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	     <category>Cães e gatos</category>
             <title>Cães e gatos</title>
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	     <pubDate>Qua, 16 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Prenda o corpo</category>
             <title>Prenda o corpo</title>
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	     <pubDate>Qua, 02 Mai 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Semana Santa</category>
             <title>Semana Santa</title>
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	     <pubDate>Qua, 18 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Da memória dos relógios</category>
             <title>Da memória dos relógios</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2012/04/04/noticiaspedrosalgueiro,2814146/da-memoria-dos-relogios.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 04 Abr 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Escritor cotonete</category>
             <title>Escritor cotonete</title>
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	     <pubDate>Qua, 21 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Dona Zenaide</category>
             <title>Dona Zenaide</title>
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	     <pubDate>Qua, 07 Mar 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Moreira Campos</category>
             <title>Moreira Campos</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2012/02/22/noticiaspedrosalgueiro,2788353/moreira-campos.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[Conheci primeiro Moreira Campos de livros, na primeira metade dos anos 80 do século XX; quase uma década depois é que fui ter o primeiro contato pessoal com ele. Eu ainda fazia Agronomia na Universidade Federal do Ceará e morava na Residência Estudantil ali na Pracinha da Gentilândia; com o tempo fui fazendo amizade com estudantes de Letras e aumentando meu gosto pela literatura (apesar de adorar livros desde pequeno). E foi numa das minhas andanças pelos sebos atrás de Gabriel Márquez, Júlio Cortazar e Juan Rulfo (um livro novo na época era um sonho impossível, lia-se muito emprestado de amigos e bibliotecas, vivíamos roubando exemplares das livrarias) que me deparei com seu A Grande Mosca no Copo de Leite e só o larguei quando uma semana depois encontrei Os Doze Parafusos numa calçada da Rua Pedro I, entre revistas e best sellers. Dali em diante passei a ser seu leitor fiel, e lembro que tremi quando folheei o belo volume d&rsquo;O Puxador de Terço (ainda hoje o meu preferido entre seus poucos livros editados). <br /><br />Cruzávamos sempre o Bosque de Letras indo para o Restaurante Universitário: um belo dia um colega me apontou um senhor muito magro que conversava com vários estudantes debaixo de uma mangueira. Perguntou-me: &mdash; Sabe quem é aquele? Respondi que não, ele riu e disse que era o grande contista Moreira Campos. Senti um frio na barriga, mas seguimos adiante, sem coragem de parar ou ficar olhando por mais tempo, assim como continuei a fazer por quase dez anos. Sempre o avistava conversando com estudantes, passando a pé ou no seu conhecido fusca verde (na época ainda morava quase na esquina da avenida Carapinima, numa casa vistosa que tempos depois foi criminosamente derrubada para abrigar um estacionamento). Nunca tive coragem de puxar uma conversa, éramos tímidos demais para isso. E mesmo já tendo lido grande parte de seus livros e de o admira-lo bastante como escritor jamais me aproximei do homem.<br /><br />Tempos depois, já rabiscando meus primeiros contos e tendo até vencido alguns prêmios literários é que conheci a filha dele, também ótima escritora, Natércia Campos. Da amizade com ela me veio a coragem tardia de confessar que queria conhecer o agora já mestre e inspirador escritor. <br /><br />Dois dias depois estava eu, nervoso, suado, descendo do ônibus quase na esquina de seu apartamento da rua Beni de Carvalho. Anuncie-me pelo interfone e subi com uma vontade danada de voltar dali mesmo. Em pouco tempo eu estava sendo recebido à porta pela simpática esposa do professor agora aposentado, Dona Zezé, que, sem ligar para o meu acanhamento foi me mandando entrar, sentar, esperar um pouco que o &ldquo;Zé Maria já vem, acabou de sair do banho&rdquo;, e enquanto eu esperava fui me deliciando com aquela sala bonita, bem cuidada, cheia de livros e quadros de bom gosto, podia-se dizer sofisticada, muito sofisticada para os meus padrões de estudante pobre vindo do interior. Lembro bem que fiquei olhando para a coleção de miniatura de corujas em cima da estante. Lembranças que os muitos amigos, alunos e familiares traziam de viagem, homenageando o escritor pelo seu belo conto As Corujas.<br /><br />Pouco depois ele entrou na sala, magrinho, um pouco curvado, a fala baixa mas muito simpática, sintoma já do enfisema pulmonar que o maltratava. Conversamos mais de uma hora, intercalados por visitas ao seu escritório (onde me mostrou os muitos clássicos portugueses) e a um baú no canto da sala, de onde Dona Zezé foi tirando um a um os seus livros mais antigos, edições impecáveis que hoje trago em lugar especial de minha estante, com seu autógrafo já trêmulo. Daí a pouco ele começou a tossir e fui me apressando em ir embora, mas não sem antes prometer voltar qualquer dia desses.<br /><br />Voltei ainda duas vezes, numa das quais criei coragem e trouxe a cópia ampliada de meu primeiro livro, O Peso do Morto, e na maior cara de pau pedi que ele &ldquo;desse uma olhadinha, se pudesse&rdquo;. Juro que só tive coragem de tal gesto devido à simpatia com que já era tratado por ele e Dona Zezé naquele agradável encontro. <br /><br />Tempos depois, num domingo bem cedo, recebi um telefonema de Dona Zezé me dizendo que o &ldquo;Zé Maria está escrevendo uma crônica sobre seu livro para a Porta de Academia&rdquo; (coluna que o escritor mantinha neste mesmo <strong>O POVO</strong>). Agradeci a atenção e passei o resto do dia, da semana embevecido, sem pisar no chão. Esperei uma semana, duas, três, achando estranho não ter mais saído as crônicas dele no referido jornal. Dias depois um amigo me disse que o escritor estava internado. Procurei Natércia que me confirmou muito abatida. Coragem alguma de ligar para Dona Zezé.<br /><br />Pouco tempo depois soube da notícia de seu falecimento. Não fui ao sepultamento, preferi ficar com as agradáveis lembranças dele vivo.<br /><br />Fiquei triste por algum tempo, de vez em quando releio seus contos, olho suas últimas fotos tiradas por mim nas poucas mas agradáveis visitas ao seu apartamento, vejo nos livros sua bela assinatura trêmula e lembro com carinho sua figura gentil, atenciosa e ética. Um dos raros escritores que a valiosa obra ombreia com a personalidade, com o caráter.]]></description>
             
	     <pubDate>Qua, 22 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Moreira Campos</category>
             <title>Moreira Campos</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2012/02/15/noticiaspedrosalgueiro,2783856/moreira-campos.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 15 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Música popular romântica</category>
             <title>Música popular romântica</title>
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	     <pubDate>Qua, 01 Fev 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Origens</category>
             <title>Origens</title>
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               <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Dentro da comemoração dos 70 anos de minha mãe Geni,  planejamos (eu e o primo Mileno) uma viagem aos vilarejos onde ela e,  claro, os irmãos e meus avós maternos nasceram e viveram suas infâncias,  na primeira metade do século passado. </p><br /><p>Teríamos que enfrentar  estradas carroçáveis num ziguezague danado pelo semi-árido quase  desértico entre os municípios de Tamboril, Independência e Boa Viagem:  um recanto do mundo pouco habitável, com raríssima água disponível e  população cada vez menor.</p><br /><p>Juntamos mais alguns primos, minha  companheira Ana e minha irmã Geyna, os tios José e Gilberta e rumamos na  sexta feira, 13 de janeiro, em dois carros rumo às nossas origens. A  última vez que minha mãe e sua irmã haviam andado por aquelas bandas  tinha sido há mais de 50 anos, quando ainda eram mocinhas e nossa  família fazia pela primeira vez o caminho (sem volta) da zona rural para  a pequena cidade de Tamboril.</p><br /><p>Mal deixamos o Bairro das  Pedrinhas e atravessamos o Cercado do Estado na direção do Bom Tempo ela  foi adquirindo uma ansiedade própria das crianças que dão os primeiros  passos: os olhos, entre arregalados e lacrimejantes, iam se recordando  milagrosamente de coisas nas quais nunca mais haviam pensado, tocado,  olhado desde suas meninices distantes.</p><br /><p>Na Fazenda Cilista  foram, os irmãos emocionados, se recordando das primeiras descobertas da  infância, das brincadeiras nos terreiros em noites de lua, naquela  enorme casa de reboco milagrosamente preservada em tudo: na janelinha  para o oitão onde um irmão empurrou o outro em 1957, nos armadores (que  eu nunca havia visto nem imaginado iguais) de galhos de árvores  parecendo cotovelos de madeira torta saindo das paredes em que armavam  as muitas redes, na camarinha escura onde a irmã Núbia falecera de  apendicite, no quartinho de bodega do avô Chico Inácio, na linha do teto  onde numa noite de chuva com vento caiu um raio, que abriu um enorme  buraco no teto e encheu de espanto a imaginação dos pequenos.</p><br /><p>Tudo isso narrado pela memória prodigiosa do tio José.</p><br /><p>Fomos  saindo de lá e retomando a estrada de pura terra e poeira como se  andássemos sobre nuvens, as cabeças distantes no tempo em que apenas  animais atravessavam aquelas paragens ermas, percorrida mais por anuns e  raros galos de campinas. Logo avistamos, da passagem do mata-burros,  por sobre o açude em que minha mãe um dia quase se afogou, a localidade  de Oliveiras, onde viveram por muitos anos e nasceram alguns dos vários  filhos. O casarão mais que centenário em que meu avô foi criado, as três  casas (uma só já caída) em que habitaram, lá ouvi pela milésima vez a  famosa história dos quatro assassinatos por vingança da morte do Velho  Dionísio (o lendário Jumentão da Maravilha), acontecidos na bodega de  meu avô Chico Inácio. De lá rumamos, depois de conversarmos um pouco com  o quase centenário Chiquinho Flor, para a Curimatã, então visitamos a  casa dos Diogos e suas velhas fotografias nas paredes protegendo a  solidão de Rosa, que me presenteou com uma boneca de sua infância: &ldquo;Você  tem filha? Leve pra ela, eu fiz quando era criança...&rdquo;. Em cada alcova  ainda os suspiros dos mortos. Como que por encanto pularam a cerca,  vindos de um brocado atrás da casa, os irmãos Antônio (e sua nobre  Guerreira) e Chico. Eu fiquei sem saber se eles eram reais ou somente  visagens, na dúvida chamei os outros para que fôssemos logo procurar a  Cruz de Zé Guilherme, morto (lá para as bandas do São Francisco) em 1928  a mando do Velho Dionísio, que por sua vez fora assassinado 32 anos  depois de maneira semelhante dentro de sua fantasmagórica casa (fato que  desencadeou a vingança, já citada, dos quatro assassinatos na bodega de  meu avô).</p><br /><p>Precisaria de um livro inteiro para descrever todas  as emoções que senti, através de meus próprios olhos e dos de meus  familiares, nessa simples (mas profunda) viagem de regresso. </p><p>&nbsp;</p><p>Voltamos para Tamboril cobertos de poeira e de sonhos, certos de que nunca mais seríamos os mesmos.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
             
	     <pubDate>Qua, 18 Jan 2012 01:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Ano Novo</category>
             <title>Ano Novo</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2012/01/04/noticiaspedrosalgueiro,2367688/ano-novo.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 04 Jan 2012 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Nenhum de nós</category>
             <title>Nenhum de nós</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2011/12/21/noticiaspedrosalgueiro,2360899/nenhum-de-nos.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 21 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>O que não me falam...</category>
             <title>O que não me falam...</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2011/12/07/noticiaspedrosalgueiro,2350667/o-que-nao-me-falam.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 07 Dez 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>O mundo coberto de penas</category>
             <title>O mundo coberto de penas</title>
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	     <pubDate>Qua, 23 Nov 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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             <title>Sertão</title>
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	     <pubDate>Qua, 09 Nov 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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             <title>Navegando contra a corrente</title>
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	     <pubDate>Qua, 26 Out 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Envelhecer</category>
             <title>Envelhecer</title>
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	     <pubDate>Qua, 12 Out 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Gentilândia sitiada</category>
             <title>Gentilândia sitiada</title>
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	     <pubDate>Qua, 28 Set 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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             <title>Minha mãe faz 70</title>
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	     <pubDate>Qua, 14 Set 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <pubDate>Qua, 31 Ago 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Uma luz vermelha no bazar</category>
             <title>Uma luz vermelha no bazar</title>
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	     <pubDate>Qua, 17 Ago 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Quando o Amor é de Graça IV: em nome do Pai!</category>
             <title>Quando o Amor é de Graça IV: em nome do Pai!</title>
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	     <pubDate>Qua, 10 Ago 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Tarântula</category>
             <title>Tarântula</title>
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	     <pubDate>Qua, 03 Ago 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Quando meu amigo Lúcio Flávio se foi</category>
             <title>Quando meu amigo Lúcio Flávio se foi</title>
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	     <pubDate>Qua, 20 Jul 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Nas pedras do Estoril</category>
             <title>Nas pedras do Estoril</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/pedrosalgueiro/2011/07/06/noticiaspedrosalgueiro,2263976/nas-pedras-do-estoril.shtml</link>
             
	     <pubDate>Qua, 06 Jul 2011 01:30:00 -0300</pubDate>
 
      
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