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    <title>Página Einstein: Páginas</title>
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    <description>Alimentação RSS para a lista Páginas.</description>
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      <title>Einstein Saúde: Páginas</title>
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      <title>pagina-einstein</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Descrição:</b> Toda semana na revista Veja, um espaço dedicado a informações e análises sobre medicina e saúde</div>
<div><b>Título:</b> Página Einstein</div>
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      <author>Conta de Sistema</author>
      <pubDate>Mon, 18 Jan 2010 10:47:56 GMT</pubDate>
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      <title>ambientes-hospitalares-livres-de-tabaco</title>
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      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap"><img class="grid-imagem" src="/PublishingImages/einstein-saude-tabagismo.jpg" alt="" />Fumar em locais coletivos fechados – o que, evidentemente, inclui hospitais – é proibido por lei em todo o território nacional. Mas algumas instituições de saúde, entre elas o Einstein, estão indo além, transformando todos os seus espaços em ambientes livre de tabaco. </p>

<p>Isso significa que não é permitido fumar mesmo nas áreas abertas, como jardins e estacionamentos. A iniciativa é geralmente bem aceita, inclusive pelos visitantes e pacientes fumantes que permanecerão na instituição por algumas horas ou até períodos maiores. Mas também é verdade que existem inúmeros desafios que precisam ser superados para transformar o objetivo de um ambiente livre de tabaco em realidade. </p>

<p>Como lidar, por exemplo, com o paciente que ficará internado e não deseja parar de fumar? Ou com o acompanhante que não vê problemas em fumar no banheiro do quarto? Como contornar a síndrome de abstinência e seus sintomas, que podem afetar quem já está debilitado por alguma doença? Tais questões descortinam uma situação complexa, que exige habilidade e empenho para ser manejada. Mas é importante fazê-lo, pois o ambiente livre de tabaco, além de ser melhor para a saúde de todos, também pode ser um fator motivacional para estimular a mudança de comportamento em relação ao tabagismo. </p>

<h3>Política institucional</h3>
<p>Antes de tudo, o hospital empenhado em efetivar seu compromisso de ser um ambiente livre de tabaco precisa ter sólida uma política institucional, com procedimentos claros, programas bem estruturados e profissionais treinados para atender e lidar com os pacientes fumantes. “Nosso quadro de funcionários – independentemente das funções que exerçam – está preparado para apoiar os pacientes tabagistas em qualquer tipo de situação”, afirma o Dr. Getúlio Albuquerque da Silva, coordenador do Centro de Saúde Ocupacional do Einstein. </p>

<p>Em relação aos pacientes, um ponto importante a ser ressaltado é que deve haver transparência desde o início do seu contato com a instituição. Ou seja, o paciente deve receber informações objetivas e claras sobre o posicionamento do hospital em relação ao tabagismo, bem como sobre os recursos oferecidos para possibilitar que permaneça sem fumar durante a internação. Os profissionais de saúde devem estar habilitados a identificar a abstinência de tabaco, e todos os recursos farmacológicos e psicoterápicos disponíveis que podem ajudá-lo nessa fase devem ser oferecidos. </p>

<p>“Antes da internação, a pessoa deve ser informada que o hospital adotou como política ser um ambiente livre de tabaco. Ou seja, no período em que permanecer na instituição, o paciente não poderá fumar, assim como não fumaria se estivesse dentro de um avião. É claro que um período de hospitalização frequentemente envolve situações complexas do ponto de vista emocional e pode perdurar por períodos longos. Daí a necessidade de apoio adequado, seja psicológico ou medicamentoso”, explica a Dra. Alessandra Maria Julião, psiquiatra do Núcleo de Medicina Psicossomática e Psiquiatria do Einstein. </p>

<p>Conheça os efeitos do cigarro no organismo:</p>
<p></p>

<h3>Apoio ao paciente fumante</h3>
<p>Ciente de que não basta apenas proibir o consumo do tabaco, o Einstein investe em ações com o objetivo de proporcionar todo o apoio para que o paciente fumante se abstenha do tabaco durante a internação. E ainda que não deseje parar de fumar definitivamente, essa experiência pode promover reflexões e ser o início de uma mudança de atitude em relação ao hábito de fumar. É esse um dos propósitos de programas diferenciados, que combinam intervenções da equipe de enfermagem, atendimento médico e psicológico e ações educativas.</p>

<p>No Einstein, todos os pacientes tabagistas e seus hábitos de consumo são identificados pela equipe de enfermagem nos primeiros contatos com a instituição. Uma vez internados, eles serão acompanhados por equipe especializada, que atua em sintonia com o médico do paciente. O objetivo é orientar, prevenir e/ou tratar eventuais crises de abstinência, assim como iniciar tratamento com o objetivo de cessação do tabagismo para aqueles pacientes que manifestarem tal desejo. Assim, o paciente pode iniciar o tratamento para parar de fumar durante o período de internação e, após a alta, dar sequência a ele ambulatoriamente. </p>

<p>Segundo Lara Luiza Soares de Souza, psicóloga do Núcleo de Medicina Psicossomática do Einstein, a abordagem do tratamento no Núcleo de Atenção ao Tabagismo é individualizada, conduzida por equipe de psiquiatras e psicólogos, com apoio de uma rede multidisciplinar de profissionais. “Detectamos com bastante frequência, por exemplo, pacientes que têm medo de engordar ao deixar de fumar. É algo que realmente pode acontecer, devido às alterações no metabolismo e no paladar, entre outras. Nesses casos, cabe avaliar o encaminhamento para nutricionistas e endocrinologistas ou, ainda, para fisioterapeutas e educadores físicos”, explica ela. </p>

<p>O tratamento pode incluir também a reposição de nicotina e administração de medicamentos, como a vareniclina e a bupropiona. “Também é fundamental avaliar se o paciente apresenta algum quadro psiquiátrico associado e que necessite de tratamento, como depressão ou transtorno de ansiedade”, completa a Dra. Alessandra.</p>

<img src="/PublishingImages/einstein-saude-tabagismo-tabela.jpg" class="grid-imagem" alt="" />
<div class="clear"></div>

<h3>Dentro de casa</h3>
<p>Construir um ambiente livre de tabaco requer também um olhar especial para dentro da própria organização, não apenas com treinamentos para cumprimento das políticas e programas institucionais, mas engajando nesse propósito toda a equipe de profissionais. Por isso, o Einstein fortalece sua estratégia em prol de um ambiente livre de tabaco oferecendo o programa de cessação do tabagismo gratuitamente a médicos, funcionários e seus cônjuges. “Os médicos contam com programa especial, direcionado exclusivamente a eles. Os demais profissionais são informados desde o momento da admissão de que dispõem desse benefício gratuitamente”, afirma Cláudia Alves, enfermeira do Centro de Saúde Ocupacional, destacando a importância de disponibilizar o programa gratuitamente também aos cônjuges para o sucesso da ação.   </p>

<p>Na opinião de Susan Sendyk, psicóloga do trabalho do Centro de Saúde Ocupacional, todo esse conjunto de ações do Einstein – da criação do ambiente livre de tabaco aos programas que contemplam os vários públicos de relacionamento – gera reflexos muito positivos. “Essas ações organizacionais contribuem para quebrar a lógica do automatismo associado ao vício e favorecem a reflexão sobre os malefícios do fumo, os custos para tratamento das doenças que ele provoca e sobre os benefícios de uma vida longe do tabaco”, observa.  </p>


<p>Com seus programas e iniciativas relativas ao ambiente livre de tabaco, o Einstein cumpre a sua missão de promover a saúde e age proativamente para as mudanças culturais em curso que estimulam as pessoas a adotar novos valores e hábitos que possibilitem maior qualidade de vida.</p></div>
<div><b>Título:</b> Ambientes hospitalares livres de tabaco</div>
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      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Fri, 25 May 2012 18:53:41 GMT</pubDate>
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    </item>
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      <title>a-perigosa-gordura-no-figado</title>
      <link>http://www.einstein.br/pagina-einstein/Paginas/a-perigosa-gordura-no-figado.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Título:</b> A perigosa gordura no fígado</div>
]]></description>
      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Fri, 18 May 2012 13:39:39 GMT</pubDate>
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    </item>
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      <title>enfermagem-profissionalismo-e-paixao</title>
      <link>http://www.einstein.br/pagina-einstein/Paginas/enfermagem-profissionalismo-e-paixao.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Título:</b> Enfermagem: profissionalismo e paixão</div>
]]></description>
      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Fri, 11 May 2012 14:22:37 GMT</pubDate>
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    </item>
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      <title>sua-cintura-na-medida-certa</title>
      <link>http://www.einstein.br/pagina-einstein/Paginas/sua-cintura-na-medida-certa.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo da Página:</b> <img src="/PublishingImages/einstein-saude-plurimetabolica.jpg" class="grid-imagem" alt="" />

<p class="cap">A medida da cintura é um importante indicador de saúde. Os centímetros que medem a concentração de gordura visceral evidenciam não apenas a obesidade, mas também os riscos de desenvolver doenças cardiovasculares ou diabetes. </p>

<p>Esse número é o principal critério utilizado pelos médicos para diagnosticar a síndrome metabólica. A medida varia de acordo com a etnia e gênero do indivíduo: no caso dos homens caucasianos e negros a preocupação surge a partir de 94 cm; nos sul-asiáticos, ameríndios e chineses, a partir de 90 cm; e nos japoneses, a partir de 85 cm. No caso das mulheres, as caucasianas, negras, sul-asiáticas, ameríndias e chinesas devem se preocupar com medidas a partir de 80 cm; e as japonesas, a partir de 90 cm.</p>

<p>Além da medida da cintura, que é uma condição que deve necessariamente estar presente, o diagnóstico da síndrome metabólica necessita da presença de mais dois critérios, entre níveis de pressão arterial máxima (sistólica) maior ou igual a 13 cm/Hg ou pressão arterial mínima (diastólica) maior ou igual a 8,5 cm/Hg; glicemia medida em jejum elevada (a partir de 100 mg/dl) ou diabetes diagnosticado; perfil lipídico alterado (baixo colesterol bom – HDL menor que 50mg/dl nas mulheres e 40 mg/dl nos homens – ou triglicérides elevados – acima de 150 mg/dl).</p>

<p>Conheça mais sobre os fatores que contribuem para o diagnóstico da Síndrome Metabólica:</p>

<div style="width:690px">

<div style="float:left">
  <div><a href="/espaco-saude/doencas/Paginas/tudo-sobre-hipertensao-arterial.aspx"><img border="0" class="grid-imagem" src="/PublishingImages/einstein-saude-complemento-hipertensao.jpg" alt="" /></a></div>
<br /><br /><br /><br />
 
<div><a href="/espaco-saude/doencas/Paginas/tudo-sobre-hipertensao-arterial.aspx"><h3>Hipertensão</h3></a></div>
</div>


<div style="float:left">
  <div><a href="/espaco-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/50-por-cento-das-pessoas-nao-sabem-que-tem-diabetes.aspx"><img border="0" class="grid-imagem" src="/PublishingImages/einstein-saude-complemento-diabetes.jpg" alt="" /></a></div>
<br /><br /><br /><br />

<div><a href="/espaco-saude/em-dia-com-a-saude/Paginas/50-por-cento-das-pessoas-nao-sabem-que-tem-diabetes.aspx"><h3>Diabetes</h3></a></div>
</div>


<div style="float:left">
  <div><a href="/espaco-saude/doencas/Paginas/tudo-sobre-colesterol.aspx"><img border="0" class="grid-imagem" src="/PublishingImages/einstein-saude-complemento-colesterol.jpg" alt="" /></a></div>
<br /><br /><br /><br />

<div><a href="/espaco-saude/doencas/Paginas/tudo-sobre-colesterol.aspx"><h3>Colesterol</h3></a></div>
</div>


<div>
  <div><a href="/espaco-saude/doencas/Paginas/tudo-sobre-obesidade.aspx"><img border="0" class="grid-imagem" src="/PublishingImages/einstein-saude-complemento-obesidade.jpg" alt="" /></a></div>
<br /><br /><br /><br />

<div><a href="/espaco-saude/doencas/Paginas/tudo-sobre-obesidade.aspx"><h3>Obesidade</h3></a></div>
</div>


</div>

<p>“A presença de apenas três desses componentes já define a síndrome metabólica. Os critérios utilizados no Brasil para o diagnóstico são baseados nas diretrizes brasileiras para o diagnóstico e tratamento da síndrome metabólica desde 2004”, afirma o Dr. Marcelo Costa Batista, pesquisador do Instituto Israelita Albert Einstein de Ensino e Pesquisa e professor adjunto da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). </p>

<p>“Esse conjunto de fatores eleva o risco de morte por doenças como o acidente vascular cerebral (AVC) ou o infarto e aumentam o risco de desenvolver o diabetes”, alerta o Dr. Décio Mion Junior, responsável pelo setor de monitorização de pressão do Einstein. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, quando presente, a síndrome metabólica está relacionada a uma mortalidade cardiovascular três vezes maior do que na população em geral. </p>

<p>A doença é silenciosa, já que dificilmente apresenta sintomas, e frequente: a incidência é de 30% em toda a população. E esse número deve crescer. “O panorama é preocupante, porque é uma condição atrelada à obesidade. O número de casos tende a crescer juntamente com o ganho de peso da população”, enfatiza Dr. Marcelo. </p>

<p>A síndrome metabólica pode aparecer a partir dos 30 anos, mas é mais comum na faixa dos 50. Nessa idade, o número de casos dobra em comparação com as faixas etárias anteriores. Não há um componente hereditário que isoladamente defina a ocorrência da doença, mas quem tem histórico familiar de diabetes ou doenças cardiovasculares deve redobrar a atenção, pois é mais suscetível.</p>

<p>O diagnóstico da síndrome é feito por meio de exames laboratoriais – que vão avaliar os níveis de glicemia, colesterol e triglicérides presentes no organismo – em conjunto com uma avaliação clínica, na qual o médico irá pesar o paciente e aferir o nível da pressão arterial. No entanto, a forma mais fácil de verificar a presença ou não da doença ainda é a medida da cintura. “É simples e a pessoa pode fazer nela mesma. Basta usar uma fita métrica e medir na altura do umbigo”, ensina Dr. Décio. Se estiver fora do padrão de saúde, é essencial procurar um médico.</p>

<h3>Tratamento</h3>

<p>O tratamento de ponta para esse problema é multidisciplinar, ou seja, deve abordar vários fatores da vida do paciente. “É preciso controlar o peso, a glicemia, o colesterol. Em alguns casos há necessidade de usar medicamentos, mas em geral a indicação é exercício físico e alimentação balanceada”, atesta Dr. Décio.</p>

<p>Dr. Marcelo enfatiza, ainda, a necessidade de redução do sal na comida, para diminuir o impacto da hipertensão. “A origem do problema está no acúmulo do tecido adiposo (gorduroso). Quando a pessoa emagrece, as consequências são atenuadas e ela pode deixar de apresentar o diagnóstico”, diz. </p>

<p>Para Ana Maria Pita Lottenberg, coordenadora do curso de pós-graduação em Nutrição do Einstein, é preciso mudar os hábitos alimentares e reduzir o consumo de gordura na dieta. “Principalmente a combinação gordura e açúcar”, reforça.</p>

<p>Portanto, para ficar longe do risco de desenvolver a síndrome metabólica, a adoção de hábitos saudáveis é essencial.</p></div>
<div><b>Título:</b> Sua cintura na medida certa</div>
]]></description>
      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Thu, 03 May 2012 20:26:18 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>dor-no-ombro-pode-ser-tendinopatia</title>
      <link>http://www.einstein.br/pagina-einstein/Paginas/dor-no-ombro-pode-ser-tendinopatia.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Descrição:</b> A dor no ombro, ou síndrome do ombro doloroso, não escolhe sexo, condição social ou mesmo idade. Ela é a queixa de cerca de 20% dos pacientes que procuram as clínicas ortopédicas e de fisioterapia.</div>
<div><b>Conteúdo da Página:</b> <p class="cap">A dor no ombro, ou síndrome do  ombro doloroso, não escolhe sexo, condição social ou mesmo idade.</p>
<p>
<img class="grid-imagem" src="/PublishingImages/PaginaEinstein-ortopedia3.jpg" alt="" />
Ela é a  queixa de cerca de 20% dos pacientes que procuram as clínicas ortopédicas e de  fisioterapia. O problema pode ter origem em qualquer uma das várias estruturas  que formam o ombro, a articulação de maior mobilidade do corpo humano. Mas são  as lesões crônicas dos tendões, as chamadas tendinopatias, as responsáveis por  nada menos que 40% das ocorrências.</p>
<p>As causas são variadas, entre elas  encurtamento muscular, falhas posturais e de alongamento, formato do osso  acrômio. Atividades profissionais que exigem movimentos repetitivos dos braços  acima da linha dos ­ombros fazem de seus executores alvos fáceis de  tendinopatias. É o caso de pintores de parede, cabeleireiras e pessoas que  precisam frequentemente pegar objetos pesados em locais elevados. Esportes como  tênis, natação, vôlei, handebol e pólo aquático também predispõem seus  praticantes a lesões. E há, ainda, uma estreita relação do problema com o  tabagismo, comprovada por estudos. Isso porque o hábito de fumar leva à redução  do calibre dos vasos sanguíneos e, consequentemente, à baixa vascularização, o  que pode favorecer as tendinopatias do ombro.</p>
<h3>Meia-idade</h3>
<p> O problema manifesta-se geralmente  quando a meia-idade se aproxima, pelo desgaste natural dos tendões. As  tendinopatias relacionadas ao envelhecimento dos tendões atingem  aproximadamente 2% da população mundial. “Em crianças e jovens, a ocorrência é  bem mais rara e quase sempre está relacionada à prática esportiva”, informa o  Dr. Benno Ejnismann, ortopedista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). </p>
<p>A quase totalidade das  tendinopatias ocorre no manguito rotador, um conjunto de quatro músculos e  tendões (supraespinal, infraespinal, redondo menor e subescapular) responsáveis  pela movimentação e estabilidade da principal articulação do ombro (a articulação  glenoumeral).</p>
<p> Cerca de 90% das lesões do  manguito rotador afetam o tendão supraespinal que, por sua localização, é mais  sujeito a pinçamentos e impactos, além de estar em área menos vascularizada. A  dor quase sempre é vaga, podendo irradiar para o braço e pescoço, e aumenta com  a repetição de movimentos. Outra importante característica é a dor noturna, que  fica mais intensa com a pessoa deitada, independentemente da posição.</p>
<p>No estágio I da tendinopatia, que  em geral acomete jovens pela prática de atividade esportiva, o tratamento  clínico, com repouso do ombro, aplicação de gelo e analgesia costuma ser eficaz  na maioria dos casos. Em pacientes jovens, é recomendável a realização de  exames complementares para diagnóstico diferencial de tendinite calcárea  (deposição de cálcio dentro dos tendões), mais frequente nessa faixa etária.</p>
<p class="olho">Essa é a causa mais comum da síndrome do ombro  doloroso. Nos casos mais graves, só a cirurgia resolve.</p>
<p>Dos 40 aos 50 anos, tornam-se mais  comuns as tendinopatias do tipo II, resultantes de fibroses de processos  anteriores, tornando indicado o tratamento fisioterápico e medicamentoso com  antiinflamatórios. “Nesse estágio, a indicação de cirurgia não chega a 40% dos  casos”, explica o Dr. Benno.</p>
<p>A partir dos 50 anos de idade,  cresce a incidência de rupturas parciais e totais de um ou mais tendões. São as  tendinopatias do tipo III. Mesmo nessas situações a conduta clínica pode ser  eficiente em grande parte dos casos. “A cirurgia torna-se a conduta recomendada  quando a lesão atinge mais de 50% da espessura do tendão e não há boa resposta  ao tratamento clínico”, diz o Dr. Breno Schor, ortopedista do HIAE. Segundo  ele, se não for adequadamente tratada, as tendinopatias nesse estágio tendem a  evoluir para problemas mais graves, como a artrose, doença que provoca dores, perda  de força muscular e limitação de movimentos.</p>
<h3>Os benefícios da artroscopia</h3>
<p> Desde a década de 90, a artroscopia,  intervenção cirúrgica minimamente invasiva, é o recurso mais utilizado para a  reparação dos tendões. Com a evolução da técnica, o procedimento vem se  tornando cada vez mais cômodo para o paciente. Três ou quatro incisões com 4 a 5 milímetros cada  possibilitam ao cirurgião recolocar e fixar o tendão no ponto em que se soltou,  remover as lesões e os processos inflamatórios. Em geral, o procedimento dura  cerca de uma hora, e o tempo de internação não costuma superar um dia.</p>
<p>Tão importante quanto a cirurgia é  a reabilitação pós-operatória para o êxito da recuperação. O uso de tipoia será  necessário durante três a seis semanas. Aplicação de gelo e trabalho  fisioterápico, visando à cicatrização, recuperação dos movimentos e da força  muscular, começam a partir do 15º dia, estendendo-se por um período de três a  quatro meses, chegando a até cinco meses no caso de atletas. Além disso, aprender  a executar de forma adequada movimentos com potencial para causar lesões e  realizar um trabalho de aquecimento e alongamento de todos os grupos musculares  do ombro é a chave para evitar novas ocorrências.</p>
<p>De acordo com o Dr. Breno, a  cirurgia torna a anatomia do ombro melhor do que era antes da lesão. E, com um  trabalho de reabilitação pós-operatória bem executado, os resultados são  excelentes em mais de 90% dos casos. Ou seja, o indivíduo se livra da dor e do  desconforto e, em poucos meses, pode retomar todas as atividades de rotina. Sem  dúvida, são recursos importantes que a medicina oferece, bem-vindos para todos  os pacientes – inclusive aqueles que, por causa da profissão ou prática  esportiva, continuarão exigindo uma boa performance dos seus ombros.</p>
</div>
<div><b>Título:</b> Dor no ombro? Pode ser tendinopatia.</div>
]]></description>
      <author>Conta de Sistema</author>
      <pubDate>Fri, 07 Oct 2011 21:44:43 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>zumbido-nos-ouvidos</title>
      <link>http://www.einstein.br/pagina-einstein/Paginas/zumbido-nos-ouvidos.aspx</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Título:</b> Zumbido nos ouvidos</div>
]]></description>
      <author>Tiago Barbosa Ribeiro da Silva</author>
      <pubDate>Fri, 27 Apr 2012 12:24:37 GMT</pubDate>
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    </item>
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