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	<title>PageLab</title>
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	<description>Idéias, experimentos e referências sobre eBooks, digital publishing e design editorial</description>
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		<title>Viver do seu talento é possível</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2014 10:32:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[27 de dezembro de 2013&#8230; Essa era a data do artigo mais recente deste blog até agora. Eu sei, já faz um bom tempo. A maioria das pessoas pensaria – com razão – que perdi o interesse nos assuntos que blog trata, ou algo do tipo. Longe disso. A ausência tem um motivo bem justificado.... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2014/viver-do-seu-talento-e-possivel/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2014/08/labirinto2.png" alt="" title="Como escapar do labirinto" width="570" height="407" class="aligncenter size-full borderless wp-image-1586" /><br />
27 de dezembro de 2013&#8230; Essa era a data do artigo mais recente deste blog até agora. Eu sei, já faz um bom tempo. </p>
<p>A maioria das pessoas pensaria – com razão – que perdi o interesse nos assuntos que blog trata, ou algo do tipo.</p>
<p>Longe disso. A ausência tem um motivo bem justificado. Esse motivo é na verdade uma surpresa, que revelarei neste artigo. <img src='http://www.pagelab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Promessas da auto-publicação digital</h3>
<p>Minhas experiências práticas com auto-publicação na web começaram em 2011, e motivaram o lançamento deste blog.</p>
<p>De lá para cá, tive contato com todo tipo de iniciativa na área, vindas de autores, empreendedores digitais e editoras tradicionais, todos explorando as possibilidades desse mercado.</p>
<p>A auto-publicação digital, com eBooks e aplicativos, sempre se apresentou como provável alternativa para que as pessoas pudessem viver do seu conhecimento.</p>
<p>Mas participando desse mercado durante todo esse tempo, observava algo intrigante:</p>
<p>Apesar de se apresentar com uma roupagem mais moderna na web, as plataformas de publicação das grandes empresas de conteúdo digital <strong>impunham fortes limites</strong>.</p>
<p>Algo semelhante ao que ocorria no mercado editorial tradicional.</p>
<p>A verdade nua e crua que observava é que elas não favoreciam a liberdade necessária para um autor viver do seu próprio conteúdo. A barreiras ainda existiam, só mudavam de natureza. Do físico para o digital.</p>
<p>Limitações de formatos digitais, plataformas restritivas, dificuldades para alcançar o público leitor e complexidades para contratação de pessoas qualificadas eram apenas alguns dos limitadores que enxergava.</p>
<p>Resumindo: os melhores frutos dessas ações quase sempre <strong>não estavam nas mãos dos autores</strong>, infelizmente.</p>
<p>As promessas de que um autor conseguiria viver do seu próprio talento na web pareciam distantes. E a minha decepção com esse cenário era evidente.</p>
<h3>A semente</h3>
<p><strong>&#8220;Onde você tropeçar, aí reside o seu tesouro&#8221;</strong><br />
<em>Joseph Campbell</em></p>
<p>Mas a vida supreende e toda desilusão planta a semente do novo.</p>
<p>Durante esse período, desenvolvi alguns projetos que forneceram vários indícios de que o caminho da auto-publicação bem sucedida existe, mas passa por outras estradas, digamos assim.</p>
<p>Há alguns anos conheci o <strong>Henrique Carvalho</strong>, empreendedor digital, e contribuí com o design e o desenvolvimento de três de seus projetos (<a href="http://viverdeblog.com">dois</a> | <a href="http://hcinvestimentos.com">blogs</a> e um <a href="http://alocacaodeativos.com/">eBook</a>), que foram – e continuam sendo – muito bem sucedidos! Um dos segredos? A união entre <strong>design</strong> e <strong>marketing digital</strong>.</p>
<p>O Henrique utiliza com maestria o marketing digital para criar iniciativas online efetivas. Por si só, o potencial do marketing é enorme.</p>
<p>Mas aplicando o design a essas iniciativas, os projetos desenvolvidos trouxeram resultados bem além das melhores expectativas!</p>
<p>Você pode conferir mais sobre essa história <a href="http://viverdeblog.com/blog-design/">aqui</a> e <a href="http://blog.hotmart.com.br/entrevistas-casos-sucesso/hotmart-entrevista-henrique-carvalho-autor-do-ebook-alocacao-de-ativos/">aqui</a>.</p>
<h3>Caminhar o próprio caminho</h3>
<p>Essas experiências me levaram à conclusão de que é possível sim estabelecer-se na web com o que você sabe, ganhando a vida com seus talentos, suas habilidades, e ser livre para fazer <strong>o que quiser</strong> com o seu tempo!</p>
<p>E isso sem se render a qualquer tipo de imposição das grandes plataformas de publicação digitais.</p>
<p>Foi uma revelação&#8230;</p>
<p>Para isso, no entanto, é necessário escapar das armadilhas das gigantes multinacionais da publicação digital.</p>
<p>É fundamental investir de forma consistente e estratégica na própria web, que oferece todas as condições para isso.</p>
<p>Hoje vejo claramente que o problema dessas plataformas é que elas limitam propositalmente a aplicação do design e do marketing como soluções para a independência dos autores, por um motivo óbvio:</p>
<p>Se aplicados corretamente, esses conhecimentos trazem <strong>autonomia</strong> a quem os domina.</p>
<p>Design e marketing digital são duas eficientes e poderosas ferramentas de trabalho nessa jornada, e a união de esforços entre as duas, como pude comprovar, potencializam fortemente os resultados de qualquer iniciativa digital, pequena ou grande.</p>
<p>Isso nos leva para a grande surpresa final.</p>
<h3>Um velho amigo</h3>
<p>O <strong>blog</strong> é uma das plataformas de publicação mais antigas da web, um velho amigo de muitos.</p>
<p>Mas ainda é uma da alternativas de publicação mais utilizadas pelas pessoas, na tentativa de alcançar o tipo de liberdade que mencionei anteriormente (financeira, profissional).</p>
<p>É um meio viável para que qualquer pessoa possa se expressar e criar conexões que vão possibilitá-la viver do seu talento.</p>
<p>Favorece também a criação de uma plataforma sustentável, por que:</p>
<ul>
<li>Traz a iniciativa para onde a atenção da maior parte das pessoas está hoje em dia: no navegador;</li>
<li>Permite a aplicação de estratégias – de design e marketing de conteúdo –  provadas e bem sucedidas;</li>
<li>Facilita a criação de conexões diretas entre você e seu público.</li>
<li>Conta com ferramentas gratuitas e fáceis de usar, como o WordPress, utilizado aqui mesmo no PageLab.</li>
<ul>
<p>O blog, enquanto plataforma, tem realmente muito potencial e favorece mesmo a liberdade, mas&#8230;.</p>
<h3>Uma nova esperança</h3>
<p>Ainda é muito complexo, lento e oneroso para qualquer empreendedor digital ter todo o conhecimento e recursos necessários para colocar em prática um projeto de blog <strong>realmente efetivo</strong>. </p>
<p>Soluções de hospedagem gratuita de blogs são um ótimo começo, mas são insuficientes para alcançar essa meta.</p>
<p>Os custos, o tempo envolvido e a mão de obra qualificada, necessária para lançar uma iniciativa realmente profissional, <strong>não podem ser subestimados</strong>.</p>
<p>Essas, inclusive, são apenas <a href="http://exame.abril.com.br/pme/noticias/o-perfil-do-empreendedor-digital-brasileiro">algumas das enormes dificuldades</a> que os autores/empreendedores digitais encontram no processo.</p>
<p>É muito trabalho. Há muitos anos desenvolvo projetos do tipo e sei dos desafios.</p>
<p>É evidente que havia uma lacuna a ser preenchida.</p>
<p>Unir <strong>design</strong> e <strong>marketing</strong> em uma solução simples para os empreendedores digitais.</p>
<p>Alguém precisava fazer alguma coisa a respeito&#8230; </p>
<p>Então fizemos! Assim surgiu a <strong>Uberfácil</strong>: uma iniciativa que vem sendo desenvolvida à quase um ano em parceria com o Henrique Carvalho.</p>
<p>Ela surge para preencher essa lacuna, oferecendo temas e plugins para a plataforma gratuita WordPress, de forma a facilitar a vida dos autores/empreendedores digitais brasileiros.</p>
<p>A idéia é criar uma relação de parceria de longo prazo com autores e empreendedores digitais.</p>
<p>Até então, para ter uma plataforma de autor bem sucedida na web, as pessoas precisavam recorrer a soluções personalizadas, de alto custo, ou adquirir produtos de fora para solucionar parte desse problema.</p>
<p>Convido-o então para conhecer o projeto, acessando a página de <a href="http://www.uberfacil.com/pre-lancamento/">pré-cadastro</a> para que seja avisado do lançamento, que será para muito breve.</p>
<p>Essa é uma aposta na web como um meio promissor para que as pessoas realizem os seus objetivos de independência pessoal e financeira.</p>
<p><strong>Atualização</strong>: A Uberfácil já está no ar: confira em <a href="http://uberfacil.com">http://uberfacil.com</a> </p>
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		<title>Digital publishing em 2013: pé no chão</title>
		<link>http://www.pagelab.com.br/2013/digital-publishing-em-2013-pe-no-chao/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 19:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Provavelmente 2013 foi o ano mais &#8220;pé no chão&#8221; do digital publishing desde o surgimento do Kindle, em 2007, uma data considerada bem marcante nessa área, com todo tipo de previsões sobre o fim do livro impresso. Hoje assistimos às vendas de eBooks desaquecendo no principal mercado mundial, dúvidas em relação ao futuro do livro... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/digital-publishing-em-2013-pe-no-chao/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>	<img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/12/2013-pe-no-chao.jpg" alt="Pé no chão" title="2013: um ano pé no chao" width="570" height="407" class="aligncenter borderless size-full wp-image-1457" /></p>
<p>Provavelmente 2013 foi o ano mais &#8220;pé no chão&#8221; do <em>digital publishing</em> desde o <a href="hhttp://gizmodo.com/5844662/the-history-of-amazons-kindle-so-far/">surgimento do Kindle</a>, em 2007, uma data considerada bem marcante nessa área, com <a href="http://www.pcmag.com.br/us/article2/0,2817,2383938,00.asp">todo tipo de previsões</a> sobre o fim do livro impresso. </p>
<p>Hoje assistimos às vendas de eBooks<a href="http://www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2013/08/08/e-book-sales-are-leveling-off-heres-why/"> desaquecendo no principal mercado mundial</a>, dúvidas em relação ao <a href="http://www.idealog.com/blog/truth-do-not-yet-know-whether-ebooks-will-work-anything-except-readerly-books/">futuro do livro ilustrado digital</a> – que ainda não encontrou o seu caminho – e uma parcela importante dos leitores mais jovens <a href="http://www.voxburner.com/publications/347-62-of-16-24s-prefer-books-as-physical-products">assumindo sua preferência</a> pelo cheiro do papel.</p>
<p>A convivência pacífica entre livro impresso e digital tem sido mantida. Ao contrário do que <a href="http://www.cnn.com/2013/04/26/tech/web/itunes-10th-anniversary/">ocorreu na indústria fonográfica</a>, na qual a distribuição digital reduziu drasticamente o uso do CD, o eBook não tem representado uma mudança disruptiva para o impresso, mas um caminho complementar, com suas características particulares – pelo menos por enquanto. </p>
<p>Desafio maior, tanto para impresso quanto para digital, está na concorrência entre leitura e a multitude de opções de entretenimento que se encontra hoje: cinema, games, música, apps e a própria web.</p>
<h3>Do autor ao leitor, sem intermediários</h3>
<p>O livro digital tem sim suas belas vantagens em relação ao impresso. Vamos ao óbvio: portabilidade, armazenamento e distribuição. Mas não resta dúvida de que, para quem efetivamente cria o conteúdo, a maior promessa do digital é a conexão direta com o público leitor e a descentralização dos meios para monetizar essa conexão, ou seja, ferramentas de publicação e criação de conteúdo acessíveis. O potencial disruptivo está aí.</p>
<blockquote class="pullquote pqRight"><p>&#8220;A web aberta é o cenário mais promissor para o conteúdo digital, e não necessariamente um formato de livro específico&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Olhando por esse ângulo, a web aberta é o cenário mais promissor para o conteúdo digital, e não necessariamente um formato de livro específico, que acaba preservando o mesmo modelo vertical do mercado editorial tradicional e das grandes empresas de tecnologia. Um formato aberto, multi-dispositivo e tecnologicamente abrangente ainda não existe na prática. </p>
<p>Quem estiver à busca de independência – quem não está – e souber desenvolver com propriedade sua plataforma de autor na web não tem do que reclamar, as oportunidades e ferramentas estão aí, ainda que muito fragmentadas.  </p>
<p>Fui testemunha de <a href="http://alocacaodeativos.com/">iniciativas</a> bem <a href="http://www.comoinvestirdinheiro.com.br/">sucedidas</a> nesse sentido. Elas têm algo em comum: os autores foram além do próprio texto e assumiram o papel de empreendedores, tirando máximo proveito do marketing digital, assumindo o controle do destino das suas iniciativas. </p>
<h3>Retrospectiva</h3>
<p><a href="http://www.pagelab.com.br/timeline-digital-publishing-2012.php">A exemplo do ano anterior</a>, apresento uma breve restrospectiva interativa com alguns dos principais fatos que marcaram o editorial digital. Você pode acessá-la pelo botão abaixo: </p>
<p><a href="http://www.pagelab.com.br/timeline-digital-publishing-2013.php" class="button">Digital Publishing: linha do tempo 2013</a></p>
<p>Um excelente 2014! Obrigado pela visita! <img src='http://www.pagelab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><small>Crédito da foto deste artigo: <a href="http://www.flickr.com/photos/patrick_gallo/2080924645/">chubstock</a> <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/">(cc)</a></small></p>
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		<item>
		<title>7 dicas salva-vidas para projetos de eBooks com iBooks Author</title>
		<link>http://www.pagelab.com.br/2013/7-dicas-salva-vidas-para-projetos-d-ibooks-author/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 21:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
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		<category><![CDATA[ibooks author]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
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		<description><![CDATA[Após quase um ano envolvido diretamente com projetos de eBooks para iBooks Author – sobre o qual já falei várias vezes aqui no blog –, é hora de compartilhar algumas dicas úteis que resultaram dessas experiências. O software é geralmente intuitivo, mas há algumas armadilhas escondidas pelo processo, que só são reveladas durante o trabalho... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/7-dicas-salva-vidas-para-projetos-d-ibooks-author/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/salva-vidas-iba.png" alt="Dicas salva-vidas para iBooks Author" title="salva-vidas-iba" width="570" height="369" class="borderless alignnone size-full wp-image-1398" /></p>
<p>Após quase um ano envolvido diretamente com projetos de eBooks para iBooks Author – sobre o qual já falei <a href="http://www.pagelab.com.br/2013/ibooks-desktop-os-livros-digitais-invadem-o-mac/">várias</a> <a href="http://www.pagelab.com.br/2012/notas-de-rodape-ausencia-no-ibooks-author/">vezes</a> <a href="http://www.pagelab.com.br/2013/crie-widgets-para-ibooksauthor-com-o-iad-producer/">aqui</a> <a href="http://www.pagelab.com.br/2012/ibooks-author-uma-bela-ilha-no-meio-do-oceano/">no blog</a> –, é hora de compartilhar algumas dicas úteis que resultaram dessas experiências. </p>
<p>O software é geralmente intuitivo, mas há algumas armadilhas escondidas pelo processo, que só são reveladas durante o trabalho (ugh!). Além disso, algumas operações que seriam simples à primeira vista demandam soluções um pouco mais criativas. Vamos às dicas:</p>
<h3>1. Limite a quantidade de elementos multimídia para uma melhor performance de leitura</h3>
<p>Por oferecer várias alternativas para conteúdo rico, é fácil aplicar esses recursos indiscriminadamente no iBooks Author. O excesso de imagens, vídeos, áudio, <em>widgets</em> e fontes pode prejudicar fortemente a performance do arquivo e dificultar o <em>download</em>, particularmente em iPads com conexão 3G. </p>
<p>De forma geral, é recomendado usar apenas os recursos que contribuam de verdade para o conteúdo, evitando o “oba-oba” de elementos sem propósito algum. </p>
<p>No caso de livros extensos, com muitos recursos multimídia, é recomendável ficar atento ao tamanho do arquivo final no formato <code>.ibooks</code>, a fim de  mantê-lo em níveis aceitáveis, pois, por mais interessante que seja, poucos terão paciência para baixar um livro de 500 mb via 3G&#8230;</p>
<p>Confira no site da Apple mais orientações específicas sobre <a href="http://support.apple.com/kb/HT5814" title="Saiba como reduzir o tamanho dos seus assets">tamanho</a> e <a href="http://support.apple.com/kb/HT5117"  title="Saiba porque performance é fundamental">performance</a> de arquivos.</p>
<h3 id="dica2">2. Faça microcorreções no livro fora do Mac</h3>
<p>Vamos supor que seja necessária alguma alteração simples porém urgente no livro, e você só possui um PC à disposição. Se a correção for simples, pode ser feita no Windows mesmo.</p>
<p>A exemplo do ePUB, o arquivo gerado pelo iBooks Author para distribuição final, no formato <code>.ibooks</code>, não passa de um arquivo compactado (<code>.zip</code>) com arquivos XML, XHTML, imagens, fontes e vídeos. </p>
<p>Assim, pequenas alterações no texto do livro – como, por exemplo, a substituição ou a adição de acentos, pontos por vírgulas, traços por hífens, e palavras não editáveis pela interface do iBooks Author (leia a <a href="#dica3">dica 3</a>) – podem ser feitas em qualquer editor de código, em qualquer sistema operacional.</p>
<p>Apenas tome cuidado para não realizar edições muito radicais no texto, ou remover outras partes do código necessárias, pois sem dúvida elas afetarão o layout e podem até mesmo invalidar o arquivo.</p>
<p>Basta mudar a extensão de <code>.ibooks</code> para <code>.zip</code> para descompactar os arquivos do livro, que podem então ser editados no seu editor de código preferido, como o <a href="http://notepad-plus-plus.org/">Notepad++</a>, no Windows (figura 1).</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/ibook-no-notepad++.png" alt="Editando o conteúdo de um arquivo do iBooks no Windows" title="ibook-no-notepad++" width="565" height="680" class="aligncenter size-full wp-image-1407" /></p>
<p class="caption">Figura 1. Editando o código do arquivo .ibooks no Notepad++ , no Windows</p>
<p>Após a edição do código, a recompactação pode ser feita por meio de algum dos <a href="http://www.mobileread.com/forums/showthread.php?t=55681">vários</a> <a href="https://code.google.com/p/epub-applescripts/downloads/detail?name=ePub_UnZip_1.0.zip&amp;can=2&amp;q=">utilitários</a> de <a href="http://www.mobileread.com/forums/showthread.php?t=84675">compactação</a> de ePUB gratuitos disponíveis pela web. Ao fim desse processo, basta renomear a extensão do arquivo novamente para<code>.ibooks</code> para permitir que o iBooks o reconheça sem problemas.</p>
<h3 id="dica3">3. Antes de iniciar um projeto, confira se o idioma do Mac OS é o mesmo do livro</h3>
<p>Essa dica é fundamental! Verificar o idioma deve ser o primeiro passo em qualquer projeto (figura 2). </p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/preferencias-idioma-macosx.png" alt="Janela de preferências de idioma no Mac OS X" title="preferencias-idioma-macosx" width="560" height="497" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1411" /></p>
<p class="caption">Figura 2. Alterando o idioma do sistema nas preferências do Mac OS X.</p>
<p>O programa usa alguns rótulos de texto automáticos para descrição de seções e capítulos do livro, como as palavras “capítulo” e “seção“, localizados antes do número (figura 3).</p>
<p>Estes rótulos são extremamente úteis para numerar automaticamente os capítulos e seções. </p>
<p>O problema é que estes rótulos dependem do idioma do sistema. Se este está em inglês, por exemplo, eles serão configurados nesse idioma, definitivamente, e não há como alterá-los no iBooks Author, mesmo alterando o idioma do Mac após o arquivo ter sido salvo. <img src='http://www.pagelab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  </p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/rotulos-automaticos-no-ibooks-author.png" alt="Rótulos automaticos no iBooks Author" title="rotulos-automaticos-no-ibooks-author" width="283" height="252" class="aligncenter size-full wp-image-1415" /></p>
<p class="caption">Figura 3. Rótulos automáticos no iBooks Author</p>
<p>Mas se você já criou o seu livro de 800 páginas, em português, com seções no idioma em inglês, não se desespere. <img src='http://www.pagelab.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Ainda é possível alterar esses rótulos no código fonte do arquivo <code>.ibooks</code> gerado ao final do trabalho (figura 4), com a ajuda de um editor de texto, conforme descrevi na <a href="#dica2">dica 2.</a> </p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/sublime-ibooks.png" alt="Editando o código no Sublime Text, no Mac" title="sublime-ibooks" width="565" height="441" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1419" /></p>
<p class="caption">Figura 4. Buscando o texto a ser trocado no código HTML do livro.</p>
<h3>4. Utilize um <em>widget</em> HTML para embutir PDFs</h3>
<p>É possível embutir um PDF de múltiplas páginas no livro com a ajuda de um <em>widget</em> HTML personalizado. A técnica é muito simples e preparei um modelo de <em>widget</em> pronto para isso no link abaixo. </p>
<p>[download id="8" format="2"] <span class="small allcaps cinza">Formato Zip &raquo; Tamanho: 25kb</span> </p>
<p>Para usá-lo, faça o seguinte:</p>
<ul>
<li>Renomeie o seu PDF para <code>arquivo.pdf</code>;</li>
<li>Baixe o <em>widget</em> e, no Finder, descompacte o zip;</li>
<li>Clique com o botão direito sobre o ícone do <em>widget</em> e escolha a opção “Mostrar conteúdo do pacote/<em>Show package contents</em>“ no menu contextual (figura 5);</li>
<li>Arraste seu PDF para o diretório-raiz do <em>widget</em> – substituindo o que está lá – e feche a janela. Pronto! Ele pode ser importado/arrastado para o documento do iBooks Author.</li>
</ul>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/pdf-widget.png" alt="Menu contextual do Finder, no Mac OS X" title="pdf-widget" width="419" height="337" class="aligncenter size-full wp-image-1425" /></p>
<p class="caption">Figura 5. “Mostrar conteúdo do pacote“ de um <em>widget</em>, no Finder</p>
<h3>5. Use botões ocultos para visualizar tabelas, gráficos, vídeos e <em>widgets</em> em tela cheia</h3>
<p>Em certas situações, pode ser interessante omitir tabelas, imagens, vídeos e outros elementos extra-textuais do fluxo normal de leitura, e criar links simples para eles dentro do próprio texto, abrindo-os em tela cheia, seja para economizar espaço ou para criar um visual mais “limpo”.</p>
<p>Nativamente, o iBooks Author oferece a opção de criar miniaturas de vários elementos e abrí-los em tela cheia, mas eles ainda ocupam espaço no layout. </p>
<p>É possível resolver a questão inserindo imagens transparentes no lugar dessas miniaturas. Assim, uma tabela, por exemplo, pode ser visualizada em tela cheia a partir de um trecho do próprio texto.</p>
<p>Como é mais simples mostrar do que descrever essa técnica, assista ao vídeo a seguir e baixe o arquivo <code>.iba</code> de exemplo para conferir a técnica na prática. A sequência de passos também está logo abaixo do vídeo.</p>
<p>			<iframe width="551" height="413" src="//www.youtube.com/embed/1kK-4K0JAcc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>[download id="9" format="2"] <span class="small allcaps cinza">Formato Zip &raquo; Tamanho: 8mb</span> </p>
<ul>
<li>Crie uma imagem PNG transparente no seu editor de imagens. Escolha um tamanho equivalente ao ocupado pelo link no texto, pois ela será a área clicável para o leitor. Dimensões um pouco maiores facilitam o clique;</li>
<li>No iBooks Author, adicione um estilo qualquer ao texto que funcionará como um <em>hyperlink</em> falso  – por exemplo, com uma cor, simulando um link real;</li>
<li>A seguir, selecione o elemento (imagem, vídeo, gráfico, <em>widget</em>) que deseja abrir em tela cheia e, no painel <em>Inspetor</em>, acione a opção de “Mostrar objeto como miniatura/<em>Show object as Thumbnail</em>”;</li>
<li>Substitua a miniatura padrão pelo PNG transparente criado no passo 1 e posicione o <em>widget</em> (que ficará invisível) abaixo do link.</li>
</ul>
<h3>6. Adicione formas complexas no documento (com a ajuda do Apple Keynote)</h3>
<p>É fácil inserir ou desenhar formas básicas no iBooks Author, como quadrados, círculos, estrelas ou polígonos, mas formas um pouco mais complexas são inviáveis de se criar com precisão utilizando as ferramentas nativas.</p>
<p>Mas há uma solução para isso. Usando um pequeno <em><a href="http://www.christianholz.net/keynote_utilities.html">script</a></em> no Mac, é possível importar qualquer forma vetorial SVG (criadas no Inkscape ou Adobe Illustrator) para o Keynote. Daí, basta simplesmente copiar e colar diretamente para o iBooks Author, que é capaz de reconhecer objetos do Keynote nativamente. Essa formas mais complexas podem ser usadas para mascarar imagens e outros efeitos interessantes (figura 6).</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/screen-capture-1.png" alt="Máscara complexa para imagem no iBooks Author" title="Máscara complexa" width="565" height="472" class="aligncenter size-full wp-image-1438 borderless" /></p>
<p class="caption">Figura 6. Forma complexa sendo usada como máscara para uma fotografia.</p>
<p>O <em>script </em> para colocar em prática essa dica é gratuito e pode ser baixado <a href="http://www.christianholz.net/keynote_utilities.html">no site do autor</a>. Há também uma versão para exportação nativa a partir do Adobe Illustrator.</p>
<h3>7. Trabalhando com objetos em 3D dentro do livro</h3>
<p>O iBooks Author permite a importação de objetos em 3D – no formato Collada (<code>.dae</code>) – que podem ser manipulados pelo leitor.</p>
<p>Embora permitam aplicações interessantes, esses objetos podem comprometer a performance do livro caso sejam muito complexos, ou, como dizem os experts em 3D, com “um alto número de polígonos”.</p>
<p>Segundo a <a href="http://support.apple.com/kb/ht5093">documentação do programa</a>, é preciso manter essa contagem de polígonos abaixo de 20.000 para suportar todas as versões do iPad, o que acaba limitando o uso desse recurso na verdade, pois modelos mais interessantes visualmente são naturalmente mais complexos. </p>
<p>A melhor opção é mesmo usar apenas objetos 3D simples. Um bom programa para gerá-los é o <a href="http://www.sketchup.com/">SketchUp</a>, que possui uma versão gratuita (figura 7). Dentre os vários programas 3D que testei, foi o que gerou modelos no formato Collada de melhor compatibilidade com o iBooks Author.</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/11/objetos-3d-sketchup.png" alt="Versão gratuita do SketchUP" title="objetos-3d-sketchup" width="565" height="445" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1436" /></p>
<p class="caption">Figura 7. Modelos 3d simples, construídos no SketchUp</p>
<p>Após criado o objeto 3D, é possível usar o plugin <a href="http://sketchucation.com/forums/viewtopic.php?f=323&amp;t=22920">Cleanup</a> – também gratuito – para reduzir a complexidade dos modelos. É rápido e os resultados são satisfatórios com as opções padrão.</p>
<p class="caption">* Para importação, o SketchUp só suporta os formatos 3DS e Collada . Se o seu modelo está em outro formato, você  pode convertê-lo a partir do <a href="http://www.blender.org/">Blender</a>, programa 3D de código aberto.</p>
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		<title>Atualização do Adobe Digital Editions</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Aug 2013 17:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ade]]></category>
		<category><![CDATA[adobe]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[MathML]]></category>
		<category><![CDATA[Media Overlays]]></category>
		<category><![CDATA[media queries]]></category>
		<category><![CDATA[RMSDK]]></category>
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		<description><![CDATA[O Adobe Digital Editions, programa de leitura de eBooks da Adobe, acaba de receber mais uma atualização, agora na versão 2.0.1. Aparentemente, nenhuma adição de funcionalidades, ou mesmo alteração na interface do programa. Não há, no site da Adobe, nenhuma referência oficial a melhorias (apesar de algum buxixo no twitter), o que leva a crer... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/atualizacao-do-adobe-digital-editions/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft borderless size-full wp-image-1379" style="margin-bottom: 0;" title="Ícone do ADE" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/08/ADE_Application.png" alt="Ícone do ADE" width="260" height="260" />O <em>Adobe Digital Editions</em>, programa de leitura de eBooks da Adobe, acaba de receber <a title="Site do ADE" href="http://www.adobe.com/br/products/digital-editions/download.html">mais uma atualização</a>, agora na versão 2.0.1. Aparentemente, nenhuma adição de funcionalidades, ou mesmo alteração na interface do programa.</p>
<p>Não há, <a href="http://www.adobe.com/br/products/digital-editions/release-notes.html">no site da Adobe</a>, nenhuma referência oficial a melhorias (apesar de algum <a href="https://twitter.com/micahsb/status/364387873929183233">buxixo no twitter</a>), o que leva a crer que essa é uma atualização lançada apenas para resolução de pequenos problemas.</p>
<p>Em alguns testes que realizei comparando as duas versões do programa, não pude detectar diferença significativa entre a versão anterior e esta, ao menos em relação à apresentação do conteúdo.</p>
<h3>Evolução lenta</h3>
<p>Melhorias significativas no ADE tem sido escassas ultimamente, o que revela a lentidão na evolução do formato ePUB no mercado como um todo. Como o programa é baseado em um dos principais sistemas de renderização de eBooks – o <a href="http://www.datalogics.com/products/rmsdk/">Adobe Reader Mobile SDK</a>, utilizado por uma grande parcela dos eReaders e aplicativos de leitura –, a versão corrente do ADE representa de forma geral as possibilidades do ePUB em boa parte dos aparelhos à venda atualmente.</p>
<p>Por exemplo, recursos fundamentais como suporte a formulas matemáticas (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MathML">MathML</a>), múltiplas orientações de dispositivos e tamanhos de tela (<em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_Design_Responsivo">Media Queries</a></em>) e leitura em voz alta (<em><a href="http://www.idpf.org/accessibility/guidelines/content/overlays/overview.php">Media Overlays</a></em>), presentes na <a href="http://idpf.org/epub/30">especificação do ePUB3</a> já há algum tempo, ainda não tem data para estrear no sistema, reduzindo a flexibilidade do formato aberto de eBooks nos sistemas de leitura que utilizam o Adobe RMSDK, que acaba sendo mais indicado para livros de texto mais simples.</p>
<h3>Mais info</h3>
<ul>
<li><span style="font-size: 13px;">Baixe a nova versão no <a href="http://www.adobe.com/br/products/digital-editions/download.html">site da Adobe</a>;</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">Solução para o </span><a style="font-size: 13px;" href="http://helpx.adobe.com/digital-editions/kb/installing-digital-editions-20-windows.html">erro na instalação</a><span style="font-size: 13px;"> do ADE no Windows Vista;</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;"><a href="https://code.google.com/p/epub-conform/">Arquivos de teste</a> para verificar o suporte dos programas de leitura ao ePUB.</span></li>
<li><span style="font-size: 13px;">Acompanhe a evolução do RMSDK no <a href="http://kb.datalogics.com/articles/FAQ/What-updates-fixes-changes-and-enhancements-have-been-made-to-the-Adobe-Reader-Mobile-SDK-by-Datalogics?retURL=%2Fapex%2FknowledgeProduct%3Fc%3DAdobe_Reader_Mobile_SDK%26k%3D%26lang%3Den_US&amp;popup=false&amp;lang=en_US">site da DataLogics</a>, que desenvolve o RMSDK</span></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Crie widgets para iBooks Author com o iAD Producer</title>
		<link>http://www.pagelab.com.br/2013/crie-widgets-para-ibooksauthor-com-o-iad-producer/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Jun 2013 19:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[ibooks author]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[ios]]></category>
		<category><![CDATA[ipad]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda no rastro da recém finalizada WWDC 2013, uma novidade interessante para quem deseja adicionar mais recursos de interatividade e multimídia aos livros digitais produzidos com o iBooks Author: o iAD Producer, programa um tanto obscuro da Apple utilizado para montar anúncios para a plataforma iOS, foi atualizado (versão 4.0.1) para permitir o desenvolvimento de... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/crie-widgets-para-ibooksauthor-com-o-iad-producer/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1314 borderless" title="Ícone do iAd Producer" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/06/iad-icon.png" alt="" width="280" height="233" />Ainda no rastro da recém finalizada <a href="http://www.apple.com/apple-events/june-2013/">WWDC 2013</a>, uma novidade interessante para quem deseja adicionar mais recursos de interatividade e multimídia aos livros digitais produzidos com o iBooks Author: o <a href="https://developer.apple.com/iad/iadproducer/">iAD Producer</a>, programa um tanto obscuro da Apple utilizado para montar anúncios para a plataforma iOS, foi atualizado (versão 4.0.1) para permitir o desenvolvimento de widgets personalizados para o iBooks Author, facilitando bastante o processo de criação de conteúdo interativo para livros no formato iBooks.</p>
<p>No contexto do iBooks Author, widgets personalizados oferecem a oportunidade de explorar animação, interatividade e multimídia dentro do livro, bem além dos recursos já oferecidos nativamente pelo programa, de forma completamente customizada.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1316 borderless" title="Janela de seleção de widgets" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/06/widgets-ibooks-iad.png" alt="" width="570" height="372" /></p>
<p class="caption">Janela de seleção de modelos de widgets no iAd Producer</p>
<h3>Widget HTML: o céu é o limite</h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1323 borderless" title="Ícone de widget" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ico-widget.png" alt="Ícone de widget" width="130" height="128" />O iBooks Author já oferecia uma opção para a inserção destes widgets customizados (por meio da opção &#8220;widget HTML&#8221;) mas a sua produção era completamente não documentada, e o desenvolvimento de algo mais complexo sempre esbarrava em questões de performance e otimização do código. O iAd Producer cuida de boa parte destas questões, otimizando o código do widget, facilitando testes nos dispositivos da Apple (por meio do <a href="http://developer.apple.com/library/mac/#documentation/DeveloperTools/Conceptual/InstrumentsUserGuide/Introduction/Introduction.html">Instruments</a> e do app iBooks Widget Tester) e permitindo o desenvolvimento via WYSIWYG, com menos idas e vindas ao editor de código.</p>
<p>O programa é uma boa adição ao <em>toolset</em> de produção de widgets, unindo-se a outras soluções como o <a href="http://tumult.com/hype/">Tumult Hype</a> e o <a href="http://html.adobe.com/edge/animate/">Adobe Edge Animate</a> – ambas excelentes, porém pagas e voltadas mais à animação do conteúdo em HTML de forma geral.</p>
<p>A exemplo do <a href="https://itunes.apple.com/us/app/ibooks-author/id490152466?ls=1&amp;mt=12">próprio iBooks Author</a>, o iAD Producer 4.0.1 é gratuito, mas – infelizmente – só roda no Mac OS X 10.8.3 ou superior. Para baixá-lo, basta registrar-se gratuitamente no programa de desenvolvedores Apple.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<ul>
<li><a href="https://developer.apple.com/iad/iadproducer/">Baixe o programa</a> na seção de desenvolvedores da Apple (necessário login)</li>
<li>Dois vídeos (<a href="https://developer.apple.com/wwdc/videos/?id=611">1</a> | <a href="https://developer.apple.com/wwdc/videos/?id=609">2</a>) de seções da WWDC 2013 sobre o iBooks Author e o iAd Producer – que podem ser assistidos também via <a href="https://itunes.apple.com/br/app/wwdc/id640199958?mt=8">app oficial</a> para iOS</li>
<li><a href="https://developer.apple.com/library/iad/navigation/index.html">Documentação oficial </a>sobre  Javascript no iAd Producer</li>
</ul>
<p><small>&#8220;<a href="http://www.pagelab.com.br/2013/crie-widgets-para-ibooksauthor-com-o-iad-producer">Crie widgets para iBooks Author com o iAD Producer</a>&#8221; é um artigo do blog <a href="http://www.pagelab.com.br">PageLab</a></small></p>
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		<item>
		<title>iBooks desktop: os livros digitais invadem o Mac</title>
		<link>http://www.pagelab.com.br/2013/ibooks-desktop-os-livros-digitais-invadem-o-mac/</link>
		<comments>http://www.pagelab.com.br/2013/ibooks-desktop-os-livros-digitais-invadem-o-mac/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 21:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[epub3]]></category>
		<category><![CDATA[ibooks]]></category>
		<category><![CDATA[ibooks author]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[mavericks]]></category>
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		<description><![CDATA[Os aficcionados por leitura digital e por Macs tiveram uma boa notícia hoje: foi anunciada durante o Keynote da WWDC 2013 uma nova versão desktop do iBooks, o aplicativo de leitura da Apple, antes disponível apenas nos iDevices: iPad, iPhone e iPod Touch. O programa rodará na próxima versão do sistema operacional da Maçã (OS... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/ibooks-desktop-os-livros-digitais-invadem-o-mac/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1246 borderless" title="ibooks-finder" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ibooks-finder1.png" alt="iBooks no finder" width="289" height="288" />Os aficcionados por leitura digital e por Macs tiveram uma boa notícia hoje: foi anunciada durante o <a href="https://www.apple.com/apple-events/june-2013/">Keynote da WWDC 2013</a> uma <a href="https://www.apple.com/osx/preview/#ibooks">nova versão desktop do iBooks</a>, o aplicativo de leitura da Apple, antes disponível apenas nos iDevices: iPad, iPhone e iPod Touch. O programa rodará na próxima versão do sistema operacional da Maçã (OS X 10.9 Mavericks).</p>
<p>Não há dúvida que o iBooks é um dos aplicativos de leitura mais avançados do mercado, com bons recursos de compartilhamento de anotações, capacidade superior de apresentação do conteúdo do livro, além de boa seleção de fontes e modos de leitura, mas a novidade é menos relevante sem uma versão para Windows – aqui o limitado <a href="http://www.adobe.com/br/products/digital-editions.html">Adobe Digital Editions</a> ainda é uma das opções mais populares.</p>
<p>Não que uma versão Windows não possa acontecer. À exemplo do iTunes, que roda com loja e tudo naquela plataforma, é provável que a Apple busque expandir sua loja de eBooks, a iBookstore. A tendência multiplataforma é clara: no mesmo evento foi anunciado que os aplicativos do pacote <a href="https://www.apple.com/iwork/">iWork</a>, como Keynote, Numbers e Pages rodarão na nuvem da Apple, via browser, <a href="http://www.apple.com/iwork-for-icloud/">mesmo no Internet Explorer</a>!</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/06/idevices-ibooks.png" alt="Múltiplos dispositivos" title="idevices-ibooks" width="570" height="240" class="aligncenter size-full wp-image-1250 borderless" /></p>
<p class="caption">Experiência de leitura integrada, mas só no Mac!</p>
<h3>No monitor, leitura fragmentada</h3>
<p>De forma geral, a experiência de leitura de eBooks no desktop ainda é muito irregular, restrita à cada plataforma e marcada por sistemas proprietários, que não conversam entre si. Mesmo a dobradinha PDF/Adobe Reader oferece melhor experiência de leitura nesse aspecto, e ainda reina absoluta nos computadores de mesa. Uma ação simples como compartilhar uma anotação via desktop é cheia de empecilhos em um ePUB  – experimente criar e compartilhar anotações entre vários dispositivos, de diversos fabricantes, a partir de um mesmo livro digital e sinta todo o drama&#8230;</p>
<p>Ainda que não seja o ideal, muita gente por aí lê textos extensos diante de um monitor, e a praticidade de um PDF para tarefas simples como compartilhar notas ainda está para ser desafiada. Um aplicativo de leitura de eBooks gratuito, com recursos de sincronização na nuvem, multiplataforma e capaz de interpretar os melhores recursos do ePUB3, será um enorme avanço para a leitura digital.</p>
<p>O iBooks para desktop é um belo passo nessa direção, mas esperanças maiores residem na iniciativa da <a href="http://readium.org/readium-foundation-announced">Readium Foundation</a>, que recentemente lançou o <a href="http://readium.org/projects/readium-sdk">Readium SDK</a>, um motor de renderização de código aberto para livros digitais em ePUB3 e o <a href="http://readium.github.io/Readium-Web-Components/">Readium.js</a>, uma biblioteca em Javascript para leitura deste tipo de eBook diretamente no navegador: ambos facilitarão muito o desenvolvimento de novos programas de leitura para múltiplos dispositivos e, principalmente, independentes de plataformas comerciais.</p>
<p><a href="http://www.pagelab.com.br/2013/ibooks-desktop-os-livros-digitais-invadem-o-mac/">iBooks desktop: os livros digitais invadem o Mac</a> é um artigo do blog <a href="http://www.pagelab.com.br/">PageLab</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Indesign CC e os eBooks: pequenos mas bons avanços</title>
		<link>http://www.pagelab.com.br/2013/indesign-cc-e-os-ebooks-pequenos-mas-bons-avancos/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 00:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adobe]]></category>
		<category><![CDATA[creative cloud]]></category>
		<category><![CDATA[epub]]></category>
		<category><![CDATA[indesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Atualizado em 11/06/2013: lista completa de novidades na exportação para ePUB no CS6 Novidades no front do digital publishing: o pacote de programas da Adobe agora se chama Creative Cloud, ou CC para os íntimos, e com ele, surge uma nova versão do Indesign (Indesign CC), com algumas boas – mas ainda tímidas – novidades... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/indesign-cc-e-os-ebooks-pequenos-mas-bons-avancos/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="boxlist3">Atualizado em 11/06/2013: <a href="#update">lista completa</a> de novidades na exportação para ePUB no CS6</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/05/icone-indesign-cc.png" alt="Ícone Indesign CC" title="icone-indesign-cc" class="alignleft size-full wp-image-1221 borderless" />Novidades no <em>front</em> do <em>digital publishing</em>: o pacote de programas da Adobe agora se chama <a href="http://www.adobe.com/products/creativecloud/tools-and-services.html"><em>Creative Cloud</em></a>, ou CC para os íntimos, e com ele, surge uma nova versão do Indesign (Indesign CC), com algumas boas – mas ainda tímidas – novidades na exportação para ePUB. </p>
<p>Algumas são importantes, como a manutenção do índice do livro com todos os links no arquivo ePUB exportado. Outras, obrigatórias, como a otimização da exportação de código que, cá para nós, ainda tem muito chão pela frente.</p>
<p>Obviamente, seria necessário testar o programa para ter a dimensão das mudanças, mas pelas informações encontradas por aí e pelos vídeos de apresentação, não foram mudanças radicais, mas aperfeiçoamentos das funções existentes, esperados há muito tempo.</p>
<a href='http://www.pagelab.com.br/2013/indesign-cc-e-os-ebooks-pequenos-mas-bons-avancos/janela-epub-export1/' title='janela-epub-export1'><img width="150" height="100" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/05/janela-epub-export1-150x100.png" class="attachment-thumbnail" alt="Janela de exportação de ePUB (1)" title="janela-epub-export1" /></a>
<a href='http://www.pagelab.com.br/2013/indesign-cc-e-os-ebooks-pequenos-mas-bons-avancos/janela-epub-export2/' title='janela-epub-export2'><img width="150" height="100" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/05/janela-epub-export2-150x100.png" class="attachment-thumbnail" alt="Janela de exportação de ePUB (2)" title="janela-epub-export2" /></a>
<a href='http://www.pagelab.com.br/2013/indesign-cc-e-os-ebooks-pequenos-mas-bons-avancos/janela-epub-export3/' title='janela-epub-export3'><img width="150" height="100" src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/05/janela-epub-export3-150x100.png" class="attachment-thumbnail" alt="Janela de exportação de ePUB (3)" title="janela-epub-export3" /></a>
<p class="caption">Detalhes da nova Janela de exportação de ePUB do Indesign CC: poucas mudanças</p>
<p>Veja abaixo um vídeo com alguns do novos recursos:</p>
<p>			<iframe title="AdobeTV Video Player" width="515" height="296" src="http://tv.adobe.com/embed/1218/17016/" frameborder="0" allowfullscreen scrolling="no"></iframe></p>
<h3>No impresso sim, mas na web?</h3>
<p>O impresso ainda é uma mídia fundalmental, e a posição do Indesign como <em>hub</em> desse universo deve ser preservada por muito tempo. Mas o programa é um elefante branco quando se considera a criação de eBooks, com uma interface nascida para lidar com pedaços cortados de papel – as páginas. Não faz muito sentido utilizá-lo para conteúdo web com o grau de complexidade e controle exigido hoje em dia.</p>
<p>São universos muito distintos e seria interessante ver, com o tempo, soluções de autoração mais adequadas para fazer valer o potencial do livro eletrônico. Quem sabe mais um novo integrante da <a href="http://html.adobe.com/edge/">família Edge</a>?</p>
<h3>O inescapável Indesign</h3>
<p>Vamos aos fatos: se o seu conteúdo já foi produzido no Indesign, não há como escapar, é preciso fazê-lo sair do outro lado da exportação na forma de HTML. O lado bom e que, com a nova versão, a Adobe dá sinais de compromisso com o desenvolvimento do formato aberto de livros digitais, ainda que o foco seja claramente sua solução de publicações digitais, o Digital Publishing Suite.</p>
<h3 id="update">Saiba mais</h3>
<p>Lista de melhorias relevantes para criação de eBooks:</p>
<ul>
<li>Estilos de objeto agora incluem as opções de mapeamento de tags (export tagging options) e exportação de objetos;</li>
<li>Itens do índice e do sumário nativos são convertidos em links durante a exportação, melhorando a navegação no ePUB;</li>
<li>Otimização do código gerado, principalmente em relação à listas;</li>
<li>O ePUB pode ser exportado sem arquivo CSS algum.</li>
</ul>
<p>No <a href="http://tv.adobe.com/show/learn-indesign-cc/">AdobeTV</a> você encontra uma seção de vídeos exclusiva sobre o novo Indesign CC e os novos recursos para ePUB. </p>
<p>No <a href="http://indesignsecrets.com/epub-features-indesign-cc-include-linked-indexes-object-style-support.php">IndesignSecrets</a> há também um <a href="http://epubsecrets.com/downloads/EPUB_Changes_CS6_To_CC.pdf">documento PDF oficial</a> com as novidades em relação ao Indesign CS6.</p>
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		<title>Navegar é preciso: múltiplas listas no ePUB</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 21:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório do eBook]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[adobe]]></category>
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		<category><![CDATA[indesign]]></category>
		<category><![CDATA[navegação]]></category>
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		<description><![CDATA[Um livro pode ser facilmente comparado a um oceano: um mar de conteúdo aguardando ser explorado. Se você é do tipo aventureiro – e a narrativa é linear –, basta iniciar na página um e ser levado pela maré da história, atavessando o oceano da narrativa até o outro lado: o fim do volume, sem... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2013/navegar-e-preciso-multiplas-listas-no-epub/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/02/navegar-impreciso-indd.png" alt="Navegar no ePUB é preciso"  width="570" height="292" class="aligncenter size-full wp-image-1159" />
<p>Um livro pode ser facilmente comparado a um oceano: um mar de conteúdo aguardando ser explorado. Se você é do tipo aventureiro – e a narrativa é linear –, basta iniciar na página um e ser levado pela maré da história, atavessando o oceano da narrativa até o outro lado: o fim do volume, sem ao menos passar pelo sumário. </p>
<p>Mas esse não é o caso para boa parte dos livros. Didáticos, por exemplo, se beneficiam muito da múltiplas listas de figuras, quadros, tabelas e gráficos. Estes instrumentos de navegação adicionais ajudam muito o leitor a se localizar ou simplesmente explorar o livro sob outro ponto de vista.</p>
<p>É importante que, no eBook, os itens dessas listas se tranformem em hiperlinks para facilitar/direcionar a busca pelo conteúdo. Como a navegação pelo conteúdo de um livro eletrônico não é tão <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rVyBwz1-AiE">intuitiva como em um livro tradicional</a>, elas são fundamentais.</p>
<h3>Bússola defeituosa</h3>
<p>No mundo do livro impresso, não há muito segredo em criar estes elementos de navegação, os principais programas de edição de texto trazem as ferramentas para isso.  Mas no digital, a questão não é muito simples se estes livros foram construídos no Indesign. </p>
<p>O programa da Adobe é bem omisso na tarefa de exportar essas listas para o formato ePUB com seus respectivos links. Apesar de permitir a criação de múltiplos sumários no documento, ele permite escolher apenas uma das diversas listas do livro na janela de exportação (CS5.5 ou superior, figura 1), que será usada para gerar o sumário padrão do ePUB (o arquivo <em><a href="http://ebookpedia.com.br/wiki/Toc.ncx">.ncx</a></em>, no ePUB2, e o arquivo de navegação em HTML, no <a href="http://www.pagelab.com.br/2012/epub3-a-evolucao-das-publicacoes-digitais/">ePUB3</a>). As demais listas são simplesmente ignoradas no código XHTML gerado pelo Indesign.</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/02/12-02-fig01-indd-janela-exp-epub-toc.png" alt="Janela de exportação de ePUB do Indesign CS6"  width="570" height="573" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1154" />			</p>
<p class="caption">Figura 1: Janela de exportação para ePUB do Indesign CS6 – escolha apenas uma lista</p>
<p>Claro, é possível recriar todos os links de cada item das listas manualmente, com a ajuda do recurso de <a href="http://help.adobe.com/pt_BR/indesign/cs/using/WS9AD9A0DA-E10F-4d1e-9EB2-999FB61D21E8.html">referências cruzadas</a>, mas isso está muito longe do ideal. Felizmente, há uma forma alternativa de suplantar as deficiências do Indesign, ao menos no quesito “listas”, como veremos a seguir.</p>
<h3>Reorientação com o Sigil</h3>
<p>As múltiplas listas de navegação de um documento do Indesign podem ser facilmente recriadas posteriormente no ePUB exportado, utilizando o <a href="http://code.google.com/p/sigil/">Sigil</a>. O segredo é, ainda no Indesign, antes da exportação, <a href="http://help.adobe.com/pt_BR/indesign/cs/using/WS9D351498-DAAC-4be1-B4B8-2B6C72FF6CEDa.html#WS1f8fbc3f2a6aefb9-5eaf16b412e34c27d7b-8000">mapear tags</a> de cabeçalho (<em>headings</em>, <code>&lt;h1&gt;</code> a <code>&lt;h6&gt;</code>) nos estilos de parágrafo dos itens de cada lista desejada: uma tag “h” para cada tipo de lista (figura 3), usando a opção “Editar todas as marcas de exportação”, no menu do painel de estilo de caractere ou de parágrafo. A ordem aplicação dos níveis de tags de cabeçalho nos estilos que serão usados nas listas não é importante </p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/02/12-02-fig02-mapping-export-tags.png" alt="Janela de mapeamento de tags do Indesign CS6"  width="522" height="323" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1155" /></p>
<p class="caption">Figura 2: Mapeando os estilos de parágrafo com as tags de cabeçalho antes da exportação</p>
<p>Os frames com as listas geradas originalmente pelo Indesign devem ser removidos antes da exportação. A seguir, exporte o ePUB pelo Indesign e siga os seguintes passos:</p>
<h4 class="number"><span>1</span> Gerando novo sumario interno</h4>
<p>Abra o ePUB no Sigil e acione o gerador de sumário no menu “Tools &gt; Table of contents &gt; Generate Table of contents” (<em>“Ferramentas &gt; Sumário &gt; Gerar sumário” </em>. Crie a primeira lista, selecionando a tag de cabeçalho que atribuiu à ela no Indesign, excluindo todos os demais níveis (figura 3).</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/02/12-02-fig03-sigil-headings.png" alt="Gerador de sumários do Sigil"  width="502" height="387" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1156" /></p>
<p class="caption">Figura 3: seleção das tags de cabeçalho correspondente aos elementos da lista</p>
<h4 class="number"><span>2</span> Gerando novas listas em XHTML</h4>
<p>Logo em sequida, acione a opção para gerar a lista em HTML no menu “Tools &gt; Table of Contents &gt; Create HTML table of contents&#8221; (<em>“Ferramentas &gt; Sumário &gt; Criar sumário HTML”</em> ). O Sigil criará um novo arquivo (TOC.xhtml) incluindo apenas os elementos da lista desejada (figura 4);</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/02/12-02-fig04-sigil-html-toc.png" alt="Janela de edição de código do Sigil"  width="570" height="410" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1157" /></p>
<p class="caption">Figura 4:  Arquivo TOC.xhtml, com código gerado para lista de tabelas.</p>
<h4 class="number"><span>3</span> Possibilitando a geração de mais listas</h4>
<p>Essa é a parte mais importante: renomeie o arquivo TOC na interface do Sigil (clique com o botão direito em cima no nome do arquivo) e substitua, na seção <code><guide></code> do content.opf, o trecho de código que faz com que o Sigil reconheça esse arquivo como um sumário propriamente dito, de <code><strong>type="toc"</strong></code> para <code><strong>type="text"</strong></code>  (figura 5).</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2013/02/12-02-fig05-contentopf-sigil.png" alt="Seção &quot;guide&quot; do content.opf, dentro do ePUB"  width="560" height="134" class="borderless aligncenter size-full wp-image-1158" /></p>
<p class="caption">Figura 5: alterando o código no content.opf</p>
<h4 class="number"><span>4</span> Listas adicionais</h4>
<p>Para criar mais listas, repita os passos 1 a 3. Ao fim do processo, recrie o sumário principal com o mesmo recurso, a fim de restaurar o arquivo .ncx com todos os níveis de título e subtítulo originais do texto. </p>
<p>Se quiser incluir os títulos das listas como links no sumário padrão, altere as tags dos títulos para <code>&lt;h1&gt;</code>. Assim o Sigil as reconhecerá na interface do gerador de sumário. Para terminar, reorganize os arquivos xhtml na ordem de leitura desejada, no explorador de arquivos do Sigil (<em>Book Browser</em>). </p>
<p>Também é interessante manter a semântica do código, usando o mesmo nível de tags de cabeçalho em todo os títulos de figuras, quadros, tabelas etc, o que se resolve com uma simples busca e substituição.</p>
<p>Uma última observação: como o HTML considera apenas seis níveis de cabeçalho (<code>&lt;h1&gt;</code> a <code>&lt;h6&gt;</code>) e o Sigil não reconhece outras tags na geração de sumários, a quantidade de listas é limitada. É preciso reservar as tags mais importantes para o texto (<code>&lt;h1&gt;</code> para títulos, <code>&lt;h2&gt;</code> para subtítulos nível 2 etc), usando as tags restantes para as listas.</p>
<p>Clique no botão abaixo para baixar os arquivos originais do Indesign e o ePUB final com múltiplas listas de navegação para testar a técnica demonstrada neste artigo:</p>
<p>[download id="7" format="2"] <span class="small allcaps cinza">Formato Zip &raquo; Tamanho: 1.3mb</span> </p>
<h3>Navegação para além-mar</h3>
<p>A verdade é que estes modelos de navegação vindos do livro tradicional não são totalmente adequados para o digital, até porque não há mais cola e lombada para ditar a ordem de leitura. Conteúdo vivo – não linear, colaborativo – é o futuro do livro digital, desafiando a forma tradicional como textos são <a href="http://www.readability.com/">lidos</a>, <a href="http://editorially.com/">criados</a>, <a href="http://books.google.com/advanced_book_search">encontrados</a> e <a href="https://readmill.com/explore">compartilhados</a>. Mas enquanto essa promessa não se solidifica, é preciso ao menos oferecer ao leitor formas práticas e conhecidas de encontrar o que procura.</p>
<p>A especificação ePUB3 vem aos poucos vislumbrando formas mais atualizadas de resolver a questão da navegação, prevendo várias alternativas para explorar o conteúdo do livro, por meio de <a href="http://idpf.org/epub/30/spec/epub30-contentdocs.html#sec-xhtml-nav-def-types-other">múltiplas listas</a>, no <a href="http://idpf.org/epub/30/spec/epub30-contentdocs.html#sec-xhtml-nav">novo documento de navegação</a>, mas ainda não há solução padronizada para outros itens fundamentais: índices, referências cruzadas, glossários e anotações – estes são <a href="http://idpf.org/charters/2012/indexes/">assuntos ainda em discussão</a>.</p>
<p><small>Crédito da foto usada como base para ilustração do artigo: <a href="http://www.flickr.com/photos/zachklein/43518739/sizes/o/in/photostream/">Zach Klein (cc)</a></small></p>
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		<title>Digital Publishing 2012: retrospectiva</title>
		<link>http://www.pagelab.com.br/2012/digital-publishing-2012-retrospectiva/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 00:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital publishing]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>
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		<category><![CDATA[timeline]]></category>
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		<description><![CDATA[O que mais marcou o mercado editorial digital em 2012? Esse foi um ano agitado para o digital publishing, com a chegada de grandes players internacionais (Amazon, Apple e Kobo), abertura de lojas online, parceiras com editoras daqui, avanços técnicos dos dispositivos, especificações e por aí vai. Para fazer um apanhado dessas notícias, apresento aqui... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2012/digital-publishing-2012-retrospectiva/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2012/12/clock.jpg" alt="" title="2012" width="570" height="238" class="alignleft size-full wp-image-1129" /><br />
O que mais marcou o mercado editorial digital em 2012? Esse foi um ano agitado para o digital publishing, com a chegada de grandes players internacionais (Amazon, Apple e Kobo), abertura de lojas online, parceiras com editoras daqui, avanços técnicos dos dispositivos, especificações e por aí vai. Para fazer um apanhado dessas notícias, apresento aqui no PageLab uma linha do tempo interativa com a restrospectiva, que você encontra clicando no botão abaixo.</p>
<p><a href="http://www.pagelab.com.br/timeline-digital-publishing-2012.php" class="button">Digital Publishing: linha do tempo 2012</a></p>
<p>É interessante ver o contraste entre grandes lançamentos de aparelhos ultra-modernos e o <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/programas/fato-em-foco/2012/03/31/BRASILEIRO-LE-EM-MEDIA-QUATRO-LIVROS-EM-PARTES-POR-ANO-DIZ-ESTUDO.htm">desinteresse em relação à leitura</a> no Brasil, apresentado na pesquisa <a href="http://www.prolivro.org.br/ipl/publier4.0/texto.asp?id=48">Retratos da Leitura</a>. Espero que, de 2013 em diante, esse quadro se reverta, e essas &#8220;modernidades&#8221; possam contribuir para que as pessoas tenham mais acesso e interesse pelos livros.</p>
<p>Não gosto muito de previsões, mas tudo indica que o ePUB3 se consolidará cada vez mais no mercado (apesar do protecionismo) e livros digitais feitos com cuidado e inspiração devem ser cada vez mais valorizados!</p>
<p>Obrigado pela sua visita ao blog neste ano! Um excelente 2013!</p>
<p><small>Crédito da foto deste artigo: <a href="http://www.flickr.com/photos/dominicspics/5309495996/">Dominic&#8217;s pics</a> <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/">(cc)</a></small></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fazendo o Sigil 0.6 rodar no MacOS X 10.7 ou 10.6</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 18:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcio Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[ePub Bugs]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[epub]]></category>
		<category><![CDATA[lion]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[sigil]]></category>
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		<description><![CDATA[Atualização (12/12/2012): Nova versão compilada do Sigil 0.6.2 (também não compatível com o 10.7) Atualização (31/10/2012): o desenvolvedor lançou uma nova versão com suporte ao 10.7 O Sigil é um daqueles programas obrigatórios para quem trabalha com eBooks, mas desde a versão 0.59 (beta) até esta última (0.6) não funciona no Mac OS Lion (10.7)... <a class="readmore" href="http://www.pagelab.com.br/2012/fazendo-o-sigil-0-6-rodar-no-macos-x-10-7-ou-10-6/">Continue lendo &#8594;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="boxlist3">
	Atualização (12/12/2012): <a href="#121212">Nova versão compilada</a> do Sigil 0.6.2 (também não compatível com o 10.7)</p>
<p class="boxlist3">
	Atualização (31/10/2012): o desenvolvedor <a href="http://code.google.com/p/sigil/downloads/list">lançou uma nova versão</a> com suporte ao 10.7
</p>
<p><img src="http://www.pagelab.com.br/wp-content/uploads/2012/10/mac-sigil.png" alt="" title="mac-sigil" width="200" height="246" class="alignleft size-full wp-image-1053 borderless" />O <a href="http://code.google.com/p/sigil/">Sigil</a> é um daqueles programas obrigatórios para quem trabalha com eBooks, mas desde a versão 0.59 (beta) <a href="http://code.google.com/p/sigil/downloads/list">até esta última (0.6)</a> não funciona no Mac OS Lion (10.7) e em sistemas anteriores, ele simplemente fecha ao iniciar. Infelizmente, <a href="http://www.mobileread.com/forums/showpost.php?p=2282877&#038;postcount=20">segundo o desenvolvedor do aplicativo</a>, daqui para frente, não haverá suporte para as versões mais antigas do sistema da maçã, do Snow Leopard (10.6) para trás, mas ele<a href="http://www.mobileread.com/forums/showpost.php?p=2282877&#038;postcount=20"> prometeu verificar</a> o que ocorreu com a versão para o 10.7. Uma pena, já que há um grande número de máquinas da Apple <a href="http://arstechnica.com/apple/2012/07/confirmed-mountain-lion-sends-some-64-bit-macs-gently-into-that-good-night/">relativamente recentes</a> que não podem ser atualizadas para o Mac OS X Montain Lion (10.8). </p>
<p>Mas é possível fazê-lo funcionar compilando o código fonte no seu Mac, Snow Leopard ou Lion. Essa geralmente é uma operação não muito confortável para os usuários desse sistema, que geralmente privilegia a operação mais visual dos programas, mas não chega a ser muito complexa nesse caso. No site do Sigil há uma <a href="http://code.google.com/p/sigil/wiki/RunningFromSource">página bem útil com as instruções</a>.</p>
<p>Se você tem pavor ao ouvir a palavra &#8220;terminal&#8221;, não tem idéia – e não quer saber – o que significa &#8220;dependências&#8221;,  e não quer tocar em código algum, baixe aqui mesmo uma versão que compilei, <del datetime="2012-10-31T20:14:10+00:00">enquanto o desenvolvedor não resolve esta questão</del> (<del datetime="2012-12-12T12:26:26+00:00"><a href="http://code.google.com/p/sigil/downloads/list">já foi resolvida</a>, ao menos para o 10.7</del> A versão 0.6.2 voltou a dar problemas no Lion, e o desenvolvedor <a href="http://www.mobileread.com/forums/showpost.php?p=2333477&#038;postcount=12">não manterá o suporte</a> para versões antigas do Mac OS X&#8230;). Esta versão é apenas para o Lion (10.7), para o Snow Leopard (10.6), você pode conseguir uma versão no <a href="http://www.mobileread.com/forums/showpost.php?p=2332871&#038;postcount=8">fórum MobileRead</a>:</p>
<p>Versão compilada do Sigil 0.6.0 para o Lion.
<p>[download id="5" format="2"] <span class="small allcaps cinza">Formato Zip &raquo; Tamanho: 7mb</span> </p>
<p><a href=# id="121212" ></a><em>Atualizado em 12/12/2012:</em> Versão compilada do Sigil 0.6.2 para o Lion.
<p>[download id="6" format="2"] <span class="small allcaps cinza">Formato Zip &raquo; Tamanho: 7mb</span> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.pagelab.com.br/2012/fazendo-o-sigil-0-6-rodar-no-macos-x-10-7-ou-10-6/feed/</wfw:commentRss>
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