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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DEMAQ3o7cCp7ImA9WhRaEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775</id><updated>2012-02-13T10:07:22.408-08:00</updated><title>JOSELITO PEDAGOGO CONTRA O TRABALHO INFANTIL E EM DEFESA DA EDUCAÇÃO.</title><subtitle type="html">Um blog contra o trabalho infantil. Aqui iremos debater e lutar contra esse mau que não respeita a infância e a juventude. Trabalhar só na idade certa</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>223</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico" /><feedburner:info uri="pedagogodopeticontratrabalhoinfantildomstico" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;DEMAQ3o6eSp7ImA9WhRaEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-7122258664938506823</id><published>2012-02-13T10:07:00.001-08:00</published><updated>2012-02-13T10:07:22.411-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T10:07:22.411-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;h5 align="justify"&gt;O PAPEL E ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR PEDAGÓGICO DENTRO DA ESCOLA&lt;/h5&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kgO6hFSpxSg/SminKLyuRMI/AAAAAAAADgA/IHP6ji7h-f0/s1600-h/cutecolorsschoolquilt4.gif"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_kgO6hFSpxSg/SminKLyuRMI/AAAAAAAADgA/IHP6ji7h-f0/s320/cutecolorsschoolquilt4.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 align="justify"&gt;O PAPEL E ATRIBUIÇÕES DO COORDENADOR PEDAGÓGICO DENTRO DA ESCOLA&lt;/h3&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Dentro das inúmeras mudanças que ocorrem na sociedade atual, de ordem econômica, política, social, ideológica, a escola, como instituição de ensino e de práticas pedagógicas, enfrenta muitos desafios que comprometem a sua ação frente às exigências que surgem.Assim, os profissionais, que nela trabalham, precisam estar conscientes de que os alunos devem ter uma formação cada vez mais ampla, promovendo o desenvolvimento das capacidades desses sujeitos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para tanto, torna-se necessária a presença de um coordenador pedagógico consciente de seu papel, da importância de sua formação continuada e da equipe docente, além de manter a parceria entre pais, alunos, professores e direção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;De acordo com o Regimento Escolar, Artigo nº. 129/2006-Resolução CEE/TO, &amp;quot;a função de coordenação pedagógica é o suporte que gerencia, coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de ensino e aprendizagem, visando sempre à permanência do aluno com sucesso.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já segundo Clementi (&lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Almeida), cabe ao coordenador &amp;quot;acompanhar o projeto pedagógico, formar professores, partilhar suas ações, também é importante que compreenda as reais relações dessa posição.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Partindo desse pressuposto, podem-se identificar as funções formadora, articuladora e transformadora do papel desse profissional no ambiente escolar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Considerando a função formadora, o coordenador precisa programar as ações que viabilizem a formação do grupo do grupo para qualificação continuada desses sujeitos.Consequentemente, conduzindo mudanças dentro da sala de aula e na dinâmica da escola, produzindo impacto bastante produtivo e atingindo as necessidades presentes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Assim, muitos formadores encontram na reflexão da ação, momentos riquíssimos para a formação. Isso acontece à medida que professores e coordenadores agem conjuntamente observando, discutindo e planejando, vencendo as dificuldades, expectativas e necessidades, requerendo momentos individuais e coletivos entre os membros do grupo, atingindo aos objetivos desejados.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As relações interpessoais permeiam a prática do coordenador que precisa articular as instâncias escola e família sabendo ouvir, olhar e falar a todos que buscam a sua atenção.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Conforme Almeida(2003), na formação docente, &amp;quot;é muito importante prestar atenção no outro, em seus saberes, dificuldades&amp;quot;, sabendo reconhecer e conhecer essas necessidades propiciando subsídios necessários à atuação.Assim, a relação entre professor e coordenador, à medida que se estreita e ambos crescem em sentido prático e teórico(práxis), concebe a confiança, o respeito entre a equipe e faborece a constituição como pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na parceria escola X família, esse profissional é requerido para estreitar esses laços e mantê-los em prol da formação efetiva dos educandos à medida que cada instância assuma seu papel social diante desse ato indispensável e intransponível.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como ressalta Alves(&lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Reis,2008) &amp;quot;homens que através de sua ação transformadora se transformam.É neste processo que os homens produzem conhecimentos, sejam oa mais singelos, sejam os mais sofisticados, sejam aqueles que resolvem um problema cotidiano, sejam os que criam teorias explicativas.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Assim, é papel do coordenador favorecer a construção de um ambiente democrático e participativo, onde se incentive a produção do conhecimento por parte da comunidade escolar, promovendo mudanças atitudinais, procedimentais e conceituais nos indivíduos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os órgãos colegiados são espaços que proporcionam essa formação à medida que a participação, o compromisso e o protagonismo de seus componentes, pais, alunos, professores, coordenação e direção, ocasionem transformações significativas nesse ambiente.Cabe ao coordenador atuar coletivamente e visualizar esses espaços como oportunidades para o desempenho das suas funções.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apesar das inúmeras responsabilidades desse profissional já descritas e analisadas aqui, o coordenador pedagógico enfrenta outros conflitos no espaço escolar, tais como tarefas de ordem burocrática, disciplinar, organizacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Assumir esse cargo é sinônimo de enfrentamentos e atendimentos diários a pais, funcionários, professores, além da responsabilidade de incentivo a promoção do projeto pedagógico, necessidade de manter a própria formação, independente da instituição e de cursos específicos, correndo o perigo de cair no desânimo e comodismo e fatores de ordem pessoal que podem interferir em sua prática.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Muitas vezes, a escola e o coordenador se questionam quanto à necessidade desse profissional e chegam à conclusão que esse sujeito pode promover significativas mudanças, pois esse trabalha com formação e informação dos docentes, principalmente.O espaço escolar é dinâmico e a reflexão é fundamental a superação de obstáculos, socialização de experiências e fortalecimento das relações interpessoais.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O coordenador pedagógico é peça fundamental no espaço escolar, pois busca integrar os envolvidos no processo ensino-aprendizagem mantendo as relações interpessoais de maneira saudável, valorizando a formação do professor e a sua, desenvolvendo habilidades para lidar com as diferenças com o objetivo de ajudar efetivamente na construção de uma educação de qualidade.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Referências:&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;ABREU,Luci C. de, BRUNO,Eliane B.G.O coordenador pedagógico e a questão do fracasso escolar.&lt;em&gt;In.: &lt;/em&gt;ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.&lt;u&gt;OCoordenador Pedagógico e&lt;/u&gt; &lt;u&gt;questões da contemporaneidade&lt;/u&gt;.São Paulo:Edições Loyola,2006.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;ALMEIDA,Laurinda R.O relacionamento interpessoal na coordenação pedagógica.&lt;em&gt;In.:&lt;/em&gt;ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.&lt;u&gt;Ocoordenador pedagógico e&lt;/u&gt; &lt;u&gt;o espaço de mudança&lt;/u&gt;.São Paulo:Edições Loyola,2003.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;CLEMENTI,Nilba.A voz dos outros e a nossa voz.&lt;em&gt;In.:&lt;/em&gt;ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.&lt;u&gt;O coordenador pedagógico e o espaço de mudança&lt;/u&gt;.São Paulo:Edições Loyola,2003.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;REIS,Fátima.Disponível em:www.webartigos.com.Acesso em:20/08/2008&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Regimento Escolar, Artigo nº.129/2006-Resolução CEE/TO&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;SILVA,Moacyr da.O coordenador pedagógico e a questão da participação nos órgãos colegiados.&lt;em&gt;In.:&lt;/em&gt;ALMEIDA,Laurinda R.,PLACCO,Vera Mª N. de S.&lt;u&gt;O Coordenador Pedagógico e&lt;/u&gt; &lt;u&gt;questões da contemporaneidade&lt;/u&gt;.São Paulo:Edições Loyola,2006.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.artigonal.com/"&gt;http://www.artigonal.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-7122258664938506823?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b3kpKamxGYHGxj46VG-EFmlS43k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b3kpKamxGYHGxj46VG-EFmlS43k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Tomé e Príncipe. O primeiro é, estou certo, a desigualdade de     &lt;br /&gt;género. É dela que me ocuparei neste texto. Com efeito, quem circula     &lt;br /&gt;pelas estradas do país observa, amiúde, as mulheres com alguidares     &lt;br /&gt;cheios de roupa, à cabeça, para lavar na ribeira. Observa, também,     &lt;br /&gt;que, regra geral, são as meninas que acompanham as mães nas     &lt;br /&gt;tarefas de recolha de água potável ou de lavagem da roupa e da     &lt;br /&gt;louça. Os meninos ocupam, preferencialmente, o seu tempo livre a     &lt;br /&gt;ajudar os pais nas artes da pesca, a apanharem frutos ou a fazerem     &lt;br /&gt;reparações em casa. Não há dúvida que, em S. Tomé e Príncipe,     &lt;br /&gt;continua a existir uma clara divisão das tarefas entre homens e     &lt;br /&gt;mulheres, rapazes e raparigas, e que essa divisão pode escandalizar     &lt;br /&gt;o Ocidental mais etnocêntrico. É claro que tem de ser feito um     &lt;br /&gt;esforço no sentido de reduzir estas diferenças e que tudo aquilo que     &lt;br /&gt;conduza a uma maior igualdade entre homens e mulheres é bemvindo. Contudo, convém perceber que, ao contrário do que acontece     &lt;br /&gt;nas sociedades materialmente desenvolvidas do Ocidente, as crianças     &lt;br /&gt;e&amp;#160; os&amp;#160; jovens&amp;#160; de&amp;#160; S.&amp;#160; Tomé&amp;#160; e&amp;#160; Príncipe não estão afastados do processo     &lt;br /&gt;produtivo e criativo e não se encontram separados do mundo dos     &lt;br /&gt;adultos. É por isso que respeitam os mais velhos, que aprendem,     &lt;br /&gt;desde cedo, a ser responsáveis e que não dão mostras de serem     &lt;br /&gt;caprichosas, arrogantes, desmotivadas, impacientes e irascíveis. Esse     &lt;br /&gt;facto e sobretudo a aquisição das artes da sobrevivência por parte     &lt;br /&gt;dos rapazes e das raparigas, bem como o envolvimento na     &lt;br /&gt;experiência directa a que estão sujeitos desde cedo, constituem factores absolutamente essenciais no processo de educação do     &lt;br /&gt;carácter e de aquisição das virtudes das crianças de S. Tomé e     &lt;br /&gt;Príncipe. Convém que, como resposta às críticas do Ocidental     &lt;br /&gt;etnocêntrico, o povo de S. Tomé e Príncipe não dê cabo das práticas     &lt;br /&gt;comunitárias que constituem a sua superioridade no processo de     &lt;br /&gt;educação do carácter das novas gerações. A esse respeito, S. Tomé e     &lt;br /&gt;Príncipe, não só não tem nada&amp;#160; a aprender com as sociedades     &lt;br /&gt;materialmente desenvolvidas do Ocidente, como, ao invés, tem muito     &lt;br /&gt;que ensinar. Assim, saibamos, nós, Ocidentais, libertar-nos da nossa     &lt;br /&gt;arrogância cultural e ter a humildade de aprender. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;fonte:&lt;a href="http://www.eses.pt/usr/ramiro/index.htm"&gt;http://www.eses.pt/usr/ramiro/index.htm&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-933733510579477207?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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As concepções educacionais     &lt;br /&gt;divergentes, de uma e de outra, serviram esses regimes políticos.     &lt;br /&gt; O processo educativo, em Esparta, servia o estado de guerra     &lt;br /&gt;permanente em que a cidade-estado vivia. A imposição de uma     &lt;br /&gt;disciplina de ferro, a preparação para a guerra, o ideal militarista e a     &lt;br /&gt;subordinação do indivíduo ao estado eram preparados, bem cedo,     &lt;br /&gt;com a frequência de uma escola autoritária inteiramente controlada     &lt;br /&gt;pelo Estado. A criança era propriedade do Estado, o casamento     &lt;br /&gt;obrigatório, mas a vida familiar era quase inexistente. Poucos dias     &lt;br /&gt;após o nascimento, a criança era examinada por uma conselho de     &lt;br /&gt;anciãos que decidiam se ela devia viver ou morrer. As crianças     &lt;br /&gt;doentes ou demasiado fracas eram, quase sempre, expostas até     &lt;br /&gt;morrerem. As outras eram entregues às mães até aos sete anos de     &lt;br /&gt;idade, após o que eram entregues aos cuidados de uma escola oficial     &lt;br /&gt;que deveria prepará-los para se tornarem bons soldados. Para os     &lt;br /&gt;rapazes, a escola era obrigatória&amp;#160; e obedecia a um currículo militar     &lt;br /&gt;que se destinava a formar pessoas destemidas e capazes de     &lt;br /&gt;dedicarem as suas vidas em defesa da cidade. &amp;quot;Ao ingressar na     &lt;br /&gt;escola, o menino recebe uma cama de palha, sem cobertor, e uma     &lt;br /&gt;camisola curta. Deve andar descalço. Para acostumar-se a passar     &lt;br /&gt;fome em tempo de guerra, só recebe um mínimo de comida. O resto,     &lt;br /&gt;ele deve conseguir como pode. Deve, pois, aprender a roubar. É meio     &lt;br /&gt;de desenvolver a astúcia. Só que, se for apanhado em flagrante, será     &lt;br /&gt;severamente castigado por falta de habilidade. O castigo para     &lt;br /&gt;qualquer falta contra a disciplina será a flagelação com o chicote&amp;quot; (1).     &lt;br /&gt;Uma vez por ano realizava-se o combate mortal que servia para     &lt;br /&gt;desenvolver nos jovens o gosto pela morte violenta. Podia-se matar     &lt;br /&gt;qualquer escravo que se encontrasse no caminho. O currículo escolar     &lt;br /&gt;era constituído sobretudo por exercícios físicos: salto, natação,     &lt;br /&gt;arremesso do disco, caça e luta livre. Nos anos mais adiantados,     &lt;br /&gt;havia exercícios militares.     &lt;br /&gt; A educação em Atenas era muito diferente da educação     &lt;br /&gt;espartana. Em comum, o costume de expor até à morte os recémnascidos doentes ou deficientes, mas a responsabilidade pela decisão     &lt;br /&gt;era dos pais e não do conselho de anciãos. Até aos sete anos de     &lt;br /&gt;idade, a criança era entregue aos cuidados de uma ama. A partir dos     &lt;br /&gt;sete anos de idade, era entregue a um pedagogo que, em casa, lhe     &lt;br /&gt;proporcionava educação moral. A partir do século VI, o pedagogo     &lt;br /&gt;começou a levar a criança à escola, onde aprendia ginástica, música,     &lt;br /&gt;gramática e oratória.&amp;#160; As escolas elementares funcionavam em pátios, ao ar livre ou nos jardins de casas particulares. A música era     &lt;br /&gt;muito apreciada e destinava-se&amp;#160; a desenvolver, nos alunos,&amp;#160; noção de     &lt;br /&gt;harmonia e equilíbrio, tão queridas pela cultura grega, e a saber     &lt;br /&gt;apreciar a participação em festivais, concursos e declamações     &lt;br /&gt;públicas. Através do ritmo e da harmonia, o menino aprendia a ser     &lt;br /&gt;moderado, temperado, continente, harmonioso e equilibrado. A     &lt;br /&gt;música tinha uma importante função na educação do carácter das     &lt;br /&gt;novas gerações.     &lt;br /&gt; Era dada uma grande importância à aprendizagem da escrita. O     &lt;br /&gt;aluno começava por copiar as letras individuais, para depois as     &lt;br /&gt;combinar em sílabas e, por fim, decorava palavras inteiras. A escrita     &lt;br /&gt;era feita em tábuas de barro cozido e o aluno utilizava um estilete     &lt;br /&gt;para gravar as letras na camada&amp;#160; de cera que cobria as tábuas. A     &lt;br /&gt;partir do século IV, também se começou a utilizar as folhas de papiro,     &lt;br /&gt;sem dúvida por influência egípcia. O cálculo também não era     &lt;br /&gt;descurado, sendo utilizados os dedos e pequenas pedras redondas     &lt;br /&gt;para contar e fazer contas. A leitura tinha uma importância     &lt;br /&gt;fundamental, uma vez que a religião grega tinha sido fixada pelos     &lt;br /&gt;poetas no período arcaico. A leitura era baseada nas obras de     &lt;br /&gt;Homero, Hesíodo, Esopo, Tucídides, Focilíades e Sólon. O desenho e a     &lt;br /&gt;geometria, embora não tivessem a importância da música, da leitura     &lt;br /&gt;ou da gramática, também não foram descurados.     &lt;br /&gt; Os professores eram, muitas vezes, escravos cultos e     &lt;br /&gt;estrangeiros residentes em Atenas, porque a profissão era pouco     &lt;br /&gt;considerada em Atenas. Tome-se&amp;#160; em conta que, em Atenas, o     &lt;br /&gt;trabalho remunerado era indigno&amp;#160; de uma pessoa livre que, regra     &lt;br /&gt;geral, vivia das suas propriedades e do trabalho dos seus escravos e     &lt;br /&gt;servos. O professor estava ao mesmo nível social do artesão que se     &lt;br /&gt;servia das suas capacidades manuais para ganhar a vida, prestando     &lt;br /&gt;um serviço ou vendendo um bem. A ginástica era uma das disciplinas     &lt;br /&gt;mais apreciadas e consistia na corrida, salto, dança, natação, luta     &lt;br /&gt;livre e arremesso do dardo e do disco.     &lt;br /&gt; A partir de Péricles (461-429) começam a dar-se grandes     &lt;br /&gt;transformações na educação ateniense. A antiga formação estéticomilitar perde importância e ganha&amp;#160; relevo a formação literária e a     &lt;br /&gt;retórica. O objectivo principal da educação passa a ser formar     &lt;br /&gt;cidadãos capazes de ocuparem altos postos na administração e na     &lt;br /&gt;política da cidade, embora continue a dar-se relevo à aprendizagem     &lt;br /&gt;da gestão dos negócios pessoais. Tendo em conta o regime     &lt;br /&gt;democrático de Atenas, a retórica passa a constituir uma disciplina     &lt;br /&gt;fundamental na formação dos políticos que precisavam de ser     &lt;br /&gt;eloquentes para persuadirem as assembleias a votarem as suas     &lt;br /&gt;propostas. O treino militar reduz-se a um ano e os jovens dos catorze     &lt;br /&gt;aos dezoito anos passam a ter uma sólida formação literária, baseada     &lt;br /&gt;nas disciplinas de gramática, retórica, literatura e filosofia. Estava,     &lt;br /&gt;assim, aberto o caminho para a enorme influência dos sofistas no     &lt;br /&gt;ensino superior de Atenas.&amp;#160; Estes surgem como resposta ao novo     &lt;br /&gt;ideal político, com a correspondente necessidade de formar cidadãos capazes de exercerem as mais altas magistraturas e tratarem dos     &lt;br /&gt;seus negócios pessoais. &amp;quot;Com o aumento do poderio comercial e do     &lt;br /&gt;espírito cosmopolita e a subida da nova classe mercantil, aumenta     &lt;br /&gt;também o espírito de inquérito e de crítica, bem como o anseio de     &lt;br /&gt;repensar toda a tradição herdada do passado. Tudo é objecto de     &lt;br /&gt;questionamento: costumes, valores, instituições e modos de pensar.     &lt;br /&gt;Afirma-se mesmo que todos eles são irrelevantes, ou ao menos     &lt;br /&gt;inoperantes. Pede-se novo processo educativo que se amolde às     &lt;br /&gt;novas necessidades de uma sociedade prestes a surgir, de uma     &lt;br /&gt;sociedade em que o êxito pertencerá àquele que souber conseguir o     &lt;br /&gt;acerto na vida pública. Exige-se um ensino relevante que leve o aluno     &lt;br /&gt;ao poder pessoal. A nova forma&amp;#160; de educação deve garantir a     &lt;br /&gt;vantagem política e o êxito nos assuntos públicos&amp;quot; (2). Os sofistas,     &lt;br /&gt;vindos&amp;#160; de&amp;#160; toda&amp;#160; a&amp;#160; Grécia&amp;#160; e&amp;#160; da&amp;#160; Ásia&amp;#160; Menor,&amp;#160; são&amp;#160; os&amp;#160; melhores&amp;#160; garantes     &lt;br /&gt;de uma educação utilitária desse tipo. Cultos, hábeis e excelentes     &lt;br /&gt;oradores, abrem escolas nas principais cidades gregas, oferecendo os     &lt;br /&gt;seus serviços em troca de dinheiro, e assegurando êxito na condução     &lt;br /&gt;dos negócios privados e na vida&amp;#160; pública. O objectivo da educação     &lt;br /&gt;passa a ser desenvolver nos jovens a capacidade de persuasão, a     &lt;br /&gt;eloquência e a oratória. A única verdade que interessa é a que     &lt;br /&gt;conduz ao êxito e, por isso, o currículo escolar passa a centrar-se nas     &lt;br /&gt;disciplinas utilitárias: retórica, gramática, etimologia e sintaxe. A     &lt;br /&gt;verdade desinteressada, a bondade&amp;#160; e a justiça deixam de ocupar o     &lt;br /&gt;lugar central no currículo. Não há&amp;#160; normas ou verdades absolutas,     &lt;br /&gt;mas apenas verdades particulares, válidas para determinadas     &lt;br /&gt;circunstâncias e lugares. O currículo passa a ser eminentemente     &lt;br /&gt;prático. Daí a importância concedida à retórica, onde a ênfase recai     &lt;br /&gt;na argumentação probabilística,&amp;#160; na metáfora, na alegoria, na     &lt;br /&gt;ornamentação e na estilística. O ideal educativo de Sócrates e de     &lt;br /&gt;Platão começa a ser abandonado. A condenação à morte de Sócrates,     &lt;br /&gt;sob a acusação infundada de impiedade e de corrupção do espírito da     &lt;br /&gt;juventude, é o prenúncio da vitória da nova concepção educacional     &lt;br /&gt;tão querida dos sofistas. O facto de entre os acusadores públicos de     &lt;br /&gt;Sócrates estar um famoso retórico e orador é sintomático desta nova     &lt;br /&gt;orientação pedagógica.     &lt;br /&gt;Notas     &lt;br /&gt;1) Giles, Th. (1987). História da Educação. São Paulo: EPU, p. 13     &lt;br /&gt;2) Idem, p. 15 &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-6631641937447584878?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JqleNqv7bjXpB87x1RQ-RAiRCco/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JqleNqv7bjXpB87x1RQ-RAiRCco/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Essa palavra designa, em grego, a     &lt;br /&gt;cidade, compreendendo o núcleo urbano e as aldeias situadas nos     &lt;br /&gt;seus arrabaldes. Foram os gregos que inventaram a cidade-estado,     &lt;br /&gt;entendida como a organização política ideal, com uma dimensão que     &lt;br /&gt;não excedia uma poucas centenas de milhar de almas que se     &lt;br /&gt;governavam a si mesmas, mantendo&amp;#160; as suas instituições políticas     &lt;br /&gt;próprias, os seus ritos e os seus costumes. Na Grécia arcaica e     &lt;br /&gt;clássica não existia um Estado grego organizado. O sentimento grego     &lt;br /&gt;e o espírito da Hélade existiam&amp;#160; na partilha da mesma língua e nos     &lt;br /&gt;feitos dos heróis cantados pelos&amp;#160; grande poetas gregos que deram     &lt;br /&gt;forma à cultura grega a partir do século VIII a C. &amp;quot;A cidade helénica -     &lt;br /&gt;e Atenas muito em particular - ensina a manejar o logos, a palavra,     &lt;br /&gt;que é também o pensamento. A forma democrática e a sofística     &lt;br /&gt;recordam-nos que Discurso é um grande rei. Sem esquecer Sócrates     &lt;br /&gt;e o seu questionamento. A Grécia entregou-se à orgia da linguagem e     &lt;br /&gt;descobriu, graças a ela, os poderes da razão&amp;quot; (1).     &lt;br /&gt; No final do século VII, é confiada a Dracon a tarefa de reduzir     &lt;br /&gt;as leis a escrito, substituindo a&amp;#160; justiça consuetudinária pelo direito     &lt;br /&gt;positivo. Nascia uma nova ordem&amp;#160; fundada no Direito. Sólon (640-    &lt;br /&gt;558) inicia uma obra legislativa que cria os fundamentos do futuro     &lt;br /&gt;Estado democrático. Em finais do século VI, nascia, em Atenas, um     &lt;br /&gt;sistema político em que o poder&amp;#160; emana do povo. A cidadania é     &lt;br /&gt;alargada a todos os habitantes do sexo masculino, com excepção dos     &lt;br /&gt;escravos e dos estrangeiros, que passam a poder tomar a palavra na     &lt;br /&gt;Assembleia do Povo (Ecclesia). A Assembleia, apoiada pelo Conselho     &lt;br /&gt;dos Quinhentos (Bulé), constitui&amp;#160; a peça central da democracia     &lt;br /&gt;ateniense. Com a invenção da democracia política, estava aberto o     &lt;br /&gt;caminho para a expansão da educação popular, baseada sobretudo     &lt;br /&gt;na Retórica, porque, de ora em diante, era necessário saber falar     &lt;br /&gt;bem em público para persuadir os cidadãos e defender os seus     &lt;br /&gt;interesses. Os sofistas irão desempenhar bem esse papel ao longo     &lt;br /&gt;dos séculos VI, V, e IV a C., fazendo-se pagar pelas suas lições. A     &lt;br /&gt;filosofia encontrava o seu caminho e alargava a sua influência com a     &lt;br /&gt;criação de escolas superiores, destinadas a preparar os cidadãos mais     &lt;br /&gt;inteligentes para o exercício de altos cargos públicos e para a função     &lt;br /&gt;do ensino. A Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles foram     &lt;br /&gt;apenas as duas escolas superiores mais famosas da Grécia Clássica,     &lt;br /&gt;fixando o exemplo que se iria espalhar por toda a civilização     &lt;br /&gt;helenística até aos primeiros tempos da Antiguidade Cristã.&amp;#160; Embora a civilização romana seja menos criativa que a     &lt;br /&gt;civilização grega, há um legado cultural romano que permanece até     &lt;br /&gt;aos nossos dias: algumas línguas europeias que derivam do latim, o     &lt;br /&gt;direito romano, o Estado moderno e o conceito de vias de     &lt;br /&gt;comunicação terrestres. A civilização romana decorreu durante mais     &lt;br /&gt;de mil anos. A data da fundação da cidade de Roma (754 a C.) marca     &lt;br /&gt;o início da civilização romana e a data da ocupação de Roma pelos     &lt;br /&gt;visigodos (410) marca o seu final, embora a ideia e a cultura imperial     &lt;br /&gt;tenham sobrevivido durante mais uns séculos no Império Romano do     &lt;br /&gt;Oriente, com epicentro em Bizâncio. Com o apogeu do Império     &lt;br /&gt;Romano, no século II a C., Roma heleniza-se. Conquista a Grécia e a     &lt;br /&gt;Macedónia mas a espantosa cultura dos vencidos é depressa     &lt;br /&gt;incorporada na cultura dos vencedores. O platonismo, o estoicismo e     &lt;br /&gt;o epicurismo ganham os seus cultores no Império Romano e, no     &lt;br /&gt;século II d. C., há mesmo um imperador filósofo que governa todo o     &lt;br /&gt;Império Romano: Marco Aurélio (120-180). Um pouco antes de Marco     &lt;br /&gt;Aurélio, Séneca e Cícero criaram obras filosóficas de grande     &lt;br /&gt;maturidade, onde a influência da filosofia estóica grega mostra a sua     &lt;br /&gt;presença.     &lt;br /&gt; Mas o legado de Roma não cessa de nos surpreender. Com o     &lt;br /&gt;seu regime político republicano, Roma lança as sementes do Estado     &lt;br /&gt;moderno. No final do Império, a&amp;#160; publicação do Código Justiniano,     &lt;br /&gt;traçou, definitivamente, o modelo&amp;#160; jurídico que havia de influenciar     &lt;br /&gt;quase todos os códigos europeus modernos.     &lt;br /&gt;Notas     &lt;br /&gt;1) Russ, J. (1997). A Aventura do Pensamento Europeu. Lisboa:     &lt;br /&gt;Terramar, p. 30 &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-8995328307430188154?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNJx6ygjKsuhQ4iTAGIuqqpAf8E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNJx6ygjKsuhQ4iTAGIuqqpAf8E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNJx6ygjKsuhQ4iTAGIuqqpAf8E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNJx6ygjKsuhQ4iTAGIuqqpAf8E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/rmufHSCxAyA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/8995328307430188154/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=8995328307430188154" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/8995328307430188154?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/8995328307430188154?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/rmufHSCxAyA/cap-2-antiguidade-classica-ramiro.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/02/cap-2-antiguidade-classica-ramiro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8FRXg9fSp7ImA9WhRbEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-430565159867205000</id><published>2012-02-03T08:50:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T08:50:14.665-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T08:50:14.665-08:00</app:edited><title>"O papel de alguns diretores no encobrimento da indisciplina e da violência na escola"</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Os diretores têm responsabilidades na forma como a escola previne, sanciona e resolve os problemas da indisciplina e da violência nas escolas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Há diretores que assumem o papel de líderes e não se eximem a estarem na linha da frente do combate à indisciplina e violência contra alunos, professores e funcionários. São os que não encobrem o fenómeno e os que não têm receio de vir a público afirmar que há escolas onde a indisciplina e a violência fazem parte da cultura, do ambiente e do dia-a-dia. Esses diretores não receiam que os casos de indisciplina venham reportados nos relatórios internos e externos de avaliação nem têm medo de que os inspetores penalizem a escola por eles não encobrirem.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No tempo de Maria de Lurdes Rodrigues havia uma política oficial de desvalorização destes fenómenos e essa política convidava ao encobrimento. Demasiados diretores foram coniventes com ela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Agora, essa política acabou. O ministro da educação vem a público condenar os casos de violência contra professores e os diretores deixaram de ter medo de falar do assunto. Ainda assim, há muitos que mantêm a política de encobrimento e há até alguns que desresponsabilizam sistematicamente os agressores, colocando-se ao lado deles e culpando as vítimas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os diretores que desculpabilizam os agressores, aqueles que encontram sempre uma razão para tornar a violência aceitável, (des)educam pelo exemplo que dão.&amp;#160; Com essa atitude reforçam o comportamento dos pais que se colocam do lado dos filhos que agridem e contra os alvos dessa agressão. Dessa forma, criam o caldo de cultura que naturaliza a violência na escola. Em última análise, interiorizam a ideia de que a violência só existe se se falar dela. Se não se falar da violência, ela desaparecer como que por milagre.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;fonte: &lt;a href="http://www.profblog.org/2012/02/o-papel-de-alguns-diretores-no.html#more"&gt;http://www.profblog.org/2012/02/o-papel-de-alguns-diretores-no.html#more&lt;/a&gt;.&lt;a name="comments"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-430565159867205000?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BllhJbogb0cGLoeHZTcmQbMNrfA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BllhJbogb0cGLoeHZTcmQbMNrfA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BllhJbogb0cGLoeHZTcmQbMNrfA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BllhJbogb0cGLoeHZTcmQbMNrfA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/y2gUSiOFDiQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/430565159867205000/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=430565159867205000" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/430565159867205000?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/430565159867205000?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/y2gUSiOFDiQ/papel-de-alguns-diretores-no.html" title="&amp;quot;O papel de alguns diretores no encobrimento da indisciplina e da violência na escola&amp;quot;" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/02/papel-de-alguns-diretores-no.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcHRHs5fip7ImA9WhRbEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-3466999194193571905</id><published>2012-02-03T04:27:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T04:27:15.526-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T04:27:15.526-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;POEMA &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Das Pedras &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cora Coralina &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Modalidade: EJA&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Objetivos &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Ampliar o repertório literário. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Trocar opiniões sobre a leitura. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Acionar estratégias que permitam descobrir o que está escrito e onde. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conteúdos &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Leitura de texto poético. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Sistema de escrita. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Anos :1º e 2º. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tempo estimado: 3 Aulas&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-3466999194193571905?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/50ScBCYAwwXxmhe_gAey5xmZ_X8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/50ScBCYAwwXxmhe_gAey5xmZ_X8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/50ScBCYAwwXxmhe_gAey5xmZ_X8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/50ScBCYAwwXxmhe_gAey5xmZ_X8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/AYcrYT2_-w8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/3466999194193571905/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=3466999194193571905" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3466999194193571905?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3466999194193571905?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/AYcrYT2_-w8/poema-das-pedras-cora-coralina.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/02/poema-das-pedras-cora-coralina.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04ARXwzfip7ImA9WhRbEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-3088131612237526030</id><published>2012-02-03T04:25:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T04:25:44.286-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T04:25:44.286-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;QUEM SOU EU?   &lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;       &lt;tr&gt;         &lt;td valign="top" width="199"&gt;           &lt;p&gt;ÁREA&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;OBJETIVOS&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;ATIVIDADES&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td valign="top" width="199"&gt;           &lt;p&gt;CONHECIMENTOS-LINGUISTICOS&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Conhecer o próprio nome e as letras que fazem parte dele&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Escrever o nome de forma espontânea&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Ler e recontar oralmente histórias de clássicos infantis.&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Mural do auto-retrato&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td valign="top" width="199"&gt;           &lt;p&gt;CONHECIMENTOS LÓGICO-MATEMATICOS&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Relacionar o número a quantidade de letras do nome, utilizando materiais concretos&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Identificar as formas geométricas separando-as em diferentes grupos.&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;musicas&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td valign="top" width="199"&gt;           &lt;p&gt;CONHECIMENTO SOCIAL&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Conhecer a história da vida da criança&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Perceber a evolução da vida (bebe, criança, jovem, adulto,idoso)&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Identificar dados pessoais e familiares do aluno&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Jogo da memória do nome&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Blocos lógicos&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td valign="top" width="199"&gt;           &lt;p&gt;ARTES&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Desenvolver o gosto por trabalhos artísticos&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Perceber que os trabalhos de artes é uma representação da realidade.&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;Desenvolver o gosto pela pintura e pela criação.&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;          &lt;td valign="top" width="200"&gt;           &lt;p&gt;Livros de histórias&lt;/p&gt;            &lt;p&gt;alinhavo&lt;/p&gt;         &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-3088131612237526030?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AONvIu0R7wh0Ub8ezqExyILUvkQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AONvIu0R7wh0Ub8ezqExyILUvkQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AONvIu0R7wh0Ub8ezqExyILUvkQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AONvIu0R7wh0Ub8ezqExyILUvkQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/3PhvakILWvI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/3088131612237526030/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=3088131612237526030" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3088131612237526030?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3088131612237526030?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/3PhvakILWvI/quem-sou-eu-area-objetivos-atividades.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/02/quem-sou-eu-area-objetivos-atividades.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MAQHw_eSp7ImA9WhRbEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-4767414552741406892</id><published>2012-02-03T04:17:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T04:17:21.241-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T04:17:21.241-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;&lt;b&gt;PROJETO TURMA DA MÔNICA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Período de realização&lt;/b&gt;: o ano todo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;LÍNGUA PORTUGUESA&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;OBJETIVOS: &lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Propiciar avanços no processo de construção da escrita; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Propiciar momentos agradáveis de leitura, oferecendo matérias de diferentes fontes, textos variados e sempre do interesse da faixa etária dos alunos; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Produzir e reproduzir textos em escritas espontâneas. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;CONTEÚDOS:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Histórias em quadrinhos &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Diálogos em balões &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Alfabeto e ordem alfabética &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Regularidades ortográficas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Descrição e caracterização dos personagens &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Acrósticos &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Poemas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Texto informativo (criação dos personagens) &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Biografia (Mauricio de Sousa) &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Caricaturas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Leitura de imagens &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;RECURSOS:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Cds, dvdc, &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Gibis e almanaques &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Revistas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Cartazes &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;ALGUNS ITENS QUE PODEM SER TRABALHADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;O regionalismo presente nas falas de Chico Bento; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Transcrição das falas em balões utilizando o travessão e as aspas; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Reescrita das falas de Cebolinha (revisão coletiva ou individual); &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Descrever personagens; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;· Bibliografia;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Listas; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Ditados interativos; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Declamações; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;MATEMÁTICA&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;u&gt;OBJETIVOS:&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Sequênciar, ordenar, ler e escrever numerais; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;· Resolver problemas utilizando estratégias pessoais e socializadas;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Compreender enunciados e buscar procedimentos para resolver os problemas. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;u&gt;CONTEÚDOS:&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;séries numéricas &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;escrita, contagem, comparação, ordenação; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;relação entre unidade de tempo ( hora, minuto, dia, semana, mês e ano); &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;situações problematizadas. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;AVALIAÇÃO:&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Inicial: sondagem e análise dos conhecimentos prévios dos alunos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Formativa: durante a realização das atividades observaremos o interesse e participação dos aluno.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Observação e registros dos conteúdos trabalhados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Relatos orais, escritos, desenhos...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;PRODUTO FINAL&lt;/b&gt;: LIVRO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS ( COM A COLABORAÇÃO DE CADA ALUNO)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-4767414552741406892?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yrSy69pipcZ9b6A0Lsi7iIMqWOU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yrSy69pipcZ9b6A0Lsi7iIMqWOU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yrSy69pipcZ9b6A0Lsi7iIMqWOU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yrSy69pipcZ9b6A0Lsi7iIMqWOU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/xftf__GFcFY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/4767414552741406892/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=4767414552741406892" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/4767414552741406892?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/4767414552741406892?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/xftf__GFcFY/projeto-turma-da-monica-periodo-de.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/02/projeto-turma-da-monica-periodo-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4BSXgycCp7ImA9WhRbEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-963535223966360341</id><published>2012-02-03T04:09:00.001-08:00</published><updated>2012-02-03T04:09:18.698-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T04:09:18.698-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;&lt;b&gt;PROJETO CARTA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Duração&lt;/b&gt;: Mês de maio&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Produto final&lt;/b&gt;: carta para a mamãe&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Objetivos&lt;/b&gt;:Sempre há um bom motivo para a escrita de cartas. É uma aprendizagem significativa que respeita a função social da escrita e da leitura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;•Desenvolver a percepção da estrutura da língua portuguesa através da utilização sistemática de construções com substantivos relacionados a adjetivos ou locuções adjetivas e substantivos relacionados a verbos ou locuções verbais;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;• Ampliar o vocabulário dos alunos;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;• Proporcionar momentos de leitura, escrita e reflexão sobre o código escrito;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;• Proporcionar contato com o tipo de texto;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;• Estimular a produção de texto a partir de modelos trabalhados;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;• Utilizar a revisão textual, coletiva ou em grupos como momento de reflexão e aprendizado do código escrito&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Estratégias&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O projeto que tem como finalidade principal o desenvolvimento das habilidades da leitura e da escrita.Desta forma, não podemos perder a oportunidade de utilizarmos a leitura e a escrita em todas as etapas do projeto.Para este fim, algumas atividades devem ser permanentes:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a. leitura coletiva &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;b. leitura pelo professor de modelos desse tipo de texto;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;c. reescrita coletiva, ou em duplas;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;d. escrita coletiva;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;e. atividade em dupla;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;f. revisão coletiva dos textos produzidos;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Recursos&lt;/b&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Papéis de carta, envelopes, selos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Avaliação&lt;/b&gt;: Observação direta do professor quanto ao interesse e participação dos alunos&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-963535223966360341?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BCLc9jEUtk8WCmupm-mh53FB6-g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BCLc9jEUtk8WCmupm-mh53FB6-g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BCLc9jEUtk8WCmupm-mh53FB6-g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BCLc9jEUtk8WCmupm-mh53FB6-g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/y_dTN80X10M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/963535223966360341/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=963535223966360341" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/963535223966360341?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/963535223966360341?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/y_dTN80X10M/projeto-carta-duracao-mes-de-maio.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/02/projeto-carta-duracao-mes-de-maio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkECQn49cCp7ImA9WhRUGUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-1217646154562386408</id><published>2012-01-30T13:57:00.001-08:00</published><updated>2012-01-30T13:57:43.068-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T13:57:43.068-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Antdhzn1CVU/TycQi-14h5I/AAAAAAAACsU/ehwLgi53Nv0/s1600-h/clip_image002%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" src="http://lh4.ggpht.com/-nkiSumZToEg/TycQoAKE4oI/AAAAAAAACsc/w6g0AN7H-6c/clip_image002_thumb.gif?imgmax=800" width="159" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;DEVER DE &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1- COM A AJUDA DA MAMÃE RESPONDA AS QUESTÕES:   &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;       &lt;tr&gt;         &lt;td width="409"&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Zj0wwIxPTZ0/TycQ3uvZ33I/AAAAAAAACsk/ASiQEaqEPVc/s1600-h/clip_image004%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image004" border="0" alt="clip_image004" src="http://lh3.ggpht.com/-Dgtm6svrWj4/TycQ9PT76_I/AAAAAAAACss/HWkShw0qURY/clip_image004_thumb.jpg?imgmax=800" width="180" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A) VOCÊ JÁ FOI AO DENTISTA?   &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;       &lt;tr&gt;         &lt;td width="17"&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td width="47"&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td width="225"&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td width="46"&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td valign="top"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-H7P5rfbEpwY/TycRSo1uwyI/AAAAAAAACs0/9M8VTcpk8-o/s1600-h/clip_image005%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image005" border="0" alt="clip_image005" src="http://lh3.ggpht.com/-H1zppDde_mM/TycRX9JsLmI/AAAAAAAACs8/6LE_9CZM2gc/clip_image005_thumb.gif?imgmax=800" width="46" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td valign="top"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-23J4bTnWsfQ/TycRcQTCTMI/AAAAAAAACtE/JhjL2w3CfN8/s1600-h/clip_image006%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image006" border="0" alt="clip_image006" src="http://lh4.ggpht.com/-Rd-aifkwh-M/TycRgcSXg9I/AAAAAAAACtM/pSEgrh577Ms/clip_image006_thumb.gif?imgmax=800" width="47" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;SIM NÃO&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;B) VOCÊ CUIDA DOS SEUS DENTES?   &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;       &lt;tr&gt;         &lt;td width="17"&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td width="47"&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td width="223"&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td width="47"&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td valign="top"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-7A2xorKIZz8/TycRkpmz6tI/AAAAAAAACtU/1aiC9d-xLqM/s1600-h/clip_image007%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image007" border="0" alt="clip_image007" src="http://lh6.ggpht.com/-KAxOasSVZ_U/TycRoiDMWUI/AAAAAAAACtc/msNlJ1HQ22M/clip_image007_thumb.gif?imgmax=800" width="47" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;          &lt;td valign="top"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-2DAbNL3kXKI/TycRs2YTqaI/AAAAAAAACtk/sIPDNhCLJoE/s1600-h/clip_image008%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image008" border="0" alt="clip_image008" src="http://lh4.ggpht.com/-WbjQof9Me9o/TycRzWxjCVI/AAAAAAAACts/2PkTE1Lj4rc/clip_image008_thumb.gif?imgmax=800" width="47" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;         &lt;td&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;     &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;SIM NÃO&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;C) QUAL É A MARCA DO CREME DENTAL QUE VOCÊ USA?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;_______________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-2ACi6wIKqKE/TycR30Y3j5I/AAAAAAAACt0/mDxXe8WrujU/s1600-h/clip_image009%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image009" border="0" alt="clip_image009" src="http://lh5.ggpht.com/-mU6g-PaPiT4/TycR7chIIVI/AAAAAAAACt8/jHqJ-aIKOxQ/clip_image009_thumb.gif?imgmax=800" width="47" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-JJzcWmifaCY/TycR_PgiPTI/AAAAAAAACuE/7P5UyOaYDkw/s1600-h/clip_image010%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image010" border="0" alt="clip_image010" src="http://lh6.ggpht.com/-xPUCRhl0GPo/TycSD33rozI/AAAAAAAACuM/yqKcuXLQ_Ig/clip_image010_thumb.gif?imgmax=800" width="46" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-CjxIW_PMVSs/TycSIY7i4zI/AAAAAAAACuU/KefsGURpjhc/s1600-h/clip_image011%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image011" border="0" alt="clip_image011" src="http://lh5.ggpht.com/-EoI-hr5X_W0/TycSM0dyDUI/AAAAAAAACuc/TdeOxmsQsDE/clip_image011_thumb.gif?imgmax=800" width="47" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-mPRIYrXoZCo/TycSRCkk_eI/AAAAAAAACuk/ts_1MvQGEr4/s1600-h/clip_image012%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image012" border="0" alt="clip_image012" src="http://lh4.ggpht.com/-mF9-Hm0-2aE/TycSUxUBocI/AAAAAAAACus/J8Y5u7Zp7Bw/clip_image012_thumb.gif?imgmax=800" width="47" height="45" /&gt;&lt;/a&gt;D) QUANTAS VEZES POR DIA VOCÊ ESCOVA OS DENTES?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;1 &lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;2 3&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;4&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;_______________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2-ESCREVA SEU NOME COMPLETO E DA ESCOLA.(NO CADERNO)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;3- ESCREVA 2 PALAVRAS COM AS SÍLABAS:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;LA ______________________ ___________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PE ___________________ ________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;MO__________________ ________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;BU______________________ ___________________________&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-1217646154562386408?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHOPBp7dAvlbX_I8csCzmZFDcz0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHOPBp7dAvlbX_I8csCzmZFDcz0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHOPBp7dAvlbX_I8csCzmZFDcz0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZHOPBp7dAvlbX_I8csCzmZFDcz0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/1xKS5HoH88g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/1217646154562386408/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=1217646154562386408" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/1217646154562386408?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/1217646154562386408?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/1xKS5HoH88g/dever-de-1-com-ajuda-da-mamae-responda.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-nkiSumZToEg/TycQoAKE4oI/AAAAAAAACsc/w6g0AN7H-6c/s72-c/clip_image002_thumb.gif?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/dever-de-1-com-ajuda-da-mamae-responda.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IEQH46eip7ImA9WhRUGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-3189321238969866284</id><published>2012-01-30T05:18:00.001-08:00</published><updated>2012-01-30T05:18:21.012-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T05:18:21.012-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;h3&gt;DEVER DE CASA&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-w3XWOYsczlk/TyaYjD7pt3I/AAAAAAAACrM/HVlElQOAlyc/s1600-h/clip_image002%25255B3%25255D.gif"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" src="http://lh5.ggpht.com/-dnicBnzFLNg/TyaYm3LDNSI/AAAAAAAACrU/iDZx3hlGLFE/clip_image002_thumb.gif?imgmax=800" width="196" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;ESCREVA SEU NOME COMPLETO&lt;/b&gt;:____________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-3189321238969866284?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rFIDE2x6kmA_pGUMPXM_FBhWRHU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rFIDE2x6kmA_pGUMPXM_FBhWRHU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rFIDE2x6kmA_pGUMPXM_FBhWRHU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rFIDE2x6kmA_pGUMPXM_FBhWRHU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/RnXlP_W5boQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/3189321238969866284/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=3189321238969866284" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3189321238969866284?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3189321238969866284?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/RnXlP_W5boQ/dever-de-casa-escreva-seu-nome-completo.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-dnicBnzFLNg/TyaYm3LDNSI/AAAAAAAACrU/iDZx3hlGLFE/s72-c/clip_image002_thumb.gif?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/dever-de-casa-escreva-seu-nome-completo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYBRn87eyp7ImA9WhRUGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-4032547735616126339</id><published>2012-01-30T04:55:00.001-08:00</published><updated>2012-01-30T04:55:57.103-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T04:55:57.103-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;Geografia&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-Lr3E-AjQtLI/TyaLDsxU_rI/AAAAAAAACpc/5Vn1HAiCVJA/s1600-h/clip_image002%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image002" border="0" alt="clip_image002" src="http://lh4.ggpht.com/--RHsEgAlYPM/TyaLIj5vYPI/AAAAAAAACpk/MiT14hjZ9gM/clip_image002_thumb.jpg?imgmax=800" width="235" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;História &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-d0GdJVwwfos/TyaLP7FPanI/AAAAAAAACps/7TlQM3A4ENY/s1600-h/clip_image004%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image004" border="0" alt="clip_image004" src="http://lh6.ggpht.com/-rG5NKeO9fiA/TyaLXafqa1I/AAAAAAAACp0/7ehsiL8l5hg/clip_image004_thumb.jpg?imgmax=800" width="225" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Português&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-SCresjG1_L4/TyaLmhWQK0I/AAAAAAAACp8/xhZA7poYvrg/s1600-h/clip_image006%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image006" border="0" alt="clip_image006" src="http://lh6.ggpht.com/-6Nh0dfGIZlo/TyaSoPmP1dI/AAAAAAAACqE/ICyUK27qY5w/clip_image006_thumb.jpg?imgmax=800" width="225" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Matemática&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-bLVqD6NourE/TyaSx38aNzI/AAAAAAAACqM/0c1cdk1rhNI/s1600-h/clip_image008%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image008" border="0" alt="clip_image008" src="http://lh4.ggpht.com/-jcvYY3Gqf9A/TyaS2mN_nxI/AAAAAAAACqU/gx4zi-n1Nuo/clip_image008_thumb.jpg?imgmax=800" width="224" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ciências&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-Vs1T2YXVrLo/TyaS8S20RuI/AAAAAAAACqc/X4UsvpV7XzE/s1600-h/clip_image010%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image010" border="0" alt="clip_image010" src="http://lh6.ggpht.com/-uLFJVdVkh3Y/TyaTBI6juxI/AAAAAAAACqk/gpLCxzDQVhw/clip_image010_thumb.jpg?imgmax=800" width="223" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Lição de Casa&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-b4EpnRa5OxY/TyaTHXHutUI/AAAAAAAACqs/3eoxB0YuN3c/s1600-h/clip_image012%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image012" border="0" alt="clip_image012" src="http://lh6.ggpht.com/-GChlrDHhHfI/TyaTMT6SU4I/AAAAAAAACq0/n6rR8065CIM/clip_image012_thumb.jpg?imgmax=800" width="227" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Educação Religiosa&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-J1wFpISr0Js/TyaTRbY1HHI/AAAAAAAACq8/u-5dlicPd2Q/s1600-h/clip_image014%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="clip_image014" border="0" alt="clip_image014" src="http://lh5.ggpht.com/-dC_8VGA0Aqs/TyaTWnfgQvI/AAAAAAAACrE/3EpevMa0Lec/clip_image014_thumb.jpg?imgmax=800" width="221" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;NOME: ______________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;PROF. : ___________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ESCOLA:__________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; fonte:&lt;a href="http://andreiadedeana.blogspot.com/"&gt;http://andreiadedeana.blogspot.com&lt;/a&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-4032547735616126339?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SntdKnWrDiOIhUx8sqrEy_zJBm0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SntdKnWrDiOIhUx8sqrEy_zJBm0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SntdKnWrDiOIhUx8sqrEy_zJBm0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SntdKnWrDiOIhUx8sqrEy_zJBm0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/ghVQ5ar6K0c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/4032547735616126339/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=4032547735616126339" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/4032547735616126339?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/4032547735616126339?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/ghVQ5ar6K0c/geografia-nome-prof.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/--RHsEgAlYPM/TyaLIj5vYPI/AAAAAAAACpk/MiT14hjZ9gM/s72-c/clip_image002_thumb.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/geografia-nome-prof.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYEQHc6cSp7ImA9WhRUFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-1621410324094311197</id><published>2012-01-26T17:18:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T17:18:21.919-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T17:18:21.919-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p&gt;&lt;b&gt;Carnaval Cultural da Secretaria de Assistência Social e Trabalho&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Zona Norte: facilitadora de cultura: Mônica &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O livro Mar Morto de autoria do escritor baiano Jorge Amado, fala a respeito dos homens dos cais do porto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mar Morto pertence à primeira fase do autor: depoimentos líricos, com predominância do elemento sentimental, sobre rixas, e amores de marinheiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A história se passa no Cais da Bahia, onde viviam os marinheiros, e um dos mais antigos era Seu Francisco que criava o sobrinho Guma, ensinando-lhe as leis do mar. Guma, com o tempo, tomou conta do saveiro chamado Valente. A fama de Guma no cais ocorreu em uma noite de tempestade, onde Guma, com o seu Valente, salvou um navio (Canavieiras) que iria naufragar. Depois disso, Guma conheceu Lívia, uma das moças mais bonitas do cais, casou-se com ela e foram morar com Seu Francisco, onde ao lado deles foi morar Rufino (um grande amigo de Guma) e Esmeralda.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Divisão da obra:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø A primeira parte da obra denomina-se IEMANJÁ, Dona dos Mares e dos Saveiros, e possui doze capítulos;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø Sexto capítulo - Iemanjá dos cinco nomes&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø Ninguém no cais tinha um só nome, inclusive Iemanjá, que tinha cinco nomes doces, conhecidos por todos:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø IEMANJÁ, seu verdadeiro nome, dona das águas, senhora dos oceanos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø DONA JANAÍNA, para os canoeiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø INAÊ, para os pretos, seus filhos mais diletos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø PRINCESA DE AIOCÁ, para quem os pretos também faziam suas súplicas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ø DONA MARIA, para as mulheres do cais, as mulheres da vida, as mulheres casadas, as moças que esperam noivos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Primeiro capítulo - O mar é doce amigo,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Segundo capítulo - A noite é para o mar,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Terceiro capítulo - Hora da noite,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Quarto capítulo - Estrela&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Os personagens:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Guma,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Lívia &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Seu Francisco,&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Iemanjá (os cinco nomes).&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-1621410324094311197?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1q9PFfEdypYiDfAZnF_F75z8nao/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1q9PFfEdypYiDfAZnF_F75z8nao/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1q9PFfEdypYiDfAZnF_F75z8nao/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1q9PFfEdypYiDfAZnF_F75z8nao/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/MBpOUVy97bM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/1621410324094311197/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=1621410324094311197" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/1621410324094311197?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/1621410324094311197?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/MBpOUVy97bM/carnaval-cultural-da-secretaria-de.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/carnaval-cultural-da-secretaria-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQBSHY-fSp7ImA9WhRUE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-7187813979972660883</id><published>2012-01-23T11:52:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T11:52:39.855-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T11:52:39.855-08:00</app:edited><title>Quando foi criada a bandeira nacional e o que significam suas cores?</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 5px" alt="Bandeira brasileira. Ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Liana Chiapinotto" src="http://revistaescola.abril.com.br/img/geografia/bandeira-brasileira-simbolos.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;Verde &lt;/strong&gt;Escolhida por dom Pedro I como a cor do Império, foi o tom da bandeira de várias batalhas portuguesas na Europa. Tinha, portanto, uma forte associação com as lutas libertárias. &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Amarelo &lt;/strong&gt;A partir de 1250, após a conquista da região do Algarve, o amarelo passou a figurar no brasão de armas de Portugal. Nessa cor, eram representados os castelos conquistados dos mouros. &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Azul e branco &lt;/strong&gt;Muitos donatários de capitanias hereditárias usavam a combinação para representar seu território. Assim, os tons passaram a ser frequentes nos símbolos nacionais. &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Estrelas &lt;/strong&gt;Estão na bandeira, nas armas e nos selos nacionais. As constelações representam os estados brasileiros e o distrito federal e são o retrato do céu carioca no dia da Proclamação da República. &lt;br&gt;&lt;strong&gt;Ordem e Progresso &lt;/strong&gt;Trata-se da redução de um lema positivista do filósofo francês Auguste Comte (1798-1857), que proclama: "O amor por princípio e a ordem por base, o progresso por fim".&lt;br&gt;A primeira bandeira brasileira, que ainda não se parecia com a atual, foi criada em 19 de setembro de 1822 por decreto de dom Pedro I (1798-1834). Só em 1889, com a Proclamação da República, as armas do Império foram substituídas pelo círculo azul, o emblema republicano. Já o losango amarelo, considerado único entre as bandeiras nacionais, foi concebido pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret (1768-1848), fundador da nossa Academia de Belas-Artes. Muito além da associação com o verde das matas e o amarelo do ouro, as cores da bandeira têm profundo significado histórico&lt;em&gt;(veja acima)&lt;/em&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;hr&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Consultoria &lt;/strong&gt;Pedro Paulo Funari, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;br&gt;Pergunta enviada por &lt;strong&gt;Thaynná Santana Reis&lt;/strong&gt;, Ibicuí, BA. &lt;p&gt;fonte:&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/quando-foi-criada-bandeira-nacional-significam-suas-cores-670384.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-2/quando-foi-criada-bandeira-nacional-significam-suas-cores-670384.shtml&lt;/a&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-7187813979972660883?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r8J2CPJxJW05ER10UXbrELsK_3Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r8J2CPJxJW05ER10UXbrELsK_3Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r8J2CPJxJW05ER10UXbrELsK_3Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r8J2CPJxJW05ER10UXbrELsK_3Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/CysXiG4N_hQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/7187813979972660883/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=7187813979972660883" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/7187813979972660883?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/7187813979972660883?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/CysXiG4N_hQ/quando-foi-criada-bandeira-nacional-e-o.html" title="Quando foi criada a bandeira nacional e o que significam suas cores?" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/quando-foi-criada-bandeira-nacional-e-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ACRHw6cSp7ImA9WhRUEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-3095363705957084383</id><published>2012-01-22T11:49:00.001-08:00</published><updated>2012-01-22T11:49:25.219-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T11:49:25.219-08:00</app:edited><title>5 pontos sobre lista de material escolar.</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Conheça cinco cuidados indispensáveis na confecção e distribuição de listas de material escolar.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; Identificação da clientela.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O primeiro passo do gestor que pretende contar com os pais na aquisição de material escolar é conhecer em detalhes a realidade socioeconômica da comunidade. Para isso, é possível usar algumas informações que estão na ficha de matrícula - como nível de escolaridade, profissão, renda e recebimento ou não de verba de programas governamentais &lt;em&gt;(&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/informacoes-preciosas-fichas-matricula-alunos-610997.shtml"&gt;leia reportagem&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;. As famílias de baixa renda ou dependentes do Bolsa Família, por exemplo, certamente terão dificuldade - e, às vezes, impossibilidade - de atender à solicitação da escola, o que pode causar constrangimento. "Os pedidos não atendidos não podem, em hipótese alguma, inviabilizar a ida das crianças à escola nem o envolvimento delas com as atividades propostas", explica Mariana Ferraz, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se a comunidade não pode ajudar, o gestor deve buscar auxílio na Secretaria de Educação ou pensar em ações alternativas &lt;em&gt;(leia mais no item 5)&lt;/em&gt;.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; Checagem do estoque&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Antes de fazer qualquer solicitação, levante os itens disponíveis: os enviados pela Secretaria de Educação, os que sobraram do ano anterior e que têm condições de uso (cadernos em branco, folhas de sulfite) ou não estão com prazo de validade vencido (cola, massinha). Para criar o hábito de pedir somente o que é realmente necessário e evitar o desperdício, vale contabilizar o que é usado ao longo do ano para saber o que tem maior e menor saída.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; Comunicação às famílias&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Identificados a clientela e os materiais que faltam para o bom andamento das aulas, o gestor tem ainda um passo a cumprir antes de entregar a lista aos pais: informar às famílias os motivos da solicitação. Na reunião para tratar desse assunto, é fundamental demonstrar que a quantidade ou o dinheiro disponíveis na escola não são suficientes. Basta uma conta simples: dividir a verba pelo número de alunos, mostrando que o valor não vai atender à demanda. Vale contar sobre os projetos planejados e os recursos que serão necessários para implementá-los. Dessa maneira, fica mais fácil discutir com o grupo as melhores soluções para o problema. Se o caminho for mesmo requisitar material dos pais, é importante deixar claro que a contribuição não é obrigatória. Algumas estratégias facilitam a participação das famílias: aquelas que têm mais de uma criança matriculada podem entregar o material em duas ou três vezes ao longo do ano.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; Seleção e solicitação&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A lista de material escolar só pode conter itens de caráter pedagógico, como papel sulfite, giz de cera, lápis, tinta guache etc. Ficam de fora produtos de limpeza como esponja, panos, álcool e de higiene pessoal (papel higiênico e sabonete). Não é permitido indicar determinado estabelecimento para a compra ou exigir que ela seja feita na própria escola - o que configura a chamada venda casada, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor. Também é proibido impor uma marca específica, a não ser que exista apenas um fornecedor no mercado. Isso porque as famílias têm o direito de pesquisar e comparar os preços e as condições de pagamento oferecidas por concorrentes. Contudo, é preciso esclarecer à comunidade sobre a importância de verificar, na hora da compra, se o material traz informações sobre o fabricante para evitar produtos de origem desconhecida e que não atendam a especificações técnicas; a composição do produto; a data de validade e as condições de armazenagem.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; Arrecadação alternativa&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Existem algumas saídas possíveis que ajudam o gestor a contornar ou minimizar o problema da carência de material pedagógico nas escolas. Um meio bastante conhecido e utilizado é a organização de festas. Se essa for a alternativa escolhida pela comunidade, é preciso sempre deixar explícito o objetivo do evento, definir os produtos que serão comprados com a arrecadação e prestar contas. É necessário também combinar que a ajuda na organização da festa é facultativa e voluntária - participa quem pode e quer, tanto entre os membros da comunidade como da própria equipe escolar. Outra solução possível é fazer uma pesquisa entre as famílias e os estabelecimentos do bairro, como donos de papelarias, em busca de parceiros dispostos a colaborar, ou mesmo buscar auxílio de organizações não governamentais que atuem na cidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-3095363705957084383?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1cwwzEOhF3kza5LNMGCn4ITI-Kw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1cwwzEOhF3kza5LNMGCn4ITI-Kw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1cwwzEOhF3kza5LNMGCn4ITI-Kw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1cwwzEOhF3kza5LNMGCn4ITI-Kw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/4ckZA10qC-8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/3095363705957084383/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=3095363705957084383" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3095363705957084383?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3095363705957084383?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/4ckZA10qC-8/5-pontos-sobre-lista-de-material.html" title="5 pontos sobre lista de material escolar." /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/5-pontos-sobre-lista-de-material.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UFR3Y8fyp7ImA9WhRUEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-6318861814480541481</id><published>2012-01-22T11:40:00.001-08:00</published><updated>2012-01-22T11:40:16.877-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T11:40:16.877-08:00</app:edited><title>Semana pedagógica: o que não pode faltar Dia a dia, tudo o que você precisa para fazer o planejamento do ano</title><content type="html">&lt;p&gt;Organização &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Se é verdade que um bom planejamento evita problemas posteriores, certamente a primeira semana do ano é a mais importante para qualquer escola: é quando os gestores e a equipe pedagógica se reúnem para projetar os próximos 200 dias letivos e fazer a revisão do Projeto Político Pedagógico (PPP) - o documento que marca a identidade da escola e indica os caminhos para que os objetivos educacionais sejam atingidos. É o momento de integrar os professores que estão chegando, colocando-os em contato com o jeito de trabalhar do grupo, e, claro, mostrar os dados da escola para todos os docentes, além de apresentar as informações sobre as turmas para as quais cada um vai lecionar.&lt;br&gt;Antes de produzir esta reportagem, perguntamos a diretores e coordenadores pedagógicos, em nosso site, quais as principais dúvidas em relação à semana de planejamento. Recebemos 45 mensagens, questionando desde como organizar os encontros (e quem deve participar deles) até incertezas sobre os temas a debater. Para ajudar esses e outros leitores, sugerimos um cronograma para cinco dias de planejamento, com indicações sobre o que fazer em cada um deles e ideias práticas para conduzir os trabalhos.&lt;br&gt;A semana pedagógica, nunca é demais lembrar, não se restringe a esse período - pelo menos para os gestores. Érika Virgílio Rodrigues da Cunha, professora de Didática, Currículo e Avaliação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), afirma que o diretor deve planejar com antecedência, executar a agenda definida e acompanhar os resultados durante o ano. A preparação prévia está reunida no quadro abaixo, e as dicas para garantir um bom acompanhamento dos resultados, no último quadro desta reportagem. O planejamento da semana em si ocupa as próximas páginas.&lt;br&gt;Uma regra geral é começar o encontro pela discussão dos grandes temas e depois partir para os desafios específicos. Para o presidente da Comissão de Graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Rubens Barbosa de Camargo, a melhor maneira de fazer isso é preparar bons diagnósticos. "As decisões essenciais decorrem da reflexão sobre os rumos que a escola quer percorrer", diz.&lt;br&gt;O cronograma apresentado a seguir é apenas uma sugestão para ajudar você no planejamento da semana. Dependendo do tamanho da sua equipe docente e da escola, faça as adequações necessárias.&lt;br&gt;E um excelente planejamento para sua escola!&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Primeiras providências&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Reúna a equipe gestora alguns dias antes para preparar a semana. Algumas ações devem ser realizadas:&lt;br&gt;&lt;strong&gt;- Montagem do calendário da escola&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Com base na programação oficial da Secretaria de Educação (em que constam feriados, recessos e eventos de rede), planeje o calendário da escola, reservando datas para reuniões periódicas, como as de pais, do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres. Eleja alguns dias para eleição dos representantes de classe, feiras de Ciências e de livros, confraternizações e festas ou outro evento que a escola costume realizar. Peça ao coordenador para sugerir dias e horários para o trabalho pedagógico coletivo (geral, por área e por série).&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;- Consolidação dos dados da escola&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;Faça uma tabela com os principais dados da escola - número de matrículas iniciais e finais e as taxas de aprovação, repetência e distorção idade-série (&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/esses-dados-valem-ouro-evasao-reprovacao-indicadores-avaliacao-515718.shtml"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;leia mais na reportagem sobre dados da escola&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;) -, os resultados de avaliações e planilhas de aprendizagens dos alunos.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;- Planejamento do tempo &lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Monte um cronograma da semana pedagógica baseado na quantidade de dias que a escola dispõe para o encontro.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;- Organização do espaço &lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Calcule quantos grupos de trabalho serão formados durante os encontros e combine com o pessoal da limpeza para que os espaços estejam limpos e organizados. Exponha as produções de alunos e professores em corredores e nas salas de aula para criar familiaridade e valorizar o trabalho realizado pelos alunos.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;- Previsão de alimentação&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;Como receber a equipe? Com um café da manhã de boas-vindas? Então é preciso contar com a presença das merendeiras no local e preparar um espaço para essa recepção. Se a equipe vai se reunir por alguns dias, planeje os momentos em que ocorrerão as pausas e o almoço e o que será servido. Peça que as merendeiras organizem o cardápio e façam as compras necessárias.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Evite!&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Não perca tempo com dinâmicas de grupo e leituras de texto de "motivação" - práticas que não levam à melhoria da aprendizagem. A maneira mais eficaz de estimular a equipe é garantir um bom ambiente de trabalho e compartilhar metas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-6318861814480541481?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Apresente propostas para as próximas reuniões e solicite sugestões. Explique que os encontros passarão a ser um fórum de análise sobre as condições que a escola e as aulas devem assegurar para favorecer a melhoria do desempenho dos alunos. Geralmente a coordenação desse trabalho fica a cargo da orientadora educacional. Quando não houver esse cargo, a tarefa pode ser assumida por outro profissional da equipe de gestão e compartilhada com os demais (no caso de escolas grandes), mas sempre sob a supervisão do diretor ou do vice.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;2ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Fichas para os professores &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Se a escola tem um mecanismo em que os professores entregam informações por aluno ao coordenador pedagógico, esse material pode ser usado para a preparação do pré-conselho - e aí não é necessário outra ficha. Caso ainda não exista esse sistema, peça aos educadores que mantenham uma folha com o nome de cada aluno e façam observações sobre avanços e dificuldades do último período, por disciplina. As fichas deverão ser entregues ao responsável uma semana antes da reunião do conselho para a organização dos dados por aluno.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;3ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Sensibilização dos estudantes &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Passe pelas salas de aula juntamente com o responsável pelo projeto para esclarecer aos estudantes a finalidade do conselho de classe. Diga a todos que eles começarão a participar também, respondendo perguntas sobre as aulas. Deixe claro que as informações servirão para melhorar o planejamento dos professores e da escola - o que vai ajudá-los a aprender mais e melhor. Aos mais novos, conte que eles terão a ajuda de estudantes de séries mais adiantadas no registro das respostas.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;4ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Questionários para os pais e alunos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Os questionários para pais e alunos devem ser elaborados com linguagem simples e questões objetivas. O dirigido para as crianças deve ser dividido em duas partes. Na primeira, inclua perguntas de autoavaliação, como: fez as lições de casa? Prestou atenção nas aulas? Participou das atividades? Na segunda, peça que elas apontem as aulas de que mais gostaram, as mais desafiadoras, as mais difíceis etc. Se possível, faça um pré-teste com um grupo para ver se as questões estão sendo bem compreendidas. Se preciso, reelabore-as. Faça também um questionário para os pais com temas que ajudem a equipe a perceber melhor como o aluno se relaciona com as questões da escola quando está fora dela. Você pode perguntar se o estudante faz as lições de casa, se recebe ajuda de algum familiar, se tem um horário e local específicos para estudar e se faz atividades extras. Também indague se os pais percebem que a criança ou o adolescente tem facilidade ou dificuldade com determinadas tarefas.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;5ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Coleta de dados &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Uma semana antes da reunião do conselho, escolha com os professores o melhor dia para que as crianças respondam o questionário - o que deve durar de 20 a 30 minutos. Para as classes do 1º e do 2º ano solicite a ajuda dos alunos mais velhos, que serão os escribas dos menores, para que as dificuldades de leitura e escrita não atrapalhem o resultado. Depois do preenchimento da ficha, reserve um tempo para que elas façam oralmente algumas observações e anote-as nas respectivas fichas. As informações dos pais podem ser colhidas durante uma reunião regular com eles, pedindo que respondam o documento ou por meio de entrevista feita por um membro da equipe gestora. Os que não comparecerem podem ser contatados posteriormente.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;6ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Leitura e consolidação dos dados &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;O responsável deve fazer dois tipos de levantamento. O primeiro, geral, vai reunir as respostas dos estudantes, destacando as aulas e as atividades mais citadas - as preferidas ou as mais difíceis. Vale lembrar que nem sempre o que os alunos mais gostam está relacionado à qualidade do ensino. Muitas vezes, eles se lembram dos momentos de mais interação com os colegas ou os que são menos exigidos. Isso deve ser analisado. O segundo é a sistematização por aluno, juntando os formulários preenchidos pelo professor, pelos pais e pela própria criança. Preste atenção em respostas como "não aprendi nada" e em citações parecidas feitas por vários professores a um mesmo aluno. Casos assim devem ser debatidos.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;6ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Organização dos índices da escola&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Cabe à direção fazer a sua parte, por meio do levantamento de dados sobre os dias letivos programados e os efetivamente realizados, a freqüência de alunos e professores e as avaliações dos bimestres anteriores de cada turma.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;7ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Aplicação dos resultados &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;No dia do conselho de classe, o responsável pela organização da reunião deve apresentar primeiro o panorama geral com as principais conclusões gerais, com quadros que mostrem os principais elementos a destacar. Depois, é preciso cruzá-los com as possíveis variáveis, que estarão na ficha do diretor, para colocar em discussão a real situação da escola e de cada aluno. O ideal é buscar soluções conjuntas para casos de estudantes com resultados abaixo do esperado, com o planejamento de atividades para que as aulas se tornem mais eficazes.&lt;br&gt;Avaliação&lt;br&gt;Discuta com a equipe as possibilidades de fazer mudanças significativas para melhorar as condições de ensino em decorrência dos dados recolhidos. Use-os também para aprimorar os próximos questionários e avalie se os formulários trazem os indicadores relevantes para repensar a organização da escola.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Consultoria:&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="mailto:novaescola@atleitor.com.br"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Ana Inoue&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 - Categoria Gestor&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:novaescola@atleitor.com.br"&gt;Maura Barbosa e Roberta Panico&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Consultoras do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária e de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="mostrar"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Publicado em NOVA ESCOLA GESTÃƒO ESCOLAR, Edição &lt;/font&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/indice-gestao/005.shtml"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;005&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;, DEZEMBRO 2009/JANEIRO 2010&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-1150642878697593792?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Apresente propostas para as próximas reuniões e solicite sugestões. Explique que os encontros passarão a ser um fórum de análise sobre as condições que a escola e as aulas devem assegurar para favorecer a melhoria do desempenho dos alunos. Geralmente a coordenação desse trabalho fica a cargo da orientadora educacional. Quando não houver esse cargo, a tarefa pode ser assumida por outro profissional da equipe de gestão e compartilhada com os demais (no caso de escolas grandes), mas sempre sob a supervisão do diretor ou do vice.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;2ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Fichas para os professores &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Se a escola tem um mecanismo em que os professores entregam informações por aluno ao coordenador pedagógico, esse material pode ser usado para a preparação do pré-conselho - e aí não é necessário outra ficha. Caso ainda não exista esse sistema, peça aos educadores que mantenham uma folha com o nome de cada aluno e façam observações sobre avanços e dificuldades do último período, por disciplina. As fichas deverão ser entregues ao responsável uma semana antes da reunião do conselho para a organização dos dados por aluno.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;3ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Sensibilização dos estudantes &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Passe pelas salas de aula juntamente com o responsável pelo projeto para esclarecer aos estudantes a finalidade do conselho de classe. Diga a todos que eles começarão a participar também, respondendo perguntas sobre as aulas. Deixe claro que as informações servirão para melhorar o planejamento dos professores e da escola - o que vai ajudá-los a aprender mais e melhor. Aos mais novos, conte que eles terão a ajuda de estudantes de séries mais adiantadas no registro das respostas.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;4ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Questionários para os pais e alunos&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Os questionários para pais e alunos devem ser elaborados com linguagem simples e questões objetivas. O dirigido para as crianças deve ser dividido em duas partes. Na primeira, inclua perguntas de autoavaliação, como: fez as lições de casa? Prestou atenção nas aulas? Participou das atividades? Na segunda, peça que elas apontem as aulas de que mais gostaram, as mais desafiadoras, as mais difíceis etc. Se possível, faça um pré-teste com um grupo para ver se as questões estão sendo bem compreendidas. Se preciso, reelabore-as. Faça também um questionário para os pais com temas que ajudem a equipe a perceber melhor como o aluno se relaciona com as questões da escola quando está fora dela. Você pode perguntar se o estudante faz as lições de casa, se recebe ajuda de algum familiar, se tem um horário e local específicos para estudar e se faz atividades extras. Também indague se os pais percebem que a criança ou o adolescente tem facilidade ou dificuldade com determinadas tarefas.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;5ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Coleta de dados &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Uma semana antes da reunião do conselho, escolha com os professores o melhor dia para que as crianças respondam o questionário - o que deve durar de 20 a 30 minutos. Para as classes do 1º e do 2º ano solicite a ajuda dos alunos mais velhos, que serão os escribas dos menores, para que as dificuldades de leitura e escrita não atrapalhem o resultado. Depois do preenchimento da ficha, reserve um tempo para que elas façam oralmente algumas observações e anote-as nas respectivas fichas. As informações dos pais podem ser colhidas durante uma reunião regular com eles, pedindo que respondam o documento ou por meio de entrevista feita por um membro da equipe gestora. Os que não comparecerem podem ser contatados posteriormente.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;6ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Leitura e consolidação dos dados &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;O responsável deve fazer dois tipos de levantamento. O primeiro, geral, vai reunir as respostas dos estudantes, destacando as aulas e as atividades mais citadas - as preferidas ou as mais difíceis. Vale lembrar que nem sempre o que os alunos mais gostam está relacionado à qualidade do ensino. Muitas vezes, eles se lembram dos momentos de mais interação com os colegas ou os que são menos exigidos. Isso deve ser analisado. O segundo é a sistematização por aluno, juntando os formulários preenchidos pelo professor, pelos pais e pela própria criança. Preste atenção em respostas como "não aprendi nada" e em citações parecidas feitas por vários professores a um mesmo aluno. Casos assim devem ser debatidos.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;6ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Organização dos índices da escola&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Cabe à direção fazer a sua parte, por meio do levantamento de dados sobre os dias letivos programados e os efetivamente realizados, a freqüência de alunos e professores e as avaliações dos bimestres anteriores de cada turma.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;7ª etapa&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Aplicação dos resultados &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;No dia do conselho de classe, o responsável pela organização da reunião deve apresentar primeiro o panorama geral com as principais conclusões gerais, com quadros que mostrem os principais elementos a destacar. Depois, é preciso cruzá-los com as possíveis variáveis, que estarão na ficha do diretor, para colocar em discussão a real situação da escola e de cada aluno. O ideal é buscar soluções conjuntas para casos de estudantes com resultados abaixo do esperado, com o planejamento de atividades para que as aulas se tornem mais eficazes.&lt;br&gt;Avaliação&lt;br&gt;Discuta com a equipe as possibilidades de fazer mudanças significativas para melhorar as condições de ensino em decorrência dos dados recolhidos. Use-os também para aprimorar os próximos questionários e avalie se os formulários trazem os indicadores relevantes para repensar a organização da escola.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Consultoria:&lt;/strong&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="mailto:novaescola@atleitor.com.br"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Ana Inoue&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 - Categoria Gestor&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:novaescola@atleitor.com.br"&gt;Maura Barbosa e Roberta Panico&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Consultoras do Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária e de NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a name="mostrar"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Publicado em NOVA ESCOLA GESTÃƒO ESCOLAR, Edição &lt;/font&gt;&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/indice-gestao/005.shtml"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;005&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;, DEZEMBRO 2009/JANEIRO 2010&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-663848839872420294?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nhO3MoY1xDqVNEdobuhogbtKcho/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nhO3MoY1xDqVNEdobuhogbtKcho/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nhO3MoY1xDqVNEdobuhogbtKcho/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nhO3MoY1xDqVNEdobuhogbtKcho/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/u2Uy314qWsI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/663848839872420294/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=663848839872420294" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/663848839872420294?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/663848839872420294?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/u2Uy314qWsI/projeto-institucional-conselho-de.html" title="Projeto Institucional: Conselho de classe." /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/projeto-institucional-conselho-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMNRnY9fyp7ImA9WhRUEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-4855974505926644907</id><published>2012-01-22T10:54:00.001-08:00</published><updated>2012-01-22T10:54:57.867-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T10:54:57.867-08:00</app:edited><title>6 pontos importantes sobre a primeira reunião com os pais.</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img alt="Recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pais. Ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Daniel Bueno" src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao/recepcao-pais.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;h4&gt;A recepção dos responsáveis pelos alunos deve ser bem planejada para marcar o início de uma parceria duradoura.&lt;/h4&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Começar o ano convidando os pais para conhecer a escola e o projeto político-pedagógico (PPP) é uma maneira interessante de se aproximar deles e estabelecer as bases para um bom relacionamento. Geralmente, a família faz a matrícula e não tem ideia de como é o espaço no qual o filho vai estudar nem conhece os professores - principalmente quando se trata de alunos recém-chegados. "O primeiro contato é importante para explicitar o pacto que deve existir entre as duas partes: a escola e a família", diz Maria Amália de Almeida Cunha, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).&lt;br&gt;O ideal é planejar vários encontros no primeiro mês letivo, convidando os familiares dos estudantes dos diversos segmentos, separadamente. Caso não seja possível, tente reservar salas diferentes para cada grupo. No dia da apresentação, os pais devem conhecer pelo menos um representante de cada equipe que trabalha na escola - gestora, docente e dos diversos funcionários. "É uma maneira de demonstrar que todos estão envolvidos no processo de ensino", afirma Matthieu Hebrard, professor de Ensino Fundamental do Liceu Pasteur, de São Paulo, e com experiência na gestão de escolas públicas francesas. A seguir, veja quais são os principais pontos para poder organizar uma recepção adequada aos pais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; Preparar a recepção&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;É importante que alguém da equipe educativa receba os pais na porta da escola ou na sala do encontro, dando-lhes as boas-vindas. Reserve espaços que sejam adequados ao número de convidados e solicite que os funcionários de apoio arrumem as cadeiras de forma que todos possam se ver - em círculo ou U. Solicite às merendeiras que disponibilizem água, café e chá. Evite o atraso - se houver, ele não pode ser superior a dez minutos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; Apresentar a equipe&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Um cartaz ou slide com o organograma ajuda a entender o funcionamento da escola. Apresente-o junto com os professores, o coordenador e os funcionários, identificando a função de cada um e a importância deles para que a rotina seja mantida, e a aprendizagem, concretizada.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; Incentivar a participação &lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Diretor e coordenador pedagógico devem, juntos, apresentar as linhas gerais do PPP para que os pais conheçam o propósito educativo e as regras de convivência estipuladas. Dê ênfase aos horários da entrada, da saída e dos intervalos (para que não aconteçam atrasos no início das aulas) e do funcionamento da secretaria escolar (a fim de que todos sejam recepcionados quando precisarem falar com algum gestor ou esclarecer alguma dúvida). Aproveite para informar as datas das reuniões de pais do primeiro semestre e faça os ajustes juntamente com eles, pedindo sugestões de horários viáveis para que a maioria possa participar. Não deixe de falar sobre os momentos que a escola planeja para incentivar a vida comunitária - e que os pais são sempre convidados a estar presentes, como a festa junina e os eventos que marcam a finalização de projetos institucionais e de trabalhos didáticos. Com todas essas informações, fica mais fácil fazer com que a família se interesse pela vida escolar dos filhos. Mostre ainda como eles podem ajudar as crianças no cuidado com os materiais e na realização das lições de casa. O interesse pelos conteúdos que estão sendo ensinados e o acompanhamento dos cadernos também são maneiras de a família participar. Reserve um tempo para que os pais façam perguntas.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; Compartilhar os dados&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Informe quantas turmas a escola têm em cada série, bem como o número de professores de cada ano e disciplina. É importante que os pais saibam qual é a média de alunos por sala, pois isso ajuda a perceber a atenção que será dispensada aos estudantes. Vale também explicar a maneira como a escola avalia a aprendizagem dos alunos e a periodicidade em que elas ocorrem. Esse pode ser o gancho, inclusive, para falar sobre como a escola está nas avaliações externas realizadas pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Secretaria de Educação, quando for o caso. Com os dados sobre a aprendizagem expostos, é hora de contar aos pais o que a escola possui em termos de equipamentos - como biblioteca, sala de informática, laboratórios, quadra esportiva, salas de apoio etc. -, com que frequência são usados e com que propósitos. Interessante também expor os projetos extracurriculares - capoeira, dança, feira de ciências, teatro, língua estrangeira e xadrez, entre outros. Deixe um tempo para que todos possam fazer perguntas e tirar dúvidas.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; Visitar os ambientes&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O reconhecimento do espaço físico pode ser feito de várias maneiras: com um painel de fotos ou com vídeos que mostrem alunos dos anos anteriores estudando, se alimentando, brincando e apresentando trabalhos. E, claro, com uma visita em grupos aos diversos ambientes escolares - inclusive os banheiros, pois eles revelam a preocupação com a higiene e a saúde das crianças e dos jovens.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt; Organizar o tempo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Exposições longas geralmente levam à perda do interesse e da atenção do público. O recomendável é que esse primeiro encontro não exceda uma hora. "Para tornar essa reunião mais dinâmica, é possível intercalar uma fala expositiva do gestor com momentos em que os pais sejam convidados a participar", sugere Matthieu Hebrard.&lt;/font&gt; &lt;p&gt;fonte:&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/6-pontos-importantes-primeira-reuniao-pais-665050.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/6-pontos-importantes-primeira-reuniao-pais-665050.shtml&lt;/a&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-4855974505926644907?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yQfF3dE-oRY1-NUMBqSY8J8LlQc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yQfF3dE-oRY1-NUMBqSY8J8LlQc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yQfF3dE-oRY1-NUMBqSY8J8LlQc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yQfF3dE-oRY1-NUMBqSY8J8LlQc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/s92nIKoSKo0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/4855974505926644907/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=4855974505926644907" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/4855974505926644907?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/4855974505926644907?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/s92nIKoSKo0/6-pontos-importantes-sobre-primeira.html" title="6 pontos importantes sobre a primeira reunião com os pais." /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/6-pontos-importantes-sobre-primeira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UEQHsyfip7ImA9WhRUEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-8882780988028994687</id><published>2012-01-22T07:13:00.001-08:00</published><updated>2012-01-22T07:13:21.596-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T07:13:21.596-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img alt="Delia Lerner. Foto: Magdalena Gutierrez" src="http://revistaescola.abril.com.br/img/gestao/artigos-delia-lerner.jpg"&gt;&lt;strong&gt;A autora&lt;/strong&gt; Professora de Didática da Universidade de Buenos Aires (UBA), na Argentina, é coordenadora da equipe de Língua da Direção Curricular da Secretaria de Educação da Cidade de Buenos Aires.&lt;strong&gt;Área de estudo&lt;/strong&gt; Didática da leitura e da escrita. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;em&gt;"Minha intenção é mostrar que a tarefa do ensinante, que é também aprendiz, sendo prazerosa, é igualmente exigente. Exigente de seriedade, de preparo científico, emocional, afetivo. É uma tarefa que requer de quem com ela se compromete um gosto especial de querer bem não só aos outros, mas ao próprio processo que ela implica. É impossível ensinar sem (...) a valentia dos que insistem mil vezes antes de uma desistência. (...) É preciso ousar para dizer, cientificamente e não bla-bla-blantemente, que estudamos, aprendemos, ensinamos, conhecemos com o nosso corpo inteiro. Com os sentimentos, com as emoções, com os desejos, com os medos, com as dúvidas, com a paixão e também com a razão crítica. (...) É preciso ousar para permanecer ensinando por longo tempo nas condições que conhecemos, mal pagos, desrespeitados e resistindo ao risco de cair vencidos pelo cinismo. É preciso ousar, para dizer não à burocratização da mente a que nos expomos diariamente (...)".&lt;/em&gt; Paulo Freire (1921-1997)&lt;br&gt;A ssumir a responsabilidade pelo ensino é uma ousadia. Ensinar é uma tarefa complexa e muitas vezes feita de modo solitário. Com base no estudo das didáticas específicas, diferentes pesquisadores (Robert, 2004; Goigoux, 2007) mostram a necessidade de entender a atividade docente como um trabalho e de reconhecer que nele há múltiplas demandas que se entrecruzam. Por um lado, o ato de ensinar supõe um compromisso com a formação e com a atividade intelectual de outros seres humanos, o que requer o estabelecimento de vínculos entre os objetivos do ensino e as finalidades essenciais da Educação. Por outro lado, a lógica do ensino e a da gestão da aula podem entrar em conflito: as decisões dos professores muitas vezes resultam da tensão entre o objetivo de promover a aprendizagem e outros objetivos relevantes para a atividade diária: preservar o afeto de seus alunos, manter a paz na sala, conservar sua motivação, economizar forças...&lt;br&gt;Ensinar implica não só transmitir conhecimentos e práticas sociais. É também criar condições para que os estudantes se apropriem do projeto do aprendizado e para que se posicionem como produtores do conhecimento. Ensinar exige "conduzir a trajetória intelectual da classe como um todo, sem perder de vista o caminho de cada sujeito singular" (Goigoux, 2007). Como a aprendizagem não é um verdadeiro reflexo do ensino, como cada um se aproxima dos novos conteúdos com base em seus conhecimentos prévios, espera-se que na classe coexistam trajetórias pessoais muito diferentes. Ensinar na diversidade e garantir que todos os alunos aprendam é talvez o maior desafio que os professores enfrentam.&lt;br&gt;Apesar de sua indubitável complexidade, o ensino, em geral, é concebido como uma atividade solitária. Embora existam experiências em que dois professores dividem o trabalho, o seu alcance ainda é limitado. Também é limitado (quando existe) o tempo no horário escolar para que os educadores se reúnam a fim de planejar ou analisar a prática, discutir e estudar.&lt;br&gt;Intensificar o trabalho compartilhado entre os colegas dentro e fora da sala de aula parece ser uma condição essencial para que todas as crianças possam se apropriar dos conhecimentos e das práticas que a escola tem a responsabilidade de comunicar&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;.&lt;br&gt;Relendo os registros de pesquisas didáticas em leitura e escrita, advertimos que a presença de um participante-observador na classe, que intervém no trabalho, contribui para a aprendizagem, particularmente de quem precisa de mais apoio para avançar. Resultados de pesquisas sobre a leitura para aprender (Aisenberg, 2005; Aisenberg, B., Lerner, D. e outros, 2009; Benchimol e outros, 2008, Espinoza e outros, 2009; Torres, 2008)&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; mostram que os textos sobre História e Ciências Naturais levantam problemas cuja resolução exige uma intensa colaboração do professor. Em alguns casos, ela pode ser dada ao trabalhar com o grupo todo ou também acompanhando a discussão em cada subgrupo. E em outros é necessária uma intervenção maior do docente, no trabalho em pequenos grupos, para que todos possam entender o texto que estão lendo. É nesse último caso que seria fundamental haver dois professores na sala de aula.&lt;br&gt;Enquanto o estado atual de nossos conhecimentos não é suficiente para especificar as características das situações de leitura que requerem um apoio maior, é evidente que essa intervenção é particularmente importante quando o conteúdo e os textos trabalhados representam um desafio conceitual para a turma e também quando a situação consiste em uma ruptura com as práticas didáticas usuais na escola.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;fonte:www.&lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/delia-lerner-trabalho-compartilhado-docentes-646238.shtml"&gt;http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/delia-lerner-trabalho-compartilhado-docentes-646238.shtml&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-8882780988028994687?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/854f0OJZbmDXukk2yKUdBZMgxqs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/854f0OJZbmDXukk2yKUdBZMgxqs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/854f0OJZbmDXukk2yKUdBZMgxqs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/854f0OJZbmDXukk2yKUdBZMgxqs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/ACcHEBqEQl0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/8882780988028994687/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=8882780988028994687" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/8882780988028994687?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/8882780988028994687?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/ACcHEBqEQl0/autora-professora-de-didatica-da.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/autora-professora-de-didatica-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAFSHg-cCp7ImA9WhRUEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-1506648451599466114</id><published>2012-01-20T17:51:00.001-08:00</published><updated>2012-01-20T17:51:59.658-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T17:51:59.658-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;h6&gt;A Importância Dos Contos De Fadas Na Alfabetização&lt;/h6&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.pedagogiaaopedaletra.com/wp-content/uploads/2011/02/contos-de-fadas.gif"&gt;&lt;img title="contos-de-fadas" alt="contos de fadas 300x249 A Import&amp;acirc;ncia Dos Contos De Fadas Na Alfabetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o" src="http://www.pedagogiaaopedaletra.com/wp-content/uploads/2011/02/contos-de-fadas-300x249.gif" width="300" height="249"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Introdução&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O presente trabalho pretende fazer um estudo a respeito da importância dos contos de fadas na alfabetização, aguçando o imaginário das crianças, além de despertar o gosto pela apreciação da leitura desse tipo de texto. Levar- se-á o leitor a fazer uma viagem maravilhosa pelos caminhos do imaginário, considerando e mostrando toda a importância que tal recurso proporciona satisfatoriamente na formação pré-escolar e na fase de aquisição da leitura e escrita.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Baseado na pesquisa bibliográfica, o artigo mostrará as origens dos contos de fadas, sua repercussão na literatura infantil, tanto no Brasil como em outros países. Revelar-se-á todas as situações que ocorrem fora do nosso entendimento presente nos contos, suas principais lições e utilizações.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Será feita também uma explanação profunda a respeito do que venha a ser um conto de fadas e sua importante simbologia. Constatará nas páginas seguintes, uma análise das obras “O Corcunda de Notre Dame” e “O Patinho Feio”, com a finalidade de se observar o sentido subtendido fora das entrelinhas destas histórias.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Em suma, mostrar-se-á, que além de encantar as crianças, os contos de fadas são historicamente utilizados e de grande relevância na alfabetização.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;/font&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O que é um conto de fadas?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Sabe-se como é importante para a formação de qualquer criança ouvir histórias. Escutá-las é o início da aprendizagem para ser um bom leitor, tendo um caminho absolutamente infinito de descobertas e de compreensão do mundo. É poder sorrir, gargalhar com situações vividas pelos personagens e com a idéia dos contos, então, a criança pode ser um pouco participante desse momento de humor, de brincadeira e aprendizado.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Os contos também conseguem deixar fluir o imaginário e levar a criança a ter curiosidade, que logo é respondida no decorrer dos contos. É uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivem e atravessam, de um jeito ou de outro, através dos problemas que vão sendo defrontados, enfrentados (ou não), resolvidos (ou não) pelos personagens de cada história. Essa é a importância dos contos, mas o que venha a ser um conto de fadas? De acordo com Vera Teixeira de Aguiar:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;“Os contos de fadas mantêm uma estrutura fixa. Partem de um problema vinculado à realidade (como estado de penúria, carência afetiva, conflito entre mãe e filhos), que desequilibra a tranqüilidade inicial. O desenvolvimento uma busca de soluções, no plano da fantasia, com a introdução de elementos mágicos. A restauração da ordem acontece no desfecho da narrativa, quando há uma volta ao real. Valendo-se desta estrutura, os autores, de um lado, demonstram que aceitam o potencial imaginativo infantil e, de outro, transmitir à criança a idéia de que ela não pode viver indefinidamente no mundo da fantasia, sendo necessário assumir o real, no momento certo”. AGUIAR, Vera Teixeira de. Era uma vez (contos de Grimm). Porto Alegre, Kuarup.1990.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Vera resume, em sua concepção, sobre o conto de fadas que as crianças se utilizam deles para conseguir lidar com problemas reais, enfrentando-os com a coragem de um adulto e com a inocência de uma criança.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Já Nelly Novaes Coelho diz, que os contos de fadas são narrativas que giram em tomo de uma problemática espiritual, ética e existencial, 1igada à realização interior do indíviduo, basicamente por intermédio do amor. Daí se explica suas aventuras terem como motivo central o encontro, a união do cavaleiro com a amada (princesa ou plebéia), após vencer grandes obstáculos proporcionados pela maldade de alguém.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Plenos de significados, com estrutura simples, histórias claras e personagens bem definidos em suas características pessoais, os contos de fadas atingem a mente das crianças, entretendo-as e estimulando sua imaginação, como nenhum outro tipo de literatura talvez seja capaz de fazer, assim contribui para a formação e até para a transformação da personalidade desses pequenos leitores.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Sugerindo soluções simples, os contos, já que, referem-se aos problemas interiores, promovem o desenvolvimento de recursos internos e criam soluções para tais dificuldades a serem enfrentadas no decorrer do seu crescimento. É o que afirma Bruno Bettelheim:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;“Enquanto diverte a criança, o conto de fadas a esclarece sobre si mesma, e favorece o desenvolvimento de sua personalidade. Oferece significado em tantos níveis diferentes, e enriquece a existência da criança de tantos modos que nenhum livro pode fazer justiça à multidão e diversidade de contribuições que esses contos dão à vida da criança”. (BETTELHEIM, 2004, p-20).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Bruno apenas diz que, num conto de fadas, os processos internos são externalizados e tomam-se compreensíveis enquanto representados pejas figuras da história e seus incidentes.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Assim, a suprema importância dos contos de fadas para as crianças em crescimento, reside em algo mais do que ensinamentos sobre as formas corretas de se comportar, eles são terapêuticos, porque o paciente encontra sua própria solução através da contemplação do que a “estória” parece implicar acerca de seus conflitos internos neste momento da vida. Tomando característica marcante dessa área, o poder de lidar com conteúdos da sabedoria popular e conteúdos essenciais da condição humana, por isso, eles vivem até hoje e continuam envolvidos no mundo maravilhoso, universo que detona a fantasia, partindo sempre de uma situação real e concreta, sempre lidando com emoções que qualquer criança já viveu.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As Origens dos Contos de Fadas&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Desde os primórdios, a literatura infantil surge como uma forma literária menor, apenas expressando um ato de linguagem ou representação simbólica de alguns fatos, os quais, nem sempre eram reais. Como se sabe, a literatura infantil contém em seu abrangente conteúdo vários tipos de textos representativos como é o caso das fábulas, o apólogo, a lenda, o conto maravilhoso, os contos de fadas e etc. Então, vista a necessidade de escolher diante de tanta oferta em literatura a mais criativa e eficaz na alfabetização, a indicada vem a ser os contos de fadas, os quais, tratam de problemas humanos universais como, por exemplo, a solidão e a necessidade de enfrentar a vida por si só, mas de uma maneira simbólica.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Em sua origem, os contos de fadas nada mais eram do que relatos de fatos da vida dos camponeses, recheados de conflitos, aventuras e pornografias sendo assim, pouco indicado a ser contado para as crianças. Esses relatos apenas serviam como entretenimento; anos mais tarde com a descoberta das fadas, que eram idealização de uma mulher perfeita, linda e poderosa, a qual era dotada com poderes sobrenaturais, vê-se a necessidade de utjJjzar tais estórias alienadas também à educação, já que as crianças gostavam muito desses contos e a fantasia inserida neles, estava ajudando a formar a personalidade dessas pequenas pessoas.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O reconhecimento da edição dos conto de fadas, como conhecemos hoje, surge na França no fim do século XVII sob iniciativa de Charles Perrault (1628 – ] 703). Ao contrário do que se possa ser pensado, Perrault não criou as narrativas de seus contos, mas as editou para que estas se adequassem à audiência da corte do rei Luiz XIV (J 638 – I 71 5). Foram às narrativas folclóricas contadas pelos camponeses, governantas e serventes que forneceram a matéria – prima para estes contos. Apesar do distanciamento da camada popular e do desprezo pela sua cultura, a classe nobre só conhecia tais narrativas devido ao inevitável contato por meio do comércio ou pelas presenças das governantas e outros serviçais em suas residências. Após coletar tais narrativas, Charles Perrault eliminou o quanto pôde as passagens obscenas ou repugnantes que continham incesto, canibalismo e sexo grupal para manter o seu apelo literário junto aos salões letrados parisienses.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Já no Brasil, a adaptação do modelo europeu que chegava, abrangia todo tipo de 1iteratura até então usada, sendo assim também apropriada para o projeto educativo e ideológico que via no texto infantil (principalmente os contos de fadas) e na escola aliados indispensáveis para formação de cidadãos. Essa formação, que utilizava tais textos aconselhavam em suas páginas principalmente o patriotismo, o amor e respeito à &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.pedagogiaaopedaletra.com/posts/familia/"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;família&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt; e aos mais velhos, a dedicação aos mestres e à escola, a piedade pelos pobres e fracos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Neste clima de valorização da instrução e da escola, simultaneamente a uma produção literária variada, inicia-se um período de preocupação generalizada, devido à carência de material adequado à leitura para crianças brasileiras, já que, apenas era o começo da utilização dos contos, e histórias na escola, é o que documenta Silvio Romero, reclamando a precariedade das condições em sua alfabetização:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;“Ainda alcancei o tempo em que nas aulas de primeiras letras aprendia-se a ler em velhos autos, velhas sentenças fornecidas pelos cartórios dos escrivães forenses. Histórias detestáveis e enfadonhas em suas impertinentes banalidades eram-nos administradas nestes poeirentes cartapácios. Eram como clavas a nos esmager o senso estético, a embrutecer o raciocínio e a estragar o caráter.”&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;ROMERO, Silvio. Rio de Janeiro, Lalmmert, 1885.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Nestas lamentações de ausências de material de leitura e de livros para infância brasileira, fica clara a concepção, bastante comum na época, da importância do hábito de ler para a formação do cidadão, formação que, a curto, médio e longo prazo, era o papel que se esperava do sistema escolar e da então utilização dos contos e histórias infantis.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A partir daí, dentro desse espírito de mudanças surgiram vários programas de nacionalização, os quais aderem à temática urbana, tendo crianças como personagens centrais que, através de variadas situações e aventuras íam desenvolvendo o sentimento de família, noções de obediência, prática das virtudes civis, sendo formadas crianças moldadas e pouco críticas, cuja presença nos livros parece cumprir a função de contagiar todos com iguais virtudes e sentimentos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Teve grande destaque em regenerar esse conceito de molde para as crianças, Olavo Bilac ou Tales de Andrade na literatura infantil, fazendo a inversão de valores ideológicos, com isso assume um compromisso com a modernidade centralizando sua preocupação em valores menos tradicionais e mais liberais.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Simbologia&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Uma obra é clássica e referência em qualquer época quando desperta as principais emoções humanas. O que os pequenos mais temem na infância é a separação dos pais; e esse drama existencial aparece logo no começo de muitas histórias consideradas referências na literatura. Para Bettelheim, a agressividade e o descontentamento com irmãos, mães e pais são vivenciados na fantasia dos contos: o medo da rejeição é trabalhando em João e Maria, a rivalidade entre irmãos em Cinderela e a separação entre as crianças e os pais em Rapunzel e O Patinho Feio.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A leitura dos contos de fadas no passado tinha mais um propósito muito claro: apontar padrões sociais para as crianças. O objetivo das moças ingênuas era encontrar um príncipe, como mostrado em A Bela Adormecida e Cinderela. Em A Polegarzinha, de Andersen, a recompensa final da protagonista, Dedolina, também era o casamento. Já as garotas desobedientes, como&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.pedagogiaaopedaletra.com/posts/chapeuzinho-vermelho/"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Chapeuzinho Vermelho&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;, deparavam-se com situações dramáticas, como enfrentar o Lobo Mau. Essa história tinha forte caráter moral na sociedade rural do século XII: camponesas não deviam andar sozinhas. “Isso mostra como os contos serviam. para instruir mais que divertir”, afirma Mariúza.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Histórias de reis e rainhas e de moçoilas à espera de um príncipe fazem sentido ainda hoje. “Os contos são patrimônio da humanidade. Eles foram escritos em outra época e a criança consegue compreender isso. Clássicos são clássicos porque se perpetuam, e as obras infantis devem ser respeitadas como a literatura para adultos”, diz Kátia Canton. Ela explica, no entanto, que as histórias mudam de acordo com a cultura e a época. Canibalismo e incesto, por exemplo, foram retirados de contos antigos. Na versão original de Chapeuzinho Vermelho, o lobo devora a Vovó e a própria Chapeuzinho Vermelho, e o Caçador não existem.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Especialistas afirmam que a tendência de retirar o mal, o medo e o castigo das narrativas é forte atualmente. “As mudanças de enredo apaziguam as emoções que precisam ser vividas. Não é saudável evitar que as crianças enfrentem os conflitos”, lembra Kátia. Assim, é possível usar e abusar de filmes que recontam A Bela e a Fera e O Patinho Feio, por exemplo, mas é preciso apresentar primeiro as obras que mais se aproximam dos originais.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O Maravilhoso sempre foi e continua sendo um dos elementos mais importantes na literatura destinada às crianças. Através do prazer ou das emoções que as estórias lhes proporcionam, o simbolismo que está implícito nas tramas e personagens via agir em seu inconsciente, atuando pouco a pouco para ajudar a resolver os conflitos interiores normais nessa fase da vida, conseqüentemente, surge à necessidade da criança defender sua vontade e sua independência em relação ao poder dos pais ou à rivalidade com os irmãos ou amigos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;É nesse sentido que a Literatura infantil e, principalmente, os contos de fadas podem ser decisivos para a formação da criança em relação a si mesma e ao mundo à sua volta. O maniqueísmo que divide as personagens em boas e más, belas e feias, poderosas ou fracas, etc., facilita a criança à compreensão de certos valores básico da conduta humana ou convívio social. Tal dicotomia se transmitida através de uma linguagem simbólica, e durante a infância, não será prejudicial à formação de sua consciência ética. O que as crianças encontram nos contos de fadas são, na verdade, categorias de valor que são perenes. O que muda é apenas o conteúdo rotulado de “bom” ou “mau”, “certo” ou “errado”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Lembra a &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.pedagogiaaopedaletra.com/posts/psicanalise/"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Psicanálise&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;, que a criança é levada a se identificar com o herói bom e belo, não devido à sua bondade ou beleza, mas por sentir nele a própria personificação de seus problemas infantis: seu inconsciente desejo de bondade e beleza e, principalmente, sua necessidade de segurança e proteção. Pode assim superar o medo que a inibe e enfrentar os perigos e ameaças que sente à sua volta, podendo alcançar gradativamente o equilíbrio adulto.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Logo, a área do Maravilhoso dos contos de fadas tem linguagem metafórica que se comunica facilmente com o pensamento mágico, natural das crianças, bem explica Vera Teixeira de Aguiar:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;“Os contos de fadas mantêm uma estrutura fixa. Partem de um problema vinculado à realidade (como estado de penúria, carência afetiva, conflito entre mãe e filho), que desequilibra a tranqüilidade inicial. O desenvolvimento é uma busca de soluções, no plano da fantasia, com a introduçao de elementos mágicos (fadas, bruxas, anões, duendes, gigantes etc.). A restauraçao da ordem acontece no desfecho da narrativa, quando há uma volta ao real. Valendo-se desta estrutura, os autores, de um lado, demonstram que aceitam o potencial imaginativo infantil e, de outro, transmitem à criança a idéia de que ela não pode viver indefinidamente no mundo da fantasia, sendo necessário assumir o real, no momento certo. (Apud FANNY, 1994, p. 120 )&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Assim, explícita e implicitamente a simbologia retida dentro dos contos de fadas procede de maneira consoante, ao caminho pejo qual uma criança pensa e experimenta, podendo servir como consolo ou simbolizar um mundo apresentado igualmente de acordo com o seu.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A criança na fase pré-escolar e a importância dos contos de fadas.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Durante os primeiros anos de vida da criança, são construídos e desenvolvidos maneiras particulares de ser e esquemas de relações com o mundo e com as pessoas. Elas vão construindo suas matrizes de relações a partir de sua interação com o meio: o seu comportamento emocional, individualização do próprio corpo, formação da consciência de si, são processos paralelos e complementares do desenvolvimento da criança (em seus primeiros anos) e é nesta fase que prevalecem os critérios afetivos sobre os lógicos e objetivos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;De acordo com Piaget, as crianças adquirem valores morais não só por internalizá-los ou observá-los de fora, mas por construí-los interiormente através da interação com o meio ambiente. Nesta fase, ouvir histórias (principalmente os contos), entre outras atividades, é possibilidade real de desenvolvimento e aprendizagem.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Os contos de fadas exercem um grande fascínio nas crianças, são caminhos de descoberta e compreensão do mundo. Segundo Bettelheim dentro do texto: “O conto de fadas procede de uma maneira consoante ao caminho pelo qual uma criança pensa e experimenta o mundo; por esta razão os contos de fadas são tão convincentes para elas”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Bettelheim ainda assinala que as crianças, através da utilização dos contos, aprendem sobre problemas interiores dos seres humanos e sobre suas soluções e também é através deles que a herança cultural é comunicada às crianças, tendo uma grande contribuição para sua educação moral.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Já Aguiar, coloca que os contos infantis:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;“É uma possibilidade de descobrir o mundo imenso dos conflitos, das dificuldades, dos impasses, das soluções, que todos atravessamos e vivemos, de um jeito ou de outro, através de problemas que vão sendo defrontados, enfrentados (ou não), resolvidos (ou não) pelos personagens de cada história (cada um a seu modo…). E assim consegue esclarecer melhor os nossos problemas ou encontrar um caminho possível para a resolução deles…”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A partir destas constatações, da importância dos contos de fadas, na fase da pré-escola, analisar-se-á duas histórias próprias para esta fase “O Patinho Feio” e “O Corcunda de Notre Dame”, procurando verificar que atitudes estão sendo construídas ou perpetuadas, com vistas aos preconceitos e estereótipos em relação às pessoas com deficiência que estas histórias podem passar às crianças.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Análise crítica das historias: O patinho Feio e o Corcunda de Notre Dame.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Na história “O patinho feio” pode-se perceber um retrospecto dos diferentes momentos históricos do preconceito em relação à pessoa com deficiência. O patinho por ter nascido diferente do resto da ninhada, é excluído, pois está fora da categorização esperada, não possuindo os atributos comuns e naturais dos membros de sua categoria e, por este motivo, é rejeitado e abandonado.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Continuando a história, aparecem atitudes de caridade e assistencialismo em relação ao Patinho Feio, quando ele é recolhido e alimentado por compaixão, atitudes típicas da Idade Média, época em que não havia o intuito de integração do deficiente, mas apenas de propiciar cuidados e assistência por benevolência, sendo o diferente visto como vítima, digno de piedade.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Para dar um final feliz à história, o patinho feio “se descobre” um cisne e encontra sua verdadeira família, o que deixa claro que a única possibilidade encontrada para um final feliz não foi a aceitação e inserção do diferente, mas sim a normalização. Só como cisne e pertencente a uma outra categoria pôde ser aceito.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Sabe-se que à sociedade dita suas normas e o preço que a pessoa portadora de deficiência paga nesse mundo chamado “moderno”, é o de normalizar-se. Ou seja, aproximar-se do pré-estabelecido, do normal, da perfeição, do saudável, do conhecido. Só é possível à integração quando as diferenças são neutralizadas ao máximo, e o indivíduo se aproxima do usual, das normas aceitas pela sociedade.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A história de O Corcunda de Notre Dame traz uma amostra fidedigna de toda repulsa, preconceito e estigmatização em relação ao deficiente físico. Quasímodo (o Corcunda), por apresentar uma deformidade física não se enquadra nos padrões considerados comuns e normais para o grupo, é estigmatizado, não sendo considerado uma pessoa comum, sendo visto com menos valia e digno de pena.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Historicamente, o estigma em relação à deformidade física aparece em citações na Bíblia, em Platão, Aristóteles e outros. Em decorrência dele, vê-se as atitudes de preconceito a partir das significações afetivas, emocionais, intelectuais e sociais que o grupo atribui à determinada deficiência. Na história em questão, estas atitudes são traduzi das pelo abandono e segregação. Vê-se ainda na história atitudes de ridicularização da pessoa com deficiência, quando Quasimodo é colocado como bobo da corte, sendo exposto e humilhado.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Nesta história, a deformação e a desfiguração do personagem não permitiram um final feliz e só com a morte do Corcunda foi possível um final dentro das normas aceitáveis, sendo transformado então em mito.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Assim, contar histórias a uma criança tem que se tornar uma atividade bastante corriqueira, nas mais diversas culturas do mundo e em várias situações tanto no âmbito familiar como no escolar. Pois a cada dia essa prática vem se reproduzindo através dos tempos de maneira quase intuitiva, contudo, alguns estudos já demonstraram o importante papel que os contos de fadas desempenham nos processos de aquisição e desenvolvimento da linguagem humana.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Sobre a aquisição da leitura e da escrita: algumas reflexões e proposições&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Muito se tem pesquisado e discutido em diversas áreas do conhecimento sobre o que acontece durante a aquisição e o desenvolvimento da linguagem no ser humano. Os processos envolvidos nesse percurso têm sido observados de diversos pontos de vista, e as discussões a respeito se multiplicam.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Os contos são utilizados geralmente pelos adultos interlocutores como forma de entretenimento ou distração; já que, pelo senso comum, freqüentemente a criança sempre demonstra um interesse especial por elas, seja qual for a classe social à qual pertença. Em se tratando da aquisição da leitura e da escrita, os contos podem oferecer muito mais do que o universo ficcional que demonstram e a importância cultural que carregam como transmissoras de valores sociais.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Por isso, existe uma acentuada diferença entre as histórias contadas e as histórias lidas para uma criança, já que, a linguagem se reveste de qualidade estética quando escrita, e essa diferença já pode ser percebida por ela. Pois ao ouvir histórias, a criança vai construindo seu conhecimento de linguagem escrita, que não se limita ao conhecimento das marcas gráficas a produzir ou a interpretar, mas envolve gênero, estrutura textual, funções, formas e recursos lingüísticos. Logo, ouvindo os contos, a criança aprende pela experiência a satisfação que uma&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;história provoca; aprende a estrutura da história, passando a ter consideração pela unidade e seqüência do texto.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Mesmo assim, para que os contos de fadas consigam prender a atenção das crianças o é necessário entretê-las e despertar nelas a curiosidade com isso, enriquecerá sua vida e estimulará sua imaginação ajudando no seu desenvolvimento intelectual proporcionando assim, mais clareza em seu mundo afetivo, auxiliando-a a reconhecer mesmo de forma inconsciente, alguns de seus problemas e oferecendo-lhe perspectivas de soluções, mesmo provisórias.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Muito mais do que um adulto, a criança vive ás experiências do tempo presente, e possui apenas vagas noções do futuro, portanto, suas ansiedades frente a eventuais problemas e angústias do cotidiano são supostamente profundas e é justamente no enriquecimento de seus recursos internos para enfrentá-las que os contos de fadas também os beneficiam, explica Bettelheim:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;“É exatamente a mensagem que os contos de fadas transmitem à criança de forma múltipla: que uma luta contra dificuldades graves na vida é inevitável, é parte intrlnseca da existência humana, mas que, se a pessoa não se intimida, mas se defronta de modo firme com as opressões inesperadas e muitas vezes injustas, fogo, ela dominará todos os obstáculos, e ao fim emergirá vitoriosa”.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;(BETTELHEIM, Bruno. A Psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2004.).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Já Vygotsky, entre outros estudiosos do assunto, buscando compreender a origem e o desenvolvimento dos processos psicológicos do indivíduo (abordagem genética), postula um enfoque sociointeracionista para a questão, no qual um organismo não se desenvolve plenamente sem o suporte de outros de sua espécie, o que afirma que todo conhecimento se constrói socialmente. Durante todo o percurso do desenvolvimento das funções psicológicas, culturalmente organizadas, é justamente esse aspecto cultural, social, de interação com o outro que a contagem dos contos oferece, que desperta processos internos desse desenvolvimento.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;É o contato ativo do indivíduo com o meio, intermediado sempre pelos que o cercam, que faz com que o conhecimento se construa. Especialmente em se tratando da linguagem, o indivíduo tem papel&lt;/font&gt; constitutivo e construtivo nesse processo (ele não é passivo: percebe, assimila, formula hipóteses, experimenta-as, e em seguida reelabora-as, interagindo com o meio).O que lhe proporciona, portanto, modos de perceber e organizar o real é justamente o grupo social (a interação que ela faz com esse grupo). É este que determina um sistema simbólico-lingüístico permeador desses modos de representação da realidade inseri da nos contos. Ainda segundo o autor, o pensamento e a linguagem estão intimamente relacionados na medida em que o pensamento surge pelas palavras. &lt;p&gt;A significação é a força motriz para essa relação: não é o conteúdo de uma palavra que se modifica, mas a maneira pela qual a realidade é generalizada e refletida nela. E são exatamente essas construções de significados que a criança vai desenvolvendo internamente (como uma linguagem interna, seu modelo de produção do pensamento) que partem da fala socializada, da fala dos outros que a cercam. &lt;p&gt;A criança passa, então, a conviver com esses dois tipos de correspondência entre a grafia e o som, adentrando assim no nível silábico-alfabético. E começa também a experimentar um conflito, já que é capaz agora de perceber que existe uma representação gráfica correspondente a cada som (percebe a relação entre grafema e fonema). Ela vai reformulando sua hipótese anterior, silábica, que lhe parece insuficiente, e vai alternando sua produção entre essa e a alfabética propriamente dita. &lt;p&gt;Com suas tentativas e reformulações das histórias contadas e lidas (no caso os contos), ela evolui para o nível alfabético, que se estabelece mais firmemente sobre sua percepção da relação entre a grafia e o som. Ela já consegue aceitar que a sílaba é composta de letras que devem ser representadas distintamente, e se toma capaz de perceber outras características da comunicação gráfica, tais como as diferenças entre letras, sílabas, palavras e frases, ainda que ela falhe nessas representações. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Considerações Finais.&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;Vê-se que não há a necessidade de esperar pela alfabetização formal para que as crianças se envolvam com a leitura dos contos infantis. Tem-se que associá-la à alfabetização, para se obter melhores resultados na formação escolar e na preparação da criança para a vida real. Só assim, a criança conhecerá a realidade mundana sem toda obscuridade nela presente. &lt;p&gt;Entretanto, para que elas se tomem efetivamente leitoras e autoras dos próprios textos, faz-se necessário que, em algum momento do processo de alfabetização tenham não somente adquiridos conhecimentos específicos do código alfabético, mas também (e, sobretudo) imaginação bem fluente, capaz de desenvolver textos criativos; isso acontecerá se essas crianças tiverem acesso aos contos de fadas, responsáveis por tais benefícios. &lt;p&gt;Afinal, não se ensina ou não se aprende simplesmente a ler e a escrever. Aprende-se uma forma de linguagem, uma forma de interação, uma atividade, um trabalho simbólico, que só é conseguido através da utilização dos contos de fadas a partir da alfabetização. &lt;p&gt;Sendo assim, o enfoque deste trabalho foi mostrar a importância da utilização dos contos e seus benefícios às crianças, já que, são relacionados ao mundo imaginário pintando a realidade do mundo, atualizando ou reinterpretando, em suas variantes questões universais, como o conflito do poder e a formação dos valores, misturando realidade e fantasia, no clima do “Era uma vez”, permitindo “um final feliz”. &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Método Aplicado Neste Artigo&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;O presente trabalho se concretizou mediante pesquisas descritivas e explicativas, limitando-se a pesquisas bibliográficas, mostrando o que é um conto de fadas, suas origens e a importância deles na alfabetização. &lt;p&gt;Em seguida, a pesquisa procurou enfatizar a importância da simbologia nos contos de fadas como também se observou nos mesmos, à visão do mundo mágico, deixando de ser exclusividade das crianças, para ser assumida pelo adulto, levando em conta a riqueza de seus conteúdos que juntam emoção e intelecto. &lt;p&gt;Logo, através desta pesquisa foram analisadas duas histórias ligadas à leitura infantil, a partir das quais, enfatizam a importância que exercem na criança na fase pré-escolar. Por não se tratar de uma pesquisa de campo, o trabalho apresentou pesquisa qualitativa, a qual foi feita através de leituras. &lt;p&gt;Referências Bibliográficas &lt;ul&gt; &lt;li&gt;ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil, Gostosuras e Bobices. São Paulo: Scipione,1994.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;AGUIAR, Vera Teixeira. Era uma vez… na escola: formando educadores para formar leitores. Belo Horizonte: Formato, 2001.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;BETIELHEIM, Bruno, A Psicanálise dos Contos de Fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra,2004.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Literatura Infantil Brasileira. História e Histórias. São Paulo: Ática, 2004.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;NOSELLA, Maria de Lourdes Chagas Deiró. As belas Mentiras: A Ideologia Subjacente dos textos didáticos. São Paulo, Editora Moraes, 1978.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;NOV AES, Nelly Coelho. O Conto de Fadas; Símbolos, mitos e Arquétipos. São Paulo:DCL, 2003.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. Trad. Jéferson Luiz Camargo. São Paulo, Martins Fontes, 1987.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;ZILBERMAN, Regina. A literatura Infantil Brasileira. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p&gt;Perfil do Autor: Érica do Nascimento Azevedo –&amp;nbsp; Possui graduação em Letras português pela Universidade Tiradentes (2006). Em seu curso foi responsável por um projeto de pesquisa bibliográfica entitulado ” A importância dos contos de fadas na alfabetização”, através do qual, conseguiu mostrar a influência relevante que os contos causam quandos utilizados na alfebetização das crianças na primeira idade.Atualmente é assistente administrativo da Universidade Federal de Sergipe. &lt;p&gt;Érica do Nascimento Azevedo – Perfil do Autor:Possui graduação em Letras português pela Universidade Tiradentes (2006). Em seu curso foi responsável por um projeto de pesquisa bibliográfica entitulado ” A importância dos contos de fadas na alfabetização”, através do qual, conseguiu mostrar a influência relevante que os contos causam quandos utilizados na alfebetização das crianças na primeira idade.Atualmente é assistente administrativo da Universidade Federal de Sergipe.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-1506648451599466114?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Quando percebe que ele contou alguma mentira, conversa, ensina, explica e até perde o sono quando pensa onde pode ter errado. Mas, dias depois, durante um passeio ao shopping, seu filho pede um brinquedo novo. Você prontamente responde: "Eu não tenho dinheiro". Alguns minutos depois, entra na próxima loja e compra um perfume, por exemplo.&lt;br&gt;É fácil cair na tentação da mentira para evitar uma discussão ou que seu filho se frustre por um motivo banal. Mas esses são marcos importantes do desenvolvimento infantil. Uma mentira aqui, outra ali, e quando você percebe, ela já faz parte do repertório da criança, que passa a acreditar que aquilo é comum e pode ser feito. E aí, não adianta conversar, explicar, ensinar, se o exemplo - que é sempre uma das melhores lições – for diferente. Confira as 6 mentiras mais comuns que os pais contam ao seus filhos e, da próxima vez que pensar em contar uma “mentirinha” para evitar uma conversa com seu filho, respire fundo, fale a verdade e explique. Logo, você vai perceber que o esforço vale – muito – a pena.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Eu volto logo!&lt;br&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;A cena é clássica. Você tem que sair para trabalhar e seu filho começa a chorar, agarra a sua perna, pede que fique. O coração fica despedaçado, é verdade. Para amenizar, ao menos, um pouquinho esse sofrimento, você diz: "Eu já volto, não vou demorar". Logo, seu filho vai perceber a verdade e pode não acreditar mais em você.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Não tenho dinheiro&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Basta um passeio pelo shopping ou até mesmo pelo supermercado para começar a ouvir os pedidos. Pode ser brinquedos, jogos e até um doce daqueles bem coloridos. A resposta já está pronta: "Não tenho dinheiro". Alguns passos adiante e você entra em uma loja para comprar um presente para alguém. E o dinheiro, afinal, de onde brotou? Não vai demorar muito e a criança vai começar a argumentar. É melhor explicar que você não vai comprar aquele presente e que ele pode pedir de aniversário ou de Natal.&lt;br&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Estou prestando atenção&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;br&gt;Enquanto seu filho imita um super-herói com direito a efeitos sonoros e desempenho cheio de energia, você aproveita para assistir alguns minutos de um programa de televisão. Quando ele nota que você não reparou em um movimento diferente, logo pergunta se está prestando atenção: "Estou vendo, filho". Aqui, a melhor saída é reservar a atenção exclusiva para a criança e evitar a resposta mentirosa.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Está fechado&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Parque, sorveteria, loja de brinquedos, restaurante fast food, shopping... A lista dos estabelecimentos que você diz estarem "fechados" quando seu filho pede alguma coisa é enorme. Melhor aproveitar a chance e fazê-lo entender que não é a hora de brincar, comer, correr etc. Lembre-se que lidar com a frustração é, sim, importante para o desenvolvimento dele.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Que desenho lindo!&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Nesse caso, o mais importante é elogiar a iniciativa de desenhar, aproveitar aquele momento. Ninguém espera que uma criança desenhe perfeitamente, mas se perceber que seu filho se esforçou pouco desta vez, você pode comparar com outros que ele já tenha feito e incentivá-lo a caprichar mais no próximo. Além disso, dizer "que legal" pode ser uma saída melhor.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;A cegonha traz os bebês&lt;br&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;Falar de sexo com seu filho é difícil mesmo. Quando bem pequeno, ele não precisa saber exatamente como os bebês nascem, mas evite usar a velha história da cegonha. Explique apenas que eles são frutos do amor do casal e ponto. Não precisa ir além da pergunta dele naquele momento. Aos poucos, ele vai entender a verdade.&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: Ana Lúcia Gomes Castello, psicóloga do Hospital Infantil Sabará (SP)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-1348146350382787980?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Publicado a 26 Agosto 2011 por &lt;/font&gt;&lt;a href="http://pt-br.paperblog.com/users/visaopanoramica/"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Visaopanoramica&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;ESN: 16675-080201-838850-87&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://up.visaopanoramica.com/imagens/EDUCAO-CORRUPO-E-O-SEGREDO-DO-SUCESSO_5027/PalhacoOrlandeliDois.jpg"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;img title="PalhacoOrlandeliDois" border="0" alt="escola p&amp;uacute;blica no brasil" src="http://m4.paperblog.com/i/24/246727/educacao-corrupcao-e-o-segredo-do-sucesso-L-hc9I1J.jpeg"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Depois de “os livro”, “a gente fomos” e “dez menos quatro é igual a sete”; a revolução educacional do governo continua a todo vapor criando os brasileiros que tocarão o “futuro brilhante” de nossa nação.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Uma prova aplicada pelo pessoal do “Todos Pela Educação” revelou o que todo mundo está “careca” de saber e só o governo finge desconhecer: Nossas crianças estão entregues à própria sorte e são formadas em centros de emburrecimento; verdadeiras fábricas de analfabetos e sequer conseguem fazer operações matemáticas básicas.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A “Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização” é um exame criado para medir a qualidade da alfabetização e a acuidade em matemática dos estudantes que completam o chamado “Terceiro Ciclo” (3º Ano do Fundamental, antigo Primário).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As crianças são avaliadas em sua desenvoltura para ler pequenos textos (dez linhas); escrever redações (também de dez linhas); estruturar e compreender ideias; identificar personagens; entender e reproduzir uma estrutura de texto (começo, meio e fim); assim como a realização de operações matemáticas simples (soma e subtração) com um ou dois algarismos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Os resultados foram simplesmente dantescos e mostram um Raios-X pavoroso do futuro de nossos cidadãos que, a continuarem sua carreira estudantil nesses moldes, serão incapazes de levar uma vida profissional plena de oportunidades e estarão destinados ao subemprego e a dependência eterna de programas sociais (afinal é isso o que “eles” querem).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Apenas alunos das escolas particulares conseguiram se salvar atingindo e ultrapassando as médias pedidas pela avaliação. Já nas escolas públicas, em especial em matemática, apenas 32,6% dos alunos avaliados conseguiram atingir o mínimo esperado (74,3% nas particulares).&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Em português, cuja avaliação foi dividida entre leitura e escrita, só 48,6% dos alunos de escolas públicas conseguiram atingir as notas mínimas na parte de leitura (contra 79% das particulares). Em relação à escrita, dos alunos das escolas públicas somente 49,3% obtiveram a pontuação mínima contra 82,4% das particulares.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://up.visaopanoramica.com/imagens/EDUCAO-CORRUPO-E-O-SEGREDO-DO-SUCESSO_5027/saude_educacao_10_porcento.jpg"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;&lt;img title="saude_educacao_10_porcento" border="0" alt="a farsa da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no brasil" src="http://m4.paperblog.com/i/24/246727/educacao-corrupcao-e-o-segredo-do-sucesso-L-zaxEmR.jpeg"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As avaliações foram aplicadas em todas as capitais do país e revelam que essas diferenças apenas tendem a se ampliarem ao longo da vida acadêmica do estudante. A conclusão do levantamento é de que uma urgente e imediata mudança na forma como nossas crianças são ensinadas se faz necessária e é preciso corrigir os rumos da educação, o mais rápido possível, sob pena de um futuro de impossibilidades tanto para nossos jovens quanto para o país, que não poderá crescer sem mão-de-obra capaz de assumir os postos de trabalho criados.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O mais dramático é que os alunos formados pelas escolas públicas (a continuar o mesmo ritmo) não estarão apenas fora do mercado de trabalho de alta complexidade e capacitação; mesmo as profissões que não exijam grande conhecimento técnico ou complexidade estarão fora do alcance de uma legião de jovens e adultos incapazes de compreender textos de dez linhas e realizar operações matemáticas básicas como soma e subtração. Seremos uma nação de descerebrados.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Na verdade, esse fenômeno já é visto hoje. Muitas capitais e cidades do interior vivem situação de pleno emprego e, mesmo assim, ainda há um grande número de desempregados. Tal fato se deve a incapacidade dessa mão-de-obra de qualificar-se justamente devido ao seu déficit de aprendizado.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Exigir maior participação das famílias; maior comprometimento e qualificação dos professores; melhor qualidade dos equipamentos escolares e livros; melhores salários e condições de trabalho para diretores, mestres e funcionários; um currículo escolar mais moderno e eficiente; menos doutrinação política e mais preparação para a realidade do mundo competitivo em que vivemos e uma reformulação geral, nos conceitos educacionais que aplicamos até agora, são as formas de libertar nossas crianças das garras do obscurantismo, da apatia intelectual e do ostracismo econômico que advém da miséria e da incapacidade de superá-la por seus próprios méritos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Manter nossas futuras gerações em condições de déficit intelectual tão acentuado seja o segredo do sucesso de um governo podre (aqui me refiro não só a “Era PT”, mas a qualquer governo que assim atue), corrupto e que se preocupa apenas em jogar esmolas ao povo que carece de formas verdadeiras de melhorar de vida.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Afinal de contas; se tivéssemos cidadãos plenamente capazes de exercer a sua cidadania e formados intelectualmente por escolas de ponta, certamente seria muito difícil algumas personalidades de hoje serem aplaudidas nas praças e nos comícios. Muito mais provável seria que estivessem jantando uma bela “quentinha” (“marmitex”) na cadeia mais próxima.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Pense nisso.&lt;/font&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-3931057453258602991?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ES10TRnVv9lPtOr_eYbubn6XyrM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ES10TRnVv9lPtOr_eYbubn6XyrM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ES10TRnVv9lPtOr_eYbubn6XyrM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ES10TRnVv9lPtOr_eYbubn6XyrM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~4/ES5S1Ky_HUc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://joselitopedagogo.blogspot.com/feeds/3931057453258602991/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7711233846004641775&amp;postID=3931057453258602991" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3931057453258602991?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7711233846004641775/posts/default/3931057453258602991?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PedagogoDoPetiContraTrabalhoInfantilDomstico/~3/ES5S1Ky_HUc/educacao-corrupcao-e-o-segredo-do.html" title="" /><author><name>JOSELITO PEDAGOGO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10055845285739073050</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_gjdE3aYswyI/THcbLI2SbvI/AAAAAAAAAk0/5XG7rJsEuPU/S220/DSC00498.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://joselitopedagogo.blogspot.com/2012/01/educacao-corrupcao-e-o-segredo-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4AQn48cCp7ImA9WhRVE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7711233846004641775.post-159396941149458424</id><published>2012-01-12T10:29:00.000-08:00</published><updated>2012-01-12T10:29:03.078-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-12T10:29:03.078-08:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A Psicomotricidade existe nos menores gestos e em todas as atividades que desenvolve a motricidade da criança, visando ao conhecimento e ao domínio do seu próprio corpo. Por isso dizemos que a mesma é um fator essencial e indispensável ao desenvolvimento global e uniforme da criança. A estrutura da Educação Psicomotora é a base fundamental para o processo intelectivo e de aprendizagem da criança. O desenvolvimento evolui do geral para o específico; quando uma criança apresenta dificuldades de aprendizagem, o fundo do problema, em grande parte, está no nível das bases do desenvolvimento psicomotor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;Durante o processo de aprendizagem, os elementos básicos da psicomotricidade são utilizados com freqüência. O desenvolvimento do Esquema Corporal, Lateralidade, Estruturação Espacial, Orientação Temporal e Pré-Escrita são fundamentais na aprendizagem; um problema em um destes elementos irá prejudicar uma boa aprendizagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O ato antecipa a palavra, e a fala é uma importante ferramenta psicológica organizadora. Através da fala, a criança integra os fatos culturais ao desenvolvimento pessoal. Quando, então, ocorrem falhas no desenvolvimento motor poderá também ocorrer falhas na aquisição da linguagem verbal e escrita. Faltando a criança um repertório de vivências concretas que serviriam ao seu universo simbólico constituído na linguagem, conseqüentemente, afetando o processo de aprendizagem. A criança, cujo desenvolvimento psicomotor é mal constituído, poderá apresentar problemas na escrita, na leitura, na direção gráfica, na distinção de letras (ex: b/d), na ordenação de sílabas, no pensamento abstrato (matemática), na análise gramatical, dentre outras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;A aprendizagem da leitura e da escrita exige habilidades tais como:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- dominância manual já estabelecida;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- conhecimento numérico para saber quantas sílabas formam uma palavra;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- movimentação dos olhos da esquerda para a direita que são os adequados para escrita;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- discriminação de sons (percepção auditiva);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- adequação da escrita às dimensões do papel, bem como proporção das letras e etc;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- pronúncia adequada das letras, sílabas e palavras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- noção de linearidade da disposição sucessiva das letras e palavras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- capacidade de decompor palavras em sílabas e letras;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- possibilidade de reunir letras e sílabas para formar palavras e etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Atualmente, a sociedade do conhecimento e da informação exige cada vez mais rapidez na atividade intelectual, prescindindo da atividade motora, é claro que as conseqüências se apresentam no tempo. E na educação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A escola ainda mantém o caráter mecanicista instalado na Educação Infantil, ignorando a psicomotricidade também nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Os professores, preocupados com a leitura e a escrita, muitas vezes não sabem como resolver as dificuldades apresentadas por alguns alunos, rotulando-os como portadores de distúrbios de aprendizagem. Na realidade, muitas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas na própria escola e até evitadas precocemente se houvesse um olhar atento e qualificado dos agentes educacionais para o desenvolvimento psicomotor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Entendemos hoje que a psicomotricidade, oportunizando as crianças condições de desenvolver capacidades básicas, aumentando seu potencial motor, utilizando o movimento para atingir aquisições mais elaboradas, como as intelectuais, ajudaria a sanar estas dificuldades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Neuropsiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos têm insistido sobre a importância capital do desenvolvimento psicomotor durante os três primeiros anos de vida, entendendo que é nesse período o momento mais importante de aquisições extremamente significativas a nível físico. Aquisições que marcam conquistas igualmente importantes no universo emocional e intelectual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Aos três anos as aquisições da criança são consideráveis e possui, então, todas as coordenações neuromotoras essenciais, tais como: andar, correr, pular, aprender a falar, se expressar, se utilizando de jogos e brincadeiras. Estas aquisições são, sem dúvida, o resultado de uma maturação orgânica progressiva, mas, sobretudo, o fruto da experiência pessoal e são apenas parcialmente, um produto da educação. Estas foram obtidas e são complementadas progressivamente ao tocar, ao apalpar, ao andar, ao cair, ao comparar, por exemplo, e a corticalização, em si mesma, “é uma estreita função das experiências vivenciadas”. (Koupernik)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Esta ligação estreita entre maturação e experiência neuromotora, segundo Henri Wallon passa por diferentes estados:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Estado de impulsividade motora - onde os atos são simples descargas de reflexos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Estados emotivos - as primeiras emoções aparecem no tônus muscular. As situações são conhecidas pela agitação que produzem, evidenciando uma interação da criança com o meio;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Estado sensitivo-motor - coordenação mútua de percepções diversas (adquire a marcha, a preensão e o desenvolvimento simbólico e da linguagem);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Estado projetivo - mobilidade intencional dirigida para o objeto. Associa à necessidade do uso de gestos para exteriorizar o ato mental (inteligência prática e simbólica).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Do ato motor à representação mental, graduam-se todos os níveis de relação entre o organismo e o meio (Wallon). O desenvolvimento para Wallon é uma constante e progressiva construção com predominância afetiva e cognitiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Na segunda infância, surgem em funcionamento territórios nervosos ainda adormecidos, processos da mielinização; as aquisições motoras, neuromotoras e perceptivo-motoras efetuam-se num ritmo rápido: tomada de consciência do próprio corpo, afirmação da dominância lateral, orientação em relação a si mesmo, adaptação ao mundo exterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Este período de 3-4 a 7-8 anos é, ao mesmo tempo, o período de aprendizagens essenciais e de integração progressiva no plano social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Segundo Wallon, nesse período outras fases estarão presentes e assim as descreve:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- Estado de personalismo – formação da personalidade que se processa através das interações sociais, reorientando o interesse da criança com as pessoas, predominância das relações afetivas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;- Estado categorial – observa-se progressos intelectuais, o interesse da criança para as coisas, para o conhecimento e as conquistas do mundo exterior, imprimindo suas relações com o meio, com predominância do aspecto cognitivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Trata-se do período escolar, onde a psicomotricidade deve ser desenvolvida em atividades enriquecedoras e onde a criança de aprendizagem lenta terá que ter, ao seu lado, adultos que interpretem o significado de seus movimentos e expressões, auxiliando a na satisfação de suas necessidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Na educação infantil, a prioridade deve ser ajudar a criança a ter umapercepção adequada de si mesma, compreendendo suas possibilidades e limitações reais e ao mesmo tempo, auxiliá-la a se expressar corporalmente com maior liberdade, conquistando e aperfeiçoando novas competências motoras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O movimento e sua aprendizagem abrem um espaço para desenvolver:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Habilidades motoras além das dimensões cinéticas, que levem a criança aprender a conhecer seu próprio corpo e a se movimentar expressivamente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Um saber corporal que deve incluir as dimensões do movimento, desde funções que indiquem estados afetivos até representações de movimentos mais elaborados de sentidos e idéias;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Oferecer um caminho para trocas afetivas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Facilitar a comunicação e a expressão das idéias;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Possibilitar a exploração do mundo físico e o conhecimento do espaço;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Apropriação da imagem corporal;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Percepções rítmicas, estimulando reações novas, através de jogos corporais e danças;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Habilidades motoras finas no desenho, na pintura, na modelagem, na escultura, no recorte e na colagem, e nas atividades de escrita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Os materiais que colaboram para as experiências motoras podem incluir:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Túneis para as crianças percorrerem;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Caixas de madeira;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Móbiles;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Materiais que rolem e onde as crianças possam entrar;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Instrumentos musicais ou geradores de som (bandinhas de diversos objetos etc.);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Cordas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Bancos, sacos de diversos tamanhos, pneus, tijolos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Espelhos, bastões, varinhas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Papéis de todos os formatos;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Giz, lápis, canetas hidrográficas (de diversos tamanhos);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Elásticos e outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Enfim, estimular atividades corporais, para além da sala de aula, propiciando experiências que favorecerão a motricidade fina, auxiliariam os alunos de ritmo normal e os de aprendizagem lenta a vencer melhor os desafios da leitura e da escrita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Além disso, pode ser destacado o fato de que as brincadeiras e os jogos são importantes no mundo da fantasia da criança, que torna possível transcender o mundo imediatamente disponível, diretamente perceptível. O mundo perceptível das pessoas é sempre um mundo significativo, isto é, sempre um mundo interpretado por alguém e, portanto, singular e subjetivo tal como a escrita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;As crianças estão sempre em movimento, se deslocando entre ações incertas, aleatórias, em função de sua curiosidade com o mundo, para a construção de interesses próprios mais claros. A escola pode aproveitar esse movimento ou, então, pode inibi-lo de tal modo que desencoraje a criança em sua pesquisa com o meio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A atitude da escola frente à espontaneidade do movimento de cada criança poderá senão determinar, pelo menos influenciar fortemente o rumo do processo de aprendizagem da criança. A escola que trabalha com especial atenção para o desenvolvimento psicomotor da criança tende a contribuir no bom aprendizado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A educação psicomotora nas escolas visa desenvolver uma postura correta frente à aprendizagem de caráter preventivo do desenvolvimento integral do indivíduo nas várias etapas de crescimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A educação psicomotora ajuda a criança a adquirir o estágio de perfeição motora até o final da infância (7-11 anos), nos seus aspectos neurológicos de maturação, nos planos rítmico e espacial, no plano da palavra e no plano corporal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Os princípios do RITMO — TÔNUS — DINÂMICA CORPORAL obedecem às leis:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Céfalo-caudal;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;• Próximo-distal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O equilíbrio dos opostos será a psicomotricidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;PSICO : intelectual (cognitivo), emocional (querer), mental (intenção), movimento, gesto + MOTRICIDADE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Fatores psicomotores e as atividades a serem trabalhadas na Educação Psicomotora. (Luria e Costallat):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;1. Atividade Tônica: Tonicidade; Equilíbrio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;2. Atividade Psicofuncional: Lateralidade; Noção do corpo; Estruturação espaço corporal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;3. Atividade de Relação: Memória corporal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Portanto, para a psicomotricidade interessa o indivíduo como um todo, procurando auxiliar se um problema está no corpo, na área da inteligência ou na afetividade, então, definir quais atividades devem ser desenvolvidas para superar tal problema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;É comum, nas escolas, crianças com distúrbios psicomotores. Embora aparentemente normais muitas vezes são incapazes de ler ou escrever, apresentando vários outros problemas que interferem no processo escolar. Pode até ser gerado por uma disfunção cerebral mínima, por um problema físico ou até mesmo emocional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O ideal seria que todos os educadores tivessem como alicerce para as suas atividades a psicomotricidade, pois fariam com que as crianças tivessem liberdade de realizar experiência com o corpo, sendo indispensável no desenvolvimento das funções mentais e sociais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Desenvolvendo, assim, pouco a pouco, a confiança em si mesma e o melhor conhecimento de suas possibilidades e limites, condições necessárias para uma boa relação com o mundo. É interessante levar a criança a expor fatos vivenciados, com a finalidade de estabelecer uma ligação entre o imaginário e o real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Na escola, é importante que se leve em consideração os aspectos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;1. Socioafetivo: Favorecer sua auto-imagem positiva, valorizando suas possibilidades de ação e crescimento à medida que desenvolve seu processo de socialização e interage com o grupo independente de classe social, sexo ou etnia;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;2. Cognitivo: Acreditar que, através das descobertas e resoluções de situações, ele constrói as noções e conceitos. Enfrentando desafios e trocando experiências com os colegas e adultos, ele desenvolve seu pensamento;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;3. Psicomotor: Através da expansão de seus movimentos e exploração do corpo e do meio a sua volta. Realizando atividades que envolvam esquema e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Imagem corporal, lateralidade, relações têmporoespaciais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O professor não deverá esquecer que o material de seu trabalho é o seu aluno. Portanto, não deverá preocupar-se apenas em preparar o ambiente escolar com cartazes, painéis, faixas. Mas em preparar a si mesmo. É necessário que ele conheça seu aluno, torne-se seu amigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;É a partir de uma relação autêntica e de confiança estabelecida entre professor e aluno que se poderão propor dinâmicas que auxiliem o desenvolvimento infantil, contribuindo na capacidade de expressão e de habilidades motoras das crianças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A autenticidade e a cumplicidade das relações no campo educacional, que podem ocorrer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;espontaneamente favorecem enormemente o desenvolvimento das habilidades psicomotoras de forma motivante e altamente significativa, facilitando assim, a aprendizagem e o desenvolvimento global das crianças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Para que haja intercâmbio entre professor X aluno X aprendizagem, o trabalho da psicomotricidade é da mais valiosa função, tanto no maternal como na pré-escola e alfabetização, por haver um estreito paralelismo entre o desenvolvimento das funções psíquicas que são as principais responsáveis pelo bom comportamento social e acadêmico do homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;É inegável que o exercício físico é muito necessário para o desenvolvimento mental, corporal e emocional do ser humano e em especial da criança. O exercício físico estimula a respiração, a circulação, o aparelho digestivo, além de fortalecer os ossos, músculos e aumentar a capacidade física geral, dando ao corpo um pleno desenvolvimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Quanto à parte mental, se a criança possuir um bom controle motor, poderá explorar o mundo exterior, fazer experiências concretas que ampliam o seu repertório de atividades e solução de problemas, adquirindo assim, várias noções básicas para o próprio desenvolvimento intelectual, o que permitirá também tomar conhecimento do mundo que a rodeia e ter domínio da relação corpo-meio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Quando o professor se conscientizar de que a educação pelo movimento é uma peça mestra do edifício pedagógico, que permite à criança resolver mais facilmente os problemas atuais de sua escolaridade e a prepara, por outro lado, para a sua existência futura no mundo adulto, essa atividade não ficará mais relegada ao segundo plano, sobretudo porque o professor constatará que esse material educativo não verbal, constituído pelo movimento é, pôr vezes, um meio insubstituível para afirmar certas percepções, desenvolver certas formas de atenção, por em jogo certos aspectos da inteligência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O trabalho do pedagogo, consciente da importância e utilidade da psicomotricidade na escola, é de orientar o professor, motivando-o através de uma conscientização da validade de aplicação da mesma e despertando o seu interesse, para que possam ajudar aos que estão envolvidos no processo de ensinoaprendizagem chegarem ao sucesso almejado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Bibliografia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;CURTSS, Sandra. A Alegria do Movimento na Pré-escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;GUILHERME, Jean Jacques. Educação e Reeducação Psicomotoras.Porto Alegre: Artes Médicas, 1983.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;LASSUS, Elisabeth. Psicomotricidade – Retorno às Origens. Rio de Janeiro: Panamed, 1984.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;LEBOUCH, Jean. Educação Psicomotora: Psicocinética na Idade Escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;LEBOUCH, Jean. O Desenvolvimento Psicomotor: do Nascimento aos 6 anos. Porto Alegre: Artes Médicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;MEUER, A. de. Psicomotricidade: Educação e Reeducação: níveis maternal e infantil. A. de Meuer e L. Staes. Tradutoras Ana Maria Izique Galuban e Setsuko Ono. São Paulo: Manoel, 1989.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Fonte: http://psicologiaeeducacao.wordpress.com&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-159396941149458424?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RtdApFGUA8xLzd5PtFbysZvNqLo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RtdApFGUA8xLzd5PtFbysZvNqLo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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É ele que nos identifica, faz com que sejamos reconhecidos, define quem somos, e mesmo que esteja escondido atrás de um apelido, sempre fará parte de nós.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A força do nome nos acompanha é a nossa marca, é por ele que reconhecemos pessoas, nos apresentamos nos lugares, assinamos nossos compromissos.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Essa ligação tão forte que temos com o nome é que faz com que a criança veja sentido em aprendê-lo e iniciar o desafio da aprendizagem. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A escrita do nome parece ser uma peça chave para o início da compreensão e uma oportunidade privilegiada de reflexão sobre o funcionamento do sistema de escrita. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Tanto do ponto de vista lingüístico quanto do gráfico, o nome próprio de cada criança é um modelo estável, tem valor de verdade, dá muitas informações sobre a forma e o valor sonoro convencional das letras, as quantidades necessárias para escrever os nomes, a variedade e a posição das letras em uma escrita convencional.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Como o nome é de memorização rápida, permite a criança estabelecer relações e dá a ela a primeira forma gráfica com estabilidade no processo de aquisição da língua escrita.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Quando escreve o próprio nome, a criança se identifica com ele, o reconhece graficamente e usa-o como fonte de informação para a escrever outros nomes ou palavras.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O nome tem sentido para ela, tem um significado especial, carrega um grande valor afetivo, atribui à criança ser pertencente a um lugar.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Além de representar a criança como pessoa, o nome tem a função social de identificar seus pertences, marcando sua presença e dando a ela a satisfação de pertencer a um grupo.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Na sala de aula &lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O trabalho com nomes em uma sala de aula é muito rico, pois ao propor aos alunos, por exemplo, que façam uma lista de nomes, o professor está dando-lhes a oportunidade de confrontarem dificuldades, selecionarem letras que já identificam, compararem letras iguais, perceberem dificuldades ortográficas e questionarem dúvidas do processo de aprendizagem.&lt;br&gt;Para se apropriar do processo de escrita a criança precisa construir respostas para duas questões:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;- O que a escrita representa?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;- Qual a estrutura do modo de representação da escrita?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A criança, na fase inicial de sua alfabetização, não compreende a escrita como representação da fala e sim como representação do objeto a que se refere. Por isso a escrita do nome é de grande importância para a aquisição e compreensão do sistema de escrita convencional.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As atividades com nomes próprios precisam ir além da montagem de listas ou simples reconhecimento de nomes de colegas ou familiares, é preciso que haja desafios nas atividades para que ocorram situações de conflito quanto à aprendizagem. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A situação de conflito é a oportunidade da interferência do professor, fornecendo dados, questionando, transformando as dificuldades em erros construtivos, levando ao caminho do desenvolvimento e domínio do sistema alfabético de escrita.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Trabalho com nomes em sala de aula&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Podemos citar algumas atividades para o trabalho com nomes em sala de aula como:&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;caça-palavras com os nomes dos alunos da classe, cruzadinhas de nomes, bingo de nomes, montagem de listas de nomes com alfabeto móvel, com ou sem modelo, organização da lista de nomes em ordem alfabética, organização através da última letra, organização de nomes de meninos ou de meninas, contagem de letras em cada nome para comparações como quais têm mais ou menos letras, os que apresentam letras repetidas, os que apresentam letras iguais às de outros nomes, organização de listas pela quantidade de letras, iniciando do que tem mais para o que tem menos letras ou vice-versa e muitas outras atividades.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;A cada nova descoberta da criança é preciso que se lance um novo desafio para que ela sinta-se estimulada a continuar a busca pela informação.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As dificuldades devem ser gradativas e possíveis de serem resolvidas para que a criança não só se sinta desafiada como também capaz de soluções. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Numa classe de desenvolvimento heterogêneo a formação de grupos produtivos enriquece o aprendizado, crianças em fases parecidas de desenvolvimento, trabalhando lado-a-lado, faz com que haja uma troca de idéias e possibilita o desenvolvimento do conhecimento. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;É preciso que as atividades, para os que já apresentam algum conhecimento sobre o sistema de escrita, apresentem maiores desafios, para isso uma atividade bastante interessante é a criação de novos nomes usando as primeiras sílabas de um e as últimas de outro, por exemplo: &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;MARTA e LAURA forma MAURA ou RICARDO e GUSTAVO forma RICARTAVO, ou procurar nomes escondidos dentro de outros nomes &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;MARIANA – MARIA e ANA, ou JULIANA – JULIA e ANA, ou ainda transformar nomes femininos em masculinos &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;PAULO – PAULA, ou transformar nomes em seus diminutivos&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;CARLA – CARLINHA, ou ainda transformá-los em plurais &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;PATRÍCIA – PATRÍCIAs.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Pode-se trabalhar, com os que já apresentam algum conhecimento da escrita, a brincadeira A QUEM PERTENCE?&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;O objetivo é a identificação dos nomes próprios e a iniciação à leitura.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;Material: cartões contendo cada qual o nome de uma criança em letra maiúscula. &lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As crianças recebem cada qual seu cartão, para aprender a reconhecer seu nome escrito. Isso pode demorar algum tempo. Misturam-se depois os cartões em uma caixa. Uma criança de cada vez retira um cartão. Todos observam e dizem a quem pertence. Continua a brincadeira até que todos os carões sejam retirados e, à medida que forem sendo reconhecidos, cada criança coloca o cartão com o seu nome no peito.&lt;/font&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font size="3" face="Times New Roman"&gt;As possibilidades de atividades do trabalho com nomes são muito grandes, têm papel significativo nas classes de alfabetização, porém a competência do professor é fundamental para o desempenho do aluno, pois é ele quem deve propor atividades, desafios e usar da intervenção, dos questionamentos, é preciso que o professor entenda o que a criança pensa e o que vai construindo no processo de escrita, para que a aprendizagem ocorra com sucesso.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7711233846004641775-7001215672316776356?l=joselitopedagogo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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