN5i_IFWRhBK0L6ELcZlpOsAraC7LWH8LPAhFB-swbSRgeUK6Cv4cjgG_/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Você Viu o Awoke?&lt;/h1&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair vagava desnorteado, suas esperanças estavam se acabando, ele começava a acreditar que o pior acontecera a Awoke. E a sua revista. &lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; O sol estava se pondo e começava a chover, o frio lhe fazia tremer; no rosto de Valair, apenas a tristeza de uma perda inestimável. Escurecia rapidamente, Valair sentia seu corpo pesar cada vez mais, até que ele cai.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; De repente, tudo estava preto e silencioso. Valair começava abrir seus olhos, era Awoke que o carregava no colo:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá, Valair! - Disse Awoke, que vestia-se todo de branco.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Awoke! Eu estava te procurando! - Sorriu alegremente por ter o encontrado. - Aonde nos estamos?&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Estamos no paraíso - Disse com sua voz gentil e calma.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - No paraíso? - Perguntou olhando ao seu redor, vendo apenas um lugar completamente branco e sentindo-se deitado em algo fofo. - Como viemos parar aqui?&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke não respondia, apenas sorria:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Awoke, como viemos para aqui? - Indagou Valair.&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke continuou a sorrir, e assim permaneceu por algum tempo:&lt;/p&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - 1...2...3...Afasta! - Gritou Awoke com uma voz que não lhe pertencia, o empurrando de uma forma que lhe causava muita dor.&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ai, Awoke! Está louco? - Gritou assustado com seu amigo.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Afaaaaaasta! - Tornou a empurrar-lo.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; O mundo de Valair subitamente muda, ele estava num pronto-socorro sendo eletrocutado por um desfibrilador:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá? Se sente melhor? - Disse um homem alto e moreno, que o crachá dizia: &amp;quot;Dr. Sagamo&amp;quot;.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Aonde estou? - Disse Valair que sentia seu corpo pesar muitas toneladas.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Você está no hospital - Disse com uma voz que tinha tudo sobre controle.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ainda bem que eu não morri! - Disse aliviado.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Você foi encontrado desacordado no meio da rua, hipotérmico, mas aquele homem ali o salvou - Disse apontando para Esparte, que estava numa privada que tinha rodas.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair fora levado a um quarto para descansar um pouco, ele olhou pela janela, o sol brilhava:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Nós nunca teríamos o salvado se aquele rapaz não houvesse trago você aqui - Disse Sagamo, ao sair do quarto.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Após o doutor sair, entrou Esparte:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu te mandei trazer meu rolo de papel - Disse com voz brincalhona.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Esparte, obrigado por me salvar.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Não há de quê! - Disse alegre - Tome isso - Disse tirando um jornal do bolso e entregando o a Valair.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Na primeira página havia uma &lt;font size=&quot;2&quot;&gt;manchete “Lemanto, o detetive da cidade, sumiu!”:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu analisei as condições e posso fazer uma ligação com o sumiço de Awoke e o sumiço de Lemanto, creio que o sequestrador seja o mesmo e que ele tenha um plano maligno – Disse Esparte&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Uau! você é um cara inteligente! – Valair estava admirado.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Obrigado, eu preciso que você investigue isso para mim, meu jovem.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Está certo!&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; O doutor lhe deu alta e ele pôde sair do hospital:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ei, me devolve aquele jornal - Pediu Esparte.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Aqui está - Entregou-lhe o jornal - O que vai fazer com ele?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Já que estou sem nenhum rolo... - Disse utilizando-o como papel higiênico.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Logo o papel que era cinza, ficava marrom meio esverdeado:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Se prepara aí, que esta chegando a parte gasosa – Esparte alertava.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Oh Não! Tenho que correr! - Pensou Valair, já se preparando.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; &amp;quot;Preeeem!&amp;quot;, era tarde demais:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Esparte, pare com isso, algum dia esses seus gases vão dar câncer em alguém! - Disse já sentindo o gosto daquele peido estragado.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Foi mal aí, no café da manhã eu comi feijão com ovos e repolho.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Obrigado pelo que você fez, mas agora tenho que ir, vou procurar meu amigo! - Disse acenando cada vez mais distante.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu ainda preciso que você investigue algumas coisas para mim! - Diz para Valair, já distante. - Espero ver ele mais vezes, pena que seja muito ocupado... - Disse Esparte para si mesmo.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair continuava seu caminho, após procurar por toda a cidade, decidiu subir a montanha, acreditava que talvez Awoke estivesse lá:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - A montanha de Alequile, lá costumava ser o meu lugar preferido quando era mais jovem, tenho que subir.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Enquanto subia a montanha, o ar se tornava brevemente mais rarefeito. Ao chegar numa região plana, ele notou uma bola cinzenta, que emitia um som estranho; decidiu se aproximar:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O que será que é isso?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele cutucou a bola cinzenta:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Massam! Aonde estão as minhas massams? - Disse a bola , que ao virar se percebia que era um coelho muito feio e que pronunciava &amp;quot;maçã&amp;quot; de forma errônea.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair notou que estava a frente de um coelho realmente feio, de dentes horríveis, pelagem grossa e que exalava um odor insuportável:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Aaaaaaaaaaaaaa! Monstro! - Gritou arrepiado ao ver a criatura que era enorme.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É melhor você devolver minha massam! - Berrou o coelho - Se não sua cabeça não será perdoada&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair notou que a criatura tinha dentes afiados e extensos:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ma-ma-ma-manheeeeeeeeeee! - Gritou Valair saindo logo em disparada.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Volte aqui com minhas massams! - E o animal selvagem saiu logo atrás dele.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair corria pela sua vida, corria tanto que suas havaianas começavam a se gastar, seus joelhos a arder e ele suava como um paquiderme que era; a criatura horrenda estava lhe alcançando, quando Valair teve uma idéia: se escondeu atrás de uma maçã gigantesca que por ali havia:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ah! Finalmente, minha massam deliciosa! - Disse indo de encontro a o que era sua principal fonte de energia.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ei! Seu obeso! - Insultou Valair, por detrás da maçã.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mas o quê! Esta massam está falando comigo!? - Disse o coelho confuso e era exageradamente obeso.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Chegue aqui perto - Convidou Valair.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O quê? - O coelho se aproximava da maçã, curioso.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Morra sua criatura feia! Você não é de Deeeeeeeeeeeus! - Berrou o garoto com todas as energias que restavam.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; O coelho que estava em &amp;quot;excelente&amp;quot; estado de saúde cai, tem um ataque cardíaco e morre. Valair respirava aliviado por ainda estar vivo:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Agora tenho que continuar a subir esta montanha! - Disse deixando aquele local que começava a cheirar como os gases de Esparte, devido a decomposição.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair sentia que a jornada estava ficando realmente perigosa, mas tinha que continuar, aquela era uma edição especial da revista. Ao chegar mais alto, ele avistou uma pequena casa, muito “bela” e isolada da sociedade. &lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Decidiu se aproximar um pouco:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Manheeeeee! - Gritou a voz de um garoto que parecia ter uns 15 anos.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Que é?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tenho uma super novidade!&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então conte.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu passei de level no meu jogo! - Disse como se fosse um grande heroi.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - …&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ehhhhh!&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Vou continuar a fazer o almoço.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair após ouvir o diálogo decidiu bater na porta e um garoto branco, magricela e meio que tinha cara de nerd o atendeu:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá! - O estranho saudou - Sou Lucas Burguês, quem é você?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sou Valair e gostaria de lhe perguntar uma coisa - Disse cauteloso.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então pergunte.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Você sabe sobre o Awoke?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O meu amigo oriental, o Aima Guei, disse que viu ele.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - E aonde o Aima Guei está?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ele disse que foi subir um vulcão, tinha que acertar as contas com um cara lá.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Um vulcão... OK! muito obrigado pela sua ajuda - Valair sorriu e despediu-se.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mais que garoto estranho... – Lucas Burguês disse a si mesmo - Eu preferiria ser atacado por uma ameba zumbi, a ser estranho como ele - Disse retornando a sua casa.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; LucasBurgel sentou-se em seu computador, mexeu o mouse para o Screensaver sumir e noticiou algo estranho:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ãhn? Mas o que é isso saindo do meu computador?! - Observava um objeto gelatinoso e avermelhado - E parece que tem uma boca...&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Braaaaaaiinnnnsss! - Disse a ameba com uma voz vagarosa.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Do lado de fora, estava Valair, que começava a descer a montanha para depois subir o vulcão; quando ouve um enorme &amp;quot;Aaaaaaaahhhhhhhhhh!&amp;quot;, provavelmente vindo do Lucas Burguês, que nunca mais foi visto; Valair se assusta e escorrega, começando a rolar montanha abaixo; ele rolava se esfolando todo e quando chegou ao pé da montanha, estava machucado e dolorido:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Valair, você está bem? - Perguntou Esparte, que passeava por ali, montado em sua privada.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Só dói... quando... eu respiro... - Falou coma&amp;#160; voz abafada, pois estava de cara para o chão.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Venha! Irei te curar... - Disse Esparte, que era muito gentil.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Esparte levou Valair para sua casa, onde lhe aplicou vários medicamentos. Valair passou várias horas de repouso, e quando já entardecia, Esparte apareceu:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Valair, só vai doer um pouquinho, tá? - Anunciou Esparte&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O que quer dizer com isso?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Vou lhe aplicar uma vacina Anti-randômio, você está vulnerável com estes cortes.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O quê!? vacina!?&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair tinha medo de vacinas, seu medo e aflição foram tão fortes que ele conseguiu rasgar todas as faixas que lhe cobriam da cabeça aos pés e pulou pela janela a uma velocidade nunca vista antes por algum humano, mesmo Usain Bolt seria humilhado:&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Oh, droga! Ele pode ser contaminado... - Disse Esparte, que via Valair já sumindo no horizonte, em direção ao vulcão, Carbuno Benzeno, o vulcão adormecido da cidade.&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Escrito por Awoke (Sérgio)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Imagem por &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://nujabes.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nujabes&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Espero que goste e comente,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;pois o seu comentário é nossa maior fonte de inspiração.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/o-sumico-de-awoke-parte-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhn8V_apvQSYsnumTJZDF3d2LkWx1T9LWaRNgnQka2n2ojv4LApoCqb67m6PCaM90PQT1oCSW1ISNHf_4nw5UaeN5i_IFWRhBK0L6ELcZlpOsAraC7LWH8LPAhFB-swbSRgeUK6Cv4cjgG_/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-3176386649260280705</guid><pubDate>Sun, 25 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-25T09:00:01.890-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tabata</category><title>Arisco</title><description>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;img title=&quot;Arisco -2&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;Arisco -2&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjn_WiHHFEoEjqLjkTMA_qrxcVLX8pV34fzwFOn6cFTMXLLTgTQ4AdEHKHtPCeZot5BF-JVTDRgbPIgqC9XFq4apC0uXAlfwdEbpuNE7QmyFq9UjFpHAoHHJkDgQ14wvG4roFXyC9HxGdx_/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Era aquele ali. Inquieto, selvagem, indomável. Aquele bem ali.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Havia barulho, gritos, urros e sussurros. E claro, havia gente. Muita gente. Uma inteira multidão sentada numa arquibancada improvisada de madeira e que a cada passo dado em cima desta, parecia que iria desabar, o que fazia todos gelarem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Seria uma bela queda.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Os meninos ao meu lado riram ao ver um homem extremamente gordo se espremer para sentar em um dos bancos, ao lado de duas menininhas ainda mais espremidas por seu excesso de gordura. Ele tinha seios, e dos grandes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Rimos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Riso que não durou muito tempo. Havia chegado a hora. A hora de se tornar homem perante tudo e todos. Ter responsabilidades, mas o melhor era: poder ir a festas e se embebedar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Dou-lhe um de meus braços se não for isso que meus amigos estavam pensando. Muitas festas, muito vinho, muita cerveja, muita comida e conseqüentemente, muitas mulheres.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Não víamos a hora para que tal dia chegasse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Pois chegou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; E agora nenhum de nós queria se levantar do banco. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Finalmente havíamos entendido. ‘Não há como voltar’, pensamos. E não havia. Nesse dia, nessa hora, nesse minuto. Não. Não nos tornaríamos apenas homens e sim cavaleiros. Cavaleiros que irão brandir suas espadas, e tirar vidas.&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Nesse dia, nessa hora, nesse minuto. Veríamos nossos irmãos sucumbir em sangue. Veríamos o sofrimento daqueles que perdem seus amados. Veríamos o mundo em apenas duas cores: vermelho e preto.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Dever.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘Sim’. Mas nosso coração gritava ‘Não’.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Honra.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O Forte Mão-de-Machado soou suas trombetas. Aquele era o sinal.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Medo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Estávamos sendo chamados para a glória. E foi com esse pensamento, essa esperança que levantamos e paramos no meio da arena.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘Seremos imortais’. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Já somos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Nossa vida nunca mais foi a mesma, claro. Muito treinamento, muita luta, muitos hematomas e muitos tombos também.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Todo cavaleiros precisa de um cavalo, certo? Mas não um simples cavalo. Eram nossos cavalos que diziam quem éramos, nossa posição social, nosso posto.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; E eu, bem, estava destinado a possuí-lo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Aquele lá. Aquele bem ali. Que me encarava, que fugia das mãos do domador. Que se empinava e dava coices quando alguém o tentava montar. Que tinha olhos negros assassinos de almas. Aquele.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Selvagem. Malvado. Indomável.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Como um dia eu fui. Talvez seja por isso que nossos destinos se cruzaram. Ou talvez, ele apenas gostou de meus olhos e cabelos tão negros quanto os seus. Éramos irmãos, um entendia o outro.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Aproximei-me do ‘Arisco’, como o chamavam. Esse nome não era digno de tal corcel. Não aquele, não o meu corcel.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele me encarava, ele sabia. Sabia que seria eu a domá-lo e que estaríamos juntos a todo o momento.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Riram de mim. Gargalharam. ‘Ele não vai conseguir’, disseram entre dentes.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘E se conseguir, o que ganho?’, olhei desafiadoramente o domador que riu mais uma vez, convicto de sua sabedoria. ‘É seu. Dou-lhe de presente, não precisará me pagar um tostão’, estava tão certo de seu trunfo, pobre alma.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; E eu respondi: ‘Feito’.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O domador se arrependeria. Ah, e como se arrependeria.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Comecei minha jornada em sua direção. Os olhos. Olhos cheios de ódio e mágoa que deixavam a qualquer um nervoso. E eu não fui uma exceção.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Meu coração batia tão forte e acelerado que pude ouvi-lo a alto e bom som. Minhas mãos tremiam e o suor molhava minha testa e pescoço. A camisa verde escura e de mangas compridas que usava estava encharcada, havia um mar ali.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Já podia ouvir sua respiração pesada, conseguia cheirá-lo, também suava. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; A minha idéia seguinte não foi das melhores. Eu ultrapassei os limites: dei um passo à sua frente.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; No próximo segundo estava no chão, com os olhos cobertos pela sombra daquele espírito selvagem e imponente. Meu peito doía. No outro dia, duas marcas de ferraduras poderiam ser encontradas cravadas naquele local.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Riram de novo. ‘Esqueça, menino’. O problema era: não havia menino, havia um homem. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Mas aconteceu algo para a surpresa do tal ‘Arisco’. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘Não. Ele vai ser meu.’&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Eu não desistiria. Não desistiria até ele se render a mim. ‘É meu. É meu. É meu. É meu’. Meu cérebro entoava esse mantra com tamanha intensidade digna de um monge. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Com o Sol do meio-dia rachando meus ombros e com as mãos no peito, levantei-me e retomei minha jornada. Dessa vez, ele não escaparia. Pois se ele queria ser maldoso, eu seria três vezes mais. E eu fui.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O tempo parou. A Terra parou. O Sol parou. Os deuses pararam. Zeus estacionou o universo e deu-nos a sua ampulheta. Não havia pressa. Afinal, a pressa é inimiga da perfeição. Seria perfeito. Todos se lembrariam.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Apontariam-me nas ruas dizendo: ‘É aquele menino cavaleiro que domou o cavalo selvagem’. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Estiquei meu braço em direção de sua crina, ele deu alguns passos para trás, porém eu não recuei. Ele não tinha mais para onde ir. Parou, mas continuou se movendo. Inquieto, como eu estava.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘É meu. É meu. É meu. É meu.’&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘Será meu. Será meu. Será meu. Será meu.’&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Alisava sua brilhante e negra crina. Tão negra quanto meus próprios cabelos. Almas tão singulares e parecidas. Oh sim, Arisco, somos parecidos. E seremos companheiros, pode apostar.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele estava se entregando. Finalmente, havia entendido que não havia como lutar. Será meu. Será meu.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Continuo minha pequena e importante jornada. Arisco não reclama quando enrolo meus dedos em sua crina e dou o impulso para montá-lo. Perfeito. Certo. Isso é certo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Silêncio. Todos se calaram. Onde está aquele riso, aquele sorriso sádico e prepotente, domador? Onde está? Não pensaram que eu chegaria tão longe, não é?&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Agora é a hora.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘Calma, calma. Está tudo bem.’ Eu disse a ele, enquanto olhava para os que zombaram de mim e dava um sorriso cínico. ‘Iá!’ Ele disparou e por um único momento eu achei que ia cair e morrer pisoteado. Mas o destino é lindo. E ele nos uniu.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Não perderia essa chance.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ele continua a galopar, galopar, galopar... E quando chega a Torre Vigia de Asgaloth, agarro sua crina e faço-o contorná-la, de volta a arena.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; E ele corre. E eu vôo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Quando para, ambos estamos ofegante, Arisco pela corrida e eu pela emoção.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; ‘E então, domador? A proposta ainda está de pé?’ E ri.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Mais tarde do mesmo dia, eu me arrependi de ter rido, pois a surra que o homem irado me deu ficou marcada nas minhas costas e na história.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;i&gt;Dedico o conto a Célia Scorpioni, minha mãe, não há pessoa que me apóia mais e que me orgulha menos. Obrigada por tudo.&lt;/i&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Tabata Scorpioni &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://tscorpioni.wordpress.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;(blog da Tabata)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/arisco.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjn_WiHHFEoEjqLjkTMA_qrxcVLX8pV34fzwFOn6cFTMXLLTgTQ4AdEHKHtPCeZot5BF-JVTDRgbPIgqC9XFq4apC0uXAlfwdEbpuNE7QmyFq9UjFpHAoHHJkDgQ14wvG4roFXyC9HxGdx_/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-3991488125874698110</guid><pubDate>Sat, 24 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T10:39:56.780-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fantasia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Flávia</category><title>Um Último Canto para as Titânides – Capítulo 1</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhxCOwXHoq7_CbzdQHhUVDvOZuq2kA3I5mY0vxcJmokXYC1_pyNN9nJYiCp6qiMQ7a3R-XNYjEyGjnGoZ5EM4xkZPGEGSl1OWiu5B6SOgnn-t83sq-HedJsj8W_HSqaFppekv4d4tNGSrY/s1600-h/Ultimo%20canto%20para%20as%20tit%C3%A2nides%20-2%5B3%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Ultimo canto para as titânides -2&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;Ultimo canto para as titânides -2&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMOxIBHiLzt0V4rDBfPw9F0e03oU-EtWzLEikigTV4BPLMpKCSFsfd-axCD8pV1ygRGFa975wMZmZ_Y_9xNGLzdy54u31btzZhu-9HT5MPwN51k7bLkQcdNOty6utN_AnV7GP22vqAZAtm/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. THEA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; Thea respirou fundo e fechou os olhos. A jovem titânide deixou o ar invadir lentamente seus pulmões exaustos enquanto escorregava seus dedos para longe do cabo da seax. Os pedriscos pontiagudos da orla feriam-lhe os joelhos e as pernas, e a brisa enviada por Pontus açoitava-lhe energicamente o rosto, salgando cada pequena laceração. Estava envolta em sangue morno. Um só sentimento. Um só sentimento tomava a garota por inteiro. Nem dor, nem tristeza. Nem orgulho e nem cansaço. Algo que não podia descrever, algo que, nascendo das profundezas de seu âmago, encharcava-lhe o espírito, entorpecia-lhe o corpo e os sentidos, algo que transbordava por cada um de seus poros e pelos recém adquiridos ferimentos. Thea cerrou os punhos e abriu os dois braços num gesto bruto, erguendo-se dos joelhos machucados para confrontar frente a frente o mesmo mar que a amedrontava tanto quando criança. Quis gritar. Quis gritar mais alto que as estrondosas ondas de Pontus. Mais alto que cada um dos trovões que emergiam de Caelum acompanhando seus relâmpagos – sinais da enorme tempestade formando-se no horizonte. Tão alto que todos em Koios, Hyperion, Iapetos e Krios se curvariam a ela por medo e por respeito, fossem eles mortais ou deuses. Mas naquele momento, em riste, diante da fúria de Pontus, já sem forças, tudo que conseguiu foi manter-se em silêncio. Um silêncio pesaroso e grave. O silêncio primordial. Caída sob seus pés jazia o corpo de sua irmã mais velha, Themis, sem vida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;***&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. T85-3.99&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Eu sinto o cutucão forte no braço direito e abro os olhos desorientada. A midríase é lenta demais e tenho que forçar a visão para reconhecer os traços do X5-4.56 em meio à parca luz ambiente. “T, acorda! Já ‘tá quase na hora,” ele me diz sem tirar os olhos da janela, balançando no ar o relógio de pulso modelo aviador com ponteiros fluorescentes. Relógio velho demais pra alguém tão jovem. “O comboio vai passar por aqui em vinte minutos...” ele me diz. Resmungo uma coisa qualquer.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; X5-4.56 deixa de olhar pela janela empoeirada por um segundo para dar uma boa olhada para minha cara. Retorna logo em seguida sua atenção para a fresta de vidro quebrado que dá a visão da rua. “Você ‘tá um caco”, diz pra mim. Ele continua com a simpatia de sempre. Conto que tive mais um daqueles sonhos estranhos, com tempestades e gente agonizando na sola da minha bota. “Contanto que o cara agonizando não seja eu, ‘tá tudo bem pra mim,” ele me diz. Menina, eu o corrijo, enquanto tiro o equipamento da mochila. Conto pra ele que dessa vez pude ver a cara dela e era uma menina. “Ok. Então... Contanto que não seja VOCÊ agonizando, ‘tá tudo bem pra mim” ele diz. E eu não acho graça nenhuma da piada.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;***&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. X5-4.56&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Nunca comentei isso com a T85-3.99, mas os sonhos esquisitos que ela vem tendo com freqüência me perturbam. Perturbam não porque são esquisitos, mas porque não me lembro mais da última vez em que eu mesmo tive um sonho. Qualquer tipo de sonho. É a mesma sensação que você tem quando acaba de assistir a um filme e, saindo da sala de cinema, não se lembra mais do nome dos personagens, ou do enredo, ou de como tudo terminou. Eu não me lembro de nada. Pago meu ingresso, fecho os olhos, e, quando dou por mim, as luzes já tão acesas e eu ‘tô no hall de saída. Meus olhos tão abertos e não me lembro nem dos créditos. Não me lembro nem se vi ou não os créditos. Droga. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; A gente passa um terço da vida dormindo. Pra não lembrar de nada depois? Bah, esse ingresso é caro demais pra mim. E, pra falar a verdade, já não me lembro muito bem de como eram as coisas antigamente. Nem sei como ainda me lembro das antigas salas de cinema, das antigas exibições em película. Faz tanto tempo. É um puta desperdício pra qualquer um voltar para casa de mãos abanando, no final do dia, sem conseguir se lembrar do que fez depois que saiu de casa. Um puta desperdício.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Hoje eu não vou voltar pra casa de mãos abanando. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; O guinchar trôpego e esganiçado das rodas dos S91-2.91 os denuncia muito antes que eu consiga avistá-los na esquina pelas lentes de visão noturna do meu AC3. A Demeter Corp. deveria incluir um alvo bem grande na lataria da próxima série desses trambolhos sobre rodas, bem ao lado do logo da empresa, pra fazer jus à reputação de “veículos de transporte de suprimentos com maior índice de exposição da frota”. Facilitariam muito o meu trabalho. Quando alguém do controle de veículos da Demeter comenta sobre “exposição” em algum relatório de “eventualidades” relacionado à frota, ele tá falando de mim.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; X5-“Exposição”-4.56., ao seu dispor.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Olho de relance para a T85-3.99 e ela me retorna aquele olhar todo particular dela, algo do tipo “já ‘tô pronta antes mesmo de você ter nascido, seu grandessíssimo idiota”. Garota esperta. Não dá pra vacilar no nosso ramo. “Rapidez, precisão e serviço limpo” é o lema da casa. E nas noites de frio, me conforto pensando que sou um dicionário ambulante, completo e revisado, de clichês e frases de efeito para todas as ocasiões. Tá bom, senhoras e senhores, peguem leve. Sem tomates, por favor. Essa foi só pra quebrar o gelo antes do show de verdade começar.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Aperto o detonador preso ao meu colete explodindo ao mesmo tempo todas as ogivas de PEM carinhosamente plantadas pela T85-3.99 em pontos estratégicos da Rua Sete Dois, cobrindo com precisão toda a área de trânsito dos três S91-2.91. Dou uma última olhada no meu relógio analógico. Prefiro os analógicos – ainda que sejam raridade hoje em dia. &lt;i&gt;PEM-proof™&lt;/i&gt;, sabe como é. E salto pela janela, com a T85-3.99 logo atrás de mim.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; Depois do baque inicial das ondas de pulso eletromagnético, o plano é que os sistemas operacionais dos Droids-Motoristas se apaguem e então passem a ser reiniciados automaticamente pela rotina de segurança. É aí que ´tá toda a mágica do nosso trabalho. Antes que o sistema operacional volte a operar de forma plena em cada um deles, nós teremos tido tempo suficiente para saquear todo o comboio. Na prática, é como se cada um desses Droids fechasse os olhos por um tempo e, quando desse por si, já estivesse no hall de saída com os olhos abertos, todas as luzes acesas, o show terminado. Não vão se lembrar nem ao menos se viram ou não os créditos. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;E agora os aplausos, por favor.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;*** &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;(Continua…)&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Flávia O.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;/span&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/um-ultimo-canto-para-as-titanides.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMOxIBHiLzt0V4rDBfPw9F0e03oU-EtWzLEikigTV4BPLMpKCSFsfd-axCD8pV1ygRGFa975wMZmZ_Y_9xNGLzdy54u31btzZhu-9HT5MPwN51k7bLkQcdNOty6utN_AnV7GP22vqAZAtm/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-8750906098376085950</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T10:43:45.996-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><title>O Destruidor – Parte 1</title><description>&lt;p&gt;&lt;img title=&quot;O Destruidor -2&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;256&quot; alt=&quot;O Destruidor -2&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFdSJHC3WZ9CD__L3KszXkek3DQ8WhPNouDYh51dTc3ivknSwYxoaxWYM3zkj5aV7li6Sfw4E_n0aRn2joYgYDQsBYzNQfmy2_m11WGyatlnwqzqXjtcTlohd8ijuOG7CRwUojDgynvqIz/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Nesse mundo em que vivemos nós os humanos, seres baseados em carbono, reinamos absolutamente nesse planetinha, mas no planeta Zebes, um outro tipo de ser vivo reina por lá, os chamados “robôs” pelos humanos, seres vivos baseados em ferro. Apesar da imensa distância entre os dois planetas, alguns robôs aventureiros usam seus recursos a fim de estudar esses curiosos seres de carne, vários deles tomavam muito cuidado com a camuflagem para não interferirem na vida dos seres de carbono enquanto os observavam no habitat natural, alguns deles haviam levado alguns espécimes para zoológicos no planeta Zebes como exibição, mas eles acabavam se matando depois de umas três semanas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O planeta Zebes não era cheio de engrenagens nem robôs quadrados, mas sim como uma gigantesca cidade tecnológica misturada com muitas plantas em seu meio, os prédios se curvavam para dar espaço às árvores e nas ruas, nada além dos moradores de lá circulavam; o ar puro e límpido continha nuvens lindas no céu e nada mais que isso, nada que polua ou agrida o meio ambiente do lugar. Nos limites da cidade - a qual cobria quase setecentos mil quilômetros quadrados - muros gigantescos se erguiam e chegavam ao horizonte, depois deles nada além de uma mata densa e úmida, cheia dos “renegados”, criminosos e máquinas que foram consideradas obsoletas e prejudicavam a cidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O robô 1-012 - número do modelo do robô e o número de fabricação -, mais conhecido como Awoke, estava andando pela rua e procurando algo para fazer, a internet tridimensional havia se tornado chata após o ano seis mil e cinquenta e sete - ano equivalente ao nosso ano atual -; uma idéia surgiu em sua cabeça, seus circuitos expostos na pele começaram a brilhar e ele sai correndo para sua casa para pegar as economias, ele iria viajar para a Terra e conhecer o mundo humano. Ele correu pela multidão de habitantes à todo vapor enquanto calculava mentalmente quanto ele tinha guardado em sua conta, com certeza seria o suficiente para viajar para à Terra sem problemas.&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Uma nave em formato de um X gigante cruzava o espaço na velocidade da luz, então ele pegou um buraco de verme para o sistema solar, saindo do lado de Júpiter; seus olhos biônicos brilhavam ao ver lá longe, um minúsculo pontinho azul.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É ela! Eu chegarei à Terra em breve! – Exclamou Awoke com uma alegria incrível, ansioso por uma nova aventura.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sonic corria pelas ruas da Terra para voltar a tempo do jantar em seu apartamento, Isabela e Bruna ficariam furiosas com ele se ele chegasse atrasado de novo. Seus pés se moviam rapidamente em meio à multidão de pessoas na calçada do subúrbio em que ele morava, logo ele vê o portão a sua frente e num salto ele entra no elevador aliviado enquanto vê as luzinhas se iluminando no mostrador de andares.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ufa, me safei... – Falou Sonic baixinho, para si mesmo enquanto olhava o painel do elevador.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Mas a porta do elevador mal se abre e uma garota loira entra brava no elevador e começa a gritar com Sonic.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Seu idiota, a gente tá te esperando há mais de duas horas! – Berrou a garota.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Calma, Isa, eu tenho certeza que agora são oito e vinte... – Falou Sonic tentando acalmar Isabela.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Oito e vinte nada! Agora são dez e cinquenta! – Gritou Isa a plenos pulmões.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Então ela arrasta o pobre coitado até uma mesa muito bem feita, com uma bela refeição em cima dela; assim que ele se senta e olha para a comida seu estômago dá voltas, mesmo com aquele aspecto delicioso, a comida de Isa era horrível. Bruna, então, sem mais cerimônias, pega o garfo e começa a comer, rápido, muito rápido, em menos de um minuto o prato dela já estava limpo, e ela foi correndo para o banheiro. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sonic se senta em sua cama ainda tentando digerir aquela gororoba com gosto de... ah, vocês sabem que foi ruim. Um estrondo o tira de sua hipnose pelo teto do quarto, as janelas começam a tremer e os vidros delas se racham, logo depois um vulto negro atravessa a janela com muita força, acabando grudado na parede oposta; Sonic estava arrepiado com a velocidade assustadora com que aquilo parou na parede de seu quarto, ele pega seu taco de basebol e cutuca o corpo preto humanóide ali, depois de uns dois cutucões o corpo começa a brilhar, linhas finas e com desenhos semelhantes aos de um chip de computador começam a se tornar visíveis em sua pele antes negra como o piche.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; -O-o que é você, seu bicho bizarro?! – Perguntou Sonic à criatura agora sentada no chão do quarto.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; &lt;a href=&quot;mailto:-@$#%$@!@$%&quot;&gt;- @$#%$@!@$%&lt;/a&gt;@#@#!, Caham! Desculpe-me, o impacto mexeu com meu drive de voz, meu nome é Awoke, e eu vim aqui do planeta Zebes à procura de uma aventura! – Falou Awoke, apontando para o céu através da janela quebrada.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Seu maluco, saia daqui! – Falou Sonic ao estranho ser que mais parecia um chip fluorescente ambulante.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Maluco? Eu não estou num estado mental alterado devido à algum trauma ou experiência negativa em minha vida – Falou Awoke.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Meu deus... o que é isso aqui?! – Falou Isa, com uma vassoura em mãos, tremendo na porta do quarto.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; O ser que mais parecia um chip de computador começou a emitir uma luz muito forte, cegando a todos no quarto, e quando Sonic abriu os olhos, nenhum sinal do ser por lá, nem mesmo a janela quebrada e uma Isa assustada. Pensando ser um dos delírios causados pela comida ruim dela, Sonic deita e dorme que nem uma pedra para ir trabalhar no dia seguinte.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Awoke flutuava acima da cidade em sua nave recém-comprada de um dos mercadores de seu planeta, a camuflagem estava desativada por causa do horário avançado, e ele estava recarregando suas reservas de hidrogênio com algumas espécies de sucos terrestres. Mais em baixo no telhado de um prédio dois garotos falavam entre si.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - &lt;em&gt;Sóóó...&lt;/em&gt; – Falou Gian, mais conhecido como Gelatina, por causa da provável aparência de seu cérebro.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - &lt;em&gt;Éééééé...&lt;/em&gt; – Replicou Marcelo, mais conhecido como Celo por aquelas bandas.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ambos chapados observavam o céu, até que Gelatina avista algo estranho, dois pares de luzes que pareciam turbinas saiam de uma espécie de carro voador.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - &lt;em&gt;Ih alá&lt;/em&gt;, Celo, a gente tem que parar de comer esses cogumelos na janta hein... – Falou Gelatina, já percebendo os efeitos dos cogumelos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; - &lt;em&gt;Podiscrer&lt;/em&gt;, eu também tô vendo Gelatina...&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Os dois entram de volta ao prédio, fazendo um alvoroço gritando que haviam visto um OVNI logo acima deles, mas como todos perceberam no bafo dos dois o aroma dos cogumelos que só de se cheirar já deixava eles meio zonzos, ninguém ligou para os dois.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; No planeta Zebes, no meio da floresta densa ao lado da cidade principal do planeta um povoado de robôs exilados lutava bravamente para sobreviver no meio de toda aquela pobreza, vários e vários deles caíam fora das condições de funcionar novamente. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; Mais afundo daquela floresta, um cemitério robótico tinha como habitantes vários dos robôs exilados ou modelos de teste que não deram certo, no meio deles um chamava muita atenção, ele era todo cinza, sem nenhuma lasca de ferrugem, de repente ele acende seus circuitos de novo, seus olhos se abriram, as câmeras oculares voltaram a funcionar e seu software de ataque entra em ação; no povoado os robôs ouvem várias árvores caindo e algo rangendo como louco vindo do meio do mato, o robô gigante pula no meio dos sobreviventes estraçalhando hora os corpos ainda feitos de metal enferrujado, hora os outros modelos mais novos com uma fúria extrema, apesar dos anos que ele tinha passado decompondo no meio do lodo úmido daquele lugar, nenhum dos seus circuitos havia sido destruído, ele seria uma peça usada para prolongar a longevidade dos robôs, prevenindo a necessidade de troca de peças dos robôs; mas ele saiu destruindo tudo pela frente, em função de um bug no seu sistema. A carnificina continua por alguns minutos a fio, depois que ele terminou o serviço por lá, um monte de “cadáveres” estava no chão da floresta, o robô-monstro saiu correndo e deu um salto por cima dos muros gigantes da metrópole, lá ele avista várias das naves que vão e vinham de uma lado para o outro, ele se interessa por uma que ia ao “planeta prometido” da galáxia, a Terra…&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;    &lt;blockquote&gt;     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Escrito por SonicBoom (Vinícius)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Imagem por &lt;a href=&quot;http://ixrevivalxi.deviantart.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ixRevivalxi&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Espero que goste e comente,&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;strong&gt;pois seu comentário é nossa maior motivação.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/blockquote&gt; &lt;/span&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/o-destruidor-parte-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFdSJHC3WZ9CD__L3KszXkek3DQ8WhPNouDYh51dTc3ivknSwYxoaxWYM3zkj5aV7li6Sfw4E_n0aRn2joYgYDQsBYzNQfmy2_m11WGyatlnwqzqXjtcTlohd8ijuOG7CRwUojDgynvqIz/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-6917702759861781030</guid><pubDate>Mon, 19 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T10:47:12.082-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Épico</category><title>Harmoníada – Capítulos 3 e 4</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihBfl0Nx6FWOl2q2cDjAjKkvWB7JfniURBmtZXyQWFwfVNuvpHDw9GEI24qbFfxlvJPvLNa8LY7c4ThOyx0mzl_mgJh2bWZWI-_fgIISFHc9PusXJKSwy2bKW-uU9kVyFeKDeJ7RDl2sSe/s1600-h/Harmon%C3%ADada%20-%203e4%5B7%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Harmoníada - 3e4&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;406&quot; alt=&quot;Harmoníada - 3e4&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjI8BDDMKzinPSBBWFQL5FlBWMNs7oN6637sByQ0qrKVkXA3nLQn4EhKl5mddkzjlVtO9XrAsLPTPI-VLDklXX_rhIIl_VWNfpF5GzJS8SGZED_40UCiR9lNndpnq4FHXX_W84rPuoUn-yz/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Capítulo Três&lt;/h1&gt;  &lt;h2&gt;A Fuga&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Os três no topo da torre, abraçados, sem se importar com nada á sua volta, finalmente estavam juntos, porém provavelmente por pouco tempo, pois os soldados já estavam a caminho da torre para capturá-los, só que havia um pequeno detalhe que atrapalharia a vida dos soldados, era Salim, que estava chegando pelo outro lado da torre.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ao chegar ao topo da torre, Salim imediatamente fala para os três.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Se quiserem viver, venham comigo agora!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Eles foram seguindo o pequeno homem até um bueiro no meio da rua de pedra, bem em frente á torre, logo Salim abre o bueiro e manda-os entrarem, e por incrível que pareça estava tudo seco, sem cheiro algum, provavelmente o fluxo do esgoto tinha sido desviado para abrir caminho pelo encanamento. Depois de meia hora de caminhada pelos túneis onde Salim os mandava ir, eles chegaram a uma espécie de salão bem amplo, onde encontram outras duas pessoas sentadas num um sofá que estava todo rasgado e arrebentado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá! - Disse o homem mais musculoso – Meu nome é Lucas Burquel, mas podem me chamar de Burquel.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Oi! – Falou o outro, que estava vestindo uma longa capa – Eu sou Luys.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Err... – Disse Loan, assustado com a voz de Luys, que tinha um tom sombrio - Oi.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Salim – Começou Mariko – Por que você ajudou a gente?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ah é, foi por que você me ajudou a fugir dos guardas lá no mercado - Respondeu à Mariko - Luys, cadê o Awoke?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Hã? E eu que vou saber? Aquele cara não aparece desde semana passada por aqui – Falou Luys com seu tom sombrio.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; De repente se ouve passos chegando pelo túnel, mas logo eles percebem que só há uma pessoa vindo, e falam pra sim mesmos: “Deve ser o Awoke, vindo de um dos roubos malucos dele”.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Olá para vocês - Saudou Awoke.- Quem é essa aí? – Olhou desconfiado para Mariko.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Essa aí o caramba, eu não sou qualquer uma! – Falou Mariko, já dando um cascudo no Awoke.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Calma, calma, parem por favor; Mariko, esse é o Awoke, o fundador do clã dos gatunos da Harmonia, ele fundou o nosso grupo visando conseguir um estilo de vida bom e fácil de se manter, por isso nós roubamos as coisas para nos sustentar, e como quase sempre o Awoke traz as coisas como as joias e ouro; ele que atualmente sustenta a gente. - Falou Salim um pouco indignado por não se sustentar sozinho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É sim, é verdade, eu sustento esse bando de bundões. Mas pelo menos eles conseguem limpar esse lugar pra mim, porque eu sou meio preguiçoso para cuidar desse lugar; e o Luys também serve pra me transportar pros locais dos roubos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Como assim te transportar? – Perguntou Tom, estranhando Luys que até agora estava lá em seu canto, quieto, parecendo um cadáver;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu sou um morto, mas eu ainda ando, pois sou um vampiro... e aliás, sim eu li sua mente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Meu deus, que medo! – Falou um Loan olhando torto para o Luys. – Mas se você é um vampiro esse seu colar devia estar te enfraquecendo, não é? – Loan aponta o crucifixo pendurado no pescoço de Luys.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Não necessariamente, os vampiros só têm uma fraqueza, seu coração, e nada mais, todo o resto é uma baboseira religiosa sem sentido.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Após as apresentações e as milhares de perguntas de Loan sobre Luys, Awoke indica um caminho para fora da cidade, onde estariam relativamente seguros, então Mariko, Loan e Tom seguiram seu caminho para fugir da cidade harmonia, mas logo percebem o Salim curioso seguindo-os.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Por que está nos seguindo Salim? – Perguntou Mariko desconfiada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu queria saber por que você matou o comandante da cidade harmonia?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; “Logo que Mariko abre as portas da torre ela vê vários corpos imóveis pendurados em correntes cheios de ferimentos, um cheiro pútrido invadia suas narinas, causando-lhe ânsia, mas logo ela reconhece um desses prisioneiros; sim, era Tom que estava lá, ao chegar perto dele ela ouviu um murmúrio: “Mate-o, mate o comandante, eu tenho que terminar essa guerra, preciso matá-lo, pelo bem da minha família, pelo bem de meu povo, pelo bem do mundo eu devo matá-lo.” Mariko ouviu bem isso, ela já estava decidida, ia matar Saimon, o comandante da cidade.”&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Depois de Mariko ter explicado a Salim o que aconteceu na torre, este retornou ao seu esconderijo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; No alto de uma torre longínqua se via um circulo de homens encapuzado, todos com o mesmo símbolo estampado em suas costas, o dragão Arazhel, um símbolo de poder infinito, eles estavam discutindo sobre um plano de investida contra o resto do mundo, mas no meio deles se via uma espécie de bacia com água, e dela estavam sendo emitidas imagens, mas as imagens pararam, e apareceram Loan, Mariko e Tom andando numa planície, logo um dos homens tira o capuz, era Cajima, o sétimo na escala de poder hierárquico por lá, em seguida o décimo no poder tira o capuz também, era Sagamo, um guerreiro devotado ao conselho que foi junto com ele.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Temos de matar esse homem - Disse apontando para a imagem de Tom - Segundo nossas fontes ele é o único capaz de nos impedir – Falou o líder do conselho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Vamos Sagamo! – Falou Cajima, num tom calmo e controlado, e os dois desaparecem em meio a uma nuvem de fumaça negra.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;h1&gt;Capítulo Quatro&lt;/h1&gt;    &lt;h2&gt;A Longa Viagem pelos Campos&lt;/h2&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Mariko, Loan e Tom seguiram pelos campos, visando chegar à cidade orgulho, onde eles poderiam descansar por algum tempo, se recuperarem de seus ferimentos e se prepararem para a batalha que travariam contra os outros nobres existentes pelas redondezas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Os três estavam já exaustos pela longa caminhada e decidiram parar junto às margens de um pequeno riacho que passava por ali. Tom era já experiente em armar barracas com o que a natureza lhe dava, e por esse motivo foi capaz de fazer uma com apenas palha e alguns pedaços de madeira, que ele mesmo cortou com a foice que carregava como arma. Mariko e Loan acomodaram-se sem cerimônias na barraca, mas Tom preferiu dormir ao ar livre, por razões desconhecidas, e assim eles se lançaram no sono.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Um pouco ao sul, encontravam-se Sagamo e Cajima, que andavam na direção deles. Os dois envergavam as suas capas com o símbolo de Arazhel nas costas e roupas normais por baixo. Apesar de poderosos, ambos eram extremamente humildes e não gostavam de se enfeitar com roupas pomposas, pois achavam que esse tipo de roupa só atrapalhava. Mais tarde, durante a noite, Sagamo e Cajima alcançaram finalmente o acampamento de Tom. A missão dos dois era eliminar Tom; ainda assim, por precaução, Saga foi verificar o interior da barraca. e quando ele entra, vê Mariko deitada no chão. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mas que bela mulher! - Pensou Sagamo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Saga ficou lá por um tempinho olhando Mariko, quase que babando nela, até que decidiu se aproximar, foi chegando mais perto e mais perto, até que Mariko acorda, segura seus dois braços e mete-lhe uma joelhada por entre as pernas. Sagamo gritou de dor e desespero e de pois caiu no chão quase inconsciente,&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt; com a possibilidade de se tornar incapaz de gerar filhos pelo resto da vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mas que caos é esse aqui?! - Berrou Tom, que por dormir mesmo ao lado da barraca ouvira distintamente o grito de Saga e se enraivecera com a sua presença. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Tom começou a atacar Cajima que se defendia com uma katana onde havia as escrituras “Garra de Arazhel”. Mariko não perdera tempo, começara a lançar esferas de energia luminosa contra Cajima e Sagamo que, apesar de dolorido até a alma, se defendia com uma espécie de escudo-lâmina que continha a inscrição “A pele de Arazhel”. No meio das chamas e faíscas das armas se chocando, Loan olhava atentamente seus pais. Quando Cajima desferi um forte golpe com sua Katana no braço esquerdo de seu pai, Loan sente uma grande raiva de Cajima e cria uma invocação, como a que fez no castelo para salvar Mariko. Dos seus olhos e boca brotavam feixes de luz e uma fenda se abre do chão, de onde sai uma espécie de lobisomem com uma clava. Este lança-se a Sagamo e Cajima. Os dois ao se verem em desvantagem por causa da invocação do garoto recuam e somem diante de uma parede de fumaça negra. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; A alguns quilômetros estavam Sagamo e Cajima, um pouco cansados por causa da pequena batalha contra Mariko e Tom, além da invocação do garoto. Mas Cajima viu algo de interessante em Loan, que apesar da pouca idade, conseguia já invocar criaturas com arma; além do mais, segundo fontes credíveis da cidade Harmonia, ele também havia invocado o dragão Eskartz, um dos sete dragões guardiões. Pela lógica, se o garotinho conseguia invocar Eskartz, também poderia invocar Arazhel se fosse treinado na arte da invocação, pensou Cajima já planejando sequestrar o garoto para o forçar a invocar Arazhel, com o objetivo de adquirirem as armas originais diretamente do grande Arazhel. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Longe dali, Mariko e Tom descansavam sentados, resolveram viajar mais quando o amanhecer se aproximasse, para evitar mais encontros desastrosos como o com os dois encapuzados. Mariko, completamente exausta, resolveu tomar um banho no rio. Logo se tinha despojado das suas vestes e se tinha submergido na água gelada, porém, tonificante, do rio, que parecia repor as energias gastas por ela. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ah... mas que relaxante… – Disse ela submersa até o pescoço na água. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Mal ela desconfiava que Sagamo havia voltado, num acesso perverso, e estava assistindo o banho dela, mas por causa de um descuido dele, acaba pisando um graveto, alertando Mariko, que responde com uma esfera explosiva nele. Ele é arremessado para longe, ficando desacordado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Pode levar ele - Disse Mariko a Cajima, se referindo ao Sagamo desmaiado, acompanhando a frase com um gesto de desprezo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Cajima surge do nada e leva Sagamo para longe, murmurando “&lt;i&gt;Seu grande imbecil&lt;/i&gt;”. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Escrito por SonicBoom (Vinícius)&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Imagem por &lt;a href=&quot;http://broodyone.deviantart.com/&quot;&gt;BroodyOne&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/harmoniada-capitulos-tres-e-quatro.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjI8BDDMKzinPSBBWFQL5FlBWMNs7oN6637sByQ0qrKVkXA3nLQn4EhKl5mddkzjlVtO9XrAsLPTPI-VLDklXX_rhIIl_VWNfpF5GzJS8SGZED_40UCiR9lNndpnq4FHXX_W84rPuoUn-yz/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-4279630172470892577</guid><pubDate>Sun, 18 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-18T20:01:16.442-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mariko</category><title>Mulheres Anjos e Demónios</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsbxGlB1vuxJHgvp6U1O_Y0TOh3GNbmdu77rcL9QZkWnBr6Gasl2dPFQtpYsxthDvmJM-Zc6mwtHzqGMu-BoJ1uPnW7pN6Ea5ddrgTq9owLOji7ZsQ5YSh5FwncGzy8tQq5N0hE9GiKYAN/s1600-h/Mulheres%20Anjos%20e%20Dem%C3%B4nios%20(3)%5B4%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Mulheres Anjos e Demônios (3)&quot; style=&quot;border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px&quot; height=&quot;406&quot; alt=&quot;Mulheres Anjos e Demônios (3)&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9Pe3Lo85HUAALg8hZB5pvfvrtJlxeRY807CRsFf82nwLGKsfDpnSae2oxIvLmuxc2zznIFvXAWC8iN951BrA1Wrl3KE7x4n-MUgym8fogNgrYaIKfIkV_EvDoyvuj6Q7xbBrfuCsjAqvp/?imgmax=800&quot; width=&quot;646&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sem mais nada para fazer, enquanto me tentava escudar do mundo ruidoso naquela esplanada ventosa nas traseiras de um moderno estabelecimento, acendi um calmo cigarro. Levei três tentativas para o fazer, o que me deu tempo de sobra para contabilizar quantos miseráveis minutos de vida perdera ao todo com este vício. Reclinando-me na cadeira de verga, pude achar um ângulo confortável em que o Sol não me queimava os olhos e me permitia observar, através da superfície envidraçada, o interior do café, perdão, salão de chá. Várias mulheres, na casa dos trinta anos, classe média ou média alta (vulgo burguesas da Nova Era) dialogavam, conspiravam, naquilo que me pareciam ser organizados grupos de espias/detectives particulares.   &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;#160;&amp;#160; “E querida, já viu agora o novo carro do marido da Susete? E ela em casa, sem dinheiro para ir às compras…”&lt;/i&gt;   &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&amp;#160;&amp;#160; “ E rica, ouviu dizer que a Carlota vai ter de meter as filhinhas na escola pública? Que desgraça!”&lt;/i&gt;   &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Desejasse eu naquele momento saber qualquer detalhe sobre um cidadão ou cidadã do seu meio social e bastar-me-iam quinze minutos e duas chávenas de chá de tília para ficar informado.   &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Sorri, quase tolamente, enquanto tentava saborear o veneno gasoso que me enchia os pulmões. Entre ataques de tosse e de culpa, livrei-me do rolinho branco que ardia ainda, lançando-o para o chão. Lá dentro, uma das empregadas deitou-me um olhar tão tóxico quanto o meu cigarro, que me apressei a recolher e a depositar num cinzeiro baço em cima da mesa. A porta abriu-se de par em par, atravessando por esta uma rapariga notavelmente jovem, de olhar sério, pele branca e roupa preta típica das empregadas daquele salão de chá.   &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Vai desejar mais alguma coisa?   &lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; A empregada tinha uma expressão agradável e acolhedora, esboçando um meio sorriso que lhe arrebitava as coradas maçãs do rosto    &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Por enquanto não, obrigado. – Ergui a minha chávena para demonstrar que estava ainda cheia de líquido.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Usualmente, a empregada (Sandra, Sílvia, Susana ou qualquer outro nome começado por S; não me recordava agora) colaborava comigo, conspirando com as clientes de forma a desocupar a esplanada. Posto isto, eu tinha quase sempre o meu lugar de criação e imaginação desocupado e, portanto, perfeito. Mas hoje ela deixou-se ficar a li, a olhar-me curiosa, a boquita vermelha e carnuda entreaberta como quem pondera em quebrar um gelado silêncio     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É verdade que é escritor?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Suspendi as palavras que escrevia no meu bloco negro (sim, utilizo tinta branca e uma caneta de aparo em ouro sobre folhas negras, para registar as minhas ideias. Cada qual com as suas peculiaridades).     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sim devo ser. Se eu escrevo e se comentam essas senhoras sobre isso, é porque sou, sem margem de dúvidas, escritor.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; - Hum, sempre pensei que para se ser escritor era preciso se ser esperto. – Ela disse isto com uma voz tão delicada e inocente que eu quase nem detectei a ofensa ou a ironia na sua frase. Levantei uma sobrancelha para lhe perguntar o que ela queria dizer com isso. Com um sorriso, ela apontou para o cinzeiro à minha frente. – Fuma. Isso faz mal sabe? – Deixei cair o meu olhar em derrota.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É por isso que tento deixar. Mais de cinco mil compostos tóxicos… não sou assim tão louco. Mas os hábitos antigos custam a morrer…     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Hum… mas esse assunto à parte, o que escreve tanto? – Comecei a suspeitar da excessiva inocência na voz dela.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sobre muita coisa. Sobre a vida, a morte, amor, pecado, família…     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Hoje em particular? – A cada pergunta a sua postura modificava-se.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mulheres anjo.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Como assim?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Reparei nos seus belos olhos verdes, intensos, que me disseram que aquela empregada era mais do que parecia revelar. As íris palpitavam, como que a serem percorridas por uma energia ancestral e desconhecida; os seus tons brilhantes ondulavam com vida própria, carregados de mistério e inteligência. Havia ali qualquer coisa escondida que ela não me revelava, algum motivo para me inquirir quanto à minha escrita. Também curioso, acenei com a cabeça para o lugar vago à minha frente.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Se deseja ouvir a minha explicação, deveria sentar-se. Não tolero audiências desconfortáveis. – Ela assim o fez, cruzando as mãos sobre a mesa enquanto me fitava muito atenta. – Existem dois principais tipos de mulher; e cada mulher possui estas duas dentro de si. Ao conhecer o percurso da literatura verá que cada época ou autor valorizou um tipo particular de personalidade.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - A mulher anjo, na escrita romântica. O exemplo da pureza, o paradigma do sofrimento calado. Grandes clássicos descrevem diferentes variantes deste ideal. E a mulher demónio em obras um pouco mais recentes. Tolstoi, por exemplo, usa essa mulher muito claramente no conto “O Diabo”, para criticar as mulheres devassas e dadas a prazeres carnais e, consequentemente, infernais. – Ela surpreendeu-me ao falar com uma voz muito séria, entendida e acima de tudo, desprovida de qualquer presunção. Parecia que constatara um simples facto apenas como “Hoje faz Sol.”     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sim muito bem. Isso é exactamente o que eu dizia. Pois hoje escrevo sobre a mulher anjo e o quão real esta pode ser.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tenta perceber se mulheres apenas angelicais podem existir; se o anjo pode predominar na personalidade.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tal e qual?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Como escreve e pensa sobre o assunto ao mesmo tempo? Discorrer sobre as suas próprias linhas de raciocínio? – Ela tinha uma perspicácia incisiva. Percebi que esta conversa estava para durar; ela fizera o seu plano de questões e iria segui-lo até ver todas as perguntas respondidas. E, um pouco fora do usual, eu tinha prazer em fazê-lo.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Algo do género. Já leu Sir Arthur Conan Doyle?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Certamente.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então percebe como eu exploro o assunto. Expondo uma corrente de factos que serão analisados ao mais ínfimo detalhe num ponto da narrativa mas revelados apenas noutro mais tarde. Até em deduções lógicas existe espaço para suspense.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Já tem alguma conclusão sobre o assunto? – Agora pude ver bem que as suas palavras tinham amargos travos de ironia. Não percebi do que ela troçava.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tenho mais que uma. Mas poderei ser sucinto: encontramo-nos numa sociedade em que a competição natural abrange, mais que nunca, ambos os sexos equalitativamente. Tal como o homem foi sendo um Romeu cada vez mais obstinado, as mulheres têm deixado de serem Julietas superficiais para se tornarem mais agressivas e prontas a lutar por aqui que pretendem. Talvez até manipulando algumas pessoas para que os seus objectivos sejam cumpridos.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Segundo essa teoria, não seriam Romeu nem Julieta a morrer mas as suas famílias, assassinadas por uma Julieta dos tempos modernos que lutava para um lugar à sombra da felicidade, a qualquer custo? – Engoli em seco. As minhas palavras, tomadas demasiado a sério, voltavam-se contra mim. – A conclusão a que chega é que apenas a mulher demónio pode actualmente existir com predominância?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Apesar de empunhar as palavras em riste, de forma realmente agressiva que não correspondia à imagem de uma certa brandura que eu antes recolhera, não cessava de manter um tom de voz suave e de ser muito subtil na forma como arremetia contra as minhas mal apresentadas conclusões.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - A conclusão a que chego é que nenhuma mulher, nos dias de hoje, se pode dar ao luxo de ser um anjo. Antes, quando as suas funções rondavam meramente o decorativo ou matrimonial, não havia necessidade para a agressividade, para a sedução traiçoeira e… – Ela riu-se, de olhos semi-cerrados misteriosamente. – Que disse eu?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Perdoe-me a indiscrição mas… esperava-o mais neutro. Menos macho. – Abri a boca, um pouco chocado, e voltei a fechá-la sem proferir palavra. – Pensava que seria capaz de ver para além do que a História, contada por outros homens, lhe diz.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Elucide-me então, minha cara.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Assistimos agora a uma forma diferente de mulher anjo e demónio. Antes, para ser uma “femme fatale”, bastaria usar um pouco mais de pintura e um vestido dois centímetros mais curto. Nos dias de hoje, uma mulher dessas tem de combinar sensualidade com sucessos infalíveis, por exemplo, qualquer personagem retirada de um filme “noir”. Não assistimos a uma crescente vaga de mulheres demónio; apenas a uma maior e mais evidente demonstração dessas.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ela piscou-me o olho enquanto eu acabava de escrever as suas sábias palavras. Parecia-me irreal que alguém, especialmente uma mulher (não me julguem machista), argumentasse tão bem de forma a destruir a minha opinião previamente formulada. De tal modo que eu transcrevia tudo aquilo que ela me dizia, decidido a englobar, mais tarde, o seu esclarecimento     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Tem lógica mas… sobre isso eu não me havia ainda debruçado. Vejo o meu erro. Para entender a mulher anjo, deveria ter começado por examinar a sua nemésis.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Todos cometem erros. Não se recrimine. Especialmente neste assunto.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; A sua atenção desviou-se para dentro do salão onde uma mulher, que julguei ser sua chefe, a esperava de mão na anca. Ela suspirou enquanto se levantava graciosamente, ágil como um felino.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Qualquer problema e coloque as culpas junto com o chá na minha conta.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Assim o farei. Volto assim que puder… desenvolva mais a sua escrita no entretanto.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ela afastou-se, bamboleando quase imperceptivelmente as ancas. Falando na dualidade da natureza feminina, tentei avaliar a mulher com quem eu tinha falado. A graciosa, gentil e acolhedora empregada versus a sagaz, decidida e até trocista jovem que retaliara os meus raciocínios. Ela tinha algo em si, um charme perigoso, uma sedução pela inteligência, uma racionalidade inebriante, conjugadas com uma estranha e misteriosa beleza… como ela dissera? Ah sim, “femme fatale”.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Procurei continuar a escrever mas a concentração fugia-me. E, embaraço-me ao admiti-lo, fugia para uma mulher, talvez quinze anos mais nova do que eu     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então, sr. Escritor? Reformulou as suas ideias.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Neste momento, enquanto ela me fitava, encostada à porta, já sem as roupas de trabalho mas com um conjunto negro e um casaco cor de granada, fui assolado pelo receio de que ela conseguisse saber o que me ia pela alma. Ela gargalhou de súbito, sem aparente motivo     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Não sou telepata, fique descansado. Mas sou boa a estudar as reacções das pessoas e a saber o que estas pensam. Certos movimentos e expressões também. Já decidiu se eu sou um anjo ou um demónio?     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Pondero na situação.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então já viu o quão ridículo era o seu raciocínio? Que discursar sobre mulheres não leva os homens a lado nenhum? Como escritor, prenda-se àquilo que é justificável ou à pura quimera. Não tente compreender algo que não tem lógica, como as mulheres. – Ela virou costas, enquanto sorria. Chamei-a, gaguejando.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Huh, diz quem? – Ela voltou atrás e deu-me um firme aperto e mão.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Não deixe que este meu trabalho ou a minha idade o enganem. Sou colega escritora e cronista dos mistérios humanos. Prazer em conhecê-lo.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Fui apanhado de surpresa com a revelação de “escritora”. Assim ela conseguiu afastar-se muito rapidamente, sem me dar oportunidade de replicar ou de sequer recolher a mão que ela me apertara. Os seus olhos verdes perfuravam-me ainda a mente enquanto eu dizia para mim mesmo “Estúpido, estúpido”. Habituado a conhecer mulheres fúteis, anjos leves e superficiais, não esperara encontrar uma rival de peso. Percebi então do que ela se rira anteriormente. Os nomes anjo e demónio tinham sido mal atribuídos por mim. Eu acabara de conhecer um raro exemplo de uma demónio mal compreendida: uma racionalidade extra-feminina, sem a devassidão geralmente presente na mulher fatal. Dei voltas a tentar lembrar-me do nome de tão “sui generis” personagem. Até que me recordei e sorri. Muito apropriado… traduzido do árabe para o português significa Estrela da Manhã… o mesmo que Vénus. Uma Vénus dos tempos modernos, sem a conotação original de Deusa do Amor. Existem várias formas de enfeitiçar um homem, dependendo da personalidade que se trata. Sem dúvida que eu fora apanhado por uma mulher deusa jovem, a quem eu, se dado a liberdade literária, chamaria Atena, deusa guerreira da Sabedoria. Como eu estava iludido antes; agradeço pela nova visão de colega escritora… Soraya.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fim.&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Escrito por Mariko (Soraya)&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Imagem por &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://ftourini.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;strong&gt;fTourniri&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espero que goste e comente,&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;pois o seu comentário é a nossa maior fonte de motivação&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;NOTA: Este texto surgiu após uma conversa com um amigo meu na qual ele começou por me apelidar de mulher demoníaca, por o derrotar num duelo de argumentação. Segundo ele, apenas mulheres estranhas possuíram uma racionalidade acutilante. Após fazê-lo ver que à mulher demónio poderia apenas corresponder a mulher devassa e libertina, ela reconsiderou. Apelidou-me de Deusa Grega: Artemis, guerreira sem sentimentos e eternamente casta; ou Atena, guerreira e defensora da cidade da sabedoria.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Pareceu-me uma boa desculpa para desmistificar a mulher anjo/demónio e para assumir a identidade de um escritor, cronista, que se vê a par com uma mulher fora do vulgar, uma mulher que jamais cai na superficialidade.     &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; Quando ao usar o nome Soraya… não foi presunção. Foi ideia do meu colega. Aliás, algumas das descrições feitas pelo escritor foram ideia dele, depois de achar alguma das minhas um pouco &amp;quot;insípidas&amp;quot;. Soraya quer dizer Vénus, se correspondermos “Estrela da Manhã” a cada um dos nomes. Por associação a “deusa grega” (sim, eu sei, Vénus é romana)… Além disso, a maioria das Sorayas que conheço (além de mim mesma) tem esta personalidade. Uma questão de me manter fiel ao que é verificado.     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small&quot;&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/mulheres-anjos-e-demonios.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9Pe3Lo85HUAALg8hZB5pvfvrtJlxeRY807CRsFf82nwLGKsfDpnSae2oxIvLmuxc2zznIFvXAWC8iN951BrA1Wrl3KE7x4n-MUgym8fogNgrYaIKfIkV_EvDoyvuj6Q7xbBrfuCsjAqvp/s72-c?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-203744377356007003</guid><pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T15:11:23.661-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Awoke</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><title>Os Óculos de Argola – Capítulo Três</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://img386.imageshack.us/img386/1899/osculosdeargola3.jpg&quot; /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola-capitulo-dois.html&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Link para o Capítulo Dois&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não – Respondi à Larissa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Larissa deixou o quarto correndo, ela bateu a porta com força e foi para seu quarto chorar:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Essa Larissa – Disse Guilherme – Ela está agindo assim para me privar de relacionamentos, ela quer que eu seja apenas dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Gui, ela é apenas uma criança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Uma criança mimada, isso sim! agora voltemos ao que fazíamos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Guilherme trancou a porta e me beijou, eu senti pena de Larissa, mas logo me esqueci dela quando Guilherme começou a me acariciar de tal forma que logo senti meu corpo transpirar, mas um transpirar prazeroso, nunca me senti tão satisfeita nos braços de um homem, Guilherme era tão belo, doce e delicado, ele me fazia sentir um prazer que não sentia a longos anos. Logo eu me sentia tão leve e tão feliz, havíamos nos completados. Naquele momento, percebi que Guilherme não seria apenas um simples namorado para mim, meu ser o desejava por completo e ele sentia o mesmo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de horas, estávamos exaustos, mas eu me sentia feliz pela primeira vez. Guilherme sugeriu:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Que tal se nós fossemos sair para jantar uma pizza? Tudo por minha conta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ótimo! – Eu adorava pizza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Então vá se arrumar, eu vou falar com Larissa, acho que ela precisa de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Está certo, Gui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu fui ao banheiro tomar um banho, que estava tão relaxante. Eu ainda delirava com aqueles momentos que eu e Guilherme tivemos juntos. Após terminar meu banho e me vestir, algo fez com que meu corpo perdesse sua leveza e se chocasse contra a realidade:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não! – Guilherme gritava desesperadamente - Larissa!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu me desesperei ao ouvir aquilo e fui logo descendo as escadas para procurar por Guilherme, ele estava no quarto de Larissa, lendo um bilhete por ela deixado que dizia: “Querido Guilherme, desde que nossos pais morreram, eu tenho sofrido muito e você tem sido minha única alegria, mas agora, sei que irei perdê-lo, fiz de tudo para lhe separar da Isabela, mas agora deixarei vocês viverem felizes, e eu, eu irei para um lugar melhor, já que neste mundo nada me agrada. Por favor, não me impeça. Sua irmã, Larissa”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Aquela mensagem era um choque, nunca pensei que as coisas poderiam chegar a este ponto, nunca pensei que eu poderia me sentir tão mal. Guilherme surtou novamente, nós tínhamos que procurar por Larissa e evitar que o pior acontecesse. Guilherme notou a ausência da bicicleta de Larissa, então logo deduziu que ela a usou para fugir, mas para onde? Guilherme pensou e genialmente deduziu, o lugar em que Larissa, Guilherme e seus pais costumavam frequentar, o parque de diversão que hoje está fechado e abandonado, mas ainda acessível. Nós entramos no carro de Guilherme e saímos o mais rápido que pudemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Guilherme dirigiu rapidamente, para poder chegar lá antes de Larissa, ele dirigiu a uma velocidade que era o dobro da permitida nas ruas, quase batendo várias vezes. Eu percebi, pelo suor que escorria por sua testa, que ele estava nervoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conseguimos chegar ao tal parque de diversões, vimos que o portão frontal do parque estava aberto, o que nos deixou mais desesperados. Corremos para dentro, o parque era grande e vazio, os brinquedos estavam enferrujados, os caminhos estavam cheios de folhas que caíam das árvores e os lagos que lá haviam estavam sujos. Nós procuramos por todos os pontos do parque, até que notei algo boiando no lago, eram os óculos de argola que Larissa utilizava sobre uma planta aquática, Guilherme tratou de logo se atirar no lago. Era um lago profundo, que estava escurecido e sem vida por causa da sujeira. Fiquei esperando e os segundos pareciam horas devido a tensão, logo um silêncio se fez e eu senti a tensão crescendo, até que finalmente vejo Guilherme carregando Larissa nos seus braços, deitamos Larissa no chão e Guilherme chegou seu pulso, estava viva, apenas havia engolido muita água e estava inconsciente, Guilherme colocou suas mãos na barriga de Larissa e empurrou, era uma técnica de salva-vidas utilizada para expelir a água do afogado, Larissa abriu os olhos e nós pudemos respirar aliviados, era como se uma desgraça fosse evitada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eu a abracei pedindo desculpas, mas ela nada disse, até que ela me empurrou e saiu correndo, corremos atrás dela, mas ela corria muito rápido, mesmo com as roupas encharcadas. Ela gritou:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Me desculpem, mas eu tenho de ir!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ela continuou correndo de nós, saiu do parque e nós também, a única visão que tivemos foi a de seu corpo sendo atropelado por um caminhão que passava pela rua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não! – Berrou Guilherme, vendo o corpo de Larissa estirado a alguns metros dali.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O-o-o que é isso? Por que isso me parece tão familiar?! – Falei para mim mesma ao ver o corpo de Larissa&amp;nbsp;ensanguentado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Meus sentidos começaram a falhar e eu senti a força se esvair de meu corpo pouco a pouco, tudo escureceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Acordei no meio da noite mais uma vez, outro sonho daqueles me retomava aquela memória tão triste do passado. Depois daquele dia ele me culpou pela morte de sua irmã, as constantes acusações acabaram me tirando a vontade de viver, o homem que eu amei agora me odiava profundamente. As paredes acolchoadas daquele lugar ainda estavam ali para me assombrar, sim, acabei em um manicômio depois desses pesadelos começarem a me enlouquecer, toda noite, não, toda vez que eu adormecia eles surgiam. Passei a tentar me manter acordada o maior tempo possível para evitar as lembranças desagradáveis, mas de nada adiantou, eu sempre acabava fatigada e dormia, somente para ser torturada mais uma vez por aqueles malditos óculos de argola...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Fim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Escrito por SonicBoom (Vinícius) e Awoke (Sérgio)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Imagem por &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://sylmoon.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Sylmoon&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Espero que goste e comente,&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;pois o seu comentário é nossa maior fonte de inspiração&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola-capitulo-tres.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>12</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-7325285581212564362</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2009 11:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T15:11:15.264-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Awoke</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comédia</category><title>Três Fábulas Cômicas</title><description>&lt;h2&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://img91.imageshack.us/img91/1495/olobisomemeoschocolates.jpg&quot; /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O Lobisomem e Os Chocolates&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;um dia escuro e tenebroso, um rapaz caminhava na escuridão, até que ele acendeu sua lanterna fazendo tudo ficar mais claro, ele se aproximou do espelho que lá havia e percebeu que um lobisomem estava logo atrás dele. O lobisomem foi atacar o pobre rapaz, quando algo aconteceu, ouviu-se um tiro vindo da arma do rapaz, o Lobisomem caiu no chão, mas simplesmente o tiro não o afetou pois tinha uma pele muito grossa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; O lobisomem foi para cima do rapaz, que pulou para o lado se salvando; por sorte tinha uma bala de prata e a atirou no lobisomem, porém, errou; o lobisomem pulou novamente em cima dele e arranhou sua face por completo, deixando a sangrando. O lobisomem estava ferindo-o gravemente, quando de repente ele consegue o empurrar e pegar a arma caída no chão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ele corre até a casa de uma vovó, com o intuito de roubar chocolates, mas o lobisomem estava lá, seu desejo por chocolate era tanto que ele pulou em cima do lobisomem e arrancou sua cabeça. Sem a presença do lobisomem, ele roubou todo o chocolate da vovó, comeu tudo e ficou obeso.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ele acabou tendo uma enorme diarreia e foi para mato, quando chegou lá, tirou sua roupa e percebeu que havia uma cobra; que mordeu perna esquerda e o fez gritar de dor. Ele precisava de alguém para chupar o veneno da cobra, ele viu uma mulher jovem perdida no mato; ela viu que ele estava pelado e que tinha veneno na perna, ele implorou pela sua ajuda; a garota foi muito generosa, mordeu e arrancou a perna dele para que o veneno não fosse para o resto do corpo, ele gritou de muita dor.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele viu uma idosa atravessando a rua, levando uma cesta de biscoitos; então decidiu vestir a roupa e chamou a idosa, que era a sua própria vó que batia nele com havaianas. Ele comeu os biscoitos de sua vó e ela lhe bateu com uma havaiana com um prego na ponta. A dor foi tanta que ele acordou todo suado de um pesadelo. Havia um lobisomem por trás dele, o mesmo de seu pesadelo, que como vingança lhe arrancou a cabeça, empalhou seu corpo e comeu chocolate até ter diarreia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moral da história: Não coma muito chocolate&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Escrito por Kazumi, Awoke, Gelatina, Meilin, Stark, Reikuboyama, Spartaa, Im gay, Imas e Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A Lhama&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Era uma noite chuvosa na mansão dos Mascarenhas quando de repente um bicho peludo apareceu, parecia um lobisomem, porém, era o zelador. Quando ele entrou na mansão ele viu a patroa e desmaiou porque ela era feia e que fazia os olhos arderem.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; No meio do desmaio, ele viu um monstro, quando Chuck Norris apareceu e deu uma Havaiana de Pau nele. Uma vaca apareceu e defecou no Chuck Norris, porém, apareceu o Capitão Nascimento e pisou na da vaca e salvou seu amigo, Chuck Norris.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Napoleão Bonaparte apareceu e aboliu a monarquia absolutista, porém os Egípcios estavam construindo as pirâmides no meio da Primeira Revolução Industrial e chamaram os indígenas Brasileiros para a guerra. No meio da guerra aconteceu algo muito inesperado, um E.T. apareceu e peidou, seu peido matou os indígenas e então começou a chover chuva ácida. Ronaldo apareceu, fez um gol e foi comemorar com a torcida, mas derrubou a grade e os marginais saíram correndo pelados.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ronaldo tentou se levantar e peidou, nisso o estádio inteiro desmaiou e uma lhama cuspiu no Ronaldo, que se esquivou, então foi tentar dar uma voadora na lhama, mas a lhama cuspiu nele de novo e ele se esquivou de novo. Acabou a saliva da lhama e ela pulou no fenômeno, que se esquivou de novo. Um bandido pulou no Ronaldo e não o deixou se esquivar, a lhama gritou “Ronaldo” e o bandido cuspiu na cara da lhama. Ronaldo pôde se levantar e correu de medo da lhama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moral da história: Estude para não ser um zelador&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrito por: Sparta, Pedro, I&#39;m gay e Stark.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Volta às aulas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eita! primeiro dia de aula... – Cassumi bocejava&amp;nbsp;- Eu acho que vou passar na casa do Gelatina antes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na casa do Gelatina Cassumi gritou:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Gelatina, Gelatina, Gelatina, Gelatina, Gelatina, Gelatina, Gelatina, venha logo!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O que é, seu estúpido? Eu estou comendo uma geléia, me espere.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não! venha agora!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não gostei disso! você vai tomar um soco na cara.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cassumi levou um soco:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Meu olho! meu olho! – Cassumi começou a lacrimejar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Chega de frescura, vamos para o colégio encontrar nossos amigos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; No colégio:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Chegamos no colégio, finalmente... – Disse Gelatina&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Gelatina, vamos entrar e procurar o Luís.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Boa ideia!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eles andaram pelos corredores do colégio, até que Cassumi notou algo:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Quem é aquele na escuridão, vestindo uma máscara?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Deve ser o Tom, ele é um dos alunos mais perigosos do colégio. Ele é fã de Naruto!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tom escutou:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Seu idiota, vai morrer!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Corre, ele vai nos matar, corre! – Gelatina começou a correr.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Eles correm e conseguem chegar na sala de aula vivos:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Chegamos na sala de aula a tempo, ufa…&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Um homem barbudo e gordo chegou na sala de aula:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Olá,alunos, eu me chamo Cajima, eu sou o novo professor de japonês.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Cajima? Ele parece ser um professor demoníaco; meu Deus, ele vai matar todo mundo!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O professor o ouviu:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Posso continuar? – Cajima olhou para Cassumi.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Não! – Cassumi riu.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Mesmo assim eu continuo. Então, hoje falaremos sobre hormônios, alguém tem alguma dúvida?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Luís, que era um aluno que gostava de ter um cabelo grande, levantou a mão:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Eu, Eu, Eu!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Fale Luís.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Se misturar anticoncepcional feminino com o xampu o cabelo cresce mais rápido?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cajima nem respondeu a aquela barbaridade. Cassumi levantou o braço:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Cajima, que dia vai ser a viagem onde iremos acampar?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Não sei e tenho raiva de quem sabe!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cassumi cochichou com Luís um insulto sobre o professor:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Cassumi, vá direto para a diretoria! – Cajima gritava e babava.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tom pulou na frente do professor:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Não se atreva mandá-lo para diretoria!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- E você vai fazer o que?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Não queira saber – Tom riu maleficamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Aluno hipócrita, eu sou um professor, sou bem treinado!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Você é um idiota, não sabe usar sua força.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Certeza?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O professor desfere uma rasteira em Tom, que pula:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Seu idiota, você é lento, você vai merecer um presente!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Tom concentra seu Chakra e grita:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Coque Coisa No Jutsu!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cajima começa a pegar fogo:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Ai! Ai! você é muito forte!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cajima desmaia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cassumi foi para a diretoria do mesmo jeito. Cassumi suplica:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Diretor, me deixa sair!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; -&amp;nbsp;Não!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Me deixa sair!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Não!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Me deixa sair! Me deixa sair! Me deixa sair!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Seu chato, se você parar aqui de novo vai ser expulso! Agora saia da minha frente!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; -&amp;nbsp;Mas antes eu quero saber da excursão que vai ter? O acampamento com as meninas, sabe... aquelas bonitas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Respeito, garoto, tenha respeito!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Mas que dia é?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- Amanhã. Agora coma esse biscoito e volte para sua sala de aula!&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- OK – Cassumi comeu o biscoito e saiu.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Cassumi retornou a sala e começou a dormir, eram sete horas. Passaram-se cinco dias e o zelador apareceu:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;- É... parece que o diretor fez mais uma vítima com seu biscoito da morte.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O zelador jogou o corpo de Cassumi para os cachorros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moral da história: Respeite seu professor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrito por Kazumi e Stark&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Estruturado por Awoke (Sérgio)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Imagem por &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://bigboomparty.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;b&gt;BigBoomparty&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Espero que goste e comente,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;pois o seu comentário é a nossa maior fonte de motivação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/tres-fabulas-comicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>16</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-245299661255837382</guid><pubDate>Sun, 11 Oct 2009 04:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T10:51:25.888-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Awoke</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comédia</category><title>O Sumiço de Awoke – Parte 1</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://img27.imageshack.us/img27/6150/osumiodeawoke12.jpg&quot; /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large&quot;&gt;Aonde Ele Foi?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; &lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large&quot;&gt;E&lt;/span&gt;m uma cidade diferente, dois amigos, um mais alto que o outro, estavam conversando sobre mulheres:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Awoke, veja, veja só isso! - Disse Valair, um jovem gordinho que adorava videogames e colecionava cartinhas de Pokémon.&amp;#160; &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ohhhh! - Disse Awoke, que era alto e sábio, usava óculos e tinha cabelos negros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Era um momento muito harmonioso e alegre entre os dois amigos, até que:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Me empreste isso aqui!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ok - Diz Valair e entrega ao amigo que tanto confia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu acho que - Puff!, Awoke desaparece.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Meu Deus!, Awoke, Aonde está você?? E aonde está a minha revista!?! - Gritou Valair em desespero em perda de seu colega e de sua revista - Terei de procurá-lo, mesmo que me custe a vida!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Então Valair, decidido, saiu pela busca de Awoke, sabendo que poderia perder a vida em sua jornada; Ele pega sua merendeira e parte. Primeiramente ele segue ao escritório de Lemanto, um famoso detetive da região; Lemanto parecia ter pelos seus vinte e quatro anos, era alto, magro e usava uma cartola preta, era conhecido por resolver os mais complexos casos de homicídio e raptos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Lemanto, preciso de sua ajuda, o Awoke sumiu! - Disse ele confiante na sabedoria de Lemanto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Me dê mais detalhes, meu jovem - Disse Lemanto, que tinha uma voz robusta e calma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Nós estávamos fazendo um trabalho de escola e de repente ele some num piscar de olhos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Hum, já sei aonde ele está!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Como sabe?!? - Disse ele maravilhado com a sabedoria e agilidade de Lemanto.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Simples, ele passou por mim e disse aonde ia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ahhh! - Valair sentia-se mais leve, havia ido ao banheiro pouco tempo atrás -&amp;#160; Então, aonde ele foi?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Não sei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Mas você disse que sabia!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Me enganei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Maldito! - Pensou Valair, consigo mesmo, pensando em atear fogo no escritório de Lemanto. - Tchau!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Adeus, tenho mais mistérios complexos a resolver. - Disse dispensando Valair.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair começa a procurar por Awoke em todos os lugares possíveis; Até que:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ei, você ai, bolinha! - Disse um homem de boné, pelos seus trinta e cinco anos que parecia estar fazendo esforço em cima de uma privada no meio do parque se referindo a Valair.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Errr... Oi, me chamou? - Disse Valair olhando para o homem, que esboçava raiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Preciso que me traga um rolo! - Dizia cada vez com mais força.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Um rolo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - É, um rolo de papel higiênico, idiota!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Ouviu-se um ploft, seguido de outros três:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Errr, o que está fazendo? Parece estar enjoado!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Arrrgh! Ele está preso! - Fazendo um esforço que fazia seu rosto avermelhar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ele quem? - Disse curioso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O Totô-Mãe e também... Aaaaaaaaaaaaahhh!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Um grito longo e doloroso, similar ao de Goku quando começa a virar Super Sayajin, que foi ouvido pela galáxia e ecoou espantando os pássaros da região saiu da boca daquele homem; Seguido de um ploft:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;loco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt; meu! - Espantou-se Valair.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Rápido, coloque isso! - Disse entregando uma máscara que protegia contra gases letais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Bem, sou Valair e estou procurando pelo meu amigo, Awoke, pode me ajudar? - Perguntou enquanto colocava a máscara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sou Esparte, e não há tempo para conversar, prenda a respiração, rápido! - Disse Esparte, que parecia tentar segurar algo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Passaram-se alguns segundos e se ouviu um pequeno som, similar o de uma bexiga esvaziada lentamente:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Bem, ainda estou segurando a respiração. - Disse ele confuso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Quer que eu ajude-o a procurar por Awoke? -&amp;#160; Dizia ele ainda produzindo aquele som.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sim, quero! - Disse feliz por encontrar um parceiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Está certo, só preciso terminar de soltar os prisioneiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Valair esperou por oito segundos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Esparte, acho que meu olhos estão começando a arder! - Disse com um ar horrorizado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Calma, você se acostuma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - E estou começando a sentir um gosto amargo e ver uma densa nuvem esverdeada por detrás de você.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Daqui a duas horas &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;começa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt; a se dissipar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - O Quê?!? - Disse com olhos arregalados - Desculpe mas eu acho que ouvi minha mãe me chamando ali, tchau! - Disse e saiu correndo como um foguete.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ei, espera aí, eu anda preciso do meu papel higiênico! - Disse Esparte que via o garoto sumindo no horizonte - Droga!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Quando Valair alcançou uns quinze quilômetros de distância, ele parou um pouco:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ufa! - Disse mais tranquilizado. - Pensei que ia morrer!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Ei, garoto! - Disse um cara muito feio mesmo.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Aaaaaaaaaaaaaaaaaah! Assombração!!! - Disse Valair começando a chorar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Eu sei que sou feio mas...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Aaaaaaaaaahhhh!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Calma, calma! - Disse o moço colocando um saco de papel na cabeça para que o garoto se acalme. - Já pode abrir seus olhos, o monstro sumiu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Obri...obri...obrig...ado... - Disse em meio a soluços.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Sou Menuro e vou te contar uma história, a história da minha vida: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; “A maioria das crianças nasce num hospital, com ajuda de médicos especialistas em partos, mas comigo foi diferente, eu nasci no banheiro e quase fui morto, ainda bem que chorei antes da minha mãe dar descarga em mim. Eu nasci pré-maturo de dois meses, de uma mãe virgem que tinha problemas de digestão. Durante a minha infância, meus pais colocavam um saco de papel na minha cabeça, dizendo que aquilo era uma proteção contra os maus espíritos, mas na verdade queriam evitar que eles fossem insultados por terem tido um filho tão feio. Aos doze anos tive minha primeira paixão, ela me amava e eu a amava, até que um dia ela pediu que eu tirasse aquele saco de minha cabeça, no mesmo dia ela se mudou para o Japão para nunca mais me ver. Aos dezoito anos, eu apareci em público sem o saco na cabeça, então eles foram na casa de meus pais e os mataram, eu vivi um longo tempo de minha vida sofrendo.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - E hoje sou ator, trabalho em todos os filmes de terror possíveis e ganho muito dinheiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - E por que não paga algumas plásticas?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Por que senão fico desempregado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - A! - Disse após tudo ser esclarecido - O meu amigo, Awoke, sumiu; Você o viu?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Awoke? Acho que já comi um desses, você esta falando daqueles biscoitinhos com bichinhos em cima e chocolate por dentro, não é?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Acho que não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então não sei nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Adeus!, estou indo - Disse acenando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Então vai.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; Então Valair continuou sua jornada &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;s&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;Pokémon&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/s&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt; atrás de Awoke:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&amp;#160; - Está mais complicado do que eu imaginava...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;Escrito por Awoke (Sérgio)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;           &lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;Imagem por&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&amp;#160;&lt;a href=&quot;http://nujabes.deviantart.com/&quot;&gt;Nujabes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/o-sumico-de-awoke-parte-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>13</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-5062841155073414876</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 04:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T15:11:23.662-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><title>Os Óculos de Argola – Capítulo Dois</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://img73.imageshack.us/img73/387/osculosdeargola2.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Link para&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://blogueescrito.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola.html&quot;&gt;Capítulo Um&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Link para &lt;a href=&quot;http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola-capitulo-tres.html&quot;&gt;Capítulo Três&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;eu cabelo ficou horrível depois da chuva, a umidade acabou destruindo meu penteado, deixando-o todo desalinhado e arrepiado; Depois de algum tempo penteando meus cabelos afim de “alinhar” um pouquinho:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Gui! – Chamei por ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Que foi Isa? – Perguntou, olhando pela porta do banheiro entreaberta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Nada não, só queria te ver de novo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Bobinha, você sabe que eu sempre estarei aqui não sabe? – Falou ele, com seu sorriso lindo e seu bom humor de sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Saí do banheiro ainda um pouco desarrumada, com uma vontade enorme de ir para casa para acabar o serviço com uma chapinha mas um sorriso lindo me atraiu como um imã, logo uma sugestão de alugar filmes me veio á cabeça, porque não? Assistir filmes naquele enorme home theater deveria ser o máximo, até a monstrinha chegar, Larissa queria, porque queria, ir junto com o irmão ao shopping para comprar algumas coisas, mas não queria contar com a minha presença, senti o comentário subindo a garganta de Larissa, o olhar congelante dela me alertou mais uma vez, com certeza ela me odiava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fui para casa depois de perceber o clima pesado que Larissa trazia para lá, o Gui até que queria que eu fosse, mas a Larissa com certeza faria qualquer coisa para me afastar dele, minha decisão estava tomada, eu iria conquistar a confiança de Larissa para poder me aproximar do Guilherme como eu queria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje acordei com um bom humor esplêndido, sábados são sempre os melhores, apesar da chuva que estava caindo do lado de fora, um sorriso se abriu em meu rosto, saí correndo de casa para ir encontrar o Guilherme, mas antes vou ter de arranjar algo para deixar a Larissa ocupada; Parti para uma loja de livros, pelos óculos de leitura dela, um livro será a melhor coisa para dar pra ela, folheei alguns dos lançamentos que estavam sendo mostrados na vitrine, achei um clássico da literatura que eu li para realizar meu vestibular á alguns anos atrás, “O Crime do Padre Amaro” foi um dos melhores livros que eu já li; paguei à moça do caixa e sai correndo de lá com meu guarda-chuva em mãos, para conservar meus cabelos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; Cheguei à casa de Guilherme com pressa para mostrar o presente que trouxe para Larissa, talvez com alguns presentinhos e uma boa conversa eu convenceria Larissa a gostar de mim; Avistei os grandes portões do terreno dele ao virar a rua, mas algo estava diferente, os portões estavam entreabertos e rangiam com o vento que estava batendo neles. Entrei desconfiada no lugar, nenhum dos jardineiros ou serventes estavam lá, pisei dentro da casa através da porta aberta, vi algo inesperado, vários e vários cadáveres estavam estirados pelo chão, olhei aterrorizada e nauseada para aquela cena horripilante, lágrimas começaram a descer pelo meu rosto após ver que Guilherme estava lá, jogado no meio dos corpos junto aos cadáveres dos mordomos da casa:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Meu deus, Guilherme! O que aconteceu aqui? – Perguntei ao nada, olhando o rosto pálido de Guilherme agora em meus braços.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um barulho me chamou a atenção, Guilherme tossiu e recomeçou a respirar apesar do corte em seu abdômen , respirei um pouco mais aliviada ao presenciar aquilo, peguei meu celular e disquei 190 e coloquei o celular do lado do meu rosto, um chiado agudo e alto ecoou pelo salão de entrada, meu celular acabara de pifar; O desespero tomou conta da minha mente naquela hora, corri para fora da mansão e nada vi além de um enorme penhasco depois do portão, olhei para os lados e nada mais além de um vazio enorme em volta da propriedade deles.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deixei Guilherme encostado na parede do salão principal depois de fazer um curativo em seu corte no abdômen, segui em direção ao quarto de Larissa para ver se ela estava bem; Assim que abri a porta senti algo me empurrando para fora, entrei mesmo assim, vi Larissa suspensa no ar e ela me lançou um olhar medonho, de repente acordei... eram 5 horas da manhã e eu estava toda suada, de meus olhos lágrimas ainda saiam e meu corpo estava todo dolorido:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Aquele pesadelo foi real demais... – Falei para mim mesma.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Voltei a dormir, ainda com a sensação ruim de ter visto o Gui naquele estado deplorável.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Acordei com um desânimo incrível, fui tomar um banho longo e demorado a fim de tentar esquecer do pesadelo da noite anterior, saí de casa com o ânimo pra baixo, mas aproveitei algumas idéias do meu pesadelo, com certeza a Larissa gostaria de ler um bom livro, fui a livraria e comprei uma cópia de Robinson Crusoé para ela; Comecei a ir em direção á casa de Guilherme, chegando no lugar a visão do jardineiro cuidando dos arbustos em frente a casa me aliviou, cumprimentei ele e entrei no terreno. Entrei pelo salão principal, ainda temerosa, felizmente vi que não havia sangue algum no chão e que todos os mordomos estavam bem vivos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fui direto para o quarto de Larissa para lhe entregar o livro, abri a porta e olhei para dentro do quarto para verificar sua presença, a encontrei no computador, que tinha uma CPU rosa com adesivos da Hello Kitty, que o irmão dela tinha buscado na loja, cheguei perto dela e a abracei por trás, lhe mostrei o livro, mas em vez de uma reação amigável ela bateu em minha mão, derrubando o livro e saiu do quarto bufando, fiquei um pouco chateada com a reação dela, mas logo eu conseguiria conquistar a confiança dela; saí do quarto da Larissa para encontrar com Guilherme, fui ao quarto dele e entrei inadvertidamente; Ele estava tirando um cochilo com seu violão ao seu lado e vários papéis com partituras espalhados pela cama, sentei em sua cama para admirar aquela cena tão bela, passei minha mão em seus cabelos e me aproximei de sua face. Um sorrisinho se formou em seus lábios, então virei um tapinha na cara dele, ele estava acordado, só esperando um beijo:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Infeliz, não sei porque te adoro tanto... – Falei para ele enquanto sorria ternamente.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Porque você não resiste á minha personalidade. – Falou ele rindo levemente.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Definitivamente não é isso. – falei sarcasticamente.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele fez uma cara de cachorro sem dono e me abraçou a cintura, unimos nossos lábios, mas alguém bate na porta com força, era Larissa com uma cara de poucos amigos, ela chega perto de mim e me dá um tapa na cara, o som do tapa ecoa pelo quarto; Guilherme pega e chacoalha ela pelos ombros:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Por quê você fez isso Larissa?!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eu não quero te ver com essa vadia! – ela aponta para mim.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Guilherme vira um tapa em Larissa, uma expressão de desolamento cobre sua face:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Quem é você para julgar com quem eu me relaciono? – Falou Guilherme, com uma expressão séria.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Sua irmã, e sinceramente, desde quando você é tão ingênuo assim Gui?&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Como assim?!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Você realmente não viu nada de diferente nela?- Falou Larissa mexendo seus óculos de argola e lançando-me um olhar frio:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O que eu fiz para merecer isso?! – Berrei a ela.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Você não se lembra?…&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Fim do Capítulo Dois.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Escrito por Vinícius (SonicBoom)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Imagem por&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://plasmastorm.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;PlasmaStorm&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Espero que goste e comente. :]&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola-capitulo-dois.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-3494389674335229908</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 04:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T15:10:57.499-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Épico</category><title>Harmoníada – Capítulos Um e Dois</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: verda; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://img35.imageshack.us/img35/2833/histriadaharmonia121.png&quot; /&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;uma época dominada pelo terror e o caos, nesse mundo pobre e despreparado, vários povos estavam sendo massacrados pela tirania dos nobres que saqueavam tudo a sua volta; os seus exércitos implacáveis destruíam casas por prazer, queimavam igrejas e levavam todo o tipo de riqueza que podiam, desde de metais preciosos até as mulheres do povo, que mais tarde seriam violentadas e depois vendidas como escravas no mercado negro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas no meio dessa calamidade havia pessoas determinadas a lutar contra essa tirania; todas elas queriam uma coisa somente, a harmonia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Capítulo Um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h5 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O Segredo da Mãe&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp; - Mamãe, mamãe! - Gritou Loan, um garoto branco de cabelos longos, correndo para a sua mãe que estava estendendo as roupas para secarem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O que foi meu filho? – Perguntou a mãe, Mariko, enquanto acabava de pendurar as ultimas peças de roupa no varal. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mamãe, será que o papai voltará da guerra? – Perguntou o garoto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não, meu filho. Não sabem se ele irá voltar, mas eu tenho certeza que ele continuará vivo em nossas lembranças para sempre, querido… - Falou a mãe, olhando ao céu tardio nas suas últimas horas antes do escurecer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os dois entraram na sua simples casa, feita de pedra e com um teto de palha. A mãe foi preparar o jantar, enquanto o filho foi se lavar com água recém-fervida no fogão à lenha. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Após isso, ambos foram dormir, cada um em seu quarto; Mariko estava entristecida pela possibilidade de Tom, seu marido, ter morrido na investida contra o exército do sudoeste das planícies áridas, em frente às terras da cidade de Parlamento, uma cidade assolada pelas invasões dos exércitos da nobreza, tudo saquearam, e hoje apenas existem coiotes perambulando por aquelas terras cobertas de sangue e sofrimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De repente, se ouve um forte estrondo na entrada da casa. Mariko levanta-se imediatamente, pega um cajado de madeira ao lado de sua cama e caminha até à porta, onde vê o seu filho estático, olhando uma besta descomunal nos olhos, enfrentando com o olhar aquele ser metade homem e metade touro, carregando um machado. Os dois se encaravam profundamente, e o menino via nos seus olhos um passado de sofrimento e dor. Mariko entra, pondo-se à sua frente e ordenando que o menino corra o mais rápido possível. Ele obedece à ordem quase imediatamente e pula a janela do seu quarto, mas quando se encontrava no campo de trigo, que ficava ao lado da sua casa, ele ouve um estrondo; virando-se, ele assiste maravilhado, porém temeroso, a uma grande torre de fogo multicolorido, que logo se dispersa no ar, e do meio dos escombros ele vê a sua mãe se levantar lentamente. Loan corre até à sua mãe que, apesar de um pouco abalada, não estava ferida:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mamãe, como você fez isso? - Perguntou o menino maravilhado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;- Meu filho – Ela hesitou antes de prosseguir - Sou uma maga, mas não queria que você soubesse para não se inspirar a ir para a guerra também. Não quero te perder como perdi o seu pai – Falou Mariko triste, que tinha Tom bem presente na sua memória. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No dia seguinte, na utópica cidade Harmonia, bem longe da repressão: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mãe, mãe! - Gritou Loan para Mariko, que agora se encontrava vestida como uma maga branca, a sua especialização. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Que foi meu filho? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - A gente vai continuar morando na pensão? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não, hoje vamos até a nossa nova casa perto do centro de comércio – Falou Mariko, com um sorriso em seu rosto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao chegarem em sua nova casa, Mariko repara que havia uma pequena carta ao pé da porta. Com medo do possível assunto da carta, Mariko pede a Loan que entre dentro da nova casa e que a explore. Tal como suspeitava, aquela era a carta que indicava a perda de Tom em batalha. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No dia seguinte, para tentar esquecer a carta e para não revelar a verdade a seu filho, Mariko, mesmo angustiada, decide ir ao mercado, pois precisava comprar móveis para a casa, além de suprimentos, pois não compravam a semanas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Chegados ao mercado, ambos viram uma enorme multidão perambulando pelas pequenas barracas que se amontoavam pelos corredores. Estas eram imensamente diversas, desde barracas vendendo comida, lembrancinhas e roupas, até barracas mais luxuosas vendendo joias e afins mais caros. Porém, Mariko visava outro tipo de estabelecimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eles entraram numa barraca com vários tipos de móveis com os mais diferentes tipos de entalhamento. Pouco tempo depois, Mariko estava aparentemente feliz, com seu filho também feliz, mas um coitado de um carregador infeliz por causa da quantidade de móveis comprados por ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No caminho de volta ela vê um minúsculo ser correndo pela multidão, com várias coisas nos braços, provavelmente um ladrão; então, decidida, colocou o pé no caminho do ser que, quando passou, tropeçou e caiu de nariz no chão. Logo em seguida todos puderam ver a Mariko pisoteando o coitado que estava no chão: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ai! Pare com isso, louca! mocréia desvairada! - Gritava o pequeno homenzinho debaixo dos saltos pontudos da Mariko enfurecida com o comentário. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Agora é que eu não vou parar mesmo, seu anão de jardim! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Droga! Pare com isso, está me quebrando! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
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&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Meu deus, ela é louca!”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; pensou o pequeno ser logo se levantando: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Quem é você? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Meu nome é Salim e serei o melhor ladrão daqui; até agora nunca fui pego pelos guardas desse mercado, e... me ajude, por favor? – Nesse preciso instante, Salim corre para detrás da Mariko para não ser visto pelos guardas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo que os guardas saíram do local, Salim saiu correndo numa velocidade incrível e sumiu no meio das pessoas andando no mercado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Fim do Capítulo Um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;     &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;   &lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Capítulo Dois&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h5 align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A Torre dos Indesejados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo após o episódio no mercado, Mariko estava voltando para a casa. No caminho ela repara numa torre enorme ao longe. Era uma torre em forma de um funil com a ponta para cima. Essa torre era branca, recoberta de mármore: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Nossa! o pessoal dessa cidade é rico mesmo, para construírem uma torre dessas deve ter custado muitas moedas de ouro - Mariko pensou para si mesma. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas logo continuou a caminhar para sua casa, deixando o assunto da torre para mais tarde. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já com os móveis arrumados, Mariko sai de casa, para ver aquela torre mais de perto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Chegando lá, ela percebe que há vários guardas perambulando em volta da torre, mas como ela era esperta, usou um feitiço para os atordoar por um bom tempo, permitindo assim, que ela explorasse a torre com tempo de sobra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Já no topo da enorme torre, ela viu dois portões de mogno, mas como ela era forte, facilmente os abriu. Ela se deparou com a luz do luar e ficou chocada e fora de si, como se estivesse hipnotizada. Rápida e decididamente, ela dirigiu-se ao castelo do comandante Saimon, um homem do povo, segundo o próprio. No entanto, era ele o alvo da fúria de Mariko, e a razão pela qual ela agora destruía tudo e todos que passavam no seu caminho:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Senhor, senhor! temos uma maga lá fora e não estamos conseguindo conter o ataque dela! - Falava o soldado a Saimon, que bebia seu chá tranquilamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Podem deixar que ela entre, eu mesmo cuidarei disso - Disse Saimon com uma calma inabalável, continuando a bebericar o seu chá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mariko logo chega ao salão onde Saimon se encontrava. Ele com seu sabre de esgrima, ela com um cajado com uma esfera de safira incrustada na ponta. A batalha logo começa; era notório que ambos eram de um nível superior, pois via-se que os ataques com o sabre de Saimon não só cortavam dentro do limite da espada, mas chegavam até as paredes do salão; Em contrapartida, os feitiços lançados por Mariko culminavam em explosões magníficas, porém, amedrontadoras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo o teto começa a desabar e soterra ambos numa montanha de escombros. Imediatamente se percebe que Saimon não sofreu nada pois desviou-se dos escombros e cortou alguns que não pudera evitar. Mariko estava do outro lado, envolta por um campo de força azul que a protegia contra os escombros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Estranhamente, esse campo começou a encolher e fica em volta da pele de Mariko, como se fosse uma roupa protetora brilhante, mas a batalha recomeça e sem mais nem menos, Saimon avança com a ponta de sua espada contra Mariko, que começa a emitir uma aura vermelha que explode, resultando numa explosão gigantesca que ilumina a cidade por alguns instantes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os fogos multicoloridos resultantes rapidamente se dissipam, permitindo ver o resultado da batalha: o comandante carbonizado por uma magia extremamente forte e Mariko, com um ferimento em seu tórax, mas somente superficial.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Imediatamente, um exército se lança na direção da Mariko, que sem pensar duas vezes, reúne os seus poderes e conjura uma magia; a única coisa que ela ouvia eram seus batimentos cardíacos e o barulho dos gritos de guerra dos soldados, que logo atingidos voavam às dezenas, caindo depois derrotados nas ruas frias da cidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Devido à explosão fantasticamente grande que Mariko provocou, ela acabou gastando muita energia e os feitiços que lançava agora a deixavam exausta. Surge, porém, um soldado a sua frente. Loan reconhecera as explosões e procurou unir-se a sua mãe. Mas vendo a estocada na barriga da sua progenitora, o menino fica irado e um brilho começa a sair de seus olhos e boca; de repente, um dragão vermelho enorme aparece nos céus, pousa e começa a atacar os soldados que são tanto dilacerados pelas mandíbulas enormes dele como queimados pelas rajadas de fogo que derretiam suas armaduras e queimavam sua carne.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No meio dessa confusão, Mariko leva Loan até a torre, onde ela abre os portões novamente, entra e sai logo em seguida, arrastando consigo um corpo gélido e fraco, porém ainda com vida, e logo se via um brilho esverdeado em volta desse corpo, que começava a voltar a sua forma original, músculos fortes e uma face aterrorizadora. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma exalação profunda confirmou o seu regresso ao mundo consciente. Aquele corpo pertencia a uma pessoa conhecida, sim, era o homem das fotos que Mariko mostrara a Loan, era Tom, que estava novamente forte e alegre. Loan ficou tão alegre em vê-lo, que foi logo o abraçou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - É… agora eu sei quem é o meu grande filho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um sorriso surgiu no rosto dos três, que agora se encontravam unidos novamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Fim do Capítulo Dois.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Escrito por SonicBoom (Vinícius)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Imagem por &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://kunkka.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Kunkka&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Espero que goste e comente. :]&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/historia-da-harmonia-capitulos-um-dois.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-821567348900368426</guid><pubDate>Sat, 03 Oct 2009 14:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T15:10:31.668-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Awoke</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comédia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Série</category><title>Detetive Awoke - Primeiro Caso</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img19.imageshack.us/img19/624/detetiveawoke11.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img19.imageshack.us/img19/624/detetiveawoke11.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;         &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;       &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;L&lt;/span&gt;emanto foi um grande detetive, investigou em vários casos, raptos e assassinatos, salvou muitas donzelas em perigo e recebeu muitas medalhas por isso; mas o tempo passou e Lemanto envelheceu e se tornou uma bola branca, gorda e velha. Aos cento e três anos, os cabelos já haviam emigrado para as costas, pescoço, rosto, nádegas e outros lugares onde o sol não bate. Tinha muitas rugas e os dentes que ocupavam sua boca poderiam ser contados nos dedos de uma mão. Lemanto se tornara tão gordo que necessitava de uma cadeira de rodas motorizada para se movimentar.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Era Sexta-feira e Lemanto acordava às quinze horas, foi ao banheiro, defecou e não deu descarga, estava economizando água pois o dinheiro de sua aposentadoria era curto e mal dava para comprar papel higiênico. Foi pentear os cabelos, mas se lembrou que não tinha cabelo desde os cinquenta e dois. Lemanto esquecia de muitas coisas, tinha a doença do esquecimento, os médicos lhe haviam receitado alguns remédios, mas Lemanto sempre os esquecia de tomar.&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lemanto foi na sua cadeira até a cozinha e abriu a geladeira, havia algumas fatias de pizza que estavam lá desde o seu nascimento, Lemanto pegou uma fatia e mordeu, a barata que estava em cima da pizza a tornou mais crocante e saborosa. &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lemanto foi até o calendário e observou a data, havia uma marcação para aquele dia: “O dia da minha morte”, Lemanto surtou e lembrou que havia de fazer uma coisa muito importante antes de morrer. Ele colocou uma roupa de baixo, uma calça e uma camisa, pois gostava de dormir e andar pela casa pelado. Ele saiu de sua caverna úmida e fétida e foi em direção à cidade.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ao chegar na cidade encontrou um jovem rapaz, branco de estatura média, cabelo preto e boa aparência vestindo roupas preto e branco. Saudou-o e começou a conversar com ele sobre sua vida, o rapaz se chamava Awoke e parecia interessado no que Lemanto dizia.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lemanto disse que o Awoke seria seu sucessor e que lhe entregaria seus poderes, Awoke aceitou. Awoke perguntou sobre o que deveriam fazer e Lemanto respondeu que assim que ele morrer, seus poderes seriam transferidos; Lemanto iria morrer às dezessete horas, mas no seu relógio eram apenas dezesseis&amp;nbsp; e três; Awoke o corrigiu avisando que ele esqueceu de ajustar para o fim do horário de verão, então era mais tarde do que dezessete horas; Lemanto tomou um susto e seu coração cheio de colesterol explodiu, o que causou sua morte.&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Uma grande energia saiu da boca do cadáver de Lemanto e atingiu Awoke, que caiu no chão inconsciente. Quando ele recuperou a consciência, notou que a cadeira de Lemanto não mais estava lá. Ele achou aquilo tudo muito estranho, mas decidiu experimentar os novos poderes recebidos por Lemanto, olhou para a própria mão e se concentrou, olhou a fixamente e de repente ela começou a queimar, Awoke percebeu que tinha o poder da visão de calor. A partir daquele momento um novo herói surgia.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;Primeiro Caso &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;A queda de um grande herói, a ascensão de outro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;         &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto Awoke comemorava queimando algumas coisas, o espírito de Lemanto subia aos céus tocando harpa, quando ele chegou ao portão do céu, um anjo recepcionista, Thal, o indagou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Qual o seu nome, por favor?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eu sou Lemanto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Hum... – O anjo começou a ver sua lista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lemanto esperou alguns minutos e o anjo falou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Desculpe, mas você não está na lista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mas para aonde eu vou?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Você vai morar lá embaixo, com o vermelhinho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lemanto começou a chorar, implorando que o anjo o deixasse passar, o anjo apertou um botão e um buraco se abriu sob a nuvem em que Lemanto estava, ele caiu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Na terra, Awoke já havia causado um incêndio e decidiu sair de lá. Ele decidiu ir comprar roupas novas, para se parecer mais como um detetive, foi para o centro comercial da cidade, na loja “C&amp;amp;A – Cartolas &amp;amp; Argolas”. Ao entrar, o vendedor chamado Eustáquio o saudou:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Olá! Como posso lhe ajudar? - O vendedor era branco, tinha uma cabeça careca e um bigode extravagante e verde.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eu gostaria de comprar uma roupa que me fizesse parecer mais inteligente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Você chegou na hora certa, nós temos alguns novos conjuntos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke provou diversos conjuntos de roupas, desde bárbaro nórdico até coelho saltitante rosa, mas a que ele preferiu foi um terno marrom com um cachimbo de bolhas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eu vou levar esta, quanto custa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mil e quinhentos noventa e nove reais, vai ser no cheque ou no cartão?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke achou aquele preço abusivo, então tentou usar seu poder para tentar controlar a mente de Eustáquio:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Mas para você sai com um por cento de desconto!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Fechado!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke estava muito feliz com o uso inteligente de seus novos poderes, poderia tirar aproveito de muitas situações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tudo estava calmo e Awoke estava todo alegre com a sua nova roupa enquanto brincava com os esquilos, até que chegou uma garotinha baixa, de cabelos loiros e olhos azuis,&amp;nbsp; chamada Mariko e disse:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - O quê é?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Me ajuda, eu estava brincando com a minha irmã, Isabela, e uns homens pegaram ela! Por favor me ajude!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Tem dezoito anos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke sentiu que aquela seria sua primeira oportunidade de salvar uma donzela do perigo, então ele concordou e foram juntos para a casa abandonada em que estavam Isabela e Mariko. Awoke avisa para Mariko ficar do lado de fora enquanto ele trabalha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke entrou na casa abandonada e pegou sua lupa, caminhou pela casa vasculhando até encontrar um esquilo marrom, ele o pegou na mão e começou a acariciar, elogiando ser o esquilo mais fofo do mundo, Awoke pegou uma noz que carregava no bolso e entregou ao esquilo, que agradeceu dizendo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Obrigado!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke se assustou, nunca havia visto um esquilo falar. Alguns homens aproveitaram a distração de Awoke e o atacaram por trás.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke acordou, estava dentro de um caldeirão sendo cozinhado vivo por um cozinheiro-zumbi, muito gordo, verde e feio, que estava no outro lado da cozinha sozinho. Quando o cozinheiro-zumbi se aproximou para jogar temperos no caldeirão, Awoke se fingiu de morto e o cozinheiro retornou para fazer mais temperos, Awoke pegou um facão numa mesa próxima e o escondeu na água, quando o cozinheiro-zumbi se aproximou novamente ele sacou o facão e o enfiou na cabeça do cozinheiro-zumbi, o facão ficou amassado e o cozinheiro nada sentiu. O cozinheiro pegou Awoke e começou a estrangulá-lo. Awoke começou ficar roxo, até que olhou fixamente nos olhos do cozinheiro-zumbi, após alguns segundos ele o largou e caiu no chão, com as retinas queimadas e cego. Awoke aproveitou o momento e derrubou o caldeirão de água fervendo sobre ele, jogou álcool, acendeu um fósforo e jogou sobre ele. Foi o momento mais piromaníaco da vida de Awoke, ele se sentia como um roqueiro queimando a guitarra após o show.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke deixou a cozinha e se deparou com um grupo de três zumbis que estavam no sofá assistindo uma partida de futebol-zumbi, eles olharam para o Awoke e perceberam que o jantar estava querendo fugir, então pegaram em tacos de baseball e foram na direção de Awoke, que foi inteligente e ligeiro em pegar sua lupa e usar o poder da visão de calor ampliado quinze vezes. Os zumbis viraram poeira e o vento logo os levou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke fez silêncio por um momento e escutou um ruído, foi a geladeira e a abriu para ver qual seria o prato que os zumbis comeriam no almoço do dia seguinte, lá estava uma garota, Isabela, que era uma garota muito atraente, de olhos azuis e corpo sedutor, Awoke a dessamarrou e a levou de volta a sua irmã, Mariko.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Awoke passeou a noite com suas novas amigas, eles se divertiram muito no parque de diversão da cidade. Na hora de se despedirem, Awoke recebeu da Isabela um beijo na bochecha. Aos dezenove anos Awoke recebeu o primeiro beijo na bochecha, foi um dia tão especial, Awoke pressentia que teria muitas outras aventuras a partir daquele dia, que mudou sua vida para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;       &lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;Detetive Awoke é uma série e em breve terá muitos casos contando suas aventuras.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;Escrito por Awoke (Sérgio)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Imagem por &lt;a href=&quot;http://taho.deviantart.com/&quot;&gt;Taho&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 17px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Espero que goste e comente. :]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/detetive-awoke-primeiro-caso.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>20</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-703831219916299591.post-6317774763738932853</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T15:11:23.662-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SonicBoom</category><title>Os Óculos de Argola - Capítulo Um</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;     &lt;br /&gt;
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&lt;a href=&quot;http://img98.imageshack.us/img98/1461/osculosdeargola16.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://img98.imageshack.us/img98/1461/osculosdeargola16.png&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola-capitulo-dois.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;Capítulo Dois&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;u estava indo direto para a loja em que trabalho, na avenida cinco, a pressa estava a mil e a chuva matinal estava chegando, ou eu estaria seca embaixo do teto da minha loja ou estaria toda molhada a uma quadra da loja. Assim que eu comecei a ver as grandes letras em frente a loja de informática em que trabalho, eu me senti imensamente aliviada. Logo depois de eu entrar, a chuva caiu como um martelo gigante e gerou um ruído alto do lado de fora, mais um dia monótono começaria a partir dali, mas não havia problema, o segredo é respirar fundo e estampar um sorriso no rosto para ganhar a simpatia do freguês.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “O baixo movimento da loja acaba com meu humor”. Falei para mim mesma, sentada atrás do balcão, checando alguns E-mails de propagandas no computador, nada de interessante ou emocionante acontecia na minha vida mesmo, estava sendo assim por pelo menos uns três anos, acabei desistindo da faculdade por causa do custo alto da mensalidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O movimento da loja não me interessava, até que uma garota entrou pela porta, com uma estatura média e usando um par de óculos de argola, no princípio ela não parecia ser diferente das outras garotas da idade dela, logo ela vem em minha direção com uma cara de tédio. Olhou no meu crachá e disse grosseiramente:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Pode me dizer quando meu computador ficará pronto, Isabela?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Vou precisar de sua ordem de serviço e a nota que lhe foi dada quando você deixou sua CPU aqui na loja mocinha – Respondi, sem descer do salto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Hunf! – Bufou a garota, abrindo a bolsinha e verificando-a, o boleto não estava lá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Me desculpe, mas segundo as políticas da loja: sem boleto, sem CPU – Um sorrisinho sarcástico se abriu em meu rosto, enquanto observava a garota procurando freneticamente pelo boleto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A garota acabou desistindo do computador, logo depois de revirar o conteúdo da bolsa e ver que tudo o que tinha lá era uma carteira e um nécessaire.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O dia continuou seguindo normalmente com os mesmos clientes chatos e alguns novos que vieram para fazer a manutenção de algumas CPUs ou comprar jogos e acessórios. A tarde me parece uma oportunidade de ter um encontro e causa um ciume no meu ex.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um rapaz de uns 23 anos entrou pela porta da loja com um papel em mãos e uma expressão amigável na cara:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Ei linda, eu vim buscar minha CPU aqui, pode pegar ela para mim? – Sorriu o rapaz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Claro! – Fui pegar a CPU indicada no boleto, estranhamente a CPU dele tinha vários adesivos da Hello Kitty. “Mas quem sou eu para julgar os gostos de uma pessoa?”. Falei para mim mesma:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Muito obrigado! – Agradeceu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - A! aliás, quer sair amanhã? Vou estar livre lá pelas 14:00.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Seria uma honra lindinha!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ele sorriu para mim, aliás, um sorriso lindo floresceu em sua face.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo depois de uma excelente ducha eu fui para meu quarto rodopiando de felicidade, havia encontrado um cara lindo para ficar comigo, as roupas perfeitas para o dia ensolarado pareciam pulsar de energia, nada além de uma base e um batom básico para realçar e fui assim para a sorveteria onde combinamos às 14:00.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Logo que cheguei ele me recebeu com aquele lindo sorriso, porém de trás dele saiu aquela garota maldita do outro dia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Você não se incomoda se a minha irmã vier com a gente, não é? – Falou ele ainda sorrindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;- Não...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Nossa! É aquela atendente malvada da loja de computadores! – Berrou a garota dos óculos de argola.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Deixa de ser boba, Larissa, ela não poderia ser a atendente malvada, ela me atendeu muito bem lá na loja.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Eu não quero meu irmão namorando com ela! – Falou a pequena monstrinha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Quem disse em namorar? Só estamos saindo porque sempre gosto de ter mais amigos. - Respondi meio seca para ela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Então, você não quer ser minha namorada? – Falou o rapaz, com uma cara de decepção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Não! Não foi isso que eu quis dizer! Caham, eu quis dizer que eu não posso ser sua namorada porque ainda nem conheço o direito... – Tentei corrigir.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Bom mesmo, hunf! – Bufou a garota agora abraçando o irmão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Tomamos um sundae e fomos ao parque para nos conhecer melhor, fiquei sabendo que ele trabalhava numa loja de artigos para surfe e que morava com a irmã, porém os pais deles haviam morrido quando o avião em que eles estavam viajando na lua-de-mel havia caído no mar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mais a noite conheci a casa dele, onde corremos em desespero por causa da chuva, uma casa nada modesta, quase uma mansão, com um quintal que dava umas três vezes o meu terreno. Entramos correndo e um mordomo estava esperando a gente lá dentro. Larissa e Guilherme foram se trocar, ao sair do cômodo ele mandou o mordomo buscar algumas roupas para mim, ele encontrou algumas peças que couberam perfeitamente em mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Comecei a zanzar pelos cômodos e acabei achando a sala de estar, um telão de quarenta e duas polegadas com um Home Theater estavam na sala, meu queixo quase caiu ao chão quando vi aquilo, a sala estava impecável e maravilhosamente decorada com móveis de mogno e alguns quadros de arte abstrata.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Recomecei a andar pelo lugar e me deparei com uma porta rosa, com certeza o quarto de Larissa, não era o que eu procurava, então fiquei zanzando mais um pouco até encontrar uma porta com um pôster de pranchas de surfe na frente, parecia o quarto do Gui, então entrei instintivamente, procurando o “Senhor-peitoral-perfeito” mostrando seu corpo. Acabei quebrando a cara porque ele estava secando os cabelos de Larissa, que estava molhada e nua depois do banho, e ele vestido com um casaco e uma calça comprida. Voltei meu olhar para Larissa, agora toda vermelhinha, logo fui fuzilada por um olhar mortal dela, por isso Guilherme me empurra para fora do quarto e bate a porta atrás de mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ouvi um singelo “desculpe” por detrás da porta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Fim do Capítulo Um&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Escrito por SonicBoom (Vinícius)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Imagem por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://plasmastorm.deviantart.com/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;PlasmaStorm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Espero que goste e comente. :]&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://osjovensescritores.blogspot.com/2009/10/os-oculos-de-argola.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>16</thr:total></item></channel></rss>