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<title><![CDATA[Acesso à Informação :: Últimas Notícias por Robin Good]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/acesso_a_informacao.htm</link>
<description><![CDATA[<!--tag-->]]></description>
<dc:language>en-us</dc:language>
<dc:creator>Robin Good</dc:creator>
<dc:date>2010-05-20T08:48:43+00:00</dc:date>

<items>
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<title><![CDATA[Ligações Internacionais Grátis: Fale Com O Mundo Todo A Preço Baixo Do Seu Computador Para Celular Ou Telefone Fixo]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2010/05/20/ligacoes_internacionais_gratis_fale_com_o_mundo.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><strong>Você quer fazer ligações internacionais</strong> a preços os mais baixos possíveis? Se ainda não sabe, existem vários serviços na Internet que permitem fazer chamadas gratis ou de baixo custo, ligações para qualquer telefone celular ou fixo do planeta utilizando apenas o computador, seu celular ou até mesmo um aparelho de telefone tradicional, tudo através da tecnologia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Voz_sobre_IP">VoIP</a>. Neste guia da MasterNewMedia, você encontrará todos os melhores serviços que podem ajudá-lo a fazer ligações internacionais grátis ou quase grátis, de baixo custo, para qualquer lugar do mundo, usando telefone pela internet.

</p>

<p><img alt="ligacoes_internacionais_gratis.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/ligacoes_internacionais_gratis.jpg" width="485" height="627" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto: <a href="http://www.istockphoto.com/user_view.php?id=404381">Photo-Dave</a></span>

</p>

<p><strong>Para fazer ligações internacionais</strong> através da Internet a preços muito baixos, você pode utilizar um entre os muitos serviços para ligações VoIP do mercado.

</p>

<p>Todos esses serviços permitem que você use a telefonia VoIP para fazer ligações internacionais, com chamadas gratis, através de um ou mais dos seus dispositivos preferidos de comunicação:

</p>

<p><br />
<ol><li><strong>Pelo computador</strong>: Ferramentas de mensagens instantâneas habilitadas para VoIP telefone como o Skype, Yahoo! Messenger, Live e outras, permitem que você faça chamadas grátis para outros usuários (por exemplo, os usuários do Skype podem ligar para outros usuários Skype de graça), mas também permitem que você ligue para telefones fixos ou celulares a taxas muito baixas. </li>

</p>

<p><li><strong>Por celular</strong>: Os modelos recentes de celulares que suportam tecnologias velozes de rede como <a href=“http://pt.wikipedia.org/wiki/3G/”>3G</a> ou <a href=“http://pt.wikipedia.org/wiki/HSDPA/”>HSDPA</a> podem perfeitamente fazer chamadas telefônicas internacionais através da telefonia VoIP. Você só precisa baixar e instalar o aplicativo móvel do seu serviço preferido para começar a fazer as ligações internacionais.</li>

</p>

<p><li><strong>Por telefone habilitado para VoiP</strong>: Vários fabricantes produzem telefones ou adaptadores externos que suportam o protocolo VoIP. Você pode fazer ligações VoIP como faria qualquer outra chamada de telefone padrão. A única diferença é que o telefone deve estar conectado à Internet ou via Wi-Fi ou via um cabo Ethernet padrão.</li></ol>

</p>

<p>Antes restrito apenas às comunicações por computador, o protocolo VoIP amadureceu nos últimos anos e agora você pode fazer ligações VoIP também a partir do seu telefone fixo, ou celular conectado à Internet e qualquer outro dispositivo que é capaz de se conectar à web a preços muito inferiores em relação às chamadas feitas com telefones tradicionais.

</p>

<p><strong>Vamos ver um exemplo</strong> de como você pode economizar dinheiro ao fazer ligações internacionais usando o Skype, um dos serviços que tem promovido fortemente a adoção da tecnologia VoIP em todo o mundo.

</p>

<p>O primeiro passo é registrar-se online no Skype e comprar créditos de telefone pré-pago. Você pode fazer isso usando seu cartão de crédito ou um serviço de pagamento online como o PayPal.

</p>

<p>Com os créditos, você pode discar diretamente do seu computador, qualquer número de telefone, fixo ou móvel, de qualquer parte do planeta, pagando taxas muito inferiores às praticadas pelo seu provedor de telecomunicações tradicional.

</p>

<p><strong>O que muitas pessoas ainda não sabem</strong> é que serviços como o Skype podem ser acessados não só de um PC desktop ou laptop, mas também de muitos celulares que são habilitados para a Internet, bem como a partir de telefones tradicionais, quando combinados a um destes serviços para fazer ligações internacionais a preço baixo.<br />
 <br />
Em essência, você pode fazer chamadas internacionais muito baratas ou até mesmo chamadas gratis, usando qualquer um dos serviços analisados neste guia, alguns das quais permitem que você ligue (e até mesmo receba em alguns caso) para o seu computador, enquanto outros permitem que você faça chamadas telefônicas diretamente do seu celular ou telefone fixo tradicional.

</p>

<p><strong>Para facilitar</strong> a sua avaliação do melhor serviço para ligações internacionais grátis ou de baixo custo, neste guia você vai encontrar um mapa mental global, uma tabela comparativa e um conjunto de resenhas para que possa fazer a escolha certa.

</p>

<p>Aqui estão os critérios usados para esta comparação:

</p>

<p><br />
<ul><li><strong>Se o serviço também recebe ligações</strong>, e não as faz apenas.</li>

</p>

<p><li><strong>Se envia / recebe mensagens SMS</strong></li>

</p>

<p><li><strong>Se tem serviço de voicemail</strong></li>

</p>

<p><li><strong>Se disponibiliza uma versão</strong> para celulares</li>

</p>

<p><li><strong>Qual sistema operacional suporta</strong></li></ul>

</p>

<p>Aqui está um apanhado das melhores ferramentas para fazer ligações internacionais grátis ou a baixo custo, através de telefone pela internet, disponíveis no mercado.

</p>

<p><em> NB: Este artigo com serviços para ligações internacionais de baixo custo ainda está incompleto. Pode ser que você queira favoritar esta página (pressionando CTRL + D no seu teclado Windows ou CMD + D no seu teclado Mac), já que mais serviços serão adicionados nas próximas semanas. </em>

</p>

<p>Como nota adicional, gostaria de recomendar que você utilize sempre um fone de ouvido para ter uma ligação de qualidade superior a do telefone. Mesmo que para fazer chamadas internacionais através do protocolo VoIP um fone de ouvido não seja obrigatória, um microfone externo e fones de ouvido podem ajudar muito a reduzir o eco e ruído ambiente.<br />
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</p><p><br /><br /><br /><br />
<iframe width="550" height="400" frameborder="0" src="http://www.mindmeister.com/maps/public_map_shell/50402166/call-the-world-for-free?width=550&height=400&zoom=1" scrolling="no" style="overflow:hidden"></iframe>

</p>

<p> <!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Ligações Internacionais Grátis - Tabela De Comparação</h2>

</p>

<p><iframe width='550' height='400' frameborder='0' src='https://spreadsheets.google.com/pub?key=0ApaPDy8COSlydDFlSXNDTTF6Vk0xZlJONzRyRk9weXc&single=true&gid=0&range=A1%3AF9&output=html'></iframe>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Ligações Internacionais Grátis</h2>

</p>

<ol>
 
<br /><li><h2>JAJAH</h2>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_JAJAH.jpg">

</p>

<p>JAJAH é um serviço gratuito que permite fazer e receber chamadas de telefone de baixo custo para qualquer telefone móvel ou fixo, em qualquer parte do mundo. Você pode acessar o site do <a href="http://www.jajah.com/products/web/">JAJAH</a>, e <a href="http://www.jajah.com/products/more/">um dos muitos plugins disponíveis</a>, a partir do seu <a <a href="http://www.jajah.com/products/direct/">telefone fixo</a> ou <a href="http://www.jajah.com/products/mobile-web/">celular</a>. É possível receber chamadas usando um número dedicado fornecido pelo serviço e também enviar e receber mensagens SMS (taxa adicional). Não suporta voicemail. Soluções white-label e corporativas também estão disponíveis.<br />
<br /><a href=“http://www.jajah.com/prices/“>Tarifas para chamadas com o JAJAH</a><br />
 <br /> <a href="http://www.jajah.com/">http://www.jajah.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>ooVoo</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_ooVoo.jpg">

</p>

<p>ooVoo é um serviço de conferência web gratuito que você pode usar para fazer e receber chamadas de telefone a baixo custo de qualquer celular ou telefone fixo em todo o planeta. O software está disponível para Windows e Mac. Não traz versão móvel, nem para Linux. As videoconferências com duas pessoas são gratuitas, já a video-conferência com até 6 participantes custa US $ 0.10/min por participante. O ooVoo permite enviar e receber mensagens de texto SMS (taxa adicional) e suporta chat de texto, gravação de chamadas e compartilhamento de arquivos. Não disponibiliza correio de voz.<br />
<br /><a href=“http://www.oovoo.com/Buy.aspx?pname=Credit#PHONE“>tarifas para o ooVoo</a><br />
 <br /> <a href="http://www.oovoo.com/">http://www.oovoo.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>Skype</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_Skype.jpg">

</p>

<p>Skype é um serviço de conferência online gratuito que permite fazer e receber ligações internacionais de baixo custo para qualquer celular ou telefone fixo. O software está disponível para Windows, Mac, Linux e todos os modelos de telefones móveis recentes como o iPhone, a maioria dos modelos BlackBerry e todos os programas baseados no Android e Windows Mobile. As chamadas de vídeo de Skype para Skype são sempre gratuitas. Você também pode enviar e receber mensagens de texto SMS (taxa adicional). Quando estiver desconectado ou não disponível, todas as chamadas não atendidas serão salvas em seu correio de voz pessoal. As videoconferências com dois participantes ou entre até 5 pessoas são suportadas (a vídeo-conferência com mais de duas pessoas está atualmente disponível apenas para a versão Windows), assim como o bate-papo por voz, texto, compartilhamento de arquivos e compartilhamento de tela.<br />
<br /><a href=“http://www.skype.com/intl/en-us/features/prices/payg-rates/”>Tarifas de ligações para o Skype</a><br />
 <br /> <a href="http://www.skype.com">http://www.skype.com</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>iCall</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_iCall.jpg">

</p>

<p>iCall é um serviço que permite fazer e receber chamadas gratuitas para qualquer telefone móvel ou fixo do planeta. iCall está disponível como um <a href="http://www.icall.com/free-phone-calls/">aplicativo baseado na web</a>, como <a href="http://www.icall.com/iphone/">aplicativos para o iPhone</a>, ou como <a href="http://www.icall.com/desktop/">software para o desktop do Windows</a>. As ligações gratuitas feitas a partir do seu computador tem um limite de cinco minutos, chamadas mais longas efetuadas a partir do seu PC ou iPhone são faturadas em um sistema "pague conforme usa". Todas as chamadas não atendidas são coletadas em seu correio de voz pessoal. A nova versão desktop do iCall está atualmente em beta público e também está disponível para computadores Mac e Linux. iCall 7 Beta funciona também como uma aplicação de mensagens instantâneas multi-protocolo que suporta todas as principais redes de bate-papo como MSN, Live Messenger, Yahoo Messenger, Facebook, ICQ e outros. iCall não pode enviar nem receber mensagens SMS.<br />
<br /><a href=“http://www.icall.com/plans/pay-as-you-go/“>Tarifas para o iCall</a><br />
 <br /> <a href="http://www.icall.com/">http://www.icall.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>VoxOx</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_VoxOx.jpg">

</p>

<p>VoxOx é um software de conferência online gratuito e serviço multi-protocolo de mensagens instantâneas que permite fazer (e receber) ligações baratas de / para telefones fixos e celulares. O software está disponível para Windows e Mac. As ligações de vídeo entre duas ou três pessoas são sempre gratuitas. Você também pode enviar e receber mensagens de texto SMS (taxa adicional) e também enviar e receber fax (gratuito). Quando estiver desconectado ou não disponível, todas as chamadas não atendidas serão salvas na sua caixa postal pessoal. Outras características são: encaminhamento de chamada, personalização de toques, bate-papo de texto, compartilhamento de arquivos, integração de mídia social, e muito mais. Nenhuma versão móvel do VoxOx está disponível.<br />
<br /><a href=“http://www.voxox.com/callingplans.php”>Tarifas para o VoxOx</a><br />
 <br /> <a href="http://www.voxox.com/">http://www.voxox.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>Vyke</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_Vyke.jpg">

</p>

<p>Vyke é um serviço baseado na web que permite economizar dinheiro com chamadas locais e internacionais. O Vyke está disponível como <a href="http://www.vyke.com/Mobile-VoIP/index.jsf">aplicativo móvel</a>, como <a href="http://www.vyke.com/PC-to-Phone index.jsf/">software baseado em Windows</a>, ou por qualquer <a href="http://www.vyke.com/Callback/index.jsf">telefone fixo</a>. Você também pode usar o Vyke tanto a partir do seu PC como do celular, para enviar e receber mensagens de texto SMS (taxa adicional). Quando você se cadastra no serviço, o Vyke te presenteia com um crédito de US $ 1 para começar a fazer suas chamadas de telefone. A versão empresarial <a href="http://www.vyke.com/business/index.jsf">de Vyke</a> também está disponível com preços a partir de 1p/min. Você não pode receber chamadas usando Vyke e o correio de voz não está disponível.<br />
<br /><a href=“http://www.vyke.com/rates.jsf”>Tarifas para o Vyke</a><br />
 <br /> <a href="http://www.vyke.com/">http://www.vyke.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>Yahoo! Voice</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_Yahoo_Voice.jpg">

</p>

<p>Yahoo! Voice é um recurso adicional do Yahoo! Messenger que permite fazer e receber ligações de baixo custo com o uso da tecnologia JAJAH a partir de celular ou telefone fixo local ou internacional. O serviço está disponível para Windows, Mac, iPhone e também funciona como uma aplicação baseada na web. O Yahoo! Voice suporta o envio e recepção de SMS (taxa adicional) e também disponibiliza correio de voz grátis para Mac e Windows. As Chamadas e videochamadas entre usuários de Messenger do Yahoo! são sempre gratuitas. Outras características são: mensagens instantâneas, compartilhamento de arquivos, transferência de chamada (iPhone e versões baseadas na web estão excluídos), e muito mais.<br />
<br /><a href=“http://voice.yahoo.jajah.com/home/rates.castle”>Tarifas de ligações do Yahoo! Voice</a><br />
 <br /> <a href="http://voice.yahoo.jajah.com/">http://voice.yahoo.jajah.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>FriendCaller</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_FriendCaller.jpg">

</p>

<p>FriendCaller é um serviço baseado em Java que permite fazer chamadas de telefone gratuito à Internet e chamadas internacionais de baixo custo a partir de qualquer navegador para qualquer telefone móvel ou fixo. Você só tem que enviar o link Call-me do site FriendCaller.com para um amigo para que ele te ligue de volta. Você pode enviar os links Call me por e-mail, mídias sociais, mensagens instantâneas, colocar um link em seu perfil, ou qualquer outra maneira que preferir. O FriendCaller também está disponível como um aplicativo móvel para o iPhone e todos os telefones baseados no Android. Não disponibiliza SMS, nem correio de voz.<br />
<br /><a href=“http://www.friendcaller.com/app-c2call/website/index.html?cmd=pricing”>Tarifas para o FriendCaller</a><br />
 <br /> <a href="http://www.friendcaller.com/">http://www.friendcaller.com/</a>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><li><h2>vBuzzer</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_vbuzzer.jpg">

</p>

<p>vBuzzer é uma empresa que oferece várias maneiras de fazer e receber chamadas telefônicas a preços baixos para qualquer telefone móvel nacional ou internacional ou fixo. Vbuzzer está disponível como um aplicativo baseado em Flash que pode ser acessado diretamente do seu navegador web, um cliente para download disponível para Windows e Mac (a versão para Mac é baseado no Adobe Air) como uma aplicação móvel para iPhone, BlackBerry, celular telemóveis Nokia baseados no Windows Mobile e como um adaptador VoIP para o seu telefone fixo normal. Vbuzzer suporta o envio e recebimento de SMS (custo adicional) e correio de voz gratuito é uma característica comum a todos os utilizadores. Outras características incluem mensagens instantâneas e conferências via web (Win e Mac), encaminhamento de chamadas, gravação de chamadas, histórico de chamadas e muito mais<br />
<br /><a href="http://www.vbuzzer.com/rates/vbuzzer_rates.php">Tarifas para vBuzzer</a><br />
 <br /> <a href="http://www.vbuzzer.com/">http://www.vbuzzer.com/</a></ol>

</p>

<p><br />
Atualizado em 15 de julho de 2010 por Letícia Castro.

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Colaboração On-line]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Robin Good e Daniele Bazzano]]></dc:creator>
<dc:date>2010-05-20T08:48:43+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2010/02/25/guia_internet_para_jornalistas_como_jornalistas_devem.htm">

<title><![CDATA[Guia Internet Para Jornalistas: Como Jornalistas Devem Entender A Internet]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2010/02/25/guia_internet_para_jornalistas_como_jornalistas_devem.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><blockquote>"<em><strong>A Internet é um meio que possibilita</strong> a comunicação direta com aquelas pessoas antes conhecidas como receptoras - leitores, ouvintes e telespectadores - e também permite que se usufrua do seu conhecimento. A procura agora não é por jornalistas que saibam tudo, mas aqueles que se comunicam e investigam. </em>"</blockquote>

</p>

<p><img alt="guia_internet_para_jornalistas.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/guia_internet_para_jornalistas.jpg" width="485" height="396" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto: Dmitry Margolin</span>

</p>

<p><strong>Qual é o</strong> <a href = "http://www.masternewmedia.org/news-content-newspapers-future-strategy-may-be-the-aggregation-of-news-sources/">futuro do jornalismo</a> na era da Internet? Quais são as principais variáveis que dificultam a sobrevivência dos jornalistas tradicionais dentro dessa mudança de paradigma?

</p>

<p>O <a href="http://www.internet-manifesto.org/">Internet Manifesto</a>, da autoria de alguns dos <a href = "http://www.kress.de/cont/story . php? id = 130146 "> mais influentes blogueiros alemães</a>, é um "<em>guia rápido para jornalistas</em>", afim de fazê-los compreender a internet no século 21.

</p>

<p><strong>Publicado originalmente apenas em alemão</strong>, o Manifesto Internet tem sido traduzido em mais de 15 idiomas até agora e tem recebido ampla cobertura tanto na <a href="http://eu.techcrunch.com/2009/09/09/german-bloggers-internet-manifesto-on-journalisms-future-makes-waves/">blogosfera</a>, como na <a href="http://www.guardian.co.uk/media/pda/2009/sep/08/internet-manifesto-future-journalism">mídia tradicional</a>. O colunista <a href="http://www.guardian.co.uk/">Guardian</a> <a href="http://www.buzzmachine.com/about-me/">Jeff Jarvis</a> ainda disseminou todas as 17 declarações via Twitter aos seus <a href="http://twitter.com/JEFFJARVIS">30,000 seguidores</a>.

</p>

<p><a href="http://saschalobo.com/ich/">Sascha Lobo</a>, um dos iniciadores, resumiu os motivos que levaram a ele e seus colegas para publicar o Manifesto:

</p>

<blockquote>"<em><strong>Estávamos cansados</strong> do fato de que a discussão sobre o futuro do jornalismo não abordasse a realidade da Internet, mas tem a ver com a vontade de como os editores pensam que deve ser." (Fonte: <a href="http://www.guardian.co.uk/media/pda/2009/sep/08/internet-manifesto-future-journalism">Guardian</a>)</em></blockquote>

<p>A afirmação central por trás dos 17 pontos do Manifesto é que "<em>a Internet é uma mídia de bolso império</em>", que entroniza a Internet como o meio que mais do que qualquer outro na história deu liberdade para as massas . O mundo online tem lentamente tomado a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agendamento">função de agendamento</a> das mão das empresas de mídia, no papel de decidir e selecionar quais notícias cobrir e fazer isso.

</p>

<p><strong>Mas não é só isso</strong>.

</p>

<p>O manifesto afirma ainda que o jornalismo online pode ser rentável. Ao afirmar que "<em>a tradição não é um modelo de negócio</em>", blogueiros alemães foram convocados pelas empresas de mídia a repensarem seus modelos de negócios, promovendo uma concorrência aberta e tendo a "<em>coragem </em>" de investir em notícias através da Internet, que é a única maneira de adaptar o processo de distribuição de notícias para uma sociedade que está mudando continuamente.

</p>

<p><strong>Provavelmente, essa não é a primeira vez</strong> que você ouve que o jornalismo tem que evoluir para sobreviver à crise do mundo da mídia impressa, mas o que torna este manifesto tão valioso é que ele explicita em poucas palavras, de forma clara e fácil de entender as declarações das principais novas variáveis, realidades e atitudes necessárias para dar um salto certeiro em direção ao futuro do jornalismo.

</p>

<p>Aqui está a versão em português do Manifesto Internet:<br />
<!-- FA --><!-- google_ad_section_end -->

</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Manifesto Internet</h2>

</p>

<p><em>por vários autores</em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>1. A Internet É Diferente</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_1_the_internet_is_different_id694084.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_1_the_internet_is_different_id694084.jpg" width="429" height="113" />

</p>

<p><strong>Produz diferentes esferas públicas</strong>, condições e habilidades para intercâmbios comerciais e culturais.

</p>

<p>Os meios de comunicação devem adaptar os seus métodos de trabalho à realidade tecnológica de hoje em vez de ignorá-la ou contestá-la. É o seu dever desenvolver da melhor forma possível o jornalismo baseado na tecnologia disponível. Isso inclui novos produtos e métodos jornalísticos.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>2. A Internet É Um Império De Mídia De Bolso</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_2_the_internet_is_a_pocket_sized_media_empire_id25903331.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_2_the_internet_is_a_pocket_sized_media_empire_id25903331.jpg" width="215" height="311" />

</p>

<p><strong>A web reorganiza estruturas</strong> existentes de comunicação social ultrapassando as antigas fronteiras e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oligop%C3%B3lio">oligopólios</a>.

</p>

<p>A publicação e divulgação de conteúdos de mídia já não estão vinculadas a investimentos pesados.

</p>

<p>O jornalismo auto-conceptivo é - felizmente - a cura para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agendamento/">função de agendamento</a>. Tudo o que resta é a qualidade jornalística através da qual o jornalismo distingue-se da mera publicação.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>3. A Internet É A Nossa Sociedade</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_3_the_internet_is_our_society_is_the_internet_id34631131.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_3_the_internet_is_our_society_is_the_internet_id34631131.jpg" width="372" height="173" />

</p>

<p><strong>Plataformas baseadas na web, como as</strong> <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/12/09/social_networks_and_social_services.htm">redes sociais</a>, <a href = "http://www.wikipedia.org/">Wikipedia</a> ou <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a> se tornaram parte do cotidiano da maioria das pessoas no mundo ocidental. Elas são tão acessíveis quanto o telefone e a televisão.

</p>

<p>Se as empresas de mídia querem continuar existindo, devem compreender o mundo da vida dos usuários de hoje, e acolher os seus meios de comunicação. Isto inclui formas básicas de comunicação social: ouvir e responder, também conhecido como diálogo.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>4. A Liberdade Da Internet É Inviolável</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_4_the_freedom_of_the_internet_is_inviolable_id506245.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_4_the_freedom_of_the_internet_is_inviolable_id506245.jpg" width="216" height="251" />

</p>

<p><strong>A arquitetura aberta da Internet constitui</strong> a lei básica da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_da_informa%C3%A7%C3%A3o/">TI</a> de uma sociedade que se comunica digitalmente e, conseqüentemente, do jornalismo. Não podem ser alteradas por razões de proteção dos interesses comerciais ou políticos especiais, muitas vezes escondidos atrás do pretexto de interesse público.

</p>

<p>Independentemente da forma como é feito, bloquear o acesso à Internet põe em perigo o livre fluxo de informações e corrompe o nosso direito fundamental a um nível auto-determinado de informação.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>5. A Internet É A Vitória Da Informação</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_5_the_internet_is_the_victory_of_information_id27887911.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_5_the_internet_is_the_victory_of_information_id27887911.jpg" width="310" height="177" />

</p>

<p><strong>Devido à falta de tecnologia</strong>, empresas de mídia, centros de pesquisa, instituições públicas e outras organizações tem compilado e classificado as informações do mundo até agora.

</p>

<p>Hoje qualquer cidadão pode configurar seu filtro de notícias pessoal, enquanto os motores de busca ganham em riqueza de informações com uma magnitude nunca antes conhecida. Os indivíduos podem agora se informar melhor que nunca.

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>6. A Internet Melhora O Jornalismo</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_6_the_internet_changes_improves_journalism_id2687631.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_6_the_internet_changes_improves_journalism_id2687631.jpg" width="190" height="267" />

</p>

<p><strong>Através da Internet, o jornalismo</strong> pode cumprir seu papel sócio-educativo de uma nova forma. Isto inclui a apresentação de informações como se fosse uma eterna mutação, um processo contínuo, a perda da inalterabilidade da mídia impressa é uma vantagem.

</p>

<p>Aqueles que querem sobreviver neste novo mundo de informações precisam ter idealismo, novas idéias jornalísticas e uma sensação de prazer em explorar esse potencial.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>7. A Rede Requer Networking</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_7_the_net_requires_networking_id50438591.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_7_the_net_requires_networking_id50438591.jpg" width="290" height="194" />

</p>

<p><strong>Links são conexões</strong>. Nós nos conhecemos através de links. Aqueles que não os usam se excluem do discurso social. Isso também vale para os sites das empresas tradicionais de mídia.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>8. Links Compensam, Menções Enfeitam</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_8_links_reward_citations_adorn_id51976451.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_8_links_reward_citations_adorn_id51976451.jpg" width="290" height="183" />

</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/05/24/the_human_news_aggregator_an.htm">Os motores de busca e agregadores</a> <strong>facilitam qualidade</strong> do jornalismo: Eles impulsionam a encontrabilidade de conteúdos excepcionais a longo prazo e são, portanto, parte integrante da nova esfera pública.

</p>

<p>Referências através de links e citações - em especial, incluindo aquelas feitas sem o consentimento ou mesmo a remuneração do autor - tornam a própria cultura do discurso social em rede possível em primeiro lugar. Eles estão espalhados por todos os meios dignos de proteção.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>9. A Internet É O Novo Meio Do Discurso Político</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_9_the_internet_is_the_new_venue_for_political_discourse_id50160291.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_9_the_internet_is_the_new_venue_for_political_discourse_id50160291.jpg" width="290" height="201" />

</p>

<p><strong>A democracia prospera na participação</strong> e liberdade de informação.

</p>

<p>Transferir a discussão política da mídia tradicional para a Internet e expandir-se nesse debate, envolver a participação ativa do público é uma das <a href="http://www.masternewmedia.org/online-journalism-new-skills-for-passionate-online-journalists-alan-murray//">novas tarefas do jornalismo</a>.

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>10. Hoje Liberdade De Imprensa Significa Liberdade De Opinião</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_10_today_s_freedom_of_the_press_means_freedom_of_opinion_id835284.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_10_today_s_freedom_of_the_press_means_freedom_of_opinion_id835284.jpg" width="210" height="295" />

</p>

<p><a href="http://www.iuscomp.org/gla/statutes/GG.htm#5">O artigo 5 º da Constituição alemã</a> não inclui direitos de proteção para as profissões tecnicas ou modelos de negócios tradicionais.

</p>

<p>A Internet substitui as fronteiras tecnológicas entre os amadores e profissionais. É por isso que o privilégio da liberdade de imprensa deve ser titular de qualquer pessoa que possa contribuir para o cumprimento dos deveres jornalísticos.

</p>

<p>Em termos qualitativos, nenhuma diferenciação deve ser feita entre <a href="http://www.masternewmedia.org/online-newspapers-best-content-publishing-strategy-free-or-paid/">jornalismo remunerado e não remunerado</a>, mas sim, entre o bom jornalismo e o mau jornalismo.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>11. Mais É Mais - Não Existe Informação Em Excesso</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_11_more_is_more_there_is_no_such_thing_as_too_much_information_id17749421.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_11_more_is_more_there_is_no_such_thing_as_too_much_information_id17749421.jpg" width="250" height="335" />

</p>

<p><strong>Há algum tempo, as instituições </strong>, a exemplo da Igreja como poder que tem prioridade sobre a consciência pessoal, advertiram sobre o perigo de uma inundação sem direção de informações quando a tipografia foi inventada.

</p>

<p>Por outro lado, foram os panfleteiros, enciclopedistas e jornalistas que revelaram que mais informação leva a uma maior liberdade, tanto para o indivíduo, bem como para a sociedade como um todo. Até hoje, nada mudou neste aspecto.

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>12. A Tradição Não É Um Modelo De Negócios</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_12_tradition_is_not_a_business_model_id6487741.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_12_tradition_is_not_a_business_model_id6487741.jpg" width="150" height="307" />

</p>

<p><strong>Pode-se ganhar dinheiro na internet</strong> com conteúdos jornalísticos. Há muitos exemplos disso já hoje. No entanto, devido ao caráter extremamente competitivo da Internet, modelos de negócio tem que ser adaptados à estrutura da rede. Ninguém deve tentar fugir desta adaptação essencial através da política - orientada para a preservação do <em>status quo</em>.

</p>

<p>O jornalismo precisa de concorrência aberta para as melhores soluções de refinanciamento na rede, junto com a coragem de investir na implementação destas soluções multifacetadas.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>13. Copyright É Um Direito Cívico Na Internet</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_13_copyright_becomes_a_civic_duty_on_the_internet_id35651591.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_13_copyright_becomes_a_civic_duty_on_the_internet_id35651591.jpg" width="171" height="354" />

</p>

<p><strong>Os direitos autorais</strong> são a base</strong> da organização da informação na Internet.

</p>

<p>Os cedentes de direitos devem decidir sobre o tipo e alcance da divulgação do seu conteúdo. Ao mesmo tempo, os direitos de autor não podem ser usados como uma alavanca para mecanismos obsoletos de abastecimento e excluir novos modelos de distribuição ou de regimes de licenciamento. Propriedade acarreta obrigações.

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>14. A Internet Tem Muitas Moedas</h2>

</p>

<p><br />
<img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_14_the_internet_has_many_currencies_id49132381.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_14_the_internet_has_many_currencies_id49132381.jpg" width="220" height="228" />

</p>

<p><strong>Serviços jornalísticos on-line</strong> financiados através de anúncios de conteúdo oferecem em troca um efeito de atração. O tempo de um leitor, espectador ou ouvinte é valioso. Na indústria do jornalismo, essa correlação foi sempre um dos princípios fundamentais de financiamento. Outras formas de refinanciamento que são jornalisticamente justificáveis necessitam ser criadas e testadas.

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>15. O Que É Da Rede Fica Na Rede</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_15_what_is_on_the_net_stays_on_the_net_id15064151.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_15_what_is_on_the_net_stays_on_the_net_id15064151.jpg" width="297" height="280" />

</p>

<p><strong>A Internet eleva o jornalismo</strong> a um novo nível qualitativo.

</p>

<p>Textos, sons e imagens online já não precisam ser transitórios. Eles permanecem recuperáveis, construindo assim um repositório de história contemporânea.

</p>

<p>O jornalismo deve tomar o desenvolvimento da informação, a sua interpretação e erros em conta, ou seja, deve admitir seus erros e corrigi-los de uma forma transparente.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>16. A Qualidade Continua Sendo A Qualidade Mais Importante</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_16_quality_remains_the_most_important_quality_id44240781.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_16_quality_remains_the_most_important_quality_id44240781.jpg" width="228" height="230" />

</p>

<p><strong>A Internet derruba tudo o que for inútil</strong> e serve apenas de peso morto. Apenas o que é crível e excepcional vai ganhar uma sequência constante no longo prazo.

</p>

<p>As demandas dos usuários tem aumentado. O jornalismo deve cumpri-las e respeitar seus próprios princípios freqüentemente formulados.

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>17. Todos Por Todos</h2>

</p>

<p><img alt="the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_17_all_for_all_id14909251.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/the_one_minute_journalist_guide_to_understanding_the_internet_17_all_for_all_id14909251.jpg" width="450" height="182" />

</p>

<p><strong>A web constitui uma infra-estrutura</strong> para o intercâmbio social superior àquela da mídia de massa do século 20: Em caso de dúvida, a "<em>geração Wikipedia</em>" é capaz de <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2008/08/21/how_to_evaluate_a_web/index.htm">avaliar a credibilidade de uma fonte</a> de notícias, monitorar a sua fonte original, pesquisá-la, verificá-la e avaliá-la sozinha ou como parte de um esforço em grupo. Jornalistas que desprezem esta característica e não estiverem dispostos a respeitar essas habilidades não são levados a sério por estes usuários de Internet. E com razão.

</p>

<p>A Internet torna possível se comunicar diretamente com aqueles outrora conhecido como receptores - leitores, ouvintes e telespectadores - e para usufruir do seu conhecimento. A procura agora não é por jornalistas que saibam tudo, mas aqueles que se comunicam e investigam.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<span class="photocredit">Crédito das fotos:</span><br />
<span class="photocredit">1. A Internet É Diferente - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/andresr">Andres Rodriguez</a></span><br />
<span class="photocredit">2. A Internet É Um Império De Mídia De Bolso - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/flashon">Flashon</a></span><br />
<span class="photocredit">3. A Internet É A Nossa Sociedade É A Internet - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/iqoncept">Chris Lamphear</a></span><br />
<span class="photocredit">4. A Liberdade Da Internet É Inviolável - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/endrille">Endrille</a></span><br />
<span class="photocredit">5. A Internet É A Victória Da Informação - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/saporob">Saporob</a></span><br />
<span class="photocredit">6. A Internet Melhora O Jornalismo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/vacuum3d">Vacuum3d</a></span><br />
<span class="photocredit">7. A Rede Requer Networking - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/scanrail">Oleksiy Mark</a></span><br />
<span class="photocredit">8. Links Compensam, Menções Enfeitam - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/orla">Orla</a></span><br />
<span class="photocredit">9. A Internet É O Novo Meio Para O Discurso Político - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Mishchenko">Mikhail Mishchenko</a></span><br />
<span class="photocredit">10. Hoje Liberdade De Imprensa Significa Liberdade De Opinião - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/vacuum3d">Vacuum3d</a></span><br />
<span class="photocredit">11. Mais É Mais - Não Existe Informação Em Excesso - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/westo">Sergiy Parkhomenko</a></span><br />
<span class="photocredit">12. A Tradição Não É Um Modelo De Negócios - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Taiga">Taiga</a></span><br />
<span class="photocredit">13. Copyright É Um Direito Cívico Na Internet - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/ika767">Ivan Ilijas</a></span><br />
<span class="photocredit">14. A Internet Tem Muitas Moedas - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/viviamo">Vivian Seefeld</a></span><br />
<span class="photocredit">15. O Que É Da Rede Fica Na Rede - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/clix">Clix</a></span><br />
<span class="photocredit">16. A Qualidade Continua Sendo A Qualidade Mais Importante - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Lub4yk">Liubomyr Feshchyn</a></span><br />
<span class="photocredit">17. Todos Por Todos - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/IreneK">IreneK</a></span><br />


</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Acesso à Informação]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Markus Beckedahl, Mercedes Bunz...]]></dc:creator>
<dc:date>2010-02-25T08:52:49+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/27/modelos_de_negocios_online_e_a_industria.htm">

<title><![CDATA[Modelos de Negócios Online E A Indústria Jornalística: Jeff Jarvis Explica Por Que Os Jornais Estão Fadados Ao Fracasso. Rápido]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/27/modelos_de_negocios_online_e_a_industria.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
<strong>A rachadura no ovo na indústria dos jornais</strong> é muito profunda. A previsão de que os jornais estão fadados ao fracasso já não é uma hipótese. O modelo de negócios de distribuição em massa baseado na escassez e de perspectiva sobe-desce, adotado até agora pela indústria de jornais, não tem mais expectativas de sobreviver ou prolongar sua agonia no novo mercado de distribuição de conteúdos digitais.

</p>

<p><img alt="Newspaper_industry_and_business_model_jeff_jarvis_size485_c.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Newspaper_industry_and_business_model_jeff_jarvis_size485_c.jpg" width="484" height="451" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto: Bruce Parrott</span>

</p>

<p><strong>O  jornalista independente pioneiro</strong> <a href="http://www.buzzmachine.com/about-me/">Jeff Jarvis</a>, se dirige, em uma hipotética nota à <a href="http://www.naa.org/">Newspaper Association of America</a>, aos executivos de jornais e suas grandes responsabilidades em determinar o triste estado no qual essa indústria se encontra no momento.

</p>

<p>Seus principais erros estratégicos foram:

</p>

<ul><li><strong>Falhar em reorganizar-se</strong> e adaptar-se às mudanças da economia midiática.</li>

<p><li><strong>Confiar em ineficientes</strong> plataformas de publicidade por muito tempo.</li>

</p>

<p><li><strong>Culpar os buscadores</strong> e indexadores de notícias por "<em>roubar</em>" conteúdo e não oferecer nada em troca.</li>

</p>

<p><li><strong>Falhar em alcançar</strong> e conquistar as novas gerações, perdendo o público futuro.</li></ul>

</p>

<p>Mas, tem mais.

</p>

<p><strong>Para ver tudo que Jeff Jarvis</strong> disse à NAA, continue lendo:<br />
<!-- FA --><br />
<!-- google_ad_section_end -->

</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>O Discurso Que A NAA Deveria Escutar</h2>

</p>

<p><em>por Jeff Jarvis</em>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Introducão</h2>

</p>

<p><strong>A</strong> <a href="http://www.naa.org/">Newspaper Association of America</a> se reuniu recentemente em San Diego e eles falaram em coro com <a href="http://www.zdnetasia.com/news/internet/0,39044908,62052923,00.htm">raiva</a>, <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/04/06/AR2009040603020.html">um fogo hipócrita</a>  e enxofre sobre sua própria situação. 

</p>

<p><br />
Recentemente, o CEO do Google <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Eric_E._Schmidt">Eric Schmidt</a> lhes dirigiu a palavra de maneira bem educada porque é assim que ele é e porque havia algumas centenas de  editores já velhos, com espingardas apontando para o seu coração. Eles precisavam ouvir uma nova mensagem, uma dura mensagem de alguém de fora. Este é o discurso que acho que eles deveriam ouvir:

</p>

<p>Vocês estragaram tudo.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Antecipar As Mudanças</h2>

</p>

<p><img alt="Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_anticipate_changes_id12747721.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_anticipate_changes_id12747721.jpg" width="233" height="349" />

</p>

<p><strong>Vocês tiveram 20 anos</strong> desde o começo da web, 15 anos desde a criação do navegador comercial e da <a href="http://www.craigslist.org/about/sites">craigslist</a>, uma década desde o nascimento dos blogs e do Google para entenderem as <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/04/07/the-speech-the-naa-should-hear/www.shirky.com/weblog/2009/03/newspapers-and-thinking-the-unthinkable/">mudanças na economia midiática</a> e os novos comportamentos da próxima geração dos - <a href="http://www.buzzmachine.com/archives/2005_04_13.html#009456">como o </a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rupert_Murdoch">Mr. Murdoch</a> os chamam - os nativos da rede. 

</p>

<p>Tiveram todo esse tempo para reinventar seus produtos, serviços e organizações para esse novo mundo, para tirarem vantagem das novas oportunidades e eficiências, para reciclarem não apenas seus funcionários, mas seus leitores e anunciantes,  para usar o poder de seus megafones enquanto tinham tempo para construir o que viria depois. Mas, não fizeram isso.

</p>

<p>Vocês estragaram tudo. E agora estão com raiva.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Uma Nova Realidade De Negócios</h2>

</p>

<p><img alt="Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_new_id436172.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_new_id436172.jpg" width="242" height="365" />

</p>

<p><strong>Bem, senhores</strong> -isso é tudo o que basicamente vejo diante de mim: homens brancos, velhos e raivosos - vocês não tem direito a terem raiva. Ao contrário, vocês são os próprios objetos da raiva. 

</p>

<p>O público é que deveria estar com raiva pela liderança ruim que vocês exerceram sobre a imprensa e seu serviço para a sociedade. Seus jornalistas estão com raiva de vocês pelos empregos que eles estão perdendo. Seus impressores e motoristas e agentes de anúncios estão com raiva de vocês pelo mesmo motivo (e com os jornalistas por dar atenção apenas às suas promessas). Seus anunciantes também ficaram com raiva por vocês usarem seu poder de monopólio para sobrecarregá-los e fornecer plataformas ineficientes e serviço ruim por tanto tempo. Mas, eles não estão mais com raiva porque lhes trocaram por veículos de melhor publicidade e melhores preços, dentro deste competitivo mercado.

</p>

<p><strong>Mas são vocês que</strong> estão agindo com raiva.

</p>

<p>Recentemente, vocês fizeram um ataque <a href="http://www.nytimes.com/2009/04/07/business/media/07paper.html?_r=1&ref=business"></a> ao Google e aos indexadores de notícias. Como eles ousam linkar a vocês e não lhes pagar por isso? Ah, como quero que Eric Schmidt diga a vocês que o seu desejo de não serem mais indexados pelo Google seja realizado . 

</p>

<p><strong>Cuidado com o que desejam</strong>. Vocês perderiam <a href="http://blog.newscred.com/?p=182">um terço do seu tráfego</a> do dia para a noite. Se outros indexadores (trabalho com <a href="http://www.daylife.com/">um</a>) e blogueiros (eu sou <a href="http://www.buzzmachine.com/">um</a>) e o <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/rede_social/social-media/social-networking-guia-de-iniciacao-a-rede-social-facebook-20070703.htm">Facebook</a> decidissem todos seguir a essa determinação, vocês perderiam metade do tráfego. Na maioria de seus sites, apenas 20 por cento da audiência diária chega à página inicial e vê sua cuidadosa embalagem; por outro lado, 4 de cada 5 leitores vem através de buscas e links. 

</p>

<p>Na economia do link - ao contrário da economia de conteúdo que vocês fazem - o Google e os indexadores e os blogueiros estão agregando valor a vocês ; eles são quem deveria cobrar pelo valor que trazem. Vocês deveriam é se levantar agora e dar um muito obrigado ao Sr. Schmidt por ele não estar cobrando vocês. Mas vocês não vão, porque se recusaram a entender essa nova realidade de negócios.

</p>

<p>Vocês arruinaram tudo.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Perdendo As Gerações Futuras</h2>

</p>

<p><img alt="Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_young_generations_id29893451.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_young_generations_id29893451.jpg" width="363" height="256" />

</p>

<p><strong>O mal-humor de vocês com o Google</strong> nem alcança o maior problema que vocês tem: a vasta maioria do público que nunca chega aos seus sites, os jovens que nunca vão ler seus jornais. 

</p>

<p>Vocês todos se lembram de um <a href="http://www.nytimes.com/2008/03/27/us/politics/27voters.html?_r=2&ref=todayspaper&oref=slogin&oref=slogin">comentário de uma universitária no The New York Times</a> há um ano, que os fez perder o sono. Vamos repetir juntos: “<em>Se as notícias tem tanta importância assim, que me encontrem.</em>” O que vocês estão fazendo para levar suas notícias até ela? Ainda esperam que ela vá até vocês - ao seu site ou a banca de jornais - só por causa do magnetismo de sua velha marca. Mas ela não irá e vocês sabem disso. 

</p>

<p><strong>Vocês perderam uma geração inteira</strong>. Vocês perderam o futuro da notícia.

</p>

<p>Vocês estragaram tudo.

</p>

<p>

</p>

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</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Lances Desesperados</h2>

</p>

<p><img alt="Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_desperate_moves_id490839.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_desperate_moves_id490839.jpg" width="366" height="183" />

</p>

<p><strong>Vocês tiveram uma geração</strong> para reinventar o negócio, mas fizeram pouco demais. Por todos os meios, me incluo nessa acusação porque eu vivi minha carreira toda na nossa indústria: Culpado. Eu não coloquei os alarmes na altura suficiente (já parecia que eles estavam na altura certa) ou fiz as mudanças suficientes (nem próximo disso). Arruinei tudo também. Nenhuma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ave_Maria">Ave Maria</a> de última hora vai resolver nossos erros. 

</p>

<p>Não ter tirado vantagem das últimas duas décadas para reinventar o negócio das notícias é algo que não será corrigido em dois meses, e os credores virão as suas portas.  Esse será o seu pior suplício: viver das dívidas, esperando que se ordenhe a vaca no futuro. A doença da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cash_cow">vaca leiteira</a>, isso é o que muitos de vocês tiveram. 

</p>

<p><strong>Outros lances desesperados</strong>: de repente imaginar que pode-se resolver tudo se escondendo atrás do muro (para culpar o Google e seus bilhões de leitores!) e nos cobrar, porque vocês acham que “<em>deveríamos</em>” pagar. Desde quando um plano de negócios é construído em cima de um "<em>deveria?</em>” Não vi até agora uma única <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demonstra%C3%A7%C3%A3o_do_resultado_do_exerc%C3%ADcio">demonstração de resultados</a> sensata que justifique esse sonho de vocês. Se algum de vocês tem uma, fiquem de pé e nos digam agora... É o que pensei. 

</p>

<p><strong>Outros lances desesperados</strong>: fantasias com cavaleiros brancos vindos de fundações comprando seus produtos e permitindo que fiquem do jeito que estão. Subsídios do governo (precisa falar do perigo disso?)… migrar para organizações sem fins lucrativos, como se isso de repente tirasse a necessidade de sustentar o negócio… pensamentos desorientados, arrogantes, de que o Google ou empresas que operam a cabo lhes devem dinheiro, como se tivessem um direito divino ao lucro e aos clientes perdidos... Não, nada disso vai salvar os seus jornais, e pelo menos no seu subconsciente, vocês sabem disso.

</p>

<p>Vocês estragaram tudo.

</p>

<p>

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<p>

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<p>

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<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Possíveis Soluções?</h2>

</p>

<p><img alt="Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_possible_solutions_id29387441.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Newspaper_industry_and_business_models_jeff_jarvis_possible_solutions_id29387441.jpg" width="172" height="314" />

</p>

<p><strong>Então, o que vocês podem fazer?</strong> Até dois anos, ou mesmo um ano atrás, eu teria dito que ainda havia tempo para vocês construírem as redes, frameworks e plataformas que dariam suporte ao ecossistema de notícias que ainda virá. 

</p>

<ul><li><strong>Eu teria dito</strong> que vocês poderiam colocar seus empregados para assumirem novas responsabilidades: organizar e sustentar esse ecossistema, curando o melhor, treinando as pessoas para serem as melhores.</li>

<p><li><strong>Eu teria lhes aconselhado</strong> a oferecer aos seus empregados a oportunidade de se juntarem a esse ecossistema, colocando-os no negócio.</li>

</p>

<p><li><strong>Eu lhes teria dito</strong> que tirassem proveito das eficiências que a web traz (faça o que você faz melhor, linke os demais, como eu costumava dizer).</li>

</p>

<p><li><strong>Eu teria argumentado</strong> que precisamos inventar novas formas de marketing para ajudar toda uma população de negociantes antes conhecidos como anunciantes.</li></ul>

</p>

<p><a href="http://www.buzzmachine.com/tag/newspapers/">Eu disse isso</a>. Mas a crise financeira apenas acelerou sua queda. Ela não causou a queda, apenas acelerou. Então, para muitos de vocês, não há o que fazer. É simplesmente tarde demais. 

</p>

<p><strong>A melhor coisa que alguns de vocês</strong> podem fazer é sair do caminho e deixar lugar para a próxima geração de nativos da rede que entendem essa nova economia e sociedade e que se importam com as notícias e em reinventá-las, construindo o que vem depois de vocês, desde o chão. Existem imensas oportunidades aí, para eles.

</p>

<p>Vocês destruiram tudo.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<strong>MAIS TARDE</strong>: Quando Eric Schmidt começou seu discurso na NAA, <a href="http://www.paidcontent.org/entry/419-googles-schmidt-talks-to-newspaper-publishers/">como dito por Staci Kramer, da PaidContent</a>, ele contou em tom irônico o fato de a<a href="http://www.ap.org/">AP</a> estar perseguindo o Google que tem “<em>um contrato multimilionário com a Associated Press, não apenas para distribuir seu conteúdo, mas também para hospedá-la em nossos servidores.</em>.” E culpou os editores:

</p>

<blockquote><em><strong>Mas Schmidt foi ainda mais duro</strong> no que se refere à propriedade intelectual e seu uso justo: “Sob a nossa perspectiva, vemos isso de forma bastante completa e há sempre uma tensão sobre o uso justo do conteúdo... Eu os encorajo a pensar em termos do que seu leitor quer. Em última análise, isso é um negócio para os consumidores e se você aborrecê-los o bastante, não terá mais nenhum.”</em></blockquote>

<p><strong>OK, aborrecer clientes</strong> não é um modelo de negócios. <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/04/05/screw-us-lose-us/">Não mais</a>. 

</p>

<p><br /><br /><br />
<strong>Sobre o autor</strong>

</p>

<p><img alt="jeffjarvis_thumbnail.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/jeffjarvis_thumbnail.jpg" width="130" height="158" />

</p>

<p><span class="photocredit"><a href="http://www.buzzmachine.com/about-me/">Jeff Jarvis</a> bloga sobre a mídia e notícias no <a href="http://www.buzzmachine.com/">Buzzmachine</a>. Ele é professor associado e diretor do programa de jornalismo interativo na nova Graduate School of Journalism, da City University of New York. É editor consultor e parceiro da <a href="http://www.daylife.com/">Daylife</a>, um empreendimento de notícias. Escreve uma nova coluna sobre mídia para o <a href="http://www.guardian.co.uk/">The Guardian</a> e é responsável pelo seu <a href="http://www.guardian.co.uk/mediatalkusa">podcast Media Talk US</a>. Ele também é consultor para empresas midiáticas.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<span class="photocredit">Créditos das fotos:</span><br />
<span class="photocredit">Antecipar As Mudanças - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/hjalmeida">Helder Almeida</a></span><br />
<span class="photocredit">Uma Nova Realidade De Negócios - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Editorial">Editorial</a></span><br />
<span class="photocredit">Perdendo As Gerações Futuras - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Picsfive">Picsfive</a></span><br />
<span class="photocredit">Lances Desesperados- <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/hkratky">Herbert Kratky</a></span><br />
<span class="photocredit">Possíveis Soluções? - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/N_Sorokin">Nikolai Sorokin</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Entrega e Distribuição de Conteúdos]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Jeff Jarvis]]></dc:creator>
<dc:date>2009-04-27T08:38:01+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/20/como_blogar_anonimamente_e_manter_o_controle.htm">

<title><![CDATA[Como Blogar Anonimamente E Manter O Controle Da Sua Privacidade Pessoal - Guia]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/20/como_blogar_anonimamente_e_manter_o_controle.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
<strong>Se você tem vontade de abordar temas delicados</strong> no seu blog, ou apenas manter leitores indesejados longe do seu conteúdo, aqui estão algumas orientações específicas de <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2005/04/09/how_to_blog_anonymously.htm">como blogar anonimamente</a> ao mesmo tempo em que mantém um controle maior da sua privacidade pessoal.

</p>

<p><img alt="How_to_blog_anonimously_id_size485.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/How_to_blog_anonimously_id_size485.jpg" width="485" height="396" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto: Slobodan Vasic</span>

</p>

<p><strong>Enquanto</strong> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Whistleblower">blogueiros</a> delatam acontecimentos geralmente ignorados pela grande mídia, cada vez mais são demitidos pelo que escrevem em seus blogs.

</p>

<p>Como você faz, então, sob tais circustâncias, para proteger o seu conteúdo contra exploradores curiosos demais ao mesmo tempo em que o deixa acessível para apenas alguns selecionados leitores?

</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/privacidade_e_seguran%C3%A7a/anonimato/como-surfar-anonimamente-na-net-mini-guia-20070609.htm">Esconder o seu IP</a>, <a href="http://www.masternewmedia.org/anonymous_web/anonymous_blogging_approaches/anonymous_blogging_guide_EFF_20051007.htm">blogar anonimamente</a>, <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/08/15/online_privacy_how_to_hide.htm">evitar indexação no Google</a> como o diabo foge da cruz. Manter as suas defesas de privacidade em módulo máximo não requer mais que você seja um geek.

</p>

<p><strong>Para blogar anonimamente</strong> e manter leitores indesejados afastados das suas opiniões mais sinceras, lance mão de algumas destas simples medidas de privacidade.

</p>

<p><br />
<!-- FA --><br />
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</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Como Blogar De Maneira Segura (Sobre Temas Relacionados Ao Trabalho Ou Qualquer Outra Coisa)</h2>

</p>

<p><em>por Electronic Frontier Foundation</em>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Introdução</h2>

</p>

<p><strong>Os blogs são como ligações telefônicas</strong> misturadas com jornais. São a ferramenta perfeita para compartilhar a sua receita favorita de mousse de chocolate com os seus amigos - ou para sustentar os pilares básicos da democracia, informado aos leitores que um governo corrupto anda fazendo pagamentos ao seu chefe.

</p>

<p>Quando você <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/publicacao_independente/publicacao-blogues/blogging-guia-de-inicicao-para-publicacao-de-blogues-20071122.htm">bloga</a>, não há qualquer garantia de que vá conseguir atrair milhares de leitores. Mas, pelo menos, alguns leitores certamente encontrarão o seu blog e estas podem ser as pessoas que você menos espera que o façam. A lista inclui empregadores atuais ou em potencial, colegas de trabalho, seus vizinhos, seu cônjuge ou parceiro, sua família e qualquer outra pessoa curiosa o suficiente para digitar o seu nome, endereço de e-mail ou nome digital no Google ou no <a href="http://www.feedster.com/">Feedster</a> e clicar em alguns links que surgirão.

</p>

<p><strong>A questão é que qualquer um</strong> pode acabar encontrando o seu blog, se a sua identidade verdadeira estiver ligada a ele de alguma forma. E isso pode trazer consequências.

</p>

<p>Os parentes podem ficar chocados ou chateados ao lerem as suas opiniões sem censura. Um chefe em potencial pode pensar duas vezes antes de te contratar. Mas, estas preocupações não devem impedir que você escreva. Pelo contrário, devem servir de inspiração para manter o seu blog de forma privada ou acessível apenas para algumas pessoas em quem confia.

</p>

<p><strong>Aqui</strong> a <a href="http://www.eff.org/">EFF</a> <strong>oferece</strong> algumas medidas para te ajudar a manter o controle sobre a sua privacidade pessoal para que possa se expressar sem ter que enfrentar retaliações injustas.

</p>

<p>Se seguidas corretamente, tais providências podem impedir que você passe por constrangimentos diante de seus amigos e colegas de trabalho.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Blogue Anonimamente</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_blogging_id29154411.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_blogging_id29154411.jpg" width="222" height="284" />

</p>

<p><strong>A melhor forma de blogar</strong> e conseguir preservar um pouco a sua privacidade é <a href="http://www.masternewmedia.org/anonymous_web/anonymous_blogging_approaches/anonymous_blogging_guide_EFF_20051007.htm">fazê-lo de forma anônima</a>. Mas ficar anônimo não é tão simples quanto parece.

</p>

<p>Suponhamos que você queira <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/03/25/crie_um_blog_melhores_servicos_gratuitos_de.htm">começar um blog</a> sobre o péssimo ambiente em que trabalha, mas não quer correr o risco de que o seu chefe ou colegas descubram que está escrevendo sobre eles. Você poderia considerar uma forma de <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2005/04/09/how_to_blog_anonymously.htm">tornar anônimo</a> cada detalhe possível da situação. E também deve lançar mão das várias tecnologias que dificultam associar o blog a sua pessoa.

</p>

<blockquote><br />
<h2>1. Use um Pseudônimo e Não Revele Detalhes Sobre a sua Identidade</h2>

<p><img alt="How_to_blog_anonimously_pseudonym_id6852301.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/How_to_blog_anonimously_pseudonym_id6852301.jpg" width="227" height="267" />

</p>

<p><strong>Ao escrever sobre</strong> o seu trabalho, certifique-se de não revelar detalhes. Isso inclui fatos como a sua localidade, número de empregados, e com que tipo de negócio você trabalha.

</p>

<p>Até mesmo os detalhes mais gerais podem ser reveladores. Se, por exemplo, você escrever, "<em>eu trabalho em um jornal semanal que não tem nome em São Paulo,</em>" fica claro que você trabalha em um de dois lugares. Portanto, fique atento. Em vez disso, você pode dizer que trabalha em uma agência de mídia de uma cidade de médio porte.

</p>

<p><strong>Não use nomes reais, obviamente,</strong> nem publique fotos suas. E não use pseudônimos que se parecem com os nomes que eles tentam camuflar - por isso, por exemplo, não use "<em>Annalee</em>" para esconder "<em>Leanne.</em>" 

</p>

<p>E lembre-se que quase qualquer tipo de informação pessoal pode entregar a sua identidade - pode ser que você seja a única pessoa no trabalho que faça aniversário em um determinado dia ou que tenha um gato persa.

</p>

<p>Além disso, se você não quiser que seus colegas de trabalho descubram o seu blog, não blogue no trabalho. Ponto. Você pode entrar em confusão por usar os recursos da empresa, como a conexão de internet, para manter um blog, e não será fácil argumentar que o blog tem a ver com os interesses dela. Também será muito mais difícil esconder o blog dos colegas do escritório ou dos operadores de TI responsáveis pelos acessos à internet do local de trabalho.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>2. Use Tecnologias Que Propiciam o Anonimato</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_anonimyzing_technology_id35739271.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_anonimyzing_technology_id35739271.jpg" width="342" height="186" />

</p>

<p><strong>Existem várias</strong> soluções técnicas para quem deseja blogar <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/privacidade_e_seguranca/ip/como-esconder-o-seu-endereco-ip-navegue-anonimo-20070310.htm">anonimamente</a>.

</p>

<p>O <a href="http://www.invisiblog.com">Invisiblog.com</a> é um serviço que oferece hospedagem para blogs anônimos de graça. É possível criar um blog usando nomes fictícios. Nem mesmo o pessoal responsável pelo serviço terá acesso ao seu nome.

</p>

<p>Se você não quiser que <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/03/25/crie_um_blog_melhores_servicos_gratuitos_de.htm">o serviço de hospedagem do seu blog</a> tenha acesso ao seu endereço de IP único e, dessa forma, monitore o computador do qual você está blogando, pode usar a rede anônima <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2005/04/15/anonymous_internet_browsing_can_increase.htm">Tor</a> para editar o seu blog. 

</p>

<p>A Tor rastreia o seu tráfego através do que se chama de "<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Overlay_network">redes de sobreposição</a></em>" que <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2004/02/29/anonymous_surfing_how_to_hide.htm">escondem o seu IP</a>. Mais importante ainda, o serviço dificulta o rastreamento dos caminhos deixados pelos dados que remetem a você.

</p>

<p>Para quem quiser um serviço compatível com o usuário, o <a href="http://www.anonymizer.com">Anonymizer.com</a> oferece um produto chamado "<em><a href="http://www.anonymizer.com/consumer/products/anonymous_surfing/">Anonymous Surfing</a>,</em>" que mapeia o tráfego do seu blog através de um servidor anônimo e pode esconder o seu IP dos serviços que o hospedam.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>3. Use Servidores com Pings</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_ping_id29229171.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_ping_id29229171.jpg" width="271" height="229" />

</p>

<p><strong>Se você quer proteger</strong> a sua privacidade e espalhar as suas notícias rapidamente, use servidores com pings para divulgarem o seu blog por você.

</p>

<p>O <a href="http://www.pingomatic.com">Pingomatic</a> é uma ferramenta que permite fazer isso através da divulgação de várias notícias de uma vez só, enquanto te mantém anônimo. O programa enviará uma mensagem (um "<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ping_(blogging)">ping</a></em>") sobre o seu novo artigo para vários buscadores de blogs, como o <a href="http://www.feedster.com">Feedster</a> e o <a href="http://www.technorati.com">Technorati</a>. Uma vez listado o seu artigo (o que geralmente demora alguns minutos), você pode deletá-lo. Dessa forma, as notícias se espalham rapidamente e a fonte se apaga em meia hora.  Isso protege o autor, assim como garante que o artigo alcance as pessoas rapidamente.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>4. Limite o Seu Público</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_limit_audience_id184705.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_limit_audience_id184705.jpg" width="246" height="247" />

</p>

<p><strong>Muitos</strong> <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/03/25/crie_um_blog_melhores_servicos_gratuitos_de.htm">serviços de blogagem</a>, incluindo o <a href="http://www.livejournal.com/">LiveJournal</a>, permitem que você configure posts individuais ou até mesmo o seu blog inteiro para ficar disponível apenas para aqueles que tenham a senha ou pessoas que você classificou como amigos.

</p>

<p>Se o objetivo do seu blog é comunicar-se com os amigos e a família, e você quiser evitar qualquer dano colateral a sua privacidade, pense em usar essa funcionalidade. Se você hospeda o próprio blog, também pode configurá-lo para que seja protegido por uma senha, ou que fique visível apenas às pessoas que o acessam de determinados computadores.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>5. Não Apareça no Google</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_google_not_found.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_google_not_found.jpg" width="365" height="122" />

</p>

<p><strong>Se quiser excluir</strong> a maior parte dos buscadores como o Google para que não incluam o seu blog nas pesquisas, pode criar um arquivo especial que informa a estes serviços para ignorar o seu domínio. O arquivo é chamado <a href="http://www.robotstxt.org/robotstxt.html">robots.txt ou Robots Text File</a>. Também é possível usá-lo para impedir que os buscadores tenham acesso a algumas partes do seu blog.

</p>

<p>Se você não souber como se faz, pode usar a ferramenta "<em>Robots Text File Generator</em>" de graça na Web Tool Central (Atualização: o recurso indicado ainda não está disponível, tente este <a href="http://www.hypergurl.com/generators/robotgenerator.html">serviço gratuito do Hypergurl.com</a> no lugar). No entanto, vale a pena lembrar que buscadores como o Google podem escolher ignorar o arquivo robots.txt, tornando fácil encontrar o seu blog dessa forma.

</p>

<p><strong>Existem muitas ferramentas</strong> e truques para <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/08/15/online_privacy_how_to_hide.htm">tornar o seu blog mais anônimo nas pesquisas</a>, sem ter que lançar mão do robots.txt.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>6. Registre o Nome do seu Domínio Anonimamente</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_register_id22242621.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_register_id22242621.jpg" width="325" height="191" />

</p>

<p><strong>Mesmo que você não informe</strong> o seu nome verdadeiro ou dados pessoais no blog, as pessoas podem procurar por registros do tipo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/WHOIS">WHOIS</a> procurando pelo seu domínio e descobrir quem você é. Se não quer que consigam fazer isso, leve em consideração registrar o seu domínio de forma anônima.

</p>

<p>O <a href="http://www.onlinepolicy.org/">The Online Policy Group (OPG)</a> oferece domínios de proteção à privacidade no <a href="https://www.onlinepolicy.org/forms/opg-domain-create.shtml">https://www.onlinepolicy.org/forms/opg-domain-create.shtml</a></blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Blogue Sem Ser Demitido</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_fired_id777534.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_fired_id777534.jpg" width="292" height="239" />

</p>

<p><strong>Vários blogueiros</strong> descobriram recentemente que o ato de blogar pode levar ao desemprego. Algumas estimativas dão conta de que dezenas de pessoas já foram demitidas por blogar e os números só aumentam a cada dia.

</p>

<p>A má notícia é que, em muitos casos, não há meios legais de retomar o seu emprego se for despedido por blogar. 

</p>

<p>Ainda que o seu direito de dizer o que pensa esteja protegido pela constituição, essa proteção não te resguarda das consequências do que você possa dizer.

</p>

<p><strong>A constituição do país protege</strong> o direito de o discurso ser proferido, mas não regulamenta o que as partes privadas (como os empregadores) podem fazer. Por exemplo, em alguns estados dos EUA, como a Califórnia, empregadores podem demitir funcionários o tempo todo, sem qualquer aviso prévio. E nenhum estado tem leis que protejam os blogueiros especificamente contra discriminação no emprego ou algo assim.

</p>

<p>Uma forma de assegurar que o seu blog não o mande para o olho da rua é escrever sobre tópicos protegidos. Alguns estados (naquele país) tem leis que protegem quem fala abertamente sobre as políticas da empresa fora dela. Informe-se antes, pois tais leis variam muito de estado para estado.

</p>

<p><br />
<blockquote><br /><br />
<h2>1. Opiniões Políticas</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_political_opinions_id129092.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_political_opinions_id129092.jpg" width="316" height="199" />

</p>

<p><strong>Muitos estados</strong>, incluindo a California, tem seções em seus <a href="http://www.leginfo.ca.gov/cgi-bin/calawquery?codesection=lab&codebody=">Códigos de Trabalho</a> que proíbem os empregadores de aplicar leis em cima das atividades e afiliações políticas de seus funcionários, com ameaças de demissões.

</p>

<p>Se você blogar sobre a afiliação de um determinado partido e o seu chefe te despedir por isso, pode muito bem abrir um processo contra ele.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>2. Sindicalizando-se</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_anonymous_blogging_id30943861.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_anonymous_blogging_id30943861.jpg" width="306" height="222" />

</p>

<p><strong>Em muitos estados</strong>, falar ou escrever sobre sindicalizar a mão de obra são práticas fortemente protegidas por lei, portanto, em muitos casos, blogar sobre o tema não trará problemas. Além disso, se você fizer parte de um sindicato, é possível que o seu contrato tenha sido negociado de forma a permitir a blogagem.

</p>

<p>Alguns estados protegem o discurso "<em>em acordo</em>" sobre o local de trabalho, o que significa que, se duas ou mais pessoas começarem um blog discutindo sobre as condições de trabalho, esta atividade pode estar protegida pelas leis locais.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>3. Fazendo Denúncias</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_whistleblowers_id11442091.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_whistleblowers_id11442091.jpg" width="257" height="216" />

</p>

<p><strong>Geralmente há escudos legais</strong> que protegem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Whistleblower">delatores</a> - pessoas que expõem as atividades nocivas de seus empregadores visando o bem público.

</p>

<p>No entanto, muitas pessoas pensam de forma equivocada que, ao delatar irregularidades (sobre, digamos, abusos referentes à emissão de tóxicos) ou atividades ilegais dos empregadores em um blog, estarão a salvo. Não é o caso.. 

</p>

<p><strong>É preciso informar</strong> o problema às autoridades legais primeiro. Você também pode reclamar com o gerente da sua empresa. Mas, notifique a uma autoridade primeiro sobre o que está irregular no seu trabalho e depois, escreva sobre o assunto em seu blog.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>4. Falando do seu Trabalho no Governo</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_government_id842946.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_government_id842946.jpg" width="217" height="247" />

</p>

<p><strong>Quando se trabalha para o governo</strong>, nos Estados Unidos, por exemplo, blogar sobre o que acontece no escritório é protegido pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeira_emenda_da_constitui%C3%A7%C3%A3o_dos_Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica">Primeira Emenda</a>. Também é de interesse público saber o que está acontecendo no local de trabalho, já que os cidadãos pagam seus impostos. Obviamente, você não deve publicar informações sigilosas ou pessoais.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>5. Atividades Legais Fora do Serviço</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_off-duty_id537770.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_off-duty_id537770.jpg" width="324" height="216" />

</p>

<p><strong>Alguns estados daquele país tem leis</strong> que podem proteger um empregado ou a blogagem fora do serviço, especialmente se o empregador não tiver qualquer política restritiva sobre atividades consumidas fora do local de trabalho.

</p>

<p>Por exemplo, a Califórnia tem uma lei que protege os empregados de "<em>demoção, suspensão, ou demissão do emprego por atividades legais ocorridas fora dos horários de trabalho ou alheias às premissas do empregador.</em>" Tais leis ainda não foram testadas dentro do contexto da blogagem. 

</p>

<p><strong>Se você for punido</strong> por blogar fora do horário de serviço, deve contatar um advogado trabalhista para cuidar dos seus direitos.</blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Blogue Sem Medo</h2>

</p>

<p><img alt="how_to_blog_anonimously_without_fear_id25193621.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how_to_blog_anonimously_without_fear_id25193621.jpg" width="260" height="200" />

</p>

<p><strong>Os blogs andam recebendo muita atenção</strong> hoje em dia. Já não dá para pensar que as pessoas do seu mundo offline não encontrarão o seu blog. 

</p>

<p>Novas <a href="http://www.masternewmedia.org/how-to-embed-and-display-rss-feeds-on-any-web-page-best-rss-to-html-publishing-tools/">ferramentas e serviços RSS</a> fazem com que seja mais fácil ainda <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/01/26/newsmastering_e_radares_de_noticias_como_agregar.htm">encontrar e agregar os artigos de um blog</a>. 

</p>

<p><strong>Contanto que você blogue de maneira anônima</strong> e de uma forma segura para o seu trabalho, o que disser no mundo online certamente não trará problemas para você.

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Recursos Adicionais Sobre Como Blogar Anonimamente</h2>

</p>

<ul><li><a href="http://news.cnet.com/FAQ-Blogging-on-the-job/2100-1030_3-5597010.html?tag=nefd.ac">O guia CNET's de como blogar no trabalho</a></li>

<p><li><a href="http://tor.eff.org/overview.html">Como o Tor funciona</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://www.anonymizer.com/anonymizer2005/1.5/">Como surfar anonimamente pelo Anonymizer</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://morphemetales.blogspot.com/2004/12/statistics-on-fired-bloggers.html">Uma lista de blogueiros demitidos</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://rights.journalspace.com/">O blog dos direitos dos blogueiros</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://cyber.law.harvard.edu/globalvoices/?p=125">Um guia técnico de como blogar anonimamente (um ensaio pré-maturo)</a>, por <a href="http://globalvoicesonline.org/author/ezuckerman/">Ethan Zuckerman</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://www.eff.org/bloggers/lg/ ">O guia legal EFF's para blogueiros</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/privacidade_e_seguran%C3%A7a/anonimato/como-surfar-anonimamente-na-net-mini-guia-20070609.htm">Esconder O Seu Endereço IP: Como Surfar Anonimamente Na Net - Mini-Guia</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/08/15/online_privacy_how_to_hide.htm">Online Privacy: How To Hide Your Google Search Trails</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://www.masternewmedia.org/anonymity/anonymous_surfing/benefits_issues_problems_of_anonymous_surfing_online_Lance_Cottrell_Anonymizer_interview_20051223.htm">Anonymous Surfing: What The Benefits And Issues Of Making Yourself Invisible Online?</a></li>

</p>

<p><li><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/contornar-censura-e-filtros-na-internet/guia-de-tecnologias-burladoras-de-filtros-e-navegacao-anonima.htm">Como Contornar A Censura E Os Filtros Na Internet: Um Guia De Tecnologias Burladoras de Filtros E Navegação Anônima</a></li></ul>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<span class="photocredit">Originalmente escrito pela equipe do <a href="http://www.eff.org/">Electronic Frontier Foundation</a> e publicado pela primeira vez em 31 de maio de 2005, sob o título "<a href="http://www.eff.org/wp/blog-safely">How to Blog Safely (About Work or Anything Else)</a>"</span>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<strong>Sobre o autor</strong>

</p>

<p><img alt="EFF_thumbnail.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/EFF_thumbnail.jpg" width="93" height="64" />

</p>

<p>A <span class="photocredit"><a href="http://www.eff.org/">Electronic Frontier Foundation (EFF)</a> é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1990, dedicada a defender o discurso livre, privacidade, inovação e direitos do consumidor na internet.</span>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto:</span><br />
<span class="photocredit">Blogue Anonimamente - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/tombaky">tombaky</a></span><br />
<span class="photocredit">Use um Pseudônimo e Não Revele Detalhes Sobre a sua Identidade - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/rtimages">Richard Thomas</a></span><br />
<span class="photocredit">Use Tecnologias Que Propiciam o Anonimato - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/depo881">depo881</a></span><br />
<span class="photocredit">Use Servidores com Pings - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/tombaky">tombaky</a> edited by Daniele Bazzano</span><br />
<span class="photocredit">Limite o Seu Público - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/disorderly">Harris Shiffman</a></span><br />
<span class="photocredit">Registre o Nome do seu Domínio Anonimamente - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/alxpin">Alexey Pinchuk</a></span><br />
<span class="photocredit">Blogue Sem Ser Demitido - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/simonkr">simonkr</a></span><br />
<span class="photocredit">Opiniões Políticas - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Erdosain">Julián Rovagnati</a></span><br />
<span class="photocredit">Sindicalizando-se - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/kabliczech">Jiri Kabele</a></span><br />
<span class="photocredit">Fazendo Denúncias - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/OtnaYdur">OtnaYdur</a></span><br />
<span class="photocredit">Falando do seu Trabalho no Governo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/adkok">adkok</a></span><br />
<span class="photocredit">Atividades Legais Fora do Serviço - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/lincolnrog">lincolnrog</a></span><br />
<span class="photocredit">Blogue Sem Medo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Vitalik">Vitalik</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Privacidade e Segurança]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[<a href="Robin Good" target="_blank">Leticia Castro</a>]]></dc:creator>
<dc:date>2009-04-20T08:40:48+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2008/07/24/melhorando_a_performance_adsense_guia.htm">

<title><![CDATA[Melhorando A Performance AdSense: Guia De Vídeo Passo-A-Passo Da Equipe AdSense]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2008/07/24/melhorando_a_performance_adsense_guia.htm</link>
<description><![CDATA[<p>"<em>Eu quero melhorar minha performance AdSense, mas eu não sei como começar!</em>" A equipe do Google Australian AdSense disponibilizou um tutorial introdutório de 11 minutos para qualquer um que queira utilizar a otimização AdSense pela primeira vez.

</p>

<p><img alt="adsense-optimization-video-guide.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-optimization-video-guide.jpg" width="485" height="529" />

</p>

<p><strong>O vídeo contém alguns conceitos básicos</strong> e sugere abordagens de estratégias simples para a otimização AdSense em geral, e o que eu posso dizer é que ele é muito bom. Ele possui ainda todos os conceitos básicos da otimização AdSense e é definititvamente voltado para aqueles que não possui experiência com este tipo de trabalho.

</p>

<p><strong>O que você espera encontrar aqui</strong>, são referências fundamentais para otimizar a performance AdSense - da análise do seu tipo de página, até a escolha das cores e tamanhos certos, e como você pode monitorar melhor seus resultados.

</p>

<p>Também incluído, alguns conselhos e dicas gerais de como incrementar eCPM, sem afetar adversamente sua experiência na comunidade de suas páginas web.

</p>

<p>O vídeo introdutório abrange os seguintes tópicos:

</p>

<p>1. <strong>Analisando</strong> sua página web

</p>

<p>2. <strong>Criando</strong> canais de customização

</p>

<p>3. <strong>Determinando</strong> o melhor design e local para anúncios

</p>

<p>4. <strong>Maximizando</strong> anúncios numa página

</p>

<p>5. <strong>Colhendo e medindo</strong> seus resultados

</p>

<p><br />


</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Passos do Google AdSense para o Sucesso</h2>

</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WpPX4A78jqg&hl=en"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/WpPX4A78jqg&hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"></embed></object><br />
<span class="photocredit">The Australian Google AdSense Team introduces the basic of AdSense video optimization</span>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<strong>Transcrição Completa do Texto - Traduzido Para O Português</strong>

</p>

<p><strong>Bem-Vindos ao guia passo-a-passo</strong> de como usar o AdSense.

</p>

<p>Meu nome é Mel Ann e eu sou eu sou uma gerente de contas da equipe AdSense em Sidney, Austrália.<br />
Junto com meu colega Tim, nós iremos mostrar o guia para uma otimização AdSense de sucesso.

</p>

<p><strong>Uma das grandes coisas</strong> que Mel Ann e eu adoramos em nosso trabalho é ajudar ou autores a maximizar suas performances AdSense via o programa de otimização.

</p>

<p><strong>As duas metas do programa são:</strong>

</p>

<p>1) <strong>Aumentar seu rendimento AdSense</strong> e

</p>

<p>2) <strong>Melhorar</strong> sua experpência na comunidade de seu web site.

</p>

<p>O guia de otimização que se segue é sobre essas duas metas.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Os Cinco PassosPara Otimizar O AdSense Em Suas Páginas Web</h2>

</p>

<p>Mel Ann: Vamos começar a passar pelos passos de otimização das suas páginas web.

</p>

<p><strong>Estes cinco passos</strong> te colocarão direto na otimização completa. E eles são um ponto de partida para que você melhore a performance AdSense. Como especialistas em otimização, Tim e eu vamos apresentar os passos olhando para todas as contas dos publicadores.

</p>

<ul><li><strong>Primeiramente</strong> vamos analisar o conteúdo da página web e determinar como os usuários vêem seu conteúdo.</li>

<p><li><strong>Usando canais de customização</strong> também podemos encontrar quais formas de anúncios são eficientes ou ineficientes, observando os dados disponíveis no canal.</li>

</p>

<p><li><strong>Então determinaremos</strong> o melhor formato e locais para os anúncio, tais como cor, posição e tamanho.</li>

</p>

<p><li><strong>Também nos certificaremos</strong> de ter muitops anúncios publicitários na página.</li>

</p>

<p><li><strong>E checando e medindo os resultados</strong> você estará apto a dizer se sua otimização fez a diferença na performance AdSense.</li></ul>

</p>

<p><img alt="adsense-self-optimization-steps-450.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-self-optimization-steps-450.jpg" width="450" height="266" />

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>1) Analize Sua Web Page </h2>

</p>

<p><img alt="analyze-web-pages_id420827_size165.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/analyze-web-pages_id420827_size165.jpg" width="165" height="110" />

</p>

<p><strong>As pessoas lêem páginas de diferentes maneiras</strong> e sua interação com anúncios dependem de uma série de faotres.

</p>

<p><strong>Faça a si mesmo as seguintes perguntas:</strong>

</p>

<p>a) <strong>Qual tipo de conteúdo você tem nas suas páginas?</strong><br />
Algumas pessoas vão interagir com uma página de artigos de forma diferente que um fórum. E diferente de site de vídeo.

</p>

<p>b) <strong>Onde é focada a atenção dos leitores?</strong><br />
Se vocem a parte mais interessante de seu conteúdo no topo da página, o melhor local para anúncios será próximo desse conteúdo. Você deve colocar anúncios onde os usuários estão olhando com mais frequência e não escondê-los num canto da página.

</p>

<p>c) <strong>Pergunte a si mesmo como você pode integrar anúncios na área sem interferir nas atividades dos usuários.</strong><br />
Você quer proteger sua experiência na comunidade da web page sem enxê-la de anúncios.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<blockquote><br />
<h2>O Heatmap do AdSense </h2>

</p>

<p><img alt="adsense-heatmap.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-heatmap.gif" width="212" height="283" />

</p>

<p>Esse heatmap destaca as áreas de uma web page onde os anúncios são mais eficientes.

</p>

<p><strong>Anúncios são idealmente colocados acima</strong> e perto do conteúdo primário.

</p>

<p>Você deve colocá-los onde seus usuários olham mais e onde não pareçam escondidos.

</p>

<p>No fim do dia, seu conhecimento sobre como sua comunidade interage com sua página irá te guiar em como aplicar essas técnicas de otimização.

</p>

<p>Quando analisar suas páginas é também importante pensar em como os anunciantes gostariam de aparecer em seu site.

</p>

<p>Uma boa maneira de aumentar potencialmente seus rendimentos é deixar seu site mais atrativo para os anunciantes.

</p>

<p>Os lucros, ou efetivamente o CPM (eCPM) podem ser aumentados por anunciantes que considerem seu site como alvo de alguma campanha. Ao sediar uma campanha, um anunciante te oferecerá mais que todos os outros anunciantes para poder ficar com todo o espaço de anúncio. Isso é mais comum com anúncios de imagem. Mas também pode ser vídeo, Flash, ou texto.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Seu Site É Interessante Para Anunciantes?</h2>

</p>

<p><strong>As três dicas principais</strong> para assegurar que seu site é interessante para os anunciantes são:

</p>

<p>1) <strong>Optar por mostrar anúncios de texto assim como de imagem</strong>

</p>

<p>2) <strong>Ter conteúdo apresentável e com bom design</strong>

</p>

<p>3) <strong>Usar unidades de anúncio grandes</strong>, como um retângulo médio de 300x250.<br />
</blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>2) Configurando Os Canais De Customização </h2>

</p>

<p><img alt="adsense-custom-channels-setup.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-custom-channels-setup.gif" width="251" height="69" />

</p>

<p><strong>Canais de customização te permitem</strong> categorizar ou agrupar diferentes unidades de anúncio no seu site para fins de registro. Isso te dá uma melhor visão sobre como as unidades de anúncio se comportam individualmente, e então você pode tomar decisões sobre onde colocá-las, suas cores e estilo e assim maximizar a interação dos usuários com os anúncios.

</p>

<p>Você pode gerenciar seus canais de customização na seção "Channels", acima da aba de configuração do AdSense.

</p>

<p>Então depois de analisar suas páginas e determinar o modo como você gostaria de dispor os anúncios, certifique-se também de criar um canal para colocar as unidades de anúncio individuais. Você estará apto a comparar a performance entre as unidades.

</p>

<p>Por exemplo, criando um canal de customização para registrar o acesso e o tipo de unidades de anúncio com melhor performance, você poderá escolher melhor o formato baseado no número de clicks que cada um possui.

</p>

<p>Registrando individualmente as métricas das unidades de anúncio garante a melhor informação possível para maximizar sua performance AdSense.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>3) Otimize O Design E A Performance De Suas Unidades De Anúncio </h2>

</p>

<p><strong>Os anunciantes adoram usar esses formatos</strong> nas suas campanhas-alvo, são um padrão comum da indústria.

</p>

<p>Os três mais populares são:

</p>

<p>a) <strong>O retâgulo médio</strong> (300x250)

</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-medium-rectangle.html" onclick="window.open('http://www.masternewmedia.org/images/adsense-medium-rectangle.html','popup','width=309,height=259,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-medium-rectangle-thumb.gif" width="120" height="100" alt="" /></a>

</p>

<p><br />
<br /><br />
b) <strong>Skyscraper largo</strong> (160x600)

</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-format-skyscraper-text.html" onclick="window.open('http://www.masternewmedia.org/images/adsense-format-skyscraper-text.html','popup','width=164,height=608,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-format-skyscraper-text-thumb.gif" width="80" height="296" alt="" /></a>

</p>

<p><br />
<br /><br />
c) <strong>Leaderboard</strong> (720x90)

</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-format-leaderboard1.html" onclick="window.open('http://www.masternewmedia.org/images/adsense-format-leaderboard1.html','popup','width=735,height=98,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false"><img src="http://www.masternewmedia.org/images/adsense-format-leaderboard-thumb.jpg" width="235" height="31" alt="" /></a>

</p>

<p>Se você optar por mostrar anúncios em imagens, você estará apto a utilizar ainda anúncios médios ricos, incluindo Flash e vídeo.

</p>

<p><strong>Eu te aconselho</strong> a pelo menos colocar em um desses formatos de maneira consistente no site, já que eles provaram que além de serem os preferidos dos anunciantes, também possuem a melhor performance em termos de número de clicks e CPM efetivo.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<blockquote><br />
<h2>Uso Apropriado das Cores</h2>

</p>

<p><img alt="selecting-colors-135.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/selecting-colors-135.gif" width="135" height="145" />

</p>

<p><strong>As cores são uma parte importante</strong> em manter seus anúncios com aspecto profissional e uma parte relevante de seu site. Como anúncios em texto aparecem em 70 a 80 % do tempo, é essencial que elas complementem seu site.

</p>

<p>Há muitas maneiras de fazer isso:

</p>

<p><strong>Coisas simples como</strong> misturar o background dos anúncios com a cor do seu site e remover as bordas tem um impacto significante na taxa de clicks, como foi provado no passado.

</p>

<p>Mas tenha cuidado para não misturar muito os anúncios pois eles podem parecer que são conteúdo do seu site. Você também pode tentar marcar os links na URL com sombreamento para complementar a cor.

</p>

<p><strong>Lembre-se que enganar a sua audiência</strong> para clicar em anúncios não funciona a longo prazo e o Google penaliza aqueles que não fazem o uso apropriado de anúncios nas páginas.<br />
</blockquote>

</p>

<p><br /><br />
<strong>Vamos resumir os principais pontos que aprendemos</strong> sobre design e localização de anúncios.

</p>

<ul><li><strong>Nós vimos que fazer uma análise</strong> de como os usuários vêem a informação e aproveitam o conteúdo em seu site é absolutamente essencial para escolher o local dos anúncios.</li>

<p><li><strong>É importante não esconder seus anúncios do Google</strong>. Os usuários os acham úteis quando conseguem vê-los.</li>

</p>

<p><li><strong>Integrar seus anúncios</strong> com seu conteúdo e colocá-los num local visível. Você vai descobrir que sua taxa de clicks vai realmente aumentar.</li>

</p>

<p><li><strong>Escolha cores</strong> para seus anúncios pois eles ficam mais facilmente distinguíveis do conteúdo mas ainda continuarão vistos no site.</li></ul>

</p>

<p>Nós vimos muitos casos onde os anúncios parecem um trabalho de copiar e colar. Para tirar proveito da flexibilidade que o AdSense oferece, considere customizar sua paleta de cores.

</p>

<p>Nós agora oferecemos cantos arredondados para seus anúncios.<br />
</blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>4) Maximize Os Rendimentos A  Partir De Várias Unidades</h2>

</p>

<p><strong>Agora iremos mostrar como maximizar os rendimentos</strong> a partir das existentes unidades de anúncio numa página. Claro que a equipe AdSense é muito cuidadosa ao sugerir mudanças em sua página com anúncios, então para maximizar o ganho com múltiplas unidades nós recomendamos a procurar qual a unidade com melhor performance em seu site.

</p>

<p><strong>Você pode fazer isso configurando canais de customização</strong> para determinar qual formato de anúncio se destaca mais em relação aos outros, no que diz respeito à taxa de clicks e eCPM.

</p>

<p><strong>A primeira unidade de anúncio na página sempre mostra os anúncios mais caros.</strong> Aqueles que vencem o leilão de anúncios. Esses anúncios te pagam pelo número de clicks. A primeira unidade na página é definida como a primeira instância de código HTML na sua página. Coloque essa unidade de anúncio primeiro no HTML e então você receberá os anúncios que pagam melhor. Isso maximizará os ganhos que você pode receber de múltiplas unidades numa página.

</p>

<p>Por exemplo, se você tem um leaderboard no topo da página mas um retângulo médio colocado na metade da página está com performance melhor, então os maiores preços de anúncio serão os que estiverem no retângulo médio, onde os usuários clicam mais.

</p>

<p><strong>Se você está confortável com HTML e JavaScript</strong>, você provavelmente pode compreender um modo de colocar o retângulo médio primeiro em seu HTML. De qualquer forma um bom resultado pode também ser obtido removendo o leaderboard do topo e colocando-o em algum outro local da página para que o retângulo médio apareça primeiro no seu código fonte.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>5) Acompanhar e Medir Seus Resultados</h2> 

</p>

<p><img alt="tapemeasure_2_by_Marzie-150.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/tapemeasure_2_by_Marzie-150.jpg" width="150" height="112" />

</p>

<p><strong>Vamos mostrar os melhores modos</strong> de acompanhar e medir seus resultados de otimização. Como eu mencionei anteriormente, usar os canais AdSense é uma boa maneira de acompanhar a performance AdSense de unidades de anúncio individuais. A próxima seção detalhará o melhor uso desses métodos.

</p>

<p>Tenho certeza que todos estão familiarizados com a aba "Report" na sua conta AdSense. Para gerar um relatório dos canais de customização, clique na sub-aba Advanced Reports. Selecione o botão "channel data" e os canais que você deseja comparar.

</p>

<p>Você ainda tem a opção de mostrar seus resultados por data, canal, ou ambos. Abaixo você pode ver seus resultados.

</p>

<p>Nesse exemplo (veja o vídeo) nós agrupamos os resultados por data. Isso nos dá os resultados de cada dia de todos os canais de customização que você selecionou.

</p>

<p><strong>Ainda mais útil é o agrupamento de resultados por canais.</strong> Isso te permite comparar diferentes unidades de anúncio baseados em sua localização, cor ou formato. O sucesso do uso dessa funcionalidade depende da configuração de seus canais de customização para acompanhar os anúncios no primeiro local.

</p>

<p>Nesse exemplo nós estamos comparando a performance de seu skyscraper 160x600 com o retângulo médio 300x250 . Se quisermos que esses relatórios sejam mensais e observar se o retângulo médio 300x250está com melhor performance, nós devemos primeiro tentar uma otimização da unidade de anúncio, como discutida por Tim.

</p>

<p><strong>Gerar</strong> "<em>placement targeting reports</em>" é feito no mesmo painel. Simplesmente selecione a opção "<em>Show Data by</em>" e mude para unidades de anúncio individuais. Isso te permite observar quais unidades estão sendo alvo de anunciantes e se sua otimização tem melhorado efetivamente seu eCPM. 

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Recursos da Otimização AdSense</h2>

</p>

<p><img alt="chocolate-candies_id574221_size150.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/chocolate-candies_id574221_size150.jpg" width="150" height="106" />

</p>

<p>Vamos olhar alguns grandes recursos disponíveis para a otimação AdSense.

</p>

<p><strong>No</strong> <a href="https://www.google.com/adsense/support/bin/topic.py?topic=8443">Centro de Ajuda AdSense</a> você encontrará respostas para nossas questões mais comuns, assim como técnicas para ajudar a melhorar a performance AdSense. Tente procurar por "otimização AdSense" no Centro de Ajuda e caminhar para facilitar a implementação de soluções usando o melhor do AdSense.

</p>

<p>O <a href="http://groups.google.com/group/adsense-help">Fórum de Ajuda Google AdSense</a> é um local para você aprender e compartilhar técnicas de otimização com outros publicadores. Você pode navegar pelas discussões anteriores e comentar ou postar uma nova conversa sobre como utilizar a otimização AdSense em seu site.

</p>

<p><strong>Se você tem questões</strong> sobre o AdSense ou se você gostaria de saber mais detalhes sobre a otimização AdSense em geral, por favor sinta-se livre para contactar a equipe AdSense pelo endereço adsense-support@google.com ou vá ao guia do Centro de Ajuda.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<span class="photocredit">O vídeo é do Australian Google AdSense Team - "<a href="http://adsense.blogspot.com/2008/06/five-steps-to-optimising-your-adsense.html">Five steps to optimising your AdSense performance</a>" - <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WpPX4A78jqg">YouTube link</a> - Formatação, ilustrações e toda a transcrição do texto em inglês por Robin Good. </span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Marketing On-line]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Robin Good]]></dc:creator>
<dc:date>2008-07-24T09:08:56+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/contornar-censura-e-filtros-na-internet/guia-de-tecnologias-burladoras-de-filtros-e-navegacao-anonima.htm">

<title><![CDATA[Como Contornar A Censura E Os Filtros Na Internet: Um Guia De Tecnologias Burladoras de Filtros E Navegação Anônima]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/contornar-censura-e-filtros-na-internet/guia-de-tecnologias-burladoras-de-filtros-e-navegacao-anonima.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start -->

</p>

<p><strong>Passar por filtros na Internet</strong>, desviar de blocos de censura na Internet, fugir de filtragens forçadas gerenciadas por softwares que implementam filtros comerciais são os tópicos-chave desse guia que aborda as questões de anti-censura na Internet, suas ferramentas e tecnologias.

</p>

<p><img alt="internet-censorship-and-filtering-mashup-by-Robin-Good-485.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/internet-censorship-and-filtering-mashup-by-Robin-Good-485.jpg" width="485" height="287" /><br />
<span class="photocredit">Photo-motage by Robin Good with images by: Erik Isselée (hamster), <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=DougSteven">Doug Steven (censored sign), <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=winterling">Marc Dietrich (scissors)</span>

</p>

<p>Se você está acessando a Internet de um país que usa quaisquer tipos de filtros na Internet ou está tentando se livrar de um software de censura de conteúdo pré-instalado no computador que você está usando, os avisos e informações contidos neste guia darão a você um sólido ponto de partida para que você conheça melhor e se equipe de forma adequada para contornar essas diferentes formas de censura na Internet e filtros.

</p>

<p><strong>Agradeço o trabalho do</strong> <a href="http://deibert.citizenlab.org/deibertcv2007.pdf">Ron Deibert</a>, professor associado de ciências políticas e diretor do Citizen Lab, no Centro de Estudos Internacionais Munk, Universidade de Toronto, o que você tem aqui é um guia para leigos, que explica de forma simples tudo que você precisa saber para burlar a censura na Internet e nos sistemas de filtros. A iniciativa do projeto do Sr. Deibert, chamado de OpenNet, do qual ele é co-fundador e principal colaborador, é uma pesquisa que examina a censura na Internet em todo o mundo. Ele também está envolvido no projeto CiviSec, que desenvolve ferramentas de segurança da informação e estratégias para organizações de direitos humanos em todo o mundo, e é o principal colaborador do projeto Psiphon. 

</p>

<p><strong>Aqui tem tudo que você precisa saber</strong> sobre as tecnologias anti-censura da Internet.

</p>

<p><em>Introdução por Robin Good</em><br />
</p>

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</p><p><img alt="white-rat_id1944161_size110.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/white-rat_id1944161_size110.jpg" width="110" height="100" />

<p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Exemplos do Mundo Real</h2>

</p>

<p><br />
<strong>1) Peter Yuan</strong>

</p>

<p>Às 11:15 da manhã do dia 8 de fevereiro de 2006, assaltantes forçaram a entrada na casa de Peter Yuan Li, em Atlanta(EUA), ameaçaram e o espancaram, e então fugiram levando vários laptop’s e alguns arquivos pertencentes a Peter. Juntamente com um especialista em tecnologia da informação da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Princeton_University">Universidade de Princeton</a> e um praticante da seita <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Falun_Gong">Falun Gong</a>, Peter Yuan Li tem mantido vários fóruns nos EUA onde os usuários na China podem passar pelo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firewall">firewall</a> do governo e, assim, conseguem ler e postar informações sobre o movimento religioso banido. Embora não haja provas conclusivas sobre o episódio, o Sr. Li acredita que os assaltantes foram enviados pelo governo chinês, numa tentativa de parar o serviço.

</p>

<p><br /><br />
<strong>2) WSIS Na Tunísia</strong>

</p>

<p>O II Encontro Mundial da Sociedade da Informação (World Summit on Information Society – WSIS) foi realizado em Tunis, Tunísia, em 2006. No país, existem filtros de acesso a conteúdo, inclusive de sites que criticam o governo local no que diz respeito aos direitos humanos.

</p>

<p>O WSIS foi organizado num prédio que tinha duas seções, cada uma com diferentes protocolos de acesso à Internet. Na seção de procedimentos oficiais, o acesso à Internet não foi negado. Numa seção separada, reservada para jornalistas e ONG’s, o acesso à Internet foi gerenciado por um ISP Tunisiano, cujo filtro de conteúdo funcionava usando um produto comercial americano, o Smartfilter.

</p>

<p>Uma ONG com uma tenda localizada na seção que tinha o filtro, utilizou um proxy com um túnel SSH-D para o computador do escritório, que fica na Holanda. A ONG então informou aos membros o número da porta do browser, permitindo que todos contornassem o filtro Tunisiano.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<h2>Um Guia de Tecnologias Anti-Censura na Internet para Todos os Cidadões do Mundo</h2>

</p>

<p><em>por <a href="http:://www.citizenlab.org/">The Citizen Lab</a></em>

</p>

<p><img alt="Internet-censorship-Cover-report-400.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Internet-censorship-Cover-report-400.jpg" width="250" height="451" />

</p>

<p><br /><br />
<h2>Glossário</h2>

</p>

<p><strong>Tecnologias burladoras de filtros</strong> são ferramentas, softwares ou métodos usados para contornar os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content-control_software">filtros da Internet</a>. Isso abrange desde complexos programas de computador até passos manuais relativamente simples, como acessar um site banido via um engenho de busca, ao invés de acessá-lo diretamente.

</p>

<p><strong>Os fornecedores dessas tecnologias</strong> são entidades que instalam softwares num computador localizado em um local livre de filtros e faz conexões a partir desse computador, permitindo assim que as pessoas num local censurado tenham acesso à Internet. Os fornecedores atendem desde grandes organizações comerciais, cobrando uma taxa por isso, desde indivíduos comuns, oferecendo serviços grátis.

</p>

<p><strong>Os usuários dessas tecnologias</strong> burladoras são pessoas que desejam contornar os filtros de conteúdo existentes na Internet.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>Introdução</h2>

</p>

<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_censorship">A censura na Internet</a>, ou filtros de conteúdo, tem se tornado um grande problema global. Embora tenha sido dito que os Estados não poderiam controlar as comunicações na Internet, de acordo com uma pesquisa da <a href="http://opennet.net/">OpenNet Initiative</a>, mais de 25 países fazem algum tipo de censura. As políticas de filtragem mais penetrantes são aquelas que abrangem o bloqueio de acesso a sites de organizações de direitos humanos, notícias, blogs, e serviços da web que desafiem o poder do Estado ou sejam considerados ameaças ou indesejado. Outro tipo de bloqueio é o que abrange categorias únicas de conteúdo ou sites específicos, que funcionam de forma sazonal, como os que informam sobre eventos estratégicos, tais como eleições e manifestações públicas.

</p>

<p>Embora alguns Estados façam legislações para os filtros na Internet, muitos deles as fazem com pouca ou nenhuma transparência. A maioria dos Estados não revela qual informação está sendo bloqueada, e raramente  possuem mecanismos para reclamações dos usuários que se sintam ofendidos ou denúncias de quebra de direitos autorais. Compondo o problema, ainda está o fato do crescente uso de softwares de filtros comerciais, que podem gerar problemas como a má classificação.

</p>

<p>Filtros de acesso comerciais bloqueiam listas categorizadas de sites que são mantidas em sigilo por razões autorais, até mesmo para os clientes. Como conseqüência, incontáveis empresas privadas determinam as regras de censura em ambientes políticos onde há pouca ou nenhuma responsabilidade pública. Por exemplo, filtros comerciais são usados para censurar a Internet em Bruma, Tunísia, Yemen, Arábia Saudita e Irã.

</p>

<p>Este guia tem por objetivo introduzir as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_censorship#Circumvention">tecnologias burladoras de censura</a> para usuários leigos, sem conhecimentos técnicos sobre o assunto, e ajuda-los a escolher a mais adequada às circunstâncias e necessidades de cada um.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>Exemplos do Mundo Real</h2>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="china_200.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/china_200.jpg" width="200" height="133" />

</p>

<p>Na China, o governo controla o acesso ao conteúdo da Internet e as publicações on-line por meio de uma combinação de métodos de filtragens técnicas e extensivas regulamentações e linhas de direção. A filtragem técnica é implementada primeiramente no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_backbone">backbone</a> nacional, com solicitações de filtros de informação para os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/IP_address">endereços de IP</a> (Internet Protocol – Protocolo da Internet) e palavras-chaves banidos.

</p>

<p>Embora às vezes inconsistente, o sistema centralizador de conteúdo da China faz o bloqueio de todo o país para páginas de direitos humanos, movimentos de oposição política, independência de Taiwan e do Tibet, notícias internacionais e muitos outros sites. Há muito pouca transparência sobre os filtros da Internet, e nenhum serviço de reclamação para usuários. 

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="iran_200.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/iran_200.jpg" width="200" height="147" />

</p>

<p>As práticas de filtragem na Internet variam no país. No Irã, não há um sistema uniforme de filtragem. Ao invés disso, os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_Service_Providers">ISP’s</a> (Internet Service Providers – <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Provedor_de_acesso_%C3%A0_Internet">Provedores de acesso à Internet</a>) são responsáveis por implementar a censura de acordo com um guia formulado pelo Estado. 

</p>

<p>ISP’s individuais decidem como será a filtragem, com alguns usando softwares de filtros comercias americanos, enquanto outros utilizam métodos manuais. Os usuários que acessam a Internet de diferentes ISP’s podem experimentar variações significantes de acessibilidade aos sites. O Irã usa esse sistema para filtrar sites relacionados ao país e com conteúdo escrito na linguagem Persa/Farsi contendo críticas ao regime, incluindo sites de política, com conteúdo para gays e lésbicas, direitos das mulheres, mídia interativa, e blogs.

</p>

<p>Enquanto há no governo debates para admitir e discutir publicamente as políticas de filtragem de conteúdo na Internet, existe muito pouca transparência sobre o conteúdo que comumente é alvo da censura.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="usa_200.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/usa_200.jpg" width="200" height="138" />

</p>

<p>Nos Estados Unidos, as instituições públicas (escolas e bibliotecas) são obrigadas por lei (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Children%27s_Internet_Protection_Act">Ato de Proteção às crianças na Internet</a> – CIPA) a usar softwares de filtros que bloqueiem o acesso a materiais obscenos, pornografia e outros materiais relacionados à exploração sexual de crianças.

</p>

<p>A maioria implementa políticas de filtragem usando tecnologia de filtros comerciais, que  são feitos para categorizar e detectar as páginas indevidas. Os pesquisadores têm percebido que essa tecnologia, erroneamente, está bloqueando páginas relacionadas à saúde da mulher, direitos dos gays e lésbicas e educação sexual para adolescentes.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>1) Onde Há Um Problema > Há Uma Solução</h2>

</p>

<p><img alt="where-there-is-a-problem-there-is-a-solution-380.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/where-there-is-a-problem-there-is-a-solution-380.jpg" width="380" height="278" />

</p>

<p>Em face desse crescente problema global, cidadãos ao redor do mundo têm procurado soluções para esquivar-se dos filtros governamentais e exercer seu direito básico de acessar a informar que desejarem.

</p>

<p>As ferramentas, métodos e estratégias usadas para contornar os filtros de conteúdo na Internet estão relacionados às tecnologias que burlam os filtros. Existem muitas dessas tecnologias que podem ser usadas numa gama de diferentes circunstâncias, por um grande número de potenciais usuários.  Nenhuma tecnologia se adequa a todos os potencias usuários e às circunstâncias que cada um vive. Nossa visão é de que é muito melhor pensar nessas tecnologias anti-censura de forma pragmática, como ferramentas de um kit. Da mesma forma que algumas ferramentas são melhores para uma determinada situação e para outras não, ou exigem diferentes níveis de habilidade para serem manejadas, cada tecnologia deve se aproximar, em termos, de quão bom ela resolve os problemas, circunstâncias e habilidade de cada usuário.

</p>

<p><strong>As tecnologias que burlam filtros</strong>, frequentemente, focam-se em diferentes tipos de usuário, levando em conta seus recursos e níveis de habilidade. O que pode funcionar bem em um cenário, pode não funcionar em outro. Ao escolher uma determinada tecnologia, o fornecedor e o usuário devem ter em mente quais serviços são mais adequados para a situação.

</p>

<p>A decisão de usar um contornador de filtros deve ser tomada seriamente, e cuidadosamente analisada de acordo com as necessidades específicas, recursos disponíveis, e preocupações de segurança de todos os envolvidos. Existe uma grande variedade de tecnologias disponíveis para usuários quem querem contornar os filtros da Internet. No entanto, para que os objetivos desejados ao se contratar um serviço com essas tecnologias sejam atingidos, depende de uma série de fatores, incluindo as habilidades técnicas do usuário, potenciais riscos de segurança e contatos disponíveis fora da área de censura. Nós esboçamos algumas considerações gerais sobre a escolha da tecnologia contornadora mais adequada para os potencias usuários e fornecedores do serviço.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>2) Escolha da Tecnologia – Considerações Para o Usuário</h2>

</p>

<p><img alt="choosing-circumvention-350.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/choosing-circumvention-350.jpg" width="350" height="109" />

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>a) O quê, Onde, Como</h2>
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</p>

<p><strong>Você quer acessar</strong> ou publicar informações na Internet?

</p>

<p>Embora exista uma relação, acessar conteúdo censurado é diferente de publicar conteúdo na rede, pois envolvem riscos, estratégias e tecnologias diferentes para os usuários. Nós criamos um guia separado para quem quer contornar os filtros e para quem deseja publicar informações on-line.

</p>

<p><strong>Você está acessando</strong> a Internet de um computador público ou privado?

</p>

<p>Acessar a Internet de sua casa ou de um café público ou biblioteca envolvem um conjunto de diferentes considerações e apresenta uma gama de possibilidades para executar o contorno. Por exemplo, usuários que utilizam computadores públicos não estão autorizados a instalar softwares no computador, e por isso são restritos às soluções via Internet.

</p>

<p>Outros usuários podem usar aplicações além das baseadas em browsers (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTTP">HTTP</a>), tais como e-mail (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Simple_Mail_Transfer_Protocol">SMTP</a>) e transferência de arquivos (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/File_Transfer_Protocol">FTP</a>), e por isso necessitam instalar softwares em seus PC’S e fazer <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tweaking">Tweaking</a> para modificar suas configurações de uso. Com seu próprio PC, você pode instalar qualquer software que quiser, diferentemente dos computadores públicos. No entanto, fazer isso pode implicar em riscos adicionais, como por exemplo você ser pego pelas autoridades pelo uso indevido da Internet, isso pode trazer complicações.

</p>

<p>O acesso público à Internet pode oferecer o anonimato que os computadores privados não permitem, embora alguns usuários precisem mostrar um documento de identificação para utilizar o computador público. Sejam seus métodos anti-censura dos filtros utilizados em computadores públicos ou privados, é importante estar atento aos termos e condições do serviço que está sendo oferecido.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>b) Quem você conhece?</h2>

</p>

<p><strong>Você tem uma boa rede de relacionamentos</strong> ou conta com pessoas de confiança fora do país (amigos, familiares, colegas)?

</p>

<p>Se a tentativa de contornar a censura da Internet envolver a necessidade de conexões a um computador fora da jurisdição abrangida pela censura, um importante fator a ser considerado é se você conhece e confia em pessoas fora do seu país, que estejam habilitadas a fornecer esse tipo de serviço para você. Muitos usuários que contornam a censura da Internet o fazem conectando-se a computadores com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Proxy">proxy</a> público e aberto, cuja informação da conexão é gerenciada de alguma maneira.

</p>

<p>Os usuários devem estar atentos pois essa forma anti-censura é a menos segura, haja vista a possibilidade de existir um adversário capaz de armar uma armadilha, para pegar os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dissid%C3%AAncia">dissidentes</a>.  Ter alguém que você confia fazendo a conexão para você é uma boa opção, mas não quer dizer que você não deva considerar os riscos envolvidos. Os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Provedor_de_acesso_%C3%A0_Internet">provedores</a> podem monitorar tudo que você faz on-line, incluindo os sites que você visita. É por isso que é essencial que você confie totalmente na pessoa ou organização que está fornecendo esse serviço a você. Uma técnica anti-censura é considerada bem sucedida e estável quando há uma fonte confiável num local livre de filtros.

</p>

<p><strong>Você deseja pagar</strong> e depositar sua confiança em terceiros para acessar ou publicar informação na Internet?

</p>

<p>Se você não tem acesso a amigos confiáveis e familiares fora do país, então você tem que depositar sua confiança em terceiros. Existem muitos provedores internacionais que oferecem os serviços anti-censura mediante o pagamento de taxas. Se você tiver condições de arcar com essa opção, fique atento aos termos e condições do serviço oferecido, bem como às políticas de privacidade. Serviços comerciais podem oferecer anonimato para navegar na Internet, mas não existe um anonimato no próprio provedor do serviço. Se for exigido por lei, o provedor tem que entregar todos os seus registros de navegação e informações pessoais.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>c) O que você sabe?</h2>

</p>

<p><strong>Qual seu nível</strong> de conhecimento técnico? Você se considera um iniciante, intermediário ou um expert no uso do computador?

</p>

<p>Quanto maior seu nível técnico no computador, maiores são suas opções na hora de escolher uma tecnologia anti-censura. Alguns usuários podem achar a instalação, configuração e o uso da tecnologia bastante onerosos, a depender de seu nível de conhecimento. Embora sempre seja possível investir tempo para aprender a usar um software aparentemente complexo, tenha cuidado: a instalação e o uso incorreto de uma tecnologia anti-censura, podem te fazer correr riscos consideráveis.

</p>

<p><strong>Quais línguas</strong> são aceitáveis/preferíveis para você? Você exige tecnologias que dêem suporte a outras línguas, além do inglês?

</p>

<p>A maioria das tecnologias anti-censura foram desenvolvidas com interfaces e instruções em inglês, embora alguns fornecedores já disponibilizam versões de sistema, incluindo o manual do usuário, em outras línguas. Se você estiver consultando um manual traduzido, certifique-se que as traduções são compatíveis com o software que você está utilizando.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>d) Segurança e Confiança</h2>

</p>

<p><strong>Você está acessando</strong> um conteúdo muito crítico e que é considerado uma ameaça de segurança para o país que você vive?

</p>

<p><strong>Existem precedentes</strong> de prisões pela prática de burlar a censura da Internet?

</p>

<p><strong>Você tem alguma relação</strong> com grupos que estão na lista de observação do governo de seu país?

</p>

<p>Acessar conteúdo proibido pode ser uma grave violação da lei, especialmente se a informação que você estiver obtendo for considerada uma ameaça à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a_nacional">segurança nacional</a>. Se você estiver frequentemente acessando esse tipo de informação, você deve buscar uma tecnologia anti-censura que te ofereça o maior anonimato e segurança possíveis. De qualquer forma, há um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trade-off">trade-off</a> entre as tecnologias e nem sempre as mais fáceis de usar te oferecem a máxima segurança, portanto, esteja preparado para gastar tempo e esforço extra para minimizar os riscos.

</p>

<p>Se você participa de alguma organização que defende os direitos ou algum grupo dissidente, então você pode estar na lista de observação de seu governo, e isso significa uma precaução extra ao escolher a tecnologia anti-censura adequada. Você deve assumir que seu computador está sendo monitorado 24 horas por dia e pode ser invadido a qualquer momento. Evite tecnologias anti-censura que necessitam de instalação em seu computador. Se possível, acesse a Internet de diferentes terminais públicos anônimos.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>e) Identidade</h2>

</p>

<p><strong>Proteger a sua identidade on-line</strong> é algo de suprema importância para você?

</p>

<p><strong>Você quer navegar</strong> e publicar de forma anônima?

</p>

<p>Contornar a censura e navegar de forma anônima são coisas diferentes. Sistemas anônimos protegem sua identidade do site que você está conectado e, até mesmo, do próprio sistema. Eles podem ser usados para contornar os filtros, mas, por não terem sido desenvolvidos para isso, podem ser facilmente bloqueados. Sistemas anti-censura são desenvolvidos para burlar o bloqueio, mas não protegem sua identidade do controlador da censura.

</p>

<p>Não confunda proxies públicos abertos com sistemas anônimos – eles não são a mesma coisa. Embora  eles não perguntem suas informações pessoais, eles podem visualizar e registrar a localização do computador que você está utilizando e todos os sites que você visitou nele. Serviços comerciais que anunciam navegação anônima podem ainda registrar as informações de sua conexão e os sites visitados. Certifique-se de compreender totalmente os termos e condições do uso desse serviço. 

</p>

<p>Há um número de estratégias que você pode seguir se desejar fazer publicações on-line de forma anônima. O <a href="http://citizenlab.org/">Citizen Lab</a> criou um guia anti-censura para publicações on-line, que inclui uma seção sobre publicações anônimas.

</p>

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</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>3) Escolhendo As Tecnologias Anti-Censura – Considerações Sobre Os Provedores Do Serviço</h2>

</p>

<h2>a) Segurança Primeiro</h2>

<p>Fornecer uma tecnologia anti-censura para alguém é uma bela forma de ajudar as pessoas a exercer seus direitos humanos básicos de acesso a informação e liberdade de expressão. No entanto, essa é uma escolha que traz uma grande responsabilidade e várias considerações. Por tudo isso, a segurança de seus usuários deve ser sua grande preocupação. 

</p>

<p><strong>Qual seu nível</strong> de conhecimento técnico?

</p>

<p><strong>Você se considera </strong>um iniciante, intermediário ou um expert no uso do computador?

</p>

<p>Fornecer e hospedar uma tecnologia anti-censura pode demandar muito tempo e envolver tarefas complexas, a depender do sistema que está sendo utilizado. Alguns exigem o download e a instalação de vários tipos de software. Quase todos exigem algum tipo de configuração para acomodar seu tipo particular de ambiente de rede. Se você está rodando sua conexão na Internet  através de um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Home_router">roteador doméstico</a> ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Firewall">firewall</a>, por exemplo, existem algumas configurações que precisam ser revistas no seu sistema anti-censura.

</p>

<p>Algumas tecnologias anti-censura possuem documentação completa e guias para os usuários bastante úteis, enquanto que outras não. Certifique-se de escolher uma tecnologia compatível com seu nível de conhecimento e habilidade, já que configurar um sistema de forma errada pode colocar os usuários em sérios riscos de segurança. Tenha certeza de estar sempre fazendo a manutenção correta do sistema, pois uma falha ou constantes interrupções podem frustrar e pôr em perigo os usuários nos locais de censura.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>b) Seus Usuários</h2>

</p>

<p>Qual o número de usuários que você espera receber ou que tem condições de acomodar em sua <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Largura_de_banda_%28telecomunica%C3%A7%C3%B5es%29">largura de banda</a> disponível?

</p>

<p>O número de usuários que você permite navegar através de sua conexão vai afetar a capacidade de processamento do seu computador, bem como a velocidade de conexão, e isso terá conseqüências nas coisas que você pode fazer e, também no que os usuários que estão usando a tecnologia anti-censura também podem fazer. Quanto mais usuários você tiver, mais difícil será monitorar seu uso (se necessário) e gerenciar as contas. Certifique-se que você oferecerá os serviços anti-censura apenas para o número de usuários que você e seu computador podem suportar.

</p>

<p><strong>Quais coisas você permitirá</strong> que seus usuários façam através de sua conexão?

</p>

<p><strong>Você gostaria de saber</strong> quais informações eles estão acessando ou publicando?

</p>

<p><strong>O que você fará</strong> com os registros de navegação deles?

</p>

<p>Fornecer um serviço anti-censura significa que você deve ser capaz de monitorar tudo que passa pela sua conexão. Ter essa capacidade significa que você pode decidir quais informações os usuários podem publicar ou recuperar. Alguns sistemas anti-censura fazem isso de forma mais fácil de ser gerenciada do que outros, e mesmo os que não fazem ainda deixam rastros das atividades do usuário em seu computador.

</p>

<p>Você deve decidir qual informação poderá ser vista, arquivada, e/ou descartada. Se você escolher descartar essa informação, certifique-se de fazer isso da maneira correta, pois, mesmo deletadas as informações podem deixar rastros. No mais, certifique-se que seus usuários entendem de forma clara seu padrão operacional, e que eles compreendem também o que podem fazer no seu sistema anti-censura. Comunique sua política de uso de forma clara aos usuários.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>c) Riscos</h2>

</p>

<p><strong>Quais são seus potenciais riscos</strong> legais e de segurança ao hospedar uma tecnologia anti-censura?

</p>

<p><strong>Seu ISP</strong> ou o governo restringem seu tipo de serviço?

</p>

<p>Os riscos de hospedar uma tecnologia anti-censura não são tão grandes quanto os riscos que os usuários correm, mas ainda assim existem. Você é quase sempre responsável por tudo que acontece através de sua conexão. Se alguém visita websites ou posta informações por meio de seu serviço anti-censura, isso é ilegal e você pode ser responsabilizado. Um risco pequeno, porém, ainda há um grande risco que você deve se preocupar que é o de se tornar alvo de agentes estrangeiros do país onde você oferece o serviço. Certifique-se que você entende os riscos legais e de segurança que corre ao hospedar a tecnologia anti-censura, seja um risco ao associado ou seu ISP, seja associado ao seu governo.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br /><br />
<h2> 4) Tecnologia</h2>

</p>

<p><img alt="Internet-censorship-technology-425.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Internet-censorship-technology-425.gif" width="425" height="144" />

</p>

<h2>a) Sistemas anti-censura baseados na Internet</h2>

<p>Os sistemas anti-censura baseados na Internet são sites especiais que permitem aos usuários submeter uma URL e obter a página requerida, mesmo que ela estiver censurada. Não há conexão entre o usuário e o site requerido, já que o sistema de contorna usa um proxy que permite ao usuário obter as páginas requeridas sem ser notado.

</p>

<p>Desde que os endereços de páginas anti-censuras públicas se tornaram bastante conhecidos, a maioria dos filtros de Internet tem os mantidos na lista de bloqueio, assim como os países que filtram em nível nacional. Os sistemas anti-censura baseados na Internet podem ser uma boa escolha para usuários que não possuem contatos confiáveis fora do país, assumindo, claro, que as páginas ainda não estão bloqueadas.

</p>

<blockquote><strong>NOTA:</strong> <em>Embora muitos serviços anti-censura dizem ser “anônimos”, muitos serviços baseados na Internet não são. Alguns sequer são encriptados. É importante lembrar que sites <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Encryption">encriptados </a>comoeçam com "<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTTPS">https</a>" e abrem um ícone de proteção no browser movendo para a posição protegida. Se você mandar suas requisições para a web sem que elas estejam encriptadas, elas podem ser facilmente interceptadas durante a transmissão, da sua casa ou do roteador até seu ISP.</em>

<p><br /><img alt="Proxify-90.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Proxify-90.gif" width="90" height="24" />

</p>

<p><img alt="stupid-censorship-220.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/stupid-censorship-220.gif" width="220" height="31" />

</p>

<p>Proxify and Stupid Censorship são sistemas anti-censura encriptados, públicos e baseados na Internet. Um usuário num país que possui censura deve, simplesmente, visitar os sites desses sitemas e colocar como entrada o destino desejado. Por serem públicos, eles estão bloqueados em muitos países e pela maioria dos filtros na Internet.

</p>

<p><strong>Proxify E StupidCensorship</strong><br />
<strong>Links:</strong> <a href="https://proxify.com/">https://proxify.com/</a> - <a href="http://stupidcensorship.com/cgi-bin/nph-surf.cgi">http://stupidcensorship.com/</a>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="CGI-Proxy-150.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/CGI-Proxy-150.gif" width="150" height="27" />

</p>

<p>CGIProxy é o mecanismo que a maioria dos sistemas anti-censura baseados na Internet utilizam. Sistemas anti-censura privados baseados na web transformam um computador num particular, encriptam o servidor capaz de recuparar e mostrar as páginas que os usuários remotos pediram.

</p>

<p>Os serviços privados incluem provedores, que instalam e rodam softwares anti-censura numa jurisdição livre de censura, e usuários, que acessam o serviço numa jurisdição que contem a censura. O provedor incrementa sua rede privada baseado nas relações sociais de confiança e privacidade, tornado difícil para os censores encontrar e bloquear o serviço. 

</p>

<p><strong>CGIProxy</strong><br />
<strong>Links:</strong> <a href="http://www.jmarshall.com/">http://www.jmarshall.com/</a>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="psiphon-logo-120.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/psiphon-logo-120.jpg" width="120" height="30" />

</p>

<p>Psiphon transforma um computador pessoal regular em um particular, encriptando o servidor capaz de recuperar e mostrar as páginas em qualquer lugar. O usuário num país sem censura faz o download do software e o instala em sua máquina. Psiphon é grátis e Open Source, e possui versões para Windows e Linux. É fácil de instalar e acompanha um manual do usuário bastante detalhado. Se seu computador possui um roteador, são necessárias mais algumas configurações.

</p>

<p>Uma vez instalado, o provedor do psiphon envia informações de conexão para os usuários em locais com censura pelo meio mais seguro disponível. O usuário censurado não precisa instalar nenhum software, apenas precisa digitar a URL na ”barra azul” psiphon. Isso significa que o sistema anti-censura de psiphon pode ser acessado de qualquer lugar. Já que as localizações do psiphon são privadas, é difícil para os censores encontar e bloquear o serviço.

</p>

<p><strong>psiphon</strong><br />
<strong>Links:</strong> <a href="http://psiphon.civisec.org/">http://psiphon.civisec.org/</a>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="Peacefire-70.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Peacefire-70.gif" width="70" height="64" />

</p>

<p>Peacefire é um sistema de contono com os métodos e princípios bastante parecidos com os do Psiphon. No entanto, ele pode ser difícil de instalar. Três diferentes pacotes de software têm de ser baixados e instalados, e se seu computador possuir um roteaor, configurações extras são necessárias. Embora o Peacefire forneça alguma ajuda de configuração, não há um manual detalhado para o usuário, como o psiphon possui. Por outro lado, o Peacefire trabalha seguindo os mesmos princípios do psiphon. 

</p>

<p><strong>Peacefire/Circumventor</strong><br />
<strong>Links:</strong> <a href="http://peacefire.org/">http://peacefire.org/</a></blockquote>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>b) Softwares de tunelamento</h2>

</p>

<p>O sistema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tunelamento">tunelamento</a> encapsula uma forma de tráfego a partir de outras formas existentes. Tipicamente inseguro, o tráfego não-encriptado é tunelado em uma conexão encriptada. Os serviços normais do computador do usuário são mantidos, mas ficam rodando através do túnel até o computador livre de filtros, que repassa a requisição do usuário de forma transparente.

</p>

<p>Os usuários com contatos em países sem filtro podem configurar os serviços do túnel privado enquanto que aqueles sem contatos podem adquirir serviços de túneis comerciais. Os softwares de tunelamento da Web restringem o túnel ao tráfego da Web, é por isso que os browsers vão funcionar, mas outras aplicações não. “Aplicações” de software de tunelamento permitem um túnel múltiplo para aplicações na Internet, da mesma forma que serviços de e-mail e mensagens instantâneas.

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<blockquote><h2>b.1) Softwares de Tunelamento na Web</h2>

</p>

<p><br /><img alt="ultrareach-logo-145.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/ultrareach-logo-145.gif" width="145" height="54" />

</p>

<p>O Ultra Reach criou o software anti-censura conhecido como UtraSurf. O UltraReach fornece o download para o usuário localizado num país com censura, sem a necessidade de instalação. O software é gratuito e possui versões em inglês e chinês. Uma vez iniciada, a aplicação abre o Internet Explorer já configurado para permitir ao usuário uma navegação via UltraSurf. Se você utiliza outros browsers, eles devem ser configurados manualmente. Por definição, a conexão é encriptada e várias técnicas são usadas para encontrar e desbloquear endereços IP.

</p>

<p>O UltraSurf é uma excelente escolha para usuários que não têm experiência técnica e que desejam confiar em terceiros para obter um serviço grátis, baseado na web, e com velocidades razoáveis. Já que o site do UltraReach é bloqueado em alguns países, um usuário numa localidade onde há censura pode precisar adquirir o software por meio de terceiros. Mesmo com o site bloqueado, o serviço ainda pode estar acessível se as medidas para adquirir um endereço IP desbloqueado forem tomadas. No entanto, até mesmo isso pode ser bloqueado, por um censor bem determinado a estragar sua festa.

</p>

<p><strong>UltraReach</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://www.ultrareach.com/">http://www.ultrareach.com/</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="freegate_130.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/freegate_130.gif" width="130" height="28" />

</p>

<p>O Freegate é uma tecnologia anti-censura desenvolvida por Dyna Web, similar ao UltraSurf em vários aspectos. Diferentemente do UltraSurf, no entanto, o Freegate  não encripta a URL automaticamente. Se os usuários desejarem encriptar a requisição da URL, eles precisam fazer o download de outro pacote de software e configurar o Freegate de outra maneira.

</p>

<p>O Freegate é uma boa escolha para usuários experientes, que estão mais preocupados com a segurança do que cotornar a censura, que confiam em terceiros, conseguem fazer configurações manuais e exigem serviço grátis na Internet com velocidades razoáveis.

</p>

<p>Assim como o UltraSurf, o site do Freegate é bloqueado em muitos países censuradores, e por isso muitos usuários têm de adquirir o software com terceiros. Da mesma forma, o serviço pode ser bloqueado, embora os usuário possam inserir manualmente no Freegate endereços IP desbloqueados.

</p>

<p><strong>FreeGate</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://www.dit-inc.us/dynaweb.php">http://www.dit-inc.us</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="anonymizer-logo-120.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/anonymizer-logo-120.jpg" width="120" height="36" />

</p>

<p>O anonymizer fornece um download de arquivos para Windows que o usuário deve instalar em seu computador. Após completar o fácil processo de instalação, o usuário está pronto para a opção “Anonymous Surfing ™”, após isso seu tráfego está tunelado através do anonymizer. No entanto, para incrementar a segurança, o usuário deve ativar a opção “Surfing Security ™ SSL Encryption” para que o tráfego seja encriptado com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTTPS">HTTPS</a>/<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TLS">SSL</a>. Essa opção vem desativada. O software ainda fornece outros serviços, como o “Digital Shredder”, anti-<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spyware">spyware </a>e endereços de e-mail descartáveis.

</p>

<p>O anonymizer é uma excelente escolha para usuários que não tem tanto conhecimento técnico e estão dispostos a pagar e confiar em terceiros para uma navegação encriptada e em alta velocidade. Já que a página do anonymizer é bloqueada em vários países, o usuário necessita adquirir o software com terceiros.

</p>

<p>O serviço pode continuar acessível apesar dos filtros na Internet, mas pode ser facilmente bloqueado por determinado censor. Já quando a aplicação é instalada no computador, pode não ser uma boa idéia utilizar terminais públicos ou computadores rastreados pelo governo.

</p>

<p><strong>Anonymizer</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://anonymizer.com">http://anonymizer.com</a><br />
<strong>Preço:</strong>Pago

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="ghost-surf-110.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/ghost-surf-110.gif" width="110" height="38" />

</p>

<p>O GhostSurf fornece um download de arquivos para Windows que o usuário deve instalar em seu computador. Após a completa instalação, o software configura o Internet Explorer automaticamente. Qualquer outro browser necessita de configuração manual.

</p>

<p>O software vem ativado com a opção “Normal”, que significa que todo o tráfego é um simples texto e facilmente interceptado. Para encriptar o tráfego, o usuário deve escolher a opção “Secure”, que é a mais segura (a opção “Anonymous” é enganosa, pois ela só bloqueia cookies, mas não deixa o tráfego anônimo). Uma vez que o software foi configurado com a opção “Secure”, e o browser (exceto o Internet Explorer) foi configurado manualmente, o usuário já possui o tráfego encriptado e roteado através dos servidores do Ghost Surfers.

</p>

<p>O Ghost Surf é uma boa escolha que tem um conhecimento técnico razoável e estão dispostos a pagar e confiar em terceiros por uma conexão rápida. Assim como o anonymizer, o site do Ghost Surf também é frequentemente bloqueado em vários países com censura, e o usuário tem de adquirir o software com terceiros. 

</p>

<p>O serviço pode continuar acessível apesar dos filtros na Internet, mas pode ser facilmente bloqueado por determinado censor. Uma vez instalada, a aplicação não deve ser utilizada em terminais públicos ou em computadores rastreados pelo governo.

</p>

<p><strong>Ghost Surf</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://tenebril.com">http://tenebril.com</a><br />
<strong>Preço:</strong> Pago</blockquote>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<blockquote><h2>b.2) Softwares Aplicativos De Tunelamento</h2>

</p>

<p><br /><br />
<img alt="Gpass-logo-90.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Gpass-logo-90.gif" width="90" height="31" />

</p>

<p>O GPass fornece download de arquivos para Windows e os usuários em locais com censura devem instalar em seu computador. O software é gratuito e possui versões em inglês e chinês. Ao se iniciar o GPass, os ícones das aplicações são processados nos proxies do GPass e depois são capturados e mandados para a interface do programa. Quando essas aplicações são iniciadas via GPass, elas são automaticamente configuradas para rodar através do programa. O Internet Explorer, Windows Media Player e o cliente de e-mail utilizado são configurados automaticamente pelo programa. A conexão é encriptada e várias técnicas são usadas para encontrar e conectar um endereço IP desbloqueado. A aplicação fornece velocidades razoáveis e tem a capacidade de armazenar bookmarks e outros arquivos.

</p>

<p>O GPass é uma excelente escolha para usuários sem conhecimento técnico e que estão dispostos a confiar em terceiros e exigem conexões encriptadas, serviços de tunelamento gratuitos para serviços de navegação(http) e a velocidades razoáveis. Assim como o anonymizer e outros, o site do GPass também é frequentemente bloqueado em vários países com censura, e o usuário tem de adquirir o software com terceiros. Para enfrentar as possíveis filtragens do serviço, medidas estão sendo tomadas para encontrar automaticamente endereços IP desbloqueados. Uma vez instalada, a aplicação não deve ser utilizada em terminais públicos ou em computadores rastreados pelo governo.

</p>

<p><strong>GPass</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://gpass1.com/">http://gpass1.com/</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="http-tunnel-logo-100.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/http-tunnel-logo-100.gif" width="100" height="23" />

</p>

<p>O http tunnel é outro programa que fornece download de arquivos para Windows para que os usuários em locais com censura possam instalar em seu computador. Assim como o psiphon e o PeaceFire, http tunnel também fornece um “servidor” que um usuário num país sem censura deve baixar e configurar para alguém num país com censura utilizar.

</p>

<p>O http tunnel possui as versões gratuitas e pagas. Os usuários devem configurar manualmente as aplicações, como os <a href="http://www.google.en/custom?hl=en&client=pub-1185284300475723&channel=4051309592&cof=&domains=masternewmedia.org&q=web+browsers&btnG=Cerca&sitesearch=masternewmedia.org&meta=">browsers</a>, <a href="http://www.google.it/custom?hl=it&client=pub-1185284300475723&channel=4051309592&cof=&domains=masternewmedia.org&q=email+clients&btnG=Cerca&sitesearch=masternewmedia.org&meta=">clientes de e-mail</a> e <a href="http://www.google.en/custom?hl=en&client=pub-1185284300475723&channel=4051309592&cof=&domains=masternewmedia.org&q=instant+messengers&btnG=Cerca&sitesearch=masternewmedia.org&meta=">mensagens instantâneas</a> para usar o http tunnel.

</p>

<p>O http tunnel é uma boa escolha para usuários com conhecimento técnico e que estão mais preocupados com o contorno dos filtros do que com a segurança, e estão dispostos a pagar e confiar em terceiros, fazer algumas configurações manuais e utilizar o serviço de tunelamento para outras aplicações que não sejam de navegação (http), com velocidades razoáveis. O tráfego no http tunnel parece não ser encriptado, apenas é codificado. Isso é uma maneira diferente de expressar a informação, mas não mantem a informação secreta.

</p>

<p>Assim como muitos outros, o site do http tunnel também é frequentemente bloqueado em vários países com censura, e o usuário tem de adquirir o software com terceiros. Um determinado censor pode bloquear os serviços do http tunnel, embora estejam sendo tomadas medidas para contra-atacar a censura, com o conhecimento técnico dos usuários. Uma vez instalada, a aplicação não deve ser utilizada em terminais públicos ou em computadores rastreados pelo governo.

</p>

<p><strong>HTTP Tunnel</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://www.http-tunnel.com/">http://www.http-tunnel.com/</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="Relakks-logo-100.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Relakks-logo-100.gif" width="100" height="23" />

</p>

<p>O Relakks fornece um serviço pago chamado Relakks Safe Surf. É um sistema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VPNF">rede virtual privada (VPN)</a> que usa um túnel encriptado para transportar o tráfego de um usuário num local com censura até os servidores do Relakks.  Ele usa uma VPN nativa nas plataformas Windows e Mac, por isso os usuários não precisam instalar nenhum software. Muitas aplicações diferentes podem ser tuneladas sobre VPN, como e-mail, navegação na Internet e mensagem instantânea.

</p>

<p>O Relakks Safe Surf é uma boa escolha para usuários que não tem tanto conhecimento técnico e estão dispostos a pagar e confiar em redes VPN encriptadas fornecidas por terceiros. No entanto, o Relakks pode ser facilmente bloqueado.

</p>

<p><strong>Relakks</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="https://www.relakks.com/?cid=gb">https://www.relakks.com/</a><br />
<strong>Preço:</strong> Pago

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="Guardster-logo-100.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Guardster-logo-100.gif" width="100" height="30" />

</p>

<p>Ao invés de um sistema anti-censura grátis, não-encriptado e baseado na Web, o Guardster fornece tanto um sistema anti-censura baseado na Web quanto um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/SSH">túnel Secure Sheel (SSH)</a> grátis. Uma variedade de aplicações, incluindo browsers e clientes de e-mails, podem ser tunelados através do túnel SSH encriptado do Guardster.

</p>

<p>O Guardster/SSH é uma boa escolha para usuários que não possuem muito conhecimento técnico e estão dispostos a pagar e confiar em terceiros para obter um túnel encriptado. Assim como muitos outros, o site do guardster também é frequentemente bloqueado em vários países com censura, e o usuário tem de adquirir o software com terceiros. Um determinado censor pode bloquear os serviços do Guardster.

</p>

<p>p>Guardster/SSH<br /><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://www.guardster.com/">http://www.guardster.com/</a><br /><br />
<strong>Preço:</strong> Pago<br /><br />
</blockquote>

</p>

</p>

<p><br />
<br  /><br /><br /><br />
<h2>e) Sistemas Anônimos De Comunicação</h2>

</p>

<p>As tecnologias anônimas escondem o endereço IP do usuário, para que não seja identificado pelo servidor de hospedagem do site que está sendo visitado. Algumas tecnologias anônimas, mas não todas, escondem o endereço IP do usuário até mesmo do próprio serviço que fornece o anonimato, e encripta o tráfego entre o usuário e o serviço. Quando os usuários de tecnologias anônimas fazem requisições para um determinado conteúdo Web através de um serviço de proxy, ao invés de acessar o conteúdo diretamente, as tecnologias anônimas podem ser uma maneira útil de burlar a censura. No entanto, algumas tecnologias anônimas exigem o download de software e podem ser facilmente bloquedas pelas autoridades.

</p>

<p><br />
<br /><blockquote><br />
<img alt="JAP-logo-150.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/JAP-logo-150.jpg" width="150" height="38" />

</p>

<p>O JAP ANON fornece download de arquivo para Windows/Mac/Linux e o usuário num país com censura faz o download e instala em seu computador. Está disponível em inglês e várias línguas européias. O usuário deve selecionar um “mix” através do qual o tráfego é roteado e então seguir as instruções indicadas para configurar o browser para o usar o JAP ANON. O “mix” é um conjunto de intermediários por onde a requisição é roteada e se muitas requisições são enviadas para o “mix”, nem os operadores do “mix” e nem o hospedeiro irão passar pelo “mix”, até que a real identidade do usuário seja conhecida.

</p>

<p>No entanto, existem variados níveis de anonimato quando um usuário escolhe a forma “single mix” e outros a “mix cascades”. Há também um serviço pago para acessar com velocidades maiores e obter mais mixes anônimos. JAP ANON é uma boa escolha para usuários com conhecimento técnico que desejam anonimato e serviço anti-censura para borwsers, com velocidades razoáveis. 

</p>

<p>Assim como muitos outros, o site do JAP ANON também é frequentemente bloqueado em vários países com censura, e o usuário tem de adquirir o software com terceiros. O serviço pode continuar acessível apesar dos filtros na Internet, mas pode ser facilmente bloqueado por determinado censor. Uma vez instalada, a aplicação não deve ser utilizada em terminais públicos ou em computadores rastreados pelo governo.

</p>

<p><strong>JAP ANON</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://anon.inf.tu-dresden.de/index_en.html">http://anon.inf.tu-dresden.de/index_en.html</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="Tor-70.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Tor-70.gif" width="70" height="43" />

</p>

<p>TOR é um sistema de comunicação anônimo gratuito que funciona roteando as requisições da web através de vários roteadores, cada qual com uma camada de encriptação implementada, fazendo com que nenhum roteador individual da rede possa identificar a fonte da requisição. É uma escolha excelente para aqueles que estão buscando fortemente o anonimato, pois é extremamente difícil para o governo monitorar as comunicações através da <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2005/04/15/anonymous_internet_browsing_can_increase.htm">rede do TOR</a>.

</p>

<p>O TOR ainda permite aos usuários tunelar uma variedade de outros protocolos através de sua rede, como o tráfego de mensagens instantâneas e e-mail. Existe também um serviço conhecido como “hidden services” que permite aos usuários publicar suas páginas na Internet de forma anônima, e que só são acessíveis via TOR. O serviço exige um download, por isso não é recomendado para terminais públicos ou em computadores rastreados pelo governo. O TOR está disponível em várias línguas e é Open Source, possui uma rede bem desenvolvida, dedicada, próspera e documentada.

</p>

<p>Após a instalação, o TOR incia as atividades e o usuário deve dar preferência ao browser Firefox, que vem com o “Torbutton”, então o TOR pode ser facilmente ativado e desativado. Para usar outros browsers, é necessário configurar manualmente. TOR é uma escolha excelente para usuários com conhecimento técnico que exigem forte anonimato através do serviço anti-censura para múltiplas aplicações com velocidades baixas. Apesar disso, o site do TOR é bloqueado em alguns países, mas o serviço não.

</p>

<p>Contudo, um determinado governo pode bloquear o TOR se quiser. Mas os desenvolvedores estão trabalhando em soluções para aumentar a resistência. Por conta dos roteadores múltiplos existentes no controlador de tráfego do TOR, navegar na Internet via TOR pode ser meio lento.

</p>

<p>O TOR exige consideráveis habilidades com computadores; e não é indicado para iniciantes.

</p>

<p><strong>TOR</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://tor.eff.org/">http://tor.eff.org/</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis

</p>

<p><br />
<br /><br />
<img alt="i2p-logo.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/i2p-logo.gif" width="130" height="26" />

</p>

<p>O I2P é uma rede de anonimato preferencialmente escolhida por usuários que desejam publicar e acessar conteúdo de forma anônima na rede através do I2P. Por isso, pode ser usado também para <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/privacidade_e_seguran%C3%A7a/anonimato/como-surfar-anonimamente-na-net-mini-guia-20070609.htm">navegação anônima na Internet</a>.

</p>

<p>O I2P fornece download de arquivo para Windows/Mac/Linux e o usuário num país com censura faz o download e instala em seu computador. O browser precisa ser configurado manualmente para navegar através da rede do I2P. O I2P é uma boa escolha para usuários com conhecimento técnico que exigem anonimato, primeiramente para publicar conteúdo, mas também para contornar os filtros, com velocidades baixas. 

</p>

<p>Assim como muitos outros, o site do I2P também é frequentemente bloqueado em vários países com censura, e o usuário tem de adquirir o software com terceiros. O serviço pode continuar acessível apesar dos filtros na Internet, mas pode ser facilmente bloqueado por determinado censor. Uma vez instalada, a aplicação não deve ser utilizada em terminais públicos ou em computadores rastreados pelo governo.

</p>

<p><strong>I2P</strong><br />
<strong>Link:</strong> <a href="http://www.i2p.net">http://www.i2p.net</a><br />
<strong>Preço:</strong> Grátis</blockquote>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Tricks Of The Trade</h2>

</p>

<p><img alt="tricks-of-the-trade-internet-censorship-380.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/tricks-of-the-trade-internet-censorship-380.gif" width="380" height="439" />

</p>

<ul><li><strong>Páginas Em Cache </strong> 
Muitos engenhos de busca fornecem cópias de páginas da Internet, conhecidas como páginas em cache, das páginas originais que eles indexam. Quando você procurar por um site, observe um pequeno link chamado “chache” próximo do resultado de sua busca. Ao recuperar uma cópia de uma página bloqueada em um engenho de busca ao invés de acessá-la diretamente, você poderá visualizar o conteúdo da página censurada. No entanto, muitos países vêm bloqueando os serviços de cache.

<p><strong>Exemplo</strong>: Google Cache</li>

</p>

<p><br />
<li><strong>Serviços De Tradução </strong><br />
Existem muitos services disponíveis na Internet, geralmente disponibilizados por engenhos de busca. Se você estiver acessando um site através de um serviço de tradução, é o serviço de tradução que está acessando o site. Isso permite a você ler o conteúdo censurado sem estar conectado diretamente ao site bloqueado.

<p><strong>Exemplo</strong>: <a href="http://babel.altavista.com">babel.altavista.com</a></li>

</p>

</p>

<p><br />
<li><strong>Agregadores RSS</strong><br />
<a href="http://www.masternewmedia.org/rss/top55/">Agregadores RSS</a> são sites que permitem a você salvar e ler seus RSS Feeds favoritos.  Os sites de <a href="http://www.masternewmedia.org/rss/top55/">Agregadores RSS</a> irão se conectar aos sites bloqueados e baixar os <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/entrega_e_distribuicao_de_conteudos/rss/RSS-o-que-e-sindicacao-e-subscricao-de-noticias-em-linguagem-simples-video-de-3-minutos-20070507.htm">RSS Feeds</a> para que você possa ler. Já que quem se conecta ao site bloqueado é o agregador, e não você, o acesso ao conteúdo censurado está garantido.

<p><strong>Exemplo</strong>: <a href="http://www.bloglines.com">www.bloglines.com</a></li>

</p>

</p>

<p><br />
<li><strong>Nomes de Domínios Alternativos </strong> <br />
Um dos meios mais comuns de se censurar um site é pelo nome de seu domínio, e.g. news.bbc.co.uk. No entanto, os sites são frequentemente acessados por outros nome de domínios, como newsrss.bbc.co.uk. Caso um nome de domínio seja bloqueado, você pode tentar acessar o site por outro nome.

<p><strong>Exemplo</strong>: <a href="http://news.bbc.co.uk">news.bbc.co.uk</a> -> <a href="http://newsrss.bbc.co.uk">newsrss.bbc.co.uk</a></li>

</p>

</p>

<p><br />
<li><strong>Aceleradores Web </strong><br />
Os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_accelerator">aceleradores</a> contem cache de páginas da web e fazem com que sua conexão pareça ser mais rápida. Já que você não está acessando a página diretamente, é o cache quem faz isso, você pode acessar o conteúdo bloqueado.

<p><strong>Exemplo</strong>: <a href="http://webaccelerator.google.com">webaccelerator.google.com</a></li></ul>

</p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Coisas Para Lembrar</h2>

</p>

<p><br /><br />
<ul><li><strong>Existem muitas maneiras</strong> de acessar um site bloqueado. A maioria dos métodos não te permite fazer isso de forma segura. Encontre um método que te ofereça acesso e segurança.</li>

</p>

<p><br />
<li><strong>Quanto mais privada</strong> for sua solução anti-censura, melhor. Sem levar em conta a tecnologia em si, soluções privadas são a melhor chance de não ser descoberto e bloqueado.</li>

</p>

<p>

</p>

<p><li><strong>Você pode aumentar</strong> seu nível de segurança e estabilidade ao contornar a censura se você tiver contatos confiáveis fora do país.</li>

</p>

<p>

</p>

<p><li><strong>Nunca use</strong> um contato fora do país que você não conhece ou confia! Seu contato pode ser sua chave para a segurança, mas também pode ser sua mais importante fonte de vulnerabilidade.</li>

</p>

<p>

</p>

<p><li><strong>Lembre-se que</strong> seu provedor pode potencialmente ver tudo que você faz num sistema anti-censura</li>

</p>

<p>

</p>

<p><li><strong>Violar as leis existentes</strong> de censura na Internet pode ser um grande risco. Não use nenhuma tecnologia antes de compreender completamente como se usa.</li>

</p>

<p>

</p>

<p><li><strong>Faça uma avaliação de segurança</strong> baseada no contexto de seu país, seu nível de habilidade e suas redes sociais.</li>

</p>

<p>

</p>

<p><li><strong>Certifique-se que entede</strong> completamente a tecnologia utilizada. Alguns services anunciam segurança e anonimato, mas nem sempre cumprem ou prometido, ou então exigem configurações extras ou taxas para ativar todas as funcionalidades. </li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<h2>Leitura Complementar</h2>

</p>

<p><br />
<ul><li><strong><a href="http://security.ngoinabox.org/">NGO-in-A-Box</a></strong>: Uma coleção revisada de softwares e manuais em várias línguas para aumentar a segurança dos computadores e privacidade na Internet para defensores de direitos humanos e mídias independentes.</li>

</p>

<p><br />
<li><strong><a href="http://www.tacticaltech.org/">Tactical Technology Collective</a></strong>: Uma fundação sem fins lucrativos que promove o uso do software livre e gratuito por ONG’s e produtores da ONG de segurança NGO-in-A-Box.</li>

</p>

<p><br />
<li><strong><a href="http://www.rsf.org/rubrique.php3?id_rubrique=542">Reporters Without Borders, Handbook for Cyber-Dissidents and Bloggers</a></strong></li>

</p>

<p><br />
<li><strong><a href="http://opennet.net/">OpenNet Initiative</a></strong>: Um projeto colaborativo entre a Universidade de Toronto, Cambridge e Harvard cujo objetivo é documentar a censura na Internet e inspecionar todo o mundo.</li>

</p>

<p><br />
<li><strong><a href="http://www.frontlinedefenders.org/manuals/en/esecman/">Digital Security and Privacy for Human Rights Defenders</a></strong>: : Uma publicação de Dmitri Vitaliev, Front Line - - The International Foundation for the Protection of Human Rights Defenders.</li>

</p>

<p><br />
<li><strong><a href="www.nartv.org/blog/">ICE</a></strong>: Blog do Citizen Lab Research Fellow, Nart Villeneuve.</li></ul>

</p>

<p><br /><br /><br />
<strong>Sobre O Citizen Lab</strong>

</p>
<p><img alt="citizenlab_125.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/citizenlab_125.jpg" width="115" height="150" />

</p>

<p>O <a href="http://www.citizenlab.org">Citizen Lab</a> é um laboratório interdisciplinar baseado no <a href="http://webapp.mcis.utoronto.ca/">Munk Centre for International Studies</a> na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/University_of_Toronto">Universidade de Toronto</a>, Canadá, que desenvolve e estimula pesquisas na intersecção entre mídia digital e políticias cíveis públicas.

</p>

<p>Uma “hothouse” que abriga cientistas sociais, cientistas da computação, ativistas e artistas, os projetos do Citizen Lab exploram as dimensões políticas e sociais das novas tecnologias da informação e comunicação, com o foco nos direitos humanos, humanitarismo e a democracia ao redor do mundo.

</p>

<p>O projeto civisec é patrocinado generosamente pelo <a href="http://www.soros.org/">Open Society Institute</a>.

</p>

<p><br />
<br /><br />
<strong>Sobre O Autor</strong>

</p>

<p><img alt="dilbert_125.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/dilbert_125.jpg" width="115" height="150" />

</p>

<p><a href="http://deibert.citizenlab.org/deibertcv2007.pdf">Ron Deibter</a> é professor associado de ciências políticas e diretor do Citizen Lab, no Centro de Estudos Internacionais Munk, Universidade de Toronto, o que você tem aqui é um guia para leigos, que explica de forma simples tudo que você precisa saber para burlar a censura na Internet e nos sistemas de filtros. A iniciativa do projeto do Sr. Deibert, chamado de OpenNet, do qual ele é co-fundador e principal colaborador, é uma pesquisa que examina a censura na Internet em todo o mundo. Ele também está envolvido no projeto CiviSec, que desenvolve ferramentas de segurança da informação e estratégias para organizações de direitos humanos em todo o mundo, e é o principal colaborador do projeto Psiphon. 

</p>

<p><br />
</p>

</p>

<p>

</p>

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</p>

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</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Privacidade e Segurança]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Ron Deibert]]></dc:creator>
<dc:date>2008-07-07T10:33:26+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/como-ser-bem-sucedido/dez-dicas-de-stephen-downes.htm">

<title><![CDATA[Como Ser Bem-Sucedido: As Dez Dicas De Stephen Downes]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/como-ser-bem-sucedido/dez-dicas-de-stephen-downes.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><strong><a href="http://blog.guykawasaki.com/2005/12/to_build_a_case.html">Guy Kawasaki</a> escreveu há algum tempo</strong> um artigo descrevendo “<a href="http://blog.guykawasaki.com/2006/08/ten_things_to_l.html">dez coisas que você deve aprender este ano na escola</a>”, onde os leitores são aconselhados a aprender como escrever cinco frases para e-mails, criar slides no <a href="http://www.microsoft.com/powerpoint/">PowerPoint</a>, e sobreviver a reuniões chatas. Na minha opinião, o texto falava, na verdade, sobre como ter sucesso no mundo dos negócios. 

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/jumping_in_the_sun.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo Credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/larskristian/">Lars Kristian Schjønhaug</a></span>

</p>

<p><strong>Minha visão é que</strong> as pessoas são mais valiosas que isso, agradar seu chefe deve ser a menor de suas preocupações, e o verdadeiro aprendizado significa algo mais do que ser bem sucedido no mundo dos negócios.

</p>

<p><strong>Mas o que você deve aprender?<br />
</strong><br />
<strong>Sua escola vai tentar</strong> te ensinar os fatos, e você precisará usá-los para passar nas provas, que, por sinal, são inúteis. Com o passar do tempo, você vai acabar aprendendo algumas coisas legais, como gostar de ler, que você deve cultivar. 

</p>

<p><strong>Mas Guy Kawasaki</strong> está certo em pelo menos algo: as escolas não te ensinarão as coisas que você realmente precisa aprender sobre como ser bem sucedido, seja nos negócios (se você escolher ou não viver uma vida como um bajulador) ou na sua vida pessoal.

</p>

<p><strong>Aqui, então, está minha lista.</strong> Isto é, na minha visão, o que você precisa aprender para ser bem sucedido. Além disso, é algo que você pode começar este ano, não importa em que ano escolar você esteja, não importa quantos anos você tem.

</p>

<p>Eu poderia, obviamente, escrever muito mais em cada um destes tópicos.

</p>

<p><strong>Mas considere isso como um ponto de partida</strong>, siga as sugestões, e aprenda o resto por conta própria. E para os educadores, eu pergunto, se vocês não estão ensinando essas coisas nas suas aulas, por que não o fazem?<br />
<!-- FA --><br />
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</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>1. Como Prever Conseqüências</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/broken_mirror.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit: <a href="http://www.flickr.com/people/brokencamera/">Wim de Jonge</a></span>

</p>

<p><br />
<strong>A expressão mais comum</strong> na cena de um desastre é, "<em>Eu nunca pensei...</em>"<br />
O fato é que a maioria das pessoas não sabe fazer uma previsão das conseqüências, e as escolas nunca parecem pensar em ensinar a arte da improvisação.

</p>

<p><strong>A previsão de conseqüências</strong> é parte ciência, parte matemática, e parte visualização. <br />
É essencialmente a habilidade de criar um modelo mental imaginário com a seqüência de eventos que podem ocorrer, "<em>O quê provavelmente aconteceria se...?</em>".

</p>

<p><strong>O perigo em cada uma</strong> dessas situações é focar-se no que você quer que aconteça, ao invés do que de fato pode acontecer.<br />
Ao se preparar para pular um determinado buraco, por exemplo, você provavelmente visualiza a aterrissagem no outro lado.

</p>

<p>Isto é bom; leva a um pulo bem sucedido. Mas você precisa visualizar também a não aterrissagem do outro lado. 

</p>

<p><strong>O que pode acontecer então? Você ao menos contemplou as prováveis conseqüências de uma queda de 40 metros?</strong>

</p>

<p><strong>É aí que a matemática</strong> e as ciências entram. Você precisa comparar a situação atual com suas experiências passadas e calcular as probabilidades de diferentes resultados. Se, por exemplo, você estiver olhando para um buraco de cinco metros, você deve estar se perguntando, “<em>Quantas vezes eu já consegui pular um buraco de 5 metros? Quantas vezes eu falhei?</em>” Se você não sabe, você deveria saber o suficiente para tentar um pulo-teste sobre o nível do chão.

</p>

<p><strong>As pessoas não pensam pra frente.</strong> Mas enquanto você está na escola, deveria estar sempre se perguntando, “<em>o quê vai acontecer agora?</em>” Observe situações e interações interessantes no ambiente que o circunda e tente prever os resultados. Escreva ou publique num blog suas previsões. Com prática, você se tornará um expert em antever conseqüências.

</p>

<p><strong>Mesmo sendo muito interessante</strong>, com o passar do tempo, você começará a observar padrões e generalizações, coisas que farão as conseqüências serem ainda mais fáceis de prever. Coisas caem, por exemplo. Copos quebram. Pessoas ficam bravas quando insultadas. Coisas quentes se desintegrarão. Cães mordem às vezes. O ônibus (ou trem) se atrasa às vezes. Estes tipos de generalizações – frequentemente chamados de ‘senso comum’ – ajudarão você a evitar o inesperado, e, às vezes, as conseqüências desastrosas.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>2. Como Ler</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/children_reading_big_book.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit: <a href="http://www.flickr.com/people/57029257@N00/">Arantxata</a></span>

</p>

<p>De modo estranho, ao falar disso eu não considero o “<em>saber ler</em>” no seu significado tradicional, mas, em como olhar para algum texto e entender, de modo profundo, o que está sendo expresso (isso também se aplica ao áudio e vídeo, mas, se você treinar direitinho com o texto, será relativamente fácil transferir para outros domínios).

</p>

<p><strong>Os quatro principais tipos</strong> de escrita são: descrição, argumentação, explicação e definição. Você deve aprender a reconhecer estes diferentes tipos de escrita observando com atenção os indicadores e palavras-chave.

</p>

<p><strong>Então, você deve aprender</strong> como as sentenças são construídas para formas esses tipos de escrita. Por exemplo, um argumento terá duas partes principais, uma premissa e uma conclusão. A conclusão é o ponto onde o autor está tentando expor sua opinião, e deve ser identificada com um indicador (tal como as palavras “<em>então</em>”, “<em>portanto</em>” ou “<em>consequentemente</em>”, por exemplo).

</p>

<p><strong>Muitos textos são cheios</strong> – palavras são gastas com o intuito de fazer o autor parecer bom, distrair sua atenção, ou simplesmente preencher mais espaço. Ser capaz de eliminar as besteiras e atentar-se ao que realmente está sendo dito, sem distrações, é uma importante habilidade.

</p>

<p><strong>De qualquer forma, sua escola</strong> nunca te ensinará isso, encontre um livro básico de lógica informal (deve haver algum com o título "<em>pensamento crítico</em>" ou algo assim). Procure no livro por formas de argumentação e palavras indicativas (a maiorias desses livros não abrange os outros três tipos de escrita) e pratique o reconhecimento dessas palavras no texto e observe como elas são usadas na prática. 

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>3. Como Distinguir a Verdade da Ficção</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/man_and_watermirror.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/froodmat/">froodmat</a></span>

</p>

<p><strong>Eu tenho escrito extensivamente</strong> sobre isso, inclusive em outras áreas, porém, isso me lembra uma parte das escolas que é bastante ignorada. Às vezes eu desconfio que isso ocorre porque os professores pensam que os alunos devem simplesmente absorver o conhecimento, sem se preocupar com o lado crítico; se eles estão questionando tudo que o professor fala, eles nunca irão aprender!

</p>

<p><strong>A primeira coisa é aprender</strong>, na verdade, a questionar o que está sendo dito, o que você lê, e o que você vê na televisão. Simplesmente não aceite passivamente o que está sendo dito. Sempre se pergunte, como posso saber se isso é realmente verdade? Qual evidência vai me levar a crer que isso é falso?

</p>

<p><strong>Eu tenho escrito muitas</strong> coisas que o ajudam com isso, incluindo meu <a href="http://web.uvic.ca/psyc/skelton/Teaching/General%20Readings/Logical%20Falllacies.htm">Guia da Lógica das Falácias</a>, e meu artigo <a href="http://www.downes.ca/cgi-bin/page.cgi?db=post&q=crdate=1121531748&format=full">Como Avaliar Websites</a>. Esses princípios são largamente aplicáveis. Por exemplo, quando seu chefe diz algo pra você, aplique o mesmo teste. Você pode se surpreender com a quantidade de coisas que seu chefe diz e, simplesmente, não são verdade!

</p>

<p><strong>Todo dia</strong>, procure pelo menos um pedaço de informação (uma coluna de jornal, uma postagem num blog, um exercício na classe) e examine-a com atenção. Analise cada sentença, cada palavra, e pergunte-se o que você espera acreditar e como você espera perceber isso. Então, pergunte a si mesmo se você tem razões suficientes para acreditar e perceber o que foi exposto, ou se você está sendo manipulado.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>4. Como Ser Simpático</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/touching_hands.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/yanbing/">Irene Yan</a></span>

</p>

<p><strong>A maioria das pessoas vive em seu próprio mundo</strong>, e, para a maior parte, está tudo bem. Mas é importante, pelo menos, reconhecer que existem outras pessoas, e que elas também vivem em um mundo próprio. Isso te salvará do erro de assumir que todos são iguais a você. E, até mais importante, isso permitirá que outras pessoas tornem-se uma surpreendente fonte de conhecimento e percepção para você.

</p>

<p><strong>Parte desse processo</strong> envolve observar as coisas com os olhos de um outro alguém. Um indivíduo pode estar, literalmente, num local diferente. Eles podem não enxergar o que você enxerga, e podem estar vendo coisas que você não vê. Ser capaz de entender como essa mudança de perspectiva pode mudar o que eles pensam é importante. 

</p>

<p><strong>Mas, até mais significante</strong>, você precisa ser capaz de imaginar como as outras pessoas se sentem. Isso significa que você tem que, na sua cabeça, criar um modelo mental com os pensamentos e sentimentos de outras pessoas, e inserir você dentro desse modelo. Isso ocorre de melhor forma se você imaginar que é, de fato, uma outra pessoa, e ,então, coloca-se dentro da situação.

</p>

<p><strong>Provavelmente, a melhor forma</strong> de aprender como fazer isso é estudar drama ( não me refiro a estudar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Shakespeare">Shakespeare</a>, mas sim aprender a atuar em peças). Infelizmente, as escolas não incluem essa atividade como parte de seu currículo. Então, ao invés disso, você estudará matérias como religião e psicologia. As escolas também ainda não incluem essas matérias. Então, certifique-se de passar algum tempo em diferentes jogos de RPG (role-playing games) todo dia e pratique ser outra pessoa, com diferentes crenças e motivações.

</p>

<p><strong>Quando você é antipático</strong>, você começará a procurar e entender caminhos que te ajudem a criar uma ponte entre o abismo existente entre você e as outras pessoas. Ser educado e atencioso, por exemplo, serão muito importantes para você. Você será capaz de sentir a chateação de alguém se você for rude com ele. Do mesmo modo, será mais importante ainda ser honesto, pois você começará a ver quão transparentes suas mentiras são, e quão ofendido se sente alguém que é facilmente enganado.  

</p>

<p><strong>Simpatia não é algum tipo de barganha</strong>. Não é a aplicação da Regra de Ouro. É um sentimento verdadeiro em você que, operado em sincronia com outra pessoa, produz um caminho que acessa a mente dessa pessoa, através de sua mente. Você é educado porque você se sente mal quando age de forma rude; você é honesto pois você se sente ofendido quando mente.

</p>

<p><strong>Você precisa aprender como</strong> ter esse sentimento, mas, uma vez que você o tenha, será capaz de entender como sua vida era vazia antes de tê-lo.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>5. Como Ser Criativo</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/color_pastels.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit: <a href="http://www.flickr.com/people/jakig/">Jaki Good</a></span>

</p>

<p><strong>Todo mundo pode ser criativo</strong>, e se você olhar pra sua própria vida, descobrirá que você já foi criativo por diversas vezes. Os seres humanos têm a capacidade natural de serem criativos - é assim que nossas mentes funcionam - e, com a prática, nós podemos nos tornar muito bons nisso.

</p>

<p><strong>O truque é entender</strong> como a criatividade funciona. Às vezes as pessoas pensam que idéias criativas surgem do nada (como a famosa "página em branco" olhando para o escritor), mas criatividade é, de fato, o resultado do uso e manipulação adequados do seu conhecimento.

</p>

<p><strong>A criatividade verdadeira</strong> é quase que uma resposta a algo. Este artigo, por exemplo, foi escrito em resposta a um artigo com o mesmo título, mas que eu não concordava com as idéias expostas. A criatividade também surge em resposta a um problema específico: como resgatar um gato, como cruzar um buraco, como para a lavagem de roupa.

</p>

<p><strong>Então, para ser criativo,</strong> a primeira coisa a fazer é aprender a procurar por problemas para resolver, coisas que demandam uma reação, necessidades que precisam ser preenchidas. Isso necessita de prática (tente escrever ou postar num blog sempre que perceber um problema ou necessidade).

</p>

<p><strong>Além disso, a criatividade envolve</strong> a transferência de conhecimento de um domínio para outro, e às vezes uma manipulação desse conhecimento. Quando você vê um obstáculo na vida real, como você cruzaria um obstáculo similar, num jogo on-line? Ou, se você precisasse limpar o ácido da bateria, como você se livraria do excesso de ácido em seu estômago?

</p>

<p><strong>Criatividade, em outras palavras</strong>, geralmente funciona por metáforas, e isso significa que você precisa aprender como encontrar as coisas em comum entre a situação atual e as outras coisas que você sabe. Isso é o que tipicamente é chamado de "<em>Pensar fora da caixa</em>" - você precisa sair do domínio do problema atual. E a habilidade particular envolvida é o reconhecimento de padrões. Essa habilidade é difícil de ser aprendida, e requer muita paciência, por isso que a criatividade é tão difícil.

</p>

<p><strong>Mas o reconhecimento de padrões</strong> pode ser aprendido - é o que você já faz quando canta uma canção parecida com outra, ou quando está fotografando e, diz, 'X' ou uísque. Muito frequentemente as artes estão envolvidas em encontrar padrões nas coisas, e é por isso, este ano, que você deve guardar um tempinho todo dia para a arte - música, fotografia, vídeo, desenho, pintura ou poesia. 

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>6. Como se Comunicar de Forma Clara</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/handwriting_350.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/mcvay728/">Katy</a></span>

</p>

<p>Comunicar-se claramente, é, na maioria das vezes, uma questão de saber o que quer dizer, e, portanto, é interessante o emprego de certas ferramentas para isso. Provavelmente, a pior parte disso é saber o que você quer dizer, mas é melhor gastar seu tempo certificando-se de que será bem entendido do que escrever um monte de coisas e ser mais ou menos compreendido.  

</p>

<p><strong>Saber o que dizer</strong> é, geralmente, uma questão de estrutura. Escritores profissionais utilizam um pequeno conjunto de estruturas padronizadas. Por exemplo, alguns escritores preferem artigos (ou então livros inteiros!)  que consistem numa lista de pontos, como este artigo. Uma outra estrutura, conhecida como "estilo pirâmide", é usada por jornalistas -  toda a história é contada no primeiro parágrafo e, cada parágrafo que se segue contem menos e menos informações relevantes.

</p>

<p><strong>Através dessa gama de estruturas</strong>, os escritores disponibilizam argumentos, explicações, descrições ou definições, às vezes de forma combinada. Cada uma dessas abordagens possui uma estrutura distinta. Um argumento, por exemplo, terá uma conclusão, que é aonde o escritor expõe seu ponto de vista. A conclusão terá como base uma série de premissas. Ligando as premissas às conclusões, teremos um conjunto de indicadores. A palavra "<em>então</em>", por exemplo, assinala a conclusão.

</p>

<p><strong>Aprender a escrever claramente</strong> é uma questão de conhecer as ferramentas, e então colocá-las em prática. Provavelmente a melhor maneira de aprender a estruturar sua escrita é aprender a como fazer discursos sem precisar de anotações. Isso te forçará a utilizar uma estrutura clara (uma que você possa se lembrar!) e mantê-la daqui pra frente. Eu escreverei mais sobre isso, mas, por enquanto, dêem uma olhada no livro do Keith Spicer, Winging It. 

</p>

<p><strong>Adicionalmente, domine as ferramentas</strong> que os profissionais usam. Aprenda a estrutura de argumentos, explicações, descrições e definições. Entenda as palavras indicadoras usadas para auxiliar os leitores no processo de leitura. Domine a gramática básica, para que suas sentenças não sejam ambíguas. Informações sobre tudo que citei aqui podem ser encontradas na Internet.

</p>

<p><strong>Portanto, pratique sua escrita</strong> todos os dias. Uma boa maneira de praticar é juntar-se a jornais estudantis ou voluntários - escrever como um time, para uma audiência, contra um deadline. Isso forçará você a trabalhar de forma mais rápida, o que é bastante útil, pois é muito mais rápido escrever claramente do que de forma precariamente. Se não existe um jornal, crie um, ou então comece um blog de notícias.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>7. Como Aprender</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/red_leaf_connections.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/28551615@N00/">Mark Boucher</a></span>

</p>

<p><br />
Seu cérebro consiste em bilhões de células nervosas, conectadas umas às outras. Aprender é, essencialmente, formar conjuntos dessas conexões. Seu cérebro está sempre aprendendo, seja se você estiver estudando matemática ou olhando para o céu, pois essas conexões estão sempre se formando. A diferença do que você aprende está em como você aprende.

</p>

<p><strong>Quando você aprende</strong>, você está tentando criar padrões de conectividade em seu cérebro. Você está tentando conectar neurônios, e difundir essa conexão. Isso é alcançado pela repetição dos conjuntos de comportamentos ou experiências. O aprendizado é uma questão de prática e repetição.

</p>

<p><strong>Dessa forma, quando você aprende algo</strong> - desde '2+2=4' até os princípios da mecânica quântica - você precisa estar sempre repetindo o que aprendeu, com o intuito de fazer crescer sua conexão neural. Às vezes as pessoas aprendem por repetição de palavras em voz alta - este costume era popular há algum tempo atrás. Tomando nota quando alguém fala também é algo válido, pois primeiro você escuta e após anota o que percebeu.

</p>

<p><strong>Pense em como aprender</strong> a lançar uma bola baseball. Alguém pode te explicar tudo sobre isso, e você pode compreender tudo, mas ainda assim você precisará lançar milhares de bolas até se tornar bom nisso. Você precisa aumentar suas conexões neurais da mesma forma que aumenta seus músculos.

</p>

<p><strong>Algumas pessoas pensam</strong> que aprender é lembrar-se de uma série de fatos. Às vezes pode até ser que seja, mas aprender é muito mais reconhecimento do que memorização. Porque você está tentando construir redes de células nervosas, é melhor aprender de forma totalmente conectada do que de forma desconexa, onde a conexão que você encontra em um domínio tem o mesmo de uma outra que está num outro domínio. Aprender em um domínio, então, torna-se uma questão de reconhecimento de padrões.

</p>

<p><strong>Às vezes os padrões</strong> que usamos são bastante artificiais, como em 'todo bom garoto deseja ser mau'(a sentença nos ajuda a lembrar de notas musicais). Em outros casos, de forma mais útil, o padrão é relacionado com as leis da natureza, da lógica ou de princípios matemáticos, como as coisas funcionam em sua totalidade, ou algo assim. Desenhar figuras geralmente ajuda as pessoas a encontrar padrões (por isso que os mapas mentais e mapas conceituais são tão populares).<br />
 <br />
<strong>Realmente, você deve visualizar</strong> o estudo de matemática, história, ciências e mecânica como um estudo de arquétipos, padrões básicos que você reconhecerá sempre. Mas isso significa que, quando você estuda essas disciplinas, você deve se perguntar "<em>qual é o padrão</em>" ( e não simplesmente "<em>quais são os fatos</em>"). E fazer essas perguntas realmente vai te proporcionar um aprendizado mais fácil.

</p>

<p><strong>Aprender a aprender</strong> é o mesmo que aprender alguma coisa. Necessita de prática. Você deve tentar aprender algo todo dia - uma palavra aleatória no dicionário, ou uma página do Wikipedia. Quando você estiver aprendendo este item, não o faça de forma isolada, procure por padrões - Isso combina com algum padrão que você conheça? Isso é um tipo de coisa que você já viu antes? Encaixe essa palavra ou conceito no seu conhecimento existente - escreva num blog o que você aprendeu, ou desenhe uma figura explicando isso.

</p>

<p><strong>Pense, sempre, sobre como</strong> você está aprendendo e o quê você está aprendendo no momento. Lembre-se, você está sempre aprendendo - e isso significa que você precisa perguntar, o que você está aprendendo ao assistir televisão, indo ao shopping, dirigindo um carro, jogando baseball? Quais tipos de padrões estão sendo criados? Que tipos de padrões estão sendo reforçados? Como você pode assumir o controle desse processo?

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>8. Como Permanecer Saudável</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/people_in_the_park.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/naughton321/">naughton</a></span>

</p>

<p>Como é uma questão muito útil, a manutenção de sua saúde envolve dois principais componentes: minimizar a exposição a doenças e substâncias tóxicas, e manter o equilíbrio físico.

</p>

<p><strong>Minimizar a exposição</strong> a doenças e elementos tóxicos é comumente uma questão de limpeza e ordem. Coisas simples - como manter o álcool na garagem ao invés de mantê-lo na cozinha - minimizam o risco de envenenamento acidental. Limpar a superfície de biscoitos reduz completamente o risco de contaminação por bactérias. Lavar suas mãos regularmente previne a transmissão de vírus e doenças. 

</p>

<p><strong>De forma similar</strong>, uma das questões mais quentes em educação hoje é a preocupação em relação a temas como a prevenção contra exposição a doenças e substâncias tóxicas. Em poucas palavras, se você tem contato físico com outra pessoa, você está facilitando a transmissão de doenças, portanto, proteja-se. Atividades como beber, comer alimentos gordurosos, fumar, e usar drogas são, essencialmente, a introdução de substâncias tóxicas no seu corpo, portanto, faça isso com moderação, e se o nível de elementos tóxicos envolvidos for significante, não consuma.

</p>

<p><strong>A manutenção pessoal</strong> é provavelmente ainda mais importante, já que a maioria das ameaças à saúde são, geralmente, relacionadas com a deterioração física. As receitas com uma alimentação adequada e exercícios apropriados devem ser aprendidas e praticadas. Mesmo que você não se torne uma pessoa compulsiva com a questão da saúde (e quem não é?), é importante saber quais alimentos e tipos de ações são benéficos, e criar o hábito de comer bons alimentos e praticar bons hábitos.

</p>

<p><strong>Todos os dias, procure exercer algum tipo de atividade</strong> - vá de bicicleta ao trabalho ou escola, faça caminhadas, pratique um esporte ou se exercite. Além disso, procure comer ao menos uma refeição "<em>boa pra você</em>", que contem proteínas e minerais (como carne e verduras, ou soja e frutas). Se sua escola não te oferece alimentos e atividades físicas adequados, exija-os! Você não pode aprender nada se estiver doente e com fome! De qualquer forma, procure estabelecer um programa alternativo para você, que pode ser executado em seus intervalos.

</p>

<p><strong>Finalmente, lembre-se: você nunca tem de justificar a proteção de sua vida e de sua saúde</strong>. Se você não quer fazer algo pois acha que não é seguro, então você tem todo o direito de recusar. As conseqüências - quaisquer conseqüências - são melhores do que insistir numa atividade insegura. 

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>9. Como Dar Valor a Si Mesmo</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/fly_high.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/ahmedzahid/">Ahmed Zahid</a></span>

</p>

<p>É, talvez, cínico falar que a sociedade é um gigante que conspira contra você, fazendo com que você se sinta mal consigo mesmo, porém, não é totalmente errado pensar assim. Os publicitários fazem com que você se sinta mal, então, você precisa comprar os produtos que eles anunciam. Políticos fazem com que você se sinta incapaz, então, você depende das políticas e dos programas deles, e até mesmo seus amigos e colegas podem fazer com que você desista de algo, ao invés de incentivá-lo. 

</p>

<p><strong>Você pode ter todo o conhecimento</strong> e habilidades do mundo, mas isso não significa nada se você não se sentir motivado para usá-los; é como ter um <a href="http://www.lamborghini.com/">Lamborghini</a>, mas não ter uma licença para dirigir. Ele parece brilhante na garagem, mas você não está desfrutando de nenhum valor do carro até que você o leve para dar uma volta.

</p>

<p><strong>Valorizar a si mesmo</strong> é em parte uma questão de desenvolvimento pessoal, e em parte uma questão de escolha. Para dar valor a si mesmo, você precisa sentir que é merecedor desse valor. Na realidade, você merece seu valor, mas esse questionamento geralmente te ajuda a provar isso pra você mesmo, ajuda a alcançar um objetivo, a aprender uma habilidade, ou alcançar alguma distinção. E para se dar valor, você precisa dizer "Eu sou valioso”.

</p>

<p><strong>Isso é um ponto importante.</strong>

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<p><strong>O modo como pensamos sobre nós mesmos</strong> é muito mais uma questão de aprendizado, como outro qualquer. Se alguém te diz que você não vale a pena várias vezes, e você não faz nada para se opor a isso, então você vai ser levado a acreditar que você não vale a pena, pois é assim que suas conexões neurais vão se formar. Mas se você repetir, e acreditar, e se comportar de modo a dizer a si mesmo que é valioso, é nisso que você acreditará.

</p>

<p><strong>O que é dar valor a si mesmo?</strong> É, na verdade, muitas coisas. Por exemplo, é acreditar que você é bom o suficiente para ter uma opinião, ter voz, ter uma palavra, e suas contribuições de fato são interessantes. É acreditar que você é capaz, que você pode aprender a fazer novas coisas e ser criativo. É a sua habilidade de ser independente, e não precisar de alguém ou de alguma instituição de auto-ajuda para viver, e autonomia, capaz de tomar suas próprias decisões e viver sua vida de seu jeito.

</p>

<p><strong>Todas essas coisas</strong> são suas por direito. Mas elas nunca serão dadas de graça a você. Você tem que ir buscá-las, acreditando em si mesmo (não importa o que os outros digam) e sendo autônomo.

</p>

<p>Sua escola não tem aulas sobre isso (e pode inclusive estar tentando diminuir sua autonomia e auto-estima; preste atenção nisso). Por isso você deve encarregar-se de desenvolver seu próprio senso de valores e auto-estima.

</p>

<p><strong>Faça isso todos os dias</strong>. Diga a si mesmo que você é inteligente, legal, forte, bom, e o que mais você quiser ser. Diga isso em voz alta, pela manhã - escondido pelo barulho do chuveiro, se preferir, mas diga. Então, pratique esses atributos. Seja inteligente resolvendo palavras cruzadas. Seja legal fazendo seu estilo de moda. Seja forte fazendo algo que você tinha se comprometido a fazer. Seja bom praticando uma boa ação. E a cada vez que você fizer isso, lembre-se que, de fato, você possui tudo isso.

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<p><br /><br /><br />
<h2>10. Como Viver de Forma Significativa</h2>

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<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/girl_on_a_bench.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.flickr.com/people/aliceinw/">Guillaume Carels</a></span>

</p>

<p>Essa é provavelmente a coisa mais difícil de todas para se aprender, e a menos ensinada.

</p>

<p><strong>Viver de forma significativa</strong> é, na verdade, uma combinação de várias coisas. É, num primeiro momento, sua dedicação a algum objetivo ou meta. Mas é também seu senso de avaliação e dedicação aqui e agora. E, finalmente, é a realização de seu lugar no mundo, de tudo que você significa, é algo que você deve criar pra si mesmo.

</p>

<p><strong>Muitas pessoas vivem sem ter um propósito na vida.</strong> Elas se preocupam em ganhar mais e mais dinheiro, ou buscam a fama, o poder, e, caso não atinjam esses objetivos, elas sentem suas vidas vazias e sem significado. Isso ocorre porque as pessoas confundem significado com finalidade – dinheiro, fama e poder são coisas que as pessoas desejam com a finalidade de sentirem-se melhores. 

</p>

<p><strong>O que é dar valor à vida?</strong>

</p>

<p>Isso é você quem decide. Eu tenho escolhido dedicar minha vida a ajudar as pessoas a obter uma boa educação. Outros procuram curar doenças, explorar o espaço, venerar Deus, construir uma família, desenhar carros, ou dar esclarecimentos.

</p>

<p><strong>Se você não decidir o que é viver bem pra você</strong>, alguém decidirá, e em algum momento da sua vida você se dará conta que não está fazendo o que realmente deve, o que realmente acha importante. Por isso, tire um tempo hoje pra pensar sobre o significado de sua vida. Você pode mudar sua mente amanhã. Mas comece, pelo menos, tomando as rédeas de sua vida e se guiando para onde quer que você deseje.

</p>

<p><strong>A segunda coisa é</strong> pensar às vezes em “viver o momento”. Isso é essencialmente a compreensão de que você pode controlar seus pensamentos. Seus pensamentos não têm poder sobre você; a única coisa que importa é o momento presente. Se você  pensar em algo – seja com esperança, com sensação de fracasso, com medo – que não possa machucar você, aí você poderá definir se deve ou não confiar nesse pensamento.

</p>

<p><strong>Um outro aspecto é</strong> o seguinte: o que você está fazendo agora é a coisa que você mais quer fazer. Agora você deve pensar, “Meu Deus! Eu preferia estar na praia de Malibu agora!”. Mas se você realmente quiser estar na praia de Malibu, é para lá que você irá. A razão de você não estar lá agora é que você escolheu outras prioridades em sua vida – sua família, seu emprego, seu país.

</p>

<p><strong>Quando você percebe que</strong> tem o poder de escolher o que fazer, você percebe que também tem o poder de escolher as conseqüências. E isso significa que as conseqüências – até mesmo as ruins – são na maioria das vezes parte de nossas escolhas.

</p>

<p><strong>Isso dito, o entendimento dessa questão é muito libertador.</strong>

</p>

<p><strong>Pense nisso, como um leitor</strong> – e significa que o que eu mais queria agora era escrever esse artigo para você – sim, para você – que quer ler. E ainda mais magnífico é que eu sei, como escritor, que a coisa que você mais quer agora, inclusive mais importante que estar em Malibu, é ler minhas palavras. E isso faz com que escreva algo realmente importante e com significado – e isso faz com que eu ganhe mais uma razão para viver.

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<p><br /><br /><br />
<strong>Sobre o Autor</strong>

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<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/stephen_downes_1.jpg"><br />
<span class="photocredit">Photo credit:<a href="http://www.downes.ca/">Stephen Downes</a></span>

</p>

<p>Stephen Downes é um pesquisador sênior do <a href="http://www.nrc-cnrc.gc.ca/">Conselho Nacional de Pesquisa do Canadá</a>, em Monton, New Brunswick, Canadá. Afiliado ao <a href="http://www.iit.nrc.ca/">Conselho do Instituto de Tecnologia da Informação</a>, Stephen Downes trabalha com o <a href="http://www.iit.nrc.ca/e-learning.html">Grupo de Pesquisa E-Learning</a>. Seu foco profissional principal inclui pesquisa e desenvolvimento em e-learning, trabalho e ajuda para as organizações melhorarem sua posição competitiva no mercado, e incrementar a troca de informações através de artigos, relatórios e análises escritas, bem como  marcar presença em conferências e seminários locais e internacionais.<br />
Visite o <a href="http://www.downes.ca/">website do Stephen Downes</a> para saber mais sobre ele.

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Ensino - Tecnologias de Educação]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Stephen Downes]]></dc:creator>
<dc:date>2008-06-25T13:31:57+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-democracia-e-visao-economica -o-P2P-como-forma-de-vida-parte 2-20071123.htm">

<title><![CDATA[Peer-to-Peer: Governação, Democracia E Visão Económica - O P2P Como Forma De Vida - Parte 2]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-democracia-e-visao-economica -o-P2P-como-forma-de-vida-parte 2-20071123.htm</link>
<description><![CDATA[<p><em>&quot;<strong>A nossa</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_pol%C3%ADtica" target="_blank" title="Abre numa nova janela">economia política</a> baseia-se num erro fundamental. Baseia-se na presunção que os recursos naturais são ilimitados, e isso é um erro infinito.</em> </p>

<p><img alt="p2p-cooperation-id5561121_size480.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-cooperation-id5561121_size480.jpg" height="468" width="480"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Maxim Malevich</span></p>
<p><em>Esta falsa presunção cria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escassez" target="_blank" title="Abre numa nova janela">escassez</a> artificial para recursos culturais potencialmente <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abundance_%28economics%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">abundantes</a>. </em></p>
<p><em>Esta combinação de quasi-adundância e quasi-escassez destrói a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biosfera" target="_blank" title="Abre numa nova janela">biosfera</a> e limita a expansão da inovação social e uma cultura livre.<br> <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/02/20/p2pbased_economy_the_political_power.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Numa sociedade baseada em P2P</a>, esta situação é invertida: os limites de recursos naturais são reconhecidos, e a abundância de recursos imateriais torna-se o princípio fundamental. A visão da <a href="http://blog.p2pfoundation.net/category/p2p-theory/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">teoria P2P</a> é a seguinte:</em></p><ol><li><em><strong>o valor central</strong> intelectual, cultural e espiritual será produzido através de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer_production" target="_blank" title="Abre numa nova janela">produção peer</a> não recíproca.</em></li>
<p></p><li><em><strong>é rodeado</strong> por uma esfera de partilha reformada inspirada em peer;</em></li>
<p></p><li><em><strong>é globalmente</strong> gerida por um estado e sistema de governação reformados e inspirados em peer.</em></li></ol>

<p><em>Devido a estas características, o peer to peer pode ser apontado como a lógica central da civilização sucessora, sendo uma resposta e solução para a crise estrutural do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capitalismo</a> contemporâneo.&quot;</em></p>
<p><strong>Nesta segunda parte</strong> do P2P Como Forma De Vida (<a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">primeira parte aqui</a>), o defensor global do p2p Michel Bauwens analisa as fundações políticas e económicas da governação peer-to-peer e os conceitos de democracia da governação, produção e propriedade peer, analisando os seus detalhes e características.</p>
<p>Questionando profundamente as falsas presunções em que se baseiam os nossos sistemas políticos e económicos, pode-se ver a alteração crítica que aconteceria se os governos se tornassem parceiros em vez de controladores e escravizadores e se as comunidades peer tivessem os meios económicos para suportar os seus esforços de cooperação social.</p>
<p>De novo, a adopção de sistemas monetários alternativos, retirando alguns dos extraordinários controlos que as empresas privadas reuniram sobre o tema do dinheiro e oferecendo os recursos básicos para todos os indivíduos de acordo com as suas vocações e paixões naturais em vez de serem escravizados por mecanismos económicos e de produção que os alienam, é o futuro pelo qual espero.</p>
<p> Como escrevi antes, deixe-me realçar: &quot;<em>A governação peer to peer, se apoiada por novas regulamentações socioeconómicas, incluindo um subsídio universal para todos, poderá ser o meio pelo qual os indivíduos se poderão governar a si mesmos enquanto continuam a perseguir os seus melhores interesses e paixões.</em>&quot;</p>

<p><em>Introdução por Robin Good</em><!-- FA --></p><p><img alt="wikip2p.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/wikip2p.jpg" height="133" width="201"></p>
</p><h2>As Implicações Políticas da Revolução Peer to Peer – Parte 2</h2>
<p><em>por Michel Bauwens</em></p>
<p><br><br>
</p><h2>5. A Teoria P2P como a Possibilidade Emancipatória da Era</h2>

<p><img alt="economy-id586770_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/economy-id586770_size220.jpg" height="220" width="220"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Kostantin Inozemtev</span></p>
<p>De facto, porque um sistema de crescimento infinito é uma impossibilidade lógica e física com um ambiente natural limitado, o sistema mundial actual enfrenta uma crise estrutural para o seu crescimento extensivo. De momento a consumir 'dois planetas', seriam necessários quatro planetas se a China e a Índia conseguissem obter a equidade com os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Consumo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">níveis de consumo</a> dos países ocidentais. Devido às crises ecológicas e de recursos que isto causa, o sistema é finalmente limitado pela sua expansão extensiva.</p>
<p>No entanto, o seu sonho para intenso desenvolvimento na esfera imaterial é igualmente bloqueado, pois a esfera da abundância e produção social directa através da produção peer cria um crescimento exponencial em valor, mas apenas mostram um crescimento linear nas oportunidades de mercado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista" target="_blank" title="Abre numa nova janela">nas suas margens</a>.</p>
<p><strong>O sistema mundial actual enfrenta uma crise semelhante ao do</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sistema de escravatura do Império Romano</a>, que já não conseguia crescer extensivamente (em certa altura o custo da expansão é maior do que os benefícios da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Produtividade" target="_blank" title="Abre numa nova janela">produtividade</a> adicionada), mas também não podia crescer intensivamente, pois isso requeria autonomia para os escravos. Assim, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feudalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sistema feudal</a> surgiu, vontando-se a centrar no local, onde se tornaria muito mais produtivo e crescer 'intensivamente'. Os servos, que estavam ligados à terra mas agora tinham famílias numa parte fixa da sua produção e uma carga de taxas mais leve, eram substancialmente mais produtivos que os escravos. Os senhores ficavam com uma parte substancialmente inferior das sobras. Hoje, o crescimento extensivo é finalmente bloqueado, mas o crescimento intensivo na esfera imaterial exige uma substancial reconfiguração que transcende em grande parte a actual lógica do sistema.</p>

<p>Da mesma forma, a crise estrutural actual causa uma reconfiguração das duas  classes principais (tais como os donos de escravos se tinham que tornar senhores feudais e os escravos tinham que se tornar servos). </p>
<p>De momento, testemunhamos o surgimento da classe netárquica de possuidores de capital, estamos a renunciar a sua dependência no presente regime de acumulação imaterial através de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_intelectual" target="_blank" title="Abre numa nova janela">propriedade intelectual</a>, favorecendo um papel de possibilitadores de participação social através de plataformas proprietárias, que inteligentemente combinam elementos abertos e fechados para assegurarem uma medida de controlo e lucro, enquanto que os trabalhadores de conhecimento se reconfiguram de uma classe que foi dissociada dos meios de produção para uma que já não se afasta dos seus meios de produção, pois os seus cérebros e redes são agora os seus<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meios_de_produ%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">meios de produção</a> socializados. (No entanto, são ainda largamente dissociados dos meios autónomos de rentabilização.) Seria justo dizer que de momento, as comunidades de produção peer são colectivamente suficientes, mas não individualmente, levando a uma crise de valor e precariedade disseminada entre os trabalhadores de conhecimento.</p>
<p>A solução, na minha opinião, aponta na seguinte direcção:</p><ol><li><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Private_sector" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o sector privado</a></strong> reconhece a sua crescente dependência nas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Externalization" target="_blank" title="Abre numa nova janela">externalizações</a> positivas da cooperação social e com as autoridades públicas, concordam com um acordo histórico na forma de um rendimento básico; isto permite que a esfera de cooperação se desenvolva ainda mais, criando benefícios de mercado</li>
<p></p><li><strong>a esfera de mercado</strong> é dissociada do capitalismo de crescimento infinito (como seria possível exigiria um artigo inteiro, mas o fundamental seria uma reforma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macroeconomia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">macro</a> monetária como as propostas por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bernard_Lietaer" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Bernard Lietaer</a>, associadas com um novo regime que aumente a produção de dinheiro de bancos privados para o campo social, através de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Monetary_system" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sistemas financeiros</a> abertos)</li>

<p></p><li><strong>a esfera de produção peer</strong> cria 'sistemas de reconhecimento de riqueza' para reconhecer os que sustentam a sua existência e sistemas existem que podem traduzir essa riqueza de reputação em rendimento.</li></ol>
<p><br><br>
</p><h2>6. Governação e Democracia Peer</h2>
<p><img alt="government_id240641_size250.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/government_id240641_size250.jpg" height="188" width="250"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=jarnogz" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Jarno Gonzalez</a></span></p>
<p>Como as infra-estruturas peer-to-peer técnicas e sociais como os media sociais e temas auto-direccionadas estão a surgir como um formato importante, senão dominante, para as alterações induzidas pelo <a href="http://blog.p2pfoundation.net/category/cognitive-capitalism/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capitalismo cognitivo</a>, a dinâmica relacional peer-to-peer terá cada vez mais efeitos políticos.</p>
<p>Como recordação, a dinâmica relacional do p2p cresce quando existem redes distribuídas, isto é, redes onde os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Economic_agent" target="_blank" title="Abre numa nova janela">agentes</a> são livres de empreender acções e relações e onde existe uma ausência da coerção pública para que os modos de governação surjam de baixo para cima. Cria processos como produção peer, a produção comum de valor; <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">governação peer</a>, isto é a auto-governação de tais projectos; e a propriedade peer, o sistema auto-imune que previne a apropriação privada do comum.</p>

<p><strong>É importante distinguir</strong> a governação de peer de uma multidão de pequenos mas coordenados grupos globais, que escolhem processos não-representativos nos quais os participantes decidem os projectos em conjunto, da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_representativa" target="_blank" title="Abre numa nova janela">democracia representativa</a>. O último é uma forma descentralizada de partilha de poder baseada em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">eleições</a> e representantes. Já que a sociedade não é um grupo peer com um consenso a priori, mas um sim uma estrutura descentralizada de grupos concorrentes, a democracia representativa não pode ser substituída pela governação peer.</p>
<p>No entanto, ambos os modos irão influenciar e acomodar-se para o outro. Os projectos peer que se desenvolvem além de certa escala e começam a enfrentar questões de decisões sobre recursos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escassez" target="_blank" title="Abre numa nova janela">escassos</a>, adaptará provavelmente alguns mecanismos de representação. A tomada de decisões representativa e burocrática pode e será, em alguns lugares, ser substituída por redes de governação globais que podem ser auto-governadas em certa escala, mas em todo o caso, irá e deve incorporar cada vez mais modelos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stakeholder_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">vários accionistas</a>, que se esforçam por incluir como participantes na tomada de decisão todos os grupos que podem ser afectados por tais acções. Este modelo de sociedade à base de grupos é diferente, mas relacionado em espírito, à governação peer à base de indivíduos, pois eles partilham um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ethos" target="_blank" title="Abre numa nova janela">carácter</a> de participação.</p>

<p><br><br>
</p><h2>7. Em Direcção de Uma Abordagem de estado Parceiro</h2>
<p><img alt="partner_id2406681_size255.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/partner_id2406681_size255.jpg" height="170" width="255"></p>
<p><span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=logos" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Juri Arcurs</a></span></p>
<p>A política de estado parceiro é uma aproximação na qual o estado permite e autoriza comunidades de utilizadores a criarem o valor eles mesmos e que também se concentra na eliminação de obstáculos.</p>
<p><strong>A alteração fundamental na abordagem é a seguinte.</strong></p>
<p>Na visão moderna, os indivíduos eram vistos como atomizados. Acreditou-se que eles precisavam de um contrato social que delegou a autoridade a um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soberania" target="_blank" title="Abre numa nova janela">soberano</a> para criar a sociedade, e na necessidade da socialização por instituições que se dirigiam a eles como uma massa não diferenciada. Na nova visão contudo, os indivíduos são já sempre unidos com os seus pares, e a ver as instituições de tal modo informado por pares. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Institui%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">As instituições</a>, portanto, terão que se desenvolver para se tornarem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecologia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">ecologias</a> de suporte, inventando modos de criar infra-estruturas de suporte.</p>

<p>Os políticos tornam-se intérpretes e peritos, que podem direccionar as questões que emergem fora de redes baseadas na sociedade civil para o reino institucional.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado" target="_blank" title="Abre numa nova janela">O estado</a> torna-se pelo menos um árbitro neutro (ou ainda melhor: favorável para o povo), isto é, o meta-regulador dos três reinos, e sai do dilema binário de estado/privatização para a escolha tripartida de uma mistura  ideal entre:</p><ol><li><strong>regulamentação governamental, </strong></li>
<p></p><li><strong>liberdade de mercado privado e </strong></li>
<p></p><li><strong>projectos autónomos de sociedade civil.</strong></li></ol>
<p>Um estado parceiro reconhece que <a href="http://blog.p2pfoundation.net/how-the-law-of-asymmetric-competition-should-affect-innovation-policy/2007/08/10" target="_blank" title="Abre numa nova janela">a lei de competição assimétrica</a> dita que tem que suportar a inovação social ao máximo das suas capacidades.</p>
<p>Um exemplo que encontrei recentemente foi o trabalho do município de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brest_%28Fran%C3%A7a%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Brest</a>, em French Brittany. Lá, a secção da cidade de &quot;Democracia Local&quot;, sob a liderança de <a href="http://www.a-brest.net/auteur2.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Briand</a>, disponibiliza infra-estruturas online, módulos de formação, e infra-estruturas física para partilha (câmaras, equipamento sonoro, etc. …), para que indivíduos locais e grupos possam criar sozinhos projectos culturais e sociais. Por exemplo, o projecto <a href="http://www.a-brest.net/auteur2.html?recherche=Territoires+Sonores&amp;page=recherche&amp;lang=fr" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Territoires Sonores</a> leva em conta a criação de arquivos auditivos e vídeo pelo público para enriquecer rastos personalizados, que, assim, não são nem produzidos por uma empresa privada, nem pela própria cidade. Por outras palavras, a autoridade pública neste caso permite e autoriza a produção social directa de valor.</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/03/06/p2p_economics_a_design_vision.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A dinâmica peer-to-peer</a>, e o pensamento e experimentação que ele inspira, não apresenta apenas uma terceira forma de produção de valor social, produz também novas formas de institucionalização e regulação que podem ser produtivamente explorada e/ou aplicada.<br>
De facto, da sociedade civil surge uma nova institucionalização, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem_comum" target="_blank" title="Abre numa nova janela">os comuns</a>, que é uma forma distinta de regulação e propriedade. </p>
<p><strong>Ao contrário da propriedade privada</strong>, <strong>que é</strong> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Exclusionary_rule" target="_blank" title="Abre numa nova janela">diferenciadora</a>, e ao contrário da propriedade estatal, na qual o colectivo 'expropria' o indivíduo; em contraste na forma do povo, o indivíduo conserva a sua soberania, mas partilha-a voluntariamente. </p>
<p>Só a abordagem de propriedade à base do povo reconhece a propensão do conhecimento fluir em todos os locais, enquanto que o regime de propriedade privada necessita de uma luta radical contra aquela propensão natural. Isto torna provável que o formato de comuns seja adoptado como a solução mais competitiva.</p>
<p>Em termos de institucionalização destas novas formas de propriedade comum, <a href="http://www.amazon.com/gp/pdp/profile/A2QIFHX7ZVDS1N" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peter Barnes</a>, <a href="http://www.amazon.com/Capitalism-3-0-Reclaiming-Commons-Currents/dp/1576753611" target="_blank" title="Abre numa nova janela">no seu importante livro Capitalism 3.0</a>, explica como parques nacionais e ambientes comuns (como um proposto Skytrust), pode ser dirigido por confianças, quem têm a obrigação de conservar todo o capital (natural) intacto, e através de um homem/um voto eles teriam a responsabilidade de conservar os recursos naturais comuns. Esta poderia ser uma alternativa aceite tanto para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nacionaliza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">nacionalização</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Deregulation" target="_blank" title="Abre numa nova janela">desregulação</a>/<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Privatiza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">privatização</a>.</p>

<p>Imagino que numa civilização de sucessor, onde a lógica peer-to-peer é a principal lógica de criação de valor, o povo é a instituição central que dirige o meta-sistema, e o mercado é um subsistema informado por peer que lida com a produção de produtos físicos rivais, com uma economia pluralista que é aumentada com vários esquemas à base de reciprocidade.<br>
 </p>
<p><br><br>
</p><h2>8. Uma Política Progressiva Renovada Centrada Na sustentação do Povo</h2>
<p><img alt="sustain_commons_235-o.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/sustain_commons_235-o.jpg" height="184" width="235"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="%20http://www.boingboing.net/images/creative-commies.gif">BoingBoing</a></span></p>
<p>Qual o significadopara as tradições emancipatórias que surgiram da era industrial?</p>
<p>Acho que poderá ter dois efeitos positivos:</p><ol><li><strong>uma dissociação da ligação automática</strong> com modalidades burocráticas do governo (que não significa que não seja apropriado em certas circunstâncias); as propostas podem ser formuladas que directamente apoiem o desenvolvimento do Povo</li><br>

<p><li><strong>uma dissociação da sua alternativa</strong>: desregulação/privatização; o suporte do Povo e produção peer significa que há uma alternativa tanto da privatização <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">neoliberal</a>, como da introdução <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blairite" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Blairite</a> da lógica privada na esfera pública.</li></ol><br />
<p>Os movimentos progressivos podem então tornar-se informais em vez de numa modalidade da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Industrial_society" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sociedade industrial</a>. </p><br />
<p>Em vez de defender o status quo industrial, torna-se de novo uma força ofensiva (diga: esforçando-se para uma sociedade de informação baseada na equidade), mais estreitamente se aliou com os movimentos aberto/gratuito, participatórios e forças orientadas pelo povo. </p><br />
<p><strong>Estes três movimentos sociais surgiram</strong> por causa da necessidade de uma reprodução social eficiente da produção peer e o povo.</p><ul><li><strong>Os movimentos abertos e gratuitos</strong> querem assegurar que há matéria-prima para produção cultural gratuita e apropriação, e luta contra os monopólios de aluguer de acordo com o capital, pois agora restringe a inovação. Funcionam no lado receptor da fórmula.</li>

</p>

<p></p><li><strong>Os movimentos participatórios</strong> querem assegurar que alguém pode usar a sua combinação de habilidades específica para contribuir para projectos comuns e, trabalhando na diminuição dos limiares técnicos, sociais e políticos; finalmente,</li>
<p></p><li><strong>o movimento do Povo</strong> trabalha na conservação do comum da apropriação privada, para que a sua reprodução social seja assegurada, e a circulação do comum pode continuar desimpedida, pois é o Povo que por sua vez cria novas camadas da matéria-prima aberta e gratuita.</li></ul>
<p>Estes vários movimentos vêm em três versões normais:</p><ol><li><strong>movimentos transgressores </strong>, tais como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compartilhamento_de_arquivos" target="_blank" title="Abre numa nova janela">partilhadores de ficheiros</a> novos e antigos, que demonstram que o sistema legal deve mudar</li>
<p></p><li><strong>os movimentos construtivos</strong>, que criam uma estrutura de novos tipos de relações sociais, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o movimento Creative Commons</a>, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Free_software_movement" target="_blank" title="Abre numa nova janela">movimento de software livre</a>, etc…</li>

<p></p><li><strong>mudanças ou tentativas radicais para mudar</strong> o regime industrial e adaptá-lo às novas realidades</li></ol>
<p>Pessoalmente acredito que estes movimentos não criarão novos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_pol%C3%ADtico" target="_blank" title="Abre numa nova janela">partidos políticos</a>, mas que essas redes de redes irão de facto procurar a ligação política. </p>
<p>Enquanto que o peer-to-peer é um regime que combina a igualdade e a liberdade e potencialmente combina elementos de vários lados do espectro político, acredito que a esquerda em particular tem tendência de forjar uma aliança com os novos desejos e exigências desses movimentos.</p>
<p>Existe também uma ligação com o movimento ambiental. Embora os movimentos culturalmente orientados lutam contra a escassez artificial induzida pelos regimes restritivos das leis de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral" target="_blank" title="Abre numa nova janela">direito de autor</a> e de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Patente" target="_blank" title="Abre numa nova janela">patentes</a>, os de movimentos ambientalistas lutam contra a abundância artificial criada pela lógica de mercado irrestrito. A eliminação de pseudo-abundância e pseudo-escassez é exactamente o que tem que acontecer para tornar a nossa civilização humana sustentável nesta etapa. Como foi realçado por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Matthew_Stallman" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Richard Stallman</a> e outros, os regimes de  copyright e patentes estão explicitamente destinados a inibir a cooperação livre e fluxo cultural entre seres humanos criativos, e são tão perniciosos ao novo desenvolvimento da humanidade como a destruição biosférica.</p>

<p><strong>Há, por isso, um enorme potencial</strong> para um movimento tão renovado da emancipação humana para ficar alinhado com os valores de uma nova geração dos jovens, e conseguir a vantagem de longo prazo que os Republicanos tinham atingido desde os anos 80.</p>
<p><br>
<br><br>
</p><h2>9. Conclusão: O Que Tem Que Ser Feito? </h2>
<p><img alt="to-do-list_id851586_size210.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/to-do-list_id851586_size210.jpg" height="210" width="210"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=Nicemonkey" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Nicemonkey</a></span></p>
<p>Vamos relembrar alguns dos nossos pontos e ver como o movimento contra a escassez social e para a sustentabilidade se cruzam. </p>
<p><strong>Vivemos numa economia política que compreendeu ao contrário.</strong> Cremos que o nosso mundo natural é infinito, e assim podemos ter um sistema económico baseado em crescimento infinito. Mas já que o mundo material é finito, é baseado em pseudo-abundância.</p>

<p>E então acreditamos que devemos introduzir a escassez artificial no mundo da produção imaterial, impedindo o fluxo livre de cultura e inovação social, que é baseada na cooperação livre, criando os obstáculos de permissões e alugueres de propriedade intelectual protegidos pelo estado. </p>
<p><strong>Do que precisamos, em alternativa, é de uma economia política baseada</strong> numa noção verdadeira da escassez no reino material, e uma compreensão da abundância no reino imaterial. </p>
<p><strong>A inovação complexa precisa de funcionários criativos e autónomos</strong> que não sejam limitados na sua capacidade de partilhar e aprender um com o outro.</p>
<p>No mundo da produção imaterial, de software, texto e desenho, os <a href="http://www.wordwebonline.com/en/REPRODUCTIONCOST" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos de reprodução</a> são marginais e por isso vemos a emergência de produção peer não-recíproca, onde voluntários se ocupam da criação directa do valor de uso, que aproveita os bens comuns resultantes de um modo geral, mas sem reciprocidade específica.</p>
<p>No mundo da produção material, onde temos escassez, e os custos têm que ser recuperados, tal não-reciprocidade não é possível, e por isso precisamos de modos de troca neutra como os mercados, ou outros modos de reciprocidade.</p>

<p>Na esfera de produção imaterial, a humanidade está a aprender as leis da abundância, porque os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rivalrous" target="_blank" title="Abre numa nova janela">bens não-rivais</a> ganham em valor através da partilha. </p>
<p><strong>Neste mundo</strong>, estamos a desenvolver-nos em direcção a licenças não-proprietárias, modos da produção participativos, e formas de propriedade orientadas pelo povo. As formas positivas da afinidade baseada em retribalização estão a surgir. Mas no mundo de bens materiais escassos, uma série de crises de escassez estão a preparar-se, o aquecimento global é um deles, que cria a emergência de formas negativas de tribalização competitiva.</p>
<p>A lógica da abundância tem o potencial de nos levar a uma reorganização do nosso mundo a um nível de complexidade mais elevada, movida principalmente pela lógica peer-to-peer.</p>
<p>A lógica da escassez tem o potencial de nos levar a guerras generalizadas por recursos, a uma descida a uma forma mais baixa de complexidade, uma nova era das trevas, como foi o caso <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Queda_do_Imp%C3%A9rio_Romano" target="_blank" title="Abre numa nova janela">depois da desintegração do Império Romano</a>.</p>
<p><strong>Portanto o desafio deve</strong> usar a lógica emergente da abundância, e injectá-la no mundo da escassez.</p>

<p><br><br> <strong>É uma possibilidade realista?</strong></p>
<p>No mundo imaterial da abundância, a partilha não é problemática, e a nova emergência e expansão de modos não-recíprocos de produção será muito provável. &quot;<em>Juntos sabemos tudo</em>&quot;, é um ideal muito alcançável.</p>
<p>No mundo material da escassez, a abundância é traduzida em três conceitos-chave que podem modificar a consciência humana e, por isso, as práticas económicas. A noção de '<em>em conjunto temos tudo</em>’ não parece totalmente alcançável, por isso, precisamos de conceitos transicionais.</p>
<p><br><br> <strong>1) O primeiro conceito é a distribuição de tudo.</strong> </p>
<p>Isto significa que em vez da abundância, temos um corte de recursos físicos e  meios físicos da produção, para que os indivíduos se possam envolver e actuar livremente. Isto significa uma economia que se move em direcção a uma visão de modos de mercado informados por peer, como o comércio justo (um mecanismo de mercado submetido para controlar a arbitragem de produtores e consumidores vistos como parceiros), empreendimento social (usando lucro para o progresso social consciente). </p>

<p>As tendências objectivas para a miniaturização dos meios físicos da produção fazem disto uma possibilidade distinta: o fabrico por computador permite designers individuais; o fabrico rápido e ferramentas estão a diminuir as vantagens da produção industrial à escala, e também os produtores pessoais. O empréstimo social cria uma distribuição do capital financeiro; e a produção social directa do dinheiro através de software não está longe de ser realizado em várias partes do mundo (ver o trabalho de Bernard Lietaer); Se de facto a escassez tornará a energia e a matéria-prima mais caras, uma relocalização da produção é provável, e modos de produção informados por peer serão permitidos a uma extensão muito maior.</p>
<p><br><br> <strong>2) O segundo conceito é a sustentabilidade.</strong> </p>
<p>Dado que um sistema de crescimento infinito não pode durar indefinidamente, temos que nos voltar para novos conceitos de mercado como descrito pelas escolas de pensamento do capitalismo natural (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Korten" target="_blank" title="Abre numa nova janela">David Korten</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Hawken" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Paul Hawken</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hazel_Henderson" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Hazel Henderson</a>), <a href="http://www.amazon.com/Capitalism-3-0-Reclaiming-Commons-Currents/dp/1576753611" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capitalism 3.0</a> (a proposta de <a href="http://www.amazon.com/gp/pdp/profile/A2QIFHX7ZVDS1N" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peter Barnes</a> de usar a confiança como forma de propriedade porque impõe a preservação do capital), design &quot;cradle to cradle&quot; e processos de produção para que nenhum desperdício seja criado. Temos de mudar para uma economia estável (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Daly" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Herman Daly</a>), que não é necessariamente estático, mas onde a maior produção através da natureza é dependente da nossa capacidade de regenerar os mesmos recursos.</p>

<p><br><br> <strong>3) O terceiro conceito é o de suficiência ou 'muito'.</strong></p>
<p>A abundância não tem só um lado objectivo, tem um lado subjectivo também. Na economia material, o crescimento infinito tem de ser substituído pela suficiência, uma compreensão em que a posição e a felicidade humana não podem ser mais dependentes da acumulação de material infinito e do sobre consumo, mas ficará dependente de acumulação e crescimento imateriais. Ter bastante para que possamos perseguir o significado e o status e através da nossa identidade como indivíduos criativos e colaborativos, reconhecidos nas nossas várias comunidades peer.</p>
<p>Apenas uma economia rica em experiência pode evitar uma cultura de frustração e sacrifício e as repressões e infelicidade que tal pode produzir. Esta economia de experiência contudo, não será somente criada por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franchising" target="_blank" title="Abre numa nova janela">franchises comerciais</a>, mas também haverá produção social directa do valor cultural. Os negócios e as comunidades peer, permitidas e autorizadas por um estado parceiro, terão de criar uma paisagem rica de valor imaterial, e quanto mais sólido o valor imaterial circundante for, menor será o nosso afecto à mera posse. </p>
<p> </p>
<p><br><br>
Fim da Parte 2</p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Aqui encontrará a Parte 1</a>.</p>

<p><br><br>
Originalmente escrito por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Bauwens" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Bauwens</a> e publicado pela <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a> como &quot;<a href="http://www.masternewmedia.org/information_access/p2p-peer-to-peer-economy/peer--to-peer-governance-production-property-part-2-Michel-Bauwens-20071027.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer-to-Peer Governance, Production And Property: P2P As A Way Of Living - Part 2</a>&quot;</p>
<p><br><br><br> <strong>Sobre o autor</strong></p>
<p><img alt="bauwens.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/bauwens.jpg" height="100" width="100"></p>
<p>Michel Bauwens (1958) é um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Integral_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">filósofo integral</a> belga e teólogo de Peer-to-Peer. Trabalhou como consultor de Internet, analista de informação para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Information_Agency" target="_blank" title="Abre numa nova janela">United States Information Agency</a>, gestor de informação para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BP" target="_blank" title="Abre numa nova janela">British Petroleum</a> (onde criou um dos primeiros centros de informação virtuais) e é antigo chefe de redacção da primeira revista de convergência digital europeia, a holandesa <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Wave_%28journal%29&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Wave</a>. Com <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Frank_Theys&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Frank Theys</a>, é o co-autor de um documentário de 3 horas <em>TechnoCalyps</em>, um exame sobre a 'metafísica da tecnologia'. Ensinou e editou duas antologias em língua francesa sobre a Antropologia da Sociedade Digital.</p>

<p>Embora seja estudante da teoria integral de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ken_Wilber" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Ken Wilber</a> há muitos anos, tornou-se recentemente crítico do aspecto do movimento Wilber-<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Beck" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Beck</a>, e é uma poderosa voz para uma sociedade integral sem autoridade baseada em peer-to-peer.</p>
<p>Michel é o autor de muitos ensaios on-line, incluindo a importante tese <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer_to_Peer_and_Human_Evolution" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer to Peer and Human Evolution</a>, e é editor da <a href="http://integralvisioning.org/index.php?topic=p2p" target="_blank" title="Abre numa nova janela">P2P News</a></p>
<p>Vive agora em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai, Tailândia</a>, onde criou a <a href="http://www.p2pfoundation.net/index.php/Main_Page" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Foundation for P2P Alternatives</a> e <a href="http://blog.p2pfoundation.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">mantém um  blogue</a>.</p>

<p>Leccionou cursos sobre a antropologia da sociedade digital a alunos de pós graduação no  ICHEC/St. Louis em Bruxelas, Bélgica e cursos relacionados na <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Payap_University&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Payap University</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai_University" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai University</a> na Tailândia.</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Acesso à Informação]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Michel Bauwens]]></dc:creator>
<dc:date>2007-11-23T10:11:53+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm">

<title><![CDATA[Peer-to-Peer: Governação, Produção E Propriedade - O P2P Como Forma De Vida - Parte 1]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm</link>
<description><![CDATA[<p><strong>Os mercados podem estar a mudar</strong> de uma lógica de capitalismo puro (criando comodidades para troca para aumentar o capital), para lógicas onde a lógica de troca é incorporada na lógica de parcerias. </p>

<p><img alt="p2p-governance_id3929961_size480.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-governance_id3929961_size480.jpg" height="419" width="480"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Maxim Malevich</span></p>
<p>Existe agora um espaço fervilhante de cooperação social, que alguns chamam de <a href="http://del.icio.us/mbauwens/Adventure-Economy" target="_blank" title="Abre numa nova janela">aventura de economia</a>, nascendo da partilha de bens físicos.</p>
<p>Hoje a Internet oferece uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_dynamics" target="_blank" title="Abre numa nova janela">dinâmica social</a> impressionante, baseada totalmente na participação voluntária na criação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem_comum" target="_blank" title="Abre numa nova janela">bens comuns</a> disponibilizados universalmente para todos.</p>
<p>Eu próprio, aqui na <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a>, baseio o meu negócio e modelos de sustentação actuais na livre partilha de informação e conteúdos de alto valor (na forma de artigos, análises e vídeos) que publico aberta e gratuitamente on-line.</p>

<p>A produção, governo e propriedade peer to peer são mais produtivas económica e politicamente e em termos de distribuição, ao invés das suas alternativas governamentais e lucrativas, uma vez que filtram todas as formas menos produtivas de motivação e cooperação e mantêm apenas a produção motivada e a motivação intrínseca. </p>
<p>As plataformas de partilha de media social que vê a surgirem por todo o lado sobrevivem através da venda da atenção dos seus leitores, NÃO o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_de_uso" target="_blank" title="Abre numa nova janela">valor de uso</a> que você criou. </p>
<p></p><blockquote>&quot;<em><strong>A compreensão que</strong> os funcionários actuais não mudam apenas de emprego mas também de emprego para não-emprego e que isso, na realidade, é mais útil e significativo para eles (e para o mercado e sociedade) não são os empregos pagos para o mercado, mas os episódios de produção motivada.</em>&quot;</blockquote> 
<p>Estão as formas de produção peer to peer não recíprocas a tornar-se dominantes? Irão os modos de produção peer to peer informados encontrar o seu caminho nas condições económicas de procura? São os modelos peer to peer uma opção?</p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/09/29/network_collaboration_peer_to_peer.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Bauwens</a> apresenta aqui alguns conceitos basilares da governação, produção e propriedade peer to peer, analisando os seus detalhes e características. </p>

<p><strong><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Governance" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A governação peer to peer</a></strong>, se apoiada por novas regulamentações socioeconómicas, incluindo um subsídio universal para todos, poderá ser o meio pelo qual os indivíduos se poderão governar a si mesmos, enquanto continuam a perseguir os seus melhores interesses e paixões.</p>
<p><em>Introdução por Robin Good</em><br>
<!-- FA --></p><h2>P2P e os Bens Comuns - Introdução geral</h2>

<p><img alt="creative-commons-350.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/creative-commons-350.gif" height="350" width="350"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://hightech.blogosfere.it/">Hightech.Blogosfere</a></span></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer-to-peer_%28meme%29">Processos sociais peer to peer</a> são processos transversais onde agentes de uma rede distribuída podem participar livremente em buscas comuns, sem coacções externas. </p>
<p>É importante compreender que sistemas distribuídos diferem de sistemas descentralizados, essencialmente porque no segundo os hubs são obrigatórios, enquanto que nos primeiros eles são o resultado de escolhas voluntárias. </p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/09/29/network_collaboration_peer_to_peer.htm">Redes distribuídas</a> têm limitações, coacções internas, que são as condições para que o grupo funcione e podem ser incluídas na infra-estrutura técnica, nas <a href="http://changingminds.org/explanations/theories/social_norms.htm">normas sociais</a> ou regras legais. </p>
<p>Apesar destas particularidades, temos uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_dynamics">dinâmica social</a> impressionante, baseada tanto na participação voluntária na criação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem_comum">bens comuns</a>, que são disponibilizados universalmente para todos.</p>

<p>Os processos peer to peer estão a surgir em praticamente todos os aspectos da vida social, e foram documentados extensivamente nas mais de 5000 páginas de documentação na <a href="http://www.p2pfoundation.net/Main_Page">Foundation for Peer to Peer Alternatives</a> e em muitos outros locais na Web.<br> <a href="http://p2pfoundation.net/Open_Source_as_social_process">Os processos sociais P2P</a> geram mais precisamente:</p><ol><li><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commons-based_peer_production">produção peer</a></strong>: quando um grupo de peers decide participar na produção de um recurso comum</li>
<p></p><li><strong><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Governance">governação peer</a></strong>: a forma que escolhem para serem governados enquanto participam em tal objectivo</li> 
<p></p><li><strong><a href="%20http://www.p2pfoundation.net/Peer_Property">propriedade peer</a></strong>: a estrutura institucional e legal que escolhem para salvaguardar a apropriação privada deste trabalho comum; geralmente toma a forma de tipos de propriedade comum universais não excluidoras, como definido na <a href="http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html">General Public License</a>, algumas formas das <a href="http://creativecommons.org/">licenças Creative Commons</a> ou variantes similares</li></ol>

<p>Estas novas formas de propriedade têm pelo menos três características:</p><ol><li><strong>estão</strong> direccionadas contra a apropriação privada do valor comum criado</li>
<p></p><li><strong>estão</strong> direccionadas para a criação da utilização mais abrangente possível, isto é, são regimes de propriedade comum universal</li>
<p></p><li><strong>mantêm</strong> a soberania com o indivíduo</li></ol>
<p>O terceiro aspecto é porque é que a propriedade peer difere fundamentalmente da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_privada">propriedade privada</a> e da propriedade colectiva.</p>

<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_privada">A propriedade privada</a> é individual mas excluidora, diz, o que é meu não é teu.</p>
<p>Mas o Estado, que é propriedade colectiva, é também ele excluidor, mas noutro sentido: diz, é nosso, mas significa que você já não tem a soberania. É nosso, regulado por uma burocracia ou democracia representativa, mas não é realmente seu. </p>
<p><strong>O colectivo sobrepôs-se ao indivíduo</strong>, e com frequência, envolve a coerção.</p>
<p>Mas a <a href="http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">General Public License</a>, ou as <a href="http://creativecommons.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">licenças Creative Commons</a> são diferentes. </p>
<p><strong>A propriedade comum não é propriedade colectiva.</strong></p>

<p>Utilizando-as, o indivíduo obtém a atribuição, isto é, o reconhecimento da sua propriedade pessoal. Está a partilhar livremente a sua autoridade com outros. </p>
<p>Isto é particularmente claro <a href="http://creativecommons.org/about/licenses" target="_blank" title="Abre numa nova janela">nos esquemas de licenciamento Creative Commons</a>, onde o indivíduo tem um grande conjunto de opções de partilha. Você continua com controlo total, isto é, &quot;soberano&quot;, e não existe coerção.</p>
<p>É importante notar que a produção peer é uma forma de troca não &quot;generalizada&quot;, não recíproca. Não é uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_de_doa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">economia de ofertas</a>, baseada em trocas directas ou obrigações. Assim a produção peer não é para ser imitada pela produção cooperativa para o mercado: a participação tem que ser voluntária, não existe recompensa directa (mas muitas recompensas indirectas) na forma de compensação monetária. </p>
<p><strong>O próprio processo é participativo</strong>. </p>
<p>E o resultado é igualmente livre, no sentido em que qualquer pessoa pode aceder e utilizar o recurso comum. Na realidade, a maioria dos projectos de produção estão interligados com um núcleo mais pequeno de pessoas que podem ser pagas, e utilizam as finanças para criar uma infra-estrutura para que a produção peer possa acontecer.</p>
<p>As condições para a produção peer surgir são essencialmente: abundância e distribuição.</p>

<p><strong>A abundância</strong> refere-se à abundância de intelecto ou excesso de criatividade, à capacidade de possuir meios de produção com capacidades de excesso semelhantes. A distribuição é a acessibilidade de tais recursos abundantes em implementações detalhadas, <a href="http://www.benkler.org/Common_Wisdom.pdf" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Yochai Benkler chamou de modularidade ou granularidade</a>. De novo poderíamos falar sobre a distribuição de intelecto, da infra-estrutura de produção, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capital_financeiro" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capital financeiro</a>.</p>
<p><strong>É importante distinguir as duas esferas.</strong></p>
<p>Numa esfera, a nossa cooperação digital, a reprodução de bens de conhecimento não rivais, tais como software, conteúdo, designs abertos, ocorrem em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Custo_marginal" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos marginais</a>, e não só não há perdas em partilhar, mas até há um ganho, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Network_effects" target="_blank" title="Abre numa nova janela">através de efeitos de rede</a>. </p>
<p><strong>Tal cooperação livre pode apenas ser prejudicada 'artificialmente'</strong> tanto através de meios legais (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_intelectual" target="_blank" title="Abre numa nova janela">regimes de propriedade intelectual</a>) ou através de restrições técnicas tais como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_de_direitos_digitais" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Digital Rights Management</a>, que basicamente prejudicam a inovação social que pode acontecer. Nesta esfera, o modo não recíproco de produção torna-se dominante, pois os recursos não são rivais, e você não está a perder, mas a ganhar, ao dar. </p>

<p>Na esfera de produção material, onde os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Costs_of_production" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos de produção</a> são mais elevados, e temos bens rivais, ainda necessitamos de regimes de troca, ou regimes de reciprocidade. Note que numa esfera de abundância virtual, onde a cópia é trivial, não existe tensão entre a procura e oferta, logo não existe mercado.<br>
A produção peer, embora incluída na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_pol%C3%ADtica" target="_blank" title="Abre numa nova janela">economia política</a> actual e essencial para a sobrevivência das <a href="http://p2pfoundation.net/Cognitive_Capitalism" target="_blank" title="Abre numa nova janela">formas de capitalismo cognitivo</a>, é então essencialmente pós-capitalista. Essencialmente porque está longe da dependência de ordenado, fora do controlo de uma hierarquia empresarial, e não reúne recursos de acordo com quaisquer mecanismos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pricing" target="_blank" title="Abre numa nova janela">preços</a> ou de mercado.</p>
<p><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Governance" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A governação peer</a> é pós-democrática porque é uma forma de governação que não depende da representação, mas onde os participantes decidem directamente em conjunto; e porque não está limitada ao campo político e pode ser utilizada em qualquer campo social. A governação peer é <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Non-representational_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">não representativa</a>, e isto é essencial porque o que a comunicação em rede nos permite é a coordenação global de pequenos grupos e, por conseguinte, a lógica peer to peer de pequenos grupos pode operar a um nível global. </p>

<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Hierarquias</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercado" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o mercado</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_representativa" target="_blank" title="Abre numa nova janela">e até a democracia representativa</a> são todos meios para reunir recursos escassos, e não se aplicam no contexto onde recursos abundantes são recolhidos directamente através dos processos sociais de cooperação. No entanto, a lógica pura de peer to peer apenas funciona na esfera da abundância, que terá sempre que se inserir nas formas que são responsáveis pela recolha de recursos na esfera de escassez material. </p>
<p><strong>Liderança baseada em governação peer</strong> parece uma combinação de liderança por convite, isto é, a capacidade de inspirar cooperação voluntária e uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arbitragem_%28economia%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">arbitragem</a> posterior baseada no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reputation_capital" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capital de reputação</a> até então obtido. No entanto, o próprio processo de produção é uma propriedade cada vez mais importante das redes que cooperam.</p>

<p><strong>A propriedade peer</strong> é uma forma de propriedade <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Post-capitalism" target="_blank" title="Abre numa nova janela">pós capitalista</a> porque é não excluidora e cria uma semelhança com os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos marginais de reprodução</a>.</p>
<p><strong>Existem duas formas mais importantes de propriedade peer.</strong></p>
<p>Uma é baseada na partilha individual de expressão criativa e é dominada pela opção Creative Commons que permite ao indivíduo determinar o nível de partilha. </p>
<p>A outra é aplicada à produção peer baseada em bens comuns e toma a forma da General Public License ou seus derivados ou alternativas e exige que qualquer alteração ao bem comum também pertença ao bem comum.<br>
 </p>

<p><br><br>
</p><h2>2. As Condições para a Expansão de Produção Peer</h2>
<p><img alt="p2p-expansion_id683804_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-expansion_id683804_size220.jpg" height="220" width="220"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=jennyl" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Jenny Solomon</a></span></p>
<p><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Production" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A produção peer</a> ocorre naturalmente na esfera da produção imaterial. Nesta esfera, o acesso a recursos distribuídos é relativamente fácil. </p>
<p>Grandes segmentos da população dos países de Oeste são educadas e podem ter um computador à sua disposição. E os <a href="http://www.wordwebonline.com/en/REPRODUCTIONCOST" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos de reprodução</a> são <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista" target="_blank" title="Abre numa nova janela">marginais</a>.</p>

<p>A expansão de produção peer é dependente de condições culturais/legais. Requer;</p><ul><li><strong>material cultural aberto e livre</strong> para utilizar;</li>
<p></p><li><strong>estruturas participativas</strong> para o processar;</li>
<p></p><li><strong>e formas de propriedade baseadas em pontos comuns</strong> para proteger os resultados de apropriação privada.</li></ul>
<p>Assim, a criação do bem comum obtido (<a href="http://www.fims.uwo.ca/people/faculty/dyerwitheford/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o conceito é de Nick Dyer-Whiteford</a>), através do qual a produção peer se expande viralmente.</p>

<p>No entanto, a produção peer não está limitada à esfera da produção imaterial.</p>
<p><strong>Recursos físicos podem ser partilhados</strong>, se estiverem disponíveis num formato distribuído. </p>
<p>Por exemplo: computadores e os seus ficheiros e poder de processamento. Carros podem ser recolhidos. Dinheiro pode ser recolhido como nas trocas financeiras P2P tais como <a href="http://www.zopa.com/ZopaWeb/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Zopa</a> ou <a href="http://www.prosper.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Prosper</a>. Os fabricantes de computadores pessoais e portáteis podem baixar a participação, criando mais modularidade e granularidade em campos mais novos. Na realidade, podemos observar que a mesma tendência para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Miniaturization" target="_blank" title="Abre numa nova janela">miniaturização</a>, que levou ao computador em rede, está a tomar o lugar das máquinas físicas. Emparelhado com a crise energética e a diminuição da base de recursos naturais, isto irá levar, nas próximas décadas a um novo equilíbrio que favorece a produção localizada.</p>
<p>Para processos onde a produção física exige acesso a capital financeiro centralizado, por exemplo a produção de carros, é totalmente concebível dividir a fase de design imaterial do espaço de produção físico.Isto já está a ser aplicado por entidades com fins lucrativos. <a href="http://www.innocentive.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Innocentive</a> é um dos primeiros exemplos. Na verdade, em referência ao anterior, é totalmente possível conceber o crescimento de uma combinação de comunidades de design aberto globais e locais, com um capitalismo incluído em termos de produção física.</p>

<p>Finalmente, a relação entre objectos físicos, espaço lógico e identificadores físicos pode ter mudado, para promover as abordagens baseadas em bens comuns. <a href="http://findarticles.com/p/articles/mi_qa3734/is_199908/ai_n8857866" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A experiência das bicicletas brancas em Amesterdão</a> falhou porque a falta de bens físicos, as bicicletas, não podia ser controlado e protegido. Mas bicicletas comuns podem ser geridas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RFID" target="_blank" title="Abre numa nova janela">através de RFID</a>. </p>
<p>Na verdade, existe agora um espaço fervilhante de cooperação social, que alguns chamam de <a href="http://del.icio.us/mbauwens/Adventure-Economy" target="_blank" title="Abre numa nova janela">aventura de economia</a>, nascendo da partilha de bens físicos.</p>
<p>Tal expansão não é só uma extensão natural da evolução técnica, mas tem impeditivos estruturais e assim, políticos. Os formatos de capital centralizado dos anti-mercados <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">neoliberais</a> contemporâneos obviamente impedem tal expansão. Mas mesmo com tais limitações, o espaço para a expansão de produção peer são significantes.</p>
<p>De novo, faremos a mesma analogia. Na esfera imaterial, a produção peer não recíproca provavelmente será dominante. No campo da escassez, veremos a ascensão de modos de produção de peer informados. </p>

<p><strong>Isto significa que os mercados podem estar a mudar</strong> de uma lógica de capitalismo puro (criando comodidades para troca para aumentar o capital), para lógicas onde a lógica de troca é incorporada na lógica de parcerias. </p>
<p>Pense em comércio justo (um mercado sujeito a arbitragem peer), negócios sociais (lucros utilizados para atingir objectivos sociais), a base da pirâmide de capitalismo inclusivo e a maioria dos movimentos político-sociais que têm o objectivo de separar as formas de mercado, da lógica de crescimento infinito do capitalismo, tal como o movimento de capitalismo natural dos EUA.</p>
<p><br><br>
</p><h2>3. Adaptação do Capitalismo Cognitivo para Peer to Peer</h2>
<p><img alt="p2p-conditions_id3119871_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-conditions_id3119871_size220.jpg" height="158" width="210"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=vacuum3d" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Vacuum3d</a></span></p>
<p>A produção, governo e propriedade peer são mais produtivas economicamente, politicamente e em termos de distribuição, ao invés das suas alternativas governamentais e lucrativas, porque filtram todas as formas menos produtivas de motivação e cooperação e mantêm apenas a produção motivada e a motivação intrínseca. </p>
<p><strong>Na maior parte dos casos</strong>, a distribuição vence a descentralização como a melhor forma de lidar com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexidade" target="_blank" title="Abre numa nova janela">complexidade</a>. Em muitos casos, os sistemas distribuídos irão adaptar funcionalidades centralizadas e descentralizadas que tornarão a participação mais eficiente.</p>

<p>Isto cria a lei de competição assimétrica, que diz que qualquer entidade com fins lucrativos, utilizando <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Formato_propriet%C3%A1rio" target="_blank" title="Abre numa nova janela">formatos proprietários</a> fechados e sem participação, tende a perder para instituições de beneficência que conseguem criar comunidades. </p>
<p><strong>Pense no Explorer vs. Firefox.</strong> Como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corol%C3%A1rio" target="_blank" title="Abre numa nova janela">corolário</a>, qualquer entidade com fins lucrativos (e qualquer nação nas suas políticas públicas), que adapta elementos abertos/livres, participativos e bens comuns (tal como as empresas de open source), também terão vantagens fundamentais. Isto assegura a adopção social de lógicas peer to peer no centro da nossa economia.</p>
<p>Até agora, as provas empíricas sugerem três formas de adopção emergentes entre a esfera de cooperação peer to peer e os campos de mercado e institucionais.</p><ul><li><strong>A esfera de partilha individual</strong>, pense no Youtube, onde quem partilha tem ligações relativamente fracas em relação aos outros, cria o <a href="http://www.masternewmedia.org/web_2/web_2_examples/web2_examples_of_services_and_applications_20051006.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">modelo de negócios da Web 2.0</a>. Neste modelo, uma economia ética de partilha, coexiste com plataformas proprietárias que possibilitam tal partilha, em troca da venda da atenção reunida.</li>

<p></p><li><strong>A esfera da produção peer orientada para bens comuns</strong>, baseada em ligações mais fortes entre aqueles que cooperam, pense no Linux ou Wikipedia, geralmente combina uma comunidade auto governada, com instituições de beneficência (<a href="http://www.apache.org/foundation/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Apache Foundation</a>, <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Wikimedia_Foundation" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Wikimedia Foundation</a>, etc…), que gere a infra-estrutura de colaboração, e uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Business_ecology" target="_blank" title="Abre numa nova janela">ecologia de negócios</a> que cria escassez nos bens comuns, e por sua vez suporta os bens comuns a partir dos quais deriva o seu valor. </li>
<p></p><li><strong>Finalmente</strong>, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing" target="_blank" title="Abre numa nova janela">crowdsourcing</a> ocorre quando são as próprias instituições que tentam criar uma estrutura, onde a participação pode ser integrada na sua corrente de valores e isso pode ter muitas formas diferentes. Este é geralmente o campo da co-criação. </li></ul>
<p>Devemos notar que o valor monetário que está a ser realizado pelos participantes mais importantes, é - em muitos se não na maioria dos casos, diferente do nível do valor criado pelos processos de inovação social. </p>

<p>Os utilizadores - produtores - participantes estão a criar valor de uso directo, vídeos no YouTube, conhecimento e software no caso de projectos orientados para bens comuns. Este valor de uso é colocado num fundo comum, de livre utilização e, assim, não consiste de produtos escassos para os quais o preço pode ser imposto. </p>
<p><strong>As plataformas de partilha vivem da venda da atenção derivada que foi criada</strong>, NÃO do próprio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_de_uso" target="_blank" title="Abre numa nova janela">valor de uso</a>. No modelo de bens comuns, os mais abundantes podem também não ser directamente vendidos, sem a criação de &quot;escassezes&quot; adicionais.</p>
<p><strong>O que significa tudo isto para a esfera de mercado?</strong></p>
<p>É agora possível criar todos os tipos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_de_uso" target="_blank" title="Abre numa nova janela">valor de uso</a> com, ou sem uma muito pequena, intervenção de capital. </p>
<p>a) <strong>Estamos a lidar com modos pós-monetários</strong>, pós-capitalistas de criação de valor e partilha, que são ambos imanentes, isto é, incluídos ao mercado, mas também transcendem para ele, ou seja, funcionando fora dos seus limites. </p>

<p>b) <strong>O capital é cada vez mais dependente</strong>, e lucra de muitas formas, das <a href="http://www.tutor2u.net/economics/content/topics/externalities/positive_externalities.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">externalidades positivas</a> de tal inovação social. </p>
<p>c) <strong>Os modelos de produção completa, parciais ou híbridos</strong> que discutimos antes podem ser sustentáveis colectivamente como processos de criação de valor, mas não oferecem uma solução directa para o rendimento e sobrevivência dos participantes.</p>
<p>Então o desafio pode ser descrito da seguinte forma:</p><ol><li><strong>temos</strong> um processo de inovação social que cria em grande parte valor não monetário para os participantes;</li>

<p></p><li><strong>poderemos</strong> ter uma diferença cada vez maior entre a possibilidade de criar valor monetário posterior e os valores de troca derivados que são realizados por negócio;</li>
<p></p><li><strong>os participantes</strong> de tão entusiástica produção e inovação, em grande parte não conseguem encontrar em tais processos uma resposta para a sua própria sustentabilidade.</li></ol>
<p>Daí, a impossibilidade de realizar mais do que apenas um parcial valor monetário, do ponto de vista da maioria dos participantes comerciais. Precariedade crescente para os participantes da inovação social. Por outras palavras, o modelo de mercado actual não parece ainda ter um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Distribution_of_wealth" target="_blank" title="Abre numa nova janela">processo de redistribuição</a> reverso para o valor que está a ser criado.</p>
<p>Esta poderá ser, claro, uma crise temporária, mas não acredito nisso. </p>
<p>A razão é que o mercado pode apenas indirecta e parcialmente oferecer compensação monetária para processos que não são motivados por tal compensação. Assim, o que precisamos é de processos redistributivos mais abrangentes que permitam que a sociedade e o mercado devolvam parte do valor que está a ser criado. </p>

<p>Uma possibilidade é o continuo desenvolvimento de medidas de mercado de trabalho transacional (proteja o trabalhador, não o trabalho), que reconheçam a flexibilidade e mobilidade das carreiras actuais. Mas isto precisa de uma importante adição: a compreensão que os funcionários actuais não mudam apenas de emprego mas também de emprego para não-emprego e que isso, na realidade, é mais útil e significativo para eles (e para o mercado e sociedade) não são os empregos pagos para o mercado, mas os episódios de produção motivada. </p>
<p>Parece-me, assim, que uma medida mais geral, não ligada ao trabalho, mas concebida como um pagamento para, e criador de, inovação social, é necessária. O nome dessa medida geral é muito provavelmente alguma forma de rendimento básico.</p>
<p><br><br>
</p><h2>4. As Condições para a Expansão de Governação Peer</h2>
<p><img alt="p2p-adaption_id3929971_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-adaption_id3929971_size220.jpg" height="161" width="220"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=MaleWitch" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Maxim Malevich</a></span></p>
<p>Funções de governação peer porque a produção peer é a coordenação em grande escala de um grande número de equipas de micro produção. </p>
<p><strong>Entre as equipas</strong>, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomada_de_decis%C3%B5es" target="_blank" title="Abre numa nova janela">tomada de decisões</a> é participativa e consensual, pois a coordenação global é voluntariamente aceite e hoje tecnicamente possível. Pequenas tribos, as vitimas das hierarquias civilizacionais, são revitalizadas no novo formato de colectividades cibernéticas baseadas em afinidades.</p>

<p>Positivamente, a governação peer expande a esfera da autonomia em cooperação para todos os campos sociais. A sua promessa é que a produção torna-se num processo não hierárquico. Mas como disse antes, a governação peer é 'pós-democrática' porque não é representativa.</p>
<p><strong>A limitação negativa é a seguinte</strong>: a governação peer exige o consenso <em>antecipado</em> sobre o objecto comum. Mas a sociedade como um todo não tem tal consenso por definição: é uma colecção descentralizada de interesses e vistas do mundo concorrentes, em vez de uma rede distribuída de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livre-arb%C3%ADtrio" target="_blank" title="Abre numa nova janela">agentes livres</a>. Agora, para a maioria da sociedade, não existe alternativa para o cenário político democrático revitalizado baseado na representação. </p>
<p>No entanto, tal como o mercado se pode inspirar e ser reformado pelo P2P ou princípios baseados em parcerias (tal como no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio_justo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">comércio justo</a> que é sujeito a <a href="http://www.p2pfoundation.net/Peer_Arbitrage_in_Markets" target="_blank" title="Abre numa nova janela">arbitragem peer</a>), também poderemos ter formatos peer de governação global com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stakeholder_%28corporate%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">múltiplos accionistas</a>. E em todo o caso, a esfera de autonomia, isto é, pura governação, pode crescer substancialmente mesmo dentro das estruturas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">governo democrático</a>.</p>

<p>Fim da Parte 1</p>
<p><strong>Parte 2</strong>: <a href="http://www.masternewmedia.org/information_access/p2p-peer-to-peer-economy/peer--to-peer-governance-production-property-part-2-Michel-Bauwens-20071020.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer-to-Peer: Governação, Democracia E Visão Económica: P2P Como Forma De Vida</a></p>
<p><br><br>
Originalmente escrito por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Bauwens" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Bauwens</a> e publicado pela <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a> como &quot;<a href="http://www.masternewmedia.org/information_access/p2p-peer-to-peer-economy/peer--to-peer-governance-production-property-part-1-Michel-Bauwens-20071020.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer-to-Peer Governance, Production And Property: P2P As A Way Of Living - Part 1</a>&quot;</p>

<p><br><br><br> <strong>Sobre o autor</strong></p>
<p><img alt="bauwens.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/bauwens.jpg" height="100" width="100"></p>
<p>Michel Bauwens (1958) é um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Integral_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">filósofo integral</a> belga e teólogo de Peer-to-Peer. Trabalhou como consultor de Internet, analista de informação para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Information_Agency" target="_blank" title="Abre numa nova janela">United States Information Agency</a>, gestor de informação para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BP" target="_blank" title="Abre numa nova janela">British Petroleum</a> (onde criou um dos primeiros centros de informação virtuais) e é antigo chefe de redacção da primeira revista de convergência digital europeia, a holandesa <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Wave_%28journal%29&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Wave</a>. Com <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Frank_Theys&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Frank Theys</a>, é o co-autor de um documentário de 3 horas <em>TechnoCalyps</em>, um exame sobre a 'metafísica da tecnologia'. Ensinou e editou duas antologias em língua francesa sobre a Antropologia da Sociedade Digital.</p>

<p>Embora seja estudante da teoria integral de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ken_Wilber" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Ken Wilber</a> há muitos anos, tornou-se recentemente crítico do aspecto do movimento Wilber-<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Beck" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Beck</a>, e é uma poderosa voz para uma sociedade integral sem autoridade baseada em peer-to-peer.</p>
<p>Michel é o autor de muitos ensaios on-line, incluindo a importante tese <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer_to_Peer_and_Human_Evolution" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer to Peer and Human Evolution</a>, e é editor da <a href="http://integralvisioning.org/index.php?topic=p2p" target="_blank" title="Abre numa nova janela">P2P News</a></p>
<p>Vive agora em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai, Thailand</a>, onde criou a <a href="http://www.p2pfoundation.net/index.php/Main_Page" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Foundation for P2P Alternatives</a> e <a href="http://blog.p2pfoundation.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">mantém um  blogue</a>.</p>

<p>Leccionou cursos sobre a antropologia da sociedade digital a alunos de pós graduação no  ICHEC/St. Louis em Bruxelas, Bélgica e cursos relacionados na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Payap_University" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Payap University</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai_University" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai University</a> na Tailândia.</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Acesso à Informação]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Michel Bauwens]]></dc:creator>
<dc:date>2007-11-16T11:51:16+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/publicacao_independente/noticias-em-video/canal-noticias-internacionais-video-RGTV-News-20070919.htm">

<title><![CDATA[Notícias Internacionais Que Não Verá Na Sua Televisão São Apresentadas Em Vídeo Através Da RGTV News]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/publicacao_independente/noticias-em-video/canal-noticias-internacionais-video-RGTV-News-20070919.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><p>&quot;<em>Notícias internacionais de todo mundo que provavelmente não verá nos seus canais de TV de massas.</em>&quot; Sim, hoje estou a lançar oficialmente o novo <strong>RGTV News</strong>, um canal de vídeo de noticias não comerciais que irá cobrir notícias internacionais que não são cobertas por canais tradicionais de TV.</p>

</p>

<p><img alt="robin_bbc_tv-480.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/robin_bbc_tv-480.jpg" height="360" width="480"></p>
<p>Como no retrato metafórico em cima, estou a actuar como um editor de noticias de televisão, capturando e seleccionando aquelas mesmas histórias e temas que raramente são seleccionadas pelos principais meios e os quais, como consequência, raramente são vistas ou comentadas pelos espectadores de TV comum. Sim, está a ler bem: Eu criei um canal de vídeo de notícias composto por clips de notícias que são transmitidos a altas horas da noite e que nunca são vistos, compostos e editados como se fossem os destaques do dia.</p>
<p>Pode ver o canal RGTV News na página principal da <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a>.</p>
<p><strong>A tecnologia por detrás</strong> do canal RGTV News é a poderosa solução multimédia acessível a todos que a Splashcast  continua a melhorar. </p>
<p>Agora com um índice completo de todos os temas do dia anterior, a possibilidade de comentar através de texto, vídeo ou áudio, um feed <a name="B0007SMLDY" id="amzn_cl_link_0" target="_blank" href="http://amazon.com/gp/product/B0007SMLDY?ie=UTF8&amp;tag=masternewmedi&amp;link_code=em1&amp;camp=212341&amp;creative=384049&amp;creativeASIN=B0007SMLDY&amp;adid=688c6446-0e52-4e89-81fb-d55663409e63">RSS</a> completo, visualização em miniatura e ecrã completo, a <a href="http://www.splashcast.net" target="_blank" title="Abre numa nova janela">plataforma Splashcast </a>oferece realmente tudo o que necessitam para criar o seu próprio canal de notícias em vídeo. A Splashcast não oferece nenhumas oportunidades de rentabilização (ainda) mas, já que este é um esforço não comercial estou particularmente feliz com esta solução.</p>

<p>Saiba como eu cheguei a esta solução final de formato de vídeo, como preparo e publico este canal de notícias em vídeo e como pode ajudar, comentar e dar feedback ao mesmo.</p>
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</p>

<p><!-- google_ad_section_start(weight=ignore) --><br />
<p><img alt="Splashcast-RGTV-News-channel.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Splashcast-RGTV-News-channel.jpg" height="308" width="406"></p><br />
<p><br><br><br />
</p><h2>Preparação – o que fiz até agora</h2><br />
<p><img alt="rgtvnews_newscasters_white_urlleft-220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/rgtvnews_newscasters_white_urlleft-220.jpg" height="179" width="220"></p><br />
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/video_televisao_pela_internet/televisao-on-line/live-on-line-television-robin-good-tv-procura-reporteres-comunitarios-para-novo-formato-de-televisao-on-line-20070615.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">O meu principal objectivo foi criar um canal de notícias comunitário independente internacional</a> constituído por pessoas distribuídas pelos principais fusos horários com a contribuição de bloguers das cidades-regiões mais importantes. </p>

</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/video_televisao_pela_internet/formatos-de-tv-emergentes/RGTVNews-historia-Robin-Good-grassroots-esperiencia-canal-de-noticias-televisao-online-20070821.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Infelizmente não encontrei voluntários e pessoas suficientes.</a> Corremos o piloto durante algumas semanas mas os colaboradores foram muito poucos para conseguir criar o formato de notícias permanentes que tinha em mente. </p>
<p>Decidi então reconhecer os erros feitos mas quis insistir em encontrar um caminho alternativo. </p>
<p><strong>O meu passo seguinte foi</strong> testar a minha ideia secundária, de agregar videoclips de notícias internacionais disponíveis através dos principais directórios e motores de busca e idealmente construir um canal de vídeo de notícias de contra-informação que poderia agrupar essas mesmas notícias de histórias que nunca aparecem nos nossos típicos canais das principais redes de televisão.</p>
<p><br><br>
</p><h2>Como preparo e selecciono as notícias</h2>
<p>Eis o que eu faço todos os dias para produzir o meu RGTV News diário:</p>
<p>1) <strong>Primeiro verifico as principais fontes de notícias de vídeos internacionais</strong> que produzem o maior número de clips de notícias acessíveis publicamente (<a href="http://www.youtube.com/browse?s=mr&amp;t=t&amp;c=25&amp;l=" target="_blank" title="Abre numa nova janela">YouTube</a>) de maneira oficial e verifico pessoalmente todas as histórias de notícias de vídeo que tenham sido publicadas. Fixo-me nos títulos e nas descrições de cada uma e separo aquelas que podem ser de interesse dos leitores internacionais do Master New Media. <a href="http://www.youtube.com/profile_subscriptions?user=RobinGood" target="_blank" title="Abre numa nova janela">De um total de 72 canais de vídeo que diariamente sigo no YouTube</a>, os que produzem o maior número de clips de notícias interessantes são o serviço da <a href="http://www.youtube.com/user/bbcworldnews" target="_blank" title="Abre numa nova janela">BBC World News</a> e a edição em inglês da <a href="http://www.youtube.com/user/AlJazeeraEnglish" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Al Jazeera</a>. Geralmente, estes dois contribuem com 50% de todos os clips de notícias que selecciono e publico todos os dias.  Espero ter no futuro uma maior amplitude dos canais tradicionais, já que por agora só estes parecem ter uma eleição oficial de publicar todos os seus vídeos de noticias online via YouTube. Quando é que outros emissores se seguirão?</p>

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2) <strong>Fixo-me em todos os videoclips de notícias que seleccionei</strong> e guardo aqueles que contêm histórias ou que cobrem os temas que considero que se adaptam ao formato da RGTV News. O formato que mencionei caracteriza-se por uma selecção liberal de notícias de vídeo internacionais de diferentes fontes e emissores que dificilmente vão para o ar dentro dos típicos canais de TV principais. Dá-se ao espectador a liberdade de entender as notícias como pretender.</p>
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3) <strong>Uma vez seleccionadas, ordeno as notícias de acordo com a importância</strong> e profundidade de cada uma. As noticias mais importantes vão para o topo da lista enquanto que os relatórios de investigação e pesquisa vão para o final da minha compilação de noticias RGTV.</p>
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4) 4- Quando tenho mais ou menos seis ou sete histórias em vídeo, publico uma nova edição. Pode ser muito cedo pela manhã (por volta das 1h-2h, hora de Nova Iorque) embora frequentemente acabe por volta das 6h-8h da manhã (hora de Nova Iorque).</p>
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5) <strong>Actualizo a minha</strong> <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">página principal da Master New Media</a> e forneço títulos e informação importantes dentro dos actualizadores de notícias que aparecem em cima da caixa da notícia em vídeo.  Se existem notícias e artigos importantes também coloco no twitter as notícias com palavras-chave relacionadas com o que se está a informar.</p>

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6) <strong>Repito o processo duas ou três vezes por dia. Sete horas por semana.</strong> Depois da edição que faço de manhã bem cedo, faço a minha selecção de novo ao meio dia e à noite para me assegurar que se existem outras notícias valiosas, estas são incluídas. </p>
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</p><h2>Fontes de Vídeo</h2>
<p><img alt="BBC-World-News-logo.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/BBC-World-News-logo.jpg" height="81" width="128"></p>
<p>As minhas fontes de vídeos de notícias são abertas e acessíveis publicamente para todos. Neste momento são 71 canais diferentes do YouTube que subscrevo e sigo de muito perto, mas este número cresce quase todos os dias. É necessário ter em conta que fora dos importantes produtores e transmissores de TV como BBC e Al Jazeera todos os outros produtores de conteúdos no YouTube teriam uma taxa de publicação muito menor. Por isso é que aumentar o número de fontes de vídeo para 100 ou mais certamente ajudaria. Também, cada vez mais me tenho fixado nas fontes de vídeos de notícias que não têm conteúdo no YouTube mas que permitem a republicação dos seus clips de noticias. De facto, se sabe de alguma, gostaria que me desse a conhecer.</p>
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</p><h2>Apoio da equipa</h2>
<p><img alt="help_id860270_size150.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/help_id860270_size150.jpg" height="76" width="150"></p>
<p>De momento não tenho assistentes ou colaboradores que me ajudem com isto. Seria de uma enorme utilidade poder receber conselhos em relação ao conteúdo de vídeo recentemente publicado e que os meus leitores puderam descobrir antes de mim. Eu até convido a quem pretender contribuir pontualmente ou que até pretenda tornar-se num contribuidor de notícias fixo enviando-me dicas relevantes para Robin.Good [at] MasterNewMedia.org</p>

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</p><h2>RSS e inclusão </h2>
<p><img alt="RSS_Logo-90.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/RSS_Logo-90.gif" height="68" width="90"></p>
<p><a href="http://media.splashcast.net/xml/feeds/XGKU9032AQ.xml" target="_blank" title="Abre numa nova janela">RGTV News também está disponível como um feed RSS</a> e pode ser republicado e incluído noutros sítios  Web ou blogues a custo zero. Apenas copie o código abaixo e utilize-o.</p>
<p></p><pre><embed src="http://web.splashcast.net/go/so/1/p/PHCV6356WB" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" height="300" width="400"></pre>
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</p><h2>Tecnologia</h2>
<p><img alt="Splashcast-logo-200.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Splashcast-logo-200.jpg" height="135" width="200"></p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2007/01/30/online_publishing_platform_allows_full.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A plataforma de publicação multimédia Spashcast</a> é o que está por detrás disto. Fez com que a minha recente invenção de editor de vídeo de notícias internacionais seja algo muito simples e me permita focar no que é mais importante para mim: encontrar rapidamente estupendos clips de noticias e facilitar a montagem e a publicação apenas com um clique do rato.</p>

<p>O <a href="http://www.Splashcast.net" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Splashcast</a> é totalmente grátis, não tem publicidade e é uma empresa que ouve os seus clientes.  As suas funções e ferramentas estão em constante melhoria, tal como o seu desempenho.  Não tenho nenhuma comissão, nem um tratamento especial por parte deles e se sou um admirador de Marshall Kirkpatrick (Marshall é o director de conteúdos da Spashcast Media) acredito firmemente que ele trata todos os que contactam com ele da mesma forma. Por isso levante a sua mão e terá uma pessoa que parece levar em consideração todos os comentários que recebe. </p>
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</p><h2>Outras características</h2>
<p><img alt="dashboard_id861261_size180.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/dashboard_id861261_size180.jpg" height="128" width="180"></p>
<p>Na RGTV News também pode ver qualquer noticia que já tenha sido emitida movendo simplesmente o rato sobre o reprodutor da RGTV News e dando um clique no botão Channel Guide que aparece no canto superior esquerdo. Pode referenciar e incluir notícias especificas em todo o canal, o qual se actualiza diariamente. Está disponível uma visualização de ecrã completo e pode facilmente navegar através de todos os clips diários movendo o rato para o canto inferior esquerdo do reprodutor de notícias. </p>
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</p><h2>Como pode contribuir</h2>
<p><img alt="you-face_id212111_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/you-face_id212111_size220.jpg" height="166" width="220"></p>
<p>Se gostou do que viu e quer ajudar ou contribuir com este canal de notícias de vídeo internacional, esteja à vontade para o fazer. Pode enviar endereços de vídeos de noticias (têm que ser noticias recentes, publicadas durante as últimas 24-36 horas) ou inclusive fazer um breve comentário (2-3 minutos) sobre noticias especificas sobre as quais queira informar ou expressar uma opinião. </p>
<p>Também pode contribuir utilizando as funções de feedback e comentários do RGTV News que estão disponíveis movendo simplesmente o ponteiro do rato sobre o reprodutor de vídeo de RGTV News. Também se podem fazer comentários em formato de texto e vídeo para que a sua voz, criticas ou conselhos possam ser ouvidos e vistos.</p>

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Artigo original escrito por Robin Good para a Master New Media com o título: &quot;<a href="http://www.masternewmedia.org/independent_publishing/international-news/alternative-world-video-news-you-ill-not-see-on-mainstream-TV-channels-20070910.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Video News Channel Captures International TV News You Won't Likely See On Your Mainstream TV: RGTV News</a>&quot;</p>
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<dc:subject><![CDATA[Publicação Independente]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Robin Good]]></dc:creator>
<dc:date>2007-09-19T14:00:21+00:00</dc:date>
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