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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 14:22:44 +0000</lastBuildDate><category>montagens</category><category>festas</category><category>msn</category><category>globo</category><category>calçadão</category><category>Religião</category><category>Escola</category><category>Criticas   ?</category><category>BBB9</category><category>contos</category><category>outros</category><category>Férias</category><category>música</category><category>trabalho</category><title>phisc</title><description>Oi :)</description><link>http://phisc.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (PaulinhO)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>116</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Phisc" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="phisc" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Oi :)</itunes:subtitle><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-7427358943954099180</guid><pubDate>Wed, 16 Mar 2011 13:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-16T11:02:17.122-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">outros</category><title>De Volta</title><description>oi galera, eu tinha abandonado o blog por motivos pessoais (preguiça) , mas agora eu to voltando com tudo (mentira) , mas é isso ae \o&lt;div&gt;eu sinto falta do blog as vezes , um lugar pra escrever o que penso , ou pra postar algumas das bobeiras que eu escrevo (sim , eu escrevo muito O_O ) ,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é sempre bom ter um lugar assim, mas é aquilo, eu sei que não deve ter mais ninguém que lê , divulgação dinovo , aooo preguiça, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas não quero que o blog seja popular, quero só que tenha um nível de "qualidade" nas pessoas que leem ... .-.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;só isso galera, obrigado por tudo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;abraço !&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-7427358943954099180?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2011/03/de-volta.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-1304936475686144218</guid><pubDate>Tue, 19 Oct 2010 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-19T20:51:29.539-02:00</atom:updated><title>...</title><description>Pai Ogum, que minhas palavras e pensamentos cheguem até vós, em forma de prece, e quesejamouvidas.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Que esta prece corra o mundo e o universo, e chegue até os necessitados em forma de conforto para as suas dores.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;Que corra os quatro cantos da Terra e chegue aos ouvidos dos meus inimigos, em forma de brado de advertência de um filho de OGUM, que sou e nada temo, pois sei que a covardia não muda o destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OGUM, padroeiro dos agricultores e lavradores, fazei com que minhas ações sejam sempre férteis como o trigo que cresce e alimenta a humanidade, nas suas ceias espirituais, para que todos saibam que sou teu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OGUM, Senhor das estradas, fazei de mim um verdadeiro andarilho, que eu seja sempre um fiel caminheiro seguidor do teu exército, e que nas minhas caminhadas só haja vitórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que, mesmo quando aparentemente derrotado, eu seja um vitorioso, pois nós, os vossos filhos conhecemos a luta, como esta que travo agora, embora sabendo que é só o começo, mas tendo o Senhor como meu pai, minha vitória será certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OGUM, meu grande pai e protetor, fazei com que o meu dia de amanhã seja tão bom como o de ontem e hoje, que minhas estradas sejam sempre abertas, que eu trabalhe para que no meu jardim só haja flores, que meus pensamentos sejam sempre bons e que aqueles que me procuram consigam sempre remédios para seus males.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OGUM, vencedor de demandas, que todos aqueles que cruzarem a minha estrada, cruzem com o propósito de engrandecer cada vez mais a Ordem dos Cavaleiros de OGUM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai, daí luz aos meus inimigos, pois eles me perseguem porque vivem nas  trevas, e na realidade só perseguem a luz que vós me destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhor, livrai-me das pragas, das doenças, das pestes, dos olhos-grandes, da inveja, das mentiras e da vaidade que só leva a destruição. E que todos aqueles que ouvirem esta prece, e também aqueles que a tiverem em seu poder, estejam livres das maldades do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que em meus caminhos, possa eu seu filho ser merecedor das vossas Bênçãos: a espada que me encoraja, o escudo que me defende e a bandeira que me protege.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Meu Pai OGUM, não me deixe cair, não me deixe tombar!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge&lt;br /&gt;Ogum, para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem,&lt;br /&gt;tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam&lt;br /&gt;e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.&lt;br /&gt; Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças&lt;br /&gt;se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se&lt;br /&gt;arrebentem sem o meu corpo amarrar.&lt;br /&gt; Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua&lt;br /&gt;santa e divina graça,&lt;br /&gt; Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino,&lt;br /&gt;protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e&lt;br /&gt; Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu&lt;br /&gt;defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.&lt;br /&gt; Glorioso São Jorge Ogum, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo&lt;br /&gt;e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com&lt;br /&gt;a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus&lt;br /&gt;inimigos fiquem humildes e submissos a vós.&lt;br /&gt; Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino&lt;br /&gt;Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;  São Jorge Ogum rogai por nós!...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;PATACURI OGUM!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OGUM YÊ, MEU PAI!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-1304936475686144218?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2010/10/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-959271841291155718</guid><pubDate>Sat, 30 Jan 2010 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-30T15:36:58.453-02:00</atom:updated><title>A justiça brasileira!</title><description>Um texto que a Barbara me enviou por msn, eu li ,achei interessante.. !
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5C0A00%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5C0A00%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5C0A00%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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 &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:8pt;color:gray;"   &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por: Bárbara M.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Hoje em dia é muito difícil ligar a televisão e não ver nada relacionado à corrupção, seqüestros, mortes ou roubos independente do horário. Isso se dá pelo fato de haver muita impunidade e injustiça na “justiça” brasileira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Essa dita “justiça” favorece aos melhores colocados na sociedade por mais errado que estejam, e desfavorece aos que não são tão bem colocados assim não os deixando nem sequer dizer se estão certos ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Os que estão melhores perante a sociedade, nos roubam e ainda se dizem “santos”, querendo se mostrar uma coisa que não são. E quando são descobertos, mesmo depois de desviar milhões, são apenas afastados do cargo exercido e voltam à função com menos de dois anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Já os destituídos de boa posição social, têm de ser uma pessoa extremamente correta, pois se mesmo estando de acordo com as regras que lhe são impostas, pode ser acusado de uma coisa que não fez. Se não estiver de acordo então, as coisas podem ficar mais complicadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;De modo que estamos em um país injusto, espero que um dia apareça alguém que de alguma forma faça a diferença nesse país e ao povo nele residente!'&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-style: italic;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.45pt;" align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;Texto redigido para uma entrevista de emprego!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-959271841291155718?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2010/01/justica-brasileira.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-618276255968264134</guid><pubDate>Thu, 28 Jan 2010 02:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-28T00:26:27.563-02:00</atom:updated><title>Lagrimas</title><description>&lt;img src="http://meuslivros.weblog.com.pt/arquivo/homem-10.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje chorei&lt;br /&gt;chorei lagrimas de sangue&lt;br /&gt;lagrimas que corroem o peito&lt;br /&gt;aquelas que a cada gota, você vai junto.&lt;br /&gt;não sei como pude deixar as coisas ficarem assim&lt;br /&gt;mas não me darei como vencido !&lt;br /&gt;garoto guerreiro&lt;br /&gt;passo por cima de meu inimigo, sem pena&lt;br /&gt;pois a pena é um sentimento de derrota&lt;br /&gt;lagrimas em minha face mostram&lt;br /&gt;o quanto tudo isso me deixou caido&lt;br /&gt;mas aprendi a nunca desestir, não importa o que aconteça&lt;br /&gt;o obstáculo que enfrentar sempre cairá diante de você, seja forte !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a pior coisa para um homem, é perder a honra!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-618276255968264134?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2010/01/lagrimas.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-1391765542910762594</guid><pubDate>Mon, 21 Dec 2009 19:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-21T17:34:06.771-02:00</atom:updated><title>me pergunte :}</title><description>http://www.formspring.me/phisc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sabe aquelas perguntas que você sempre quis me fazer que nunca teve a cara para perguntar?&lt;br /&gt;só me perguntar, eu responderei ^^&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-1391765542910762594?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/me-pergunte.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-2755961556528452724</guid><pubDate>Thu, 17 Dec 2009 06:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-17T04:35:31.785-02:00</atom:updated><title>Algo Selvagem (Conto)</title><description>CAPÍTULO I&lt;br /&gt;Só me disponho agora a relatar o que ocorreu na estrada do antigo presídio durante a madrugada de 25 de dezembro de 1975 por que sinto subitamente uma incontida necessidade de aliviar, um pouco que seja, minha mente desta dúvida cruel que me assola a mais de 30 anos.&lt;br /&gt;Serei breve, muito breve, pois tudo aquilo ainda me assusta deveras e neste momento estou sozinho, é tarde da noite, e a escuridão grassa nos cantos ocultos do lado de fora.&lt;br /&gt;Esta maldita noite eu passara em casa de meu tio materno, cuja filha, minha prima Paula, me era de muita estima e até ensaiávamos um romance meio incestuoso e certamente proibido pelos ditames de nossa família ultraconservadora.&lt;br /&gt;Por volta das 23h30m saí da residência iluminada pelas diversas e festivas luzes e vozes do Natal e me dirigi de bicicleta para a estrada de acesso a meu próprio endereço que se situava numa localidade rural afastada 20 quilômetros do centro da cidade.&lt;br /&gt;No caminho, além de velhas fazendas com construções estranhas mergulhadas nas altas horas escuras, ficavam o velho cemitério dos padres católicos e o antigo e abandonado presídio municipal.&lt;br /&gt;Observei, não sem grande estranheza, que justamente naquela data tão supostamente festiva todas as sedes de fazenda pelas quais passei se encontravam imersas nas mais pétreas trevas; e uma quietude angustiante passou a me oprimir a garganta. O único pensamento que me assaltou então era o de que ali estava a ocorrer algo muito errado.&lt;br /&gt;E meu imaginário realmente deve ter trabalhado com afinco naquela noite para produzir os horrores que se avizinhavam, sem que eu deles sequer suspeitasse, apesar da estranheza que o ambiente me transmitia.&lt;br /&gt;De repente, ao longe, avistei diversos clarões refletindo-se nas matas ao redor da estrada. Eram como muitas luzes coloridas oscilando na escuridão; luzes de carros de polícia.&lt;br /&gt;Imediatamente parei a bicicleta e fiquei a perscrutar o horizonte logo adiante com bastante atenção para tentar visualizar melhor o que quer que fosse em meio às densas trevas que me circundavam. Não me custou entender que realmente se tratavam de luzes de sirenes silenciosas em meio a reflexos brancos e amarelados que por certo seriam focos de inúmeras lanternas cruzando o ar nervosamente.&lt;br /&gt;Pensei então que se havia algo errado por ali melhor seria mesmo que a polícia estivesse presente. E foi este pensamento, em primeira instância reconfortante, que me fez dar movimento novamente a meu "veículo" e rumar em direção ao pior pesadelo de minha vida.&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;A lembrança que mais se insinua pelos meandros de minha velha razão vacilante é a da sensação de pânico que experimentei naquela terrível escuridão. O frio também ainda é bem nítido em minha memória; aquele maldito frio de dezembro em que uma garoa pegajosa desabava do céu furioso como uma saliva aziaga que se incrustava nas roupas, na pele, em tudo.&lt;br /&gt;Ah, como ainda me causam arrepios aqueles clarões na madrugada! E como me arrependo de não ter dado mais atenção aos sons que deles vinham reverberando pelas matas como sinais de perigo. E não digo sons de coisas maquinais, pois estas estavam silentes naquele momento; refiro-me, sim, aos lamentos humanos que brotavam e ecoavam do horizonte negro; e ainda a um terrível som de algo muito grave que retumbava como trovão pela noite. Mas a isso não dei importância, pois apenas o visual me hipnotizava.&lt;br /&gt;No entanto, ao me aproximar, depois que comecei a ver vultos de pessoas nervosas que corriam e se apertavam em torno de um círculo no meio da estrada deserta e escura, tudo o que vi ao longe perdeu toda a importância e os sons e as novas visões dali em diante é que dominaram e modificaram para sempre este velho relator.&lt;br /&gt;Estando eu mais próximo agora do grupo de pessoas, já podia ouvir melhor os sons desesperados e estupefatos que provinham de suas bocas entreabertas. Elas gritavam e se lamentavam no escuro para algo que parecia estar no chão, no meio do asfalto, ou em algum ponto da margem esquerda da estrada.&lt;br /&gt;Por entre pernas iluminadas pelos reflexos das luzes das sirenes de inúmeras viaturas estacionadas por todo o terreno, e pelas luzes de dezenas de lanternas faiscando e formando raios brancos em contraste com a poeira da noite, eu pude divisar um vulto escuro que se agachava e variava de posição conforme a multidão parecia se insinuar para ele. Algo que me pareceu estar tentando desesperadamente se esquivar da proximidade daquelas dúzias de homens e mulheres.&lt;br /&gt;A primeira impressão, de um acidente de automóvel, não mais podia resistir aos novos fatos que se descortinavam diante de meus olhos. Sem dúvida não havia carros avariados em parte alguma. Todos que ali existiam estavam de prontidão e, agora, eu podia avistar homens com armas em riste em direção ao chão; homens da polícia. Havia também vários civis com rifles, e até mesmo mulheres que por ali estavam apontando armas em direção a alguma coisa que se arrastava inquieta ao nível do solo.&lt;br /&gt;Ao meu lado um novo carro estacionou de repente quase atingindo a traseira de minha bicicleta e dele saltou uma mulher muito abalada e chorosa seguida de um homem alto e magro aparentando andar entre os 50 anos ou mais.&lt;br /&gt;"Espere Hannah!" Gritou o homem passando bem ao meu lado. Por um instante nossos olhos se encontraram e os dele me transmitiram um terror tão real e palpável que todos os pelos de meus braços se eriçaram imediatamente. "Não é ela! Não é ela!" Repetia o homem. A mulher, já bem a diante, não mais se conteve e desatou a gritar quando, avançando furiosa sobre a multidão, avistou seja lá o que fosse jogado ao chão da estrada.&lt;br /&gt;Aqui tenho que parar um pouco. Meus nervos não permitem mais que continue pois me veio, agora com cores ainda mais nítidas, uma lembrança que o trauma se havia encarregado de apagar parcialmente de minha memória. A lembrança da multidão armada dando passagem para a mulher de meia idade, como se num movimento em câmera lenta, e seus gritos desesperados na madrugada escura e fria:&lt;br /&gt;"Oh, meu Deus! Tirem esta coisa de cima de minha filha! Não a deixem cravar-lhe os dentes desse jeito! Por Deus, ajudem!"&lt;br /&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;Em 1995, ao visitar minha amada prima na cidadezinha onde ela viveu por toda sua vida, tive que cruzar pela primeira vez em vinte anos a região onde o horror da madrugada de Dezembro sucedeu. Parei no acostamento e fiquei a contemplar as duas árvores imensas que margeavam a estrada bem no ponto onde as cenas terríveis tiveram lugar. As tristes lembranças então tomaram conta mais uma vez de minha memória e não pude conter uma agitação incômoda no coração que se traduziu por uma centena de lágrimas em meus olhos.&lt;br /&gt;Ao longe pude ouvir o som de um trator de esteira que cultivava a terra de algum produtor rural e, desafiando o brilho escarlate do sol poente para olhar com mais atenção a diante, pude mesmo reconhecer as cores vermelhas e brancas de um veículo imenso que operava nas terras de uma fazenda.&lt;br /&gt;Ouvi passos furtivos atrás de mim e me virei com o coração quase explodindo. A tensão verdadeira me fez erguer os punhos não sei se numa tentativa de ataque ou de defesa. Mas o homem que estava parado às minhas costas era apenas Zacarias Lavern, outro que ali estivera na madrugada fatídica.&lt;br /&gt;"Eu sempre venho aqui... Durante o dia." Disse ele sem nem mesmo olhar em meus olhos, como se estivesse envergonhado por me encontrar; como se fosse, assim como eu, o guardião de um segredo abjeto. "Ajuda a suportar!" Disse por fim e se calou completamente.&lt;br /&gt;Ficamos calados a fitar o espaço entre as duas árvores do mesmo lado da estrada, num ponto em que o terreno após o acostamento já começava a se elevar em direção à cerca de proteção da fazenda dos Narva. Eu queria perguntar o que mais havia ocorrido naquela madrugada antes do amanhecer mas Lavern, parecendo perceber minha intenção, me deu as costas e saiu caminhando pela estrada em direção à cidade. Seriam 15 quilômetros até chegar ao centro, se este fosse seu destino, e seus passos eram lentos e encurvados como os de um velho triste a carregar uma cruz de peso quase insuportável.&lt;br /&gt;De algum lugar muito distante o som de uma briga de cães chegou a meus ouvidos. Eram gritos animalescos de dor e ódio que evocaram ainda mais angustias do passado. Juntos com o assobio triste do vento a se chocar contra os galhos balouçantes das árvores, aqueles brados agônicos foram se tornando cada vez mais assustadores para mim até que todo o meu corpo foi tomado por tremores incontidos. Sentei-me a beira da estrada e dei livre vazão à enxurrada de recordações que me assolavam.&lt;br /&gt;Em minhas memórias vi novamente o rosto contorcido de dor da mulher que saltara do carro e as armas das pessoas apontadas para uma coisa que se arrastava no solo. Um homem triste e amedrontado passara por mim deixando atrás de si arrepios que me eriçaram os pelos. Uma sensação de medo indizível estava se apossando de tudo e de todos; e o frio só intensificava o mal estar.&lt;br /&gt;À minha frente a multidão continuava a assistir aturdida a agonia da mulher que, agora contida pelos braços do homem que a acompanhava, somente podia limitar-se a gritar enlouquecida.&lt;br /&gt;Resolvi me aproximar mais. Não podia continuar sem procurar saber o que realmente estava acontecendo.&lt;br /&gt;Entre os rostos assustados e repugnados que vi nas sombras que se esgueiravam disputando espaço com os lampejos de luz artificial pude reconhecer alguns moradores da região; pessoas que habitavam aquelas fazendas desertas pelas quais eu passara poucos quilômetros antes. E percebi que alguns homens armados e de semblantes graves saíam das matas enlameados e agitados como se estivessem envolvidos numa caçada febril.&lt;br /&gt;Espero que entendam o que vou tentar narrar de agora em diante, e se não entenderem, não se preocupem! Ponham a culpa neste velho senil que escreve. Mas peço que não me considerem um mentiroso mesmo que pensem de mim as coisas mais extraordinárias. Não estou mentindo! Não estou delirando quando afirmo que, de repente, do meio do círculo formado pela multidão, veio o mesmo som de barítono que eu já ouvira antes. E desta vez pude entender do que se tratava. Não era, de forma nenhuma, um trovão! Era um grito! Um urro! Como o clamor de ódio de um leão feroz prestes a atacar.&lt;br /&gt;Olhei a diante novamente, por entre as pernas das pessoas a minha frente, e a sombra continuava arremessando-se de um lado para o outro. A poeira da estrada pairava no ar em contraste com as luzes formando barras translúcidas e um vapor branco de respiração forte subia do nível do solo pairando sobre as cabeças das pessoas estupefatas. Muitos recuavam ante algum cheiro terrível que parecia vir de lá.&lt;br /&gt;"Matem essa coisa! Em nome de Deus!" Ouvi a mulher histérica gritar bem ao meu lado ainda contida pelo homem aterrorizado e por algumas outras pessoas que a olhavam penalizadas.&lt;br /&gt;A sombra no meio do circulo de pessoas rosnou novamente; um apavorante urro de ódio que me gelou o sangue nas veias.&lt;br /&gt;Resolvi me aproximar ainda mais e então o circulo pareceu se abrir um pouco me permitindo ver além das pessoas.&lt;br /&gt;Havia muito sangue no asfalto; grandes poças que se avolumavam rapidamente. Uma coisa corpulenta corria sobre o líquido espesso, de um lado para o outro, espalhando pegadas rubras por toda parte, no interior do circulo, como uma fera acuada; um terrível tigre assassino enjaulado e colérico. Mas algo na própria essência do ar da noite parecia indicar que não era mesmo um animal comum que ali estava e não estava só! Havia algo que ele arrastava consigo de um lado para o outro como um cão que carrega uma presa abatida entre os dentes.&lt;br /&gt;Ao menor sinal de movimento das pessoas, o vulto avançava como para atacar. Duas mulheres armadas de potentes rifles saíram da minha frente; estavam chorando copiosamente. Aproveitando a deixa para me aproximar definitivamente do interior do circulo me espremi contra as costas de alguns velhos caçadores locais famosos que ali estavam de olhos arregalados e tremendo.&lt;br /&gt;Vi uma coisa que nunca mais quero ver e que mudou toda a minha vida. O barulho lamentoso da multidão era assustador e eu mesmo senti sair de meus pulmões um grito incontido de pavor e repulsa enquanto calafrios violentos percorreram todo o meu corpo fazendo minhas pernas arquearem involuntariamente.&lt;br /&gt;Havia uma criança jazendo no chão ensangüentado. Seu corpinho branco estava despido e seus cabelinhos loiros e encaracolados estavam encharcados de um sangue negro e espesso que brotava borbulhante de seu crânio esfacelado. Oh, meu senhor, nunca mais esquecerei a visão de seus olhos azuis arregalados mas sem vida; o olhar de terror e de súplica que, por certo, foi o último emitido antes do golpe que eliminou sua vida inocente. Não podia ter mais que dez anos aquela criança e uma de suas mãozinhas pálidas estava erguida como num último movimento para pedir ajuda; os dedinhos avermelhados, rígidos e espraiados, traziam minúsculas unhas quebradas.&lt;br /&gt;Ao seu lado, sentado como um alucinado cão de guarda, estava um homem nu, de aparência feroz; anormal. Quase não podia ser reconhecido por muitos dos presentes devido a quantidade repugnante de sangue em seu rosto e aos pedaços de carne e ossos enredados em seus cabelos compridos. Seus olhos rodavam nas órbitas e deixavam à mostra a parte branca do globo ocular. De repente voltavam ao normal e exibiam uma coloração amarelada como a dos olhos das feras. Suas mãos, postas no chão com vigor, arranhavam o asfalto e deixavam nele profundas marcas de garras que eram afiadas e compridas como se nunca na vida as tivesse aparado.&lt;br /&gt;Soltando vapores brancos no escuro aquela criatura rosnou novamente e seu hálito fétido invadiu o ar frio da madrugada fazendo novamente a multidão recuar. Ela estampava no semblante uma careta insana e zombeteira; uma espécie de sorriso maquiavélico de cuja boca uma substância avermelhada gotejava e escorria pelo queixo comprido; descia pelo peito arquejante e ia se espalhar no chão ao seu redor. Todo o seu corpo volumoso emanava um vigor sobrenatural como se a qualquer momento ele pudesse simplesmente saltar e estraçalhar todos ao seu redor.&lt;br /&gt;Em meu horror, onde um torpor dominava todo o meu ser envolvendo-me num estado onde o desmaio parecia ser a próxima etapa, ouvi novamente a mulher gritar atrás de mim.&lt;br /&gt;"Matem! Matem! Ele está devorando minha filha! A cabeça dela! A cabeça dela!"&lt;br /&gt;Alguém mais próximo de mim apoiou-se em meus ombros e gritou em direção ao centro do círculo:&lt;br /&gt;"Demônio! És um demônio!".&lt;br /&gt;A coisa agachada rosnou mostrando os dentes que brilharam sob a luz das lanternas e sirenes. Oh, meu Deus! Eles não eram os de um homem! Eram presas afiadas! Presas de animal! E, quando a boca escura se abriu para gritar, todo o maxilar pareceu se alongar dando ao rosto furioso um formato afunilado como o dos cães. Deus me perdoe, mas durante o movimento da cabeça acho que vi suas orelhas assomarem do meio dos cabelos desgrenhados e elas eram finas e compridas na parte de cima.&lt;br /&gt;À medida que o tempo passava as pessoas e os ânimos se exacerbavam ainda mais. Alguns, com os nervos em frangalhos, caiam no chão com tremores e fraquezas nas pernas. Alguém gritou de longe: "Atire logo nesse bicho! Atire! Atire! A criança já está morta!” Mas outro respondeu que deveriam tentar pegar o cadáver primeiro. E tudo que se dizia com relação à coisa na estrada era respondido com berros violentos por ela.&lt;br /&gt;Em dado momento voltei-me para trás, pois a ausência dos gritos da mãe da menina finalmente me chamou a atenção. O carro em que viera estava de portas abertas e um pequeno grupo de pessoas estava lá ao lado do homem que a acompanhava. A mulher desmaiara.&lt;br /&gt;Uma súbita agitação na multidão me fez voltar à antiga posição. A criatura não estava mais onde estivera!&lt;br /&gt;Ouvi armas de todos os tipos sendo engatilhadas. Gritos de horror se espalharam novamente pela noite escura e vieram então os primeiros tiros seguidos por uma saraivada que jamais deixei de ouvir em todos estes anos.&lt;br /&gt;De início não soube para onde olhar além da estrada. O corpo da criança havia desaparecido. Foi o rastro deixado por seu sangue que me reorientou.&lt;br /&gt;Entre as duas árvores enormes que ficavam na margem esquerda do asfalto, envolta por uma cortina de fumaça de pólvora, estava a coisa-homem parada, mais alta do que eu havia imaginado. Ela segurava com suas garras o corpo da menininha e o sacudia de um lado para o outro tentando arrancar pedaços com a boca e as grandes presas. As balas que a atingiam não a derrubavam. Os homens da polícia estavam atônitos e gritavam por reforço nos rádios das viaturas.&lt;br /&gt;Meu estômago revirou no momento em que o monstro, com os dentes cravados ao pescoço da criança morta, abocanhou-o tão violentamente que conseguiu parti-lo com um som terrível de ossos e pele se rompendo. O sangue jorrou escuro sobre sua cara medonha e ele separou a cabeça do corpo como se faz com uma boneca de plástico.&lt;br /&gt;A maioria dos homens e mulheres, enlouquecidos de pavor, avançaram para a coisa atirando; alguns outros que estava mais distantes, apossando-se de qualquer arma que encontrassem à mão, correram com fúria assassina em sua direção. Zacarias Lavern passou por mim com um revolver e seu olhar era o de um homem louco.&lt;br /&gt;Os tiros ecoaram na noite. A cerca de madeira da fazenda mais próxima foi destruída pela horror que seguira para os campos iluminados tenuemente por uma lua mortiça e encoberta. Atrás dela iam aqueles que habitavam a região e os cães faziam uma algazarra que aos poucos se ia tornando maior que os estampidos de armas de fogo e os berros da besta humana que a pouco estivera tão perto de mim.&lt;br /&gt;Sozinho em meio a todo o sangue da pobre criança que banhava o asfalto, e aos soluços de choro das mulheres que ficaram a cuidar dos pais da menina, me abaixei próximo ao corpinho largado entre as árvores na margem da estrada mas não pude mais fitar seu semblante pois a coisa havia levado consigo a cabecinha branca de olhos azuis.&lt;br /&gt;Depois me ergui com dificuldades e fui até o carro dos pais. O homem estava em pé ao lado da mulher desmaiada no banco do motorista. Eu o olhei nos olhos e devo ter lhe devolvido o ar de espanto com que ele me olhara ao chegar porque, sem que eu dissesse nada, ele veio a mim e falou com uma voz oprimida e trêmula:&lt;br /&gt;"Eu te conheço! Sempre te vejo passar por esta estrada. Saiba que aqui guardamos nossos segredos!"&lt;br /&gt;Ele então lançou um olhar de profunda tristeza ao corpo de sua filha jazendo na estrada e continuou:&lt;br /&gt;"Hoje, às sete da noite, este animal invadiu nossa fazenda. Matou os cães e devorou quase todos os porcos. Depois entrou pela janela do quarto de nossa menina e a arrastou para a mata. Fomos nós que chamamos todos os vizinhos para juntos adentrarmos estes pântanos encharcados a procura de nossa garotinha e da abominação que a levara.&lt;br /&gt;Não é a primeira vez que ele aparece saído sabe-se lá de onde nesta terrível floresta que nos cerca. Todos por aqui já sabiam do perigo que nos rondava mas nunca se pensou que ele pudesse atacar as pessoas nas casas. No início ele se contentava em roer as carcaças dos cadáveres do velho cemitério dos padres e as dos criminosos enterrados nos fundos do prédio abandonado do velho presídio mas, depois, passou a rondar as fazendas querendo os nossos animais... E nossos filhos pequenos. Sabe-se lá quantos meninos e meninas ele devorou antes de nossa filhinha esta noite. Devíamos tê-lo caçado e matado antes que adquirisse gosto pela carne de crianças. Não o fizemos até hoje pois amamos todos que aqui vivem, e os respeitamos. Agora tivemos que caçá-lo de qualquer jeito. É o preço que pagamos por nossa consideração."&lt;br /&gt;O homem transtornado voltou o olhar para a floresta próxima respirando com tamanha dificuldade e tremor nervoso que meu coração se encheu de pesares ainda maiores do que os que já sentia. Foi somente depois de alguns segundos de reflexão que ele, num tom de devastadora angústia, continuou:&lt;br /&gt;"Só o que me reconforta é que minha menina não sobreviveu e por isso sei, tenho certeza, que ela nunca estará a correr estes campos de madrugada."&lt;br /&gt;Dito isso ele se afastou e andou lentamente em direção ao corpo decapitado e exangue de sua filha onde se ajoelhou como a rezar e chorar.&lt;br /&gt;Olhei a escuridão em volta imaginando onde estariam as pessoas e a fera. O silêncio a tudo dominava e não se podia mais ouvir nenhum resquício da algazarra de outrora. Onde estariam? No fundo das matas e pântanos escuros que assolavam a região? Estariam com a besta sob a mira de suas armas ou estariam sob as garras da fera demoníaca que perseguiam?&lt;br /&gt;Não quis mais saber! Montei em minha bicicleta e parti dali o mais rápido que pude.&lt;br /&gt;Mudei-me uma semana depois para o outro lado do país; o litoral. Não avisei ninguém de minha partida e nunca dei notícias de meu paradeiro nem mesmo para minha família que, transtornada, deu-me como morto após procurar-me até mesmo no exterior. Em nenhum momento me preocupei com eles e com sua segurança, confesso! E sei que minha vida está se abreviando também pela culpa que sinto. Foi por este motivo que voltei à região, vinte anos depois, superando o medo e o trauma para estar com minha prima cuja lembrança talvez tenha me livrado da total demência durante os anos de "exílio"; e para reencontrar, mesmo que brevemente, aqueles parentes que ainda viviam.&lt;br /&gt;Até hoje, passados trinta anos, jamais falei com ninguém a respeito do ocorrido na noite de 25 de Dezembro de 1975; nem mesmo com Paula, com quem me casei e que apenas suspeitou do horror que vivi. Porém, depois que minha esposa partiu deste mundo me deixando a sós com minhas tétricas recordações, busquei de todas as maneiras informar-me sobre as possibilidades da existência real de criaturas inomináveis através de livros e artigos de doutores estudiosos de todo o mundo. Nunca consegui chegar a uma definição plausível ou sequer aceitável sobre o que poderia ser a fera; apenas conjecturas terríveis e pavorosas suspeitas de que naquela noite eu e aquelas pessoas tivemos um terrível contato com algo que deveria habitar tão somente os pesadelos mais primitivos do homem.&lt;br /&gt;Por isso resolvi escrever toda a história antes que me alcance a morte que já não tarda: Para que aqueles que lerem estas páginas saibam do mal que se escondeu um dia nas estradas e campos escuros de uma região rural deste país e que, desde que eu nunca soube o que realmente lhe aconteceu, ou o fim que lhe deram, ainda pode perfeitamente estar a se esconder.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-2755961556528452724?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/algo-selvagem-conto.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-4262691461583231618</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:46:29.254-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycUkOUNKeI/AAAAAAAAAMk/oZK9lolDZZM/s400/fkYsf04EUkSs.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415319689487002082" /&gt;&lt;br /&gt;"Lágrimas depressivas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim todo o dia &lt;br /&gt;O sol clareia brando &lt;br /&gt;A lua suaviza meu pranto &lt;br /&gt;Medito sobre minha vida vazia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas de suplício &lt;br /&gt;Lágrimas geladas... &lt;br /&gt;Lágrimas desperdiçadas... &lt;br /&gt;Tentando aliviar meu martírio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu odeio tudo isso &lt;br /&gt;Odeio sentir essa tortura &lt;br /&gt;Ser seguida por essa amargura &lt;br /&gt;Até já tentei suicídio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha lamúria &lt;br /&gt;Meu terror que queima minha alma &lt;br /&gt;Minha mortificação que não me deixa ter calma &lt;br /&gt;Minha eterna fúria &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas... &lt;br /&gt;Lágrimas de dor &lt;br /&gt;Lágrimas sem amor &lt;br /&gt;Mágoas... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei me afogar &lt;br /&gt;Nessa lamentação inútil &lt;br /&gt;Nesse lamento fútil &lt;br /&gt;Na bruma que disfarça o mar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não me protegeu &lt;br /&gt;Só me trouxe mais aflição &lt;br /&gt;Só trouxe minha crucificação &lt;br /&gt;Mas isso não me abateu &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, assim como eu &lt;br /&gt;Nesse mundo profano &lt;br /&gt;Sufocado nesse desejo insano &lt;br /&gt;Muita gente morreu... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa imortal depressão"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://poemasgoticos.zip.net/"&gt;Créditos&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-4262691461583231618?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/lagrimas-depressivas-e-assim-todo-o-dia.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycUkOUNKeI/AAAAAAAAAMk/oZK9lolDZZM/s72-c/fkYsf04EUkSs.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-4850553548477352409</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:44:43.955-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycUKLrA-5I/AAAAAAAAAMc/WRScajHuV2s/s400/agonia.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415319242100767634" /&gt;&lt;br /&gt;"Minha dor é fogo que se alastra,&lt;br /&gt;carruagem carregada de medo,&lt;br /&gt;brasa ardente que não se apaga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha dor é aperto no peito&lt;br /&gt;feito peso do aço...&lt;br /&gt;chicotadas nas costas&lt;br /&gt;de cabeça pra baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dor...&lt;br /&gt;que se propaga,&lt;br /&gt;que me enlaça...&lt;br /&gt;que me enrosca&lt;br /&gt;como roseira de espinhos sem rosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha dor é...&lt;br /&gt;flecha lançada no peito,.&lt;br /&gt;estaca cravada na alma,&lt;br /&gt;ferida sangrenta...&lt;br /&gt;no castigo de minhas horas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leni Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;créditos :  &lt;a href="http://www.poemagotico.blogspot.com/"&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-4850553548477352409?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/minha-dor-e-fogo-que-se-alastra.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycUKLrA-5I/AAAAAAAAAMc/WRScajHuV2s/s72-c/agonia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-4471021410243548199</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:42:12.140-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycTjx0RXBI/AAAAAAAAAMU/tXEaEx2r8S0/s400/18.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415318582325238802" /&gt;&lt;br /&gt;"Porque você é tão estranho, solitário?&lt;br /&gt;Mente aguçada nas palavras&lt;br /&gt;Parece criar mundos perfeitos&lt;br /&gt;em suas belas palavras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo sentimentos imortalizados&lt;br /&gt;nos corações das palavras&lt;br /&gt;suas palavras e sentimentos batem&lt;br /&gt;no meu coração magoado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cria mundos sem saber,&lt;br /&gt;pessoas ficam paralisadas com o que lê&lt;br /&gt;elas lê o que precisam&lt;br /&gt;saber o que não sabe para viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundos distantes, um coração gigante&lt;br /&gt;Seus sentimentos são extremos&lt;br /&gt;E sua alma, inconstante.&lt;br /&gt;Será que o pequeno poeta é feliz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo tristeza nos seus olhos,&lt;br /&gt;doces gotas caem levemente&lt;br /&gt;no seu rosto macio,&lt;br /&gt;no seu rosto doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o pequeno poeta é feliz?&lt;br /&gt;Palavras são a sua maior compania&lt;br /&gt;Elas são as únicas que o entende.&lt;br /&gt;O seu mundo estranho, e inconstante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o pequeno poeta é feliz?&lt;br /&gt;Fácilmente dominado,&lt;br /&gt;seus sonhos o atormentam,&lt;br /&gt;seu coração quase sempre magoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é fraco, poeta&lt;br /&gt;Suas palavras parecem sonhar&lt;br /&gt;Mas é facilmente dominado,&lt;br /&gt;por um simples olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é fraco, poeta&lt;br /&gt;Você não tem sorriso próprio&lt;br /&gt;Tem muito medo de viver&lt;br /&gt;Não tem nem amor próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é muito fraco poeta,&lt;br /&gt;não consegue viver nesse mundo&lt;br /&gt;nesse mundo real, realidade&lt;br /&gt;só quer viver no seu mundo de sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você é sonhador, poeta&lt;br /&gt;Sonha para amar, sonha na esperança&lt;br /&gt;de encontrar um coração a amar,&lt;br /&gt;na esperança de realizar todos aqueles sonhos,&lt;br /&gt;que um dia veio a idealizar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta, você pode ser fraco&lt;br /&gt;mas tem honra no que tem a dizer&lt;br /&gt;Nunca será um domador,&lt;br /&gt;será sempre um sonhador&lt;br /&gt;E para sempre, criará mundos paralelos,&lt;br /&gt;de dor, e pricipalmente de amor&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;Será que você é feliz...&lt;br /&gt;poeta?"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-4471021410243548199?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/porque-voce-e-tao-estranho-solitario.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycTjx0RXBI/AAAAAAAAAMU/tXEaEx2r8S0/s72-c/18.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-4681645444082963082</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:38:55.504-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycSqeMLCsI/AAAAAAAAAMM/19QwO7wziLY/s400/vamps-agonia2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415317597804235458" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(102, 102, 102); line-height: 20px; font-family:Georgia, Times, serif;font-size:15px;"&gt;&lt;br /&gt;"A AGONIA DO DIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agonia do dia morrendo&lt;br /&gt;é o lamento triste da cigarra&lt;br /&gt;explodindo em dor.&lt;br /&gt;No hospital nessa hora triste&lt;br /&gt;morre só o paciente.&lt;br /&gt;Na hora da agonia do dia&lt;br /&gt;a mulher fecha&lt;br /&gt;as janelas&lt;br /&gt;para não ver a mortalha da noite.&lt;br /&gt;A brisa paralisada não acaricia o rosto&lt;br /&gt;sem cor&lt;br /&gt;do dia morto.&lt;br /&gt;Velas acendem-se na rua num velório&lt;br /&gt;a céu aberto.&lt;br /&gt;Os telhados das casas e o chão empedrado&lt;br /&gt;cobrem-se&lt;br /&gt;das lágrimas caídas do céu pelo dia morto.&lt;br /&gt;Uma sirene longe geme liberando&lt;br /&gt;trabalhadores cansados&lt;br /&gt;que morrem aos poucos.&lt;br /&gt;Eles seguem para o velório do dia.&lt;br /&gt;Todo dia não se cansam&lt;br /&gt;de trabalhar e velar o dia&lt;br /&gt;que morre.&lt;br /&gt;Feliz o dia que tem tantas mortes."&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"    style="font-family:Georgia, Times, serif;font-size:130%;color:#666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" line-height: 20px;font-size:15px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-4681645444082963082?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/agonia-do-dia-agonia-do-dia-morrendo-e.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_CbOOvlnYCxw/SycSqeMLCsI/AAAAAAAAAMM/19QwO7wziLY/s72-c/vamps-agonia2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-852145737293881753</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:33:45.418-02:00</atom:updated><title>porque essa obseção minha criança?</title><description>porque as pessoas querem prejudicar as outras? ou obsediar ?-.-'&lt;div&gt;atrapalhar a vida alheia se torna seu propósito, fazendo isso ela se sente &lt;i&gt;bem&lt;/i&gt;?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;sentir-se bem quando o outro cai, e ainda se achar superior ?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é, bem digno de seres pensantes e desenvolvidos dos ditos 'racionais' -.-'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;porque a vida alheia tem mais valor que a própria?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;se talvez, cuidasse-mos mais de nossas vidas, não estaria assim...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;exemplo básico :)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;' um homem está sentado vendo TV em um local público, de-repente o repórter fala, " homem assalta 10 pessoas e consegue fugir", o comentário desse homem é, " se eu pegasse esse cara eu matava, que ódio, como pode fazer isso?" muito racional da parte dele se preocupar com os outros.'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;é , você pensa assim não é?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;agora me fale, se esse homem, neste exato momento pensasse, ele roubou 10 mas não matou ninguém, que sorte... tenho certeza que você acharia um absurdo '-'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ABSURDO é ver que as pessoas se preocupam mais com a TV do que com a própria vida, eles vivem só achando 'feio' o que passa na TV, que não passa de SANGUE, MORTE, TRAGÉDIAS SEM FIM , aonde eles esquecem de pensar em seu futuro, como gastar melhor seu dinheiro, pensar no seu bem estar... mas ele não tem tempo pra isso, está "PUTO" demais com o homem que roubou 10 pessoas que ele nem conhece, e NUNCA vai conhecer na vida, pessoas que ele nem saberia que existiria se não passasse na TV...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ELES querem que você se importe com coisas insignificantes para que você não pense em você, e de mais dinheiros a eles...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não duvido nada o próximo ano começar com uma matéria assim, "Eloa é jogada do 13º andar de um prédio e atinge um ônibus em chamas"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;eu olharia pra TV e falaria minha célebre frase&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Oh, Fuck" la se vai mais baboseira ! -.-'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;bom galerinha, por hoje é só :)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-852145737293881753?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/porque-essa-obcecao-minha-crianca.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-9029300735594292779</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:23:54.108-02:00</atom:updated><title>Pessoas</title><description>meuw, ja se perguntaram porque serem assim? &lt;div&gt;chego a criticar-me por ser desta maneira, mas como mudar, porque mudar?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;dizem para mudar-mos quando tiver-mos vontade&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não tenho vontade de mudar, sei que não é muito interessante uma pessoa analisando tudo e a todos a todo momento... sei que pessoas erram, mas eu não acredito que elas possam mudar '-'&lt;/div&gt;&lt;div&gt;porque a personalidade é uma coisa muito distinta, vem do fundo, não tem como você mudar isso...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ou tem? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;poucas vezes tentei me mudar, e não obtive sucesso...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-9029300735594292779?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/pessoas.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-8592540545698637738</guid><pubDate>Tue, 15 Dec 2009 04:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-15T02:19:52.310-02:00</atom:updated><title /><description>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Lx58hXh4pVA&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Lx58hXh4pVA&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 20px; "&gt;&lt;table id="tbl_traducoes" class="cor_2" style="border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 0px; -webkit-border-vertical-spacing: 0px; width: 683px; font: normal normal normal 13px/16px 'Trebuchet Ms', Lucida, monospace; position: relative; top: 0px; "&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(153, 153, 153); font-style: italic; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: auto; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(153, 153, 153); font-style: italic; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: auto; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(153, 153, 153); font-style: italic; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; width: auto; "&gt;Enjoy The Silence&lt;/h3&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(56, 56, 56); font-style: italic; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(56, 56, 56); font-style: italic; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(56, 56, 56); font-style: italic; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(56, 56, 56); font-style: italic; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 18px; font-weight: 400; text-transform: none; letter-spacing: normal; color: rgb(56, 56, 56); font-style: italic; "&gt;Aprecie O Silêncio&lt;/h3&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc"&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Words like violence, break the silence&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Palavras como violência, quebram o silêncio&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Come crashing in into my little world&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;E vem se chocar com o meu pequeno mundo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Painful to me, pierce right through me&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;É doloroso para mim, elas penetram em mim&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Can't you understand, oh, my little girl&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Você não compreende, oh, minha garotinha?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc "&gt;&lt;td class="col1 vazio" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;All I ever wanted, all I ever needed&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre precisei&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Is here, in my arms&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Está aqui em meus braços&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Words are very, unnecessary&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Palavras são muito desnecessárias&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;They can only do harm&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Elas só nos causam desgostos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc "&gt;&lt;td class="col1 vazio" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Vows are spoken to be broken&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Promessas são feitas para serem quebradas&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Feelings are intense, words are trivial&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Sentimentos são intensos, palavras são triviais&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Pleasures remain, so does the pain&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Prazeres ficam, então nos causam desgostos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Words are meaningless and forgettable&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Palavras são sem sentido e são esquecíveis&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc "&gt;&lt;td class="col1 vazio" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;All I ever wanted, all I ever needed&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre precisei&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Is here, in my arms&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Está aqui em meus braços&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Words are very, unnecessary&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Palavras são muito desnecessárias&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;They can only do harm&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Elas só nos causam desgostos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc "&gt;&lt;td class="col1 vazio" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;All I ever wanted, all I ever needed&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre precisei&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Is here, in my arms&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Está aqui em meus braços&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Words are very, unnecessary&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Palavras são muito desnecessárias&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;They can only do harm&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Elas só nos causam desgostos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc "&gt;&lt;td class="col1 vazio" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;All I ever wanted, all I ever needed&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre precisei&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Is here, in my arms&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Está aqui em meus braços&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Words are very, unnecessary&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Palavras são muito desnecessárias&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;They can only do harm&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Elas só nos causam desgostos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class="spc "&gt;&lt;td class="col1 vazio" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); height: 15px; "&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Enjoy the silence...&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Aprecie o silêncio...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Enjoy the silence...&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Aprecie o silêncio...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Enjoy the silence...&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Aprecie o silêncio...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr class=""&gt;&lt;td class="col1" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 15px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; text-align: right; color: rgb(163, 163, 163); "&gt;Enjoy the silence...&lt;/td&gt;&lt;td class="col2" style="font-size: 13px; vertical-align: top; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 341px; color: rgb(104, 104, 104); "&gt;Aprecie o silêncio...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-8592540545698637738?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/12/enjoy-silence-aprecie-o-silencio-words.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total><enclosure 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to me, pierce right through meÉ doloroso para mim, elas penetram em mimCan't you understand, oh, my little girlVocê não compreende, oh, minha garotinha?All I ever wanted, all I ever neededTudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre preciseiIs here, in my armsEstá aqui em meus braçosWords are very, unnecessaryPalavras são muito desnecessáriasThey can only do harmElas só nos causam desgostosVows are spoken to be brokenPromessas são feitas para serem quebradasFeelings are intense, words are trivialSentimentos são intensos, palavras são triviaisPleasures remain, so does the painPrazeres ficam, então nos causam desgostosWords are meaningless and forgettablePalavras são sem sentido e são esquecíveisAll I ever wanted, all I ever neededTudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre preciseiIs here, in my armsEstá aqui em meus braçosWords are very, unnecessaryPalavras são muito desnecessáriasThey can only do harmElas só nos causam desgostosAll I ever wanted, all I ever neededTudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre preciseiIs here, in my armsEstá aqui em meus braçosWords are very, unnecessaryPalavras são muito desnecessáriasThey can only do harmElas só nos causam desgostosAll I ever wanted, all I ever neededTudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre preciseiIs here, in my armsEstá aqui em meus braçosWords are very, unnecessaryPalavras são muito desnecessáriasThey can only do harmElas só nos causam desgostosEnjoy the silence...Aprecie o silêncio...Enjoy the silence...Aprecie o silêncio...Enjoy the silence...Aprecie o silêncio...Enjoy the silence...Aprecie o silêncio...</itunes:summary></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-4670592121418024932</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T07:52:20.046-02:00</atom:updated><title>POEMA</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ouço o incêndio, as fábricas. O berço&lt;br /&gt;do suor interrupto. Ouço às vezes quem se ama&lt;br /&gt;onde o amor não há – apenas morre&lt;br /&gt;no clandestino abrir.&lt;br /&gt;Ouço às vezes quem rompe os mapas cerce&lt;br /&gt;e então na noite recupera as loucas&lt;br /&gt;emigrações da história. Ouço crescendo&lt;br /&gt;secamente os filhos no rancor e na linfa.&lt;br /&gt;Astuciosamente recolhendo as vastidões adversas.&lt;br /&gt;Ouço em momentos fartos o entulho,&lt;br /&gt;desdobrada a raiz, fundar o mês da heresia,&lt;br /&gt;a sábia recriação do sumo.&lt;br /&gt;Ouço o arado. A luz. Profundamente&lt;br /&gt;os barcos segregados na propensão do mar.&lt;br /&gt;Ainda quem a medo desagregue&lt;br /&gt;a centenária paz:&lt;br /&gt;- os homens,&lt;br /&gt;onde os ouço, aqui recordo&lt;br /&gt;as origens compradas do terror.&lt;br /&gt;Os homens, onde os ouço, aqui confirmo&lt;br /&gt;suas mãos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photobucket.com/" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Hélia Correia&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;nasceu em Lisboa em 1949. Licenciada em Filologia Românica, foi professora do ensino preparatório, dedicando-se actualmente à tradução e à escrita. Poetisa e dramaturga, foi enquanto ficcionista que Hélia Correia se revelou como um dos nomes mais importantes e originais da década de oitenta, ao publicar, em 1981,&lt;em&gt; O Número dos Vivos&lt;/em&gt;. Incluída na antologia &lt;em&gt;Poesia 71&lt;/em&gt;, organizada por Fiama Hasse Pais Brandão e Egito Gonçalves, publicou com Jaime Rocha o livro de poemas &lt;em&gt;A Pequena Morte/Esse Eterno Retorno&lt;/em&gt; (1986) e, mais recentemente, o livro &lt;em&gt;Apodera-te de Mim&lt;/em&gt; (2002).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-4670592121418024932?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/poema.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-2955580485874616300</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T07:50:40.141-02:00</atom:updated><title>esquecimento</title><description>&lt;em&gt;Esse de quem eu era e que era meu,&lt;br /&gt;Que foi um sonho e foi realidade,&lt;br /&gt;Que me vestiu a alma de saudade,&lt;br /&gt;Para sempre de mim desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo em redor então escureceu,&lt;br /&gt;E foi longínqua toda a claridade!&lt;br /&gt;Ceguei... tacteio sombras... que ansiedade!&lt;br /&gt;Apalpo cinzas porque tudo ardeu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descem em mim poentes de Novembro...&lt;br /&gt;A sombra dos meus olhos, a escurecer...&lt;br /&gt;Veste de roxo e negro os crisântemos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E desse que era meu já me não lembro...&lt;br /&gt;Ah! a doce agonia de esquecer&lt;br /&gt;A lembrar doidamente o que esquecemos!...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_3Lr1xF3_YPE/SbepZTm-AbI/AAAAAAAADM4/Bs1PQDT_1XA/s1600-h/FlorbelaEspanca.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311900537732334002" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 183px; height: 200px; text-align: center;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_3Lr1xF3_YPE/SbepZTm-AbI/AAAAAAAADM4/Bs1PQDT_1XA/s200/FlorbelaEspanca.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Florbela Espanca&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size: 85%;"&gt;nasceu em Vila Viçosa a 8 de Dezembro de 1894. Concluído um curso de Letras em 1917, inscreveu-se no curso de Direito. Em 1919 publica &lt;em&gt;Livro de Mágoas&lt;/em&gt;. O &lt;em&gt;Livro de Soror Saudade&lt;/em&gt; é publicado em 1923, depois de um segundo casamento. Sofre o segundo aborto involuntário, divorcia-se, casa-se pela terceira vez. A morte do irmão Apeles agrava-lhe os sintomas anteriormente diagnosticados de desequilíbrio mental. Escreve &lt;em&gt;As Máscaras do Destino&lt;/em&gt;. Suicida-se a 8 de Dezembro de 1930, praticamente desconhecida do grande público.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-2955580485874616300?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/esquecimento.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_3Lr1xF3_YPE/SbepZTm-AbI/AAAAAAAADM4/Bs1PQDT_1XA/s72-c/FlorbelaEspanca.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-2682729187874832880</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T07:49:20.428-02:00</atom:updated><title>Correntes puxam correntes</title><description>&lt;div align="justify"&gt;A Sofia Loureiro dos Santos deixou-se levar pela corrente e eu mergulho que nem doido na correnteza. A ideia é retirar &lt;a href="http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/449965.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;“das pilhas periclitantes que se derramam atrás das portas, encostadas às paredes, aquelas pequenas gotas de alma que ficam connosco, mesmo quando nos esquecemos delas”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Ofereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;VITA BREVIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é breve mas que a faz mais breve&lt;br /&gt;não é morrer-se nem morrer quem foi&lt;br /&gt;connosco nela espaço forma e tempo.&lt;br /&gt;Que mais que a morte a humanidade encurta&lt;br /&gt;e torna mais estreita a nossa vida.&lt;br /&gt;Só brevemente e por um breve instante&lt;br /&gt;seu corpo nos concede. E brevemente&lt;br /&gt;é que pensar deseja que existimos.&lt;br /&gt;Antes de mortos, antes de sozinhos&lt;br /&gt;e apenas visitados de memórias,&lt;br /&gt;já todos somos um jornal antigo&lt;br /&gt;deitado fora sem sequer ser lido,&lt;br /&gt;ou somos uma imagem desenhada&lt;br /&gt;na borda do passeio em que se exibem&lt;br /&gt;pisando-a com os pés que desenham&lt;br /&gt;seus mesmos rostos que outros pés já pisam.&lt;br /&gt;A vida é breve, breve, mas mais breve&lt;br /&gt;quanto a quer breve a estupidez humana&lt;br /&gt;fiel ao tempo ainda em que de espaço&lt;br /&gt;o tempo se fazia e o pouco espaço&lt;br /&gt;na terra imensa a todos não chegava.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5/1/1971&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge de Sena, in &lt;em&gt;Poesia-III&lt;/em&gt;, Edições 70, pp. 139-140, Agosto de 1989.&lt;/strong&gt; [Vão 20 anos sobre esta edição. Nas livrarias, raramente avisto os versos do Mestre. Raramente é nunca desde as &lt;em&gt;Dedicácias&lt;/em&gt; para cá.]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-2682729187874832880?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/correntes-puxam-correntes.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-3245959814573465323</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T07:46:14.451-02:00</atom:updated><title>Ter/Ser</title><description>Apenas no amor o &lt;em&gt;ser&lt;/em&gt; e o &lt;em&gt;ter&lt;/em&gt; se encontram. Uma pessoa está perdida quando sente que não tem amor para dar. Quem não tem amor para dar já não tem nada, já não é. Ter amor para dar é &lt;em&gt;ser&lt;/em&gt;, não o ter é &lt;em&gt;não ser&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-3245959814573465323?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/terser.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-1964985033254584267</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T07:45:13.629-02:00</atom:updated><title>Só</title><description>Passamos grande parte da vida a negar impulsos, a criar barreiras entre o que somos e o que devemos ser. A infelicidade advém muito desta negação, sendo a sua consequência mais evidente aquilo a que vulgarmente chamamos de solidão. A solidão não é sentirmo-nos sós, a solidão é antes o corolário da negação de nós mesmos. A solidão é a negação do eu, o homem só é aquele que se nega entre os outros que o rodeiam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-1964985033254584267?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/so.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-7888433405641441212</guid><pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-15T07:44:33.174-02:00</atom:updated><title>O drama do psicológico</title><description>Não é possível que alguém compreenda o que se passa dentro de nós se não estivermos dispostos a permitir que esse alguém entre dentro de nós. Mas mesmo entrando, mesmo sendo isso possível, a única coisa que pode acontecer é esse alguém ficar muito confuso, pois nem nós mesmos compreendemos o que se passa dentro de nós. No fundo, todas as pessoas tentam compreender o que são, mesmo quando, supostamente, exercitam o ofício de compreender os outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-7888433405641441212?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/o-drama-do-psicologico.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-2382881667355669557</guid><pubDate>Thu, 12 Nov 2009 17:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-12T15:30:00.488-02:00</atom:updated><title>Floresta de Aokigahara</title><description>&lt;p&gt;Essa é clássica, parece coisa de filme. Estou falando da &lt;strong&gt;Floresta de Aokigahara&lt;/strong&gt;, que fica junto ao Monte Fuji, no Japão. No século XIX, a Floresta Aokigahara foi um dos lugares onde as famílias pobres abandonava as suas crianças e idosos, por serem um peso a nível económico. A floresta ficou então repleta de cadávares por todo o lado e começou a ser um local onde as pessoas decidiam terminar a sua vida. &lt;em&gt;Legal, não?!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde os anos 50, do século passado, que mais de 500 pessoas se suicidaram dentro da floresta também conhecida como Mar de Árvores (&lt;em&gt;Em português, claro&lt;/em&gt;). Acredita-se que tudo começou depois de &lt;strong&gt;Seicho Matsumoto&lt;/strong&gt; ter publicado um romance chamado &lt;strong&gt;Kuroi Jukai&lt;/strong&gt; (O Negro Mar de Árvores) que termina com uma das personagens a entrar na floresta para alí morrer.&lt;/p&gt; &lt;div id="attachment_6600" style="width: 310px;"&gt;&lt;img title="aokigahara-05" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/uploads/2009/10/aokigahara-05-300x225.jpg" alt="A Floresta de Aokigahara" height="225" width="300" /&gt;Claro, rezam lendas, que na Floresta de Aokigahara, os espíritos dos suicidas para sempre vagueiam na área. &lt;em&gt;Cláássico&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Atualmente, todos os anos pelo menos 30 pessoas acabam por se suicidar dentro da floresta. Nos anos 70, esta floresta passou a ser um problema nacional ganhando a atenção do governo. Iniciaram-se assim bucas anuais na floresta, contabilizando o total de mortos. Em 2002, por exemplo, morreram 78 pessoas na floresta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O governo começou então a tentar parar esta vaga de suicidas e espalharam placas pela floresta com mensagens de esperança. Uma delas diz:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“Um momento, por favor. A vida é um dom precioso que seus pais lhe deram. Não guarde os seus problemas só para si. Procure ajuda.” (&lt;span style="text-decoration: line-through;"&gt;Isso aí, seu bosta!&lt;/span&gt;)&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Nos países ocidentais, o suicídio é mal visto pela sociedade e até é considerado crime (&lt;em&gt;Se você suicidar você vai preso! Deeer. Trata-se do incentivo, algo assim.&lt;/em&gt;). Mas no Japão é aceito culturalmente e visto como uma atitude moralmente responsável. &lt;strong&gt;A taxa de suicídio dos japoneses é a maior entre os países desenvolvidos&lt;/strong&gt;, sendo considerada um grande problema nacional. A floresta de Aokigahara é considerada também parte do problema.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Abaixo, imagens da &lt;em&gt;floresta-morra-aqui&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt; &lt;!-- Piclense link --&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="javascript:PicLensLite.start({feedUrl:'http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/plugins/nextgen-gallery/xml/media-rss.php?gid=18&amp;amp;mode=gallery'});"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;!-- Thumbnails --&gt;&lt;/p&gt; &lt;div id="ngg-image-556"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-01.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-01" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-01.jpg" alt="floresta-aokigahara-01" height="552" width="551" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-557"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-02.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-02" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-02.jpg" alt="floresta-aokigahara-02" height="414" width="552" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-558"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-03.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-03" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-03.jpg" alt="floresta-aokigahara-03" height="413" width="551" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-559"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-04.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-04" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-04.jpg" alt="floresta-aokigahara-04" height="366" width="550" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-560"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-05.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-05" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-05.jpg" alt="floresta-aokigahara-05" height="827" width="550" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-561"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-06.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-06" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-06.jpg" alt="floresta-aokigahara-06" height="369" width="550" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-562"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-07.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-07" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-07.jpg" alt="floresta-aokigahara-07" height="367" width="550" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="ngg-image-563"&gt; &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-08.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-08" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-08.jpg" alt="floresta-aokigahara-08" height="827" width="551" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;a title=" " href="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/floresta-aokigahara-09.jpg"&gt; &lt;img title="floresta-aokigahara-09" src="http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/wp-content/gallery/floresta-aokigahara/thumbs/thumbs_floresta-aokigahara-09.jpg" alt="floresta-aokigahara-09" height="374" width="551" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;—&lt;/div&gt; &lt;div&gt;Abraço a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quer mais? \/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(issoebizarro.com)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-2382881667355669557?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/essa-e-classica-parece-coisa-de-filme.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-8357582065076001941</guid><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 21:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-03T20:01:27.956-02:00</atom:updated><title>tá dificil</title><description>tá dificil galerinha, não da pra postar pelo curso, professora pega no pé que é foda --'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se tudo der certo, mes que vem eu to com internet de novo !&lt;br /&gt;manda um salve pra priscila&lt;br /&gt;um salve pra vanessa, diana, emoxinho, adão, pitoco, minha mãe, minha tia, minha vó ;*&lt;br /&gt;__________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;expor suas idéias na internet tem seu preço, e o preço é caro, alto, e tem que aturar a criançada enxer o saco.&lt;br /&gt;aturar,  a criançada que não sabe pensar, que esquece o que é expor suas idéias é foda...&lt;br /&gt;talvez um dia eu pare de escrever, mas nunca pararei de pensar !&lt;br /&gt;não é o fato de eu parar de expor minhas idéias que eu vou parar de pesar !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;té mais galerinha ô/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-8357582065076001941?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/11/ta-dificil.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-2906126428000479135</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 04:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T01:37:46.950-03:00</atom:updated><title /><description>então, prometi o conto, mas to sem net em casa ( via net do curso .-. )&lt;br /&gt;vou tentar postar as coisas pelo curso, só que não sei&lt;br /&gt;qualquer coisa ja deisho avisado, blog parado até a segunda ordem.. --'&lt;br /&gt;blog passa mais tempo parado do que outra coisa .___.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-2906126428000479135?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/10/entao-prometi-o-conto-mas-to-sem-net-em.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-1410324352602122014</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T13:33:39.618-03:00</atom:updated><title>próximo conto</title><description>próximo conto sai esse final de semana, o tempo ta corrido, mas vo conseguir terminar :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-1410324352602122014?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/09/proximo-conto.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-5319190758448637512</guid><pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-21T14:52:36.875-03:00</atom:updated><title>Solidão !</title><description>O que vcs acham desse poema?&lt;br /&gt;é mesmo por ai?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SOLIDÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Solidão não é a falta de gente para conversar,namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência.&lt;br /&gt;Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.&lt;br /&gt;Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos...&lt;br /&gt;isto é equilíbrio.&lt;br /&gt;Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza.&lt;br /&gt;Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...&lt;br /&gt;isto é circunstância.&lt;br /&gt;Solidão é muito mais que isto...&lt;br /&gt;Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos, em vão, pela nossa Alma !!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que esse poema reflete e muito o preço que pagamos por ser diferente. O que vcs acham?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-5319190758448637512?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/09/solidao.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8014576603344738026.post-6494393211858549939</guid><pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-21T14:46:31.954-03:00</atom:updated><title>Patrícia diz no Orkut: ‘Queria morreeeer!’ E dá um tiro no peito</title><description>&lt;p&gt;É sempre assim: depois que a pessoa se mata, ficam evidentes as pistas do que estava planejando: uma foto, um desabafo, um gesto, um olhar. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ocorre que agora, em muitos casos, essas pistas estão ao alcance não só dos mais próximos, dos &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_IiqtR-OghpI/SZJOd39Go-I/AAAAAAAAF0c/Y9xN3kexwOo/s1600-h/patricia2%5B8%5D.jpg"&gt;&lt;img title="patricia2" style="border-width: 0px; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" alt="patricia2" src="http://lh3.ggpht.com/_IiqtR-OghpI/SZJOfBv09HI/AAAAAAAAF0g/GSzF2dnUmqg/patricia2_thumb%5B17%5D.jpg?imgmax=800" align="left" border="0" height="358" width="241" /&gt;&lt;/a&gt;parentes, mas, em tese, de todo mundo. Estão no Orkut.  &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos casos recentes é o da Patrícia. Em seu álbum no Orkut, ela aparece em várias fotos brincando com dois revólveres que parecem ser de verdade. Em uma foto, ela está com uma arma apontada para a própria cabeça. A legenda é: “Eu queria morreeeeeeeeeeeeeerrrrrrrrrr depois da festa!!!!” Patrícia, 28, era casada e tinha um filho de 5 anos. Ela se matou com um tiro no peito. Estava inscrita na comunidade “Não Tenho Medo de Morrer”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há dezenas de casos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Giuliana aparentava ter mais de 20 anos, embora informasse que tinha 15. Em sua página no Orkut, ela diz sentir-se muito mal e que estava guardando os “pulsos pro final, [para] a saída de emergência”. Mas preferiu ser radical: deu um tiro na boca.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Marcelo, 32, era um roqueiro e tinha uma banda que fazia cover da Guns N’ Roses. Em seu profile, escreveu que viver é uma poesia, mas, ao final, se despediu dos integrantes da banda. Ele se matou por enforcamento. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mario, 48, tinha se descasado havia pouco tempo. Parecia feliz. Deu até uma festa de despedida de casado que teve a presença de sua ex-mulher. Em seu profile, ele avisa: “Meninas, agora voltei à vida de solteiro”. Mas em seu álbum há uma foto onde ele aparece com seu filho e filha cuja legenda revela sua intenção: “Esta é a minha família. Talvez seja uma das últimas fotos de todos juntos”. Não há informação sobre como ele se matou.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;André, 23, disse: “É tão bom morrer de amor e continuar vivendo...” Ele se jogou do 12º andar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nicholas, 22, escreveu ser muito duro consigo mesmo e que costumava “ter pensamentos negativos quando sozinho”. Também se matou. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;José, 35, escreveu na página de recados de uma de suas duas filhas: “Foi bom quanto durou”. E se dependurou em uma corda amarrada em um caibro do telhado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na maioria dos casos, são jovens que se matam por causa de rejeição amorosa em consequência por vezes de traição ou por um amor não-correspondido. Eles não sabiam que “o suicídio é um ato inútil e insensato; destrói arbitrariamente o fenômeno individual, enquanto a coisa em si permanece intacta”, como escreveu o filósofo Schopenhauer, que era, veja só, um pessimista, mas não estúpido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os psicólogos afirmam que quem dá pistas de que pretende ser matar está, na verdade, pedindo ajuda. Mas nem sempre é fácil entender quando uma pessoa pede socorro, mesmo que ela o faça para todo mundo ‘ouvir’, no Orkut. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8014576603344738026-6494393211858549939?l=phisc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://phisc.blogspot.com/2009/09/patricia-diz-no-orkut-queria-morreeeer.html</link><author>noreply@blogger.com (PaulinhO)</author><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_IiqtR-OghpI/SZJOfBv09HI/AAAAAAAAF0g/GSzF2dnUmqg/s72-c/patricia2_thumb%5B17%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><language>en-us</language><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

