<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137</atom:id><lastBuildDate>Mon, 06 Oct 2025 07:04:08 +0000</lastBuildDate><category>dependência</category><category>dependência química</category><category>drogas</category><category>papo sobre drogas</category><category>Dionísio Banaszewski</category><category>Psicólogo Dionísio</category><category>as drogas no centro do poder</category><category>artistas e as drogas</category><category>consumo de álcool</category><category>crack</category><category>debate sobre drogas</category><category>droga</category><category>informação</category><category>papo</category><category>psicólogo</category><category>álcool e violência</category><category>Ato Médico</category><category>CBN Curitiba</category><category>CBN Debate</category><category>Dionísio</category><category>apelo social ao consumo</category><category>artistas e o álcool</category><category>como lidar com a dependência química nas empresas</category><category>como saber se é preciso internar o paciente</category><category>compreensão do dependente químico</category><category>consumo de álcool nas empresas</category><category>cracolândia de Brasília</category><category>dependente químico não é coitadinho</category><category>dependência química nas empresas</category><category>dependência química nas escolas</category><category>dependência química no meio artístico</category><category>drogas e escola</category><category>drogas e papo</category><category>drogas em Brasilia</category><category>dúvidas.</category><category>falando sobre drogas</category><category>indivíduo</category><category>internação necessária</category><category>o inferno do crack</category><category>o poder das drogas</category><category>o problema das drogas</category><category>o que fazer quando é preciso internar o paciente</category><category>prevenção</category><category>prevenção ao uso de drogas</category><category>prevenção contra as drogas na escola</category><category>psicologia</category><category>quando é preciso internar o paciente</category><category>saúde</category><category>substâncias</category><category>tratamento</category><category>uso de drogas</category><category>vazio existencial</category><title>Papo sobre Drogas</title><description>Drogas e Dependência: Psicólogo Dionísio Explica</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-4814519658437327177</guid><pubDate>Mon, 08 Dec 2014 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-12-08T15:51:30.508-08:00</atom:updated><title>Por que tantas celebridades se envolvem com drogas e álcool?</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 13.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;São cada vez mais
comuns os boatos e as notícias sobre o envolvimento de famosos com drogas e
bebidas alcoólicas. Entenda por que isso acontece&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
O problema da
drogadição atinge a todas as camadas da sociedade, mas se torna mais visível
entre ícones por eles serem mais observados. Mas não é só isso. Especialistas
apontam outros motivos que fazem com que as chamadas celebridades acabem tendo
problemas com o uso excessivo de bebidas alcoólicas e drogas ilícitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Segundo o
médico José Carlos Vasconcelos, diretor clínico da Clínica Quinta do Sol, que
se dedica há 30 anos à orientação e tratamento contra o uso abusivo de álcool e
outras drogas, um dos motivos mais visíveis é a ilusão de tornar-se mais
criativo. “Muitos artistas se sentem obrigados a demonstrar genialidade,
criatividade, dar respostas com frases de efeito, mas nem sempre isso é da
natureza da pessoa. Então, muitos se jogam nas bebidas e nas drogas para tentar
“liberar” a criatividade”, exemplifica o especialista. Mas ele alerta que, além
de ineficaz, esse é um caminho perigoso. “Se as experiências parecerem
libertadoras, podem tornar-se repetitivas e levar a um caminho sem volta da
dependência química”, explica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Outro motivo
apontado pelo especialista é a frustração que muitos sentem ao perceber que há
muitas coisas que o dinheiro não compra. “Deparar-se com a solidão de um quarto
de hotel depois de ter sido assediado por muitos fãs provoca em muitas pessoas
uma sensação terrível de vazio, o que leva muitos a tentar buscar nas drogas um
preenchimento que não vem”, comenta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
O psicólogo
Dionísio Banazsewski, que se dedica à questão há mais de 25 anos e que
atualmente é consultor da Quinta do Sol, acrescenta: “Muitas ‘celebridades’
ficam deslumbradas com a fama repentina e não sabem lidar com isso. Acompanho
muitas histórias de jogadores de futebol, por exemplo, que se viram ricos e
famosos do dia para a noite, e acabam achando que usar álcool e drogas é
‘cool’, tem um certo glamour, mas isso tudo é ilusão e, no final das contas, só
lhes trazem problemas”, conta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A facilidade
de acesso às drogas é outro problema. No falso glamour da fama, o que não falta
é gente oferecendo álcool e drogas. “O fato de o álcool ser uma droga
socialmente aceita é um problema sério. A grande maioria das festas é regada a
muita bebida alcoólica, o que facilmente leva ao excesso e à busca por outras
drogas. A maconha e a cocaína estão entre as mais comuns”, comenta o psicólogo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Os dois
especialistas apontam que a pressão social que as chamadas celebridades sofrem
também os leva muitas vezes a cair nas drogas. “Eles se sentem na necessidade
de aparentar que estão sempre bem – isso é impossível, é um problema”, afirma o
médico José Carlos Vasconcelos. O psicólogo Dionísio completa: “Eles precisam
representar diferentes papeis, o que torna difícil – e por vezes frustrante – o
reencontro consigo mesmo”. “O álcool e a droga criam uma realidade paralela,
aparentemente confortável”, afirma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Exemplo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A glamourização
do mundo das celebridades tem provocado um grave problema social, na visão dos
especialistas. “Essas pessoas estão sempre em evidência e, por isso, são vistas
como exemplos por muita gente, especialmente os jovens. E os ídolos são quase
sempre imitados”, diz Vasconcelos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Dionísio destaca
como positivo o fato de que muitos artistas e atletas têm buscado tratamento
contra o uso abusivo de álcool e outras drogas. Mas ressalta que o cuidado deve
ser contínuo. “Todas as semanas vemos notícias sobre celebridades que
“venceram” o problema com as drogas. Temos que estar atentos com esse
comportamento efusivo de achar que o problema está resolvido. O dependente
químico precisa estar em constante acompanhamento, pois, infelizmente, as
recaídas são comuns&quot;, alerta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Sobre a Clínica Quinta do Sol&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A Clínica
Quinta do Sol está instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao
tratamento contra a dependência química e o alcoolismo. A clínica atende a
pacientes de todo o país e conta com profissionais de saúde especializados no
tratamento da drogadição, como médicos, psiquiatras, psicanalistas, psicólogos
e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Além do
tratamento de dependentes, a Clínica mantém grupos de orientação e reflexão
sobre o uso abusivo de álcool e outras drogas, como Alcoólicos Anônimos, Alanon
(para familiares), Alateen (para jovens) e outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/a&gt;
– (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;JORNALISTA ADRIANE WERNER&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/12/por-que-tantas-celebridades-se-envolvem.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-468738675166129141</guid><pubDate>Mon, 08 Dec 2014 23:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-12-08T15:50:47.227-08:00</atom:updated><title>AUMENTAM CASOS DE AFASTAMENTO DO TRABALHO  CAUSADO POR ÁLCOOL E DROGAS   </title><description>&lt;h2 align=&quot;center&quot; style=&quot;background: white; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 14pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;A cada mês, 3,5 mil pessoas são afastadas do trabalho por
problemas com álcool e drogas. A estimativa é do Ministério da Previdência, que
aponta que o número de afastamentos vem aumentando ano a ano.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; mso-ansi-language: PT;&quot;&gt;O número de pessoas que precisaram se afastar por
invalidez provocada por problemas com álcool e drogas em todo o Brasil pulou de
47.839, em 2012, para 52096 em 2013, segundo o Instituto Nacional de Seguridade
Social – INSS. Um crescimento de oito pontos percentuais. Mas o número
permanece em crescimento: até julho deste ano, 23.855 trabalhadores precisaram
se afastar por causa do vício. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; mso-ansi-language: PT;&quot;&gt;O que mais chama a atenção no levantamento do Ministério
da Previdência é que o maior motivo de afastamento não são as chamadas ‘drogas
pesadas’, como o crack e a cocaína, mas sim o álcool. O psicólogo Dionísio
Banaszewski, que trabalha há mais de 25 anos na orientação e combate ao uso de
drogas, afirma que o problema do álcool se avoluma porque não é percebido pela
sociedade. “O fato de a bebida alcoólica ser aceita socialmente – e até
incentivada – só agrava a questão”, comenta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; mso-ansi-language: PT;&quot;&gt;Dionísio, que é consultor da Clínica Quinta do Sol,
especializada na orientação e tratamento contra a drogadição, argumenta que é
na empresa que os reflexos do problema aparecem com maior nitidez –
absenteísmo, acidentes de trabalho, abandono do emprego, entre outras
consequências. Portanto, segundo ele, os trabalhos de prevenção também devem
ser intensificados nas organizações, o que tem acontecido de forma ainda
tímida. “O trabalho de conscientização deve ser contínuo e feito por
profissionais qualificados”, alerta o psicólogo, lembrando que há muitos casos
de pessoas bem intencionadas, mas pouco preparadas, fazendo palestras meramente
emocionais, que não chegam a promover resultados no objetivo de se evitar e
combater o uso e a dependência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 14.0pt; mso-ansi-language: PT;&quot;&gt;O diretor clínico da Quinta do Sol, o médico José Carlos
Vasconcelos, lembra ainda que, quando o trabalho de conscientização é bem feito
dentro das organizações, os resultados são realmente efetivos. “Temos estudos
que apontam resultados muito positivos, como o resgate de mais de dois terços
das pessoas que estavam se afundando no vício e foram recuperadas, além da
prevenção, que é mais difícil de ser mensurada. Pudemos perceber esses números
em pesquisas desenvolvidas dentro de empresas onde desenvolvemos programas
contínuos de conscientização”, exemplifica o médico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Sobre a Clínica Quinta do Sol&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A Clínica
Quinta do Sol está instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao
tratamento contra a dependência química e o alcoolismo. A clínica atende a
pacientes de todo o país e conta com profissionais de saúde especializados no
tratamento da drogadição, como médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Além do
tratamento de dependentes, a Clínica mantém grupos de orientação e reflexão
sobre o uso abusivo de álcool e outras drogas, como Alcoólicos Anônimos, Alanon
(para familiares), Alateen (para jovens) e outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/a&gt;
– (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;JORNALISTA ADRIANE WERNER&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/12/aumentam-casos-de-afastamento-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-8009166147643850994</guid><pubDate>Mon, 08 Dec 2014 23:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-12-08T15:49:20.846-08:00</atom:updated><title>Fim de ano é época de alerta para familiares e dependentes químicos</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Especialistas apontam
que a época das festas de final de ano é quando mais ocorrem as chamadas
recaídas de dependentes em tratamento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A
proximidade das festas de final de ano põe em alerta dependentes químicos,
familiares e profissionais da saúde que trabalham na orientação e tratamento
contra o uso abusivo de álcool e outras drogas. Confraternizações de empresas,
festas familiares, reuniões de amigos e eventos diversos muitas vezes são o
cenário perfeito para a recaída de dependentes em tratamento, bem como para
situações de risco para potenciais dependentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além disso,
outro fator agravante é o fato de essa ser uma época em que as pessoas costumam
ficar com a sensibilidade à flor da pele, com sentimentos de melancolia,
saudade, arrependimento por algo que as tenha afastado de pessoas importantes.
Como ficam fragilizados pelo sentimento, muitos buscam nas bebidas e drogas o
alívio para a dor da angústia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Por tudo
isso, familiares e pessoas próximas de dependentes ou potenciais dependentes –
pessoas que costumam abusar do uso de álcool ou que demonstram comportamento
suspeito do uso de drogas – devem ficar muito alertas. Sintomas como
agressividade, isolamento social e mudanças repentinas de humor são sinais que
devem chamar a atenção”, alerta o psicólogo Dionísio Banaszewski, consultor da
Clínica Quinta do Sol, que trabalha há mais de 25 anos com o tema. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O médico
José Carlos Vasconcelos, diretor clínico da Quinta do Sol, afirma que o cenário
social e os apelos da mídia reforçam esse clima. “Desde a decoração das casas e
das cidades até as propagandas na TV reforçam que as festas de Natal e passagem
de ano são momentos para serem curtidos em harmonia e em família. Por isso,
qualquer conflito familiar pode ser o estopim para crises de identidade e, com
isso, recaídas no uso de bebidas alcoólicas e outras drogas”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A depender
do tipo e da fase de tratamento que o dependente esteja enfrentando, a Clínica
também adota cuidados especiais na orientação dos pacientes, buscando maior
proximidade, compreensão e alerta. “O tratamento do dependente sempre tem que
considerar que a dependência é uma doença. Porém, nossa conduta jamais pode ser
de “passar a mão na cabeça” do doente ou de tirar dele a responsabilidade pelo
sucesso do tratamento”, explica Dionísio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM
CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;AW COMUNICAÇÃO: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Jornalista Adriane Werner: &lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/12/fim-de-ano-e-epoca-de-alerta-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-3328433055935999969</guid><pubDate>Thu, 09 Oct 2014 14:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-10-09T07:35:27.773-07:00</atom:updated><title>QUINTA DO SOL ABRE VAGAS PARA FORMAÇÃO NO TRATAMENTO DE DEPENDÊNCIAS</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZ8cWUkf_W_TP2kt6mTwQNdHWdLxssxm9eFbJDSB0YMvZRY9sXZzmVpXoaN3BUo5u_6Lvlmrm4gfGrPThmXBmL1WV9nWsTSV8KedMaMlmMmUGzRhNNsgoCVBEKqbOF6PswAcBavsioJKY/s1600/cartaz+resid%C3%AAncia.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZ8cWUkf_W_TP2kt6mTwQNdHWdLxssxm9eFbJDSB0YMvZRY9sXZzmVpXoaN3BUo5u_6Lvlmrm4gfGrPThmXBmL1WV9nWsTSV8KedMaMlmMmUGzRhNNsgoCVBEKqbOF6PswAcBavsioJKY/s1600/cartaz+resid%C3%AAncia.png&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;227&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/10/quinta-do-sol-abre-vagas-para-formacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZ8cWUkf_W_TP2kt6mTwQNdHWdLxssxm9eFbJDSB0YMvZRY9sXZzmVpXoaN3BUo5u_6Lvlmrm4gfGrPThmXBmL1WV9nWsTSV8KedMaMlmMmUGzRhNNsgoCVBEKqbOF6PswAcBavsioJKY/s72-c/cartaz+resid%C3%AAncia.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-6149887710825580616</guid><pubDate>Wed, 08 Oct 2014 23:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-10-08T16:01:17.552-07:00</atom:updated><title>DROGAS E ÁLCOOL ESTÃO LIGADOS A CASOS DE VIOLÊNCIA</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Indivíduos agressivos
tendem a se tornar ainda mais violentos quando ingerem bebidas alcoólicas ou
usam drogas, alertam especialistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os índices
crescentes de violência na Região de Curitiba têm posto em alerta autoridades
da segurança pública, da saúde e toda a sociedade. Boa parte dos casos
registrados de assassinatos e acidentes nos últimos meses está ligada ao
tráfico de drogas e ao abuso na ingestão de bebidas alcoólicas. A Região
Metropolitana tem registrado cerca de 130 assassinatos a cada mês, o que
representa um aumento de 12,5% em relação aos números de 2013. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;De acordo com o médico José Carlos
Vasconcelos, diretor da Clínica Quinta do Sol, em Curitiba, o álcool e as
drogas têm o poder de provocar no usuário “a liberação da autocensura” que lhe
faz perder a noção do limite, liberando os instintos mais violentos. “É comum a
pessoa alcoolizada querer demonstrar que é ‘valente’”, afirma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O psicólogo Dionísio Banazsewski,
consultor da Clínica, que atua no tratamento de dependentes químicos há mais de
25 anos, explica que, quando as pessoas estão em ambientes em que a bebida
“rola solta”, é comum até mesmo a competição para ver quem bebe mais. “O
indivíduo tende a querer mostrar para o grupo que é ‘forte’ para a bebida e que
não se altera com a ingestão de álcool”, comenta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas os especialistas alertam que a
bebida alcoólica age diretamente na área motora e emocional do indivíduo. Os reflexos
na área motora potencializam os riscos de acidentes no trânsito, enquanto os da
área emocional, que tiram a autocensura do cidadão, provocam o aumento dos
crimes violentos por motivos banais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Dionísio Banazsewski questiona as
ações do poder público na prevenção e no combate ao alcoolismo e à dependência
química de maneira geral. Ele afirma que não há medidas eficazes, especialmente
relacionadas ao consumo de bebidas alcoólicas. “Nem mesmo a fiscalização das
leis que já existem, como a da tolerância zero no binômio álcool e direção de
veículos, tem funcionado”. Enquanto o Poder Executivo falha na fiscalização e
punição ostensiva, o Legislativo, segundo ele, também deixa a desejar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Na visão do especialista, a
construção de políticas preventivas e de tratamento ainda está muito amadora e
teórica. “É preciso adotar um choque de gestão, envolvendo profissionais
competentes para discutir a questão e traçar planos de ação efetivos”,
argumenta o psicólogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sobre a Clínica Quinta do Sol&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguDdDj0lMkR26NDZ26OtjjLqp6GjM3TRcgN05onWQn3o_7JoKIC1P27F0nWmq7YX4zl7VeWjABYVgTjAthUYQ5gvlcT_LT0Ik5vag1RqxU1auj19MQtR93GX1YNNV1oxsDoe8dJ6cyYHA/s1600/imagem+a%C3%A9rea+cl%C3%ADnica.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguDdDj0lMkR26NDZ26OtjjLqp6GjM3TRcgN05onWQn3o_7JoKIC1P27F0nWmq7YX4zl7VeWjABYVgTjAthUYQ5gvlcT_LT0Ik5vag1RqxU1auj19MQtR93GX1YNNV1oxsDoe8dJ6cyYHA/s1600/imagem+a%C3%A9rea+cl%C3%ADnica.png&quot; height=&quot;86&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A Clínica
Quinta do Sol está instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao
tratamento contra a dependência química e o alcoolismo. A clínica atende a
pacientes de todo o país e conta com profissionais de saúde especializados no
tratamento da drogadição, como médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Além do
tratamento de dependentes, a Clínica mantém grupos de orientação e reflexão
sobre o uso abusivo de álcool e outras drogas, como Alcoólicos Anônimos, Alanon
(para familiares), Alateen (para jovens) e outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES E
AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;JORNALISTA ADRIANE
WERNER&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/10/drogas-e-alcool-estao-ligados-casos-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguDdDj0lMkR26NDZ26OtjjLqp6GjM3TRcgN05onWQn3o_7JoKIC1P27F0nWmq7YX4zl7VeWjABYVgTjAthUYQ5gvlcT_LT0Ik5vag1RqxU1auj19MQtR93GX1YNNV1oxsDoe8dJ6cyYHA/s72-c/imagem+a%C3%A9rea+cl%C3%ADnica.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-6327529042458476509</guid><pubDate>Fri, 26 Sep 2014 20:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-26T13:34:18.132-07:00</atom:updated><title>INVESTIR NA PREVENÇÃO É O MELHOR CAMINHO PARA EMPRESAS ATUAREM CONTRA O CONSUMO DE ÁLCOOL E DROGAS</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Empresas têm papel fundamental no combate ao consumo excessivo de bebidas
e outras drogas, já que o trabalho é um dos maiores símbolos da dignidade e
identidade humanas&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;As empresas têm investido cada vez
mais em programas de educação corporativa e capacitação técnica dos
colaboradores, mas poucas organizações já se deram conta da responsabilidade
que têm sobre os funcionários e suas famílias em um tema de grande importância:
consumo de drogas e bebidas alcoólicas. Estimativas da Organização Mundial da
Saúde apontam que pelo menos 10% dos trabalhadores das empresas consomem álcool
ou outras drogas em excesso e tendem desenvolver problemas com isso. No Brasil,
esses números são ainda maiores: trabalha-se com a média de 12 a 15% de pessoas
propensas à dependência química.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Os efeitos no trabalho são inúmeros. Segundo
dados do Institute for Substance Abuse Research apontam que pessoas que fazem
uso abusivo de álcool e outras drogas sofrem 3,5 vezes mais acidentes de
trabalho, têm 2,5 vezes mais faltas ao trabalho sem justificativas, têm a
capacidade produtiva reduzida a 67%, são sete vezes mais punidos por suas
lideranças, cinco vezes mais queixosos no trabalho, pedem três vezes mais
licenças médicas do que os colegas e usam oito vezes mais diárias hospitalares.
Metade das faltas e licenças médicas nas empresas são devidas ao uso de drogas
lícitas ou ilícitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Preocupada com esses efeitos, a
Federação das Indústrias do Estado do Paraná, por meio do SESI, lançou o “Cuide-se
Mais – Eixo de Prevenção ao Uso de Álcool e Outras Drogas” e vem desenvolvendo
uma série de ações em indústrias para conhecer a realidade prática e ajudar as
organizações a trabalharem o problema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiS02wAhYeW-ATXVZAGAXsvg4aOcxTlyb5fmMx2u9XOOm6zzuIdDCz3eKkKXUJhGF2pEDoTmVAugyWBGM3Mf7GBUWj7n-qV4t6-pgkBwPm7I5IY1-rnh2h60axnH6DnUlaVRoJ9mllCXfg/s1600/visita+FIEP+reduzida.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiS02wAhYeW-ATXVZAGAXsvg4aOcxTlyb5fmMx2u9XOOm6zzuIdDCz3eKkKXUJhGF2pEDoTmVAugyWBGM3Mf7GBUWj7n-qV4t6-pgkBwPm7I5IY1-rnh2h60axnH6DnUlaVRoJ9mllCXfg/s1600/visita+FIEP+reduzida.jpg&quot; height=&quot;213&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Nesta semana, a equipe do Cuide-se
Mais visitou a Clínica Quinta do Sol, especialista na orientação, prevenção e
tratamento de dependentes químicos. Segundo Fábio Fontoura, coordenador do
programa, a intenção com a visita foi conhecer o trabalho de referência
desenvolvido na Clínica para o estabelecimento de parcerias que visem a redução
do problema nas indústrias. “Viemos conhecer as melhores práticas e saber como
orientar as pessoas para os casos de internação”, afirmou Fábio. Ele considerou
interessante o trabalho desenvolvido na Clínica, especialmente por tratar as
pessoas de forma singular, analisando cada caso de maneira particular. A equipe
que visitou a clínica é formada por psicólogos, assistentes sociais e
profissionais da saúde que atuam na entidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O psicólogo Dionísio Banaszewski,
especialista no combate à dependência química, que trabalha há mais de 25 anos
tratando de pessoas com o problema, é consultor do Programa Cuide-se Mais do
SESI e também atua na Clínica Quinta do Sol. O especialista destacou a
importância da visita: “Quando as empresas assumem sua cota de
responsabilidade, podem atuar na prevenção, que é, sem dúvida, o caminho mais
acertado. A informação é a melhor arma contra o desenvolvimento da dependência
de álcool e drogas”, afirma o psicólogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“O problema do alcoolismo está muito
mais presente na sociedade do que as pessoas podem perceber”, lembra o
especialista. Nas organizações, os problemas começam a aparecer quando os
índices de absenteísmo (faltas) crescem. “Os funcionários faltam nas vésperas e
nas voltas dos feriados, no final e no começo da semana. Esse é um importante
sinal de alerta”, diz. Além do álcool, os problemas com as drogas ilícitas
também são crescentes. “Problemas com maconha, cocaína e outras drogas ilícitas
são mais visíveis em um público mais jovem”, explica, “enquanto o álcool está
presente desde a adolescência até a idade adulta”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O médico José Carlos Vasconcelos,
diretor da Quinta do Sol, defende que é por meio da troca de informações que se
dá o avanço no conhecimento. “É por isso que metodologias como a do ‘Alcoólicos
Anônimos’ (AA) dá certo, porque as pessoas são incentivadas a falar sobre seus
problemas, compartilhando experiências e informações. Nas empresas o efeito é o
mesmo: algum ouvinte que esteja prestes a desenvolver a dependência já se sente
alertado a cuidar do problema”, explica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sobre o Cuide-se Mais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Calibri;&quot;&gt;O
“Cuide-se+” coloca as indústrias como centros de irradiação de ações de
prevenção ao uso de álcool e de outras drogas. O programa atua em duas frentes:
consultoria para as indústrias que queiram um atendimento mais específico para
a sua realidade e o suporte às indústrias para ações institucionais na
comunidade. O objetivo é ajudar a reduzir os impactos negativos do álcool e
outras drogas na sociedade e no ambiente de trabalho, onde o uso destas
substâncias é responsável por queda na produtividade, aumento de faltas e de
custo às empresas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: Calibri;&quot;&gt;Sobre a Clínica Quinta do Sol&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Clínica Quinta do Sol está
instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao tratamento contra a
dependência química e o alcoolismo. A clínica atende a pacientes de todo o país
e conta com profissionais de saúde especializados no tratamento da drogadição,
como médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/investir-na-prevencao-e-o-melhor_26.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiS02wAhYeW-ATXVZAGAXsvg4aOcxTlyb5fmMx2u9XOOm6zzuIdDCz3eKkKXUJhGF2pEDoTmVAugyWBGM3Mf7GBUWj7n-qV4t6-pgkBwPm7I5IY1-rnh2h60axnH6DnUlaVRoJ9mllCXfg/s72-c/visita+FIEP+reduzida.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-4729790537388543949</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2014 14:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-11T07:55:21.788-07:00</atom:updated><title>Tratamento à Drogadição é tema de Congresso de Psicologia</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 13.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Especialista alerta
para a ineficiência das políticas públicas sobre drogas e lembra o papel da
família no enfrentamento à dependência&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A drogadição
foi um dos assuntos que mais chamaram a atenção no III Congresso Regional de
Psicologia e XXIIV Semana Acadêmica – Sociedade, Família e Psicologia,
promovido pelo Diretório Acadêmico da Univali, em Itajaí. O tema foi abordado
pelo psicólogo Dionísio Banazsewski, que representou a Clínica Quinta do Sol,
de Curitiba. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
O tema da
palestra do psicólogo, que trabalha há mais de 25 anos na orientação e
tratamento contra o uso abusivo de álcool e outras drogas, foi “Drogadição,
Família e Sociedade: Perspectivas de Cuidado”. O especialista alertou para a
ineficiência das políticas públicas com relação ao problema das drogas. Segundo
ele, falta principalmente investimento em prevenção. “Segundo a Organização
Mundial da Saúde, cada real investido em prevenção representa pelo menos cinco
de economia nos tratamentos de saúde. O mesmo se aplica à situação das drogas –
isso se a relação não for ainda maior”, comenta o psicólogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Outro ponto
importante destacado pelo especialista foi a importância do envolvimento de
profissionais especializados no tratamento da drogadição. “É preciso adequar os
sistemas de tratamento na busca da melhor metodologia para cada caso. A
qualificação dos profissionais irá melhorar os resultados e diminuir os custos
com tratamentos ineficazes”, explicou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A família é
ponto importante a ser trabalhado nos casos de dependência química. “A família
é a primeira célula social e uma das que mais sofrem os efeitos do uso abusivo
de drogas”, avalia o especialista. A psicologia costuma tratar a família inteira
nesses casos, porque compreende que a dependência química é uma doença social.
“Dizemos sempre que é a família toda que está doente”, diz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Mais de 300
pessoas acompanharam a palestra no Congresso, a maioria estudantes de
Psicologia. Dionísio Banazsewski elogiou a organização do evento e lembrou que
estudantes da área têm sido importantes na construção de uma nova forma de se
olhar a dependência química. “Além dos estudantes aqui da Univali, que
organizaram este evento grandioso, tenho conhecido outras iniciativas louváveis
que podem representar uma mudança importante na orientação e tratamento contra
o uso de substâncias psicoativas. É o caso, por exemplo, dos estudantes da
PUCPR, em Curitiba, que fazem parte da Liga da Farmacodependência e têm organizado
eventos importantes para discutir a questão”, concluiu. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Sobre a Quinta do Sol&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A Clínica
Quinta do Sol atua há trinta anos na orientação e tratamento contra a
dependência química. A instituição tem sede em Curitiba e promove também
reuniões de acompanhamento e orientação abertas ao público, com grupos de
Alcoólicos Anônimos (AA), Alanon (reuniões de apoio a familiares) e Alateen
(para jovens). Mais informações pelo telefone (41) 3267-6969. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.65pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;PARA
MAIS INFORMAÇÕES OU AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.65pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;AW
COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br - (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; line-height: 13.65pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;JORNALISTA
ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br - (41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/tratamento-drogadicao-e-tema-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-425668316050388952</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2014 14:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-11T07:54:48.642-07:00</atom:updated><title>O incompreendido drogado</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A dependência química
representa um dos principais problemas de saúde mental, física e social da
sociedade. O que pensar de uma pessoa que se prende ao uso de uma substância
(lícita ou não) e parece incapacitado de se libertar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #222222; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;Sua mente se mostra capturada pela compulsão e
prazer do uso (mente-capta). A dificuldade para pensar é imensa, os mecanismos
de defesa predominam, distanciando o indivíduo de si mesmo. O homem tende a
enxergar os problemas sempre fora dele mesmo, preferencialmente nos outros e se
distanciando perigosamente da verdade, da realidade e do autoconhecimento
necessário para o seu equilíbrio mental. O dependente químico torna-se um
‘expert’ neste campo, em que predominam as manipulações, que por sua vez o
afastam das pessoas mais significativas da sua vida, consequentemente agravando
sua relação com as drogas. Então, uma espécie de “Torre de Babel” toma conta da
vida do paciente e da sua família e, para piorar, frequentemente o quadro é
acompanhado pela desesperança e descrença nas mudanças necessárias para que
haja recuperação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;A internação – melhor seria a expressão ‘ação
interna’ – representa uma oportunidade e possibilidade real de olhar para o
interior do paciente. É um momento em que o “eu” em estado de intenso
sofrimento e confusão e necessitando de atenção recebe acolhimento humano,
afetivo, carinhoso e compreensivo. Assim, abrimos possibilidades para que algo
realmente aconteça no interior do indivíduo, um despertar de dentro para fora.
Antes adormecido no embalo de tranquilizantes, o indivíduo recebe então a
oportunidade para uma mudança real, através do conhecimento possível pelo
despertar do pensamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;Sabemos que o homem também pensa através da
falta, pela frustração da dor. A abstinência das drogas representa um momento
oportuno para o desenvolvimento desta condição, que precisa ser aproveitado em
favor do restabelecimento da saúde mental. Não existe tratamento mágico neste
campo. Nenhum remédio milagroso vai substituir este trabalho que implica na reconstituição
das relações humanas, da confiança, da seriedade, do respeito à verdade e da
busca incessante pelo despertar e autoconhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background: white;&quot;&gt;José Carlos Vasconcelos - diretor da Clínica
Quinta do Sol&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/o-incompreendido-drogado.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-1389801103416502753</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2014 14:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-11T07:54:10.454-07:00</atom:updated><title>DESCONTROLE EMOCIONAL E COMPORTAMENTO MANIPULADOR SÃO SINTOMAS DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i&gt;Especialistas alertam
que, assim como a febre e as dores são indícios de doenças do corpo, na
dependência química é preciso ficar atento aos sintomas de sociabilidade&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Muitos se
perguntam por que familiares de dependentes químicos demoram a perceber sinais
da doença. Além da própria dificuldade em acreditar e aceitar o problema, um
dos grandes motivos dessa “cegueira” é o fato de a dependência química não apresentar
sintomas físicos claros, como as doenças comuns. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
“No caso da
dependência química, os sintomas físicos demoram muito a aparecer aos olhos de
quem convive com o portador da doença”, alerta o psicólogo Dionísio
Banazsewiski, que atua há mais de 25 anos na orientação e combate ao uso de
drogas. Segundo ele, é preciso estar atento ao comportamento da pessoa em suas
relações sociais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
“Assim como,
nas doenças físicas, alguns sintomas são as dores e a febre, na dependência os
primeiros sinais são comportamentais”, explica. A doença se mostra por meio de
sintomas normalmente antissociais, como mentira, omissão, manipulação,
descontrole emocional, entre outros. “O comportamento do dependente ao mentir e
manipular é exatamente como a febre em uma doença comum”, afirma Dionísio, que
atua em parceria com a Clínica Quinta do Sol, em Curitiba.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Normalmente os
portadores desses sintomas são rotulados socialmente como “sem caráter”, “sem
vergonha”, “mentirosos” ou “sem palavra” – são pessoas consideradas sem força
de vontade ou ainda “de dupla personalidade”, e, por causa disso, são
marginalizados em seus relacionamentos. “Mas, ao invés de ajudar o doente,
esses comportamentos oportunizam mais e mais a busca pelo uso das substâncias
psicoativas, pois elas dão a sensação de conforto e acolhimento”, alerta o
médico José Carlos Vasconcelos, diretor da Clínica Quinta do Sol.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
OS dois
especialistas salientam o quanto é importante que as famílias percebam esse
comportamento manipulador e procurem, o mais cedo possível, auxílio especializado.
“Esse comportamento é um mecanismo de defesa inconsciente do dependente. É um
comportamento repetitivo e muito utilizado”, afirma Dionísio. “No entanto, só
um profissional qualificado e experiente no manejo da doença poderá
diagnosticar e orientar sobre o melhor caminho de tratamento a ser seguido”,
lembra Vasconcelos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
A dependência
química é uma doença sem cura - o que se busca é o comportamento de
abstinência. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, apenas um terço dos
portadores de dependência química se recuperam sem recaídas físicas, já que as
emocionais são inevitáveis. “A abstinência é a maior conquista e representa a
estabilização integral do paciente”, orienta o médico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;SOBRE A CLÍNICA QUINTA DO SOL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A Clínica
Quinta do Sol está instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao
tratamento contra a dependência química e o alcoolismo. A clínica atende a
pacientes de todo o país e conta com profissionais de saúde especializados no
tratamento da drogadição, como médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
PARA MAIS
INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTEVISTAS, ENTRE EM CONTATO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/b&gt; – &lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; – (41)
3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Jornalista Adriane Werner&lt;/b&gt; – &lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/descontrole-emocional-e-comportamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-1501453862236985231</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2014 14:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-11T07:53:38.720-07:00</atom:updated><title>ATLETAS CONTAM SUAS HISTÓRIAS COM O USO DE DROGAS PARA ALERTAR JOVENS SOBRE OS RISCOS DO VÍCIO</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;i&gt;O ex-jogador
Walter Casagrande Junior e o goleiro do Atlético-PR Rodolfo Alves de Melo
participam do lançamento do Programa Cuide-se + em Cascavel, promovido pelo
SESI-PR&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A tentação
do mundo das drogas ronda os jovens de todo o Brasil, que muitas vezes são
seduzidos pela ideia de “fugir da realidade” ou experimentar o prazer
desenfreado. Imagine, então, o quanto essa tentação ronda o mundo das
celebridades, artistas, atletas e pessoas de notoriedade social. Para alertar
sobre os riscos do uso abusivo do álcool e outras drogas, o SESI-PR reúne nesta
sexta-feira, em Cascavel, no Oeste do estado, dois atletas que viveram de perto
os problemas do vício e hoje estão em recuperação, o ex-jogador Walter
Casagrande Junior e o goleiro do Clube Atlético Paranaense Rodolfo Alves de
Melo. O evento também terá a participação do psicólogo Dionísio Banaszewski,
diretor do Atlético que atua na Clínica Quinta do Sol, em Curitiba, na
orientação e combate ao uso abusivo de álcool e outras drogas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
O objetivo
do encontro é que os jogadores contem suas experiências como forma de alerta a
outras pessoas, para que não caiam no mesmo problema. Casagrande teve problemas
sérios com o uso de cocaína, heroína e outras drogas, ficou internado para se
desintoxicar e até hoje mantém o tratamento, com acompanhamento psiquiátrico.
Para deixar sua história como legado e alerta, lançou o livro “Casagrande e
seus Demônios”. Rodolfo também optou por não esconder o vício, e sim
enfrentá-lo. Para isso, teve o apoio do Clube Atlético. O goleiro fez
tratamento e ainda hoje participa de reuniões e faz terapia, com o apoio também
da Clínica Quinta do Sol. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
O presidente do Sistema Fiep, Edson
Campagnolo, e o superintendente do Sesi no Paraná, José Antonio Fares, também
participarão do bate papo. Durante o evento também será assinado um termo de
parceria entre a Prefeitura de Cascavel, o Clube Atlético Paranaense e o Sesi
no Paraná para a realização do Sesi Atleta do Futuro em Cascavel, um programa
que desenvolve o hábito da prática esportiva, por meio de ações
socioeducativas, atendendo a crianças e adolescentes de todo o Estado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Foco
em prevenção na indústria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;O
“Cuide-se+” coloca as indústrias como centros de irradiação de ações de
prevenção ao uso de álcool e de outras drogas. O programa atua em duas frentes.
Uma é com consultoria para as indústrias que queiram um atendimento mais
específico para a sua realidade. Outra é suporte às indústrias para ações institucionais
na comunidade, a partir das escolas do entorno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;O
objetivo é ajudar a reduzir os impactos negativos do álcool e outras drogas na
sociedade e no ambiente de trabalho, onde o uso destas substâncias é
responsável por queda na produtividade, aumento de faltas e de custo às
empresas. O programa já foi lançado em todas as demais regiões do Paraná.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Lançamento
do programa Cuide-se+ em Cascavel&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;sexta-feira (08/08)&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Horário&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;:
14 horas&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;:
Sesi em Cascavel&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Endereço&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;:
Rua Heitor Stockler de França, 161 – Jardim Maria Luiza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;(TEXTO:
jornalista Adriane Werner (Assessoria de Imprensa Clínica Quinta do Sol) +
Assessoria de Imprensa FIEP).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;PARA
MAIS INFORMAÇÕES OU AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;AW
COMUNICAÇÃO: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;
– (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;JORNALISTA
ADRIANE WERNER: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;
– (41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/atletas-contam-suas-historias-com-o-uso.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-150697139981814693</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2014 14:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-11T07:52:37.729-07:00</atom:updated><title>MAIS DA METADE DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO SÃO CAUSADOS PELA INGESTÃO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Especialistas que trabalham com prevenção, orientação e tratamento de
dependentes químicos alertam que o álcool é um dos mais graves problemas
sociais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Você sabe o que é “binge drinking” ou
“beber em binge”? É o termo utilizado para se referir às pessoas que não têm o
hábito de beber, mas que, esporadicamente, bebem em grande quantidade. De acordo
com o psicólogo Dionísio Banaszewski, especialista em trabalhos de prevenção,
orientação e tratamento de dependentes químicos, essas situações são
responsáveis por grande parte dos acidentes de trânsito registrados em todo o
país. Estima-se que, nos finais de semana, pelo menos 400 pessoas morram em
acidentes de trânsito no Brasil. Cerca de 60% dessas mortes no trânsito são
causadas por imprudência devida ao consumo de bebidas alcoólicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para se reduzir esses números,
segundo o especialista, é preciso se investir em orientação e informação. Em
2003, quando presidiu o Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Dionísio
promoveu uma parceria entre o CRP-PR e varas de delito de trânsito para levar
orientação a pessoas que estavam sendo julgadas por crimes de trânsito. Em
quase a totalidade dos casos analisados, foi constatado que havia consumo de
bebidas alcoólicas. Pela relevância do trabalho desenvolvido, o CRP-PR foi
condecorado com menção honrosa no Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Dionísio atua junto à Clínica Quinta
do Sol, em Curitiba. A Clínica é pioneira no tratamento de alcoolismo e outras
drogas fora de instituição psiquiátrica e há mais de 30 anos se dedica ao
trabalho. De acordo com o diretor da Quinta do Sol, o médico José Carlos
Vasconcelos, em todos esses anos foi possível perceber o crescimento assustador
do uso social do álcool e seus efeitos nocivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Mas quando se leva informação às
pessoas, o comportamento muda”, garante o médico. Dionísio Banaszewski e José
Carlos Vasconcelos criticam a impunidade em relação aos crimes de trânsito no
Brasil. Na maioria das vezes, os causadores de acidentes pagam fianças e
permanecem em liberdade. Mesmo nos casos de maior visibilidade, em que a
sociedade toma conhecimento e manifesta indignação, as histórias raramente
terminam em punição exemplar, como prisão dos criminosos, por exemplo. “É
preciso fazer uma soma de trabalhos nas mais diferentes frentes, desde a
prevenção até a punição”, diz José Carlos. “Defendo a educação continuada, que
envolve orientação, fiscalização e punição nos casos de crimes”, acrescenta
Dionísio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Um exemplo negativo, segundo os
especialistas, é o fato de a lei permitir que os motoristas se neguem a fazer o
exame do bafômetro. “Quem não deve não teme. O bafômetro pode ser uma defesa
para quem não ingeriu bebidas alcoólicas, uma prova a seu favor. Mesmo que os
policiais tenham a chance de apontar outros indícios de que o sujeito consumiu
álcool”, argumenta o psicólogo Dionísio, defendendo mudanças na lei. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;SOBRE A CLÍNICA QUINTA DO SOL:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Clínica Quinta do Sol está
instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao tratamento da
dependência química e do alcoolismo, buscando promover o desenvolvimento e o
crescimento emocional do paciente. A clínica atende a pacientes de todo o país
e conta com profissionais de saúde especializados no tratamento da drogadição,
como médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO
DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;:
&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;JORNALISTA ADRIANE WERNER&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/mais-da-metade-dos-acidentes-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-249448797803623402</guid><pubDate>Thu, 11 Sep 2014 14:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-09-11T07:51:41.113-07:00</atom:updated><title>DEPENDÊNCIA QUÍMICA – quando o caminho é a internação do paciente</title><description>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Especialistas alertam que a internação é indicada em casos em que o
paciente e seu ambiente não dão conta de lidar com a doença&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A dependência química é uma doença
biopsicossocial, e também espiritual, que afeta não apenas o usuário de drogas
e álcool, mas também sua família e as pessoas que convivem com ele. Este
pensamento é o ponto de partida para a compreensão do contexto que envolve a
dependência, segundo o psicólogo Dionísio Banaszewski, que trata há mais de 25
anos da questão. Entendendo isso, é possível perceber que, nos casos de
intoxicações mais agudas e crônicas, em que o paciente não tem condições de
decidir por conta própria e precisa de proteção, a internação é a forma de se
garantir esse cuidado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para se entender os casos flagrantes
de quando o paciente precisa dessa atenção, o psicólogo resgata exemplos que
toda a sociedade tem acompanhado. “Veja o caso do jogador Casagrande, que foi
internado pela família e ficou sem contato com os familiares por sete meses, em
tratamento. Hoje ele assume publicamente a doença e tem o apoio dos amigos e
familiares. A abstinência é uma luta diária para o comentarista esportivo”,
conta o especialista. Em contraste, ele lembra a história da cantora Amy
Winehouse: “O pai da cantora relata que, quando ela estava internada, ele ficou
penalizado, acreditou nas promessas de que ela largaria o álcool e as drogas e
não percebeu que tratava-se de &lt;i&gt;manipulação,
&lt;/i&gt;um sintoma comum na doença dos usuários de drogas”. O resultado de ambos
também é de conhecimento público: o jogador permanece na luta, mas a cantora
recaiu e não sobreviveu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Dionísio Banaszewski é parceiro da
Clínica Quinta do Sol, em Curitiba, especializada na orientação e tratamento da
dependência química. A Clínica tem internos de ambos os sexos, de qualquer
idade. O tempo médio de internação é de seis semanas, em que os pacientes têm
atividades em período integral, com equipe multidisciplinar. “Mas o tratamento
não acaba aí. Claro que depende de cada caso, mas, passado o período de
internação, geralmente o paciente permanece ligado à instituição, participando
de grupos de apoio como Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, Alanon e
Alateen (para familiares e jovens) e voluntariado”, afirma o médico José Carlos
Vasconcelos, diretor clínico da Quinta do Sol. Além disso, a Clínica oferece
também a modalidade de hospital-dia, para acompanhamento dos pacientes que
receberam alta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;De acordo com os especialistas, o
primeiro passo é um bom diagnóstico biopsicossocial, com conhecimento e
profundidade, para saber até que ponto a doença já atingiu o indivíduo. “Na
maioria dos casos, quando surgem os problemas orgânicos e se instala a
dependência física, a situação já está caminhando do moderado para o grave”,
ressalta Vasconcelos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O psicólogo comenta que a dependência
química é um desafio constante para os profissionais das mais diversas áreas
que tratam a questão, desde os médicos, psicólogos e outros terapeutas e
tratadores. Portanto, há que se ter muita paciência e humildade para poder
ajudar na recuperação dos pacientes. “Há muitos profissionais da área que se
vestem de arrogância e acham que curam sozinhos seus pacientes. Mas se não
houver uma parceria muito solidária entre a família, o paciente e os
terapeutas, não haverá sucesso”, conclui o especialista. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
SOBRE A
CLÍNICA QUINTA DO SOL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A Clínica
Quinta do Sol está instalada em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao
tratamento contra a dependência química e o alcoolismo. A clínica atende a
pacientes de todo o país e conta com profissionais de saúde especializados no
tratamento da drogadição, como médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.clinicaquintadosol.com.br/&quot;&gt;www.clinicaquintadosol.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 3267-6969&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
PARA MAIS
INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; – (41)
3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;JORNALISTA ADRIANE WERNER&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/a&gt; –
(41) 9265-5858&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/09/dependencia-quimica-quando-o-caminho-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-4557590915667665068</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2014 18:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-07-14T11:57:44.214-07:00</atom:updated><title>Alcoolismo deve ser tratado de maneira crítica, mesmo na ficção</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Especialistas alertam que novela
ameniza o tratamento e pode iludir doentes e familiares. “O assunto deveria ser
tratado de forma mais aberta!”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 21.466665267944336px;&quot;&gt;(Adriane Werner - Assessoria de Imprensa)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 14pt; line-height: 21.466665267944336px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Seguidamente,
filmes, novelas e livros trazem personagens enfrentando o problema do
alcoolismo. Se, por um lado, isso é extremamente positivo para chamar a atenção
da sociedade para o problema, por outro, pode ser preocupante se o assunto for
tratado de maneira superficial. Na atual novela das 21h da rede Globo, “Em
Família”, por exemplo, o personagem Felipe (interpretado pelo ator Thiago
Mendonça) convive com o alcoolismo desde a adolescência e agora, na idade
adulta, o problema tornou-se ainda mais grave ao afetar sua atuação
profissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
O psicólogo
Dionísio Banaszewiski, que trabalha há mais de 20 anos com orientação,
tratamento e combate ao uso de drogas e álcool, alerta para os pontos positivos
e negativos da abordagem da novela. Segundo ele, que atua em parceria com a
Clínica Quinta do Sol, em Curitiba, o ponto mais positivo é a coragem de tratar
do assunto. “O fato de o álcool ser uma droga socialmente aceita torna o
enfrentamento da questão muito mais difícil. Quando a novela expõe o tema, a
sociedade passa a ver com olhos mais preocupados e isso é muito bom”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
O médico José
Carlos Vasconcelos, diretor da Clínica Quinta do Sol, levanta outro ponto
interessante da abordagem na novela: levantar a questão do problema do
alcoolismo entre os médicos. “É um problema crescente entre profissionais da
saúde. Nos últimos anos temos percebido um aumento sensível no número de
médicos que acabam também caindo no vício do álcool”, afirma o médico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Por outro lado,
a evolução do personagem na trama foi feita com alguns equívocos em relação ao
enfrentamento do alcoolismo. Por exemplo: desde o início da novela, Felipe já
tinha problemas com o álcool, quando era adolescente, mas a família não parecia
ver ou se preocupar com isso. Agora, quando ele já é adulto e enfrenta inúmeros
problemas por causa do alcoolismo, o assunto parece ser tratado de maneira
simplista. “Não sabemos quanto tempo ele ficou internado, a novela dá a
impressão de que foi um período curto. Depois da internação, ele apareceu
várias vezes abraçado a uma garrafa de vodca que escondia na cama – uma relação
doentia que precisa ser enfrentada com rigor. E agora ele tem convivido com
outros personagens que o provocam o tempo todo para beber – ora, não seria
interessante que tentassem ao menos poupá-lo?”, questiona o psicólogo Dionísio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Igualmente questionável,
segundo os dois especialistas, é o fato de as bebidas alcoólicas estarem
presentes em praticamente todas as situações sociais da obra de ficção. Há
outros personagens alcoólicos – como Viriato (vivido pelo ator Antonio Petrin),
pai da polêmica Shirley. Aliás, ela mesma está sempre tomando champanhe. O
advogado Nando (Leonardo Medeiros) também tem bebido além da conta. A médica
Silvia (Bianca Rinaldi), a fotógrafa Marina (Tainá Muller) e a assistente
Vanessa (Maria Eduarda de Carvalho) já vivenciaram escândalos em cenas em que
ficam bêbadas na novela. Tudo isso, segundo o psicólogo Dionísio, reforça a
ideia de a bebida ser socialmente aceitável e de que os problemas são amenos –
e não são. “O álcool precisa ser visto como algo perigoso, comparável a outras
drogas e que também provoca dependência. As obras de ficção poderiam fazer um
bom papel social ao abordar o tema de forma mais crítica”, argumenta
Vasconcelos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;SOBRE A CLÍNICA QUINTA DO SOL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Clínica Quinta do Sol está instalada
em Curitiba e há mais de 30 anos se dedica ao tratamento contra a dependência
química e o alcoolismo. A clínica atende a pacientes de todo o país e conta com
profissionais de saúde especializados no tratamento da drogadição, como
médicos, psicólogos e enfermeiros, entre outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE
ENTEVISTAS, ENTRE EM CONTATO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;AW COMUNICAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;
– &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.adrianewerner.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;www.adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 3082-8882&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Jornalista Adriane Werner&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;mailto:adriane@adrianewerner.com.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;adriane@adrianewerner.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt; – (41) 9265-5858&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2014/07/alcoolismo-deve-ser-tratado-de-maneira.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-5206181677480680174</guid><pubDate>Mon, 24 Sep 2012 00:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-09-23T17:13:07.901-07:00</atom:updated><title>CRACK- A METÁSTASE DA DROGA</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;h5 class=&quot;uiStreamMessage userContentWrapper&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:1,&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}&quot; style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 14px; margin: 0px 0px 5px; padding: 0px; word-break: break-word; word-wrap: break-word;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;messageBody&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;type&amp;quot;:3}&quot;&gt;CRACK – A METÁSTASE DA DROGA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Câncer é o sinônimo de doença terminal, por isso o paralelo ilustra bem como a sociedade vê é o crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como o que se percebe com relação ao tratamento do câncer: todos os que podem ser tratados preventivamente em geral não avançam, ou não acontecem. E outros quando diagnosticados a tempo, são tratados com sucesso, através de métodos cirúrgicos, quimio e/ou radioterápicos. No caso da drogadição, quando diagnosticado o uso abusivo do álcool, ou de qualquer outra droga ilícita em tempo, também se pode ter um prognóstico positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão da droga existem dois pontos a serem atacados: O primeiro é a oferta: os meios de comunicação nos bombardeiam diariamente com verdadeiras cenas cinematográficas. A guerra do mocinho contra o bandido, situações heróicas infindáveis, pois o comércio das drogas, tanto lícitas quanto ilícitas se reproduz como ratos. Pois existe um vasto manancial que os alimenta. Este manancial é o segundo tópico: a demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demanda se dá através do uso. E não podemos mais ficar cegos para a inexistência de políticas preventivas que discutam o álcool como a principal droga, que livremente se alardeia e divulga em plenas manhãs de domingo, em patrocínios nos principais programas esportivos, à disposição de todos os ouvintes ou telespectadores. E pasmem: Não vemos, nem ouvimos nenhum político enfrentando essa situação. “Por que será?” E esta é a droga que mais mata seres humanos na face da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, é necessário que a sociedade se conscientize de que hoje qualquer experiência emocional é abafada através de um psico-fármaco, que em grande parte é receitado sem um diagnóstico mais apurado. É uma forma de calar ou amansar a sociedade! E pasmem: também não vemos nenhuma política pública, ou político questionando essa situação. “Porque será?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois temos as drogas ilícitas ditas “leves, como a maconha, que está tão incorporada na sociedade, que ninguém mais dá atenção à ela, como se ela não fosse a desencadeadora do processo de inúmeros casos de psicoses e de um retardo na maturação emocional de seus usuários crônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chega o momento que grande parte dos usuários busca algo a mais. E esse algo a mais tem um nome: CRACK. E as crackolândias podem ser comparadas hoje aos leprosários de muito antigamente. O uso do crack no indivíduo pode ser comparado ao que descrevemos acima: Já é a metástase do uso da droga. Serão difíceis os casos de sucesso no tratamento, ou o tratamento vai requerer um investimento muito maior, tanto financeiro quanto profissional, para os quais o estado mostra-se limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos tenho discutido e proposto que o caminho de enfrentamento dar-se-á quando o poder público e a sociedade unidos enfrentarem de fato esse problema, com um verdadeiro choque de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dionisio Banaszewski Psicologo, Psicoterapeuta, Supervisor e Consultor&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;form action=&quot;https://www.facebook.com/ajax/ufi/modify.php&quot; class=&quot;live_419130324773872_316526391751760 commentable_item autoexpand_mode&quot; data-live=&quot;{&amp;quot;seq&amp;quot;:419266854760219}&quot; id=&quot;utlm6j022&quot; method=&quot;post&quot; rel=&quot;async&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;uiStreamFooter&quot; style=&quot;color: #999999; display: table-cell;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/form&gt;
</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2012/09/crack-metastase-da-droga.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-2329575357191708969</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-08T05:41:03.975-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ato Médico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saúde</category><title>artigo ATO MÉDICO – PSICÓLOGOS REALMENTE COMPROMETIDOS COM A ÉTICA PROFISSIONAL</title><description>Todos sabemos que os japoneses são os maiores consumidores de peixes do mundo. Em determinado momento foram diminuindo os peixes da costa e eles tiveram que passar a buscar em oceanos mais profundos. Mesmo contando com toda a infraestrutura em seus barcos pesqueiros, acontecia que os peixes chegavam abatidos e pouco oxigenados. Certo dia, um desses japoneses teve um insight: resolveu colocar um tubarão para nadar junto com os peixes nos tanques dos barcos. Os peixes, que não queriam ser devorados, foram obrigados a nadar com maior agilidade para se defender do tubarão. Dessa maneira, os peixes chegavam muito mais saudáveis aos portos. &lt;br /&gt;
A situação do Ato Médico, que tem sido mostrada pelos nossos representantes, dizendo que não seremos prejudicados, é o maior engodo que pode acontecer, pois nos coloca numa posição passiva, tanto em aspectos da Lei, quanto em aspectos práticos e culturais que são inerentes à sua aprovação. &lt;br /&gt;
Nos aspectos da Lei, precisamos compreender que, quando a lei do Ato Médico fala em privacidade no diagnóstico e prescrição nosológica, no seu artigo IV, está falando em todos os aspectos da saúde mental e da loucura. Isso se torna privativo do profissional da Medicina. Fica a pergunta: Qual a defesa que fazemos da sociedade quando permitimos que isso aconteça, já que hoje, nem a psiquiatria é mais psiquiatria, e sim psicofarmacologia? Devemos nos submeter a esse domínio psicotrópico? E até quando iremos permitir a invasão e a desqualificação de nossa profissão, com essa passividade que me parece conformista?&lt;br /&gt;
E não quero aqui fazer crítica pela crítica apenas, mas sim lembrar que em 2003 levamos o tema a discussão por duas vezes dentro da Assembleia Legislativa do Paraná, fazendo com que a PL25/2002 não se tornasse Lei.&amp;nbsp; E dessa vez nas negociações no Senado em Brasília, nossos representantes não têm se mostrado realmente comprometidos com a causa. É como se ignorassem a importância da clínica como um dos principais ramos de ação da Psicologia. Não vemos, em momento algum, mobilização legal de defesa dos nossos espaços. Isso também é uma responsabilidade de proteção da sociedade.&lt;br /&gt;
Está passando por debaixo dos nossos olhos a implantação do ATO MÉDICO, mesmo antes de ter sido aprovado e sancionado. Basta percebermos o funcionamento do Sistema Nacional de Saúde, tanto em nível público, quanto privado. Vejam o caso dos planos de saúde, em que os pacientes só podem ser encaminhados para atendimento psicológico, pela “autoridade” médica.&amp;nbsp; Me sinto envergonhado! Qual a ação de proteção à sociedade que está sendo feito junto à Agência Nacional de Saúde, órgão que regula tais planos?&lt;br /&gt;
Toda essa discussão nos leva a outro ponto que tem criado marcas culturais. De repente, esse nosso Complexo de Inferioridade e de omissão faz com que a sociedade acredite que realmente somos inferiores, pois sequer nos damos o direito de participar e exigir a nossa participação na construção das políticas públicas desse país. Na maioria das vezes nos limitamos a criticar, sem oferecer alternativas de soluções que são de nossa competência e de nosso conhecimento, aí vêm os outros e fazem ao seu modo.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Portanto, se não nos posicionarmos com o protagonismo que a Psicologia merece, seremos coadjuvantes dela mesma!&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES OU AGENDAMENTO DE ENTREVIITAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2012/02/artigo-ato-medico-psicologos-realmente.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-7066738081582816071</guid><pubDate>Tue, 08 Nov 2011 01:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-07T17:38:28.643-08:00</atom:updated><title>DROGAS: PODER PÚBLICO DEVE INVESTIR MAIS EM PREVENÇÃO DO QUE EM REPRESSÃO, DEFENDE ESPECIALISTA</title><description>Psicólogo alerta que as drogas estão em todas as classes, mas que os governos não atendem quem mais precisa – a periferia&lt;br /&gt;
“Dependência química é a doença mais democrática que existe. Pena que as autoridades não agem com a mesma democracia no combate e prevenção.” Com esta declaração, o psicólogo Dionísio Banaszewski, especialista na orientação, prevenção e combate ao uso de drogas, alerta para a importância de uma presença maior do poder público nas políticas de prevenção e combate às drogas, principalmente nos bairros mais pobres das cidades.&lt;br /&gt;
As drogas estão cada vez mais presentes em todas as classes sociais. Jovens ricos e pobres, de escolas particulares e públicas, são seduzidos a cada dia pelo tráfico e se envolvem com o uso de drogas lícitas e ilícitas. Mas quem mais sofre os efeitos desse alastramento são os mais pobres, segundo denuncia o especialista. “O sofrimento com as drogas é generalizado: famílias se desestruturam, a violência se espalha... Mas o problema é ainda mais sensível nas populações menos assistidas, porque boa parte das ações preventivas e de orientação não chegam até a periferia”, argumenta.&lt;br /&gt;
O especialista denuncia que o poder público, nas suas mais diversas esferas (federal, estaduais e municipais) ainda age muito no combate e pouquíssimo na prevenção ao uso de drogas. “Antes de ser um problema de polícia, as drogas são um problema social e cultural” comenta. “E o que primeiro chega às classes mais desassistidas é a repressão”, analisa. Dionísio defende que a melhor arma para se evitar o uso abusivo de álcool e drogas é a informação.&lt;br /&gt;
“Infelizmente, os dois últimos lugares a que chega o dependente químico são a Justiça e o psicólogo, quando deveria ser o contrário”, compara. Quando chega à Justiça, o dependente já cometeu algum tipo de delinquência que o levou às mãos da polícia. Se houvesse um trabalho preventivo, a violência não se instalaria, de acordo com a visão de Dionísio Banazsewski. Da mesma forma, a preparação psicológica deveria ser preventiva e para toda a família. “Infelizmente o que a gente vê são autoridades e profissionais envolvidos na questão falando em recuperação do usuário, sem sequer discutir a questão da prevenção. O trabalho preventivo é o único que pode, de fato, promover uma mudança cultural que leve à redução do problema social das drogas”, conclui o especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/11/drogas-poder-publico-deve-investir-mais.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-9166975650777583094</guid><pubDate>Sun, 06 Nov 2011 03:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-05T20:26:46.447-07:00</atom:updated><title>Política de drogas ilícitas na Alemanha</title><description>Em boa parte de estados alemães foram criadas po­­­líticas progressistas de drogas, muito mais humanas e respeitosas &lt;br /&gt;
A Universidade de Hamburgo promoveu recente curso sobre Tendências Criminológicas Contemporâneas, tendo como coordenador o respeitado criminólogo alemão Sebastian Scheerer. O objetivo deste escrito é apresentar uma síntese da política de drogas daquela cidade-Estado norte alemã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até dez anos atrás, tal política era semelhante à brasileira: combate violento ao tráfico, exclusão assistencial aos dependentes e pouquíssimos resultados efetivos na diminuição do consumo. Perceberam, todavia, que enquanto houvesse alguém da classe média ou alta a querer usar droga, haveria quem, normalmente da classe baixa, estivesse disposto a correr o risco de morrer para fornecê-la, em decorrência dos elevados ganhos econômicos que o tráfico propicia. Igualmente, alcançaram que estavam excluindo da proteção do Estado os dependentes, que eram obrigados a viver no submundo, na exclusão e na marginalidade. Além disso, aumentavam os casos de aids e hepatites, doenças que se transmite ao compartilhar seringas. Havia, ainda, preocupação com a exposição da polícia à corrupção, visto que essa tem de trabalhar de modo secreto, infiltrada, gerando amizades e comprometimentos de difícil retorno. Ademais, as ações violentas de lado a lado importavam em inúmeras perdas humanas, sem qualquer resultado concreto e efetivo. Constataram, igualmente, que muitos jovens acorriam às drogas em decorrência da proibição, pois têm uma propensão natural, especialmente na adolescência, à contestação e à transgressão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse complexo quadro, em boa parte de estados alemães foram criadas políticas progressistas de drogas, muito mais humanas e respeitosas da dignidade da pessoa, tal qual ocorreu, guardadas algumas diferenças, por outros países europeus, sem alarde ou propaganda, como os casos de Suíça, Holanda, Inglaterra e Portugal. Trata-se de uma mudança radical de enfrentamento. A despeito de não deixarem de criminalizar o tráfico, focam a ação no tratamento ao usuário. Assim, quando a polícia de Hamburgo encontra alguém com droga, há o encaminhamento desse cidadão a um espaço público, que depois de avaliação do caso, por equipe transdisciplinar, passa ele a dispor de um local para consumi-la livremente. Pode ele até receber – do Estado – drogas sintetizadas, como heroína e metadona, sem a exigência de qualquer contrapartida em relação ao seu vício. Caso o paciente queira deixar a dependência, também o Estado lhe presta todo o auxílio, inclusive com internação em clínica médica de desintoxicação, sem qualquer custo.&lt;br /&gt;
Trata-se de uma política que está enfrentando de modo mais racional a questão das drogas, sem o apego a falsos moralismos. Essa mudança, a despeito de encontrar resistência em setores mais conservadores, processa em Hamburgo uma grande revolução social, que vem promovendo paulatina diminuição do consumo e efetiva redução do tráfico de drogas, pois não há traficante que consiga competir com o fornecimento da droga pelo Estado; tirou dependentes da rua e os colocou em espaços públicos, com amplo monitoramento de saúde; reduziu os casos de intoxicação, problemas pulmonares e overdose, pois há efetiva atenção do Estado e a droga é pura, quando por esse fornecida; permitiu o retorno de dependentes ao trabalho, a despeito do uso que fazem, que fica estabilizado; vem reduzindo os casos de aids e hepatites, doenças mortais e que sempre estão próximas aos usuários, pois o Estado fornece gratuitamente seringas; vem fazendo com que os adolescentes tenham uma outra visão das drogas, não mais como algo glamouroso, pois as salas são espaços simples; diminuiu os crimes patrimoniais a níveis ínfimos, já que o dependente não mais precisa atacar o patrimônio alheio, nos momentos de crise de abstinência, para conseguir dinheiro; reduziu a violência policial em Hamburgo. Aliás, recente estatística anunciou que no ano de 2010, a polícia de toda a Alemanha desferiu 37 tiros contra alvos humanos, sendo apenas dez letais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe-se que a importação pura e simples de um padrão de política de um lugar para outro nem sempre propicia os resultados esperados. Todavia, a experiência de Hamburgo demonstra a necessidade de o modelo brasileiro ser repensado. É inadmissível persistir tanta violência, desatenção ao ser humano e falta de inteligência na atual política de drogas ilícitas do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luiz Fernando Tomasi Keppen, mestre em Direito pela UFPR, é juiz de Direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomei a liberdade de postar essa opinião por acha-la fundamental em nossas discussões e levanto alguns questionamentos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Qual a nossa realidade comparada à Alemanha?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Que passos temos que dar para implantarmos algo semelhante?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Tendo a nossa realidade cultural, latina programas como esse seriam possíveis?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;O nosso Governo esta apto a esse nível?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Fica o desafio para debatermos!!!</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/11/politica-de-drogas-ilicitas-na-alemanha.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-1752987943612567312</guid><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-03T12:54:47.523-07:00</atom:updated><title>DECISÃO DO STF CONFIRMA QUE DIRIGIR BÊBADO É CRIME, MESMO QUANDO O CONDUTOR NÃO PROVOCA ACIDENTES</title><description>Especialista no combate ao uso de drogas afirma que a decisão do STF deve servir de alerta para se trabalhar a prevenção ao uso de álcool&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A decisão do Supremo Tribunal Federal de negar habeas-corpus a um motorista da cidade de Araxá-MG, que foi flagrado dirigindo alcoolizado, está repercutindo em todo... o país. O motorista não causou acidentes, mas foi pego em uma fiscalização e denunciado por dirigir embriagado. A Defensoria Pública da União impetrou habeas corpus em favor do denunciado, mas o pedido foi negado pelo STF. O ponto alto da decisão, de acordo com o psicólogo Dionísio Banaszewski, especialista na orientação, tratamento e combate ao uso de drogas, é o fato de que, por si só, ela alerta para o fato de que dirigir sob efeito de bebida alcoólica é um crime, mesmo quando o motorista não se envolve em acidentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criminalizar a combinação álcool-direção é imperioso, segundo o especialista, porque chama a atenção de toda a sociedade para os riscos de se dirigir alcoolizado. “Não se pode afrouxar em relação a isso. Questionar essa perigosa combinação só quando há acidentes seria uma forma de tolerância inaceitável”, afirma Dionísio. O psicólogo lembra ainda que a decisão do STF deve ser interpretada também como uma chamada a toda a sociedade para a importância da prevenção. “É preciso investir mais em prevenção ao uso abusivo do álcool. É uma questão de mudança cultural que deve vir com um choque de informação: as pessoas precisam entender, de uma vez por todas, o risco que é dirigir sob efeito das bebidas”, argumenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O especialista defende que esse trabalho de prevenção deve ter envolvimento de todos os setores da sociedade, a partir da primeira escola. “A escola deve trabalhar a questão desde o ensino fundamental. As instituições sociais, igrejas, empresas... todos devem discutir de forma franca e transparente o problema do álcool e das outras drogas”, diz. E essa discussão profunda, segundo a visão do psicólogo, deve ser feita a partir de informações relevantes. “A informação é a maior arma contra o problema do álcool e das outras drogas. Mas é importante que as discussões tenham orientação de especialistas. Vemos muita gente bem intencionada, mas sem saber ao certo como agir contra o problema”, orienta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A base para o avanço na conscientização está na educação, segundo o especialista. “Basta olharmos a divulgação do ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) entre os países da América do Sul para percebermos que o combate a esses problemas sociais está entre os primeiros passos para o desenvolvimento. O Chile, primeiro colocado no ranking, vem combatendo o alcoolismo e a drogadição há muitos anos e já registrou avanços importantes. O Brasil está na sétima posição, atrás de Chile, Argentina, Uruguai, Venezuela, Peru e Equador”, conclui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464Ver mais</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/11/decisao-do-stf-confirma-que-dirigir.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-541580235466477176</guid><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 02:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-31T19:25:20.677-07:00</atom:updated><title>USO ABUSIVO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS DEVE SER ENCARADO COMO CASO DE SAÚDE PÚBLICA</title><description>.Psicólogo especialista no tratamento e orientação sobre consumo de drogas e álcool alerta que os efeitos sociais das bebidas são muito maiores do que se percebe &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que o uso nocivo do álcool causa cerca de 2,5 milhões de mortes por ano em todo o mundo. Dessas mortes, mais de 320 mil são de jovens entre 15 e 29 anos. A bebida alcoólica é responsável direta por 3,8% de todas as mortes registradas no mundo e por 4,5% dos casos de incapacitação. Nas Américas, e notadamente na América do Sul, o problema é ainda mais visível: o consumo de álcool é o principal fator de risco que contribui para morte prematura e incapacitação. A bebida alcoólica causa aproximadamente 9% das mortes nas Américas, enquanto o fumo causa cerca de 6%, a obesidade 5% e a hipertensão 4%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o psicólogo Dionísio Banaszewski, que há mais de vinte anos se dedica ao estudo, orientação e tratamento de usuários de drogas e álcool e seus familiares, afirma que os efeitos das bebidas alcoólicas são muito maiores do que se pode perceber à primeira vista. “Se analisarmos todos nos números de mortes no trânsito, em brigas, bares, discussões familiares... vamos perceber que boa parte delas tem como ponto de partida o consumo exagerado de álcool”, argumenta. “E, em grande parte, isso acontece pelo fato de o álcool ser aceito socialmente. Os jovens, por exemplo, são levados a beber até por autoafirmação, como forma de se engajar e ser aceito no grupo. Como todos bebem, ele se sente forçado a beber também”, comenta Dionísio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O especialista afirma que o consumo desmedido de álcool está no rol do que se chama “peste emocional” – para se pertencer a um determinado grupo, o indivíduo adota comportamentos típicos dessa “tribo”. O mesmo se pode dizer da busca exagerada pela beleza, pela magreza, o consumismo e outros comportamentos típicos da contemporaneidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa desenvolvida pelo Observatório Brasileiro de Informações Sobre Drogas, Obid, em 2005, aponta que 74,6% das pessoas afirmam já ter consumido bebida alcoólica no Brasil. Segundo o psicólogo, aproximadamente 1/3 dos consumidores começam a apresentar problemas derivados do consumo. Esses problemas tendem a se agravar, levando à dependência em aproximadamente 12% dos casos. Dionísio cita o estudo da pesquisadora Jandira Mazur, que afirma que um grande problema é perceber quando se passa de um grau a outro, ou seja, dos problemas do álcool à dependência da bebida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação para a prevenção é o melhor caminho para se evitar os problemas sociais do consumo exagerado do álcool. Dionísio Banaszewski lembra que a prevenção deve começar em casa, por exemplo com os pais retardando a possibilidade de acesso dos filhos à bebida alcoólica. “Ao invés de incentivarem os filhos a beber, os pais deveriam dificultar o acesso à bebida, não esperando que isso venha apenas de políticas públicas”, conclui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/10/uso-abusivo-de-bebidas-alcoolicas-deve.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-8607007018143374438</guid><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 02:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-31T19:17:07.000-07:00</atom:updated><title>MAIS DA METADE DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO SÃO CAUSADOS PELA INGESTÃO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS</title><description>Psicólogo que trabalha com prevenção, orientação e tratamento de dependentes químicos alerta que o álcool é um dos mais graves problemas sociais&lt;br /&gt;
Você sabe o que é “binge drinking” ou “beber em binge”? É o termo utilizado para se referir às pessoas que não têm o hábito de beber, mas que, esporadicamente, bebem em grande quantidade. De acordo com o psicólogo Dionísio Banaszewski, especialista em trabalhos de prevenção, orientação e tratamento de dependentes químicos, essas situações são responsáveis por grande parte dos acidentes de trânsito registrados em todo o país. Estima-se que, nos finais de semana, pelo menos 400 pessoas morram em acidentes de trânsito no Brasil. Cerca de 60% dessas mortes no trânsito são causadas por imprudência devida ao consumo de bebidas alcoólicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se reduzir esses números, segundo o especialista, é preciso se investir em orientação e informação. Em 2003, quando presidiu o Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Dionísio promoveu uma parceria entre o CRP-PR e varas de delito de trânsito para levar orientação a pessoas que estavam sendo julgadas por crimes de trânsito. Em quase a totalidade dos casos analisados, foi constatado que havia consumo de bebidas alcoólicas. Pela relevância do trabalho desenvolvido, o CRP-PR foi condecorado com menção honrosa no Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quando se leva informação às pessoas, o comportamento muda”, garante o psicólogo. Dionísio Banaszewski critica a impunidade em relação aos crimes de trânsito no Brasil. Na maioria das vezes, os causadores de acidentes pagam fianças e permanecem em liberdade. Mesmo nos casos de maior visibilidade, em que a sociedade toma conhecimento e manifesta indignação, as histórias raramente terminam em punição exemplar, como prisão dos criminosos, por exemplo. “É preciso fazer uma soma de trabalhos nas mais diferentes frentes, desde a prevenção até a punição. Defendo a educação continuada, que envolve orientação, fiscalização e punição nos casos de crimes”, afirma. Um exemplo da indignação do especialista é o fato de a lei permitir que os motoristas se neguem a fazer o exame do bafômetro. “Quem não deve não teme. O bafômetro pode ser uma defesa para quem não ingeriu bebidas alcoólicas, uma prova a seu favor. Por outro lado, não fazer o exame deveria ser visto como presunção de culpa”, argumenta, defendendo mudanças na lei. “Está mais do que na hora de nossos legisladores pensarem nisso”, alfineta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/10/mais-da-metade-dos-acidentes-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-349640330763326126</guid><pubDate>Wed, 28 Sep 2011 16:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-28T09:12:32.615-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">artistas e as drogas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dependência química nas escolas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">drogas e escola</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prevenção contra as drogas na escola</category><title>Prevenção contra as Drogas deve começar na Escola</title><description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Psicólogo defende a adoção de programas educacionais de prevenção às drogas desde o ensino fundamental &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das maiores falhas no combate ao alcoolismo e ao uso de drogas ilícitas está na falta de investimentos na prevenção. De acordo com o psicólogo Dionísio Banaszewski, especialista no combate à drogadição, famílias e escolas devem apostar desde cedo na informação como a principal arma contra as drogas. “Assim como na saúde geral, tudo o que é investido em prevenção contra o uso de drogas pode ser economizado no tratamento. Acredita-se que os investimentos em prevenção podem reduzir em pelo menos cinco vezes o que se gasta em tratamentos – que muitas vezes não alcançam sucesso”, salienta o especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escola pode ter papel fundamental nessa questão. As pessoas ainda têm no seu imaginário a ideia do traficante na porta da escola, seduzindo crianças. Essa é uma imagem ultrapassada, segundo o psicólogo, porque hoje o caminho é o da curiosidade, que faz com que, muitas vezes, as próprias crianças procurem experimentar bebidas e drogas – e o acesso é facilitado. Por isso, se as escolas investirem em informação para a prevenção, podem driblar a curiosidade dos estudantes desde cedo. Outro aspecto importante é que, quando a escola está atenta ao problema, os casos de uso de drogas são mais facilmente descobertos, estudados e tratados, antes que tomem proporções mais preocupantes, explica Dionísio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #0b5394;&quot;&gt;Trabalho profissional&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que o trabalho contra as drogas seja efetivo nas escolas, Dionísio Banaszewski defende que as instituições adotem programas específicos, com profissionais habilitados, ao invés de apenas sobrecarregarem mais os professores. “O professor, nesses casos, é um coadjuvante importante para fortalecer o combate, mas não pode ser responsabilizado pelo desenvolvimento de ações como palestras a apresentações de conteúdos de combate ao uso de álcool e drogas”, comenta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levar palestras esporádicas, contando experiências ou histórias de cunho meramente emocional, pode sensibilizar algumas pessoas, mas não chega a ser efetivo para a prevenção, de acordo com o psicólogo. Mas quando a escola adota programas continuados e abrangentes, atingindo todo o corpo funcional, desde os colaboradores até professores e estudantes, os resultados são mais significativos, garante o especialista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O psicólogo orienta profissionais que têm trabalhado em instituições de ensino, como universidades e escolas, promovendo ações de prevenção contra o uso abusivo de bebidas alcoólicas e drogas. No Colégio São José, na cidade de Porto União (SC), por exemplo, o programa continuado de combate ao uso de drogas já dura mais de cinco anos. Nesse período, foi possível ver mudanças comportamentais na comunidade, como, por exemplo, festas de debutantes sem bebidas alcoólicas. Os poucos problemas que surgiram no período foram diagnosticados e tratados rapidamente. “E o mais interessante é que, nos poucos casos que surgiram, os próprios estudantes buscaram ajuda, porque sabiam dos riscos a que estavam expostos”, comenta o psicólogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma pesquisa apresentada na Conferência Municipal de Saúde de União da Vitória (PR), município “gêmeo” de Porto União, em 2005, mostrou que a iniciação ao uso de bebidas alcoólicas chegou a atingir 98,6% em alunas do ensino médio de escolas particulares da região. Esses índices caíram para 54%, de acordo com pesquisa realizada em 2009, especificamente dentro do Colégio São José. Com base nesses números, Dionísio salienta a importância dos trabalhos de prevenção. “Está mais que comprovado que a prevenção é muito mais efetiva até mesmo que o tratamento. Infelizmente os tratamentos contra as drogas têm índice de sucesso de apenas 33%, sempre correndo o risco de recaídas. Já na prevenção, cuida-se do problema antes que ele se instale”, conclui o psicólogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/09/prevencao-contra-as-drogas-deve-comecar.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-8335109443494551514</guid><pubDate>Wed, 28 Sep 2011 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-28T09:09:27.532-07:00</atom:updated><title>PROIBIÇÃO DE VENDA DE BEBIDAS A MENORES DEVE INCLUIR MUDANÇA CULTURAL</title><description>&lt;em&gt;Psicólogo lembra que é preciso cobrar firmeza das autoridades, mas também atuar junto a organizações, escolas e principalmente as famílias&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vender bebidas alcoólicas a menores de idade é proibido, mas a pesquisa do Ibope publicada nesta semana mostra que adolescentes não têm a menor dificuldade em comprar e consumir bebidas em locais públicos. Quase metade dos jovens (49%) relata que é levada a beber por influência dos amigos, e a família aparece como segunda maior responsável. Para combater o problema, é necessário envolver instituições de trabalho, religiosas, sociais e a própria família. Esta é a linha de pensamento defendida pelo psicólogo Dionísio Banaszewski, que trabalha há mais de 20 anos no combate à dependência química. “Sem o envolvimento de toda a sociedade, não será possível encarar o problema”, salienta o especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato de a bebida alcóolica ser muito aceita socialmente é um dos problemas que levam ao alcoolismo, segundo o psicólogo. Não é de hoje que se sabe que o consumo de álcool não deve ser facultado a crianças e jovens. O psicólogo Dionísio lembra que, 500 anos Antes de Cristo, o filósofo Platão já alertava para os riscos do consumo precoce de bebidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O especialista alerta que a mudança de comportamento precisa começar na família, que deve evitar a iniciação ao consumo pelos jovens. De acordo com o psicólogo, falta também fiscalização para que, de fato, os jovens não tenham acesso ao álcool. “Não é difícil fiscalizar. Diversos países, inclusive o nosso vizinho Chile, conseguiram grandes avanços a partir da fiscalização rigorosa”, explica. “O Estado não pode ser omisso como tem sido. O problema não está sendo tratado como deveria. Não há regras rígidas, como horários de veiculação de propagandas”, exemplifica o psicólogo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dionísio defende que as propagandas não tenham apelo voltado a questões como virilidade, conquistas sexuais, sensualidade, pois a ligação desses temas é um incentivo subliminar ao consumo. “A ideia do consumo de bebidas é ligada à imagem de sucesso e popularidade, como se os consumidores pudessem se transformar em pessoas mais viris e de maior sucesso a partir do consumo”, critica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das situações em que os governos deveriam agir de maneira mais firme, segundo o especialista, é em relação ao consumo de bebidas alcoólicas em postos de combustíveis. “Os postos se tornaram pontos de encontro de pessoas que vão ali para beber, inclusive muitos dirigindo automóveis. Mesmo com a lei que proíbe o consumo de bebidas dentro dos postos, a situação continua preocupante. Há placas de alerta falando da proibição, mas, mesmo assim, o consumo rola solto na maioria dos estabelecimentos - inclusive por menores - pois não há fiscalização”, aponta o psicólogo. A lei, segundo Dionísio, deveria responsabilizar os donos dos estabelecimentos, como já acontece na Austrália, por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O psicólogo defende o que chama de “choque de gestão” que envolva a sociedade com seus organismos públicos e privados. “Somente com a ampla discussão e análise do tema é poderemos ter resultados a médio e longo prazos. Não adianta o Estado combater apenas as drogas ilícitas e mais letais, sendo que o problema se inicia, via de regra, em rodas sociais e até dentro de casa, quase sempre pelo álcool”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/09/proibicao-de-venda-de-bebidas-menores.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-8054345736916228508</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 23:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T16:04:33.722-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">como lidar com a dependência química nas empresas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dependência química nas empresas</category><title>COMO AS EMPRESAS DEVEM ENFRENTAR O PROBLEMA DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA?</title><description>COMO AS EMPRESAS DEVEM ENFRENTAR O PROBLEMA DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o enfrentamento, o caminho é a informação. Especialista alerta que os líderes devem encarar com firmeza, compreensão e respeito os casos de dependência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJKUjeu-IDS-2qP6YlfUi-r36dfMTXi2VvG6hCMtCyRVhDqAs3XpB04DGaIkhtgvLr0ihTA9has3rchCF_9ymHG2_5Dq1mt8nRP24VG2CFlwUo7wqVD-BOEzI0ED2yoH2w9fGNFkscNPk/s1600/foto+Dion%25C3%25ADsio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400px&quot; rba=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJKUjeu-IDS-2qP6YlfUi-r36dfMTXi2VvG6hCMtCyRVhDqAs3XpB04DGaIkhtgvLr0ihTA9has3rchCF_9ymHG2_5Dq1mt8nRP24VG2CFlwUo7wqVD-BOEzI0ED2yoH2w9fGNFkscNPk/s400/foto+Dion%25C3%25ADsio.jpg&quot; width=&quot;266px&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimativas em todo o mundo dão conta de que pelo menos 10% das pessoas que estão inseridas no mercado de trabalho enfrentam ou poderão enfrentar problemas com dependência de álcool e outras drogas. No Brasil, os números são ainda mais alarmantes. Apesar de não haver estatísticas oficiais a respeito da questão, estima-se que cerca de 13% dos trabalhadores vivam com o estigma da dependência. Para as empresas, o problema se reflete na queda da produtividade, acidentes de trabalho, rotatividade acentuada e absenteísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o psicólogo Dionísio Banaszewski, que trabalha há mais de vinte anos no tratamento de dependentes químicos, pode-se dizer que o problema bate às portas de todas as empresas. “As empresas que não têm diretamente em seus quadros colaboradores dependentes químicos podem ter nos familiares deles. Todos conhecem de perto pessoas que vivem problemas com álcool ou outras drogas”, afirma o psicólogo. E então, como enfrentar esse problema dentro do trabalho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o especialista, as empresas devem estar atentas aos sinais emitidos pelos colaboradores, mas sempre com o respaldo de uma visão profissional. “Quando há um profissional destinado a essa função ou uma consultoria especializada, o problema é visto e trabalhado da forma correta”, diz. Ele alerta que ainda há muitos casos de organizações que não atentam para a questão e tentam trabalhar a drogadição de forma apenas entusiástica e heroica. “Palestras ou depoimentos levados em reuniões ou encontros nas empresas são feitos com muito boa vontade, mas é preciso sempre a orientação de um profissional para a abordagem completa da questão”, lembra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dionísio argumenta que fazer a correta gestão para a saúde é uma forma de manter a empresa saudável. Muitas vezes é a empresa que deve orientar o colaborador sobre a necessidade de um tratamento. Quando isso ocorre, a organização tem a grande oportunidade de conquistar o real comprometimento do trabalhador. “Quanto mais comprometido com o tratamento, mais envolvido ele também estará com sua atuação profissional”, explica o especialista. “A empresa deve lidar com o problema, mas também com os devidos limites a serem adotados”, destaca Dionísio. “A saúde dá os limites à doença. Somente uma pessoa saudável pode envolver-se adequadamente no trabalho”, conclui. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/09/como-as-empresas-devem-enfrentar-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJKUjeu-IDS-2qP6YlfUi-r36dfMTXi2VvG6hCMtCyRVhDqAs3XpB04DGaIkhtgvLr0ihTA9has3rchCF_9ymHG2_5Dq1mt8nRP24VG2CFlwUo7wqVD-BOEzI0ED2yoH2w9fGNFkscNPk/s72-c/foto+Dion%25C3%25ADsio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-1243651666837601865</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 23:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T16:01:42.220-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consumo de álcool</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dependência</category><title>EMPRESAS DEVEM ATUAR NA ATENÇÃO E PREVENÇÃO AO CONSUMO DE ÁLCOOL E DROGAS</title><description>Sinais da dependência química demoram a aparecer no trabalho, mas empresas que atuam diretamente no problema obtêm excelentes resultados, diz especialista&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alterações no comportamento profissional estão entre os últimos sinais de problemas quando um indivíduo está desenvolvendo dependência de drogas ou de bebidas alcoólicas. Mas, segundo o psicólogo Dionísio Banazsewski, que trabalha há mais de 20 anos no combate à dependência química, quando os sintomas começam a chegar ao trabalho, é porque, quase sempre, o problema já está instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por isso que os líderes das organizações devem estar atentos aos primeiros sinais de problemas com os colaboradores. O sintoma mais evidente de que a dependência de álcool e outras drogas está se instalando é o absenteísmo – o funcionário começa a faltar ao trabalho. “Num primeiro momento, as faltas são nas sextas-feiras, segundas-feiras, vésperas ou logo após um feriado, e também logo depois de receber os salários. Mas quando o problema se agrava, a pessoa começa a faltar até mesmo no meio da semana, por causa da dependência”, explica Dionísio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro sintoma importante é a distração, que só é percebida quando chega a causar acidentes de trabalho ou queda na produção e na qualidade do serviço. “A perda de atenção é como um ‘devaneio’, que faz com que a pessoa se desligue do que está fazendo. A intoxicação, mesmo depois de passado algum tempo da ingestão de álcool ou outras drogas, provoca perturbação das reações e comportamentos”, diz o psicólogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, quando as organizações estão atentas e desenvolvem ações de atenção e prevenção, os índices de sucesso costumam ser altos. “Reconhecer o problema é a melhor forma de tratá-lo e, nas empresas, os resultados são surpreendentes, porque normalmente conseguem maior comprometimento dos envolvidos, que não querem perder seus empregos, porque isso representa sua dignidade”, analisa o especialista. De acordo com Dionísio Banazsewski, os índices de recuperação de um dependente, quando as ações se dão no emprego, chegam a 2/3. “Nos casos tradicionais, a Organização Mundial da Saúde trabalha com índices de recuperação de cerca de apenas 1/3. Portanto, é possível conseguir mais do que o dobro de sucesso quando há o envolvimento da empresa”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as empresas, reconhecer os problemas das pessoas com álcool e drogas, para poder ajudá-las no tratamento, não é apenas um ato de solidariedade com os funcionários, mas sim uma ação em benefício dela própria. “As empresas perdem com absenteísmo, perdem mais ainda com acidentes de trabalho e, quando chegam a perder as pessoas, precisam investir ainda mais esforços e recursos na contratação e formação de novos talentos”, conclui o psicólogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/09/empresas-devem-atuar-na-atencao-e_14.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2770831962942704137.post-4105061929049754744</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 21:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-05T14:14:33.218-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consumo de álcool</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">consumo de álcool nas empresas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">álcool e violência</category><title>Empresas devem atuar na atenção e prevenção ao consumo de álcool e drogas</title><description>Sinais da dependência química demoram a aparecer no trabalho, mas empresas que atuam diretamente no problema obtêm excelentes resultados, diz especialista&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alterações no comportamento profissional estão entre os últimos sinais de problemas quando um indivíduo está desenvolvendo dependência de drogas ou de bebidas alcoólicas. Mas, segundo o psicólogo Dionísio Banazsewski, que trabalha há mais de 20 anos no combate à dependência química, quando os sintomas começam a chegar ao trabalho, é porque, quase sempre, o problema já está instalado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por isso que os líderes das organizações devem estar atentos aos primeiros sinais de problemas com os colaboradores. O sintoma mais evidente de que a dependência de álcool e outras drogasestá se instalando é o absenteísmo – o funcionário começa a faltar ao trabalho. “Num primeiro momento, as faltas são nas sextas-feiras, segundas-feiras, vésperas ou logo após um feriado, e também logo depois de receber os salários. Mas quando o problema se agrava, a pessoa começa a faltar até mesmo no meio da semana, por causa da dependência”, explica Dionísio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro sintoma importante é a distração, que só é percebida quando chega a causar acidentes de trabalho ou queda na produção e na qualidade do serviço. “A perda de atenção é como um ‘devaneio’, que faz com que a pessoa se desligue do que está fazendo. A intoxicação, mesmo depois de passado algum tempo da ingestão de álcool ou outras drogas, provoca perturbação das reações e comportamentos”, diz o psicólogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, quando as organizações estão atentas e desenvolvem ações de atenção e prevenção, os índices de sucesso costumam ser altos. “Reconhecer o problema é a melhor forma de tratá-lo e, nas empresas, os resultados são surpreendentes, porque normalmente conseguem maior comprometimento dos envolvidos, que não querem perder seus empregos, porque isso representa sua dignidade”, analisa o especialista. De acordo com Dionísio Banazsewski, os índices de recuperação de um dependente, quando as ações se dão no emprego, chegam a 2/3. “Nos casos tradicionais, a Organização Mundial da Saúde trabalha com índices de recuperação de cerca de apenas 1/3. Portanto, é possível conseguir mais do que o dobro de sucesso quando há o envolvimento da empresa”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as empresas, reconhecer os problemas das pessoas com álcool e drogas, para poder ajudá-las no tratamento, não é apenas um ato de solidariedade com os funcionários, mas sim uma ação em benefício dela própria. “As empresas perdem com absenteísmo, perdem mais ainda com acidentes de trabalho e, quando chegam a perder as pessoas, precisam investir ainda mais esforços e recursos na contratação e formação de novos talentos”, conclui o psicólogo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA MAIS INFORMAÇÕES E AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS, ENTRE EM CONTATO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AW COMUNICAÇÃO: www.adrianewerner.com.br – (41) 3082-8882&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JORNALISTA ADRIANE WERNER: adriane@adrianewerner.com.br – (41) 8863-0464</description><link>http://paposobredrogas.blogspot.com/2011/09/empresas-devem-atuar-na-atencao-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Psicólogo Dionísio Banaszewski)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>