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<title><![CDATA[Propriedade Intelectual :: Últimas Notícias por Robin Good]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/propriedade_intelectual.htm</link>
<description><![CDATA[<!--tag-->]]></description>
<dc:language>en-us</dc:language>
<dc:creator>Robin Good</dc:creator>
<dc:date>2010-02-20T08:46:18+00:00</dc:date>

<items>
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<rdf:li rdf:resource="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/12/05/como_registrar_um_dominio_guia_com_os.htm" />

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<rdf:li rdf:resource="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/06/27/widgets_de_terceiros_como_usar_e_difundir.htm" />

<rdf:li rdf:resource="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/29/como_monetizar_conteudo_duplicado_reutilizado_pelos_outros.htm" />

<rdf:li rdf:resource="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/15/como_publicar_um_livro_pela_creative_commons.htm" />

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<rdf:li rdf:resource="http://www.masternewmedia.org/pt/propriedade_intelectual/copyright/copyright-como-gerir-conteudos-protegidos-em-redes-de-media-social-20071118.htm" />

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</rdf:Seq>
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<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2010/02/20/plagio_online_como_detectar_combater_e_denunciar.htm">

<title><![CDATA[Plágio Online: Como Detectar, Combater E Denunciar A Republicação Desautorizada Do Seu Conteúdo]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2010/02/20/plagio_online_como_detectar_combater_e_denunciar.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><strong>Existe algum outro site roubando e republicando o seu conteúdo</strong>, sem qualquer crédito ou link para você? Você descobriu que alguns blogs republicam seus feeds e artigos como se fossem deles? Está preocupado com o plágio online? Relaxe. O plágio, como descrito acima está por todas partes e há milhares que têm seu conteúdo roubado, copiado e republicado com nenhum crédito ou imputação ao autor original. Mas, como editor web profissional, você não é completamente impotente diante da situação e não está sozinho.

</p>

<p><img alt="plagio_online.jpg" src="http//www.masternewmedia.org/images/plagio_online.jpg" width="485" height="540" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto Chris Lamphear</span>

</p>

<p><strong>Existe um grande número de ferramentas</strong>, serviços e procedimentos que você pode adotar para descobrir, prevenir, evitar e relatar definitivamente qualquer caso de republicação não autorizada ou não licenciada do seu conteúdo e este guia da <a href="http://www.masternewmedia.org">MasterNewMedia</a> foi elaborado com este objetivo muito em mente ajudar a combater o plágio online.

</p>

<p>Blogueiros mais renomados como <a href="http://www.problogger.net/archives/2004/12/21/what-to-do-when-someone-steals-your-blogs-content-blog-plagiarism/">Darren Rowse de Problogger</a>, empresas gigantes como a <a href="http://profootballtalk.nbcsports.com/2009/11/06/well-weve-finally-been-plagiarized/">MSNBC</a> ou <a href="http://arageofangel.blogspot.com/2009/09/ive-been-plagiarizedand-im-not-alone.html">escritores freelance normais</a>, todos eles passaram por alguns desses pesadelos e você pode realmente aprender uma lição com eles.

</p>

<p>O que você pode fazer?

</p>

<blockquote> 1) <strong> Primeiro de tudo, você deve considerar</strong> escanear a web de tempos em tempos para verificar se o seu conteúdo foi reproduzido em outros lugares sem o seu reconhecimento como autor original. Existem muitas ferramentas úteis como o <a href="http://www.copyscape.com">Copyscape</a> que podem ajudar a detectar o plágio online.

<p>Seja através de breve parágrafo ou de um artigo inteiro, alguém que reproduz um de seus posts sem dar todo o crédito está infringindo a lei. E se esse alguém também está ganhando dinheiro com o seu conteúdo, as coisas pioram.

</p>

<p>2) <strong> Geralmente, quando você descobre</strong> que foi plagiado, pode escrever um e-mail para o webmaster do site malicioso ou seu provedor de hospedagem, deixando que eles conheçam a situação e exigindo o cancelamento imediato de sua conteúdo duplicado.

</p>

<p>3) <strong> Se por alguma razão</strong> você não conseguir entrar em contato com o webmaster ou não receber nenhuma resposta após alguns dias, pode enviar um relatório aos motores de busca para denunciar que alguém está roubando o seu conteúdo. Normalmente os motores de busca irão ajudá-lo rapidamente, porque eles não gostam de ter conteúdo duplicado espalhadas por todo lado.

</p>

<p>4) <strong>Opcionalmente, você pode recorrer</strong> a um advogado e pedir que proceda legalmente contra os proprietários do site que está roubando o conteúdo do seu site. </Blockquote>

</p>

<p>Neste guia <a href="http://www.masternewmedia.org">MasterNewMedia</a>, você vai aprender a detectar corretamente, combater e denunciar a republicação de seu conteúdo não autorizado a permanecer em guarda, caso for a próxima vítima dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scraper_site">raspadores de conteúdo</a>.

</p>

<p>O guia está dividido em três seções

</p>

<blockquote> <strong> a) Uma seleção de valiosos</strong> artigos sobre plágio online abrangendo diferentes motivos, tais como a diferença entre plágio, violação de direitos autorais e "<em>uso justo</em>", como lutar contra a republicação de conteúdo sem licença e como rentabilizar a reutilização do seu conteúdo na web.

<p><strong> b) Uma coleção com as melhores</strong> ferramentas online gratuitas para a detecção de plágio. Estas ferramentas permitem que você escaneie o conteúdo exato da web com os seus artigos ou casos semelhantes de frases que se assemelham ao seu estilo de escrita.

</p>

<p><strong> c) A última seção</strong> irá ajudá-lo a arquivar e enviar um relatório de plágio às autoridades competentes ou motores de busca. Com um relatório de plágio você pode documentar a republicação sem licença do seu conteúdo, o cancelamento imediato da busca pelo conteúdo duplicado e fazer com que o site malicioso removido de motores de busca. </Blockquote>

</p>

<p><br />
<!-- FA --><!-- google_ad_section_end -->

</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Como Detectar E Combater A Republicação Não Autorizada Do Seu Conteúdo</h2>

</p>

<p><br /><br />
<blockquote><h2><a href="http://www.plagiarismtoday.com/2005/10/06/copyright-infringement-plagiarism-and-fair-use/">Qual É A Diferença Entre Infração De Direitos Autorais, Plágio E Uso Justo?</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_chocolate_id55519621.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_chocolate_id55519621.jpg" width="344" height="136" />

</p>

<p><strong>Contrariamente à crença popular</strong>, a palavra plágio não é sinónimo de violação de direitos autorais. Nem todos os incidentes de plágio tem a ver com violação de direitos autorais, e nem todos os casos de violação de direitos de autor podem ser classificados como plágio. Em uma nota relacionada, não reutilizar todo o material com direitos autorais é plágio ou violação de direitos autorais. Alguns usos são perfeitamente legais e éticos, assim fazendo com que eles sejam apelidados de "<em>uso justo</em>". Qual é a diferença?

</p>

<p><em>Jonathan Bailey - <a href="http://www.plagiarismtoday.com/">PlagiarismToday</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.indiana.edu/~wts/pamphlets/plagiarism.shtml">Como Detectar Se Alguém Está Roubando O Seu Conteúdo Online</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_copyrightdetect_id12733071.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_copyrightdetect_id12733071.jpg" width="217" height="275" />

</p>

<p><strong>Quando você cita, discute, relata</strong> uma idéia ou um conceito, é muito importante que dê crédito onde é devido. Isto é especialmente verdadeiro no mundo on-line onde você não tem controle se alguém copiar / colar seu texto e reusá-lo em outro lugar sem o seu consentimento. Então, como reconhecer quando alguém está roubando o seu conteúdo on-line?

</p>

<p><em>Editores dos WTS - <a href="http://www.indiana.edu/~iss/">Indiana University - Writing Tutorial Services</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.small-biz-marketing-tips.com/website-plagiarism.html">Como Combater A Republicação Não Autorizada De Seus Artigos</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_boxe_id31110191.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_boxe_id31110191.jpg" width="270" height="262" />

</p>

<p><strong>Como é possível detectar o plágio online?</strong> E, uma vez detectado, o que você pode fazer a respeito? Se está preocupado com o fato de que outras pessoas estejam roubando o seu árduo trabalho, seu tráfego na Internet e até fazendo com que seja penalizado por se tratar de conteúdo duplicado, dê uma olhada no que o pessoal do SmallBiz Tips tem para dizer.

</p>

<p><em>Editores do SMT - <a href="http://www.small-biz-marketing-tips.com/">SmallBiz Marketing Tips</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.problogger.net/archives/2004/12/21/what-to-do-when-someone-steals-your-blogs-content-blog-plagiarism/">Como Agir Contra O Plágio De Conteúdo</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_mousetrap_id377818.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_mousetrap_id377818.jpg" width="357" height="205" />

</p>

<p><strong>Darren Rowse, do Problogger</strong> descreve um caso da vida real de um website que roubou seu conteúdo e ganhou dinheiro com isso. O que você pode fazer para impedir a reedição do seu conteúdo não autorizado, se acontecer? Darren relata todos os passos que deve tomar.

</p>

<p><em>Darren Rowse - <a href="http://www.problogger.net/">Problogger</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://hubpages.com/hub/Online-Plagiarism-How-to-Detect-and-Stop-People-from-Stealing-Your-Content">Como Impedir Que O Seu Conteúdo Seja Republicado Sem A Sua Licença</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_stop_id11112451.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_stop_id11112451.jpg" width="250" height="250" />

</p>

<p><strong>Seu conteúdo é uma parte de você</strong>, e é parte de seu legado online. Você não quer que alguém o copie e o use de maneira inadequadas, ou contra a sua opinião. Assim como deter o plágio online do seu conteúdo? Aqui está um passo-a-passo para recuperar o controle de seu trabalho online.

</p>

<p><em>shibashake - <a href="http://hubpages.com/">HubPages</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.blogherald.com/2007/06/25/the-20-best-free-anti-plagiarism-tools/">Melhores Ferramentas E Serviços Anti-Plágio Gratuitas</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_locks_id15510341.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_locks_id15510341.jpg" width="227" height="227" />

</p>

<p><strong>O detentor dos direitos autorais de sua obra não tem mais</strong> que esperar para descobrir, sem querer, que sua obra foi plagiada ou esperar que um espectador o avise, isso já deixou de ser uma tarefa longa e árdua. Todo webmaster, não importa a sua importância, tem as ferramentas necessárias para controlar e impedir o roubo do seu conteúdo. Saiba como.

</p>

<p><em>Jonathan Bailey - <a href="http://www.blogherald.com/">the Blog Herald</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.labnol.org/internet/detect-rss-feed-plagiarism/7876/">Como Combater A Reutilização Sem Licença Do Seu Conteúdo Através De Feeds RSS</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_RSS.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_RSS.jpg" width="280" height="281" />

</p>

<p><strong>O roubo de conteúdo via</strong> feeds RSS é provavelmente o maior desafio que você e qualquer editor web tenha. Se o seu site está divulgando textos integrais nos feeds, isso facilita a vida dos raspadores, já que eles podem automaticamente republicar o seu artigo no próprio site, sem ter que fazer nada. Como você pode proteger o seu conteúdo distribuído?

</p>

<p><em>Amit Agarwal - <a href="http://www.labnol.org/">Digital Inspiration</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.dailyblogtips.com/blog-plagiarism-qa/">Como Controlar O Conteúdo Do Seu Blog E Impedir A Reutilização Não Autorizada</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_noentry_id184705.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_noentry_id184705.jpg" width="280" height="281" />

</p>

<p><strong>Nós blogueiros geralmente temos um frisson</strong>, quando nos damos conta de outras pessoas linkam o nosso conteúdo e leem os feeds, uma vez que isso geralmente significa que essas pessoas encontram valor no que temos a dizer. Infelizmente, nem todo mundo que lê o seu blog faz isso por razões legítimas. Alguns indivíduos sem escrúpulos estão apenas raspando o seu conteúdo para os seus próprios sites, arrancando seu material e afirmando-o como seu. O que você pode fazer sobre isso?

</p>

<p><em>Adam - <a href="http://www.dailyblogtips.com/">DailyBlogTips</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.masternewmedia.org/content-licensing-how-to-monetize-your-content/">Licenciamento De Conteúdo: Como Monetizar O Seu Conteúdo Reutilizado Na Internet</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_blossom_by_attributor.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_blossom_by_attributor.jpg" width="405" height="247" />

</p>

<p><strong>Neste artigo</strong>, o especialista em mídia John Blossom guia você à exploração do potencial de formas de licenciamento de conteúdo e oportunidades de distribuição que podem surgir se você analisar a republicação de conteúdo licenciado com um novo par de óculos e algumas novas, verdadeiramente poderosas, ferramentas.

</p>

<p><br />
<em>John Blossom - <a href="http://www.masternewmedia.org">MasterNewMedia</a></em></blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Melhores Ferramentas Gratuitas Para Detectar Plágio Online</h2>

</p>

<ol>
 
<br /><li><h2>Copyscape</h2>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_Copyscape.jpg">

</p>

<p>Copyscape é um motor de busca on-line gratuito que permite que você descubra cópias não autorizadas de seus escritos na web. Você só precisa copiar e colar a URL que deseja verificar e Copyscape irá varrer a web para fornecer-lhe várias alternativas. Você também pode configurar alertas por $ 4.95/mês, fazendo um registro no Copysentry ou fazer um conta premium por 5 / c por pesquisa para ter acesso a um número ilimitado de pesquisas.<br />
 <br /> <a href="http://www.copyscape.com/">http://www.copyscape.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>DOC Cop</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_DOCCop.jpg">

</p>

<p>DOC Cop é uma ferramenta on-line gratuito de detecção de plágio que verifica e exibe as possíveis correlações e correspondências entre documentos ou de um documento e uma página web para que você possa avaliar se o seu conteúdo on-line foi republicado sem aprovação. Você pode digitalizar DOC e PDF e optar por receber o seu relatório em formato HTML ou DOC. Ao comparar os documentos, você pode avaliar até oito textos diferentes ao mesmo tempo. O registro é obrigatório para utilizar o serviço.<br />
 <br /> <a href="http://www.doccop.com/">http://www.doccop.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>PlagiarismChecker.com</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_PlagiarismChecker.jpg">

</p>

<p>PlagiarismChecker.com é um serviço gratuito para detectar se o seu conteúdo online foi plagiado. Basta copiar e colar um par de frases de um documento dentro da caixa de pesquisa buscar qualquer cópia não autorizada de sua escrita. Você pode fazer a busca usando o Google ou o Yahoo! e também tem a opção de criar um Alerta do Google por e-mail automaticamente quando as trechos de suas frases forem encontradas on-line.<br />
 <br /> <a href="http://www.plagiarismchecker.com/">http://www.plagiarismchecker.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>CopyrightSpot</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_CopyrightSpot.jpg">

</p>

<p>CopyrightSpot é um serviço online gratuito que permite detectar qualquer republicação não autorizado de seus conteúdos na web. Basta digitar um endereço da web ou blog feed no campo de pesquisa e verificar os resultados para descobrir se o seu conteúdo foi roubado.<br />
 <br /> <a href="http://copyrightspot.com/">http://copyrightspot.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>Plagium</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_Plagium.jpg">

</p>

<p>Plagium web é um serviço gratuito para descobrir qualquer tipo de reutilização sem licença de seu conteúdo online. Cole um trecho relevante do texto dentro da caixa de pesquisa e define algumas opções para começar. Você pode pesquisar pela web, notícias, e em qualquer idioma.<br />
 <br /> <a href="http://www.plagium.com/">http://www.plagium.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>Dupli Checker</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_DuplicateCheckerjpg.jpg">

</p>

<p>Dupli Checker é uma ferramenta online gratuita anti-plágio que ajuda a você a descobrir se o seu conteúdo foi reproduzido em outros lugares na web sem o seu consentimento. Basta copiar e colar um documento inteiro, ou as palavras-chave ou frases (com e sem aspas) para começar. Você também pode fazer upload direto de um documento TXT, se preferir. os motores de busca disponíveis para uso são Google, Yahoo! e MSN.

</p>

<p> <br /> <a href="http://www.duplichecker.com/">http://www.duplichecker.com/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>The Plagiarism Checker</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_The_Plagiarism_Checker.jpg">

</p>

<p>O The Plagiarism Checker é uma ferramenta gratuita baseada na web para descobrir se o seu conteúdo online foi republicado sem o seu consentimento. Você pode copiar e colar um parágrafo relevante dentro da caixa de busca para iniciar a pesquisa na web. A versão Premium, custa US $ 8/mês, e permite enviar documentos do MS Word e é conhecida por ser três vezes mais precisa em encontrar republicações online com conteúdo semelhante.<br />
 <br /> <a href="http://www.dustball.com/cs/plagiarism.checker/">http://www.dustball.com/cs/plagiarism.checker/</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>Reprint Writers</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_ReprintWriters.jpg">

</p>

<p>ReprintWriters oferece uma ferramrenta online gratuita para detectar a republicação sem licença de seus artigos na internet. Assim que você copiar e colar o seu artigo no interior da caixa de busca, a ferramenta usa o Yahoo! como motor de busca para relatar republicações indevidas online.<br />
 <br /> <a href="http://www.reprintwriters.com/copyright-checker/check.php">http://www.reprintwriters.com/copyright-checker/check.php</a><br />
 <br />
<br /><br /><br /><li><h2>Scirus</h2>

</p>

<p><img src="http://www.masternewmedia.org/images/tools_Scirus.jpg">

</p>

<p>Scholar é um motor de busca altamente personalizável que permite verificar se o seu trabalho acadêmico foi plagiado na web. Basta digitar uma frase do seu documento entre aspas ou escrever um conjunto de palavras-chave relevantes para começar. Scirus também está disponível com um plugin do Firefox, como um mecanismo de busca embutido para o seu site e com uma barra de ferramentas do Internet Explorer.

</p>

<p> <br /> <a href="http://www.scirus.com/">http://www.scirus.com/</a></ol>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2>Como Relatar A Republicação Não Autorizada Do Seu Conteúdo</h2>

</p>

<p><br /><br />
<blockquote><h2><a href="http://www.search-marketing.info/search-engines/report-spam.htm">Como Relatar A Republicação Não Autorizada Do Seu Conteúdo</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_redmailbox_id8122682.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_redmailbox_id8122682.jpg" width="229" height="348" />

</p>

<p><strong>O profissional de SEO, Aaron Wall,</strong> publicou uma grande lista de links úteis que você pode usar para reportar o plágio de seu conteúdo online para os motores de busca e diretórios como DMOZ.

</p>

<p><em>Aaron Wall - <a href="http://www.search-marketing.info/">Search-Marketing.info</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.plagiarismchecker.com/report-cheater.php">Como Denunciar O Plágio Online Aos Motores De Busca</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_pcmail_id26434141.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_pcmail_id26434141.jpg" width="316" height="255" />

</p>

<p><strong>Se você detectar que o seu conteúdo on-line</strong> foi plagiado e alguém está roubando o seu tráfego (e, eventualmente, ganhando dinheiro com isso), pode relatar a situação para os motores de pesquisa que têm o poder de agir e filtrar os resultados de sites maliciosos. Neste artigo, você vai encontrar um guia para fazer um relatório de republicação não autorizado de seus conteúdos para o Google, Yahoo! e outros motores de busca menores.

</p>

<p><em>Darren Hom - <a href="http://www.plagiarismchecker.com/">PlagiarismChecker.com</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.ehow.com/how_4878190_report-plagiarism-google-online-pronto.html">Como Denunciar Que O Conteúdo Do Seu Blog Foi Republicado</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_email_id534481jpg.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_email_id534481jpg.jpg" width="250" height="258" />

</p>

<p><strong>Você não quer fazer o seu trabalho online</strong> gerar dinheiro, gosta de blogar apenas para se divertir, mas não quer que seu texto seja plagiado. Indivíduos ou sites sem escrúpulos podem usar seu texto sem permissão e achar que nunca vão ser descobertos. No entanto, existem maneiras de relatar o plágio online para o Google. Saiba como.

</p>

<p><em>Write Now - <a href="http://www.ehow.com/">eHow</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.checkforplagiarism.net/sample-report.html">Amostra De Relatório Para A Denúncia De Republicações Não Autorizadas</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_writereport_id5437491.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_writereport_id5437491.jpg" width="354" height="236" />

</p>

<p><strong>Você pode na verdade agir</strong> contra outras pessoas que republicam seu conteúdo sem o seu consentimento. Para denunciá-las aos motores de busca ou autoridades legais, p CheckForPlagiarism.net elaborou um relatório de exemplo que você pode baixar gratuitamente e usar de imediato. Um guia para entender como arquivar o relatório de plágio também está disponível.

</p>

<p><em>Editores do CFP - <a href="http://www.checkforplagiarism.net/">CheckForPlagiarism.net</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.google.com/dmca.html">O Que Deve Constar No Relatório De Plágio Que Você Enviará Ao Google</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_checklist_id12958901.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_checklist_id12958901.jpg" width="216" height="323" />

</p>

<p><strong>O Google fornece uma página de recursos específicos</strong> onde você pode encontrar todas as informações para preparar e enviar um relatório, se acredita que o seu conteúdo on-line foi republicado sem a sua aprovação. O formulário é coerente com a norma sugerida pelo Digital Millennium Copyright Act (DMCA) dos Estados Unidos.

</p>

<p><em>Editores do Google - <a href="http://www.google.com/">Google</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.google.com/webmasters/tools/spamreport?hl=en&pli=1">Como Informar Ao Google Que Alguém Está Roubando O Seu Conteúdo</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_mailbox_id446436.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_mailbox_id446436.jpg" width="270" height="203" />

</p>

<p><strong>O Relatório de Spam</strong> é um formulário on-line onde você pode dizer ao Google se alguém está roubando o seu conteúdo ou brincando com seu site. Cada caso é investigado pelo Google e quando um abuso é detectado, o Google bloqueia o conteúdo dos spammers e raspadores e não permite que seja indexado nas páginas de resultados.

</p>

<p><em>Editores do GWT - <a href="http://www.google.com/webmasters/tools/">Google Webmaster Tools</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.google.com/adsense/support/bin/answer.py?answer=9894&cbid=-1aa2jgnyfzgfv&src=cb&lev=answer">Como Denunciar Violações Da Política Do AdSense</a></h2>

</p>

<p><img alt="online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_referee_id13495311.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/Images/online_plagiarism_detect_fight_report_unauthorized_content_republication_guide_referee_id13495311.jpg" width="315" height="227" />

</p>

<p><strong>Se você acredita que um editor do AdSense</strong> está copiando ilegalmente o conteúdo do seu site, pode enviar um aviso de infração, seguindo o procedimento descrito no centro de ajuda do AdSense. Depois que o Google recebe seu relatório, a equipe investiga o problema e toma a ação apropriada, se uma violação da política do AdSense for descoberta.

</p>

<p><em>Editores do GAH - <a href="http://www.google.com/adsense/support/">Google AdSense Help</a></em></blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<span class="photocredit">Créditos das fotos:</span><br />
<span class="photocredit">Qual É A Diferença Entre Infração De Direitos Autorais, Plágio E Uso Justo? - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Reamonn">Anton Malcev</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Detectar Se Alguém Está Roubando O Seu Conteúdo Online - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/vacuum3d">vacuum3d</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Combater A Republicação Não Autorizada De Seus Artigos - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Garry518">Aleksandr Ugorenkov</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Agir Contra O Plágio De Conteúdo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/winterling">Marc Dietrich</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Impedir Que O Seu Conteúdo Seja Republicado Sem A Sua Licença - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/adrianlbs">adrianlbs</a></span><br />
<span class="photocredit">Melhores Ferramentas E Serviços Anti-Plágio Gratuitas - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/orla">orla</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Combater A Reutilização Sem Licença Do Seu Conteúdo Através De Feeds RSS - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/simonkr">simonkr</a> and <a href="http://www.maxgladwell.com/2008/05/really-simple-syndication-rss-awareness-day/">Max Gladwell</a> modificada por Daniele Bazzano</span><br />
<span class="photocredit">Como Controlar O Conteúdo Do Seu Blog E Impedir A Reutilização Não Autorizada - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/disorderly">Harris Shiffman</a></span><br />
<span class="photocredit">Licenciamento De Conteúdo: Como Monetizar O Seu Conteúdo Reutilizado Na Internet - <a href="http://www.attributor.com/">Attributor</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Denunciar A Reutilização Não Autorizada Do Seu Conteúdo Ao Google - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/tritooth">tritooth</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Denunciar O Plágio Online Aos Motores De Busca - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/ene">ene</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Denunciar Que O Conteúdo Do Seu Blog Foi Republicado - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/blitzkrieg">Eduard Kachan</a></span><br />
<span class="photocredit">Amostra De Relatório Para A Denúncia De Republicações Não Autorizadas - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/presmaster">Dmitriy Shironosov</a></span><br />
<span class="photocredit">O Que Deve Constar No Relatório De Plágio Que Você Enviará Ao Google - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/robynmac">Robyn Mackenzie</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Informar Ao Google Que Alguém Está Roubando O Seu Conteúdo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/mipan">mipan</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Denunciar Violações Da Política Do AdSense - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/marcelmooi">M.G. Mooij</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Propriedade Intelectual]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Bazzano]]></dc:creator>
<dc:date>2010-02-20T08:46:18+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/12/05/como_registrar_um_dominio_guia_com_os.htm">

<title><![CDATA[Como Registrar Um Domínio: Guia Com Os Melhores Recursos]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/12/05/como_registrar_um_dominio_guia_com_os.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><strong>Está pensando em registrar seu próprio <a href="http//pt.wikipedia.org/wiki/Domínio">domínio</a><!-- google_ad_section_end -->?</strong> Boa ideia, mas você está consciente das muitas opções e variáveis que estão em jogo ao se dar este passo crítico? Selecionar o nome mais apropriado para o domínio, escolher a extensão, saber o tempo que sua melhor opção de rentabilização se converterá em algo que deve ser identificado como um investimento real, são algumas das razões pelas quais é prudente pensar antes de agir.

</p>

<p><img alt="how_to_register_your_website_domain_guide_id36417621_size485.jpg" src="http//www.masternewmedia.org/images/how_to_register_your_website_domain_guide_id36417621_size485.jpg" width="485" height="536" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto Kadir Karcioglu</span>

</p>

<p><strong>Enquanto a maioria sabe</strong> que o domínio é um rótulo exclusivo que você aplica ao seu site para que as pessoas possam encontrá-lo na internet, são poucas as pessoas que podem listar claramente as razões pelas quais é tão importante <!-- google_ad_section_start -->registrar domínio<!-- google_ad_section_end --> para você

</p>

<p><li><strong>Encontrabilidade</strong> Um domínio bem escolhido torna mais fácil para as pessoas se lembrarem e encontrarem o seu site sem ter que usar notas ou marcadores.</li>

</p>

<p><li><strong>Credibilidade</strong> Se você possui um negócio, um domínio ajuda a sua marca a tornar-se mais facilmente reconhecida e confiável na web. URLs genéricas fornecidas por serviços de hospedagem gratuita como http//www.blogger.com/yourwebsite não dão a ideia de uma entidade profissional, confiável - essencialmente porque são gratuitos.</li>

</p>

<p><li><strong>Investimento na Marca</strong> Ao comprar um domínio para o seu site, você possui a propriedade de algo que está relacionado ao seu negócio, sua estratégia de marketing, sua empresa ou qualquer outra coisa que está ligada a você. Ao registrar o domínio, você também impede que alguém use esse endereço da web no futuro.</li>

</p>

<p><li><strong>Foco</strong> As pessoas podem dizer o que o seu site é pela sua localização e extensão (.com, org.., Biz) de seu domínio. O sufixo ".com" geralmente é usado para domínios comerciais baseados nos EUA. Os .org são para organizações sem fins lucrativos ou websites. Biz indica sites comerciais. O .gov significa um site institucional, e assim por diante.</li><br />
 <br />
<li><strong>Força da Marca</strong> Ao registrar vários domínios para o site (por exemplo, MasterNewMedia.org, MasterNewMedia.com, MasterNewMedia.net), você pode proteger sua marca contra os concorrentes maliciosos que podem oferecer conteúdo, aproveitando o seu nome, mas por uma extensão de domínio diferente. Ao registrar esses domínios complementares você se assegura de uma presença mais forte e que é mais difícil de se atacar.</li></ul>

</p>

<p>O processo de <!-- google_ad_section_start -->registro de domínio<!-- google_ad_section_end --> próprio é bastante simples, mas as opções e as variáveis em jogo não são tão fáceis de identificar e compreender, se você nunca registrou um domínio antes.

</p>

<p><strong>Neste guia</strong> <a href="http//www.masternewmedia.org">MasterNewMedia</a>, você encontrará todas as informações básicas que precisa para começar a <!-- google_ad_section_start -->registrar um domínio<!-- google_ad_section_end --> para o seu web site, incluindo alguns conselhos estratégicos e os principais passos necessários para fazer a sua <a href="http//www.masternewmedia.org/pt/2008/09/05/como_escolher_o_nome_do_seu_site.htm">escolha de nome de domínio</a> e de registro um sucesso completo.

</p>

<p><br />
<!-- FA --><!-- google_ad_section_end -->

</p><p><br /><br /><br /><br />
<h2>Como Registrar Um Domínio Para Seu Site</h2>

</p>

<p><iframe width="550" height="650" frameborder="0" src="http://www.mindmeister.com/maps/public_map_shell/36135157/how-to-register-your-website-domain-name?width=550&height=650&zoom=1" scrolling="no" style="overflow:hidden"></iframe>

</p>

<p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br /><br />
<h2>Como Registrar Seu Domínio: Melhores Práticas</h2>

</p>

<p><strong>Um domínio</strong> é uma etiqueta de identificação que você pode usar para deixar que as pessoas acessem e encontrem o seu site na Internet. Cada domínio está ligado a um (ou vários) <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endereço_IP">endereços IP</a>. Você pode pensar em um endereço IP, como o seu nome e o domínio como um apelido. Ambos irão ajudar seus amigos a entrar em contato com você, mas um apelido tornará mais fácil para as pessoas encontrarem e conhecerem você.

</p>

<p><br /><br />
<blockquote><h2>1. Registros E Pagamentos</h2>

</p>

<ul><li><strong>Existem vários serviços</strong> na web ("<em>registradores</em>") que permitem que você possa adquirir um domínio para o seu site. Estes serviços trabalham com a <a href="http://www.icann.org/">ICANN</a>, uma organização de grande porte em todo o mundo, sem interesses comerciais que gera e controla como os domínios são usados em todo o globo.</li>

<p><li><strong>Nem todos os registradores são os mesmos</strong>. Você pode querer comparar os preços de diferentes registradores, confiabilidade, suporte e as características oferecidas pelos registradores.</li>

</p>

<p><li><strong>Você precisará</strong> de um cartão de crédito ou uma conta <a href="http://www.paypal.com/">PayPal</a> para pagar pelo domínio.</li>

</p>

<p><li><strong>Registrar um domínio</strong> é geralmente mais barato para as extensões mais comuns como .com, .net, .org, .mobi, etc, e deve custar cerca de $10 ao ano. O popular registrador de domínios <a href="http://www.godaddy.com/">Go Daddy</a> tem preços como $10.69 por ano para .Net e .Org a $9.99 por ano. Já um .Mobi custa $7.99 por ano.</li>

</p>

<p><li><strong>Domínios específicos</strong> (como. it, .de, .jp, .co.uk) ou domínios que identificam um nicho de mercado específico (.tv, .FM) são em geral mais caros que os .com ou .org. Alguns exemplos da Go Daddy: .it $14.99 por ano, .de $17.99 por ano, .Co.uk $19.98 por ano, .Jp $99.99 por ano, .Tv $39.99 por ano e .FM $69.99 por ano.</li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<h2>2. Domínio</h2>

</p>

<p><strong>A primeira coisa</strong> que você tem que fazer para registrar seu novo domínio é escolher um nome para o seu site. Esta etapa é crucial, já que você deve considerar o seu domínio como seu endereço de rua. Se não é claro, ninguém vai entrar no seu site ou, pior ainda, ninguém vai saber que o seu site existe.

</p>

<p>Aqui estão algumas dicas básicas para você se lembrar ao escolher um bom domínio:

</p>

<p><li><strong>Você pode registrar seu domínio</strong> com até 63 caracteres, mas isso não significa que você precise usar todos os 63 caracteres.</li>

</p>

<p><li><strong>Faça do seu domínio</strong> algo muito fácil de lembrar e anotar. Idealmente, este não deverá ser superior a 2-3 palavras.</li>

</p>

<p><li><strong>Seu domínio</strong> também deve ser fácil de soletrar e claramente pronunciável.</li>

</p>

<p><li><strong>Não use hífens</strong>, se puder. Um domínio com traços pode ser enganoso ou não tão imediato para as pessoas se lembrarem ou encontrarem.</li><br />
 <br />
<li><strong>Evite siglas</strong>. (por exemplo, no lugar de mnm.org use MasterNewMedia.org), siglas tendem a ser enganosas e não ajudam as pessoas a lembrar o que você faz e sobre o que trata o seu site.</li>

</p>

<p><li><strong>Uma abreviação popular</strong> é utilizar por exemplo, em inglês, "<em>2</em>" ao invés de "<em>two</em>" e "<em>4</em>" para "<em>for</em>" e "<em>four</em>". Não faça isso, pois só irá confundir as pessoas, especialmente aquelas que não tem tantos conhecimentos de informática.</li>

</p>

<p><li><strong>Tenha cuidado</strong> para não fazer uma confusão entre seu domínio e uma marca já existente. Verifique de antemão que ninguém tenha usado o seu nome anteriormente.</li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br/><br/><br/><br />
<h2>3. Domínio Comercial Ou Não-Comercial</h2>

</p>

<p><strong>Existe um número</strong> de domínios de nível superior (TLD), como os .com, .org, .us, .net, .info, .biz, e os nomes de países diferentes (.es, .br, .fr, .ru, etc) que você pode escolher na hora de registrar seu domínio:

</p>

<ul><li><strong>Se você tem uma empresa comercial</strong>, vai querer registrar seu domínio com a extensão .com ou muito provavelmente a mais nova extensão .biz.</li>

<p><li><strong>Se você é de uma organização sem fins lucrativos</strong>, ou mesmo uma pessoa física, você vai querer registrar a extensão .org ou muito possivelmente a .com e suas variantes (para nós as organizações de base).</li>

</p>

<p><li><strong>Além da extensão escolhida</strong> para o domínio do seu novo site, é sempre uma boa ideia para proteger o seu domínio, registrar várias extensões (.Net, .org, etc.). Esta prática impede as pessoas de utilizarem o seu domínio. Escolha uma extensão de domínio e defina um redirecionamento de outros domínios para o seu principal (por exemplo, tente ir para <a href="http://www.masternewmedia.com">MasterNewMedia.com</a>).</li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>4. Domínio Pessoal Ou Empresarial</h2>

</p>

<p><strong>Outra opção ao selecionar</strong> seu domínio é saber se você deve escolher um domínio com o seu próprio nome ou com o nome da empresa, ou talvez usando as palavras-chave <a href="http://www.masternewmedia .org/news/2008/04/17/how_to_evaluate_business_and.htm">que identificam seu nicho de mercado</a>.

</p>

<p>Para identificar o melhor domínio para o seu nicho de mercado, você pode usar um serviço gratuito como o <a href="http://www.domainsbot.com/">DomainsBot</a> que lhe dará sugestões e alternativas sobre os domínios que você poderia escolher para identificar a sua atividade empresarial.

</p>

<p><strong>DomainsBot também ajuda</strong> a descobrir se o nome de domínio desejado ainda está disponível para venda, ou já foi comprado.

</p>

<p>Depois de ter identificado o seu nicho de mercado, faça o seguinte:

</p>

<ul><li><strong>Se ser encontrado nos principais motores de busca</strong> (Google, Yahoo!, Bing, etc) é importante para você, é altamente recomendável que registre um domínio que contenha as principais palavras-chave.</li>

<p><li><strong>Se ao contrário</strong>, você está criando um site para uma empresa local, receber tráfego de toda a web pode não ser tão importante. Isto é porque seus clientes vão ser locais e você pode querer fazer crescer a sua marca em uma área específica.</li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p><br/><br/><br/><br />
<h2>5. Privacidade E Segurança</h2>

</p>

<ul><li><strong>Seu domínio</strong> deve ser registrado em seu nome, sob a sua propriedade. Isso não significa que tem que ser registrado em sua própria conta de registro de domínios, mas sim que você seja identificado nas informações de contato como o proprietário do dele.</li>

<p><li><strong>Durante o processo de registro</strong> de seu domínio, você terá a opção de mantê-lo privado. Esta é uma característica especial que pode querer aproveitar. Um registro de domínio privado mantém as suas informações (nome, endereço de e-mail, etc) no banco de dados global da Internet, e vai evitar que uma série de spams cheguem a sua caixa de e-mail.</li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>6. Espaço De Hospedagem</h2>

</p>

<p><strong>Um domínio</strong> está ligado a um espaço de alojamento, um espaço de armazenamento virtual na Internet onde o seu site vive e cresce.

</p>

<p><li><strong>Se você já tem um serviço de hospedagem</strong>, obtenha de seu host os nomes de seus servidores primário e secundário. Você precisará dessas informações para apontar o seu domínio para o seu site depois de comprar o seu domínio.</li>

</p>

<p><li><a href="http://www.masternewmedia.org/the-web-hosting-providers-guide-how-to-choose-the-ideal-hosting-solution/">Se você não tiver um serviço de hospedagem no entanto</a>, você sempre pode permitir que o registrador possa estacionar o seu domínio em um site temporário criado especialmente para você. Desta forma, você pode rapidamente garantir o seu domínio e tomar o seu tempo para configurar outros aspectos do seu site.</li>

</p>

<p><li><strong>A hospedagem</strong> não está ligada ao seu domínio. Uma vez adquirido, um domínio é seu e assim será para sempre. Se você mudar o seu host, o domínio vai com você.</li></ul>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

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</p>

<p><br />
<br/><br/><br/><br /><br/><br/><br/><br/><br />
<h2>Como Registrar Seu Domínio: Melhores Recursos</h2><br />
 <br />
<br /><br />
<blockquote><h2><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/2008/09/05/como_escolher_o_nome_do_seu_site.htm">Como Escolher O Nome Do Seu Site Ou Domínio - O Guia Básico De Seo - SEM</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id7522041.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id7522041.jpg" width="268" height="256" />

</p>

<p><strong>Nomear seu site corretamente</strong>, <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/12/02/escreva_bons_titulos_para_os_seus_posts.htm">e usar a titulação de suas mensagens de forma eficiente</a> e palavras-chave para ajudar os motores de busca a compreender qual o foco do seu conteúdo são os ingredientes-chave para levar as pessoas a encontrarem o seu site na web.

</p>

<p><em> por Robin Good - <a href="http://www.masternewmedia.org">MasterNewMedia</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.2createawebsite.com/prebuild/register_domain.html">Como Escolher O Melhor Domínio</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id15917681.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id15917681.jpg" width="259" height="264" />

</p>

<p><strong>Antes de registrar seu domínio</strong> você deve avaliar primeiro se você quer um domínio que contém as principais palavras-chave ou o nome da empresa. Ambas as escolhas são boas, dependendo realmente de quais são os seus planos e o público-alvo (local/no mundo) ao qual o seu site se refere.

</p>

<p><em> por 2CW Editores - <a href="http://www.2createawebsite.com/index.html">2 Create a Website</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://technology.inc.com/internet/articles/200707/campbell.html">Como Escolher O Seu Domínio: Melhores Dicas</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id51530481.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id51530481.jpg" width="276" height="235" />

</p>

<p><strong>Seu domínio</strong> é como o seu endereço. Como os clientes irão encontrá-lo se eles não sabem para onde olhar - ou pior, se eles vão para o que eles pensam ser o seu endereço e a sua empresa não está lá? Aqui estão dez dicas para escolher um nome de domínio para seu negócio.

</p>

<p><em> de Anita Campbell - <a href="http://www.inctechnology.com/">Inc. Technology</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<br/><br/><br/><br/><br/><br />
<h2><a href="http://www.cliftonwebdesign.co.uk/website-domain-name-registration.htm">Como Registrar O Seu Domínio: Um Guia Básico</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id15427.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id15427.jpg" width="284" height="232" />

</p>

<p><strong>Registrar o seu domínio</strong> é um procedimento simples que envolve certamente escolhas muito graves e de longa duração. Se você quiser saber como dar os primeiros passos para colocar online o seu novo site, aqui está um guia básico para você começar.

</p>

<p><em>pelos editores CWD - <a href="http://www.cliftonwebdesign.co.uk/">Clifton Web Design</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.thesitewizard.com/archive/registerdomain.shtml">Como Registrar O Seu Domínio: Procedimentos Passo-A-Passo</h2></a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id774718.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id774718.jpg" width="268" height="258" />

</p>

<p>Se você tem um site, você deve considerar seriamente registrar seu próprio domínio, que é o nome que você usa para deixar as pessoas se referirem ao seu site. Neste artigo você vai encontrar um procedimento passo-a-passo para começar e outros recursos úteis.

</p>

<p><em> por Christopher Heng - <a href="http://www.thesitewizard.com/">TheSiteWizard</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br/><br/><br/><br/><br/><br />
<h2><a href="http://www.elbelconsultingservices.com/website_design_hosting/how_do_i_register_a_domain_name.html">Como Registrar Um Domínio: Melhores Práticas</h2></a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id3948581.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id3948581.jpg" width="268" height="260" />

</p>

<p><strong>Como escolher o nome do seu site</strong> e em seguida registrar o seu domínio são processos bastante simples, mas que podem certamente ser repletos de problemas e armadilhas no caminho. Neste artigo, você vai encontrar algumas sugestões úteis para evitar essas armadilhas.

</p>

<p><em>por ECS Editors - <a href="http://www.elbelconsultingservices.com/index.html">Elbel Consulting Services</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br/><br/><br/><br/><br/><br />
<h2><a href="http://www.ehow.com/how_4761630_register-domain-name-google.html">Como Informar Ao Google Que O Seu Site Está No Ar</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id509978.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id509978.jpg" width="277" height="258" />

</p>

<p><strong>Após o seu novo site estar instalado e funcionando</strong> sua primeira preocupação deve ser um pedido ao Google para incluir o seu domínio em suas pesquisas. É fundamental que os crawlers do Google tenham seu site em consideração quando uma pesquisa é executada. Aqui é como dizer ao Google que o seu site novo está vivo.

</p>

<p><em> por Katharine Hadow - <a href="http://www.ehow.com/">eHow</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XOt3jNAGcDA">O Que Você Pode Fazer Depois Que Já Tiver Um Domínio?</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id35815641.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id35815641.jpg" width="259" height="249" />

</p>

<p><strong>O que você pode fazer</strong> com o seu domínio próprio? Uma vez que você comprou o domínio, ele é seu para fazer o que quiser com ele: usá-lo, estacioná-lo para uso futuro, vendê-lo, usá-lo para fins de redirecionamento, mostrar um grupo de anúncios rotativos. É completamente seu.

</p>

<p><em> por Chris Pirillo - <a href="http://www.chris.pirillo.com/">Chris.Pirillo.com</a></em>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />
<h2><a href="http://www.nolo.com/legal-encyclopedia/article-29778.html">Como Proteger O Seu Domínio: Cuidado Com O Cybersquatting</a></h2>

</p>

<p><img alt="how-to-register-your-website-domain-guide_id115833.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-register-your-website-domain-guide_id115833.jpg" width="266" height="277" />

</p>

<p><strong>Se você possui uma marca</strong> e descobre que alguém está mantendo-a refém até que você pague uma grande soma de dinheiro para ele, você pode estar sendo vítima de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/ciberocupación">cybersquatting</a>. Saiba neste artigo como proteger seu domínio contra fraudes e golpes.

</p>

<p><em> por editores de Nolo - <a href="http://www.nolo.com/">Nolo</a></em></blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<span class="photocredit">Créditos das fotos:</span><br />
<span class="photocredit">Como Escolher O Nome Do Seu Site Ou Domínio - O Guia Básico De Seo - SEM - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/eutoch">eutoch</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Escolher O Melhor Domínio - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Irochka">Irina Tischenko</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Escolher O Seu Domínio: Melhores Dicas - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/scorpp">scorpp</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Registrar O Seu Domínio: Um Guia Básico - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Spanishale">Alex Bramwell</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Registrar O Seu Domínio: Procedimentos Passo-A-Passo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/tatisol">tatisol</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Registrar Um Domínio: Melhores Práticas - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/fyle">fyle</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Informar Ao Google Que O Seu Site Está No Ar - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/joss-">Jostein Hauge</a></span><br />
<span class="photocredit">O Que Você Pode Fazer Depois Que Já Tiver Um Domínio? - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/reddz">Alexandr Trankov</a></span><br />
<span class="photocredit">Registro De Domínios: Lista De Serviços Top Ranking - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/juliengron">juliengron</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Proteger O Seu Domínio: Cuidado Com O Cybersquatting - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/klikk">Jón Helgason</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Publicação Independente]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Daniele Bazzano]]></dc:creator>
<dc:date>2009-12-05T08:02:55+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/08/19/conteudo_duplicado_online_questoes_problemas_e_o.htm">

<title><![CDATA[Conteúdo Duplicado Online: Questões, Problemas E O Lado Bom Da História]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/08/19/conteudo_duplicado_online_questoes_problemas_e_o.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
<strong>Conteúdo duplicado</strong>: é essa uma questão com a qual você deva se preocupar? Independente do lado em que você esteja, se dos que publicam conteúdo que acaba sendo duplicado por aí ou dos que republicam o seu conteúdo com a contribuição de outros autores, é importante entender quais são as questões e problemas reais gerados por conteúdo duplicado e separá-los dos mitos e pura especulação acerca do tema.

</p>

<p><img alt="Robin-Good-duplicate-content-issues-480.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Robin-Good-duplicate-content-issues-480.jpg" width="480" height="360" /><br />
<span class="photocredit">Veja o video de Robin Good sobre a questão do conteúdo duplicado mais abaixo nesse mesmo artigo</span>

</p>

<p><strong>A motivação para escrever este post veio</strong> de um e-mail, do qual gentilmente me fizeram parte, em que, de um lado, havia um webmaster que reclamava sobre o fato de que as duplicações do seu conteúdo tinham melhor posição no ranking das pesquisas do Google do que o seu artigo original.

</p>

<p><strong>Superficialmente</strong>, poderia parecer que o autor original tem o direito de reclamar e pedir ao "<em>republicador</em>" que abandone a prática e comece a escrever material por conta própria.

</p>

<p>Mas, a questão, algumas vezes, principalmente quando você se aprofunda um pouco mais, mostra-se muito mais sutil e complexa do que parece.

</p>

<p><br />
<!-- FA --><br />
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</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br />
<embed src="http://blip.tv/play/Aa6rAgA" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="383" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed><br />
<span class="photocredit">Robin Good e a questão do conteúdo duplicado</span>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<h2>Duplicação de Conteúdo - Elementos-Chave</h2>

</p>

<p><strong>Faz toda a diferença</strong> quando o site que copia ou duplica o conteúdo dá total crédito ao autor original e seu site não apenas na forma de citações, mas principalmente através de links redirecionando ao site original. Fornecer um link claramente visível redirecionando para o conteúdo original, que contenha tanto o nome do site como o do autor e o título do artigo original (com um link para ele também) é o mínimo que se deve fazer ao distribuir ou republicar um conteúdo já publicado anteriormente na internet.

</p>

<p><strong>O segundo ponto-chave</strong> que pode causar uma reviravolta nessa situação é o fato de o site que duplica o conteúdo agregar "mais valor" ao original na forma de uma apresentação, links e referências adicionais, conteúdo relacionado e notícias sobre o mesmo assunto, imagens ilustrativas relevantes e mais conteúdo ainda, para o bem do próprio leitor.

</p>

<p><strong>O terceiro ponto-chave é a permissão.</strong> Se você se deu ao trabalho de perder três minutinhos mandando um e-mail pedindo a autorização do dono do conteúdo para a sua republicação e explicou, de forma clara, o que pretende fazer com ele, certamente estará seguro também sob o ponto de vista moral. (Nunca ouvi ninguém reclamando sobre conteúdo duplicado que tenha sido previamente autorizado pelo autor)

</p>

<p><strong>O que posso dizer a favor da duplicação de conteúdo</strong> pela rede é que, quando feito de forma ética (seguindo os três pontos acima) e também ampliando as formas com que as outras pessoas tem acesso a esse conteúdo, a prática pode ser na verdade muito positiva e constituir-se em uma maneira natural de espalhar boas ideias e informação valiosa.

</p>

<p><strong>No outro extremo da questão</strong>, há sites que republicam conteúdo superficial, quase sem valor por centenas de domínios apenas para gerar monetização de tal conteúdo a custo zero para eles (no caso daqueles que usam artigos já prontos de diretórios de notícias) ou editores online menores que querem obter visibilidade de forma mais rápida, espalhando conteúdo de baixa qualidade nos diretórios, na esperança de ganhar muitos backlinks dos sites que republicarão seus artigos de modo gratuito.

</p>

<p>Mas, essa é a minha opinião.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Como o Google Vê o Conteúdo Duplicado</h2>

</p>

<p>Aqui está o que o Google oficialmente diz sobre o assunto:

</p>

<p>"<em>O conteúdo duplicado geralmente se refere a blocos de conteúdo dentro ou espalhado em domínios que tanto conferem com outro conteúdo já existente ou seja notadamente parecido. Na maioria dos casos, não se trata de conteúdo fraudulento na sua origem.

</p>

<p><strong>Exemplos de conteúdos duplicados sem fundo prejudicial</strong> incluem:

</p>

<p>Fóruns de discussão que podem gerar páginas normais ou divididas em trechos direcionadas à distribuição em telefones celulares.

</p>

<p>Itens armazenados dispostos ou linkados via múltiplas URLs diferentes.

</p>

<p>Versões de páginas web somente para impressão.

</p>

<p>No entanto, em alguns casos, acontece de o conteúdo ser deliberadamente duplicado por domínios afora na tentativa de manipular os rankings dos buscadores ou gerar mais tráfego. Práticas fraudulentas como esta podem resultar em uma experiência de usuário empobrecida, quando o visitante encontra o mesmo conteúdo repetidas vezes dentro de um conjunto de resultados nas pesquisas.

</p>

<p>O Google tenta ostensivamente indexar e exibir páginas que contenham informações diferentes umas das outras.

</p>

<p>Em alguns casos raros em que o Google percebe que foi exibido conteúdo duplicado com a intenção de manipular os nossos rankings e fraudar os usuários, ajustes adequados serão feitos também na indexação e ranking dos sites envolvidos.

</p>

<p>Como resultado, o ranking do site pode sofrer penalizações, incluindo a total remoção do mesmo do sistema de indexação do Google, fazendo com que não mais figure nos resultados das pesquisas.</em>"

</p>

<p>Os típicos usuários do Google tem a tendência de querer ver uma seção diversa de conteúdos únicos quando fazem pesquisas. Em contraste, ficam irritados com razão quando vem o mesmo conteúdo substancialmente dentro de um grupo de resultados.

</p>

<blockquote>"<em><strong>No entanto, preferimos concetrar-nos em filtrar o material mais do que em ajustar o ranking</strong> ... na grande maioria dos casos, a pior coisa que pode acontecer a um webmaster é ver a versão "<em>menos desejada</em>" da página exibida no nosso sistema de indexação.</em>"

<p>(Fonte: <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2006/12/deftly-dealing-with-duplicate-content.html">Google Webmaster Central</a>)</blockquote>

</p>

<p><br />
<blockquote>"<em><strong>O Google tenta ao máximo indexar e exibir páginas com informações diferentes umas das outras.</strong> [Geralmente filtramos os conteúdos duplicados] escolhemos um deles para configurar na lista.

</p>

<p><strong>Nos raros casos</strong> em que o Google percebe que foi exibido conteúdo duplicado com a intenção de manipular os nossos rankings e fraudar os usuários, ajustes adequados serão feitos também na indexação e ranking dos sites envolvidos.</em>"

</p>

<p>(Fonte: <a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2006/12/deftly-dealing-with-duplicate-content.html">Google Webmaster Central</a>)</blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Conteúdo Duplicado e Quem Aparece Primeiro no Ranking: Onde Está o Problema Mesmo?</h2>

</p>

<p><strong>Agora, preste atenção nisso</strong>:

</p>

<p>A maioria dos problemas nos quais o Google interfere no que diz respeito a conteúdo duplicado geralmente é causada por duplicações existentes no próprio site e não por outras pessoas que o copiam por aí.

</p>

<p>Na verdade, vou criar um novo axioma aqui:

</p>

<blockquote><strong>Se houver um outro site fazendo republicações do seu conteúdo</strong> e com posição melhor no ranking no Google, <strong>DECIDIDAMENTE, você é quem tem um problema com o SEU site.</strong> (<em>e o problema NÃO é sair gritando ou ameaçando quem republicou o seu conteúdo, mas acordar e ter a suficiente curiosidade de ir ver o que faz com que o desempenho do seu site seja tão ruim, a ponto de o Google preferir o conteúdo duplicado ao seu.</em>)</blockquote>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Quando Outro Site Republica o Seu Conteúdo, Você Deve Ficar Irritado ou Não?</h2>

</p>

<p><strong>Tendo em vista a minha experiência</strong> diária no gerenciamento de alguns sites, a única preocupação do Google é proporcionar conteúdo de alta qualidade e relevante que combine exatamente com a pesquisa feita pelo usuário. Se outro site, que use o seu conteúdo consegue uma posição melhor no ranking, procure bem dentro do seu site pela razões para isso em vez de sair culpando quem o republicou.

</p>

<p><strong>Também acho que você tem todo o direito de escrever e reclamar</strong> com os copiadores em busca da razão pela qual não entraram em contato com você antes de republicar o seu conteúdo (supondo que o seu conteúdo não seja veiculado sob um tipo de licença como a da Creative Commons).

</p>

<p><strong>Mas, em muitos casos</strong>, o duplicador ou republicador (e com isso, excluo todos os sites bots e spams que roubam conteúdo de forma clara por questões econômicas apenas) não está tirando vantagem do seu conteúdo, mas ampliando e apoiando as suas ideias e campanhas, além de agregar valor a elas através de um link para o seu site e deixando bem claras a autoria e origem do conteúdo.

</p>

<p><strong>Em todos estes casos, não seria legal se você reclamasse</strong> ou restringisse a atividade dessa pessoa, já que ele está mesmo ampliando e contribuindo de modo positivo com o seu trabalho comunicativo.

</p>

<p>O fato de que o site copiador tenha um melhor posicionamento no ranking não devia impedir você de melhorar também o seu conteúdo, atualizá-lo e reduzir a quantidade de material autopromocional e desnecessário que você mesmo faz ser duplicado por todas as páginas do seu site.

</p>

<p><strong>Permita-me explicar isso direito.</strong>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Quem Deveria Realmente Aparecer Primeiro nas SERPs?</h2>

</p>

<p>Naquele e-mail que mencionei no início do texto, o autor original reclamava que o seu conteúdo estava sendo ofuscado algumas vezes nas pesquisas por outros sites que o republicavam.

</p>

<p><strong>Dei uma boa olhada em ambos os sites</strong> de modo profundo, buscando por esses conteúdos duplicados e o que acabei encontrando? A página do autor original pesava cerca de 60KB, mas quase 50% não era realmente parte do conteúdo relacionado ao artigo. Tratava-se apenas de um caminhão cheio de links que apontavam para outros artigos do mesmo autor e que tomavam mais espaço do artigo do que o próprio conteúdo em si.

</p>

<p>Do outro lado, estava o "copiador", quem não só havia se dado ao trabalho de escrever uma bela introdução, cheia de links adicionais e recursos relacionados e créditos e links claros redirecionando para o conteúdo original, mas tinha também juntado vários textos do autor original a fim de prover uma análise mais detalhada e abrangente do assunto. Além disso, o tamanho do conteúdo do artigo do "copiador" indexado pelo Google era três vezes maior que o artigo original e, quando se olhava com atenção, dava para perceber que o conteúdo relevante dominava o espaço do texto, deixando apenas as áreas mais à margem da navegação para os anúncios e outro tipo de informações.

</p>

<p><strong>É por isso que o Google</strong>, ainda que soubesse bem quem tinha escrito o artigo primeiro e de onde ele vinha (já que o site que o duplicara não tinha feito disso um segredo, pelo contrário) preferiu mostrar numa posição superior do ranking o artigo "copiado".

</p>

<p><strong>Em termos simples</strong>, o copiador estava fazendo um trabalho valioso, em todos os pontos de vista, ampliando o alcance e o valor do conteúdo original, além de dar o devido crédito e colocar links redirecionando a ele.

</p>

<p><strong>O que o site original estava fazendo era lamentar</strong> a sua própria incapacidade de se manter nas primeiras posições do ranking dos buscadores sem a devida humildade para reconhecer o valor do conteúdo que fornece, tentar melhorá-lo e atualizá-lo de modo a torná-lo mais apreciado do que qualquer outro recurso disponível na rede sobre o assunto. O primeiro site também corria o risco de ignorar pontos importantes da questão, como o fato de que o outro site estava criando links e redirecionando tráfego para ele e devia se preocupar mais com o seu próprio aprimoramento e interesse dos seus usuários.

</p>

<p><strong>O site "copiador" errou feio apenas em um quesito.</strong> Supondo que podia, até mesmo de forma tática, o site "copiador" errou quando se permitiu fazer muito sem se dar ao trabalho de pedir oficialmente a permissão do site original para duplicar o conteúdo que quisesse.

</p>

<p><strong>Moral da história</strong> para os sites que duplicam conteúdo: A menos que você encontre um texto que diga claramente, sem deixar qualquer dúvida, algo como: "<em>Fique à vontade para copiar o conteúdo do meu site...</em>" (o que não é de todo raro de se encontrar - <a href="http://www.webcredible.co.uk/user-friendly-resources/web-accessibility/errors.shtml">veja um bom exemplo no final desta página</a>), é SEMPRE sua obrigação perder um pouco de tempo contactando o autor do conteúdo original e pedir sua permissão para a republicação do seu conteúdo. Ponto.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>O Conselho do Google</h2>

</p>

<p>Há mais medidas a tomar para abordar o tema do conteúdo duplicado e garantir que os visitantes vejam o conteúdo que você quer que vejam. (<em>Lembre-se de novo que o Google está considerando MAIS a questão dos conteúdos duplicados dentro do SEU PRÓPRIO site, já que, com relação aos outros casos, o buscador sabe muito bem como lidar</em>).

</p>

<ul><li><strong>Ter conteúdo duplicado no site não serve de base para a tomada de medidas contra esse mesmo site, a menos que</strong> fique claro que a intenção de tal conteúdo duplicado seja a de enganar e manipular os resultados das pesquisas. Se o seu site tem problemas de conteúdo duplicado e você não se orientar pelos conselhos acima, sabemos escolher bem qual conteúdo deve ser exibido nas pesquisas.

<p>No entanto, se a nossa análise indicar que você usa de práticas fraudulentas e o seu site for removido dos nossos resultados, revise-o com cuidado. Se isso tiver acontecido, revise as nossas diretrizes para webmasters por mais informação. Quando você já tiver feito as mudanças necessárias e tenha certeza de que o seu site não esteja mais violando essas regras, submeta-o para uma reconsideração.</li>

</p>

<p><li><strong>Não se aborreça tanto com sites que fazem ctrl C/ctrl V</strong> (ou seja, usam de maneira desapropriada e republicam) do seu conteúdo. Ainda que seja irritante, é muito improvável que estes sites consigam causar impacto negativo sobre a presença do seu site no Google. Se você encontrar um caso que seja particularmente ruim, você deve entrar com uma <a href="http://www.google.com/dmca.html">queixa DMCA</a>, reivindicando a autoria do conteúdo e deixar que cuidemos nós mesmos do site.</li>

</p>

<p><li><strong>Ainda assim</strong>, lembre-se que sempre mostraremos a versão (desbloqueada) que consideramos mais apropriada para os usuários em cada pesquisa, <strong>a qual pode não ser a versão que você queria</strong>.</li>

</p>

<p><li><strong>Distribua com cautela</strong>: Se você distribui o seu conteúdo em outros sites, o Google sempre exibirá a versão que acha mais apropriada, não a sua preferida. No entanto, vale a pena certificar-se de que cada site em que você distribui os seus artigos exiba um link para o material original. Você também pode pedir a quem usa o seu material distribuido para bloquear a versão usada em seus sites através do comando robots.txt.</li>

</p>

<p>Depois disso, analise bem o seu próprio site:

</p>

<p><li><strong>Reduza a ocorrência de repetições desnecessárias</strong>: Por exemplo, em vez de incluir um texto grande sobre os direitos do autor no final de cada página, inclua um resumo breve e linke para a sua página para mais detalhes.</li>

</p>

<p><li><strong>Reduza a incidência de conteúdo parecido</strong>: Se você tiver muitas páginas parecidas, pense em ampliar cada página ou consolidá-las de modo a formar uma só. Por exemplo, se você tem um site sobre viagens com páginas separadas para duas cidades, com a mesma informação em ambas páginas, o que poderia fazer é fundi-las em uma só ou expandir cada página para que forneça conteúdo único sobre cada uma das cidades.</li>

</p>

<p><li><strong>Pense em bloquear algumas páginas para não serem indexadas</strong>: Em vez de permitir que os algoritmos do Google indiquem qual é a "melhor" versão do artigo, você pode nos guiar e mostrar a sua versão favorita. Por exemplo, se não quiser que o buscador indexe as versões para impressão dos seus artigos, desabilite estes diretórios ou lance mão de expressões comuns nesse caso através do arquivo robots.txt.</li>

</p>

<p><li><strong>Use páginas de redirecionamento 301</strong>: Se você reestruturou o seu site, use páginas de redirecionamento 301 ("RedirectPermanent") no seu arquivo .htaccess para redirecionar de forma inteligente os usuários, o bot do Google e outros spiders. (Na linguagem Apache, você pode fazer isso com um arquivo .htaccess: na linguagem IIS, você pode fazer isso através do painel administrativo.)</li>

</p>

<p><li><strong>Tenha consistência</strong>: Tente manter o seu sistema interno de links de maneira consistente. Por exemplo, não linke as páginas http://www.exemplo.com/pagina/ e http://www.exemplo.com/pagina e http://www.exemplo.com/pagina/index.htm.</li>

</p>

<p><li><strong>Use domínios de nível</strong>: Para ajudar-nos a exibir a melhor versão de um documento, use domínios de nível sempre que possível para cuidar do conteúdo interno. É mais provável a gente saber que www.exemplo.de contém conteúdo focado na Alemanha, por exemplo, do que www.example.com/de ou de.example.com.</li>

</p>

<p><li><strong>Use</strong> as <a href="https://www.google.com/webmasters/tools/">Ferramentas para Webmaster</a> para nos dizer como você prefere que o seu site seja indexado: Você pode indicar ao Google qual é o seu domínio preferido (por exemplo, www.exemplo.com ou http://exemplo.com).</li>

</p>

<p><li><strong>Evite publicar stubs</strong>: Os usuários não gostam de ver páginas "vazias", portanto, evite usar tapas-buraco onde possível. Por exemplo, não publique páginas para as quais você ainda não tem conteúdo. Se você criá-las, use o arquivo robots.txt para impedir que sejam rastreadas.</li>

</p>

<p><li><strong>Entenda o sistema de gerenciamento do seu conteúdo</strong>: Tenha a certeza de estar familiarizado com a forma com que o seu conteúdo é exibido no site. Blogs, fóruns e sistemas relacionados geralmente mostram o mesmo conteúdo em formatos variados. Por exemplo, um post de um blog pode aparecer na sua homepage, em uma página de arquivo, e na página de outros posts com a mesma etiqueta.</li></ul>

</p>

<p>(Fontes: <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?hl=en&answer=66359">Conselhos do Google para Conteúdos Duplicados</a>

</p>

<p><a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2006/12/deftly-dealing-with-duplicate-content.html">Central Google para Webmasters</a>

</p>

<p><a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2006/12/deftly-dealing-with-duplicate-content.html#c1038856429250631957">artigo referente às diretrizes do Google para Conteúdo Duplicado</a>)

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
Mas, infelizmente, o Google não dá respostas às questões mais difíceis e polêmicas dos editores em relação ao assunto. Aqui estão algumas que ficaram sem resposta na Central Google para o webmaster:

</p>

<p><a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2006/12/deftly-dealing-with-duplicate-content.html#c1560062245998476942">Kristen Veraldi commented</a>... (5 de fevereiro de 2008)

</p>

<blockquote>"<em>Obrigado, Susan,

<p><strong>Não poderia concordar mais com você</strong> - no universo dos conteúdos, TUDO se resume a agregar valor de forma temporal e relevante a partir da sua própria e única perspectiva.

</p>

<p><strong>No entanto</strong>, para aqueles que realmente entendem isso e seguem com frequência o mantra de construir a partir da base, você acha que adicionar conteúdo genérico de terceiros a sua equação (digamos, 25% do tempo, por exemplo) pode manchar a reputação de um site?

</p>

<p><strong>E se esse conteúdo terceirizado não se originar da rede</strong> (sem links originais, apenas o mesmo conteúdo em centenas de sites (ninguém sabe quem terá sido o primeiro) e foi fornecido apenas com o fim da distribuição em massa e reuso por algum tipo de área específica geradora de conteúdo.

</p>

<p><strong>E se esses artigos realmente agregassem valor a sua esfera local</strong> (e.g., as pessoas que você conhece não estão necessariamente tentando se conectar através da pesquisa, mas aquelas que já te seguem sim)?

</p>

<p>Eu acho que o que estou perguntando é - se você não liga para a otimização desse conteúdo genérico e o valor é mais intrínseco, você ainda consegue oferecê-lo e se sentir relativamente cômodo em relação ao fato de que ele não prejudicará o seu conteúdo original nas pesquisas (partindo do ponto que nós nos importamos com a questão da indexação!).

</p>

<p><strong>Esta é uma situação muito comum</strong>, por isso eu pergunto para todos que estão por aí, com sites exclusivos e que ficam imaginando se estão expostos a isso.

</p>

<p>Se isso fosse motivo para se preocupar, não poderia ser sanado através do uso de robôs com etiquetas nofollow nessas mesmas páginas contendo esse conteúdo que você não quer que seja copiado?

</p>

<p>Eu percebo que estas perguntas são quase impossíveis de se responder de modo definitivo - portanto, qualquer coisa que você quiser adicionar é muito bem-vinda. Obrigado!</em>"</blockquote>

</p>

<p>ou<br />
   <br />
<a href="http://googlewebmastercentral.blogspot.com/2006/12/deftly-dealing-with-duplicate-content.html#c9156756162726945602">Como foi escrito no Adwords</a> (em 2 de março de 2008):

</p>

<blockquote>"<em>Tenho um diretório de artigos que é efetivamente feito de 100% de conteúdo duplicado (More Than Articles). Pouco tempo depois que ele começou, eu percebi uma queda no tráfego e descobri que todas as minhas páginas estavam no índice suplementar. Eu publico os artigos formatados em HTML e em texto puro, assim como a versão padrão. Portanto, basicamente, cada artigo aparece 3 vezes no site com poucas diferenças.

<p>Eu trabalhei mais uma vez em cima da navegação e do arquivo robots.txt para excluir tudo, menos a versão padrão da indexação. Isso tem levado ao retorno de todas as páginas ao índice principal e a um aumento gradual no tráfego.

</p>

<p>A partir dessa experiência, eu pude concluir que a duplicação dentro de um mesmo domínio é bem mais importante do que a duplicação feita em domínios diferentes.</em>"</blockquote>

</p>

<p>Portanto, na ausência de algumas respostas oficiais, aqui está o meu conselho definitivo em relação a conteúdos duplicados:

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<strong>O Conselho de Robin Good</strong>:

</p>

<p><br /><br />
<strong>Para aqueles que republicam conteúdo</strong> alheio:

</p>

<ol><li><strong>Peça pela permissão primeiro</strong>: Sempre</li>

<p><li><strong>Agregue valor - No mínimo</strong>: Adicione uma introdução e dê um título diferente</li>

</p>

<p><li><strong>Agregue valor - O melhor possível</strong>: Amplie, agregue valor adicional, fornecendo conteúdo relacionado, imagens, o seu próprio comentário e qualquer outra informação que adicione mais valor ao leitor final que busca por informação sobre o assunto</li>

</p>

<p><li><strong>Dê sempre o crédito por completo</strong>: Independente das regras ou requisitos que encontrar sobre qual é a melhor e mais correta maneira de linkar ao conteúdo original do artigo que você republicou por completo no seu site, deve-se vigiar o seguinte:

</p>

<p>a) <strong>crédito</strong> o nome do autor e o link para o seu perfil/bio online, quando disponível

</p>

<p>b) <strong>reconhecimento</strong> do site do autor, com o seu nome e link

</p>

<p>c) <strong>referência</strong> ao título do artigo original, data e primeira publicação, com links redirecionando para ele </li>

</p>

<p><li><strong>Declarar o tipo da licença original quando possível</strong>: Não deixe o autor original pensar ou supor de qualquer forma que você está aplicando a sua própria licença, seja ela Creative Commons ou Domínio Público ao copyright dele. Você não tem direito de fazer isso e ele tem todo o direito de ficar irritado.</li></ol>

</p>

<p><br />
<br /><br />
... e para aqueles <strong>que tem tido o seu conteúdo republicado</strong> por outra pessoa:

</p>

<ol><li><strong>Desencane.</strong> Tentar manter o conteúdo no seu site não é vantagem para você na maioria das vezes. Se existem outros sites que querem de maneira honesta ampliar o alcance do seu conteúdo, agregando valor adicional a ele, deixe que o façam </li>

<p><li><strong>Reconheça o valor e a contribuição</strong> destes outros sites quando ampliam a visibilidade e alcance do seu conteúdo, ideias e autoria para um público maior, principalmente quando esses sites o fazem de forma justa e transparente dando crédito, reconhecimento e referência ao conteúdo original.</li>

</p>

<p><li><strong>Não se irrite</strong> automaticamente ao ver um site usando o seu conteúdo e não corra para a pesquisa do Google para ver os rankings. Não os culpe. Dê uma olhada no seu próprio site e pense em como melhorar o valor que fornece aos seus leitores, para que você não tenha concorrentes nessa área. Se o Google coloca um outro site em lugar mais alto que o seu, é porque alguma razão há.</li>

</p>

<p><li><strong>Acima de qualquer coisa</strong>, facilite o compartilhamento e a republicação do seu conteúdo em outros sites, através de feeds, widgets, e licenças abertas que declarem abertamente que você está na verdade a favor de permitir que o seu conteúdo vá aonde quiser, desde que seja dado o crédito correspondente, com o link direcionando a ele.</li></ol>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<strong>Se o conteúdo for republicado com permissão</strong>, além de agregar o valor significativo que ele merece, deve-se mudar o seu título, adicionar uma introdução e dar o crédito/colocar o link para a fonte original, eu acho que tanto o autor original, assim como o site que republica se beneficiarão grandemente do fato. Mais pessoas lerão o conteúdo, mais pessoas conhecerão o site original e o autor e a mensagem será transmitida a um grupo maior de pessoas graças a esse serviço adicional de distribuição fornecida pelos buscadores com cópias adicionais que fornecerão valor extra ou complementar ao conteúdo original.

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Marketing On-line]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Robin Good]]></dc:creator>
<dc:date>2009-08-19T08:29:35+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/06/27/widgets_de_terceiros_como_usar_e_difundir.htm">

<title><![CDATA[Widgets De Terceiros: Como Usar E Difundir Widgets De Outros Desenvolvedores Sem Problemas Legais Ou De Copyright]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/06/27/widgets_de_terceiros_como_usar_e_difundir.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><strong>Você gostaria de usar widgets no seu blog</strong> ou site, mas fica se perguntando se teria problemas legais com isso? Criou um widget que gostaria de distribuir pela internet com um copyright que respalde a sua propriedade intelectual? Leia neste artigo uma série de conselhos para criar, difundir e usar widgets sem problemas legais.

</p>

<p><img alt="widget_by-c-j-sorg_size-450px_95799897_db14f7294d_o.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/widget_by-c-j-sorg_size-450px_95799897_db14f7294d_o.jpg" width="450" height="300" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da foto: <a href="http://flickr.com/photos/cjsorg/">C. J. Sorg</a></span>

</p>

<p>Se você já sabe <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/entrega_e_distribuicao_de_conteudos/aplicacoes-web/distribuicao-digital-de-conteudos-facilitada-web-widgets-o-que-sao-como-podem-trazer-uma-nova-vida-ao-seu-blogue-20070604.htm">o que os widgets são</a> e já tentou usá-los no seu blog, certamente já viu que se trata de um recurso precioso para adicionar conteúdo e funcionalidades ao seu blog sem precisar ser um especialista em programação: para usar um widget, tudo o que se precisa é dar alguns cliques e pronto.

</p>

<p>Ainda que usar um widget seja fácil como brincar, existem aspectos legais e de copyright a considerar. Se levar esses aspectos em consideração, conseguirá evitar questões legais ou até mesmo ter que remover o widget do seu blog por violar intencionalmente condições de uso determinadas por quem o criou.

</p>

<p><strong>Se você sabe desenvolver widgets</strong> e gostaria de fazer disso uma oportunidade de ganho online, deve pensar também em que tipo de licença de uso adotar e sob quais condições os demais podem utilizar o seu widget.

</p>

<p>Stefano Bendandi, especialista em internet e em aspectos legais da Web enviou para <a href="http://www.masternewmedia.org/it">a edição em italiano da Master New Media</a> alguns conselhos de como melhor usar e difundir widgets sem ter problemas legais, nem de copyright. Você encontrará particularmente conselhos sobre como:<br />
<ul><li><strong>Usar widgets</strong> criados por terceiros;</li><br />
<li><strong>Difundir widgets</strong> através de arquivos e diretórios;</li><br />
<li><strong>Publicar widgets</strong> desenvolvidos por você.</li></ul>

</p>

<p>Aqui estão os detalhes:

</p>

<p>(<em>Introdução de Giulio Gaudiano</em>)<br />
<!-- google_ad_section_end --><!-- FA -->

</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Widgets: Proteção, Conjecturas E Condições Legais De Utilização E Distribuição</h2>

</p>

<p><em>por Stefano Bendandi</em>

</p>

<p><br /><br />
Um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Widget">widget</a> é um componente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software">software</a> que fornece determinadas funcionalidades e é utilizado no interior de outra aplicação ou ambiente mediante um interface gráfica do usuário (GUI).

</p>

<p>Os widgets podem ser desenvolvidos para a web ou para desktops: os primeiros tratam de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plugin">plugins</a> a serem incorporados no interior de páginas web (sites, blogs, plataformas sociais), através dos quais se pode publicar conteúdos externos (vídeos, músicas, imagens, etc.) ou até mesmo usar aplicativos (API) no ambiente de um processo de agregação (mashups, por exemplo). Já os segundos, ao contrário, são encontrados sobretudo no interior dos softwares de sistema (ex.: painel de controle do MacOS X, os gadgets do Vista) ou em aplicativos (e.g. os widgets do Opera).

</p>

<p>Principalmente quando se trata do primeiro caso, há muito o que se fazer com componentes que, na onda da <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/colaboracao_on_line/web-2-0/web-2-0-um-mini-guia-com-exemplos-20070307.htm">Web 2.0</a>, estão conquistando uma crescente popularidade, inclusive graças ao fato de fornecer valor agregado aos conteúdos online e elevar a experiência do usuário.

</p>

<p><strong>Mas, e do ponto de vista legal</strong>, quais benefícos se podem obter?

</p>

<p>Visto que na maior parte dos casos, tratam-se de softwares, ou seja, de uma obra da criatividade de alguém, os widgets podem usufruir da proteção particular que a lei assegura à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_intelectual">propriedade intelectual</a>.

</p>

<p><strong>Se você desenvolveu um widget</strong>, tem direito de tirar vantagem dele tanto economicamente como da forma que quiser, desde que estabeleça como ele deve ser distribuído, utilizado pelos demais, etc...

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Usar Widgets Criados Por Terceiros</h2>

</p>

<p><img alt="usare-widget_250px.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/usare-widget_250px.jpg" width="250" height="174" />

</p>

<p>Como você deve proceder se quiser incorporar no seu blog ou site um widget criado por terceiros? E se pretende redistribui-lo através dos recursos disponíveis na rede?

</p>

<p>Em ambos casos, acima de tudo, é preciso verificar se você tem as autorizações necessárias do titular de direitos e, na ausência delas, requerê-las.

</p>

<p>Tenha em mente que às vezes tais autorizações são concedidas sob a forma de licenças ou estão subordinadas ao cumprimento de certas condições, por isso, deve-se verificar também que tais termos e condições não sejam violados com o uso pretendido para o widget em questão.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Criar Arquivos E Diretórios De Widgets</h2>

</p>

<p><img alt="archivi-di-widget_250px.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/archivi-di-widget_250px.jpg" width="250" height="182" />

</p>

<p>Como gerenciar um arquivo de widgets online?

</p>

<p>Vamos supor que você queira criar um serviço web que, de forma gratuita, publique e ofereça download de widgets de terceiros, colocando à disposição de qualquer pessoa também o upload de suas próprias criações.

</p>

<p>Neste caso, a primeira precaução deve ser predispor algumas "condições de uso", vinculando a elas o acesso de quem quer que seja a sua aceitação.

</p>

<p><strong>O objetivo final</strong> é o de regulamentar através de um acordo os vários aspectos do serviço, como por exemplo, observando algumas das questões abaixo:

</p>

<ul><li><strong>Verificação da identidade</strong>: antes de permitir o upload, peça para que o usuário faça o registro (e respeite as normas de tratamento dos dados pessoais dos mesmos, se for o caso);</li>
<li><strong>Respeito à propriedade intelectual</strong>: quem decidir contribuir deve informar com garantia ser o titular dos direitos sobre as próprias criações, ou sobre o conteúdo que acessam, e não violar nenhuma disposição legal ou contratual;</li>
<li><strong>Direitos do autor</strong>: deixe especificado que, depois de aceitar as condições, o titular concede livremente os direitos necessários sobre as suas próprias obras para consentir o funcionamento legítimo do serviço dentro dos vários aspectos correspondentes (por ex.: arquivamento, publicação, download, utilização e distribuição dos widgets);</li>
<li><strong>Proteção à privacidade</strong>: peça uma garantia de que os componentes não foram desenvolvidos ou sejam utilizados para a compra e tratamento dos dados pessoais dos usuários;</li>
<li><strong>Direito de aceitação</strong>: especifique que a publicação online está subordinada a uma aceitação expressa;</li>
<li><strong>Limitações de conteúdo</strong>: proíba o compartilhamento de componentes que ofendam ou gerem insatisfação de alguma forma aos usuários finais ou ainda que contenham links para materiais ofensivos (conteúdos racistas, discriminatórios, pedofilia/pornografia, spyware, malware, etc.);</li>
<li><strong>Limitações de responsabilidade</strong>: exclua a garantia de idoneidade dos usos específicos e do bom funcionamento dos widgets, especificando que você não é o responsável pelas consequências derivadas da sua utilização;</li>
<li><strong>Limitações de uso</strong>, disponibilidade e suspensão do serviço: proíba qualquer modalidade de utilização que não esteja conforme às condições previstas ou que degrade e ponha em risco o funcionamento do serviço, especificando que pode ser suspenso sem qualquer garantia de continuidade e que pode cessar a qualquer momento segundo o seu parecer;</li>
<li><strong>Violação dos termos de uso</strong>: indique as consequências cabíveis a uma eventual violação das condições de uso (suspensão ou desativação do serviço, denúncia junto às autoridades competentes, ações judiciais por danos, etc...);</li>
<li><strong>Modificação das condições</strong>: reserve-se o direito de modificar as condições de uso do serviço, avisando os usuários da sua resolução através de publicações na internet.</li></ul>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Difundir Os Seus Widgets</h2>

</p>

<p><img alt="distribuire-widget_250px.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/distribuire-widget_250px.jpg" width="250" height="177" />

</p>

<p>Se quiser difundir os seus widgets na internet, mediante um sitio ou um blog pessoal, quais precauções deve tomar para salvaguardar os seus direitos?

</p>

<p><strong>É preciso preparar um acordo de licença</strong> (EULA) para os usuários finais no intuito de regulamentar os aspectos abaixo:

</p>

<ul><li> <strong>Registro</strong>: peça a quem pretende usar os seus componentes que faça o registro no serviço (observando sempre as disposições vigentes no que diz respeito à proteção dos dados pessoais, se for o caso);</li>
<li><strong>Direitos do autor</strong>: você pode considerar pensar em conceder o direito não exclusivo e não transferível para o download, a instalação e utilização dos seus widgets para uso próprio e não comercial, desde que se mantenham inalteradas as indicações sobre a paternidade da obra;</li>
<li><strong>Distribuição</strong>: é possível conceder aos usuários ao menos o direito de redistribuição dos seus widgets, especificando as condições;</li>
<li><strong>Proibição de modificação</strong>: você pode proibir qualquer mudança no código ou nas funcionalidades dos seus widgets;</li>
<li><strong>Limitações de uso</strong>: proíba de forma absoluta a inclusão ou associação dos widgets com sites ou outros recursos web que possam causar constrangimento ou ofensa a sua pessoa;</li>
<li><strong>Garantias</strong>: você pode considerar excluir qualquer garantia de idoneidade de usos específicos e do bom funcionamento dos widgets, advertindo que são oferecidos de forma "as-is";</li>
<li><strong>Limitações de responsabilidade</strong>: pode-se excluir a sua responsabilidade no caso de danos derivados do uso dos componentes;</li>
<li><strong>Violação do acordo</strong>: especifique quais são as ações que pretende tomar nos termos da licença;</li>
<li><strong>Limitações de uso</strong>, disponibilidade e suspensão do serviço: proíba qualquer modalidade de utilização que não esteja conforme às condições previstas ou que degrade e ponha em risco o funcionamento do serviço, especificando que pode ser suspenso sem qualquer garantia de continuidade e que pode cessar a qualquer momento segundo o seu parecer;</li>
<li><strong>Modificação das condições</strong>: reserve-se o direito de modificar as condições de uso do serviço, avisando os usuários da sua resolução através de publicações na internet.</li></ul>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<strong>Sobre o autor</strong>

</p>

<p><img alt="stefano-bendandi_size150.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/stefano-bendandi_size150.jpg" width="150" height="123" />

</p>

<p>Stefano Bendandi é advogado e consultor, autor de livros e artigos, e trabalha profissionalmente com novas tecnologias, segurança e privacidade há muitos anos. Além do seu site, (<a href="http://www.stefanobendandi.com">http://www.stefanobendandi.com</a>), você pode visitar o seu blog "IT & Dintorni" (<a href="http://stefanobendandi.blogspot.com">http://stefanobendandi.blogspot.com</a>), onde cuida com profundidade de assuntos sobre as novas tecnologias, direitos e cultura digital.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<span class="photocredit"><strong>Créditos das fotos</strong></span><br />
<span class="photocredit">Usar Widgets Criados Por Terceiros: <a href="http://www.flickr.com/photos/jesse757/">Jesse Courtemanche</a></span><br />
<span class="photocredit">Criar Arquivos E Diretórios De Widgets: <a href="http://www.flickr.com/photos/northbaywanderer/">Carina</a></span><br />
<span class="photocredit">Difundir Os Seus Widgets: <a href="http://www.flickr.com/photos/pressthebuttononthetop/">Danny Williams</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Propriedade Intelectual]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Stefano Bendandi]]></dc:creator>
<dc:date>2009-06-27T08:59:53+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/29/como_monetizar_conteudo_duplicado_reutilizado_pelos_outros.htm">

<title><![CDATA[Como Monetizar Conteúdo Duplicado Reutilizado Pelos Outros Sem Autorização Na Web]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/29/como_monetizar_conteudo_duplicado_reutilizado_pelos_outros.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
<strong>Como se fecha a brecha que existe</strong> entre a rentabilização em potencial de conteúdo usado pela rede afora e a habilidade de extrair, com eficiência, os ganhos do seu conteúdo online redistribuído sem licença na internet?

</p>

<p><img alt="Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-by-Attributor-485x.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-by-Attributor-485x.jpg" width="485" height="297" /><br />
<span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.attributor.com">Attributor</a></span>

</p>

<p>Hoje em dia, fazer controle da distribuição do próprio conteúdo é tão menos tangente do que desejável, já que a distribuição viral de forma legítima beneficia todas as partes envolvidas no processo, permitindo que ele encontre naturalmente seus contextos mais valiosos.

</p>

<p>Mas, para o editor online tradicional, equilibrar a balança quando se trata de monetizar o conteúdo usado livremente pela rede não é fácil.

</p>

<p><strong>Saber quem usa o seu conteúdo</strong>, quanto é usado e dentro de quais contextos pode ajudar e muito a identificar oportunidades de criar novas formas de distribuição e parcerias com licença de uso, em vez de aplicar esforço extra em querer processar as pessoas legalmente. 

</p>

<p><strong>Cooperação</strong> é o nome do jogo.

</p>

<p>Neste artigo, o especialista em conteúdo de mídia John Blossom irá guiar você pelo melhor caminho para explorar o potencial de monetizar conteúdo licenciado através de oportunidades para a sua distribuição que podem surgir das republicações não autorizadas espalhadas pela rede, lançando mão de ferramentas realmente poderosas para a situação.

</p>

<p><br />
<!-- FA --><br />
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</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<h2>Fechando A Brecha Do Rendimento Online: Soluções Automatizadas De Monetização Para Conteúdo Distribuído Potencializadas Pela Attributor</h2>

</p>

<p><img alt="closing-revenue-gap_id163783-135.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/closing-revenue-gap_id163783-135.jpg" width="135" height="202" />

</p>

<p><em>por John Blossom</em>

</p>

<p><strong>Um dos problemas fundamentais que a indústria de publicações enfrenta</strong> ao tentar gerar renda a partir de conteúdo online é o de que a maior parte do valor criado desse material está justamente do lado de fora dos próprios sites e portais.

</p>

<p>Com bilhões de publicações online brigando por atenção, não é de se estranhar que muitos executivos da mídia estejam murmurando baixinho sobre o meme agora já conhecido "<em>conteúdo contextual</em>", ao mesmo tempo em que ponderam sobre uma maneira de usar o oceano de material que circula pela rede para promover a sua própria renda.

</p>

<p><strong>A triste verdade</strong>, no entanto, é que a maioria dos editores estão mal equipados para ganhar dinheiro com o seu conteúdo, além daquilo que publicam em seus próprios sites.

</p>

<p>A maior parte das organizações midiáticas contam com poucas equipes de desenvolvimento de licenciamento de conteúdo como forma de negócio que geralmente lutam entre acordos longos com poucos parceiros, deixando o grosso dos rendimentos em potencial sobre a mesa.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Entra Em Cena A Attributor</h2>

</p>

<p><img alt="Attributor-logo.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Attributor-logo.gif" width="188" height="76" />

</p>

<p>A <a href="http://www.attributor.com/">Attributor Corporation</a> tem sido eficiente na forma de como fechar a brecha entre a rentabilidade em potencial do material reusado na rede e a capacidade de conseguir extrair essas rendas.

</p>

<p><strong>O sistema da Attributor trabalha auscultando</strong> os feeds RSS das publicações dos editores participantes. Capta o que publicaram e compara com o material publicado na web.

</p>

<p>Quando encontra algum conteúdo que é uma combinação parcial ou total desse material, a Attributor copila os seus relatórios de uso para os clientes que podem, a partir daí, usar ferramentas automatizadas do próprio sistema da empresa ou os seus próprios métodos para rastrear o que foi reciclado com uma perspectiva legal e comercial.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Qual É O Tamanho Dessa Torta?</h2>

</p>

<p><img alt="content-reuse-monetization-pie-slice-id30908901-250.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/content-reuse-monetization-pie-slice-id30908901-250.jpg" width="250" height="194" />

</p>

<p><strong>Qual é o tamanho</strong> da oportunidade de monetizar conteúdo reutilizado?

</p>

<p><strong>Faz pouco tempo</strong>, a Attributor me contou sobre algumas pesquisas baseadas em conteúdo de editores de sites proeminentes que usam o seu sistema juntamente com os dados de uso coletados pela <a href="http://www.compete.com/">Compete.com</a>, que trouxe à tona algumas estatísticas até então não aparentes. 

</p>

<p><strong>A provocação principal</strong> resultante dessas pesquisas é a de que o público que vê  esse conteúdo redistribuído não por meio de parcerias, nem divulgação ativa, era cinco vezes maior do que os leitores dos próprios sites.

</p>

<p><strong>Quase a metade desses muitos</strong> "<em>distribuidores passivos</em>" copiavam 90% ou mais de artigos de outros editores e mais de 70% destes artigos copiados usavam, pelo menos, metade do conteúdo disponível.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>De Que Forma O Seu Conteúdo Reutilizado Pode Gerar Mais Renda Para Você</h2>

</p>

<p><img alt="Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-pumping-id31852921-285.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-pumping-id31852921-285.jpg" width="285" height="190" />

</p>

<p><strong>Antes que os editores leiam esse post</strong> e protestem contra ele, considere isto: qual editor não gostaria de aumentar 5 vezes a potencialidade de monetização do seu conteúdo sem qualquer dor de cabeça extra?

</p>

<p>A pesquisa também indicou que dois terços dos sites que usam conteúdo destes editores líderes no setor os linkava de volta, o que indicava que, pelo menos, cooperavam nominalmente para o crescimento do seu tráfego.

</p>

<p><strong>Munidos com os dados levantados pela</strong> Attributor, estes editores podem seguir com uma base mais automatizada os sites que usam o seu conteúdo e transformar distribuidores passivos em parceiros de publicação ativos - e, no meio do caminho, fazer a balança das visitações pender de voltar para os seus sites, o que alimentará a eles mesmos com os ganhos consequentes.

</p>

<p>A tecnologia dos projetos da Attributor pode ajudar a reduzir tais agentes passivos de maneira significativa, dobrando o tráfego potencialmente e quase triplicando as visitas desses parceiros cooperativos em seus sites.

</p>

<p>Não há dúvidas de que isso também ajudaria a quem reutiliza conteúdos a ultrapassar as fronteiras do uso justo para entender o que os editores consideram como uso justo de maneira mais rápida e eficiente.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<h2>Como Estabelecer Novos Fluxos De Rentabilização Rapidamente</h2>

</p>

<p><img alt="establish-new-revenue-streams-stockxpertcom_id13916181-255.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/establish-new-revenue-streams-stockxpertcom_id13916181-255.jpg" width="255" height="240" />

</p>

<p><strong>A Attributor vê essas ferramentas de análises e de coleta de dados</strong> como uma chave que abre as portas para um novo tipo de rentabilização significativo para os editores online. Vê, pelo menos, duas opções básicas que, através destes dados, ajudariam a estabelecer fluxos de renda rápidos.

</p>

<blockquote><strong>Primeira opção</strong>: a Attributor ajuda os editores a reclamarem a sua parte justa nos ganhos dos anúncios, se os sites que republicam o conteúdo fizerem uso de uma rede anunciante. Isso poderia, em teoria, ajudar a gerenciar tanto a distribuição ativa como passiva.

<p><strong>Segunda opção</strong>: capacitar a Attributor para que ela possa afunilar os anúncios de redes existentes e vendas diretas do próprio editor para os parceiros de distribuição. Certamente há outros passos que podem ser tomados com base nos dados da empresa, mas qualquer uma dessas opções ajuda tanto a requerer a renda dos anúncios para os editores legítimos e seus parceiros de distribuição, como reduzir os ganhos de parceiros não autorizados..</blockquote>

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Faça Uma Estimativa Da Sua Renda Extra Em Potencial Com O FairShare</h2>

</p>

<p><img alt="Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-estimate-id13705101-245.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-estimate-id13705101-245.jpg" width="245" height="252" />

</p>

<p><strong>Para facilitar a vida dos editores</strong>, tanto os grandes como os pequenos, no sentido de terem uma ideia do potencial de ajuda que a Attributor pode aportar na monetização do seu conteúdo, o <a href="http://www.fairshare.cc/fairshare/homepage">FairShare</a>, um serviço que não cobra taxas para ser usado, traz a possibilidade de obter dados de sites usando o seu conteúdo através do analytics da Attributor, por feed RSS.

</p>

<p>O FairShare dará as estatísticas de artigos individuais e de como eles foram reutilizados em sites específicos, incluindo os dados da porcentagem da sua reutilização, se o reutilizador tem anúncios na página e se há links redirecionando para o conteúdo original.

</p>

<p><strong>Como opção</strong> o <a href="http://www.fairshare.cc/fairshare/homepage">FairShare</a> facilita, para quem usa a <a href="http://creativecommons.org/">licença Creative Commons</a> o mapeamento dos termos de licença para os padrões usados pelo analytics. 

</p>

<p>Apesar de ter sido lançado recentemente, o FairShare já rastrea mais de 150.000 artigos e já encontrou mais de 3,3 milhões de cópias compartilhadas de conteúdo. 

</p>

<p>Como visto acima, o FairShare encontra sites que lançam mão do uso justo, através de snippets dos conteúdos do ContentBlogger, por exemplo, assim como sites que parecem ficar com mais do que a sua parte justa na transação. 

</p>

<p>Se o meu site, o ContentBlogger, tivesse anúncios e a Attributor funilasse esses dados para as redes de anúncios que suportam clipagem de conteúdo, seria possível constatar a entrada automática de renda proveniente dos mesmos. Uma boa maneira de pensar dentro de uma economia de anúncios que vai em marcha lenta, não?

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>FreeWheel</h2>

</p>

<p><img alt="Freewheel-tv-logo.png" src="http://www.masternewmedia.org/images/Freewheel-tv-logo.png" width="189" height="54" />

</p>

<p><strong>Outro aspecto interessante</strong> é o de que a tecnologia empregada pela Attributor foi recentemente lançada como um alicerce para o <a href="http://www.freewheel.tv/">FreeWheel</a>, um serviço que possibilita aos vídeos do YouTube e outras publicações embutidas em sites de se servirem com anúncios que beneficiam o editor do vídeo original em maior parte.

</p>

<p>O FreeWheel usa o conceito "<em>Gerenciamento de Direitos de Monetização</em>", como em oposição ao pacote do Gerenciamento de Direitos Digitais que tenta impedir que outras pessoas distribuam conteúdo por conta própria. 

</p>

<p>O sistema alerta - de maneira oportuna, na minha opinião - para o fato de que a distribuição viral legítima de conteúdo precisa ser encorajada para que o próprio conteúdo encontre os seus contextos de maior valor.

</p>

<p><strong>Assim que o conteúdo estiver em um contexto de valor</strong>, poderá ser monetizado com anúncios e outros mecanismos de marketing que beneficiem tanto o criador como o editor que encontrou tal contexto.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Princípios De Monetização De Conteúdo</h2>

</p>

<p><img alt="Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-principles-id18432651-300.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/Context-Rights-Re-using-Content-Monetization-principles-id18432651-300.jpg" width="300" height="199" />

</p>

<p><strong>Enquanto os principais editores mastigam bastante</strong> as capacidades das tecnologias oferecidas pela Attributor, com sorte, começam a constatar que o sistema oferece uma solução importante para o dilema de como ganhar dinheiro com conteúdo em uma época em que o controle da distribuição se mostra menos tangente, mas também menos desejável.

</p>

<p>Citando a linguagem escrita no meu livro <a href="http://www.amazon.com/Content-Nation-Surviving-Thriving-Changes/dp/0470379219">Content Nation</a>, o mundo agora é formado por uma nação de editores, uma nação cujo valor não pode ser ignorado pelos editores tradicionais, como fonte de contextos monetizáveis.

</p>

<p><strong>Como a maior parte do conteúdo assinado na rede</strong> conta com buscadores para maximizar a sua renda com anúncios, as tecnologias de busca da Attributor podem fazer com que os editores entendam quem usa o seu conteúdo com as mesmas ferramentas que estes editores usam para direcionar tráfego monetizável para os seus sites. 

</p>

<p>Usar as ferramentas e os dados fornecidos pela Attributor permite ter uma abordagem eficiente e altamente automatizada de geração de renda através da distribuição viral do conteúdo, o que eliminaria a fricção entre essas duas pontas, uma que usa o conteúdo de maneira justa e a outra que pode controlar o "<em>mal uso</em>" de forma diária.

</p>

<p><strong>Conforme os editores de porte, como o </strong> The New York Times e o The Guardian comecem a liberar o seu conteúdo através de interfaces de programação sofisticadas, os conceitos da Attributor de fazer uso de buscas e identificação de conteúdo para estabelecer relações comerciais com editores, usando o seu conteúdo, podem inaugurar uma época na qual o conteúdo reutilizado agregue valor maior e mais renda rapidamente para editores com custos menores de aquisição de público.

</p>

<p>Com esquemas de aquisição de rendas, como a Attributor, os editores podem se concentrar mais em tornar seus conteúdos mais úteis e apurados o quanto possível - e deixar a inventividade no lugar onde terá mais utilidade para o mundo como um todo.

</p>

<p><strong>Seguramente, os editores continuarão a competir entre si</strong> para fazer de suas publicações uma escolha, mas com um número reduzido de editores tradicionais em vista dos milhões de editores independentes e com mobilidade na web, chegou a hora de usar tecnologia para colher o valor do conteúdo no maior número possível de contextos e da maneira mais eficiente possível.

</p>

<p>Principalmente na indústria das notícias, onde conseguir a atenção das pessoas em momentos fulgazes é cada vez mais difícil, a capacidade de colher os ganhos da reutilização do conteúdo e da linkagem automática é absolutamente necessária.

</p>

<p><br />
<br /><br /><br /><br />
<h2>O Copyright Morreu?</h2>

</p>

<p><img alt="copyright-logo.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/copyright-logo.gif" width="250" height="195" />

</p>

<p>A necessidade de buscar os contextos para o uso do conteúdo a fim de fazer dinheiro com a mídia online não quer dizer que o copyright seja um conceito morto. Longe disso: o copyright assegura que os criadores de obras originais tenham a capacidade de reclamar a sua propriedade intelectual que é sua de direito, principalmente quando é usada em contextos onde fica difícil verificar o uso, tais como em empresas e comunicações privadas, como e-mail, xerox e reimpressões.

</p>

<p>Mas vale a pena lembrar que os conceitos do copyright foram introduzidos na lei quando a publicação ainda engatinhava como indústria, com algumas pontas comerciais disponíveis e com a necessidade de ter suporte para obter informação e ideias do público através de uma tecnologia ainda nova. 

</p>

<p>A "<em>imprensa escrita</em>" de hoje em dia não trata de um único site ou serviço em particular, mas da web como um todo: cada pessoa tem o potencial de estar no papel de usar o mecanismo da publicação. Dessa forma, os copyright, ainda que relevantes, se tornaram menos importantes do que os direitos de contexto - a capacidade de dizer como os participantes de um processo global de parceria e agregação de publicações devem reconhecer o valor do trabalho criativo.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>Os Direitos De Contexto Se Tornam Uma Realidade</h2>

</p>

<p><img alt="Context-rights-logo.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/Context-rights-logo.gif" width="250" height="195" />

</p>

<p><strong>Há quase três anos</strong> apresentei o conceito de Direitos de Contexto em uma palestra na BookExpo em Washington, nos Estados Unidos, usando o logo acima como símbolo para os direitos contextuais.

</p>

<p>Hoje, no trabalho do Attributor, vejo o início da monetização efetiva dos direitos contextuais tomando forma. 

</p>

<p>Tenho esperança de que os editores começarão finalmente a ver os contornos de como usar estas tecnologias para forjar relações mais efetivas com o mecanismo global de publicação do Content Nation para beneficiar as forças criativas por trás do seu conteúdo e para criar novas formas de definir o valor de suas marcas. 

</p>

<p>É uma metodologia bem diferente da que a maioria dos editores está acostumada, mas diante de uma situação na qual a natureza fundamental da publicação mudou de forma bem mais radical, é hora de abraçar os direitos contextuais e definir o seu valor mais eficientemente, já que também vivem em um mundo cuja própria sobrevivência pode depender do poder onipresente da publicação para resolver os problemas que a humanidade está enfrentando com velocidade.

</p>

<blockquote>(<em>Declaração da divulgação total: eu realmente não tenho nada a divulgar, nunca tive qualquer relação comercial com a Attributor. Apenas acredito que estejam trilhando um dos caminhos mais eficientes disponíveis para a monetização de conteúdo hoje em dia e espero que os editores prestem bastante atenção em seus esforços.)</em></blockquote>

<p><br /><br /><br />
<span class="photocredit">Créditos das fotos:</span><br />
<span class="photocredit">Fechando A Brecha Do Rendimento Online: ... - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/winterling">Marc Dietrich</a></span><br />
<span class="photocredit">Qual É O Tamanho Dessa Torta? - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/dvorakova">dvorakova</a></span><br />
<span class="photocredit">De Que Forma O Seu Conteúdo Reutilizado Pode Gerar Mais Renda Para Você - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Yakobchuk"> Vasyl Yakobchuk</a></span><br />
<span class="photocredit">Como Estabelecer Novos Fluxos De Rentabilização Rapidamente - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/norebbo">norebbo</a></span><br />
<span class="photocredit">Faça Uma Estimativa Da Sua Renda Extra Em Potencial Com O FairShare - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/norebbo">norebbo</a></span><br />
<span class="photocredit">Princípios De Monetização De Conteúdo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/Feverpitch">Andy Dean</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Entrega e Distribuição de Conteúdos]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[John Blossom]]></dc:creator>
<dc:date>2009-04-29T09:00:37+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/15/como_publicar_um_livro_pela_creative_commons.htm">

<title><![CDATA[Como Publicar Um Livro Pela Creative Commons Com O Suporte Da Editora]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2009/04/15/como_publicar_um_livro_pela_creative_commons.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start --><br />
<strong>Ter seu livro publicado sob a </strong> <a href="http://creativecommons.org/licenses/">licença da Creative Commons</a> talvez seja uma das mais difíceis tarefas pela qual um escritor deve passar, já que a maioria das editoras enxergam regimes de licenciamento aberto como o CC com bastante ceticismo e medo. 

</p>

<p><img alt="how-to-book-publish-cover-licensing-347.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/how-to-book-publish-cover-licensing-347.jpg" width="347" height="493" /> <br />
<span class="photocredit">Crédito da foto: Vladyslav Danilin</span> <br />
 

</p>

<p><strong>Mas de acordo com</strong> <a href="http://www.missconceptions.net">Xtine Burrough</a> e <a href="http://www.mandiberg.com">Michael Mandeberg</a>, que já passaram por essa situação, existem algumas formas e estratégias que podem te ajudar a convencer até mesmo a editora mais conservadora. 

</p>

<p>Mostrar à editora as principais ressalvas, medos e preconceitos, enquanto mostrando os benefícios, resultados de vendas e o potencial de lucro que livros já publicados sob a licença da Creative Commons conseguem obter, podem mudar significativamente a percepção e aceitação que essas editoras podem ter com sua proposta de licenciamento pra lá de inovativa. 

</p>

<p>O importante de ser lembrado é que, isso já foi feito antes, e sem relatos de pessoas que tenham saído feridas. Na verdade, na maioria dos casos, a presença de uma <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/propriedade_intelectual/licenciamento/creative-commons-o-que-sao-este-conjunto-de-videos-ajuda-o-a-descobrir-20070418.htm">licença Creative Commons</a> deu à publicação maior exposição e visibilidade, sem perda de lucro quando comparada a livros similares que mantiveram seu conteúdo sob uma rigorosa licença do tipo copyright.

</p>

<p> <br />
<strong>Se você é um escritor</strong> e está considerando seriamente adotar uma licença Creative Commons para seu próximo livro, os conselhos e recomendações apresentados aqui por Michael Mandeberg e Xtine Burrough, podem revelar-se preciosos:

</p>

<p><!-- FA --> <br />
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</p><p><!-- MIDDLE_GAD --> <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /> <br />
<h2>Como Negociar Uma Licença Creative Commons: Dez Passos</h2> <br />
 <br />
<em>por Xtine Burrough e Michael Mandiberg</em> <br />
 <br />
<br /><br /> <br />
<h2>Introdução</h2> <br />
 <br />
<a href="http://www.missconceptions.net/">Xtine Burrough</a> e <a href="http://www.mandiberg.com">eu</a> publicamos recentemente <a href="http://www.amazon.com/Digital-Foundations-Introduction-Design-Creative/dp/0321555988">Digital Foundations: an Intro to Media Design with the Adobe Creative Suite</a> com <a href="http://www.aiga.org/content.cfm/aiga-publications">AIGA Design Press</a> / <a href="http://www.peachpit.com/imprint/index.aspx?st=61074">New Riders</a> sob uma licença CC (a primeira para a editora.) O livro ensina os princípios convencionais e exercícios da escola de design <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bauhaus">Bauhaus</a> através de aulas no <a href="http://www.adobe.com/products/creativesuite/">Adobe Creative Suite</a>.   Há uma infinidade de razões pelas quais nós escrevemos esse livro, mas o foco dessa postagem é de como termos conseguido negociar uma licença Creative Commons para o New Riders, cujo o dono é a <a href="http://www.peachpit.com/index.aspx">Peachpit</a>, que tem como dono a <a href="http://www.pearson.com/">Pearson</a> (negócios de gente grande.) <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<blockquote><h2>Os Dez Passos</h2> <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /> <br />
<h2>1) Descubra O Que Você Quer E Peça</h2> <br />
 <br />
<img alt="ask-licensing-283.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/ask-licensing-283.jpg" width="283" height="424" /> <br />
 

</p>

<p><a href="http://www.absolutewrite.com/novels/phone_negotiating.htm">Todo contrato é negociável. </a> Escolha o que você quer e peça. Não tenha medo de pedir. No nosso caso, nos focamos em conseguir <a href="http://creativecommons.org/license/">um licenciamento Creative Commons</a> para o contrato, mas nós também pedimos e sofremos outras modificações, incluindo uma percentagem maior nos royalties após um certo número de livros vendidos, uma quantia em dinheiro para fazer o design do livro e o direito de propriedade do design e layout do livro (que licenciamos pelo CC). <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>2) Saiba Que Sua Editora Está Com Medo </h2> <br />
 <br />
<img alt="scared-licensing-235.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/scared-licensing-235.jpg" width="200" height="320" /> <br />
 

</p>

<p><strong>As editoras viram o que aconteceu com a indústria fonográfica.</strong>   As vendas de livros impressos estão descendo ladeira abaixo. As editoras sabem que as coisas vão mudar, mas não sabem quais mudanças serão essas. Fique sabendo que sua editora está disposta a experimentar.

</p>

<p>“<em>Inspire eles para que sejam líderes.</em>” (irônico, mas sério) <br />
 <br />
Quando criamos o nosso próprio domínio e mostramos à editora o wiki (licenciado CC bem antes de assinarmos nosso contrato) e nosso blog, nós tivemos medo de que eles ficassem chateados com a gente. Ficamos surpresos e aliviados quando eles enviaram para todo mundo na empresa um modelo de como usar os <a href="http://www.masternewmedia.org/online_collaboration/wikis/what-are-wikis-video-tutorial--Lee-LeFever-CommonCraft-20070930.htm">wikis</a> e <a href="http://www.masternewmedia.org/create-a-blog-best-free-hosted-blog-publishing-services-mini-guide/">blogs</a>. Era uma coisa que eles já queriam fazer, mas não tinham conseguido.  

</p>

<p><strong>Seja o líder.</strong> <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>3) Mostre O Dinheiro</h2> <br />
 <br />
<img alt="show-the-money-licensing-280.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/show-the-money-licensing-280.jpg" width="280" height="361" /> <br />
 

</p>

<p><strong>No final das contas, tudo tem a ver com o dinheiro.</strong> <a href="http://goodexperience.com/mark/">Mark Hurst</a> escreveu uma <a href="http://goodexperience.com/2008/07/following-up-on-these.php">análise – na qual as regras são postas de lado – mostrando como tudo é por causa da grana.</a>.  <br />
 <br />
<strong>Seu argumento tem de ser</strong> “<em>você vai ganhar mais dinheiro.</em>” Claro, você pode estar interessado na democratização da cultura, colaboração, ou aumentar a difusão do conhecimento, mas alguém que fará a decisão precisa ser convencido que isso vai aumentar as vendas, ou na pior das hipóteses, que não vai resultar em perda de dinheiro.<br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>4) Contra Fatos Não Há Argumentos</h2> <br />
 <br />
<img alt="facts-licensing-300.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/facts-licensing-300.jpg" width="300" height="199" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Use estudos de caso para discutir os fatos.</strong> Isso também ajuda para mostrar que outras respeitáveis editoras possuem livros licenciados pelo Creative Commons. <a href="http://oreilly.com/about/">O’Reilly</a> tem um tipo de <a href="http://radar.oreilly.com/archives/2007/06/free_downloads.html">estudo sobre o livro Asterisk</a> que nós usamos de maneira muito eficaz para isso.  

</p>

<p>O Asterisk vendeu 19 mil cópias em dois anos, mas seu download foi feito 180.000 vezes em *<em>um</em>* dos 5 sites que o divulgaram. <br />
 <br />
Também considere o Google como um juiz: <br />
 <br />
Resultados de busca do Google com referência aos dois livros de estudo de caso de O’Reilly (à época da negociação, no início de 2008): <br />
<blockquote>a) "<a href="http://www.google.com/search?hl=en&q=asterisk+o%27reilly&btnG=Search">Asterisk</a>" 139.000 referências em dois anos (2005-2007), ou 70.000 por ano <br />
 <br />
b) "<a href="http://www.google.com/search?hl=en&q=%22understanding+the+linux+kernel%22+o%27reilly&btnG=Search">Understanding the Linux Kernel</a>" 42.000 referências em 7 anos (2000-2007), 60.000 por ano</blockquote> <br />
 <br />
Houve 10x mais cliques na imprensa / blog / referência nos links do livro licenciado pela CC. <br />
 <br />
E para explicar estes números: <br />
 <br />
<blockquote>“<em><a href="http://www.nera.com/Expert.asp?e_ID=1491">David Blackburn</a>,  candidato a PhD de Economia por Harvard, publicou um estudo em 2004 no qual calculou que, para a música, a “<em>pirataria</em>” resulta em um aumento líquido nas vendas para todos os títulos  no percentual 75 e inferior; mudanças insignificantes nas vendas para a “<em>classe média</em>” de títulos entre os percentuais 75 e 97; e um pequeno aumento na classe dos “<em>super-ricos</em>” no percentual 97 e superior.  <br />
 <br />
O editor Tim O’Reilly descreve isso como a “<a href="http://tim.oreilly.com/pub/a/p2p/2002/12/11/piracy.html">tributação progressiva imposta pela pirataria</a>,” atribuindo uma pequena redistribuição da riqueza para a vasta maioria dos trabalhos, sem nenhuma mudança substancial para a classe média, e um pequeno custo para os poucos que são muito ricos</em>”</blockquote> <br />
 <br />
<strong>E argumente que</strong> daqueles que pegam o livro de graça, a maioria não o compraria em primeiro lugar. E que nesse grupo, terá uma pequena porcentagem de convertidos que vão comprar o livro para eles próprios, ou para presentear. Essa porcentagem de convertidos mais do que compensa qualquer perda nas vendas por conta da versão gratuita.  <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>5) Identifique Seus Defensores & Quem Toma As Decisões</h2> <br />
 <br />
<img alt="advocates-licensing-355.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/advocates-licensing-355.jpg" width="355" height="236" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Editoras diferentes possuem agentes ou editores diferentes,</strong>, mas no nosso caso, estávamos trabalhando com um excelente Editor de Aquisições, que entendeu o projeto rapidamente, do conceito do livro à importância da Creative Commons. Nós o convencemos, e ele convenceu a editora. <br />
 <br />
<strong>Descubra quem na empresa é o tomador de decisões</strong> sobre o assunto. Geralmente essa pessoa é o editor-chefe, ou a própria editora. Descubra quem é o chefe e quais são seus interesses. Descubra as motivações deles. Eles são conservadores? Fale sobre o potencial de lucro. Eles são conhecidos por lançarem livros inovadores? Traga a “<em>novidade</em>” da estratégia. etc. No nosso caso, mostramos o potencial de lucro, as sinergias (veja abaixo), a blogabilidade, e a inovação, o barato disso. <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>6) Construa Parcerias E Trace Planos Em Relação À CC</h2> <br />
 <br />
<img alt="build-partnerships-licensing-355.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/build-partnerships-licensing-355.jpg" width="355" height="237" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Logo no início, um colega nos colocou em contato com</strong> Adam Hyde da <a href="http://FlossManuals.net">FlossManuals.net</a>, um empreendedor social que criou um site de documentação comunitário e com fontes também livres. Nós percebemos o enorme potencial da licença Creative Commons para “<em>traduzir</em>” o livro do <em>Adobe Creative Suite</em> para o <a href="http://www.gimp.org/">GIMP</a>, <a href="http://inkscape.org/">Inkscape</a>, e outras aplicações <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/FLOSS">FLOSS</a> ; e por causa do jeito que o sistema opera, o trabalho seria traduzido em persa, português do Brasil, espanhol, etc.  <br />
 

</p>

<p><strong>Mostrar este exemplo bastante concreto</strong> de uma forma bem evidente de como uma licença Creative Commons iria aumentar o impacto do livro, ajudou a editora a perceber o poder da licença.  <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>7) Escreva Em Um Wiki</h2> <br />
 <br />
<img alt="wiki-licensing-325.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/wiki-licensing-325.jpg" width="325" height="223" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Dê uma licença CC ao livro logo de cara.</strong> Escreva seu livro em um wiki antes de começar as negociações. Dê ao wiki uma licença Creative Commons. O wiki, ou alguma outra versão eletrônica, é um trabalho diferente, e portanto se ao final você não tiver conseguido convencer a editora, ao menos o wiki já possui a licença. Outros autores com quem conversamos simplesmente escreveram seus manuscritos em um wiki e deram a ele a licença CC. Mesmo que um advogado possa lhe dar uma opinião sobre postar um manuscrito do livro, e lhe dar uma licença CC retroativa, eu acredito que é mais seguro fazer antes a licença para o wiki.  <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>8) Forneça Uma Amostra Do Palavreado</h2> <br />
 <br />
<img alt="verbiage-licensing-355.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/verbiage-licensing-355.jpg" width="355" height="237" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Facilite para eles.</strong> Forneça-os o palavreado. Os departamentos jurídicos vão reescrever o contrato. Outros procurarão outra alternativa. Cory Doctorow foi gentil o bastante de nos mostrar <a href="http://www.boingboing.net/2007/03/20/model-contract-claus.html">o vocabulário que seu agente empregou no seu contrato</a>. Esses foram os termos simples que terminamos usando:

</p>

<p> <br />
“<em>A editora concorda em adicionar a licença Creative Commons ao Copyright do trabalho.</em>” <br />
 <br />
<strong>Isso não é perfeito</strong>, e tivemos algumas discussões posteriores quando chegou o momento do layout da capa. Provavelmente poderíamos ter sido mais específicos sobre a licença, mas isso foi o que o departamento jurídico deles concordaram, e considerando que estamos fazendo uma CC-BY-NC-SA, que é a mais restritiva, não nos preocupamos muito. <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>9) Faça O Seu Dever De Casa</h2> <br />
 <br />
<img alt="creative-commons-licensing.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/creative-commons-licensing.jpg" width="253" height="254" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Reprima qualquer dos medos deles fazendo o seu dever de casa</strong>, e respondendo às suas perguntas. Uma das questões que surgiram foi a inclusão de imagens (C) em nosso trabalho licenciado pela CC. O departamento jurídico pensou que poderíamos estar infringindo os direitos dessas imagens, ao publicá-la indevidamente como CC. Ao mesmo tempo, tivemos receio de que as imagens de Domínio Público pudessem estar restritas pela licença da Creative Commons no livro, algo conhecido como Commons Enclosure. 

</p>

<p>Após alguns telefonemas e emails, tivemos a confirmação de que, na verdade, não é bem assim. Nathan Yergler da Creative Commons Foundation nos escreveu, dizendo: <blockquote>“<em><strong>Vocês podem usar um trabalho com copyright</strong>, supondo que vocês tem o direito de fazê-lo (seja por uso legítimo ou negociável), em um trabalho licenciado pela CC, desde que apontem as exceções na autorização da licença. Isso é o que a Creative Commons faz com nosso site – vejam o texto de rodapé que diz “Salvo se notar…</em>”</blockquote> <br />
 <br />
Como eu disse no telefone, a Creative Commons não pode oferecer ajuda jurídica ou pareceres, e isto não deve ser interpretado como tal. 

</p>

<p>É claro que não incluímos imagens (C) em um livro licenciado CC; simplesmente queríamos deixar claro que elas eram (C). Nós também deixamos claro na página de rosto do livro, (logo abaixo a declaração de CC) que todas as imagens no livro eram de Domínio Público, exceto quando dito o contrário. Os advogados gostaram disso. <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /><br /> <br />
<h2>10) Seja Paciente</h2> <br />
 <br />
<img alt="be-patient-licensing-315.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/be-patient-licensing-315.jpg" width="315" height="237" /> <br />
 

</p>

<p><strong>Leva um tempo.</strong> Continue escrevendo no wiki e planejando sua bem sucedida negociação. Departamentos jurídicos agem devagar. Demorou bastante, eu sequer me lembro das datas. Pelo menos, 6 meses. Mas levou mais tempo para escrever o livro, então a espera não desanimou a gente!  <br />
 <br />
<strong>Valerá a pena.</strong></blockquote> <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /> <br />
<h2>Tipos De Licenças Creative Commons</h2> <br />
<img alt="creative-commons-license-types-pros-cons.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/creative-commons-license-types-pros-cons.gif" width="449" height="458" /> <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /> <br />
<h2>Mais Informações</h2> <br />
 <br />
<a href="http://www.amazon.com/Digital-Foundations-Introduction-Design-Creative/dp/0321555988">Digital Foundations</a> <br />
 <br />
<br />

</p>

<p><a href="http://www.locusmag.com/Features/2007/09/cory-doctorow-freekonomic-e-books.html">Artigo sobre o bem sucecido uso da CC por Cory Doctorow</a> 

</p>

<p> <br />
<a href="http://www.boingboing.net/2007/03/20/model-contract-claus.html">Exemplo de cláusula de contrato da CC</a> 

</p>

<p> <br />
<a href="http://radar.oreilly.com/archives/2007/06/free_downloads.html">CC, um estudo de caso</a> 

</p>

<p> <br />
<a href="http://tim.oreilly.com/pub/a/p2p/2002/12/11/piracy.html">A divisão 77/22/3 <br />
</a> <br />
 <br />
 <br />
 <br />
 <br />
<br /> <br />
<br /> <br />
<br /> <br />
Originalmente escrito por <a href="http://www.mandiberg.com/">Michael Mandiberg</a> e <a href="http://www.missconceptions.net/">Xtine Burrough</a> - <a href="http://www.blog.digital-foundations.net/">Digital Foundations</a> e publicado pela primeira vez sob o título <a href="http://www.blog.digital-foundations.net/?p=53">How To Negotiate a Creative Commons License: Ten Steps</a> em 12 de janeiro de 2009. <br />
 <br />
 <br />
<br /><br /> <br />
<span class="photocredit"><strong>Créditos das fotos:</strong>:</span> <br />
<span class="photocredit">Peça - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/mocker">Lev Olkha</a></span> <br />
<span class="photocredit">Com Medo - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/nicmac">Nicmac</a></span> <br />
<span class="photocredit">Mostre o Dinheiro - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/dishapaun">Dimitrije Paunovic</a></span> <br />
<span class="photocredit">Construa Parcerias - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/vladacanon">Vladimir Mucibabic</a></span> <br />
<span class="photocredit">Apoie-se Nos Fatos - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/svanhorn">Stephen VanHorn</a></span> <br />
<span class="photocredit">Escreva Em Um Wiki - <a href http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/michaeldb">Michael Brown</a></span> <br />
<span class="photocredit">Forneça Uma Amostra do Palavreado - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/wrangler">Wrangler</a></span> <br />
<span class="photocredit">Seja Paciente - <a href="http://www.stockxpert.com/browse_image/profile/hroephoto">Huguette Roe</a></span>

</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Publicação Independente]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[<a href="Robin Good" target="_blank">Leticia Castro</a>]]></dc:creator>
<dc:date>2009-04-15T08:22:56+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/2008/07/17/telco_20_o_futuro_das.htm">

<title><![CDATA[Telco 2.0: O Futuro Das Telecoms]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/2008/07/17/telco_20_o_futuro_das.htm</link>
<description><![CDATA[<p><!-- google_ad_section_start -->

</p>

<p>Telecoms: Elas serão as donas de todos os canais de distribuição de conteúdo no futuro?

</p>

<blockquote>"<em><strong>Tradicionalmente</strong>, companhias de telecomunicações simplesmente oferecem vários tipos de serviços de telefone e conectividade, e movem uma grande quantidade de dados - mantendo e constatemente melhorando pipes & redes como missão primária.</em>"</blockquote>

<p><img alt="future-telcos-2a.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/future-telcos-2a.jpg" width="485" height="485" /><br />
<span class="photocredit">Photo credit: Ann Triling</span>

</p>

<p><strong>Hoje</strong>, a oferta da conectividade básica tem se tornado uma commodity: os preços caem a quase zero de uma forma '<a href="http://www.feelslikefree.com/">feels like free</a>', e devido ao incremento da ação P2P a velha e confortável opção de se tornar um 'dump pipe' não é mais viável, <a href="http://www.mediafuturist.com/2008/02/welcome-to-paul.html">não importa como você encare isso.</a>

</p>

<p><strong>A questão base é</strong> que não há como Conteúdos e Serviços não acabarem empacotados por extensivos canais, cabos e redes.

</p>

<p><strong>Mas anote essas palavras-chave:</strong> EMPACOTADO e EMBALADO e Feels Like Free. 

</p>

<p>

</p>

<p><br />
<!-- google_ad_section_end -->

</p><p><!-- MIDDLE_GAD -->

</p>

<p><br /><br /><br /><br />
<h2>O Futuro Das Telecoms</h2>

</p>

<p><em>por Gerd Leonhard</em><br />
 <br />
<img alt="future.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/future.jpg" width="210" height="191" />

</p>

<p><strong>Cada vez mais, o Futuro das Telecoms</strong> é muito mais no com do que no tele; em facilitar os meios que a comunicação é baseada e 'lubrificar' com Conteúdo e Serviços.

</p>

<p>Tráfego de voz será apenas um pequeno e provavelmente reduzido pedaço da torta aqui - similar a como CDs e "venda unitária' de <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2008/04/24/the_future_of_music_like.htm">música digital</a> se tornaram apenas uma fração dos <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2008/04/24/the_future_of_music_like.htm">rendimentos futuros das gravadoras</a>.

</p>

<p><strong>Num ecossistema de redes</strong> que quer servir e <a href="http://www.endofcontrol.com/">autorizar</a> aquelas incômodas <a href="http://www.gerdleonhard.net/2006/05/users_convergin.html">digitais nativas</a> 'sempre ligadas', telcos e operadoras não tem escolha se não diversificar-se em setores adjacentes ou completamente alheios - se não fizerem isso, outras ferramentas como dispositivos & hanset manufaturados, portais web, redes sociais e motores de busca se sentirão forçadas a preencher as lacunas e empurrar os desenvolvedores de pipe & redes a cada vez mais descer até a base do ecossistema digital que apenas começou a crescer (lembre-se: aproximadamente apenas 2% do mundo possui banda larga, hoje - há um longo caminho a percorrer, ainda). Imagine uma Rede Móvel do Facebook, uma plataforma de Mobile Vídeo da Samsung, e (claro) um Google eBook <a href="http://www.mediafuturist.com/2007/08/the-next-gen-ra.html">Reader</a>?

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Redefinição de Conteúdo</h2>

</p>

<p><img alt="content.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/content.jpg" width="250" height="166" />

</p>

<p>Claramente, aqueles conceitos '<em>pipes estúpidos & jardins com muro</em>' da web0.0 estão mortos e já se foram - agora é tudo sobre como passar pelos pipes, e não sobre de onde eles vêm.

</p>

<p><strong>E crucialmente, <a href="http://www.mediafuturist.com/2008/04/broadband20-via.html">o conteúdo precisa agora ser definido de uma maneira mais ampla</a></strong>: não apenas como um pedaço de trabalho 'profissionalmente feito' e autêntico que começa a transmitir inclusive cercado por interações com o usuário, atenção com os kernels e clickstreams (oooopps ... desculpe pelo jeito geek de falar).

</p>

<p>O Contexto se torna um Conteúdo muito valioso também.

</p>

<p>TwitterMusic, Google VidRead, Gone.MTV, Skype.TV, MotoTube…

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Mídia 2.0</h2>

</p>

<p><img alt="media.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/media.jpg" width="230" height="230" />

</p>

<p>Para telcos, é questão de tempo entrar em um novo jogo, e chama-se <a href="http://www.mediafuturist.com/2007/11/media10-versus.html">Mídia 2.0</a> - uma vasta e bem projetada oportunidade para redes (pro)agressivas literalmente pularem sobre algumas daquelas companhias de mídia futuristas, criando ou simplesmente alimentando novos projetos que podem muito bem vir a ser a próxima Viacom, CBS, BBC ou Warner Music. Deutsche Telekom, Orange ou Telefonica deveriam ter comprado a <a href="http://www.last.fm/">Last.fm</a>, e não a CBS!

</p>

<p>Agora, testemunho a Nokia empacotar as músicas da UMG e SonyBMG em seus aparelhos, e vendê-los juntos.

</p>

<p>Testemundo o Google tentando empacotar 'música grátis' no seu motor de busca Top100.cn na China; testemunho a CBS e Last.fm colocando 'música grátis, sob demanda e interativa' nas redes sociais.

</p>

<p>Serviços como <a href="http://last.fm">Last.FM</a>, <a href="http://www.pandora.com/">Pandora</a>, <a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> and <a href="http://www.twitter.com/">Twitter</a> (e há muitos outros) já fazem grande uso das redes das telcos para lançar e distribuir dados num ritmo e volume cada vez maiores.

</p>

<p>Agora, muitas telecoms e operadoras de rede em volta do mundo estão começando a perceber que rumo o futuro está tomando: Conteúdo + <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/05/10/context_is_more_important_than.htm">Contexto</a> + Comunicações + Serviços + Ads2.0.

</p>

<p>Então vamos esboçar alguns cenários futuristas:

</p>

<p>O <a href="http://twitter.com/gleonhard">Twitter </a>pode começar a fornecer links de conteúdo pré-carregados; os usuários podem estar aptos a receber mensagens com um link de mídia quente para um arquivo que está pré-carregado em algum lugar, e instantaneamente enviá-las por meio de qualquer dispositivo móvel habilitado com flash. Qualquer MicroMedia ?

</p>

<p>Uma telco (Verizon? SingTel? TMobile?) comprará qualquer coisa da SonyBMG quando Bertelsmann finalmente retirar-se do empreendimento; e a SK Telecom pode acabar comprando o investimento majoritário na Warner Music, globalmente (eles já têm 50% da Coreana JV com WMG).

</p>

<p><strong>Meu palpite é que <a href="http://www.musicio.us/">Music2.0</a> vai coincidir com Telco 2.0</strong> se os grandes (mas retrocedendo rapidamente) conglomerados da música e as organizações dos para sempre-e-lentos direitos musicais continuarem a jogar pesado contra as pessoas que têm a audácia de querer utilizar suas músicas legalmente.

</p>

<p>China Mobile iniciará o ChinaSpace, uma rede social construída em volta de conteúdo que é gerado inteiramente por usuários (ou deveríamos dizer <a href="http://www.google.com/search?hl=en&client=firefox-a&rls=org.mozilla%3Aen-US%3Aofficial&hs=yLt&q=usators+gerd&btnG=Search">Usators</a>).

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>O Novo Negócio da Música</h2>

</p>

<p><img alt="rapper1.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/rapper1.jpg" width="200" height="255" />

</p>

<p><strong>Por volta de 18 a 24 meses</strong>, a maior telecom (Vodafone? Telefonica? NTT?) anunciará que ela estará entrando no negócio da música. Elas começarão devagar, com back-catálogos, contratos e Music1.0 (;) pessoas e preocupações, trabalhando com novos artistas e com aquelas conhecidos nomes que finalmente vão transformar seus rótulos para o bem, tocando vários Music2.0 blue-prints que estão fazendo seu caminho na Net (incluindo <a href="http://www.music20book.com/">meu próprio pobre livro Music2.0</a> eu espero ;).

</p>

<p>Isto será alimentado pelo fato de que muitas gravadoras encarregadas (não, não apenas a maioria das gravadoras e <a href="http://www.masternewmedia.org/2003/11/04/ethical_music_sharing_more_profitable.htm">RIAA</a>) tem conseguido com sucesso se tornar ubiquamente odiados pelos fãs de música i.e. os usuários, seus artistas, o público em geral, e - adivinhe - as telecoms. Dez anos de tapinha nas costas e gastando centenas de milhões de $ para convencer esses caras a de alguma forma dar aos consumidores o que eles realmente querem - não importa o quão séria seja sua sede de vingança.

</p>

<p><strong>As Telcos ficaram de saco cheio</strong> e cortarão as suas cordas da escravidão para o antigo sistema nos próximos 9-19 meses.

</p>

<p><strong>A oferta de música Flat-rate se tornará um padrão</strong> -  e o combustível das telcos amanhã.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Outros Cenários Possíveis</h2>

</p>

<p><img alt="scenarios.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/scenarios.jpg" width="220" height="205" />

</p>

<p><strong>O Skype será vendido pelo eBay</strong> para a maior rede social (F….k?) ou a maior telecom, e voltará o círculo completo de como começou: uma poderosa rede compartilhando dados da forma mais barata possível, seja por meio de ligações telefônicas ou outros conteúdos (leia: música, filme, TV, livros...) de bits e bytes. O Skype é onde o <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm">P2P</a> legal acontecerá, primeiro.

</p>

<p><strong>Por volta de 12 a 18 meses</strong>, juntamente com o Google, uma das agências líderes de publicidade e comunicação fechará um acordo com a maior telco e conjuntamente lançarão serviços de conteúdo gerados pelo usuário com suporte a propaganda, numa abordagem <a href="http://twitter.com/gleonhard">Advertising2.0</a>, evitando completamente a produção de conteúdo tradicional e procedimentos de licenciamento e oferta de novos artistas (e sem-contrato) ainda sem condições de seguir em frente.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<h2>Recomendações para Telcos</h2>

</p>

<p><img alt="reccomandations.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/reccomandations.jpg" width="250" height="166" />

</p>

<p>Então, queridas Telcos, Operadoras e ISPs, aqui estão meus 2 centavos:<br />
<ol><li><strong>Parem de se preocupar </strong>em agradar os encarregados por música & tocadores de mídia industrial e 'os estúdios' - todos eles irão seguir seu líder e entregar a cinco bilhões de usuários o que eles quiserem, como eles quiserem, ou você terá que deixá-los o mais rápido possível.</li>

</p>

<p><li><strong>Levante as mãos</strong> para o céu pois isso é bom: vocês têm a rede, vocês têm os usuários, vocês têm os relacionamentos financeiros - vocês podem ter o conteúdo da forma que qusierem, também!</li>

</p>

<p><li><strong>Como o Radio e as Indústrias de Broadcast antes de vocês</strong>, comecem por demandar um novo, pradronizado e sem tamanho de licença, streaming de música interativa seguido por downloads ilimitados de música em redes digitais; e enquanto isto estiver sendo negociado comece a fazer acordos com agências de propaganda e publicitários para preparar o pipeline do Advertising2.0.</li>

</p>

<p><li><strong>É música primeiro e então filmes, vídeos, TV</strong> ... $700 bilhões de anúncios por ano estão prontos para entrar nesta batalha por conteúdo em troca de atenção. Aproveite o dia.</li></ol>

</p>

<p><br />
<br /><br /><br />
<h2>Mais Informações</h2>

</p>

<p><strong>Algumas fontes de inspiração</strong> para essa História de Futuro:<br />
<a href="http://www-03.ibm.com/industries/media/doc/content/resource/business/2898468111.html">IBM Future of Advertising Report</a>    <br />
<a href="http://www.slideshare.net/gleonhard/gerd-leonhard-futurist-at-jakarta-broadband-summit-open-is-king-the-future-of-media/">Telco2.0 Two-sided business model</a><br />
<a href="http://www.stlpartners.com/telco2.php">Telco2.0 Blog</a><br />
<a href="http://www.edelman.com/trust/2008/">Edelmann Trust Report</a>

</p>

<p><br />
<br /><br />
<strong>Gerd Leonhard é um futurista de mídia</strong> assim como autor e escritor, um empreendedor da mídia e Internet, um consultor de estratégias, e um orador e apresentador.

</p>

<p><img alt="gerd_leonhard_music-2-0-media_futurist.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/gerd_leonhard_music-2-0-media_futurist.jpg" width="222" height="200" />

</p>

<p>Se você quiser saber mais sobre o que ele faz, você pode dar uma olhada em<a href="http://www.mediafuturist.com/blog.html">Gerd's blog MediaFuturist</a>, ou assistir alguns vídeos das novas séries (para selecionar um episódio basta clicar no ícone do livro / botão guia, e ir até lá) do <a href="http://mc.conversationsnetwork.org/series/futuretalks.html">Media Conversations Future Talks</a>. Você também pode visitar <a href="http://www.youtube.com/gleonhard">o canal do YouTube dele</a>, ou assinar <a href="feed://www.youtube.com/rss/user/gleonhard/videos.rss">seus feeds</a>.

</p>

<p>

</p>

<p><br /><br /><br />
<span class="photocredit"><strong>Photocredits</strong></span><br />
<span class="photocredit">The Future of Telcos - Content & Service Pipes: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=peaz">Yin Chern Ng</a></span><br />
<span class="photocredit">The Future of Telecoms: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=redbaron">Tomasz Trojanowski</a></span><br />
<span class="photocredit">Content Re-Defined: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=bedo">Kin Hang Norman Chan</a></span><br />
<span class="photocredit">Media 2.0: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=xygo_bg">Goran Stojanovic</a></span><br />
<span class="photocredit">The New Music Business: <a href="http://wireimage.com">Arnlod Turner</a></span><br />
<span class="photocredit">Other Likely Scenarios: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=hypermania">Hypermania</a></span><br />
<span class="photocredit">Recommendations: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&l=logos">Yuri Arcurs</a></span>

</p>

<p><br />
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</p>

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</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Entrega e Distribuição de Conteúdos]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Gerd Leonhard]]></dc:creator>
<dc:date>2008-07-17T09:24:43+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-democracia-e-visao-economica -o-P2P-como-forma-de-vida-parte 2-20071123.htm">

<title><![CDATA[Peer-to-Peer: Governação, Democracia E Visão Económica - O P2P Como Forma De Vida - Parte 2]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-democracia-e-visao-economica -o-P2P-como-forma-de-vida-parte 2-20071123.htm</link>
<description><![CDATA[<p><em>&quot;<strong>A nossa</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_pol%C3%ADtica" target="_blank" title="Abre numa nova janela">economia política</a> baseia-se num erro fundamental. Baseia-se na presunção que os recursos naturais são ilimitados, e isso é um erro infinito.</em> </p>

<p><img alt="p2p-cooperation-id5561121_size480.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-cooperation-id5561121_size480.jpg" height="468" width="480"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Maxim Malevich</span></p>
<p><em>Esta falsa presunção cria <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escassez" target="_blank" title="Abre numa nova janela">escassez</a> artificial para recursos culturais potencialmente <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Abundance_%28economics%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">abundantes</a>. </em></p>
<p><em>Esta combinação de quasi-adundância e quasi-escassez destrói a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biosfera" target="_blank" title="Abre numa nova janela">biosfera</a> e limita a expansão da inovação social e uma cultura livre.<br> <a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/02/20/p2pbased_economy_the_political_power.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Numa sociedade baseada em P2P</a>, esta situação é invertida: os limites de recursos naturais são reconhecidos, e a abundância de recursos imateriais torna-se o princípio fundamental. A visão da <a href="http://blog.p2pfoundation.net/category/p2p-theory/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">teoria P2P</a> é a seguinte:</em></p><ol><li><em><strong>o valor central</strong> intelectual, cultural e espiritual será produzido através de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer_production" target="_blank" title="Abre numa nova janela">produção peer</a> não recíproca.</em></li>
<p></p><li><em><strong>é rodeado</strong> por uma esfera de partilha reformada inspirada em peer;</em></li>
<p></p><li><em><strong>é globalmente</strong> gerida por um estado e sistema de governação reformados e inspirados em peer.</em></li></ol>

<p><em>Devido a estas características, o peer to peer pode ser apontado como a lógica central da civilização sucessora, sendo uma resposta e solução para a crise estrutural do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capitalismo</a> contemporâneo.&quot;</em></p>
<p><strong>Nesta segunda parte</strong> do P2P Como Forma De Vida (<a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">primeira parte aqui</a>), o defensor global do p2p Michel Bauwens analisa as fundações políticas e económicas da governação peer-to-peer e os conceitos de democracia da governação, produção e propriedade peer, analisando os seus detalhes e características.</p>
<p>Questionando profundamente as falsas presunções em que se baseiam os nossos sistemas políticos e económicos, pode-se ver a alteração crítica que aconteceria se os governos se tornassem parceiros em vez de controladores e escravizadores e se as comunidades peer tivessem os meios económicos para suportar os seus esforços de cooperação social.</p>
<p>De novo, a adopção de sistemas monetários alternativos, retirando alguns dos extraordinários controlos que as empresas privadas reuniram sobre o tema do dinheiro e oferecendo os recursos básicos para todos os indivíduos de acordo com as suas vocações e paixões naturais em vez de serem escravizados por mecanismos económicos e de produção que os alienam, é o futuro pelo qual espero.</p>
<p> Como escrevi antes, deixe-me realçar: &quot;<em>A governação peer to peer, se apoiada por novas regulamentações socioeconómicas, incluindo um subsídio universal para todos, poderá ser o meio pelo qual os indivíduos se poderão governar a si mesmos enquanto continuam a perseguir os seus melhores interesses e paixões.</em>&quot;</p>

<p><em>Introdução por Robin Good</em><!-- FA --></p><p><img alt="wikip2p.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/wikip2p.jpg" height="133" width="201"></p>
</p><h2>As Implicações Políticas da Revolução Peer to Peer – Parte 2</h2>
<p><em>por Michel Bauwens</em></p>
<p><br><br>
</p><h2>5. A Teoria P2P como a Possibilidade Emancipatória da Era</h2>

<p><img alt="economy-id586770_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/economy-id586770_size220.jpg" height="220" width="220"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Kostantin Inozemtev</span></p>
<p>De facto, porque um sistema de crescimento infinito é uma impossibilidade lógica e física com um ambiente natural limitado, o sistema mundial actual enfrenta uma crise estrutural para o seu crescimento extensivo. De momento a consumir 'dois planetas', seriam necessários quatro planetas se a China e a Índia conseguissem obter a equidade com os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Consumo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">níveis de consumo</a> dos países ocidentais. Devido às crises ecológicas e de recursos que isto causa, o sistema é finalmente limitado pela sua expansão extensiva.</p>
<p>No entanto, o seu sonho para intenso desenvolvimento na esfera imaterial é igualmente bloqueado, pois a esfera da abundância e produção social directa através da produção peer cria um crescimento exponencial em valor, mas apenas mostram um crescimento linear nas oportunidades de mercado <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista" target="_blank" title="Abre numa nova janela">nas suas margens</a>.</p>
<p><strong>O sistema mundial actual enfrenta uma crise semelhante ao do</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sistema de escravatura do Império Romano</a>, que já não conseguia crescer extensivamente (em certa altura o custo da expansão é maior do que os benefícios da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Produtividade" target="_blank" title="Abre numa nova janela">produtividade</a> adicionada), mas também não podia crescer intensivamente, pois isso requeria autonomia para os escravos. Assim, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feudalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sistema feudal</a> surgiu, vontando-se a centrar no local, onde se tornaria muito mais produtivo e crescer 'intensivamente'. Os servos, que estavam ligados à terra mas agora tinham famílias numa parte fixa da sua produção e uma carga de taxas mais leve, eram substancialmente mais produtivos que os escravos. Os senhores ficavam com uma parte substancialmente inferior das sobras. Hoje, o crescimento extensivo é finalmente bloqueado, mas o crescimento intensivo na esfera imaterial exige uma substancial reconfiguração que transcende em grande parte a actual lógica do sistema.</p>

<p>Da mesma forma, a crise estrutural actual causa uma reconfiguração das duas  classes principais (tais como os donos de escravos se tinham que tornar senhores feudais e os escravos tinham que se tornar servos). </p>
<p>De momento, testemunhamos o surgimento da classe netárquica de possuidores de capital, estamos a renunciar a sua dependência no presente regime de acumulação imaterial através de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_intelectual" target="_blank" title="Abre numa nova janela">propriedade intelectual</a>, favorecendo um papel de possibilitadores de participação social através de plataformas proprietárias, que inteligentemente combinam elementos abertos e fechados para assegurarem uma medida de controlo e lucro, enquanto que os trabalhadores de conhecimento se reconfiguram de uma classe que foi dissociada dos meios de produção para uma que já não se afasta dos seus meios de produção, pois os seus cérebros e redes são agora os seus<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meios_de_produ%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">meios de produção</a> socializados. (No entanto, são ainda largamente dissociados dos meios autónomos de rentabilização.) Seria justo dizer que de momento, as comunidades de produção peer são colectivamente suficientes, mas não individualmente, levando a uma crise de valor e precariedade disseminada entre os trabalhadores de conhecimento.</p>
<p>A solução, na minha opinião, aponta na seguinte direcção:</p><ol><li><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Private_sector" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o sector privado</a></strong> reconhece a sua crescente dependência nas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Externalization" target="_blank" title="Abre numa nova janela">externalizações</a> positivas da cooperação social e com as autoridades públicas, concordam com um acordo histórico na forma de um rendimento básico; isto permite que a esfera de cooperação se desenvolva ainda mais, criando benefícios de mercado</li>
<p></p><li><strong>a esfera de mercado</strong> é dissociada do capitalismo de crescimento infinito (como seria possível exigiria um artigo inteiro, mas o fundamental seria uma reforma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macroeconomia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">macro</a> monetária como as propostas por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bernard_Lietaer" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Bernard Lietaer</a>, associadas com um novo regime que aumente a produção de dinheiro de bancos privados para o campo social, através de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Monetary_system" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sistemas financeiros</a> abertos)</li>

<p></p><li><strong>a esfera de produção peer</strong> cria 'sistemas de reconhecimento de riqueza' para reconhecer os que sustentam a sua existência e sistemas existem que podem traduzir essa riqueza de reputação em rendimento.</li></ol>
<p><br><br>
</p><h2>6. Governação e Democracia Peer</h2>
<p><img alt="government_id240641_size250.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/government_id240641_size250.jpg" height="188" width="250"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=jarnogz" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Jarno Gonzalez</a></span></p>
<p>Como as infra-estruturas peer-to-peer técnicas e sociais como os media sociais e temas auto-direccionadas estão a surgir como um formato importante, senão dominante, para as alterações induzidas pelo <a href="http://blog.p2pfoundation.net/category/cognitive-capitalism/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capitalismo cognitivo</a>, a dinâmica relacional peer-to-peer terá cada vez mais efeitos políticos.</p>
<p>Como recordação, a dinâmica relacional do p2p cresce quando existem redes distribuídas, isto é, redes onde os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Economic_agent" target="_blank" title="Abre numa nova janela">agentes</a> são livres de empreender acções e relações e onde existe uma ausência da coerção pública para que os modos de governação surjam de baixo para cima. Cria processos como produção peer, a produção comum de valor; <a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">governação peer</a>, isto é a auto-governação de tais projectos; e a propriedade peer, o sistema auto-imune que previne a apropriação privada do comum.</p>

<p><strong>É importante distinguir</strong> a governação de peer de uma multidão de pequenos mas coordenados grupos globais, que escolhem processos não-representativos nos quais os participantes decidem os projectos em conjunto, da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_representativa" target="_blank" title="Abre numa nova janela">democracia representativa</a>. O último é uma forma descentralizada de partilha de poder baseada em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">eleições</a> e representantes. Já que a sociedade não é um grupo peer com um consenso a priori, mas um sim uma estrutura descentralizada de grupos concorrentes, a democracia representativa não pode ser substituída pela governação peer.</p>
<p>No entanto, ambos os modos irão influenciar e acomodar-se para o outro. Os projectos peer que se desenvolvem além de certa escala e começam a enfrentar questões de decisões sobre recursos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Escassez" target="_blank" title="Abre numa nova janela">escassos</a>, adaptará provavelmente alguns mecanismos de representação. A tomada de decisões representativa e burocrática pode e será, em alguns lugares, ser substituída por redes de governação globais que podem ser auto-governadas em certa escala, mas em todo o caso, irá e deve incorporar cada vez mais modelos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stakeholder_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">vários accionistas</a>, que se esforçam por incluir como participantes na tomada de decisão todos os grupos que podem ser afectados por tais acções. Este modelo de sociedade à base de grupos é diferente, mas relacionado em espírito, à governação peer à base de indivíduos, pois eles partilham um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ethos" target="_blank" title="Abre numa nova janela">carácter</a> de participação.</p>

<p><br><br>
</p><h2>7. Em Direcção de Uma Abordagem de estado Parceiro</h2>
<p><img alt="partner_id2406681_size255.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/partner_id2406681_size255.jpg" height="170" width="255"></p>
<p><span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=logos" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Juri Arcurs</a></span></p>
<p>A política de estado parceiro é uma aproximação na qual o estado permite e autoriza comunidades de utilizadores a criarem o valor eles mesmos e que também se concentra na eliminação de obstáculos.</p>
<p><strong>A alteração fundamental na abordagem é a seguinte.</strong></p>
<p>Na visão moderna, os indivíduos eram vistos como atomizados. Acreditou-se que eles precisavam de um contrato social que delegou a autoridade a um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soberania" target="_blank" title="Abre numa nova janela">soberano</a> para criar a sociedade, e na necessidade da socialização por instituições que se dirigiam a eles como uma massa não diferenciada. Na nova visão contudo, os indivíduos são já sempre unidos com os seus pares, e a ver as instituições de tal modo informado por pares. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Institui%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">As instituições</a>, portanto, terão que se desenvolver para se tornarem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecologia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">ecologias</a> de suporte, inventando modos de criar infra-estruturas de suporte.</p>

<p>Os políticos tornam-se intérpretes e peritos, que podem direccionar as questões que emergem fora de redes baseadas na sociedade civil para o reino institucional.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado" target="_blank" title="Abre numa nova janela">O estado</a> torna-se pelo menos um árbitro neutro (ou ainda melhor: favorável para o povo), isto é, o meta-regulador dos três reinos, e sai do dilema binário de estado/privatização para a escolha tripartida de uma mistura  ideal entre:</p><ol><li><strong>regulamentação governamental, </strong></li>
<p></p><li><strong>liberdade de mercado privado e </strong></li>
<p></p><li><strong>projectos autónomos de sociedade civil.</strong></li></ol>
<p>Um estado parceiro reconhece que <a href="http://blog.p2pfoundation.net/how-the-law-of-asymmetric-competition-should-affect-innovation-policy/2007/08/10" target="_blank" title="Abre numa nova janela">a lei de competição assimétrica</a> dita que tem que suportar a inovação social ao máximo das suas capacidades.</p>
<p>Um exemplo que encontrei recentemente foi o trabalho do município de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brest_%28Fran%C3%A7a%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Brest</a>, em French Brittany. Lá, a secção da cidade de &quot;Democracia Local&quot;, sob a liderança de <a href="http://www.a-brest.net/auteur2.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Briand</a>, disponibiliza infra-estruturas online, módulos de formação, e infra-estruturas física para partilha (câmaras, equipamento sonoro, etc. …), para que indivíduos locais e grupos possam criar sozinhos projectos culturais e sociais. Por exemplo, o projecto <a href="http://www.a-brest.net/auteur2.html?recherche=Territoires+Sonores&amp;page=recherche&amp;lang=fr" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Territoires Sonores</a> leva em conta a criação de arquivos auditivos e vídeo pelo público para enriquecer rastos personalizados, que, assim, não são nem produzidos por uma empresa privada, nem pela própria cidade. Por outras palavras, a autoridade pública neste caso permite e autoriza a produção social directa de valor.</p>

<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/03/06/p2p_economics_a_design_vision.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A dinâmica peer-to-peer</a>, e o pensamento e experimentação que ele inspira, não apresenta apenas uma terceira forma de produção de valor social, produz também novas formas de institucionalização e regulação que podem ser produtivamente explorada e/ou aplicada.<br>
De facto, da sociedade civil surge uma nova institucionalização, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem_comum" target="_blank" title="Abre numa nova janela">os comuns</a>, que é uma forma distinta de regulação e propriedade. </p>
<p><strong>Ao contrário da propriedade privada</strong>, <strong>que é</strong> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Exclusionary_rule" target="_blank" title="Abre numa nova janela">diferenciadora</a>, e ao contrário da propriedade estatal, na qual o colectivo 'expropria' o indivíduo; em contraste na forma do povo, o indivíduo conserva a sua soberania, mas partilha-a voluntariamente. </p>
<p>Só a abordagem de propriedade à base do povo reconhece a propensão do conhecimento fluir em todos os locais, enquanto que o regime de propriedade privada necessita de uma luta radical contra aquela propensão natural. Isto torna provável que o formato de comuns seja adoptado como a solução mais competitiva.</p>
<p>Em termos de institucionalização destas novas formas de propriedade comum, <a href="http://www.amazon.com/gp/pdp/profile/A2QIFHX7ZVDS1N" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peter Barnes</a>, <a href="http://www.amazon.com/Capitalism-3-0-Reclaiming-Commons-Currents/dp/1576753611" target="_blank" title="Abre numa nova janela">no seu importante livro Capitalism 3.0</a>, explica como parques nacionais e ambientes comuns (como um proposto Skytrust), pode ser dirigido por confianças, quem têm a obrigação de conservar todo o capital (natural) intacto, e através de um homem/um voto eles teriam a responsabilidade de conservar os recursos naturais comuns. Esta poderia ser uma alternativa aceite tanto para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nacionaliza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">nacionalização</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Deregulation" target="_blank" title="Abre numa nova janela">desregulação</a>/<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Privatiza%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">privatização</a>.</p>

<p>Imagino que numa civilização de sucessor, onde a lógica peer-to-peer é a principal lógica de criação de valor, o povo é a instituição central que dirige o meta-sistema, e o mercado é um subsistema informado por peer que lida com a produção de produtos físicos rivais, com uma economia pluralista que é aumentada com vários esquemas à base de reciprocidade.<br>
 </p>
<p><br><br>
</p><h2>8. Uma Política Progressiva Renovada Centrada Na sustentação do Povo</h2>
<p><img alt="sustain_commons_235-o.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/sustain_commons_235-o.jpg" height="184" width="235"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="%20http://www.boingboing.net/images/creative-commies.gif">BoingBoing</a></span></p>
<p>Qual o significadopara as tradições emancipatórias que surgiram da era industrial?</p>
<p>Acho que poderá ter dois efeitos positivos:</p><ol><li><strong>uma dissociação da ligação automática</strong> com modalidades burocráticas do governo (que não significa que não seja apropriado em certas circunstâncias); as propostas podem ser formuladas que directamente apoiem o desenvolvimento do Povo</li><br>

<p><li><strong>uma dissociação da sua alternativa</strong>: desregulação/privatização; o suporte do Povo e produção peer significa que há uma alternativa tanto da privatização <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">neoliberal</a>, como da introdução <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blairite" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Blairite</a> da lógica privada na esfera pública.</li></ol><br />
<p>Os movimentos progressivos podem então tornar-se informais em vez de numa modalidade da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Industrial_society" target="_blank" title="Abre numa nova janela">sociedade industrial</a>. </p><br />
<p>Em vez de defender o status quo industrial, torna-se de novo uma força ofensiva (diga: esforçando-se para uma sociedade de informação baseada na equidade), mais estreitamente se aliou com os movimentos aberto/gratuito, participatórios e forças orientadas pelo povo. </p><br />
<p><strong>Estes três movimentos sociais surgiram</strong> por causa da necessidade de uma reprodução social eficiente da produção peer e o povo.</p><ul><li><strong>Os movimentos abertos e gratuitos</strong> querem assegurar que há matéria-prima para produção cultural gratuita e apropriação, e luta contra os monopólios de aluguer de acordo com o capital, pois agora restringe a inovação. Funcionam no lado receptor da fórmula.</li>

</p>

<p></p><li><strong>Os movimentos participatórios</strong> querem assegurar que alguém pode usar a sua combinação de habilidades específica para contribuir para projectos comuns e, trabalhando na diminuição dos limiares técnicos, sociais e políticos; finalmente,</li>
<p></p><li><strong>o movimento do Povo</strong> trabalha na conservação do comum da apropriação privada, para que a sua reprodução social seja assegurada, e a circulação do comum pode continuar desimpedida, pois é o Povo que por sua vez cria novas camadas da matéria-prima aberta e gratuita.</li></ul>
<p>Estes vários movimentos vêm em três versões normais:</p><ol><li><strong>movimentos transgressores </strong>, tais como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Compartilhamento_de_arquivos" target="_blank" title="Abre numa nova janela">partilhadores de ficheiros</a> novos e antigos, que demonstram que o sistema legal deve mudar</li>
<p></p><li><strong>os movimentos construtivos</strong>, que criam uma estrutura de novos tipos de relações sociais, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Creative_Commons" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o movimento Creative Commons</a>, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Free_software_movement" target="_blank" title="Abre numa nova janela">movimento de software livre</a>, etc…</li>

<p></p><li><strong>mudanças ou tentativas radicais para mudar</strong> o regime industrial e adaptá-lo às novas realidades</li></ol>
<p>Pessoalmente acredito que estes movimentos não criarão novos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_pol%C3%ADtico" target="_blank" title="Abre numa nova janela">partidos políticos</a>, mas que essas redes de redes irão de facto procurar a ligação política. </p>
<p>Enquanto que o peer-to-peer é um regime que combina a igualdade e a liberdade e potencialmente combina elementos de vários lados do espectro político, acredito que a esquerda em particular tem tendência de forjar uma aliança com os novos desejos e exigências desses movimentos.</p>
<p>Existe também uma ligação com o movimento ambiental. Embora os movimentos culturalmente orientados lutam contra a escassez artificial induzida pelos regimes restritivos das leis de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral" target="_blank" title="Abre numa nova janela">direito de autor</a> e de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Patente" target="_blank" title="Abre numa nova janela">patentes</a>, os de movimentos ambientalistas lutam contra a abundância artificial criada pela lógica de mercado irrestrito. A eliminação de pseudo-abundância e pseudo-escassez é exactamente o que tem que acontecer para tornar a nossa civilização humana sustentável nesta etapa. Como foi realçado por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Matthew_Stallman" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Richard Stallman</a> e outros, os regimes de  copyright e patentes estão explicitamente destinados a inibir a cooperação livre e fluxo cultural entre seres humanos criativos, e são tão perniciosos ao novo desenvolvimento da humanidade como a destruição biosférica.</p>

<p><strong>Há, por isso, um enorme potencial</strong> para um movimento tão renovado da emancipação humana para ficar alinhado com os valores de uma nova geração dos jovens, e conseguir a vantagem de longo prazo que os Republicanos tinham atingido desde os anos 80.</p>
<p><br>
<br><br>
</p><h2>9. Conclusão: O Que Tem Que Ser Feito? </h2>
<p><img alt="to-do-list_id851586_size210.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/to-do-list_id851586_size210.jpg" height="210" width="210"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=Nicemonkey" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Nicemonkey</a></span></p>
<p>Vamos relembrar alguns dos nossos pontos e ver como o movimento contra a escassez social e para a sustentabilidade se cruzam. </p>
<p><strong>Vivemos numa economia política que compreendeu ao contrário.</strong> Cremos que o nosso mundo natural é infinito, e assim podemos ter um sistema económico baseado em crescimento infinito. Mas já que o mundo material é finito, é baseado em pseudo-abundância.</p>

<p>E então acreditamos que devemos introduzir a escassez artificial no mundo da produção imaterial, impedindo o fluxo livre de cultura e inovação social, que é baseada na cooperação livre, criando os obstáculos de permissões e alugueres de propriedade intelectual protegidos pelo estado. </p>
<p><strong>Do que precisamos, em alternativa, é de uma economia política baseada</strong> numa noção verdadeira da escassez no reino material, e uma compreensão da abundância no reino imaterial. </p>
<p><strong>A inovação complexa precisa de funcionários criativos e autónomos</strong> que não sejam limitados na sua capacidade de partilhar e aprender um com o outro.</p>
<p>No mundo da produção imaterial, de software, texto e desenho, os <a href="http://www.wordwebonline.com/en/REPRODUCTIONCOST" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos de reprodução</a> são marginais e por isso vemos a emergência de produção peer não-recíproca, onde voluntários se ocupam da criação directa do valor de uso, que aproveita os bens comuns resultantes de um modo geral, mas sem reciprocidade específica.</p>
<p>No mundo da produção material, onde temos escassez, e os custos têm que ser recuperados, tal não-reciprocidade não é possível, e por isso precisamos de modos de troca neutra como os mercados, ou outros modos de reciprocidade.</p>

<p>Na esfera de produção imaterial, a humanidade está a aprender as leis da abundância, porque os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rivalrous" target="_blank" title="Abre numa nova janela">bens não-rivais</a> ganham em valor através da partilha. </p>
<p><strong>Neste mundo</strong>, estamos a desenvolver-nos em direcção a licenças não-proprietárias, modos da produção participativos, e formas de propriedade orientadas pelo povo. As formas positivas da afinidade baseada em retribalização estão a surgir. Mas no mundo de bens materiais escassos, uma série de crises de escassez estão a preparar-se, o aquecimento global é um deles, que cria a emergência de formas negativas de tribalização competitiva.</p>
<p>A lógica da abundância tem o potencial de nos levar a uma reorganização do nosso mundo a um nível de complexidade mais elevada, movida principalmente pela lógica peer-to-peer.</p>
<p>A lógica da escassez tem o potencial de nos levar a guerras generalizadas por recursos, a uma descida a uma forma mais baixa de complexidade, uma nova era das trevas, como foi o caso <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Queda_do_Imp%C3%A9rio_Romano" target="_blank" title="Abre numa nova janela">depois da desintegração do Império Romano</a>.</p>
<p><strong>Portanto o desafio deve</strong> usar a lógica emergente da abundância, e injectá-la no mundo da escassez.</p>

<p><br><br> <strong>É uma possibilidade realista?</strong></p>
<p>No mundo imaterial da abundância, a partilha não é problemática, e a nova emergência e expansão de modos não-recíprocos de produção será muito provável. &quot;<em>Juntos sabemos tudo</em>&quot;, é um ideal muito alcançável.</p>
<p>No mundo material da escassez, a abundância é traduzida em três conceitos-chave que podem modificar a consciência humana e, por isso, as práticas económicas. A noção de '<em>em conjunto temos tudo</em>’ não parece totalmente alcançável, por isso, precisamos de conceitos transicionais.</p>
<p><br><br> <strong>1) O primeiro conceito é a distribuição de tudo.</strong> </p>
<p>Isto significa que em vez da abundância, temos um corte de recursos físicos e  meios físicos da produção, para que os indivíduos se possam envolver e actuar livremente. Isto significa uma economia que se move em direcção a uma visão de modos de mercado informados por peer, como o comércio justo (um mecanismo de mercado submetido para controlar a arbitragem de produtores e consumidores vistos como parceiros), empreendimento social (usando lucro para o progresso social consciente). </p>

<p>As tendências objectivas para a miniaturização dos meios físicos da produção fazem disto uma possibilidade distinta: o fabrico por computador permite designers individuais; o fabrico rápido e ferramentas estão a diminuir as vantagens da produção industrial à escala, e também os produtores pessoais. O empréstimo social cria uma distribuição do capital financeiro; e a produção social directa do dinheiro através de software não está longe de ser realizado em várias partes do mundo (ver o trabalho de Bernard Lietaer); Se de facto a escassez tornará a energia e a matéria-prima mais caras, uma relocalização da produção é provável, e modos de produção informados por peer serão permitidos a uma extensão muito maior.</p>
<p><br><br> <strong>2) O segundo conceito é a sustentabilidade.</strong> </p>
<p>Dado que um sistema de crescimento infinito não pode durar indefinidamente, temos que nos voltar para novos conceitos de mercado como descrito pelas escolas de pensamento do capitalismo natural (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Korten" target="_blank" title="Abre numa nova janela">David Korten</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Hawken" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Paul Hawken</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hazel_Henderson" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Hazel Henderson</a>), <a href="http://www.amazon.com/Capitalism-3-0-Reclaiming-Commons-Currents/dp/1576753611" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capitalism 3.0</a> (a proposta de <a href="http://www.amazon.com/gp/pdp/profile/A2QIFHX7ZVDS1N" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peter Barnes</a> de usar a confiança como forma de propriedade porque impõe a preservação do capital), design &quot;cradle to cradle&quot; e processos de produção para que nenhum desperdício seja criado. Temos de mudar para uma economia estável (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Herman_Daly" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Herman Daly</a>), que não é necessariamente estático, mas onde a maior produção através da natureza é dependente da nossa capacidade de regenerar os mesmos recursos.</p>

<p><br><br> <strong>3) O terceiro conceito é o de suficiência ou 'muito'.</strong></p>
<p>A abundância não tem só um lado objectivo, tem um lado subjectivo também. Na economia material, o crescimento infinito tem de ser substituído pela suficiência, uma compreensão em que a posição e a felicidade humana não podem ser mais dependentes da acumulação de material infinito e do sobre consumo, mas ficará dependente de acumulação e crescimento imateriais. Ter bastante para que possamos perseguir o significado e o status e através da nossa identidade como indivíduos criativos e colaborativos, reconhecidos nas nossas várias comunidades peer.</p>
<p>Apenas uma economia rica em experiência pode evitar uma cultura de frustração e sacrifício e as repressões e infelicidade que tal pode produzir. Esta economia de experiência contudo, não será somente criada por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franchising" target="_blank" title="Abre numa nova janela">franchises comerciais</a>, mas também haverá produção social directa do valor cultural. Os negócios e as comunidades peer, permitidas e autorizadas por um estado parceiro, terão de criar uma paisagem rica de valor imaterial, e quanto mais sólido o valor imaterial circundante for, menor será o nosso afecto à mera posse. </p>
<p> </p>
<p><br><br>
Fim da Parte 2</p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Aqui encontrará a Parte 1</a>.</p>

<p><br><br>
Originalmente escrito por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Bauwens" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Bauwens</a> e publicado pela <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a> como &quot;<a href="http://www.masternewmedia.org/information_access/p2p-peer-to-peer-economy/peer--to-peer-governance-production-property-part-2-Michel-Bauwens-20071027.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer-to-Peer Governance, Production And Property: P2P As A Way Of Living - Part 2</a>&quot;</p>
<p><br><br><br> <strong>Sobre o autor</strong></p>
<p><img alt="bauwens.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/bauwens.jpg" height="100" width="100"></p>
<p>Michel Bauwens (1958) é um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Integral_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">filósofo integral</a> belga e teólogo de Peer-to-Peer. Trabalhou como consultor de Internet, analista de informação para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Information_Agency" target="_blank" title="Abre numa nova janela">United States Information Agency</a>, gestor de informação para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BP" target="_blank" title="Abre numa nova janela">British Petroleum</a> (onde criou um dos primeiros centros de informação virtuais) e é antigo chefe de redacção da primeira revista de convergência digital europeia, a holandesa <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Wave_%28journal%29&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Wave</a>. Com <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Frank_Theys&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Frank Theys</a>, é o co-autor de um documentário de 3 horas <em>TechnoCalyps</em>, um exame sobre a 'metafísica da tecnologia'. Ensinou e editou duas antologias em língua francesa sobre a Antropologia da Sociedade Digital.</p>

<p>Embora seja estudante da teoria integral de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ken_Wilber" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Ken Wilber</a> há muitos anos, tornou-se recentemente crítico do aspecto do movimento Wilber-<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Beck" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Beck</a>, e é uma poderosa voz para uma sociedade integral sem autoridade baseada em peer-to-peer.</p>
<p>Michel é o autor de muitos ensaios on-line, incluindo a importante tese <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer_to_Peer_and_Human_Evolution" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer to Peer and Human Evolution</a>, e é editor da <a href="http://integralvisioning.org/index.php?topic=p2p" target="_blank" title="Abre numa nova janela">P2P News</a></p>
<p>Vive agora em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai, Tailândia</a>, onde criou a <a href="http://www.p2pfoundation.net/index.php/Main_Page" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Foundation for P2P Alternatives</a> e <a href="http://blog.p2pfoundation.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">mantém um  blogue</a>.</p>

<p>Leccionou cursos sobre a antropologia da sociedade digital a alunos de pós graduação no  ICHEC/St. Louis em Bruxelas, Bélgica e cursos relacionados na <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Payap_University&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Payap University</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai_University" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai University</a> na Tailândia.</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Acesso à Informação]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[Michel Bauwens]]></dc:creator>
<dc:date>2007-11-23T10:11:53+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/propriedade_intelectual/copyright/copyright-como-gerir-conteudos-protegidos-em-redes-de-media-social-20071118.htm">

<title><![CDATA[Copyright: Como Gerir Conteúdos Protegidos Em Redes De Media Social]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/propriedade_intelectual/copyright/copyright-como-gerir-conteudos-protegidos-em-redes-de-media-social-20071118.htm</link>
<description><![CDATA[<p>Como gerir materiais com copyright publicados em distribuidores de media social? <a href="http://www.ugcprinciples.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">O recentemente publicado documento de princípios do UGCP</a> sugere que os sítios Web de media social on-line adoptem a tecnologia que lhes ofereça a melhor solução para colocar um limite na quantidade de materiais que são publicados nos seus sítios Web. </p>

<p><img alt="copyright-and-social-media-430.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/copyright-and-social-media-430.jpg" height="423" width="430"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Sgame , Facebook, MySpace - Mashed por Robin Good</span></p>
<p><strong>Mas, como o especialista em conteúdos media</strong> <a href="http://shore.com/us/team/jblossom.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">John Blossom</a> pergunta e bem, fortes interesses empresariais por trás da provisão de tais tecnologias de infração-detecção-de-copyright podem turvar ainda mais as águas neste cenário já de si complicado de gerir.</p>
<p>Embora o natural impulsionador da cultura Web emergente e os seus grandemente populares serviços de media social dependem da partilha aberta de grandes quantidades de materiais com copyright, as indústrias que produzem os mesmos conteúdos parecem ainda incapazes de criar uma nova visão da sua distribuição de conteúdo que englobe em vez de marginalizar a livre e espontânea distribuição dos seus conteúdos on-line.</p>
<p><strong>Em vez de se aproximar</strong> de tirar partido das forças naturais da nova economia, os detentores de copyright estão simultaneamente longe como seria de esperar  de acordar num determinado conjunto de princípios, regras ou políticas e ferramentas específicas para distribuir a sua desejada identificação universal, sistemas de filtragem e referência de todos os materiais on-line com copyright. </p>

<p>O perito de conteúdos de media John Blossom analisa o cenário e observa os problemas fundamentais em jogo:<br>
<!-- FA --></p><p><img alt="copyright-signs_danger-id842870_size229.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/copyright-signs_danger-id842870_size229.gif" height="200" width="229"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Stephen Finn</span></p>
<p><br><br><br><br>
</p><h2>Procurando Bases Comuns para o Copyright: Irão os Princípios dos Editores Evitar Acção Legal?</h2>
<p><em>por John Blossom</em></p>

<p><a href="http://www.youtube.com/t/video_id_about" target="_blank" title="Abre numa nova janela">À medida que a Google tenta lançar o seu novo sistema do Youtube para identificar materiais de vídeo com copyright</a>, seria de esperar que tivessem umas palmadas nas costas por parte dos produtores de vídeo comercial. </p>
<p>Ao invés disso, a iniciativa da Google no YouTube, que era ansiosamente aguardada há poucos meses atrás, constitui, na ideia de muitas empresas de media, apenas uma solução parcial e proprietária à questão de como gerir materiais com copyright em distribuidoras de media social. </p>
<p><strong>A própria Google reconhece isso</strong> quando aponta na descrição do seu novo serviço:</p>
<p></p><blockquote>&quot;<em>Independentemente da exactidão destas ferramentas, é importante lembrar que nenhuma tecnologia pode distinguir entre material legal e infractor sem a cooperação dos próprios detentores do conteúdo. </em><p><em>Isto significa que os detentores de copyright que pretendam utilizar e ajudar-nos a melhorar o nosso sistema de identificação de vídeo irão oferecer a informação necessária para nos ajudar a reconhecer o seu trabalho. Tentamos tornar esse processo o mais conveniente possível.</em>&quot;</p></blockquote>
<p><strong>Então qual a melhor forma para lidar com materiais com copyright</strong> em ambientes de media social? </p>

<p><strong>Várias empresas de media e tecnologia</strong> juntaram-se para definir &quot;<a href="http://www.ugcprinciples.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Princípios de Conteúdos Criados pelo Utilizador</a>&quot;, um documento on-line que oferece uma estrutura geral de requisitos para a gestão de materiais com copyright em vários serviços de media. </p>
<p>Embora não seja um documento de imposição legal, a linguagem do <a href="http://www.ugcprinciples.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">UGCP</a> é claramente legal, com as típicas expectativas unilaterais onerosas que qualquer equipa legal empresarial provavelmente insere em termos de desistência legal incondicional. Além disso, se alguém tentar obedecer a esta estrutura, um fornecedor de serviços de média social em que considerar a seguinte afirmação no UGCP:</p>
<p></p><blockquote>&quot;<em>Os Detentores de Copyright não devem considerar que a aderência a estes Princípios, incluindo o esforço por parte dos Serviços UGC para localizar e remover conteúdo infractor como disponibilizado por estes Princípios, ou substituir conteúdos após a recepção de uma notificação como fornecida no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Copyright_Act" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Copyright Act</a>, suportam a desclassificação de qualquer limitação sobre a responsabilidade directa ou indirecta em relação a material on-line sobre o Copyright Act ou estatutos substantivamente semelhantes a qualquer jurisdição aplicável fora dos Estados Unidos.</em>&quot;</blockquote>

<p><strong>Por outras palavras</strong>, mesmo que faça tudo o que pedimos, não espere facilidades dos detentores de copyright . Isso são as facilidades que pode esperar.</p>
<p><strong>A maior falha no</strong> <a href="http://www.ugcprinciples.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">documento UGCP</a> é que, embora seja suficientemente abrangente para fornecer uma estrutura de requisitos gerais para desenvolver serviços de gestão de copyright mais universais, nada faz para assegurar que os detentores de copyright ofereçam uma tecnologia de padronização de identificação de copyright significativa, processos de filtragem e materiais de referência referenciados no documento. </p>
<p><strong>Basicamente sugere aos sítios Web de media social</strong> para se prepararem para oferecer quaisquer tecnologias que um qualquer número de editores considerem aceitáveis às suas necessidades. </p>
<p>Dado que a Microsoft é uma das empresas de tecnologia que assinou o UGCP, pode-se imaginar que estão alguns interesses proprietários em acção nesta frente.</p>
<p><a href="http://www.ugcprinciples.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">O documento UGCP</a> <strong>cita algumas das melhores práticas</strong> para a gestão de conteúdos com copyright num ambiente de média social, mas não é claro que aproxime a indústria de conteúdos a um acordo significativo sobre como o copyright deva ser gerido em materiais on-line. </p>

<p><a href="http://www.pcworld.com/article/id,138644-c,sites/article.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Mesmo com a Google a ser atacada por alguns</a> por se apressar a ter algum tipo de sistema de filtragem e identificação, não estamos mais próximos de que os detentores de copyright concordem com uma estrutura comum para que suportem em grande parte o fardo da implementação de ferramentas que tornarão a identificação, filtragem e referenciação universais de materiais com copyright simples razoáveis de gerir.</p>
<p><strong>A um certo nível o nascimento de</strong> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digital_watermarking" target="_blank" title="Abre numa nova janela">watermarking digital</a> e esquemas de identificação que eliminam o oneroso pacote <a href="http://www.masternewmedia.org/2004/06/19/why_drm_is_bad_for.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">DRM</a> apontam para uma solução mais viável. </p>
<p>Ao permitir que os editores identifiquem o seu conteúdo utilizando relatórios de sítios Web de media social e as suas próprias ferramentas de controlo, podem ajudá-los a determinar quando é que a reutilização de materiais com copyright vale a pena perseguir como assunto legal ou como uma oportunidade de desenvolvimento de negócio. Mas até que estas tecnologias sejam implementadas mais amplamente é irrealista em esperar que os distribuidores de media social respondam agressivamente com as suas próprias soluções se virem a Google a ser atacada por membros UGCP pelos seus esforços. </p>
<p><strong>Parecemos aproximar-nos de soluções abertas</strong> que permitam que os editores evitem as complicações de copyright sem grandes investimentos proprietários, mas não espere que as coisas acelerem até que alguns editores provem como o fazer de forma barata, simples e numa forma que não seja prejudicial aos talentos criativos que impulsionam o valor do conteúdo on-line.</p>

<p><br><br>
Originalmente escrito por John Blossom para a <a href="http://www.Shore.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Shore</a> a 23 de Outubro de 2007 e publicado como &quot;<a href="http://www.shore.com/commentary/weblogs/2007/10/seeking-common-ground-for-copyright.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Seeking Common Ground for Copyright: Will Publisher's Principles Avoid Legal Action?</a>&quot;</p>]]></description>
<dc:subject><![CDATA[Propriedade Intelectual]]></dc:subject>
<dc:creator><![CDATA[John Blossom]]></dc:creator>
<dc:date>2007-11-18T15:30:00+00:00</dc:date>
</item>

<item rdf:about="http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm">

<title><![CDATA[Peer-to-Peer: Governação, Produção E Propriedade - O P2P Como Forma De Vida - Parte 1]]></title>
<link>http://www.masternewmedia.org/pt/acesso_a_informacao/economia-peer-to-peer/peer-to-peer-governacao-producao-e-propriedade-o-P2P-como-forma-de-vida-parte-1-20071116.htm</link>
<description><![CDATA[<p><strong>Os mercados podem estar a mudar</strong> de uma lógica de capitalismo puro (criando comodidades para troca para aumentar o capital), para lógicas onde a lógica de troca é incorporada na lógica de parcerias. </p>

<p><img alt="p2p-governance_id3929961_size480.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-governance_id3929961_size480.jpg" height="419" width="480"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: Maxim Malevich</span></p>
<p>Existe agora um espaço fervilhante de cooperação social, que alguns chamam de <a href="http://del.icio.us/mbauwens/Adventure-Economy" target="_blank" title="Abre numa nova janela">aventura de economia</a>, nascendo da partilha de bens físicos.</p>
<p>Hoje a Internet oferece uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_dynamics" target="_blank" title="Abre numa nova janela">dinâmica social</a> impressionante, baseada totalmente na participação voluntária na criação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem_comum" target="_blank" title="Abre numa nova janela">bens comuns</a> disponibilizados universalmente para todos.</p>
<p>Eu próprio, aqui na <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a>, baseio o meu negócio e modelos de sustentação actuais na livre partilha de informação e conteúdos de alto valor (na forma de artigos, análises e vídeos) que publico aberta e gratuitamente on-line.</p>

<p>A produção, governo e propriedade peer to peer são mais produtivas económica e politicamente e em termos de distribuição, ao invés das suas alternativas governamentais e lucrativas, uma vez que filtram todas as formas menos produtivas de motivação e cooperação e mantêm apenas a produção motivada e a motivação intrínseca. </p>
<p>As plataformas de partilha de media social que vê a surgirem por todo o lado sobrevivem através da venda da atenção dos seus leitores, NÃO o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_de_uso" target="_blank" title="Abre numa nova janela">valor de uso</a> que você criou. </p>
<p></p><blockquote>&quot;<em><strong>A compreensão que</strong> os funcionários actuais não mudam apenas de emprego mas também de emprego para não-emprego e que isso, na realidade, é mais útil e significativo para eles (e para o mercado e sociedade) não são os empregos pagos para o mercado, mas os episódios de produção motivada.</em>&quot;</blockquote> 
<p>Estão as formas de produção peer to peer não recíprocas a tornar-se dominantes? Irão os modos de produção peer to peer informados encontrar o seu caminho nas condições económicas de procura? São os modelos peer to peer uma opção?</p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/09/29/network_collaboration_peer_to_peer.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Bauwens</a> apresenta aqui alguns conceitos basilares da governação, produção e propriedade peer to peer, analisando os seus detalhes e características. </p>

<p><strong><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Governance" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A governação peer to peer</a></strong>, se apoiada por novas regulamentações socioeconómicas, incluindo um subsídio universal para todos, poderá ser o meio pelo qual os indivíduos se poderão governar a si mesmos, enquanto continuam a perseguir os seus melhores interesses e paixões.</p>
<p><em>Introdução por Robin Good</em><br>
<!-- FA --></p><h2>P2P e os Bens Comuns - Introdução geral</h2>

<p><img alt="creative-commons-350.gif" src="http://www.masternewmedia.org/images/creative-commons-350.gif" height="350" width="350"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://hightech.blogosfere.it/">Hightech.Blogosfere</a></span></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer-to-peer_%28meme%29">Processos sociais peer to peer</a> são processos transversais onde agentes de uma rede distribuída podem participar livremente em buscas comuns, sem coacções externas. </p>
<p>É importante compreender que sistemas distribuídos diferem de sistemas descentralizados, essencialmente porque no segundo os hubs são obrigatórios, enquanto que nos primeiros eles são o resultado de escolhas voluntárias. </p>
<p><a href="http://www.masternewmedia.org/news/2006/09/29/network_collaboration_peer_to_peer.htm">Redes distribuídas</a> têm limitações, coacções internas, que são as condições para que o grupo funcione e podem ser incluídas na infra-estrutura técnica, nas <a href="http://changingminds.org/explanations/theories/social_norms.htm">normas sociais</a> ou regras legais. </p>
<p>Apesar destas particularidades, temos uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_dynamics">dinâmica social</a> impressionante, baseada tanto na participação voluntária na criação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bem_comum">bens comuns</a>, que são disponibilizados universalmente para todos.</p>

<p>Os processos peer to peer estão a surgir em praticamente todos os aspectos da vida social, e foram documentados extensivamente nas mais de 5000 páginas de documentação na <a href="http://www.p2pfoundation.net/Main_Page">Foundation for Peer to Peer Alternatives</a> e em muitos outros locais na Web.<br> <a href="http://p2pfoundation.net/Open_Source_as_social_process">Os processos sociais P2P</a> geram mais precisamente:</p><ol><li><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commons-based_peer_production">produção peer</a></strong>: quando um grupo de peers decide participar na produção de um recurso comum</li>
<p></p><li><strong><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Governance">governação peer</a></strong>: a forma que escolhem para serem governados enquanto participam em tal objectivo</li> 
<p></p><li><strong><a href="%20http://www.p2pfoundation.net/Peer_Property">propriedade peer</a></strong>: a estrutura institucional e legal que escolhem para salvaguardar a apropriação privada deste trabalho comum; geralmente toma a forma de tipos de propriedade comum universais não excluidoras, como definido na <a href="http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html">General Public License</a>, algumas formas das <a href="http://creativecommons.org/">licenças Creative Commons</a> ou variantes similares</li></ol>

<p>Estas novas formas de propriedade têm pelo menos três características:</p><ol><li><strong>estão</strong> direccionadas contra a apropriação privada do valor comum criado</li>
<p></p><li><strong>estão</strong> direccionadas para a criação da utilização mais abrangente possível, isto é, são regimes de propriedade comum universal</li>
<p></p><li><strong>mantêm</strong> a soberania com o indivíduo</li></ol>
<p>O terceiro aspecto é porque é que a propriedade peer difere fundamentalmente da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_privada">propriedade privada</a> e da propriedade colectiva.</p>

<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_privada">A propriedade privada</a> é individual mas excluidora, diz, o que é meu não é teu.</p>
<p>Mas o Estado, que é propriedade colectiva, é também ele excluidor, mas noutro sentido: diz, é nosso, mas significa que você já não tem a soberania. É nosso, regulado por uma burocracia ou democracia representativa, mas não é realmente seu. </p>
<p><strong>O colectivo sobrepôs-se ao indivíduo</strong>, e com frequência, envolve a coerção.</p>
<p>Mas a <a href="http://www.gnu.org/copyleft/gpl.html" target="_blank" title="Abre numa nova janela">General Public License</a>, ou as <a href="http://creativecommons.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">licenças Creative Commons</a> são diferentes. </p>
<p><strong>A propriedade comum não é propriedade colectiva.</strong></p>

<p>Utilizando-as, o indivíduo obtém a atribuição, isto é, o reconhecimento da sua propriedade pessoal. Está a partilhar livremente a sua autoridade com outros. </p>
<p>Isto é particularmente claro <a href="http://creativecommons.org/about/licenses" target="_blank" title="Abre numa nova janela">nos esquemas de licenciamento Creative Commons</a>, onde o indivíduo tem um grande conjunto de opções de partilha. Você continua com controlo total, isto é, &quot;soberano&quot;, e não existe coerção.</p>
<p>É importante notar que a produção peer é uma forma de troca não &quot;generalizada&quot;, não recíproca. Não é uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_de_doa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank" title="Abre numa nova janela">economia de ofertas</a>, baseada em trocas directas ou obrigações. Assim a produção peer não é para ser imitada pela produção cooperativa para o mercado: a participação tem que ser voluntária, não existe recompensa directa (mas muitas recompensas indirectas) na forma de compensação monetária. </p>
<p><strong>O próprio processo é participativo</strong>. </p>
<p>E o resultado é igualmente livre, no sentido em que qualquer pessoa pode aceder e utilizar o recurso comum. Na realidade, a maioria dos projectos de produção estão interligados com um núcleo mais pequeno de pessoas que podem ser pagas, e utilizam as finanças para criar uma infra-estrutura para que a produção peer possa acontecer.</p>
<p>As condições para a produção peer surgir são essencialmente: abundância e distribuição.</p>

<p><strong>A abundância</strong> refere-se à abundância de intelecto ou excesso de criatividade, à capacidade de possuir meios de produção com capacidades de excesso semelhantes. A distribuição é a acessibilidade de tais recursos abundantes em implementações detalhadas, <a href="http://www.benkler.org/Common_Wisdom.pdf" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Yochai Benkler chamou de modularidade ou granularidade</a>. De novo poderíamos falar sobre a distribuição de intelecto, da infra-estrutura de produção, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capital_financeiro" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capital financeiro</a>.</p>
<p><strong>É importante distinguir as duas esferas.</strong></p>
<p>Numa esfera, a nossa cooperação digital, a reprodução de bens de conhecimento não rivais, tais como software, conteúdo, designs abertos, ocorrem em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Custo_marginal" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos marginais</a>, e não só não há perdas em partilhar, mas até há um ganho, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Network_effects" target="_blank" title="Abre numa nova janela">através de efeitos de rede</a>. </p>
<p><strong>Tal cooperação livre pode apenas ser prejudicada 'artificialmente'</strong> tanto através de meios legais (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Propriedade_intelectual" target="_blank" title="Abre numa nova janela">regimes de propriedade intelectual</a>) ou através de restrições técnicas tais como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_de_direitos_digitais" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Digital Rights Management</a>, que basicamente prejudicam a inovação social que pode acontecer. Nesta esfera, o modo não recíproco de produção torna-se dominante, pois os recursos não são rivais, e você não está a perder, mas a ganhar, ao dar. </p>

<p>Na esfera de produção material, onde os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Costs_of_production" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos de produção</a> são mais elevados, e temos bens rivais, ainda necessitamos de regimes de troca, ou regimes de reciprocidade. Note que numa esfera de abundância virtual, onde a cópia é trivial, não existe tensão entre a procura e oferta, logo não existe mercado.<br>
A produção peer, embora incluída na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_pol%C3%ADtica" target="_blank" title="Abre numa nova janela">economia política</a> actual e essencial para a sobrevivência das <a href="http://p2pfoundation.net/Cognitive_Capitalism" target="_blank" title="Abre numa nova janela">formas de capitalismo cognitivo</a>, é então essencialmente pós-capitalista. Essencialmente porque está longe da dependência de ordenado, fora do controlo de uma hierarquia empresarial, e não reúne recursos de acordo com quaisquer mecanismos de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pricing" target="_blank" title="Abre numa nova janela">preços</a> ou de mercado.</p>
<p><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Governance" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A governação peer</a> é pós-democrática porque é uma forma de governação que não depende da representação, mas onde os participantes decidem directamente em conjunto; e porque não está limitada ao campo político e pode ser utilizada em qualquer campo social. A governação peer é <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Non-representational_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">não representativa</a>, e isto é essencial porque o que a comunicação em rede nos permite é a coordenação global de pequenos grupos e, por conseguinte, a lógica peer to peer de pequenos grupos pode operar a um nível global. </p>

<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Hierarquias</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercado" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o mercado</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia_representativa" target="_blank" title="Abre numa nova janela">e até a democracia representativa</a> são todos meios para reunir recursos escassos, e não se aplicam no contexto onde recursos abundantes são recolhidos directamente através dos processos sociais de cooperação. No entanto, a lógica pura de peer to peer apenas funciona na esfera da abundância, que terá sempre que se inserir nas formas que são responsáveis pela recolha de recursos na esfera de escassez material. </p>
<p><strong>Liderança baseada em governação peer</strong> parece uma combinação de liderança por convite, isto é, a capacidade de inspirar cooperação voluntária e uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arbitragem_%28economia%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">arbitragem</a> posterior baseada no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reputation_capital" target="_blank" title="Abre numa nova janela">capital de reputação</a> até então obtido. No entanto, o próprio processo de produção é uma propriedade cada vez mais importante das redes que cooperam.</p>

<p><strong>A propriedade peer</strong> é uma forma de propriedade <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Post-capitalism" target="_blank" title="Abre numa nova janela">pós capitalista</a> porque é não excluidora e cria uma semelhança com os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos marginais de reprodução</a>.</p>
<p><strong>Existem duas formas mais importantes de propriedade peer.</strong></p>
<p>Uma é baseada na partilha individual de expressão criativa e é dominada pela opção Creative Commons que permite ao indivíduo determinar o nível de partilha. </p>
<p>A outra é aplicada à produção peer baseada em bens comuns e toma a forma da General Public License ou seus derivados ou alternativas e exige que qualquer alteração ao bem comum também pertença ao bem comum.<br>
 </p>

<p><br><br>
</p><h2>2. As Condições para a Expansão de Produção Peer</h2>
<p><img alt="p2p-expansion_id683804_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-expansion_id683804_size220.jpg" height="220" width="220"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=jennyl" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Jenny Solomon</a></span></p>
<p><a href="http://p2pfoundation.net/Peer_Production" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A produção peer</a> ocorre naturalmente na esfera da produção imaterial. Nesta esfera, o acesso a recursos distribuídos é relativamente fácil. </p>
<p>Grandes segmentos da população dos países de Oeste são educadas e podem ter um computador à sua disposição. E os <a href="http://www.wordwebonline.com/en/REPRODUCTIONCOST" target="_blank" title="Abre numa nova janela">custos de reprodução</a> são <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista" target="_blank" title="Abre numa nova janela">marginais</a>.</p>

<p>A expansão de produção peer é dependente de condições culturais/legais. Requer;</p><ul><li><strong>material cultural aberto e livre</strong> para utilizar;</li>
<p></p><li><strong>estruturas participativas</strong> para o processar;</li>
<p></p><li><strong>e formas de propriedade baseadas em pontos comuns</strong> para proteger os resultados de apropriação privada.</li></ul>
<p>Assim, a criação do bem comum obtido (<a href="http://www.fims.uwo.ca/people/faculty/dyerwitheford/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">o conceito é de Nick Dyer-Whiteford</a>), através do qual a produção peer se expande viralmente.</p>

<p>No entanto, a produção peer não está limitada à esfera da produção imaterial.</p>
<p><strong>Recursos físicos podem ser partilhados</strong>, se estiverem disponíveis num formato distribuído. </p>
<p>Por exemplo: computadores e os seus ficheiros e poder de processamento. Carros podem ser recolhidos. Dinheiro pode ser recolhido como nas trocas financeiras P2P tais como <a href="http://www.zopa.com/ZopaWeb/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Zopa</a> ou <a href="http://www.prosper.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Prosper</a>. Os fabricantes de computadores pessoais e portáteis podem baixar a participação, criando mais modularidade e granularidade em campos mais novos. Na realidade, podemos observar que a mesma tendência para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Miniaturization" target="_blank" title="Abre numa nova janela">miniaturização</a>, que levou ao computador em rede, está a tomar o lugar das máquinas físicas. Emparelhado com a crise energética e a diminuição da base de recursos naturais, isto irá levar, nas próximas décadas a um novo equilíbrio que favorece a produção localizada.</p>
<p>Para processos onde a produção física exige acesso a capital financeiro centralizado, por exemplo a produção de carros, é totalmente concebível dividir a fase de design imaterial do espaço de produção físico.Isto já está a ser aplicado por entidades com fins lucrativos. <a href="http://www.innocentive.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Innocentive</a> é um dos primeiros exemplos. Na verdade, em referência ao anterior, é totalmente possível conceber o crescimento de uma combinação de comunidades de design aberto globais e locais, com um capitalismo incluído em termos de produção física.</p>

<p>Finalmente, a relação entre objectos físicos, espaço lógico e identificadores físicos pode ter mudado, para promover as abordagens baseadas em bens comuns. <a href="http://findarticles.com/p/articles/mi_qa3734/is_199908/ai_n8857866" target="_blank" title="Abre numa nova janela">A experiência das bicicletas brancas em Amesterdão</a> falhou porque a falta de bens físicos, as bicicletas, não podia ser controlado e protegido. Mas bicicletas comuns podem ser geridas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RFID" target="_blank" title="Abre numa nova janela">através de RFID</a>. </p>
<p>Na verdade, existe agora um espaço fervilhante de cooperação social, que alguns chamam de <a href="http://del.icio.us/mbauwens/Adventure-Economy" target="_blank" title="Abre numa nova janela">aventura de economia</a>, nascendo da partilha de bens físicos.</p>
<p>Tal expansão não é só uma extensão natural da evolução técnica, mas tem impeditivos estruturais e assim, políticos. Os formatos de capital centralizado dos anti-mercados <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">neoliberais</a> contemporâneos obviamente impedem tal expansão. Mas mesmo com tais limitações, o espaço para a expansão de produção peer são significantes.</p>
<p>De novo, faremos a mesma analogia. Na esfera imaterial, a produção peer não recíproca provavelmente será dominante. No campo da escassez, veremos a ascensão de modos de produção de peer informados. </p>

<p><strong>Isto significa que os mercados podem estar a mudar</strong> de uma lógica de capitalismo puro (criando comodidades para troca para aumentar o capital), para lógicas onde a lógica de troca é incorporada na lógica de parcerias. </p>
<p>Pense em comércio justo (um mercado sujeito a arbitragem peer), negócios sociais (lucros utilizados para atingir objectivos sociais), a base da pirâmide de capitalismo inclusivo e a maioria dos movimentos político-sociais que têm o objectivo de separar as formas de mercado, da lógica de crescimento infinito do capitalismo, tal como o movimento de capitalismo natural dos EUA.</p>
<p><br><br>
</p><h2>3. Adaptação do Capitalismo Cognitivo para Peer to Peer</h2>
<p><img alt="p2p-conditions_id3119871_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-conditions_id3119871_size220.jpg" height="158" width="210"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=vacuum3d" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Vacuum3d</a></span></p>
<p>A produção, governo e propriedade peer são mais produtivas economicamente, politicamente e em termos de distribuição, ao invés das suas alternativas governamentais e lucrativas, porque filtram todas as formas menos produtivas de motivação e cooperação e mantêm apenas a produção motivada e a motivação intrínseca. </p>
<p><strong>Na maior parte dos casos</strong>, a distribuição vence a descentralização como a melhor forma de lidar com a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexidade" target="_blank" title="Abre numa nova janela">complexidade</a>. Em muitos casos, os sistemas distribuídos irão adaptar funcionalidades centralizadas e descentralizadas que tornarão a participação mais eficiente.</p>

<p>Isto cria a lei de competição assimétrica, que diz que qualquer entidade com fins lucrativos, utilizando <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Formato_propriet%C3%A1rio" target="_blank" title="Abre numa nova janela">formatos proprietários</a> fechados e sem participação, tende a perder para instituições de beneficência que conseguem criar comunidades. </p>
<p><strong>Pense no Explorer vs. Firefox.</strong> Como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corol%C3%A1rio" target="_blank" title="Abre numa nova janela">corolário</a>, qualquer entidade com fins lucrativos (e qualquer nação nas suas políticas públicas), que adapta elementos abertos/livres, participativos e bens comuns (tal como as empresas de open source), também terão vantagens fundamentais. Isto assegura a adopção social de lógicas peer to peer no centro da nossa economia.</p>
<p>Até agora, as provas empíricas sugerem três formas de adopção emergentes entre a esfera de cooperação peer to peer e os campos de mercado e institucionais.</p><ul><li><strong>A esfera de partilha individual</strong>, pense no Youtube, onde quem partilha tem ligações relativamente fracas em relação aos outros, cria o <a href="http://www.masternewmedia.org/web_2/web_2_examples/web2_examples_of_services_and_applications_20051006.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">modelo de negócios da Web 2.0</a>. Neste modelo, uma economia ética de partilha, coexiste com plataformas proprietárias que possibilitam tal partilha, em troca da venda da atenção reunida.</li>

<p></p><li><strong>A esfera da produção peer orientada para bens comuns</strong>, baseada em ligações mais fortes entre aqueles que cooperam, pense no Linux ou Wikipedia, geralmente combina uma comunidade auto governada, com instituições de beneficência (<a href="http://www.apache.org/foundation/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Apache Foundation</a>, <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Wikimedia_Foundation" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Wikimedia Foundation</a>, etc…), que gere a infra-estrutura de colaboração, e uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Business_ecology" target="_blank" title="Abre numa nova janela">ecologia de negócios</a> que cria escassez nos bens comuns, e por sua vez suporta os bens comuns a partir dos quais deriva o seu valor. </li>
<p></p><li><strong>Finalmente</strong>, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing" target="_blank" title="Abre numa nova janela">crowdsourcing</a> ocorre quando são as próprias instituições que tentam criar uma estrutura, onde a participação pode ser integrada na sua corrente de valores e isso pode ter muitas formas diferentes. Este é geralmente o campo da co-criação. </li></ul>
<p>Devemos notar que o valor monetário que está a ser realizado pelos participantes mais importantes, é - em muitos se não na maioria dos casos, diferente do nível do valor criado pelos processos de inovação social. </p>

<p>Os utilizadores - produtores - participantes estão a criar valor de uso directo, vídeos no YouTube, conhecimento e software no caso de projectos orientados para bens comuns. Este valor de uso é colocado num fundo comum, de livre utilização e, assim, não consiste de produtos escassos para os quais o preço pode ser imposto. </p>
<p><strong>As plataformas de partilha vivem da venda da atenção derivada que foi criada</strong>, NÃO do próprio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_de_uso" target="_blank" title="Abre numa nova janela">valor de uso</a>. No modelo de bens comuns, os mais abundantes podem também não ser directamente vendidos, sem a criação de &quot;escassezes&quot; adicionais.</p>
<p><strong>O que significa tudo isto para a esfera de mercado?</strong></p>
<p>É agora possível criar todos os tipos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_de_uso" target="_blank" title="Abre numa nova janela">valor de uso</a> com, ou sem uma muito pequena, intervenção de capital. </p>
<p>a) <strong>Estamos a lidar com modos pós-monetários</strong>, pós-capitalistas de criação de valor e partilha, que são ambos imanentes, isto é, incluídos ao mercado, mas também transcendem para ele, ou seja, funcionando fora dos seus limites. </p>

<p>b) <strong>O capital é cada vez mais dependente</strong>, e lucra de muitas formas, das <a href="http://www.tutor2u.net/economics/content/topics/externalities/positive_externalities.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">externalidades positivas</a> de tal inovação social. </p>
<p>c) <strong>Os modelos de produção completa, parciais ou híbridos</strong> que discutimos antes podem ser sustentáveis colectivamente como processos de criação de valor, mas não oferecem uma solução directa para o rendimento e sobrevivência dos participantes.</p>
<p>Então o desafio pode ser descrito da seguinte forma:</p><ol><li><strong>temos</strong> um processo de inovação social que cria em grande parte valor não monetário para os participantes;</li>

<p></p><li><strong>poderemos</strong> ter uma diferença cada vez maior entre a possibilidade de criar valor monetário posterior e os valores de troca derivados que são realizados por negócio;</li>
<p></p><li><strong>os participantes</strong> de tão entusiástica produção e inovação, em grande parte não conseguem encontrar em tais processos uma resposta para a sua própria sustentabilidade.</li></ol>
<p>Daí, a impossibilidade de realizar mais do que apenas um parcial valor monetário, do ponto de vista da maioria dos participantes comerciais. Precariedade crescente para os participantes da inovação social. Por outras palavras, o modelo de mercado actual não parece ainda ter um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Distribution_of_wealth" target="_blank" title="Abre numa nova janela">processo de redistribuição</a> reverso para o valor que está a ser criado.</p>
<p>Esta poderá ser, claro, uma crise temporária, mas não acredito nisso. </p>
<p>A razão é que o mercado pode apenas indirecta e parcialmente oferecer compensação monetária para processos que não são motivados por tal compensação. Assim, o que precisamos é de processos redistributivos mais abrangentes que permitam que a sociedade e o mercado devolvam parte do valor que está a ser criado. </p>

<p>Uma possibilidade é o continuo desenvolvimento de medidas de mercado de trabalho transacional (proteja o trabalhador, não o trabalho), que reconheçam a flexibilidade e mobilidade das carreiras actuais. Mas isto precisa de uma importante adição: a compreensão que os funcionários actuais não mudam apenas de emprego mas também de emprego para não-emprego e que isso, na realidade, é mais útil e significativo para eles (e para o mercado e sociedade) não são os empregos pagos para o mercado, mas os episódios de produção motivada. </p>
<p>Parece-me, assim, que uma medida mais geral, não ligada ao trabalho, mas concebida como um pagamento para, e criador de, inovação social, é necessária. O nome dessa medida geral é muito provavelmente alguma forma de rendimento básico.</p>
<p><br><br>
</p><h2>4. As Condições para a Expansão de Governação Peer</h2>
<p><img alt="p2p-adaption_id3929971_size220.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/p2p-adaption_id3929971_size220.jpg" height="161" width="220"><br> <span class="photocredit">Crédito da imagem: <a href="http://www.stockxpert.com/browse.phtml?f=profile&amp;l=MaleWitch" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Maxim Malevich</a></span></p>
<p>Funções de governação peer porque a produção peer é a coordenação em grande escala de um grande número de equipas de micro produção. </p>
<p><strong>Entre as equipas</strong>, a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomada_de_decis%C3%B5es" target="_blank" title="Abre numa nova janela">tomada de decisões</a> é participativa e consensual, pois a coordenação global é voluntariamente aceite e hoje tecnicamente possível. Pequenas tribos, as vitimas das hierarquias civilizacionais, são revitalizadas no novo formato de colectividades cibernéticas baseadas em afinidades.</p>

<p>Positivamente, a governação peer expande a esfera da autonomia em cooperação para todos os campos sociais. A sua promessa é que a produção torna-se num processo não hierárquico. Mas como disse antes, a governação peer é 'pós-democrática' porque não é representativa.</p>
<p><strong>A limitação negativa é a seguinte</strong>: a governação peer exige o consenso <em>antecipado</em> sobre o objecto comum. Mas a sociedade como um todo não tem tal consenso por definição: é uma colecção descentralizada de interesses e vistas do mundo concorrentes, em vez de uma rede distribuída de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livre-arb%C3%ADtrio" target="_blank" title="Abre numa nova janela">agentes livres</a>. Agora, para a maioria da sociedade, não existe alternativa para o cenário político democrático revitalizado baseado na representação. </p>
<p>No entanto, tal como o mercado se pode inspirar e ser reformado pelo P2P ou princípios baseados em parcerias (tal como no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio_justo" target="_blank" title="Abre numa nova janela">comércio justo</a> que é sujeito a <a href="http://www.p2pfoundation.net/Peer_Arbitrage_in_Markets" target="_blank" title="Abre numa nova janela">arbitragem peer</a>), também poderemos ter formatos peer de governação global com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stakeholder_%28corporate%29" target="_blank" title="Abre numa nova janela">múltiplos accionistas</a>. E em todo o caso, a esfera de autonomia, isto é, pura governação, pode crescer substancialmente mesmo dentro das estruturas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia" target="_blank" title="Abre numa nova janela">governo democrático</a>.</p>

<p>Fim da Parte 1</p>
<p><strong>Parte 2</strong>: <a href="http://www.masternewmedia.org/information_access/p2p-peer-to-peer-economy/peer--to-peer-governance-production-property-part-2-Michel-Bauwens-20071020.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer-to-Peer: Governação, Democracia E Visão Económica: P2P Como Forma De Vida</a></p>
<p><br><br>
Originalmente escrito por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Bauwens" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Michel Bauwens</a> e publicado pela <a href="http://www.masternewmedia.org/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Master New Media</a> como &quot;<a href="http://www.masternewmedia.org/information_access/p2p-peer-to-peer-economy/peer--to-peer-governance-production-property-part-1-Michel-Bauwens-20071020.htm" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer-to-Peer Governance, Production And Property: P2P As A Way Of Living - Part 1</a>&quot;</p>

<p><br><br><br> <strong>Sobre o autor</strong></p>
<p><img alt="bauwens.jpg" src="http://www.masternewmedia.org/images/bauwens.jpg" height="100" width="100"></p>
<p>Michel Bauwens (1958) é um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Integral_theory" target="_blank" title="Abre numa nova janela">filósofo integral</a> belga e teólogo de Peer-to-Peer. Trabalhou como consultor de Internet, analista de informação para a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Information_Agency" target="_blank" title="Abre numa nova janela">United States Information Agency</a>, gestor de informação para a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BP" target="_blank" title="Abre numa nova janela">British Petroleum</a> (onde criou um dos primeiros centros de informação virtuais) e é antigo chefe de redacção da primeira revista de convergência digital europeia, a holandesa <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Wave_%28journal%29&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Wave</a>. Com <a href="http://en.wikipedia.org/w/index.php?title=Frank_Theys&amp;action=edit" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Frank Theys</a>, é o co-autor de um documentário de 3 horas <em>TechnoCalyps</em>, um exame sobre a 'metafísica da tecnologia'. Ensinou e editou duas antologias em língua francesa sobre a Antropologia da Sociedade Digital.</p>

<p>Embora seja estudante da teoria integral de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ken_Wilber" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Ken Wilber</a> há muitos anos, tornou-se recentemente crítico do aspecto do movimento Wilber-<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Beck" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Beck</a>, e é uma poderosa voz para uma sociedade integral sem autoridade baseada em peer-to-peer.</p>
<p>Michel é o autor de muitos ensaios on-line, incluindo a importante tese <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peer_to_Peer_and_Human_Evolution" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Peer to Peer and Human Evolution</a>, e é editor da <a href="http://integralvisioning.org/index.php?topic=p2p" target="_blank" title="Abre numa nova janela">P2P News</a></p>
<p>Vive agora em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai, Thailand</a>, onde criou a <a href="http://www.p2pfoundation.net/index.php/Main_Page" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Foundation for P2P Alternatives</a> e <a href="http://blog.p2pfoundation.com/" target="_blank" title="Abre numa nova janela">mantém um  blogue</a>.</p>

<p>Leccionou cursos sobre a antropologia da sociedade digital a alunos de pós graduação no  ICHEC/St. Louis em Bruxelas, Bélgica e cursos relacionados na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Payap_University" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Payap University</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chiang_Mai_University" target="_blank" title="Abre numa nova janela">Chiang Mai University</a> na Tailândia.</p>]]></description>
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<dc:creator><![CDATA[Michel Bauwens]]></dc:creator>
<dc:date>2007-11-16T11:51:16+00:00</dc:date>
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