<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560</atom:id><lastBuildDate>Mon, 16 Dec 2024 16:21:04 +0000</lastBuildDate><title>Pedagogia: ensinar e aprender.</title><description></description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-2325818453466912526</guid><pubDate>Fri, 10 Mar 2017 15:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2017-03-10T07:33:26.450-08:00</atom:updated><title>STF concede imunidade tributária a e-readers e e-books</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;div class="gmail_default" style="font-size: small;"&gt;
&lt;h2 class="gmail-m_-8776355417424147887h2" style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(64 , 64 , 64); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 18px; line-height: 18px; margin: 11.225px 0px 5.6125px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Nesta quarta-feira, dia 08 de março, os leitores brasileiros tiveram uma ótima notícia: o STF (Superior Tribunal Federal) decidiu estender a imunidade tributária dada aos livros, jornais e periódicos também aos ebooks (livros digitais) e aos dispositivos de suporte de leitura de ebooks (os e-readers como o&amp;nbsp;&lt;span style="color: #336699;"&gt;Kindle, Kobo e Lev&lt;/span&gt;). Até então, somente os materiais impressos desfrutavam desta isenção de impostos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span id="gmail-m_-8776355417424147887more-6193"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Esta foi uma decisão unânime e vem beneficiar os usuários das versões digitais daqueles materiais que eram alvo da imunidade tributária anteriormente, conforme determinado no artigo 150 da Constituição Federal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
É importante ressaltar que, em termos de equipamentos eletrônicos,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;os e-readers&amp;nbsp;também recebem este benefício&lt;/strong&gt;, ou seja, os equipamentos cuja função é exclusivamente a de leitura de ebooks também são beneficiados, podendo este dispositivo conter apenas algumas funcionalidades a mais, como acesso à Internet para baixar os ebooks.&amp;nbsp;Também recebeu esta isenção componentes eletrônicos que sejam disponibilizados exclusivamente atrelados a materiais de cursos didáticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Com isso, os equipamentos multifuncionais, como tablets e smartphones,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;não serão enquadrados neste benefício&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(portanto, a linha&amp;nbsp;&lt;span style="color: #336699;"&gt;Kindle Fire&lt;/span&gt;&amp;nbsp;da Amazon, ainda não disponível no Brasil, também não se beneficia).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Em processo que estava em trâmite desde 20002, os ministros do STF analisaram recurso apresentado pelo governo do Rio de Janeiro contra decisão do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), que isentava uma editora do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na venda de uma enciclopédia jurídica eletrônica (que era originalmente comercializada em CD-ROM).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Uma&amp;nbsp;&lt;span style="color: #336699;"&gt;decisão semelhante já havia acontecido em 2010&lt;/span&gt;, mas valia apenas para um usuário que havia entrado na justiça para obter este benefício na compra de um Kindle, e poderia ser apelada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Atualmente, havia mais de 50 outros processos aguardando esta decisão final do STF.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
Não é possível determinar ainda qual será o impacto desta decisão, mas espera-se uma redução dos preços praticados aqui no Brasil. No caso do Kindle, não sabemos se sequer haverá alteração, já que, segundo&amp;nbsp;&lt;span style="color: #336699;"&gt;informação da Folha de São Paulo&lt;/span&gt;, os e-readers vendidos no Brasil tem subsídio da Amazon americana para manter os preços mais acessíveis (para se ter uma ideia, na&amp;nbsp;&lt;span style="color: #336699;"&gt;última promoção de Black Friday&lt;/span&gt;, tivemos por aqui o Kindle com preço mais barato do que na loja americana).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgb(253 , 253 , 253); color: rgb(80 , 80 , 80); font-family: &amp;quot;arial&amp;quot;; font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;
De qualquer forma, sejamos otimistas e vamos torcer para que os preços tanto dos e-readers quanto dos ebooks tenham uma redução com esta medida. E para quem vai viajar e trazer seu e-reader, já sabe que não precisará mais declará-lo na alfândega brasileira na volta.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2017/03/stf-concede-imunidade-tributaria-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-7711571102580800858</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2016 14:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-09-05T07:59:15.581-07:00</atom:updated><title>Celular passa de vilão a aliado em escolas de SP</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;p style="font-family:verdana;font-size:16px;margin-top:10px"&gt;&lt;span style="color:rgb(113,113,113);font-size:13px;text-align:justify"&gt;Ele já foi um dos grandes vilões da sala de aula. Proibido na maioria das escolas, o celular era apontado pelos professores como um dos principais motivos de desatenção dos alunos. Colégios particulares de São Paulo, no entanto, defendem que ele pode ser um aliado no aprendizado.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Como as crianças ganham o primeiro celular cada vez mais cedo, há escolas que já usam o aparelho a partir do 6.º ano do ensino fundamental. Os colégios recomendam, porém, que haja um acordo com os alunos para que o item seja utilizado somente quando os professores autorizarem.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;No Colégio Bandeirantes, os celulares são usados pelos alunos do ensino médio em algumas aulas de um projeto interdisciplinar, o Steam (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, na sigla em inglês). Em uma delas, os estudantes utilizam o aparelho para buscar mais informações sobre obras de artes. As imagens de quadros são dispostas pela sala e, ao mirar o aparelho para elas, o aluno pode visualizar vídeos, áudios e outras informações sobre o artista e o período em que a obra foi feita.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Em outro projeto, eles investigam e precisam solucionar um crime fictício. Os jovens recebem pistas pelo celular e, durante a resolução, se deparam com conteúdos de biologia, física e química.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Segundo Tiago Eugenio, professor de biologia do colégio, para essas atividades é usado o conceito de realidade ampliada, que adiciona informações virtuais a elementos do mundo real. `Os jovens estão acostumados com a tecnologia, mas, mesmo assim, ficam impressionados quando encontram as informações dessa forma.`&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Pokémon&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;A professora de biologia Viviane Bozolan, do Colégio Mary Ward, decidiu usar o celular como aliado em uma situação inusitada. Um dia após o lançamento do jogo Pokémon Go, ela estava com dificuldade em dar aula porque os estudantes do ensino médio não largavam o aparelho. Aproveitou, então, o interesse pelo jogo para associá-lo à aula sobre protozoários.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;`Comecei a explicar que protozoários, assim como os pokémons, também têm ciclo de vida, passam por transformações e têm poderes de ataque. Os alunos acharam divertido e passaram a prestar atenção.` Segundo Viviane, o professor não pode se esquecer de impor limites. `Fiz um acordo para usarem em alguns momentos.`&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;No Colégio Móbile, o celular é proibido para os alunos do ensino médio, mas seu uso pode ser liberado para fins pedagógicos. Na aula de Rodrigo Mendes, professor e coordenador de biologia do colégio, o aparelho é usado para aumentar a interação. `Quando faço uma pergunta para a classe, só posso ouvir o que dois ou três vão dizer, e são mais de 30 estudantes por sala`, afirma. Por isso, começou a usar formulários online, para que todos pudessem responder ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Os estudantes a partir do 6.º ano do fundamental são proibidos até mesmo de levar o celular para a escola, mas exceções podem ser abertas quando o aparelho é usado para atividades como a que os alunos fotografam plantas e insetos para discutir sobre eles na aula de ciências.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Estado&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Também na rede estadual a liberação do uso de celular em aula está em discussão. O secretário estadual da Educação, José Renato Nalini, pediu ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que libere o uso do aparelho para fins pedagógicos. A proposta está sob análise. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO - UOL EDUCAÇÃO - 05/09/2016 - SÃO PAULO, SP&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/09/celular-passa-de-vilao-aliado-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-6125343712851149719</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2016 14:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-09-05T07:57:07.555-07:00</atom:updated><title>Alunos cotistas são maioria em 63 universidades federais</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;p style="font-family:verdana;font-size:16px;margin-top:10px"&gt;&lt;span style="color:rgb(113,113,113);font-size:13px;text-align:justify"&gt;As 63 universidades federais do país já oferecem mais vagas para cursos de graduação por sistema de cotas e ações afirmativas do que pelo formato de concorrência comum.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Este foi o primeiro ano em que a reserva para estudantes de escolas públicas superou o porcentual aberto à ampla disputa, dominado historicamente por alunos oriundos de unidades particulares de ensino.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;O aumento foi impulsionado pela Lei 12.711, a chamada lei de cotas. Sancionado e regulamentado em 2012, o texto previa que gradualmente as universidades passassem a destinar vagas para cotas até que, ao fim de quatro anos, o porcentual atingisse 50% com base em critérios sociais e raciais.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;No primeiro semestre de 2016, foram ofertadas 114,5 mil vagas reservadas (51,7%), ante 113 mil de disputa livre (48,3%). Em 2013, a proporção destinada a cotas estava em 33,4%.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;O cumprimento da meta dos 50%, no entanto, ainda não significa que metade dos alunos atualmente matriculados nas universidades tenha vindo da escola pública. Relatório da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) mostrou que as federais tinham, em 2014, 939 mil estudantes, dos quais 305 mil, ou 32,55%, haviam entrado por meio de cota.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;A expectativa é de que a reserva para cotas continue aumentando nos próximos anos. Em 2022, está prevista uma revisão do texto, que nasceu com argumento de política provisória.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Especialistas em Educação elogiaram o cumprimento da meta e ressaltaram o papel da inclusão para a representatividade, mas pediram atenção às formas de apoio e assistência a alunos que usam a reserva, dos quais metade é de baixa renda.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;`As universidades federais são onde se forma a elite intelectual, empresarial e política do país. Então, uma universidade mais com a cara do Brasil, representada por negros e pessoas de baixa renda, ajuda a formar uma elite mais consciente`, disse o professor da Uerj (Universidade Estadual do Rio) André Lázaro. `De outra forma, um conjunto de questões relevantes para a nação acaba se perdendo por esse público não dispor de uma inteligência formada na linguagem do ensino superior.`&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;Lázaro pede que um formato de avaliação seja instituído mais claramente para que em 2022 possa ser feita uma avaliação dos efeitos da lei. Hoje, diferentes pesquisadores conduzem análises sobre a medida. Um deles é o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho, que analisou notas do Enem de beneficiados por cotas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;O estudo mostra que a reserva de vagas não provocou queda relevante na nota mínima nem média de entrada nas instituições de ensino. `Há muita gente de escola pública na disputa. Então, os aprovados acabam entre os 10% com melhor desempenho. As cotas parecem muito boas, porque aumentam a representatividade sem diminuir muito a nota.`&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;O estudante Hasani dos Santos, de 22 anos, está no último ano de Ciências Sociais na UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). É o primeiro da família a entrar em uma universidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;`Minha visão de ascensão sempre foi com o trabalho, nunca tive perspectiva de fazer universidade.` Para ele, cotistas favorecem a pluralidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;fonte: &lt;u style="color:rgb(0,121,182);font-size:10px;text-transform:uppercase"&gt;ESTADÃO CONTEÚDO&lt;/u&gt;&lt;span style="color:rgb(0,121,182);font-size:10px;text-transform:uppercase"&gt; - UOL EDUCAÇÃO - 04/09/2016 - SÃO PAULO, SP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/09/alunos-cotistas-sao-maioria-em-63.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-5220723269150902494</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2016 14:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-09-05T07:54:06.708-07:00</atom:updated><title>Saeb será o principal sistema de avaliação</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;p style="font-family:verdana;font-size:16px;margin-top:10px"&gt;&lt;span style="color:rgb(113,113,113);font-size:13px;text-align:justify"&gt;Em nota oficial divulgada nesta sexta-feira, 2, o Ministério da Educação justifica a decisão de restabelecer o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), o que foi feito por meio da Portaria nº 981, de 25 de agosto último. Em maio, o Saeb fora substituído pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Sinaeb).&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" style="font-size:13px;font-family:verdana;color:rgb(113,113,113);text-align:justify;line-height:20px"&gt;De acordo com a atual gestão do MEC, o Saeb já estava plenamente consolidado e reconhecido internacionalmente. Portanto, qualquer alteração que se fizesse necessária em suas referências não seria conveniente ou oportuna até que seja concretizada a revisão da Base Nacional Comum Curricular. Na nota, o MEC considera importante destacar, ainda, que o Saeb, criado em 1990, sustenta-se em estatísticas consolidadas. Suas informações subsidiam a formulação, reformulação e o monitoramento das políticas na área educacional nas esferas municipal, estadual e federal e contribuem para a melhoria da qualidade, equidade e eficiência do ensino.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/09/saeb-sera-o-principal-sistema-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-2558542483459213279</guid><pubDate>Fri, 13 May 2016 12:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-05-13T05:56:52.357-07:00</atom:updated><title>UFSCar promove Semana da Educação de 16 à 20 de maio.</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;h3 style="text-align:justify;margin-top:0px"&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;De 16 a 20 de maio, a UFSCar realiza a&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;u style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;&lt;a href="http://www.semanadaeducacao.com/" target="_blank"&gt;XIV Semana da Educação&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;, que neste ano aborda o tema "Identidades dos pedagogos: escola, outros espaços e práticas de resistência". A programação diversificada visa ampliar o debate sobre a atuação dos profissionais de pedagogia em espaços não formais de educação, como em empresas, projetos educativos, movimentos sociais, educação do campo, entre outros. O objetivo é propiciar aos alunos e demais interessados da área o contato com informações ausentes na grade curricular, geralmente focada no professorado ou nos cargos de gestão associados ao sistema escolar. Ao longo dos dias, o evento conta com palestras, mesas-redondas, minicursos, oficinais, feira cultural, roda de conversa e mostras de trabalhos. As inscrições para a Semana são gratuitas e podem ser realizadas em&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;u style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;&lt;a href="http://www.semanadaeducacao.com/" target="_blank"&gt;www.semanadaeducacao.com&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;ou presencialmente nos dias do evento. Vagas para as oficinas são restritas e terão as inscrições liberadas apenas no final de semana. As atividades acontecem entre 8h30 e 22 horas, em vários locais da área Sul do Campus São Carlos da UFSCar. A programação completa, com datas, temas e locais, pode ser conferida no&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;u style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;&lt;a href="http://semanadaeducacao.wix.com/xivsemana" target="_blank"&gt;site do evento&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;. A Semana é organizada por alunos do Centro Acadêmico da Pedagogia (CAPe), com apoio da Coordenação do Curso de Pedagogia (CCPed). Mais informações podem ser obtidas no&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;u style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;&lt;a href="http://www.semanadaeducacao.com/" target="_blank"&gt;site do evento&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;ou pelo email&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt; &lt;/span&gt;&lt;u style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;&lt;a href="mailto:semanadaeducacaoufscar@gmail.com" target="_blank"&gt;semanadaeducacaoufscar@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-size:13px;font-weight:normal"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/05/ufscar-promove-semana-da-educacao-de-16.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-4895167326714492928</guid><pubDate>Thu, 12 May 2016 14:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-05-12T07:03:02.209-07:00</atom:updated><title>Cursos e Palestras - UFSCar</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;h3 style="text-align:justify;margin-top:0px"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;Inscrições para o mestrado em Ciência da informação da UFSCar estão abertas até sexta-feira&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="font-size:13px;text-align:justify"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;As inscrições para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação Mestrado Acadêmico em Ciência da Informação da UFSCar estão abertas até sexta-feira, dia 13 de maio. Estão sendo oferecidas 10 vagas. O processo seletivo é constituído por duas etapas classificatórias (prova de compreensão em língua inglesa e avaliação dos projetos de pesquisa) e uma eliminatória (defesa oral dos projetos de pesquisa). O edital do processo seletivo e outras informações relacionadas ao Programa estão disponíveis em &lt;u&gt;&lt;a href="http://www.ppgci.ufscar.br/" target="_blank"&gt;www.ppgci.ufscar.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;. Outras dúvidas podem ser esclarecidas pelo email &lt;u&gt;&lt;a href="mailto:ppgci@ufscar.br" target="_blank"&gt;ppgci@ufscar.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt; ou pela &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/ppgciufscar/" target="_blank"&gt;página do Facebook do Programa&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align:justify;margin-top:0px"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="text-align:justify;margin-top:0px"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;UFSCar está com inscrições abertas em curso de especialização em Educação e Tecnologias&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="font-size:13px;text-align:justify"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;A partir do segundo semestre de 2016, a UFSCar, por meio do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (Horizonte), passa a oferecer curso de especialização em Educação e Tecnologias. O curso tem proposta de formação aberta, híbrida, integrada e flexível, de forma que o próprio estudante escolha os componentes curriculares que deseja cursar, se realizará as atividades na modalidade presencial ou a distância e em quanto tempo concluirá a especialização. O curso oferece cinco habilitações (Mídias na Educação; Produção e Uso de Tecnologias para Educação; Gestão da Educação a Distância; Docência Virtual e Design Instrucional - Projeto e Desenho Pedagógico) e, de acordo com a habilitação escolhida, o aluno vai compor sua grade curricular e definir sua trilha pedagógica. Além disso, são previstas condições de atendimento às peculiaridades de cada educando e de oportunidades de personalização da sua formação, adaptando a proposta ao estilo de aprendizagem de cada estudante. As primeiras turmas estão previstas para o segundo semestre de 2016 e as inscrições já estão abertas. Todas as informações sobre a proposta pedagógica, a organização curricular, a metodologia, bem como sobre investimentos, prazos e matrículas estão disponíveis no &lt;u&gt;&lt;a href="http://edutec.ead.ufscar.br/index.php?r=pages/view&amp;amp;id=1" target="_blank"&gt;site do curso&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;. Dúvidas podem ser esclarecidas também pelo email &lt;u&gt;&lt;a href="mailto:edutec@ead.ufscar.br" target="_blank"&gt;edutec@ead.ufscar.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align:justify;margin-top:0px"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="text-align:justify;margin-top:0px"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;Simpósio Internacional de Ecologia recebe trabalhos até o dia 20 de maio&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="font-size:13px;text-align:justify"&gt;&lt;span style="background-color:rgb(255,255,255)"&gt;Está aberto até o dia 20 de maio o período de submissão de trabalhos para o &lt;u&gt;&lt;a href="http://www.eventosppgern.ufscar.br/" target="_blank"&gt;II Simpósio Internacional de Ecologia&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, evento realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN) da UFSCar. O intuito é reunir especialistas para celebrar os 40 anos de pós-graduação em Ecologia no Brasil. Os trabalhos podem ser encaminhados para o email &lt;u&gt;&lt;a href="mailto:eventosppgern@gmail.com" target="_blank"&gt;eventosppgern@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, com o assunto "Submissão de Trabalho – Código da Inscrição", sendo "código da inscrição" o número gerado durante o cadastramento do boleto. Todas as normas de submissão estão disponíveis no &lt;u&gt;&lt;a href="http://www.eventosppgern.ufscar.br/arquivos/copy_of_TemplateandstyleguideforsubmissionofextendedabstractstotheIIInternationalSymposiumofEcology.pdf" target="_blank"&gt;site do evento&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;. O Simpósio acontece entre os dias 16 e 19 de agosto e seu principal foco é discutir a Ecologia no Antropoceno – período definido por Paul Crutzen, em 2000, como o mais recente de tempo geológico da Terra e que tem sido influenciado pelo homem em sentido global. O encontro também objetiva debater os problemas ecológicos causados pelas ações humanas e avaliar e descobrir a falta de pesquisas para mitigar o impacto na conservação da diversidade biológica, processos e serviços ecossistêmicos. Para isso, conta com a participação de palestrantes nacionais e internacionais renomados da área. O Simpósio é aberto a todos os interessados, mas tem como público-alvo alunos de pós-graduação, egressos, docentes e pesquisadores na área de Ecologia. As atividades são realizadas em diversos locais do Campus São Carlos da UFSCar e as inscrições de ouvintes podem ser feitas até a data do Simpósio. Informações como taxa e formulário de inscrição, cronograma completo, horários e locais estão disponíveis em &lt;u&gt;&lt;a href="http://www.eventosppgern.ufscar.br/" target="_blank"&gt;www.eve&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://www.eventosppgern.ufscar.br/" target="_blank"&gt;ntosppgern.ufscar.br&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email &lt;u&gt;&lt;a href="mailto:eventosppgern@gmail.com" target="_blank"&gt;eventosppgern@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/05/cursos-e-palestras-ufscar.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure length="219558" type="application/pdf" url="http://www.eventosppgern.ufscar.br/arquivos/copy_of_TemplateandstyleguideforsubmissionofextendedabstractstotheIIInternationalSymposiumofEcology.pdf"/><itunes:explicit/><itunes:subtitle>Inscrições para o mestrado em Ciência da informação da UFSCar estão abertas até sexta-feiraAs inscrições para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação Mestrado Acadêmico em Ciência da Informação da UFSCar estão abertas até sexta-feira, dia 13 de maio. Estão sendo oferecidas 10 vagas. O processo seletivo é constituído por duas etapas classificatórias (prova de compreensão em língua inglesa e avaliação dos projetos de pesquisa) e uma eliminatória (defesa oral dos projetos de pesquisa). O edital do processo seletivo e outras informações relacionadas ao Programa estão disponíveis em www.ppgci.ufscar.br. Outras dúvidas podem ser esclarecidas pelo email ppgci@ufscar.br ou pela página do Facebook do Programa. UFSCar está com inscrições abertas em curso de especialização em Educação e TecnologiasA partir do segundo semestre de 2016, a UFSCar, por meio do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (Horizonte), passa a oferecer curso de especialização em Educação e Tecnologias. O curso tem proposta de formação aberta, híbrida, integrada e flexível, de forma que o próprio estudante escolha os componentes curriculares que deseja cursar, se realizará as atividades na modalidade presencial ou a distância e em quanto tempo concluirá a especialização. O curso oferece cinco habilitações (Mídias na Educação; Produção e Uso de Tecnologias para Educação; Gestão da Educação a Distância; Docência Virtual e Design Instrucional - Projeto e Desenho Pedagógico) e, de acordo com a habilitação escolhida, o aluno vai compor sua grade curricular e definir sua trilha pedagógica. Além disso, são previstas condições de atendimento às peculiaridades de cada educando e de oportunidades de personalização da sua formação, adaptando a proposta ao estilo de aprendizagem de cada estudante. As primeiras turmas estão previstas para o segundo semestre de 2016 e as inscrições já estão abertas. Todas as informações sobre a proposta pedagógica, a organização curricular, a metodologia, bem como sobre investimentos, prazos e matrículas estão disponíveis no site do curso. Dúvidas podem ser esclarecidas também pelo email edutec@ead.ufscar.br. Simpósio Internacional de Ecologia recebe trabalhos até o dia 20 de maioEstá aberto até o dia 20 de maio o período de submissão de trabalhos para o II Simpósio Internacional de Ecologia, evento realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN) da UFSCar. O intuito é reunir especialistas para celebrar os 40 anos de pós-graduação em Ecologia no Brasil. Os trabalhos podem ser encaminhados para o email eventosppgern@gmail.com, com o assunto "Submissão de Trabalho – Código da Inscrição", sendo "código da inscrição" o número gerado durante o cadastramento do boleto. Todas as normas de submissão estão disponíveis no site do evento. O Simpósio acontece entre os dias 16 e 19 de agosto e seu principal foco é discutir a Ecologia no Antropoceno – período definido por Paul Crutzen, em 2000, como o mais recente de tempo geológico da Terra e que tem sido influenciado pelo homem em sentido global. O encontro também objetiva debater os problemas ecológicos causados pelas ações humanas e avaliar e descobrir a falta de pesquisas para mitigar o impacto na conservação da diversidade biológica, processos e serviços ecossistêmicos. Para isso, conta com a participação de palestrantes nacionais e internacionais renomados da área. O Simpósio é aberto a todos os interessados, mas tem como público-alvo alunos de pós-graduação, egressos, docentes e pesquisadores na área de Ecologia. As atividades são realizadas em diversos locais do Campus São Carlos da UFSCar e as inscrições de ouvintes podem ser feitas até a data do Simpósio. Informações como taxa e formulário de inscrição, cronograma completo, horários e locais estão disponíveis em www.eventosppgern.ufscar.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email eventosppgern@gmail.com.</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Unknown)</itunes:author><itunes:summary>Inscrições para o mestrado em Ciência da informação da UFSCar estão abertas até sexta-feiraAs inscrições para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação Mestrado Acadêmico em Ciência da Informação da UFSCar estão abertas até sexta-feira, dia 13 de maio. Estão sendo oferecidas 10 vagas. O processo seletivo é constituído por duas etapas classificatórias (prova de compreensão em língua inglesa e avaliação dos projetos de pesquisa) e uma eliminatória (defesa oral dos projetos de pesquisa). O edital do processo seletivo e outras informações relacionadas ao Programa estão disponíveis em www.ppgci.ufscar.br. Outras dúvidas podem ser esclarecidas pelo email ppgci@ufscar.br ou pela página do Facebook do Programa. UFSCar está com inscrições abertas em curso de especialização em Educação e TecnologiasA partir do segundo semestre de 2016, a UFSCar, por meio do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Inovação em Educação, Tecnologias e Linguagens (Horizonte), passa a oferecer curso de especialização em Educação e Tecnologias. O curso tem proposta de formação aberta, híbrida, integrada e flexível, de forma que o próprio estudante escolha os componentes curriculares que deseja cursar, se realizará as atividades na modalidade presencial ou a distância e em quanto tempo concluirá a especialização. O curso oferece cinco habilitações (Mídias na Educação; Produção e Uso de Tecnologias para Educação; Gestão da Educação a Distância; Docência Virtual e Design Instrucional - Projeto e Desenho Pedagógico) e, de acordo com a habilitação escolhida, o aluno vai compor sua grade curricular e definir sua trilha pedagógica. Além disso, são previstas condições de atendimento às peculiaridades de cada educando e de oportunidades de personalização da sua formação, adaptando a proposta ao estilo de aprendizagem de cada estudante. As primeiras turmas estão previstas para o segundo semestre de 2016 e as inscrições já estão abertas. Todas as informações sobre a proposta pedagógica, a organização curricular, a metodologia, bem como sobre investimentos, prazos e matrículas estão disponíveis no site do curso. Dúvidas podem ser esclarecidas também pelo email edutec@ead.ufscar.br. Simpósio Internacional de Ecologia recebe trabalhos até o dia 20 de maioEstá aberto até o dia 20 de maio o período de submissão de trabalhos para o II Simpósio Internacional de Ecologia, evento realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN) da UFSCar. O intuito é reunir especialistas para celebrar os 40 anos de pós-graduação em Ecologia no Brasil. Os trabalhos podem ser encaminhados para o email eventosppgern@gmail.com, com o assunto "Submissão de Trabalho – Código da Inscrição", sendo "código da inscrição" o número gerado durante o cadastramento do boleto. Todas as normas de submissão estão disponíveis no site do evento. O Simpósio acontece entre os dias 16 e 19 de agosto e seu principal foco é discutir a Ecologia no Antropoceno – período definido por Paul Crutzen, em 2000, como o mais recente de tempo geológico da Terra e que tem sido influenciado pelo homem em sentido global. O encontro também objetiva debater os problemas ecológicos causados pelas ações humanas e avaliar e descobrir a falta de pesquisas para mitigar o impacto na conservação da diversidade biológica, processos e serviços ecossistêmicos. Para isso, conta com a participação de palestrantes nacionais e internacionais renomados da área. O Simpósio é aberto a todos os interessados, mas tem como público-alvo alunos de pós-graduação, egressos, docentes e pesquisadores na área de Ecologia. As atividades são realizadas em diversos locais do Campus São Carlos da UFSCar e as inscrições de ouvintes podem ser feitas até a data do Simpósio. Informações como taxa e formulário de inscrição, cronograma completo, horários e locais estão disponíveis em www.eventosppgern.ufscar.br. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo email eventosppgern@gmail.com.</itunes:summary></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-3310020728473280023</guid><pubDate>Thu, 12 May 2016 13:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-05-12T06:55:34.247-07:00</atom:updated><title>Para entidades de ensino, Fies deve ser prioridade do novo governo.</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;table align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="90%" style="color:rgb(51,51,51);font-size:14px"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;As prioridades do novo governo na área da educação, a curto prazo, devem ser o Fies e a regulação no ensino superior, defendem entidades do setor. "No setor de educação, o grande diferencial é a volta de investimento em financiamento aos estudantes do ensino superior. As restrições no Fies e o corte do Pronatec causaram uma grande evasão", destacou Janguiê Diniz, presidente da Abmes, associação das mantenedoras de ensino superior.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;"O governo precisa informar qual o real orçamento do Fies. Mesmo que seja pouco, é preciso saber de antemão para ter planejamento para investir", complementou Paulo Cardim, presidente do Fórum que representa entidades do ensino superior. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;Cardim critica ainda o modelo de regulação no ensino superior privado que tem três etapas: avaliação, regulação e fiscalização. No entanto, o governo leva anos para aprovar um curso e abertura de unidades ou polos. Além disso, a avaliação dos cursos tem como base a média da nota dos alunos no Enade, exame feito pelos alunos do último ano. Essa nota não impacta o currículo escolar do aluno, o que não gera comprometimento por parte do estudante. "Hoje, só temos a regulação e a fiscalização", disse Cardim. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;Questionado sobre a possibilidade de que o novo ministro da Educação seja o deputado federal Mendonça Filho (DEM­PE), Cardim destacou que a ocupação do cargo por um político sem conhecimento no setor não é exatamente um problema e que no atual momento é importante ele se cercar de bons técnicos, que conheçam a área. "Já tivemos casos em que o ministro era ligado à educação e nem por isso o setor foi menos prejudicado. O mais importante é a composição da equipe técnica do novo mistro. Só com isso é possível fazer uma avaliação", disse Cardim. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;Segundo Janguiê, Michel Temer é um articulador e espera­se que busque nomes fortes para compor os ministérios e, principalmente, para garantir uma fluidez de processos. Janguiê considera positiva a redução no número de pastas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;O presidente do Fórum criticou duramente as atenções dos governos em educação nos últimos anos. "O governo precisa priorizar de fato a educação. É preciso ações efetivas porque há várias leis como o Plano Nacional de Educação (PNE) e a Lei do Sinaes [legislação que regulamenta as avaliações no ensino superior] que só existem no papel", disse Cardim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://noticias.abmes.org.br/registra_clique.php?id=H%7C879708%7C259295%7C46358&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.valor.com.br%2Fpolitica%2F4558413%2Fpara-entidades-de-ensino-fies-deve-ser-prioridade-do-novo-governo" target="_blank"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/05/para-entidades-de-ensino-fies-deve-ser.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-9195651755911371048</guid><pubDate>Thu, 25 Feb 2016 11:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-25T03:50:08.544-08:00</atom:updated><title>✅ Porque deu errado?</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O jornal Folha de S.Paulo publicou em 18 de fevereiro o artigo "Reorganização da rede falhou ao ignorar vínculos com escola", de Priscila Cruz, que é presidente-executiva do movimento Todos pela Educação. No texto, a argumentação central de Priscila é: "Entretanto, além do evidente problema de comunicação, o mais grave na proposta de reorganização foi a tentativa de fechar escolas, desconsiderando o vínculo dos jovens, das famílias e dos professores com esses espaços."&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Em parte, é verdade o que diz a autora. No entanto, é isso e muito mais… Ou seja, a reorganização da rede falhou ao ignorar a comunidade escolar, os pais, os alunos, os professores e entidade de classe como a Apeoesp, que fez boas críticas à reorganização. A verdade é uma só: o governo não consultou os interessados e quis fechar escolas para cortar gastos. Demitir professores, principalmente. Em seguida, tivemos uma série de protestos e ocupação de escolas no estado. Outro erro: com a reorganização, em muitos casos os alunos iriam estudar em escolas mais longe de seus domicílios.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Resultado: a popularidade do governador Alckmin, do PSDB, caiu muito. Segundo o Datafolha, foi de 48% para 28%. Abriram-se feridas… Preocupado com a queda de popularidade, o tucano adiou a reorganização. De outro lado, as três grandes universidades públicas do Estado – USP, Unicamp e UFABC – manifestaram-se contra o projeto tucano. A mídia, por sua vez, ficou ao lado do governador, como costuma fazer. Porém, com o crescimento das ocupações das escolas, a imprensa foi obrigada a rever o seu posicionamento. E passou a relatar o movimento de pais e alunos.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Pois bem, uma observação necessária: são muitos os fatores que levaram ao fracasso do projeto da reorganização. Entre eles, faltou diálogo com pais e alunos, faltou informação e faltou um debate mais aprofundado com a sociedade acerca das mudanças. Concordo com Priscila quando diz que nada justifica que 245 mil alunos, de 15 a 17 anos, estejam fora da sala de aula no estado mais rico do país. Aliás, espera-se que o novo secretário de educação, José Renato Nalini, ao contrário do anterior, dialogue com os professores, com os pais, com alunos, com a comunidade escolar e com os sindicatos. Tem mais, ninguém pode negar o fato de que a escola pública, apesar de maltratada e desvalorizada pelos sucessivos governos paulistas, ainda, oferece a todos oportunidade em termos de igualdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Autor: Ricardo Santos é professor e jornalista&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/porque-deu-errado.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-7803994909196878021</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 15:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:05:20.213-08:00</atom:updated><title>✅ Nenhuma criança deve ser comparada a outras.</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A professora Zenita Guenther costuma dizer que se os pais pararem de comparar seus filhos com as outras crianças e começarem a respeitar o que eles são, metade do que as famílias percebem como problema acaba. Psicóloga de formação, Zenita é mestre em Orientação e Aconselhamento Psicológico pela Universidade South Florida e Ph.D. em Psicologia da Educação, pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos. Estudou e trabalhou com a psicóloga e educadora russa Helena Antipoff, uma das maiores autoridades do mundo em psicologia da inteligência.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Depois de se aposentar da função de professora do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Minas Gerais, Zenita Guenther fundou o Centro para o Desenvolvimento do Potencial e do Talento em Lavras, Minas Gerias, um dos primeiros institutos a trabalhar com superdotação com foco em três vertentes: o atendimento a crianças, a famílias e a formação de professores. Hoje, há unidades do CEDET em Lavras, Assis, São José do Rio Preto e Poços de Caldas. Zenita Guenther recebeu a reportagem de ÉPOCA em sua casa em Lavras, no sul de Minas Gerais. Acompanhe trechos da entrevista no vídeo abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Veja a entrevista em: &lt;a href="https://youtu.be/v4fFuYp3rAU"&gt;https://youtu.be/v4fFuYp3rAU&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/nenhuma-crianca-deve-ser-comparada.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-5222096306706992413</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:01:08.411-08:00</atom:updated><title>✅ CDH analisa projeto que obriga ensino de Libras na educação básica</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Fonte: Ag Senado&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O currículo do ensino básico pode ter a inserção obrigatória da língua brasileira de sinais. É o que estabelece o projeto (PLS 449/2013) apresentado em 2013 como sugestão no programa Jovem Senador, que destaca como preferência para o ensino de Libras o período entre o 6º e o 9º ano do ensino fundamental. Mais informações com o repórter Herbert Madeira da Rádio Senado neste link:  &lt;a href="http://bit.ly/1QxUPhI"&gt;http://bit.ly/1QxUPhI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/cdh-analisa-projeto-que-obriga-ensino.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-4675229829581643735</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 14:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T06:58:11.143-08:00</atom:updated><title>✅ Cidade gaúcha tem o menor índice de analfabetismo do país</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Feliz, com 13 mil habitantes, ostenta o menor índice de analfabetismo do Brasil: 0,95%, segundo a última pesquisa do IBGE, feita em 2010.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Um exemplo de uma cidade onde praticamente todos os moradores sabem ler e escrever. São histórias de superação de brasileiros que não desistiram de estudar. O Bom Dia Brasil já mostrou o tamanho do desafio da alfabetização, mas tem solução e todo mundo pode ajudar. &lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Tem municípios onde o investimento em educação já deu resultado. Um mutirão que envolve todo mundo. Um exemplo é Feliz, cidade gaúcha com 13 mil habitantes a 70 quilômetros de Porto Alegre que ostenta o menor índice de analfabetismo do país: 0,95%, segundo a última pesquisa do IBGE, em 2010. O município investe um quarto do Orçamento em educação e tem também um dos melhores IDHs, o Índice de Desenvolvimento Humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Veja a íntegra da reportagem em: &lt;a href="http://glo.bo/1T6OGQe"&gt;http://glo.bo/1T6OGQe&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/cidade-gaucha-tem-o-menor-indice-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-9101393562266765294</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 14:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T06:54:43.355-08:00</atom:updated><title>✅ RG de pesquisador</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Instituições brasileiras começam a adotar o identificador Orcid, assinatura digital global para autores científicos e acadêmicos.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Fonte:  Revista Facesp - Ed. 238 - Dezembro de 2015 - por Fabrício Marques&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Nos próximos meses, os 3,5 mil docentes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) serão convocados a se cadastrar no Orcid (sigla para Open Researcher and Contributor ID) e passarão a ter um número de identificação que servirá como uma assinatura digital no ambiente científico global, sem risco de confusão com homônimos. Quando forem submeter um artigo a uma revista científica, por exemplo, precisarão apenas informar sua sequência particular de 16 números, como a de um cartão de crédito, para que suas informações, tais como nome, assinatura padronizada e afiliação, sejam preenchidas no formulário.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Essa é um das utilidades mais palpáveis do registro, mas suas aplicações são mais amplas. Cada usuário pode, se quiser, construir um perfil reunindo sua produção acadêmica, numa espécie de currículo acadêmico certificado. Seus novos papers serão automaticamente recuperados, pois o número de identificação único se conecta com bancos de dados de revistas científicas e repositórios de instituições que se afiliaram ao sistema. A produção científica pregressa também pode ser resgatada. O usuário pode intercambiar dados entre perfis acadêmicos e profissionais, tais como o ResearcherID, da empresa Thomson Reuters, o Scopus e o Mendeley, da editora Elsevier, ou o LinkedIn. Dessa forma, um currículo com informações certificadas pode se tornar acessível a editores e revisores de revistas científicas, agências de fomento e programas de avaliação.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O registro de autores é gratuito, mas instituições podem se afiliar à plataforma, pagando uma taxa anual para integração de sistemas e suporte. A intenção da Unesp é aperfeiçoar a identificação dos seus afiliados no repositório institucional, que reúne dados sobre 92 mil itens da produção científica de docentes e pesquisadores da instituição. A construção do repositório partiu do zero há pouco mais de dois anos e buscava atender a uma demanda da FAPESP para reu-nir, preservar e dar acesso aberto à produção científica dos pesquisadores das três universidades estaduais paulistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Esse esforço, diz Flavia Maria Bastos, coordenadora das bibliotecas da Unesp e do programa de repositório institucional da instituição, exigiu um trabalho minucioso de tratamento das informações disponíveis em bases de revistas científicas e no currículo Lattes dos docentes para identificar a produção de cada um deles, a despeito de não usarem uma assinatura padronizada em todos os artigos – é comum, principalmente quando o autor tem vários sobrenomes, que assinaturas apareçam com abreviações diferentes. "Agora, quando um docente da Unesp publicar um artigo científico, nosso sistema conseguirá recuperar imediatamente os dados sobre esse paper e vinculá-lo à sua produção científica", diz Flavia. "Com isso, teremos dados de qualidade sobre a produção de cada pesquisador, de cada unidade da Unesp e da universidade como um todo. Ainda hoje, apesar dos esforços para criar o repositório, temos parte da nossa produção oculta por ambiguidade de nomes de pesquisadores e da própria Unesp, cuja sigla às vezes é confundida com a da USP e até da Universidade Paulista, a Unip."&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Trabalho de coleta&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A Unesp é a primeira instituição brasileira a se afiliar ao Orcid, mas em breve deverá ter companhia. A Universidade de São Paulo (USP) também planeja afiliar-se em 2016. Com um repositório criado em 1985 que congrega mais de 700 mil registros da produção intelectual de seus pesquisadores, inclusive cópias físicas, a USP pretende, com o cadastro universal, tornar automática a recuperação da produção científica, facilitando o trabalho de coleta. Hoje, a equipe do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP cadastra o nome de cada um dos pesquisadores em bases de dados de publicações científicas para receber mensagens de alerta quando seus artigos científicos são publicados. O passo seguinte é baixar uma cópia do documento e preservá-lo no repositório. "Queremos usar o Orcid para facilitar o rastreamento e trazer os metadados das várias fontes que se interligam por meio de número de identificação único, como o ResearcherID. Essa ferramenta possibilitará que a universidade monitore sua produtividade intelectual por meio dos indicadores", diz Maria Fazanelli Crestana, coordenadora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O Orcid é uma organização sem fins lucrativos que reúne registros de 1,78 milhão de pesquisadores, principalmente nos Estados Unidos e na Europa. Cerca de 28 mil brasileiros já se cadastraram. Em maio passado, a organização criou um escritório em São Paulo para ampliar sua presença na América Latina que, além do acordo recente com a Unesp, já obteve afiliações da biblioteca virtual Red de Revistas Científicas de América Latina y el Caribe, España y Portugal (Redalyc), sediada no México, e do Consejo Nacional de Ciencia, Tecnologia e Innovación Tecnológica, órgão de planejamento científico do governo do Peru que quer integrar o Orcid ao currículo dos pesquisadores do país. "Estamos conversando com autoridades brasileiras sobre a possibilidade de integrar ao Orcid os dados da Plataforma Lattes, que reúne mais de 4 milhões de currículos de pesquisadores e estudantes brasileiros", diz Lilian Pessoa, historiadora formada na USP que se tornou representante do Orcid para a América Latina.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A plataforma foi criada nos Estados Unidos em 2011 com a intenção de contornar um problema que atrapalha universidades, editoras de publicações científicas e bibliotecas: a dificuldade de distinguir autores com sobrenomes muito comuns e identificar sua contribuição acadêmica. O peso crescente da China na ciência internacional tornou ainda mais desafiadora a tarefa de identificar a produção de homônimos. Ocorre que 85% da população chinesa compartilha um conjunto de pouco mais de uma centena de sobrenomes. "O Orcid resolve o problema da ambiguidade, pois não há dois pesquisadores com o mesmo número de identificação", diz Lilian Pessoa. "Se uma pesquisadora muda de sobrenome quando se casa, seu Orcid vai permanecer o mesmo e ela não terá dificuldades em identificar sua produção", explica Antonio Álvaro Ranha Neves, professor da Universidade Federal do ABC, entusiasta da nova plataforma que se registrou em 2013 e se tornou embaixador da iniciativa no Brasil. A função, de caráter voluntário, consiste em disseminar seu uso no ambiente acadêmico. "É possível usar o Orcid inclusive para identificação de autores em seus sites pessoais e blogs."&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A ideia de um cadastro individual para os pesquisadores não é nova. A empresa Thomson Reuters criou em 2008 o ResearcherID, código que identifica pesquisadores e congrega sua produção científica registrada na base de revistas Web of Science (WoS). A editora Elsevier, que mantém a base de revistas Scopus, lançou o similar Scopus Author Identifier, assim como o Google desenvolveu o Google Scholar ID, que captura a produção científica de várias fontes na internet e constrói perfis de pesquisadores, oferecendo inclusive indicadores como citações e índice-h. "Essas iniciativas tinham uma limitação. No caso do ResearcherID e do Scopus, pertencem a empresas que buscam vender serviços e indicadores e seus resultados são abertos só para assinantes", diz Neves. "Além disso, baseiam-se num conjunto específico de revistas, as indexadas em cada base de dados, e não em toda a produção."&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Egressos&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A vantagem do Orcid sobre os outros sistemas é ter um registro capaz de recuperar dados de qualquer fonte que aceite o identificador como referência, incluindo os bancos de dados de revistas indexadas, repositórios institucionais, bancos de teses e até perfis de redes sociais acadêmicas. A plataforma foi criada com o apoio de editoras científicas, como as do grupo Nature, interessadas em melhorar o fluxo e fidedignidade dos metadados (dados sobre os dados) de artigos científicos e facilitar o trabalho dos editores e revisores na avaliação de manuscritos. Várias universidades se juntaram à iniciativa, como Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. "A Boston University adotou o Orcid não só para seus professores e pesquisadores, mas até mesmo para alunos de graduação. Com isso, busca avaliar a produção dos egressos e acompanhá-los em sua trajetória profissional", diz Antonio Neves.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Em países como Portugal e Itália, o Orcid foi adotado por órgãos de governos para identificar a produção dos pesquisadores. O recurso ganha adeptos no Reino Unido, onde o Higher Education Funding Council for England (Hefce), um dos órgãos responsáveis pela cara e minuciosa avaliação das universidades que acontece a cada cinco anos, passou a encorajar pesquisadores a criarem seus registros e tornarem mais visível sua produção. Instituições de fomento, como os Institutos Nacionais de Saúde, dos Estados Unidos, e o Welcome Trust, do Reino Unido, introduziram o registro em seus sistemas de avaliação e passaram a exigir o número de identificação dos pesquisadores que apresentam pedidos de financiamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Para Abel Packer, coordenador da biblioteca digital brasileira SciELO, que reúne 280 revistas em regime de acesso aberto, a adoção do Orcid é uma tendência irreversível, mas a velocidade com que isso acontece ainda é lenta. "O crescimento tem sido constante, mas não foi o boom que se esperava", afirma. O formulário de submissão de manuscritos de mais de uma centena de revistas do SciELO tem um campo opcional para a inclusão do Orcid. "Mas apenas 5% dos autores informam seus dados, proporção que se repete em revistas de outros países", afirma. O ideal, diz Packer, é que revistas científicas e agências de fomento tornassem obrigatória a inclusão do registro. "O Orcid só se tornará consenso, como o sistema de identificação DOI se tornou para identificar artigos científicos, se for obrigatório. A grande adesão à Plataforma Lattes se deu quando ela se tornou mandatória para os estudantes de pós-graduação e docentes", afirma. "Mas muitas revistas científicas resistem em exigir o registro porque temem espantar autores."&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A consolidação do Orcid é lenta, na avaliação de Packer, porque muitos autores ainda não perceberam a utilidade no uso do registro assim como as universidades, editoras e agências. "Um grande contingente de pesquisadores mantém perfis em redes sociais científicas, como o ResearchGate, a Academia.edu e o Mendeley, onde reúnem e tornam públicos seus trabalhos científicos. Para muitos deles, inscrever-se no Orcid é apenas uma tarefa a mais para atingir o mesmo objetivo", diz.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Para Packer, um passo fundamental para disseminar o Orcid no Brasil é integrá-lo à Plataforma Lattes. "Para os pesquisadores brasileiros, seria bastante útil se a informação que eles já registraram no currículo Lattes fosse recuperada de forma automática pelo Orcid", afirma o coordenador do SciELO, para quem o Lattes precisa urgentemente se reinventar. "A plataforma brasileira precisa de uma inovação radical para não ficar para trás. Desenvolveu-se como uma base de currículos única e exemplar no mundo, mas nos últimos anos deveria ter se tornado uma rede social por meio da qual os pesquisadores pudessem fazer networking e trabalhar em redes, a exemplo do que aconteceu com Mendeley ou ResearchGate. A perda de espaço do Lattes e as barreiras que se impõem ao acesso e intercâmbio de dados é algo trágico e revela a dificuldade do Brasil em inovar", afirma.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/rg-de-pesquisador.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-376755042058758731</guid><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 14:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T06:27:17.631-08:00</atom:updated><title>✅ Brasilianas.org discute currículo comum para educação básica.</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O desafio de construir um currículo escolar comum em nível nacional e que seja motivador do aprendizado é o tema de hoje (22) do programa Brasilianas.org, da TV Brasil. A proposta foi disponibilizada para consulta pública em uma plataforma on-line do Ministério da Educação (MEC). Até o momento, foram recebidas mais de 10,3 milhões de contribuições e o prazo para participar vai até 15 de março. A Base Nacional Comum Curricular é uma das estratégias estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para melhorar a educação básica.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A diretora da Faculdade de Educação da USP, Lisete Arelaro, falou sobre a necessidade de capacitar professores para assumir esse novo currículo, pois, segundo ela, "o currículo das faculdades de educação é antigo". A professora falou ainda sobre a centralidade que a formação de professores deve ter nessa discussão. "Os cursos de licenciatura, de uma maneira geral, têm vagas, porque o salário é tão baixo no Brasil que não compensa para um jovem investir na sua formação e ser professor. É um problema que é nacional".&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo movimento Todos Pela Educação, diz que é fundamental pensar a carreira docente de modo que o bom profissional em sala de aula consiga crescer na função sem precisar seguir para a gestão escolar como forma de ascensão. "Esses desenhos precisam ser melhorados e estão previstos no Plano Nacional de Educação: ter melhores carreiras, melhor remuneração. Agora, a gente precisa descobrir de onde vem esse dinheiro e como ele vai chegar na educação".&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Maria Teresa Mesquita de Paula, pedagoga responsável pela Escola Criativa Idade, em Poços de Caldas, destacou a importância de se ouvir os estudantes no processo de ensino e aprendizagem. "A primeira definição de um projeto começa com roda de conversa com crianças. A partir dessa situação, o professor tem todo o seu propósito pedagógico, mas, se não tem diálogo, fica empobrecido", explicou. A escola trabalha com a pedagogia de projetos, na qual os conteúdos são trabalhados de forma interdisciplinar a partir de um tema comum e da realidade dos alunos.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;A Base Nacional Comum Curricular deverá ser entregue em março deste ano e, por meio dele, o MEC quer fixar um conteúdo mínimo de 60% em escala nacional, enquanto que 40% do método de ensino ficará a cargo das políticas públicas de cada estado e município.&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O Brasilianas.org, apresentado pelo jornalista Luis Nassif, vai ao ar a partir das 23 h desta segunda-feira (22).&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Fonte: Agência Brasil   &lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Edição: Fábio Massalli&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/brasilianasorg-discute-curriculo-comum.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-6014705021414815505</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:07:54.858-08:00</atom:updated><title>✅ Estado de SP reduz 1 hora de aula em 118 escolas e pais fazem críticas</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;div style="margin-top: 10px;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Fonte: UOL Educação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;A gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) reduziu em uma hora as aulas em 118 escolas estaduais que têm período integral. Muitos pais foram surpreendidos no primeiro dia de aula ao descobrirem que os filhos ficariam apenas oito horas na escola - e não mais nove, como nos anos anteriores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Como de costume, a empregada doméstica Elenice Rocha, de 57 anos, preparou-se para deixar a filha de 8 anos às 7 horas na Escola Ceciliano José Ennes, no Itaim-Bibi, e depois seguir para o trabalho. Mas, anteontem, os portões só abriram às 7h30. `Os pais ficaram esperando do lado de fora, sem nenhum aviso ou informação. Só depois que estávamos todos lá fomos informados que o horário havia sido alterado para entre 7h30 e 15h30, e não mais até as 16 horas, como estávamos acostumados.`&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Ela e outros pais da escola estão preocupados com a mudança repentina por ter de alterar os horários de seus expedientes para buscar e levar os filhos. A faxineira Eliana Aparecida da Silva, mãe de um aluno de 10 anos, combinou com uma colega, que tem o filho na mesma sala, para alternar os dias em que vão buscar os estudantes. `Eu chego às 15h30 em um dia e espero com as crianças na rua até ela chegar, às 16 horas. No dia seguinte, ela faz isso. Assim, reduzimos os dias em que vamos precisar sair mais cedo do trabalho.`&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Padrão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;A coordenadora do Programa Escola de Tempo Integral da Secretaria Estadual da Educação, Vera Goloni, disse que a redução da carga horária estava prevista desde outubro, para que essas 118 unidades passassem a ter o currículo padronizado em relação às demais 414 escolas com período integral, que já tinham carga horária de oito horas diárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Vera admitiu que houve um `erro de comunicação`, uma vez que alguns pais não foram avisados antes das mudanças. `Foi um equívoco, tanto do órgão central (a secretaria estadual), como das diretorias de ensino e escolas, que deveriam tomar providências e informar todos os pais porque as crianças exigem cuidado e zelo.`&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Segundo ela, em quatro escolas da capital em que os pais não souberam da mudança antes das aulas será feito um período de adaptação, com o acolhimento das crianças por nove horas, como ocorria anteriormente, para que os pais possam organizar suas rotinas. Vera disse também que essas escolas abrirão consulta para que os pais opinem sobre o melhor horário de aula&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/estado-de-sp-reduz-1-hora-de-aula-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-4021339877850977964</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 00:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:08:05.781-08:00</atom:updated><title>✅ Aprovada em 1º turno PEC que autoriza universidade pública a cobrar por curso lato sensu</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;div style="margin-top: 10px;"&gt;
&lt;span style="color: rgb(0 , 0 , 0); font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot; , sans-serif; text-align: justify;"&gt;Revista Gestão Universitária - Belo horizonte/MG&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu, nesta quarta-feira (17), a votação da Proposta de Emenda à Constituição 395/14, do deputado Alex Canziani (PTB-PR), que permite às universidades públicas cobrar pela pós-graduação lato sensu. A matéria precisa ser votada ainda em segundo turno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Na votação desta quarta-feira, os deputados retiraram do texto a possibilidade de cobrança pelo mestrado profissional. A exclusão desse ponto constava de destaque do DEM, aprovado por 445 votos a 10. O PCdoB e o PDT apresentaram destaques no mesmo sentido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;O texto-base da PEC – um substitutivo da comissão especial, de autoria do deputado Cleber Verde (PRB-MA) – foi aprovado em outubro de 2015, por 318 votos a 129, mas desde então faltavam ser votados os destaques.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Segundo o texto, o ensino público superior de graduação e de pós-graduação acadêmica continua gratuito, mas as instituições poderão cobrar pelos cursos de extensão e de pós-graduação lato sensu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;A exceção será para os programas de residência (em saúde) e de formação de profissionais na área de ensino, que continuarão gratuitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Em qualquer situação, deverá ser respeitada a autonomia universitária, ou seja, a universidade decidirá se deseja ou não cobrar pelos cursos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Discussão no Supremo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Segundo o autor da proposta, várias universidades já oferecem cursos lato sensu e cobram por isso. De acordo com Canziani, com a retirada do mestrado profissional da possibilidade de cobrança será possível avançar na votação da matéria e "permitir que as universidades públicas continuem a cobrar pela pós-graduação lato sensu, trazendo importante fonte de recursos".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;O assunto da cobrança pela pós-graduação lato sensu foi parar no Supremo Tribunal Federal porque o Ministério Público tem contestado a cobrança com base no argumento de que a Constituição prevê a gratuidade do ensino público oficial para todos os níveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Acordo com associação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Para o deputado Cleber Verde, a aprovação do texto vai encerrar processos judiciais que questionam a cobrança já feita por universidades públicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Segundo a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), a posição da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) foi a favor da retirada do mestrado profissional daqueles que poderão ser cobrados. "A retirada do mestrado profissional fez parte de um acordo com as universidades, que também precisam de reforços de dotações para funcionar com qualidade. O destaque procura melhorar esse aspecto da PEC", afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Para a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), a PEC quebra o princípio da gratuidade do ensino público. "O destaque aprovado reduz um dano que seria o sinal de que o mestrado profissional pago teria o mesmo valor [de titulação] do mestrado acadêmico", disse.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Íntegra da proposta:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;PEC-395/2014&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Reportagem – Eduardo Piovesan&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Edição – Pierre Triboli&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/aprovada-em-1-turno-pec-que-autoriza.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-1571384249048276359</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:08:17.894-08:00</atom:updated><title>✅ Os bastidores da Finlândia e os atalhos do Brasil – por Ronaldo Mota</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;No mês passado, em Londres, tive a oportunidade de participar, enquanto convidado da CISCO, da Exposição BETT (em inglês, "British Educational Training and Technology Show"). Ela é considerada, desde 1985, uma das mais importantes feiras na área de tecnologias na educação, atraindo algo em torno de 40 mil visitantes de mais de uma centena de países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;O Programa da delegação brasileira deste ano incluiu uma visita com palestras e debates no Institute of Education (IoE), classificado recentemente pelo "Times Higher Education Ranking" como a melhor instituição do mundo na área de educação. Professor David Scott do IoE, uma das maiores autoridades em teorias de aprendizagem e meu co-autor no livro "Educando para Inovação e Aprendizagem Independente", argumentou à delegação brasileira que seria pouco recomendável ao Brasil definir suas estratégias educacionais na educação básica tendo como referência principal melhorar seus indicadores no PISA. A explicação dele para não exagerarmos na ênfase ao PISA tem a ver com o caso Finlândia e seus bastidores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;A Finlândia é sempre uma referência importante em educação. Pelo passado e mais recentemente pelo que está fazendo hoje ao se preparar para o futuro. A Finlândia entrou no século XXI liderando os resultados do PISA (Programa Internacional para a Avaliação de Estudantes da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). Curiosamente, desde então, tudo se passa como se a Finlândia, quase que propositalmente, caísse de forma sistemática no ranking. A grande percepção dos gestores da educação finlandesa foi suspeitar que o sucesso no PISA poderia, eventualmente, inibir mudanças no processo de aprendizagem, as quais eles sabiam ser urgentes e necessárias. Ou seja, a régua do PISA, provavelmente, mede melhor qualidades e expectativas do passado do que os predicados e exigências do futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Em compasso com a radicalidade das transformações que se seguiram na Finlândia, progressivamente, ela foi ultrapassada por outros países (Cingapura, Hong Kong, Taiwan, Coréia do Sul e Japão). Ao tempo deste tempo, as escolas finlandesas foram adotando, ou se preparando para adotar, metodologias ativas que estimulam a aprendizagem independente. Para tanto, parte significativa das aulas tradicionais são substituídas pelo desenvolvimento de projetos temáticos nos quais os alunos refletem principalmente acerca do processo de aprendizagem em si.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Os formuladores de políticas educacionais e os docentes da Finlândia parecem saber melhor do que os demais países que a forma tradicional de educação, basicamente estruturada em aulas expositivas sobre disciplinas estanques, ainda que com um passado vitorioso, não mais prepara adequadamente as crianças e os jovens para o futuro. Ainda que as crianças possam ir bem no PISA, dado que o passado é compatível com as réguas adotadas, os desafios do futuro não parecem estar plenamente contemplados. A necessidade do desenvolvimento da capacidade de pensamento transdisciplinar, ou seja, olhar os mesmos problemas a partir de perspectivas e ferramentas diferentes, ao mesmo tempo que o educando aumenta a percepção acerca dos mecanismos segundo os quais ele aprende (metacognição, ou aprender a aprender), compõem as estruturas centrais da nova metodologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;São mudanças complexas e que afetam a todos, em particular os professores, os quais passam a ter, relativamente, menos controle sobre os cursos, demandando que necessariamente eles trabalhem de forma colaborativa entre si e, especialmente, com seus alunos. Gradativamente, os mestres deixam de ter como atribuição principal as aulas expositivas (embora elas permaneçam em algum nível existindo) e, cada vez mais, se assemelham à figura de preceptores. Seja enquanto aqueles que acolhem e ajudam o educando a entender a si mesmo e refletir sobre sua própria aprendizagem, ou então aqueles que promovem a mentoria, especialmente conectando todas as disciplinas e conhecimentos fragmentados. Assim, cabe aos docentes atuar junto a seus alunos para extrair da multidisciplinaridade e das posturas metacognitivas os ingredientes principais para que eles possam aprender a resolver problemas e desenvolver projetos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;span style="font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Em suma, olhemos para a frente, respeitemos as enormes diferenças de realidades, dado que, certamente, temos no Brasil muitas trilhas preliminares por cumprir ao mesmo tempo que temos que enfrentar complexidades similares às finlandesas. Porém, sem sabermos o que queremos para o futuro, a chance de errar por adotarmos remédios inadequados é muito alta. Felizmente, o Brasil tem sim atalhos possíveis e bons ingredientes. Precisamos saber, antes de mais nada, onde queremos chegar, conhecer bem outras experiências e definir, coletivamente, o quanto estamos dispostos a ousar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/os-bastidores-da-finlandia-e-os-atalhos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-4649427204396182531</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 00:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:08:27.365-08:00</atom:updated><title>✅ Diminui a diferença entre jovens ricos e pobres que concluem o ensino médio.</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;
&lt;div class="gmail_default"&gt;
&lt;div style="margin-top: 10px;"&gt;
&lt;span style="color: rgb(0 , 0 , 0); font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot; , sans-serif; text-align: justify;"&gt;por Mariana Tokarnia - UOL Educação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Em dez anos, Brasil diminui diferença entre jovens mais ricos e mais pobres que concluem o ensino médio. Em 2005, 18,1% dos jovens de 19 anos entre os 25% mais pobres da população concluíam o ensino médio. Entre os 25% mais ricos, a porcentagem chegava a 80,4%, existindo uma diferença de 62,3 pontos percentuais entre os dois grupos. Em 2014, último dado disponível, o cenário mudou. Entre os mais pobres, 36,8% concluíam o ensino médio e, entre os mais ricos, 84,9%. A diferença entre os dois grupos ficou em 47,8 pontos percentuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Os dados são de levantamento divulgado hoje (18) pela organização não governamental Todos Pela Educação, feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa tem como objetivo monitorar a Meta 4 da entidade, que estabelece que 90% ou mais dos jovens brasileiros de 19 anos deverão ter completado o ensino médio até 2022. Essa meta também monitora a conclusão do ensino fundamental até os 16 anos, estabelecendo o objetivo de que 95% dos jovens tenham completado este ciclo escolar até 2022.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;`A perspectiva é redução de desigualdades. Esse dado é positivo. O Brasil está aumentando os índices e reduzindo as desigualdades`, diz a superintendente do Todos Pela Educação, Alejandra, Meraz Velasco, que pondera que o país ainda apresenta desigualdades que precisam ser enfrentadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Ensino fundamental&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;A redução das diferenças entre os mais pobres e mais ricos ocorre também no ensino fundamental. Em 2005, dos jovens de 16 anos entre os 25% mais pobres da população, 38,8% concluíram o ensino fundamental. Entre os 25% mais ricos, a porcentagem era 90%. A diferença entre os dois grupos era 51,2 pontos percentuais. Em 2014, entre os mais pobres a taxa de conclusão saltou para 62,7% que concluíram o ensino fundamental e, entre os mais ricos, 92,2%, uma diferença de 29,5 pontos percentuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;De modo geral, os dados mostram que, nos últimos dez anos, o Brasil avançou 15,4 pontos percentuais na taxa de conclusão do ensino médio dos jovens de até os 19 anos. O percentual de concluintes passou de 41,4% em 2005 para 56,7% em 2014. Em números absolutos, isso significa que, nesse intervalo de tempo, os estudantes concluintes passaram de 1.442.101 para 1.951.586.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;No ensino fundamental, a taxa de conclusão cresceu na mesma proporção que o ensino médio: quase 15 pontos percentuais, aumentando de 58,9% em 2005 para 73,7% em 2014. Passou de 2.106.316 concluintes em 2005 para 2.596.218, em 2014.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Desigualdades&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;No ensino médio, entre os grupos de jovens por raça/cor, o maior avanço registrado na década está entre a população parda, cuja taxa de conclusão aos 19 anos aumentou 19,8 pontos percentuais. Entre os pretos, o crescimento foi 17,1 pontos percentuais, enquanto os brancos apresentam 12,3.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;No ensino fundamental, também houve queda na diferença. Entre os pardos, houve um aumento na conclusão da etapa de ensino de 20 pontos percentuais em dez anos. Entre os pretos, 18,2 pontos percentuais e, entre os brancos, 10,7.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Apesar das melhorias, as populações pardas e pretas ainda concentram os maiores percentuais de estudantes que não concluíram as etapas de ensino nas idades monitoradas. No ensino fundamental, em 2014, 82,9% dos brancos haviam concluído com 16 anos a etapa, enquanto 66,4% dos pretos e 67,8% dos pardos atingiram o mesmo patamar. No ensino médio, 66,6% dos brancos com 19 anos concluíram a escola. Entre os pretos o percentual foi 46,9% e, entre os pardos, 50,1%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Na avaliação de Alejandra, o país ainda está distante de cumprir, em 2022 a meta estabelecida pela entidade, de que pelo menos 90% dos jovens brasileiros de 19 anos tenham o ensino médio concluído. `Como em outros indicadores de educação, observamos melhorias, destacamos melhorias, mas o Brasil não está melhorando a educação em um ritmo que a gente esperava`, diz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Onde estão os jovens?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Quase um quarto dos jovens de 19 anos não estuda e nem trabalha, segundo o estudo, a chamada `geração nem nem`. A porcentagem tem se mantido mais ou menos constante. Em 2005, eram 23,1% e, em 2013, a porcentagem subiu para 25,7%. Em 2014, houve uma queda, para 24,5% dessa população. Isso significa que 842.217 jovens estão nessa situação no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;Aos 16 anos, a porcentagem de `nem nem` é menor, era 11,2% em 2005 e caiu para 10,5% em 2014, o que corresponde a 370.633 adolescentes que não estão na escola e nem trabalhando. Mais 244.232 (6,9%) só trabalham.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: trebuchet ms, sans-serif;"&gt;`Sem dúvida isso é preocupante e passa pela necessidade de reestruturação do ensino médio. Muito do aumento de quem não frequenta a escola é devido ao desinteresse no ensino médio`, avalia Alejandra. A partir desse ano, o ensino até os 17 anos passa a ser obrigatório no Brasil, como prevê a Emenda Constitucional 59/2009 e o Plano Nacional de Educação (PNE). Para Alejandra, isso deve se refletir nos indicadores futuros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-size: small;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2016/02/diminui-diferenca-entre-jovens-ricos-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-867704793520406991</guid><pubDate>Mon, 07 Dec 2015 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-02-24T07:08:37.410-08:00</atom:updated><title>✅ Universidades brasileiras. Pobres financiando ricos…</title><description>&lt;div style="padding: 10px 20px;"&gt;
&lt;div id="bodyText"&gt;
A ideologia é bacana, educação gratuíta pra todos! Mas, pra quem olha os fatos, a história é outra. São pobres financiando ricos nas universidades brasileiras... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente a UFRJ anunciou que precisa de R$ 140 milhões para não fechar as portas. A USP, por sua vez, deve terminar o ano de 2015 com um déficit de R$ 1 bilhão de reais¹. Afundadas em dívidas, a situação dessas duas universidades brasileiras fazem renascer o grande debate no Brasil. Cobrar ou não mensalidade de alunos de universidades públicas?&lt;br /&gt;
Um assunto extremamente polêmico e que, portanto, engloba pessoas com opiniões extremamente divergentes no meio dessa discussão.&lt;br /&gt;
Mas para termos uma ideia melhor de qual seria uma solução, ao invés de vivermos de ideologia infundada, uma boa estratégia é olhar o que é feito em outros países que são referência em educação. A vantagem de ser o segundo, terceiro, quarto lugar em alguma coisa é que se pode copiar aqueles que estão na sua frente. É rápido, eficiente e geralmente traz bons resultados. E com educação não é diferente....&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
Estados Unidos. Cada um é responsável pela sua dívida...&lt;/h3&gt;
Na terra da liberdade, cada aluno paga para estudar nas universidades de elite. Nada é de graça. O aluno que entra no Massachussets Institute of Technology (MIT), por exemplo, tem que arcar com o custo de US$ 40 mil ao ano, ou seja, aproximadamente R$ 650 mil reais por uma graduação de 4 anos.&lt;br /&gt;
É um valor extremamente alto, não é mesmo? A pergunta natural que parece surgir disso é: e quem não tem condições de arcar com os custos? Bom, para quem não tiver condições, existem os financiamentos estudantis. Com taxas praticamente nulas de juros, o estudante pode pegar um financiamento e arcar com os custos da universidade durante esse período.&lt;br /&gt;
Mas na Terra do Tio Sam, não importa o que acontecer, você tem que quitar a sua dívida. É uma cultura de responsabilidade na qual: “sim, você teve a oportunidade de estudar em uma das melhores universidades do mundo, mas agora você tem que encontrar uma maneira de pagar pelo que recebeu".&lt;br /&gt;
E por que parece razoável fazer uma dívida de US$ 160 mil dólares?&lt;br /&gt;
Embora alguns argumentem que os Estados Unidos não seja tão meritocrático assim e venha com aquele papo filosófico, o que os dados mostram é que o retorno sobre o investimento em educação é altíssimo. Em média os alunos do California Institute of Technology (Caltech), por exemplo, recebem US$ 1,029 milhão em 20 anos de trabalho. No caso do MIT, o retorno é de U$$943 mil². Em resumo, o americano que vai pra universidade sabe que não importa de onde ele venha, qual seja o seu sobrenome, ou a sua cor de pele, ele pode entrar em uma universidade de ponta e vai conseguir financiá-la.&lt;br /&gt;
Desnecessário dizer que das 10 universidades do mundo, 8 são americanas**.&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
Inglaterra. Ricos financiando pobres...&lt;/h3&gt;
A Inglaterra tem um sistema semelhante. Lá, assim como nos Estados Unidos, nada é gratuito. O aluno tem que pagar pelo curso aproximadamente 9 mil libras ao ano, o que para um curso de 4 anos, totalizaria cerca de R$ 200 mil reais.&lt;br /&gt;
Apesar da semelhança entre Inglaterra e Estados Unidos, há uma diferença. Na Inglaterra, você também tem direito a um financiamento estudantil. Porém se você está abaixo de uma determinada renda você não precisa pagar esse financiamento depois. Ou seja, se você tem condições de pagar então você paga, se você não tem, a sua dívida é zerada.&lt;br /&gt;
Em outras palavras, as pessoas de maior poder aquisitivo acabam financiando os estudos daqueles de poder aquisitivo menor. Esse é um sistema que no longo prazo permite que as pessoas possam ter as mesmas oportunidades.&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;br /&gt;Brasil. Pobres financiando ricos...&lt;/h3&gt;
E o Brasil, onde fica nisso tudo? No Brasil optou-se por um ensino superior “gratuito”.&lt;br /&gt;
Isso é maravilhoso, não é mesmo? Ainda mais para aqueles que vivem do discurso gracioso de que “educação é um direito e deve ser de graça”.&lt;br /&gt;
A questão é que, como todo discurso carregado de ideologia, ele peca em uma coisa: analisar os fatos e a situação real.&lt;br /&gt;
A começar pelo gratuito entre aspas, pois cada vez mais (felizmente) o brasileiro começa a entender que não é gratuito. Que “não existe essa tal coisa de dinheiro público”. O custo de um aluno na USP por exemplo é de R$ 50 mil reais ao ano*. Mas ao invés dos brasileiros pagarem diretamente à universidade, a população paga indiretamente todos os dias através de impostos, impostos e mais impostos.&lt;br /&gt;
Mas esse é o menor dos problemas. O problema é como se organiza o sistema de ensino superior brasileiro.&lt;br /&gt;
O Brasil possui um incrível déficit educacional no ensino superior. E o que acontece? Somente alguns podem entrar na universidade pública. Do total de 7 milhões de matrículas em 2011, apenas 27% vão para universidade pública.&lt;br /&gt;
E quem entra nas universidades públicas?&lt;br /&gt;
Bom, aqueles que tiveram um ensino básico de maior qualidade. Que, no caso do Brasil, todos sabem, é particular. Ou seja, são as pessoas de maior poder aquisitivo que puderam ter um ensino básico de qualidade e por consequências são as que vão entrar na universidade pública.Esqueça aquela história do seu amigo, filho de pedreiro que conseguiu passar em primeiro em medicina da USP. Ela é ótima como inspiração pessoal. Mas política pública não se faz com pontos fora da curva e sim com a grande massa da população. E sinto muito, mas a massa da população não é o amigo filho de pedreiro que estudava entre um farol e outro e passou em primeiro lugar na USP.&lt;br /&gt;
Dito isso, serão justamente aqueles que poderiam pagar pelo ensino superior que vão parar nas universidades “gratuitas”. E os que não possuem condições? Bom, esses, além de terem pago os impostos para financiar uma universidade da qual não vão usufruir, ainda vão ter que pagar pela universidade privada. Resumindo, o discurso de ensino gratuito é maravilhoso, mas na prática o que acontece são os pobres financiando ricos...&lt;br /&gt;
Solução? Qualquer coisa é melhor do jeito que está...&lt;br /&gt;
Dentre os dois, acreditamos que o o modelo inglês é o melhor, basicamente por dois grandes motivos:&lt;br /&gt;
O primeiro motivo é que a taxa de juros no Brasil é muito alta. Com juros a 15% ao ano em média, em 5 anos a dívida praticamente dobraria. O que é bem diferente dos Estados Unidos, por exemplo, com juros extremamente baixos. Ou seja, a probabilidade de alguém não pagar aqui por não ter condições financeiras seria extremamente grande...&lt;br /&gt;
O segundo motivo, e talvez mais importante, é que a desigualdade no Brasil é extremamente alta e, portanto, faz sentido um modelo em que os ricos financiam os estudos dos mais pobres a fim de reduzir a desigualdade de maneira mais rápida.&lt;br /&gt;
Pode haver ainda um debate de qual modelo seria realmente melhor para o Brasil: o americano ou o inglês. E obviamente é uma discussão que poderíamos entrar. O que não se pode aceitar, no entanto, é que o sistema atual brasileiro continue como está, com pobres financiando ricos.&lt;br /&gt;
Autor: &amp;nbsp;Leonardo Siqueira &amp;nbsp;-&amp;nbsp;Fonte: &amp;nbsp;http://bit.ly/1QaMllM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* http://www.shanghairanking.com/pt/ARWU2015.html&lt;br /&gt;
** Se dividirmos o orçamento de 2015 de R$4,62 bilhões pelo número de 95 mil alunos, ambos informações públicas. Alguns poderiam dizer que essa medida é muito simplista etc; porém o fato aqui é para chamar atenção que o ensino não é gratuito, pelo contrário, é o cidadão que está pagando esses R$4,62 bilhões.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2015/12/universidades-brasileiras-pobres.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-698958983650995008</guid><pubDate>Thu, 14 May 2015 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-05-14T11:20:39.443-07:00</atom:updated><title>Somos Sarastros do conhecimento</title><description>&lt;div style="background-color: white; color: #222222; font-family: Verdana; font-size: 16px; margin-top: 10px;"&gt;
&lt;u style="color: #0079b6; font-size: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;WOLMER RICARDO TAVARES – MESTRE EM EDUCAÇÃO E SOCIEDADE&amp;nbsp;&lt;/u&gt;&lt;span style="color: #0079b6; font-size: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;- REVISTA GESTÃO UNIVERSITÁRIA - 12/05/2015&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #0079b6; font-family: Verdana; font-size: 10px; text-transform: uppercase;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Em nossa história tivemos um momento em que foi denominado período das trevas e o iluminismo veio nos direcionar a usar mais o poder da razão, reformando as maneiras de pensar e agir. Este movimento denominado Século das Luzes foi norteado por pensadores e filósofos como Isaac Newton, John Locke, Spinoza, Kant dentre outros de mesma relevância para este movimento que fomentou a busca e o desenvolvimento da ciência e da razão.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Explicando melhor o iluminismo, temos na fala de Kant que era a saída dos seres humanos da tutelagem impostas a eles por eles mesmos. Para Kant, pessoas tuteladas encontram-se incapazes de fazer o uso correto da razão e pela falta de coragem em fazer uso dessa razão. As ideias de Marx convergem com as de Kant, pois para Marx apud Souza (2007, p. 91), “o homem educado é o homem livre, e o homem livre é aquele que prescinde da tutela ideológica, seja ela política, seja ela religiosa”.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
A tutelagem nos impede de vislumbrar o conhecimento, pois precisamos saber pensar e saber pensar não combina com cidadania tutelada, aquela que nos quer massa de manobra, submissos e ignorantes. Nem combina com cidadania assistida, porque aceita apenas a assistência necessária e tem como ideal viver sem assistência. Combina com cidadania emancipada, aquela que sabe o que quer, por que quer e como quer. (DEMO: 2000, p. 18 e 19)&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
A tutelagem dependendo do prisma em que é observado, pode ser visto como algo covarde, pois inibe o ser humano em alçar voos altos como um Capelo Gaivota.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Essa tutelagem era uma prática comum na Era Medieval, e na efervescência iluminista, tivemos artistas como Mozart e Emanuel Schikaneder, apresentando A Flauta Mágica, uma grandiosa ópera mostrando a filosofia do iluminismo, fazendo um fomento ao lema da Revolução Francesa que é Liberdade, Igualdade e Fraternidade, nos tirando de vez da era medieval, conhecida pela era das trevas, representada pela injustiça, subordinação, tirania e manipulação do conhecimento pela Igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
A pergunta aqui é: Será que estamos repetindo a história como um Déjà vu e estamos voltando para época escura na qual se faz imperar a injustiça, inversão de valores, tirania, a desigualdade, e o domínio de uma elite esmagadora e corruptora?&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Para o iluminista Mozart em sua obra acima tem um personagem denominado Sarastro, personagem que simboliza o homem racional e detém um poder devido a sua sabedoria e nunca pela força. Neste personagem encontra-se não a resposta para os questionamentos, mas o caminho para se chegar a sabedoria. Esta sabedoria leva o homem a enfrentar a superstição, irracionalidade, tirania, subordinação tanto intelectual quanto social, tudo isso por meio da busca do autoconhecimento, autonomia e liberdade de pensamento.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Nós educadores temos agido como um Sarastro ou apenas uma marionete deste sistema manipulador? Temos desenvolvido a autonomia de nossos educandos ou apenas passando um conteúdo estéril de uma educação institucionalizada, fazendo como a rainha da noite na referida ópera, impondo que seus inferiores devam ou não pensar e fazer?&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Temos que perceber que como educadores, somos verdadeiros elos entre conhecimento e cidadania consciente, ativa e protagônica. Somos Sarastros a incentivar e motivar educandos na busca de um conhecimento útil e aplicável a seu contexto fazendo com que este possa ser o alicerce de suas constantes buscas e transformações.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
Sejamos Sarastros a exigir novamente este iluminismo para a sociedade, tendo na educação, a forma incondicional para a sua aplicação, fazendo com que nossos educandos deixem de ser seres tutelados/manipulados, passando a ser agentes transformadores e ativos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
DEMO, Pedro. Saber Pensar. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 2000 – (Guia da Escola Cidadã; v. 6)&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" style="background-color: white; color: #717171; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;
SOUZA, João Valdir Alves de,. Introdução a Sociologia da Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.&lt;/div&gt;
</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2015/05/somos-sarastros-do-conhecimentowolmer.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-8593510094609930286</guid><pubDate>Thu, 14 May 2015 18:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-05-14T11:17:53.615-07:00</atom:updated><title/><description>Estudo aponta melhora no desempenho de alunos após o banimento de celulares em escolas

Um estudo conduzido por pesquisadores das Universidades do Texas e de Louisiana a respeito das políticas de uso de aparelhos celulares em quatro cidades inglesas aponta que as escolas que baniram os dispositivos registraram uma melhora de até 6% nas notas dos seus alunos.

O levantamento batizado de `Tecnologia, distração e o desempenho de estudantes` analisou o desempenho dos estudantes desde 2001, antes e depois da proibição dos aparelhos nas escolas, em Birmingham, Londres, Leicester e Manchester, combinou esses dados com as informações sobre o desempenho dos jovens em exames nacionais externos.

Depois que os celulares foram proibidos, os estudantes na faixa etária de 16 anos tiveram um desempenho 6,4% maior que o desvio padrão, o que, de acordo com os pesquisadores, corresponde à adição de o equivalente a uma hora a mais de estudos na escola por semana, ou `cinco dias de escola por ano`.

De acordo com Richard Murphy, professor assistente de Economia da Universidade do Texas, e Louis-Philippe Beland, professor da Universidade do Estado de Louisiana, autores do estudo, os resultados da pesquisa podem ser semelhantes nos EUA, onde 73% dos adolescentes têm um telefone celular — no Reino Unido, em 2012, esse percentual era de 90,3%. Os pesquisadores, no entanto, fazem uma ressalva quanto às conclusões do estudo.

`É importante notar que esses ganhos (nas notas) são proeminantes entre aqueles que têm notas menores, e que mudanças na política que permite celulares em escolas tem o potencial de exacerbar as desigualdades de aprendizagem`, escreveram eles em um artigo no site The Conversation.

Eles afirmam que, enquanto o ganho observado em estudantes com notas menores foi o dobro do que aqueles com notas médias, o banimento de celulares não teve nenhum efeito entre os estudantes com notas maiores, e nem nos alunos na faixa etária de 14 anos — que tendem a usar menos os celulares.

Em 2001, quando o estudo foi iniciado, nenhuma das escolas analisadas havia banido aparelhos celulares das salas de aula. No entanto, em 2007, as instituições que passaram a proibir os dispositivos aumentou para 50% e, em 2012, para 98%.</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2015/05/estudo-aponta-melhora-no-desempenho-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-4394214328217408124</guid><pubDate>Thu, 14 May 2015 18:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-05-14T11:17:11.273-07:00</atom:updated><title/><description>Brasil fica em 60º em ranking mundial da educação

O maior ranking mundial de educação foi divulgado nesta quarta-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e trouxe países asiáticos no topo da lista. O primeiro lugar foi ocupado por Cingapura, seguido por Hong Kong— região administrativa especial da China— e pela Coreia do Sul. Entre os 76 países avaliados, o Brasil ficou na parte baixa da tabela, ocupando a 60ª posição, próximo de nações africanas. A última colocação do ranking ficou com Gana, na África.

Outros três países sul-americanos ficaram entre os 15 últimos colocados: Argentina (62ª), Colombia (67ª) e Peru (71ª). O ranking foi estabelecido com base em resultados de testes de matemática e ciências aplicados nesses países. Além dos resultados Pisa, foram analisados o TIMSS— dos EUA— e o TERCE, aplicado em países da América Latina.

“Esta é a primeira vez que temos uma escala verdadeiramente global sobre a qualidade da educação. A ideia é dar a mais países, ricos e pobres, a possibilidade de comparar a si mesmos com os líderes mundiais em educação para descobrir seus pontos fracos e fortes e ver o ganhos econômicos a longo prazo gerados pela melhoria da qualidade da educação”, afirmou o diretor educacional da OCDE, Andreas Schleicher.

De acordo com o relatório, os índices de educação de um país podem sinalizar os ganhos econômicos que essas nações terão a longo prazo. Além disso, o país que hoje ocupa o primeiro lugar da lista, Cingapura, já registrou altos níveis de analfabetismo na década de 60, o que é visto como um exemplo de que o progresso educacional é possível mesmo em pouco tempo.

“Políticas e práticas educativas deficientes deixam muitos países em um permanente estado de recessão econômica”, conclui o relatório.

O ranking será apresentado oficialmente na próxima semana, durante o Fórum Mundial de Educação, na Coreia do Sul, quando líderes mundiais irão se reunir para traçar novas metas para educação. Os últimos objetivos foram estabelecidos há 15 anos e alguns deles, como fornecer ensino primário a todas as crianças, ainda não foram atingidos.

</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2015/05/brasil-fica-em-60-em-ranking-mundial-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-6402127784442341695</guid><pubDate>Thu, 14 May 2015 18:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-05-14T11:14:01.171-07:00</atom:updated><title/><description>178 mil candidatos ficaram de fora do Fies, diz governo

Cerca de 178 mil estudantes iniciaram o pedido de crédito do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) neste ano, mas não tiveram o processo concluído.

O número foi apresentado pelo MEC (Ministério da Educação) à Justiça Federal, que derrubou, nesta terça (12), liminares que prorrogavam o prazo de inscrições no programa federal, inicialmente previsto para 30 de abril. O ministério não chegou a reabrir o sistema.

Na semana passada, o ministro Renato Janine (Educação) já havia informado que a pasta chegou ao limite orçamentário disponível (R$ 2,5 bilhões) e, por isso, prorrogar a data teria efeito inócuo.

"[Esse grupo de 178 mil] Poderia gerar impacto orçamentário e financeiro da ordem de R$ 7,2 bilhões, dos quais R$ 1,8 bilhão somente em 2015, se considerados o valor médio das semestralidades financiadas", diz a nota do ministério.

Neste primeiro semestre, 252.442 novos contratos foram firmados com o MEC. O número corresponde a 34,5% do total de 2014 (731.723).

O ministro Janine já afirmou que ainda não é possível prever se haverá abertura de mais vagas no segundo semestre.</description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2015/05/178-mil-candidatos-ficaram-de-fora-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-6470917392115923880</guid><pubDate>Tue, 29 Jul 2014 18:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-07-29T11:36:47.909-07:00</atom:updated><title>Ensino a distância ainda está em estágio infantil no Brasil, diz pesquisador</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Ensino a distância ainda está em estágio infantil no Brasil, diz pesquisador &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;    O aprendizado via web já é uma realidade no Brasil, e isso é uma afirmação incontestável. Cada vez mais, investimentos são feitos por instituições de ensino para que se aprimorem as técnicas de Educação a Distância e cursos livres complementares ao currículo do aluno. &lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;O professor Julio Cezar Pauzeiro, diretor de cursos livres da Estácio de Sá, acompanha esse processo quase 24 horas por dia e concorda que a estrada ainda é longa. A certeza, entretanto, de que a internet é parte integrante e fundamental para o futuro da educação é de 100%. Esse é um movimento sem volta. Não há como pensar em evolução na educação sem que a gente fale em estar dentro de um ambiente online, interativo e com múltiplas possibilidades de ensino, dissea ao iG.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Na Estácio, os esforços de Julio estão direcionados para melhorias nos cursos livres já criados. Alguns pilares são importantes e elevam a qualidade do projeto. Nos modelos de cursos antigos na internet, ou você tinha uma apresentação em Power Point ou um texto em PDF, e o aluno lia, apertava o enter, lia, apertava o enter A gente não poderia embarcar nessa canoa, porque ela não vai navegar. Disso, deriva o processo de construção de conteúdo. Nós temos 14 etapas que são milimetricamente observadas, desde a geração de grau de importância desse conteúdo, passando pela leitura pedagógica, até a construção de um texto, afirmou.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;No papo, o professor ainda comenta as tendências para o futuro do aprendizado na web, programas do governo, a qualidade dos cursos de idiomas e as barreiras da educação a distância. Confira:&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: Já que estamos caminhando em terreno online, vamos falar sobre Educação a Distância. Qual é a sua avaliação hoje? Ainda existe preconceito com a EAD?Julio Cezar Pauzeiro: Esse é um movimento sem volta. Não há como pensar em evolução na educação sem que a gente fale em estar dentro de um ambiente online, interativo e com múltiplas possibilidades de ensino. Quando você olha o preconceito de certa maneira ainda existente com relação ao conteúdo online, ele em geral é lastreado em um modelo de ensino que é estático de operação e que, na verdade, tem a extensão do .com, mas muito mais na fala do que na prática. A nossa preocupação com o aluno que ainda possa se mostrar refratário, é de que ele é refratário porque conhece um modelo que é diferente daquele que a gente pratica. Ou o histórico recente dele não aponta para um ambiente interativo. Eu costumo dizer que o modo de comunicação mudou. E aí, o grande barato do convencimento no curso livre, em especial no formato a distânc ia, é possibilitar ao aluno a degustação e o teste daquilo do valor que ele vai comprar. Ele tem uma experiência de aprendizado interativa muito legal.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: Que talvez até supra a necessidade do contato real&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Pauzeiro: Exatamente. Isso que nos torna diferente. É a preocupação que a gente teve em desenvolver um modelo, lastreado no que a gente fez de ensino e pesquisa nos últimos cinco anos, que possibilitasse ao aluno perceber que realmente é legal, que ele não vai estar apenas lendo um PDF ou dando avançar em um documento. A gente foi muito além da leitura.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: Falta, então, na sua opinião, essa divulgação? Talvez ainda estejamos muito presos ao modelo inicial de cursos a distância?&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;    Pauzeiro: Possivelmente. Na verdade, esse mercado de ensino a distância, em especial para cursos livres, é ainda um mercado em estágio infantil. E quando digo isso, quero dizer que é um mercado em construção. E como em todo mercado em desenvolvimento, você precisa de um processo de convencimento um pouco maior. É o que acontece quando você entra em um mundo novo. Quem diria, há alguns anos, que nós teríamos computadores pessoais, telefones móveis? Você tem operações que evoluíram numa linha muito rápida e que, naturalmente, romperam muitos preconceitos. Obviamente é um processo de convencimento e uma construção bem bacana, e eu digo que tem público. Eu tive três milhões e meio de acessos em seis meses (no portal de cursos livres da Estácio). A nossa operação hoje já é a segunda mais vista do Brasil em cursos livres. É um modelo, portanto, que se mostra sustentável pela leitura que a gente tem.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: Essa adesão é geral? Você consegue avaliar a questão geográfica do produto?&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Pauzeiro: Sim, e eu vejo que a distribuição geográfica já não é mais uma restrição. Pela internet, eu consigo atender o Brasil inteiro sem constrangimento e isso me deixa muito feliz como educador, porque eu começo a perceber claramente que as fronteiras de ensino caíram. A geografia já não é mais um impeditivo para que você evolua intelectualmente.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: Sobre as ferramentas de ensino, o que você tem visto de inovador, de diferente, nesse mercado? Quais são as tendências?&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;  Pauzeiro: Eu costumo dizer que a inovação já nasce morta. Você cria e, no minuto seguinte, ela já é um passado ainda que recente. Quando a gente olha a educação, o meu grande desafio na Estácio era: o que vou trazer de novo para um mercado que ainda é infantil, mas que já tem muitos players atuando, um mercado em que meu consumidor especificamente ainda não sabe o que ele precisa?&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: E como isso foi feito?&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Pauzeiro: O planejamento estratégico passou por buscar ferramentas de tecnologias interativas e novas, e que levassem o ensino com uma forma mais didática e própria para essa nova geração. Eu tenho um filho de 23 anos, e ele faz 50 coisas ao mesmo tempo e entende todas. Eu fico impressionado. Ele virou meu objeto de estudo. Como prender a atenção desse jovem? Ele é uma parte representativa do meu comprador. A gente não pode entregar algo que ele já não utiliza mais. Então, pesquisamos formas de compreensão pedagógica que utilizassem uma parte visual gráfica mais interativa e moderna. Nos modelos de cursos antigos na internet, ou você tinha uma apresentação em Power Point ou um texto em PDF, e o aluno lia, apertava o enter, lia, apertava o enter A gente não poderia embarcar nessa canoa, porque ela não vai navegar. Disso, deriva o processo de construção de conteúdo. Nós temos 14 etapas que são milimetricamente observadas, desde a geração de grau de importância desse conteúdo, p assando pela leitura pedagógica até a construção de um texto que eu chamo de doce. Ele passou por uma leitura, foi transformado em um texto mais adequado para aquele público que a gente quer, depois passou pela mão de um designer institucional que foi quem transformou esse texto em storyboard, e que a partir daí montou a parte gráfica. Depois disso tudo pronto é que a gente vai identificar o grau de plataforma e de interatividade que a gente vai criar. Cursos diferentes exigem formatos diferentes e plataformas igualmente diferentes, mas todas elas inovadoras.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: Pensando no futuro, o que você espera para a área da educação?&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Pauzeiro: Considerando a abrangência do vocábulo livre e sua amplitude, acho que a grande dificuldade que a gente tem é delimitar suas fronteiras, é entender o que a gente quer e para onde a gente vai. E não tenho dúvida de que o futuro da educação passa pela internet. Quando eu olho o público, de forma geral, e você olha a quantidade de celulares que o Brasil tem, isso passa efetivamente por transformar esse modelo de operação. Mais pessoas vão ter acesso à tecnologia, novas tecnologias vão surgir, as distâncias vão estar cada vez mais curtas, as pessoas cada vez mais interativas E muito possivelmente, a gente começa a construir de novo um modelo novo no campo da inovação.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;iG: O desafio, portanto, é acompanhar essa evolução?&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Pauzeiro: Talvez o grande dilema desses próximos passos seja continuar avançando na mesma velocidade que as tecnologias de informação avançam, porque eu preciso me apropriar desse capital intelectual novo e a partir dele gerar novas possibilidades. Talvez esse seja o momento da educação, de você chegar nas novas fronteiras, com as tecnologias, para pessoas que nunca imaginaram que fariam algo nessa linha. Difundir a educação não está só em um processo meu de realização pessoal como educador, mas ele reside na minha interpretação de que formarei melhores pessoas para um país melhor, para um futuro melhor.&lt;/div&gt;    &lt;div class="gmail_default"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="gmail_default"&gt;Fonte: Último Segundo - IG&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2014/07/ensino-distancia-ainda-esta-em-estagio.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-8803208057407853200</guid><pubDate>Fri, 18 Jul 2014 18:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-07-18T11:20:49.322-07:00</atom:updated><title>{POLÊMICA] PEC que proíbe demissão à Mãe adotante ... e os homens?</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;p style="margin:0px 0px 6px;color:rgb(20,24,35);font-family:Helvetica,Arial,&amp;#39;lucida grande&amp;#39;,tahoma,verdana,arial,sans-serif;font-size:14px;line-height:19px"&gt;    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara aprovou (15/07) proposta que estende às mães adotantes a estabilidade no emprego hoje assegurada à gestante. A Proposta de Emenda à Constituição - PEC 146 - foi apresentada pelo deputado Benjamin Maranhão (SDD/PB) em 2012, mas estava parada até agora.&lt;br&gt;    &lt;/p&gt;&lt;div class="" style="display:inline;color:rgb(20,24,35);font-family:Helvetica,Arial,&amp;#39;lucida grande&amp;#39;,tahoma,verdana,arial,sans-serif;font-size:14px;line-height:19px"&gt;&lt;p style="margin:0px 0px 6px"&gt;Atualmente, a Constituição Federal proíbe a dispensa arbitrária desde o início da gestação até cinco meses após o parto. Na nova redação, a estabilidade da adotante será garantida também por cinco meses a contar da adoção ou da guarda.&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin:6px 0px"&gt;A mudança é justa, mas pode deixar de fora os homens que adotarem crianças e que recentemente conquistaram o direito à licença de 120 dias paga pelo INSS. Sancionada em outubro/2013, a Lei 12.873 beneficiou principalmente homens solteiros e casais homoafetivos.&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin:6px 0px"&gt;A Lei também igualou a duração da licença, que passou a ser de 120 dias, independente da idade da criança e permitiu a transferência do benefício ao companheiro ou companheira, em caso de morte do segurado ou da segurada. veja mais&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin:6px 0px"&gt;A mudança teve consequência direta na Campanha Salarial dos professores e auxliares de educação básica. Na nova Convenção Coletiva, a estabilidade de 60 dias, a partir do fim da licença, passou a ser assegurada também na adoção, para mulheres e homens.&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin:6px 0px"&gt;Na verdade, a Justiça já vinha garantindo esses direitos, adequando-se às novas configurações familiares e reconhecendo a igualdade entre quem dá à luz e quem adota.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:6px 0px"&gt;    A PEC 146 pode fazer o mesmo. Basta que uma emenda altere a redação.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin:6px 0px"&gt;Tramitação&lt;br&gt;A proposta agora precisa ser analisada por uma Comissão Especial para depois ser votada pelo plenário da Câmara, em dois turnos. A Comissão ainda precisa ser criada, o que dificilmente ocorrerá em 2014.&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin:6px 0px"&gt;Entretanto, como a PEC já passou pela CCJC, ela continuará em tramitação na próxima legislatura. É bom começar a pressão agora para que a proposta não fique congelada por mais dois longos anos.&lt;/p&gt;    &lt;p style="margin:6px 0px"&gt;Convenção Coletiva&lt;br&gt;A mudança na legislação previdenciária ocorrida em outubro/2013 teve consequência direta na Campanha Salarial dos professores e dos auxliliares de educação básica, em 2014. Uma das reivindicações acabou incluída na nova Convenção Coletiva: a estabilidade de 60 dias a partir do fim da licença foi assegurada também em caso de adoção, para homens e mulheres.&lt;/p&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2014/07/polemica-pec-que-proibe-demissao-mae.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6060386333229259560.post-4392351779743710044</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2014 21:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-07-17T14:12:55.955-07:00</atom:updated><title>Inovação e Aprendizagem Independente na Educação.</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="gmail_default" style="font-size:small"&gt;&lt;p align="center" style="color:rgb(102,102,102);font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;font-size:10px"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify" style="color:rgb(102,102,102);font-family:Verdana,Geneva,sans-serif;font-size:10px"&gt;    &lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="right"&gt;    &lt;em&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;"Há algo em comum entre as crianças e os filósofos:&lt;br&gt;a capacidade de se maravilhar com o mundo"&lt;br&gt;(Mattew Lipman, 1990)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;O ensino de filosofia para crianças, que se tornou pauta com os estudos de Lipman, mostra a necessidade de manter a criança interrogando o mundo e o conhecimento, atenta aos movimentos do universo e não acomodada a verdades pronunciadas por adultos/professores. Manter o aluno intrigado e torná-lo pensador são objetivos da filosofia. Pode-se incluir a esses objetivos outro tema contemporâneo que tem intenção semelhante: a inovação. Como parte integrante da educação fundamental, o tema tem o intuito de manter a criança admirada com o mundo, atenta às suas modificações, disposta a pensar e criar novas possibilidades de viver neste mundo em constante transformação. Com isso, a pertinência de explorar uma metodologia compatível e inovadora conhecida como aprendizagem independente mostra-se imprescindível. Inovação e aprendizagem independente, a exemplo de filosofia para crianças, podem e devem ser elementos progressivamente presentes no cenário da educação básica.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;A principal característica da abordagem de aprendizagem independente é propiciar cada vez mais a autonomia ao educando, sendo elemento-chave a adoção do estímulo ao "aprender a aprender", e ter o aluno como referência principal e como centro dos processos de ensino e de aprendizagem.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Assim, corroborando com a teoria piagetiana (Piaget, 1953), em que a ênfase é no "como aprender" (procedimento) e não no "o quê aprender" (conteúdo), a aprendizagem independente incorpora as novas tecnologias, entende que os conteúdos estão disponibilizados incessante e indiscriminadamente, e que o sujeito pode acessá-los a qualquer tempo e de qualquer lugar. Porém, o setor educacional tem sido impactado com relativo atraso, comparado aos demais setores sociais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Ainda que já estejam disponíveis as novas tecnologias em instituições de ensino, mesmo as mais sofisticadas, permitindo um nível de possibilidades e interatividade sem precedentes, a utilização em sala de aula é ainda raquítica, se comparada com o uso em outros ramos da atividade humana, fazendo com que a educação experimente estar relativamente distante da fronteira em termos de apropriação de novidades tecnológicas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Educação e inovação estão fortemente conectadas, sendo que um país cuja força de trabalho não estiver devidamente preparada para os desafios de um mundo que tem na inovação o elemento diferencial mais relevante, não terá como competir globalmente. Profissionais cujas formações educacionais permitirem apenas trabalhos manuais simples e de baixa complexidade estarão totalmente deslocados, com muitas dificuldades em obter níveis de satisfação e de sucesso desejados. Consequentemente, o baixo nível educacional e as metodologias não compatíveis com as demandas do mundo contemporâneo podem limitar, de forma definitiva, as possibilidades de uma nação ter um desenvolvimento econômico e social sustentável.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Educação para inovação é um tema recente, globalizado e ainda sem respostas claras ou receitas definitivas. Os vínculos entre esses dois temas, ainda que sempre tenha existido ao longo da história, nunca tiveram a dimensão e a relevância que têm hoje, demandando serem explorados com extrema cautela e profundidade, com especial atenção a como o conhecimento é produzido atualmente e como ele tem sido transmitido por meio das metodologias tradicionais de ensino e de aprendizagem.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;As pessoas possuem uma formação permanente, ou seja, há sempre o anseio pelo novo que faz buscar incessantemente sua atualização que se desatualiza também permanentemente. Aprender na escola e fora dela já faz parte da rotina da nova geração e os alunos somente poderão estar preparados para os desafios futuros se, ao longo da vida, estiverem sendo preparados para explorar suas máximas potencialidades. Para tanto, precisam adquirir conhecimentos para, sincronicamente, desenvolver uma gama de habilidades que os habilitem plenamente em tarefas necessárias tais como leitura, escrita, matemática e ciências, complementadas por outras que se mostram também necessárias, como capacidade de resolver problemas, ética, autoconfiança, pensamento crítico, comunicação interpessoal, iniciativa, liderança, colaboração e trabalho em equipe. Assim, o tradicional e o novo se completam, gerando a possibilidade de construção do conhecimento em novos padrões. Ou seja, elementos como inovação, criatividade e ética estão mais presentes do que nunca. Como consequência, educar não está ficando mais simples, se tornou mais complexo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Sem prejuízo dos conteúdos tradicionais, incluindo letramento, matemática e gosto pela ciência, pelas artes e pelos esportes, teremos que desde cedo explorar nos alunos novas habilidades como elementos de autonomia, incorporando a abordagem de aprendizagem independente como método de induzir o "aprender a aprender". Por exemplo, as atitudes que podem estimular a capacidade de tratar temas complexos podem começar tão cedo quanto o hábito de ir à escola, ou mesmo antes disso. O uso de tecnologias digitais permite aos estudantes experiências extra, antes ou depois das aulas regulares, pode ser algo menos complicado e mais estimulante do que os educadores possam imaginar, dado estarmos falando de seres que são absolutamente nativos digitais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Aprender na instituição de ensino e fora dela já faz parte da rotina da nova geração e os espaços de aprendizagem transcenderam a escola, o tempo, a exemplo do espaço, virou qualquer, e o cenário é de educação permanente ao longo da vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;font color="#000000" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;Finalizando, ampliando a correta observação de Mattew Lipman (1990) que abre este texto, há mesmo muito em comum entre as crianças, os jovens, os filósofos e os inovadores em geral: a capacidade de se maravilhar com o mundo e querer transformá-lo. Olhar com olhos de estranhamento e não de acomodação, pode fazer com que a nova geração vislumbre novos problemas e novas soluções, criando e inventando novos caminhos. A Educação tem muito a contribuir com essa tarefa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div align="justify"&gt;&lt;hr&gt;&lt;p&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Ronaldo Mota&lt;/strong&gt; - Fundador da empresa britânica EdUKationBr. Foi Secretário Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministro Interino do Ministério da Educação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;  </description><link>http://pedagogiaensinareaprender.blogspot.com/2014/07/inovacao-e-aprendizagem-independente-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>