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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;A0cASHY5fyp7ImA9WhVTFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104</id><updated>2012-03-01T18:57:29.827-03:00</updated><title>Perspectiva Crítica</title><subtitle type="html">Este blog foi criado com o intuito de criticar artigos de jornais tendenciosos ou desinformativos, em busca da aproximação da verdade. É objetivo do blog discutir temas políticos, econômicos e sociais para informar, estimular o debate e a produção de informação, habilitando o leitor do blog a entender os temas debatidos e transformar cada brasileiro em leitor crítico com domínio sobre os temas em debate.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>256</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PerspectivaCrtica" /><feedburner:info uri="perspectivacrtica" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;A0cASHY_fyp7ImA9WhVTFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-6391557243498867513</id><published>2012-03-01T18:18:00.004-03:00</published><updated>2012-03-01T18:57:29.847-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-03-01T18:57:29.847-03:00</app:edited><title>O Exemplo Grego: moeda forte, desindsutrialização, serviço público ineficiente e o desastre econômico.</title><content type="html">Aconselho a leitura do artigo do Blog da Miriam Leitão intitulado "As impressões de uma grega sobre seu país", publicado hoje, 1º de março de 2012. Nele você temm informações de uma professora grega de relações internacionais da FGV/RJ sobre o que ocorre em seu país, sob sua perspectiva de grega. Temos aí uma oportunidade interessante para ver o que não se pode deixar acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selecionaei o seguinte trecho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"De acordo com os números fornecidos pela professora, o setor público sustenta o Estado (40% a 50% do PIB), sendo seguido pelos setores de turismo (17% do PIB) e pela agricultura (menos de 10%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de estar em recessão há quatro anos, a Grécia sofre com o elevado desemprego - a taxa geral está em 19,9%, mas entre os jovens chega a 48,1%. Também importa mais do que o dobro do que exporta, o que provoca desequilíbrio na balança comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o país não pode mexer na sua moeda, por fazer parte da zona do euro, seus produtos vendidos no exterior, principalmente azeite de oliva, frutas, produtos derivados do leite, tecidos, mármore e vinhos, são caros. E os produtos importados, principalmente chineses, chegam ao país com preços mais competitivos. &lt;br /&gt;- O consumo de importados é muito grande. Nos últimos anos, o país se desindustrializou. A ideia é que o setor de turismo cresça até 2020 para que seja responsável por 20% do PIB - diz Elena."&lt;br /&gt;(acesse o integral em http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2012/03/01/as-impressoes-de-uma-grega-sobre-seu-pais-434175.asp)&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe, gente, é claro que não é possível comparar diretamente a Grécia conosco, principalmente a partir destas informações trazidas pela professora grega, pois a economia grega, em comparação com  a nossa praticamente inexiste. Mas dá para se entender algumas coisas a que podemos, de uma diferente forma, estar alertas para que não ocorra conosco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enredo para o qual chamo atenção é o seguinte: após entrar para a zona do euro, a grécia passou a possuir uma moeda forte, dando condições de consumo imediato à sua população (principalmente de produtos importados), bem como acesso a juros mais baixos para financiamento de consumo e investimentos. Mas o país não teve política industrial e os políticos utilizaram o serviço público de forma clientelista, não havendo contratação por mérito. Resultado: o aumento de renda e o acesso a juros baixos foram usados para consumo e não para investimentos produtivos ou modernização da economia e pauta de produçaõ e/ou exportação de produtos industrializados gregos. O serviço público também não foi utilizado como indutor de crescimento evirou cabide de emprego, sendo ineficiente e transformlou-se em custo e não em mola propulsora de desenvolvimento ou base de apoio para o cresciemtno e desenvolvimneto econômico. Se política industrial, hoje a economia vive de serviço público (50% do PIB), da agricultura e do turismo, ou seja, é um país falido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, é importante vermos que existência de política industrial é pressuposto de desenvolvimento sustentável de uma economia. É importante perceber que moeda forte deve ser motivo de pagamento de dívidas das empresas e do governo, enquanto a moeda está forte, e incnetivo para modernização de máquinas para as empresas nacionais ganharem eficiência e produtividade. E também é importante exigirmos um serviço público que premie a competência e o mérito, seja para o ingresso no serviço público, seja por conta do atingimento de metas no serviço público. Serviço público custoso é o que é ineficiente, incompetente e desmotivado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, concurso público e não cargos em comissão (hoje 22 mil no governo) é que são necessários. Boa remuneração para atrair pessoas competentes, e carreira pública definida para manter e incentivar o servidor público a permanecer no serviço público e atingir metas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós não estamos na condição da Grécia, mas combater uma valorização excessiva de nossa moeda é bom, como Mantega está fazendo. Impedir a desindustrialização com políticva industrial é essencial e nisto ainda não estamos obtendo êxito, pois a produção industrial brasileira para o mercado interno do País vem caindo ano a ano, justamente por causa da desvalorização do dólar. Isso mina nossa geraçlão de empregos com origem em empresas e indústrias brasileiras. Temos de ver isso. Nossas indústrias já produziram 35% do consumo interno e hoje produz 16% do que é consumido internamente!!! Isso é grave!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E temos de ter o melhor serviço público do mundo. temos de investir no serviço público e exigir profissionalismo. Temos de exigir resultados como existem vindos da Petrobrás, da receita Federal, do BNDES, da Embrapa, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal. Temos de exigir remuneração compatível com a complexidade dos cargos, ingresso por concurso público e não por indicação política em cargos em comissão onde não seja necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim podemos continuar a criar um ambiente perene e saudável para o crescimento de uma economia brasileira para brasileiros. Geração de riqueza no País com participação dos brasileiros nessa riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos de estar atentos ao exemplo grego no que ele pode nos indicar caminhos errados que não devem ser seguidos e que devam ser identificados o quanto antes para correção de rumos o quanto antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Política Industrial. Serviço público profissional. Defesa de valor adequado do câmbio. Esse é o caminho da criação de ambiente econômico saudável e da criação e proteção de riqueza nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só um detalhe. Li um artigo e vi uma reportagem que evidenciou que os gregos foram admitidos na zona do euro para agregar mercado consumidor para os produtos alemães e franceses. Neste sentido, a moeda forte impedia um desenvolvimento industrial com a Alemanha e França de uma incipiente indústria grega. A elite local ficava satisfeita em poder vender artigos primários, base de sua riqueza, o povo grego feliz em comprar produtos franceses e alemães a que não tinha acesso e assim seguiu o acordo tácito. Não satisfeitos com estas condições não indicadores de um bom futuro á Grécia, a cada empréstimo grego tomado junto ao BCE, e/ou a cada indicação de interesse de investimentos alemães e franceses no país, a Grécia era obrigada a comprar produtos franceses e alemães inclusive de que não precisava, como por exemplo seis fragatas francesas!! Assim, a manutenção na Zona do Euro era ao custo também de endividamento grego à base de obrigações de compra de produtos franceses e alemães. Alemanha e França exploravam o parceiro e não ajudavam no desenvolviemnto de políticas insdustriais e conômicas promissoras à Grécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lógico que a culpa também é da Grécia de nada fazer para reverter essa situação e deixar-se afundar em dívidas com vistas no enriquecimento imediato das elites políticas e econômicas locais e na felicidade imedita das massas de consumo de importados. França e Alemanha não foram boazinhas para a Grévia, mas a Grécia foi incompetente e inocente, sendo a principla responsa´vel por seu próprio desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta-nos torcer para que saia desse buraco, o que é difícil sem previsão de crescimento econômico, e aprender com o que eles fizeram de errado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-6391557243498867513?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Selecionei o seguinte trecho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"No mesmo decreto que estende o IOF para empréstimos de até 3 anos, o governo retirou uma cobrança de imposto que havia sido imposta às BDRs (Brazilian Depositary Receipts), papéis negociados no mercado de ações no país. Mantega justificou a medida afirmando que ela ajuda a destinar recursos para o setor produtivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O mercado de capitais também é positivo para investimentos produtivos. A Bolsa tem atraído capitais que vão para a produção." (veja a íntegra em http://oglobo.globo.com/economia/para-segurar-dolar-governo-muda-iof-sobre-captacoes-no-exterior-4109070)&lt;/blockquote&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação de IOF de 6% para empréstimos de prazos inferiores a três anos, adotada por Mantega, neste momento em que o Banco Central Europeu colocaou mais 530 bilhões de euros no mercado financeiro europeu está certíssima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorre é que os bancos europeus, vendo a crise européia, não estão direcionando so valores que recebem para suas empresas e mercados, encontrando porto mais seguro e lucrativo em títulos da dívida de países emergentes (Brasil, incluído, lógico) e pior, empréstimo cruzado. Isso já foi noticiado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o juros europeu é baixo, há empresas e bancos brasileiros que estão pegando o empréstimo desses valores que os bancos europeus recebem do BCE, a juros baixos, e aplicando em títulos da dívida brasileira que pagam juros altos. Assim, não há direcionamento dos valores do BCE, do Banco Japonês e do Governo Americano direcionado para as empresas européias, americanas e japonesas, mas uma ciranda financeira em que o contribuinte paga, mas os bancos europeus, americanos e japoneses pagam juros baixos, emprestam a bancos e empresas brasileiras a juros um pouco maiores e as empresas e bancos brasileiros pegam esse valor e aplicam em título de dívida brasileira de curto prazo a juros maiores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos lucram, menos o contribuinte e as empresas européias, americanas e japonesas que ficam sem ajuda. As economias combalidas não se recuperam. O dólar cai no Brasil e países emergentes atrativos que pagam juros públicos altos (Brasilzão em primeiro lugar disparada, infelizmente), prejudicando as indústrias brasileiras que não conseguem vender para o exterior seus produtos, porque o real se valoriza e prejudicando mais ainda as empresas e indústrias brasileiras porque não conseguem competir com os produtos importados que ficam mais baratos do que os produzidos aqui e vendidos em reais valorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso piora se o banco estrangeiro criar uma subsidiária aqui ou uma instituição financeira brasileira "sócia" nessa operação de tomar dinheiro do BCE a juros baixos e aplicálos em títulos de curto prazo da Dívida brasileira, dividindo os lucros. Como a Captação européia custa 0,5% e a americana custa 0,25%, aplicam o valor captado a este custo nos EUA e Europa no Brasil que paga hoje 10,5% ao ano. Com inflação brasileira prevista para 5% em 2012, por exemplo, esses malandrinhos embolsam os juros brasileiros de 10,5% ao ano com desconto da inflação (5%) mais o desconto da captação no BCE ou nos EUA (0,5% ou 0,25%), resultando em embolso fácil de 5% a 5,25% de juros reais anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acabar com o interesse nessa operação, Mantega institui 6% de IOF na operação, retirando o valor fácil desta operação e acabando com o interesse dos bancos europeus, americanos e japoneses em destinar egoisticamente os valores destinados pelos Govenros europeus e americanos para a recuperação de seus mercados internos, impedindo, e este o mais importante a nós, desvalorização exagerada do dólar e desorganização do mercado de câmbio brasileiro, que resulta em prejuízo competitivo de preços dos produtos brasileiros no Brasil e no exterior, salvando nossas indústrias e empresas comerciais, assim como nossos empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso o que esta medida faz. Já foi adotada antes. E deve ser adotada sempre que houver excesso de liquidez no mercado internacional, com a configuração de juros mundiais atuais, ou seja, com a prática de juros negativos pagos pelos EUA, Japão e Europa por investimento em seus títulos de dívidas, e pr´´atica de juros reais brasileiros nas alturas e incompatíveis com nossa situação econômica e fiscal, como ocorre hoje.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfeita manobra, Mantega! Abraços e admiração do Blog Perspectiva Crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a informação do "especialista" no artigo do jornal que disse que esta medida é inócua ou quase inócua, tenho a dizer o seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um integrante do mercado financeiro que fica triste com a taxação porque tira boa oportunidade para os bancos estrangeiros e brasileiros lucrarem fácil. As captações de bancos e empresas brasileiras continuarão ocorrendo, sim é verdade, mas isso não significa que as captações por prazos inferiores a três anos continuarão. É isso que foi atacado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Captações por prazos curtos evidenciam a manobra que expliquei, de caráter especulativo e prejudicial, pois consegue pegar títulos de juros mais altos e depois sai sem comprometimento com a normalidade de operações de empréstimo produtivo ou mesmo com a normalidade das condições de mercado de câmbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Captações por prazos maiores obrigam a realizar operações de empréstimo com caráter mais produtivo (empréstimo para empresas e para o consumidor) e ainda obriga a investimento em títulos de dívida com prazo mais longo, que hoje apresentam característica de taxa de juros menores do que 10,5%, chegando a pouco mais de 4% na última venda de títulos brasileiros com vencimento em 2041.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, sim, a medida de aumento de IOF para empréstimos por prazo inferior a três anos não impede a continiudade de captação de valores no exterior que gerarão também um efeito de valorizar o real e baixar o dólar, como afirma o entendido. Mas a medida ataca as operações de curto prazo, diminuindo em muito a intensidade dessas operações, mantendo uma normalidade na oscilação do câmbio e retirando o lucro fácil da triangulação de empréstimo, protegendo o câmbio, a produção e o emprego brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: Sobre o mesmo assunto, leia o artigo de hoje do Blog da Miriam Leitão intitulado "Viciados em liquidez", acessível em http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2012/03/01/viciados-em-liquidez-434115.asp&lt;br /&gt;Então o especialista está equivocado e Mantega está correto, mais uma vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-3190805444418561062?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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E no RJ? Autoridades de governo estadual e municipal omissas no RJ.</title><content type="html">Hoje, 28/02/2012, o Jornal O Globo publicou o artigo on line denominado "Governo Argentino anuncia intervenção em linha de trem". Seleciono o seguinte trecho do artigo:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;"O governo argentino anunciou nesta terça-feira a intervenção estatal das concessões das linhas de trem Sarmiento e Mitre, em poder da empresa Trens de Buenos Aires (TBA). A medida foi confirmada pelo ministro do Planejamento, Julio De Vido, e pelo Secretário de Transportes, Juan Pablo Schiavi, quase uma semana após o trágico acidente da estação de Once da linha Sarmiento, que matou 51 pessoas e deixou 700 feridos." (Acesse o original integral em http://oglobo.globo.com/mundo/governo-argentino-anuncia-intervencao-em-linha-de-trem-4092413)&lt;/blockquote&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que não vi o contrato de concessão argentina. É claro que não ponderei o efeito de uma economia vacilante. Mas é importante notar que privatização ou concessão de serviços públicos não é panacéia ou formula mágica para a solução de problemas de investimentos públicos em serviços essenciais, pura e simplesmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não bastasse toda a desgraça econômica que a argentina vive há dezesseis anos, ainda isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao Brasil, em especial no RJ, eu sei que a legislação regulatória das concessões públicas (Lei 8987/95) prevê que toda concessão pública deve respeitar o conceito legal de "adequado serviço público", conforme determina seu artigo 6º:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;" Art. 6o Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo contrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        § 1o Serviço adequado é o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        § 2o A atualidade compreende a modernidade das técnicas, do equipamento e das instalações e a sua conservação, bem como a melhoria e expansão do serviço."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores, eu pergunto, a concessão de trens e do Metrô no Estado do Rio de Janeiro está respeitando esta determinação legal que inclusive integra todo e qualquer contrato de concessão de serviço público no Brasil? E a Light (tudo bem, diminuíram as explosões de bueiros, por enquanto e o Ministério Público processou a Light)? E o desrespeito ao passageiro de ônibus? E o desrespeito aos passageiros de ônibus que são cadeirantes? E o desrespeito aos sinais de trânsito pelas concessionárias de ônibus? E o desrespeito à continuidade e adequação do serviço de transporte pelas barcas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhores, quero que vocês vejam como a Argentina sofre pela incompetênmcia adminstrativa dos governos, pela liberdade de atuação de concessionárias, sem fiscalização e sem multas lagais e/ou contratuais e pensem no Brasil e no RJ, em especial, para fins desse artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As autoridades estaduais e municipais são omissas na fiscalização das concessionárias de serviços públicos no Rio de Janeiro. Multas não são cobradas ou aplicadas. A lei manda cobrar a continuidade e adequabilidade da prestação de serviços via concesão pública, a bem do atingimento das finalidades da concessão pública e a bem da qualidade e quantidade da prestação de serviço público via concessão. Mas as autoridades do Executivo, Governador Sérgio Cabral e Prefeito Eduardo Paes, não multam. Também não fiscalizam. Ou se o fazem, ninguém fica sabendo.´&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só o que vejo e o que é noticiado são as desgraças que os cariocas e fluminenses passam cotidianamente na mão das concessionárias. Dependemos quase que exclusivamente das atuações judiciais do Ministério Público Estadual, propondo Ações Civis Públicas, para tentar arrancar Termos de Adequação de Conduta (TAC) das faltosas concessionárias do Estado do Rio de Janeiro, como foi o caso da Light.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamo a atenção de todos para o abandono da fiscalização dos serviços de concessionárias no Estado e Município do Rio de Janeiro, principalmente na área de transporte, serviço de longe o mais ridículo de todas as concessionárias. Aponto a falta especial do Executivo, na pessoa do Governador Sérgio Cabral e na do Prefeito Eduardo Paes. Exijo, caso minha acusação esteja equivocada, o direito, como cidadão, de que seja apresentado à nossa sociedade qual é o quadro de fiscais responsáveis pelas fiscalizações de cumprimentos de contratos de concessão do Município e do Estado, em especial na área de transporte. Deixo aberto o espaço no Blog para esta resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chamo a atenção para o caso Argentino, prejudicado tanto no serviço de fornecimento de águas como agora no caso de serviço de transporte por trens. Não deixemos nossas concessões virarem fumaça como ocorre na Argentina. Exijam já a fiscalização e cumprimento do artigo 6º da Lei 8987/95 nas concessões públicas do Estado e do Município do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 29/02/2012 - Esclareço que não sou insensível ao fato de que o Governo Estadual de Sérgio Cabral se dedicou à segurança com as UPPs e com menos ênfase na área da saúde com expansão de UPAs. Da mesma forma houve no Município do Rio de Janeiro expansão de UPAs e obras de recapeamento de estradas, choques de ordem a aluns melhoramentos urbanos perpetrados pelo Prefeito Eduardo Paes. Entretanto, isso não justifica não haver fiscalização eficiente de concessionárias públicas de transporte, que são essenciais para o di-a-dia da população. É impossível melhoria na qualidade e quantidade de transporte público sem fiscalizaçao, elaboraçao de pareceres e relatórios apontando falhas e necessidads de investimentos públicos, das concessionárias e ainda apontando ilícitos contratuais e aplicando multa. Multas de trânsito a empresas de ônibus muitas vezes não são cobradas, quando há a autação. o Metrô do Rj previa que chegariam 111 composições da China em fevereiro de 2011. Cadê essas composições? O Estado teria de comprar 60 trens para a Supervia, mas ouvi recentemente que a respectiva licitação foi cancelada pelo Estado do Rio de Janeiro. Não sei se foi por pressão orçamentária com o recente aumento antecipado dos Policiais Militares, Civis e agentes penitenciários.., nao sei se por garantia em relação ao risco de perda de orçamento por causa da discussão de roubo dos royalties do petróleo do nosso Estado pela Federação,.. não sei ainda se a criação do piso nacional dos professores (que saiu, graças a Deus!) que demanda reserva de valores orçamentários,.. mas o fato é esse, eu não sei. E ese assunto é grave demais para ninguém saber de nada. Não sabendo a causa da falta de investimento público e de fiscalização e punição das concessionários de transporte, o que resta é culpar, até que prove o contrário, as autoridades responsáveis eleitas para cuidar, investir, fiscalizar e punir desvios, falhas e omissões das concessionárias de serviços públicos. É isto que estamos fazendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-1102566965907164947?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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E no RJ? Autoridades de governo estadual e municipal omissas no RJ." /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/concessao-argentina-de-trens-falha-e-no.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMGQH84eCp7ImA9WhVTFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-6069405604322700830</id><published>2012-02-28T17:50:00.005-03:00</published><updated>2012-02-29T05:00:21.130-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-29T05:00:21.130-03:00</app:edited><title>Caso escabroso: resultado da privatização do fornecimento de Águas na Argentina</title><content type="html">Pessoal, este material está incluso no texto reproduzido no artigo anterior sobre o FMI e o Sistema Financeiro Mundial, de autoria de Patrick M. Wood, do site www.augustreview.com. Mas o caso é tão escabroso, à falta de outra palavra, que reproduzirei como novo artigo, para facilitar pesquisa e acesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um caso de falência de uma concessão forçada à Argentina pelo FMI em troca de empréstimos. A concessão seria de fornecimento de águas e tratamentode esgoto para 10 milhões de habitantes, 1/3 da população Argentina à época, a maior privatização de sistema público de fornecimento de águas no mundo. Depois de 10 anos fornecendo água mal tratada e cara aos argentinos, quando a concessão passou a não mais dar lucros, a concessionária estrangeira, no caso a Suez francesa, informou não ter interesse na continuidade e deixaria em um mês o país, que fiocu com o serviço ruim e ainda teria de retomá-lo, permanecendo com a dívida do empréstimo tomado junto ao FMI, para desespero dos argentinos e dos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é divulgado para você. Assim como também não é publicado para você o fato de que o sistema financeiro internacional existe para garantir investimentos de empresas européias, japonesas e americanas nos demais países que precisam de ajuda para melhorar a máquina estatal e serviços à população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia o trecho abaixo e tenha acesso a um caso, ao menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Argentina: Estudo de um Caso de Privatização&lt;br /&gt;Em 2001, o FMI entregou um pacote de ajuda financeira à Argentina, no valor de 8 bilhões de dólares. Os maiores beneficiários foram os grandes bancos europeus, que detinham cerca de 75% da dívida externa do país. O rio do dinheiro fluiu da seguinte forma: O FMI entregou 8 bilhões de dólares (aproximadamente 1,6 bilhão era dinheiro suado dos impostos pagos pelos contribuintes americanos) para a Argentina; a Argentina comprou títulos do Tesouro dos EUA (o governo americano recebeu os dólares de volta após estes serem 'monetizados'); a Argentina entregou os títulos do Tesouro dos EUA aos bancos credores, que gentilmente concordaram em aposentar os inúteis títulos argentinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos de uma década antes, o FMI e o Banco Mundial apoiaram a Argentina no maior projeto de privatização das águas no mundo. Em 1993, Águas Argentinas foi formada entre a Secretaria de Recursos Hídricos da Argentina e um consórcio que incluía o grupo Suez, da França (a maior empresa de águas no mundo) e Águas de Barcelona, da Espanha. A nova empresa cobria uma região povoada por mais de dez milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, após dez anos de tarifas mais altas para a água, menor qualidade na água e no tratamento do esgoto, e melhorias na infra-estrutura negligenciadas, o consórcio está rescindindo seu contrato de trinta anos e saindo fora. A amargura entre Águas e os oficiais do governo se aprofunda por causa das promessas quebradas e das reações políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seqüela de Águas Argentinas é registrada na edição on-line de 21 de novembro de 2005 do jornal britânico The Guardian:&lt;br /&gt;Mais de um milhão de residentes na província rural argentina de Santa Fé estão enfrentando uma ansiosa espera para saber se haverá água em suas torneiras e na descarga da privada nas próximas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1995, a província tem seu fornecimento de água potável e os serviços de saneamento realizados por um consórcio liderado pela multinacional francesa Suez; agora, o gigante grupo do setor de serviços quer sair e planeja fazer isso no prazo de um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão, que segue o colapso ruidoso de outros esquemas de privatização das águas em países incluindo Tanzânia, Porto Rico, Filipinas e Bolívia, levanta novamente questões sobre a viabilidade de privatizar serviços públicos nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo Suez também está se preparando para abandonar antecipadamente sua antigamente lucrativa concessão na capital argentina, Buenos Aires. O contrato, firmado em 1993, marcou o maior projeto de privatização de águas no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os casos, a empresa francesa está rescindindo seu contrato de trinta anos com apenas um terço do período cumprido. O grupo Suez não consegue fazer a concessão gerar lucros - pelo menos não dentro dos termos do acordo atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gigante grupo francês conseguiu ambos os acordos de serviços em meados dos anos 1990, quando a Argentina fez uma gigantesca reforma em seu setor de serviços públicos, em grande parte por ordem do Banco Mundial e de outras agências de empréstimo. [19]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia Águas Argentinas explorou o mercado enquanto pôde e depois simplesmente deu o fora. E por que não? Os lucros cessaram e aquele não é o país deles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estatísticas globais mostram que cerca de 460 milhões de pessoas em todo o mundo agora dependem da empresas privadas para o fornecimento de água potável, como a Águas Argentinas, em comparação com apenas 51 milhões em 1990. O FMI (e o Banco Mundial) alavancaram os 400 milhões de clientes adicionais para os contratos de privatização com as megaempresas de abastecimento de água da Europa e dos EUA. Agora que toda a gordura já foi retirada do leite, essas mesmas empresas estão dando desculpas e saindo da festa - deixando os clientes furiosos e os governos trôpegos, incapazes e ainda sobrecarregados com os bilhões de dólares da dívida incorrida (por insistência delas) para iniciar a privatização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Em fevereiro de 2003, a CBC News, no Canadá, produziu uma ampla reportagem intitulada "Lucro com a Água: Como as Multinacionais Estão Tomando o Controle de um Recurso Público", que foi apresentada em partes, durante um período de cinco dias. [20]"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse o original integral em http://www.espada.eti.br/fmi.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou principiologicamente contra privatização. Mas já falei a todos meus familiares e amigos: cada caso é um caso e devemos ver as garantias e benefícios para a sociedade, em primeiríssimo lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 29/02/2012 - texto revisto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-6069405604322700830?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Naturalmente, sugiro a leitura no próprio site original o "Espada", pois além de mais recursos de imagem, há mais artigos e fontes interessantes sobre o tema SIstema Internacional Monetário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena ler. O texto é tão importante que copiei, pois algumas vezes pude perceber que alguns sites ou artigos podem ficar inacessíveis depois de um tempo, mesmo com o endereço correto. Mas o original é acessível no endereço http://www.espada.eti.br/fmi.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não concordo com 100% do texto, mas concordo com 95%. Quando por exemplo diz o autor que a maioria das teorias de Keynes estão desacreditadas, naturalmente ele se referia a péríodo anterior à crise de 2008, pois então houve retomada de princípios keynesianos. E também quando diz que  "plena recuperação não está em vista (da atuação do FMI), nem é algo que já tenha acontecido", também fica evidente que o autor escreveu antes de pagarmos a dívida com o FMI, em 2010. O Brasil é o único exemplo de restabelecimento financeiro, tendo tido "ajuda" do FMI. Mas o cerne do que diz é verdade, o empréstimo tomado do FMI vem com condicionalidades e subordinação da política econômica do País devedor, com objetivos verificáveis de sujeição de sua soberania e com evidente interesse em induzir privatização de todas as empresas estatais que existam no País. Mas confira você mesmo. O texto é ótimo e com indicação das fontes. Importante salientar que os pequenos momentos em que o autor especula ele não tem tanto êxito sobre quando informa. Foco na informação, portanto. A conclusão do autor também é acompanhada por mim 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinço, no entanto, para efeito de importância do conteúdo escrito a seguinte declaração de um congressista americano, chamado Sanders, que apontava a ineficiência do FMI para o bem de países subdesenvolvidos e para o próprio EUA. Segundo sua declaração o FMI sómente atuou para garantir investimentos arriscados de bancos norte-americanos contra o interesse da diminuição da pobreza no país devedor e aumentando riscos e despesas orçamentárias para os EUA que deveria se preocupar com suas crianças e idosos. Vejam esta declaração contra o empréstimo do FMI ao Brasil em 1998 (empréstimo, diria, essencial para a normalização da nossa economia na época - 30 bilhões de dólares, mas que não invalida a afiormaçaõ de Sanders numa perspectiva geral e histórica de atuação do FMI):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"As políticas do FMI nos últimos vinte anos defendendo o livre comércio sem restrições, a privatização, desregulamentação e o corte súbito dos investimentos dos governos em saúde, educação e previdência social foram um fracasso total para as famílias de baixa renda e da classe média no mundo em desenvolvimento e nos Estados Unidos. Claramente, essas políticas somente ajudaram as grandes empresas em sua busca constante por mão de obra mais barata e regulamentações ambientais mais frouxas. O Congresso precisa trabalhar em uma nova política que proteja os trabalhadores, aumente os padrões de vida e melhore o meio ambiente."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos, então, o artigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"O Sistema Financeiro Global - Parte 1: O Fundo Monetário Internacional (FMI)&lt;br /&gt;Fonte: The August Review, http://www.augustreview.com&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;A tríade dos controladores do sistema monetário global inclui o FMI, o Banco Mundial e o Banco de Compensações Internacionais (BIS, do acrônimo em inglês). Conforme evidenciado pelos crescentes protestos que ocorrem nas ruas durante todo encontro do FMI, esta é uma organização que as pessoas aparentemente acham fácil odiar. Financiado pelos contribuintes de todos os países do mundo, o FMI distribui dinheiro aos bilhões para manter viva a globalização. O mundo é a colônia de ostras e os membros da elite globalista são os pescadores de pérolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Fundo Monetário Internacional (FMI) é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Uma instituição pública, estabelecida com o dinheiro fornecido pelos contribuintes de todo o mundo. É importante observar isto porque o FMI não se reporta diretamente aos cidadãos que o financiam ou àqueles cujas vidas ele afeta. Ao contrário, ele se reporta aos Ministros da Fazenda e aos bancos centrais dos governos em todo o mundo." [1]&lt;/blockquote&gt;Essa declaração é de um especialista, Joseph Stiglitz, que serviu durante sete anos como presidente do Conselho de Assessores Econômicos de governo Clinton e como economista-chefe do Banco Mundial. Stiglitz é um globalista da corrente dominante, mas ainda é honesto o suficiente para ter se tornado desiludido com as práticas corruptas do FMI e do Banco Mundial. O testemunho de primeira mão dele é muito instrutivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Burocratas internacionais - os símbolos sem face da ordem econômica mundial - estão sob ataque em toda a parte. Encontros antigamente rotineiros de tecnocratas obscuros, que discutem assuntos mundanos como a concessão de empréstimos e cotas comerciais, agora se tornaram a cena para furiosas batalhas de rua e enormes passeatas de protesto... Virtualmente toda importante reunião do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio é agora cena para conflitos e protestos." [2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que o FMI é uma organização que as pessoas gostam de odiar? Este relatório tentará lançar um pouco de luz sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Início do FMI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com sua própria literatura, o Fundo Monetário Internacional (FMI) foi "estabelecido para promover a cooperação monetária internacional, a estabilidade do câmbio e ajustes organizados para o câmbio, para patrocinar o crescimento econômico e altos níveis de emprego, para oferecer assistência financeira temporária aos países e ajudar a facilitar o ajuste da balança de pagamentos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificilmente se pode dizer que essa descrição inócua descreve as funções críticas que o FMI fornece para o processo da globalização. De fato, o FMI é um dos principais agentes de transformação na economia global e na governança global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI foi na verdade criado em dezembro de 1945, quando os primeiros 29 países-membro assinaram seus Artigos do Acordo, e iniciou suas operações em 1 de março de 1947. (NT: Atualmente existem 185 países-membro.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autorização para o FMI veio alguns meses antes na famosa Conferência de Bretton Woods, em julho de 1944.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;Bretton Woods: - A Conferência de Bretton Woods e o Acordo de Bretton Woods definiram o cenário para uma nova ordem econômica e monetária internacional para o período após a Segunda Guerra Mundial. Reunidos em Bretton Woods, estado de New Hampshire, EUA, em 1944, os delegados se comprometeram com o Acordo de Bretton Woods, instituindo o Banco Internacional para a Reconstrução de Desenvolvimento (BIRD, melhor conhecido como Banco Mundial) e o Fundo Monetário Internacional.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, os Acordos de Bretton Woods estabeleceram um sistema de procedimentos e regras, junto com as instituições para impô-lo, que propunha que os países-membro adotassem uma política monetária que era fixada em termos de ouro. Embora o sistema de Bretton Woods tenha entrado totalmente em colapso em 1971, quando o presidente Nixon suspendeu a conversibilidade do dólar em ouro, as instituições criadas em 1944 continuaram sem interrupções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora qualquer país possa se tornar membro do FMI, o caminho para o ingresso é digno de observação. Quando o pedido de ingresso é apresentado à diretoria executiva do FMI, um "Compromisso de Participação" é feito à Junta de Diretores, que trata a cota do membro, os direitos de subscrição e de votação. Se aprovado pela diretoria, o país candidato precisa fazer emendas em suas próprias leis de modo a permitir que assine os Artigos do Acordo do FMI e cumpra as obrigações requeridas dos membros. Em outras palavras, o país-membro subordina certa porção de sua soberania nacional ao FMI. Isto arma o cenário para o FMI assumir um papel ativo nos assuntos do país-membro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;Soberania: O princípio que o Estado exerce poder absoluto sobre seu território, seu sistema de governo e sua população. De acordo com esse princípio, a autoridade interna do Estado se sobrepõe a de todos os outros organismos&lt;/em&gt;.&lt;/blockquote&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI é visto por alguns como uma organização global, mas é preciso observar que o governo dos EUA tem um poder de voto de 18,5% na diretoria do FMI, ou três vezes mais do que qualquer outro país-membro. Além disso, a organização está sediada em Washington DC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Fundadores do FMI: Harry Dexter White e John Maynard Keynes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os principais arquitetos do sistema de Bretton Wood e, portanto, do FMI, foram Harry Dexter White e John Maynard Keynes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keynes foi um economista inglês que sempre teve um enorme impacto no pensamento econômico global, a despeito do fato que muitas de suas teorias econômicas já tenham sido totalmente desacreditadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele propôs a dissolução do Banco de Compensações Internacionais pelo fato de ser dominado por agentes nazistas. Entretanto, após a guerra, quando desmantelar o BIS foi realmente mandado pelo Congresso, ele argumentou contra a dissolução até a criação do FMI e do Banco Mundial. Seu último argumento era a lógica freqüente e bastante surrada: "Se o fecharmos cedo demais, o sistema financeiro internacional entrará em colapso." Os instintos globalistas de Keynes o levaram a propor a criação de uma moeda global, chamada Bancor, que seria administrada por um banco central global. Essa idéia fracassou totalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harry Dexter White também era considerado um economista brilhante e foi indicado em 1942 como assistente de Henry Morgenthau, o então Secretário do Tesouro. Ele permaneceu como o assistente de maior confiança de Morgenthau durante todo o mandato dele, e argumentava verbosamente contra o Banco de Compensações Internacionais. Como Morgenthau e a maioria dos americanos, White era fortemente antinazista. Entretanto ele NÃO era pró-EUA. [3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 16 de outubro de 1950, um memorando do FBI identificou White como um espião soviético, cujo codinome era 'Jurista'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo o colapso da União Soviética em 1991, documentos antigamente secretos vieram ao conhecimento público e lançaram nova luz na questão. White não apenas estava entre os 50 espiões identificados, mas provavelmente era o principal espião da URSS nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1999, o Hoover Digest escreveu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Em seu novo livro Venona: Decoding Soviet Espionage in America, Harvey Klehr e John Haynes argumentam que dos cerca de cinqüenta americanos que espionaram para Stalin (muitos outros nunca foram identificados), Harry Dexter White foi provavelmente o agente mais importante."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As interceptações Venona revelaram que na Conferência em San Francisco, que fundou a Organização das Nações Unidas em 1945, White se reuniu com um oficial soviético da KGB e o informou da posição de negociação do governo americano em diversas questões. (O codinome de White na KGB foi em vários momentos 'Advogado', 'Ricardo' e 'Reed') Outra mensagem da KGB observava que White estava pensando em renunciar ao seu alto cargo no Tesouro e ingressar no setor privado porque precisava de uma renda maior para conseguir pagar as despesas com a instrução de sua filha na universidade. White era considerado tão importante para o Kremlin que seus controladores propuseram pagar as despesas com instrução para que White pudesse continuar no Tesouro." [4]&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Tivesse White vivido além de 1946, ele provavelmente teria sido processado por alta traição contra os EUA, a pena para a qual é a execução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais eram a fibra moral e as credenciais intelectuais dos criadores do FMI: Um deles era um economista e ideólogo inglês com uma inclinação marcadamente globalista, e o outro era um funcionário de alto escalão do governo americano e que era também um espião soviético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentar descobrir onde esses dois homens realmente estavam aos olhos da elite global tem mais reviravoltas do que um livro de mistérios do Sherlock Holmes. Isto pode ser mais facilmente percebido pelo resultado final - a bem-sucedida criação do FMI e do Banco Mundial, ambos os quais foram calorosamente endossados por tipos como J. P. Morgan e o Chase Bank, entre outros banqueiros internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Particionando: O FMI Versus o Banco Mundial e o BIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Existe uma tríade de potências monetárias que dominam as operações financeiras globais: O FMI, o Banco Mundial e o Banco de Compensações Internacionais. Embora eles trabalhem juntos de forma muito íntima, é necessário ver qual é o papel de cada um no processo da globalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial interagem somente com os governos, enquanto que o BIS interage somente com outros bancos centrais. O FMI empresta dinheiro para os governos nacionais e freqüentemente esses países estão enfrentando alguma crise fiscal ou monetária. Além disso, o FMI arrecada dinheiro recebendo contribuições das cotas dos seus 185 países-membro. Embora os países-membro possam pedir dinheiro emprestado para fazerem suas contribuições de cotas, ela é, na verdade, dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes. [5]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banco Mundial também empresta dinheiro para os governos e tem 185 países-membro. Dentro do Banco Mundial existem duas entidades separadas - o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e a Associação Internacional para o Desenvolvimento (IDA, do acrônimo em inglês). O BIRD enfoca os países de renda média e países merecedores de receber créditos, enquanto a IDA enfoca os países mais pobres do mundo. O Banco Mundial é auto-suficiente para as operações internas, emprestando dinheiro por empréstimo direto dos bancos e pelas emissões de títulos flutuantes, e então emprestando esse dinheiro por meio do BIRD e da IDA para os países em dificuldades. [6]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BIS, como o banco central para os outros bancos centrais, facilita o movimento do dinheiro. Ele é bem conhecido por fazer "empréstimos-ponte" para os bancos centrais dos países em que o dinheiro do FMI ou do Banco Mundial foi prometido, mas ainda não liberado. Esses empréstimos-ponte então são devolvidos pelos respectivos governos quando ocorre a liberação dos fundos que foram prometidos pelo FMI ou pelo Banco Mundial. [7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI ficou conhecido como "emprestador do último recurso". Quando um país começa a fraquejar por causa de problemas com os déficits comerciais ou com o peso excessivo da dívida, o FMI pode interferir e oferecer socorro financeiro. Se o país fosse um paciente em um hospital, o tratamento incluiria uma transfusão de sangue e outras medidas para manter o paciente vivo - a plena recuperação não está realmente em vista, nem é algo que já tenha acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso lembrar que as operações de resgate não seriam necessárias se os bancos centrais, os bancos internacionais, o FMI e o Banco Mundial não emprestassem dinheiro e levassem esses países a contrair dívidas que eles não poderiam pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Propósito e Estrutura do FMI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o panfleto do FMI, "Uma Instituição Global: Uma Visão Rápida Sobre o Papel do FMI":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"O FMI é a instituição central para o sistema financeiro internacional - o sistema de pagamentos internacionais e taxas de câmbio entre as moedas nacionais que permite que negócios ocorram entre os países."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele tem o objetivo de evitar crises no sistema encorajando os países a adotarem políticas econômicas sólidas; ele também - como seu nome sugere - é um fundo que pode ser utilizado pelos membros que precisarem de recursos financeiros temporários para lidar com os problemas na balança de pagamentos."&lt;/blockquote&gt;O FMI trabalha para a prosperidade global promovendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expansão equilibrada do comércio mundial; &lt;br /&gt;Estabilidade das taxas de câmbio; &lt;br /&gt;Evitando a desvalorização competitiva das moedas e &lt;br /&gt;Fazendo a correção ordeira dos problemas na balança de pagamentos. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Os propósitos estatutários do FMI incluem promover a expansão equilibrada do comércio mundial, a estabilidade das taxas de câmbio, evitar a desvalorização competitiva das moedas e fazer a correção ordeira dos problemas na balança de pagamentos de um país." [8] [Nota: A ênfase é deles]&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Embora o FMI tenha mudado significativamente ao longo dos anos, sua literatura atual deixa bem claro que os propósitos estatutários hoje são os mesmos que na época em que eles foram formulados, em 1944:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Promover a cooperação monetária internacional por meio de uma instituição permanente que forneça a estrutura para consultas e colaboração a respeito dos problemas monetários internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilitar a expansão e o crescimento equilibrado do comércio internacional e, assim, contribuir para a promoção e manutenção de altos níveis de emprego e da renda real, e também para o desenvolvimento dos recursos produtivos de todos os membros como objetivos principais da política econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promover a estabilidade do câmbio, manter os ajustes de câmbio de forma ordeira entre os membros e evitar a desvalorização competitiva da taxa de câmbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ajudar no estabelecimento de um sistema multilateral de pagamentos referente às transações correntes entre os membros e a eliminação das restrições que dificultam o crescimento do comércio internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dar confiança aos membros, tornando os recursos gerais do Fundo temporariamente disponíveis para eles dentro de salvaguardas adequadas, proporcionando-lhes a oportunidade de corrigirem os desajustes em sua balança de pagamentos sem que precisem recorrer à medidas destrutivas para a prosperidade nacional ou internacional.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o acima descrito, encurtar a duração e diminuir o grau de desequilíbrio nas balanças de pagamentos internacionais dos membros. [8]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais elevado e nobre que isso possa parecer, pode-se interpretar os significados conferindo suas ações. Por exemplo, "consultoria e colaboração" freqüentemente significa "imporemos nossas políticas ao seu país" e "salvaguardas adequadas" significam "exigiremos garantias e concessões para emprestarmos nosso dinheiro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI tem sido comparado a uma cooperativa de crédito internacional, em que os países-membro que contribuem para a formação das reservas têm a oportunidade de tomar empréstimos quando surgir a necessidade. O FMI também é capaz de arrecadar fundos tomando empréstimos dos países-membro ou dos mercados privados. No entanto, até aqui o FMI afirma não ter arrecadado fundos junto aos mercados privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este relatório examinará quatro aspectos das operações do FMI: Moeda e funções monetárias, riscos morais, operações de socorro financeiro durante as crises monetárias e condicionalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Moeda, Função Monetária e Ouro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dois anos antes do colapso do sistema de Bretton Woods, o FMI criou um mecanismo de reserva chamado Direito Especial de Saque (Special Drawing Right, ou SDR).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"O Direito Especial de Saque não é uma moeda, nem é um item do passivo do FMI, mas ao contrário, é basicamente uma requisição potencial em moedas livremente utilizáveis. Moedas livremente utilizáveis, conforme determinado pelo FMI, são o dólar americano, o euro, o iene japonês e a libra esterlina." [9]&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Como o valor das moedas componentes muda com relação umas às outras, o valor do Direito Especial de Saque muda com relação a cada componente. Em 29 de dezembro de 2005, um SDR estava avaliado em US$ 1,4291 e sua taxa de juros estava fixada em 3.03%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve haver engano na mente do leitor que o FMI corretamente vê a si mesmo como o "controlador da moeda" para todos os países que pegaram carona no Expresso Globalização. De acordo com uma publicação oficial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Portanto, o FMI está preocupado não somente com os problemas dos países individuais mas também com a operação do sistema monetário internacional como um todo. Suas atividades estão direcionadas a promover as políticas e estratégias por meio das quais seus membros podem trabalhar juntos para garantir um sistema financeiro estável e o crescimento econômico sustentável. O FMI oferece um foro para a cooperação financeira internacional e, portanto, para uma evolução ordeira do sistema e submete uma ampla área das questões monetárias internacionais aos convênios da lei, da persuasão moral e do entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI trabalha bem de perto com o Banco de Compensações Internacionais na promoção da harmonia nos mercados monetários, nas taxas de câmbio, nas políticas monetárias, etc. O BIS, como o banco central dos bancos centrais, mais provavelmente diz ao FMI o que fazer e não o contrário. Essa noção é confirmada pelo fato que em 10 de março de 2003, o BIS adotou o SDR como seu ativo de reserva oficial, abandonando totalmente o franco suíço em ouro de 1930.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa ação removeu todas as restrições para a criação de papel-moeda no mundo. Em outras palavras, o ouro não lastreia mais nenhuma moeda nacional, deixando os bancos centrais com o campo totalmente aberto para criar dinheiro conforme eles somente acharem apropriado. Lembre-se que quase todos os bancos centrais no mundo são entidades privadas ou mistas, com uma franquia exclusiva para obter empréstimos para seus respectivos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não quer dizer que o ouro não tenha função atual ou futura no dinheiro internacional. Dentro do sistema de Bretton Woods, o ouro era o ativo de reserva central e os subscritores originais contribuíram com grandes quantidades de barras de ouro. O ouro foi abandonado totalmente em 1971, mas o FMI continua a possuir e manter ouro até o presente: 103,4 milhões de onças (3.217 toneladas) com um valor atual de mercado de aproximadamente 45 bilhões de dólares. Não é uma quantia pequena de ouro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tesouro dos EUA afirma ter 261.5 milhões de onças de ouro, mas nunca houve uma auditoria oficial e física em Fort Knox e em outros depósitos para confirmar essa afirmação. Somente para comparação, a Grã-Bretanha afirma ter 228 milhões de onças em ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BIS, o FMI e os principais bancos centrais (notavelmente o Federal Reserve Bank de Nova York, e o Banco da Inglaterra) têm coletiva e metodicamente vendido porções de suas reservas em ouro ao mesmo tempo em que afirmam que "o ouro está morto". Essa manipulação provocou a redução do preço do ouro desde o início dos anos 1970. O livro de Anthony Sutton de 1979, The War on Gold (A Guerra Contra o Ouro), trata desse assunto. Mais recentemente, o grupo Gold Anti-Trust Action Committee (GATA) foi fundado em 1999 essencialmente com o mesmo argumento: o ouro tem sido manipulado de forma desleal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É suficiente dizer que se tantas organizações conspiram para manter "o ouro como dinheiro" longe da mente do público, então o ouro não está morto, mas foi apenas temporariamente colocado de lado. Quando as moedas fajutas criadas a partir do nada tiverem sido totalmente drenadas e exauridas pelo cartel global, o ouro provavelmente será trazido de volta pelas mesmas pessoas que nos disseram que ele estava morto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Risco Moral&lt;br /&gt;Este é um termo técnico jurídico com um significado bem preciso, mas pode ser compreendido com facilidade. Risco moral é o termo dado ao risco aumentado de um comportamento imoral que resulta em um resultado negativo (o "risco"), porque as pessoas que aumentaram o risco potencial em primeiro lugar não sofrem conseqüência alguma, ou se beneficiam dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o FMI esteja repleto de exemplos específicos de risco moral, sua própria existência é um risco moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eminente economista Hans F. Sennholz (do Grove City College) resume as operações do FMI da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O FMI na verdade incentiva os banqueiros e investidores a tomarem riscos imprudentes fornecendo fundos criados com o dinheiro do contribuinte para socorrê-los. Ele incentiva os governos corruptos a adotarem políticas de expansão e retração econômica, vindo em resgate sempre que eles ficam sem reservas em dólar." [11]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A movimentação do dinheiro ocorre da seguinte forma: O Banco Mundial e o BIS desenvolvem os mercados para crédito incentivando os governos a contraírem empréstimos. Eles (e os bancos privados juntamente) são incentivados a tomarem empréstimos arriscados por que sabem que o FMI está pronto para resgatar os países que não estiverem honrando os empréstimos - o risco moral. À medida que os juros devidos se acumulam e finalmente ameaçam toda a estabilidade financeira do país afetado, o FMI intervém com uma operação de "socorro". Os empréstimos atrasados são substituídos ou reestruturados com empréstimos do FMI (fornecidos com o dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes). Dinheiro adicional é emprestado para pagar os juros e permitir uma maior expansão da economia. No fim, o país desesperado está ainda mais endividado e agora está sobrecarregado com todos os tipos de restrições e condições adicionais. Além disso, debaixo do falso escudo da "redução da pobreza", os cidadãos invariavelmente acabam ficando em uma posição pior do que estavam no início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Condicionalidades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este também é um termo técnico que tem um significado específico: Uma condicionalidade é uma condição vinculada a um empréstimo ou a um alívio da dívida concedido pelo FMI ou pelo Banco Mundial. Tipicamente, as condicionalidades não têm uma natureza financeira, como por exemplo, requerer que um país privatize ou deixe de controlar serviços públicos fundamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;Condicionalidades - Os países precisam adotar políticas econômicas especificadas como condição para receberem um empréstimo das instituições financeiras multilaterais como o FMI e o Banco Mundial. Exemplos de condicionalidades são os Programas de Ajuste Estrutural, que incluem medidas rígidas de austeridade que em muitos casos têm efeitos devastadores na economia do país que já luta com dificuldades.&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As condicionalidades são mais significativas dentro dos assim chamados Programas de Ajuste Estrutural, criados pelo FMI. Os países são obrigados a implementar, ou prometer implementar, as condicionalidades vinculadas para que o empréstimo seja aprovado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa de Ajuste Estrutural - Um processo imposto sobre os países pobres em que eles precisam privatizar o setor de serviços, exportar mais e reduzir o papel do governo na economia de modo a obter os empréstimos do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Os programas de ajuste estrutural produzem devastação para os cidadãos vulneráveis dos países pobres, uma vez que eles perdem mais de suas poucas proteções e serviços.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos das condicionalidades são notáveis. O centro de estudos e debates globalista Foreign Policy in Focus publicou o relatório "Socorro Financeiro do FMI e Fluxos Financeiros Globais", do Dr. David Felix, em 1998. A introdução apresenta os seguintes pontos-chave:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI foi transformado em um instrumento para espreitar e abrir os mercados do Terceiro Mundo para o capital estrangeiro e para coletar as dívidas externas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa transformação viola o espírito e a substância da Carta do FMI e aumenta os custos para os países que solicitam ajuda financeira do FMI. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise operacional do FMI deriva da crescente resistência dos devedores às suas exigências de política, aumentando os custos fiscais e acumulando evidências do fracasso das políticas do FMI. [12] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público geral não tem visto essas "críticas internas" do FMI. Se alguém de fora fizesse as mesmas críticas, seria colocado em ostracismo e considerado parte de um grupelho radical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, as condicionalidades são um instrumento para forçar a abertura dos mercados nos países do Terceiro Mundo e coletar as dívidas atrasadas das organizações públicas e privadas. O resultado acumulado das condicionalidades é o aumento da resistência a essas exigências, chegando perto do ódio em muitos países. Os países que menos podem pagar são forçados a arcar com custos crescentes, dívida adicional e redução de sua soberania nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o relatório de mais alta credibilidade sobre essa questão tenha sido produzido em 2002 por Axel Dreher, do Instituto de Economia Internacional de Hamburgo, intitulado "Desenvolvimento e Implementação das Condicionalidades do FMI e do Banco Mundial".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dreher observa que não houve consideração de condicionalidades na fundação do FMI, mas ao contrário, elas foram acrescentadas gradualmente em número cada vez maior ao longo dos anos e principalmente por interesse dos bancos americanos. [13] As condicionalidades são arbitrárias, não-regulamentadas e impostas em graus variados em diferentes países de acordo com a vontade dos negociadores. Os países recipientes têm pouco ou nenhum poder de barganha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O August Review já observou diversas vezes que 1973, com a criação da Comissão Trilateral, foi um ano pivô na correria para a globalização. Não é surpresa então, que as condicionalidades tenham se tornado uma prática comercial padrão em 1974 com a introdução da Facilidade Estendida do Fundo (EFF). [14] A EFF criou linhas de crédito que poderiam ser usadas conforme necessário por um país que estivesse enfrentando problemas, criando assim mais riscos morais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;Comissão Trilateral: - Uma organização privada fundada em 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski. Existem cerca de 300 membros, que são vitalícios e provenientes da Europa, Japão e América do Norte. Esses membros elitistas consistem de diretores de grandes empresas, acadêmicos e políticos de alto escalão.&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dreher também salienta a rígida coordenação com o Banco Mundial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As reformas sob os programas do FMI são criadas principalmente pelos economistas do Banco Mundial. As condicionalidades do Fundo freqüentemente reforçavam as medidas contidas nas operações de reforma de empresas públicas suportadas pelo banco. A seleção de empresas públicas a serem reformadas bem como as modalidades e os cronogramas também eram desenvolvidos pelo Banco Mundial." [15]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, vemos que o FMI não atua sozinho na aplicação das condicionalidades e que, em alguns casos, essa aplicação é claramente orientada pelo Banco Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meticulosa pesquisa de Dreher revelou outra estatística interessante: A condição mais freqüente incluída é a privatização dos bancos - incluída em 35% dos programas analisados! Os banqueiros internacionais sempre tiveram desdém pelos bancos administrados pelos governos, em vez de pela iniciativa privada, ou empresas de capital aberto. Assim, eles usam o FMI e o Banco Mundial para forçar a privatização do que resta nas mãos dos governos no Terceiro Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo isso não fosse preocupante o suficiente, Dreher diz que existem conexões diretas entre as condicionalidades e vários bancos privados que trabalham em sintonia com o FMI e o Banco Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Como os credores privados estavam dispostos a emprestar ainda mais somente se os programas do FMI estivessem sendo implementados, a alavancagem do Fundo foi aumentada... como para a solução das crises algumas vezes mais dinheiro é necessário do que pode ser fornecido pelas instituições financeiras internacionais, o FMI e o Banco Mundial dependem desses credores privados que devem, portanto, ter o poder de pressionar por condições que atendam aos seus interesses." [17] &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Com o FMI, o Banco Mundial e outros bancos internacionais forçando os governos a administrarem seus países de modos que não são de sua escolha, e com os EUA vistos como o controlador principal dessas organizações, não é de se admirar que o Terceiro Mundo tenha desenvolvido um ódio tão intenso pelos EUA e pela globalização em seu próprio interesse que eles exportam sempre que possível. O processo de globalização é muito freqüentemente antidemocrático e totalmente ineficaz para cumprir seu elevado objetivo declarado de redução da pobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve estar evidente agora que o "abridor de latas" para a globalização ocorrer é o poder do dinheiro. O dinheiro emprestado escraviza o devedor e coloca-o na dependência daquele que empresta. Quando o presidente Bill Clinton finalmente reconheceu o erro de suas atitudes durante o caso com a estagiária Monica Lewinski, ele declarou que foi pela pior das razões: "Por que eu podia". Por que essas organizações financeiras se aproveitam daqueles a quem eles sistematicamente colocam em risco? Porque elas podem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Socorro do FMI ao Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 1998, a crise com a moeda brasileira foi causada pela incapacidade do país de pagar os juros acumulados excessivos sobre os empréstimos feitos por um período prolongado de tempo. Esses empréstimos foram feitos por bancos como Citigroup, J. P. Morgan, Chase e FleetBoston e eles poderiam sofrer a perda de uma imensa quantidade de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI, o Banco Mundial e os EUA socorreram o Brasil com um pacote de 41,5 bilhões de dólares, o que salvou o Brasil, sua moeda e, incidentalmente, alguns bancos privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O congressista Bernard Sanders (I-VT), membro do Subcomitê de Política Monetária e Comércio Internacionais, alertou sobre essa operação de lavagem de dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena ler toda a declaração de Sanders para a imprensa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Socorro do FMI ao Brasil é Mamata Para os Bancos, Mas Desastre Para os Contribuintes Americanos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Burlington, Vermont - 15 de agosto - O congressista Bernard Sanders (I-VT), um membro influente do Subcomitê de Comércio e Política Monetária Internacionais, propôs hoje uma investigação imediata do Congresso sobre o recente socorro de 30 bilhões de dólares do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sanders, que se opôs vigorosamente ao socorro financeiro e o considera uma forma de fornecer facilidades às empresas, quer que o Congresso descubra por que os contribuintes norte-americanos estão sendo solicitados a fornecer bilhões de dólares ao Brasil e quanto desse dinheiro será canalizado para os bancos americanos, como o Citigroup, FleetBoston e J. P. Morgan Chase. Esses bancos têm aproximadamente 25.6 bilhões em grandes empréstimos a tomadores brasileiros. Os contribuintes americanos financiam o FMI por meio de uma linha de crédito de 37 bilhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sanders disse: "Em uma época quando temos um déficit nacional de 6 trilhões, um déficit federal crescente e um número cada vez maior de necessidades sociais não atendidas para nossos ex-combatentes, idosos e crianças, é inaceitável que bilhões de dólares de dinheiro do contribuinte sejam gastos para o FMI socorrer o Brasil."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esse dinheiro não irá ajudar de forma significativa os pobres naquele país. Os verdadeiros beneficiários nesta situação são os grandes e lucrativos bancos americanos, como o Citigroup, que ganharam bilhões de dólares em investimentos arriscados no Brasil e agora querem ter certeza que seus investimentos serão recuperados. Esse socorro representa uma flagrante forma de criação de facilidades para as empresas que precisa terminar. Interessantemente, esses bancos fizeram contribuições substanciais para a campanha de ambos os partidos políticos, o congressista acrescentou.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sanders observou que as políticas neoliberais do FMI desenvolvidas nos anos 1980, empurrando os países em direção ao livre comércio sem restrições, à privatização e ao corte abrupto das redes de segurança social foi um desastre para a América Latina e contribuiu para o crescimento da pobreza em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que certos países da América Latina, como o Brasil e a Argentina seguiram essas políticas neoliberais impostas pelo FMI, de 1980 a 2000, a renda per capita na América Latina cresceu a somente um décimo da taxa das duas décadas anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sanders continuou: "As políticas do FMI nos últimos vinte anos defendendo o livre comércio sem restrições, a privatização, desregulamentação e o corte súbito dos investimentos dos governos em saúde, educação e previdência social foram um fracasso total para as famílias de baixa renda e da classe média no mundo em desenvolvimento e nos Estados Unidos. Claramente, essas políticas somente ajudaram as grandes empresas em sua busca constante por mão de obra mais barata e regulamentações ambientais mais frouxas. O Congresso precisa trabalhar em uma nova política que proteja os trabalhadores, aumente os padrões de vida e melhore o meio ambiente." [Ênfase acrescentada]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Socorro Financeiro do FMI à Ásia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A crise das moedas asiáticas estourou em 1998, mas o FMI estava a postos para um gigantesco socorro. Vozes críticas do FMI naquele tempo incluíram George P. Schultz (membro da Comissão Trilateral), William E. Simon (Secretário do Tesouro nas administrações Nixon e Ford) e Walter B. Wriston (ex-presidente do Citigroup/Citibank e membro do CFR, o Conselho das Relações Internacionais). Eles escreveram conjuntamente "Abolir o FMI?" para a Instituição Hoover, onde Shultz também era um membro de destaque. O artigo diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"O socorro de 118 bilhões à Ásia, que poderá chegar a 160 bilhões, é de longe o maior já feito pelo FMI. Um segundo distante foi o socorro ao México, em 1995, que envolveu cerca de 30 bilhões em empréstimos, a maior parte do FMI e do Tesouro dos EUA. Os defensores do FMI freqüentemente citam o socorro ao México como um sucesso porque o governo mexicano pagou os empréstimos dentro dos prazos previstos. Mas o povo mexicano sofreu um grande declínio em seu padrão de vida como resultado daquela crise. Como é típico quando o FMI intervém, os governos e os emprestadores foram socorridos, mas não a população." [18; ênfase adicionada]&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ataque virulento continua por todo o artigo e conclui assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"O FMI é ineficaz, desnecessário e obsoleto. Não precisamos de outro FMI, como George Soros recomenda. Uma vez que a crise asiática terminar, devemos abolir aquele que temos." [18]&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;É interessante que esses membros centrais da elite global estejam apedrejando sua própria instituição. O que é causa indignação é vê-los se esquivarem totalmente de sua própria culpa pessoal por terem usado o FMI para dirigir a globalização com todos os seus malfadados efeitos colaterais. O fato que eles descrevem sucintamente o dano feito pelo FMI dispensa claramente sua típica afirmação de "ignorância". Estariam eles armando o cenário para o futuro desmantelamento do FMI para que ele seja substituído por outra autoridade monetária ainda mais poderosa? Somente o tempo dirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Argentina: Estudo de um Caso de Privatização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 2001, o FMI entregou um pacote de ajuda financeira à Argentina, no valor de 8 bilhões de dólares. Os maiores beneficiários foram os grandes bancos europeus, que detinham cerca de 75% da dívida externa do país. O rio do dinheiro fluiu da seguinte forma: O FMI entregou 8 bilhões de dólares (aproximadamente 1,6 bilhão era dinheiro suado dos impostos pagos pelos contribuintes americanos) para a Argentina; a Argentina comprou títulos do Tesouro dos EUA (o governo americano recebeu os dólares de volta após estes serem 'monetizados'); a Argentina entregou os títulos do Tesouro dos EUA aos bancos credores, que gentilmente concordaram em aposentar os inúteis títulos argentinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos de uma década antes, o FMI e o Banco Mundial apoiaram a Argentina no maior projeto de privatização das águas no mundo. Em 1993, Águas Argentinas foi formada entre a Secretaria de Recursos Hídricos da Argentina e um consórcio que incluía o grupo Suez, da França (a maior empresa de águas no mundo) e Águas de Barcelona, da Espanha. A nova empresa cobria uma região povoada por mais de dez milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, após dez anos de tarifas mais altas para a água, menor qualidade na água e no tratamento do esgoto, e melhorias na infra-estrutura negligenciadas, o consórcio está rescindindo seu contrato de trinta anos e saindo fora. A amargura entre Águas e os oficiais do governo se aprofunda por causa das promessas quebradas e das reações políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A seqüela de Águas Argentinas é registrada na edição on-line de 21 de novembro de 2005 do jornal britânico The Guardian:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mais de um milhão de residentes na província rural argentina de Santa Fé estão enfrentando uma ansiosa espera para saber se haverá água em suas torneiras e na descarga da privada nas próximas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1995, a província tem seu fornecimento de água potável e os serviços de saneamento realizados por um consórcio liderado pela multinacional francesa Suez; agora, o gigante grupo do setor de serviços quer sair e planeja fazer isso no prazo de um mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão, que segue o colapso ruidoso de outros esquemas de privatização das águas em países incluindo Tanzânia, Porto Rico, Filipinas e Bolívia, levanta novamente questões sobre a viabilidade de privatizar serviços públicos nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo Suez também está se preparando para abandonar antecipadamente sua antigamente lucrativa concessão na capital argentina, Buenos Aires. O contrato, firmado em 1993, marcou o maior projeto de privatização de águas no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ambos os casos, a empresa francesa está rescindindo seu contrato de trinta anos com apenas um terço do período cumprido. O grupo Suez não consegue fazer a concessão gerar lucros - pelo menos não dentro dos termos do acordo atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gigante grupo francês conseguiu ambos os acordos de serviços em meados dos anos 1990, quando a Argentina fez uma gigantesca reforma em seu setor de serviços públicos, em grande parte por ordem do Banco Mundial e de outras agências de empréstimo. [19]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia Águas Argentinas explorou o mercado enquanto pôde e depois simplesmente deu o fora. E por que não? Os lucros cessaram e aquele não é o país deles!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estatísticas globais mostram que cerca de 460 milhões de pessoas em todo o mundo agora dependem da empresas privadas para o fornecimento de água potável, como a Águas Argentinas, em comparação com apenas 51 milhões em 1990. O FMI (e o Banco Mundial) alavancaram os 400 milhões de clientes adicionais para os contratos de privatização com as megaempresas de abastecimento de água da Europa e dos EUA. Agora que toda a gordura já foi retirada do leite, essas mesmas empresas estão dando desculpas e saindo da festa - deixando os clientes furiosos e os governos trôpegos, incapazes e ainda sobrecarregados com os bilhões de dólares da dívida incorrida (por insistência delas) para iniciar a privatização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Em fevereiro de 2003, a CBC News, no Canadá, produziu uma ampla reportagem intitulada "Lucro com a Água: Como as Multinacionais Estão Tomando o Controle de um Recurso Público", que foi apresentada em partes, durante um período de cinco dias. [20]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este relatório não pretende ser uma análise exaustiva do FMI. Existem muitas facetas, exemplos e estudos de casos que poderiam ser explorados. Na verdade, muitos livros com análises críticas já foram escritos sobre o FMI. O objetivo deste relatório foi mostrar de forma geral como o FMI se encaixa na globalização como um membro crítico na tríade de potências monetárias globais: O FMI, o BIS e o Banco Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das propostas para a dissolução do FMI, algumas vindas até mesmo de dentro do próprio sistema globalista, ele continua a operar sem impedimentos e virtualmente sem prestar contas a ninguém. Isso lembra a continuação da operação do BIS mesmo após sua dissolução ser determinada oficialmente após a Segunda Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para os propósitos deste relatório, é suficiente concluir que:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dos dois fundadores do FMI, um era um americano traidor de seu próprio país e o outro era um cidadão britânico totalmente dedicado ao globalismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI, em coordenação com o BIS, controla rigidamente as moedas e as taxas de câmbio na economia global. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI é um canal para o dinheiro do contribuinte ser usado para socorrer os bancos privados que fazem empréstimos questionáveis a países já sobrecarregados com muita dívida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O FMI usa condicionalidades como uma alavanca para forçar a privatização das indústrias básicas, como bancos estatais e serviços de água e saneamento básico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As condicionalidades são freqüentemente estruturadas com a ajuda dos bancos privados que emprestam junto com o FMI. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As políticas de privatização atingem exatamente o efeito oposto do que é prometido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A elite globalista não ignora e nem se arrepende dos problemas e aflições que o FMI tem causado a tantos países do Terceiro Mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o clamor público torna-se alto demais, a elite globalista simplesmente junta-se aos críticos (desse movo esquivando-se de toda a culpa) ao mesmo tempo em que caladamente cria novas iniciativas que permitam à elite dar continuidade aos negócios - isto é, aos seus negócios! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta." [Provérbios 22:7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notas de Rodapé&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Stiglitz, Globalization and its Discontents (Norton, 2002), pág. 12. &lt;br /&gt;2. Ibidem, pág. 3. &lt;br /&gt;3. Ladd, FBI Office Memorandum, 16 de outubro de 1950. &lt;br /&gt;4. Beichman, Guilty as Charged, Hoover Digest 1999 No. 2. &lt;br /&gt;5. Sítio do FMI na Internet: http://www.imf.org. &lt;br /&gt;6. Sítio do Banco Mundial na Internet: http://www.WorldBank.org. &lt;br /&gt;7. Baker, The Bank for International Settlements: Evolution and Evaluation,(Quorum, 2002), págs. 141-142. &lt;br /&gt;8. IMF, What is the International Monetary Fund?, 2004. &lt;br /&gt;9. IMF, Overview of the IMF as a Financial Institution, pág. 11. &lt;br /&gt;10. Ibidem, pág. 3. &lt;br /&gt;11. Sennholz, IMF Bailouts Make Matters Worse. &lt;br /&gt;12. Felix, IMF Bailouts and Global Financial Flows, Vol. 3, No. 3, Abril de 1998. &lt;br /&gt;13. Dreher, The Development and Implementation of IMF and World Bank Conditionality, Hamburg Institute of International Economics. &lt;br /&gt;14. Ibidem, pág. 9. &lt;br /&gt;15. Ibidem, pág. 17. &lt;br /&gt;16. Ibidem, pág. 18. &lt;br /&gt;17. Ibidem, pág. 21. &lt;br /&gt;18. Shultz, et. al, Who Needs the IMF?, Hoover Institution Public Policy Inquiry on the IMF. &lt;br /&gt;19. "The trickle-away effect", The Guardian, 21 de novembro de 2005. &lt;br /&gt;20. CBC News, Water for Profit: how multinationals are taking control of a public resource." &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 28/02/2012 - revisto e ampliado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 29/02/2012 - Quero deixar claro que a despeito de concordar com as conclusões finais do artigo acima, que segundo a fonte mencionada seria texto de autoria de Patrick M. Wood, do site www.augustreview.com, publicado em 2007, eu discordo da idéia de desfazimento do FMI, BIRD, IDA e BIS, assim como de qualquer organismo multilateral de função relevante mundial, como a ONU, Unesco e o Greenpeace. Entidades internacionais não são prejudiciais por si só. Qualquer empresa, associação, instituição ou organização pode ser usada para fins bons ou ruins. O FMI até hoje foi usado como um braço de organizações e empresas gigantescas americanas, européias e japonesas, através de governos americano, japonês e europeus, para avançar sobre a infra-estrutura e empresas dos países subdesenvolvidos, prejudicando-se os contribuintes europeus, americanos, japoneses e de todos os países que contribuem pra o FMI, tanto quanto prejudicando a soberania e autonomia dos países que tomaram empréstimos e a qualidade de vida da população desses mesmo países tomadores de empréstimos. Entretanto, a forma de atuação do FMI pode ser mudada. Criar um organismo dessa dimensão que funcione não é simpes e o desfazimento do FMI para criar outro é uma sugestão no mínimo infantil, afinal, quem faria esta outra instituição? Quais países fariam parte desta outra instituição? Os mesmos de hoje. E e que proporção de investimento par ter direito de voto? Provavelmente na mesma proporçao de hoje. E quais as forças polítias e econômicas por detrás dos govenos que atuariam nesta nova instituição substituta ao FMI? As mesmas de hoje. Portanto, não adianta acabar com o FMI que tem função interessante a todos, caso fossem cumpridos os pressupostos e finalidades estatutárias. Não importa que aqueles que o organizaram, à época tivessem interesse em prejudicar paises pobres tornando-os servos dos países credores. Não importa que somente o Brasil tenha conseguido ser o único que se levantou, e somnete depois que desenvolveu plano econômico próprio (Palno real) exitoso que organizou a econmia e junto com a Lei de Responsabilidade Fiscal organizou as finanças públicas. Durante o período de vacas magras, o dinheiro do FMI foi importantíssimo a nós. Não importa que o FMI tenha errado em diagnósticos (intencionalmente ou não) e que tudo o que exigiu de devedores pobres agora não o faça da mesma maneira com países devedores ricos. Essa alteração de postura servirá para alteração de conduta para próximos empréstimos a pobres de novo. Todas as sociedades bem representadas e de boa-fé, como o nosso país, devem tentar aumentar sua participação no Fundo e aumentar seu poder de voto para que a maioria e o interesse da maioria prevaleça, como o Brasil está fazendo. Se isso ocorrer, cada vez mais o FMI será instrumento usado de forma positiva, de acordo com o interesse não só de empresas americanas, européias e japonesas, mas poderá atuar de acordo com o interesse de todos os 185 países que o compõem. Esta é minha opinião. Um FMI com atuação positiva será bom para contribuintes americanos, europeus, japoness, brasileiros e de todos os países participantes, mas depende de se querer o embate político para dirigir esse novo FMI. O Brasil está nesse caminho exigindo aumento de cota, e respectivo direito de voto, proporcional ao aumento de aporte de capital pedido pelo FMI para ajudar os países que passam pela atual crise internacional financeira que iniciou em 2008 no epicentro econômico mundial ou seja, nso EUA, EUROPA e JAPÂO. É isso aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-2665280651192416288?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/asEGoUzVZWhNm-OI_CRuahMqN9Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/asEGoUzVZWhNm-OI_CRuahMqN9Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Mas as agêncis internacionais, o BIS, e todos os organismos financeiros e econômicos terão, a partir de agora, após a crise de 2008, de lidar com números econômiocs reais muito piores dos que existiam antes da crise. E como voltar para os parâmetros pré-crise demorará de 10 a 20 anos, não faz sentido em curto prazo se falar em tais valores, a despeito de aqueles números pré-crise terem sido alcançados a partir da análise econômica em um período de tranquilidade econômica, sem ânimos afetados pela quebra de bancos e instituições financeiras que tiveram de ser resgatados pelos respectivos Estados, inchando a dívida pública destes países e nos trazendo ao mundo de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números corretos indiscutíveis são:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Relação Dívida/PIB: 40%&lt;br /&gt;Déficit Público: 3%&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Porque estes foram os parâmetros básicos a que a União Européia chegou para admitir que um país europeu integrasse a União Européia. Estes números não são cabalísticos nem derivam de numerologia, mas foram estudados a fundo e concluídos como os ideais para manter estabilidade econômica, um ambiente saudável para o Estado e para a área privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, qual seria a carga tributária ideal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A média dos países da OCDE é de 34,8%, sendo a média na Alemanha de 37% e na França de 41,9%. Nos EUA, apesar de a carga tributária geral ser informada como 24% do PIB, para a classe média e média alta é de 40%, sendo de 17% para bancos, financeiras e investidores. A carga tributáia européia mantém há décadas uma qualidade de vida única, com assistência social, ensino público gratuito e acessível a todos de qualidade e saúde pública gratuita e acessível a todos de qualidade, não tendo impedido de com tal carga tributária o Estado Europeu perseguir Relação Dívida/PIB de 40% e déficit Fiscal de 3%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto chegamos a mais um número interessante. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A carga tributária ideal é de 40% o valor do PIB&lt;/span&gt;, em média, para ter assistência social, previdência social, saúde pública gratuita para todos e escola pública gratuita para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juros Básicos, devem ser adotados os das economias maduras antes da crise e 2008, que eram em torno de 2% a 3% ao ano, para uma inflação de 0,8 a 2,2% ao ano, ou algo que garanta 0,5% a 1% de juros reais ao ano para o investidor em dívida pública (este é o normal e 0,5% ao ano é a remuneração real normal da poupança no Brasil). Esses são os números ideais para inflação e juros públicos, portanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a dívida privada? Essa já tem peso diferente para países que praticam juros básicos normais (de 2% ao ano) e países como o nosso que praticam 10,5% ao ano. E mais, é diferente para que os juros bancários é de 4% ao ano e, para nós é de 40% a 121% ao ano. Esse dado é novo e menos consistente. As economias maduras,antes da crise de 2008, já tinham dívidas privadas altas, bem maiores do que as nossas, pois os juros bancários já eram e ainda são muito menores do que os nossos. Mas acredito que oscilavam entre 75% e 90% do PIB dos países. Ouvia-se falar muito nesses números quando se falava da rellação crédito/pib, a qual chegava a 100% do PIB,no máximo. Mas estas informações eram menos divulgadas e nunca chegou a ser publicada em massa na midia. Então, considerando que a previsão atual de limite de dívida privada/PIB está inchada em 90% do PIB, vamos fechar em 75% e igualar a relação dívida privada/PIB (endividamento das famílias) à relação crédito/PIB (relação entre quanto crédito há na economia em relação ao PIB). Para mim poderia ser de meros 45%, podendo o Brasil expandir em pouco menos de 50% seu índice atual de dívida privada/pib de 33%, mas vamos adotar o parâmetro mais baixo praticado nas economias maduras antes da crise de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inflação também se mostra diferente nos países de economia madura e nos países emergentes, que estão aquecidos por altos crescimentos. A inflação pré-crise nas economias maduras oscilava em torno de 0% a 2%. Adotemos este parâmetro, pois inclusive ele anda casado com a fixação de juros públicos e, naturalmente, os juros reais, que são equivalentes à subtraçao entre os juros públicos e a inflação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desemprego histórico nos EUA, Europa e Japão, em épocas normais pré-crise oscilava entre 4 e 6%. Vamos adotar isto. Apesar de ser parâmetro social, tem óbvios efeitos econômicos, por impactar na arrecadação tributária e previdenciária e no gasto público com assitênica social (auxílio-desemprego).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem senhores, assim temos a tabela de parâmetros ideais econômicos seguinte:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Relação Dívida Pública/PIB ideal: 40%&lt;br /&gt;Déficit Público/PIB ideal: 3%&lt;br /&gt;Carga tributária/PIB ideal: 40%&lt;br /&gt;Relação Dívida Privada/PIB ideal: 75%&lt;br /&gt;inflação ideal: entre 0% e 2% ao ano&lt;br /&gt;Juros públicos ideais: entre 2% a 3% ao ano&lt;br /&gt;Juros públicos reais ideais: entre 0,5 a 1% a ano&lt;br /&gt;Relação crédito/PIB ideal: 75%&lt;br /&gt;Desemprego ideal: entre 4% e 6% da população economicamente ativa&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quais são os números atuais do Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relação Dívida Pública/PIB: 40,3%&lt;br /&gt;Déficit Público/PIB: atualmente há superávit primário de 2,7% e déficit nominal de &gt;2,5% &lt;br /&gt;Carga tributária/PIB: 33,4%&lt;br /&gt;Relação Dívida Privada/PIB: 33%&lt;br /&gt;Inflação: 6,5% (nossa meta é de 4,5%, podendo variar entre 2,5% e 6,5%)&lt;br /&gt;Juros públicos: 10,5%&lt;br /&gt;Juros públicos reais: 5% ao ano&lt;br /&gt;Relação crédito/PIB: 48%&lt;br /&gt;Desemprego: 6% da população economicamente ativa (o mês de dez/2011 chegou a 4,7%)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou satisfeito de passar isto para você. É importante não perder os paradigmas econômicos verdadeiros. A perspectiva momentânea e de curto prazo não te informa. A adaptação de números econômicos ideis para a realidade atual de uma Europa, EUA e Japão em desordem econômica não pode apagar a memória do qu é o correto e o que deve ser perseguido. Esta adequação de parÂmetros econômicos, sem que se aponte a situação excepcional que obriga a esta adaptação parametral, é para criar a idéia de uma outra normalidade, a normalidade possível para a Europa, EUA e Japão, para irmos nos acostumando, e assim os investidores, à idéia de que estes números vieram para ficar pelos próximos 10 a 20 anos e portanto, nao adinata os investidores exigirem juros demais para financiar a dívida pública dos EUA, Europa e Japão, porque nada de melhor há e e números econômicos melhores também não haverá por muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existirão sim, e isso não poderão evitar, no Brasil, China e Índia. Hoje de todos estes países citados somente o Brasil teria condições de participar da União Européia. Ontem, 27/02/2012, foi publicado no Jornal o Globo que o governo pagou mais R$76 bilhões de dívida, diminuindo a dívida pública interna. Nós estamos indo muito bem. Adotemos e persigamos os parâmetros econômicos corretos para uma economia realmente e duradouramente saudável, com baixo índice de desemprego, com assitÊncia e previdência social, com saúde pública e gratuita de qualidade para todos e com Educação Pública e gratuita de qualidade para todos os cidadão brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 28/02/2012 - revisto e ampliado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-5615468559609644004?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Se têm outorga para tomar empréstimo em nome do titular, só poderiam repassar o custo. Portanto, como é tomadora de grande porte, é sabido que pagam em torno de 1% ao mês às instituições bancárias, financiam a compra, recebem sua remuneração de parte da operação repassada pelo lojista, mas ainda cobram 10% ao mês em média por isto (e não aquele 1% de custo da operação de empréstimo que tem autorização do titular para fazer), sem realizar a atividade de uma instituição bancária (intermediar valores entre poupadores e tomadores de empréstimo e ganhar nesta operação). Mas tudo bem... fazer o quê? Se os tribunais interpretassem corretamente, tudo o que foi cobrado de juros equivocadamente e ilegalmente pelas adminstradoras de crédito deveria ser devovido em dobro, o que quebraria com todas elas e poderia criar um caos de valores talvez aquivalente à crise financeira européia.. então, elas ficaram grandes demais para quebrarem por causa de aplicação correta da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos em frente... como baixar o juros bancário no Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal, é difícil.. mas seriam de quatro formas: (a) abrir o mercado de capital brasileiro para a concorrência estrangeira, (b)diminuir tributos, juros públicos e implementar cadastro positivo, (c) diminuir tomada de empréstimo governamental ou (d) induzir a queda por concorrência forçada de Bancos Públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concorrência estrangeira seria interessante, mas quando eles entram aqui, a prática demonstra que adaptam seu spread (diferença entre o valor que paga pelo dinheiro que toma e o que empresta) ao estrondoso spread brasileiro. Preferem, ao invés de praticarem o juros que praticam em seus países, cobrar o mesmo que bancos brasileiros extorquem de seus concidadãos. Então, uma opção que seria a concorrência estrangeira não funciona aqui. Além de que para abrir mais o mercado de capital deveríamos exigir contrapartida nos países beneficiados, e eles não parecem muito interessados em concorrer com nossos gulosos e eficientes bancos, ainda mais hoje em dia em que os bancos brasileiros são uns dos mais seguros em todo o mundo. Então, essa medida até hoje foi ineficaz e impraticável adequadamente no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diminuição de tributos, juros públicos e o cadastro positivo são medidas interessantes... mas não surtirão muito efeito no sentido de diminuir juros bancários, infelizmente. Nossos bancos já passaram pela experiência de redução de juros e IOF. Sabem o que fazem? Embolsam a diminuição do custo de juros público e tributos e não diminuem na mesma proporção concedida pelo governo na ponta do crédito. Claro.. demonstram cálculos de que essa diminuição é relativa e portanto não pode ser repasssada integralmente em pontos percentuais ao consumidor, mas todo mundo sabe que o que fazem é apropriarem-se da diminuição de custos com juros públicos e com tributos e engordam os lucros. O cadastro positivo, senhores, vocês verão... nada mudará.. desculpem o ceticismo. Ou se mudar, não será na proporção que dizem. Este argumento foi criado pelos bancos para justificar ao governo o alto spread sob o argumento etéreo mas real da inadimplência. Existe a inadimplência, mas ninguém diz, porque é impossível, qual o peso da inadimplência exatamente na composição dos juros bancários cobrados do consumidor. A inadimplência gera uma desconfiança de não recebimento de pagamento, o que é elemento subjetivo e, portanto, imensurável objetivamente. Os bancos não contavam é que os legisladores realmente criariam isto, inclusive criou-se celeuma grave sobre se isso feria direito de privacidade, mas está aí, quase regulado... a regulação e aplicação demorará o quanto os bancos puderem adiar, pois cria-se uma base de dados objetivos que deveria baixar juros para os bons pagadores, mas o componente desconfiança de inadimplência que sustentam é subjetivo, portanto, não acredito que será o santo graal o cadastro positivo.. os bancos são muito criativos e a desconfiança geral da inadimplência é dado subjetivo, além de que cada empréstimo sofre influência da inadimplência geral, mesmo que diminuído em virtude do cadastro positivo para o bom pagador.. então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, sobram dois elementos reais e aí sim, decisivos: tomada de empréstimo pelo governo e indução de juros mais baixos por bancos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o governo diminuir a sua dívida interna, hoje em 1,780 trilhão de reais, isso faz com que sejam necessários menos reais para financiar a dívida pública. Assim, não pegando mais valores, o Governo tanto pode continuar a baixar juros a serem pagos (juros selic) como deixam dinheiro nos bancos que, para não os deixar parados, deverão emprestar aos indivíduos e empresas. Assim, a diminuição de tomada de empréstimo por parte do governo federal gera ampliação de oferta de dinheiro no mercado que gera pressão de baixa nos juros bancários praticados no mercado brasileiro de forma efetiva e contundente. Os bancos deverão concorrer por tomadores privados, gerando baixa de juros. Isso já acontece em relação aos juros consignados para servidores públicos, que estão em 1,65% ao mês, em média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outra medida efetiva de verdade é a indução de baixa de juros bancários através da determinação governamental para que os bancos públicos baixem juros cobrados ao consumidor. Isso, durante a crise de 2008, além de salvar a liquidez do mercado financeiro nacional (aliado à injeção de capital do tesourto no BNDES para concessão de empréstimos a empresas), acabou gerando um aumento de credit market share (participação no mercado de crédito) a favor do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso porque o cidadão verá que pode refinanciar sua dívida que tem juros altos no banco particular através de transferência dessa dívida ao banco público, mudando para taxas menores. Isso é um medo absoluto dos bancos privados pois eles terão de baixar juros para não ficar sem clientes!!! Agora, essa baixa, no Banco do Brasil, tem que ser mais comedida no que na Caixa Econômica Federal, por quê? Porque o banco do Brasil é Sociedade Anônima Aberta com ações em bolsa. Medidas de determinação de diminuição de juros por imposição governamental mexerá com sua lucratividade e baixará o valor das ações. É bem claro que o aumento de market share possa elevar o valor das ações de novo em futuro próximo, mas isso é um pouco delicado. Já A CEF é 100% do Estado e não tem ações negociadas em bolsa, portanto, baixar juros na CEF é mais fácil e pode ser mais agressivo do que no Banco do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, baixando o juros no Banco do Brasil e mais agressivamente na CEF, gerará uma concorrência a que os bancos privados não poderão se furtar de enfrentar e, como já aconteceu em 2008 e 2009, deverão baixar para níveis semelhantes aos praticados pelos bancos públicos. E isso pode ser feito até se chegar a níveis normais internacionais, observando-se a adaptação do mercado e a sanidade do sistema durante o processo, logicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, segundo esse Blog, as medidas que podem efetivamente gerar diminuição de juros bancários praticados exorbitantemente no mercado bancário extorsivo brasileiro, são principalmente o &lt;strong&gt;PAGAMENTO DE DÍVIDA INTERNA E SUA DIMINUIÇÃO CONSTANTE&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;DETERMINAÇÃO GOVERNAMENTAL DE PRÁTICA DE JUROS AO CONSUMIDOR MAIS BAIXOS PELOS BANCOS PÚBLICOS&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 27/02/2012 - atualizado e ampliado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.2 - Qualquer argumento teórico será relativizado pelos especilistas de alto nível e regiamente pagos pelos bancos. Só fatos práticos podem mudar o valor de juros bancários no Brasil. É secar a fonte governamental de tomada de empréstimo e criar concorrÊncia real com players grandes que baixem juros ao consumidor. Temos de parar de engolir esse blá blá blá de economista, senhores. É muito glamour e muita pesquisa.. banqueiros são práticos como verdureiros. Banqueiros, senhores, são vendedores de seguros de porta em porta, mas é que muito dinheiro faz glamour e a atividade é tão gigante que você vê colunas, portas gigantes, estrutura em madeira, gerentes educados e bem vestidos e acha que isso é algo além de um feirante... aí você perde o raciocínio de que o negócio é simples. Se um verdureiro vende todo mês oito alfaces para o governo, e isso é constante, ele pode separar as outras duas alfaces para cobrar o que quiser porque alguém vai comprar. Se o governo passa a comprar somente três alfaces, o verdureiro que precisa manter a venda, terá que se livrar de sete alfaces, e vai ter que baixar o preço. O mesmo acontece se o governo coloca dois verdureiros do governo vendneo mais barato.. menos pessoas procurarão as alfaces dos verdureiros privados e eles terão que baixar o preço da alface para não ver encalhada sua alface... entendeu? É simples assim. Banqueiros são feirantes glamourosos. Se vocÊ pensar assim e esquecer a estrutura do banco, vocÊ pensa melhor. A única diferença é que não vendem alface, mas dinheiro. E você paga em dinheiro, mas o preço se chama juros bancários.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-6195087268891213761?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Dado relevantíssimo para demonstrar a capacidade de essas economias se recuperarem via consumo. O arigo intitula-se "Excesso de dívida privada ameaça a Europa", acessível em http://oglobo.globo.com/economia/excesso-de-divida-privada-ameaca-europa-4069629&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reproduzo abaixo uma lista sintética para comparação das relações dívida privada/pib em 2010 desses países e o Brasil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Irlanda – 341,3%&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Brasil – 33%&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Portugal – 248,5%&lt;br /&gt;Holanda - 223,4%&lt;br /&gt;França- 159,8%&lt;br /&gt;Itália - 126,4%&lt;br /&gt;Alemanha - 128,2%&lt;br /&gt;Reino Unido - 212,2%&lt;br /&gt;Áustria - 165,7%&lt;br /&gt;Bélgica - 232,8%&lt;br /&gt;Finlândia - 177,7%&lt;br /&gt;Espanha - 227,3%&lt;br /&gt;Grécia - 124,1%&lt;br /&gt;Suécia - 236,9%&lt;br /&gt;Dinamarca - 244,2%&lt;br /&gt;(fonte: Jornal O Globo de 26/02/2012, pg. 33)&lt;/blockquote&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto no Brasil a média de endividamento das famílias está em 33% do PIB brasileiro (com juros altos, bom que se diga), EUA, Japão e Europa estão com não menos do que 120% e com média européia de 165% o valor do PIB de cada País!!! Bem, isso mostra mais um dado positivo da situação econômica brasileira, possibilidade de crescer a mais de 4% ao ano e demonstra que, a não ser que se decrete calote nesses países, o crescimento econômico de Japão, EUA e Europa e a diminuição da relação Dívida/PIB evoluirá lentamente por ao menos 10 a 15 anos, no mínimo, para voltar a uma situação normal. Neste quesito o Brasil também está muito bem obrigado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que um dos motivos de nossa dívida privada/pib ser tão baixa é o fato de os juros bancários no Brasil serem muito maiores do que juros cobrados pela máfia italiana. Mas a questão fática é que o endividamenteo privado europeu, americano e japonês atingiu níveis irresponsáveis para o sistema. E isso mostra que tentar incentivar o consumo será difícil, em tese, nessas economias, portanto, a recuperação de todos esses países será lenta mesmo, pois hoje em dia grande parte dessas economias depende justamente do consumo, que chega a ter peso de 66% a 75% em vários países, incluindo EUA, Japão e Alemanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nós não. Nós temos folga para que, com juros ao consumidor compatível com o resto do mundo civilizado, possamos manter crescimento de 5% ao ano facilmente e sem pressão inflacionária, adotando medidas macroprudenciais mais do que aumjento de juros. E por que a mídia diz que crescimento nesse nível é impossível? Por que dizem que gerará inflação? Porque repetem, como sempre repetiram, as soluções estrangeiras aqui, a sugestão de soluções estrangeiras para o Brasil, porque querem ser reconheciods por suas opiniões no exterior e naõ no Brasil e porque têm uma simbiose com as instituições bancárias que cooptaram intelectualmente as grandes empresas de mídia há décadas e para instituição financeira crescimento do País á base de baixa de juros bancários, a curto prazo não faz sentido, pois a baixa de juros bancários levará à imediata baixa de lucratividade que justifica a manutenção das presidências e diretorias das instituições financeiras, ano a ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, senhores, outra informação interessantes é a de que o crédito total no Brasil em proporção ao PIB está ainda em 45 a 48% do PIB, enquanto nos EUA, EUROPA e Japão está entre 100% e 200% do PIB desses países, às vezes mais. É lógico que muito disso refere-se ao fato de os juros serem baixos e de ter havido crescimento irresponsável do qual agora os mercados americanos, japoneses e europeus se ressentem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto mostra que Europeus, japoneses e americanos viveram acima de suas possibilidades. Portanto, não temos de chegar aos números não saudáveis eurpeus, americanos e japoneses, neste particular sobre relação dívida privada/PIB e relação crédito/PIB, mas é bom que entendamos que nossas possibilidades econômicas em gerar riqueza e proporcionar conforto ao brasileiro são melhores do que já foram e são totalmente possíveis. Devemos realizar esse potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante eu mencionar um dado que realmente me surpreendeu quando li o artigo que comento. Lá estava dito que o nível de relação dívida pública/PIB considerado razoável seria de 85%. O trecho do artigo reproduzo abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Artigo publicado pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), no fim do ano passado, mostra que, no caso das dívidas privadas, o limite entre o bom o e mau é cerca de 90% do PIB. Para as dívidas públicas, esse limite está em 85% do PIB."&lt;/blockquote&gt; (acessível em http://oglobo.globo.com/economia/excesso-de-divida-privada-ameaca-europa-4069629)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Porque a Alemanha que é a economia avançada que está com melhores contas econômicas está neste patamar. EUA está acima (mais de 100%), Japão está com mais de 200% e muitas economias européias estão acima deste patamar. Agora saiba, que quando a dívida desses países era de 25% a 45% a relação Dìvida Pública/PIB, o Brasil chegou a 55% e esta dívida era tida como impagável pelos mercados internacionais se atingisse 56%!!! Esse número fatídico foi informado à época (1995/1998) pelo Delfim Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que agora o número é 85%? Porque interessa à Europa, EUA e Japão. Quando publicou a menção a este númeor, em seu artigo, o Jornal o Globo não mencionou que no passado recente com o Brasil se aproximando de 56% de relação dívida pública/PIB a dívida era considerada virtualmente impagável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que você veja como aqui há reprodução de concepções do centro do capitalismo e do sistema financeiro mundial. Infelizmente só quem acompanha e compara informações de cinco a dez anos para trás acaba tendo condições de ver isto. Mas eu compartilho aqui com você, para que ao menos você e eu saibamos.. porque só são precisos poucos que conheçam para apontar a verdade para o resto que tem sonegada informação de qualidade com a qual possa entender os fatos sociais, econômicos e políticos que o circundam e regem suas vidas e a de suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil está bem, mas pode ficar ainda melhor, mas não repetindo o estrangeiro aqui e muito menos repetindo as concepções estrangeiras aqui. Temos de ter visão e concepções brasileiras, autônomas, para desenvolver nossa realidade em nosso inteiro benefício, para crescimento do Brasil, para melhoria de qualidade de vida de nós, brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 27/02/2012 - revisto e ampliado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-7323419383576639337?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Da mesma forma é difícil entender e definir a importância de tantos outros meios, através dos quais foi possível exercitar idéias, destilar argumentos, contrapor perspectivas na formação da perspectiva individual que me direciona na compreensão da análise de fatos políticos, sociais e econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que perguntado pelo Imperador Augusto, Virgílio informa que não é possível saber se o homem trilha um destino pré-definido ou ele mesmo cria esse destino, concluindo que "o fato é que o homem não tem paz enquanto não alcança aquilo que entende compatível com suas perspectivas", sinto que a perspectiva tem um misto de propensão inata ou inclinação a enxergar fatos de uma forma aliado à influência de informações, educação e cultura que lhe chegam por sua sociedade, que a influenciam, mas não de forma passiva, pois você pode escolher dar ênfase a uma perspectiva outra. Você define no final das contas aquilo que o convence do que é o melhor para você e para a sua sociedade. E todas as concusões são legítimas, mas umas são mais defensáveis do que outras e quem for mais bem informado terá mais condições de sustentar sua perspectiva, pois teve a oportunidade de expor suas teses mais vezes, corrigindo-a, complementando-a, destilando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, ciente de que em ninguém a bibliografia e cinematografia que indico gerará o mesmo efeito do que em mim, a bem da relatividade da realidade e para bem da sociedade, inclusive, que ganha com tantas mais conclusões diferentes se possa obter de mesmas fontes de pesquisa, apresento fontes destacadas de altíssima importância para minha formação pessoal e amadurecimento de minha perspectiva individual, ou seja, apresento algumas das mais importantes fontes que exerceram forte influência na construção da minha perspectiva sobre o mundo como ele é e como ele deveria ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentarei os livros, artigos e filmes com pequeno comentário. São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - "Comissão Trilateral - A Nova Fase do Capitalismo" - Este livro publicado em 1979 foi escrito com base no estudo de relatórios da Comissão Trilateral (EUA-Europa-Japão) com sede nos EUA que discutia interesses de política econômica mundial sob a perspectiva de países centrais e países periféricos. Depois da publicação do livro nos EUA as reuniões passaram a não ser públicas e não mais houve publicações de seus relatórios. Há menção específica ao cuidado com o crescimento do Brasil. Há cópias de documentosd. Estão lá todos os elementos de que nossos professores de geografia e história falavam mas nunca provaram sobre haver uma "conspiração" internacional para manter ricos de um lado e manter pobres (mais países do que pessoas) na sua condição de pobres. Foram criados argumentos de taxação de produção industrial comercializada internacionalemente com base em argumentos de direitos humanos (liberdade, respeito a direitos civis, etc..) e com base em argumentos ecológicos. Quem ler o livro ficará chocado completamente, mas terá dificuldade em achar, pois depois da publicação brasileira em 1979 nunca mais foi publicado. Eu tenho três originais comprados em sebo pela internet e tenho uma cópia xerox que me foi dada por um advogado da Petrobrás antigo, ex-militar, com quem trabalhei na Governadoria do Estado do Rio de Janeiro. Obrigado pelo livro, George Barbosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - "Brasil na América" de Manoel Bonfim - Publicado em 1939, este livro deste valoroso nordestino, traz uma historiografia do nosso País muito diferente do que você ouviu no colégio. Apesar de um tom um pouco ufanista (não sem razão), suas conclusões sobre a formação única de nossa sociedade é extremamente lúcida, baseada em relatórios de Padres Jesuítas em suas missões e de relatórios e diários de Naus Capitânias da época do descobrimento e não em interpretação de cientistas estrangeiros sobre o que acharam do Brasil quando aqui aportaram para estudar nossa sociedade (visão até hoje preponderante mesmo por parte de historiadores brasileiros, fato que tem revertido tendência finalmente e fortemente nos últimos quinze anos). Você encontrará a informação lógica e fundamentada de que os portugueses a aportarem aqui foram os mais criativos, nobres e intrépidos de sua época, pois investimentos em expansão marítima eram caros e, sem resultados, poderiam quebrar as finanças de Portugal. Sem contar o fato de os Comandantes não saberem com o que se deparariam os induzia a procurar os melhores oficiais, e estes os melhores sub-oficiais e marinheiros. A América Portuguesa também não foi conquistada dos índios como ocorreu na América Espanhola, pois os dois milhões (censo jesuíta - mas que poderia estar subestimado e existir 9 milhões de índios no Brasil) não se assustaram com cavalos, mas sim deram ensejo a alianças para estabelecimento contra as tribos inimigas (dos índios) e os estrangeiors inimigos (dos portugueses), no caso os franceses que já estavam negociando por aqui antes de Cabral chegar. Essas alianças eram profundas e geraram, à falta de mulheres portuguesas e para garantir a tranquilidade e laços de confiança, uniões de portugueses e índias, gerando os primeiros brasileiros. E séculos depois o abuso por parte de Governadores, gerando reclamação dos índios por escravizamento de integrantes de suas tribos, era levado tão a sério para a manutenção da paz com esses milhares e milhões de índios, já brasileiros, que gerou o enforcamento deste governador na presença do chefe da tribo indígena para pacificação da situação. Assim, você observará que se um brasileiro não parece nem bem negro, nem bem europeu, isto é normalíssimo, pois praticamente todos os índios brasileiros foram absorvidos em nossa sociedade que se miscigenou entre negros, europeus e índios. Vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - "Relações Perigosas Brasil x EUA - De Collor a Lula", de Moniz Bandeira. Lamento, não comentarei. Leia a verdade sobre interesses norte-americanos sobre as terras brasileiras desde a época de Dom Pedro II. Tire suas próprias conclusões. Moniz Bandeira foi perseguido durante a Ditadura, que primava por boas relações com os EUA, mas decidiu ficar aqui, sob risco de vida, para escrever e pesquisar sobre a relação entre Brasil e EUA. Ele faz isso desde ao menos 1960 e seus livros condensam seus estudos e pesquisas. Ele é um cientista brasilianista e americanista... brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - "Presença dos EUA no Brasil", Moniz Bandeira. Leia. É um profundo trabalho altamente documentado da presença americana no Brasil e suas atividades comerciais, políticas e de interesse geral. Não é sórdido. Não é apelativo, como nada que Moniz escreve é. É o que é. É um trabalho árduo de pesquisa e te põe na mãos muito documento para você avaliar as relações entre Brasil e EUA por dois séculos. É bom ver algo autônomo, fundamentado, parcimonioso e informativo. É diferente do que você vê nos filmes,ok?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - "A melhor democracia que o dinheiro pode comprar", Greg Palast. Um dos muitos americanos preocupados com os crimes políticos, militares e sociais que os EUA perpetram no mundo (e internamente também) lança este livro interessantíssimo que conta várias histórias que a mídia não reproduz, como o fato de que o Chile cresceu também a partir de uma política de valorização de salário mínimo, tendo hoje uma das melhores economias e IDH da América do Sul. E vou reproduzir de um site um resumo sobre o capítulo específico sobre o Brasil que te deixará estarrecido: "Em 1998, às vésperas das eleições presidenciais no Brasil, um real valia um dólar. A moeda brasileira permaneceu supervalorizada até FHC se reeleger. O responsável por essa façanha foi Robert Rubin, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, juntamente com o FMI e o Banco Mundial. Antes da desvalorização do real e logo após a reeleição do presidente Fernando Henrique, o Tesouro dos EUA articulou com os bancos norte-americanos o enxugamento de seus depósitos no Brasil, fazendo com que as reservas internas despencassem de US$ 70 bilhões para US$ 26 bilhões, conta Greg Palast no livro" (obtido em http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_711.html). Acesse também http://www.gregpalast.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - "Economia ao Alcance de Quase Todos", John Kenneth Galbraith. Trata-se de uma entrevista da jornalista francesa Nicole sobre economia com um dos maiores economistas contemporâneos, falecido em 2006. Neste livro pequeno e simples (vários livros excelentes que li eram assim, pequenos, curtos, simples e diretos na informação a ser passada), é explicada a diferença entre política fiscal e política monetária, dentre outras questões essenciais econômicas que farão você possuir uma capacidade de analisar medidas de governo na área econômica de forma diferente da que você tem hoje, com certeza,... na hipótese de você não ser formado em Economia, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - "1421 - O ano em que a China descobriu o mundo", Gavin Menzies. Este oficial de submarinos britânicos conta como descobriu que a China em 1421 havia mandado, por ordem do recém-empossado imperador Zu-Dhi (libertador dos chineses do jugo mongol e primeiro chinês a quebrar a tradição de líderes mandarins originários de Nankim), uma esquadra gigantesca (falam em mil navios), de galés até cinco vezes maiores do que as maiores galés existentes em Gênova ("País" ou Região autônoma da Itália medieval - A Itália só se unificou em 1870 por obra do Primeiro-Ministro João Cavour e na pessoa do Imperador Victor Emmanuele) de Marinha mais avançada à época, inclusive com armas de pólvora, ainda não empregadas na Europa desta época em grande escala,.. se é que já era conhecida. O objetivo era conhecer os povos e incluí-los no sistema tributário chinês, fazendo-os pagar tributos aos chineses. A China mapeou o mundo inteiro, chegou à Antártica, ao Ártico, à América do Sul e à Oceania. Anotaram 3000 (isso três mil) países na África (naturalmente povos organizados e não países como vemos hoje). Esse número em especial pode ter chegado errado aos registros caóticos desta expedição gigantesca, pois ao fim houve mudança de governo e vários registros foram queimados e/ou destruídos. Tais comandantes quando chegaram de suas expedições encontraram um país diferente do que os ordenou realizar a expedição. O autor reúne muitos dados, muitas provas e muitas informações no sentido de sua tese, inclusive reputa a um mapa chinês chegado a Portugal por um italiano negociador de especiarias com os árabes, árabes estes que fizeram chegar às mãos do italiano um mapa antigo chinês (chineses negociavam com árabes nesta época - 1480 d.c.). Este livro fará você pensar que o mundo todo poderia ser diferente, caso o grupo político dos mandarins não tivessem deposto Zu-Dhi, cooptando seu filho, e determinado o fechamento da China ao mundo por séculos até praticamente a fundação de uma colônia portuguesa, seguida da invasão inglesa (Hong Kong) e depois até a Segunda Guerra Mundial, condenando um grande e avançado povo ao ostracismo histórico completo. E se o presente poderia ser diferente, em função do passado e por escolhas políticas dos chineses, a idéia de que o mundo pode ser diferente no futuro por conta de suas opções e as efetuadas pelo nosso povo, no Brasil, também se apresenta como algo real. Interessante ver que isto é possível e que a História, como se nos é ensinada em colégios e em universidades, é um amontoado de convenções que podem ser mudadas por descobertas de verdades que estavam incógnitas. Por que acreditar cegamente no que te escrevem? Por que acreditar na mídia como "ser" onipotente de disseminação da "verdade"? Se senhores que estudaram a vida inteira para tecer a história erram no que é a verdade histórica que te apresentam, qual a chance de um jornalista que faz trabalho diário de informações te passar uma informação distorcida? Este livro abre fronteiras mentais que você talvez não tenha experimentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - Artigo "O Selvagem e a História. Heródoto e a questão do Outro", escrito por Klaas Woortmann, professor do Departamento de Antropologia da UnB. Interessantíssima desconstrução da idéia que é formada sobre o outro, em especial, o estrangeiro, como forma de compreensão do mundo e de construção de identidade nacional e pessoal. Este artigo te fornece meios para você se livrar de estigmas, preconceitos e rotulações por parte de sua própria sociedade, por parte de sociedades estrangeiras (rotulações de tipos de pessoas propagandeadas por filmes), e faz você despir sua mente (ou o mais próximo disso) de condicionalidades a que você é sujeito pela sua história, pelo seu tempo, por sua família e sua sociedade em ver pessoas e fatos. Acesse em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-77012000000100002&amp;script=sci_arttext&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - "Mongóis: um povo bárbaro (Magnífico)", de Danilo José Figueiredo, à época aluno do 3º ano de História da USP. É exatamente a mesma experiência pela qual você passa ao ler "1421 - O ano em que a China descobriu o mundo". Os mongóis influenciaram demais a história da Ásia e por pouco toda a Europa foi conquista e devastada por eles, o que teria resultado em provavelmente o Brasil permanecer até hoje com índios, quem sabe.. ou nossos índios evoluírem ao ponto de hoje a civilização indígena da América do Sul atingir patamares fantásticos.. ou seja, a história seria diferente. Mas o melhor é ver que ninguém sabe o quanto estivemos próximos de ter um outro mundo. A China não existiria como vemos hoje, pois sua cultura teria sido queimada completamente, o que não ocorreu pelo respeito que um imperador mongol nutria por seu "professor" chinês que pediu pelas cidades chinesas e mostrou que era mais fácil e melhor explorá-las do que destruí-las. O Japão quase foi destruído por mongóis que sofreram o mesmo que ocorreu à Espanha contra a Inglaterra séculos depois: maremoto e fortíssimos ventos (chamados posteriormente de ventos protetores ou ventos assassinos - "kamikazes") dizimaram as embarcações mongóis por duas vezes salvando os japoneses que puderam ter, assim, por mérito em organizar a sociedade japonesa contra a invasão, a dinastia Bushi a levar o Japão para a fase medieval dos samurais que só foi alterada com a chegada de portugueses no século XVI e mais profundamente com a posterior chegada de ingleses no século XIX. Os mongóis acabaram com a dinastia russa de Kiev e implantaram a disnastia de Vassalos Russos de Moscou (moscovitas), dinastia esta que só foi expulsa/extinta em 1917 pelos Bolcheviques (Era a Suserania sobre o que seria a Rússia atual exercida pela "Horda Branca" até 1480 - ver também item "Dominação sobre a Rússia" em http://pt.wikipedia.org/wiki/Canato_da_Horda_Dourada). O início da Idade Moderna não seria possível como e quando ocorreu, se o avanço da "Horda de Ouro" (Reino  -"Khan"- Mongol na Região Persa) não tivesse empurrado os turcos sobre o Império Bizantino que caiu com a tomada de Constantinopla em 1453, obrigando os Portugueses e Espanhóis a realizarem as expansões marítimas para compensar a perda da rota de especiarias do Oriente, via Constantinopla, acabando com a Idade Média de sistema feudal. Importante ver que a história é mutável e que o presente poderia ser diferente, assim como pode ser o futuro, que depende dos fatos e atos no presente, então, também depende de você. Acesse estupefacto o endereço http://www.klepsidra.net/klepsidra9/mongois5.html (ver p.s. de 28/02/2012)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - "Grandeza e Decadência dos Romanos", Montesquieu. Este livro é um manual sobre como ser um grande povo. Muito interessante. Curto, fino, objetivo, claro e didático, como todo bom livro deveria ser. Lendo-se-o tem-se a impressão que os EUA o segue como a uma Bíblia. Mas é claro que essa é minha impressão... mas nesse sentido, sigam os americanos tais preceitos ou não, nós deveríamos fazer o mesmo, para sermos uma grande civilização. A grande lição é de determinação e orgulho cívico (não moral, gente). Uma grande mensagem que gravei é a de valorizar a idéia de cidadania. Exigir respeito como cidadão, exercer seus direitos como cidadão e atuar de forma a garantir a grandeza do seu País diante de qualquer povo, mesmo diante daquele que aparente e momentaneamente se apresente como maior e mais forte. Mas há muito mais ali. Fique à vontade para descobrir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 - "O discurso sobre o objeto", José Wanderley Guilherme dos Santos. Interessante o estudo sobre a "mão invisível" em sociedade e a diferenciação entre "sujeito" e "agente" em sociedade, indicando que alguns entendem o que ocorre em sociedade ("sujeito"), mas não atuam alterando a realidade. Estes que atuam seriam os "agentes", mas muitas vezes não sabem como atuam. O ideal, ao meu ver, senhores, é tantos quanto puderem serem sujeitos e agentes em sociedades, sabendo avaliar a composição e alteração das forças sociais e agir para que essas relações evoluam, a bem de nossos familiares, a nosso bem e a bem de toda a sociedade. Eu procuro fazer isso. Bom livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 - "Perspectivas Sociológicas", Peter Berger. Você é o que é? Ou você é aquilo em que a sociedade te molda? Interessante analisar essa questão. Entendendo a mecânica da identificação individual e social, fica mais fácil visualizar que a forma como você se vê ou vê o outro na sua sociedade ou na sociedade estrangeira não é a realidade, mas a mera forma como você vê essa pessoa e a si mesmo. Quem é você? Defina-se e seja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 - "O que é a Dialética", Leandro Konder, Coleção Primeiros Passos. Dialética é um instrumento de debate e construção de realidades, a partir da crítica de uma realidade ou argumento que se põe primariamente a você. Aprenda o básico (e nada além disso é necessário, lhe garanto), e use a dialética para definir questões, conceitos e aprender a debater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 - "Filosofia do Direito", Miguel Reale. Este livro tem umas 700 páginas. Ignore tudo e leia somente a parte sobre "ontognoseologia". Na edição em que li estava nas primeiras 40 páginas. Ontologia é o estudo sobre o objeto. Gnoseologia é o estudo sobre o sujeito. Ontognoseologia é o estudo do objeto enquanto ente cognoscível (passível de ser estudado e conhecido) e do sujeito enquanto ser cognoscente (pessoa que estuda o objeto). Como o sujeito que escreve ou fala sobre determinado assunto? Quem ele é? quais são suas condicionantes de raciocínio que limitam sua prespectiva sobre o tema do qual fala ou escreve (questiona-se o sujeito)? E sobre o que ele fala (questiona-se o objeto)? Há mais de um a^ngulo sobre aquilo que está sendo escrito? Posso ver de outra forma ou só existe essa forma de escrever ou falar sobre esse assunto? Dificilimamente há uma só forma de se ver, falar ou escrever sobre um assunto, portanto, não existe verdade real. É como um provérbio escrito num Dojô de Samurais no filme "Depois da Chuva" de Akiro Kurosawa, "Não há a verdade, só fatos". Estude o objeto sobre o qual se fala ou escreve. Estude o sujeito que fala e escreve sobre algo, para ver se você tem informação de qualidade quando lê ou ouve. Isto você aprende aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 - "Uma História dos Povos de Língua Inglesa", Churchil. Os ingleses, nessa narrativa didática de Sir Winston Churchil, têm história iniciada nos povos celtas, em Bretões, depois subjulgados por Romanos, posteriormente por tribos saxãs, seguido de domínio Dinamarquês, depois Normando etc.. sempre com miscigenação de povos e raças já mencionadas. É claro que o que direito qualquer pessoa com noções de história sabe, mas vou falar mesmo assim: Raça pura, senhores, não existe. Roma, em sua fundação, foi constituída com grande parte de escravos fugidos de outras cidades-estado à sua volta, ao Centro-Sul da península itálica. Depois foram agregados os sabinos (ver "O rapto das Sabinas") e outros povos que primeiramente ocuparam o Palatino e depois outros montes de Roma. O ápice da sociedade romana é marcada pelo convívio de diversas etnias em sua capital, muitos dos quais obtinham cidadania romana com dinheiro e muitos após serem libertos da condição de escravo. Alemães, Franceses, Portugueses, nenhum europeu e nenhum povo foi imune às diversas movimentações de povos na história. Daí, se você tem alguma dúvida sobre capacidade de um indivíduo ou povo, com base em raça ou etnia (muitos têm, por mais incrível que pareça), liberte-se e exercite a realidade do mundo em que você vive, neste livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 - "A Monarquia", Tito Lívio. Não sei se você conseguirá o livro. Eu dei sorte. Tito Lívio escreveu 150 obras e somente dez chegaram inteiras a nós. Consegui a tradução de "A monarquia". É só para você exercitar a mesma idéia de que raça pura é balela. Já falei sobre a formação de Roma no texto acima. Ver isso escrito é interessante. Como homens de várias "raças" para a época da fundação de Roma e muitos dos quais escravos fugitivos das cidades à volta, conseguiram produzir uma cidade tão fantástica desde o início? Tão fantástica que nos primeiros anos de vida atraiu cidadãos nobres (os sabinos) de uma cidade de alta reputação à época para comparecer aos dias festivos determinados por Rômulo? O homem é dotado de energia, saber e determinação, senhores. Todos os homes são iguais. É só dar condições para que eles cresçam e eles crescerão. Esta é uma grande lição tirada deste livro, fora, é claro, todo o resto de cultura e divertimento. Se tiver sorte, leia. É uma história de 500 anos (mais ou menos), durante a época dos reis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 - "A Arte de Escrever", Schopenhauer, Editora L&amp;PM. Na verdade é uma coletânea de cinco artigos escritos por Schopenhauer sobre como escrever, criticando as práticas de escritores e diaristas (os jornalistas - jornal, vem de journaux (jornada), que se origina de jour (dia em francês), portanto jornalista é aquele que escreve diariamente) de sua época. No decorrer de suas considerações nesses artigos, escolhidos pelo organizador, é possível identificar e acumular técnicas de escrita sugerida por Schopenhauer para melhor focar a informação a ser repassada ao leitor, com o objetivo de ser mais claro, mais facilmente identificável ao leitor, para atingir uma escrita mais honesta e eficiente. Uso, naturalmente, algo dali. Uma regra importantíssima foi a de que o título deve dizer ao leitor ao que se destina o texto. Isso parece óbvio, mas não é. Em textos complexos e longos, é difícil por vezes você saber qual informação focar para rotular o texto. Eu mesmo já tive de mudar o título de artigos e passei a observar maior acesso a um artigo ótimo, mas que por ter título ruim não estimulava a leitura. Talvez você também queira se utilizar de algumas técnicas de Schopenhauer, enquanto se diverte vendo-o criticar seus colegas de época de produzirem textos superficiais e de má qualidade com maior interesse na remuneração do que na produção de textos e na informação adequada,.. e então como eu, verá que que os tempos não mudaram tanto desde 1850, neste particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 - Os outros. Os elencados acima fizeram muita diferença na forma de ver o mundo para o autor deste Blog, mas não posso deixar de mencionar outros importantíssimos que ficarão aqui arrolados para um acesso de curiosidade dos leitores do Blog sobre livros interessantíssimos. São eles "&lt;strong&gt;O Colapso&lt;/strong&gt;" (teoria da causa do colapso de grandes impérios ou proto-impérios a partir do mal relacionamento destes com o meio-ambiente, esgotando recursos naturais disponíveis e deixando-os à mercê de outros povos ou de intempéries naturais) e "&lt;strong&gt;Armas, Germes e Aço&lt;/strong&gt;" (teoria sobre o porquê de os Europeus colonizarem as Américas ao invés dos índiso americanos terem colonizado a Europa - demais) de Jared Diamond; "&lt;strong&gt;Os escravos nos anúncios de jornais brasileiros do século XIX &lt;/strong&gt;"(pode-se constatar a força e a rebeldia dos escravos, mudando a imagem de negros brasileiros vitimados e passivos, meramente, idéia que é explorada por grupos sociais defensores de teorias racistas e de vitimologia do negro brasileiro e que dão embasamento para grande parte de movimentos exagerados de exigência de cotas, fragmentando a sociedade brasileira, reproduzindo burramente um grande mal da sociedade americana fragmentada no Brasil automática e burramente); "&lt;strong&gt;Manifesto do Partido Comunista&lt;/strong&gt;", Marx e Engels, Edição da L&amp;PM (vocÊ verá que o comunismo como imaginado por Marx neste manifesto era excelente e genial.., para a economia e a realidade do ano de 1880, mas como hoje todos são proprietários, a aplicação da mesma principiologia somente faz sentido nos mais rústicos países Africanos e Asiáticos; se tanto, já que os instrumentais de capitalismo moderno disponíveis hoje tornam essa opção pelo comunismo obsoleta); "&lt;strong&gt;John M. Keynes&lt;/strong&gt;", Edição L&amp;PM, (apresentação rápida sobre a vida e obra do autor, com a explicação de principais teses, aí o mais interessante, pois te dá capacidade para análise de políticas econômicas; como por exemplo o fato de estar certo, &lt;strong&gt;por prisma eminentemente econômico&lt;/strong&gt;, o aumento de valores de bolsa família e salário mínimo ao invés de incisiva redução de impostos e aumentos de remuneração de salários de servidores públicos com bons salários, a priori, como forma de melhorar a desigualdade social e dinamizar a economia com menos impacto inflacionário)e "&lt;strong&gt;Desutopias&lt;/strong&gt;" de Gilberto Moorg (questionando e debatendo os "ismos" em sociedade). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 - Como debates da atualidade, o "Brasil Pós-Crise" (viés de centro-direita), "Dicionário Lula" (neutro), "Privataria Tucana" (denúncia/investigativo), "OS ANOS LULA Contribuições para um balanço crítico 2003-2010" (viés de centro-esquerda), com o qual concordo plenamente) e "Segunda Chance do Brasil" (neutro), de Lincoln Gordon são interessantíssimos e acreescentadores, com toda certeza a quem os ler. Principalmente o de Lincoln Gordon que faz análises objetivas sobre nosso comércio, produção e capacidade energética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19 - Gostaria de citar que as colunas de Antonio Machado e Allan Feuerwerker, do Jornal do Commercio, da Miriam Leitão e Flávia de Oliveira, no Jornal o Globo, os artigos do George Vidor e Paulo Nogueira Batista Junior, no Jornal O Globo, juntamente com artigos do Delfim Neto, publicados no Jornal do Commercio e no Jornal O Globo, como fontes excelentes de debates sobre política e economia atual.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei de fora os livros de técnicas de evolução pessoal, vários muito interesantes, mas que não se aplicam ao rol em questão, nem os de administração financeira pessoal, que me são caros, mas que não se aplicam aqui, além dos sobre história antiga, interessantíssimos, mas isso é de gosto altamente pessoal também e não tem aplicação imetdiata para a formulação do Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinematografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No quesito cinematografia, a cada dia melhor no que concerne a produções que questionam a realidade social, citarei aqueles com enforque informador de realidade social atual e com fins de gerar debate e alteração da realidade e não meramente induzir o leitor a uma viagem pessoal sobre si mesmo e o mundo. As obras que mencionarei tem em sua produção o objetivo concreto em mudar relações sociais hoje, em concreto e debatem fatos concretos co honestidade, a meu ver. São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - "$O$ $AÚDE $ICKO", Michael Moore. Estonteante. Um soco na imagem mentirosa de mundo maravilhoso dos EUA. Dá pena dos americanos vendo este filme. Vejam um senhor e sua senhora de classe média virarem pobre e morarem de favor com os filhos, após ter de vender todos os bens e casa, por ter tido três ataques cardíacos e não ser coberto pelo plano de saúde e nem pelo sistema de saúde público americano, que não é gratuito. Veja uma pessoa co um corte gigante e profundo, de ponta-a-ponta, no joelho, no início do filme, se negar a ir ao hospital e se costurar com linha de costura em casa para "não ter mais dívidas". Veja um americano escolher entre ficar com o dedo indicador ou o dedão da mão, por não ter mais de US$30 mil para pagar a cirurgia indicada pelo Hospital público que o atendeu!!!!! Isso, senhores, é o que te espera e a teus familiares, caso você não apóie o investimento na saúde pública.. e assim em outros serviços públicos, como educação e segurança. Mas nada mais aterrador do que a "liberdade de mercado" e a "diminnuição do Estado" pode fazer do que você assistirá nesse filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - "Tiros in Columbine", Michael Moore. Veja o documentário sério sobre as causas de crianças americanas matarem colegas e professores e a base da teoria "sistema social winner/loser" estudado e apresentado pelo Blogger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - " Ao Sul da Fronteira", Oliver Stone. Veja o falecido Presidente Kirchner declarando que Bush Filho sugeriu como melhor instrumento para levantar uma economia a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - "Código de Honra", 2011, Adam Kassen/Mark Kassen. Veja como é importante existir o Estado para fiscalizar as empresas privadas e como a ausência do Estado e o apogeu e liberdade de mercado matam americanos e podem matar você e sua família no futuro. O filme não é sensacional. A história e sua importância política e informativa é. Ver esse tipo de filme como uma curiosidade, sem comparar com a tentativa cotidiana da mídia e das empresas em diminuir o Estado, em tentar implantar preceitos diários de liberdade econômica e liberdade total de mercado, com supressão de investimentos na área pública, inclusive no que se refere à máquina do Judiciário e na máquisa reguladora (agências reguladoras) e de fiscalização (cargos de fiscais e auditores do Estado), é perder uma oportunidade de ver o risco que se corre todo o dia ao não se alertar para o que o mundo no Brasil pode se tornar, caso você relaxe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - "Utopia e Bárbarie", Silvio Tendler. Interessantíssimo ver debates sobre evolução política recente brasileira e mundial, sob o prisma de jornalistas, políticos e estudiosos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - "A Era Vargas 1930-1945", Jayme Monjardim. Limitado. Uma perspectiva, até porque não é possível em um filme ou uma série aboradar a profundidade deste tema, ainda mais sobre os 15 anos, mas interessante. É bom ter contato co propduções brasileiras sobre nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - "Green Zone". Veja como os EUA se desculparam com a opinião pública mundial pelo erro de invadir o Iraque sob a falsa acusação de que este País produzia armas de destruição em massa nucelares ou químicas. Este filme é tipicamente de encomenda do governo norte-americano. Saiba que os EUA têm um gabinete da indústria do cinema no governo. Os EUA é o único país no mundo que tem autação de mobilização de massa nacional e interncaional constante através de produção cinematográfica. Há um livro no Brasil que já tratou do tema de aproximação dos EUA com o Brasil através de produções cinematográficas específicas. Veja http://www.revistacontemporaneos.com.br/n2/pdf/politicadeboavizinhanca.pdf&lt;br /&gt;Veja também http://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADtica_da_Boa_Vizinhan%C3%A7a&lt;br /&gt;Esse filme, "Green Zone" é exemplo da política de adminsitração de legitimidade internacional e da imagem de "good guy" americana para a comunidade internacional, após o "erro" querido de invadir o Iraque sob argumento falso. Este tema de filmes com este objetivo é amplo e dá margem a muita besteira, mas este é um caso clássico que considero real. Vejo elementos claros de justificação do Estado e da sociedade, personificados no excelente ator Matt Damon. Sim, a sociedade americana foi enganada pelo Governo Americano, assim como a sociedade internacional, mas isso não diminui o crime internacional de invasão contra determindações da ONU e, mais importante de tudo, evidencia o interesse e a forma de atuar, usando filmes para lavar a imagem do País de erros flagrados pela sociedade americana e internacional. O importante é constatar o movimento de atuação do governo norte-amercinao através de fabricação e encomenda de filmes. O mesmo ocorreu, por diferentes motivos, com o filme "O Patriota", de Mel Gibson, para enaltecer internamente o patriotismo americano, sempre cuidado com carinho, mesmo que seja para manter a população soba a situação atual de terem sua política interna e internacional determinada por interesses quase exclusivamente de empresas, em especial, bancos, petróleo, armamento e aço. E o mesmo ocorreu com uma produção americana sobre a independência ou algo semelhante do Cazaquistão. Não acheiu o filme mais, mas eu o vi. Quem faz filme nos EUA sobre o Cazaquistão, sem ser documentário, com trama semelhante a do "Patriota"? Os EUA, para se aproximarem de país na região deflagrada entre o Afeganistão e o Mar Morto, para facilitar a presença americana e o escoamento de produçãod e petróleo por tal região como uma opção à restrição que pode sofrer no oriente Médio com a deflagração generalizada de problemas políticos e estratégicos. Lamneto, senhores, mas é isso. Não é viagem conspiratória. Eu procuro saber, eu pesquiso, eu vejo e compartilho. Só. Essas mobilizaçãoes merecem artigo próprio, mas nao sei se vale à pena. Prefiro deixar patente a partir de constatações pontuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais, o filme "Gran Turino" é exemplo do sistema "winner/loser", como paradigma sócio-cultural-comportamental norte-americano, quando Clint Eastwood ajuda um asiático completamente "loser", ou seja, fora do sistema social de reconhecimento e identidade de sucesso americano a insertir-se nestes parâmetros e nessa sociedade até o ponto de merecer e ganhar um exemplo de troféu de "winner" norte-americano, um carrão Gran Turino (carrão não pra mim, claro). A intenção de Clint Eastwood é excelente, é de chamar a sociedade a ajudar na inserção social. O problema que vejo é que quer inserir pelo sistema "winner/loser" e não enaltecendo a qualidade do asiático como pessoa. Ele precisa se adaptar às exigÊncias de conduta agressiva social, impositiva, como forma de mostrar firmeza de caráter e coragem para obter respeito. Não se trata de uma sutil mudança interna, mas mais uma crassa mudança da imagem do asiático para a sociedade. Óbvio que isso significaria que ele mudou internamente e que agora é americano. Mas o filme reproduz um conceito psicossocial que prejudica a sociedade americana, mas que é muito enraizada em sua cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há outros filmes, mas este mencionados são os mais importantes que influenciaram e ajudaram o Blogger a formar convicções e a formar prespectivas que influenciam sua visão de mundo e ajudam cotidianamente na formulação dos artigos sobre política e sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpem o tamanha do artigo. Foram 9 (nove) dias organizando as idéias, explorando a memória e escrevendo para vocês. Mas agora estou mais tranquilo por ter terminado isto. Exponho-me para aqueles que se identificam com os temas que são abordados no Blog Perspectiva Crítica e o maior objetivo é cada vez mais aproximar o artigo pronto apresentado a vocês dos fundamentos que levaram à sua criação, para sua crítica, para debate, para a análise do raciocínio por trás dos artigos e para que você tenha acesso, já mastigado, à toda a coletânea de artigos, livros e filmes que fizeram diferença conceitual no desenvolvimento e formação da perspectiva do Blogger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário César Pacheco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 24/02/2012: veja o estudo sobre o poder dos filmes de hollywood sobre a pedagogia do modelo de herói em http://www.curriculosemfronteiras.org/vol10iss1articles/fabris.pdf&lt;br /&gt;p.s. de 28/02/2012: Uma reconferida no texto dos mongóis (item 9 da bibliografia) me demonstrou que incidi em um erro grave de informação que agora corrijo para você. Não foram os mongóis que empurraram os turcos contra Constantinopla em 1453. O texto é claro em mencionar que os ataques constantes dos mongóis aos turcos prejudicou a organização e reforço militar turco, possibilitando que a tomada de Constantinopla fosse atrasada por 50 anos. Assim, a situação ocorreu diferentemente do que mencionei, mas deixando clara a influência dos mongóis sobre o evento que marcaria o início da Idade Moderna, ou seja, a queda de Constantinopla. Por outro lado, verifiquei outros sites e a denominação de Horda de Ouro já foi usada para todo o império mongol e as cores azul, branca, amarela (para alguns esta é a única de Ouro) e outra cor de que não me lembro, marcavam subdivisões geográficas e políticas desses subreinos. Essa denominação de cores, portanto, não facilita a exta compreensão, pois não vi um tratamento específico, por vezes uma cor sendo apresentada como sujulgando uma região e depois a mesma Horda aparecer em outro texto subjulgando outra região. Pode derivar de erro ou de desencontro de informações, sendo certo que falamos de um império fora dos moldes convencionais, de nômades, e mais propenso a fluidez de limites territoriais. O importante é apreender a importância que o Império Mongol (o primeiro originado em Gengis Khan e o Segundo, em Tamerlão) para nossa história mundial. Este fato é sonegado e isso demonstra que devemos desconfiar da história que nos é apresentada, seja histórica, seja jornalística, sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-714936270880239166?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u-9wUZ79SIEv0YehXCi2izDhJFE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u-9wUZ79SIEv0YehXCi2izDhJFE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u-9wUZ79SIEv0YehXCi2izDhJFE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u-9wUZ79SIEv0YehXCi2izDhJFE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/HAHghxmkz8c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/714936270880239166/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/bibliografia-e-cinematografia-objetiva.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/714936270880239166?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/714936270880239166?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/HAHghxmkz8c/bibliografia-e-cinematografia-objetiva.html" title="Bibliografia e Cinematografia Objetiva Comentada do Blog Perspectiva Crítica" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/bibliografia-e-cinematografia-objetiva.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EFQ389fyp7ImA9WhRaE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-2917658367387279845</id><published>2012-02-14T18:42:00.005-02:00</published><updated>2012-02-15T14:00:12.167-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-15T14:00:12.167-02:00</app:edited><title>Há dinheiro para serviços públicos de qualidade no Brasil? Qual a sociedade ideal?</title><content type="html">Pessoal, isto é um tema de reflexão muito, muito importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia vive atacando a carga tributária brasileira de 33% o valor do PIB. Vive atacando qualquer investimento no setor público que não seja construção de estrada ou ponte (ou seja, que não se reverta em remuneração de empresas). Vive criticando também contratação de servidores como se estivéssemos "inchados". E vive criticando aumento de servidor como "gasto público". Claro que também critica manutenção de direito trabalhista e melhorias previdenciárias e no salário mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela defende o que lhe interessa. Ótimo. É legítimo. Agora, se você vai pensar fora do que lhe é definido por ela como o que seria correto (correto para a mídia e empresas) é um problema seu,.. é um problema nosso, de cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, estou eu aqui de novo te passando algumas informações que interessam somente a nós, cidadãos, pessoas físicas, trabalhadores, empresários autônomos, servidores públicos, pais e mães de família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dinheiro no Brasil para termos o país de qualidade de vida nórdica que merecemos. Nossa carga tributária é baixa (33,4%) se comparada com a França que é de 41,9%. A mídia trata a questão de tributos como se fosse "imexível". Mas pergunto, quanto se precisaria para que a saúde atingisse níveis europeus no Brasil, livrando todo cidadão brasileiro da obrigatoriedade de pagar plano de saúde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista para Marília Gabriela, se não me engano em 2010, José Gomes Temporão, ex-ministro da Saúde disse que o orçamento à época de R$60 bilhões deveria ser dobrado para se atender à toda a demanda de fornecimento de medicamentos e realização de cirurgias em todo o País, além de todo tipo de atendimento médico, segundo a demanda de 2010, ou seja, mais R$60 bilhões. A CPMF dava R$40 bilhões quando foi extinta e com o crescimento do PIB de lá para cá, deveria estar dando mais hoje, sobejando o valor necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não incluía ampliar serviços médicos, tais como família em casa, mais hospitais e contratação de mais médicos etc.., mas já seria revolucionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na França, se você passar mal você é atendido por médico em casa, se for preciso, em minutos. Veja o filme "$O$ $AÚDE - $ICKO" de Michael Moore. Saiba também que hoje o SUS oferece sangue (hemoderivados) de 4ª geração a pacientes, enquanto a maioria dos hospitais médicos oferece sangue (hemoderivados) de 3ª geração porque é mais barato. Quem paga, está recebendo hemoderivados piores do que quem é atendido em hospital público, no Brasil, hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pagamento de juros a bancos é de R$1,8 trilhão ao ano (juros da dívida pública interna), e ouvi dizer que grande parte  de todos os titulos público de dívida estão na mão de somente 10.000 investidores internos. Não é ruim pagar a investidor, porque eles financiam nossa dívida. Mas quero dizer que há dinheiro no Brasil para termos o melhor serviço público de saúde e educação no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tudo o que nos metemos a investir terminamos como dentre os melhores no mundo: Receita Federal e desenvolvimento de programa para declaração e pagamento de imposto de renda, programa para sistema eleitoral eletrônico seguro em todo o País de dimensões continentais, BACEN e controle de políticas econômicos e persecução de metas inflacionárias. Desenvolvemos, ainda, o melhor reator nuclear do mundo pela Marinha (será o motor do nosso submarino nuclear até 100% mais eficiente do que o melhor no mundo atualmente, após terminada a 3ª versão) e agora desenvolvemos reator que enriquece urânio a 20% e independeremos o Brasil de isótopos para garantir continuidade de tratamentos médicos de brasileiros. Petrobrás (quarta maior empresa de petróleo do mundo e melhor técnica de exploração em águas ultraprofundas no mundo), BNDES (três vezes mais dinheiro do que o Banco Mundial), EMBRAPA etc.. etc.. Fazemos míssil, tanques (não mais os melhores como outrora), navios comerciais e de guerra, aviões comerciais e de guerra (subsônicos, ainda), construímos submarinos, pontes, prédios, estradas,.. tudo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que quisermos e em que investirmos de verdade dá retorno e nos tornamos os melhores no mundo. Há dinheiro e há competência. Não precisamos ver brasileiros analfabetos, professores públicos ganhando mal, médicos públicos ganhando mal. Mantê-los ganhando mal mantém o salário ruim de suas carreiras na área privada. Podemos ter os melhores servidores públicos em qualquer setor: policiais (muitos dizem que já temos, como na Polícia Federal - manuais da PF são copiados e distribuídos pela ONU aos demias países - e no BOPE), médicos (muitos já são, como nos Hospitais em  Universidade Públicas e na rede Sarah Kubitsheck, por exemplo, além de Miguel Couto (emergência - RJ)  e Hospital de Bonsucesso (queimaduras - RJ), e em todos os serviços públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para isso deve haver uma proposta definitiva de estruturação do setor público. Por que europeu não precisa pagar plano de saúde e escola se não quiser, e nós temos de fazer isso? É porque lá há carreira pública de médicos e professores com estrutura de qualidade e investimento público acompanhado pela sociedade que cobra a manutenção de serviços públicos de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma conhecida que tem cidadania fracesa mantém seu filho educado no Liceu francês, no Rio de Janeiro, de graça, só porque é francesa!! E eu e você, brasileiros devemos pagar por uma educação de qualidade para nossos filhos. Mas o imposto francês é maior do que o nosso. Mas vale a pena!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior pedra no sapato da defesa do liberalismo econômico norteamericano é a existência da Europa e dos países nórdicos. Senhores, há vida melhor com carga tributária maior. Isso é possível. É tema sensível, mas isso é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tiver de pagar R$20,00 mensais de CPMF para não precisar pagar plano de saúde de R$250,00 para você, mais R$250,00 para sua mulher, mais R$200,00 por cada filho e mais R$900,00 por seu pai idoso, vale à pena? Pagar R$20,00 mensais de tributo para a saúde ao invés de R$1.600,00 em plano de saúde vale à pena? Eu acho que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soube que há milionários que pagam R$15.000,00 mensais a cada um dos 10 seguranças que se revezam para a segurança de sua família. Pagar mais R$15.000,00 mensais de tributo para viabilizar diminuição de desigualdade social e investimento nos salários de policiais e aumento de segurança pública, para não precisar pagar R$150.000,00 mensais em segurança privada vale à pena?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagar uma taxa à escola pública (os italianos estão pagando uma taxa de dez euros para atendimento em hospital como forma de ajudar a combater a crise da dívida) para ter professores de qualidade e motivados ensinando seus filhos e todas as escolas públicas do Brasil serem iguais ao Colégio Pedro II, ao Colégio de Aplicação da Uerj e ao Colégio de Aplicação da UFRJ, economizando com dinheiro em escola particular, seria interessante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, uma carga tributária maior em 5% pode bancar tudo isso e te economizar fortunas por não ser necessário pagar atendimento básico na área privada. Isso é o que ocorre na Europa e nos países nórdicos e lá estão os cidadãos mais ricos do mundo e com a melhor qualidade de vida do mundo. Não é nos EUA, com 24% (questionáveis) de carga tributária, mas em países de carga tributária de 37% (Alemanha), 42% (França) e 48% (Suécia e Dinamarca). Se o PIB do Brasil está em 4 trilhões de reais e a carga tributária é de 34% do PIB (1,360 trilhão de reais), aumentar a carga em 5% (não sei como seria distribuído isso) significa chegar a 39% de carga, 10% abaixo da francesa, e dar anualmente, hoje, mais 200 bilhões de reais ao ano. Parece que isto pagaria o aumento dos policias, a contratação de mais 40 mil médicos e 300 mil professores. E talvez grande parte pudesse ser paga com o Imposto sobre Grandes Fortunas, o que diminuiria o impacto sobre você e quase toda a população do Brasil. Mas mesmo que o impacto fosse de aumento de carga tributária de 5% para você... se você pudesse abandonar seu plano de saúde e colocar filhos em escolas públicas de qualidade, valeria a pena? É uma pergunta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei, eu sei,.. na Europa e nos países nórdicos o dinheiro vai pros serviços e aqui os políticos embolsam... mas, senhores, assim quem vai ganhar é o liberal e americanófilo, admirador do Estado Mínimo. Temos de enfrentar a corrupção, dar estrutura ao Ministério Público, às polícias, remunerar os policiais, contratar mais Juízes e apliar o Judiciário, fiscalizar, ou seja, trabalhar e acreditar. Ficar sentado, apontado erro e batendo palma para a mídia que só publica matéria que te leva a pagar mais escola privada milionária e plano de saúde lotado e caro já vimos que não parece ser a solução. Vamos agora copiar os nórdicos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim a repensar o Estado. Sim a investimentos públicos. Sim à independência do plano de saúde. Sim à independência da escola particular. Que planos de saúde e escolas privadas sejam para todos aqueles que optarem por assim ser para seus filhos, mas que não sejam obrigados a contratar esses serviços por inexistência de serviços públicos de qualidade nessas áreas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade Ideal é a que garante vida digna a seus cidadãos e isso é impossível com serviços públicos sem qualidade, mal remunerados e sem quantidade suficiente de servidores em função do tamanho real da demanda da população. Sociedade mais próxima do ideal é a Européia e Nórdica, com direitos trabalahistas, direitos previdenciários, educação pública gratuita de qualidade, saúde pública gratuita de qualidade e dinheiro no bolso dos cidadão para gastar em lazer, moradia e alimentação. Dinneiro para isso também gira a economia. Isto é sociedade ideal e não a que você morre de trabalhar para ser obrigado a pagar o básico em saúde e educação para manter uma expectativa de vida minimamente digna para você e seus familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja inteligente. Pense nisso e se livre da grande mídia como mentora. Fique com a mídia para informação.. e só.. e no máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 15/02/2012 - texto revisto e ampliado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.2 - Quais as melhores escolas/colégios da Alemanha e França? E Universidades? São públicas, amigo. Do mesmo nível das americanas de grife, mas o alemão e o francÊs não precisou pagar por isso, só o americano que teve de pagar até cem mil dólares por ano.. é imbecil isto e ainda exclui o acesso aos mais alto níveis de educação aos pobres, muitas vezes condenando um cérebro fantástico americano que poderia brilhar se tivesse acesso à boa educação. Optarmos por seguir americanos ou europeus é de completa responsabilidade nossa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-2917658367387279845?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Qual a sociedade ideal?" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/ha-dinheiro-para-servicos-publicos-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QESXs_cSp7ImA9WhRaEUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-2486159915101098636</id><published>2012-02-13T12:09:00.006-02:00</published><updated>2012-02-13T17:28:28.549-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T17:28:28.549-02:00</app:edited><title>A greve dos Policiais Militares da Bahia e o exemplo positivo de benefícios múltiplos de greve de servidor público para o País</title><content type="html">O fim do artigo anterior ficou tão importante e passando uma mensagem tão essencial de que greve de servidor público denuncia problemas na política do Estado para a prestação do serviço público (o que prejudica diretamente a população), que achei que deveria dar destaque em artigo novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí vai então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Gente, bom serviço público só existe com boa remuneração. Na Europa é assim. Nos EUA também. Servidor público é estratégico para a Nação. E o jeito de chamar a atenção da sociedade, a qual servem, para seus problemas de estrutura e salários é através de greve. E a greve tem que ser visível. Vamos parar de reclamar das greves e discutir a razão delas, se são legítimas e se os governos são omissos em resolverem esses problemas que tocam a todos nós que recebemos, mesmo sem perceber, serviço público todo o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso da greve da Polícia Militar da Bahia é um exemplo interessante de como uma greve pode ser dinâmica e positiva para a sociedade. Greve de servidor público não deve ser somente abordada como um embate entre o empregador Estado/Sociedade e empregador/servidor público. Isso é burro e mentiroso. Greve de servidor público informa sobre problemas de administração pública, de falta de política de segurança, saúde e educação. O problema do servidor público é problema que reflete na sociedade por evidenciar problema na prestação de serviço público à toda a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam. Os policiais militares da Bahia entraram em greve na Bahia e criaram um caos. A greve iniciada, enfim, era legítima. Chamava a atenção para maus salários na área. Mas apesar de exigirem valores que na prática adiantariam a PEC 300 em votação no Congresso e que cria piso de 4 mil reais para policial e servidor público de segurança, houve várias coisas diferentes: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - questionou-se a causa da greve que era mau salário, mas o Governador da Bahia, Jacques Wagner, teve a oportunidade de falar que já havia aumentado durante seu governo o salário deles em 30% e que os policiais militares da Bahia já ganhavam mais do que policiais militares de outros Estados mais ricos, pois ganhavam 2.100 ou 2.300 reais!! Por isso disse que só poderia dar um aumento de 5% que estava sendo rechaçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - os policiais baianos, infelizmente, radicalizaram e fecharam ruas (ao que parece, mas ainda está sendo apurado) e ainda colocaram fogo em ônibus (ainda está em apuração) e ainda grupos de extermínio aproveitaram para atuar (ainda em apuração). Tudo está sendo investigado e vários "grevistas" foram presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Por fim, diante de toda essas informações, a população ficou ciente da política de valorização da segurança na Bahia, a condição de melhor salário na Bahia do que em Estados mais ricos da Federação, os policiais acabaram aceitando valores menores do que os exigidos, policiais suspeitos de exagero ou crime foram presos e a greve foi resolvida de maneira pacífica, com o Governador tendo tido oportunidade de defender sua atuação, os policiais tendo reivindicado e a população ficado ciente da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam, neste caso, a experiência de greve foi excelente, ao meu ver. Tudo bem que algusn ovos foram quebrados. Mas questionar a causa da greve foi o que levou a toda uma movimentação que resolveu o impasse e não ficar recriminanbdo a escolha de data para realização de greve. Isso é problema da categoria, que aliás, na hipótese, realizou antes do carnaval justamente para pressionar e dar tempo às autoridades de resolverem algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Greve de servidor público não é greve do setor privado.&lt;/strong&gt; O problema não é meramente de salário, de relação empregado/empregador. A greve no serviço público denuncia algum problema na política do governo para a prestação de serviço público a que se refere a categoria de servidores que decidiu entrar em greve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-2486159915101098636?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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"Será que eles não têm outra data menos inconveniente para fazer greve?!?!?", poderíamos adicionar ao discurso do bom jornalista Alexandre Garcia. A resposta é: NÃO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja bem, não houve qualquer questionamento sobre as causas da greve. Não houve comparação dos salários de nossos policiais e bombeiros com os policiais americanos ou europeus, apesar de sempre haver comparação da carga tributária brasileira com a carga tributária de países estrangeiros (somente com os que têm carga mais baixa do que a nossa, claro..).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não houve também a comparação com movimentos estrangeiros de greve.. por exemplo, eu fui à Europa passar o ano novo em paris em 2008, via Espanha. Teve greve justamente neste período dos aeroviários e controladores de vôo nos aeroportos da Espanha e fui prejudicado, além de que brasileiros chegaram a ser agredidos.. bem, a greve foi no período entre Natal e Ano Novo.. por quê? Porque chama a atenção do País para o problema que a classe daqueles trabalhadores está sofrendo. Cabe a partir daí refletir se o movimento é legítimo ou não e encontrar soluções e não pedir que façam greve em um dia menos importante para chamar menos atenção... é ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que a mídia não está nem aí para a demanda dos servidores públicos, sejam eles policiais, médicos, professores, juízes, servidores do Judiciário, sejam eles quem forem. Agora se a mídia e a sociedade não vêem paralisação nem de professores e médicos, como é que vai se chamar a atenção para o problema de outras classes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, cada categoria profissional define sua estratégia de como fazer uma greve para expor seus problemas à sociedade e para o governo e tem que ser de forma que crie rebuliço, crie discussão, chame a atenção efetivamente, caso contrário não tem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine greve de professores durante as férias escolares? De que adianta? Imagine greve da Receita Federal sem parar portos e desesperar empresários que pressionam o governo para atender os servidores da receita federal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é chato greve de servidores públicos de segurança perto de eventos importantes em que seu serviço é valorizado, mas a questão é perguntar se há motivo para a greve ou se a greve é injustificável e ilegítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os salários da segurança pública no Brasil, exceto Brasília, são ridículos. O único jeito de a classe de trabalhadores conseguir suas reivindicações e destinar valores do orçamento para salários de servidores públicos, ou seja, para investimento no serviço público, é através de greve.. e de greve visível. Somente assim os governantes freiam um pouco a destinação de valores e subsídios para empresários e direcionam um infinitésimo do valor orçamentário para investimento no serviço público e em especial nos salários defasados de servidores públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, segundo soube, por remunerar mal seus servidores, e por não decidir remunerar melhor e diminuir a defasagem salarial com outras carreiras que exigem formação em Direito, está tendente a resolver a falta de servidores crônica (desistência de servidores atuais e não atratividade de servidores novos) de maneira curiosa: talvez deixe de exigir formação em Direito para Analista Judiciário, para ampliar o leque de pessoas interessadas a participar do concurso e em tomar posse. Engenhoso, mas não é melhor remunerar melhor e ter profissionais especializados na matéria com que tratarão ao invés de economizar na remuneração e contratar pessoas sem conhecimento jurídico que os permita dar mais celeridade e eficiÊncia na solução de litígios e no assessoramento de Juízes? Os Juízes estaduais terão de explicar conhecimento jurídico para seus assessores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, bom serviço público só existe com boa remuneração. Na Europa é assim. Nos EUA também. Servidor público é estratégico para a Nação. E o jeito de chamar a atenção da sociedade, a qual servem, para seus problemas de estrutura e salários é através de greve. E a greve tem que ser visível. Vamos parar de reclamar das greves e discutir a razão delas, se são legítimas e se os governos são omissos em resolverem esses problemas que tocam a todos nós que recebemos, mesmo sem perceber, serviço público todo o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso da greve da Polícia Militar da Bahia é um exemplo interessante de como uma greve pode ser dinâmica e positiva para a sociedade. Greve de servidor público não deve ser somente abordada como um embate entre o empregador Estado/Sociedade e empregador/servidor público. Isso é burro e mentiroso. Greve de servidor público informa sobre problemas de administração pública, de falta de política de segurança, saúde e educação. O problema do servidor público é problema que reflete na sociedade por evidenciar problema na prestação de serviço público à toda a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam. Os policiais militares da Bahia entraram em greve na Bahia e criaram um caos. A greve iniciada, enfim, era legítima. Chamava a atenção para maus salários na área. Mas apesar de exigirem valores que na prática adiantariam a PEC 300 em votação no Congresso e que cria piso de 4 mil reais para policial e servidor público de segurança, houve várias coisas diferentes: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - questionou-se a causa da greve que era mau salário, mas o Governador da Bahia, Jacques Wagner, teve a oportunidade de falar que já havia aumentado durante seu governo o salário deles em 30% e que os policiais militares da Bahia já ganhavam mais do que policiais militares de outros Estados mais ricos, pois ganhavam 2.100 ou 2.300 reais!! Por isso disse que só poderia dar um aumento de 5% que estava sendo rechaçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - os policiais baianos, infelizmente, radicalizaram e fecharam ruas (ao que parece, mas ainda está sendo apurado) e ainda colocaram fogo em ônibus (ainda está em apuração) e ainda grupos de extermínio aproveitaram para atuar (ainda em apuração). Tudo está sendo investigado e vários "grevistas" foram presos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Por fim, diante de toda essas informações, a população ficou ciente da política de valorização da segurança na Bahia, a condição de melhor salário na Bahia do que em Estados mais ricos da Federação, os policiais acabaram aceitando valores menores do que os exigidos, policiais suspeitos de exagero ou crime foram presos e a greve foi resolvida de maneira pacífica, com o Governador tendo tido oportunidade de defender sua atuação, os policiais tendo reivindicado e a população ficado ciente da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam, neste caso, a experiência de greve foi excelente, ao meu ver. Tudo bem que alguns ovos foram quebrados. Mas questionar a causa da greve foi o que levou a toda uma movimentação que resolveu o impasse e não ficar recriminanbdo a escolha de data para realização de greve. Isso é problema da categoria, que aliás, na hipótese, realizou antes do carnaval justamente para pressionar e dar tempo às autoridades de resolverem algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: texto revisto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-7624773596009622787?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Eu era reticente e relação a controle externo do Judiciário, já que um Judiciário deve ser independente, mas os contornos constitucionais da conmpetência do CNJ e as ações positivas que tem implementado demonstram que a experiência é, até agora, um sucesso e a opção legislativa de sua criação foi um acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia tem muita responsabilidade nese desfecho positivo, pois pressionou e expôs a todos instante o processo de votação no STF. Foi excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim esta votação é um marco na sociedade brasileira assim como o foi a promulgaçaõ da Lei de Responsabilidade Fiscal. Com a Lei de Responsabilidade Fiscal, mesmo que quiserem fazer desmandos, Prefeitos, Governadores e até Presidentes têm limite de prejuízo ao povo brasileiro... não podem criar dívidas além dos limites fiscais delineados  na LRF. Isso não acaba com os desmandos, mas os limita e liita seus efeitos lesivos ao interesse público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão do STF quanto à liberdade do CNJ na atuação investigativa de Juízes e Desembargadores não impede abusos, mas os expõe. Expostos, os desmandos que ocorrerem terão nomes. Isso pode gerar anulação de atos, responsabilização administrativa, cível e criminal de Juízes e Desembargadores e só tem a temer a minoria que abusa, livrando todos os que não abusam da pecha social que uma minoria cria através de artigos alarmantes publicados na imprensa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decisão resgatou a moralidade administrativa  no Judiciário e livrou do ombro de milhares de juízes e Desembargadores honestos o ônus de carregar um peso que não era seu toda vez que um (mesmo que tenha sido poucas vezes) par tinha publicado em mídia contra si algo desabonador em jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, publicado o ato, ninguém mais poderá apontar a classe inteira como culpada ou conivente. O CNJ pode apurar tudo sobre todos. A responsabilidade de cada juiz ou Desembargador que se omitir ou realizar atos questionáveis será responsabilidade exclusiva deste e não mais imputado a toda a classe da magistratura indistintamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos são beneficiados: Juízes, Desembargadores, Judiciário, cidadãos e o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns à mídia e ao Jornal O Globo pela cobertura. Parabéns ao Supremo tribunal Federal. O resultado dos relatórios do CNJ e o que será feito, dependendo dos resultados, é que é o próximo passo e um desafio. Mas isso é outra história.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-1812019160120524709?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LOFDvQCLsQqYAycRYtQYvISFptU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LOFDvQCLsQqYAycRYtQYvISFptU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/7CrBsQb2u_k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/1812019160120524709/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/liberade-do-cnj-e-lei-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/1812019160120524709?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/1812019160120524709?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/7CrBsQb2u_k/liberade-do-cnj-e-lei-de.html" title="Liberdade do CNJ e a Lei de Responsabilidade Fiscais: dois marcos civilizatórios brasileiros" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/liberade-do-cnj-e-lei-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08FQ304fyp7ImA9WhRbE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-6769819995185562123</id><published>2012-02-02T14:42:00.003-02:00</published><updated>2012-02-03T18:43:32.337-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T18:43:32.337-02:00</app:edited><title>Primeira regulamentação sobre Home Office ("trabalho à distância") é do TST</title><content type="html">Já há no Brasil a primeira regulamentação do trabalho à distância e ela é uma Resolução aprovada no dia 1º de fevereiro no TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja a notícia no site da ANAJUSTRA (Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho) em http://www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6182&amp;cat=19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é importantíssimo e, diria, inevitável. Cada vez mais o serviço intelectual se faz presente em sociedade e a presença física em escritório, salas ou departamentos é prescindível apra a consecução de tarefas e atingimento de metas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tratamos aqui do tema requerendo da sociedade um projeto de regulamentação do trabalho à distância, ao que demos o nome de "Lei do Home Office" e agora o TST inova ao aparecer como o primeiro grande empregador a regulamentar este tipo de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma em geral as condições foram as seguintes: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - as pessoas escolhidas para trabalhar à distância teriam exigência de atingimento de metas superior em 15% às metas das pessoas que continuassem a trabalhar com presença física nas instalações do TST;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - essas pessoas teriam metas diárias, semanais e mensais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - essas pessoas teriam a obrigação de comparecer no mínimo de 15 em 15 dias para apresentar os trabalhos e comprovar o atingimento das metas exigidas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - os aparatos tecnológicos necessários à consecução dos trabalhos à distância seriam custo do trabalhador do TST;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - a escolha das pessoas que trabalhariam nesse regime diferenciado seria competência da chefia, observadas condições e regras próprias descritas na resolução do TST que regulamenta o "trabalho à distância";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - o chefe do setor não pode trabalhar pelo regime de "trabalho à distância";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - o atendimento a advogados e ao público deverá ser garantido normalmente por funcionários que trabalhem presentes nas instalações do TST.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas as principais regras apontadas nos artigos sobre a questão. Para mais detalhes, acesse a Resolução do TST que regulamentou o "Trabalho à distância", com base na Lei 12.551/2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também o artigo anterior e mais detalhado sobre a questão, no mesmo site da ANAJUSTRA, intitulado "Tribunal avalia regulamentação de trabalho à distância" em http://www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6172&amp;cat=19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desta progressista e avançada regulamentação, o TST insere o Brasil no Século XXI e dá o primeiro passo para que regulamentação em outros Tribunais, outros Poderes e mesmo na área privada ocorra com mais facilidade e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns ao TST.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-6769819995185562123?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rX5gh_hUXmqVbptUD8YI48kDwc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rX5gh_hUXmqVbptUD8YI48kDwc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rX5gh_hUXmqVbptUD8YI48kDwc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7rX5gh_hUXmqVbptUD8YI48kDwc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/oXEeJG8jezI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/6769819995185562123/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/primeira-regulamentacao-sobre-home.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/6769819995185562123?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/6769819995185562123?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/oXEeJG8jezI/primeira-regulamentacao-sobre-home.html" title="Primeira regulamentação sobre Home Office (&quot;trabalho à distância&quot;) é do TST" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/primeira-regulamentacao-sobre-home.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUFQnw_fyp7ImA9WhRbEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-1513389947242855428</id><published>2012-02-01T15:21:00.010-02:00</published><updated>2012-02-02T17:50:13.247-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-02T17:50:13.247-02:00</app:edited><title>Carga Tributária Brasil x OCDE - Brasil tem carga inferior à media dos países da OCDE</title><content type="html">Pessoal, finalmente encontrei um documento oficial (um não, vários) que compara nossa carga tributária com a dos países da OCDE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse: http://www.receita.fazenda.gov.br/Historico/EstTributarios/Estatisticas/default.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último Estudo Econômico-Tributário da Receita Federal, de setembro de 2011 sobre a carga tributária brasileira de 2010, dá excelentes informações de que a carga tributária brasileira em 2010 era inferior à média dos países da OCDE e inferior à maioria dos países ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande mídia só publicou os países que tinham carga tributária inferior ao Brasil, mas com este artigo mostro a você quantos países ricos têm carga tributária superior à nossa... e seus cidadãos vivem melhor do que nós!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira você aqui esta lista e veja que demonizar a carga tributária brasileira por todos os problemas do país ou como motivo de entrave ao nosso desenvolvimento é pura mentira e defesa de tese que privilegia empresas e bancos, mas nada tem a ver com a defesa de melhoria de qualidade de vida para você e sua família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carga tributária Brasil x Países da OCDE em 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;México – 17,5%&lt;br /&gt;Chile - 18,29%&lt;br /&gt;Estados Unidos – 24,0%&lt;br /&gt;Turquia – 24,6%&lt;br /&gt;Irlanda – 27,89%&lt;br /&gt;Japão – 28,1%&lt;br /&gt;Suíça - 30,3%&lt;br /&gt;Espanha – 30,7%&lt;br /&gt;Nova Zelândia – 31,0%&lt;br /&gt;Canadá – 31,19%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil – 33,1%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reino Unido – 34,3%&lt;br /&gt;Média da OCDE – 34,8%&lt;br /&gt;Alemanha – 37,0%&lt;br /&gt;Luxemburgo – 37,5%&lt;br /&gt;Hungria – 39,1%&lt;br /&gt;Noruega – 41,0%&lt;br /&gt;França – 41,9%&lt;br /&gt;Bélgica – 43,2%&lt;br /&gt;Itália – 43,5%&lt;br /&gt;Suécia – 46,4%&lt;br /&gt;Dinamarca – 48,29%&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxas impressas na página 07 do Estudo Econômico-Tributário da Receita Federal, publicado em 23/9/2011, intitulado “Carga Tributária no Brasil 2010”, em especial no Gráfico 02 intitulado “Carga Tributária no Brasil e em Países da OCDE – 2009 (1)”. A fonte indicada é a própria OCDE e o valor para o Japão é datado de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse o original em  http://www.receita.fazenda.gov.br/Historico/esttributarios/estatisticas/CargaTributariaBR2010.htm&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Observe que inclusive o estudo identifica o motivo pelo qual alguns países têm carga tributária menor do que o nosso, como o Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena ler a introduçao ao capítulo 5 (título: "Comparação Internacional") do Estudo da "Carga Tributária do Brasil 2010" que abaixo trasncrevo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"A carga tributária de cada país é determinada segundo a combinação de sua estrutura legal-tributária e de suas características sócio-econômicas. Fatores culturais e comportamentais também podem afetar a relação tributos/PIB nas diferentes sociedades. Estados que se comprometem diretamente no provimento de bens e serviços relacionados ao bem estar, como por exemplo educação, saúde e seguridade social, implicitamente definem um nível mais elevado de pressão fiscal do que aqueles que limitam sua atuação direta, abrindo espaço para a iniciativa privada. Não se deve esquecer que a mesma carga tributária sobre PIB’s diferentes significa diferentes níveis de prestação de serviços públicos. Em outros termos, mesmo que a carga tributária seja a mesma, mas se um país tiver PIB maior, a arrecadação de tributos em&lt;br /&gt;valores absolutos é maior e, portanto, a administração pública poderá ofertar maior nível de serviços. Portanto, a análise comparativa de carga tributária não deve resumir-se a mera análise aritmética e os dados apresentados nesta seção devem servir apenas como insumo para uma abordagem mais profunda e completa sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estatísticas internacionais que apresentam maior confiabilidade e cuja&lt;br /&gt;metodologia se assemelha à adotada neste trabalho são as divulgadas para os países que compõem a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico – OCDE.&lt;br /&gt;Entretanto, há defasagem na divulgação de dados daquela Organização5, o que impede a&lt;br /&gt;comparação direta com os dados mais atualizados divulgados nesse trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme os dados de 2009, a carga tributária brasileira é inferior a média&lt;br /&gt;dos países da OCDE. Em geral, no comparativo com os países membros da OCDE, a carga&lt;br /&gt;tributária brasileira é inferior à dos países europeus e superior à dos países não europeus. Nota-se que a carga tributária chilena é baixa, contudo a previdência social é privada e, além disso, o governo arrecada receitas oriundas da exploração do cobre. Sendo assim, a comparação com o Chile não é das melhores."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós deste Blog já tínhamos alertado para o fato de que, em termos de carga tributária, comparar Brasil com China, Coréia do Sul, EUA, Suíça e Chile não se sustenta nem é congruente porque China, Coréia do Sul e Chile não têm previdência pública, EUA não têm assistÊncia hospitalar pública gratuita e utiliza em sua produção muito material importado de China, onde não tem leis trabalhistas ou de previdência, além de que a Suíça praticamente não tem forças armadas, além de ter território minúsculo (veja nosso artigo de 2010 http://perspectivakritica.blogspot.com/2010/06/carga-tributaria-e-servico-publico.html).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à média da carga tributária dos Estados Unidos, é importantíssimo explicitar que segundo recente declaração de Warren Buffet, na época em que se discutiu o aumento de carga tributária para os ricos americanos para ajudar aquele país (2011), o cidadão americano paga carga tributária de 40% enquanto que os ricos e os financistas pagam em média 17% de carga tributária. Não tenho certeza se os valores se referem à taxa de imposto de renda entre americanos ou se se refere efetivamente ao conceito de carga tributária mesmo, pois sabe-se que imposto de renda compartimentaliza efeitos arrecadatórios muito mais do que imposto sobre consumo, por exemplo. Mas o dado é relevantíssimo de todo modo. Creio que os valores se referiam à carga tributária (o termo foi usado por Buffet) paga por americanos e não exclusivamente imposto de renda. Mas fica o toque. De todo modo 40% para carga tributária ou para imposto de renda é muito mais alto do que nós brasileiros pagamos de imposto de renda e de carga tributária. A média de 24% para carga tributária americana fica, assim, relativizada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas todos os países apontados no estudo comparativo que têm carga tributária maior do que a nossa são ricos, sem exceção*, e são países em que seus cidadãos têm previdência social pública, assistência social, educação pública gratuita e de qualidade e saúde pública gratuita e de qualidade. O que isso indica para você? Que o caminho para melhorar o Brasil é diminuindo impostos exclusivamente ou melhorando o serviço público em quantidade e qualidade para nossa população e para sua família?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, é..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* a Hungria não é país rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 02/02/2012 - revisto e ampliado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-1513389947242855428?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aqYTZv-pN-dkclLrO_N8Z5vbmZI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aqYTZv-pN-dkclLrO_N8Z5vbmZI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aqYTZv-pN-dkclLrO_N8Z5vbmZI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aqYTZv-pN-dkclLrO_N8Z5vbmZI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/fD-GMJZGJ7Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/1513389947242855428/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/carga-tributaria-brasil-x-ocde-brasil.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/1513389947242855428?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/1513389947242855428?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/fD-GMJZGJ7Q/carga-tributaria-brasil-x-ocde-brasil.html" title="Carga Tributária Brasil x OCDE - Brasil tem carga inferior à media dos países da OCDE" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/carga-tributaria-brasil-x-ocde-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8MQnwzfip7ImA9WhRbEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-761082817497083379</id><published>2012-02-01T15:12:00.004-02:00</published><updated>2012-02-01T15:21:23.286-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-01T15:21:23.286-02:00</app:edited><title>Análise sobre o atual conflito IRÃ x EUA publicado no Sisejufe - interessantíssimo</title><content type="html">Pessoal, disponibilizo para vocês o texto sobre a análise do atual conflito entre EUA e Irã e sobre um possível confronto entre os EUA e o país persa. Fiquei muito bem impressionado pela análise que foi publicada no site do Sindicato dos Servidores das Justiças Federais, e disponibilizo para vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acesse o original em http://sisejufe.org.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=4153:marinha-dos-eua-pode-ser-derrotada-pelo-ira-no-golfo-persa&amp;catid=106:noticias-gerais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segui, o texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Marinha dos EUA pode ser derrotada pelo Irã no Golfo Persa?        &lt;br /&gt;Sex, 13 de Janeiro de 2012 09:28  &lt;br /&gt;p { margin-bottom: 0.21cm; } &lt;br /&gt;Depois de ouvir ameaças dos EUA durante anos, o Irã está tomando medidas que sugerem que considera fechar o Estreito de Hormuz e que tem capacidade para fazê-lo. Dia 24/12/2011, o Irã iniciou exercícios navais (Operação Velayat-90) no e à volta do Estreito de Hormuz, do Golfo Persa e Golfo de Omã (Mar de Omã), ao Golfo de Aden e Mar da Arábia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início daqueles exercícios, cresce a guerra de palavras entre Washington e Teerã. Mas nada do que o governo Obama ou o Pentágono disseram ou fizeram, até agora, dissuadiu Teerã de dar prosseguimento aos seus exercícios navais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A natureza geopolítica do Estreito de Hormuz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À parte ser ponto vital de trânsito para recursos energéticos globais e gargalo estratégico, dois outros aspectos devem ser considerados se se analisa o Estreito de Hormuz e a importância que tem para o Irã: (1) a própria geografia do Estreito; e (2) o papel do Irã na co-administração do estreito, nos termos da legislação internacional e das leis nacionais iranianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As embarcações de todos os tipos que passam pelo Estreito de Hormuz sempre mantiveram contato com as forças navais iranianas – a Marinha Regular Iraniana e a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã. As forças navais iranianas monitoram e policiam o Estreito de Hormuz, administração compartilhada com o Sultanato de Omã, através de um enclave omanita que há ali, Musandam. Mais importante que isso: para navegar através do Estreito de Hormuz todo o tráfego marítimo, inclusive a Marinha dos EUA, é obrigada a navegar por águas territoriais iranianas; para sair, em muitos casos, cruzam-se águas territoriais de Omã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Irã sempre permitiu que embarcações estrangeiras amigas cruzem suas águas territoriais, nos termos, também, da Parte III da Convenção da ONU sobre Lei do Mar e de trânsito por mar, que estipula que as embarcações são livres para navegar pelo Estreito de Hormuz e outros corpos d’água semelhantes, em velocidade constante e sem se deterem, de um porto aberto até águas internacionais. Embora as autoridades de Teerã sigam as rotinas da Lei do Mar, Teerã não é legalmente obrigada a segui-las. Como Washington, Teerã também assinou seu específico tratado internacional e jamais o ratificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tensões entre EUA e Irã no Golfo Persa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(mapa em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;aid=28516)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Parlamento (Majlis) iraniano está reexaminando o uso de águas iranianas no Estreito de Hormuz, por embarcações estrangeiras. Há projetos de lei em exame, para bloquear o trânsito de embarcações de guerra estrangeiras por águas territoriais iranianas através do de Hormuz sem prévia permissão das autoridades iranianas; a Comissão de Segurança Nacional e Política Exterior do Parlamento do Irã está examinando projetos de lei que manifestarão a posição oficial do Irã, orientada pelos interesses estratégicos e da segurança nacional do Irã. [1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 30/12/2011, o porta-aviões USS John C. Stennis passou pela área na qual o Irã desenvolvia exercícios navais. O Comandante das Forças Iranianas Regulares, major-general Ataollah Salehi, alertou o USS John C. Stennis e outros navios dos EUA para que não voltassem ao Golfo Persa, enquanto durassem as manobras navais do Irã; acrescentou que o Irã não tem o hábito de dar o mesmo aviso duas vezes. [2] Pouco depois do duro aviso iraniano, o secretário de imprensa do Pentágono respondeu, em declaração em que se lia: “Ninguém, nesse governo procura confrontação [com o Irã] no Estreito de Hormuz. É importante baixar a temperatura.” [3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num cenário real de conflito militar com o Irã, é bastante provável que porta-aviões dos EUA tenham de realmente operar de fora do Golfo Persa, do sul, do Golfo de Omã e do Mar da Arábia. A menos que já seja operacional o sistema de mísseis que Washington está desenvolvendo nas petromonarquias sul do Golfo Persa, deve-se contar com a proibição de que grandes naves de guerra dos EUA cheguem ao Golfo Persa. Isso, por causas associadas à geografia local e às capacidades de defesa do Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A geografia contra o Pentágono: no Golfo Persa, a força naval dos EUA é limitada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(mapa em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;aid=28516)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As forças navais dos EUA – a Marinha e a Guarda Costeira dos EUA – são as maiores do mundo. Nada se compara às capacidades dos EUA em águas profundas e oceânicas. Mas ser a maior e a mais potente não implica que seja invencível. No Golfo Persa e no Estreito de Hormuz, as forças navais dos EUA são vulneráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do poder e das muitas capacidades, a geografia trabalha literalmente contra o poder naval dos EUA no Estreito de Hormuz e no Golfo Persa. O Golfo Persa, pelo menos em contexto estratégico e militar, é como um canal. Em termos figurativos, os porta-aviões e grandes navios de guerra dos EUA ficam ali confinados, pode-se dizer, ‘presos’, nas águas costeiras do Golfo Persa (mapa em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;aid=28516).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso, precisamente, que amplia muito as já altas capacidades dos mísseis iranianos. O arsenal de mísseis e torpedos do Irã tem potencial para neutralizar as armas navais dos EUA em águas do Golfo Persa. Por isso os EUA tanto se empenham hoje para construir um ‘escudo’ de mísseis no Golfo Persa, associando nessa empreitada os países do Conselho de Cooperação do Golfo, já há alguns anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até os pequenos barcos-patrulha iranianos no Golfo Persa, que parecem insignificantes e muito pequenos comparados a um porta-aviões ou a um destróier gigantes, são ameaça considerável às naves de guerra dos EUA, naquele cenário. Os barcos-patrulha podem disparar uma barreira de mísseis que, sim, podem danificar muito e, mesmo, destruir grandes navios de guerra. Além disso, os barcos-patrulha iranianos são quase indetectáveis e são alvos difíceis, porque são pequenos e rápidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As forças iranianas também podem minar as capacidades navais dos EUA no Golfo com mísseis lançados de terra, do interior do país, nas áreas próximas do norte do Golfo Persa. Já em 2008 o Washington Institute for Near East Policy reconheceu a ameaça, para forças navais dos EUA no Golfo, das baterias de mísseis costeiros, dos mísseis terra-mar e dos pequenos barcos armados com mísseis. [4] A Marinha do Irã também conta são drones, veículos anfíbios, minas, equipes de mergulhadores e minissubmarinos, que serão mobilizados em qualquer guerra naval assimétrica contra a 5ª Frota dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Pentágono já comprovou, em simulações, que uma guerra no Golfo Persa seria desastrosa para os EUA. Exemplo disso é a operação Millennium Challenge 2002 (MC02), simulação de guerra no Golfo Persa, feita entre 24/7/2002 e 15/8/2002, cuja preparação consumiu quase dois anos. Essa manobra naval gigante foi das maiores e mais caras jamais organizadas pelo Pentágono. Millennium Challenge 2002 foi criada pouco depois de o Pentágono decidir que poderia fazer avançar a guerra no Afeganistão, se atacasse Iraque, Somália, Sudão, Líbia, Líbano e Síria, recolhendo ao final, como grande prêmio, o Irã – numa ampla campanha militar que daria aos EUA a primazia no milênio que se iniciava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de terminada a operação Millennium Challenge 2002, a operação foi oficialmente apresentada como simulação de guerra contra o Iraque de Saddam Hussein. De fato, sempre se tratou do Irã.[5] Os EUA já tinham as avaliações necessárias para a invasão do Iraque, por EUA e Grã-Bretanha, que aconteceria pouco depois. E, detalhe importante, o Iraque jamais teve força naval que exigisse empenho total da Marinha dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Operação Millennium Challenge 2002 foi, sim, simulação de guerra contra o Irã (na simulação chamado de “Red” [Vermelho] e apresentado como estado ‘bandido’ [orig. rogue] do Oriente Médio no Golfo Persa). Só o Irã tem todas as características de território e forças militares apresentadas como de “Red” – dos botes-patrulha armados com mísseis até as unidades de motociclistas. Aquela simulação monstro foi feita porque Washington planejava atacar o Irã imediatamente depois de invadir o Iraque em 2003. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há qualquer dúvida entre os especialistas de que o formidável poder naval dos EUA resulta muito reduzido, pela geografia e pelas capacidades militares nos iranianos, no caso de combate no Golfo Persa e, de fato, em grandes partes também do Golfo de Omã. Longe de águas abertas, como no Oceano Índico ou no Oceano Pacífico, os EUA teriam de combater sob condições extremas, sem a garantia de suficiente tempo de resposta e, mais importante, ficarão impedidos de combater de distância (considerada militarmente) segura. Setores inteiros das defesas navais dos EUA, concebidos para combates navais em águas abertas e grandes distâncias entre os combatentes, são absolutamente imprestáveis, nas condições de combate no Golfo Persa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reduzir a importância do Estreito de Hormuz, para enfraquecer o Irã?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mundo inteiro sabe da importância do Estreito de Hormuz. E Washington e seus aliados sabem perfeitamente que os iranianos podem fechar militarmente o estreito por período significativo de tempo. Essa é a razão pela qual os EUA estão trabalhando com países do Conselho de Cooperação do Golfo – Arábia Saudita, Qatar, Bahrain, Kuwait, Omã e Emirados Árabes Unidos – para alterar o trajeto de oleodutos que evitem o Estreito de Hormuz e levem o petróleo do CCG diretamente ao Oceano Índico, Mar Vermelho e Mar Mediterrâneo. Washington também tem pressionado o Iraque para que busque vias alternativas em conversações com a Turquia, a Jordânia e a Arábia Saudita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse projeto estratégico interessa muito também a Israel e à Turquia. Ancara tem mantido discussões com o Qatar sobre a instalação de um oleoduto que chegaria à Turquia através do Iraque. O governo turco tentou que o Iraque se interessasse por ligar os campos de petróleo do sul e do norte a rotas de trânsito que atravessariam a Turquia. É o projeto dos turcos, que se veem no futuro como corredor e importante elo de trânsito e ligação de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o petróleo puder ser ‘desviado’, de modo a não ter de passar pelo Golfo Persa, ter-se-á removido importante elemento de vantagem estratégica a favor do Irã e contra Washington e seus aliados (removendo-se, ao mesmo tempo, parte considerável da importância do Estreito de Hormuz. Esse ‘desvio’ do petróleo pode bem ser considerado exigência importante, em qualquer preparação dos EUA para guerra contra o Irã. Sem isso, pode-se dizer que os EUA não farão guerra ao Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto inscrevem-se os oleodutos Abu Dhabi Crude Oil Pipeline ou Hashan-Fujairah Oil Pipeline, projeto patrocinado pelos Emirados Árabes Unidos e que dispensaria rota marítima pelo Golfo Persa e o Estreito de Hormuz. O projeto foi concluído em 2006, o contrato assinado em 2007 e a construção começou em 2008. [8] Esse oleoduto liga diretamente Abdu Dhabi ao porto de Fujairah no litoral do Golfo de Omã, no Mar da Arábia. Em outras palavras, levará o petróleo exportado pelos Emirados Árabes Unidos diretamente ao Oceano Índico. Foi apresentado oficialmente como meio para garantir segurança energética, evitando Hormuz (e tentando evitar também o exército iraniano). Além do oleoduto, o projeto prevê também a construção de um reservatório para armazenamento de petróleo em Fujairah – que está previsto para manter o fluxo de petróleo para o mercado internacional, no caso de o Golfo Persa ser fechado (mapa em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;aid=28516). [9]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do oleoduto Petroline (oleoduto saudita, leste-oeste), a Arábia Saudita também procura rotas alternativas, examinando portos vizinhos na costa sul, na Península Arábica, em Omã e no Iêmen. O porto de Mukalla, no Iêmen, no litoral do Golfo de Aden tem atraído especial atenção de Riad. Em 2007, fontes israelenses informaram com algum alarde que começava a ser projetado um oleoduto que ligaria os campos de petróleo sauditas aos portos de Fujairah nos Emirados Árabes, Muscat em Omã e Mukalla no Iêmen. A reabertura do Oleoduto Iraque-Arábia Saudita [orig. Iraq-Saudi Arabia Pipeline (IPSA)] – o qual, por ironia, foi construído por Saddam Hussein, que tentava escapar também do Estreito de Hormuz e do Irã – também foi discutida entre sauditas e governo do Iraque em Bagdá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Síria e Líbano fossem convertidos em estados-clientes de Washington, seria possível ressuscitar o falecido oleoduto Trans-Arabian (Tapline), além de outras rotas que vão da Península Arábica à costa do Mediterrâneo pelo Levante. Cronologicamente, esse projeto explica os esforços de Washington para derrubar os governos de Síria e Líbano, tentando isolar o Irã, antes de os EUA atacarem diretamente Teerã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios navais da Marinha do Irã, Operação Velayat-90, que se realizaram em área bem próxima da entrada do Mar Vermelho no Golfo de Aden, fora de águas territoriais do Iêmen, também se estenderam pela parte do Golfo de Omã frente ao litoral de Omã e litoral leste dos Emirados Árabes Unidos. Dentre outras coisas, a operação Velayat-90 deve ser interpretada como sinal de que Teerã está preparada para operar também fora do Golfo Persa; e que pode bombardear ou bloquear também os oleodutos que tentam ‘desviar’ do Estreito de Hormuz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também nesse caso, a geografia joga a favor do Irã. As rotas ditas ‘alternativas’, porque evitam o Estreito de Hormuz, nem por isso alteram o fato de que a maioria dos campos de petróleo dos países que integram o Conselho de Cooperação do Golfo localizam-se no Golfo Persa ou em áreas próximas do litoral – o que implica que são alcançáveis pelos mísseis de longa distância dos iranianos. Como no caso do oleoduto Hashan-Fujairah, os iranianos podem facilmente interromper o fluxo de petróleo, pode-se dizer, na origem. Teerã sem dúvida deslocaria forças de terra, mar e ar, além dos mísseis, e forças anfíbias para todas essas áreas. De fato, o Irã nem precisa fechar o Estreito de Hormuz; os iranianos, de fato, têm ameaçado bloquear o fluxo de petróleo (o que não precisa ser feito, necessariamente, com bloqueio do Estreito de Hormuz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos EUA só restou Guerra Fria, na disputa contra o Irã&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Washington está em ofensiva contra o Irã, usando todos os meios ao seu alcance. As tensões em torno do Estreito de Hormuz e do Golfo Persa são apenas um dos fronts de uma muito perigosa guerra fria regional, de muitos fronts no Oriente Médio expandido, entre Teerã e Washington. Desde 2001, o Pentágono está em processo de reestruturação para “guerras não convencionais”, pensando em inimigos como o Irã [10]. Mas a geografia sempre operou contra o Pentágono e os EUA – e é o que explica que ainda não tenham encontrado solução para o dilema naval, no Golfo Persa. Sem poder recorrer à guerra convencional, os EUA tiveram de recorrer, no caso do Irã, à guerra de espionagem, guerra econômica e guerra diplomática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Por Mahdi Darius Nazemroaya, Global Research (com mapas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;aid=28516&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas&lt;br /&gt;[1] 4/1/2012, Xinhuanet, “Foreign Warships Will Need Iran’s Permission to Pass through Strait of Hormuz”, http://news.xinhuanet.com/english/world/2012-01/04/c_131342691.htm.&lt;br /&gt;[2] 4/1/2012, Fars News Agency, “Iran Warns US against Sending Back Aircraft Carrier to Persian Gulf,” January 4, 2011, http://english.farsnews.com/newstext.php?nn=9007270262.&lt;br /&gt;[3] 4/1/2012, Reuters, Parisa Hafezi, “Iran threatens U.S Navy as sanctions hit economy,” http://www.reuters.com/article/2012/01/03/us-iran-usa-idUSTRE80208P20120103.&lt;br /&gt;[4] Fariborz Haghshenass, “Iran’s Asymmetric Naval Warfare,” Policy Focus, no.87 (Washington, D.C.: Washington Institute for Near Eastern Policy, September 2010) [Livro para download em http://www.washingtoninstitute.org/templateC04.php?CID=298].&lt;br /&gt;[5] 6/9/2002, Julian Borger, “Wake-up call,” The Guardian http://www.guardian.co.uk/world/2002/sep/06/usa.iraq .&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;[8] 12/6/2011, Himendra Mohan Kumar, “Fujairah poised to be become oil export hub,” Gulf News http://gulfnews.com/business/oil-gas/fujairah-poised-to-become-oil-export-hub-1.820231.&lt;br /&gt;[9] Ibid.&lt;br /&gt;[10] John Arquilla, “The New Rules of War,” Foreign Policy, 178 (March-April, 2010): pp. 60-67, http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/02/22/the_new_rules_of_war."&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Achei muito profissional a análise. Está aí para todos os leitores do Blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-761082817497083379?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Esses padrões geram, por exemplo, uma propensão a nos EUA e do Brasil as pessoas normalmente quererem ser empreendedores, enquanto os padrões portugueses criam a propensão para que a população admire a vida financiada por rendas (um especialista português em entrevista falou que é um problema de consciência social consolidade desde a expansão marítima). Mas paradigmas sócio-culturais-coimportamentais americanos também levam a este ser o único país no mundo em que crianças matam amigos de escola de forma quase corriqueira e no Brasil uma pessoa assaltada em sinal de trânsito é comumente "culpada" pelos amigos por ter sido displicente e ter deixado a janela do carro aberta, por exemplo (hipótese que entendo até menos graves do que outras que serão tratadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há estudos,de que eu tenha conhecimento, sobre o comportamento da população como reflexo do seu arcabouço cultural, mas muitas vezes é possível ver um padrão e um link entre cultura, padrões sócio-culturais e conduta comportamental individual. Esse é o objetivo do artigo: explicitar (ou tentar explicitar) essas relações.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Muitos padrões entre países distintos são semelhantes por haver uma identidade histórica e cultural e hoje em dia a globalização, os filmes, a televisão e a internet aproximam muito as culturas e mais padrões comportamentais se aproximam justamente por estreitamento e facilitação de identidade de valores morais, religiosos, culturais e sociais, além de troca de experiências através dessa intensa comunicação entre povos. Isso entretanto não impede a manutenção de parâmetros próprios de identidade desses países. Veja um exemplo: os países ocidentais têm uma aproximação de identidade de valores e comportamental mais semelhante entre si do que se compararmos essas condutas individuais e esses valores com os de povos asiáticos. E dentre os povos ocidentais, latino-americanos terão mais em comum entre si do que se compararmos a conduta dos indivíduos desses povos com os povos ocidentais de origem anglo-saxã, como americanos e ingleses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo que haja uma aproximação cultural e social, em que o comércio tem importância ímpar, o fato é que cada povo tem sua história e esta cria paradigmas sociais que refletem valores culturais únicos desse povo e muitas vezes alguns desses paradigmas podem levar a uma propensão comportamental do indivíduo de efeitos negativos para a sociedade; negativos considerando-se as limitações que impõem à própria população para resolver problemas em sociedade que se apresentam justamente por conta da adoção involuntária e inconsciente do tal paradigma sócio-cultural-comportamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, assim como o indíviuduo faz coisas em sua vida particular que o prejudicam, simplesmente porque não perceber as causas e consequências de algumas opções que acaba por fazer de forma inconsciente, como uma expressão de sua natureza, o cidadão também age em sociedade de forma inconsciente e sem ter a noção de que poderia agir diferentemente se entendesse porque faz essa escolha comportamental inconsciente. Assim como se pode tratar o indivíduo de preconceitos comportamentais em análises e terapias, este artigo se propõe a explicitar dois parâmetros essenciais brasileiros e norte-americanos que prejudicam o avanço de nossas sociedades e a melhoria de vida de nossas populações e, desta forma, propiciar a auto-crítica a essas populações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente a questão é complexa e não pretendo esgotar (como se fosse possível) a questão, ainda mais em um artigo do Blog, mas creio que posso apresentar esses dois paradigmas básicos do Brasil e dos EUA com total convicção e com base em muita observação, análises de estruturas de roteiro de filmes e leitura. Explicarei os paradigmas e explicarei como eles influenciam o comportamento de brasileiros e americanos, mais pelo aspecto negativo, o que é o objetivo do artigo, justamente para se compreender esses comportamentos, suas causas e tentar, através da obtenção da consciência da existência destes comportamentos, mudá-los, para que nos permitamos, e às nossas crianças, ser mais felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os dois paradigmas sócio-culturais-comportamentais dos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante dizer que esses são dois paradigmas que pude constatar com segurança e explicitá-los-ei a vocês. É importante que seja entendido que todo paradigma comportamental, como reflexo cultural, está atuando no subconsciente do cidadão e o impele a agir, mas isto é certo para a maioria das pessoas, sendo certo que muitas têm consciência de que certos comportamentos típicos e até comuns em sua sociedade têm causa errada e até lutam contra isso, seja pessoalmente seja socialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Parâmetro Winner/Loser americano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um dos maiores males que assolam os norte-americanos como pessoas. A causa da adoção deste paradigma demandaria uma análise antropológica profunda, além de ser necessária análise histórica e sociológica sobre a formação da sociedade americana. Só isso dá um livro ou uma série. Freud, em se livro "O Mal-estar na Civilização", no capítulo V, &lt;em&gt;in fine&lt;/em&gt;, diz que a sociedade americana sofre de particular mal, mas que é um capítulo próprio e merece atenção especial (citação livre - a referência escrita aos americanos, quando Freud tece suas considerações, é lacônica e breve, mas dá a noção que eu exponho aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim o maior mal americano deriva da adoção da crença de que alguns nasceram para ser vencedores ("winners") e outros nasceram para ser perdedores ("losers"). Este termo é maciçamente repetido em vários filmes americanos. Veja dois filmes importantíssimos sobre o tema: "Jerry Maguire" e "Tiros in Columbine", este último de Michael Moore. (Veja o poder dos filmes de Hollywood na pedagogia sobre o modelo de herói e influência comportamental em http://www.curriculosemfronteiras.org/vol10iss1articles/fabris.pdf)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro, Tom Cruise vive a personagem de Jerry, agente esportivo que depois de obter sucesso em sua carreira sendo um amoral profissional que visa exclusivamente o lucro da empresa em que trabalha, vivendo, portanto, o parâmetro absoluto do "winner" que tudo tem e tudo pode, tem uma crise de consciência e passa a pensar na saúde de seus clientes desportistas e sugere oficialmente que sua empresa tenha menos clientes para cuidar melhor deles e de suas famílias. Nesse momento é demitido e passa a conviver com as frustrações dessa escolha moral repentina e da qual se arrepende, incorporando todos os problemas daquele que será tido por todos como o clássico "loser". Mas o filme ao fim dá vitória empresarial (e moral) a Jerry, que consegue, mesmo contra as expectativas do mercado e de todos que o conhecem, ter sucesso e dar a volta por cima, obtendo sucesso em uma empreitada (abaixo do sucesso material anterior, bom que se diga) que, além de tudo, se pauta pelos parâmetros de uma moral e ética abandonadas pelo mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse filme é excelente e mostra que milhares de americanos sabem que o que se prega no "mercado" e o que leva a um sucesso material nem sempre está acompanhado do respeito ao que é certo, moral e ético. É evidentemente uma crítica. Por que todos devem ser amorais? Por que o enfoque total no resultado, à custa da vida de pessoas, ou de sua saúde ou de suas famílias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a resposta é a causa do filme: critica-se o paradigma winner/loser que está entranhado na sociedade americana. Não é preciso ser amoral para ser feliz e muitas vezes abandonar a busca do parâmetro "winner" americano é mais ético e traz mais felicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crença efetiva neste paradigma sócio-cultural do "winner/loser" faz mães americanas esforçarem-se para que suas filhas sejam, até desde crianças, campeãs seja no que for, e temos milhares de menininhas que vão participar de concurso de misses mirins, sendo submetidas ao stress totalmente incompatível com uma vida infantil que deveriam ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma crença faz com que crianças tímidas americanas sejam consideradas "losers" e sejam escurraçadas nos colégios e escolas por todo o País, sem ajuda dos próprios pais, os quais, muitas vezes, acreditam na segmentação da sociedade neste parâmetro psicológico e virtual de winner/loser, nada podendo fazer por seus filhos, já que provavelmente passaram pelo mesmo e "assim é a vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta condenação prévia do sucesso e do insucesso de crianças é tema absoluto do filme "Tiros in columbine" de Michael Moore. Ele pergunta em seu filme porque crianças de onze anos matam 15 amigos do colégio "Columbine" e a resposta que encontra é que a sociedade americana pauta as pessoas no que têm e em pré-conceitos de quem é "winner" e de quem é "loser". Se você é considerado no colégio "loser", você nunca será "winner" e todas as crianças se afastam de você. Você não namorará. Você não é considerado por ninguém e quem se aproximar de você será "loser" igualmente. Todos querem ser "winners" e estes são os meninos ativos, extrovertidos, de grupos de jaqueta comum, mas que poucos vestem, pois só o grupo de winners veste essa roupa e somente os integrantes deste grupo podem aquiescer com a sua entrada no grupo ou não. &lt;br /&gt;Assim, a criança "loser" vive uma tortura ao ir à escola, não cria laços de amizade com os amigos e a existência de todos é um tormento em sua vida do qual não vê escapatória nem tem esperança de sair, por toda a sua vida (essa é sua impressão). Alguns se rebelam e matam a causa desse mal que, em suas confusas cabecinhas, são os coleguinhas que os desprezam. Outros não fazem isso e tornam-se adultos frustrados. Não há estatísticas, mas poucos devem conseguir sair desta prisão psicológica e ter sucesso. É desmotivante ser tratado e reconhecido como loser por toda uma sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esta perspectiva é fortalecida em sociedade na faculdade. Em toda a faculdade há irmandades, as frátrias. Bill Clinton  e George Bush são de frátrias de suas faculdades. Como na Holanda e na Inglaterra, as frátrias são mini-sociedades em que você pode ou não ser aceito. Se você for aceito em uma frátria importante, do Bill Clinton, por exemplo, você terá acesso a Bill Clinton. É como a maçonaria, organização que muito influenciou a formação dos EUA. Portanto, somente por ser de uma frátria você já é percebido como "winner" ou "loser" e será tratado assim por todos. Isso é muito diferente com o que ocorre no Brasil, por exemplo, se você quiser ingressar ou ingressar em qualquer agremiação ou associação civil, como até mesmo a própria maçonaria, o Rotary Clube, clubes sociais etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém de uma frátria rica ou famosa mais dificilmente se relacionará com outra pessoa de uma frátria menos rica e menos distinta, pois isso não fortalece relações sociais e seria percebido como uma talvez fraqueza ou uma diminuição das possibilidades de realização do futuro "winner" daquele que é da frátria "grife". Na Holanda é diferente porque o limite para entrar é somente a jóia que se paga e você paga de acordo com sua capacidade econômica, o que já te classifica sócio-economicamente naquela sociedade universitária e assim para a sociedade holandesa, mas é melhor do que nos EUA em que é mais difícil entrar nas frátrias "boas" já que é totalmente subjetiva a escolha dos integrantes e a indicação familiar ou de amigos é essencial. Para contornar a evidente discriminação entre colegas, hoje em dia faculdades renomadas determinam que cada frátria deva satisfazer uma cota mínima de hispânicos ou negros e asiáticos para permanecerem regulares no campus universitário (Exemplo explícito desta prática é visto no filme "Facebook", e que Eduardo, o brasileiro protagonista e originário sócio de Mark Zuckerberg, informa que entrou para uma boa frátira para satisfazer a exigência de cota de latino-americanos na mesma, em que o prório Zuckerberg não teve acesso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas organizações de clubes não teria problema algum se não se revertesse em uma prévia condenação social do "loser", daquele que ficou de fora. No Brasil isso não existe dessa forma. Se você frequentou boa faculdade, não importa de onde veio, você é igual a qualquer um que está na faculdade, independente de cor, altura, peso, e dinheiro. Não há uma marca facilmente identificável. Nos EUA há: você é winner ou loser, dependendo da frátria em que está e isso mexe imediatamtne com os relacionamentos que você terá em sala de aula, imediatamente. Na UFRJ, na Faculdade de Direito o máximo que existiu na minha época, e que nem de longe chega nisso que acontece nos EUA, é a existência de Núcleos de Estudos para os quais há vagas limitadas e você deve entrar por concurso entre alunos. Isso não dá nem para início de comparação pois o foco é exclusivo na atividade de estudo, apesar de serem grupos seletos. Não existe nada comparável no Brasil a esta segregação e segmentação social como existe nos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo clubes sociais distintos são comparativos, pois clubes são áreas comuns de recreação e o acesso especial a alguém é menor exclusivamente por frequência de tal clube. Se você é de uma frátria norte-americana você é um indivíduo com acessos especiais a membros do grupo, você é realmente VIP, isso altera sua vida. E é usado para fazer diferenciação social mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Observe o dano da adoção do sistema "winner/loser" nos EUA. Como ele prejudica os americanos? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este sistema sócio-cultural prima pelo resultado e não questiona nem debate o processo de crescimento pessoal, seja educacional, seja pessoal, seja social. O culto às aparências é importantíssimo nesta principiologia e à medida em que você demonstra possuir certas qualidades, a aparência de sucesso lhe garante o &lt;em&gt;status societatis&lt;/em&gt; de "winner". Neste sistema fama, dinheiro, bens materiais (roupas caras, mesmo que seja uma camiseta, carros grandes e caros, casas amplas e o último Iphone, Ipad ou qualquer coisa que consiga demonstrar que você não está para trás), aparência (botox, cirurgias plásticas em exagero), tudo que possa ser visto como alcance de uma etapa ou mais uma etapa de sucesso é importante e o mantém na ordem-do-dia como um "winner". Frequentar ambientes de frequência limitada (humilhar-se na fila de prazo indeterminado para isso, inclusive, com pessoas sendo escolhidas antes de você, mesmo que tenham chegado depois)... tudo enfim para criar a imagem de distinção é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o "loser" é o coitado que não consegue se adequar a este sistema de exigência de demonstração de capacidade financeira ou de inserção social. O Facebook foi idealizado, e isto é dito no filme, como sendo a idéia de Zuckerberg, como um meio de você mesmo criar o seu grupo exclusivo. Um brasileiro quando vê filmes americanos acha que alcança todas as nuances do que o filme passa, mas não entende, porque para isso teria de viver sob a adaga da pecha social "winner/loser" americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta perspectiva casa perfeitamente com os parâmetros de uma sociedade consumista, o que é bom para empresas e para os negócios. Também casa bem com uma sociedade criada a partir da imigração de pequenos burgueses que perderam seu espaço de trabalho e comércio para as indústrias, desde 1750, na Inglaterra da revolução industrial. &lt;em&gt;Produção e consumo.. e uma crença social que enalteça e propicie a continuação de produção e consumo.&lt;/em&gt; Existir coisas boas e caras não é ruim. Desejá-las e trabalhar para obtê-las também não. Coisas especiais e/ou exóticas são caras mesmo. Frequentar bons lugares também é ótimo e a procura por eles aumenta os seus preços. Isto não é problema. O problema é que nos EUA, em especial, há uma ansiedade social por demonstrar isto e afastar-se da pecha de "loser". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema "winner/loser" praticamente se contrapõe à idéia de processo de crescimento pessoal e mesmo material. Se você é "winner", você não é "loser". Então a avidez por atingir esses parâmetros demonstradores da imagem de winner é quase uma compulsão que se reflete em compulsão por consumo, por coisas caras, por sempre mais. É importante ser especial e distinto dos demais e principalmente dos "losers".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora veja. Diminua isso para a realidade de uma família.  Um filho que está bem materialmente é um "winner". O que não está é um "loser". Além da privação material que ocorre em um momento na vida do filho, ele ainda carrega uma pecha social (e familiar) de "loser". Em uma empresa, o presidente é "winner", os diretores são "winners", mas enquanto os trabalhadores normais não se destacarem, são "losers". Hispânicos, em geral, são losers. Nerds e feios são losers. Os Nerds têm uma saída, o sistema Merlin que explicarei depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso estamos falando ainda na esfera privada e a imensa carga psicológica negativa que afasta americanos de americanos e que é grande sofrimento para os que não conseguem se encaixar no ideal "winner". No Brasil nós não vemos a sociedade e indivíduos assim. Qualquer um pode ter sucesso a qualquer momento e você não é vencedor ou perdedor de nascença. O crescimento é um processo pessoal e cada um determina o que quiser fazer, como, quando e onde quiser. Todos têm potencial inato. Uns menos outros mais. Mas você não ter alguns bens ou frequentar alguns ambientes não diminuem sua condição social e pessoal. Diminui seu círculo social e sua imediata qualidade de vida, segundo parâmetros sociais, mas não te diminuem como pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No aspecto mais amplo, e isso é mais grave, o "loser" não quer ser reconhecido e portanto, para fugir dessa pecha, além de você ter de se esforçar para apresentar troféus de status de "winner", você não pode reclamar. Quem reclama é porque não se adaptou ao sistema e portanto é "loser". Veja que dessa forma fecha-se o cerco: a sociedade tem um modelo de "winner", isto pressupõe o atingimento de metas visíveis de sucesso (troféus do winner) e o "winner" se adaptou bem ao sistema. Não se questiona esse parâmetro. O loser não quer ser reconhecido e portanto não pode reclamar. Quem reclamar do sistema é loser. Assim, o parâmetro se perpetua, com todo o potencial negativo de criar psicoses e paranóias em seus cidadãos, em virtude do fato de que a maioria não atingirá o parâmetro "winner". E enquanto isso não ocorrer você é um exemplo do loser. É duro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já ouvi em Nova York um americano, em uma van que conduzia estrangeiros para aeroportos, em um debate sobre os EUA entre mim, minha esposa, o americano e um casal francês e um casal alemão, o americano defendeu que nada se fizesse pelo sem- teto, sob o argumento de que cada um tem a liberdade de fazer o que quiser e que nem todo mundo vence neste mundo. Ele era contra ajuda aos sem-teto pois a pessoa deve se virar sozinha. Eu coloquei para ele que algumas pessoas estão naquela condição porque tiveram pais bêbados, falta de estrutura familiar e portanto não tiveram a mesma oportunidade escolar, familiar que uma pessoa normal e por isso deveria ser ajudada, já que é uma cidadã igual a ele. Os franceses e alemães concordaram comigo e o americano ficou pensativo. Em seguida, falei que por este mesmo motivo estava correto Obama querer reformar a saúde e garantir acesso gratuito a tratamento da saúde de miseráveis e pobres, porque alguns têm dificuldades pessoais para obter esse tratamento por si só, mas em uma guerra todos lutam pelo mesmo país, com o mesmo sangue a ser derramado no campo de batalha. E então ele comentou que "realmente algumas coisas estamos revendo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam, a adoção do sistema winner/loser aliena o americano do questionamento do processo de crescimento pessoal de cada indivíduo, condena imeditamente cidadãos à casta de "winner" e "loser" e leva a milhões de americanos a não enxergar as dificuldades pelas quais seus concidadãos passam, nem acham necessário medidas para ajudar essa população a crescer, pois quem for winner, se erguerá sozinho e quem for loser não tem solução mesmo. Assim, os EUA têm hospitais públicos que não são gratuitos e os pobres que não têm emprego não têm como pagar por qualquer tratamento de saúde. São 40 milhões de pessoas nessas condições. Mas eles não devem ser ajudados, segundo a maioria americana, Pois se forem winners se virarão sozinhos e se forem losers, não cabe à população levar nas costas os losers. Veja o filme "$O$ $AÚDE - $ICKO" de Michael Moore e estarreça-se com a realidade da saúde norte-americana. Veja o filme "À procura da felicidade", com Will Smith, no talvez maior clássico da demonstração do culto ao parâmetro Winner/Loser da produção cinematográfica americana. Ninguém precisa passar pelo que a personagem de Will Smith passa no filme; um europeu que veja o filme ficará chocado porque a assistência social européia nunca deixaria alguém ficar naquela situação de abandono. Mas Will termina virando, por esforço próprio e mais do que exclusivamente seu, sua condição de loser e se emprega bem, tornando-se, ou deixando fluir o que sempre foi, um "winner", chegando à felicidade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBAMA e, graças a deus, seus eleitores se esforçam para aprovar a modificação no sistema de saúde americano e dar o que milhões não conseguem obter sozinhos. Mas o importante aqui é como há argumento sócio-cultural para manter o abandono de milhões de americanos, ao invés de pensar-se em sistema de assistência social, educacional e de saúde que crie ambiente para que todo americano possa se desenvolver ao máximo, educacionalmente, pessoalmente e socialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem está bem é tentado a pensar que "eu estou assim porque fiz por onde e sou winner; cada um que faça o seu". Assim, quem está mal ou ainda não está tão bem tem privado de si meios sociais para ajudá-lo a crescer, tem dificultado meios de se desenvolver a seu mal e a mal da própria sociedade americana que podia ter mais pessoas felizes, saudáveis e menos pobres. Entender o sistema "winner/loser" é o primeiro passo, e definitivo, para uma alteração comportamental norte-americana que os prejudica a mais do que a qualquer outro país no mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão de reconhecimento de status social é nos EUA muito diferente do que se observa em qualquer outro país que também é influenciado pelo efeito Veblen (classe C quer adquirir bens da classe B que quer adquirir bens da classe A, que quer adquirir bens que ninguém possa adquirir). A maior diferença entre todos os países é a criação de uma casta fluída e mutante de dois tipos de cidadãos americanos "winner" e "loser", que é aplicada desde que nasce (branco ou negro/hispânico? família boa ou família ruim?), passando por quando entra em escola, acompanhando-o enquanto se forma na faculdade e ainda por toda a vida enquanto tenta se firmar profissionalmente e à medida em que obtém ou não troféus de winner, para fugir da pecha de loser. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é o sistema "Winner/Loser".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante salientar um outro efeito importante de fragmentação social que deriva da adoção do parâmetro "winner/loser". Como forma de adaptação social ao padrão "winner/loser", aqueles que não se encaixam nos parâmetros clássicos de "winner" (bem nascido, rico, bonito, alto, loiro de olhos azuis... coisas do gênero) criam seus próprios grupos dentro dos quais pode ser "winner" ou não assumir o padrão "loser". São as criações de grupos sociais fragmentados que existem como reações à esta aparência de fraqueza social. É uma reação social que alimenta uma divisão social. Assim, enquanto no Brasil todos são brasileiros, mesmo sendo descendente de negro, branco, índio ou asiático, nos EUA há bairros negros, bairros chineses e de hispânicos, há toda a forma de compor grupos que possam se proteger e possibilitar uma convivência social e pessoal mais gratificante, já que estas pessoas são excluídas da sociedade americana. Isto também prejudica a noção de cidadania que se transforma em uma identificação com uma imagem do País, já que o país é um grande "winner" global e todos são cidadãos. O filme "Gran Turino" de Clint Eastwood é ótimo para você ver como Clint tenta resgatar um excluído "loser" asiático e tenta inseri-lo na sociedade americana, fazendo-o mudar de atitude, até que ele "merece" receber um troféu de um verdadeiro "winner": seu carro Gran Turino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para estudar este parâmetro sócio-culutral-comportamental norte-americano veja o filme "Tiros in Columbine" (o mais didático e importante). Em seguida, assista "Jerry Maguire" (a transformação de winner em loser e depois a grande virada para apresentar um novo tipo de sucesso - o mentor de Jerry em um momento diz "Na minha vida eu perdi tanto quanto ganhei. Mas eu amo minha esposa, eu amo minha família e &lt;strong&gt;desejo a você o meu tipo de sucesso&lt;/strong&gt;") e "Gran Turino" (a inserção de um asiático na sociedade americana e a demonstração de que a transformação de loser em winner é possível a qualquer um).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema é sensível. Podem me acusar de criar modelos genéricos que não refletem a realidade. Mas o mesmo foi feito por uma especialista em comportamento, Lilian Glass em seu livro "Eu sei o que você está pensando". O objetivo dela é mais específico: interpretar o pensamento e desejo humano através da interpretação dos sinais corporais (rosto, postura de mãos, braços e pernas, posições de formas da sombracelha e direcionamento do rosto e da cabeça etc..). Ela elenca 14 modelos de "pessoas" ou "padrões comportamentais". Criar modelos é duro. Exige análise e estudo. Mas quem os faz deve submeter à sociedade e defender sua tese. Ela apresentou e aprovou a dela em doutorado. O meu está aqui para você pensar se merece crédito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Síndrome de Merlin&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui eu quem cunhou este termo, infelizmente. Li que um estudioso norte-americano questionando algo do comportamento do americano típico, não me lembro em que ocasião, explicou o que era a síndrome de merlin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de Merlin é o culto à imagem de que pessoas difíceis e enigmáticas podem ser especiais, extremamente inteligentes ou brilhantes. É um culto sobre a imagem do cientista maluco. Einstein. Sua foto mais conhecida é descabelado, de cabelos brancos, com a língua de fora. Mas ele é gênio. Ele pode. Esta postura não seria admissível como foto de Donald Trump ou mesmo do simpático Barack Obama, mas Einstein pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção do conceito da síndrome de Merlin é ruim e é uma evidência de mais um preconceito social. Sabemos hoje que muitos gênios são simplesmente normais. Gostam de beber, jogar futebol, ir à praia e de ter uma família. Mas não é esta a concepção por trás da adotada síndrome ou parâmetro de Merlin na sociedade americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da adoção deste princípio, uma pessoa pode fazer uma viagem e voltar outra completamente distinta. Distinta pelo conhecimento que adquiriu. Pode ser diferente dos padrões de "winner" clássico, sem ser loser. Esta figura tem aceitação e respeito na sociedade americana. É uma pecha social, mas de menor degradação. Se é para não ser winner, é melhor ser Nerd do que ser loser. Os nerds (ou geeks) são a personificação perfeita em sociedade da adoção do parâmetro sócio-cultural-comportamental Merlin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que isso é ruim? É um identificador social forte. Você sendo nerd, não deixará de ser tratado e identificado como tal. É visto como um tipo de ser humano americano. A maior prova do que digo é um reality show degradante em que se observa se Geeks e Patricinhas (meninas bonitas e descoladas equivalentes às winners femininas) podem conviver e até, quem sabe?, namorar. Não sei o nome do reality americano, mas vocês devem saber do que estou falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rapazes aceitavam a classificação de geeks. E aceitavam que elas eram algo superior e inalcansável. Elas exerciam uma magnânima e surpreendente experiência, concedendo a eles a oportunidade de se relacionarem. Isso é um absurdo, mas era tratado como uma experiência de convivência entre classes de indivíduos. Não como se fosse aqui, por exemplo, feios e bonitas. É diferente. Não existe isso no Brasil. Só você vendo o reality para entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles eram admirados por serem inteligentes, mas já estavam rotulados como um grupo especial: os geeks. Viveram sempre nesta condição e assim são reconhecidos em sociedade americana. É uma saída social para o aparente "loser" e uma justificativa lógico-social para o fato de alguns aparentemente losers poderem se equiparar e muitas vezes sobrepujar, materialmente e em troféus, "winners" clássicos. Bill Gate é um exemplo. Mark Zuckerberg do Facebook é outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de merlin também é uma fuga para o que não conseguiu ser "winner". Sumindo, viajando e reaparecendo com uma novidade comportamental você pode obter uma redenção social da pecha de loser. Bebendo e adotando comportamento excênctrico você pode adotar o perfil do cientista ou filósofo excêntrico e obter redenção social para sua situação aparente de loser. Sendo difícil de lidar, sendo impenetrável, sendo ríspido, você não se permite ser conhecido e na dúvida, você pode estar escondendo uma pessoa magnífica para a sociedade. É importante que esses excêntricos sejam vistos com atenção, pois podem ser gênios, indicaria a "síndrome de merlin" a um americano comum. Isto tudo ocorre inconscientemente, gente, mas é evidente e constatável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção deste ideário estimula a instrospecção. Afasta indivíduos. Isso é ruim pois estimula em sociedade esse preconceito e esta rotulação e isto não estimula inserção social, mas mero enjeitamento de losers através de adoção de comportamento evasivo. Mas um clássico "Merlin" é aquele que tem sucesso. Seu potencial fica escondido, mas ele tem ou terá sucesso. A personagem do Oficial do Exército cego e reformado vivido por Al Pacino é um bom exemplo. Ele apresenta-se difícil, indômito, grosso, intratável no início do filme, mas o rapaz (ou a jovem, não me lembro) que terá de ajudar a cuidar dele por convivência aprende sobre suas virtudes e aprende a admirá-lo. No início do filme você o imagina um loser. E no final ele aparece como um verdadeiro winner. É a exploração da "síndrome de merlin" que o redime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele chega nessa de condição de winner através do argumento do parâmetro de merlin. Esse artifício é extremamente comum nos filmes americanos. Isto existe no ideário americano. Todo tipo de rotulação comportamental que o cinema precisa realizar para facilitar o reconhecimento da trama, no caso dos parâmetros sócio-culturais-comportamentais que apresento vão muito além disso na sociedade americana. Rotulam-se as pessoas subconscientemente, de forma normalmente expressa e há consequências sociais e pessoais destas rotulações, transbordando para a própria sociedade como um todo. E isto é um problema que deve ser tratado. A continuação desses rótulos prejudica e muito a vida dos americanos oprimindo-os moralmente, dia-a-dia e espero que com esse artigo isto fique mais evidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo aqui minhas homenagens a todos os americanos que ajudam a tratar esse mal psico-social que assola esta sociedade: a existência de parâmetros sócio-culturais-comportamentais "winner", "loser" e "merlin". Michael Moore por excelência, com o filme "Tiros in Columbine", mas também os envolvidos nos filmes "Jerry Maguire", por tentar mostrar que há outro tipo de sucesso além do clássico winner americano e também Clint Eastwood com Gran Turino. Este último filme não adota o melhor meio de combater o sistema winner/loser, ele na verdade o reforça dizendo que todos os excluídos nos EUA podem ser assimilados pela sociedade americana, mas tem o mérito de tentar conciliar a sociedade americana sugerindo a inserção social, mesmo que sem questionar o parâmetro loser/winner.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agora os parâmetros prejudiciais brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Parâmetros Sócio-Culturais-Comportamentais do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well, well, well, .. digo, bem... o problema brasileiro é menos grave. Muito menos grave. Mas também temos parâmetros sócio-culturais-comportamentais que prejudicam nossa sociedade. Um que está praticamente obsoleto é a Síndrome do Vira-latas. Até o sucesso do plano real nossa autoestima estava baixa e culpávamos a ditadura pelos males do País, não vendo saída para as desgraças sociais que nos assolavam. Os ricos se identificavam mais com as elites européias e americanas e não se voltavam para as necessidades do Brasil e dos brasileiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos empresários, em geral, flertavam com a liberdade negocial americana e os resultados em qualidade de vida dos governos estrangeiros europeus e americanos. Tudo de fora devia ser copiado e empresários brasileiros não teriam capacidade para competir com estrangeiros. Só de ser estrangeiro o cidadão já gozava de um &lt;em&gt;status societatis&lt;/em&gt; superior no Brasil (europeus e americanos, claro), nossas meninas eram atraídas por estrangeiros, nossos rapazes pelas meninas estrangeiras e um vácuo de cidadania brasileira era sentida até pela falta de qualquer serviço público de qualidade, fora alguns centros de excelência (universidades públicas, BACEN, BB, BNDES, Embrapa...). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto tudo gerava uma desesperança e alimentava a síndrome do vira-latas no brasileiro. O brasileiro não se sentia um ser humano com pedigree, como poderiam se imaginar europeus e americanos. Mas isso mudou com o fim da inflação e o resgate do valor da moeda brasileira, seguida das políticas de transferência de rendas e diminuição da pobreza, de políticas industrais mesmo que fracas, no governo FHC e Lula, e no crescimento vertiginoso econômico, principalmente após o início do Governo Lula em 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era adolescente, havia sempre uma piada automática quando você era obrigado a se desviar de excrementos de cachorro na calçada... hoje ninguém fala mais isso. Fatos econômicos e políticos geraram o fim da Síndrome de Vira-Latas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora há outras síndromes que devem ser tratadas e falarei das mesmas a partir de agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Síndrome do Fidalgo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a mais grave síndrome que ainda assola nosso país. De forma diferente da época entre os anos 30 e 80, cujo modelo personificador deste comportamento posso apontar como sendo Jorginho Guinle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome do fidalgo deriva de nossas raízes lusitanas e do modelo econômico e político de ao menos o século XV. A expansão marítima criou um grupo de portugueses aguerrido, criativo, que abriram rotas comerciais para o Oriente, a partir da impossibilidade de poder continuar a negociar especiairias que vinham via Constantinopla, tomada pelos turcos em 1492 e hoje denominada Istambul, capital da Turquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao mesmo tempo criou uma grande classe de nobres e comerciantes que com o passar do tempo viviam exclusivamente dos tributos e dividendos que o comércio de especiarias, do oriente e depois do Brasil, juntamente com a exploração de metais preciosos e pau-brasil novamente do Brasil, proporcionavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste período em diante, em Portugal, viver de rendas era tido como algo nobre. As guerras e o espírito criativo e aguerrido dos portugueses, que retomaram suas terras dos árabes muçulmanos e reergueram aquele país, aos poucos cessaram e acomodaram o espírito do português que passava a viver dos benefícios conquistados por seus antepassados. Portugal, que mesmo do tamanho do Estado do Rio de Janeiro, criou um império gigante mundial, praticamente dividindo o mundo com a Espanha nos séculos XV e XVI, antes da sobrevinda e expansão do império inglês, agora descansava. Vivia da exploração vegetal e mineral e mero comércio básico desses produtos. Não havia incentivo à criação, à produção, à criatividade, mas o estímulo ao ócio, considerado nobre e digno de que fosse "filho-de-alguém", "filho-de-algo", "FIDALGO".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, senhores, este espírito em parte remanesceu por aqui. O apego à tradição é comum em qualquer sociedade. A criação de camadas sociais também, já que a organização política e econômica não pode seer protagonizada por todos em sociedade, nem que quisessem ou pudessem. E a despeito de nós termos sido agraciados com milhares e milhares de imigrantes criativos e trabalhadores (ler o livro "Brasil na América" de Manoel Bonfim), principalmente portugueses no início,naturalmente, e muitos sendo judeus ou cristão-novos, o espírito da languidez e da identificação com valores nobres portugueses remanesceram por aqui e o pior deles: a síndrome do fidalgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a evolução dos tempos altera perspectivas e formas de como se pronuncia em sociedade esta síndrome, mas o pior que posso perceber é que esta síndrome, apesar de não atacar nosso ímpeto em contruir e empresariar (Graças a Deus), leva, hoje, a uma rejeição à participação de movimentos reivindicatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só reivindica quem precisa. E como não se quer demonstrar que se precisa de algo, não se reivindica e assim temos a prostração social. Reclama-se, ams não se reinvindica. A classe média não pode, por exemplo, participar de greve, como ocorre na França e na Alemanha. Greve, segundo a ótica do "fidalgo", é coisa de operário, de plebe, de pobre, de pessoas que passam necessidade.. e o integrante da classe média, aspirante a algo em sociedade, não poderia compor ess "bandalha" (rsrs..), pois nada o atinge, ele não sofre como os grupos que reivindicam, ele está acima disso, ele é o FIDALGO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então veja, muitos movimentos de greve, como dos professores e dos médicos, não contam com ele. Os sindicatos não podem ser experimentados por seus pés, pois um verdadeiro fidalgo não frequenta "isso", mas os clubes e festas finas da sociedade. O fidalgo tem tempo para seu ócio e não laboraria em causas, principalmente reivindicatórias de mais salário ou qualidade de vida, pois como todo fidalgo, ele já tem isso. Mas se apieda dos que ainda não conseguiram e apóia, de longe, os movimentos,.. tadinhos. Mesmo os movimentos da mesma classe a que pertença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os sindicatos são mobilizados muitas vezes por pessoas com espírito aguerrido, mas normalmente de origem humilde, não representante da classe média clássica/tradicional brasileira, e portanto, também não poderá contar com a presença e participação do FIDALGO... afinal, como ele pode se misturar a esta plebe? Mesmo que sejam eles os que lutam pela melhoria real de salário e qualidade de vida do próprio "fidalgo", ele não engrossará as fileiras reivindicatórias de sua classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pergunto: não é psicótico? Tanto quanto o problema winner/loser americano, apesar de não causar mortes entre crianças, não é um absurdo? Essa síndrome é oposta a do winner/loser, pois eleva a alma do cidadão que se vê maior e o exterior não o atinge. No sistema winner/loser há uma repressão psicológica constante e isso deprime o indivíduo. Mas o efeito de nada fazer e nada reivindicar é semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que isso imobiliza a sociedade e esta síndrome deve acabar. Temos de participar de movimentos reivindicatórios, integrar sindicatos, associações profissionais e associações de uma maneira geral. Esta síndrome também prejudica a agregação social na forma de grupos, clubes e associações civis, das quais o sindicato é apenas um exemplo. Isto porque um verdadeiro "fidalgo" não depende de ninguém; e, sendo assim, por que se associar, sindicalizar-se? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, brasileiros, somos muito gregáveis, talvez os mais gregávies em todo o mundo. Adoramos amigos e a família, mas pecamos muito nas organizações sociais e de classes. E isso é reflexo da síndrome do fidalgo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta assim evidenciada a síndrome, seus reflexos negativos e nossa necessidade de combater esse paradigma sócio-cultural-comportamental brasileiro para o bem de nossa sociedade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, mais uma síndrome: o culto ao coitadinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O CULTO AO COITADINHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasil - Síndrome do Fidalgo, Culto ao Coitadinho e a Inversão da Posição de Vítima &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Em construção).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-2290902873701488174?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mJeUeYsPiEgFLRVhdu3XHslITVw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mJeUeYsPiEgFLRVhdu3XHslITVw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mJeUeYsPiEgFLRVhdu3XHslITVw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mJeUeYsPiEgFLRVhdu3XHslITVw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/y8jxegPxLnw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/2290902873701488174/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/paradigmas-socio-culturais.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/2290902873701488174?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/2290902873701488174?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/y8jxegPxLnw/paradigmas-socio-culturais.html" title="Paradigmas sócio-culturais-comportamentais de Brasil e EUA que atrasam estas nações" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/02/paradigmas-socio-culturais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MDR384fSp7ImA9WhRbEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-7892094738557547819</id><published>2012-01-30T19:09:00.004-02:00</published><updated>2012-02-02T17:04:36.135-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-02T17:04:36.135-02:00</app:edited><title>EUA: primeiro país estrangeiro a atingir 1.000 acessos ao Blog!</title><content type="html">Bem, bem, bem.. ou diria.. well, well, well..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos são o primeiro país estrangeiro a atingir a marca de 1.000 acessos ao Blog Perspectiva Crítica. A Alemanha, que manteve por muito tempo a dianteira, encontra-se com 980 acessos até hoje, seguido de Portugal (368), Rússia (213), Holanda (168), Canadá (99), Reino Unido (85), Coréia do Sul (54) e Letônia (44). Foram 1.000 acessos dos EUA em 22.700 acessos totais (19.100 do Brasil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudou bastante a configuração anterior. Interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer sorte, estou há muito tempo para escrever um artigo comparando paradigmas sócio-culturais brasileiros e americanos que atrasam ambas as nações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Priorizarei agora, em homenagem ao primeiro milhar de acesso deste País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado a todos os brasileiros (porque é óbvio que são brasileiros que acessam, ou descendentes de brasileiros) nos EUA!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é nosso e todos temos de nos informar para cuidar melhor dele. Estamos juntos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-7892094738557547819?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wzHj2i34KXTaK6RKjfqU6BWe784/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wzHj2i34KXTaK6RKjfqU6BWe784/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wzHj2i34KXTaK6RKjfqU6BWe784/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wzHj2i34KXTaK6RKjfqU6BWe784/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/nsawN8pcSdI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/7892094738557547819/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/eua-primeiro-pais-estrangeiro-atingir.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/7892094738557547819?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/7892094738557547819?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/nsawN8pcSdI/eua-primeiro-pais-estrangeiro-atingir.html" title="EUA: primeiro país estrangeiro a atingir 1.000 acessos ao Blog!" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/eua-primeiro-pais-estrangeiro-atingir.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcFRX0_eyp7ImA9WhRUGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-6222331439436265611</id><published>2012-01-30T15:51:00.005-02:00</published><updated>2012-01-30T18:40:14.343-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T18:40:14.343-02:00</app:edited><title>Fim dos sacos plásticos: prejuízo ao consumidor e aumento de lucros de supermercados sem benefício ao meio ambiente</title><content type="html">Pessoal, vou ser sincero. Eu tomo minhas medidas para evitar danos ao meio ambiente. Faço coleta seletiva de lixo, uso menos água em casa e não deixo lâmpadas ou eletro-eletrônicos ligados sem estarem em uso. Agora, cortar os sacos plásticos de supermercados é uma medida inócua para o meio ambiente e somente tem efeitos de aliviar um custo dos supermercados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ridículo ter de ver o "especialista" da Rede Globo informando como fazer "urigami" com jornal para substituir os sacos plásticos do supermercado que são usados para colher o lixo doméstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunto: o que fazer com o lixo úmido do banheiro e da cozinha? Usar papel de jornal impermeável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei sobre o assunto e cheguei a duas conclusões: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª - abolir os sacos de plásticos de supermercado é inócuo ecologicamente, eis que a solução para o lixo será comprar sacos plásticos azuis ou pretos para o lixo doméstico, principalmente por causa do lixo úmido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2ª - abolir os sacos plásticos de supermercado só é negócio para os supermercados que transferem o custo para o cliente, que deverá comprar ou as sacolas ecológicas (que devem ser limpas a cada vez que forem usadas) ou os saquinhos de plásticos ecológicos (também pagos) e/ou deverá comprar os sacos plásticos azuis ou pretos de lixo para manutenção do asseio higiênico kdoméstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duplo prejuízo para o consumidor. Nenhum grande (ou mesmo nenhum) benefício para o meio-ambiente. E duplo aumento de lucro para o supermercado: não gastam mais com sacolas plásticas e ainda cobram por ela, além de vender mais sacolas ecológicas e sacos plásticos de lixo. E a mídia compra a idéia e a sociedade entra de gaiata... É brincadeira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpem-me cortar a onda "ecológico a qualquer custo", mas a verdade é essa. É mais um caso da série "ditadura do politicamente correto". É incrível como se corre atrás de qualquer bandeira politicamente correta sem pensar. Ecologia sim! Buchice, nunca! Por favor!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-6222331439436265611?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j2_Zq7rbBX87lhbwlz09T928PoU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j2_Zq7rbBX87lhbwlz09T928PoU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j2_Zq7rbBX87lhbwlz09T928PoU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j2_Zq7rbBX87lhbwlz09T928PoU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/AdM9nJRWbRc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/6222331439436265611/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/fim-dos-sacos-plasticos-prejuizo-ao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/6222331439436265611?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/6222331439436265611?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/AdM9nJRWbRc/fim-dos-sacos-plasticos-prejuizo-ao.html" title="Fim dos sacos plásticos: prejuízo ao consumidor e aumento de lucros de supermercados sem benefício ao meio ambiente" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/fim-dos-sacos-plasticos-prejuizo-ao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQNRX4yeyp7ImA9WhRUGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-4554989836880444705</id><published>2012-01-30T13:46:00.004-02:00</published><updated>2012-01-30T18:46:34.093-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T18:46:34.093-02:00</app:edited><title>Boletim Focus 2012: primeira incongruência do ano</title><content type="html">Previsão do Boletim Focus (média da expectativa das 100 maiores instituições financeirtas privadas do Brasil), organizado pelo Banco Central, gera a primeira incongruência do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela nona semana consecutiva prevê baixa da inflação para 2012, em 5,29%, ante a previsão de 5,32% há quatro semanas, e prevê inflação de 5% para 2013, segundo a publicação no jornal do commercio acessível em http://www.jcom.com.br/noticia/138401/Projecao_de_analistas_para_inflacao_em_2012_cai_pela_nona_semana_seguida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, prevê o mesmo boletim juros de 9,5% ao ano em 2012, acompanhando a previsão oficial do Banco Central para o ano de 2012, mas prevendo juros de 10,38% para 2013, subindo a expectativa de juros que antes era de 10,25%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o juros deve conter a inflação, e esta é a principal função do juros básicos, como se justifica queda de inflação e aumento de juros (a não ser que imaginem que o BC terá de subir juros para baixar a inflação)? E se uma outra função importante de aumento de juros é atrair dólares para bancar a dívida pública, e nossa relação dívida/PIB é decrescente, além de nós ainda termos o maior juros reais do mundo, inclusive questionado como incompreensível por um grande economista mundial, qual seria o motivo para a previsão de aumento de juros em 2013?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a resposta é a mesma das previsões de inflação absurdas, e juros mais absurdos ainda, feitas pelas instituições financeiras no início do ano de 2011, em relação à inflação e juros do fim de 2011: interesse em influenciar a manutenção de juros altos para remunerar os bancos com dinheiro fácil, às custas da dívida pública brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já apresentamos a primeira incongruência do ano. Ficaremos de olho. Se prevessem aumento de inflação e aumento de juros eu entendo (existem até alguns argumentos.. mas eu não concordaria). Agora, prever baixa de inflação e aumento de juros para o Brasil, com os dados econômicos atuais e a situação mundial como se encontra, é ridículo.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É.. vinha bem a banca... eu estava até estranhando... mas agora volta ao normal com suas previsões com foco no interesse próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos acompanhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: menos sentido faz ainda a previsão de aumento de juros com as previsões de crescimento baixo da economia (mantuenção de previsão de crescimento de pib brasileiro em 3,27% para 2012 e queda de perspectiva de crescimento de 4,25% em 2013 para 4,15%), além de relação equilibrada de valor do dólar (previsão de 1,80 para final de 2012 e 1,75 para 2013) e previsão de manutenção de alto investimento direto estrangeiro (55 bilhões de dólares em 2012 e 55 bilhões de dólares em 2013) e superávit comercial em 15 bilhões de dólares em 2012 e 2013. Confira todas essas informações no site do jornal do commercio on line em http://www.jcom.com.br/noticia/138405/Mercado_mantem_em_327_estimativa_de_crescimento_da_economia_este_ano&lt;br /&gt;Sem surpresas e más notícias no cenário econômico, sem pressões inflacionárias (e pelo contrário, previsão de baixa de câmbio, o que é desinflacionário), como há previsão de aumento de juros de 9,5% em 2012 para 10,38% em 2013? Ridículo. Total início de movimento de manipulação de expectativas para obter aumento gratuito de juros, às custas da nossa economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: texto revisto e ampliado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-4554989836880444705?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nxVWkawDNrwNlDa_Jz7GsnDA6LQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nxVWkawDNrwNlDa_Jz7GsnDA6LQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/UBEWme2R4iI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/4554989836880444705/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/boletim-focus-2012-primeira.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/4554989836880444705?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/4554989836880444705?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/UBEWme2R4iI/boletim-focus-2012-primeira.html" title="Boletim Focus 2012: primeira incongruência do ano" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/boletim-focus-2012-primeira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQCQXY8fCp7ImA9WhVTE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-3236686295418798726</id><published>2012-01-27T14:28:00.020-02:00</published><updated>2012-02-27T17:26:00.874-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-27T17:26:00.874-03:00</app:edited><title>Relação Dívida/PIB Brasil x Mundo 2011/2012 - Comparação - capacidade e planejamento de Investimentos/Gastos Públicos</title><content type="html">Bem pessoal, agora, com números mais consolidados, apresentarei para vocês a versão de 2011/2012 da comparação de números econômicos em bloco do Brasil, EUA e países Europeus, para que fique mais fácil a avaliação da situação do Braisl em relação aos demais países e você tenha uma informação de maior qualidade para ponderar sobre o que fazermos com nossa economia, diante das necessidades brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com bons números você também pode concluir sozinho sobre se podemos investir em mais serviço público para o brasileiro, se podemos e/ou devemos diminuir tributos e o mais importante hoje, se devemos manter juros Selic mais altos ou mais baixos, se devemos desestimular a produção de empregos ou estimulá-la, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, apresento números econômicos para comparação e depois teço considerações importantes e atuais para os nossos problmeas presentes e em função de uma visão de um programa de melhora do país para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretendo fazer uma relação dessa todo o ano. A do ano anterior pode ser acessada em http://perspectivakritica.blogspot.com/2010/12/relacao-dividapib-brasil-x-mundo.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os valores são aproximados e válidos para o ano de 2011 e as fontes são jornais e sites especializados, especialmente o Globo. Alguns parâmetros estão faltando e sugiro e peço que quem puder complete, de preferência indicando fonte ou informando ser estimativa. Valor que eu não tiver certeza de ordem de grandeza virá com "?" ou acompanhado de "?". Tenho certeza da ordem de grandeza afirmada e por mais que não seja exato, dá total dimensão real da comparação da situação entre esses países e o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;País............ Relação Dívida/PIB.... Déficit/Superávit fiscal...Desemprego.. Juros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estados Unidos ...........&gt;100%................... 8,7% déficit .......9,9%....0,25%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inglaterra .................80,7% (ver p.s.)........?%déficit ............8,1%......0,5%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espanha ..................67,4%.................?% déficit ............22,6%......1%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irlanda ..................109,3%..................?% déficit .............14,2%.....1,%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Japão .....................&gt;200% .................? déficit ...............4,1%.......0,1%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil ....................36,5%..................3,3% superávit (ver p.s.).....6,0%......11%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;França .....................86,9% .................6% déficit...............9,9%.....1,%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itália .....................121% ..................4% déficit ...............8,3%....1,%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemanha ..................82,6%.................5% déficit.............5,9%.......1,%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grécia .....................165%...................9% déficit .........17,6%.......1,%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal ....................106%..................6% déficit ..........12,5%......1,%*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações sobre relação Dívida/PIB de 2011 e taxas de desemprego em 2011 (todos os países exceto Japão, EUA e Brasil) foram retirados de fonte do Jornal o Globo on Line acessível em http://oglobo.globo.com/infograficos/crise-europa/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações de Déficit em 2011 da Itália, Portugal, Grécia e França retirados de fonte do Jornal O Globo acessível em Fonte: http://g1.globo.com/platb/thaisheredia/2011/12/09/o-sorriso-de-merkel/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O déficit fiscal inglês chegou a 13% segundo uma publicação em blog sobre a crise da Grécia, datada de abril de 2011 acessível em http://www.passeiweb.com/saiba_mais/atualidades/1273841190&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O déficit fiscal americano de 2011 foi de 8,7% apurado no inal do ano fiscal americano em fins de setembro de 2011. O déficit previsto pelo Tesouro Americano em 2012 é de 6,1%, conforme publicação de 12/12/2011, obtida em http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/12/12/deficit-fiscal-americano-tem-queda-de-9-em-novembro.jhtm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano fiscal americano termina em setembro. Dezembro/2011 é o terceiro mês fiscal do período de 2011/2012. Adotamos a nomenclatura de ano fiscal americano 2011 para facilitar a comparação com os demais países, mas o correto seria falar de ano déficit de 8,7% do período fiscal americano de 2010/2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo anterior deste blog, acessível em http://www.perspectivakritica.blogspot.com/2011/11/comparacao-brasil-x-europa-divida-2010.html , você pode obter dados sobre juros praticados para títulos da dívida de europeus, brasileiros e americanos com prazo de dez anos. Mas a tabela de juros acima pretende informar o juro básico, equivalente ao nosso juro selic, praticado imediatamente no ano. O do Brasil fechou em 11% ao ano, em dez/2011, mas já houve queda em janeiro/2012 e está em 10,5% (19/01/2012). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os demais números foram pinçados em vários sites e publicações especializadas, sendo alguns citados de memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a coluna de juros está em revisão e pesquisa, tendo sido adotado para os países europeus a taxa do BCE, somente para efeito de comparação média e verificação de como nossos juros são astronômicos e incompatíveis com nossa relação dívida pib e nosso superávit fiscal. De memória, e saiu publicado recentemente no jornal O Globo, os juros anuais estão praticados na seguinte ordem de grandeza: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemanha - 1,8%       ..............        Itália - 5,5%      &lt;br /&gt;França - 3,5%         ..............        Espanha - 7%  &lt;br /&gt;Portugal - 10%        ...............        Grécia -  &gt;20%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a publicação em 9/12/2011, no sítio eletrônico http://www.financeone.com.br/noticias-economia/taxa-de-juros-da-divida-sobe-na-europa/ , os juros europeus por país são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alemanha 2,033%&lt;br /&gt;Itália – 6,56%&lt;br /&gt;França - 3,36%&lt;br /&gt;Inglaterra - 2,148%&lt;br /&gt;Portugal - 16,70%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela comparação entre o juros Inglês publicado pelo site "Financeone" e o sabido juro público inglês praticado de 0,5%, esse juros deve ser o obtido em mercado para títulos de dívida para curto prazo (seis meses a um ano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obtido, ainda, excelente quadro de dados sobre juros atuais, atualizados para janeiro de 2012, no endereço http://www.brasileconomico.com.br/paginas/taxas-de-juros_81.html&lt;br /&gt;Os juros praticados nos EUA, Japão e Inglaterra forma confirmados lá e há muuitos mais juros atuais de países publicados neste endereço eletrônico. Confira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interessante acessar o rankingo dos países por PIB projetado para 2050 em http://pt.wikipedia.org/wiki/BRIC . O Brasil é rankeado como o 4º país em PIB atrá apenas de China, EUA e Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante agora notar que depois de uma arrecadação de 655 bilhões de reais em fins de 2010, 2011 fechou o ano com arrecadação de 835 bilhões de reais e já li previsão mais recente indicando 930 bilhões de reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, pergunto, como podemos pagar juros tão superior aos de países mais endividados do que o nosso e com déficit fiscal muito pior do que o nosso? Nosso balanço fiscal, inclusive, é o melhor do mundo até onde sei. E o que fazer com crescimento de arrecadação anual? Não há dinheiro para investimentos em obras (metrô e aeroportos, portos e ferrovias) e nem em serviços públicos (saúde, educação, segurança e Justiça) e nem em pesquisa (bolsas de pós-graduação no Brasil e no exterior, mestrado e de doutorado)? Saiba que o Brasil paga 2 a 3 mil reais para bolsa de mestrado/doutorado e a Itália paga 11 a 16 mil euros e a Alemanha 15 a 20 mil euros? Não se pode contratar mais e melhorar a remuneração de professores públicos, médicos públicos, policiais e investir em isonomia salarial no serviço público?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornais, vejam, pararam de incentivar o aumento de juros selic.. finalmente. Os analistas, vendo discussões como esta, estão parando de fazer estimativas irresponsáveis de inflação, segundo observo atualmente... talvez seja o primeiro ano em que o primeiro Boletim Focus (previsão para o ano 2012 de dados econômicos do Brasil - inflação, crescimento econômico e juros) venha a apresentar compatibilidade com os fatos econômicos reais verificados ao fim do ano de 2012. Mas isto é porque há questionamento em diversos fóruns eletrônicos como este, tenha absoluta certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se somos a sexta econommia do mundo, porque não podemos ter o sexto melhor serviço público no mundo? E para chegar a isso, o que fazer? Dica: na Europa ainda há três vezes mais servidor público por habitante do que no Brasil, nos EUA há duas vezes mais servidor público/trabalhador americano do que no Brasil e tanto na Europa quanto nos EUA o servidor público é estável. Quanto a isso eui ainda digo que a estabilidade no Brasil é relativa: se os limites da lei de responsabilidade fiscal para pagamento de servidor forem ultrapasssados, o Estado, União ou Município pode demitir funcionário público até chegar no limite de pagamento e custeio com funcionário público definido na lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo e prova da estabilidade de servidores americanos cito o fato de que em uma das últimas entrevistas de OPRHA, em 20/01/2011, uma "gênia" estava sugerindo que para aumentar as notas dos alunos americanos em avaliações mundiais, a solução seria acabar com a estabilidade dos professores públicos que os tornava, segundo ela, ineficientes e desleixados com os resultados das crianças que perdiam para chineses e europeus. Naturalmente OPRHA aplaudiu, mas ninguém perguntou porque os EUA estava bem ranqueado durante o governo de Bill Clinton... e a estabilidade também existia e há décadas antes disso.. rsrsrs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto a perguntar: ciente dos dados econômicos brasileiros atuais  e o dos ooutros países ricos e ciente da diferença de nível de vida braasileira para a de europeus e americanos, qual o seu projeto de governo pessoal para o Brasil em 2012?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: A relação Dívida/Pib da Inglaterra está baixa a meu ver. Ano passado, 2010/2011, cheguei a me deparar com a relação dívida/pib inglesa de até 160%. Acho que retiraram os investimentos em bancos ou utilizaram algum artifício, pois a dívida inglesa estava percentualmente ao pib maior do que a americana. Por outro lado, importante salientar que a carga tributária americana é, segundo notícia no presente artigo do Blog Perspectiva Crítica, como de 28%, segundo fonte mencionada, enquanto a Rede Globo, segundo o que lembro, sempre aponta em torno de 21%. Mais um dado anglo-saxão interessante: os EUA tiveram inflação de 1,7% ano de 2011 (segundo informação recente do Jornal O Globo), mas esse valor não computa valores econômicos mais voláteis como commodities. Portanto, os dados ingleses e americanos são sempre tratados e deve-se estar atento a eles. A capacidade e empenho em realizar marketing político desses dois países é fantástica e eficiente. O índice do IPC (índice de inflação ao consumidor) americano fechou 2011 em 2,9% segundo o sério site de índices Global Rates. Veja: http://pt.global-rates.com/estatisticas-economicas/inflacao/indice-de-precos-ao-consumidor/ipc/estados-unidos.aspx&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.2: Vamos dar uma informação complementar importante? Índices de inflação ao consumidor em fins de 2011:&lt;br /&gt;Inflação dezembro de 2011 (parece que só o Brasil respeitou sua meta de inflação)&lt;br /&gt;Eurozona – 2,75%&lt;br /&gt;Brasil – 6,5%&lt;br /&gt;Espanha – 2,38%&lt;br /&gt;Estados Unidos – 2,96%&lt;br /&gt;Grã-Bretanha – 4,20%&lt;br /&gt;Portugal – 3,62%&lt;br /&gt;fonte: http://pt.global-rates.com/estatisticas-economicas/inflacao/indice-de-precos-ao-consumidor/ipc/estados-unidos.aspx&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 28/01/12 - Ontem, no Jornal da Globo, foi publicado que a taxa de crescimento americano em 2011 foi de 1,7%, que a arrecadação brasileira de 2011 foi de 969 bilhões de reais e de que o superávit brasileiro foi de 2,26%. Fique com essa informação mais recente, enquanto não checo as mesmas. A taxa divulgada de crescimento americano está coincidente com a que informei de inflação americana, que prevê desconto de elementos osciláveis econômicos como commodities. A arrecadação brasileira está ok, de 969 bilhões. E o superávit de 2,26% checarei, pois para mim foi maior, como afirmei no artigo do blog. Depois confirmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 31/01/2012 - Miriam Leitão, hoje, no Jornal O Globo, em sua coluna "Contágio Português", afirmou que a relação dívida/pib portuguesa está em 93% e que o déficit fiscal português está entre 8 e 9%. Seu blog passou várias informações sobre o tema deste artigo nos seguintes endereços:&lt;br /&gt;http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2012/01/31/europa-quer-conter-desemprego-mas-taxas-continuam-em-alta-429211.asp&lt;br /&gt;http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2012/01/31/a-bola-da-vez-agora-portugal-429172.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 2 de 31/01/2012 -  artigo de hoje no Jornal O Globo On line indica que o superávit do Brasl em 2011 foi de 2,61 a 2,7% do PIB. Acesse http://oglobo.globo.com/economia/governo-cumpre-meta-de-superavit-primario-no-setor-publico-3807282&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. de 27/02/2012 - Ontem 26/02/2012, domingo, o Jornal O Globo (papel) publicou artigo sobre a dívida privada européia. Dado relevantíssimo para demonstrar a capacidade de essas economias se recuperarem via consumo. Enquanto no Brasil a média de endividamento das famílias está em 33% do PIB brasileiro (com juros altos, bom que se diga), EUA, Japão e Europa estão com não menos deo que 120% e com média européia de 200% o valor do PIB de cada País!!! Bem, isso mostra mais um dado positivo da situação econômica brasileira, possibilidade de crescer a mais de 4% ao ano e demonstra que, a não ser que se decrete calote nesses países, o crescimento econômico de Japão, EUA e Europa e a diminuição da relação Dívida/PIB evolui´ra lentamente por ao menos 10 a 15 anos, tranquilamente, para voltar a uma situação normal. Neste quesito o Brasil também está muito bem obrigado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-3236686295418798726?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_7trGf7k0_kDAWI9tYuag_jxOss/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_7trGf7k0_kDAWI9tYuag_jxOss/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Este grupo foi criado no segundo semestre do ano de 2011 no Conselho Municipal para Defesa e Proteção da Criança, com o objetivo de formular a política social de proteção da criança e adolescente no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Conselho Municipal é um órgão interessantíssimo e totalmente desconhecido pela maioria da população do nosso Município. Os cargos de Conselheiros (são 20) são de acesso público, assim como os cargos de Conselheiros Tutelares, e o nosso Conselho Municipal já formulou política municipal para cuidar de crianças de rua; ao que parece a primeira política formulada no Brasil em tais moldes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas regras tem força cogente e pode ser cobrada do Município do Rio de Janeiro. É importante, portanto, que todos tenham a noção de que muitas coisas, ao invés de ficarem sendo alteradas de governo a govenro, e segundo interesses privados e de políticos mal intencionados, podem ser objeto de deliberação social, através dos grupos de trabalhos do Conselho Municipal e virar verdadeira política de Estado a partir do Conselho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A condução atual do nosso Grupo de Trabalho está sendo ótima, no sentido de incluir o máximo de pessoas possível no debate, para garantir o máximo de legitimidade e o máximo de eficácia para as regras que serão criadas. Exporemos em site da OAB as questões pendentes em sete áreas importantes para a defesa da Criança e Adolescente com deficiência (saúde, educação, acessibilidade, lazer e esporte, assistÊncia social, segurança e trabalho) e todos ficarão cientes das questões em debate e poderão sugerir soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo essa informação para que vocês fiquem cientes e qualquer novidade eu aviso para facilitar a participação de todos neste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo as minhas sugestões para solução dos problemas de educação, já que sou integrante do sub-grupo de educação e devo, junto com os demais colegas do sub-grupo, identificar problemas (o que é possível por experiência desde julho de 2009 na questão através de atuação junto ao Movimento Social MIL - Movimento pela Inclusão Legal e Responsável) e sugerir soluções para serem debatidas com a sociedade e especialistas oportunamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto de minha autoria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Na Educação os problemas e soluções são:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Principiologia básica: Não se deve abdicar de nunhum modo de educação. O Município deve garantir um pool de opções para que a família e o corpo técnico educativo definam a melhor abordagem em cada caso para a educação das crianças e adolescentes com deficiência.  O foco da educação deve ser exclusivo no desenvolvimento psico-pedagócico e sócio-educacional da criança, sem perder de vista a inserção no meio social e familiar. As políticas e ações sugeridas partem do pressuposto que a boa educação é que garante a inserção mais efetiva da criança e adolescente com deficiência, assim como as atividades extra-classe de cunho esportivo, interativo e sócio-cultural.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Corpo Técnico Educativo - É importante a criação de um Corpo Técnico Educativo que deve ter o objetivo de avaliar os bebês e crianças com deficiência e indicar o melhor método de estímulo e educação para cada caso. Esse órgão público deve ser dotado de hierarquia, com direção, coordenação e grupos de avaliação. A meta do órgão é avaliar cada criança com deficiência e informar os pais e sugerir os melhores meios de estimular o desenvolvimento educacional e humano de cada bebê e criança com deficiência. A direção deve ser exercida por profissional na área de educação, obrigatoriamente com pós-graduação em educação especial, com mandatos de três anos. A coordenação e os grupos de avaliação devem ser integrados por cargos públicos acessíveis por concurso público por pessoas com formação na área de educação, pedagogia e psicologia. Os grupos de avaliação devem ser constituídos por três pessoas, obrigatoriamente um psicólogo, um pedagogo e um a pessoa com formação na área de educação e cada grupo deve ser definido e sua constituição publicada em diário oficial. Anualmente os grupos de avaliação deverão apresentar relatório da evolução de cada criança com deficiência e as ações sugeridas para sua evolução educacional, com justificativa técnica. As coordenações e a Direção deverão apresentar relatórios anuais sobre o atingimento de metas pelos grupos de avaliações, indicando deficiências estruturais e necessidades para os anos seguintes, independentemente de existir verba para implementar o que seria ideal para a educação de todos os bebês e crianças com deficiência no Município.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 - Acesso à Educação especial desde 0 anos a 4 anos - Solução:   Os pólos-bebês devem coexistir com as creches.  o pólo-bebê promove melhor processo educativo e integrativo familiar, possibilitando mais estímulo do bebê e processo integrativo com a família já que muitas vezes atua com a presença dos pais. A creche é mais útil para pais que não conseguem ter tempo para estar junto do filho no processo educativo e de estímulo precoce, além de acostumar a criança em ambiente com presença múltiplas de crianças com e sem deficiência. Os pais e o Corpo Técnico Educativo devem definir para cada caso qual é o melhor e o possível para o bebê. Devem existir as salas especiais de estímulo precoce e educação especial (pólo-bebê) e deve haver vaga em creche pública para o bebê com deficiência. Mesmo na creche, deverá haver adoção de procedimentos de estímulo precoce e incentivo à participação familiar no processo de estímulo precoce da criança com deficiência. A vaga pública em creche para criança com deficiência é prioritária em relação às demais crianças sem deficiência. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2 - Educação Especial de 04 a 17 anos - As vagas em ensino público são prioritários às crianças com deficiência. Deverá ser mapeado o endereço de todas as crianças com deficiência para oferecimento de vagas em classes especiais e classes regulares em todo o Município nas escolas públicas próximas às residências das crianças com deficiência. A educação e desenvolvimento psico-pedagócioco e sócio-educacional de cada criança é o foco exclusivo da educação da criança e do adolescente com deficiência. Portanto, a estrutura básica de educação especial pressupõe a coexistência de institutos de educação especial, classes especiais, salas de recursos e vagas em turmas regulares para todas as  crianças que puderem acompanhar as aulas em turmas regulares. A educação especial tem por fim a inserção social da criança com deficiência, sendo a inclusão em turma regular um dos meios possíveis para se alcançar isto e não o único ou o principal. De toda a forma, deve ser respeitada a idade intelectual/cognitiva da criança com deficiência para fins de inserção em qualquer turma escolar, seja de educação especial ou regular.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.1 - Classes Especiais: As classes especiais devem ter no mínimo três e no máximo dez crianças por turno escolar, com no mínimo um professor concursado com especialização em educação especial ou experiência de no mínimo cinco anos em educação com crianças especiais. Ajudantes contratados ou/e estagiários devem ser acompanhados e orientados pelo professor responsável pela classe especial. Após três anos de exercício na classe especial, esse professor adquire inamovibilidade, somente podendo ser removido a pedido próprio ou por decisão em procedimento administrativo disciplinar. As classes especiais devem ter como meta estimular e educar a criança com deficiência que ainda não possa integrar classe regular de ensino para que o possa o quanto antes. Como este processo depende da capacidade individual de cada criança com deficiência, haverá a indicação pelo professor da classe especial de crianças que possam ser avaliadas para a continuidade de educação em calsses regulares. Estas crianças serão obrigatoriamente avaliadas pelo Grupo de Avaliação do Corpo Técnico Educativo, o qual indicará a série ou ano adequado para a adequada continuidade da educação da criança com deficiência, com prévia ciência e concordância dos pais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.2 - Turmas Regulares: Toda a inclusão em turma regular de uma criança com deficiência será precedida de avaliação psico-pedagógico e sócio-educacional de um grupo de avaliação responsável. A inclusão em turma regular será preferencialmente em turma de mesma faixa etária da criança com deficiência, entretanto obrigatoriamente deverá considerar o desenvolvimento intelectual da criança com deficiência, devendo sempre ser a mesma integrada em turma regular em que possa acompanhar o conteúdo didático e educacional ministrado. A evolução da criança com deficiência em turma regular deverá ser reportada ao grupo de avaliação mensalmente pelo professor da turma e com base nesses dados o grupo de avaliação trimestralmente avaliará se é melhor manter a criança com deficiência em turma regular de ensino ou se é melhor transferi-la para a classe especial. Toda a decisão de alteração de ambiente educacional tem como exclusiva finalidade o desenvolvimento psico-pedagógico e sócio-educacional da criança com deficiência, não constituindo mérito ou demérito a inserção em classe especial ou em turma regular, mas mera adoção de meio educacional mais adequado para o momento educacional de cada criança. Não deve haver metas para manutenção de matrículas em classes especiais ou em turmas regulares, mas somente metas para oferta de vagas em classes especiais e turmas regulares suficientes para a demanda e para o momento de desenvolvimento psico-pedagógico e sócio-educacioanl de cada criança com deficiência. Não poderá haver mais de duas crianças ou adolescentes com deficiência matriculados em cada turma regular. Nessas turmas haverá professor-assistente com experiência ou formação educacional em educação especial para auxiliar e acompanhar a evolução das crianças com deficiência na turma regular. Os professores da turma regular deverão ter acesso a cursos de no mínimo 120 horas sobre educação especial, não devendo em hipótese alguma prejudicar o andamento e a conclusão da grade escolar anual da turma regular. Deverá o professor público desenvolver técnicas para facilitar a evolução e acompanhamento educacional da criança com deficiência no ceio da turma regular incentivando a participação da criança com deficiência e a inclusão no grupo de crianças da turma regular.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.3 - Instituições de Educação Especial: As instituições de educação especial, públicas ou privadas, são complementares e essenciais para a oferta de vagas na educação especial no Município. Sua atuação é livre e o direcionamento para determinado grupo de pessoas com deficiência ou a mais de um grupo de crianças e adolescentes com deficiência é questão de organizacional pedagógica da instituição de educação. O grupo de avaliação deve fazer acompanhamento semestral dessas crianças e adolescentes e, principalmente para aqueles que não tenham qualquer deficiência cognitiva, deve ser informado o nível em que ele se encontraria se estivesse em turma regular de ensino, sendo dada opção a seus todos os pais e às crianças a partir de 07 anos e que ele pode continuar sua educação em instituição especial de ensino ou em turma regular de ensino.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.4 - Salas de Recurso: Salas de recurso são opcionais, devendo haver, na medida do possível, em todas as unidades escolares públicas em que haja crianças com deficiência.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3. Acessibilidade - todas as unidades escolares deve ser adaptada para ser acessível a todas as crianças com qualquer tipo de deficiência, seja auditiva, seja de visão, seja física ou mental. O Município tem o dever de implementar as alterações físicas nas estruturas das unidades educacionais para garantir o acesso amplo de todas as crianças e adolescentes com deficiência aos espaços da unidade escolar. O diretor de cada Unidade Escolar deve indicar em relatório anual as necessidades de atualização da estrutura física da sua unidade escolar, independente da existência e disponibilidade de verbas a tanto. O relatório deve ser direcionado anualmente para a Prefeitura, para a Secretaria de Educação e para o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4 . Atividades de inserção social: Todas as unidades escolares são responsáveis por organizarem agenda escolar anual com visitas a museus, praças, jardins públicos para as crianças e adolescentes com deficiência como meio de trabalhar a idéia de inserção social e cívica desta criança e/ou adolescente. Os horários escolares devem ser organizados para que os intervalos recreativos, a entrada e a saída dos alunos das unidades escolares sejam únicos, possibilitando a convivência coletiva entre crianças com e sem deficiência em ambiente escolar. Devem ser realizados eventos esportivos exclusivos de crianças com deficiência a que todos possam assistir e incentivar. E deve haver atividades recreativas que estimulem o convívio entre as crianças com e sem deficiência, como teatrinhos e brincadeiras interativas. Estas atividades incentivarão a inserção social sem criar risco para o desenvolvimento educacional das crianças com deficiência que têm na classe especial a melhor opção de educação para o seu momento e amadurecimento intelectual e psicológico. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5. Política Municipal: Educação é política de Estado. Educação Especial é política de Estado. A política de Educação Especial deve ser perene, deve ter rede de unidades públicas integradas por cargos públicos, acessíveis por concurso público. Deve haver meta de desenvolvimento humano de toda a criança com deficiência e não meta de existência de determinada opção educativa. O desenvolvimento psico-pedagógico e sócio-educacional da criança com deficiência é a meta maior de toda a política de educação especial no Município do Rio de Janeiro." &lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-1543035268312953489?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gmMe9hN2TN7GG-CAC_9LI-Cldes/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gmMe9hN2TN7GG-CAC_9LI-Cldes/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/J2ZqtLfH7c4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/1543035268312953489/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/minha-proposta-para-politica-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/1543035268312953489?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/1543035268312953489?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/J2ZqtLfH7c4/minha-proposta-para-politica-de.html" title="Minha Proposta para Política de Educação Especial no Município do RJ" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/minha-proposta-para-politica-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIARXk9eCp7ImA9WhRVGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-2251859630423693647</id><published>2012-01-19T15:46:00.003-02:00</published><updated>2012-01-19T16:09:04.760-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T16:09:04.760-02:00</app:edited><title>Acompanhamento do preço de imóveis 2012 - ínício de correção - compra e venda e aluguel</title><content type="html">Pesoal, vejam este artigo da exame de setembro de 2011 no sentido de que os imóveis no Brasil atingiram o teto de valorização (exceto alguns locais ainda no Nordeste). Acessem http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/preco-dos-imoveis-vai-parar-de-subir-diz-maior-imobiliaria-do-mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto está de acordo com nossa análise de que valorização até olimpíadas é irreal e que processo de valorização da forma como ocorreu foi absurda. O entrevistado vê a recomposição de preços de imóveis que não se valorizaram nos últimos 30 anos, apontando para uma valorizção média de 1,2 vezes a inflação do período, mas esse prazo diluiu o movimento dos últimos três anos que foi totalmente incompatível com a renda do brasileiro. Assim, o entrevistado acredita na estabilidade de preços, enquanto eu vejo início de queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há menos de um mês, soube de imóvel de quatro quartos em torno do Condomínio Selva de Pedra, no Leblon, que avaliado em 1,1 a 1,2 milhão foi vendido a 900 mil. Aluguéis também têm baixado de R$3.850,00 na Lagoa (dois quartos com garagem de vista para a Lagoa) para R$3.350,00. E outros de R$3.500,00 para R$2.900,00. Estes são o que eu mesmo pesquisei para alugar. Soube de corretores que hoje avaliam em "X" mas já avisam que não será conseguido tal preço no mercado, mas que vende mais rápido se baixar o preço a "Y".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A que vocês chamam esse movimento? Já há início de movimento de correção de preços, senhores. A questão é saber a quanto corrige esse ano e a que velocidade. Acho que não será queda aguda, mas que durante esse ano já corrigirá mais de 10% e no próximo ano mais outro tanto. Minha previsão é de correção entre 30% a no máximo uns 40% até 2014. Isto será um ajuste razoável, pois no Rio o aumento foi de 350% a 400%, portanto reajuste de 30% a 40% gera valorização de 240% a 280% em cinco ou seis anos (de 2008 a 2014). Para imóveis está muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s.: Importante salientar que ano passado afirmamos que no final de 2011 começaria a correção e que esta se daria minimamente à razão de 10% anualmente até 2014, fechando 30% ao menos. Acho o número de 30% de correção totalmente factível. Há várias variáveis para se chegar a esse número e que influenciam o mercado, mas a configuração do mercado em geral me faz acreditar que essa correção seria razoável, principalmente considerando a continuidade de endividamento alto das famílias, a renda brasileira 4 vezes inferior à estrangeira, os imóveis tendo atingido valores superiores do que os imóveis estrangeiros de mercados com renda quatro vezes superiores à nossa, o fato de que quem comprou imóvel bem ou mal, caro ou muito caro, saiu do mercado e não fará isso de novo. Quem sobre para comprar imóveis? quem não tinha para pagar ou não quis pagar o preço. Mas os proprietários continuam tendo de vender (divisão de herança, compra de imóvel novo, resgate de dívidas). É isso que mobilizará o mercado a vender em um ambiente com menos pessoas interessadas na compra. O menor interesse ocorrerá também por conta dos investidores, pois como são profissionais, não ivestirão em imóveis caros e sem margem de lucro na revenda.. melhor comprar nos EUA, como o entrevistado sugere a brasileiros e como nós já dizíamos muito antes de tal entrevista. É a velha regra de Warren Buffet: "boa venda só se garante com boa compra". O mercado não está para compra. Então agora está para venda. E assim, mercado vendedor é mercado de pressão baixista. A confirmar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-2251859630423693647?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/przva03K41V1tY5WV8pI9TEiYfA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/przva03K41V1tY5WV8pI9TEiYfA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/przva03K41V1tY5WV8pI9TEiYfA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/przva03K41V1tY5WV8pI9TEiYfA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/MBFt8jcsQGw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/2251859630423693647/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/acompanhamento-do-preco-de-imoveis-2012.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/2251859630423693647?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/2251859630423693647?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/MBFt8jcsQGw/acompanhamento-do-preco-de-imoveis-2012.html" title="Acompanhamento do preço de imóveis 2012 - ínício de correção - compra e venda e aluguel" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/acompanhamento-do-preco-de-imoveis-2012.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUGQnk5eSp7ImA9WhRUEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-2036308244480592272</id><published>2012-01-16T21:14:00.010-02:00</published><updated>2012-01-19T18:50:23.721-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T18:50:23.721-02:00</app:edited><title>Revista da 1ª quinzena de janeiro de 2012: corrupção no governo, movimentações atípicas do Judiciário,Índices econômicos, Imóveis e Lei das Palmadas</title><content type="html">Pessoal, vários temas interessantes surgiram e o início de ano combina com uma revista ou revisão, pois, afinal, estávamos todos mais interessados nas festas de ano novo, não é mesmo? Mas o mundo não parou por causa disso. Resgato aqui a dívida do blog em relação à quinzena de janeiro e a outros temas que deveriam ser bordados e não puderam ainda o ser por falta de tempo meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corrupção no governo Federal/queda de ministros - Bem, eu discordo sobre a postura geral de que "a corrupção aumentou" ou de que "isso é o que devia se esperar do governo do PT de José Dirceu", etc.. Hoje, com três vezes mais policiais federais do que na época do governo anterior ao governo de Lula, há mais estrutura investigativa, inclusive com a CGU que não existia antes. Há mais liberdade da Polícia e a mídia não apóia o Governo Federal. Assim, temos mais publicação de fatos e mais investigação. Isso é bom. Também é bom que todos os Ministros que aparecem acusados pela mídia e não se sustentam são destituídos de seus postos. Portanto, a mídia está correta em divulgar, a polícia está correta em investigar e o Governo de Dilma está correto em inicialmente sustentar ministros acusados, submetê-los aos questionamentos do Congresso e se não responderem adequadamente, em seguida destituí-los. A corrupção deve ser a mesma, só que agora é publicado em jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimentações Atípicas do Judiciário - O valor alardeado de movimentações atípicas é muito alto, principalmente porque movimentado por 3.400 servidores e magistrados. Mas quase tudo ou no mínimo um terço 286 milhões de reais, parece) foi movimentado por um único magistrado ou servidor do Tribunal da Justiça Trabalhista de São Paulo. E, muito mais importante, existem 120 mil servidores do Judiciário do Judiciário Federal no País e muitos mais de todas as Justiças Estaduais e são pouco mais de 13 mil Juízes Federais e Estaduais em todo o País. Portanto, a questão de suspeita de corrupção na Justiça está mito longe de ser generalizada. Calma no enxovalhamento do único Poder da República que pode limitar o Executivo e garantir a indenização do cidadão pelos excessos do Estado e de empresas e cidadãos. Tudo deve ser investigado e esclarecido. Limpar o serviço público de pouquíssimos elementos perniciosos é interessante para o serviço público, é interessante para toda a maioria de honestos servidores e juízes e interessante para o País.(ler p.s. 19/01)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem sobre a adulteração de placa eletrônica de bombas de combustíveis pela Rede de Televisão Globo - Excelente a investigação em defesa do mercado de combustíveis e em defesa do consumidor. Os investimentos para a elaboração da matéria que foi ao ar nesta última semana sobre "Cléber" e a venda de placas eletrônicas que fraudam a venda de combustível ao consumidor foi fantástica e é excelente exemplo de que quando a mídia se dedica ao que deve, com honestidade, prodzindo provas concretas de atos supostamente ilícitos ao invés de defender teses interpretativas de fatos sociais, políticos ou econômicos, presta ótimo serviço à comunidade e cumpre sua função relevantíssima social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Índices econômicos brasileiros e mundiais - A arrecadação de impostos no Brasil em 2011 chegou a 875 bilhões de reais enquanto em 2010 foi de 635/655 bilhões. O nosso PIB cresceu 3% enquanto economias européias importantes tiveram queda de PIB. Criamos mais de 2.300.000 (dois milhões e trezentos mil) empregos em 2011 enquanto EUA e Europa perderam milhares e milhares (na verdade podem chegar a milhões) de empregos. A política de aumento de salário mínimo foi elogiada por entidades internacionais e indicada como um dos motivos de crescimento do mercado interno. A inflação no País ficou dentro da meta de 6,5%, no limite, mas dentro. Todas as previsões da área privada (Boletim Focus) para 2011 foram desacreditadas. Isso, senhores é para vermos que a verdade é diferente da previsão de mercado e do que a mídia prioriza para publicação.  A relação Dívida/pib brasileira é inferior a 36% enquanto as pricipais economias estão entre 85% e 120% (Japão está com 210% de relação dívida/pib). Agora que estamos bem, o que devemos com 875 bilhões de reias e queda de dívida? E mais, o que fazer com o crescimento da arrecadação ano a ano? Podemos ter mais médicos, professores, escolas, hospitais, fiscais, de preferência bem pagos e estimulados? Podemos ter mais investimento nas Defesa Nacional (o equilíbrio de fornecimento da água doce nos EUA, que seja suficiente para sua população, terminará em 2025), aumento de valores de bolsas cientificas e, enfim, mais eficiência e prestação de serviço público do Estado ao cidadão pagante de tributos ao Estado brasileiro?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Privataria Tucana" - Fui um dos felizardos que conseguiu comprar o livro de Amaury Jr, ex-jornalista do jornal Estado de Minas, envolvido (prestou depoimento na Polícia Federal sobre a questão) na quebra de sigilo fiscal da filha de Serra. Bem, parece que a pose de partido depositário final de toda a dignidade do meio político deve cair por terra a baixo. O PSDB já tinha tido problema com Eduardo Azeredo respoondendo no STF e recentemente teve um governador da Região Norte afastado do cargo pela Justiça. Também houve alguns problemas no Estado de São Paulo, mas finalmente (e infelizmente - a esperança de que algum partido é santo alivia a alma e dá esperanças, né?) podemos nos libertar da idéia de que algum grande partido não tenha telhado de vidro. Por enquanto ficam imunes somente o PSOL, o PV e o PPS. O livro vendeu toda a primeira edição em menos de 24 horas. 15.000 livros em 24 horas, sem ter distribuído ordinariamente, já que estava tendo represamento do mercado de livrarias e editoras. Mas parece que a demanda avassaladora libertará a edição e a venda a todos. Não sei se aparecerá na lista de mais vendidos dos Jornais e Revistas.... (rsrsrs). No aguardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia e imóveis - A China perdeu mais de 20 bilhões em reservas internacionais. A informação de mercado é que foi por conta de venda de posições de fundos de investimentos. Não consegui saber se meramente financeiro ou imobiliário. A Europa precisa de dinheiro. Seja como saiam os valores estrangeiros da China, se for aquele valor mais especulativo, fazendo movimento lá, pode repeti-lo por aqui, pois as estratégias são globais. Aqui tão movimento de saída seria compensado pelos nossos títulos atrativos, pelo nosso crescimento e pelas nossas instituições mais sólidas do que a da China. Mas pode ser indicativo de secagem de posições arriscadas no exterior para fundos e valores americanos e europeus e isso tenderia a corrigir valores nos mercados emergentes, inclusive no mercado de imóveis. Há outras boas notícias para quem quiser alugar e comprar imoveis no Brasil: a grande valorização gerou interesse em várias construtoras em construir no País e isso também pode gerar concorrência e aumento de oferta de imóveis que baixariam a pressão sobre preços de imóveis. O recente artigo sobre André Esteves na revista "Isto É Dinheiro" e seu investimento no Banco Panamericano, através da instituição financeira BTG, deixou evidente o interesse dos bancos privados em aumentar participação no mercado de financiamento imobiliário. Apesar de pressionar pela demanda de compradores, também facilita construção (oferta) e não muda o fato de que as famílis brasileiras estão muito endividadas e milhares já compraram imóveis e não comprarão outro nos próximos dez anos. Pode estar chegando a vez de quem aluga e de quem quer compar imóveis e não topou ser depauperado na bolha imobiliária criada entre 2008/2011. Os preços de imóveis e aluguéis já começam a ceder. Será que além de preços compatíveis com a renda do brasileiro poderemos esperar imóveis com paredes menos finas e espaços menos semelhantes aos imóveis japoneses? rsrsrsrs Note-se entretanto, que se a diminuição das reservas chinesas fosse por desfazimento de posição chinesa em títulos americanos, a análise seria totalmente diferente e isso seria muito grave. Mas não é essa a notícia que circula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lei da Palmada - Mais uma evidência da inutilidade e da palhaçada dos nossos políticos àvidos em aparecer com uma bandeira fácil eleitoreira. Senhores, o crime de maus tratos já é tipificado no Código Penal desde sempre e existem os Conselhos Tutelares. Qualquer um pode denunciar abuso contra crianças, mas lei impedindo pai de dar palmada é uma intromissão na particularidade da vida da família, pois existe criança impossível e dar limites (sem machucar e espancar ou fazer qualquer coisa que constitua maus tratos) é questão privada da família, obrigação dos pais e um direito da criança para aprender limites sociais. Até parece que toda criança é suscetível ao convencimento puramente argumentativo. E pergunto, se uma criança se tornar marginal ou viciada, aqueles que impediram as "palmadas", ajudarão a cuidar dessa criança para amenizar os sofrimentos dos pais que tiveram limitações legais para educá-la? Este é mais um capítulo ridículo da série Temas Fáceis Eleitoreiros da Ditadura do Politicamente Correto. Essa é minha opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 17/01/2012 - revisto e ampliado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;p.s. 19/01/2012 - Corrigindo a menção ao Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo para Tribunal de Justiça de São Paulo. E atualizando: as últimas informações mais precisas, a partir da dimensão da publicadidade que o caso "movimentações atípicas" obteve, restou corrigida pela mídia a informação: não foram mais de 3.000 servidores e magistrados, mas foram mais de 3.000 movimentações atípicas no valor total de R$850 milhões de reais, dos quais parece que toda a movimentação referente ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em  torno de R$256 milhões foi realizada por um único servidor e/ou magistrado que passou em concurso mas antes era doleiro (dono de casa de câmbio ou funcionário em casa de câmbio). Parece que os demais 2/3 de toda a movimentação atípica do Judiciário também foi realizada por um número menor de servidores e/ou magistrados do que o inicialmente comunicado, e ainda não se sabe quantas movimentações seriam ilegais. Pelo menos assim já se ameniza um enxovalhamento da imagem do Judiciário, mas o resgate da imagem nunca é proporcional ao dano já deflagrado pela pressa e irresponsabilidade informativa da mídia ávida por publicar tudo o que puder contra o Judiciário do País. Dessa vez o Judiciário, que costuma julgar a mídia pelos excessos de informação divulgada irresponsavelmente contra instituições honestas e pessoas de moral ilibada (lembre-se a Escola paulista e todos os professores que foram acusados irresponsavelmente de pedofilia!) agora sentiram na pele o mesmo tratamento. Experiência interessante. Aguardamos o deslinde da questão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-2036308244480592272?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wgQxdHMbhEBa2zUvB_C-GlUFAxg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wgQxdHMbhEBa2zUvB_C-GlUFAxg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wgQxdHMbhEBa2zUvB_C-GlUFAxg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wgQxdHMbhEBa2zUvB_C-GlUFAxg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/p4Zj1ijo16Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/2036308244480592272/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/revista-da-1-quinzena-de-janeiro-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/2036308244480592272?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/2036308244480592272?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/p4Zj1ijo16Q/revista-da-1-quinzena-de-janeiro-de.html" title="Revista da 1ª quinzena de janeiro de 2012: corrupção no governo, movimentações atípicas do Judiciário,Índices econômicos, Imóveis e Lei das Palmadas" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/revista-da-1-quinzena-de-janeiro-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QDQX0zfSp7ImA9WhRVE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3903312973087235104.post-724980202910678005</id><published>2012-01-12T15:53:00.002-02:00</published><updated>2012-01-12T16:02:50.385-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-12T16:02:50.385-02:00</app:edited><title>Lista dos artigos econômicos de 2011 do Blog: a coesão informativa de janeiro a dezembro</title><content type="html">Pessoal, esse conteúdo que forneço abaixo já estava disponível em artigo de dezembro de 2011 sob o título "Mercado prevê queda da inflação (...)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas até eu tive dificuldade em acessar o artigo que tinha lista de artigos econômiocos, pois o título não facilita encontrar a informação contida no artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, repriso a lista, acreditando que desta forma o acesso e a informação provando que este blog te passa informação melhor econômica durante todo o ano e de forma mais coesa do que a mídia convencional fica mais evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a mídia convencional fiocu exigindo aumento de taxa selic durante 2011 e quase execrou o Bacen quando começou a abaixar juros em agosto de 2011, para impedir grande queda de empregos e do pib, nós apoiamos medidas macroprudenciais e baixa de juros para diminuir quedade de pib e salvar empregos de brasileiros sem pressionar inflação. No fim o boletim focus pressionava por maior alta de juros no início de 2011 e durante o ano adaptou suas perspectivas para fechar com previsão de queda de inflação e queda de juros selic. Enganadores e manipuladores. Leia o artigo de dezembro que menciono acima e leia as informações abaixo. Constate que aqui você não teve surpresa informativa e ficou melhor informado do que quem acompanha a economia nacional e internacional somente por mídia convencional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Leia os artigos abaixo e veja que quem leu ficou bem informado o ano inteiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - fevereiro de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/02/sobre-inflacao-de-599-em-janeiro-de.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - em março de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/03/george-vidor-alerta-choque-de-juros.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - em março de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/03/novas-medidas-do-bc-apoiadas-pelo-blog.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - em abril de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/04/mercado-aterroriza-o-bacen-e-o-governo.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - em maio de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/05/confirmacao-da-queda-da-inflacao.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - em junho de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/06/mantega-1-mercado-1-bacen025.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - em junho de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/06/alguem-viu-o-sardenberg-ontem-no-jornal.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - em julho de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/07/critica-ao-artigo-apos-copom-mercado.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - em julho de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/07/analise-economica-interna-e-externa.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - em julho de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/07/finalmente-verdade-fiscal-brasileira.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11 - em agosto de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/08/atitudes-para-o-brasil-nessa-crise-de.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12 - em setembro de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/09/dois-temas-corte-na-selic-e-ataque-ao.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13 - em outubro de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/10/qual-e-o-proposito-da-publicacao.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 - em outubro de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/10/analise-economica-interna-e-externa.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 - em novembro de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/11/manipulacao-da-expectativa-de-inflacao.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16 - em novembro de 2011: http://perspectivakritica.blogspot.com/2011/11/mercado-preve-inflacao-abaixo-da-meta.html"&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repito o conteúdo daquele artigo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Não incentive a mediocridade informativa, não negue a si boa informação, fique conosco durante 2012 e não seja enganado por uma mídia que não tem interesse na sua melhor informação, que quer te induzir contra o seu próprio interesse e que precisa publicar diariamente para vender jornal e se manter, o que baixa necessariamente a qualidade do que produz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Schopenhauer já apontava este mesmo problema nos diaristas/jornalistas de sua época (Alemanha de 1850) - jornalista deriva de journaux (jornal em francês), que, por sua vez deriva, de jour (dia em francês). Como o jornalista devia produzir todo o dia, a queda da qualidade do que escrevia criava, para Schopenhauer, uma produção escrita patética em sociedade com fins mercadológicos e de sobrevivência muitíssimo maior do que com o fim informativo e criador de conhecimento de qualidade (ler textos escolhidos de Schopenhauer organizados no livro de bolso "A Arte de Escrever"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constate que durante todo o ano fomos coesos e os fatos no fim do ano confirmaram nossas análises. Confirme que os artigos econômicos do mercado foram indutivos no início do ano de 2011 e que após os fatos se concretizarem no sentido oposto ao que propagandearam, foram adaptando suas previsões e expectativas, para não terminarem o fim do ano desacreditados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos sinceramente que os jornais da grande mídia mudem suas fontes informativas. Jornalista não é especialista econômico, é um comunicador (a não ser alguns poucos como George Vidor). Mas têm o dever de dar ampla divulgação a correntes monetaristas e desenvolvimentistas, para bem informar a população. Esperamos que os jornais mais importantes do País estejam à altura de sua missão e importância para o crescimento mais democrático, verdadeiro e desenvolvimentista do País. Nós precisamos crescer. Nós precisamos distribuir renda. Isso não será possível com teses monetaristas e finacistas ou com a reduplicação acrítica de informações de mercado tendenciosas que somente tentam induzir a realidade econômica do País para conseguir extorquir mais juros básicos brasileiros às custas do endividamento público."&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3903312973087235104-724980202910678005?l=perspectivakritica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VSMELKZ5t0iU7_o2Y1GbmQnTQkc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VSMELKZ5t0iU7_o2Y1GbmQnTQkc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VSMELKZ5t0iU7_o2Y1GbmQnTQkc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VSMELKZ5t0iU7_o2Y1GbmQnTQkc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PerspectivaCrtica/~4/fBiU7RwjdZY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/feeds/724980202910678005/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/lista-dos-artigos-economicos-de-2011-do.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/724980202910678005?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3903312973087235104/posts/default/724980202910678005?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PerspectivaCrtica/~3/fBiU7RwjdZY/lista-dos-artigos-economicos-de-2011-do.html" title="Lista dos artigos econômicos de 2011 do Blog: a coesão informativa de janeiro a dezembro" /><author><name>Mário César</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07101037108817731819</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://2.bp.blogspot.com/_9i6FkyUgCNU/TJZ8jrm30hI/AAAAAAAAAA0/mxt5n2Tr5aY/S220/fotos+cel+14+ago+2010+042.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://perspectivakritica.blogspot.com/2012/01/lista-dos-artigos-economicos-de-2011-do.html</feedburner:origLink></entry></feed>

