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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;AkICRX8ycCp7ImA9WhRUGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815</id><updated>2012-01-29T17:56:04.198-08:00</updated><category term="PRIMEIRO DIA DE AULA" /><category term="branca de neve" /><category term="texto" /><category term="cantigas" /><category term="Educação Física" /><category term="gincana" /><category term="festa do livro" /><category term="jogral" /><category term="modelo" /><category term="portifolio" /><category term="Rubem Alves" /><category term="Luís Fernando Veríssimo" /><category term="quadrilha" /><category term="olimpiadas" /><category term="Dislexia?" /><category term="poema" /><category term="formatura" /><category term="MURAL" /><category term="mensagem" /><category term="arte" /><category term="ATIVIDADES" /><category term="projeto" /><category term="natal" /><category term="FICHA AVALIATIVA" /><category term="teatro" /><category term="dinamica" /><category term="FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO" /><category term="IDEIAS" /><category term="texto reuniao" /><category term="DATAS COMEMORATIVAS ANUAIS" /><category term="Consciência Negra" /><category term="Ficha de auto-avaliação" /><category term="desenhos para colorir" /><category term="maternal" /><category term="pedagogico" /><category term="deslexia" /><category term="Planejamento anual" /><category term="artigo" /><category term="BOLETIM" /><category term="relatório" /><category term="plano de aula" /><category term="Dislexia" /><category term="Bullying?" /><title>PARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS</title><subtitle type="html">ARTIGOS DIVERSOS SOBRE EDUCAÇAO FAMILIA ,ATIVIDADES , PROJETO ESCOLARES E MUITO MAIS .ACREDITO QUE COMPARTILHAR É A ARTE DE SABER VER A NECESSIDADE DO MEU PRÓXIMO E AJUDÁ-LO NO QUE PUDER....</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>1626</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PartilhandoIdeiasEIdeais" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="partilhandoideiaseideais" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DE4BQ3cycCp7ImA9WhRUF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-3486512560987220082</id><published>2012-01-28T13:42:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T13:42:32.998-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T13:42:32.998-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ATIVIDADES" /><title>Brincadeiras do tempo da vovó</title><content type="html">Brincadeiras do tempo da vovó &lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-olOEQVr5d7I/TyRrwkdMlnI/AAAAAAAAF5w/gr1rw_WxC4s/s1600/choro.gif" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="213" width="194" src="http://1.bp.blogspot.com/-olOEQVr5d7I/TyRrwkdMlnI/AAAAAAAAF5w/gr1rw_WxC4s/s400/choro.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Julia Rocha camargo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem muita diversão gostosa e estimulante para SEUS ALUNOS, curtir nos dias de chuva ou, só para variar, resgatei  algumas do fundo do baú, para ele brincar sozinho ou em grupo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amarelinha &lt;br /&gt;
idade: a partir de 5 anos em diante &lt;br /&gt;
participantes: uma ou mais crianças&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para aumentar ou diminuir a dificuldade do jogo em função da idade, você pode propor mudar o tamanho do diagrama e algumas regras do jogo, como, por exemplo, pisar ou não no inferno. Em vez de dez retângulos iguais, trace um de cada tamanho. Experimente fazer uma amarelinha gigante, com quinze ou mais "casas". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenhe o diagrama no chão. O jogador fica no céu e lança uma pedra ou outro objeto mirando no número 1. Se acertar, pula colocando um pé no número 2 e outro no 3. Pula de novo com um pé só no número 4 e assim por diante, até chegar ao final. Atenção para nunca pisar no inferno. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jogador volta, pulando em cada casa, e abaixa um pouco no número 2 para pegar a pedra que ficou no número 1, pulando, em seguida, para o céu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começa tudo de novo mirando a pedra no número 2. A brincadeira continua até o jogador atingir o último número 10. Se errar, ele passa a vez para o próximo companheiro. Quando volta, começa daquele ponto. Se o jogador estiver brincando sozinho, quando ele errar, deve recomeçar do número 1. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Barra-manteiga &lt;br /&gt;
idade: a partir de 7 anos &lt;br /&gt;
participantes: no mínimo, seis crianças&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças devem ficar separadas em dois times, mais ou menos a uns 5 metros de distância um do outro. Os jogadores formam uma linha e estendem as mãos para a frente, com as palmas voltadas para cima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jogador vai até o time adversário e bate levemente com a palma da mão direita nas mãos dos jogadores aguardando com os braços estendidos. De repente, dá um tapa bem mais forte n a mão de alguém e corre de volta para o seu lado do campo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O escolhido tem que correr atrás do adversário e tentar pegá-lo. Se conseguir, leva o jogador para a sua equipe e vai bater nas mãos do outro time. Se não conseguir, recomeça a bater nas mãos dos adversários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ganha o time que estiver mais completo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Peteca &lt;br /&gt;
idade: a partir de 7 anos &lt;br /&gt;
participantes: duas ou mais crianças &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na faixa dos 7 anos as crianças já possuem maior controle corporal e se interessam pela atividade. As regras devem ser fixadas levando-se em conta a idade das crianças; assim, quanto menores, menos regras. O objetivo do jogo é bater e rebater a peteca, sem deixá-la cair. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Passa-anel &lt;br /&gt;
Idade: a partir de 5 anos (este é um jogo bem feminino) &lt;br /&gt;
participantes: no mínimo, quatro crianças &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro passo é escolher quem vai ser a "passadora". Ela deve ocultar o anel (ou outro objeto pequeno) entre as mãos fechadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As jogadoras ficam uma ao lado da outra com as palmas encostadas como as da passadora do anel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela passa as suas mãos no meio das mãos de cada uma das participantes, deixando cair o anel na mão de uma delas, sem que ninguém perceba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final, a "passadora" pergunta a uma delas com quem ficou o anel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se acertar, será a nova passadora; senão, pagará o castigo que as outras decidirem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A passadora repete a pergunta. Quem acertar se encarregará de passar o anel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Pula-sela &lt;br /&gt;
idade: a partir de 5-6 anos &lt;br /&gt;
participantes: no mínimo, três crianças &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma criança se inclina e as outras, em fila, vão pulando por cima dela apoiando as mãos espalmadas nas costas da sela (criança abaixada). Após pular todas, também se inclina para que as outras crianças a pulem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Atividades com sucatas &lt;br /&gt;
idade: a partir dos 5 anos&lt;br /&gt;
participantes: uma criança ou mais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pouco de cola aqui, um recorte ali, um barbante para amarrar... Como num passe de mágica, caixas de papelão viram castelos e cidades, latas vazias se transformam em carrinhos, caixas de ovos emprestam suas ondulações para o corpo de um enorme jacaré. Repleto de cores, texturas e formas, esse material descartável do dia-a-dia desperta a imaginação e a criatividade das crianças para o infinito, e além. Veja as sugestões e junte o material para o seu filho. Ele só vai precisar de tesoura (prefira as de ponta arredondada), cola e, se quiser, tintas para dar acabamento. Para começar, proponha um tema. Depois, deixe a fantasia rolar solta.&lt;br /&gt;
•  Adesivos, algodão, argolas, areia &lt;br /&gt;
•  Baldes, barbante, botões, bijuterias, bandejas de papelão &lt;br /&gt;
•  Cabos de vassoura, caixas vazias (de brinquedo, sapatos, pasta de dente, sabonetes, remédios), caroços, copos plásticos &lt;br /&gt;
•  Discos antigos, dinheiro antigo &lt;br /&gt;
•  Embalagens de diferentes tamanhos &lt;br /&gt;
•  Estopas &lt;br /&gt;
•  Flores e folhas secas, fantasias &lt;br /&gt;
•  Garrafas de plástico de diferentes tamanhos &lt;br /&gt;
•  Isopor &lt;br /&gt;
•  Jornais e revistas &lt;br /&gt;
•  Lápis, latas de diferentes tamanhos &lt;br /&gt;
•  Meias &lt;br /&gt;
•  Palitos de churrasco e de dente, fósforos &lt;br /&gt;
•  Pedras, papéis, pregadores &lt;br /&gt;
•  Réguas, rolhas &lt;br /&gt;
•  Saquinhos, serpentinas &lt;br /&gt;
•  Tampas de caneta, lata, xampu, pasta de dente &lt;br /&gt;
•  Tubos de papelão, plástico &lt;br /&gt;
•  Varetas, velas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brincadeiras :&lt;br /&gt;
Você já brincou de pular corda ? É muito divertido ! E, mais divertidas ainda são as outras brincadeiras que dá para inventar com uma corda. Aí vai um exemplo : &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
  - Cobrinha : &lt;br /&gt;
        Duas crianças sacodem a corda, fazendo ondulações como se fosse uma cobra. Outras crianças pulam enquanto as &lt;br /&gt;
ondas vão ficando cada vez mais altas. Ganha quem conseguir pular por mais tempo sem esbarrar na corda !! &lt;br /&gt;
        Vamos lá ! Chame os amiguinhos e divirtam-se ! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Killer (assassino), ou Detetive : &lt;br /&gt;
        Vamos precisar de 5 ou mais amiguinhos ! &lt;br /&gt;
            Façamos um papelzinho para cada participante. Num escrevemos "K" (killer), no outro "D" (detetive) e nos demais "V" (vítima). Dobre-os igualmente e cada jogador deve pegar um sem deixar ninguém ver o que tirou ! &lt;br /&gt;
            O assassino (quem tirou a letra "K") tem que piscar disfarçadamente para os outros. A v'tima ("V") recebe a piscada, diz "morri" e sai da brincadeira. O detetive ("D") deve desmascarar o killer prestando atenção em todos os jogadores. &lt;br /&gt;
            A brincadeira termina quando o detetive descobre o assassino e diz "preso em nome da lei", ou quando acabam as vítimas, aí o vencedor é o Killer ! &lt;br /&gt;
            Olho vivo !!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amarelinha (academia, escada, macaca, sapata)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro desenhe no chão um diagrama como este aí ao lado. Quem for jogar fica no inferno e lança uma pedra, mirando no número 1. Se acertar, pula num pé só no número 2 e depois no 3. Em seguida, pula colocando um pé no número 4 e outro no 5 (as asas). Pula de novo com um pé só no número 6 (o pescoço) e pisa com os dois pés no céu (que também é chamada de lua). &lt;br /&gt;
Para voltar, faz a mesma coisa, abaixando um pouco no número 2 para pegar a pedra que ficou no número 1, pulando depois para o inferno. Começa tudo de novo, só que dessa vez, tem de mirar a pedra no número 2 e pular num pé só direto no número 3. E assim vai a brincadeira, até que o jogador erre e passe a vez para o próximo companheiro. Quem sai do jogo, quando volta, começa de onde errou. &lt;br /&gt;
Você também pode jogar amarelinha sozinho. Quando errar, recomece do número 1. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Boca-de-Forno &lt;br /&gt;
Escolha antes quem vai ser o mestre. Ele é quem começa a brincadeira, dizendo frases que todo mundo tem de responder, assim:&lt;br /&gt;
- Boca de forno ?&lt;br /&gt;
- Forno. &lt;br /&gt;
- Tirando bolo ? &lt;br /&gt;
- Bolo !&lt;br /&gt;
- Maracujá ? &lt;br /&gt;
- Já ! &lt;br /&gt;
- Seu rei mandou perguntar !&lt;br /&gt;
- O quê ? &lt;br /&gt;
- Se fazem tudo o que ele mandar ?&lt;br /&gt;
- Tudo !&lt;br /&gt;
- E quem não fizer ?&lt;br /&gt;
- Ganha bolo !&lt;br /&gt;
- Seu rei mandou dizer para ... &lt;br /&gt;
E aí, vem a ordem, que todo mundo tem de cumprir. Normalmente, o mestre pede para buscar alguma coisa, como uma flor ou uma pedra. O primeiro que trouxer fica livre, o resto toma bolo, que são tapas na mão de vários tipos.&lt;br /&gt;
Tem bolo frio (leve), morno (médio), quente (forte), de passarinho (beliscão de leve), de pai (bem forte) e de mãe (bem livre). Quem escolhe que bolo cada um vai tomar é o ganhador, que vira mestre na próxima jogada. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Passa-Anel (anelzinho, jogo-do-anel) &lt;br /&gt;
Antes de tudo, escolha quem vai ser o passador de anel. Ele põe o anel (ou outra coisa pequena) entre suas mãos, que estão encostadas uma na outra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os outros jogadores ficam um ao lado do outro, com as palmas das mãos encostadas como as do passador de anel.&lt;br /&gt;
O passador passa as suas mãos no meio das mãos de cada um dos jogadores, deixando cair o anel na mão de um deles sem que ninguém perceba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando tiver passado por todos os jogadores, o passador pergunta a um deles: "Quem ficou com a anel ?". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se acertar, é o novo passador. Se não, paga a prenda (castigo) que os jogadores mandarem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O passador repete a pergunta até alguém acertar. Quem acerta é o novo passador. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Mamãe-posso-ir? &lt;br /&gt;
Primeiro trace duas linhas no chão, com uns 8m de distância entre elas. Alguém é escolhido para ser a mamãe e fica numa das linhas, de costas para os jogadores. Os outros ficam na outra linha, um do lado do outros. &lt;br /&gt;
Um por um, os jogadores tentam chegar à mamãe, perguntando "mamãe posso ir?". &lt;br /&gt;
A mamãe, que está de costas, responde dando ordens que o jogador tem que seguir. Alguém tem de ser o juiz, para ver se as ordens vão ser cumpridas direito. &lt;br /&gt;
Se ela mandar dar passos de formiguinha, o jogador dá passos bem pequenos. Passos de canguru são pulinhos. Se ela disser dar passos de cachorro o jogador tem de andar de quatro. A mamãe pode mandar anda pra frente ou para trás, quantos passos ela quiser. &lt;br /&gt;
Os jogadores também podem combinar outros tipos de passos. Ganha quam chegar primeiro até a mamãe.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
João Bobo &lt;br /&gt;
Um criança fica no centro, entre dois amigos ou amigas, sendo um na frente e outro atrás.&lt;br /&gt;
O do meio, com os pés unidos e fixos no chão, se deixa empurrar para a frente e para trás. É apoiado com segurança, cada vez por um dos parceiros, que depois o conduz novamente à posição vertical.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Cabra-Cega (cobra-cega, pata-cega, galinha-cega) &lt;br /&gt;
Todo mundo forma uma roda e fica de mãos dadas. Quem for escolhido pra ser a cabra-cega fica com os olhos vendados e vai para o meio da roda. A cabra tem de agarrar alguém da roda, que não pode ficar parada: quem estiver do lado para onde a cabra estiver indo foge, quem está do outro lado avança. &lt;br /&gt;
Se a cabra-cega for esperta, consegue pegar alguém que está atrás dela. Se a corrente da roda quebrar, o jogador que estiver do lado esquerdo de quem soltou a mão fica sendo a cabra, e a brincadeira começa de novo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-3486512560987220082?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NcjV4lK2iehIAGtTCD5SZPUG1dM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NcjV4lK2iehIAGtTCD5SZPUG1dM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NcjV4lK2iehIAGtTCD5SZPUG1dM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NcjV4lK2iehIAGtTCD5SZPUG1dM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3486512560987220082?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3486512560987220082?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/brincadeiras-do-tempo-da-vovo.html" title="Brincadeiras do tempo da vovó" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-olOEQVr5d7I/TyRrwkdMlnI/AAAAAAAAF5w/gr1rw_WxC4s/s72-c/choro.gif" height="72" width="72" /></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QAR388fCp7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-5991311510282504774</id><published>2012-01-27T17:49:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T17:49:06.174-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T17:49:06.174-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>OS 3 EIXOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL</title><content type="html">OS 3 EIXOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O currículo da Educação Infantil está estruturando em 3 eixos básicos:&lt;br /&gt;
→ o brincar&lt;br /&gt;
→ o movimento&lt;br /&gt;
→ o conhecimento de si e do outro&lt;br /&gt;
Berçário&lt;br /&gt;
OBJETIVOS CONTEÚDOS&lt;br /&gt;
# Incentivar as vocalizações e as silabações da criança e outros sons da linguagem imitando-a e levando-a a fazer auto-imitação;&lt;br /&gt;
# Acompanhar linguagem verbal;&lt;br /&gt;
#  Aceitar que fale errado, mas repetir de forma correta o que falou;&lt;br /&gt;
# Desenvolver hábitos sociais (cumprimentar na chegada e despedir-se na saída);&lt;br /&gt;
# Falar com diferentes entonações de voz para a criança imitar.                 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Expressão Oral&lt;br /&gt;
# Acompanhar a linguagem de gestos;&lt;br /&gt;
# Solicitar verbalmente que realize uma ação dentro do seu contexto;&lt;br /&gt;
# Dar ordens simples, uma de cada vez para que a criança a realize;&lt;br /&gt;
# Estimular a criança a expressar suas vontades combinando gestos com palavras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Expressão Corporal&lt;br /&gt;
# Mostrar objetos às crianças e ajudá-las na movimentação do mesmo para tomar a forma dos mesmos;&lt;br /&gt;
# Brincar com a criança levando-a a imitar atitudes da vida diária;&lt;br /&gt;
# Acompanhar músicas infantis com gestos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dramatização&lt;br /&gt;
# Colocar a criança em frente ao espelho pedindo que mostre alguns elementos do seu corpo;&lt;br /&gt;
# Estimular a aprendizagem dizendo para a criança para que serve seu pezinho, sua mão, seus olhos... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecimentos do Corpo&lt;br /&gt;
# Proporcionar que ouça músicas, versinhos infantis;&lt;br /&gt;
# Tocar músicas calmas na hora de dormir para que a criança tenha um sono mais tranquilo. &lt;br /&gt;
Hábitos de saúde mental&lt;br /&gt;
# Mostrar objetos familiares dizendo seu nome e falando sobre eles, estimulando a visão e a audição;&lt;br /&gt;
# Oferecer revistas e livrinhos com gravuras de objetos familiares;&lt;br /&gt;
# Oferecer variedades de objetos multicoloridos e de várias texturas para a criança segurar;&lt;br /&gt;
# Oferecer à criança quando pequena a estimulação tátil; segurando-a no colo, para tocar, afagar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimulação dos órgãos do sentido&lt;br /&gt;
# Brincar de esconde-esconde;&lt;br /&gt;
# Bater palmas acompanhando as canções;&lt;br /&gt;
# Desenvolver hábitos sociais (jogar beijinhos). &lt;br /&gt;
Expressão Corporal&lt;br /&gt;
# Brincar com brinquedos onde a criança possa puxar o cordão;&lt;br /&gt;
# Empurrar e puxar caixas e outros objetos. &lt;br /&gt;
Movimento com o corpo em atividades amplas&lt;br /&gt;
# Manipular os blocos lógicos ou materiais que possibilitam agrupamentos. Sereações Variadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERNAL “A”        DE 2 A 3 ANOS&lt;br /&gt;
OBJETIVOS CONTEÚDOS&lt;br /&gt;
# Incluir um alimento de cada grupo na alimentação diária, ensinando hábitos de higiene e boas maneiras durante as refeições. &lt;br /&gt;
Boas maneiras&lt;br /&gt;
# Procurar somar as diferenças alimentares incentivando o consumo de frutas, legumes e verduras. &lt;br /&gt;
Alimentação&lt;br /&gt;
# Estimular a formação de hábitos de higiene e corporal, ambiental e alimentar. Higiene: maneira correta de escovação, após as refeições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Desenvolver a habilidade de apresentar idéias e saber ouvi-los, ampliando o vocabulário da criança, favorecendo seu relacionamento social. &lt;br /&gt;
Expressão oral&lt;br /&gt;
# Executar movimentos com o corpo e membros superiores e inferiores. Movimentos com o corpo e membros (andar, subir, enrolar-se, correr, puxar, empurrar, arrastar).&lt;br /&gt;
# Expressar-se corporalmente, oralmente e através de grafismos. Expressão corporal, oral e através de grafismo (rabiscar, folhar, imitar, contar, dançar, conversar).&lt;br /&gt;
# Criar hábitos de socialização, higiene mental e física. Saúde mental e física (ouvir, emprestar, usar o vaso sanitário, vestir-se).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Desenvolver a capacidade de interagir no meio, reconhecendo hábitos e normas. Socialização, independência no comportamento (localizar-se no ambiente, conhecer as pessoas de convívio diário, controlar as emoções e sentimentos aceitando a ausência dos pais durante o período que permanece na escola).&lt;br /&gt;
# Identificar e classificar através de comparações. Órgãos do sentido: tamanho, cor, forma, posição, espessura, maior, menor.&lt;br /&gt;
# Identificar e diferenciar os fenômenos da natureza. Fenômenos da natureza: chuva, sol, vento, nuvem...&lt;br /&gt;
# Identificar e diferenciar semelhanças e diferenças entre os animais. Tipos de animais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERNAL “B”                                DE 3 A 4 ANOS&lt;br /&gt;
OBJETIVOS CONTEÚDOS&lt;br /&gt;
# Desenvolver hábitos de higiene e alimentação correta e balanceada com frutas, verduras e legumes;&lt;br /&gt;
# Praticar boas maneiras em diferentes situações do dia-a-dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hábitos de higiene, alimentação e boas maneiras.&lt;br /&gt;
# Permitir a criança o próprio reconhecimento em frente ao espelho, identificando seus membros. Conhecimento de si mesmo e do próprio corpo.&lt;br /&gt;
# Desenvolver atividades de comando (sentar, gritar, pular) ajudando no senso de percepção e atenção. Atividades de ordens simples.&lt;br /&gt;
# Oportunizar a criança momentos de contos, tanto histórias vividas ou lúdicas, com cantigas de roda. Interpretação e dramatização.&lt;br /&gt;
# Executar movimentos com braços e pernas, desenvolvendo a habilidade motora num todo (pular, correr, andar, chutar, arrastar, puxar, atirar). &lt;br /&gt;
Movimentos com o corpo. Atividades motoras amplas.&lt;br /&gt;
# Desenvolver atividades que desenvolvam os pequenos músculos (rasgar, picotar, estalar dedos). &lt;br /&gt;
Atividades motoras finas.&lt;br /&gt;
# Reconhecer o valor das amizades, desenvolvendo assim a participação no grupo que ajuda a controlar a ausência dos pais acostumando a criança na permanência na escola. &lt;br /&gt;
Interpretação e socialização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Expressar pensamentos em sequencia lógica, acompanhando ritmos, comparando cores, etc. Atividades sensoriais, sequência lógica.&lt;br /&gt;
# Desenvolver a atenção, a discriminação visual, através de desenhos, tempo e outros materiais disponíveis. &lt;br /&gt;
Relação visual.&lt;br /&gt;
# Identificar sabores, comparando-os em doce, salgado, azedo, amargo. Relação gustativa.&lt;br /&gt;
# Reconhecer objetos por meio de sensações táteis, evocando a memória e a imaginação. Relação tátil.&lt;br /&gt;
# Desenvolver através de brincadeiras de relação tátil, o senso de pesado, leve, grande e pequeno. Tamanho e peso.&lt;br /&gt;
# Identificar e imitar objetos e animais, ou pessoas existentes no meio. Jogos de imitação.&lt;br /&gt;
# Descobrir semelhanças e diferenças entre as diferentes formas geométricas. Formas geométricas.&lt;br /&gt;
# Desenvolver o senso auditivo, discriminando vários tipos de sons e ritmos. Audição.&lt;br /&gt;
# Reconhecer o ambiente em sua volta, identificando suas dependências. Percepção visual.&lt;br /&gt;
# Identificar as estações do ano, relacionando com acontecimentos referentes a cada um;&lt;br /&gt;
# Desenhar e escrever do jeito que a criança sabe.&lt;br /&gt;
Diferenciar desenhos da escrita. &lt;br /&gt;
Estações do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Conhecer as cores primárias, (azul, vermelho, amarelo).&lt;br /&gt;
# Ajuntar / separar, abrir / fechar, encaixar os objetos. &lt;br /&gt;
Cores primárias.&lt;br /&gt;
# Conceituar: maior/menor, grosso/fino, cheio/vazio, áspero/liso, duro/mole, quente/ frio, dentro/fora, depressa/devagar, rápido/lento, alto/baixo, leve/pesado, etc. &lt;br /&gt;
Tamanho, cor, forma, posição, espessura, comprimento.&lt;br /&gt;
# Comparar seres e objetos colocando-os em ordem e graduando-os de acordo com suas diferenças.&lt;br /&gt;
# Desenvolver a criatividade (inventando histórias, dramatizando, fazendo construções, pintando, desenhando, dançando, cantando). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Classificação e seriação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO&lt;br /&gt;
 Organizar a sala em áreas é, então, muito importante, pois favorece a movimentação das crianças e sua participação em atividades que venham ao encontro de seus interesses. Essa divisão atende, ainda, a própria diversidade das ações das crianças, que, em geral, alternam seu engajamento, em momentos diversos, na busca da satisfação de suas necessidades de desenvolvimento e conhecimento.&lt;br /&gt;
 Neste tipo de trabalho os professores observam permanentemente a atuação de cada criança e ao mesmo tempo dos diversos grupos, a fim de oferecer novos materiais, desafios, ou situações capazes de enriquecer as experiências e ampliar os conhecimentos em jogo. Alguns cuidados especiais se fazem necessários no sentido de imprimir ao dia-a-dia uma dinâmica flexível, que dê conta de atender aos interesses individuais, à turma como um coletivo e aos objetivos da proposta:&lt;br /&gt;
 # não é preciso que as crianças realizem todas as atividades nem utilizem todos os materiais todos os dias.&lt;br /&gt;
 # simultaneamente, é preciso evitar que determinadas crianças se fixem em certas áreas ou materiais e desistem daqueles em que sentem dificuldades (o apoio), o incentivo e a relação afetiva firme e segura da professora são fundamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organização da sala&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área Movimentada&lt;br /&gt;
Canto da dramatização (ou casinha de boneca)&lt;br /&gt;
# bonecos, mamadeiras, chupeta;&lt;br /&gt;
# utensílios de cozinha;&lt;br /&gt;
# roupas, sapatos, pintura cosmética;&lt;br /&gt;
# pente, escova, espelho, fantasias, retalho, máscaras, fantoches;&lt;br /&gt;
# blocos de construção;&lt;br /&gt;
# blocos de madeiras de diferentes tamanhos;&lt;br /&gt;
# transporte (carros ou sucatas);&lt;br /&gt;
# caixas e latas de produtos comercializados (sucata em geral). Água e areia (podem estar no pátio externo);&lt;br /&gt;
# recipiente de formas e tamanhos variados (baldes, regadores, forminhas);&lt;br /&gt;
# tubos de plásticos transparentes, colheres, potes, jarros;&lt;br /&gt;
# objetos de madeira, metal, etc.&lt;br /&gt;
OBSERVAÇÃO: mesmo que a água e a areia estejam num pátio externo é importante reservar um local onde os materiais são guardados depois de usados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Música e Movimento:&lt;br /&gt;
# instrumentos musicais (industrializados e feitos pelas crianças).&lt;br /&gt;
# rádio, vitrola, bolas, petecas (mesmo se só usados fora da sala podem ser guardados numa caixa ampla disposta na área movimentada).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área Semimovimentada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recorte e colagem&lt;br /&gt;
# caixa de madeira com divisórias contendo figuras, palitos, tiras, barbantes, retalhos, botões, sementes, tampinhas, caixas de fósforo, etc...&lt;br /&gt;
# tesoura, pincéis, colaboração;&lt;br /&gt;
# revistas;&lt;br /&gt;
# folhetos de propaganda;&lt;br /&gt;
# embalagens de produtos (caixa de pasta de dentes, embalagens de sabonete, canudos, caixa de remédios, sucata em geral).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MODELAGEM&lt;br /&gt;
# massa argila;&lt;br /&gt;
# massa para pintura a dedo;&lt;br /&gt;
# pedaço de madeira ou papelão para suporte;&lt;br /&gt;
# palito, caixa de fósforos, chapinhas, botões, canudos, carretéis, tubo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ARTES PLÁSTICAS&lt;br /&gt;
# tinta (guache de preferência);&lt;br /&gt;
# algodão, esponja, canudos, pincéis;&lt;br /&gt;
# papéis de diferentes texturas e cores (celofane, laminado, crepom, cartolina, jornal).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TECELAGEM&lt;br /&gt;
# telhas e retalhos de diferentes espessuras e tamanhos;&lt;br /&gt;
# fios, linhas, botões, agulhas, barbante, corda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JOGOS DE MESA&lt;br /&gt;
# quebra-cabeças;&lt;br /&gt;
# jogos de regras (dominó, damas, jogo da memória, cartas como “jogo do mico”, jogos de sequência e atenção variados);&lt;br /&gt;
# palitos, chapinhas, botões, coleções (animais, transportes, etc.) formas e cores variadas (para atividades de classificação, seriação e correspondência).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área tranquila&lt;br /&gt;
# Biblioteca;&lt;br /&gt;
# Livros de histórias variadas, revistas, jornais, lápis de cera, madeira, cor, papel (para desenhos e produções de escrita).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DESCANSO&lt;br /&gt;
# tapetes ou colchetes;&lt;br /&gt;
# rádios ou gravador&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Finalmente, além da disposição de móveis e materiais na sala, há ainda algumas peças importantes para as experiências, realizadas e a dinâmica do trabalho pedagógico e para ampliar os conhecimentos infantis, como por exemplo: &lt;br /&gt;
# quadro de giz (para o planejamento diário e a avaliação para histórias, recados, transcrições de conversas e visitas).&lt;br /&gt;
# quadro de pregas para histórias, jogos, chamada diária como fichas contendo o nome das crianças.&lt;br /&gt;
# flanelógrafo.&lt;br /&gt;
# calendário&lt;br /&gt;
# quadro ou mural do tempo.&lt;br /&gt;
# relógio de papelão ou madeira ou ponteiros que podem ser manuseados pelas crianças.&lt;br /&gt;
# cabide de limpeza.&lt;br /&gt;
# ganchos para guardar os pertences das crianças, escovas de dente, pentes e sabonetes podem ser mantidos no banheiro.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES ORIENTADAS&lt;br /&gt;
 Caracterizam-se como aquelas realizadas por grupo de crianças ou por todas as crianças da turma, sob orientação direta da professora.&lt;br /&gt;
 Algumas dessas atividades são realizadas diariamente, outras podem ser realizadas duas ou três vezes por semana conforme o objetivo estabelecido e o desenvolvimento de cada criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Histórias utilizando: &lt;br /&gt;
 # flanelógrafo;&lt;br /&gt;
 # quadro de pregas;&lt;br /&gt;
 # álbum seriado;&lt;br /&gt;
 # cineminha;&lt;br /&gt;
 # teatro de sombra;&lt;br /&gt;
 # teatro de vara;&lt;br /&gt;
 # teatro de fantoches.&lt;br /&gt;
2 Rodinhas para:&lt;br /&gt;
 # planejamento e avaliação de atividades;&lt;br /&gt;
 # palestra;&lt;br /&gt;
 # entrevista;&lt;br /&gt;
 # relatório;&lt;br /&gt;
3 Experiências e observações&lt;br /&gt;
4 Expressão corporal&lt;br /&gt;
5 Experiências musicais &lt;br /&gt;
6 Atividades para o desenvolvimento perceptivo e de conceitos matemáticos.&lt;br /&gt;
 As histórias devem apresentar as seguintes características:&lt;br /&gt;
# ter um enredo simples.&lt;br /&gt;
# conter idéias e situações adequadas às experiências das crianças.&lt;br /&gt;
# possuir gravuras claras, coloridas e agradáveis, não utilizando caricaturas, nem desenhos esquematizados.&lt;br /&gt;
 Alguns recursos podem ser utilizados para contar histórias:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Flanelógrafo: as gravuras são cortadas e, atrás, coloca-se lixa grossa, flanela, espuma ou qualquer outro material que as mantenham fixas sobre o flanelógrafo. As gravuras devem descrever claramente a ação ou personagem que representam.&lt;br /&gt;
  Quadro de pregas: pode ser confeccionado com o papel grosso, cartolina ou tecido.&lt;br /&gt;
 As ilustrações devem ser claras, agradáveis, sendo colocadas, uma a uma no quadro, observando a progressão esquerda-direita.&lt;br /&gt;
  Álbum e seriado: o suporte para o álbum pode ser feito de madeira ou papelão.&lt;br /&gt;
 As ilustrações são colocadas em ordem sequencial em cada folha do álbum.&lt;br /&gt;
  Cineminha: Pode ser confeccionado em madeira ou aproveitando uma caixa de papelão grosso. “A boca de cena” é cortada em uma das faces da caixa. Duas varas prendem as extremidades do “filme” podendo ser giradas pela professora o filme contém as cenas da história, desenhado com cores vivas. A caixa deve conter um foco de luz: o “filme” deve ser enrolado na vara inferior, a partir da última cena; a outra extremidade fica presa à vareta superior, de modo que a primeira cena aparece na “boca de cena”.&lt;br /&gt;
 À medida que a história é contada, gira-se a vareta superior.&lt;br /&gt;
 As dramatizações envolvem representações espontâneas, jogos dramáticos, pontomimas, teatro de sombra, teatro de varas, teatro de fantoches... As crianças, além de desenvolverem a linguagem e enriquecerem experiências, crescem na convivência em grupos, perdem inibições, liberam sentimentos reprimidos, à medida que participam naturalmente dessas atividades, criando e recriando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Alguns recursos que poderão ser utilizados como dramatização:&lt;br /&gt;
# Casa de boneca: organizada num dos cantos da sala deve conter diversos materiais como roupas, chapéu, óculos, brinquedos. A escolha dos papéis deve ser livre. Ao final do período as crianças ajudarão na arrumação da casa da boneca deixando-a em ordem.&lt;br /&gt;
# Teatro de sombra: o palco pode ser feito em madeira ou aproveitando-se uma caixa de papelão grosso, corta-se na parte central, a “boca de cena”, cobre-se a boca de cena com papel transparente (tipo vegetal).&lt;br /&gt;
 Os cenários e os personagens, sem muitos detalhes, são recortados em cartolina preta os personagens são presos em pauzinhos de picolé que permite segura-los e movimentá-los. Coloca-se o palco de costa para a luz e o operador fica sentado atrás dele, dramatiza-se a história, se movimentado os personagens junto ao papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEATRO DE VARAS&lt;br /&gt;
 Os personagens são confeccionados em tamanho grande prendendo-os em vareta de madeira utiliza-se um palco para fantoches ou improvisa-se um, com duas mesas empilhadas: exige os mesmos cuidados já citados em relação ao teatro de sombras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEATRO DE FANTOCHES&lt;br /&gt;
 Os fantoches são modelados e pintados com  tinta a óleo ou guache, confecciona-se a cabeça do fantoche utilizando cabeças de bonecas, sacos de papel, luvas, feltro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AS RODINHAS&lt;br /&gt;
 São momentos em que a turma se reúne em semicírculo para conversar, trocar informações, planejar ou avaliar atividades, justamente com a professora. Alguns cuidados devem ser observados quanto às rodinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO&lt;br /&gt;
 São realizados diariamente e neles as crianças decidem que atividades realizar, distribuem atribuições e comentam como foi cumprido o planejamento inicial.&lt;br /&gt;
 Elas assumem responsabilidades, precisando, entretanto, de uma pequena ajuda para recordar-se delas que podem ser um cartaz onde são colocados os nomes dos ajudantes, escolhidos na rodinha de planejamento. A avaliação será sempre construtiva e feita pelas próprias crianças, não deve transformar-se num momento de “sermão”. Entrevistas, excursões, festas,... deverão ser planejadas e avaliadas. Nesse caso, as rodinhas de planejamentos e avaliação serão especificas. O professor anota, à vista das crianças, as decisões tomadas e as providências necessárias, bem como os comentários sugeridos na avaliação.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
PALESTRA&lt;br /&gt;
 Chama-se palestra a rodinha, na qual um determinado assunto é abordado. O assunto da palestra deve surgir de perguntas das crianças. É indispensável o uso de reálias (objetos reais) ou gravuras relativas ao assunto. As gravuras devem ser grandes, claras, sem detalhes desnecessários. A rodinha da “palestra” durará o tempo que durar o interesse das crianças pelo assunto. Ao encerrá-la deve ser feito um rápido resumo do assunto tratado. O mesmo assunto poderá ser discutido mais de uma vez, principalmente se ficarem sem resposta alguma das indagações infantis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ENTREVISTAS&lt;br /&gt;
 Esclarecem perguntas das crianças sobre determinado assunto através da informação de pessoas que atuem na área ligada ao interesse. A entrevista será planejada quanto a: quem poderá esclarecer sobre determinado assunto; quando essa pessoa poderá vir a sala de aula; quem fará o convite ao entrevistado; o que será perguntado; tempo disponível para entrevista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RELATÓRIO&lt;br /&gt;
 Serve para finalizar o estudo de um determinado assunto, sistematizando os conhecimentos colhidos através das diferentes atividades.&lt;br /&gt;
 O relatório, ditado pelas crianças, será escrito pela professora de forma simples e fiel à expressão infantil. Poderá ser registrado em tiras grandes de papel fixadas no mural.&lt;br /&gt;
 Recorda-se sempre que a organização das atividades orientadas exige alguns cuidados especiais como:&lt;br /&gt;
# a criança deve ser estimulada a falar naturalmente com colegas durante todas as atividades, com exceção do momento do repouso. Da mesma forma, devem ser estimuladas à falar, para toda a turma, contando uma história relatando uma experiência vivida ou transmitindo um recado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-5991311510282504774?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REOTyTjcv1kst7DAfIFdVyUmR_I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REOTyTjcv1kst7DAfIFdVyUmR_I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REOTyTjcv1kst7DAfIFdVyUmR_I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/REOTyTjcv1kst7DAfIFdVyUmR_I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5991311510282504774?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5991311510282504774?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/os-3-eixos-da-educacao-infantil.html" title="OS 3 EIXOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUGRHg5fSp7ImA9WhRUF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-5632606841650959658</id><published>2012-01-27T17:47:00.001-08:00</published><updated>2012-01-28T13:47:05.625-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T13:47:05.625-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="plano de aula" /><title>5 – 6 anos  EU SOU ASSIM</title><content type="html">5 – 6 anos&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mhhC6d-BUag/TyRs1FNHtAI/AAAAAAAAF6I/Kia5sZSJV8M/s1600/ccmkidpancy123.gif" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="146" width="248" src="http://2.bp.blogspot.com/-mhhC6d-BUag/TyRs1FNHtAI/AAAAAAAAF6I/Kia5sZSJV8M/s400/ccmkidpancy123.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EU SOU ASSIM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo: perceber-se como um todo, identificando suas partes e respectivas funções, pelo conhecimento, organização, integração e expressão de seu esquema corporal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1ª parte (motivação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diálogo&lt;br /&gt;
A professora deverá incentivar as crianças a conterem sobre o seu desenvolvimento, livre e espontaneamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canto&lt;br /&gt;
Agora eu quero ver&lt;br /&gt;
I&lt;br /&gt;
Agora eu quero ver &lt;br /&gt;
Quem consegue me acompanhar&lt;br /&gt;
Mexendo a cabecinha&lt;br /&gt;
Muito bem vou continuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
Agora eu quero ver&lt;br /&gt;
Quem consegue me acompanhar&lt;br /&gt;
Mexendo a boquinha&lt;br /&gt;
Muito bem vou terminar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coreografia:&lt;br /&gt;
Formada a roda as crianças cantam e, ao citar cada parte do corpo, deverão mexê-la.&lt;br /&gt;
Ao comando de um líder é repetida a canção, modificando-se a parte do corpo citado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localização:&lt;br /&gt;
Exercícios (sob forma de perguntas e respostas gestuais).&lt;br /&gt;
# O que diz meu corpo?&lt;br /&gt;
- Meu pescoço diz que vai cair de um lado para outro.&lt;br /&gt;
- Minha diz que vai cair de um lado para outro.&lt;br /&gt;
- Minha boca diz que vai fechar com força e depois abrir lentamente.&lt;br /&gt;
- Meu nariz diz que vai cheirar.&lt;br /&gt;
- Meus ouvidos dizem que vão escutar.&lt;br /&gt;
- Meus pés dizem sim e dizem não (movimento para cima e para baixo e de um lado para o outro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Que fazem minhas pernas?&lt;br /&gt;
- andam devagar, andam depressa, correm, pulam, se dobram, se esticam.&lt;br /&gt;
- Fazem bicicleta (deitado, movimenta as pernas flexionando-as e estendendo-as).&lt;br /&gt;
- Fazem tesoura (deitado eleva e abaixa as pernas, verticalmente, alternando as pernas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exercícios:&lt;br /&gt;
(Sob a forma de perguntas e respostas – imitações) &lt;br /&gt;
# Quem é capaz de caminhar como a mamãe?&lt;br /&gt;
# Quem é capaz de caminhar como o papai?&lt;br /&gt;
# Quem é capaz de caminhar como a vovó?&lt;br /&gt;
# Quem é capaz de engatinhar como o nenê?&lt;br /&gt;
# Quem é capaz de rola como o gatinho?&lt;br /&gt;
# Quem é capaz de saltar como o sapo?&lt;br /&gt;
# Quem é capaz de lançar um pratinho de papelão bem longe?&lt;br /&gt;
# O que dizem meus ombros?&lt;br /&gt;
- Não sei. Não me interesso (levanta e baixa os ombros).&lt;br /&gt;
- Estou cansado! (baixa os ombros).&lt;br /&gt;
- Que frio! (ombros para frente).&lt;br /&gt;
- Que calor! (ombros para trás).&lt;br /&gt;
- Sou forte! (levanta os braços flexionando com as mãos fechadas).&lt;br /&gt;
# O que fazem meus braços?&lt;br /&gt;
- Imitam os pássaros voando.&lt;br /&gt;
- Movem-se para andar.&lt;br /&gt;
- Abraçam meus amiguinhos.&lt;br /&gt;
- Embalam o nenê.&lt;br /&gt;
# O que dizem e fazem as minhas mãos?&lt;br /&gt;
- Olá! (introduzir – Bom dia! - Boa tarde! - Boa noite! Movimento de abano).&lt;br /&gt;
- Vamos abrir a porta? (movimento rotativo da mão de fora para dentro).&lt;br /&gt;
- Vamos fechar a porta? (movimento rotativo da mão de fora para dentro, virando a palma da mão para baixo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bonequinho de Pau&lt;br /&gt;
Eu sou um bonequinho de pau, de pau,&lt;br /&gt;
Que mexe os bracinhos assim, assim&lt;br /&gt;
Eu sou bonequinho de pau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coreografia:&lt;br /&gt;
Formada a roda as crianças cantam, e ao citar cada parte do corpo deverão mexê-la.&lt;br /&gt;
Ao comando de um líder é repetida a canção, modificando-se a parte do corpo citada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quadrilha&lt;br /&gt;
“Cada mão tem cinco dedos&lt;br /&gt;
médio, indicador e anular&lt;br /&gt;
o menor chama-se mínimo&lt;br /&gt;
e o mais grosso polegar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs.: à medida que os dedos são citados, eles devem ser mostrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Este foi ao mato (apresenta o mínimo)&lt;br /&gt;
Este ajudou (apresenta o anular)&lt;br /&gt;
Este achou um ovo (apresenta o médio)&lt;br /&gt;
Este fritou (apresenta o indicador)&lt;br /&gt;
E este... papou”! (apresenta o polegar)&lt;br /&gt;
# Ilustrar as quadrilhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enigma matemático&lt;br /&gt;
Esta é uma&lt;br /&gt;
mãozinha.&lt;br /&gt;
Você lembra&lt;br /&gt;
o nome dos dedinhos?&lt;br /&gt;
Em uma mão&lt;br /&gt;
tenho_________&lt;br /&gt;
dedos.&lt;br /&gt;
Dobrei 1 dedo,&lt;br /&gt;
que é o dedo&lt;br /&gt;
maior, chamado&lt;br /&gt;
________________.&lt;br /&gt;
Depois dobrei mais 2&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
dedos, o vizinho do dedo&lt;br /&gt;
médio e do polegar, chamado&lt;br /&gt;
de ________, e o dedo menor,&lt;br /&gt;
chamado de ___________.&lt;br /&gt;
Ficaram __________ dedos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Montar um quebra-cabeça do esquema corporal.&lt;br /&gt;
# Distribuir para crianças uma parte do corpo de uma figura humana (cabeça) e solicitar que completem a figura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-5632606841650959658?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h6aGL7xscv9ot9mbSdoZJ91pcXQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h6aGL7xscv9ot9mbSdoZJ91pcXQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h6aGL7xscv9ot9mbSdoZJ91pcXQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/h6aGL7xscv9ot9mbSdoZJ91pcXQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5632606841650959658?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5632606841650959658?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/5-6-anos-eu-sou-assim.html" title="5 – 6 anos  EU SOU ASSIM" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-mhhC6d-BUag/TyRs1FNHtAI/AAAAAAAAF6I/Kia5sZSJV8M/s72-c/ccmkidpancy123.gif" height="72" width="72" /></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcGSXw8fip7ImA9WhRUF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-3003968834214973034</id><published>2012-01-27T17:46:00.001-08:00</published><updated>2012-01-28T13:43:48.276-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T13:43:48.276-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="plano de aula" /><title>2 – 4 anos Eu posso me movimentar</title><content type="html">2 – 4 anos&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sCU1rN4zEew/TyRsD2jzxqI/AAAAAAAAF58/VytERo2Cy4Q/s1600/ccmkidpansy7b.gif" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="104" width="261" src="http://1.bp.blogspot.com/-sCU1rN4zEew/TyRsD2jzxqI/AAAAAAAAF58/VytERo2Cy4Q/s400/ccmkidpansy7b.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu posso me movimentar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo:&lt;br /&gt;
# Perceber que o nosso corpo possui partes que permitem realizarmos movimentos;&lt;br /&gt;
# Entender a importância dos movimentos corretos e harmônicos para a estabilidade física, psicológica e social do nosso corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diálogo:&lt;br /&gt;
# O professor deverá conversar informalmente com as crianças sobre como elas vêm para a escola (a pé, de carro, de ônibus...), observando a movimentação deles na sala de aula e as brincadeiras;&lt;br /&gt;
# Questionar como são as brincadeiras deles, do que brincam, ressaltando a importância de nos movimentarmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Mas só quatro patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Só três patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Só dois patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Mas só um patinho voltou de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um patinho foi passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
E nenhum patinho voltou de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Puxa, mamãe patinha ficou tão triste naquele dia&lt;br /&gt;
Aonde será que estavam os seus filhotinhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas esta história vai ter um final feliz.&lt;br /&gt;
Sabe por quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mamãe patinha foi procurar&lt;br /&gt;
Além das montanhas, na beira do mar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
E cinco patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coreografia:&lt;br /&gt;
# cinco patinhos – mostrar os cinco dedos.&lt;br /&gt;
# foram passear – movimento da mão e braço direito como se fosse uma cobrinha.&lt;br /&gt;
# além das montanhas para brincar – mão direita atrás da nuca.&lt;br /&gt;
# a mamãe falou quá, quá, quá, quá – abrir e fechar dos dedos.&lt;br /&gt;
# só quatro patinhos voltaram de lá – mostrar quatro dedos.&lt;br /&gt;
# e assim consecutivamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(durante o canto, observar como as crianças estão realizando os movimentos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LOCALIZAÇÃO (questionamento oral e gestual).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Quais as partes do nosso corpo que se movimenta?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Educação Física&lt;br /&gt;
# andar com passo de gigante, de anão...&lt;br /&gt;
# marchar com passo de pato, pernas bem esticadas;&lt;br /&gt;
# imitar o andar de um patinho, de cócoras – imitar o andar da mamãe pata, de cócoras (diferenciando maior e menor);&lt;br /&gt;
# imitar outros bichos;&lt;br /&gt;
# imitar o andar e sons imitidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Quais as partes do corpo que movimentamos durante a cantiga?&lt;br /&gt;
* Vamos repetir a cantiga fazendo gestos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confeccionar um painel contendo:&lt;br /&gt;
- uma paisagem com montanhas, lago e campo (importante: um bolso atrás da montanha) - mamãe pata e os cinco patinhos (com velcro, personagens móveis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matemática:&lt;br /&gt;
Utilizando o painel confeccionado, cantar novamente a cantiga, enfocando a linguagem matemática (adição, subtração, multiplicação...).&lt;br /&gt;
Ciências:&lt;br /&gt;
Exploração do painel:&lt;br /&gt;
# ambiente em que os patos vivem e em que nós vivemos;&lt;br /&gt;
# alimentação (fazendo paralelo: patos e nós);&lt;br /&gt;
# cuidados – relação pais/filhos;&lt;br /&gt;
# partes do corpo;&lt;br /&gt;
# corpo coberto de penas, para que elas servem – vestuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produção textual:&lt;br /&gt;
# ilustrar &lt;br /&gt;
# recortar a história (a professora escrever o que as crianças contam)&lt;br /&gt;
# podem criar outros personagens, obstáculos...&lt;br /&gt;
# imaginar o que tinha atrás da montanha&lt;br /&gt;
# o que será que a pata fez quando voltou com os cinco patinhos?&lt;br /&gt;
# etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artes:&lt;br /&gt;
# trabalhos de colagem, pintura com lápis de cor, giz de cera, tinta (patinho, mamãe pata, montanha, lago, etc...). Montar a paisagem com as figuras distribuídas às crianças. Deixar que falem a respeito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-3003968834214973034?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9cHM6PLHFqpNNVdesWoIgoH5mQI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9cHM6PLHFqpNNVdesWoIgoH5mQI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9cHM6PLHFqpNNVdesWoIgoH5mQI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9cHM6PLHFqpNNVdesWoIgoH5mQI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3003968834214973034?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3003968834214973034?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/2-4-anos-eu-posso-me-movimentar.html" title="2 – 4 anos Eu posso me movimentar" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-sCU1rN4zEew/TyRsD2jzxqI/AAAAAAAAF58/VytERo2Cy4Q/s72-c/ccmkidpansy7b.gif" height="72" width="72" /></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0YFR349fCp7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-4857574344115182346</id><published>2012-01-27T17:45:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T17:45:16.064-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T17:45:16.064-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>Berçário Posso me movimentar?</title><content type="html">SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA TRABALHAR COM EDUCAÇÃO INFANTIL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Berçário&lt;br /&gt;
Posso me movimentar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivos:&lt;br /&gt;
 # Perceber que o nosso corpo bem como o dos animais possui partes que permitem realizar movimentos.&lt;br /&gt;
 # Entender a importância dos movimentos corretos e harmônicos para a estabilidade física, psicológica e social do nosso corpo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diálogo:&lt;br /&gt;
# Como vem para a escola? &lt;br /&gt;
# Quem traz?&lt;br /&gt;
# Como o pai ou a mãe trazem a criança (de bicicleta, de carro, a pé)?&lt;br /&gt;
# Mora perto ou longe da escola?&lt;br /&gt;
# Mamãe trabalha fora? Onde?&lt;br /&gt;
# Tem irmãozinhos? Quantos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canto:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os patinhos&lt;br /&gt;
Sabem bem nadar,&lt;br /&gt;
Sabem bem nadar,&lt;br /&gt;
Cabeça para baixo&lt;br /&gt;
Rabinho para o ar. (BIS)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estou com frio &lt;br /&gt;
Da água vou sair,&lt;br /&gt;
Da água vou sair,&lt;br /&gt;
Depois em grande fila&lt;br /&gt;
Pro ninho eu quero ir. (BIS)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coreografia:&lt;br /&gt;
 # As crianças andam em círculo, param, baixam a cabeça e, com as mãos para trás, fazem o movimento do rabinho, continuam girando e depois, caminhando como patinho vão seguindo um atrás do outro.&lt;br /&gt;
 # Banheira com água, colocar pato de borracha ou plástico, e cantar.&lt;br /&gt;
 Durante o canto, observar como as crianças estão realizando os movimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localização:&lt;br /&gt;
 Quais as partes do corpo que eles movimentaram durante a cantiga?&lt;br /&gt;
Exemplos – mãozinha – para que serve?&lt;br /&gt;
 - cabeça – (idem)&lt;br /&gt;
  # Para que serve seu pezinho, sua mão, seus olhos, sua boca, suas orelhas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciências:&lt;br /&gt;
# Traçar um paralelo entre a alimentação dos patinhos e das crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matemática:&lt;br /&gt;
# Confeccionar um painel onde apareçam patinhos, (asas e pés), lago, borboletas voando (alto e baixo), pássaros, etc.&lt;br /&gt;
# Cantar a música.&lt;br /&gt;
# Quantos patinhos estavam nadando?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Quantos pés os patos têm? &lt;br /&gt;
# Quantas asinhas cada pato tem?&lt;br /&gt;
# E assim sucessivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Educação Física:&lt;br /&gt;
# Andar de gatinhas, circulando ou passando por baixo de obstáculos. Exemplo: caminhas, cadeiras, arcos da linha movimento;&lt;br /&gt;
# Esticar-se e deixar que um colega o ajude a rolar como se estivesse enrolando e desenrolando um tapete. Alteram-se as funções de cada participante;&lt;br /&gt;
# Usando todo o corpo, com as palmas das mãos voltadas para frente e no chão, arrastar-se como cobra (utilizar as mãozinhas e os pezinhos da linha movimento);&lt;br /&gt;
# Imitar os animais (pato, gato, cachorrinho...);&lt;br /&gt;
# Trabalhar com a cabeça e o pescoço, levantar, abaixar, virar para o lado da janela, da porta;&lt;br /&gt;
# Mover as partes da face (os olhos, a língua, passar a língua ao redor dos lábios);&lt;br /&gt;
# Mover-se para a frente e para trás puxando um material;&lt;br /&gt;
# Jogos de caretas: na frente de um espelho, fazer caretas, experimentando várias expressões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produção Textual e Artes&lt;br /&gt;
# Encenar a música com gestos;&lt;br /&gt;
# Fazer um quebra-cabeças com o corpo humano e com animais;&lt;br /&gt;
# Sugestões: brincadeiras livres com jogos de encaixe, cachorro, tartaruga, palhaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 – 4 anos&lt;br /&gt;
Eu posso me movimentar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo:&lt;br /&gt;
# Perceber que o nosso corpo possui partes que permitem realizarmos movimentos;&lt;br /&gt;
# Entender a importância dos movimentos corretos e harmônicos para a estabilidade física, psicológica e social do nosso corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diálogo:&lt;br /&gt;
# O professor deverá conversar informalmente com as crianças sobre como elas vêm para a escola (a pé, de carro, de ônibus...), observando a movimentação deles na sala de aula e as brincadeiras;&lt;br /&gt;
# Questionar como são as brincadeiras deles, do que brincam, ressaltando a importância de nos movimentarmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinco patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Mas só quatro patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Só três patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Três patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Só dois patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois patinhos foram passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
Mas só um patinho voltou de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um patinho foi passear&lt;br /&gt;
Além das montanhas para brincar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
E nenhum patinho voltou de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Puxa, mamãe patinha ficou tão triste naquele dia&lt;br /&gt;
Aonde será que estavam os seus filhotinhos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas esta história vai ter um final feliz.&lt;br /&gt;
Sabe por quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mamãe patinha foi procurar&lt;br /&gt;
Além das montanhas, na beira do mar&lt;br /&gt;
A mamãe gritou quá, quá, quá, quá&lt;br /&gt;
E cinco patinhos voltaram de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coreografia:&lt;br /&gt;
# cinco patinhos – mostrar os cinco dedos.&lt;br /&gt;
# foram passear – movimento da mão e braço direito como se fosse uma cobrinha.&lt;br /&gt;
# além das montanhas para brincar – mão direita atrás da nuca.&lt;br /&gt;
# a mamãe falou quá, quá, quá, quá – abrir e fechar dos dedos.&lt;br /&gt;
# só quatro patinhos voltaram de lá – mostrar quatro dedos.&lt;br /&gt;
# e assim consecutivamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(durante o canto, observar como as crianças estão realizando os movimentos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LOCALIZAÇÃO (questionamento oral e gestual).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  * Quais as partes do nosso corpo que se movimenta?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Educação Física&lt;br /&gt;
# andar com passo de gigante, de anão...&lt;br /&gt;
# marchar com passo de pato, pernas bem esticadas;&lt;br /&gt;
# imitar o andar de um patinho, de cócoras – imitar o andar da mamãe pata, de cócoras (diferenciando maior e menor);&lt;br /&gt;
# imitar outros bichos;&lt;br /&gt;
# imitar o andar e sons imitidos.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
* Quais as partes do corpo que movimentamos durante a cantiga?&lt;br /&gt;
* Vamos repetir a cantiga fazendo gestos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Confeccionar um painel contendo:&lt;br /&gt;
 - uma paisagem com montanhas, lago e campo (importante: um bolso atrás da montanha) - mamãe pata e os cinco patinhos (com velcro, personagens móveis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matemática:&lt;br /&gt;
Utilizando o painel confeccionado, cantar novamente a cantiga, enfocando a linguagem matemática (adição, subtração, multiplicação...).&lt;br /&gt;
Ciências:&lt;br /&gt;
Exploração do painel:&lt;br /&gt;
 # ambiente em que os patos vivem e em que nós vivemos;&lt;br /&gt;
 # alimentação (fazendo paralelo: patos e nós);&lt;br /&gt;
 # cuidados – relação pais/filhos;&lt;br /&gt;
 # partes do corpo;&lt;br /&gt;
 # corpo coberto de penas, para que elas servem – vestuário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produção textual:&lt;br /&gt;
 # ilustrar &lt;br /&gt;
 # recortar a história (a professora escrever o que as crianças contam)&lt;br /&gt;
 # podem criar outros personagens, obstáculos...&lt;br /&gt;
 # imaginar o que tinha atrás da montanha&lt;br /&gt;
 # o que será que a pata fez quando voltou com os cinco patinhos?&lt;br /&gt;
 # etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artes:&lt;br /&gt;
 # trabalhos de colagem, pintura com lápis de cor, giz de cera, tinta (patinho, mamãe pata, montanha, lago, etc...). Montar a paisagem com as figuras distribuídas às crianças. Deixar que falem a respeito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-4857574344115182346?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2c6yS81TZdmGzsDKdGyXp0Q7yM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2c6yS81TZdmGzsDKdGyXp0Q7yM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2c6yS81TZdmGzsDKdGyXp0Q7yM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T2c6yS81TZdmGzsDKdGyXp0Q7yM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/4857574344115182346?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/4857574344115182346?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/bercario-posso-me-movimentar.html" title="Berçário Posso me movimentar?" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cFSX85eSp7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-2960727965879411802</id><published>2012-01-27T17:43:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T17:43:38.121-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T17:43:38.121-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>ARTE COM MINGAU</title><content type="html">ARTE COM MINGAU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: De 8 meses a 1 ano e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: 30 minutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades ou pátio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL: Maisena, corante alimentar e água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO: Interagir com o espaço.&lt;br /&gt;
PREPARAÇÃO: Em uma panela, dissolva uma colher de sopa de maisena para cada copo de água. A quantidade é de acordo com o número de crianças ou o tamanho do espaço onde a atividade será realizada. Coloque pitada de corante até a mistura ficar com a cor que você deseja. Leve-a ao fogo e mexa até que se transforme em um mingau. Deixe esfriar. Avise os pais para mandarem roupas velhas no dia da brincadeira.Espalhe a mistura no chão da sala onde as crianças vão brincar. Deixe-as andar, engatinhar e rolar sobre o mingau, interagindo com o espaço. Atenção para que todos se divirtam e ninguém se machuque. Incentive as várias possibilidades de movimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A MÚSICA DOS NOMES&lt;br /&gt;
IDADE: A partir de 4 meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: 30 minutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou jardim.&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador. Escolha uma música na qual você possa incluir o nome das crianças. Alguns exemplos: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha” e “Fui ao Itororó”. Reúna a turma em um local agradável e cante. Os bebês também podem participar, já que a intenção é fazer com que se familiarizem com os nomes. Aos que já andam, sugira uma roda, que vai se formando com aqueles que ouvem o próprio nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
HORA DA COLHEITA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: A partir de 3 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: Uma hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades.&lt;br /&gt;
MATERIAL: Cartolina ou papel cartão, argila, tinta, dado com um lado de cada cor, miniatura de um passarinho (de plástico ou origami) e vasilhas ou cestinhos coloridos.&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Integrar-se ao grupo e colaborar com os colegas.&lt;br /&gt;
PREPARAÇÃO: Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro. Faça frutinhas de argila, deixe secar e pinte-as com as mesmas cores do dado que será usado no jogo. Em uma das faces dele, desenhe um passarinho. Confeccione também cestinhas de origami ou arrume vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie um brinquedo em forma de passarinho. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em volta do tabuleiro, espalhe as cestinhas coloridas. Jogo para quatro crianças. Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta. O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEATRO DE BONECOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: A partir de 1 ano e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: 30 minutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou biblioteca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL: Fantoches ou dedoches. &lt;br /&gt;
OBJETIVO: Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens. Sente-se com as crianças no chão e faça os bonecos “conversarem” com cada uma. Você pode fazer perguntas como: - Quem trouxe você para a escola hoje? - Você tem amigos? Quem são? - Você já brincou no parque? - Você já tomou lanche?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: A partir de 2 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: Uma hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL:Canetas hidrográficas, papel e envelopes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Tranqüilizar-se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares. Distribua uma folha de papel e canetas hidrográficas para cada criança e peça que faça uma cartinha aos pais. Quando todas terminarem os desenhos, chame uma por uma e pergunte a quem a mensagem é endereçada e o que ela deseja comunicar.Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário, guarde o desenho com as demais atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
CUIDADO COM A BONECA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: De 1 a 3 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: 30 minutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO:Sala de atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL: Bonecas, roupinhas de boneca, retalhos de tecido, mamadeiras e chupetas.&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Brincar de faz-de-conta durante o jogo simbólico; tocar o colega; e ter um bom relacionamento com o grupo.Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro –necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
CHUVINHA DE PAPEL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: De 8 meses a 3 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: De 15 a 30 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL:Revistas e jornais velhos.&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas.Sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
PAPAI VEIO BRINCAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: De 3 meses a 1 ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: 30 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala ampla.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL: Aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas infantis, bolas, fantoches e panos coloridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO: Interagir ludicamente com os pais por meio da brincadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PREPARAÇÃO: Decore o ambiente com os panos.Coloque uma música e peça para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
JOGO DAS EXPRESSÕES&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE:De 2 a 3 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: 30 minutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Sala de atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MATERIAL: Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PREPARAÇÃO: Desenhe na cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira.Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
CAMINHADA SOLIDÁRIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IDADE: De 1 ano e meio a 3 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TEMPO: De 5 a 10 minutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPAÇO: Áreas livres ou outros espaços.&lt;br /&gt;
OBJETIVOS: Desenvolver a idéia de grupo e a tolerância.Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-2960727965879411802?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q9RcbyHnoZ_zNjqkFFEma-YcWVs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q9RcbyHnoZ_zNjqkFFEma-YcWVs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q9RcbyHnoZ_zNjqkFFEma-YcWVs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q9RcbyHnoZ_zNjqkFFEma-YcWVs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2960727965879411802?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2960727965879411802?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/arte-com-mingau.html" title="ARTE COM MINGAU" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4ARXg5cSp7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-8411817543226879075</id><published>2012-01-27T17:42:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T17:42:24.629-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T17:42:24.629-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>projeto inseto</title><content type="html">TURMA: BERÇÁRIO: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA: Partindo do princípio de que o bebê se desenvolve de acordo com a cultura onde ela é concebida, a criança é um ser onde cada uma delas se apresenta com maior ou menor intensidade nos diferentes estágios de seu desenvolvimento e aprendizagem. Seu desenvolvimento acontece através da emoção, imitação, representação, e aos poucos penetra de forma progressiva no mundo do conhecimento.&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 No dia a dia com nossas crianças, podemos perceber que a grande maioria, demonstra curiosidade em conhecer e explorar o meio em que vive. O conhecimento de mundo da criança nesse período, depende das relações que ela vai estabelecendo com os outros e com as coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Portanto, buscamos através desse projeto, insetos de jardim, em que, numa simples brincadeira no parque, surgiu o interesse das crianças querendo pegar as formigas na mão, para brincar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  Nessa perspectiva, após pesquisas, percebemos a importância desse inseto à natureza, pois, por mais que as formigas incomodem, a natureza precisa delas. As formigas representam a maior parte da população de insetos do planeta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Sendo assim, esses pequenos insetos de jardim, estimularam e desenvolveram a capacidade de criação, imaginação, sensação, e percepção, interagindo o conhecimento corporal e intelectual das crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO GERAL:Desenvolver ações pedagógicas que despertem e agucem a curiosidade das crianças, para que as mesmas comecem desde a mais tenra idade a valorizarem a própria cultura, bem como, o meio em que vivem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Realizar passeios no CEI. e vizinhanças;&lt;br /&gt;
• Cantar músicas referentes ao tema;&lt;br /&gt;
• Explorar o imaginário infantil;&lt;br /&gt;
• Desenvolver a expressão oral e o raciocínio lógico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DESENVOLVIMENTO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Compreensão de palavras através de cantigas, para que a criança amplie seu vocabulário por meio da música;&lt;br /&gt;
• Passeios com as crianças nas ruas, nos carrinhos, para que eles observem os insetos, (formigas), e com isso os mesmos tem a oportunidade de conviver com a natureza;&lt;br /&gt;
• Cantar músicas como por ex. Sacudi, sacudi (cantada pela Eliana); &lt;br /&gt;
• Confecção de móbiles para o teto e berços;&lt;br /&gt;
• Confecção de insetos (formiga) de sucata para as crianças brincarem;&lt;br /&gt;
• Atividades para explorar os órgãos dos sentidos como: experiência e contato com os insetos;&lt;br /&gt;
• Contar a história da Cigarra e a Formiga, com ilustrações de figuras das mesmas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AVALIAÇÃO: A avaliação será feita num processo contínuo no decorrer do projeto, respeitando as diferenças de cada um. &lt;br /&gt;
 Através da observação e registro diário; será anotado pontos positivos e negativos, onde serão considerados como aspectos relevantes também para a avaliação, interesse, criatividade, espontaneidade das crianças, e alcance dos objetivos propostos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRONOGRAMA: 20 DIAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REFERÊNCIAS:&lt;br /&gt;
PCN – Caderno de Pluralidade Cultural&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REVISTA. Guia Prático para Professores de Educação Infantil. São Paulo, Lua das Artes, 2006-2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-8411817543226879075?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mgaJithi_lZy7yr1MriOjGGZV3Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mgaJithi_lZy7yr1MriOjGGZV3Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mgaJithi_lZy7yr1MriOjGGZV3Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mgaJithi_lZy7yr1MriOjGGZV3Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/8411817543226879075?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/8411817543226879075?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2012/01/projeto-inseto.html" title="projeto inseto" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8NRH88fCp7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-5463625162307365992</id><published>2012-01-27T17:41:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T17:41:35.174-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T17:41:35.174-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>Projetos para berçário e mini-maternal</title><content type="html">Projetos para berçário e mini-maternal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PLANEJAMENTO CURRICULAR&lt;br /&gt;
Objetivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Promover o desenvolvimento físico, psíquico e social da criança respeitando sua maturidade emocional.&lt;br /&gt;
•Incentivar o uso do raciocínio através de atividades recreativas que valorizem a auto estima do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Controle dos esfíncteres, de forma gradativa e com grande paciência e estímulo/incentivo por parte do professor.&lt;br /&gt;
•Higiene Bucal após as refeições, estimulando e incentivando para o uso da escova.&lt;br /&gt;
•Alimentar-se sozinho, com ajuda do professor, aos poucos as crianças aprendem a levar a colher sozinha à boca.&lt;br /&gt;
•Introdução de alimentos sólidos, onde aos poucos as crianças deverão se alimentar normalmente, como as crianças maiores, tirando a sopa e a fruta.&lt;br /&gt;
•Estimulação do próprio corpo, identificando e nomeando as partes. Pode utilizar músicas e brincar de lavar a boneca. No banho também nomeia-se o corpo.&lt;br /&gt;
•Garatuja: folhas em branco, onde a criança poderá pintar com lápis, giz de cera e/ou guache (tomando muito cuidado para não levar à boca e aos olhos).&lt;br /&gt;
•Exercícios de encaixe, sempre incentivando para que a criança acerte. De início o professor deve ajudar a criança, até que ela consiga associar a forma ao buraco.&lt;br /&gt;
•Jogos de bola em rodas, promovendo a integração social, onde a criança deverá joga-la para o amigo, dizendo o nome (ou dito pelo professor).&lt;br /&gt;
•Trabalhos manuais com massinhas e argila, deixando que estes manuseiem bastante.&lt;br /&gt;
•Incentivo e desenvolvimento da fala, onde o professor deverá conversar e estimular para que a criança consiga manifestar o que quer, não permitindo que ela só se manifeste por gestos.&lt;br /&gt;
•Ampliar seu vocabulário, conversando diariamente, com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia.&lt;br /&gt;
•Incentivar e permitir a fala da criança em todas as atividades possíveis, falando corretamente com a criança. Mostrar à criança a conveniência de falar em voz baixa, trabalhando com a criança o saber escutar.&lt;br /&gt;
•Apresentação das cores.&lt;br /&gt;
•Trabalhos com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.&lt;br /&gt;
•Contos de histórias curtas.&lt;br /&gt;
•Coordenação motora livre, como rasgar papel, brincar de massinha, etc.&lt;br /&gt;
•Brincadeiras de imitar os adultos, como escovar os dentes de bonecas, fazer comidinha, ir as compras, banho de bonecas, etc.&lt;br /&gt;
•Explorar o ambiente escolar, mostrando árvores, passarinhos, parquinho, etc.&lt;br /&gt;
•O uso do parquinho diário, pois nessa idade a criança tem bastante energia e grande dificuldade de concentração, por isso todas as atividades devem ser curtas e com bastante estímulo/incentivo por parte do professor.&lt;br /&gt;
•Imposição de limites e boas maneiras, dizendo “não” à criança, toda vez que colocar em perigo si mesmo, os colegas, tias e o ambiente escolar.&lt;br /&gt;
•Traçados simples: Coordenação Motora.&lt;br /&gt;
•Formas Geométricas: círculo, quadrado e triângulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVOS SÓCIO-EMOCIONAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Desenvolve hábitos de asseio: pedir para ir ao banheiro, lavar as mãos, limpar o nariz, etc.&lt;br /&gt;
2.Habitua-lo a usar os clichês sociais. Exemplo: Por favor, muito obrigado, com licença,etc.&lt;br /&gt;
3.Permitir que a criança seja independente.&lt;br /&gt;
4.Deixa-la explorar ao máximo os objetos e brinquedos.&lt;br /&gt;
5.Levar a criança a brincar com os outros do grupo.&lt;br /&gt;
6.Fazer com que a criança não fixe em um único colega.&lt;br /&gt;
7.Mantê - la ocupada. &lt;br /&gt;
8.Levar a criança a participar das atividades de grupo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CARACTERÍSTICAS:&lt;br /&gt;
Aproximadamente 2 anos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Egocentrismo.&lt;br /&gt;
•Descobertas: tato, movimentos, formas, pessoas, texturas, reprodução de sons, andar, comunicação, etc. &lt;br /&gt;
•Coordenação Motora: abrir, fechar, empilhar, encaixar, puxar, empurrar, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TIPOS DE BRINCADEIRAS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/executar).&lt;br /&gt;
•Exploração, canto, perguntas e respostas, esconder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SUGESTÕES DE “COLEGAS VIRTUAIS”:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento, o que temos usado bastante com os bebês é a nossa "caixinha de músicas", que nada mais é do que uma caixa de sapato previamente pintada com guache, bem colorida e dentro dela colocamos alguns personagens feitos com eva da cantigas que costumamos cantar com eles(ex: o sapo,a borboleta, joaninha,peixe..)&lt;br /&gt;
fizemos os bichinhos em eva, fixamos em palitos de sorvetes e usamos quando vamos cantar as canções, deixando que eles manuseiem e explorem... eles adoram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
brinquedos de sucata&lt;br /&gt;
pegamos algumas garrrafas pet pequenas(aquelas de 500 ml)e decoramos com fita colorida, dentro colocamos água,botões coloridos,canudos picados,lantejoulas,estrelinhas.Eles adoram.&lt;br /&gt;
Vcs podem propor diversas brincadeiras como: enfileirar as garrafinhas, rolar,brincar de boliche,dentre outras.&lt;br /&gt;
Foram decorados alguns potes com a fita colorida que eles logo começaram a fazer encaixes, e até mesmo a colocar as garrafinhas dentro.&lt;br /&gt;
E assim temos a possibilidade de trabalhar a questão do "dentro e fora", "pequeno e grande" dentre outras noções de forma bem gostosa e espontânea.&lt;br /&gt;
As próprias crianças acabam achando usos diferentes para os brinquedos. O importante é estimular. coisa muito importante nessa idade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
caixa de brinquedos&lt;br /&gt;
Os brinquedos podem ser organizados em caixas de papelão resistentes pintados com as cores primárias(assim vc estará trabalhando mais um tema)se quiser pode colocar as mãozinhas deles na caixa,fica uma graça.&lt;br /&gt;
Lá na nossa sala separamos os brinquedos por categorias.&lt;br /&gt;
Em uma caixa condicionamos os brinquedos de sucata(confeccionados por nós),em outra os bichinhos de pelúcia e bonecas,outra com carrinhos, outra com as pecinhas de monta-tudo.&lt;br /&gt;
É legal essa separação pois podemos coordenar brincadeiras específicas e direcionadas, melhor do que quando os brinquedos estão todos misturados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
livro de músicas&lt;br /&gt;
Fizemos um livrinho com as músicas que cantávamos em sala, ficou muito legal.&lt;br /&gt;
O livro foi composto de 6 músicas(borboleta azul, o sapo não lava o pé,caranguejo não é peixe,peixinho,joaninha e dona aranha.&lt;br /&gt;
Todos os personagens forma feitos a partir da mãozinha deles... e após seguida a folha dos personagens tínhamos um folha com a letra da música explorando um tipo de material(guache,cola plástica,giz de cera...).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom... tomara que eu consiga explicar tudo direitinho rss:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 página... o sapo:&lt;br /&gt;
colamos dois círculos um verde e outro vermelho(para fazer a boca do sapo) e dobramos ao meio(a parte vermelha pra dentro).&lt;br /&gt;
os olhos fizemos com os dedinhos em folha sulfite com guache(primeiro verde, e depois um pinguinho de preto).&lt;br /&gt;
colamos os olhos na parte superior do círculo e fixamos na folha sulfite. carimbamos por fim as mãozinhas uma em cada lado,simbolizando as perninhas do sapo.&lt;br /&gt;
na folha seguinte, pintamos com giz de cera verde... e colamos a letra da música(que foi digitada no computador,mas vc pode fazer a mão se preferir).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 página: joaninha&lt;br /&gt;
fizemos o corpo da joaninha com papel camurça vermelho, e as pintinhas foram feitas com os dedinhos com cola colorida preta.&lt;br /&gt;
a folha com a letra da música foi feita com guache vermelho, que eles pintaram livremente.&lt;br /&gt;
3 pagina: peixinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o peixinho foi feito com o carimbo da mão em guache amarelo...&lt;br /&gt;
colocamos o olho e a boquinha em guache também.&lt;br /&gt;
a folha com a letra da música foi pintada com esponjado de guache amarelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 página: borboleta azul:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fizemos um molde do corpinho da borboleta em cartolina branca, que foi pintado com guache amarelo. colamos um pedaço de lã preta para fazer as anteninhas. e fizemos o rostinho com hidrocor preto.&lt;br /&gt;
as asas foram feitas com as mãozinhas uma de cada lado com guache azul.&lt;br /&gt;
a folha com a letra foi decorada com guache azul... com o pincel grosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 página : caranguejo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
primeiro fizemos um círculo com a cartolina branca que foi pintado de laranja pelas crianças.com papel dobradura vermelho,&lt;br /&gt;
fizemos as garrinhas.(foi de cabeça gente, então não tenho molde...rs). colamos as garrinhas no círculo e depois fixamos no sulfite.&lt;br /&gt;
pintamos 3 dedinhos das mãozinhas deles e carimbamos dos dois lados.&lt;br /&gt;
Fizemos os olhinhos com os dedinhos carimbando com guache preto, e a boquinha com hidrocor preto.tá dando pra visualizar??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a pagina com a letra da música foi feita com colagem de papel dobradura Lara&lt;br /&gt;
6 e última página: aranha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
foi cortado um círculo de color set preto e colado no sulfite.&lt;br /&gt;
fizemos os olhinhos carimbando com os dedinhos em branco e depois colocando o preto por cima. e a boquinha com o vermelho...tudo com guache.&lt;br /&gt;
As patas foram feitas com os quatro dedos pintados da mão... sem pintar a palma inteira apenas os dedinhos mesmo(isto serve para o caranguejo também ok?).&lt;br /&gt;
A folha com a letra da música com giz de cera preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A capa foi feita com as mãozinhas carimbadas na frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*(a folha com a letra da joaninha pode ser feita com cola colorida vermelho também... fica lindo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* vc pode fazer uma introdução ou colocar ao final do livrinho, uma pequena descrição do projeto.&lt;br /&gt;
* colocamos uma borda nas folhas dos personagens(verde no sapo,laranja no caranguejo,azul no peixe,dourado na borboleta..etc) fica ao seu critério...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
boa sorte.. .espero que gostem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-5463625162307365992?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
LEÃO E O RATO &lt;br /&gt;
Certo dia o rato saiu da toca correndo.(correr) &lt;br /&gt;
Muito assustado estava o rato pois fugia do gato preto. &lt;br /&gt;
No caminho encontrou o leão, levou um grande susto e começou a tremer. &lt;br /&gt;
(tremer) &lt;br /&gt;
O rei dos animais vendo o ratinho tão nervoso, não lhe fez mal nenhum &lt;br /&gt;
e deixou que ele seguisse seu caminho. &lt;br /&gt;
Um dia o leão caiu em uma armadilha e por mais que movimentasse o corpo &lt;br /&gt;
não conseguia sair. (movimentar o corpo inteiro). Fez força (movimento &lt;br /&gt;
de empurrar), rugiu furioso mas de nada adiantou. &lt;br /&gt;
O rato que naquele dia passava por ali, viu o desespero do amigo e resolveu &lt;br /&gt;
roer as cordas da rede com muita paciência. &lt;br /&gt;
Quando terminou estava cansado, mas muito feliz então começou a dar &lt;br /&gt;
pulos de alegria (saltar). Saltou tanto que começou novamente a ficar &lt;br /&gt;
cansado, tão cansado que mal conseguia respirar e respirava assim (respirar &lt;br /&gt;
bem devagar). &lt;br /&gt;
O leão, vendo-se livre, agradeceu ao ratinho e prometeram sr amigos &lt;br /&gt;
para sempre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DORMINDO NO RECREIO &lt;br /&gt;
Dei esse nome a brincadeira pois os pequenos a adoram. Alunos deitados &lt;br /&gt;
em colchonetes (esses meus colchonetes são muitos simples e eu mesma &lt;br /&gt;
fiz- E aquele papelão que vem forrando geladeiras, ou outro móvel &lt;br /&gt;
grande. Eu forrei o papelão com TNT colorido) &lt;br /&gt;
As crianças deitam nos colchonetes e são convidados a dormirem. Com &lt;br /&gt;
a ajuda do professor vão imaginando diferentes formas de dormir: &lt;br /&gt;
_com cobertores pequenos, que não conseguem cobrir todo o corpo &lt;br /&gt;
_encolhidos &lt;br /&gt;
_esticados &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
_ com calor &lt;br /&gt;
_com frio &lt;br /&gt;
_roncando &lt;br /&gt;
_sonhando &lt;br /&gt;
_com pesadelo &lt;br /&gt;
_tranquilos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EXPLORANDO A TERRA &lt;br /&gt;
Vamos sair pelo mundo para conhece-lo melhor? &lt;br /&gt;
_Que lugar montanhoso! Vamos escalar essa montanha? (movimento de braços &lt;br /&gt;
e pernas). Muito cuidado para não cair..Ufa! Conseguimos. Que bela &lt;br /&gt;
vista temos daqui do alto (colocar a mão sobre a testa) &lt;br /&gt;
_Olhem o mar lá embaixo. Que tal nadarmos um pouco? Vamos descer com &lt;br /&gt;
cuidado. &lt;br /&gt;
_Agora vamos correr até a praia? (correr) &lt;br /&gt;
_Chegamos. Oba! Todos para a água...(nadar) &lt;br /&gt;
_ Ufa, que cansaço! Vamos descansar? (sentar) &lt;br /&gt;
_Vejam... conchinhas! Vamos levar algumas para casa? (flexão dos joelhos) &lt;br /&gt;
_Quantas pedras no chão! Vamos saltar por cima delas?(saltar) &lt;br /&gt;
_Vejam, uma barraquinha&gt; Vamos chupar um sorvete! &lt;br /&gt;
_Estou sentido um cheirinho de cachorro quente (exercícios respiratórios) &lt;br /&gt;
Eu estou com fome. Vocês também? Depois de toda essa aventura, que &lt;br /&gt;
tal uma balinha? &lt;br /&gt;
(dar a cada criança um balinha com um cartãozinho de incentivo). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O GATINHO PIPO &lt;br /&gt;
Era uma vez um gatinho chamado Pipo.Um dia ele acordou com muita &lt;br /&gt;
preguiça.(esticar braços e pernas) &lt;br /&gt;
Mamãe gata já estava chamando e ele teve de pular da cama. Ele saiu &lt;br /&gt;
correndo para atender a mamãe.(correr). Saiu com tanta pressa que bateu &lt;br /&gt;
com o pé na mesa (pular num pé só). Depois que o pé parou de doer, &lt;br /&gt;
ele saiu a passear(quadrupedar) e não prestou atenção nos carros &lt;br /&gt;
que passavam, quase foi atropelado se não tivesse pulado para trás &lt;br /&gt;
(quadrupedar para trás). Pipo ficou nervoso e começou a tremer(tremer). &lt;br /&gt;
Voltou correndo para casa.(quadrupedar correndo) e se deitou novamente(deitar). &lt;br /&gt;
Pipo aprendeu a lição e agora cada vez que si a rua olha para todos &lt;br /&gt;
os lados(movimento do pescoço) CHAPEUZINHO VERMELHO &lt;br /&gt;
Era uma vez uma menina muito alegre e educada. Tinha esse nome porque &lt;br /&gt;
usava um gorro vermelho na cabeça. Um dia ela pediu a mamãe para levar &lt;br /&gt;
flores para a vovó que morava no bosque, &lt;br /&gt;
Andava bem depressa entre as árvores (andar em serpentina). Ela olhou &lt;br /&gt;
para cima e notou que havia uns passarinhos que cantavam e voavam e &lt;br /&gt;
começou a imitá-los (correr movimentando os braços). Chapeuzinho &lt;br /&gt;
Vermelho estava muito cansada e respirou fundo (respiração) Quando &lt;br /&gt;
Chapeuzinho levantou a cabeça, avistou em uma árvore um ninho de passarinhos. &lt;br /&gt;
Ela trepou na árvore.. Vamos trepar também? (fazer o movimento) Depois &lt;br /&gt;
ela desceu da árvore e avistou umas flores lindas. Começou a apanhá-las. &lt;br /&gt;
(abaixar) Que flores cheirosas! Que perfume! (exercícios de respiração). &lt;br /&gt;
Andando novamente, ela atravessou um córrego com muitas pedras( saltar &lt;br /&gt;
várias vezes),logo depois teve de cruzar um terreno cheio de espinhos, &lt;br /&gt;
então ela cruzou assim...(com os calcanhares). Logo adiante tinha um &lt;br /&gt;
rio. Ela pegou um barquinho para atravessá-lo (remar). &lt;br /&gt;
Quando chapeuzinho desceu do barco avistou o lobo e começou a correr &lt;br /&gt;
(correr). O lobo avançou para ela. Chapeuzinho pegou do chão uma porção &lt;br /&gt;
de pedrinhas (agachar e levantar) e começou a jogar no lobo (flexão &lt;br /&gt;
dos braços e pernas). &lt;br /&gt;
O lobo fugiu e Chapeuzinho continuou caminhando muito cansada (relaxar &lt;br /&gt;
os músculos-boneco de mola) &lt;br /&gt;
Chegou na casa da vovó que estava na porta. Então, a vovó lhe falou: &lt;br /&gt;
_Chapeuzinho, olha que lindo está o nosso pomar, (olhar a direita) &lt;br /&gt;
e veja como está bonita a pintura da casa (olhar a esquerda). &lt;br /&gt;
Chapeuzinho e a vovó sentaram-se na frente da casa (sentar) e começaram &lt;br /&gt;
a cantar a musiquinha que elas tanto gostavam. (cantar) &lt;br /&gt;
“Pela estrada a fora eu vou bem sozinha &lt;br /&gt;
Levar esses doces para a vovozinha. &lt;br /&gt;
Ela mora longe, o caminho é deserto &lt;br /&gt;
E o lobo mau passeia aqui por perto. &lt;br /&gt;
E a tardinha, ao sol poente, junto a vovozinha &lt;br /&gt;
Dormirei contente.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A FUGA DO PALHAÇO &lt;br /&gt;
Era uma vez um palhacinho que estava muito triste. Ele estava cansado &lt;br /&gt;
de ficar no circo. &lt;br /&gt;
Resolveu, então, fugir para uma floresta. &lt;br /&gt;
Ele arrumou o cabelo e saiu muito contente pulando que nem sapo (saltar) &lt;br /&gt;
Na floresta haviam muitas árvores e o palhacinho ia contornando todas &lt;br /&gt;
elas. (zig zag) &lt;br /&gt;
No meio do caminho o palhacinho teve que atravessar um rio, então ele &lt;br /&gt;
pegou um barco e saiu remando, remando (remar sentado) &lt;br /&gt;
Quando chegou na outra margem ele encontrou uma enorme pedra atrapalhando &lt;br /&gt;
seu caminho. O palhacinho começou a empurra-la. Empurrou, empurrou &lt;br /&gt;
(empurrar) até que ela saiu do caminho. &lt;br /&gt;
Mas adiante havia uma cerca bem no lugar onde o palhacinho deveria passar. &lt;br /&gt;
O que foi que ele fez? Passou por baixo da cerca (rastejar) &lt;br /&gt;
Do outro lado da cerca havia um canguru e o palhacinho resolveu imita-lo. &lt;br /&gt;
(saltar como um canguru.) &lt;br /&gt;
Enquanto ele imitava o bichinho, avistou um passarinho e resolveu imitar &lt;br /&gt;
um canguru voador &lt;br /&gt;
( pular e bater com os braços) &lt;br /&gt;
Mesmo brincando, o palhacinho começou a ficar cansado. Seu pezinho &lt;br /&gt;
doía e ele resolveu caminhar só com o pé direito para descansar o &lt;br /&gt;
outro (pular com o pé direito) , depois só com o pé esquerdo (pular &lt;br /&gt;
com o pé esquerdo). &lt;br /&gt;
A noite chegava rápido e o palhacinho cansado começava a ficar com &lt;br /&gt;
medo. A única coisa que ele queria agora era voltar para o circo. &lt;br /&gt;
Ele começou então a voltar pelo mesmo caminho. &lt;br /&gt;
Ele contornava as árvores bem devagar pois estava muito cansado. (andar &lt;br /&gt;
em zig zag bem devagar), sua garganta doía e ele fazia assim (respirar &lt;br /&gt;
ofegante) &lt;br /&gt;
O sono chegava depressa e o palhacinho não conseguia manter os olhos &lt;br /&gt;
abertos por muito tempo (piscar). &lt;br /&gt;
Neste momento ele avistou o circo e começou a ouvir o riso das crianças. &lt;br /&gt;
O palhacinho já não se sentia mais cansado, não tinha medo nem sono. &lt;br /&gt;
Ele começou a respirar fundo e bem devagar, afinal ele estava em casa. &lt;br /&gt;
(exercício de respiração). &lt;br /&gt;
Era uma vez um palhacinho que estava muito triste. Ele estava cansado &lt;br /&gt;
de ficar no circo. &lt;br /&gt;
Resolveu, então, fugir para uma floresta. &lt;br /&gt;
Ele arrumou o cabelo e saiu muito contente pulando que nem sapo (saltar) &lt;br /&gt;
Na floresta haviam muitas árvores e o palhacinho ia contornando todas &lt;br /&gt;
elas. (zig zag) &lt;br /&gt;
No meio do caminho o palhacinho teve que atravessar um rio, então ele &lt;br /&gt;
pegou um barco e saiu remando, remando (remar sentado) &lt;br /&gt;
Quando chegou na outra margem ele encontrou uma enorme pedra atrapalhando &lt;br /&gt;
seu caminho. O palhacinho começou a empurra-la. Empurrou, empurrou &lt;br /&gt;
(empurrar) até que ela saiu do caminho. &lt;br /&gt;
Mas adiante havia uma cerca bem no lugar onde o palhacinho deveria passar. &lt;br /&gt;
O que foi que ele fez? Passou por baixo da cerca (rastejar) &lt;br /&gt;
Do outro lado da cerca havia um canguru e o palhacinho resolveu imita-lo. &lt;br /&gt;
(saltar como um canguru.) &lt;br /&gt;
Enquanto ele imitava o bichinho, avistou um passarinho e resolveu imitar &lt;br /&gt;
um canguru voador &lt;br /&gt;
( pular e bater com os braços) &lt;br /&gt;
Mesmo brincando, o palhacinho começou a ficar cansado. Seu pezinho &lt;br /&gt;
doía e ele resolveu caminhar só com o pé direito para descansar o &lt;br /&gt;
outro (pular com o pé direito) , depois só com o pé esquerdo (pular &lt;br /&gt;
com o pé esquerdo). &lt;br /&gt;
A noite chegava rápido e o palhacinho cansado começava a ficar com &lt;br /&gt;
medo. A única coisa que ele queria agora era voltar para o circo. &lt;br /&gt;
Ele começou então a voltar pelo mesmo caminho. &lt;br /&gt;
Ele contornava as árvores bem devagar pois estava muito cansado. (andar &lt;br /&gt;
em zig zag bem devagar), sua garganta doía e ele fazia assim (respirar &lt;br /&gt;
ofegante) &lt;br /&gt;
O sono chegava depressa e o palhacinho não conseguia manter os olhos &lt;br /&gt;
abertos por muito tempo (piscar). &lt;br /&gt;
Neste momento ele avistou o circo e começou a ouvir o riso das crianças. &lt;br /&gt;
O palhacinho já não se sentia mais cansado, não tinha medo nem sono. &lt;br /&gt;
Ele começou a respirar fundo e bem devagar, afinal ele estava em casa. &lt;br /&gt;
(exercício de respiração).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-6961214973002012312?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4I2AOFVZB0Mr0sXCIQYI_Hk81s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4I2AOFVZB0Mr0sXCIQYI_Hk81s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4I2AOFVZB0Mr0sXCIQYI_Hk81s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T4I2AOFVZB0Mr0sXCIQYI_Hk81s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/6961214973002012312?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/6961214973002012312?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/historias-ginasticadas.html" title="HISTÓRIAS GINASTICADAS" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcCQnY7eip7ImA9WhRWEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-3225910212606960442</id><published>2011-12-30T12:14:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T12:14:23.802-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-30T12:14:23.802-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><title>PROJETO DE TEATRO   PODE SER REALIZADO EM FESTA DE ENCERRAMENTO, FOLCLORE OU DIA DAS CRIANÇAS</title><content type="html">PROJETO DE TEATRO&lt;br /&gt;
PODE SER REALIZADO EM FESTA DE ENCERRAMENTO, FOLCLORE OU DIA DAS CRIANÇAS&lt;br /&gt;
TEMA: SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO&lt;br /&gt;
DURAÇÃO: APROXIMADAMENTE 1 HORA.&lt;br /&gt;
PÚBLICO ALVO: ALUNOS EM FASE DE EDUCAÇÃO INFANTIL NA FAIXA DE 1 A 6 ANOS. PODENDO SER FACILMENTE ADAPTADO A ALUNOS DO 1º CICLO DO ENSINO FUNDAMENTAL.&lt;br /&gt;
PERSONAGENS:&lt;br /&gt;
•DONA BENTA (ADULTO)&lt;br /&gt;
• TIA ANASTÁCIA (ADULTO)&lt;br /&gt;
• REINO DAS ÁGUAS CLARAS (ALUNOS)&lt;br /&gt;
• ANIMAIS DO SÍTIO (ALUNOS)&lt;br /&gt;
• EMÍLIA (ALUNAS - MENINAS)&lt;br /&gt;
• VISCONDE DE SABUGOSA (ALUNOS- MENINOS)&lt;br /&gt;
• SACI (ALUNOS-MENINOS)&lt;br /&gt;
• CUCA (ALUNAS-MENINAS)&lt;br /&gt;
• PEDRINHO (ALUNOS-MENINOS)&lt;br /&gt;
• NARIZINHO (ALUNAS-MENINAS)&lt;br /&gt;
CENÁRIO: PAINEL PINTADO COM A CASINHA DO SÍTIO E ÁRVORES EM VOLTA, FAZER UM JARDIM DE FLORES DE BALÃO NA FRENTE DO PALCO.&lt;br /&gt;
CULINÁRIA: APÓS A APRESENTAÇÃO SERVIR COMIDAS TÍPICAS PARA AS FAMÍLIAS E CRIANÇAS (PÉ DE MOLEQUE, PÃO DE QUEIJO, COCADA, MILHO COZINHO, BROA DE FUBÁ).&lt;br /&gt;
OBJETIVOS:&lt;br /&gt;
• REPRESENTAR A OBRA LITERÁRIA ATRAVÉS DO ESPETÁCULO;&lt;br /&gt;
• AGUÇAR O IMAGINÁRIO DE ALUNOS E CONVIDADOS;&lt;br /&gt;
• HOMENAGEAR O ESCRITOR MONTEIRO LOBATO;&lt;br /&gt;
• SOCIALIZAR, INTEGRANDO RESPONSÁVEIS, ALUNOS, EQUIPE DOCENTE, DIREÇÃO E FUNCIONÁRIOS DA ESCOLA;&lt;br /&gt;
• REALIZAR FESTA COM BELEZA E ENCANTAMENTO.&lt;br /&gt;
DESENVOLVIMENTO:&lt;br /&gt;
ABREM-SE AS CORTINAS, DONA BENTA SENTADA NA SUA CADEIRA DE BALANÇO FAZENDO TRICÔ E TIA ANASTÁCIA NO FOGÃO A LENHA. (PODE SER FEITO DE CAIXAS DE LEITE)&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) AH! COMO GOSTO DE FICAR AQUI NO SÍTIO, LEMBRANDO DAS HISTÓRIAS, DAS TRAVESSURAS DAS CRIANÇAS, DAS MALUQUICES DA EMÍLIA. ANASTÁCIA, CADÊ VOCÊ?&lt;br /&gt;
(TIA ANASTÁCIA) OH! DONA BENTA ESTOU AQUI PREPARANDO UM BOLO DE FUBÁ BEM GOSTOSO PARA AS CRIANÇAS, A SENHORA ME CHAMOU?&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) QUERIA QUE TROUXESSE AQUELE BAÚ QUE ESTÁ LÁ NO SÓTÃO, PRECISO ACHAR UM XALE QUE ESTAVA LÁ PARA ME ESQUENTAR MAIS A NOITE, POIS PARECE QUE HOJE VAI FAZER MUITO FRIO.&lt;br /&gt;
(TIA ANASTÁCIA) JÁ VOU BUSCAR DONA BENTA (VAI ATÉ A COXIA E PEGA UM BAÚ, COLOCAR UM LIVRO DE HISTÓRIAS BEM GRANDE LÁ DENTRO, JUNTAMENTE COM ADEREÇOS DIVERSOS E FANTASIAS).&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) NOSSA QUANTA COISA ANTIGA POR AQUI, TEM MEU CHAPÉU DE PASSEAR NA PRAIA, MINHA BOLSA DE IR ÀS FESTAS, OLHA ESSE LIVRO AQUI QUANTO TEMPO NÃO VEJO, NELE TEM A HISTÓRIA DO SÍTIO.&lt;br /&gt;
DANÇA DONA BENTA COM O LIVRO DE HISTÓRIAS GRANDE AO SOM DA MÚSICA “NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO”&lt;br /&gt;
ADEREÇOS: LIVRO DE HISTÓRIAS BEM GRANDE DE ESPUMA OU EVA COM O TEXTO LÁ DENTRO PARA A NARRADORA LER O TEATRO E UMA COLHER DE PAU. O FOGÃO E A CADEIRA DE BALANÇO JÁ ESTÃO LÁ NO CENÁRIO JUNTAMENTE COM O PAINEL DE DECORAÇÃO E BALÕES.&lt;br /&gt;
EM TODO LIVRO DE HISTÓRIAS TEM REINO CASTELO E FADAS, DRAGÃO MALVADOS, TEM PRINCESAS ENCANTADAS, MAS EU CONHEÇO UM LUGAR TÃO CHEIO DE ENCANTAMENTO ONDE NEM UM CONTO É MAIS BELO. &lt;br /&gt;
UM LUGAR QUE TEM EMÍLIA TEM RABICÓ E TEM PEDRINHO, TEM A VOVÓ DONA BENTA E A GAROTA NARIZINHO, TÊM DOCES DA TIA ANASTÁCIA, E O VISCONDE DE SABUGOSA.&lt;br /&gt;
UM LUGAR QUE TEM MAGIA MUITO MELHOR QUE UM CASTELO VIVE A TURMA DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO.&lt;br /&gt;
ENTRAR A DONA BENTA COM O LIVRO E A TIA ANASTÁCIA COM A COLHER DE PAU NAS MÃOS DANÇANDO PELO MEIO DO PÚBLICO ATÉ CHEGAR NO PALCO. AMBAS DEVEM RODAR COM O LIVRO DE HISTÓRIAS E MOSTRAR PARA O PÚBLICO.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) HOJE VOU CONTAR UMA HISTÓRIA DIFERENTE, QUE TODA CRIANÇA SEMPRE SONHOU, COM MUNDOS DISTANTES, VIAGENS PARA O FUNDO DO MAR, TEM BONECA FALANTE, ALEGRIA E MUITA MAGIA. ERA UMA VEZ ...&lt;br /&gt;
UM REINO MUITO ESPECIAL DE ÁGUAS LIMPINHAS, PEIXES COLORIDOS, É VERDADE MAMÃE, PAPAIS E CRIANÇAS, UM MUNDO ONDE TUDO É POSSÍVEL, FICA BEM LÁ NO FUNDO DO MAR. NESTE REINO ENCANTADO Á VIVER É SEMPRE UMA FESTA, OS PEIXINHOS ADORAM BRINCAR ENTRE SI, E ESCONDER DAS SEREIAS NAS PEDRAS DE AREIA. COM VOCÊS O REINO DAS ÁGUAS CLARAS:&lt;br /&gt;
DANÇAM OS ALUNOS DO BERÇÁRIO – VESTIDOS DE PEIXINHOS AO SOM DA MÚSICA “REINO DAS ÁGUAS CLARAS” – CANTADA POR JORGE VERCILO.&lt;br /&gt;
ADEREÇOS: PANO AZUL PARA COLOCAR OS BEBÊS ASSENTADOS E PANO AZUL PARA BALANÇAR DANDO A IDÉIA DE ÁGUA E BOLINHAS DE SABÃO. DEVE-SE VESTIR AS PROFESSORAS COM TÚNICAS, TAMBÉM EM TOM AZUL, DANDO A IDÉIA QUE ELAS SÃO A ÁGUA. AS PROFESSORAS, ENTÃO, BALANÇAM OUTRO TNT AZUL PARA O ALTO E PARA BAIXO DANDO IDÉIA DE MOVIMENTO DE ÁGUA, BRINCANDO, ESCONDENDO E MOSTRANDO OS BEBÊS.&lt;br /&gt;
OBS: DURANTE A MÚSICA SOLTAR BOLINHAS DE SABÃO PARA OS BEBÊS E BALANÇAR O PANO AZUL.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) AQUI NO SÍTIO TODOS CUIDAMOS DOS ANIMAIS, PRESERVAMOS A NATUREZA E GOSTAMOS DE VIVER COM MUITO CARINHO E AMOR, TIRAR O LEITE DA VAQUINHA DE MANHÃ, PEGAR OVOS NO GALINHEIRO, TOSQUIAR A LÃ DAS OVELHINHAS, MAS TUDO COM BASTANTE CUIDADO...&lt;br /&gt;
ENTRAM OS ALUNOS DO MINI MATERNAL, VESTIDOS DE BICHINHOS PARA DANÇAR AO SOM DA MÚSICA: “FILHO DO FILHOTE” DE RUBINHO DO VALE. &lt;br /&gt;
OBS: CADA CRIANÇA DEVE LEVAR UM BICHINHO DE PELÚCIA PARA REPRESENTAR SEU FILHOTE.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) AH! COMO É BOM LEMBRAR DE TODAS AS BELEZAS QUE TEMOS POR AQUI, MAS NÃO PODIA ESQUECER DE UMA BONECA QUE FOI FEITA POR TIA NASTÁCIA É MUITO ESPEVITADA, ARRUMA CADA CONFUSÃO. (RISOS). &lt;br /&gt;
ENTRAM AS MENINAS DO MATERNAL DANÇANDO AO SOM DA MÚSICA EMÍLIA, A BONECA GENTE - DE BABY CONSUELO.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) E É CLARO QUE SEMPRE QUE A EMÍLIA ESTÁ POR PERTO, TEM O VISCONDE DE SABUGOSA. ELE É UM SÁBIO. NASCEU DE UM SABUGO DE MILHO E SABE CONTAR LINDAS HISTÓRIAS E FAZER MUITAS EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS. &lt;br /&gt;
MENINAS E MENINOS DO MATERNAL DANÇAM VESTIDOS DE EMÍLIA E VISCONDE A MÚSICA TEMA DE ABERTURA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) AH! MAS AQUI NO SÍTIO TAMBÉM TEMOS PERSONAGENS BEM DIFERENTES, QUE PASSAM CADA SUSTO NA GENTE E ASSUSTAM ATÉ AS CRIANÇAS. QUEM NUNCA ESCUTOU ISSO CUIDADO COM A CUCA QUE A CUCA TE PEGA E PEGA DAQUI PAGA DE LÁ, MAS ELA NÃO PEGA AS CRIANÇAS ASSIM TAMBÉM NÃO, MAS FAZ PLANOS JUNTAMENTE COM O SACI AQUELE DANADINHO DE UMA PERNA SÓ QUE ADORA APRONTAR TRAQUINAGENS COM AS PESSOAS QUE CHEGAM NO SÍTIO...&lt;br /&gt;
DANÇAM MENINOS E MENINAS DO JARDIM I VESTIDOS DE CUCA E SACI AO SOM DA MÚSICA “CANÇÃO DA MEIA NOITE”.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
(DONA BENTA) AH! NARIZINHO É UMA DOCE MENINA, QUE TODA VOVÔ SEMPRE SONHOU EM TER COMO NETINHA, ELA SONHA COM MUNDOS ENCANTADOS E VIVE SE FANTASIANDO DE PRINCESA, ESSA MENINA ENCANTA A TODOS ONDE PASSA. COM VOCÊS A NOSSAS “NARIZINHOS”.&lt;br /&gt;
DANÇAM AS MENINAS DO JARDIM II VESTIDAS DE NARIZINHO AO SOM DA MÚSICA “NARIZINHO” CANTADA POR IVETE SANGALO.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) AH, MAS TAMBÉM TENHO OUTRO NETO MUITO LINDO, O PEDRINHO QUE É CORAJOSO, DEFENDE A NARIZINHO E SEMPRE INVENTA BRINCADEIRAS, ADORO PASSAR AS FÉRIAS NO SÍTIO E QUANDO CHEGA NOSSA QUE ALEGRIA CONTAGIA A TODOS AQUI COM SUA ENERGIA.&lt;br /&gt;
DANÇAM OS MENINOS DO JARDIM II VESTIDOS DE PEDRINHO AO SOM DA MÚSICA “PEDRINHO”CANTADA POR JOTA QUEST.&lt;br /&gt;
OBS: ENTRAR COM BRINQUEDOS ANTIGOS NO PALCO BRINCANDO CADA CRIANÇA COM UM: BAMBOLÊ, BOLA, CARRINHO DE ROLIMÃ, CORDA, ESTILINGUE, USAR SOMENTE BRINQUEDOS ANTIGOS BEM DIVERSOS DO TEMPO DA VOVÓ.&lt;br /&gt;
(DONA BENTA) ESSES MEUS NETOS SÃO ESPECIAIS, SÃO A ALEGRIA DO SÍTIO, SEM ELES NÃO TERIA A MESMA MAGIA DE VIVER POR AQUI, AFINAL DE CONTAS ÀS CRIANÇAS SÃO O FUTURO DE NOSSO MUNDO, TEMOS QUE CELEBRAR A INFÂNCIA E SER CRIANÇA É BOM DEMAIS, BRINCAR E SER FELIZ. COM VOCÊS PEDRINHO E NARIZINHO BRINCANDO DE SER CRIANÇA.&lt;br /&gt;
DANÇAM MENINAS E MENINOS DO JARDIM II VESTIDOS DE NARIZINHO E PEDRINHO AO SOM DA MÚSICA CARROSSEL DE ESPERANÇA.&lt;br /&gt;
COREOGRAFIA DE NARIZINHO E PEDRINHO JUNTOS&lt;br /&gt;
ADEREÇO: BOLAS DE PLÁSTICO, GRANDES E COLORIDAS.&lt;br /&gt;
PARTE INSTRUMENTAL: ENTRAR DANÇANDO COM A BOLA NAS MÃOS EM FILA E PARAR NO SEU LUGAR.&lt;br /&gt;
A VIDA É UMA CRIANÇA, UM CARROSSEL DE ESPERANÇA ( JOGAR A BOLA PARA CIMA BAIXINHO E PEGAR ELA DE VOLTA E RODAR COM ELA NO ALTO)&lt;br /&gt;
AMOR E PAZ É O QUE QUEREMOS (MOSTRAR A BOLA PARA DIREITA)&lt;br /&gt;
VENHA COM A GENTE E CANTAREMOS ( MOSTRAR A BOLA PARA ESQUERDA)&lt;br /&gt;
O NOSSO MUNDO É COLORIDO E COMO É LINDO, IGUAL UMA BOLA DE SABÃO, É DE ILUSÃO ( POR A BOLA NO CHÃO E RODAR PARA DIREITA EM VOLTA DA BOLA SEGURANDO COM UMA MÃO E A OUTRA LEVANTADA PARA CIMA)&lt;br /&gt;
NOSSO CAMINHO É FLORIDO E NOSSA VIDA TEM SABOR DE EMOÇÃO ( POR A BOLA NO CHÃO E RODAR PARA ESQUERDA EM VOLTA DA BOLA SEGURANDO COM UMA MÃO E A OUTRA LEVANTADA PARA CIMA)&lt;br /&gt;
VEM, VEM, VEM, VEM, VEM, VEM, VEM ( CHAMAR COM UMA DAS MÃOS E SEGURAR A BOLA COM A OUTRA MÃO APOIADA PELO BRAÇO) &lt;br /&gt;
VEM, EU QUERO TE MOSTRAR ( PULAR MOSTRANDO A BOLA PARA CIMA ,PARA BAIXO)&lt;br /&gt;
VAMOS JUNTOS CAMINHAR, CORRER, SORRIR, BRINCAR, CANTAR E PEDIR BIS ( PULAR MOSTRANDO A BOLA PARA OS LADOS DIREITO ESQUERDO)&lt;br /&gt;
LA LA LA LA... ( FAZER UMA FILA E RODAR USANDO O ESPAÇO DO PALCO LEVANTANDO E ABAIXANDO A BOLA ATÉ TERMINAR A PARTE INSTRUMENTAL)&lt;br /&gt;
(TIA NASTÁCIA) AH! DONA BENTA, QUE HISTÓRIA LINDA QUE A SENHORA CONTOU HOJE, O NOSSO SÍTIO É SEMPRE ASSIM UM LUGAR LINDO DE VIVER, CHEIO DE PAZ, AMOR, CARINHO, HARMONIA, MAGIA, HISTÓRIAS, FAZ DE CONTA E PRINCIPALMENTE UM LUGARZINHO ESPECIAL NO CORAÇÃO DE CADA UM AQUI PRESENTE QUE COM CERTEZA TEM DOCES LEMBRANÇAS DA SUA INFÂNCIA CHEIA DE LINDAS HISTÓRIAS PARA CONTAR. VAMOS CANTAR! VIVA ESSE MUNDO CHEIO DE PAZ!&lt;br /&gt;
________________________________________&lt;br /&gt;
AUTORIA DO PROJETO: MONIQUE CORRÊA SALIBA – PROFESSORA DE DANÇA, TEATRO E MÚSICA. ESPECIALISTA EM TÉCNICAS DE TEATRO INFANTIL E COREOGRAFIAS PARA EVENTOS DIVERSOS.&lt;br /&gt;
CONTATOS:&lt;br /&gt;
(31) 30771747              (31) 30771747       &lt;br /&gt;
(31)88736553              (31)88736553       &lt;br /&gt;
MONIQUESALIBA@YAHOO.COM.BR&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-3225910212606960442?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vILphJH9gu48rGW_SBsTt4I1Kb0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vILphJH9gu48rGW_SBsTt4I1Kb0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vILphJH9gu48rGW_SBsTt4I1Kb0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vILphJH9gu48rGW_SBsTt4I1Kb0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3225910212606960442?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3225910212606960442?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/projeto-de-teatro-pode-ser-realizado-em.html" title="PROJETO DE TEATRO   PODE SER REALIZADO EM FESTA DE ENCERRAMENTO, FOLCLORE OU DIA DAS CRIANÇAS" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04GRXY9fSp7ImA9WhRWEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-7102757746206233657</id><published>2011-12-30T12:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-30T12:12:04.865-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-30T12:12:04.865-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro" /><title>A PÍLULA FALANTE</title><content type="html">A SEGUIR O ROTEIRO DA PEÇA:&lt;br /&gt;
A PÍLULA FALANTE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NARRADOR – NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO MORA UMA SENHORA CHAMADA DONA BENTA, VIVE AFASTADA DA CORRERIA E DO BARULHO DA CIDADE GRANDE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(MÚSICA DO SÍTIO / ENTRA DONA BENTA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NARRADOR - JUNTO COM DONA BENTA MORA A NEGRA TIA NASTÁCIA, QUE ADORA FAZER BOLINHOS DE CHUVA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(ENTRA TIA NASTÁCIA, COM UMA PANELA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DONA BENTA – HUMM! QUE CHEIRO BOM ESTE! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NASTÁCIA – ESTOU PREPARANDO ALGUNS BOLINHOS DE CHUVA.&lt;br /&gt;
DONA BENTA – AI QUE DELICIA!&lt;br /&gt;
NARRADOR – NO SÍTIO MORA TAMBÉM A NETA DE DONA BENTA, LÚCIA, MAIS CONHECIDA COMO NARIZINHO. ELA VIVE NO MUNDO DE FANTASIAS, E NÃO DESGRUDA DE SUA BONECA EMÍLIA, FEITA DE PANO PELA TIA NASTÁCIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(MÚSICA DA NARIZINHO)&lt;br /&gt;
ENTRA A NARIZINHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NARIZINHO – VOVÓ. QUERIA TANTO QUE EMÍLIA FALASSE COMO NÓS, PARA TER COM QUEM CONVERSAR.&lt;br /&gt;
DONA BENTA – HAHAHA, ELA É APENAS UMA BONECA, NÃO TEM COMO ELA FALAR.&lt;br /&gt;
NARIZINHO – TEM SIM, QUANDO EU FUI LÁ AO REINO DAS ÁGUAS CLARAS, O DOUTOR CARAMUJO ME DEU UMA DE SUAS PÍLULAS, PARA QUE EU DESSE A EMÍLIA E ELA COMEÇASSE A FALAR.&lt;br /&gt;
NASTÁCIA – AONDE JÁ SE VIU BONECA FALAR, PÍLULA FALANTE, CARAMUJO SER DOUTOR, ISSO É COISA DA SUA IMAGINAÇÃO.&lt;br /&gt;
DONA BENTA PARA TIA NASTÁCIA – ESSA MINHA NETA TEM CADA IDÉIA, HAHAHA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(DONA BENTA E TIA NASTÁCIA SAEM RINDO)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(DÁ A PÍLULA PARA A BONECA E A COLOCA DENTRO DA CAIXA DE COSTURA, E SENTA NO CHÃO AO LADO DA CAIXA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(MÚSICA DA EMÍLIA – APENAS AS PRIMEIRAS ESTROFES)&lt;br /&gt;
(EMÍLIA SAI AOS POUCOS DE DENTRO DA CAIXA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NARIZINHO – VOVÓ, TIA NASTÁCIA, VENHAM ATÉ AQUI, RÁPIDO!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(EMÍLIA FICA TESTANDO A VOZ)&lt;br /&gt;
(NARIZINHO DA UM LEVE TAPA NAS COSTAS DE EMÍLIA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NARIZINHO – FALA EMÍLIA, FALA EMÍLIA, FALA.&lt;br /&gt;
EMÍLIA – ESTOU COM UM HORRÍVEL GOSTO DE SAPO NA BOCA. ECA!&lt;br /&gt;
NARIZINHO – UHUULLL! VIU VOVÓ, COMO MINHA BONECA PODE FALAR!&lt;br /&gt;
EMÍLIA – MAS QUE CARAS SÃO ESSAS? QUEM SÃO TODOS ESSES? PRA QUE TANTA GENTE? TEM FESTA AQUI HOJE, É? E VOCÊS? SABEM POR QUE ELAS ESTÃO COM ESSAS CARAS DE CORUJAS AZEDAS? QUEM SÃO VOCÊS? QUAL SEU NOME? E A SUA IDADE? VOCÊ ESTUDA? TEM Q ESTUDAR PRA FICAR TÃO INTELIGENTE QUANTO EU! E VOCÊ AI, GOSTA DO SÍTIO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(MÚSICA EMÍLIA – REFRÃO / TODOS COMEÇAM A DANÇAR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NARRADOR – NO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO TUDO É POSSÍVEL, A FANTASIA SE MISTURA COM A REALIDADE, E ASSIM, CRIANDO MUITAS AVENTURAS COM ESSA TURMINHA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DONA BENTA – E ALGUÉM AQUI SABE ME DIZER QUEM FOI MONTEIRO LOBATO?&lt;br /&gt;
EMÍLIA – EU SEI É CLARO, PORQUE SOU MUITO INTELIGENTE! ELE FOI UM GRANDE NOME DA LITERATURA BRASILEIRA, NASCEU EM TAUBATÉ, NA CIDADE DE SÃO PAULO, NO ANO DE 1882.&lt;br /&gt;
DONA BENTA – ISSO MESMO EMÍLIA! E MONTEIRO LOBATO COMEÇOU PUBLICANDO SEUS PRIMEIROS CONTOS EM JORNAIS E REVISTAS.&lt;br /&gt;
NASTÁCIA – E ESTES CONTOS FORAM COLOCADOS EM UM DOS LIVROS DELE, QUE SE CHAMA URUPÊS.&lt;br /&gt;
NARIZINHO – MAS ELE É MAIS CONHECIDO ENTRE AS CRIANÇAS POR SEUS PERSONAGENS: EMÍLIA, DONA BENTA, TIA NASTÁCIA, E MUITOS OUTROS QUE FAZEM PARTE DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO.&lt;br /&gt;
NASTÁCIA – NO ANO DE 1948, MONTEIRO LOBATO MORREU, MAS NOS DEIXOU ESSE GRANDE SUCESSO, ADORADO PELAS CRIANÇAS E TAMBÉM POR MUITOS ADULTOS.&lt;br /&gt;
DONA BENTA – E A GENTE VAI FICANDO POR AQUI, MAS DAQUI A POUCO, VAMOS TER MUITAS MAIS AVENTURAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(MÚSICA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO)&lt;br /&gt;
ESTA PEÇA FOI APRESENTADA PELO MEU GRUPO, AGRADEÇO AS MINHA AMIGAS ALINE, BRUNA E VIVIANA PELA PERMISSÃO PARA A PUBLICAGEM DO ROTEIRO.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-7102757746206233657?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
 – SACI ENTRA BAGUNÇA A MESA E FALA:&lt;br /&gt;
- EU VOU APRONTAR E BAGUNÇAR TUDINHO...... (VAI PARA O CANTINHO DO PALCO).&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 – TIA NASTACIA – ENTRA NA COZINHA E FALA:&lt;br /&gt;
- MEU DEUS ESTA TUDO BAGUNÇADO SÓ PODE SER O SACI. (COMEÇA ARRUMAR A BAGUNÇA)&lt;br /&gt;
NARRADOR – NASTACIA FALOU COM TIO BARNABÉ QUE CONTOU PARA PEDRINHO E ESTE FICOU BRAVO.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
PEDRO – PEDRINHO ENTRA E FALA:&lt;br /&gt;
- EU VOU PEGAR O SACI E COLOCAR DENTRO DA GARRAFA. (SAI DA SALA).&lt;br /&gt;
NARRADOR – ENQUANTO ISSO NARIZINHO ANDA  NO SITIO COM SUA BONECA.&lt;br /&gt;
 – NARIZINHO – PASSEIA COM A BONECA NAS MAOS E DIZ:&lt;br /&gt;
- EMILIA GOSTARIA TANTO QUE VOCE FALASSE.&lt;br /&gt;
NARRADOR = NARIZINHO PENSA EM LEVAR EMILIA AO PRINCIPE ESCAMOSO QUE FALOU QUE O DOUTOR CARAMUJO TEM UMAS PIRULAS MILAGROSAS. ELA VAI ATRAS DO DOUTOR CARAMUJO E AO DAR AS PIRULAS PARA EMILIA ELA SAI FALANDO ATORMENTANDO TODOS DO SITIO.&lt;br /&gt;
ENQUANTO ISSO DONA BENTA RECEBE UMA VISITA IMPORTANTE.&lt;br /&gt;
TOC TOC TOC TOC&lt;br /&gt;
– DONA BENTA -  NASTACIA!NASTACIA! VAI ATENDER A PORTA.&lt;br /&gt;
A NASTACIA DEVE ESTAR OCUPADA EU VOU ATENDER A PORTA. (LEVANTA E VAI FAZER QUE ABRE A PORTA E FALA)&lt;br /&gt;
- SR LOBATO QUE VISITA ILUSTRE!&lt;br /&gt;
– LOBATO : É UM PRAZER!&lt;br /&gt;
NARRADOR: DONA BENTA PEDIU PARA NASTACIA FAZER UNS BOLINHOS DE CHUVA.&lt;br /&gt;
LOBATO = DONA BENTA ESTOU QUERENDO ESCREVER MINHAS MEMORIAS E PRECISO DE SUA AJUDA.&lt;br /&gt;
NARRADOR = DONA BENTA FICA FELIZ POIS LOBATO VEIO AO LUGAR CERTO E PEDE QUE NASTACIA CHAME A TURMA QUE O SENHOR LOBATO ESTA NO SITIO E TODOS SE APRESENTAM:&lt;br /&gt;
EMILIA = BONECA DE PANO QUE GANHOU VIDA E FALA TUDO O QUE PENSA.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
PEDRINHO = NETO DA DONA BENTA E PRIMO DE NARIZINHO. MENINO DE GRANDE CORAGEM, FOI O ÚNICO QUE CONSEGUIU PRENDER O SACI.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
NARIZINHO = NETA DA DONA BENTA. TEM ESSE APELIDO PELO SEU NARIZ ARREBITADO.&lt;br /&gt;
DONA BENTA = É A DONA DO SITIO E TEM CERCA DE 60 ANOS. É UMA VOVO CARINHOSA.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
NASTACIA = ALEM DE CUIDAR DA COZINHA E COZINHAR MUITO BEM ELA É UMA FAZ TUDO E UMA BOA CONTADORA DE ESTÓRIAS.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
QUINDIM = RINOCERONTE QUE FUGIU DO CIRCO E FOI PARAR PERDIDO NO SITIO. É UM CRAQUE NA GRAMATICA.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
SACI = MENINO DE UMA PERNA SÓ QUE FAZ MUITAS ESTRIPULIAS.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
VISCONDE = BONECO FEITO DE SABUGO DE MILHO E PALHA, QUE ACREDITA NAS VERDADES ESTRITAS NOS LIVROS, É UM VERDADEIRO SÁBIO.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
JOANINHA, BORBOLETA, GRILO = PERSONAGENS QUE ILUSTRAM OS LIVROS E ALEGRAM NOSSAS LEITURAS JUNTAMENTE COM A TURMA DO SITIO.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
NARRADOR – NISSO ENTRA A CUCA ASSUSTANDO TODOS E DIZENDO: &lt;br /&gt;
– CUCA : - NÃO LEMBRARAM DE MIM!!!&lt;br /&gt;
NARRADOR = EMILIA FALA:&lt;br /&gt;
EMILIA: PORQUE DEVERIAMOS LEMBRAR VOCE NÃO TEM MEMORIA!&lt;br /&gt;
CUCA: VOU ME VINGAR!!!!&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
TERMINAMOS AS MEMORIAS DE LOBATO E SUAS HISTORIAS FICARAM REGISTRADAS NOS LIVROS QUE NOS FAZEM VIAJAR ATE OS DIAS DE HOJE. (ENTRA AS CRIANÇAS CADA UM COM SEU LIVRO).&lt;br /&gt;
NASTACIA = EU VOU PREPARAR BOLINHOS DE CHUVA!&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
TODOS= OBA!!!&lt;br /&gt;
# desconheço autoria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-5593735402761008967?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jiUyRtPOBbl13nUISlJ0y92kE34/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jiUyRtPOBbl13nUISlJ0y92kE34/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jiUyRtPOBbl13nUISlJ0y92kE34/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jiUyRtPOBbl13nUISlJ0y92kE34/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5593735402761008967?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5593735402761008967?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/teatro-sitio-do-picapau-amarelo.html" title="TEATRO SITIO DO PICAPAU AMARELO" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QGQX08cSp7ImA9WhRXFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-6557727587703952222</id><published>2011-12-23T13:22:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T13:22:00.379-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-23T13:22:00.379-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigo" /><title>Criança precisa ser criança</title><content type="html">Criança precisa ser criança&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lU6DMd5S1Ns/TvTw8QlulXI/AAAAAAAAF5g/ns-iS52VOjI/s1600/ccmkidpansy7b.gif" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="104" width="261" src="http://2.bp.blogspot.com/-lU6DMd5S1Ns/TvTw8QlulXI/AAAAAAAAF5g/ns-iS52VOjI/s400/ccmkidpansy7b.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O papel dos pais na educação &lt;br /&gt;
Lembro-me de quando eu era menina e brincava imitando ser adulta. Usava o sapato alto de minha mãe ou de minhas irmãs bem mais velhas, já adultas, e alguns de seus vestidos, quanto mais compridos, melhor, quanto mais brilhantes e de festa, melhor ainda. É claro que apenas alguns estavam disponíveis para essas brincadeiras, mas eu ficava encantada com a possibilidade. Minhas amigas, igualmente. Vez ou outra podíamos contar com um irmão de amiga (meu irmão era mais velho e já não aceitava esse tipo de brincadeira) para vestir um paletó de meu pai que cobria quase que totalmente aqueles “gambitos” cheios de marcas rochas nas canelas de jogar futebol. Às vezes comentávamos algo como: Ah! Será que um dia meu pé vai crescer tanto assim para caber nesse sapatão? Era uma delícia pintar a boca com o batom vermelho “roubado” da gaveta da penteadeira do quarto do casal. &lt;br /&gt;
Hoje, as crianças não vestem o salto da mãe, será porque seus sapatos já têm salto? Não vestem os modelos da mãe, será porque suas roupas são idênticas às da mãe? As mães trazem suas filhas ao meu consultório e elas estão, com freqüência, igualmente vestidas. Coincidência? Por que será? Muitas vezes essas crianças já vêm com batom na boca aos seis anos de idade, e não estão “oficialmente” fantasiadas. &lt;br /&gt;
Naquela época não havia dúvida. Crianças eram crianças, pais mandavam e as crianças obedeciam. Pais eram responsáveis pela manutenção da casa, da família, eram os provedores. As crianças eram os aprendizes, os que precisavam ser cuidados e protegidos. &lt;br /&gt;
Quando tive filhas há vinte e cinco anos atrás, tive a oportunidade de assisti-las em brincadeiras semelhantes, como teatro, casamento, cabaninha etc. Nessa época ainda não estávamos informatizados como agora, a geração de pais ainda cultivava nos filhos o gosto pelas brincadeiras, digamos, artesanais e de rua que tinham vivenciado quando crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda, nesta época, é possível perceber resquícios da geração anterior, quando as crianças tinham um lugar garantido, podiam ser crianças e tinham de fazer coisas de crianças. Os pais ainda sabiam colocá-las no devido lugar. Tinham hora para dormir, somente alguns programas de TV podiam ser assistidos, tinham hora para lição, tinham que cumprimentar as pessoas, dizer obrigado, bom dia, boa tarde, nem pensar em responder ou xingar os pais e assim por diante. &lt;br /&gt;
No entanto, com o passar dos anos, mudanças foram acontecendo, os pais ficaram um pouco confusos sobre o seu papel junto às crianças. Pelo temor do autoritarismo passaram a afrouxar as regras de tal modo que crianças passaram a mandar, comandar, determinar, e muitas vezes escravizar os pais. Crianças e pais, nem todos, é verdade, mas muitos, ficaram sem um papel social definido, sem norte. &lt;br /&gt;
A violência urbana que promove o confinamento, as facilidades da informatização que estimulam o cérebro e incentivam o sedentarismo, ao lado de outros aspectos, têm propiciado em nosso país uma expressiva amostra de crianças obesas, medrosas, deprimidas, sensualizadas etc. &lt;br /&gt;
As crianças assistem muita TV, incluindo programas que não são apropriados como, por exemplo, as novelas, que os pais não conseguem proibir, ou porque não estão em casa no horário e a empregada “precisa” assistir então a criança assiste junto ou porque os pais não têm força diante da reivindicação contundente dos pequenos, ou ainda porque não têm noção do que devem selecionar para os filhos. &lt;br /&gt;
As crianças estão carregadas de atividades obrigatórias, porque os pais não as ajudam a fazer escolhas, porque estão ocupados, sem tempo para acompanhá-los e é melhor mantê-los em atividades do que sozinhos em casa com empregados. Em conseqüência, as crianças não sabem mais se entreter consigo mesmas, não sabem o que fazer dentro de casa a não ser ver TV e jogar no computador. Não se relacionam com os familiares, ou pouco. Quando saem com a família vão a restaurantes, bancos, supermercados, casa dos avós. Raramente os programas são sob medida e exclusivos para as crianças. &lt;br /&gt;
Quando a família se reúne para o jantar, as crianças não agüentam conversar nem permanecer à mesa por muito tempo, assim como os adultos. Para a criança, logo o papo torna-se chato e quer sair da mesa. Os pais se irritam porque querem estar com os filhos, mas também não sabem como tornar a situação atraente. Ficam sentidos, acham que os filhos são mal agradecidos, que estão isolados, que não dão importância à família. Nem percebem, no entanto, que esperam demais dos pequenos. Quando se sentam à mesa logo ficam chamando a atenção para tirar o cotovelo da mesa, mastigar com a boca fechada, pegar direito no garfo, bronca por isto, bronca por aquilo... e um momento que poderia ser gostoso torna-se um verdadeiro inferno. &lt;br /&gt;
Pais precisam ensinar, mas não têm o direito de fazer disto uma tortura. Não adianta em todos os dias do jantar ficar brigando porque o filho come de boca aberta. Se os pais tornarem o jantar um inferno todos os dias, certamente o filho não terá o menor interesse em tornar-se melhor para o próximo jantar. Ensine uma vez, duas, incentive, deixe passar algumas vezes para tornar agradável aquele momento. Converse em outra situação. Criança faz bagunça mesmo, demora para aprender. &lt;br /&gt;
Um exemplo é o aprendizado da lição de casa. Aprender a responsabilizar-se e dar conta da lição de casa é um processo que demora alguns anos. Os pais acham que ensinam uma vez quando a criança está na primeira série (ou na pré- escola) e a criança já tem que ter aprendido. Isto não é possível. Isto tem tudo a ver com ser criança. Ser criança é ter tempo de aprender. Aprender é um processo. Não é feito em apenas um ato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-6557727587703952222?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XmESfLQm2ADD-GJCCB67eIeck2w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XmESfLQm2ADD-GJCCB67eIeck2w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XmESfLQm2ADD-GJCCB67eIeck2w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XmESfLQm2ADD-GJCCB67eIeck2w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/6557727587703952222?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/6557727587703952222?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/crianca-precisa-ser-crianca.html" title="Criança precisa ser criança" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-lU6DMd5S1Ns/TvTw8QlulXI/AAAAAAAAF5g/ns-iS52VOjI/s72-c/ccmkidpansy7b.gif" height="72" width="72" /></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cHQ30-fSp7ImA9WhRXEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-5604191810493042052</id><published>2011-12-16T10:10:00.001-08:00</published><updated>2011-12-16T10:10:32.355-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-16T10:10:32.355-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><title>Lixo,sabendo reciclar pode-se usar.</title><content type="html">Projeto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Título: Lixo,sabendo reciclar pode-se usar.&lt;br /&gt;
2. Tema transversal: - Ética &lt;br /&gt;
                                    - Saúde&lt;br /&gt;
                                    - meio ambiente&lt;br /&gt;
3. Justificativa: Através do estudo sobre o meio ambiente sensibilizar as crianças sobre os problemas ambientais e o quanto eles estão alterando e desequilibrando o nosso ambiente com poluição e degradação.&lt;br /&gt;
4. Conhecimento prévio: Apresentar para os alunos um cartaz com imagens de degradação do meio ambiente e outro de preservação e em seguida cada aluno dará sua opinião para iniciarmos o projeto. &lt;br /&gt;
5. Objetivo: - Levantar aspectos ecológicos referentes à água, ao ar e ao solo, coletando dados a respeito do ambiente que nos cerca.&lt;br /&gt;
    - Trabalha o respeito para com a natureza e para consigo mesmo, identificando as situações que causam danos ao meio ambiente. &lt;br /&gt;
    - Sensibilizar a comunidade sobre a importância da coleta seletiva do lixo e conhecer técnicas de reaproveitamento do lixo e dos alimentos.&lt;br /&gt;
    - Demonstrar que a reciclagem pode trazer inúmeros benefícios e atuar para que a educação ambiental faça parte do cotidiano da escola e da comunidade.&lt;br /&gt;
    - Despertar a conscientização sobre a preservação e da necessidade de reaproveitamento do lixo &lt;br /&gt;
    - Levar o aluno a desenvolver sua criatividade, utilizando materiais descartáveis.&lt;br /&gt;
6. Conteúdo: Matemática, Português, Artes, ciências, Geografia, história.&lt;br /&gt;
7. Metodologia: Pesquisa, Caça-palavras, Colagens, Visitas a Parques Ecológicos,Produção de texto.&lt;br /&gt;
8. Período de duração: 20 a 25 dias.&lt;br /&gt;
9. Público Alvo: 3º e 4° serie do E. F.&lt;br /&gt;
10. Detalhamento das ações: &lt;br /&gt;
• Após a apresentação dos cartazes sobre o meio ambiente faremos a leitura de uma poesia sobre o tema, verificando assim o interesse e o conhecimento sobre o assunto com os alunos. &lt;br /&gt;
• Pesquisar o que é extinção e quais animais estão ameaçados.&lt;br /&gt;
• Coletar informações sobre a qualidade da água de nossa cidade.&lt;br /&gt;
• Realizar uma visita ao parque natural para observar plantas, solo, árvores, verificando se há cartazes sobre a conservação do parque. &lt;br /&gt;
• Montar um jornal na escola com notícias sobre as agressões ao meio ambiente (notícias pesquisadas em jornais, revistas e tv)&lt;br /&gt;
• Realizar uma cruzada ecológica fazendo um passeio pelo bairro, observando destruição de canteiros, lixo jogado nas ruas, pichações, a ao final do passeio descrever através de um relatório o que foi observado.&lt;br /&gt;
• Dividir a sala em grupos para realizar pesquisas sobre o que degrada o meio ambiente: desmatamento, poluição dos rios, do ar, e visual.&lt;br /&gt;
• Comparar um aquário com plantas aquáticas com água limpa, com outro aquário em condições contraria e escrever o que foi observado.&lt;br /&gt;
• Confeccionar mural com dicas ecológicas:arborizar sua rua, bairro, não pise na grama, regue o jardim , seja consciente cuide do meio ambiente etc.&lt;br /&gt;
• Criar um livro com a participação de toda a classe, com textos e desenhos mostrando como é o ambiente da escola, com relação aos cuidados com o lixo . &lt;br /&gt;
• Pedir para que os alunos escrevam bilhetes, dizendo o que faz para colaborar com a limpeza do planeta, para ser afixado em mural.&lt;br /&gt;
• Criar um mural educativo que acolha sugestões para diminuir a quantidade de lixo na escola, na hora dos intervalos de aula ou mesmo durante ela.&lt;br /&gt;
• Pesquisar sobre o órgão que cuida do lixo de nossa cidade e qual o trabalho desenvolvido sobre o lixo.&lt;br /&gt;
• Realizar caça-palavras e cruzadinhas sobre o tema desenvolvido (segue anexo).&lt;br /&gt;
• Realizar entrevista com um morador mais idoso da comunidade, para que ele fale das espécies de vegetação e animais da região que hoje são raros encontrar.&lt;br /&gt;
• Fazer uma pesquisa sobre reciclagem e qual o beneficio da mesma e em seguida fazer um debate sobre como implantá-la na escola.&lt;br /&gt;
• &lt;br /&gt;
Aproveitar e utilizar materiais recicláveis nos conteúdos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matemática:utilizar embalagens vazias, tampas de garrafas pet, latas de refrigerantes para trabalhar: conjuntos, adição, subtração, multiplicação. Problemas, trabalhando sistema monetário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Português:Formar frases com as marcas de embalagens trazidas pelos alunos.Produzir texto com o tema ”se eu fosse uma garrafa pet”.&lt;br /&gt;
Em grupo produzir propagandas sobre determinado produto (embalagem trazida pelos alunos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ciências:Pesquisar sobre o tempo de decomposição gasto para cada tipo de material. Utilizar copinhos de iorgute para plantar feijões ou sementes de girassol para serem observados para futuro relatório.&lt;br /&gt;
Conhecer doenças transmitidas por insetos que vivem em lixos mal-acondicionados. Debate sobre maneiras de acondicionar o lixo em suas residências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
História:Discutir os problemas criados com aterros sanitários, contaminações e poluição das águas. Aumento da população das cidades e o acúmulo de lixo nas ruas das cidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geografia: Debater o que fazer para conscientizar as pessoas a não jogarem lixo nos rios e ruas. O que fazer para que as ruas de nosso bairro fiquem mais limpas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Artes: Utilizar diversas embalagens para confeccionar objetos para serem colocados em exposição. Confeccionar cartaz com fotos sobre lixo e poluição.&lt;br /&gt;
Realizar colagens com elementos da natureza, folhas, flores, gravetos, sementes, etc.&lt;br /&gt;
• Implantar na escola um concurso para limpeza da escola, onde os alunos deverão criar símbolos ou frases para este concurso.&lt;br /&gt;
• Implantar também a coleta seletiva de forma que ela seja estendida às residências dos alunos.&lt;br /&gt;
Ao final do projeto realizar exposições, com objetos confeccionados com materiais descartáveis , apresentar os murais e pesquisas para os pais de forma que eles também se conscientizem da necessidade de cuidar do meio ambiente.&lt;br /&gt;
Confeccionar um cartaz para colocar nesta exposição mostrando os aspectos importantes da reciclagem: diminui a poluição das cidades;diminui o espaço para aterros, pois o volume de lixo diminui;fornece matéria-prima para a industria;proporciona um meio de vida a muitas pessoas, etc.&lt;br /&gt;
Fechar a exposição com a distribuição de cartões realizada pelos alunos aos visitantes da mesma SEJA CONSCIENTE, CUIDE DO MEIO AMBIENTE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bibliografia:Ciências- O meio ambiente&lt;br /&gt;
Autor: Carlos Barros&lt;br /&gt;
           Wilson Roberto Paulino&lt;br /&gt;
Editora: àtica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enciclopédia Encarta- Microsoft &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rosemeire Dantas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-5604191810493042052?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9csnEvNTUuFhkLuecEpOJZL_dZ0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9csnEvNTUuFhkLuecEpOJZL_dZ0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9csnEvNTUuFhkLuecEpOJZL_dZ0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9csnEvNTUuFhkLuecEpOJZL_dZ0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5604191810493042052?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5604191810493042052?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/lixosabendo-reciclar-pode-se-usar.html" title="Lixo,sabendo reciclar pode-se usar." /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcMSXk9cSp7ImA9WhRXEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-2546133818754827305</id><published>2011-12-16T09:38:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T09:38:08.769-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-16T09:38:08.769-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><title>ARTISTAS EM FORMA DE PROJETO</title><content type="html">ARTISTAS EM FORMA DE PROJETO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria Clarete Bueno Silveira Pires de Almeida &lt;br /&gt;
Sandra Lembo Fernandes Martinez &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Artistas em Forma de Projeto” propõem um ensino mais significativo, que através do  conhecimento global,  leva o aluno a trabalhar a sensibilidade (agressividade e violência), criando uma consciência mais crítica da sociedade em que vive.&lt;br /&gt;
Esse projeto é o resultado de uma prática de trabalho, que foi procurar na teoria, através de pesquisas, os conhecimentos que fundamentam a utilização da imagem como possibilidade de ensino aprendizagem, usando como recursos as obras de artes dos artistas plásticos Cândido Portinari e Claude Monet.&lt;br /&gt;
Projeto favorece a organização do trabalho didático, integrando diferentes propostas curriculares. Pode ser utilizado em momentos específicos, envolvendo mais de um professor ou disciplina, ou mesmo, realizar-se dentro de uma única disciplina.  &lt;br /&gt;
A organização dos conteúdos em torno dos projetos, neste caso “artistas plásticos”, favorece a compreensão da multiplicidade de aspectos que compõem a realidade, possibilitando a articulação de diversos campos do conhecimento. Os professores planejam uma série de atividade com uma meta estabelecida, de tal forma que ao final, os alunos adquiram uma atitude reflexiva. &lt;br /&gt;
“ARTISTA EM FORMA DE PROJETO” vai mostrar um estudo que pode ser feito por alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental (1ª à 4ª série),  e sua realização tem como objetivo, fazer com que as crianças despertem o interesse pela arte, tornando-se um indivíduo mais sensível (trabalhar com a emoção), e também com que ela perceba as diferenças que existem entre alguns artistas como: escola, técnica de pintura utilizada, material disponível da época, diferentes culturas, política...&lt;br /&gt;
Fazem parte desse projeto os artistas Cândido Portinari e Claude Monet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Projeto Cândido Portinari&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
          Este projeto está sendo desenvolvido com os alunos de educação infantil de uma escola particular de Sorocaba, devido a comemoração do centenário de nascimento do grande artista Cândido Portinari. As  atividades propostas são trabalhadas em todas as áreas de estudo, através de material elaborado pela coordenação da escola e também sugestões dadas pela professora de Artes. Cada fase trabalhará uma tela de acordo com o esquema apresentado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mini  e Maternal – O Circo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que é um circo&lt;br /&gt;
- Como surgiu&lt;br /&gt;
- Quais são os mais conhecidos&lt;br /&gt;
- Do que é feito&lt;br /&gt;
- Quem trabalha no circo&lt;br /&gt;
- Qual é a função do circo&lt;br /&gt;
- Por que Portinari fez essa tela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de música para a apresentação:  Palhaço / Circo  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infantil I – Bumba-meu-boi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que é um boi&lt;br /&gt;
- O que ele nos dá &lt;br /&gt;
- Onde vive&lt;br /&gt;
- Como é&lt;br /&gt;
- O que come&lt;br /&gt;
- O que é um bumba-meu-boi&lt;br /&gt;
- Como surgiu&lt;br /&gt;
- Onde tem&lt;br /&gt;
- Para que serve&lt;br /&gt;
- Como é&lt;br /&gt;
- Por que Portinari fez essa tela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de música para a apresentação:  Bumba-meu-boi (festas nordestinas) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infantil I e II – Espantalho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que é um espantalho&lt;br /&gt;
- Do que é feito&lt;br /&gt;
- Para que serve&lt;br /&gt;
- Onde podemos encontrar&lt;br /&gt;
- Por que Portinari fez essa tela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de música para a apresentação: Espantalho (Telma Chan)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infantil II – O Mulato&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mostrar as diferentes raças (negro, branco, mulato...) – trabalho com o pintinho ou rosas&lt;br /&gt;
- Pesquisar qual é a raça do aluno&lt;br /&gt;
- Mostrar que não deve existir o preconceito&lt;br /&gt;
- Mostrar os diferentes costumes que cada raça tem&lt;br /&gt;
- Mostrar as diferentes características físicas, mas que devemos respeitar&lt;br /&gt;
- Por que Portinari fez essa tela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de música para a apresentação: Música criada pela própria professora&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infantil III – (Café)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que é&lt;br /&gt;
- Para que serve (bolo, café, tortas...)&lt;br /&gt;
- De onde vem (plantação) - fazenda&lt;br /&gt;
- Como se planta&lt;br /&gt;
- Como é o pé&lt;br /&gt;
- Como é o grão&lt;br /&gt;
- Mostrar o processo (grão, torrado, moído e por último coado)&lt;br /&gt;
- O que é fazenda&lt;br /&gt;
- Onde ficam as fazendas&lt;br /&gt;
- Quem são as pessoas que trabalham nas fazendas&lt;br /&gt;
- Por que Portinari fez essa tela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de música para a apresentação: Música do Café (festa junina)&lt;br /&gt;
Infantil III – (Os Retirantes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Quem são&lt;br /&gt;
- Onde moram&lt;br /&gt;
- Por que se retiraram da sua cidade (fome, a miséria)&lt;br /&gt;
- O que  eles querem encontrar  no outro local&lt;br /&gt;
- Será que realizam seus desejos quando se  retiram para outros lugares (luta constante)&lt;br /&gt;
- Ver se conhecem alguém que já fez isso&lt;br /&gt;
- Normalmente esse povo é nordestino. Quais são as maiores dificuldades que encontram lá?&lt;br /&gt;
- Por que Portinari fez essa tela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de música para a apresentação: Música Asa Branca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dessas atividades, os alunos tiveram contato com os livros paradidáticos e também assistiram a peça de teatro “O Candim” que retrata a vida do artista em questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2)  Projeto Claude Monet&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi concluído já alguns anos com os alunos de educação infantil dessa mesma escola particular de Sorocaba. Como houve uma devolutiva muito interessante por parte das crianças que participaram, estamos retomando agora com os alunos de 1ª a 4ª série. As  atividades propostas estão sendo trabalhadas em todas as áreas de estudo, através de material elaborado pelas professoras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestões de atividade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) História e Geografia&lt;br /&gt;
- levantamento da biografia do artista / linha do tempo&lt;br /&gt;
- cidade natal (localizar no mapa)&lt;br /&gt;
- país de origem (diferenças, costumes...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Português&lt;br /&gt;
- produção de texto&lt;br /&gt;
- interpretação de texto&lt;br /&gt;
- jogral&lt;br /&gt;
- livros paradidáticos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Artes&lt;br /&gt;
- releitura das obras&lt;br /&gt;
- reprodução das obras&lt;br /&gt;
- confecção de peça de teatro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Música&lt;br /&gt;
- composição em grupo de uma música ou rap&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Informática&lt;br /&gt;
- Cd Room&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Matemática&lt;br /&gt;
- situações problemas que envolvem o tema&lt;br /&gt;
g) Ciências&lt;br /&gt;
- estudo com plantas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
h) Apresentação de fotos e fita de vídeo com algumas atividades que os alunos tiveram aqui na escola.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-2546133818754827305?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/udfgAw4FOpZGfPaAfZJuNXhBnE8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/udfgAw4FOpZGfPaAfZJuNXhBnE8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/udfgAw4FOpZGfPaAfZJuNXhBnE8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/udfgAw4FOpZGfPaAfZJuNXhBnE8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2546133818754827305?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2546133818754827305?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/artistas-em-forma-de-projeto.html" title="ARTISTAS EM FORMA DE PROJETO" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8HRXYyeCp7ImA9WhRQFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-5776824839514632169</id><published>2011-12-11T14:50:00.001-08:00</published><updated>2011-12-11T14:50:34.890-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-11T14:50:34.890-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigo" /><title>O CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL</title><content type="html">A Educação Infantil é considerada a primeira etapa da Educação Básica, tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade.&lt;br /&gt;
Tem como objetivo desenvolver a criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social. Deve cumprir duas funções indispensáveis e indissociáveis: cuidar e educar.&lt;br /&gt;
A Educação Infantil exerce grande e definitiva influência na formação social e pessoal da criança, numa perspectiva de educação para a cidadania que se reflete na qualidade de formação do ser humano que interage ativamente no meio em que vive.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL&lt;br /&gt;
           &lt;br /&gt;
        A Educação Infantil possui um currículo diferenciado, cuja versão experimental chegou às escolas a partir do ano 2000. Atualmente está sendo reelaborado, mediante as avaliações enviadas pelas escolas. &lt;br /&gt;
          Baseado nos Referenciais Curriculares Nacionais, o Currículo da Educação Infantil, é orientado por meio de eixos, a saber: a formação pessoal e social e conhecimento de mundo. Constam também, do referido documento, orientações a cerca do perfil do educador, da convivência com crianças de 0 a 6 anos, da pedagogia de projetos, da importância da brincadeira, da ética, dos valores e das atitudes e do processo de avaliação.                               &lt;br /&gt;
                                                                                                    &lt;br /&gt;
A Educação Infantil tem como objetivo desenvolver seus aspectos físico, psicológico, intelectual, social, complementando a ação da família e comunidade. &lt;br /&gt;
E deve cumprir duas finalidades fundamentais criar e educar. Contemplando em sua totalidade adoção de políticas enraizadas de forma a superar a idéias fragmentadas compartilhadas das áreas educativas, favorecendo a construção de práticas que respondam as demandas da criança e de seus familiares. &lt;br /&gt;
A implementação do trabalho educativo deve considerar as constantes mudanças na conjuntura mundial, como a globalização e a informatização dos meios de comunicação que tem trazido uma serie de reflexões sobre o papel da Escola dentro desse novo modelo de sociedade. &lt;br /&gt;
Uma proposta educativa precisa considerar que, durante o seu desenvolvimento, a criança passa por diferentes etapas, diferentes formas de pensar e de agir, que caracterizam suas relações com o mundo físico e social. A ordem em que as etapas se sucedem é a mesma, porém a idade em que ocorrem varia segundo cada individuo. &lt;br /&gt;
Diferentes ritmos constituem uma maneira sadia de crescer. &lt;br /&gt;
Por meio das relações com o outro, a personalidade vai sendo construída gradativamente; portanto, a Educação Infantil exerce grande e definitiva influência na formação pessoal e social da criança, numa perspectiva de educação para a cidadania que se reflete na qualidade de formar do ser humano que interage ativamente no meio em que vive. &lt;br /&gt;
Essa criança possui uma identidade própria e exige uma educação que a respeite como ser em desenvolvimento e no vir a ser, e prepará-lo para saberes futuros. &lt;br /&gt;
Numa perspectiva de educação para a cidadania, o Currículo deve possibilitar o alcance de todos objetivos básicos na Educação Infantil. &lt;br /&gt;
 Construção da identidade e da autonomia. &lt;br /&gt;
 Interação e socialização da criança no meio social, familiar e escolar. &lt;br /&gt;
 Ampliação progressiva dos conhecimentos de mundo. &lt;br /&gt;
          A educação formal favorece a utilização de tais saberes na aquisição de novos conhecimentos, isto é, a partir de estruturas já construídas, a criança assimila e interage com o meio. &lt;br /&gt;
O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA DE 3 A 6 ANOS&lt;br /&gt;
                                                                                &lt;br /&gt;
O desenvolvimento de uma criança não se processa de forma linear. Durante seu crescimento, ela experimenta avanços gradativos, vivenciando de forma singular todas as fases desse processo. Numa diversidade de ritmos, possui uma natureza única que a caracteriza como um ser que sente e pensa o mundo de um jeito muito próprio. É importante frisar que as crianças se desenvolvem em situações de interação, nas quais conflitos e negociações de sentimentos, idéias e soluções são elementos indispensáveis. &lt;br /&gt;
A relação com os adultos, com seus pares e com o meio em geral é importante para que ela possa construir pouco a pouco sua identidade. &lt;br /&gt;
A criança, como todo ser humano, é um sujeito social e histórico e faz parte de uma organização familiar que está inserida em uma sociedade, com uma determinada cultura, em um determinado momento histórico. &lt;br /&gt;
É profundamente marcada pelo meio social em que se desenvolve e também o marca. A criança tem na família, biológica ou não, um ponto de referência fundamental, apesar da multiplicidade de interações que estabelece com outras instituições sociais. Na instituição de Educação Infantil, a interação do grupo acontece de forma diversificada, significativa e amplamente compartilhada entre educandos e educadores. &lt;br /&gt;
Essa criança está agora na sua melhor fase de desenvolvimento físico, emocional e cognitivo; ela atua e interage com o universo que a cerca, de forma a tirar dele o máximo de conhecimento possível; por isso a atenção ao seu desenvolvimento é importante, para que não se queimem etapas e nem a criança fique aquém do seu real potencial de aprendizagem.   &lt;br /&gt;
  Nessa faixa etária, o processo de construção do conhecimento se dá por meio das conquistas realizadas na busca de novos desafios, que servem de base para novos saberes, utilizando-se das mais diferentes linguagens, exercendo a capacidade que possuem de terem idéias e hipóteses originais sobre tudo e sobre todos. &lt;br /&gt;
Sem desafios à altura de suas necessidades e potencialidades, a criança definha, murcha; torna-se medíocre, agressiva e violenta ou apática e submissa; desperdiça-se. &lt;br /&gt;
É preciso que os profissionais da Educação Infantil estejam atentos a essa criança, compreendendo e reconhecendo o seu jeito particular de ser e de estar no mundo, identificando seus desejos, necessidades e particularidades. &lt;br /&gt;
        Considerando as individualidades dessa faixa etária e as formas específicas que cada criança utiliza para aprender é que o processo de escolarização formal se efetiva de forma a contemplar o desenvolvimento global desse ser. &lt;br /&gt;
      Segundo Piaget, a criança de 3 a 6 anos de idade encontra-se no período pré-operatório. &lt;br /&gt;
 A criança pré-operatória é a criança típica da Educação Infantil. Uma característica desse período que merece destaque é o egocentrismo, que não deve ser confundido com egoísmo. &lt;br /&gt;
  A criança desse período dá existência real ao que não é real, o que é chamado de realismo. &lt;br /&gt;
 Outra característica nesta etapa é a não conservação das propriedades físicas do objeto, como quantidade, peso e volume. Para a criança, ao mudar a forma do objeto, muda-se suas propriedades físicas, ou seja, a sua inteligência ainda não é capaz de corrigir distorções perceptivas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BRINCADEIRAS A SEREM DESENVOLVIDAS EM SALA DE AULA&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação.A fantasia e a imaginação são elementos fundamentais para que  a criança aprenda mais sobre a relação entre as pessoas, sobre o eu e sobre o outro.&lt;br /&gt;
Brincar funciona como um cenário no qual as crianças tornam-se capazes não só de imitar a vida como também de transforma-la.&lt;br /&gt;
Ao brincar de faz-de-conta, as crianças buscam imitar, imaginar, representar e comunicar de uma forma especifica que uma coisa pode ser outra, que uma pessoa pode ser uma personagem, que uma criança pode ser um objeto ou um animal, que um lugar faz-de-conta que e outro.&lt;br /&gt;
            Quando utilizam a linguagem do faz-de-conta, as crianças enriquecem sua identidade, porque podem experimentar outras formas de ser e pensar, ampliando suas concepções sobre as coisas e pessoas ao desempenharem vários papéis sociais ou personagens. &lt;br /&gt;
             Seguem algumas sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas em sala de aula: &lt;br /&gt;
Corrida da Assinatura:&lt;br /&gt;
       Formar duas equipes.Depois colocar as equipes em duas fileiras distintas. &lt;br /&gt;
Regras: Ao sinal dado pelo coordenador, as duas primeiras crianças saem correndo e fazem a letra inicial de seu nome na lousa, e corre até o final da fila, ganha o jogo a equipe que terminar primeiro.                                                                               Objetivo:                                                                &lt;br /&gt;
• Trabalhar em equipe &lt;br /&gt;
• Desenvolver a linguagem oral e escrita. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Saco de Letras&lt;br /&gt;
       Formar duas equipes. Colocar o alfabeto de letras móveis em um saco ou caixa de papelão.&lt;br /&gt;
      O coordenador da brincadeira pega uma letra e esconde. Fala para as equipes adivinharem que letra ela pegou, a equipe que acertar será anotada na lousa, 1 ponto, ao final quem fizer mais pontos ganha o jogo.&lt;br /&gt;
Objetivo: &lt;br /&gt;
• Desenvolver socialização, linguagem oral e escrita, matemática e português. &lt;br /&gt;
Jogo do Amarra e Desamarra&lt;br /&gt;
          Formar duas equipes. Cada equipe faz uma fileira e amarra-se dois barbantes, fazendo-se um laço em um ponto fixo, à frente das filas. A um sinal dado pelo coordenador, as duas primeiras crianças correm e vão desamarrar o barbante. Feito isso voltam para o final da fila. Os dois seguintes irão ter que amarrar o barbante e assim sucessivamente. Vence a equipe que terminar primeiro.&lt;br /&gt;
Objetivo:                                                                       &lt;br /&gt;
 Desenvolver socialização, coordenação motora  e trabalho em equipe &lt;br /&gt;
Montanha de Sapatos &lt;br /&gt;
          Formar duas equipes. Todos tiram os sapatos e colocam-se em um lugar fazendo uma montanha, fica a uma certa distancia. A um sinal dado pelo coordenador as equipes correm para colocarem os sapatos e amarrarem voltando para o mesmo lugar de onde saíram. Ganha o jogo a equipe que voltar primeiro.                                                                                                                            &lt;br /&gt;
O PERFIL DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
          O trabalho direto com crianças pequenas exige que o professor tenha uma competência polivalente. São instrumentos essenciais para a reflexão sobre a prática direta com as crianças:&lt;br /&gt;
 Observação;&lt;br /&gt;
 Registro;&lt;br /&gt;
 Avaliação   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
         A observação das formas de expressão das crianças, de suas capacidades de concentração e envolvimento nas atividades, de satisfação com sua própria produção e com suas conquistas é um instrumento de acompanhamento do trabalho que poderá ajudar na avaliação e no replanejamento da ação educativa.&lt;br /&gt;
Para que as observações não se percam e possam ser utilizadas como instrumentos de trabalho, é necessário que sejam registradas. Cabe ao professor decidir quais serão as prioridades de registro para que posteriormente possa haver, se necessário, uma intervenção. Deverá para isso escolher o melhor método para seus registros.&lt;br /&gt;
                                                                 &lt;br /&gt;
No que se refere à avaliação formativa, deve-se ter em conta que não se trata de avaliar a criança, mas sim as situações de aprendizagem que foram oferecidas. Isso significa dizer que a expectativa em relação à aprendizagem da criança deve estar sempre vinculada às oportunidades e experiências que foram oferecidas a ela.&lt;br /&gt;
          As ações do docente devem ser planejadas e compartilhadas com seus pares e outros profissionais da instituição, pode-se construir projetos educativos de qualidade junto aos familiares e as crianças.&lt;br /&gt;
A nova dinâmica da Educação Infantil tem exigido do educador uma visão ampla do processo de aquisição do conhecimento e do desenvolvimento das relações  estabelecidas nas interações sócio-culturais. &lt;br /&gt;
Conhecer novas teorias e articulá-las entre si é de fundamental importância para que possam ampliar e aprofundar o saber e reconstruir a prática pedagógica de forma crítica e criteriosa, numa busca constante de significados. Na concepção sócio-interacionista, o educador é muito mais que uma pessoa que ensina, ele é um participante do processo de construção da cidadania e do conhecimento. &lt;br /&gt;
A eficácia na área pedagógica exige amorosidade, criatividade, respeito, ética, justiça, diálogo e solidariedade nas relações da comunidade escolar, demonstrada por meio da prática educativa. Pois a visão hierarquizada de cuidar e educar precisa ser superada, uma vez que ambas partilham de igual importância para o desenvolvimento da criança, num trabalho cooperativo em um ambiente facilitador da criatividade e da descoberta. O professor, como facilitador, deve desenvolver sua sensibilidade e seu senso crítico, para observar e saber o melhor momento de fazer intervenções positivas. A fim de propiciar melhor interação com o conhecimento de alunos e professores. &lt;br /&gt;
Uma imagem positiva que se poderia ter do educador seria daquele que pergunta, encoraja a criança a dizer o que pensa, propiciando, espaço e tempo para que ela coordene pontos de vista diferentes. E se espera que a criança relacione os novos conhecimento com os que já possui, aceitando o erro como hipótese a ser testada e conseguindo descentrar dos seus pontos de vista e podendo imaginar o que se passa nas cabeças de seus alunos. &lt;br /&gt;
Essa postura do professor promoveria e implicaria, considerar o processo de aprendizagem de tal forma que articularia consistentemente as dimensões humana, técnica e político-social da criança. &lt;br /&gt;
O professor deve ser, antes de tudo, um estudante, pois a visão de quem aprende é sempre mais ampla e deve saber que a crianças nos primeiros cinco, seis anos de idade constrói as bases da sua personalidade. &lt;br /&gt;
A significação social da infância englobando a própria análise de suas representações (sobre a criança), o papel do professor, o processo de aprendizagem e os sistemas pedagógicos e seus ideários determinar em última análise o processo de aprendizagem formal estabelecido na Escola. &lt;br /&gt;
JULIA ROCHA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-5776824839514632169?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nzHMaxxmsf2aPctLjKM_KT3CEK8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nzHMaxxmsf2aPctLjKM_KT3CEK8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nzHMaxxmsf2aPctLjKM_KT3CEK8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nzHMaxxmsf2aPctLjKM_KT3CEK8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5776824839514632169?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/5776824839514632169?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/o-curriculo-da-educacao-infantil.html" title="O CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MHR3g4eip7ImA9WhRQE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-8589853557949407381</id><published>2011-12-08T02:46:00.003-08:00</published><updated>2011-12-08T02:50:36.632-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-08T02:50:36.632-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro" /><title>Projeto Folclore (Literatura de Cordel)</title><content type="html">Projeto Folclore (Literatura de Cordel)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peça: O vaqueiro que não sabia mentir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PERSONAGENS&lt;br /&gt;
Fazendeiro 1 - Pedro ( muito rico e orgulhoso)&lt;br /&gt;
Fazendeiro 2 - Antônio ( mal e invejoso)&lt;br /&gt;
Vaqueiro do fazendeiro 1 - Sebastião ( confiável, não sabia mentir)&lt;br /&gt;
Filha do fazendeiro 2 - Marina ( sensível e bonita)&lt;br /&gt;
Boi Barroso ( forte, bonito e valioso)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CENÁRIOS&lt;br /&gt;
Fazenda 1&lt;br /&gt;
Fazenda 2&lt;br /&gt;
Pasto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Narrador (a)&lt;br /&gt;
Era uma vez um fazendeiro muito rico chamado Pedro que tinha dois orgulhos: seu boi Barroso – o maior, o mais forte, o mais bonito, o animal mais valioso da região. O outro era seu vaqueiro que não sabia mentir. Ele confiava tanto neste vaqueiro que o deixava tomando conta de seu boi Barroso. E assim falava a todos de seus dois orgulhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAZENDA 1 - Um dia, o fazendeiro vizinho de nome Antônio, um sujeito muito malvado e invejoso foi visitar Pedro. Fez uma aposta de um saco cheio de dinheiro que o vaqueiro Sebastião iria contar uma grande mentira. Pedro aceitou a aposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAZENDA 2 - Mas Antônio tinha uma idéia na cabeça. Chamou sua filha Marina que era uma flor de tão linda. Contou o seu plano. A moça não aceitou. Mas o fazendeiro era mau e de tanto insistir e maltratar a filha que não houve jeito: Marina teve que participar do plano do pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PASTO – &lt;br /&gt;
1º DIA: Um dia Sebastião estava no pasto com o boi Barroso e apareceu marina toda faceira, cheirosa com um vestido de flores do campo. O vaqueiro achou a moça muito bonita e os dois conversaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º DIA: Passou o tempo. A moça apareceu de novo com um vestido de conchas do mar. Os dois conversaram e se abraçaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3º DIA: Passou o tempo. A moça apareceu de novo, veio toda cheirosa usando um vestido com estrelas do céu. O vaqueiro achou Marina à moça mais linda do que tudo. O vaqueiro estava apaixonado pela moça. Naquele dia os dois namoraram o dia inteiro. Na despedida  marina pediu uma prova de amor: a morte do boi Barroso. Sebastião disse que ela pedisse tudo menos isto. Mas a moça só queria saber da morte do boi como prova de amor. O moço examinou a moça e balançou a cabeça. Depois, puxou a peixeira da cinta e matou o boi Barroso ali mesmo. A moça foi embora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAZENDA 2 – Marina chegou a casa chorando. Contou tudo ao pai. O malvado caiu na gargalhada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAZENDA 1 – No dia seguinte Antônio foi visitar Pedro pedindo o saco de dinheiro da aposta. Sem entender Pedro mandou chamar Sebastião. O moço veio de cabeça baixa e chapéu na mão. O fazendeiro malvado só ria e pensou que dessa vez o vaqueiro ia mentir. Mas Sebastião puxando uma viola cantou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava no meu canto&lt;br /&gt;
Uma flor saiu do chão&lt;br /&gt;
Cresceu e fez um pedido&lt;br /&gt;
Que rasgou meu coração&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pediu que eu matasse o boi&lt;br /&gt;
Aquele fabuloso&lt;br /&gt;
Aquele bicho jeitoso&lt;br /&gt;
O famoso boi Barroso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu disse que não podia&lt;br /&gt;
E ela disse que queria&lt;br /&gt;
Eu disse que não devia&lt;br /&gt;
Ela fez que não me ouvia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E disse mais, meu senhor,&lt;br /&gt;
Veio pra perto e falou&lt;br /&gt;
Queria sentir firmeza&lt;br /&gt;
Certeza do meu amor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu amava de verdade,&lt;br /&gt;
Sentia amor pra valer&lt;br /&gt;
Mas se amor é invisível&lt;br /&gt;
O que eu posso fazer?&lt;br /&gt;
Pra provar que ele existia&lt;br /&gt;
Mostrar que tamanho tinha&lt;br /&gt;
Cometi uma maldade&lt;br /&gt;
Foi crime, foi culpa minha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu matei o boi Barroso&lt;br /&gt;
Aquele boi amoroso&lt;br /&gt;
Aquele bicho manhoso&lt;br /&gt;
Aquele boi precioso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiz loucura àquela hora&lt;br /&gt;
Por estar apaixonado&lt;br /&gt;
Se errei, eu pago agora&lt;br /&gt;
Mereço ser castigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dono do boi ficou louco da vida. O vizinho ficou de queixo caído porque o vaqueiro não mentiu. Foi quando surgiu a moça. Veio toda cheirosa, usando vestido branco. Disse que estava arrependida. Chorou e contou a verdade. Disse que tinha feito tudo obrigada pelo pai. Ao ouvir isso, o vaqueiro ficou tristonho. Mas a moça continuou. Disse que agora estava apaixonada e queria casar com ele. O fazendeiro malvado pagou a aposta e foi expulso da fazenda, prometendo deixar a sua filha casa com o vaqueiro. Pedro perdoou Sebastião por matar o boi Barroso e deu de presente de casamento o saco de dinheiro ganho na aposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marli Santana e Nadja Duarte&lt;br /&gt;
Bibliografia: Azevedo, Ricardo. Bazar do Folclore: tradição popular. São Paulo: Ática, 2001. &lt;/b&gt;P.47 – 49.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-8589853557949407381?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2YKYThFKQjFSTNz_wRCBn_djBn4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2YKYThFKQjFSTNz_wRCBn_djBn4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2YKYThFKQjFSTNz_wRCBn_djBn4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2YKYThFKQjFSTNz_wRCBn_djBn4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/8589853557949407381?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/8589853557949407381?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/projeto-folclore-literatura-de-cordel.html" title="Projeto Folclore (Literatura de Cordel)" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UCRXczfyp7ImA9WhRQE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-2948889172966756401</id><published>2011-12-07T16:43:00.001-08:00</published><updated>2011-12-08T02:47:44.987-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-08T02:47:44.987-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><title>PROJETO  Minha Turma</title><content type="html">Minha Turma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Justificativa: As brincadeiras possibilitam as crianças, não só as relações interpessoais e a integração entre o grupo, como também a descoberta de si próprio e do outro. Dessa forma, através das mesmas, estarão percebendo de maneira prazerosa a importância do auto-conhecimento, da valorização de seus sentimentos e de suas atitudes dentro da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo Geral: Reconhecer sua identidade psicossocial, seu corpo e através da exploração das habilidades motoras, físicas e perceptivas, desenvolver a conscientização a respeito dos aspectos relativos a uma auto-imagem bem estabelecida, maior respeito e cuidado para com o próprio corpo e dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivos Específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Reconhecer a si mesmo e os colegas, identificando e respeitando as semelhanças e diferenças;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Integrar-se de maneira afetiva no grupo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Perceber-se como parte integrante, dependente e agente transformador do meio em que está inserido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Respeitar os amigos e aprender tomar decisões em grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sensibilização:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com microfone, brincar de se apresentar, mostrando sua tarjeta, falando de suas preferências, o que gosta na escola,etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ilustração da vivência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1ª Etapa: Quem sou eu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª aula: Colocar o espelho na sala para que as crianças observem-se, em seguida questionar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem é você? Qual é o seu nome? Como você é? Qual a cor do cabelo? Etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostrar também algumas obras de outros artistas que se retratam. Falar sobre a maneira como pintavam os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Colocar as crianças individualmente na frente de um espelho de mesa para fazerem o auto-retrato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3ª aula: Em roda questionar sobre seus comportamentos, sentimentos, o que acontece quando o amigo pega seu brinquedo ou briga com você, ou quando o papai chama sua atenção. Comentar que existem vários sentimentos e nomeá-los fazendo a expressão facial que representam. Brincar com a caixinha de sentimentos, o que são os sentimentos, porque ficamos tristes, bravos, alegres, etc. Em seguida propor a confecção de plaquinhas com carinhas de alegria, tristeza, chorando, rindo, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os dias na convivência as crianças comentarão como estão se sentindo, mostrando através das plaquinhas e explicando o motivo por estar feliz, triste, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4ª e 5ª aula: Confecção das plaquinhas utilizando sucatas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6ª aula: Ouvir a música gente tem sobrenome. Após ouví-la faremos uma roda de conversa sobre a mesma. Comentar sobre a importância do nome e que através dele identificamos as pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Enviar uma pesquisa perguntando: Quem escolheu seu nome? Porque?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7ª aula: Ao trazerem a pesquisa de volta, sentar em roda e comentar sobre a escolha do nome de cada um para os demais, após conversarmos, fazer um registro em folha com o nome escrito na tarjeta, eles fazendo a interferência no mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8ªe 9ª aula: Construindo a identidade através do faz-de-conta: Levar as crianças até a brinquedoteca e propor brincar de casinha, todos juntos , a professora mediará a brincadeira lembrando as crianças sobre o papel de cada uma na brincadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após todos brincarem, fazer uma roda de conversa questionando como foi seu personagem, como se comportou, se gostou de imitar a mamãe ou papai, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10ª aula: Retomar a aula anterior e comentar sobre o papai, a mamãe, como se comportam, enfatizar também que a nossa família são as pessoas que moram conosco, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apreciação da poesia: As minhas famílias de Pedro Bandeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu gosto da minha mãe,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do meu pai,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do meu irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem sei como tanta gente,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe no meu coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Fazer um desenho em folha A3 da família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11ª aula: Montar uma árvore genealógica, pedir a foto do pai, mãe e irmãos e montar uma àrvore colocá-la na sala de exposições. Será feita em papel camurça, uma para cada classe, cada galho representará uma família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12ª,13ª e 14ª aula: Montagem da àrvore.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15ª aula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª Etapa:Conhecendo o amigo: Vendar os olhos de um dos alunos, chamar outro colega e pedir para que o aluno de olhos vendados descubra quem é através do toque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: copiar o nome olhando a tarjeta e desenhá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16ª aula: Quem é maior, Quem é menor: Medir o tamanho dos alunos com o barbante, cortá-lo do tamanho da mesma e colar o nome da criança no barbante, em seguida dispor todos os barbantes para compararmos o maior e o menor aluno da nossa sala,em papel manilha em ordem crescente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18ª aula:Brincar com a música boneco de lata, explorando o esquema corporal. Propor que cada criança brinque com sua silhueta no pátio observando a posição do sol e sua influência no mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19ª aula: Faremos uma votação para escolhermos quem será a criança que terá sua silhueta desenhada, em seguida recortaremos as partes desta silhueta para formarmos um quebra-cabeça, após montarmos decoraremos o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20ª aula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em roda retomaremos tudo o que vimos até agora, enfocaremos as diferenças um é maior, outro é menor, alguns são loiros, outros morenos, etc. Lembrar que devemos gostar das pessoas do jeito que elas são mesmo sendo diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ler a fábula”De bem com a vida” de Nye Ribeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Montar um painel com preferências da turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DE BEM COM A VIDA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NYE RIBEIRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filó, a joaninha, acordou cedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Alô, tia Matilde, posso ir aí hoje?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Venha Filó. Vou fazer um almoço bem gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Que lindo dia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* E pra que esse guarda-chuva preto, Filó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa deixar o guarda-chuva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à floresta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Sapatinhos de verniz? Que exagero! – Disse o sapo Tatá. Hoje nem tem festa na floresta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa trocar os sapatinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à floresta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Batom cor-de-rosa? Que esquisito! – disse Téo, o grilo falante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vestido amarelo com bolinhas pretas? Que feio! Por que nÃo usa o vermelho? – disse a aranha Filomena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo pensou Filó. E foi para casa trocar de vestido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cansada de tanto ir e voltar, Filó resmungava pelo caminho. O sol estava tão quente que a joaninha resolveu desistir do passeio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em casa, ligou para tia Matilde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Titia, vou deixar a visita para outro dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O que aconteceu Filó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ah! Tia Matilde! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas no caminho...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lembre-se filozinha... gosto de você do jeitinho que você é. Venha amanhã, estarei te esperando com um almoço bem gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia seguinte, Filó acordou de bem com a vida. Colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, amarrou a fita na cabeça, passou batom cor-de –rosa, calçou seus sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto, saiu andando apressadinha pela floresta, plecht, plecht, plecht... e só parou para descansar no colo gostoso da tia Matilde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a apreciação da fábula, questionar, o que acharam da história? Qual personagem mais lhe agradou? O que aconteceu na história?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Hipótese fantástica: Se você fosse convidado para um almoço, como iria vestido? Registrar as respostas em painel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21ª aula: Retomar a história “De bem com a vida”, e pedir para que ascrianças contem o número de personagens que aparecem na mesma e registre com sucata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª Etapa: Nosso grupo, nossa turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22ª aula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprendendo a partilhar: Como sensibilização desta etapa,trabalhar a palavra amizade, questionando o que lembram sobre a mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfatizar a importância da união e importância de nos preocuparmos com nossos amigos. Propor aos alunos fazer brigadeiros para nossa turma, todos ajudarão. Após o término do mesmo questionar, se podemos comer o brigadeiro sozinho, como vamos fazer para que todos comam os brigadeiros, quantos brigadeiros fizemos, quantos brigadeiros cada criança ganhará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: fazer o registro das quantidades em painel, e registrar a roda de conversa com fotos da preparação do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23ª aula: Brincar de dança das cadeiras cooperativa, enfatizando a união nos momentos das brincadeiras e em todos os outros também. Propor a confecção de um mascote da turma, um novo amigo da nossa classe, junto com os alunos escolheremos o sexo do mesmo, nome e outra características, o mascote visitará a casa de cada um durante o projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24, 25,26ª aula: Confecção do mascote.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27ª aula: Vamos nos organizar: Como em todo grupo, exixtem regras, devemos fazer as nossas também. O que podemos fazer para melhorar a amizade entre as crianças de nosso grupo. Registro: Listar as mesmas em painel. Digitar e anexar n a apostila também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28ª aula: Cantar o Jingle da escola, assim como nossa sala tem uma música, nosso grupo também terá. Criar com as crianças e gravar em fita para apresentar na reunião de pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digitar o jingle para ser anexado com interferência dos alunos.expor em painel também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29ª aula: Comentar com as crianças que cada grupo tem seu nome, em casa chamamos de família, no trabalho chamamos de equipe, etc. Agora vamos dar um nome para nosso grupo, se acaso as crianças não conseguirem, dar sugestões como: turminha legal, amigos para sempre, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Montagem de uma plaquinha de madeira com o nome, para pendurar na porta da sala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30ª e 31ª aula: Confecção da placa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32ª aula: : Roda de conversa : Apresentar a bandeira do Brasil e comentar que a bandeira também representa um grupo de pessoas, nosso país, chamar atenção para as cores e as estrelas e comentar o que representam na bandeira. Nosso clube também terá uma bandeira, pedir sugestões as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
crianças, todos os detalhes e cores da bandeira deverão ter um significado, assim como a do nosso país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33ª e 34ª aula:Confecção da bandeira. Após o término, colocar um informativo explicando o significado de cada cor ou detalhe representado em nossa bandeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35ª aula: Turminha em ação: Sensibilizar os alunos a serem solidários, não só com os membros da nossa turminha, mas também com outras crianças, que não tem brinquedos para brincar. Sugerir fazermos uma campanha para arrecadarmos brinquedos para crianças carentes, em seguida levar as doações para o nosso lar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36 ª aula: Aprendendo a cuidar da natureza: Conversar com as crianças a respeito de nossas atitudes em relação ao meio ambiente. Propor aos alunos plantarmos uma flor na nossa escola,.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Tirar fotos para anexar na apostila com a interferência dos alunos. Acompanhar seu crescimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37ª aula: Situação problema: Propor uma situaçÃo problema enfocando o raciocínio lógico –matemático. Questionar quantos meninos e quantas meninas tem na classe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Em folha sulfite, confeccionar o rosto de um menino e uma menina com sucata, e sua tarjeta, dispor a grafia do número e propor que registrem em baixo a quantia correspondente também com sucata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38ª aula: Vamos acampar! Montar um barraca com lençóis ou pedir para a Lia trazer a sua barraca para montarmos no pátio, a maioria das atividades do dia será feita na mesma: convivência, contar histórias, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
39ª aula: Dia da integração: Neste dia as crianças do período da tarde virão brincar com turma da manhã, será enviado bilhete antecipadamente, brincaremos juntos, contaremos histórias, o registro será um desenho da vivência.(capa do projeto)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
40ª aula: Culminância: Faremos um piquenique no pátio, onde convidaremos outra sala para participar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-2948889172966756401?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H-rOtBzDOAkoSHrCj2SsBlbZiuY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H-rOtBzDOAkoSHrCj2SsBlbZiuY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H-rOtBzDOAkoSHrCj2SsBlbZiuY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H-rOtBzDOAkoSHrCj2SsBlbZiuY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2948889172966756401?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2948889172966756401?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/projeto-minha-turma_07.html" title="PROJETO  Minha Turma" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMFR3s-cCp7ImA9WhRQE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-7566846565698263262</id><published>2011-12-07T16:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T16:16:56.558-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T16:16:56.558-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto" /><title>PROJETO  Minha Turma</title><content type="html">Minha Turma&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Justificativa: As brincadeiras possibilitam as crianças, não só as relações interpessoais e a integração entre o grupo, como também a descoberta de si próprio e do outro. Dessa forma, através das mesmas, estarão percebendo de maneira prazerosa a importância do auto-conhecimento, da valorização de seus sentimentos e de suas atitudes dentro da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo Geral: Reconhecer sua identidade psicossocial, seu corpo e através da exploração das habilidades motoras, físicas e perceptivas, desenvolver a conscientização a respeito dos aspectos relativos a uma auto-imagem bem estabelecida, maior respeito e cuidado para com o próprio corpo e dos demais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivos Específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Reconhecer a si mesmo e os colegas, identificando e respeitando as semelhanças e diferenças;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Integrar-se de maneira afetiva no grupo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Perceber-se como parte integrante, dependente e agente transformador do meio em que está inserido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Respeitar os amigos e aprender tomar decisões em grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sensibilização:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com microfone, brincar de se apresentar, mostrando sua tarjeta, falando de suas preferências, o que gosta na escola,etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ilustração da vivência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1ª Etapa: Quem sou eu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª aula: Colocar o espelho na sala para que as crianças observem-se, em seguida questionar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem é você? Qual é o seu nome? Como você é? Qual a cor do cabelo? Etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mostrar também algumas obras de outros artistas que se retratam. Falar sobre a maneira como pintavam os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Colocar as crianças individualmente na frente de um espelho de mesa para fazerem o auto-retrato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3ª aula: Em roda questionar sobre seus comportamentos, sentimentos, o que acontece quando o amigo pega seu brinquedo ou briga com você, ou quando o papai chama sua atenção. Comentar que existem vários sentimentos e nomeá-los fazendo a expressão facial que representam. Brincar com a caixinha de sentimentos, o que são os sentimentos, porque ficamos tristes, bravos, alegres, etc. Em seguida propor a confecção de plaquinhas com carinhas de alegria, tristeza, chorando, rindo, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os dias na convivência as crianças comentarão como estão se sentindo, mostrando através das plaquinhas e explicando o motivo por estar feliz, triste, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4ª e 5ª aula: Confecção das plaquinhas utilizando sucatas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 6ª aula: Ouvir a música gente tem sobrenome. Após ouví-la faremos uma roda de conversa sobre a mesma. Comentar sobre a importância do nome e que através dele identificamos as pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Enviar uma pesquisa perguntando: Quem escolheu seu nome? Porque?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7ª aula: Ao trazerem a pesquisa de volta, sentar em roda e comentar sobre a escolha do nome de cada um para os demais, após conversarmos, fazer um registro em folha com o nome escrito na tarjeta, eles fazendo a interferência no mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8ªe 9ª aula: Construindo a identidade através do faz-de-conta: Levar as crianças até a brinquedoteca e propor brincar de casinha, todos juntos , a professora mediará a brincadeira lembrando as crianças sobre o papel de cada uma na brincadeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após todos brincarem, fazer uma roda de conversa questionando como foi seu personagem, como se comportou, se gostou de imitar a mamãe ou papai, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10ª aula: Retomar a aula anterior e comentar sobre o papai, a mamãe, como se comportam, enfatizar também que a nossa família são as pessoas que moram conosco, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apreciação da poesia: As minhas famílias de Pedro Bandeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu gosto da minha mãe,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do meu pai,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do meu irmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem sei como tanta gente,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe no meu coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Fazer um desenho em folha A3 da família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11ª aula: Montar uma árvore genealógica, pedir a foto do pai, mãe e irmãos e montar uma àrvore colocá-la na sala de exposições. Será feita em papel camurça, uma para cada classe, cada galho representará uma família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12ª,13ª e 14ª aula: Montagem da àrvore.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15ª aula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª Etapa:Conhecendo o amigo: Vendar os olhos de um dos alunos, chamar outro colega e pedir para que o aluno de olhos vendados descubra quem é através do toque.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: copiar o nome olhando a tarjeta e desenhá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16ª aula: Quem é maior, Quem é menor: Medir o tamanho dos alunos com o barbante, cortá-lo do tamanho da mesma e colar o nome da criança no barbante, em seguida dispor todos os barbantes para compararmos o maior e o menor aluno da nossa sala,em papel manilha em ordem crescente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
18ª aula:Brincar com a música boneco de lata, explorando o esquema corporal. Propor que cada criança brinque com sua silhueta no pátio observando a posição do sol e sua influência no mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19ª aula: Faremos uma votação para escolhermos quem será a criança que terá sua silhueta desenhada, em seguida recortaremos as partes desta silhueta para formarmos um quebra-cabeça, após montarmos decoraremos o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
20ª aula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em roda retomaremos tudo o que vimos até agora, enfocaremos as diferenças um é maior, outro é menor, alguns são loiros, outros morenos, etc. Lembrar que devemos gostar das pessoas do jeito que elas são mesmo sendo diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ler a fábula”De bem com a vida” de Nye Ribeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Montar um painel com preferências da turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DE BEM COM A VIDA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NYE RIBEIRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filó, a joaninha, acordou cedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Alô, tia Matilde, posso ir aí hoje?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Venha Filó. Vou fazer um almoço bem gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Que lindo dia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* E pra que esse guarda-chuva preto, Filó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa deixar o guarda-chuva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à floresta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Sapatinhos de verniz? Que exagero! – Disse o sapo Tatá. Hoje nem tem festa na floresta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa trocar os sapatinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De volta à floresta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Batom cor-de-rosa? Que esquisito! – disse Téo, o grilo falante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vestido amarelo com bolinhas pretas? Que feio! Por que nÃo usa o vermelho? – disse a aranha Filomena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* É mesmo pensou Filó. E foi para casa trocar de vestido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cansada de tanto ir e voltar, Filó resmungava pelo caminho. O sol estava tão quente que a joaninha resolveu desistir do passeio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em casa, ligou para tia Matilde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Titia, vou deixar a visita para outro dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O que aconteceu Filó?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ah! Tia Matilde! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas no caminho...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Lembre-se filozinha... gosto de você do jeitinho que você é. Venha amanhã, estarei te esperando com um almoço bem gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia seguinte, Filó acordou de bem com a vida. Colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, amarrou a fita na cabeça, passou batom cor-de –rosa, calçou seus sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto, saiu andando apressadinha pela floresta, plecht, plecht, plecht... e só parou para descansar no colo gostoso da tia Matilde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a apreciação da fábula, questionar, o que acharam da história? Qual personagem mais lhe agradou? O que aconteceu na história?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Hipótese fantástica: Se você fosse convidado para um almoço, como iria vestido? Registrar as respostas em painel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21ª aula: Retomar a história “De bem com a vida”, e pedir para que ascrianças contem o número de personagens que aparecem na mesma e registre com sucata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª Etapa: Nosso grupo, nossa turma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
22ª aula:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprendendo a partilhar: Como sensibilização desta etapa,trabalhar a palavra amizade, questionando o que lembram sobre a mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfatizar a importância da união e importância de nos preocuparmos com nossos amigos. Propor aos alunos fazer brigadeiros para nossa turma, todos ajudarão. Após o término do mesmo questionar, se podemos comer o brigadeiro sozinho, como vamos fazer para que todos comam os brigadeiros, quantos brigadeiros fizemos, quantos brigadeiros cada criança ganhará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: fazer o registro das quantidades em painel, e registrar a roda de conversa com fotos da preparação do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23ª aula: Brincar de dança das cadeiras cooperativa, enfatizando a união nos momentos das brincadeiras e em todos os outros também. Propor a confecção de um mascote da turma, um novo amigo da nossa classe, junto com os alunos escolheremos o sexo do mesmo, nome e outra características, o mascote visitará a casa de cada um durante o projeto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
24, 25,26ª aula: Confecção do mascote.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27ª aula: Vamos nos organizar: Como em todo grupo, exixtem regras, devemos fazer as nossas também. O que podemos fazer para melhorar a amizade entre as crianças de nosso grupo. Registro: Listar as mesmas em painel. Digitar e anexar n a apostila também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
28ª aula: Cantar o Jingle da escola, assim como nossa sala tem uma música, nosso grupo também terá. Criar com as crianças e gravar em fita para apresentar na reunião de pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Digitar o jingle para ser anexado com interferência dos alunos.expor em painel também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
29ª aula: Comentar com as crianças que cada grupo tem seu nome, em casa chamamos de família, no trabalho chamamos de equipe, etc. Agora vamos dar um nome para nosso grupo, se acaso as crianças não conseguirem, dar sugestões como: turminha legal, amigos para sempre, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Montagem de uma plaquinha de madeira com o nome, para pendurar na porta da sala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30ª e 31ª aula: Confecção da placa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32ª aula: : Roda de conversa : Apresentar a bandeira do Brasil e comentar que a bandeira também representa um grupo de pessoas, nosso país, chamar atenção para as cores e as estrelas e comentar o que representam na bandeira. Nosso clube também terá uma bandeira, pedir sugestões as&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
crianças, todos os detalhes e cores da bandeira deverão ter um significado, assim como a do nosso país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
33ª e 34ª aula:Confecção da bandeira. Após o término, colocar um informativo explicando o significado de cada cor ou detalhe representado em nossa bandeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
35ª aula: Turminha em ação: Sensibilizar os alunos a serem solidários, não só com os membros da nossa turminha, mas também com outras crianças, que não tem brinquedos para brincar. Sugerir fazermos uma campanha para arrecadarmos brinquedos para crianças carentes, em seguida levar as doações para o nosso lar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
36 ª aula: Aprendendo a cuidar da natureza: Conversar com as crianças a respeito de nossas atitudes em relação ao meio ambiente. Propor aos alunos plantarmos uma flor na nossa escola,.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Tirar fotos para anexar na apostila com a interferência dos alunos. Acompanhar seu crescimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
37ª aula: Situação problema: Propor uma situaçÃo problema enfocando o raciocínio lógico –matemático. Questionar quantos meninos e quantas meninas tem na classe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Em folha sulfite, confeccionar o rosto de um menino e uma menina com sucata, e sua tarjeta, dispor a grafia do número e propor que registrem em baixo a quantia correspondente também com sucata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
38ª aula: Vamos acampar! Montar um barraca com lençóis ou pedir para a Lia trazer a sua barraca para montarmos no pátio, a maioria das atividades do dia será feita na mesma: convivência, contar histórias, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
39ª aula: Dia da integração: Neste dia as crianças do período da tarde virão brincar com turma da manhã, será enviado bilhete antecipadamente, brincaremos juntos, contaremos histórias, o registro será um desenho da vivência.(capa do projeto)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
40ª aula: Culminância: Faremos um piquenique no pátio, onde convidaremos outra sala para participar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-7566846565698263262?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tvwVD8CHwNu0rXOwlXrdTEvhosM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tvwVD8CHwNu0rXOwlXrdTEvhosM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tvwVD8CHwNu0rXOwlXrdTEvhosM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tvwVD8CHwNu0rXOwlXrdTEvhosM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/7566846565698263262?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/7566846565698263262?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/projeto-minha-turma.html" title="PROJETO  Minha Turma" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUCQHg6eSp7ImA9WhRQE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-3293951570510431155</id><published>2011-12-07T16:14:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T16:14:21.611-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T16:14:21.611-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>Projeto : Expressões e brincadeiras</title><content type="html">Projeto : Expressões e brincadeiras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVOS ANUAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e demais situações de interação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao andar, correr, pular, etc., desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONTEÚDOS ANUAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Reconhecimento progressivo de segmentos e elementos do próprio corpo por meio da exploração, das brincadeiras e da interação com os outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Expressão de sensações e ritmos corporais por meio de gestos, posturas e da linguagem oral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Apresentação da peça Os três porquinhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Propiciar atividades de banho e massagem para exploração do corpo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Utilizar cantigas e brincadeiras com contato corporal ( Ex: Conheço um jacaré....esconda a sua perna...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Observar-se em um espelho grande, junto com o grupo, possibilitando descobertas fundamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Utilizar materiais como terra, água e areia, com água, panos de diferentes texturas que propiciam experiências significativas na sensibilidade corporal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Fazer caretas e imitar bichos, para descobrir possibilidades expressivas de si próprio e dos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Participar de brincadeiras de roda que favorecem a noção de ritmo individual e coletivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - FEVEREIRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade- Brincadeira de imitar: Sugerir as crianças que imitem animais de sua livre escolha, realizando determinados gestos – comendo, dormindo, brigando, brincando, andando, correndo, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: PARA TRABALHARMOS COM NOSSOS MOVIMENTOS CORPORAIS NA AULA DE TEATRO, BRINCAMOS DE IMITAR VÁRIOS ANIMAIS. REGISTRE ABAIXO, O ANIMAL QUE VOCÊ MAIS GOSTOU DE REPRESENTAR .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Brincadeira: Era uma vez um gato Xadrez, quer que eu conte outra vez? (cada vez que a frase é pronunciada, no final faz-se um miado de gato diferente, pode-se sugerir às crianças que inventem um miado (gato bravo, com sono, resfriado, velhinho, com fome).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Registro do gato, com dobradura. Consiga: NA AULA DE TEATRO BRINCAMOS DE ERA UMA VEZ UM GATO XADREZ. VAMOS FAZER UM GATINHO DE DOBRADURA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Era uma vez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um gato xadrez....&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer que eu conte outra vez?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
( repetir esta estrofe várias vezes, mudando a entonação de voz cada vez,brava, alegre, alto, baixo, sussurrando, chorando, etc)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - MARÇO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Massagem com bola de tênis – colocar música relaxante de fundo.Primeiro a professora faz massagem em cada aluno, deixando-os todos deitados, depois, escolhem duplas e cada um faz massagem no colega, depois invertem os papéis. Enquanto vai fazendo a massagem, observando as partes do corpo. Percepção das  sensações que a música traz. Conforme vai massageando, a professora vai falando baixinhos das partes que são tocadas pela bolinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Desenho do esquema corporal. Consigna: ESCUTANDO UMA MÚSICA DE RELAXAMENTO E UTILIZANDO UMA BOLINHA, FIZEMOS MASSAGEM NOS COLEGAS, OBSERVANDO TODAS AS PARTES DE NOSSO CORPO. REGISTRE O SEU ESQUEMA CORPORAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Sonorização da história: agrupar uma variedade de objetos que produzem sons e questionar como eles podem representar a história através dos sons, pode-se escolher um som para cada personagem e conforme a professora narra a história, o som é apresentado quando o personagem é citado. Por exemplo, quando falar CHUVA , mexer o chocalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: NOSSA TURMA CRIOU UMA HISTÓRIA COM SONOPLASTIA, ONDE VÁRIOS INSTRUMENTOS REPRESENTAVAM OS PERSONAGENS E ELEMENTOS NARRADOS. ( ANEXAR A HISTÓRIA CRIADA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - ABRIL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Ouvir a música “ A barata diz que tem “,perguntar quem conhece a música, o que aconteceu com a barata, quem já viu uma barata, quem tem medo da barata, etc. Propor que cantem e criem uma coreografia para a mesma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A BARATA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A barata diz que tem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sete saias de filó&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É mentira da barata,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela tem é uma só,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(bis)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah! Ah! Ah!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh! Oh! Oh!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela tem é uma só!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A barata diz que tem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma cama de marfim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É mentira da barata,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela tem é de capim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(bis)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah! Ah! Ah!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh! Oh! Oh!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela tem é de capim!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A barata diz que tem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um sapato de fivela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É mentira da barata,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sapato é da mãe dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(bis)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah! Ah! Ah!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh! Oh! Oh!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sapato é da mãe dela!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sugestão de coreografia: As crianças cantam e , de mãos dadas, vão rodando ao ritmo da canção. Quando chegam no verso “ Ah! Ah! Ah!/Oh! Oh! Oh! Oh!”, elas se soltam, param de rodar e fingem dar risadas. Depois, você pode estimular a garotada a criar outras coreografias para essa canção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: tirar uma foto da atividade e anexar a música com a consigna: NA AULA DE TEATRO, CRIAMOS A COREOGRAFIA PARA A MÚSICA “ A BARATA”. VEJA COMO FOI DIVERTIDO. ( ANEXAR A FOTO E LETRA DA MÚSICA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Contar a história do livro “O retrato” da coleção Gato e Rato, sugerir que brinquem de fotografia. O professor irá pedir que façam as poses:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Com frio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vendo um monstro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Muito bravo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Feliz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Mandando beijos, etc&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tirar fotos com a máquina e depois mostrar como ficaram. Troca de idéias sobre as expressões que podemos fazer para demonstrar sentimentos e reações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: APÓS OUVIRMOS A HISTÓRIA O RETRATO, DE MARY FRANÇA E ELIARDO FRANÇA, REGISTRE NO ESPAÇO ABAIXO, COMO FICARIA SUA FOTO. (fazer uma moldura  como se fosse um retrato, para que desenhem dentro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - MAIO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Brincar de caracol : Todas as crianças dão as mãos, formando uma fila. A criança de uma das extremidades da fila começa a girar ( sem soltar as mãos) de forma que fique circundada pelas outras crianças. Desfazer o círculo e fazer pela outra extremidade da fila. Brincar várias vezes, depois sentar em roda e perguntar, quem já viu um caracol? Porque esta brincadeira chama-se caracol? Vamos olhar em nosso quintal para ver se achamos um caracol?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: HOJE BRINCAMOS DE CARACOL NA AULA DE TEATRO E DEPOIS PROCURAMOS ESTE BICHINHO EM NOSSO JARDIM. MOLHE A PONTA DE SEU DEDO NA TINTA GUACHE E FAÇA O MOVIMENTO DO CARACOL . (não é para dar pontilhado, mas mostra na lousa como fazer o movimento)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Produzindo para o baile: Levar as crianças para a brinquedoteca, mostrar as fantasias e os tecidos e pedir para que escolham uma ( tem algumas na sala de artes). Avise que vai haver um grande baile e, por isso, elas precisam colocar uma roupa especial e se maquiar. Faça uma pintura nos rosto das crianças. Quando a turma estiver pronta, leve-os ao pátio, coloque uma música animada e comece o baile. Depois que as crianças dançarem livremente, uns com outros, o grupo todo junto, faça uma roda para roca de idéias:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Que personagem você era?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O que achou do baile?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Quem gostou de colocar fantasia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* E de fazer maquiagem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Quem dançou bastante?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Levar todos novamente ao espelho, devem se observar atentamente no espelho, fazer caretas, movimentos, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: NOSSO BAILE A FANTASIA FOI MUITO DIVERTIDO. REGISTRE A SUA FANTASIA;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - JUNHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Colocarem venda nos olhos e andar , com orientação , pela classe, tentando adivinhar onde estão, perto de onde, perto de qual objeto, quem é o amigo que está perto, sem utilizar a fala, apenas o tato. Ficar parado e escutar os sons do ambiente, os odores, etc. Realizar troca de idéias sobre a experiência, qual é a sensação de estar tudo escuro? O que percebeu mais fácil? Quem era o amigo? Quais sons e cheiros você sentiu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: NA AULA DE TEATRO VENDAMOS NOSSOS OLHOS PARA SENTIR O AMBIENTE SEM A VISÃO, MAS COM O TATO E OLFATO. REGISTRE O QUE VOCÊ DESCOBRIU . (colar um pedaço de papel camurça preto e pedir que façam o desenho com giz pastel)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Propor aos alunos que brinquem de cabaninha. Quem quer fazer uma cabaninha? Como podemos fazer uma? Será que se juntarmos as mesas dá pra montar? Quem vai entrar? Agrupar as mesas e brincar que é uma cabaninha que só a classe do G3 vai poder brincar. O que vamos fazer aqui embaixo? Podemos contar histórias , brincar de espião, esconder do monstro, etc. Dramatizar uma brincadeira com as crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Painel coletivo com troca de idéias sobre a vivência com espaço para a foto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - AGOSTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Contar a história da Galinha Ruiva. Quem já conhecia a história? O que aconteceu com a galinha? Porque ninguém quis ajudar? Qual será a receita do bolo? Alguém queria um pedaço? Vamos brincar com a história? Designar os papéis e num primeiro momento, dramatizar livremente a história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: OUVIMOS A HISTÓRIA DA GALINHA RUIVA NA AULA DE TEATRO E IMAGINAMOS QUE DELICIOSO FICOU O BOLO DE FUBÁ. UTILIZANDO COLAGEM DE SUCATAS, FAÇA UM BOLO BEM BONITO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Recitar a parlenda Fui à feira. Ir um aluno de cada vez recitar no palco e depois todos juntos. Ante de recitarem, fazer um aquecimento vocal, fazendo sons com a boca, como mexer a boca como se estivesse mastigando algo muito duro, dar beijinhos, assoprar forte, falar brrrrrrrr, xxiiiiiiii, páááááá, trimmmmm, uóóóó, lálálálálá, mãmãmãmã, etc. Depois que forem todos, propor que todos subam ao palco e falem a parlenda juntos. Auxiliar quem encontra dificuldades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: ilustração da parlenda. Consigna: NA AULA DE TEATRO RECITAMOS A PARLENDA FUI À FEIRA. ILUSTRE-A ABAIXO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FUI À FEIRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui à feira comprar uva,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontrei uma coruja,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pisei no rabo dela,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela me chamou de cara suja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES - SETEMBRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Ensaio da história Galinha Ruiva, já designando os papéis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Reflexão oral após a vivência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Utilizar a expressão corporal como forma de representação das músicas, identificando as partes do corpo. A música poderá ser cantada utilizando todas as partes do corpo ( exemplo : cabeça, braços, pernas ... )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Boneco mole”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou um boneco mole&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mole igual um mingau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando mexo a cabeça&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos mexem igual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Boneco duro”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou um boneco duro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duro igual um pau&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando mexo a cabeça&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos mexem igual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: BRINCANDO DE BONECO DURO E MOLE, NOMEAMOS AS PARTES DO NOSSO CORPO. COMPLETE O CORPO ABAIXO, COM AS PARTES QUE FALTAM. ( VAI HAVER UM DESENHO DE UM TRONCO COM O ROSTO, OS ALUNOS DEVEM DESENHAR BRAÇOS, MÃOS, PERNAS E PÉS, ALÉM DE COMPLETAR O ROSTO)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES – OUTUBRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Ensaio da história Galinha Ruiva, definição dos acessórios e roupas para a apresentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Fotografar cada aluno com sua fantasia , para depois anexar a foto nas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Brincar de água na areia, deixar as crianças descalças, bem à vontade, encher um balde grande com água e dar um pouco pra cada um, fazer meleca com areia. Depois, lavar os pés e mãos na torneira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: È uma atividade tão gostosa, que não deve ter registro escrito, durante a vivência, ir questionando com as cças quais sensações tem ao mexer com água e areia, melecando o pé ( é legal jogar água no pé, dentro do tanque de areia e fazer meleca ), misturando,pode até usar o gravador para depois digitar a conversa e anexar na atividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATIVIDADES – NOVEMBRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Deixar as crianças bem à vontade, descalças e sentadas no chão. Mostre como espreguiçar, esticando todo o corpo, e como bocejar. Diga para fazerem o mesmo. Depois , todos se deitam e rolam de um lado para o outro. Fazer esta atividade na classe, fechar a janela, colocar uma música gostosa. Depois deixar que fiquem deitado no chão ,sentindo o coração, a respiração desacelerando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Deixar que façam uma pintura coletiva após o relaxamento , ouvindo a mesma música. Consigna: PINTURA COLETIVA APÓS O RELAXAMENTO DA AULA DE TEATRO ( COLAR A CONSIGNA ATRÁS E DAR UMA CARTOLINA BRANCA PARA CADA 4 ALUNOS PINTAREM, FAZENDO VÁRIOS PAINÉIS)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atividade: Apresentação da peça A galinha Ruiva, que será no palco com todas as turmas. Fotografar a apresentação. Fazer uma troca de idéias após a apresentação, sobre o que acharam de subir ao palco, se foi fácil ou não, o que mais gostaram, qual história mais gostaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Registro: Anexar a história às fotos tiradas na apresentação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-3293951570510431155?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ncoVkkTn9xXN0n8JFIezNWhRgmY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ncoVkkTn9xXN0n8JFIezNWhRgmY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ncoVkkTn9xXN0n8JFIezNWhRgmY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ncoVkkTn9xXN0n8JFIezNWhRgmY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3293951570510431155?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3293951570510431155?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/projeto-expressoes-e-brincadeiras.html" title="Projeto : Expressões e brincadeiras" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcHQnk7fCp7ImA9WhRQE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-1771030402413193165</id><published>2011-12-07T16:10:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T16:10:33.704-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T16:10:33.704-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>PROJETO: ADAPTAÇÃO (ARTES)</title><content type="html">PROJETO: ADAPTAÇÃO (ARTES)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROJETO: ADAPTAÇÃO (ARTES)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JUSTIFICATIVA: O CONTATO COM ARTE APROXIMA, RELEVA, CRIA E ESTIMULA AS CRIANÇAS A MANIFESTAREM SEUS SENTIMENTOS E IDÉIAS. ESTAS MANIFESTAÇÕES, QUANDO FEITAS COLETIVAMENTE, TORNAM O FAZER ARTÍSTICO UMA FORMA DE COMUNICAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE TODOS OS PARTICIPANTES DO GRUPO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBJETIVO GERAL: PROPICIAR A INTEGRAÇÃO DE TODOS OS ALUNOS, AS HABILIDADES E DIFERENTES MANEIRAS DE EXPRESSÃO, ATRAVÉS DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SENSIBILIZAÇÃO: INICIAREMOS O PROJETO COM UMA RODA DE CONVERSA, PARA QUE CADA CRIANÇA COMENTE SOBRE A SUA MUSICA FAVORITA. (LISTAR EM PAINEL.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APÓS A RODA, SELECIONAR AS MÚSICAS FAVORITAS DAS CRIANÇAS E DRAMATIZAREMOS UM BAILE A FANTASIA PARA QUE AS CRIANÇAS OUÇAM A MUSICA E DANCEM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: LISTAGEM EM PAINEL DAS MUSICAS FAVORITAS COM ILUSTRAÇÃO DAS CRIANÇAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DECORAR AS BORDAS DOS PAINÉIS COM COLAGENS DE SUCATAS SEMPRE QUE POSSÍVEL, TAMBÉM DÁ UM EFEITO LEGAL NA CLASSE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1ª AULA: NO PÁTIO, BRINCAREMOS COM A MÚSICA O PEZINHO PARA QUE AS CRIANÇAS CANTEM E DANCEM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PÉZINHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ô BOTA AQUI, Ô BOTA AQUI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SEU PEZINHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SEU PEZINHO BEM JUNTINHO COM O MEU.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, HEY!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, HEY!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, LAIÁ, HEY!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEPOIS EM RODA, CONVERSAREMOS SOBRE ESSA PRIMEIRA ETAPA DA ATIVIDADE:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O QUE VOCÊS ACHARAM DA MÚSICA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUAL PARTE DO NOSSO CORPO UTILIZAMOS PARA REPRESENTÁ-LA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O QUE MAIS LHE CHAMOU ATENÇÃO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA ILUSTRARMOS A MÚSICA, CONVIDAREI AS CRIANÇAS A TIRAREM O SAPATO, LAMBUZAR OS PÉS DE TINTA E CAMINHAR SOBRE O PAPEL QUE ESTARÁ ESTENDIDO NO PÁTIO, CARIMBANDO-OS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: PAINEL COM PEGADAS COLORIDAS. (PAINEL DE PORTA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA ENRIQUECER A PRODUÇÃO, É INTERESSANTE UTILIZAR CORES BEM VIVAS E EVITAR OS TONS MAIS ESCUROS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2ª AULA: BRINCAR COM A MÚSICA CORRE-LENÇO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CORRE-LENÇO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CORRE-LENÇO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
JÁ CORREU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CORRE COTIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NA CASA DA TIA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CORRE CIPÓ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NA CASA DA VÓ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LENCINHO NA MÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAIU NO CHÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MOÇA BONITA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DO MEU CORAÇÃO POSSO JOGAR?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PODE!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EM QUEM EU QUISER?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÃO VAI ACHAR RUIM?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÃO!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ENTÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FECHE OS OLHOS?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NESTA BRINCADEIRA CANTADA, UTILIZAREMOS UM LENÇO DE TECIDO E DEIXAREI AS CRIANÇAS LIVRES PARA MANUSEAREM O MATERIAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RODA DE CONVERSA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O QUE VOCÊS ACHARAM DA BRINCADEIRA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUAL O MATERIAL QUE UTILIZAMOS PARA BRINCAR?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* DO QUE ELE É FEITO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* COMO ELE É?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUE COR ELE É?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APÓS ESSA RODA DE CONVERSA, ENTREGAREI UM PEDAÇO DE TECIDO PARA CADA CRIANÇA PARA QUE FAÇAM UMA PINTURA COM TINTA E ASSIM ILUSTRAREMOS A CAPA DAS AGENDAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OU G1: COLAR RETALHOS NA FOLHA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ACHO INTERESSANTE PRIMEIRAMENTE VOCÊ PROPOR A PINTURA DO FUNDO DA CAPA DA AGENDA COM A COR QUE CADA CRIANÇA ESCOLHER. SE NECESSÁRIO MISTURE AS CORES COM BRANCO PARA OBTER TONS MAIS CLAROS, ASSIM COMO TAMBÉM FAÇA MISTURAS PARA OBTER NOVAS CORES. APÓS A SECAGEM, ANTES DA COLAGEM DE PEDACINHOS DE RETALHOS DIVERSOS, QUE PODE SER FEITA TANTO PARA O G1 COMO PARA O G2, PASSE DUREX COLORIDO NAS BORDAS PARA FICAR UM ACABAMENTO MAIS BONITO. NA SALA DE ARTES TEM UMA CAIXA COM VÁRIOS RETALHOS COLORIDOS. TAMBÉM É LEGAL FIXAR A CANTIGA DIGITADA E COM O LOGO NO VERSO DA PRODUÇÃO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: RESPOSTAS DAS CRIANÇAS EM PAINEL PARA EXPOR NA CLASSE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3ª AULA: BRINCAR COM A MÚSICA MARCHA SOLDADO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARCHA SOLDADO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MARCHA SOLDADO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CABEÇA DE PAPEL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SE NÃO MARCHAR DIREITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VAI PRESO NO QUARTEL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O QUARTEL PEGOU FOGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FRANCISCO DEU O SINAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ACODE, ACODE, ACODE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A BANDEIRA NACIONAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO PÁTIO BRINCAREMOS COM A MÚSICA, MAS ANTES CADA CRIANÇA RECEBERÁ UM CHAPÉU PARA SE TRANSFORMAREM EM SOLDADOS. APÓS ESSA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRIMEIRA ETAPA DA ATIVIDADE, FAREMOS UMA RODA DE CONVERSA SOBRE A MESMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* VOCÊS GOSTARAM DA BRINCADEIRA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUAL MATERIAL UTILIZAMOS PARA FAZER O CHAPÉU?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* SERÁ QUE DÁ PARA CONFECCIONARMOS OUTROS OBJETOS COM ESSE MATERIAL?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* VAMOS BRINCAR DE FAZ DE CONTA COM JORNAL?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEPOIS DA RODA DE CONVERSA, ENTREGAREI UMA FOLHA DE JORNAL PARA CADA CRIANÇA PARA BRINCARMOS DE FAZ DE CONTA; TRANSFORMAREMOS O JORNAL EM ALGUNS OBJETOS COMO: BOLA, CAPA DE SUPER-HERÓI E OUTROS OBJETOS CITADOS PELAS CRIANÇAS. (FOTOGRAFAR AS CRIANÇAS BRINCANDO E ANEXAR NA APOSTILA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: COLAGEM DE JORNAL E PINTURA COM TINTA GUACHE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO A3.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALINE,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
COMO VOCÊ TRABALHA COM O PAPEL A3, SERIA INTERESSANTE VOCÊ COLAR UMA CÓPIA DA CANTIGA OU POESIA EXPLORADA NO VERSO DA FOLHA ACOMPANHANDO A CONSÍGNA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4ª AULA: MÚSICA A CANOA VIROU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A CANOA VIROU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A CANOA VIROU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POR DEIXAR ELA VIRAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FOI POR CAUSA DO ZÉ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
QUE NÃO SOUBE REMAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TIRIRI PRA LÁ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TIRIRI PRA CÁ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ZÉ É VELHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E NÃO QUER CASAR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NO PÁTIO, PEDIREI AS CRIANÇAS QUE DÊEM AS MÃOS PARA FORMARMOS UMA RODA E LOGO EM SEGUIDA, BRINCAREMOS COM ESSA CANTIGA DE RODA, INSERINDO OS NOMES DOS AMIGOS E ENFOCANDO A IMPORTÂNCIA DE TERMOS AMIGOS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RODA DE CONVERSA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* VOCÊS GOSTARAM DA BRINCADEIRA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUEM GOSTA DE BRINCAR?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUAL A SUA BRINCADEIRA FAVORITA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUEM SÃO OS SEUS AMIGOS?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O QUE PODEMOS FAZER COM ELES?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: ENTREGAREI PARA AS CRIANÇAS A FOLHA DA ATIVIDADE PARA QUE DESENHEM OS AMIGOS DA CLASSE UTILIZANDO CANETINHA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA FINALIZAR COLAREMOS NA PAREDE OS NOSSOS COMBINADOS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5ª AULA: MÚSICA PIRULITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIRULITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIRULITO QUE BATE, BATE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PIRULITO QUE JÁ BATEU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
QUEM GOSTA DE MIM É ELA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
QUEM GOSTA DELA SOU EU.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: APÓS CANTARMOS A MÚSICA PIRULITO, ENTREGAREI PARA CADA CRIANÇA UM PEDAÇO DE BARBANTE E UM PALITO DE SORVETE, PARA CADA QUAL CRIAR SEU PIRULITO COLANDO OS MATERIAIS OFERECIDOS NA FOLHA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
G1: COLAGEM DOS ELEMENTOS TRABALHADOS (BARBANTE E PALITOS DE SORVETE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6ª AULA: MÚSICA: PARABÉNS:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARABÉNS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARABÉNS PRA VOCÊ&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NESTA DATA QUERIDA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MUITAS FELICIDADES&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MUITOS ANOS DE VIDA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É PIC, É PIC É PIC, É PIC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É HORA, É HORA, É HORA, É HORA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RA, TIM, BUM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DEPOIS DE APRENDEMOS A CANTAR ESTA MÚSICA, DRAMATIZAREMOS NO PÁTIO/BRINQUEDOTECA UMA FESTA DE ANIVERSARIO, COM OS MATÉRIAS UTILIZADOS NUMA FESTA (CHAPEUZINHO,FORMINHAS DE BRIGADEIRO, LATAS DE REFRIGERANTE, BEXIGAS, ETC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APÓS A FESTA, FAREMOS UMA RODA DE CONVERSA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* QUEM JÁ FOI A UMA FESTA DE ANIVERSARIO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O QUE COMEMOS NA FESTA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE FAZER NUMA FESTA DE ANIVERSÁRIO?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APÓS A RODA DE CONVERSA E A BRINCADEIRA, SELECIONAREMOS ALGUNS MATERIAIS DA SALA DE ARTES PARA COLARMOS NO NOSSO PAINEL CUJO FUNDO SERÁ OS XÉROX DAS CERTIDÕES DE NASCIMENTO ( AS CRIANÇAS TERÃO COLADO).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REGISTRO: PAINEL DE ANIVERSÁRIO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CULMINÂNCIA: FESTA DE CARNAVAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7ª AULA: MÚSICA: BORBOLETINHA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BORBOLETINHA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BORBOLETINHA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESTA NA COZINHA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAZENDO CHOCOLATE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA A MADRINHA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POTI, POTI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PERNA DE PAU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OLHO DE VIDRO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E NARIZ DE PICA PAU&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PAU-PAU.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APÓS APRENDERMOS A MÚSICA BORBOLETINHA, SAIREMOS PELO QUINTAL DA ESCOLA PARA VER SE ENCONTRAMOS ALGUMA BORBOLETA VOANDO NO PARQUE. CASO NÃO ENCONTREMOS NENHUMA, MOSTRAREI UMA FOTOGRAFIA DESSE ANIMAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- REGISTRO: FAREMOS UMA LEITURA DE IMAGEM (GRAVAR E DIGITAR OS COMENTÁRIOS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 – REGISTRO: CONFECCIONAR UMA MASCARA DE BORBOLETA PARA A FESTA DE CARNAVAL. OS ALUNOS PODERÃO DECORAR UTILIZANDO PEQUENAS SUCATAS, GLITER E OUTROS MATERIAIS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALGUNS DIAS ANTES, PEDIREI FOTOS DAS CRIANÇAS QUE POSSAM SER RECORTADAS, POIS ELAS SERÃO O CORPO DA BORBOLETA, AS ASAS ELAS CONFECCIONARÃO COM SUCATAS PEQUENAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANTES DA COLAGEM, PITAREMOS O FUNDO COM CORES BEM VIVAS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-1771030402413193165?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oO_83F-FIrgaLEJ0g10XBNIKsfQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oO_83F-FIrgaLEJ0g10XBNIKsfQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Título: Aprendendo desde a tenra idade o prazer de preparar alimentos&lt;br /&gt;
Turmas: MATERNAL 1 ,2 E 3&lt;br /&gt;
ORIGEM E JUSTIFICATIVA DO PROJETO:&lt;br /&gt;
A idéia de desenvolver um projeto envolvendo momentos de culinária com os alunos surgiu a partir da curiosidade e gosto destes ao se aventurar na cozinha, reações estas constatadas, entre outros momentos, pelas professoras/educadoras quando fizeram iogurte de banana e bolo de cenoura nas sextas-feiras quando eram realizados momentos diferenciados na escola. Também se considerou a importância de explorar a linguagem da culinária, durante uma reunião pedagógica realizada na escola, já que diariamente os alunos queriam saber que alimentos estavam sendo preparados para suas refeições. Ao receberem a resposta mostravam-se mais indagadores, querendo conhecer e saber como esses alimentos eram preparados. A curiosidade prevaleceu e sentimos nossos alunos com esse desejo de conhecer, de visualizar, explorar utensílios, enfim de conhecer o preparo dos alimentos. &lt;br /&gt;
A linguagem da culinária é muito importante para as crianças de zero a seis anos, pois desenvolvem a percepção olfativa, como também faz com que a criança aprenda através da culinária, conceitos como linguagem, matemática, ciências e os conteúdos dessas áreas.  Compreendemos esse desejo e para satisfaze-lo elaboramos este projeto, em que enfatizaremos a arte de cozinhar e a técnica do preparo dos alimentos.  Procuraremos aliar diversão e aprendizagem, criando oficinas, visitas e observações em estabelecimentos que preparam alimentos. &lt;br /&gt;
Além de considerar as curiosidades dos alunos para abordar e realizar trabalhos relacionados ao tema, buscou-se fundamentar através da pesquisa em livros e revistas importância da culinária.&lt;br /&gt;
 A culinária é a arte de cozinhar, ou seja, confeccionar/produzir alimentos e foi evoluindo ao longo da história dos povos para tornar-se parte da cultura de cada um. Variam de região para região, não só os ingredientes, como também as técnicas culinárias e os próprios utensílios.&lt;br /&gt;
  No inicio da história da humanidade, os alimentos eram vegetais ou animais caçados para fins de consumo crus, com a descoberta do fogo, os alimentos passaram a ser cozidos, o que aumentou sua digestão. A preparação dos alimentos teve uma história paralela, com o desenvolvimento tecnológico modificando gradualmente os utensílios e as técnicas culinárias.&lt;br /&gt;
 Na formação do povo brasileiro, não foram apenas costumes, danças, lendas, festas dentre outras inúmeras manifestações culturais que foram fruto da miscigenação racial do povo brasileiro. Uma das qualidades inigualáveis quanto ao sabor, qualidade, beleza e variedade é a Culinária do Povo Brasileiro, culinária esta que se utilizou as influências indígenas, negras, européias para fazer a base da alimentação no Brasil, na formação dos pratos típicos onde se ressalta três povos como influenciadores na nossa Culinária:&lt;br /&gt;
1.Influências dos Índios: No Brasil Indígena, bem antes da chegada dos Portugueses, já se conheciam inúmeros produtos cultivados para a alimentação, para produção de bebidas e condimentos, entre eles o milho, mandioca (para fazer farinha), aipim . Diversas frutas eram utilizadas na alimentação e preparos de bebidas como o caju, além da caça e pesca.  &lt;br /&gt;
2.Influências Africanas: Os Africanos quando foram trazidos para o Brasil, já eram dotados de um a vasta sabedoria na Culinária, algum  produto que podemos destacar  é o Azeite de Dendê e um prato tipicamente brasileiro é a feijoada, fruto da adaptação do negro às condições adversas da escravidão que com sobras de carnes juntamente com a sabedoria da culinária africana criou este prato.  &lt;br /&gt;
3.Influências Européias: Os Europeus por serem os maiores conhecedores das técnicas da Agricultura e Criação de animais para servirem de alimentação, são deles que se herdou o costume de ingerir carne como de boi, carneiro, porco, bode. Assim, contribuíram com os subprodutos oriundos de criação de animais, como o leite, o queijo, requeijão, embutidos, defumados, outra contribuição marcante é na fabricação de bebidas como o licor, fabricação de doces, conservas, dentre outros produtos. &lt;br /&gt;
Os utensílios são importantes e o primeiro  foi a mão. Com ela, os nossos antepassados colhiam ou caçavam os alimentos ou a bebida e os levavam à boca. Hoje ela serve para segurar os alimentos e os utensílios e para colocar as importantes pitadas de sal ou outros temperos (embora seja mais higiênico usar colherinhas). &lt;br /&gt;
Com a descoberta do fogo, o homem teve que inventar utensílios para preparar a comida. Pensa-se que isso foi possível com a descoberta da cerâmica, pois foi onde apareceram as primeiras panelas e recipientes para a água. Provavelmente a cozedura simples dos alimentos em água mostrou a existência de gordura animal que foi, mais tarde, refinada e usada para  os refogados e guisados e depois para a fritura. Provavelmente, outros utensílios primitivos de cozinha foram pedras para cortar ou triturar os alimentos e paus para os mexer no fogo. Com a descoberta da metalurgia, devem ter aparecido as primeiras facas e garfos – as colheres devem ter continuado por muito tempo a ser feitas de madeira, como ainda se usam hoje.                                       &lt;br /&gt;
 O gosto em preparar seu próprio alimento é um aprendizado que se leva para toda a vida, acreditando que este tipo de atividade, além de desenvolver a percepção olfativa, faz com as crianças aprendem a ter um contato com as diferentes origens e fontes de alimentos, conhecendo os mesmos, os que são industrializados e os que não são.  Conhecem os perigos que existem em uma cozinha, aprendem a gostar de preparar seus alimentos, noções de higiene e como lidar e cuidar dos mesmos.&lt;br /&gt;
 Os resultados da experimentação quando se trabalha com a culinária são o desenvolvimento da linguagem oral e a escrita. As crianças trabalham seguindo instruções (leitura), discriminam e reconhecem sabores e cheiros e acabam percebendo a transformação dos ingredientes, vindo a provar o que ela, de uma ou outra forma, ajudou a produzir.&lt;br /&gt;
A Educação Infantil deve proporcionar a transformação das percepções “mágicas” do mundo da criança em direção a uma apropriação gradativa de conhecimentos, por meio da investigação, da constatação e registro dos fatos e fenômenos observados que lhes permitam construir relações e conceitos. &lt;br /&gt;
Não há duvidas da importância que é o trabalho com a culinária, conhecer como eram preparados os alimentos dos nossos antepassados, sem falar que a culinária estimula a criança a desenvolver sua linguagem oral, matemática e cientifica, possibilitando além disso, a organização de situações desafiadoras  envolvendo  todo o grupo.  &lt;br /&gt;
 OBJETIVOS&lt;br /&gt;
 Apreciar a arte da culinária, participando na preparação de seus próprios alimentos.&lt;br /&gt;
 Oportunizar situações de descobertas sobre a culinária, através de histórias.&lt;br /&gt;
 Explorar os  utensílios que são utilizados  na preparação dos alimentos.&lt;br /&gt;
 Incentivar a arte da culinária através da invenção de receitas novas;&lt;br /&gt;
 Identificar alguns ingredientes utilizados nos preparos dos alimentos;&lt;br /&gt;
 Verificar as quantidades de ingredientes necessárias;&lt;br /&gt;
 Visualizar livros, revistas e jornais com receitas.&lt;br /&gt;
 Conscientizar da importância de mantermos uma boa higiene durante o preparo dos alimentos;&lt;br /&gt;
LINGUAGEM GERADORA&lt;br /&gt;
• Linguagem da Culinária&lt;br /&gt;
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM&lt;br /&gt;
• Fazendo pesquisa de receitas com os pais; &lt;br /&gt;
• Confeccionando livros  de receitas;&lt;br /&gt;
•  Inventando e produzindo novas receitas; &lt;br /&gt;
• Preparando alimentos (saladas, bolos, biscoitos); &lt;br /&gt;
•  Confeccionando objetos de cozinha com sucatas;&lt;br /&gt;
•  Visitando restaurante, bar ou indústrias; &lt;br /&gt;
• Produzindo gráfico com os alimentos que vamos consumir em uma semana;&lt;br /&gt;
•  Confeccionando móbiles; &lt;br /&gt;
• Brincando de feira; &lt;br /&gt;
• Observando como as cozinheiras da escola fazem a refeição do dia-a-dia; &lt;br /&gt;
• Confeccionando cartazes com gravuras recortadas de jornais ou revistas de alimentos que consideram saudáveis e outros que não são saudáveis; &lt;br /&gt;
• Cultivando uma mini-horta com verduras, legumes e temperos; &lt;br /&gt;
• Participando da gincana onde cada turma terá que preparar um prato doce e um salgado;&lt;br /&gt;
•  Assistindo programas culinários;&lt;br /&gt;
RECURSOS&lt;br /&gt;
Livros de histórias; Ingredientes; Utensílios de cozinha; Material de higiene (touca, luvas, avental, rodutos de limpeza); Sucatas, cola, tesoura, folhas de oficio, desenhos, jornais, revistas, canetinhas, giz de cera, tinta tempera; Mudas de  legumes, verduras e temperos; Massa de modelar; TV; máquina fotográfica;&lt;br /&gt;
RELATÓRIO AVALIATIVO&lt;br /&gt;
O relatório será construído no decorrer do projeto, considerando as reações e ações dos alunos, observações e intervenções das professoras/educadoras que será descrito ao final de cada semestre no relatório individual do aluno.&lt;br /&gt;
PORTFÓLIO&lt;br /&gt;
O portfólio do grupo não será construído porque as observações estarão descritas no relatório individual do aluno. As fotos tiradas nestes momentos serão expostas no mural para a apreciação dos pais.  &lt;br /&gt;
REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;
Site do Google : pesquisa  sobre Culinária Infantil; &lt;br /&gt;
VIDAL, Leme Eunice. Saúde com sabor. São Paulo.&lt;br /&gt;
ANDRADE, de R. Carlos.Cozinha Industrial – 1990;&lt;br /&gt;
SCHILLING, Magali. Qualidade em nutrição.&lt;br /&gt;
SILVA, da C. M. Sandra, Cardápio, guia prático para elaboração.São Paulo: Atheneu, 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-6684879699036813385?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JYd9D7nIaf6T8zD4Dx9KBu1U16E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JYd9D7nIaf6T8zD4Dx9KBu1U16E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JYd9D7nIaf6T8zD4Dx9KBu1U16E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JYd9D7nIaf6T8zD4Dx9KBu1U16E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/6684879699036813385?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/6684879699036813385?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/assunto-culinaria-na-escola.html" title="Assunto: Culinária na Escola" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYBQn47eyp7ImA9WhRQE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-3586836397115284699</id><published>2011-12-07T15:55:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T15:55:53.003-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T15:55:53.003-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maternal" /><title>PROJETO   Alimentação</title><content type="html">PROJETO DA ALIMENTAÇÃO&lt;br /&gt;
Assunto: Alimentação&lt;br /&gt;
Título: “Comer, comer é o melhor para poder crescer”. &lt;br /&gt;
TURMAS: BERÇÁRIO, A, B e C,. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Origem e justificativa do projeto&lt;br /&gt;
Tendo em vista a importância da alimentação na vida das pessoas e em especial das crianças e partir das observações realizadas durante os momentos da alimentação dos alunos na EMEI Fazendo Arte é que se constatou a importância de desenvolver o Projeto que recebeu o nome “Comer, comer é o melhor para poder crescer”. &lt;br /&gt;
Durante o café, almoço, lanche e a janta são oferecidos alimentos variados que são elaborados de acordo com o cardápio fornecido semanalmente pela SED. O mesmo possibilita que as crianças tenham uma alimentação variada dentro de cada faixa etária, mas o que se percebe na escola é que uma parte destes alimentos ainda não é bem aceita por alguns alunos, podendo citar principalmente as verduras e legumes. É neste sentido que queremos trabalhar com a realização deste projeto, objetivando que, de uma ou outra maneira as crianças venham a apreciar todos os alimentos que são oferecidos, já que os primeiros anos de vida de uma criança são caracterizados por crescimento e desenvolvimento acelerados, incluindo formação dos hábitos alimentares. &lt;br /&gt;
Levando em consideração os aspectos citados acima é que as professoras/educadoras da EMEI Fazendo Arte, acharam importante trabalhar o Projeto da Alimentação. O mesmo atingirá todos os níveis da Escola, pois se acredita que este é um trabalho conjunto que inicia na turma do BERÇÁRIO e estende-se as demais TURMAS como um trabalho de incentivo a ser seguido, pois muitas das crianças passam mais tempo na escola durante a semana, do que em casa junto dos familiares. Por isso precisam receber e apreciar uma alimentação variada, fundamental para seu desenvolvimento saudável. Pensando desta forma é que se buscou embasamento teórico com o objetivo de fortalecer a prática e atingir as famílias dos alunos em relação ao tema.&lt;br /&gt;
A alimentação é o combustível que fornece energia para nossas crianças. Faz com que elas cresçam fortes, obtenham prazer e a oportunidades de experimentar vários alimentos. Quando se prepara a alimentação para as crianças, deve-se pensar no sabor e na apresentação.  As porções não devem ser grandes e sim atraentes. Além de cuidar do valor nutritivo dos alimentos, é necessário observar os princípios da variedade e harmonia. &lt;br /&gt;
Torna-se necessário diversificar em cada refeição, num mesmo dia, de um dia para o outro, tanto no que diz respeito ao tipo de alimento, como quanto a sua preparação e apresentação. É importante variar os sabores, as consistências, as cores, a temperatura, a refeição dever ser em um local calmo e tranquilo, devendo ser um momento prazeroso.  &lt;br /&gt;
É imprescindível que a pessoa encarregada da criança, seja ela mãe, pai, professoras/educadoras, dêem provas de paciência e de capacidade de compreender quando esta não aceita o que lhe é oferecido e aja de forma delicada, incentivando-a a experimentar nem que for um pouco apenas. Como afirmava Ary Lex (p. 59):&lt;br /&gt;
“O principal fito da educação alimentar, na escola primária, é a formação de bons hábitos de alimentação. O mestre intensificará essa instrução de tal maneira que, ao sair do último ano, o escolar tenha uma noção exata da importância dos alimentos. Essa instrução alimentar ficará a cargo do professor, mas ele será coadjuvado pelas educadoras sanitárias escolares. Os ensinos dizem respeito ao valor de cada alimento, bons hábitos relativos à alimentação, conduta da criança à mesa, horário das refeições”. &lt;br /&gt;
Ao buscar subsídios para fundamentar a importância deste trabalho pesquisaram-se algumas sugestões quanto à alimentação das crianças, sendo elas: - Dê refeições regulares à sua criança, e certifique-se que ela não está demasiado cansada ou aborrecida durante as refeições; - Tenha em "stock" uma boa variedade de alimentos e escolha aqueles que são coloridos e interessantes para a criança; - Coloque quantidades pequenas de comida num prato pequeno. É preferível repetir que a criança ficar subjugada pela quantidade de comida que têm de comer; - Mantenha os doces longe da vista da criança até que a refeição tenha chegado ao fim.&lt;br /&gt;
Outro fator importante a ser considerado é que para se desenvolver de forma saudável, as crianças necessitam de alguns tipos de nutrientes:&lt;br /&gt;
• Construtores: (Proteínas) Estão presentes na carne, ovos, queijo, e em menor quantidade em: feijões e nozes.  &lt;br /&gt;
• Energético: (Carboidratos) Aparece em forma simples, como: glicose, sacarose, que vem da cana de açúcar, ou em forma mais complexa, como os amidos nos cereais, pão, massas, vegetais, frutas, nozes. Os carboidratos complexos contêm teores variáveis de fibras dietéticas, vitais para a saúde dos intestinos e do corpo. As crianças podem consumir carboidratos complexos à vontade - dentro do razoável – sem risco de se tornarem obesas. O açúcar refinado, porém, deve sofrer alguma restrição, já que, em excesso, transforma-se facilmente em gordura corporal. O açúcar também prejudica os dentes. (Gorduras) Estão presentes nas carnes, óleos de cozinha, leite, manteiga, queijo, nozes. Há dois tipos de gorduras: as saturadas, na maioria das vezes, encontradas em produtos de origem animal e as não-saturadas, em geral de origem vegetal. As gorduras são uma importante fonte de energia, produzindo o dobro de energia em relação à mesma quantidade de açúcar, e o dobro do peso em nossos corpos. As crianças pequenas queimam tanta energia com suas atividades e com o crescimento que uma quantidade razoável de gordura não parece criar problemas. &lt;br /&gt;
• Reguladores: (Minerais) Ferro e cálcio são os dois principais.  O ferro é encontrado na carne e nos cereais, pão e alguns vegetais. As crianças que não os ingerirem poderão ter deficiência de ferro. O cálcio está presente nos laticínios.  Os alimentos ricos em minerais e vitaminas são essenciais no crescimento e manutenção dos tecidos e no metabolismo geral de energia, sendo positivo quando ingeridos a quantidade necessária. A ingestão insuficiente pode causar atraso no crescimento e resultar em doenças. Como o corpo de uma criança esta em fase de desenvolvimento o cálcio, ferro, fósforo e vitaminas são de suma importância. São de grande preocupação os alimentos ricos em ferro que inibem a anemia. A melhor forma de obter vitaminas é por meio de um cardápio equilibrado, que contenha alimento o mais natural possível. Há várias vitaminas, como: a C, que é encontrada em frutas e sucos, a vitamina D, que está presente nos ovos e na manteiga, bem como é produzida pela ação do sol sobre a nossa pele.  A introdução das frutas representa uma variação do paladar na dieta láctea do bebê, como também uma variação na consistência dos alimentos, que passa a ser pastosa no caso das frutas amassadas. Estas frutas são administradas com colher, o que vem a ser uma novidade e um estímulo para o bebê, acostumado somente com o bico da mamadeira. As papas de frutas podem ser iniciadas a partir do segundo ou terceiro mês. &lt;br /&gt;
• Água: É fundamental na construção do corpo, na dissolução dos alimentos, na lubrificação dos órgãos e na regulação da temperatura corporal. Para a criança em idade escolar é importante ingerir muito líquido, como sucos naturais e água. &lt;br /&gt;
Neste sentido, a nutricionista Suzy Graff (www.revistacrescer.globo.com) coloca que: ...no prato de uma criança precisa ter um cereal, uma leguminosa, uma proteína, verduras e legumes. Como arroz, feijão, carne, tomate e alface, ou uma sopa com lentilhas, carne, cenoura e espinafre, e variações disso. "É para a criança experimentar, aos poucos, novos alimentos associados às preferências dela", explica. &lt;br /&gt;
O organismo humano, seja adulto ou infantil, consome energia em todas as suas atividades, portanto, o hábito de comer todos os tipos de alimentos deve ser criado na infância, para que ocorra o fornecimento de energia para uma perfeita manutenção da saúde, crescimento e do desenvolvimento dos órgãos, para que funcionem equilibradamente. Esperamos poder contribuir para vida saudável dos nossos alunos, através do trabalho que será desenvolvido na escola e estendido às famílias em relação à alimentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivos&lt;br /&gt;
 Ter e valorizar uma boa alimentação, visando melhor qualidade de vida;&lt;br /&gt;
 Experimentar os alimentos oferecidos na escola, fazendo das refeições momentos prazerosos; &lt;br /&gt;
 Estimular os bons hábitos alimentares; &lt;br /&gt;
 Utilizar os cuidados com a higiene dos alimentos;&lt;br /&gt;
 Identificar alimentos variados através dos sentidos;&lt;br /&gt;
 Conscientizar os pais sobre a importância de uma alimentação saudável em casa;&lt;br /&gt;
 Estimular o aluno quanto ao autocontrole no processo de ingestão dos alimentos;&lt;br /&gt;
 Estimular o paladar despertando a curiosidade e o prazer de descobrir novos aromas e sabores. &lt;br /&gt;
 Estimular o uso dos talheres e caneca no momento da alimentação;&lt;br /&gt;
 Estimular o aluno a se servir todos os alimentos, percebendo a quantidade necessária. &lt;br /&gt;
 Demonstrar o funcionamento do aparelho digestivo para o aluno compreender a finalidade da alimentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Linguagens a serem trabalhadas&lt;br /&gt;
  Alimentação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Situações de aprendizagem&lt;br /&gt;
  Entoando cantigas que estimulem o ato de alimentar-se;&lt;br /&gt;
 Usando os sentidos para identificar cheiros, cores, texturas, barulhos, gostos, envolvendo alimentos diferenciados;&lt;br /&gt;
 Preparando diferentes receitas;&lt;br /&gt;
 Confeccionando um livro de receitas saudáveis;&lt;br /&gt;
 Ilustrando o livro junto à família;&lt;br /&gt;
 Degustando as receitas preparadas;&lt;br /&gt;
 Confeccionando fantoches que envolvem alimentos de origem animal e vegetal;&lt;br /&gt;
 Dramatizando e criando histórias que enfoquem a importância da alimentação saudável;&lt;br /&gt;
 Conversando sobre a importância de uma alimentação saudável e variada para o desenvolvimento do nosso corpo;&lt;br /&gt;
 Relatando a preferência por alimentos doces e salgados;&lt;br /&gt;
 Confeccionando e montando quebra – cabeças referentes à alimentação;&lt;br /&gt;
 Trazendo frutas de casa e socializando com a turma;&lt;br /&gt;
 Conversando sobre a importância da higiene e conservação dos alimentos;&lt;br /&gt;
 Respeitando os bons hábitos alimentares ao realizarem as refeições;&lt;br /&gt;
 Fazendo recorte de folder de supermercado;&lt;br /&gt;
 Registrando o cardápio do dia;&lt;br /&gt;
 Pesquisando em casa com os pais, sobre como é a alimentação das crianças;&lt;br /&gt;
 Enviando textos informativos aos pais, sobre a importância de ter bons hábitos alimentares;&lt;br /&gt;
 Iniciando o processo da construção da autonomia nos momentos de alimentação e realizando conversação na hora da roda de conversa sobre a importância dos alimentos;&lt;br /&gt;
 Manuseando rótulos e embalagens de alimentos;&lt;br /&gt;
 Conhecendo e aplicando em trabalhos plástico visual sementes de diversos tipos de alimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recursos a serem utilizados&lt;br /&gt;
 CD’s; Som; Alimentos em geral; Papel; Tinta; Sementes; Rótulos; Massa de modelar; Giz de cera; Canetinhas; Lápis de cor; Tesoura; Folder; Coleção de livros “No reino da Frutolândia”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relatório avaliativo&lt;br /&gt;
O relatório será construído no decorrer do projeto, considerando as reações e ações dos alunos, observações e intervenções das professoras/educadoras que será descrito ao final de cada semestre no relatório individual do aluno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portfólio&lt;br /&gt;
O portfólio do grupo não será construído porque as observações estarão descritas no relatório individual do aluno. As fotos tiradas nestes momentos serão expostas no mural para a apreciação dos pais.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências bibliográficas&lt;br /&gt;
 Alimentação Saudável para Crianças. Disponível em: &lt;http:// www.alimentaçãosaudavel.org&gt; (Acesso em 07 mai. 2009);&lt;br /&gt;
 ARRIBAS, Teresa Lleixà. Educação Infantil: desenvolvimento, currículo e organização escolar. Porto Alegre: Artmed, 2004;&lt;br /&gt;
 Dez passos para uma alimentação saudável: Guia Alimentar para crianças menores de 2 anos - Ministério da Saúde, Brasília - DF 2002; &lt;br /&gt;
  BRAZELTON, T. Berry. 3 a 6 anos – Momentos decisivos do desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Artmed, 2003; &lt;br /&gt;
 GRAFF, Suzy. Alimentação saudável e gostosa: é possível? Disponível em: &lt;http://revistacrescer.globo.com&gt;. (Acesso em 07 mai. 2009);&lt;br /&gt;
 HEINE, Evelyn. Alimentação saudável para crianças. Santa Catarina, Brasileitura, 2006;&lt;br /&gt;
 LEX, Ary. Biologia Educacional. São Paulo: S.A;&lt;br /&gt;
 PIOTTO, Débora; FERREIRA, Marisa; PANTONI Rosa. Comer, Comer… Comer, Comer… é o melhor para poder crescer…” In: Os Fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 2001;&lt;br /&gt;
 SPETHMANN, Carlos Nascimento. Medicina alternativa de A e Z., Uberlândia, MG, Natureza, 2004. – 7ª edição&lt;br /&gt;
 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília, DF, 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-3586836397115284699?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nZdRpomnc06h2D24zmRyoG6eRwY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nZdRpomnc06h2D24zmRyoG6eRwY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nZdRpomnc06h2D24zmRyoG6eRwY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nZdRpomnc06h2D24zmRyoG6eRwY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3586836397115284699?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/3586836397115284699?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/projeto-alimentacao.html" title="PROJETO   Alimentação" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4GRHg-fip7ImA9WhRQEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-2079734027452814214</id><published>2011-12-05T14:25:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T14:25:25.656-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-05T14:25:25.656-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigo" /><title>Verificação ou Avaliação:</title><content type="html">&lt;b&gt;Verificação ou Avaliação:&lt;br /&gt;
O Que Pratica a Escola?&lt;br /&gt;
Cipriano Carlos Luckesi*&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação da aprendizagem escolar adquire seu sentido na medida em que se&lt;br /&gt;
articula com um projeto pedagógico e com seu conseqüente projeto de ensino. A&lt;br /&gt;
avaliação, tanto no geral quanto no caso específico da aprendizagem, não possui uma&lt;br /&gt;
finalidade em si; ela subsidia um curso de ação que visa construir um resultado&lt;br /&gt;
previamente definido.&lt;br /&gt;
No caso que nos interessa, a avaliação subsidia decisões a respeito da aprendizagem&lt;br /&gt;
dos educandos, tendo em vista garantir a qualidade do resultado que estamos&lt;br /&gt;
construindo. Por isso, não pode ser estudada, definida e delineada sem um projeto&lt;br /&gt;
que a articule.&lt;br /&gt;
Para os desvendamentos e proposições sobre a avaliação da aprendizagem, que serão&lt;br /&gt;
expostos neste texto, teremos sempre presente este fato, assumindo que estamos&lt;br /&gt;
trabalhando no contexto do projeto educativo, que prioriza o desenvolvimento dos&lt;br /&gt;
educandos - crianças, jovens e adultos - a partir de um processo de assimilação ativa&lt;br /&gt;
do legado cultural já produzido pela sociedade: a filosofia, a ciência, a arte, a&lt;br /&gt;
literatura, os modos de ser e de viver.&lt;br /&gt;
Deste modo, os encaminhamentos que estaremos fazendo para a prática da avaliação&lt;br /&gt;
da aprendizagem destinam-se a servir de base para tomadas de decisões no sentido de&lt;br /&gt;
construir com e nos educandos conhecimentos, habilidades e hábitos que&lt;br /&gt;
possibilitem o seu efetivo desenvolvimento, através da assimilação ativa do legado&lt;br /&gt;
cultural da sociedade.&lt;br /&gt;
Tendo por base a compreensão exposta neste texto, abordaremos a prática da aferição&lt;br /&gt;
do aproveitamento escolar, tendo como matriz de abordagem os conceitos de&lt;br /&gt;
verificação e avaliação, na perspectiva de, ao final, retirar proveitos para a prática&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importa enfatizar que estaremos trabalhando com os conceitos de verificação e avaliação,&lt;br /&gt;
e não com os termos verificação e avaliação. Isso significa que iremos trabalhar com esses&lt;br /&gt;
conceitos a partir de suas "determinações" no movimento real da prática escolar com a&lt;br /&gt;
qual convivemos.&lt;br /&gt;
O conceito é uma formulação abstrata que configura, no pensamento, as determinações de&lt;br /&gt;
um objeto ou fenômeno. No contexto do pensamento marxista, o conceito equivale a uma&lt;br /&gt;
categoria explicativa, que ordena, compreende e expressa uma realidade empírica&lt;br /&gt;
concreta, como um "concreto pensado", "síntese de múltiplas determinações'".&lt;br /&gt;
O nosso esforço, ao longo deste texto, é expor os elementos do movimento real na prática&lt;br /&gt;
escolar, relativos ao tratamento dos resultados da aprendizagem dos alunos, tentando&lt;br /&gt;
responder à seguinte pergunta: a configuração formada pelos dados da prática escolar,&lt;br /&gt;
referentes aos resultados da aprendizagem dos educandos, define-se como verificação ou&lt;br /&gt;
como avaliação?&lt;br /&gt;
Da resposta que pudermos dar a esta questão, estaremos retirando conseqüências para a&lt;br /&gt;
prática docente, acreditando que o esforço científico visa fundamentar a ação humana de&lt;br /&gt;
forma adequada.&lt;br /&gt;
A ciência constitui um instrumento com o qual se trabalha no desvendamento dos objetos&lt;br /&gt;
e, por isso, ela nos permite, com alguma segurança, escolher um caminho de ação. No&lt;br /&gt;
caso deste texto, no limite do possível, a análise crítica que pretendemos proceder da&lt;br /&gt;
prática avaliativa, identificando-a com o conceito de verificação ou de avaliação, deixa-nos&lt;br /&gt;
aberta a possibilidade de encaminhamentos, que cremos serem coerentes e consistentes.&lt;br /&gt;
Fenomenologia da Aferição dos Resultados da Aprendizagem Escolar&lt;br /&gt;
Na prática da aferição do aproveitamento escolar, os professores realizam, basicamente,&lt;br /&gt;
três procedimentos sucessivos:&lt;br /&gt;
• medida do aproveitamento escolar;&lt;br /&gt;
• transformação da medida em nota ou conceito;&lt;br /&gt;
• utilização dos resultados identificados.&lt;br /&gt;
Iniciaremos nossa análise pela descrição fenomenológica dessas três condutas dos&lt;br /&gt;
professores. Tal descrição delimita um quadro empírico, que nos permitirá,&lt;br /&gt;
posteriormente, abstrair características que nos indicarão se os atos de aferição do&lt;br /&gt;
aproveitamento escolar, praticados pelos professores, são de verificação ou de avaliação.&lt;br /&gt;
OBTENÇÃO DA MEDIDA DOS RESULTADOS DA APRENDIZAGEM&lt;br /&gt;
Em nossa prática escolar, os resultados da aprendizagem são obtidos, de início, pela&lt;br /&gt;
medida, variando a especificidade e a qualidade dos mecanismos e dos instrumentos&lt;br /&gt;
utilizados para obtê-la.&lt;br /&gt;
Medida é uma forma de comparar grandezas, tomando uma como padrão e outra como&lt;br /&gt;
objeto a ser medido, tendo como resultado a quantidade de vezes que a medida padrão&lt;br /&gt;
cabe dentro do objeto medido.&lt;br /&gt;
Sobre a questão do que é um "conceito", ver Karl MARX, "Método da Economia Política in:&lt;br /&gt;
Contribuição ã Critica da Economia Política São Paulo, Livraria Martins Fontes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais simples exemplo de medida dá-se com a utilização do metro (grandeza padrão)&lt;br /&gt;
como marcador de extensão linear (grandeza a ser medida). A extensão do metro é&lt;br /&gt;
comparada à do objeto a ser medido, possibilitando saber quantas vezes cabe a extensão&lt;br /&gt;
do metro dentro da extensão do objeto. Por exemplo, depois de medida, pode-se dizer que a&lt;br /&gt;
extensão linear de uma determinada rua da cidade é de 245 metros.&lt;br /&gt;
No caso dos resultados da aprendizagem, os professores utilizam como padrão de&lt;br /&gt;
medida o "acerto:' de questão. E a medida dá-se com a contagem dos acertos do&lt;br /&gt;
educando sobre um conteúdo, dentro de um certo limite de possibilidades, equivalente&lt;br /&gt;
à quantidade de questões que possui o teste, prova ou trabalho dissertativo. Num&lt;br /&gt;
teste com dez questões, por exemplo, o padrão de medida é o acerto, e a extensão&lt;br /&gt;
máxima possível de acertos é dez. Em dez acertos possíveis, um aluno pode chegar ao&lt;br /&gt;
limite máximo dos dez ou a quantidades menores.&lt;br /&gt;
A medida da aprendizagem do educando corresponde à contagem das respostas&lt;br /&gt;
corretas emitidas sobre um determinado conteúdo de aprendizagem que se esteja&lt;br /&gt;
trabalhando.&lt;br /&gt;
Usualmente, na prática escolar, os acertos nos testes, provas ou outros meios de&lt;br /&gt;
coleta dos resultados da aprendizagem são transformados em "pontos", o que não&lt;br /&gt;
modifica o caráter de medida, desde que os acertos adquiram a forma de pontos. O&lt;br /&gt;
padrão de medida, então, passa a ser os pontos. A cada acerto corresponderá um&lt;br /&gt;
número de pontos, previamente estabelecido, que pode ser igual ou diferenciado para&lt;br /&gt;
cada acerto.&lt;br /&gt;
Por exemplo, dez questões de um teste podem ser transformadas em cem pontos. Na&lt;br /&gt;
forma equalizada, cada acerto equivale, indistintamente, a dez pontos. Na forma&lt;br /&gt;
diferenciada, em decorrência de ênfases neste ou naquele aspecto, os cem pontos são&lt;br /&gt;
distribuídos desigualmente pelas questões e, então, os acertos equivalem a&lt;br /&gt;
quantidades variadas de pontos; assim, a primeira questão pode valer dez pontos, a&lt;br /&gt;
segunda vinte, a terceira cinco, a quarta cinco, e assim, sucessivamente, até&lt;br /&gt;
completar os cem pontos.&lt;br /&gt;
A atribuição de pontos às questões, e seus correspondentes acertos, não muda a&lt;br /&gt;
qualidade da prática; ela continua sendo medida.&lt;br /&gt;
Para coletar os dados e proceder à medida da aprendizagem do educando, os&lt;br /&gt;
professores, em sala de aula, utilizarn-se de instrumentos que variam desde a simples&lt;br /&gt;
e ingênua observação até sofisticados testes, produzidos segundo normas e critérios&lt;br /&gt;
técnicos de elaboração e padronização.&lt;br /&gt;
Pode-se questionar, é claro, se o processo de medir, utilizado pelos professores em&lt;br /&gt;
sala de aula, tem as qualidades de uma verdadeira medida, mas isto não vem ao caso&lt;br /&gt;
aqui. Precária ou não, importa compreender que, na aferição da aprendizagem, a&lt;br /&gt;
medida é um ato necessário e assim tem sido praticada na escola. Importa-nos ter&lt;br /&gt;
clareza que, no movimento real da operação com resultados da aprendizagem, o&lt;br /&gt;
primeiro ato do professor tem sido, e necessita ser, a medida, porque é a partir dela,&lt;br /&gt;
como ponto de partida, que se pode dar os passos seguintes da aferição da&lt;br /&gt;
aprendizagem.&lt;br /&gt;
TRANSFORMAÇÃO DA MEDIDA EM NOTA OU CONCEITO&lt;br /&gt;
A segunda conduta do professor no processo de aferição do aproveitamento escolar&lt;br /&gt;
tem sido a conversão da medida em nota ou conceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o processo de medida, o professor obtém o resultado - por suposto, objetivo - da&lt;br /&gt;
aprendizagem do educando que, por sua vez, é transformado ou em nota, adquirindo&lt;br /&gt;
conotação numérica, ou em conceito, ganhando conotação verbal. Neste último caso, o&lt;br /&gt;
resultado é expresso ou por símbolos alfabéticos, tais como SS = superior, MS = médio&lt;br /&gt;
superior, ME = médio, MI = médio inferior, IN = inferior, SR = sem rendimento, ou por&lt;br /&gt;
palavras denotativas de qualidade, tais como Excelente, Muito Bom, Bom, Regular,&lt;br /&gt;
Inferior, Péssimo.&lt;br /&gt;
A transformação dos resultados medidos em nota ou conceito-dá-se através do&lt;br /&gt;
estabelecimento de uma equivalência simples entre os acertos ou pontos obtidos pelo&lt;br /&gt;
educando e uma escala, previamente definida, de notas ou conceitos.&lt;br /&gt;
Um exemplo é suficiente para compreender como se dá esse processo. Para um teste&lt;br /&gt;
de dez questões, as correspondências entre acertos e notas são simples: cada questão&lt;br /&gt;
equivale a um décimo da nota máxima, que seria dez. Assim, um aluno que acertou&lt;br /&gt;
oito questões obtém nota oito. A transformação de acertos em conceitos poderia ser&lt;br /&gt;
feita por uma escala como a que segue: SR (sem rendimento) = nenhum acerto; IN&lt;br /&gt;
(inferior) = um ou dois acertos; MI (médio inferior) = três ou quatro acertos; ME (médio)&lt;br /&gt;
= cinco ou seis acertos; MS (médio superior) = sete ou oito acertos; SS (superior) =&lt;br /&gt;
nove ou dez acertos. As escalas de conversão poderão ser mais complexas que estas,&lt;br /&gt;
mas sem nenhuma grande dificuldade.&lt;br /&gt;
Para proceder a essa transformação tem-se estabelecido variadas tabelas de&lt;br /&gt;
conversão. Se não há uma tabela oficial na escola, cada professor cria a sua, em&lt;br /&gt;
função do instrumento de coleta de dados que constrói ou utiliza.&lt;br /&gt;
Notas e conceitos, em princípio, expressam a qualidade que se atribui à aprendizagem&lt;br /&gt;
do educando, medida sob a forma de acertos ou pontos.&lt;br /&gt;
Caso o professor, por decisão pessoal ou por norma escolar, multiplique as situações e&lt;br /&gt;
os momentos de aferição do aproveitamento escolar, para obter o resultado final de&lt;br /&gt;
um bimestre ou ano letivo, ele se utiliza da média de notas ou conceitos.&lt;br /&gt;
No caso das notas, a média é facilitada pelo fato de se estar operando com números,&lt;br /&gt;
que de símbolos qualitativos se transformam indevidamente em quantitativos; no caso&lt;br /&gt;
dos conceitos, a média é obtida após a conversão dos conceitos em números. Por&lt;br /&gt;
exemplo, pode-se estabelecer a equivalência entre S e a nota dez, entre MS e a nota&lt;br /&gt;
oito, e assim sucessivamente. A partir daí, basta fazer uma média simples ou&lt;br /&gt;
ponderada, conforme a decisão, obtendo-se o que seria a média da aprendizagem do&lt;br /&gt;
educando no bimestre ou no semestre letivo. Aqui também ocorre a transposição&lt;br /&gt;
indevida de qualidade para quantidade, de tal forma que se torna possível, ainda que&lt;br /&gt;
impropriamente, obter uma média de conceitos qualitativos.&lt;br /&gt;
UTILIZAÇÃO DOS RESULTADOS&lt;br /&gt;
Com esse resultado em mãos, o professor tem diversas possibilidades de utilizá-lo, tais como:&lt;br /&gt;
• registrá-lo, simplesmente, no Diário de Classe ou Caderneta de Alunos;&lt;br /&gt;
• oferecer ao educando, caso ele tenha obtido uma nota ou conceito inferior, uma&lt;br /&gt;
"oportunidade" de melhorar a nota ou conceito, permitindo que ele faça uma nova&lt;br /&gt;
aferição;&lt;br /&gt;
• atentar para as dificuldades e desvios da aprendizagem dos educandos e decidir&lt;br /&gt;
trabalhar com eles para que, de fato, aprendam aquilo que deveriam aprender,&lt;br /&gt;
construam efetivamente os resultados necessários da aprendizagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se os dados obtidos revelarem que o educando se encontra numa situação negativa de&lt;br /&gt;
aprendizagem e, por isso, possui uma nota ou um conceito de reprovação, usualmente&lt;br /&gt;
tem-se utilizado a primeira e, no máximo, a segunda opção; neste caso, no mínimo&lt;br /&gt;
registram-se os dados em cadernetas e, no máximo, chama-se a atenção do aluno,&lt;br /&gt;
pedindo-lhe que estude para fazer uma segunda aferição, tendo em vista a melhoria&lt;br /&gt;
da nota e, nesta circunstância, deve-se observar que a orientação, no geral, não é para&lt;br /&gt;
que o educando estude a fim de aprender melhor, mas para que estude "tendo em&lt;br /&gt;
vista a melhoria da nota".&lt;br /&gt;
A partir dessa observação, poder-se-á argüir: estudar para melhorar a nota não&lt;br /&gt;
possibilita uma aprendizagem efetiva? É possível que sim; contudo, importa observar&lt;br /&gt;
que o que está motivando e polarizando a ação não é a aprendizagem necessária, mas&lt;br /&gt;
sim a nota. E isso, do ponto de vista educativo, é um desvio, segundo nossa&lt;br /&gt;
concepção.&lt;br /&gt;
A terceira opção possível de utilização dos resultados da aprendizagem é a mais rara&lt;br /&gt;
na escola, pois exige que estejamos, em nossa ação docente, polarizados pela&lt;br /&gt;
aprendizagem e desenvolvimento do educando; a efetiva aprendizagem seria o centro&lt;br /&gt;
de todas as atividades do educador. Contudo, esta não tem sido a nossa conduta&lt;br /&gt;
habitual de educadores escolares; usualmente, estamos preocupados com a aprovação&lt;br /&gt;
ou reprovação do educando, e isso depende mais de uma nota que de uma&lt;br /&gt;
aprendizagem ativa, inteligível, consistente.&lt;br /&gt;
Em síntese, as observações até aqui desenvolvidas demonstram que a aferição da&lt;br /&gt;
aprendizagem escolar é utilizada, na quase totalidade das vezes, para classificar os&lt;br /&gt;
alunos em aprovados ou reprovados. E nas ocasiões onde se possibilita uma revisão&lt;br /&gt;
dos conteúdos, em si, não é para proceder a uma aprendizagem ainda não realizada&lt;br /&gt;
ou ao aprofundamento de determinada aprendizagem, mas sim para "melhorar" a nota&lt;br /&gt;
do educando e, por isso, aprová-lo'.&lt;br /&gt;
A Escola Opera Com Verificação e Não Com Avaliação da Aprendizagem&lt;br /&gt;
Iniciemos pelos conceitos de verificação e avaliação, para, a seguir, identificarmos se a&lt;br /&gt;
fenomenologia da aferição do aproveitamento escolar, descrita no item anterior, se&lt;br /&gt;
configura como verificação ou avaliação.&lt;br /&gt;
O termo verificar provém etimologicamente do latim - verum facere - e significa "fazer&lt;br /&gt;
verdadeiro".&lt;br /&gt;
Contudo, o conceito verificação emerge das determinações da conduta de,&lt;br /&gt;
intencionalmente, buscar "ver se algo é isso mesmo..:", "investigar a verdade de&lt;br /&gt;
alguma coisa. .:". O processo de verificar configura-se pela observação, obtenção,&lt;br /&gt;
análise e síntese dos dados ou informações que delimitam o objeto ou ato com o qual&lt;br /&gt;
se está trabalhando. A verificação encerra-se no momento em que o objeto ou ato de&lt;br /&gt;
investigação chega a ser configurado, sinteticamente, no pensamento abstrato, isto é,&lt;br /&gt;
no momento em que se chega à conclusão que tal objeto ou ato possui determinada&lt;br /&gt;
configuração.&lt;br /&gt;
A dinâmica do ato de verificar encerra-se com a obtenção do dado ou informação que&lt;br /&gt;
se busca, isto é, "vê-se" ou "não se vê" alguma coisa. E.. . pronto! Por si, a verificação&lt;br /&gt;
não implica que o sujeito retire dela conseqüências novas e significativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O termo avaliar também tem sua origem no latim, provindo da composição a-valere,&lt;br /&gt;
que quer dizer"dar valor a..:". Porém, o conceito "avaliação" é formulado a partir das&lt;br /&gt;
determinações da conduta de "atribuir um valor ou qualidade a alguma coisa, ato ou&lt;br /&gt;
curso de ação...", que, por si, implica um posicionamento positivo ou negativo em&lt;br /&gt;
relação ao objeto, ato ou curso de ação avaliado. Isto quer dizer que o ato de avaliar&lt;br /&gt;
não se encerra na configuração do valor ou qualidade atribuídos ao objeto em questão,&lt;br /&gt;
exigindo uma tomada de posição favorável ou desfavorável ao objeto de avaliação, com&lt;br /&gt;
uma conseqüente decisão de ação.&lt;br /&gt;
O ato de avaliar importa coleta, análise e síntese dos dados que configuram o objeto&lt;br /&gt;
da avaliação, acrescido de uma atribuição de valor ou qualidade, que se processa a&lt;br /&gt;
partir da comparação da configuração do objeto avaliado com um determinado padrão&lt;br /&gt;
de qualidade previamente estabelecido para aquele tipo de objeto. O valor ou&lt;br /&gt;
qualidade atribuídos ao objeto conduzem a uma tomada de posição a seu favor ou&lt;br /&gt;
contra ele. E, o posicionamento a favor ou contra o objeto, ato ou curso de ação, a&lt;br /&gt;
partir do valor ou qualidade atribuídos, conduz a uma decisão nova, a uma ação nova:&lt;br /&gt;
manter o objeto como está ou atuar sobre ele.&lt;br /&gt;
A avaliação, diferentemente da verificação, envolve um ato que ultrapassa a obtenção&lt;br /&gt;
de configuração do objeto, exigindo decisão do que fazer ante ou com ele. A&lt;br /&gt;
verificação é uma ação que "congela" o objeto; a avaliação, por sua vez, direciona o&lt;br /&gt;
objeto numa trilha dinâmica de ação.&lt;br /&gt;
As entrelinhas do processo descrito no tópico anterior demonstram que, no geral, a&lt;br /&gt;
escola brasileira opera com a verificação e não com a avaliação da aprendizagem.&lt;br /&gt;
Este fato fica patente ao observarmos que os resultados da aprendizagem usualmente&lt;br /&gt;
têm a função de estabelecer uma classificação do educando, expressa em sua&lt;br /&gt;
aprovação ou reprovação. O uso dos resultados encerra-se na obtenção e registro da&lt;br /&gt;
configuração da aprendizagem do educando, nada decorrendo daí.&lt;br /&gt;
Raramente, só em situações reduzidas e específicas, encontramos professores que&lt;br /&gt;
fogem a esse padrão usual, fazendo da aferição da aprendizagem um efetivo ato de&lt;br /&gt;
avaliação. Para estes raros professores, a aferição da aprendizagem manifesta-se como&lt;br /&gt;
um processo de compreensão dos avanços, limites e dificuldades que os educandos&lt;br /&gt;
estão encontrando para atingir os objetivos do curso, disciplina ou atividade da qual&lt;br /&gt;
estão participando. A avaliação é, neste contexto, um excelente mecanismo subsidiário&lt;br /&gt;
da condução da ação.&lt;br /&gt;
A partir dessas observações, podemos dizer que a prática educacional brasileira opera,&lt;br /&gt;
na quase totalidade das vezes, como verificação. Por isso, tem sido incapaz de retirar&lt;br /&gt;
do processo de aferição as conseqüências mais significativas para a melhoria da&lt;br /&gt;
qualidade e do nível de aprendizagem dos educandos. Ao contrário, sob a forma de&lt;br /&gt;
verificação, tem-se utilizado o processo de aferição da aprendizagem de uma forma&lt;br /&gt;
negativa, à medida que tem servido para desenvolver o ciclo do medo nas crianças e&lt;br /&gt;
jovens, através da constante "ameaça" da reprovação.&lt;br /&gt;
Em síntese, o atual processo de aferir a aprendizagem escolar, sob a forma de&lt;br /&gt;
verificação, além de não obter as mais significativas conseqüências para a melhoria do&lt;br /&gt;
ensino e da aprendizagem, ainda impõe aos educandos conseqüências negativas, como&lt;br /&gt;
a de viver sob a égide do medo, através da ameaça de reprovação - situação que&lt;br /&gt;
nenhum de nós, em sã consciência, pode desejar para si ou para outrem.&lt;br /&gt;
O modo de trabalhar com os resultados da aprendizagem escolar - sob a modalidade da&lt;br /&gt;
verificação- reifica a aprendizagem, fazendo dela uma "coisa" e não um processo. O momento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de aferição do aproveitamento escolar não é ponto definitivo de chegada, mas um&lt;br /&gt;
momento de parar para observar se a caminhada está ocorrendo com a qualidade que&lt;br /&gt;
deveria ter. Neste sentido, a verificação transforma o processo dinâmico da&lt;br /&gt;
aprendizagem em passos estáticos e definitivos. A avaliação, ao contrário,&lt;br /&gt;
manifesta-se como um ato dinâmico que qualifica e subsidia o reencaminhamento da&lt;br /&gt;
ação, possibilitando conseqüências na direção da construção, dos resultados que se&lt;br /&gt;
deseja.&lt;br /&gt;
Encaminhamentos&lt;br /&gt;
Diante do fato de que, no movimento real da aferição da aprendizagem escolar, nos&lt;br /&gt;
deparamos com a prática escolar da verificação e não da avaliação, e tendo ciência de&lt;br /&gt;
que o exercício efetivo da avaliação seria mais significativo para a construção dos&lt;br /&gt;
resultados da aprendizagem do educando, propomos, neste segmento do texto,&lt;br /&gt;
algumas indicações que poderão ser estudadas e discutidas na perspectiva de gerar&lt;br /&gt;
encaminhamentos para a melhor forma de condução possível do ensino escolar.&lt;br /&gt;
USO DA AVALIAÇÃO&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, propomos que a avaliação do aproveitamento escolar seja&lt;br /&gt;
praticada como uma atribuição de qualidade aos resultados da aprendizagem dos&lt;br /&gt;
educandos, tendo por base seus aspectos essenciais e, como objetivo final, uma&lt;br /&gt;
tomada de decisão que direcione o aprendizado e, conseqüentemente, o&lt;br /&gt;
desenvolvimento do educando.&lt;br /&gt;
Com isso, fugiremos ao aspecto classificatório que, sob a forma de verificação, tem&lt;br /&gt;
atravessado a aferição do aproveitamento escolar. Nesse sentido, ao avaliar, o&lt;br /&gt;
professor deverá:&lt;br /&gt;
• coletar, analisar e sintetizar, da forma mais objetiva possível, as manifestações das&lt;br /&gt;
condutas cognitivas, afetivas, psicomotoras - dos educandos, produzindo uma&lt;br /&gt;
configuração do efetivamente aprendido;&lt;br /&gt;
• atribuir uma qualidade a essa configuração da aprendizagem, a partir de um&lt;br /&gt;
padrão (nível de expectativa) preestabelecido e admitido como válido pela comunidade&lt;br /&gt;
dos educadores e especialistas dos conteúdos que estejam sendo trabalhados;&lt;br /&gt;
• a partir dessa qualificação, tomar uma decisão sobre as condutas docentes e&lt;br /&gt;
discentes a serem seguidas, tendo em vista:&lt;br /&gt;
- a reorientação imediata da aprendizagem, caso sua qualidade se mostre&lt;br /&gt;
insatisfatória e o conteúdo, habilidade ou hábito, que esteja sendo ensinado e&lt;br /&gt;
aprendido, seja efetivamente essencial para a formação do educando;&lt;br /&gt;
- o encaminhamento dos educandos para passos subseqüentes da aprendizagem, caso&lt;br /&gt;
se considere que, qualitativamente, atingiram um nível da satisfatoriedade no que&lt;br /&gt;
estava sendo trabalhado.&lt;br /&gt;
Assim, o objetivo primeiro da aferição do aproveitamento escolar não será a aprovação&lt;br /&gt;
ou reprovação do educando, mas o direcionamento da aprendizagem e seu&lt;br /&gt;
conseqüente desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PADRÃO MÍNIMO DE CONDUTA&lt;br /&gt;
Para que se utilize corretamente a avaliação no processo ensino-aprendizagem, no&lt;br /&gt;
contexto escolar, importa estabelecer um padrão mínimo de conhecimentos*,&lt;br /&gt;
habilidades e hábitos que o educando deverá adquirir; um padrão mínimo de&lt;br /&gt;
conhecimentos, habilidades e hábitos e não uma média mínima de notas, como ocorre&lt;br /&gt;
hoje na prática escolar.&lt;br /&gt;
A média mínima de notas é enganosa do ponto de vista de ter ciência daquilo que o&lt;br /&gt;
educando adquiriu. Ela opera no que diz respeito ao aproveitamento escolar, com&lt;br /&gt;
pequena quantidade de elementos -dois, três ou quatro resultados; e a média, em&lt;br /&gt;
número reduzido de casos, cria, como sabemos, uma forte distorção na expressão da&lt;br /&gt;
realidade.&lt;br /&gt;
Um aluno, por exemplo, que no primeiro bimestre letivo obtenha nota 10 em&lt;br /&gt;
Matemática, no conteúdo de adição; no segundo bimestre, nota 10, no conteúdo de&lt;br /&gt;
subtração; no terceiro, nota 4, no conteúdo de multiplicação; e no quarto, zero, no&lt;br /&gt;
conteúdo de divisão, terá como média nota 6.&lt;br /&gt;
A nota 6 engana quem a lê. Pode levar a crer que o educando chegou a um limiar de&lt;br /&gt;
aprendizagem mínimo necessário nas quatro operações matemáticas com números&lt;br /&gt;
inteiros, cujo mínimo era 5. Todavia, na verdade, ele só obteve aproveitamento&lt;br /&gt;
satisfatório em adição e subtração; em multiplicação foi sofrível e em divisão, nulo.&lt;br /&gt;
Esse aluno estaria carente de conhecimentos relativos à multiplicação e à divisão; no&lt;br /&gt;
entanto, pela média, seria aprovado como se não tivesse essa carência.&lt;br /&gt;
De fato, o ideal seria a inexistência do sistema de notas. A aprovação ou reprovação do&lt;br /&gt;
educando deveria dar-se pela efetiva aprendizagem dos conhecimentos mínimos&lt;br /&gt;
necessários, com o conseqüente desenvolvimento de habilidades, hábitos e convicções.&lt;br /&gt;
Entretanto, diante da intensa utilização de notas e conceitos na prática escolar e da&lt;br /&gt;
própria legislação educacional que determina o uso de uma forma de registro dos&lt;br /&gt;
resultados da aprendizagem, não há como, de imediato, eliminar as notas e conceitos&lt;br /&gt;
da vida escolar.&lt;br /&gt;
Em função disso, é possível pedagogicamente (não administrativamente) sanar essa&lt;br /&gt;
dificuldade pelo estabelecimento de conhecimentos, habilidades e hábitos mínimos a serem&lt;br /&gt;
adquiridos pelos educandos e pelo encaminhamento do ensino a partir dessa definição.&lt;br /&gt;
Teríamos de trabalhar com o mínimo necessário de aprendizagem e a esse mínimo&lt;br /&gt;
atribuiríamos uma qualidade "minimamente satisfatória", que poderia ser expressa&lt;br /&gt;
pela nota 7, por exemplo. Nessa perspectiva:&lt;br /&gt;
• todo educando, em todos os conteúdos, deveria obter no mínimo 7; para isso,&lt;br /&gt;
ter-se-ia de estabelecer uma definição no planejamento de quais conteúdos e&lt;br /&gt;
aprendizagens seriam necessários para se obter a menção 7, sem o que seria&lt;br /&gt;
impossível fazer a atribuição;&lt;br /&gt;
• a aprendizagem abaixo desse nível seria considerada insatisfatória; por isso, o&lt;br /&gt;
educando deveria ser reorientado, até atingir o mínimo necessário;&lt;br /&gt;
• o educando que obtivesse rendimento acima desse nível mínimo necessário&lt;br /&gt;
receberia notas superiores a 7, chegando ao máximo de 10.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste contexto, poder-se-ia utilizar a média, desde que não distorcesse tanto o&lt;br /&gt;
resultado final da aprendizagem do aluno. Neste caso, o resultado da média estaria&lt;br /&gt;
sempre acima do mínimo necessário de conteúdos a serem aprendidos.&lt;br /&gt;
Para exemplificar, retomemos o caso anteriormente citado do aluno de Matemática,&lt;br /&gt;
supondo, agora, que obteve as seguintes notas: 7, 8, 10 e 9. A média seria 8,5.&lt;br /&gt;
Observar que essa média seria feita com resultados sempre superiores ao mínimo&lt;br /&gt;
necessário, ou seja, 7 em cada um dos conteúdos. A nota assim obtida, ainda que&lt;br /&gt;
também tenha seu lado enganoso, por dar-se sobre pequena quantidade de casos,&lt;br /&gt;
seria mais verdadeira do ponto de vista da aprendizagem, desde que expressasse que o&lt;br /&gt;
aluno aprendeu o mínimo necessário em cada conteúdo.&lt;br /&gt;
Para que esta média possa ocorrer, o professor terá de planejar o que é o mínimo&lt;br /&gt;
necessário e trabalhar com seus alunos para que todos atinjam esse mínimo.&lt;br /&gt;
A avaliação, no caso, seria um mecanismo subsidiário pelo qual o professor iria&lt;br /&gt;
detectando os níveis de aprendizagem atingidos pelos alunos e trabalhando para que&lt;br /&gt;
atingissem a qualidade ideal mínima necessária. Só passaria para um conteúdo novo,&lt;br /&gt;
quando os alunos tivessem atingido esse patamar mínimo.&lt;br /&gt;
Alguns alunos, devido às diferenças individuais, culturais e sociais, ultrapassarão,&lt;br /&gt;
facilmente ou com certa dose de trabalho, o mínimo necessário; outros, porém, pelo&lt;br /&gt;
menos chegarão ao mínimo. Isso garantiria uma equalização entre os alunos, ao&lt;br /&gt;
menos nas condições mínimas de aprendizagem dos conteúdos escolares.&lt;br /&gt;
Esse seria um caminho para garantir a socialização do saber, no contexto da escola,&lt;br /&gt;
pois todos adquiririam o mínimo necessário, e a avaliação estaria a serviço desse&lt;br /&gt;
significativo processo social e político.&lt;br /&gt;
Ainda que pareça estar suficientemente claro o que estamos propondo ao falar em&lt;br /&gt;
mínimo necessário, acrescentaremos uma observação: definir o mínimo necessário&lt;br /&gt;
não significa ater-se a ele. O mínimo necessário deverá ser ensinado e aprendido por&lt;br /&gt;
todos, porém não há razão para não ir além dele; ele representa o limite mais baixo a&lt;br /&gt;
ser admitido numa aprendizagem essencial. O que não podemos admitir é que muitos&lt;br /&gt;
educandos fiquem aquém do mínimo necessário de conhecimentos, habilidades e&lt;br /&gt;
hábitos que delineiem as possibilidades do seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;
Importa ainda observar que o mínimo necessário não é e nem pode ser definido pelos&lt;br /&gt;
professores individualmente. Este mínimo é estabelecido pelo coletivo dos educadores&lt;br /&gt;
que trabalham em um determinado programa escolar, em articulação com o&lt;br /&gt;
desenvolvimento da ciência, com a qual trabalham, no contexto da sociedade&lt;br /&gt;
contemporânea em que vivemos. Caso contrário, cairemos num arbitrarismo sem&lt;br /&gt;
tamanho, com conseqüências negativas para os educandos, que ficarão carentes de&lt;br /&gt;
conteúdos, habilidades, hábitos e convicções.&lt;br /&gt;
Em termos de avaliação da aprendizagem, Norman GRONLUND, em seu livro&lt;br /&gt;
Elaboração de Testes de Aproveitamento Escolar (São Paulo, Livraria Pioneira), fala&lt;br /&gt;
de testes referenciados a critério, que trabalhariam a partir dos mínimos necessários,&lt;br /&gt;
e testes referenciados a norma, que trabalhariam a partir dos conteúdos de&lt;br /&gt;
"desenvolvimento", que iriam para além dos mínimos necessários.&lt;br /&gt;
ESTAR INTERESSADO EM QUE O EDUCANDO APRENDA E SE DESENVOLVA*&lt;br /&gt;
A prática da avaliação da aprendizagem, em seu sentido pleno, só será possível na medida&lt;br /&gt;
em que se estiver efetivamente interessado na aprendizagem do educando, ou seja, há que&lt;br /&gt;
se estar interessado em que o educando aprenda aquilo que está sendo ensinado.&lt;br /&gt;
Parece um contra-senso essa afirmação, na medida em que podemos pensar que quem&lt;br /&gt;
está trabalhando nó ensino está interessado em que os educandos aprendam.&lt;br /&gt;
Todavia, não é o que ocorre&lt;br /&gt;
O sistema social não demonstra estar tão interessado em que o educando aprenda, a&lt;br /&gt;
partir do momento que investe pouco na Educação. Os dados estatísticos&lt;br /&gt;
educacionais estão aí para demonstrar o pequeno investimento, tanto do ponto de&lt;br /&gt;
vista financeiro quanto do pedagógico, na efetiva aprendizagem do educando.&lt;br /&gt;
No caso da avaliação da aprendizagem, vale lembrar o baixo investimento pedagógico.&lt;br /&gt;
Nós, professores, assim como normalmente os alunos e seus pais, estamos&lt;br /&gt;
interessados na aprovação ou reprovação dos educandos nas séries escolares; porém,&lt;br /&gt;
estamos pouco atentos ao seu efetivo desenvolvimento. A nossa prática educativa&lt;br /&gt;
expressa-se mais ou menos da seguinte forma: "Ensinamos, mas os alunos não&lt;br /&gt;
aprenderam; o que é que vamos fazer. . ?".&lt;br /&gt;
De fato, se ensinamos, os alunos não aprenderam e estamos interessados que&lt;br /&gt;
aprendam, há que se ensinar até que aprendam; há que se investir na construção dos&lt;br /&gt;
resultados desejados.&lt;br /&gt;
A avaliação só pode funcionar efetivamente num trabalho educativo com estas&lt;br /&gt;
características. Sem esta perspectiva dinâmica de aprendizagem para o desenvolvimento, a&lt;br /&gt;
avaliação não terá espaço; terá espaço, sim, a verificação, desde que ela só dimensione o&lt;br /&gt;
fenômeno sem encaminhar decisões. A avaliação implica a retomada do curso de ação, se&lt;br /&gt;
ele não tiver sido satisfatório, ou a sua reorientação, caso esteja se desviando.&lt;br /&gt;
A avaliação é um diagnóstico da qualidade dos resultados intermediários ou finais; a&lt;br /&gt;
verificação é uma configuração dos resultados parciais ou finais. A primeira é&lt;br /&gt;
dinâmica, a segunda, estática.&lt;br /&gt;
RIGOR CIENTÍFICO E METODOLÓGICO&lt;br /&gt;
Para que a avaliação se tome um instrumento subsidiário significativo da prática&lt;br /&gt;
educativa, é importante que tanto a prática educativa como a avaliação sejam&lt;br /&gt;
conduzidas com um determinado rigor científico e técnico. A ciência pedagógica, hoje,&lt;br /&gt;
está suficientemente amadurecida para oferecer subsídios à condução de uma prática&lt;br /&gt;
educativa capaz de levar ã construção de resultados significativos da aprendizagem,&lt;br /&gt;
que se manifestem em prol do desenvolvimento do educando.&lt;br /&gt;
Não caberia tratar desta questão neste texto; todavia, não poderíamos deixar de&lt;br /&gt;
menciona-la, pois sem ela a avaliação não alcançará seu papel significativo na&lt;br /&gt;
produção de um ensino-aprendizagem satisfatório*.*&lt;br /&gt;
* Escrevi um texto para o V Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino, realizado em Belo Horizonte, em&lt;br /&gt;
outubro de 1988, que se intitula "Por uma Prática Docente Crítica e Construtiva", onde trato mais largamente deste&lt;br /&gt;
princípio.&lt;br /&gt;
* Sobre princípios da ciência pedagógica e da prática docente, ver o texto mencionado na nota anterior ("Por uma&lt;br /&gt;
Prática Docente Crítica e Construtiva'), assim como o livro de M. A. DANILOV &amp; M. N. SKATKIN, Didática de la&lt;br /&gt;
Escuela Média, Editorial Pueblo y Educación, Havana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cipriano Carlos Luckesi*&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-2079734027452814214?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7ZpjE-fXY9xVT34Hu3TC30YhCOI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7ZpjE-fXY9xVT34Hu3TC30YhCOI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7ZpjE-fXY9xVT34Hu3TC30YhCOI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7ZpjE-fXY9xVT34Hu3TC30YhCOI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2079734027452814214?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/2079734027452814214?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/verificacao-ou-avaliacao.html" title="Verificação ou Avaliação:" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQGRHo7fCp7ImA9WhRQEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2053806454386351815.post-4295212578993773587</id><published>2011-12-04T15:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-04T15:12:05.404-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-04T15:12:05.404-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigo" /><title>AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Dscl4slrfXY/Ttv8BLp18TI/AAAAAAAAF5Q/NACyAPNsYdw/s1600/untitled%2B239.jpg" imageanchor="1" style="clear:right; float:right; margin-left:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="133" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-Dscl4slrfXY/Ttv8BLp18TI/AAAAAAAAF5Q/NACyAPNsYdw/s400/untitled%2B239.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A sociedade brasileira já está reconhecendo hoje a importância da educação como um dos fatores básicos para solucionar os desafios da desigualdade social e da competitividade econômica. Da formação de pessoal qualificado e empreendedor depende o sucesso das políticas de desenvolvimento econômico, tecnológico e social do país. A qualidade da educação em todos os níveis é hoje um diferencial das nações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Para a escola desempenhar o papel que a sociedade espera dela, enfatizam-se, hoje, os princípios da autonomia. A autonomia permite que escola assuma sua própria gestão com liberdade para encontrar a melhor sintonia com a comunidade que atende de modo a desenvolver a relevância social e econômica da educação que oferece. De outro lado, a autonomia das escolas liberou os órgãos educacionais de suas antigas funções administrativas, substituindo-as pelas funções de avaliação da qualidade e de assessoramento às redes de ensino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A contrapartida da autonomia é a transparência. Ela vem associada à necessidade de avaliação não só do aprendizado dos alunos, mas também dos professores e da escola como um todo. Somente dessa maneira pode-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) prestar contas à sociedade que, afinal, é quem paga a educação que recebe; e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) realimentar o processo educativo que a escola desenvolve, revelando erros e acertos que servem para redirecionar práticas e reformular as estratégias que devem levar aos objetivos visados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundamentação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A avaliação deve ser entendida como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
um processo contínuo de aperfeiçoamento do ensino;&lt;br /&gt;
uma ferramenta para o planejamento e gestão compartilhada da escola; e&lt;br /&gt;
um processo sistemático de prestação de contas à sociedade.&lt;br /&gt;
 Avaliar significa acompanhar mais de perto, aumentando as interações entre a equipe para aprimorar as ações da escola como um todo. E também verificar se as funções e prioridades determinadas coletivamente estão sendo realizadas e atendidas com os resultados esperados. É este contraponto entre o pretendido e o realizado que dá sentido à avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A escola de ensino fundamental pública tem necessidade de se auto-avaliar e de ser avaliada externamente devido ao caráter público de suas ações. Como seu custeio e resultados afetam toda a sociedade, ela deve ser avaliada em termos de sua eficácia social e da eficiência de seu funcionamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A avaliação institucional, interna e externa são também maneiras de estimular a melhoria do desempenho e de evitar que a rotina descaracterize os objetivos fundamentais. A avaliação institucional preocupa-se essencialmente com os resultados das ações educativas da escola, em particular, os relativos a ensinar e aprender. Deve ser um processo contínuo e aberto, no qual os setores da escola - pedagógicos e administrativos - reflitam sobre seus modos de atuação e os resultados de suas atividades em busca da melhoria da escola como um todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Além de valer-se da racionalidade dos meios, usando aferições quantitativas e indicadores clássicos, a avaliação institucional abrange dimensões qualitativas, inclusive, aquelas vinculadas ao Projeto Político Pedagógico da Escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Ao se avaliar não se espera eliminar todas as discordâncias, dúvidas e contradições características do cotidiano escolar. No entanto, a avaliação deve contribuir para revelar e estimular a identidade própria de cada escola, preservando também a pluralidade de opiniões que é constitutiva de qualquer escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Princípios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Tendo em vista a descentralização dos procedimentos e a tomada de decisão colegiada inerente aos princípios da autonomia da escola, uma avaliação institucional das atividades da escola deve ser desenvolvida tendo em vista alguns princípios básicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aceitação ou conscientização da necessidade da avaliação por todos os segmentos envolvidos, dos executores aos beneficiários;&lt;br /&gt;
reconhecimento da legitimidade e pertinência dos critérios a serem adotados;&lt;br /&gt;
envolvimento direto de todos os segmentos da comunidade escolar _ interna e externa _ na execução e na implementação de melhoria do desempenho escolar, tanto administrativo (gestão), quanto pedagógico (ensino).&lt;br /&gt;
Objetivos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A avaliação institucional da escola tem por objetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
rever e aperfeiçoar o Projeto Político - Pedagógico da escola, promovendo a melhoria da qualidade, pertinência e relevância das atividades desenvolvidas na área pedagógica e na administrativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em face deste objetivo geral, pode-se ressaltar os seguintes objetivos específicos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 1. alimentar o interesse de se auto-avaliar como meio de conhecer melhor e garantir a qualidade de gestão, bem como, de prestar contas à sociedade e de verificar a consonância dos resultados da escola com as demandas sociais, tanto as que se relacionam à satisfação pessoal dos alunos, egressos, suas famílias e equipes da escola, quanto as que se relacionam ao mundo do trabalho;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 2. conhecer melhor como as tarefas pedagógicas e administrativas estão sendo realizadas e articuladas em benefício da função principal de educar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 3. (re)estabelecer compromissos com a sociedade, explicitando as diretrizes do Projeto Político-Pedagógico e os fundamentos de um programa sistêmico, e participativo de avaliação. Este programa deve permitir o constante reordenamento, consolidação e/ou reformulação das ações escolares, mediante diferentes formas de divulgação dos resultados da avaliação e das ações dela decorrentes;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 4. estudar, propor e implementar mudanças no cotidiano das atividades pedagógicas e administrativas, contribuindo para a formulação de Projetos Político-Pedagógicos cada vez mais socialmente legitimados e relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Para atingir os objetivos visados, a avaliação institucional deve se caracterizar por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
levar em consideração os diversos aspectos inter-relacionados das atividade-fim (pedagógicas) e das atividades de apoio (técnico-administrativas);&lt;br /&gt;
buscar a participação dos membros das comunidades interna e externa da escola; participação esta que deve abranger a implementação das medidas voltadas ao aperfeiçoamento da escola;&lt;br /&gt;
inspirar uma atitude permanente de observação, reflexão, crítica e aperfeiço-amento dos objetivos e prioridades da escola.&lt;br /&gt;
É fundamental entender que a avaliação institucional não deve estar vinculada a mecanismos de punição ou premiação. Ao contrário, a avaliação institucional deve prestar-se para auxiliar na identificação e na formulação de políticas, ações e medidas institucionais que impliquem atendimento específico ou subsídios adicionais para aperfeiçoamento de insuficiências encontradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Além dessas características que lhe oferecem legitimidade política, a avaliação institucional precisa ser legitimada sob a perspectiva técnica. A legitimidade técnica do processo depende da:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. metodologia - além de construir indicadores adequados, pode utilizar-se de procedimentos quantitativos e qualitativos e oferecer modelos analíticos e interpretativos apropriados aos objetivos do processo avaliativo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. fidedignidade da informação - a existência do clima de confiança e de uma base de dados confiáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em que pese os esforços do MEC, ainda é insuficiente a base de informações institucionais e estatísticas úteis para a gestão escolar das redes de ensino municipais e estaduais. Isso tem prejudicado a construção de indicadores para a análise dos sistemas de ensino. Exemplo disto são aqueles relativos ao "mapa escolar" (distribuição geográfica dos prédios escolares x capacidade x demanda), aos "currículos relevantes, aos "conteúdos programáticos", e ao "custo por aluno".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Etapas do Processo de Avaliação Institucional&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Sensibilizar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizar diversas reuniões e encontros, objetivando sensibilizar professores, alunos, funcionários e membros da comunidade usuária para as vantagens e perigos da avaliação.&lt;br /&gt;
Convidar especialistas em avaliação institucional para dar início ao processo de sensibilização.&lt;br /&gt;
Fornecer textos para a discussão do assunto e aprofundar o conhecimento sobre avaliação institucional.&lt;br /&gt;
2- Diagnosticar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o ponto de partida e necessita da existência de um conjunto comparável de informações que permitam o diagnóstico da situação em estudo. Os dados serão correlacionados de forma a gerar indicadores e inferências para as avaliações interna e externa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Avaliação Interna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Consiste em um momento de reflexão e debate interno da escola sobre suas diversas dimensões, em um processo de auto-avaliação. A perspectiva é que, considerando um conjunto de indicadores e inferências, a escola possa analisar os vários dados, gerando relatórios que reflitam como a escola percebe a si mesma. Nesta etapa, a participação de professores, alunos e funcionários é fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Avaliação das Séries&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Aqui é necessário considerar três conjuntos de elementos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Condições - corpo docente; corpo discente; corpo técnico-administrativo; infra-estrutura; perspectivas utilizadas na definição e organização do currículo; perspectivas do mercado de trabalho e perfil profissional para este nível de escolaridade.&lt;br /&gt;
Processos - interdisciplinaridade, institucionalização, qualificação do corpo docente e sua adequação às diferentes atividades na série (domínio dos conteúdos, planejamento, comunicação, compromisso com o ensino); avaliação da aprendizagem (critérios claros e definidos, identificação precoce das dificuldades de aprendizagem, uso de avaliação para diagnóstico, relevância dos conteúdos avaliados, variedade de instrumentos, prevenção da ansiedade estudantil); integração entre os professores da série e da escola com a comunidade.&lt;br /&gt;
Resultados - capacitação dos alunos concluintes como cidadãos, em termos gerais, e como indivíduos produtivos (trabalhadores, empreendedores) em atividades que exigem o nível de escolaridade (ensino fundamental); análise comparativa com mesmas séries de outras escolas e entre as mesmas séries da escola.&lt;br /&gt;
b) Avaliação da Disciplina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivos da disciplina, plano de ensino, fontes de consultas/bibliografia por parte dos alunos e dos professores;&lt;br /&gt;
Procedimentos didáticos, métodos e equipamentos;&lt;br /&gt;
Instrumentos de avaliação, conteúdos das avaliações, atividades práticas&lt;br /&gt;
Condições técnicas: pessoal qualificado e infra-estrutura disponíveis para o desenvolvimento das disciplinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Avaliação do desempenho docente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desempenho didático-pedagógico&lt;br /&gt;
Interesse e participação nas demais questões da escola&lt;br /&gt;
Aspectos éticos&lt;br /&gt;
d) Avaliação do aluno&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O desempenho do aluno expresso pelo seu rendimento escolar, inclusive nos anos anteriores e por sua participação nas diversas atividades escolares (esportivas, culturais, etc.). Deve-se considerar ainda os problemas sociais que interferem na aprendizagem escolar (ligados à violência, ao ambiente escolar e familiar, ao uso de drogas), além dos físicos e cognitivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Avaliação de pessoal técnico-administrativo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O desempenho do pessoal administrativo expresso pela compreensão do valor das atividades de apoio para a concretização do ensino de boa qualidade, pelo cuidado relativo à documentação escolar, espaço físico e por sua motivação no trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f) Avaliação da gestão escolar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O desempenho da equipe de gestão escolar expresso pela competência do colegiado em deliberar em conjunto, estar atento aos aspectos administrativos e pedagógicos e mostrar capacidade em realizar a integração escola/comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4- Avaliação externa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Ela introduz um componente novo e estimulante no âmbito da escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Requer dos avaliadores externos e das comunidades da escola, capacidade de discriminação, disponibilidade para o diálogo e sentido de participação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 A avaliação externa tem o papel de complementar e validar a avaliação interna. Seu ponto de partida é o relatório da auto-avaliação e ela contempla os mesmos aspectos da avaliação interna, sempre em uma perspectiva complementar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Para encerrar este texto inicial sobre avaliação institucional, deixamos duas observações para reflexão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre criticamos os que resistem a mudanças, como se nós não resistíssemos a elas. Na verdade, resistência a mudanças não é pejorativo, faz parte do ser humano. Sempre que algo afeta valores, emoções, comportamentos e conhecimentos, passamos a ter resistência. Procuramos permanecer em uma zona de conforto. A nossa tendência é nos protegermos dos problemas, evitando o desconhecido. Refugiamo-nos nos valores e nos hábitos que já conhecemos. Como estamos vivendo um período de transição, incertezas, a preservação não é uma boa opção e entendemos que o verdadeiro aprendizado sempre ocorre fora da zona de conforto.&lt;br /&gt;
Precisamos ter uma escola ágil, que preze a si mesma e seja capaz de se questionar, uma escola com ambições, que projete um futuro para si, que aspire a excelência e esteja disposta a reconhecer e aprender com seus erros; uma escola capaz de conviver com mudanças e de suspeitar de longas calmarias, porque aprendeu que a mudança é a regra e a estabilidade, a exceção. O que se espera é que todos - professores, alunos, funcionários, membros da comunidade externa - se identifiquem com o trabalho que realizam. Quando esta identificação existe, a escola deixa de girar no mesmo lugar, repetindo as mesmas rotinas ano após ano, porque energias positivas são liberadas e a escola ganha vitalidade, sinergia e rumo.&lt;br /&gt;
 O próximo texto abordará um tipo de avaliação externa que é a avaliação de sistemas, apresentando como exemplo o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica - SAEB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BOTH, Ivo José. Da verificação à avaliação da aprendizagem,: processos antagônicos. Ponta Grossa: Cadernos da PROCAD, n. 3, 1992.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ENSAIO: avaliação e políticas públicas em Educação , v.3, no 8, Rio de Janeiro: Fundação CESGRANRIO, 1995.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO. ANAIS. RJ: CESGRANRIO, outubro, 1995.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SIMPÓSIO NACIONAL SOBRE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: UMA REFLEXÃO CRÍTICA. ANAIS. RJ: CESGRANRIO, outubro, 1993.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2053806454386351815-4295212578993773587?l=partilhandosugestoesescolares.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/582YqLazbk8sL_YJFgo7x-3crEw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/582YqLazbk8sL_YJFgo7x-3crEw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/4295212578993773587?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2053806454386351815/posts/default/4295212578993773587?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://partilhandosugestoesescolares.blogspot.com/2011/12/avaliacao-institucional-da-escola-de.html" title="AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL" /><author><name>EDMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18099361322333100982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_Wv5wybf5reU/SrP2Jq-Qz4I/AAAAAAAAABg/4xce5Y5G3AM/S220/OQAAAHT9WaXCgJBBr7_SvD0O5op7388SVAB3ci4Ujs3w5qHLFHkGNRH7ly7gxgQdfTFGHqJjUj8qCQA3MdDshiSg_Y0Am1T1UG7Sdrw9CuAyqQynCYPXCo9dnJ-I.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Dscl4slrfXY/Ttv8BLp18TI/AAAAAAAAF5Q/NACyAPNsYdw/s72-c/untitled%2B239.jpg" height="72" width="72" /></entry></feed>

