<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878</id><updated>2024-10-09T02:45:55.123-03:00</updated><title type='text'>pico plasmatico</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-5832968091619986777</id><published>2012-01-14T04:11:00.003-02:00</published><updated>2012-01-14T06:39:33.925-02:00</updated><title type='text'>O QUE SÃO OS SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEianW1q8-oQW2-fQBeG-rWL7A2UzzROppi3QHpsDdQ4CtZ7bEiku8USOUCHxNs9cImR7_TYHDhwZVA98IJpSxQj_1Ip3xgMzMr7NTgv9Awe56YDI_2MBIh_e2aOu6pM7sfI9fj_h9FTAJM/s1600/suplementos-6.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEianW1q8-oQW2-fQBeG-rWL7A2UzzROppi3QHpsDdQ4CtZ7bEiku8USOUCHxNs9cImR7_TYHDhwZVA98IJpSxQj_1Ip3xgMzMr7NTgv9Awe56YDI_2MBIh_e2aOu6pM7sfI9fj_h9FTAJM/s400/suplementos-6.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
O QUE SÃO OS “SUPLEMENTOS” NUTRICIONAIS?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o Ministério da Saúde, em portaria de no 32, publicada no Diário Oficial em 1998, suplementos são somente vitaminas e/ou minerais isolados ou combinados entre si, desde que não ultrapassem 100% da IDR (Ingestão Diária Recomendada). Acima destas dosagens são considerados como medicamentos, podendo ser de venda livre quando não ultrapassam em até 100% a IDR, e vendidos somente com prescrição médica quando apresentam valores acima destes limites.&lt;br /&gt;
Os suplementos Vitamínicos e/ou de Minerais são definidos como alimentos que servem para complementar com estes nutrientes a dieta diária de uma pessoa saudável, em casos onde a sua ingestão, a partir da alimentação, seja insuficiente ou quando a dieta requer suplementação.&lt;br /&gt;
Já produtos como Albumina, Aminoácidos, Hipercalóricos, Bebidas Isotônicas e produtos à base de carboidratos são considerados, de acordo com a portaria de no 222 publicada, pelo Ministério da Saúde, em 1998, Alimentos para Praticantes de Atividade Física, uma categoria de produtos com finalidade e público específicos - um subgrupo dos chamados Alimentos para Fins Especiais. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Pelas normas brasileiras estes produtos são divididos somente em 5 categorias da seguinte forma:&lt;br /&gt;
1- &lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Repositores Hidroeletrolíticos:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São produtos com concentrações variadas de carboidratos e eletrólitos (cloreto e sódio), que podem ter a adição de vitaminas e/ou minerais, com o objetivo de repor o líquido e sais perdidos na transpiração, durante a prática de exercícios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) &lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Repositores Energéticos:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São produtos que apresentam no mínimo 90% de carboidratos em sua composição, podendo ser acrescidos de vitaminas e minerais, com a finalidade de manter os níveis adequados de energia para atletas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Alimentos Protéicos:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São produtos com a predominância de proteínas (no mínimo 51% do valor calórico), sendo que existe a obrigatoriedade de que pelo menos 65% da proteína seja de alto valor biológico, ou seja, proteína completa (origem animal). Estes produtos podem conter carboidratos e gordura, desde que o somatório energético de &amp;nbsp;ambos não ultrapasse o das proteínas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) &lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Alimentos Compensadores:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São produtos que devem conter concentração variada de macronutrientes (proteínas, carboidratos e gorduras), visando à adequação destes nutrientes na dieta de praticantes de atividade física.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Os Alimentos Compensadores devem obedecer os seguintes requisitos, no produto pronto para consumo:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Carboidratos: abaixo de 90%&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Proteínas: do teor de proteínas presente no produto, no mínimo, 65% deve corresponder à proteína de alto valor biológico;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Gorduras: do teor de gorduras, a relação de 1/3 gordura saturada, 1/3 monoinsaturada e 1/3 gordura polinsaturada;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Opcionalmente estes produtos podem conter vitaminas e/ou minerais desde que não ultrapassem as IDR’s de adultos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) &lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Aminoácidos de Cadeia Ramificada:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São produtos formulados a partir de concentrações variadas de aminoácidos de cadeia ramificada, com o objetivo de fornecimento de energia para atletas.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Nestes produtos os aminoácidos de cadeia ramificada (valina, leucina e isoleucina), isolados ou combinados, devem constituir, no mínimo 70% dos nutrientes energéticos da formulação, fornecendo na ingestão diária recomendada até 100% das necessidades diárias de cada aminoácido.&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Podemos citar neste grupo os Aminoácidos Ramificados, BCAA 1500, BCAA 2000 e &amp;nbsp;BCAA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RECURSOS ERGOGÊNICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Substâncias ou artifícios utilizados visando a melhora da performance*&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ergon (trabalho) + Gennan (produzir)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São classificados em 5 categorias de “ajuda”:&lt;br /&gt;
a) Nutricional&lt;br /&gt;
b) Farmacológica&lt;br /&gt;
c) Fisiológica &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
d) Psicológica&lt;br /&gt;
e) Mecânica ou biomecânica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*WILLIAMS, Melvin H. The Ergogenic Edge: Pushing the Limits of Sports Performance. Ed. Human Kinetics, 1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RECURSOS ERGOGÊNICOS NUTRICIONAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AMINOÁCIDOS DE CADEIA RAMIFICADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição: os aminoácidos de cadeia ramificada compreendem três aminoácidos essenciais: Leucina, Isoleucina e Valina, popularmane conhecidos como BCAAs (Branched Chain Amino Acids).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metabolismo:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São conhecidos pelos seus efeitos benéficos sobre o aumento da síntese protéica no fígado e economia de nitrogênio.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;São utilizados para síntese de 1/3 da proteína muscular.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Atuam como uma importante fonte de energia para o músculo esquelético durante períodos de estresse metabólico, por meio da estimulação da síntese de Glutamina e Alanina (Gliconeogênese) (PDR, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Ergogênicos propostos:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;poupam glicogênio (Blomstrand &amp;amp; Newsholme, 1996)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;promovem a hipertrofia muscular por alterações hormonais, como o aumento da Testosterona (Carli et al., 1992), GH (Castell &amp;amp; Newsholme, 1997) e insulina (Hickson &amp;amp; Wolinsky, 1994).&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;ação anti-catabólica (Sehena et al., 1992; McLean et al., 1994)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;retardam a Fadiga Central (Blomstrans et al., 1991)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses estudadas: de 5,0 a 20g/dia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação: cápsulas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Colaterais: altas doses (acima de20g/dia) podem provocar:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;transtornos gastrointestinais (diarréia)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;excessos podem comprometer a absorção de outros aminoácidos (Williams, 1998)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CREATINA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;é uma amina, normalmente encontrada em alimentos de origem animal, sintetisada no fígado, rins e pâncreas a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais Fontes de Creatina:&lt;br /&gt;
Alimento&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Quantidade de Creatina g/kg&lt;br /&gt;
Bacalhau&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;3&lt;br /&gt;
Arenque&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;6,5-10&lt;br /&gt;
Linguado&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;2&lt;br /&gt;
Salmão&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;4,5&lt;br /&gt;
Carne de boi&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;4,5&lt;br /&gt;
Carne de porco&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;5&lt;br /&gt;
Leite&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;0,1&lt;br /&gt;
Fonte: BALSON et al., 1994&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consumo alimentar, necessidades diárias e excreção:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Quem ingere alimentos de origem animal consome, normalmente, 1 grama de Cr/dia.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Os requerimentos normais de Cr se aproximam de 2 gramas/dia, sendo esta quantidade suprima através da síntese endógena ou através de fontes exógenas.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Aproximadamente 2 gramas de Creatina são excretados por dia na urina na forma de Creatinina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Distribuição corporal:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;um homem de 70 kg armazena em média 120 gramas de Cr&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;95% do conteúdo total se encontra armazenado no músculo esquelético, estando 2/3 na forma fosforilada (PCr) e 1/3 na forma livre (Cr livre)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;5% ficam distribuídos no músculo cardíaco, testículos, retina e cérebro&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;o conteúdo normal de Cr no músculo é de 125 mmol/Kg de matéria seca e o limite máximo de armazenamento é de 150-160 mmol/Kg.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;maiores concentrações de Cr se encontram nas fibras tipo IIb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses recomendadas:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;carga:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;20-30g/dia, divididas em 4-6 tomadas de 5g, durante 5 a 7 dias (Harris et al., 1992; Balsom et al., 1994; Hultman et al., 1996);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;0,3g/Kg de MCT/dia, divididas em 4-6 tomadas de 5g, durante 5 a 7 dias (Hultman et al., 1996);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;3g/dia, durante 28 dias (Hultman et al., 1996);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;5g/dia, durante 10 semanas (Pearson et al., 1999);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;0,1g/kg de MCM/dia em dose única, durante 21 dias (Burke et al., 2000).&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;manutenção:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;2-5g/dia, durante 28 dias (?)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;0,03g/Kg de MCT/dia, durante 28 dias (?) (Hultman et al., 1996)&lt;br /&gt;
OBS: Especula-se que os estoques se mantenham aumentados, pelo menos, durante 1 mês após a parada do período de carga (Maganaris &amp;amp; Maughan, 1998)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influência do carboidrato:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Estudos demonstram que combinando Cr com carboidratos simples, como a glicose, pode haver um maior aumento no armazenamento de Cr no músculo em até 60% quando comparado ao uso de Cr apenas (GREEN et al., 1996)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;As concentrações de Cr se aproximam dos limites máximos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
POR ISSO A INDÚSTRIA DE SUPLEMENTOS COSTUMA ASSOCIAR PARA CADA 5 GRAMAS DE CR DE 35 A 90 GRAMAS DE CARBOIDRATO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Influência da cafeína:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A Cafeína parece exercer um efeito contrário ao do carboidrato no que diz respeito ao armazenamento de Cr no músculo (5mg de cafeína/kg x 0,5 g de Cr/kg) (Vandenberghe et al., 1996)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prováveis efeitos da suplementação:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumento da força explosiva (potência)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;diminui o tempo de recuperação entre esforços repetitivos de alta intensidade e curta duração (predominância do Sistema Energético ATP-CP)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;ganho de peso - devido à retenção hídrica ou à hipertrofia muscular?&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;hipertrofia da massa muscular - devido a maior síntese de proteína miofibrilar ou em conseqüência do aumento da força?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retenção hídrica: mito ou fato?&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A Cr é uma substância osmoticamente ativa. Com isso, o aumento intracelular de Cr pode induzir o fluxo de água para o interior das células (MUJIKA et al., 2000)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;HULTMAN et al. (1996) demonstraram que a suplementação com Cr reduziu o volume urinária em, aproximadamente, 0,6 litros durante os dias iniciais de suplementação&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Durante o período de carga os indivíduos costumam apresentar um ganho de 0,5 a 1 kg.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Cada grama de Cr leva a uma retenção de, aproximadamente, 15 mL ou g de água (WILLIAMS et al., 1998).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aplicabilidade: atletas cujas modalidades esportivas requeiram esforços repetidos de alta intensidade e curta duração (ex.: futebol, basquetebol, voleibol, tênis, musculação)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;pó (pura ou com carboidrato)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;comprimido (pura)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;líquida (com carboidrato)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;jujuba&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Adversos: aparentemente a suplementação de Cr não leva a efeitos colaterais, mas existem algumas especulações:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;distensões musculares&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;caimbras&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;diminuição da produção endógena&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;possível sobrecarga renal&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;para alguns, o aumento do volume muscular (ganho de peso) pode representar um efeito indesejado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALVES, Letícia Azen &amp;amp; DANTAS, Estélio Henrique Martin. Efeitos da dose de manutenção após o período de carga da suplementação de Creatina. Fitness &amp;amp; Performance, v. 1, n. 5, p. 17-25, 2002&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amostra: 18 atletas de judô do sexo masculino, entre 18 e 22 anos, pesando entre 65 e 85 quilos.&lt;br /&gt;
Suplementação:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Grupo Creatina (n=9): 20g Cr/dia, durante 5 dias (dose de carga) e, posteriormente, 5g Cr/dia, durante 33 dias (dose de manutenção)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Grupo Placebo (n=9): 20g Cr/dia, durante 5 dias (dose de carga) e, posteriormente, 5g placebo (maltodextrina) Cr/dia, durante 33 dias (dose de manutenção)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resultados:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A dose de carga de Creatina levou a alteração significativa da massa corporal total, massa corporal magra e depuração de Creatinina, sem modificar significativamente a força isométrica, a força explosiva (membros superiores e inferiores) e a potência anaeróbica.&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A dose de manutenção de Creatina não promoveu alterações nas variáveis estudadas&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A dose de manutenção de Placebo apenas alterou significativamente a força isométrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
L-CARNITINA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;No passado já foi considerada um aminoácido por ser sintetizada partir de 2 aminoácidos&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Atualmente é considerada uma substância “vitamin-like” por apresentar uma estrutura química semelhante às vitaminas do complexo B, em particular a Colina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síntese:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;é sintetizada nos rins, cérebro e, principalmente, no fígado a partir de 2 aminoácidos (lisina e metionina), Niacina (vit. B3), Piridoxina (vit. B6), Ácido Fólico, Ácido Ascórbico (vit. C) e ferro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consumo alimentar, necessidades diárias e excreção:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Quem ingere alimentos de origem animal consome facilmente cerca de 50 mg de Carnitina por dia&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Alguns autores dizem que devemos ingerir de 150 a 250 mg/dia para que as demandas possam ser supridas (Neumann, 1996) e outros sugerem em torno de 250 a 500 mg/dia (Craython, 1998).&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A Carnitina é excretada na forma de Carnitina ou Acilcarnitina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais Fontes de L-carnitina:&lt;br /&gt;
Alimento &lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Quantidade de Carnitina mg/100g&lt;br /&gt;
Carneiro&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;210&lt;br /&gt;
Cordeiro&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;80&lt;br /&gt;
Boi&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;60&lt;br /&gt;
Porco&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;30&lt;br /&gt;
Coelho&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;20&lt;br /&gt;
Frango&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;7,5&lt;br /&gt;
Adaptado: NEUMANN, G. Effect of L-carnitine on athletic performance. In: LOSTER, H. S. H. Carnitine – Pathobiochemical Basics and Clinical Applications. Ponte Press Bochum, 1996&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Armazenamento: é armazenada no músculo esquelético (90%), músculo cardíaco, rim, testículos e cérebro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fórmulas Químicas:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;D-carnitina (tóxica)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;L-carnitina (única fórmula sintetizada no nosso organismo e presente nos suplementos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a sua função no nosso organismo?&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;A membrana interna da mitocôndria é impermeável aos acil-CoAs de cadeia longa (ácidos graxos ativos de cadeia longa). Com isso, eles não conseguem atingir o sítio mitocondrial da -oxidação.&lt;br /&gt;
Carnitina + acil-CoA  acilcarnitina + CoA&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Acilcarnitinas de cadeia longa atravessam a mitocôndria e regeneram as acil-CoAs na matrix mitocondrial, onde estas estarão disponíveis para oxidação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mecanismos de ação propostos:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumenta a queima de gordura (por aumentar o transporte de ácidos graxos de cadeia longa para o interior da mitocôndria);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;poupa glicogênio (pois o organismo passaria a dar prioridade aos ácidos graxos como substrato energético);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;diminui a síntese de ácido lático (a suplementação de L-carnitina ativaria a Piruvato Desidrogenase, enzima responsável pela conversão do Piruvato a Acetil-CoA, desviando-o da síntese de ácido lático) (Silipradi et al., 1990).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos afirmar que a suplementação de L-carnitina funciona?&lt;br /&gt;
“Estudos clínicos experimentais que procuraram investigar os efeitos da suplementação de L-carnitina sobre a performance durante o exercício não nos permitem chegar a conclusões definitivas. A maior parte das investigações mostra que a administração de L-carnitina promoveu aumentos nas concentrações plasmáticas, mas sem aumento no conteúdo muscular” (Brass, 2000; Dyck, 2000).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses estudadas: 2 a 6g/dia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses recomendadas: 1 a 2 g/dia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação: líquida ou comprimido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Adversos: ainda não foram relatados, porém alguns costumam relatar taquicardia e aumento da sudorese e rubor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GLUTAMINA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição: Aminoácido não-essencial, sintetizado no tecido muscular, a partir de outros aminoácidos, tais como: ácido glutâmico, valina e isoleucina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Em algumas condições como trauma, septicemia e câncer e, eventualmente, no esforço físico extremo, a concentração intracelular e plasmática de Glutamina pode diminuir em até 50%. Assim, quando a demanda é maior que a síntese estabelece-se um quadro de deficiência e, por esta razão, este aminoácido foi recentemente reclassificado como “condicionalmente essencial” (CURI, 2000).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Glutamina, juntamente com os BCAAs, formam o conjunto de aminoácidos mais abundante no músculo e os mais importantes energeticamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Estudos recentes sugerem maior importância da Glutamina, em comparação à Alanina, no processo Gliconeogênico Hepático em humanos (VAN HALL et al., 1998).&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funções no organismo:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;importante para o crescimento e manutenção das células;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;é utilizada como substrato energético para células de divisão rápida (ex. enterócitos);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;atua na síntese protéica como um importante doador de nitrogênio;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;nos rins, participa do controle do equilíbrio ácido-básico como o mais importante substrato para síntese de amônia, além de atuar na síntese de íons Bicarbonato;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;no fígado, pode servir como substrato gliconeogênico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síndrome do Over Training:&lt;br /&gt;
“Exercícios prolongados ou treinamento exaustivo sem períodos de recuperação suficientes alteram os processos de produção e liberação da Glutamina pelo músculo, diminuem a disponibilidade desse aminoácido para as células do sistema imune e podem provocar imunossupressão, tornando atletas susceptíveis a processo infecciosos” (NIEMAN, 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Ergogênicos propostos: com base no que foi relatado anteriormente, existem algumas propostas em relação aos efeitos da suplementação de Glutamina:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;ação anti-catabólica;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;representa uma fonte de energia em situações de demanda energética aumentada;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;auxilia na remoção dos metabólitos da atividade física;&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;fortalece o sistema imune.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses estudadas: 15 a 20g&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos colaterais: não foram relatados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
HMB&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição: O Beta-hidroxi-beta-metilbutirato é um metabólito do aminoácido essencial leucina (BCAA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS: Apenas 5% da Leucina é desviada para síntese de HMB no nosso organismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Ergogênicos propostos: O mecanismo de ação do HMB é desconhecido, mas existem algumas especulações:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumenta a força (Panton et al., 2000);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumenta a massa muscular (Nissen et al., 1996);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;diminuição o catabolismo protéico ( 3 metil-histidina) (Nissen et al., 1996);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;ação imunomoduladora (Peterson et al., 1999);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;diminui a ocorrência de lesões (Kinitter et al., 2000).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses estudadas: 0,3 a 6,0 gramas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Adversos: não foram relatados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAFEÍNA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição: grupo de componentes denominados trimetilxantinas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses estudadas: de 3,0 a 15mg/Kg de MCT&lt;br /&gt;
OBS: Doses de 3,0 a 6,5mg/Kg de MCT tem mostrado efeitos ergogênicos sem serem consideradas doping.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Ergogênicos propostos:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumenta a queima de gordura ( as taxas de ácidos graxos livres no sangue)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;poupa glicogênio&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;ação estimulante do SNC (WILLIAMS, 1998; RYAN, 1999)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;exerce efeito sobre a contração muscular (facilita o transporte de Cálcio) (DODD et al., 1993)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumenta o consumo de O2 (ENGELS et al., 1999)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;acelera o metabolismo (ENGELS et al., 1999)&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; efeito anorético (RACCOTA et al., 1994)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ATENÇÃO!!!&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Geralmente o efeito da Cafeína é acentuado com a abstinência desta substância por 4 dias, seguida da ingestão feita de 3 a 4 horas antes do exercíci” (BURKE &amp;amp; DEAKIN, 1994; DRISKELL, 2000);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Uma dieta rica em carboidrato realizada tanto alguns dias antes do teste quanto na refeição pré-teste, pode servir para inibir o efeito da Cafeína sobre a maior liberação de ácidos graxos livres no sangue (WEIR et al., 1987)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Adversos (tolerâncias individuais):&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;  a PA&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; nervosismo&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; tremor&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; ansiedade&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; taquicardia&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; rubor facial&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;  temperatura corporal&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; insônia&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; distúrbios gastrointestinais&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; efeito diurético  desidratação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aspectos legais e éticos: a detecção de 12mcg de cafeína/mL de urina era considerada doping. Esta quantidade seria detectada com o consumo de, aproximadamente, 800mg de cafeína (+ ou - 8 xícaras de café). Porém, de acordo com WAA (World Anti-Doping Agency), a partir de 01/01/2004, ela foi retirada da lista de estimulantes proibidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais fontes alimentares de Cafeína&lt;br /&gt;
Fontes&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;Quantidade de Cafeína (mg)&lt;br /&gt;
1 xícara (150mL) de café infusão&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;103&lt;br /&gt;
1 xícara (120mL) de café expresso&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;120&lt;br /&gt;
2g de pó de café instantâneo&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;60&lt;br /&gt;
2g de café descafeinado&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;3&lt;br /&gt;
1 xícara de chá infusão 1 min&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;9-33&lt;br /&gt;
1 xícara de chá infusão 3-5 min&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;20-50&lt;br /&gt;
1 xícara (180mL) de chá verde&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;30&lt;br /&gt;
1 colher de chá preto instantâneo&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;25-50&lt;br /&gt;
1 lata (350mL) de Pepsi&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;38&lt;br /&gt;
1 lata (350mL) de Coca-cola&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;33&lt;br /&gt;
1 lata (350mL) de Coca-cola Light&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;45&lt;br /&gt;
1 lata de Red Bull Energy Drink&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;80&lt;br /&gt;
1 barra (30g) de chocolate escuro ao leite&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;1-15&lt;br /&gt;
1 barra (30g) chocolate escuro meio amargo&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;5-35&lt;br /&gt;
1 xícara (150mL) de chocolate quente&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;12-15&lt;br /&gt;
1 copo (300mL) de Ice Tea&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;32&lt;br /&gt;
Fonte: CARDOSO &amp;amp; MARTINS. Interações Droga-Nutriente. 1998; Rótulo dos produtos industrializados()&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CLA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Definição: O CLA (Conjugated Linoleic Acid) ou Ácido Linoléico Conjugado é um nutriente naturalmente encontrado na nossa alimentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes Alimentares: carnes, aves, ovos, leite e derivados (ex. queijos e iogurtes)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mecanismos de ação propostos:&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;anti-aterogênico (reduz níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue) (Gavino et al., 2000);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;aumento da massa muscular (Park et al., 1997);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;redução do percentual de gordura, provavelmente devido a alterações na expressão gênica do tecido adiposo, levando à diminuição do mesmo e/ou aumento da lipólise (Lee, Pariza, Ntambi, 1998; Park et al., 1998; Blankson et al., 2000; Choi et al., 2000; PDR, 2001);&lt;br /&gt;
•&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;redução da atividade da enzima lipase lipoprotéica e das concentrações intracelulares de triglicerídeos (Deckere et al., 1999).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doses estudadas: 2 a 6 gramas/dia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apresentação: cápsulas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos Adversos: doses acima de 2g: náuseas (PDR, 2001)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Universidade Veiga de Almeida&lt;br /&gt;
Pós-Graduação Lato-Sensu em Musculação ou Fisiologia do Exercício&lt;br /&gt;
Disciplina: Nutrição Aplicada à Atividade Física II&lt;br /&gt;
Prof(a): Letícia Azen Alves, Ms&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/5832968091619986777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/5832968091619986777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/5832968091619986777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/5832968091619986777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2012/01/universidade-veiga-de-almeida-pos.html' title='O QUE SÃO OS SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEianW1q8-oQW2-fQBeG-rWL7A2UzzROppi3QHpsDdQ4CtZ7bEiku8USOUCHxNs9cImR7_TYHDhwZVA98IJpSxQj_1Ip3xgMzMr7NTgv9Awe56YDI_2MBIh_e2aOu6pM7sfI9fj_h9FTAJM/s72-c/suplementos-6.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-4218712397732208096</id><published>2012-01-13T04:54:00.013-02:00</published><updated>2012-01-14T04:58:07.226-02:00</updated><title type='text'>Aspectos funcionais das catequinas e sua relação com a redução da gordura</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlfVupoup7T8nUPVF8Nekrif82v0BAqCfhj2BC8rqc0ymPLlPQe1wI93MsPWMQ38gl6uf3ektLcDsiNP0RXMkVYVfZ84RZF46n_HyvbOK57f6MHPJlJsvrt6aLGnSkNabY_Me9NTKmjno/s1600/03705174900.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;392&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlfVupoup7T8nUPVF8Nekrif82v0BAqCfhj2BC8rqc0ymPLlPQe1wI93MsPWMQ38gl6uf3ektLcDsiNP0RXMkVYVfZ84RZF46n_HyvbOK57f6MHPJlJsvrt6aLGnSkNabY_Me9NTKmjno/s640/03705174900.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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RESUMO&lt;br /&gt;
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O chá é uma bebida amplamente utilizada, perdendo apenas para a água como a bebida mais consumida no mundo. O chá verde é rico em polifenóis, principalmente catequinas. Entre uma variedade de efeitos benéficos à saúde atribuídos ao consumo do chá verde, grande atenção tem sido focalizada no seu efeito na redução da gordura corporal. Este estudo tem como objetivo apresentar uma descrição dos estudos com o chá verde e/ou seus compostos bioativos relacionados à biologia celular, estudos experimentais e epidemiológicos associados ao metabolismo lipídico e à redução da gordura corporal. Galato de epigalocatequina é o principal composto bioativo presente no chá verde e seus efeitos anti-obesidade estão sendo investigados. Tais efeitos estão associados a diversos mecanismos bioquímicos e fisiológicos, dentre eles podem-se destacar a estimulação do metabolismo lipídico pela combinação da ingestão de catequinas e a prática de exercícios físicos regulares. Apesar do efeito promissor do chá verde e seus compostos bioativos no tratamento da obesidade, estudos clínicos controlados devem ser conduzidos. Finalmente, um plano alimentar adequado associado à prática regular de atividade física constitui a principal ferramenta para a prevenção da obesidade e de suas comorbidades.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
ABSTRACT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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The use of tea is widespread, second only to water in worldwide consumption. Green tea is rich in polyphenols, mainly catechins. Among a variety of beneficial health effects attributed to the consumption of the green tea, much attention has been given to its ability to reduce body fat. This study has the objective of presenting a description of the studies of green tea and/or its bioactive compounds related to cell biology and of experimental and epidemiological studies associated with lipid metabolism and the reduction of body fat. Epigallocatechin gallate is the main bioactive compound present in green tea and its anti-obesity effects are being investigated. Such effects are associated with several biochemical and physiological mechanisms and among them the following stands out: stimulation of lipid metabolism by combining catechin intake with regular physical activity. In spite of the promising effect of green tea and its bioactive compounds on the treatment of obesity, there is a need for controlled clinical trials. Finally, a proper diet associated with regular physical activity is the key to prevent obesity and its comorbidities.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obesidade está sendo considerada uma epidemia mundial, presente em países desenvolvidos e em desenvolvimento1, sendo decorrente de um desequilíbrio entre a energia ingerida e a energia dispendida2. O excesso de energia no organismo é estocado nas células adiposas ocasionando aumento de tamanho ou multiplicação e o estímulo para o aumento do número de células adiposas pode ser nutricional, metabólico, neural, comportamental, genético ou pela associação desses fatores3,4.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As conseqüências do excesso de peso à saúde têm sido relatadas por diversos autores, uma vez que é fator de risco para dislipidemias, hipertensão arterial, diabetes melito, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer, dentre outras doenças5-7.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se afirmar que as tendências de transição nutricional ocorridas neste século, em diferentes países no mundo, convergem para uma dieta rica em gorduras saturadas, açúcares e alimentos refinados, e com baixo teor de carboidratos complexos e fibras, também conhecida como dieta ocidental8. Porém, devido à ampla divulgação pela imprensa no que diz respeito à alimentação e saúde, a preocupação da sociedade com os alimentos tem aumentado de forma exponencial9.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(IFIC)10 como alimentos que provêm benefícios adicionais à saúde aos já atribuídos nutrientes que contêm. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)11, de acordo com a resolução nº 18, de 30 de abril de 1999, alega que propriedade funcional é aquela relativa ao papel metabólico ou fisiológico que o nutriente ou não nutriente tem no crescimento, no desenvolvimento, na manutenção e em outras funções normais do organismo humano. Esse mesmo órgão descreve como alegação de propriedade de saúde aquela que afirma, sugere ou implica a existência de relação entre o alimento ou ingrediente e a doença ou condição relacionada à saúde.Os alimentos funcionais são definidos pelo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, chá verde, catequinas, obesidade, gasto energético, termogênese, perda de peso. e Periódicos Capes). A pesquisa de dados foi efetuada desde julho de 2005 e se estendeu até maio de 2006 buscando-se publicações disponíveis a partir do ano de 1990, inclusive. As buscas foram realizadas a partir de palavras-chave: ) ou exclusivamente para as Instituições de Ensino e Pesquisa (Este trabalho consiste em uma revisão da literatura sobre as catequinas presentes no chá verde e seus efeitos sobre o controle e a prevenção da obesidade. Tem como objetivo apresentar uma descrição dos estudos com o chá verde e/ou seus compostos bioativos relacionados à biologia celular, aos estudos experimentais e epidemiológicos associados ao metabolismo lipídico e à redução da gordura corporal. Foram incluídos todos os estudos publicados em inglês e português sendo excluídos os trabalhos publicados em outras línguas. A coleta de dados foi realizada utilizando-se os instrumentos de busca de artigos científicos disponíveis na Web para o público em geral (&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição química do chá e biodisponibilidade das catequinas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, contribuindo assim para uma coloração escurecida, além de lhe conferir sabor característico. Este tipo de chá é mais popular na América do Norte e Europa14-16. o qual é parcialmente fermentado, resultando em um chá verde-preto, tendo sua produção e o consumo acentuados na China; e o chá preto, cujo processo de fermentação é maior do que o do chá pode ser categorizado em três tipos: chá verde, o qual não sofre fermentação durante o processamento e deste modo retém a cor original de suas folhas, sendo amplamente consumido em países da Ásia; o chá  de, aproximadamente, 120mL/dia, perdendo apenas para a água como a bebida mais consumida no mundo12,13. Dependendo do nível de fermentação ou oxidação, o chá proveniente das folhas da Dentre os alimentos funcionais, o chá é uma bebida amplamente utilizada, apresentando um consumo mundial &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A composição das folhas do chá depende de uma variedade de fatores, incluindo clima, estação, processo utilizado na horticultura, além do tipo e idade da planta. O chá verde contém componentes polifenólicos, que incluem flavanóis, flavandióis, flavonóides e ácidos fenólicos, que totalizam cerca de 30% do peso seco das folhas. A maioria dos polifenóis do chá verde se apresentam como flavanóis, e dentre estes, predominam as catequinas13. As quatro principais catequinas do chá verde são (-)-epicatequina (EC), (-)-3-galato de epicatequina (GEC), (-)-epigalocatequina (EGC) e 3-galato de epigalocatequina (GEGC)12,17,18 (Figura 1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma típica bebida de chá verde, preparada em uma proporção de 1 grama de folhas para 100mL de água por 3 minutos de fervura, geralmente, contém cerca de 35-45 mg/100mL de catequinas e 6 mg/100mL de cafeína, dentre outros constituintes19. Hasler17 estimou que uma xícara de 240mL de chá verde contém cerca de 200mg de GEGC, o maior constituinte polifenólico do chá verde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.19, ou seja, uma quantidade considerável, quando comparada com o café, que dependendo da marca, do tipo e da forma de preparo pode resultar em ingestões de até 73mg de cafeína em uma xícara da bebida contendo, aproximadamente, 60 mL de volume19,23..21, no qual foram comparadas a atividade antioxidante e a biodisponibilidade das epicatequinas do chá com seus epímeros, os autores puderam concluir que a reação de epimerização não alterou significantemente a atividade antioxidante, a absorção e o metabolismo dos polifenóis do chá. O chá verde também contém uma quantidade que varia de 10 a 80mg de cafeína por xícara22, quantidade semelhante à citada por Balentine Cerca de 50% das catequinas presentes no chá são epimerizadas por tratamento térmico20. Em um estudo realizado por Xu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com relação à biodisponibilidade das catequinas, sabe-se que em humanos, a concentração de galato de epigalocatequina (GEGC) no plasma fica em torno de 1µM após 1 hora da ingestão de 6-12 copos (200mL cada) de chá verde20. Normalmente, os níveis plasmáticos de polifenóis são baixos apresentando-se em concentrações micromolares, o que sugere que a ingestão deva ocorrer várias vezes ao dia, em uma dieta fracionada, para possivelmente proporcionar um efeito benéfico à saúde24.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Função das catequinas no metabolismo lipídico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ensaios experimentais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre uma variedade de efeitos benéficos do chá verde, grande atenção tem sido dada à redução da gordura corporal25. Evidências sugerem que o extrato do chá verde contendo 25% de GEGC possa reduzir o apetite e aumentar o catabolismo de gorduras. As doses de chá verde que surtem tais efeitos variam largamente, mas tipicamente ficam em torno de 3 copos por dia, equivalente a, aproximadamente, 240 a 320mg de polifenóis21.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Choo25 estudou o efeito do chá verde no conteúdo de gordura e de proteína corporal, na ingestão alimentar, na digestibilidade e na energia despendida em ratos que foram alimentados com uma dieta hiperlipídica (30% de gordura). Os autores também avaliaram se os efeitos do chá estavam associados à ativação do β-adrenoreceptor e da termogênese no tecido adiposo marrom. Um dos grupos experimentais que recebeu alta concentração de gordura na sua dieta associada ao extrato aquoso de chá verde (ECV) na concentração de 20g/kg de dieta preveniu o incremento no ganho da gordura corporal sem afetar a ingestão energética e o peso corporal, quando comparado com o grupo controle, que recebeu dieta normolipídica. A administração simultânea de propranolol, um antagonista de β-adrenoreceptor, na concentração de 500mg/kg de dieta, inibiu o efeito supressor do chá verde em relação à gordura corporal e ao conteúdo protéico no tecido adiposo marrom. O autor concluiu que o efeito inibidor promovido pelo chá verde no ganho de gordura corporal em ratos com dieta contendo alto teor de gordura foi resultante, em parte, da redução na digestibilidade e do incremento da termogênese e do conteúdo protéico no tecido adiposo marrom pela ativação do β-adrenoreceptor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
antioxidante e no excesso de massa corporal em ratos durante a administração de uma dieta hiperenergética por 7 semanas. Um dos grupos experimentais recebeu as catequinas na quarta semana de experimento e ao final do tratamento esse grupo apresentou diminuição na concentração de colesterol total, triglicerídeos, LDL (lipoproteína de baixa densidade) e de gordura visceral..26 investigaram o efeito das catequinas do chá verde no metabolismo lipídico, no Em estudo semelhante, Chanadiri &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
). A atuação da GEGC nos diferentes parâmetros endócrinos pode ser explicada pelo seu efeito secundário na ingestão alimentar. Por exemplo, a diminuição na concentração de leptina circulante em ratos tratados com esta catequina poderia ter sido causada pela redução da gordura estocada, que se deu pela baixa ingestão alimentar. Portanto, a GEGC pode interagir especificamente com um componente, do receptor independentemente da via de controle do apetite, ou seja, da saciedade e, conseqüentemente, reduzir a ingestão alimentar.) e LH (foram submetidos a uma restrição alimentar, com recebimento diário de dieta padronizada, contendo 50% da quantidade consumida pelo grupo controle. Os resultados mostraram que injeções intraperitoneais contendo 15mg de GEGC causaram severa perda de peso, com valores em torno de 50%, tanto para ratos machos quanto para fêmeas em 2 a 7 dias de tratamento. Tais efeitos não foram encontrados quando se utilizou EC, GEC e EGC e quando a administração de GEGC foi suspensa, os animais readquiriram o peso perdido. Tal estudo também demonstrou uma redução nos níveis sangüíneos de leptina, insulina, IGF-I (. O desenho experimental baseou-se na oferta oral ou intraperitoneal de GEGC e/ou outras catequinas. Inicialmente, ratos da raça , os quais receberam ou não dieta alimentar restritiva, bem como ratos magros e obesos da raça .27 estudaram os efeitos agudos de galato de epigalocatequina - GEGC no sistema endócrino de ratos. Foram utilizados ratos machos e fêmeas da raça Kao &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
. Os autores atribuem a perda de peso corporal à redução do consumo alimentar, ao contrário do estudo de Choo25 descrito anteriormente, no qual não houve modificação na ingestão energética. de ambos os sexos um consumo alimentar 50 a 60% menor, comparado ao grupo controle. Efeitos similares foram observados em ratos machos obesos da raça Em relação ao efeito da GEGC na ingestão alimentar, foi encontrado em ratos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante destacar que o tratamento com GEGC por 7-8 dias diminuiu em 40-70% a gordura subcutânea e em 20-35% a gordura abdominal, porém a gordura epididimal não foi alterada nos ratos machos das duas raças estudadas. O efeito da GEGC do chá verde foi dose dependente e sexo e raça independentes. Já o efeito na perda de peso corporal, a mudança de nível hormonal e a ingestão alimentar dependeram da via de administração. Isto pode ser explicado por uma ineficiente absorção da GEGC, sugerindo uma interação desta com o alimento ou por ação direta da GEGC no trato gastrointestinal27.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
. A utilização de 200µM de GEGC levou ao aumento no consumo de oxigênio do TAM e a adição de 100µM cafeína apresentou efeito sinérgico com a GEGC. Porém, o tratamento apenas com cafeína não alterou o consumo de oxigênio..28, o tratamento com GEGC independentemente da cafeína, estimulou a termogênese em células de tecido adiposo marrom (TAM) de ratos Em estudo conduzido por Dulloo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.29 ofereceram a ratos adultos, durante 3 semanas, chá verde em substituição a água. Os ratos apresentaram redução do tecido adiposo sem alteração na massa corporal e no consumo alimentar. Os possíveis mecanismos celulares atribuídos foram diminuição da translocação do transportador de glicose GLUT-4 no tecido adiposo e aumento da glicólise no tecido muscular esquelético, além da supressão da expressão e/ou ativação da adipogênese relacionada a fatores de transcrição.Ashida &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.30 incubaram pré-adipócitos e adipócitos maduros por diferentes tempos e concentrações de GEGC. Os resultados mostraram que a catequina inibiu a adipogênese e causou apoptose em células adiposas maduras. Em adição, a GEGC inibiu de maneira dose-dependente o acúmulo de lipídeos nos pré-adipócitos. Esses resultados mostram que esta catequina pode atuar diretamente inibindo a diferenciação de pré-adipócitos e induzindo a apoptose em adipócitos maduros, podendo ser um importante adjuvante no tratamento da obesidade., por induzir apoptose. A fim de verificar se a principal catequina presente no chá verde, a galato de epigalocatequina (GEGC), promoveria inibição da adipogênese e induziria apoptose em adipócitos, Lin As catequinas do chá verde promovem diminuição de gordura corporal e inibem o crescimento de muitas células cancerosas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Quadro 1 estão descritos os principais mecanismos celulares atribuídos às catequinas do chá verde sobre o metabolismo lipídico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos com humanos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por dia contendo apenas 22mg de catequinas. Após o período de 12 semanas, a diferença na mudança de peso corporal, no índice de massa corporal, na circunferência da cintura, na massa de gordura corporal, nas pregas cutâneas, na área total de gordura e na área de gordura visceral entre o grupo que recebeu as catequinas em maior quantidade e o grupo controle, foi de 1,5%, 1,5%, 2,0%, 3,7%, 6,9%, 7,9% e 7,5% menores, respectivamente. Os autores deste estudo concluíram que o consumo da bebida contendo altas concentrações de catequinas inibe a peroxidação lipídica e promove alterações na concentração de LDL modificada por malondialdeído (LDL-MDA), um marcador para a doença cardiovascular aterosclerótica. O acúmulo de gordura corporal pode estar associado ao aumento da oxidação lipídica e é muito provável que um sistema redox possa estar envolvido neste processo. Além disso, a ingestão de catequinas reduziu a gordura corporal, sugerindo que as catequinas contribuem para a prevenção de várias doenças relacionadas ao estilo de vida, particularmente a obesidade. Esses achados sugerem que a regulação do sistema redox poderia influenciar o acúmulo de gordura corporal.por dia, contendo 690mg de catequinas provenientes do extrato do chá verde e o grupo controle ingeriu uma garrafa de chá .31, em um estudo duplo-cego controlado, examinaram 35 homens saudáveis, eutróficos e com sobrepeso, e buscaram provar a hipótese de se a ingestão diária de catequinas reduziria o percentual de gordura corporal, bem como verificar a relação entre LDL oxidada. Destes indivíduos, 17 ingeriram uma garrafa de cháNagao&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
32 analisaram os efeitos da combinação da ingestão de catequinas e do exercício físico regular na energia despendida em humanos. Quatorze homens saudáveis participaram do estudo e foram instruídos a seguir na íntegra a intensidade de exercícios diários recomendada, bem como não modificar sua dieta habitual. Sete indivíduos deste estudo receberam diariamente, por um período de dois meses, 500mL de uma bebida contendo 570mg de catequinas e os sete indivíduos restantes, considerados grupo controle, receberam uma bebida placebo. Os indivíduos foram submetidos a um treino físico de 5km por 30 minutos, três vezes por semana. A bebida foi ingerida por ambos os grupos, uma hora antes ou depois do treino físico. Após dois meses, os participantes foram submetidos à análise de calorimetria indireta, objetivando mensurar a energia expendida durante os dias em que não praticaram atividade física e os dias em que praticaram. Os pesquisadores concluíram que o gasto energético foi maior nos indivíduos independentemente da prática de atividade física, desde que fosse combinado à ingestão de catequinas, do que simplesmente pela atividade física isolada. Os autores explicaram que na combinação da ingestão das catequinas com exercícios físicos regulares, a utilização da gordura corporal como fonte de energia poderá ser maior, devido à estimulação do metabolismo lipídico no fígado ou no músculo esquelético, locais onde estão aumentadas as oxidações dos ácidos graxos livres.Ota &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.33 também puderam concluir que a bebida contendo as catequinas do chá foi eficaz na redução da gordura corporal. O consumo das bebidas por 12 semanas consecutivas se mostrou seguro para pessoas que estejam acima do peso e que desejam reduzir os riscos de desenvolverem desordens como diabetes e dislipidemia..33, 195 indivíduos consumiram durante 12 semanas, uma bebida (250mL/garrafa) contendo catequinas. O objetivo do estudo foi avaliar a redução da gordura corporal, bem como a segurança de sua utilização por este período em indivíduos eutróficos e com sobrepeso. Os indivíduos que consumiram 3 garrafas de bebida placebo (41,1mg/dia de catequinas) eram considerados grupo controle. Outro grupo, considerado de baixa dose de ingestão, recebeu uma garrafa de bebida contendo catequinas no café da manhã e no jantar e 1 garrafa de bebida placebo no almoço, totalizando 3 garrafas ao dia (444,3mg/dia de catequinas); e por último, o grupo considerado de alta dose de ingestão recebeu 3 garrafas da bebida contendo catequinas em todas as refeições (665,9mg/dia de catequinas). Os resultados do estudo revelaram significante decréscimo no peso corporal, no IMC, na circunferência da cintura e na relação cintura quadril em ambos os grupos que ingeriram baixas e altas doses de catequinas. A medida da cintura indicou significante decréscimo na área total de gordura, bem como na área de gordura visceral, em ambos os grupos. Além de encontrarem significante redução de colesterol total e do LDL nos grupos que receberam baixas e altas doses de catequinas, Kajimoto Em estudo de Kajimoto &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.34 avaliaram, em homens jovens eutróficos, se o extrato do chá verde, devido ao alto conteúdo de cafeína e catequina, poderia aumentar a energia despendida durante 24 horas e a oxidação de gorduras. O desenho experimental preconizou que cada indivíduo deveria passar 24 horas em uma câmara respiratória, em três momentos diferentes, tendo os participantes sido aleatoriamente escolhidos para receber um dos três tratamentos orais, que consistia na oferta de cápsulas contendo 50mg de cafeína e 90mg de GEGC, ou somente 50mg de cafeína, ou placebo constituído de celulose. Durante todo o período do estudo, cerca de 5 a 6 semanas, os indivíduos foram submetidos a uma dieta para a manutenção de peso, que consistiu de 13% de proteína, 40% de gorduras e 47% de carboidratos. A energia despendida, os graus de oxidação de proteínas, gorduras e carboidratos, o quociente respiratório e a excreção de nitrogênio urinário foram monitorados por cada 24 horas de permanência na câmara respiratória.Dulloo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados do estudo descrito acima mostraram um significante aumento de 4% na energia despendida em 24 horas e um significante decréscimo no quociente respiratório de 0,88 para 0,85, durante as 24 horas. Não ocorreu mudança na concentração de nitrogênio urinário e a excreção urinária de norepinefrina durante 24 horas foi maior durante o tratamento com o extrato do chá verde do que com o placebo. Observaram também que a oferta de cafeína isolada não apresentou qualquer efeito nos parâmetros analisados. Os autores concluíram que o chá verde possui propriedades termogênicas e promove a oxidação de gordura. Portanto, o extrato de chá verde pode apresentar um controle da composição corporal, via ativação simpática da termogênese e oxidação de gordura, ou por ambas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.34 complementam que, devido ao importante papel do sistema nervoso simpático e seu neurotransmissor norepinefrina no controle da termogênese e na oxidação de gorduras, é compreensível que as catequinas, pela inibição da COMT, resultem em um aumento do efeito da norepinefrina, potencializando a oxidação de gorduras pela ativação da termogênese.-metiltransferase (COMT), enzima responsável pela degradação da norepinefrina, reduzindo, assim, as suas concentrações nas junções sinápticas e sua interação com adrenoreceptores. Dulloo .35, o chá verde é rico em flavonóides e vários de seus polifenóis, como as catequinas e seus metabólitos, podem inibir a catecol-Segundo Chen &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.36 foi investigado se o chá verde poderia auxiliar na manutenção do peso corporal a partir da prevenção ou limitação no ganho de peso após perda ponderal de 5% a 10% em indivíduos com sobrepeso e obesidade moderada. Foram avaliados 104 indivíduos adultos, com IMC entre 25 e 35Kg/m2. O consumo habitual de cafeína poderia afetar a eficiência da administração do chá verde; para tanto o nível de consumo de cafeína foi dividido em alto consumo (&amp;gt;300mg/dia) ou baixo consumo (&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.36 puderam observar que, no período em que ocorreu redução de peso corporal, os indivíduos de ambos os grupos perderam, em média, 6,4kg ou 7,5% de seu peso corporal inicial. Essa perda consistiu de 4,0kg de massa gorda e 2,4kg de massa livre de gordura. A circunferência da cintura e a energia gasta em repouso diminuíram durante a perda de peso, bem como o quociente respiratório, indicando um aumento na oxidação de gordura. Não foram observadas mudanças significantes entre os dois grupos, em relação ao nível de atividade física e ao total de energia expendida. Os níveis plasmáticos de glicose, triglicerídeos e leptina diminuíram, enquanto, Kovacs β-hidroxibutirato, ácidos graxos não esterificados e glicerol aumentaram conforme ocorreu a perda de peso. Sendo assim, não foram observadas diferenças entre os dois grupos durante o período de manutenção de peso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.34.36 não observaram os efeitos esperados do chá verde na energia despendida e na oxidação de gordura, como foi observado no estudo de Dulloo.34. Entretanto, Kovacs .36 utilizaram em seus experimentos doses diárias de 573mg de catequinas, das quais 323mg eram de GEGC; utilizaram também o mesmo número de administrações, o mesmo período de tempo e a mesma via de administração, que as utilizadas por Dulloo Kovacs &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e preto) poderia modificar o percentual e a distribuição de gordura corporal total em humanos. Após responderem um questionário estruturado com perguntas sobre hábitos alimentares, tabagismo, atividade física, entre outros, além de perguntas sobre o consumo dos chás, como: tipo, freqüência, quantidade, período e maneira de consumo, os indivíduos também foram submetidos à aferição de altura, peso, circunferências da cintura e do quadril. Os indivíduos que tinham o hábito de tomar chá apresentaram menor percentual de gordura corporal e razão cintura-quadril do que os que não possuíam este hábito. Em geral, pessoas que tinham o hábito de consumo de chá por mais de 10 anos e quantidades diárias de ingestão de, aproximadamente, 435mL apresentaram redução de 19,6% de gordura corporal e 2,1% de razão cintura-quadril, quando comparados com os que não faziam um consumo habitual. Portanto, o consumo habitual de chá por longo período pode influenciar o metabolismo lipídico e pode apresentar uma relação inversa com o percentual e a distribuição de gordura corporal em homens e mulheres adultos. Segundo os autores, a lipólise foi modulada pela ação contra reguladora da insulina e catecolamina. A atividade lipolítica induzida por catecolamina foi maior na gordura visceral, comparada com a gordura periférica subcutânea. Desta maneira, o efeito estimulador do sistema nervoso simpático associa-se a variações no conteúdo e na distribuição da gordura corporal. Sabe-se que as catequinas presentes no chá promovem a atividade da catecolamina e o tônus simpático, contribuindo para mudanças favoráveis na distribuição da gordura abdominal. Esses achados indicam que o consumo desse chá pode ser utilizado para ocasionar uma perda de peso saudável. Uma das limitações encontradas neste estudo foi o fato de a classificação do consumo habitual do chá ter sido avaliada por meio de um questionário e não diretamente pela mensuração das catequinas.37 investigaram, a partir de um estudo epidemiológico utilizando 1103 indivíduos, se o consumo habitual de chás (verde, Wu &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Quadro 2 observa-se um resumo contendo a quantidade, o período e as principais conclusões dos estudos apresentados nesta revisão com relação ao uso de catequinas presentes do chá verde em seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benefícios do chá verde à saúde&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vários estudos recentes, além de revelarem o papel do chá verde na diminuição de gordura corporal, têm atribuído também uma série de benefícios à saúde a esta bebida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.38 observaram, em ratos hipertensos propensos a desenvolverem derrame, o efeito protetor dos polifenóis dos chás preto e verde e constataram que os polifenóis destes chás atenuaram o desenvolvimento da hipertensão arterial. Tais efeitos, provavelmente se deram pelas propriedades antioxidantes das catequinas. Já é sabido que o estresse oxidativo está envolvido não somente com doenças cardiovasculares, mas com a hipertensão arterial. Estudos epidemiológicos indicaram que o consumo de chá leva à redução na pressão sangüínea. Um dos mecanismos propostos nessa linha de discussão refere-se à atuação dos polifenóis, das catequinas e dos flavonóis presentes no chá como eliminadores de espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico, bem como quelantes de metais de transição. Outro mecanismo regulatório associado à contração do músculo liso é a fosforilação/defosforilação da cadeia leve da miosina e a atividade da enzima catalase, um varredor específico de peróxido de hidrogênio.Negishi &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vinson &amp;amp; Dabbagh39 compararam o efeito da suplementação dietética de chá verde e chá preto nos níveis e na oxidação de lipídios plasmáticos de hamsters que receberam dieta normal e com alto teor de colesterol. Observaram que as duas bebidas diminuíram os fatores de risco para doenças cardiovasculares em animais normais e hipercolesterolêmicos. Neste estudo ainda foi enfatizado que, se fossem consumidas catequinas em quantidades equivalentes a 4 a 7 xícaras por dia, elas apresentariam efeito hipolipidêmico, antioxidante e possivelmente fibrinolítico e deste modo, produziriam o mecanismo pelo qual se explicariam os benefícios do chá para as doenças cardíacas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
40 compararam em ratos, cuja dieta era hipolipídica, os efeitos das catequinas ricas em (-)-GEC, (-)-GEGC, (-)-GC e (-)-GGC. Tais autores observaram que independentemente do processamento térmico, as catequinas impediram a hipertrigliceridemia pós-prandial, provavelmente por diminuir a capacidade ou velocidade de absorção dos triglicerídeos no intestino pela inibição direta da lipase pancreática. A hipertrigliceridemia pós-prandial é um fator de risco para a doença coronariana e os resultados obtidos sugerem que as catequinas que apresentam os grupamentos galoil podem prevenir tal doença.As catequinas do chá verde, já citadas anteriormente, como: EC, EGC, GEC e GEGC podem ser epimerizadas durante o tratamento térmico a catequinas (C), galocatequinas (GC), galato de catequina (GC) e galato de galocatequina (GGC) em dislipidemias. Ikeda &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.41 investigaram se o extrato de chá verde poderia ser utilizado para inibir a absorção intestinal de colesterol em ratas ovarectomizadas e se afetaria a absorção de Löest α-tocoferol e ácidos graxos. Os achados revelaram que o extrato de chá verde contendo de 42,9 a 120,5mg de catequinas, pode diminuir significantemente a absorção intestinal de colesterol e α-tocoferol. Contudo, estudos adicionais devem ser realizados para delinearem os mecanismos precisos, além de identificarem os constituintes ativos, incluindo catequinas e cafeína deste extrato, que influenciariam a absorção de lipídios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.42 avaliaram em indivíduos, a farmacocinética de flavanóis do chá e seu efeito antioxidante no plasma, 8 horas após o consumo de chá verde, chá preto e suplemento de extrato de chá verde. Os resultados revelaram uma melhor absorção dos flavanóis e um significante incremento na atividade antioxidante no plasma, quando os polifenóis do chá foram administrados na forma de suplemento em cápsula, quando comparado com a infusão. Concluíram, então, que a formação de metabólitos de flavanóis possa ter contribuído para o efeito antioxidante e que o suplemento do extrato de chá verde manteve os efeitos benéficos dos chás verde e preto.Henning &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, devem-se levar em consideração os possíveis efeitos adversos decorrentes da utilização do chá verde, conforme o descrito abaixo, por longos períodos ou acima das doses recomendadas, que fica em torno de 4-6 xícaras por dia43.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efeitos adversos atribuídos ao chá verde&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.44, a cafeína pode gerar efeitos como insônia e complicações gastrointestinais. Apesar de não existirem evidências de que a ingestão de cafeína em doses moderadas (~300mg/dia) seja prejudicial à saúde de um indivíduo normal, esta substância vem sendo continuamente estudada, pois persistem muitas dúvidas e controvérsias quanto aos seus efeitos adversos à saúde43,44. Alguns estudos recomendam que sua ingestão diária seja em doses moderadas (até 300mg/dia)45..22 relataram que o consumo, por 5 anos, de chá obtido diariamente de 65g de folhas, pode levar à disfunção hepática, a problemas gastrointestinais como constipação e até mesmo, à diminuição do apetite, insônia, hiperatividade, nervosismo, hipertensão, aumento dos batimentos cardíacos e irritação gástrica. Os autores ainda complementam que altas doses podem causar efeitos adversos significantes pelo conteúdo de cafeína, especificamente palpitações, dor de cabeça e vertigem. Segundo Shlonsky Entre os efeitos adversos do chá verde, Bartels &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A American Dietetic Association43 sugere o consumo de 4-6 xícaras de chá verde ao dia, a fim de obter os efeitos benéficos do chá verde à saúde, como na prevenção de certos tipos de câncer. A forma de preparo também deverá ser considerada, devendo-se esquentar a água até pouco antes da ebulição e despejá-la nas folhas de chá bem devagar e do alto, o que ajuda na redução do processo oxidativo. A infusão deverá ficar abafada por um período de 2-3 minutos. O armazenamento por longo tempo também não é recomendado, pois ocorre perda dos compostos fenólicos. A proporção de água e ervas deve ser a seguinte: para cada litro de água, quatro colheres de sopa de erva fresca ou duas colheres de erva seca. Outra sugestão é que deve ser consumido entre as refeições para não interferir na biodisponibilidade de nutrientes provenientes das grandes refeições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A redução de gordura corporal tem sido relatada como fator importante para a melhora do quadro de obesidade, e dentre os fatores envolvidos neste processo, a utilização do chá verde tem se mostrado de grande utilidade. Os possíveis efeitos benéficos do consumo do chá verde para a saúde têm sido sugeridos em alguns estudos experimentais e epidemiológicos. O mecanismo pelo qual o chá verde possa diminuir o percentual de gordura corporal ainda não está elucidado, porém existem várias hipóteses, conforme apresentadas nesta revisão. Adicionalmente, ainda não existe um consenso quanto à dose e ao modo de administração ideais da utilização deste tipo de chá/suplemento para o tratamento ou a prevenção de obesidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com relação ao desenvolvimento de estudos com chá verde pode-se encontrar algumas dificuldades metodológicas. Como exemplo, se o trabalho envolver seres humanos pode apresentar alguns fatores de confusão, como ingestão de diferentes fontes de lipídeos e de cafeína, estilo de vida, dentre outros. A maior discussão envolvendo estudo com animais refere-se às doses de catequinas oferecidas, normalmente maiores do que as utilizadas em humanos que consomem o chá. Diante do exposto, afirma-se que tal assunto merece intensa investigação científica. Novas metodologias em nutrição estão sendo desenvolvidas, como, por exemplo: estudo com genes e transdução de sinais pela nutrigenômica e proteômica. Adicionalmente, estudos com novos alimentos e caracterização de compostos bioativos ainda pouco explorados ou inéditos podem ser conduzidos no chá verde, em outros tipos de chá e em outros alimentos funcionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, com o objetivo de obter redução de gordura corporal torna-se importante aliar o consumo do chá verde a um plano alimentar equilibrado, além da prática freqüente de atividade física, consideradas condutas favoráveis para acelerar o metabolismo energético.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/4218712397732208096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/4218712397732208096' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/4218712397732208096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/4218712397732208096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2012/01/aspectos-funcionais-das-catequinas-do.html' title='Aspectos funcionais das catequinas e sua relação com a redução da gordura'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlfVupoup7T8nUPVF8Nekrif82v0BAqCfhj2BC8rqc0ymPLlPQe1wI93MsPWMQ38gl6uf3ektLcDsiNP0RXMkVYVfZ84RZF46n_HyvbOK57f6MHPJlJsvrt6aLGnSkNabY_Me9NTKmjno/s72-c/03705174900.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-7137203169874230597</id><published>2012-01-13T04:20:00.005-02:00</published><updated>2012-01-14T04:56:43.841-02:00</updated><title type='text'>Ingestao de cha verde e oxidacao de gordura</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlfVupoup7T8nUPVF8Nekrif82v0BAqCfhj2BC8rqc0ymPLlPQe1wI93MsPWMQ38gl6uf3ektLcDsiNP0RXMkVYVfZ84RZF46n_HyvbOK57f6MHPJlJsvrt6aLGnSkNabY_Me9NTKmjno/s1600/03705174900.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;392&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlfVupoup7T8nUPVF8Nekrif82v0BAqCfhj2BC8rqc0ymPLlPQe1wI93MsPWMQ38gl6uf3ektLcDsiNP0RXMkVYVfZ84RZF46n_HyvbOK57f6MHPJlJsvrt6aLGnSkNabY_Me9NTKmjno/s640/03705174900.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RESUMO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antecedentes: o consumo de chá verde é associada com vários relatos de promoção da saúde propriedades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo: Nós investigamos os efeitos da ingestão aguda do extrato de chá verde (GTE) sobre a tolerância à glicose ea oxidação de gordura durante o exercício de intensidade moderada em seres humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Design: Dois estudos foram realizados, ambos com um desenho cruzado contra-balanceada.  O 2No período de 24 h antes dos ensaios experimentais, os participantes ingeriram cápsulas contendo três ou GTE (total: 890 ± 13 mg de polifenóis e 366 ± 5 mg EGCG) ou um placebo de farinha de milho (total: 1729 ± 22 mg). max) antes e após a suplementação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resultados: As taxas médias de oxidação de gordura foram 17% maior após a ingestão de GTE que após a ingestão de placebo (0,41 ± 0,03 e 0,35 ± 0,03 g / min, respectivamente; PA área sob a curva de insulina diminuiu em ambos os GTE e ensaios placebo (3.612 ± 301 e 4280 ± 309 μIU / dL · 120 min, respectivamente;  P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conclusões: a ingestão GTE aguda pode aumentar a oxidação das gorduras durante o exercício de intensidade moderada e pode melhorar a sensibilidade à insulina e tolerância à glicose em homens jovens saudáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-chave: catequinas do chá • • metabolismo do substrato oral-teste de tolerância à glicose • intensidade moderada de exercício • homens&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prevalência da obesidade está alcançando proporções epidêmicas em muitos países ocidentais, com dados publicados recentemente sugerindo que, em alguns estados dos Estados Unidos, a prevalência da obesidade é&amp;gt; 30%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chá verde contém uma classe de flavonóides polifenólicos conhecidos como catequinas, as quais compreendem epigalocatequina galato (EGCG), epicatequina galato, epigalocatequina e galocatequina; EGCG é pensado para ser o mais farmacologicamente ativa das catequinas. 1 - 4EGCG é um conhecido inibidor da enzima catecol  ). O -metiltransferase ( 5 ), que degrada a noradrenalina, e, portanto, EGCG podem exercer um efeito regulador sobre ativação simpática e lipólise.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a maioria dos estudos com o chá verde têm sido realizados em modelos animais, Dulloo et al ( 6 ) mostrou que, em homens jovens saudáveis, um efeito semelhante pode ser observada com a ingestão GTE aguda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante exercícios de intensidade moderada, EE é várias vezes maior do que durante o repouso, e as taxas de oxidação absoluta lipólise e gordura também são mais elevados ( 7 , 8 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dos efeitos sobre o metabolismo da gordura, GTE podem ter um efeito sobre a tolerância à glicose ea sensibilidade à insulina. nove ). -1 · d -1 por 3 semanas, a sensibilidade à insulina aumentada ( 10 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa hipótese é que a ingestão aguda de GTE vai aumentar oxidação de gordura durante o exercício e vai melhorar a tolerância à glicose em homens jovens saudáveis.O primeiro estudo apresentado neste relatório (estudo A) investigou se a ingestão aguda de GTE podem aumentar as taxas de oxidação de gordura durante exercícios de intensidade moderada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SUJEITOS E MÉTODOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Participantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do sexo masculino Doze participantes [  ± SD idade: 26 ± 2 y; peso: 75,1 ± 3,2 kg, índice de massa corporal (IMC, em kg / m 2 ); 23,9 ± 0,8; consumo máximo de oxigênio (  O 2 max): 50,9 ± 2,1 mL · kg -1 · min -1 ] foram recrutados para o estudo A. Um adicional de 11 participantes do sexo masculino (idade: 23 ± 2 y; peso: 77,7 ± 4,5 kg; IMC: 24,1 ± 1,1;  O 2 max: 52,0 ± 2,8 mL · kg -1 · min -1 ) foram recrutados para o estudo B. Todos os participantes eram saudáveis de acordo com resultados de um questionário de saúde geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os participantes assinaram consentimento informado para participar no estudo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Testes preliminares&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
, pelo menos, 1 semana antes do primeiro teste experimental, todos os participantes realizaram uma prova de esforço incremental, em um cicloergômetro eletronicamente travado (Lode Excalibur Sport, Groningen, Holanda), para a exaustão voluntária. Wpor 3 min e aumentou seus esforços em passos incrementais de 35 W a cada 3 min até atingir a exaustão. W max foi calculada usando a seguinte equação ( 11): &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
( 1) onde W fora é a potência de saída da última etapa concluída, e t é o tempo (em s) passou na fase final. W max foram usados para determinar a carga de trabalho (50% Wmax) utilizados nos ensaios experimentais para o estudo mais tarde medições de gases A. respiratória foram feitas usando a técnica do saco de Douglas, o consumo de oxigênio (  O 2 ) e produção de dióxido de carbono foram calculados usando equações padrão ( 12 ).  O 2 foi considerado máximo, se 2 dos 3 seguintes condições foram atendidas: 1 ) uma estabilização de  O 2 com mais cargas de trabalho cada vez maior (um aumento de ≤ 2 mL · kg -1 · min -1 ); 2 ) HR um prazo de 10 batimentos / min da idade máxima prevista (220 bpm - idade), e 3 ) uma relação de troca respiratória de&amp;gt; 1,05.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desenhos de estudo geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
em um desenho cruzado contra-balanceada, cada participante completou 2 dias de prova separados por ≥ 1 semana. W max; B em estudo, cada participante foi submetido a duas OGTTs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dieta e conteúdo da cápsula&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As cápsulas foram ingeridas com almoço e jantar no dia antes do julgamento e na parte da manhã, ≥ 1 h antes do julgamento.No período de 24 h antes do primeiro julgamento, os participantes foram convidados a produzir um diário alimentar, o que foi replicado antes do segundo julgamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quantidade de GTE contida em cada cápsula é equivalente a 3,5 ≍ xícaras de chá verde. O GTE (healthspan, St Peter Port, Reino Unido) consistia de um GTE padronizados (total de 340 polifenóis mg e 136 mg EGCG), maltodextrina, celulose microcristalina, croscarmelose de sódio, ácido esteárico, dióxido de silício, estearato de magnésio (origem vegetal), revestimento de celulose hydroxypropylmethyl, e glicerina (origem vegetal). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Protocolo experimental &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Estudo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantivemos a patente cateter através de lavagem com solução salina isotônica 2-3 mL (0,9%; Baxter, Norfolk, Reino Unido) após cada coleta de amostra de sangue. Os participantes, então, montado a bicicleta ergométrica, e uma amostra de sangue de repouso (5 mL) foi coletado em tubos contendo EDTA (Becton Dickinson) e armazenadas em gelo por centrifugação mais tarde. A flexíveis de calibre 20 cateter de teflon (Venflon; Becton Dickinson, Plymouth, Reino Unido) foi, então, inseridos em uma veia antecubital. Todos os participantes se apresentaram no Laboratório de Performance Humana entre 0700 e 0900 após um jejum de 10 h durante a noite e ter evitado o exercício extenuante, álcool e bebidas com cafeína, nos últimos 24 h. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudo B&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantivemos a patente cateter através de lavagem com solução salina isotônica 2-3 mL (0,9%; Baxter) após cada coleta de amostra de sangue e em 75 e 105 min. Uma amostra de sangue de repouso (5 mL) foi levado, imediatamente após o qual os participantes ingeriram uma bebida de glicose 25% composta de 75 g de glicose fez com água até um volume de 300 mL (Meritose-200; Amylum UK Ltd, London, Reino Unido ). A flexíveis de calibre 20 cateter de teflon (Venflon; Becton Dickinson) foi, então, inseridos em uma veia antecubital. Todos os participantes relataram para o Laboratório de Performance Humana entre 0700 e 0900 após um jejum de 10 h durante a noite e ter evitado o exercício extenuante, álcool e bebidas com cafeína, nos últimos 24 h. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Variáveis de sangue&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os tubos foram centrifugados a 1.700 x gSe for o caso a glicose plasmática, (Glucose HK; ABX Diagnostics, Galinhos, Reino Unido), livre FAs [(FFA) NEFA-C; Wako Chemicals, Neuss, Alemanha], e glicerol (Raisio Diagnostics UK Ltd, Worksop, Reino Unido) foram analisadas em um analisador COBAS MIRA semi-automático (La Roche, Basel, Suíça).  por 10 min a 4 ° C. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cálculos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Estudo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De a taxa de produção de dióxido de carbono e  O 2 (L / min), carboidratos totais e as taxas de oxidação de gordura (g / min) foram calculados usando as seguintes equações estequiométricas de Jeukendrup e Wallis ( 13 ), trabalhando sob a suposição que a oxidação de proteínas durante o exercício é insignificante: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
( 2) e &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
( 3)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudo B&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a partir do plasma glicose e concentrações de insulina sérica durante o TOTG de 2 h, o corpo inteiro índice de sensibilidade à insulina (ISI) foi calculado usando a seguinte equação de Matsuda e DeFronzo ( 14 ): &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(4) FPG, onde é a concentração de glicose em jejum, FPI é a concentração sérica de insulina em jejum, e 10 000 representa uma constante que permite que os números variam entre 1 e 12 a serem obtidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Análise estatística&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Variáveis de sangue ao longo dos ensaios experimentais foram comparados usando a 2 fatores (tempo A análise dos dados foi realizada usando SPSS para Windows (versão 12.0.1, SPSS Inc, Chicago, IL). x trial) análise de medidas repetidas de variância. t testes compararam a contribuição do substrato para EE total, as áreas sob a curva (AUC) para glicose e insulina, eo ISI nos ensaios diferentes. P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RESULTADOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um estudo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carga de trabalho e intensidades de exercício&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A carga de trabalho de 50% W máx (133 ± 7 W ) usados durante os ensaios de 30 minutos de exercício provocou uma média absoluta  O 2 de 2300 ± 99 e 2351 ± 94 mL / min para o placebo e ensaios GTE , respectivamente.  O 2 max) e EE (11,35 ± 0,48 e 11,57 ± 0,45 kcal / min) entre os ensaios no grupo placebo e ensaios GTE, respectivamente, não diferiram significativamente . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oxidação de carboidratos e gordura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ingestão de GTE aumento de corpo inteiro oxidação de gordura significativamente mais do que a do placebo (0,41 ± 0,03 e 0,35 ± 0,03 g / min, respectivamente; P ; Figura 1A). .P aumentar P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
. FIGURA 1 Média (± SEM) oxidação de gordura medido a cada 10 minutos no placebo (PLA) (•) e extrato de chá verde (GTE) (○) ensaios (A) e contribuição de substrato (□, gordura, carboidratos ▪) ao total gasto de energia ao longo do período de 30 min no PLA e ensaios exercício GTE (B). n = 12. t de teste (B). P P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metabólitos do plasma e insulina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos do tempo e suplementação com ou sem GTE em plasma glicose, insulina, FFAs e glicerol pode ser visto na Figura 2. ; P P P = 0,06 para efeito principal de julgamento; Figura 2C). P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FIGURA 2. Média (± SEM) nas concentrações plasmáticas de glicose (A), a insulina (B), ácidos graxos livres (FFA) (C), e glicerol (D) ao longo do período de 30 min em ambos os placebo ( •) e extrato de chá verde (○) Ensaios exercício. nFigura 2D  = 12. indica que houve um efeito principal do julgamento: ou seja, as concentrações plasmáticas de glicerol foram significativamente ( P&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudo B&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não houve diferenças significativas na glicemia de jejum (5,04 ± 0,08 e 5,12 ± 0,08 mmol / L) ou insulina sérica (8,16 ± 1,53 e 7,93 ± 1,40 μIU / mL) entre as concentrações de ensaios no grupo placebo e ensaios GTE, respectivamente. P Figura 3 Efeitos A) e tempo também e julgamento de insulina sérica (P&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FIGURA 3. Média (± SEM) de glicose de plasma (A) e insulina (B) as concentrações no placebo (PLA) (○) e extrato de chá verde (GTE) (○) e ensaios a área sob a curva (AUC) para glicose (C) e insulina (D) ao longo de um 2-h teste oral de tolerância de glicose no 2 ensaios. n = 11.t testes (C e D). P P &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A AUC para glicose plasmática (Figura 3C ) não diferiu entre os estudos, no entanto, a AUC de insulina sérica foi de 15 ± 4% menores durante o julgamento GTE do que durante o placebo (3.612 ± 301 e 4280 ± 309 μIU / mL · 120 min, respectivamente; P P Figura 4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DISCUSSÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estudo observou uma contribuição de 17% maior de gordura para EE total durante exercícios de intensidade moderada quando GTE foi ingerido placebo do que quando foi ingerida. O estudo aqui relatado é o primeiro a mostrar que o GTE pode aumentar a oxidação das gorduras durante o exercício de intensidade moderada ciclismo em homens jovens saudáveis. 6Segundo, a evidência sugere que, durante o exercício em jejum, a cafeína pode aumentar a oxidação de gordura (  ). 15 , 16 ). 8 , 17 -19 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredita-se que GTE exerce seus efeitos sobre a oxidação de gordura através da inibição da catecol O -metiltransferase ( 5 , 6A maiores concentrações plasmáticas de glicerol visto durante o julgamento GTE do que durante o placebo no presente estudo mostraram, ainda que indirectamente, que o GTE pode aumentar a lipólise. ), uma enzima que degrada a noradrenalina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de dirigir adrenérgicos, a insulina é um regulador conhecido (ou seja, inibidor) da lipólise ( 20Assim, descartar este mecanismo potencial, porque a quantidade de farinha de milho ingerida foi mínima (1,5 g), e nem de glicose em jejum, nem concentrações de insulina diferiu significativamente entre os ensaios. ), e que poderia ser concebido que, durante o placebo, a farinha de milho pode ter elevado de glicose no plasma, que resultou na liberação de insulina e que acaba por inibir a lipólise. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lipólise durante o exercício de baixa intensidade desta natureza não é pensado para limitar a oxidação de gordura ( 21 ), e pode ser que GTE tem efeitos adicionais sobre o metabolismo lipídico. 1 ). 2 ), e, assim, poderia aliviar a inibição sobre e aumentar a atividade da carnitina palmitoil transferase 2No entanto, as manipulações da dieta que elevam plasma FA pode-regular-se muitos genes que codificam para proteínas envolvidas no metabolismo da gordura (  . 22 ). 23 ) incubadas L1-adipócitos 3T3 em um meio contendo diferentes concentrações de EGCG por 15 min e observou uma inibição da enzima acetil CoA carboxilase. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em paralelo com este, o aumento da ligação da insulina-receptor de membrana dos adipócitos e GLUT teor de proteínas foram observados 4 ( Quando esses ratos foram suplementados com GTE, além de frutose por 12 semanas, eles se tornaram mais sensíveis à insulina.O presente estudo também mostrou que a ingestão de GTE podem aumentar a sensibilidade à insulina em 13% e, portanto, pode reduzir a resposta de insulina a uma carga de glicose em 15%. 9 , 24 ). 25 ), a primeira etapa de insulina estimulou a captação de glicose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metabólitos, tais são conhecidos por interferir com a insulina cascata de sinalização através da ativação de isoformas novela da proteína quinase C (nPKC β e θ) ( Um outro mecanismo pelo qual GTE poderia aumentar a tolerância à glicose pode ser o particionamento de lipídios à oxidação, em vez de armazenamento. 26 , 27 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em conclusão, a ingestão aguda de chá verde pode aumentar a oxidação das gorduras durante o exercício de intensidade moderada, possivelmente através de um aumento da lipólise e, portanto, uma maior disponibilidade de gordura como combustível.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/7137203169874230597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/7137203169874230597' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/7137203169874230597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/7137203169874230597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2012/01/ingestao-de-cha-verde-e-oxidacao-de.html' title='Ingestao de cha verde e oxidacao de gordura'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlfVupoup7T8nUPVF8Nekrif82v0BAqCfhj2BC8rqc0ymPLlPQe1wI93MsPWMQ38gl6uf3ektLcDsiNP0RXMkVYVfZ84RZF46n_HyvbOK57f6MHPJlJsvrt6aLGnSkNabY_Me9NTKmjno/s72-c/03705174900.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-4262990962308801135</id><published>2010-05-28T01:04:00.002-03:00</published><updated>2012-01-14T05:05:24.566-02:00</updated><title type='text'>Receptores Beta-Adrenérgicos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJJr0U4yE9_y52FwqykbAlpmLc8-U1KRnJpRTk0J9MhwzFYSF-5VbZERykqOc9z5LY6NXXkjgEgaHO6JGhnexZ8kQd-XAgr7vUagLqxcn_nul-d9XWMp5VvFVOxwOm9alOy3CJrF4UN4k/s1600/abs2-300x300.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJJr0U4yE9_y52FwqykbAlpmLc8-U1KRnJpRTk0J9MhwzFYSF-5VbZERykqOc9z5LY6NXXkjgEgaHO6JGhnexZ8kQd-XAgr7vUagLqxcn_nul-d9XWMp5VvFVOxwOm9alOy3CJrF4UN4k/s1600/abs2-300x300.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Receptores Beta Adrenérgicos, perder gordura de forma saúdavel e Anabolismo (no bom sentido) como as coisas funcionam – (salbutamol, franol) – um meio de ficar em forma, definir, para quem leva a sério&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os mais variados fármacos usados para a queima de gordura, os chamados “fat burners” (clembuterol, salbutamol, efedrina), agem através de uma mesma via: a ativação dos receptores beta-adrenérgicos. Essa ativação resulta em lipólise e termogênese, levando ao objetivo procurado.&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;more-12&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1) Receptores Beta-Adrenérgicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os receptores beta-adrenérgicos possuem três subtipos (1, 2, 3) e todos estão ligados à uma proteína Gs (estimulatória) que, ao ser estimulada, ativa a enzima adenilato-ciclase, levando ao acúmulo de AMPc, à ativação de proteinocinases dependentes de AMPc e à alteração da função de diversas proteínas intracelulares em consequência de sua fosforilação. Além disso, a Gs pode aumentar diretamente a ativação dos canais de Ca2+ sensíveis a voltagem da membrana plasmática. A proteinocinase dependente de AMPc (proteinocinase A) é o principal receptor intracelular de AMPc.&lt;br /&gt;
A sua ativação provoca a fosforilação de diversas proteínas celulares, produzindo as respostas típicas dos receptores beta-adrenérgicos(1). Por exemplo, a proteinocinase A fosforila e ativa a lipase dos triglicerídeos no tecido adiposo, levando ao aumento da liberação de ácidos graxos livres e maior suprimento de substrato para o metabolismo oxidativo(1). No coração, a estimulação desses receptores leva a respostas inotrópicas (força de contração) e cronotrópicas (frequência cardíaca) positivas(1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img154.imageshack.us/img154/7521/betahq0.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img97.imageshack.us/img97/2492/beta1cw6.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;1.1) Resistência dos Receptores&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;A exposição de células e tecidos aos agonistas adrenérgicos causa uma diminuição progressiva na sua capacidade de responder a tais agentes, fenômeno denominado dessensibilização. Isso limita significantemente a eficácia e a duração dos agentes adrenérgicos(1). Há evidências de vários pontos de regulação da resposta, inclusive em receptores, proteína G, adenilatociclase e fosfodiesterases dos nucleotídeos cíclicos. Nos casos onde a dessensibilização limita-se às ações dos agentes beta-adrenérgicos (especialmente nas alterações dos próprios receptores), denomina-se dessensibilização homóloga. Quando a dessensibilização ocorre através da alteração de estimuladores da síntese de AMPc (pode resultar de alteração dos receptores, mas é mais comum envolvimento de elementos mais distais da via de sinalização), denomina-se dessensibilização heteróloga.&lt;br /&gt;
O mecanismo mais importante para a regulação rápida dos receptores beta-adrenérgicos é a estimulação agonista da fosforilação dos receptores, que leva à redução da sensibilidade da futura estimulação por agonistas. Os receptores podem ser fosforilados por várias proteinocinases diferentes, mas em todos os casos o resultado final é o mesmo: a redução do acoplamento a Gs e a redução da estimulação da adenilato-ciclase(1).&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;1.1.1) Dessensibilização Heteróloga&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
A proteinocinase A, estimulada pela ativação da adenilato-ciclase, tem a capacidade de fosforilar os receptores acoplados a proteína Gs(1). Essa cinase permite assim a conclusão de uma alça de regulação em feedback negativo, fosforilando e dessensibilizando o receptor responsável pela sua estimulação(2). Essa fosforilação altera a conformação do receptor, comprometendo seu acoplamento a proteína Gs(1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img132.imageshack.us/img132/4576/beta2bc4.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;1.1.2) Dessensibilização Homóloga&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Uma proteinocinase dirigida ao receptor, denominada de cinase do receptor beta-adrenérgico (BARK), fosforila os receptores apenas quando eles estão ocupados por um agonista(3). A BARK (GRK2) faz parte de uma superfamília denominada cinases de receptores acoplados a proteína G (GRK)(1). Como apenas as formas “ativadas” ocupadas pelos agonistas dos receptores beta-adrenérgicos e de outros receptores servem de substratos para as GRK, estas enzimas fornecem um mecanismo para obter dessensibilização específica ao agonista (homóloga)(1).&lt;br /&gt;
Quando os receptores beta-adrenérgicos são ativados pelo agonista ocorre interação com a proteína Gs, dissociando-a em subunidades αs e βγ. O complexo de subunidades Gβγ, ligado a membrana plasmática por um grupo lipídico, parece proteger ou estabilizar a associação da BARK com a membrana plasmática, facilitando a fosforilação do receptor ocupado pelo agonista(1). Essa modificação covalente do receptor, não é suficiente para dessensibilizar totalmente a função do receptor(1). Ocorre então um segunda reação, onde uma proteína interruptora se liga ao receptor fosforilado e inibe seu acoplamento funcional à proteína Gs(1). Essa proteína chama-se β-arrestina(4)(5).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img293.imageshack.us/img293/206/beta3dz0.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os agonistas também promovem um sequestro (internalização) rápido (mínutos) e reversível de seus receptores e uma modulação negativa mais lenta (horas) dos receptores, nos quais o número real de receptores na célula diminui(1). Essa modulação negativa do número de receptores contribui para a dessensibilização prolongada da função do receptor, sendo mediada por vários processos diferentes, que compreendem alterações na taxa de renovação do receptor, transcrição dos genes dos receptores e renovação do mRNA do receptor(6).&lt;br /&gt;
Os inibidores da atividade da GRK2 podem reduzir o desenvolvimento dessa dessensibilização(1). Porém, não os recomendo por dois motivos: 1) a GRK2 não é o grande responsável pela dessensibilização, e sim a β-arrestina; 2) e a superexpressão da GRK2 nas células do coração atenua as respostas beta-adrenérgicas nessas células(7), diminuindo os efeitos nocivos cardiovasculares dos compostos utilizados. Seria mais útil a utilização de inibidores da β-arrestina, porém esses fármacos ainda estão em fase de testes.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;1.2) Disposição dos receptores&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Primeiro um conceito geral: receptores beta-adrenérgicos estimulam a lipólise e receptores alfa-adrenérgicos (principalmente o subtipo 2) inibem esse processo. O tecido adiposo apresenta receptores adrenérgicos dos dois subtipos e a proporção entre eles é relacionado ao sexo, o que leva ao padrão de gordura masculina (andróide) e feminina (ginecóide). Mulheres tendem a resistir a lipólise (maior quantidade de receptores alfa) no quadril, glúteo e coxa enquanto os homens tem mais dificuldade em queimar gordura da região abdominal. No tecido muscular a ativação beta-adrenérgica parece estimular a síntese proteica, da mesma forma que ocorre o estimula da lipólise no tecido adiposo. Isso será discutido mais adiante.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2) Lipólise&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Lipólise é o nome dado a quebra de lipídeos e consequente disponibilização de ácidos graxos livres e glicerol. Essa atividade ocorre em diversas etapas diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;2.1) Degradação de Triacilgliceróis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Os triacilgliceróis são os lipídios mais abundantes da dieta, e constituem a forma de armazenamento de todo o excesso de nutrientes, quer este excesso seja ingerido sob a forma de carboidratos, proteínas, ou dos próprios lipídios(8). Representam a maior reserva energética do organismo, perfazendo, em média, 20% do peso corpóreo. Como são compostos mais reduzidos que os carboidratos, sua oxidação apresenta rendimento maior(8). Seu armazenamento ocorre nas células adiposas, sob forma anidra, e podem ocupar a maior parte do volume celular(8).&lt;br /&gt;
A mobilização desses depósito é obtida por ação da lipase hormônio sensível (LHS), uma enzima que hidrólisa os triacilgliceróis a ácidos graxos e glicerol(8), e é atividada pela proteína quinase dependente de AMPc. O glicerol é liberado na circulação e, no fígado e em outros tecidos, sofre ação da glicerol quinase e é convertido a glicerol 3-fosfato e então transformado em dihidroxiacetona fosfato, um intermediário da glicólise e neoglicogênese(8). Os ácidos graxos são transportados no sangue ligados à albumina e utilizados nos tecidos como forma de energia através de uma via discutida mais a frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img90.imageshack.us/img90/4635/degradaoeo1.jpg&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Degradação dos triacilgliceróis&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
A LHS dos adipócitos é ativada por fosforilação pela proteína quinase dependente de AMPc(8). A utilização de um agonista beta-adrenérgicos, como demonstrado acima, leva a ativação da LHS e consequente quebra dos depósitos de triacilglicerol. É aqui que os fármacos disponíveis (efedrina, clembuterol, salbutamol e cimaterol) agem, na maior disponibilização de ácidos graxos para oxidação.&lt;/div&gt;&lt;em&gt;2.2) Degradação dos Ácidos Graxos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Para serem oxidados, os ácidos graxos primeiro são convertidos em acil-CoA (forma ativada)(8). Essa etapa é catalisada pela enzima acil-CoA sintetase (localizada na membrana externa da mitocôndria) e necessita de ATP (fornecimento de energia) e coenzima A (fornece o grupo CoA)(8). No final, além do produto, tem-se a formação de AMP e pirofosfato inorgânico (PPi)(8). A membrana interna da mitocôndria é impermeável ao acil-CoA e somente os radicais acila são transportados ligados à carnitina. Na face externa da membrana interna da mitocôndria a carnitina-acil transferase I transfere o radical acila da coenzima A para a carnitina. A acil-carnitina resultante é transportada através de translocases específicas e na face interna da mitocôndria sofre ação da carnitina-acil transferase II que doa o grupo acila da acil-carnitina para uma coenzima A presente na matriz mitocondrial(8). A carnitina retorna ao citossol pela mesma translocase. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://img482.imageshack.us/img482/826/carnitina1wx7.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acil-CoA presente na matriz mitocondrial é oxidado por uma via denominada β-oxidação ou ciclo de Lynen. Esta via consta de uma série cíclica de quatro reações, ao final das quais o acil-CoA é encurtado de dois carbonos, liberados sob a forma de acetil-CoA(8).&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;2.3) Resumo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
As etapas da lipólise podem-se resumir em: 1) estimulo da formação de AMPc (local onde agem os “fat burners”); 2) ativação da proteína quinase A; 3) ativação da LHS; 4) quebra dos depósitos de triacilgliceróis; 5) ciclo de Lynen.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3) Mecanismos de Feedback&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A lipólise é regulada por alguns fatores que diminuem a sua taxa. São eles:&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;3.1) Prostaglandinas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Prostaglandinas são eucosanoides derivados do ácido araquidônico, e são produzidas em diversos tecidos humanos. Como resposta a estimulação beta-adrenérgica, ocorre liberação de prostaglandinas E2 na fenda sináptica. Esses compostos agem em receptores ligados a uma proteína Gi, que diminui a atividade da adenilato-ciclase e consequentemente a lipólise. O uso de inibidores de sua síntese (AINES principalmente) pode ser recomendado quando objetiva-se a queima de gordura.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;3.2) Adenosina&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Adenosina é um nucleotídeo puro e possui atividade inibitória e estimulatória. Quando ocorre estímulo adrenérgico, ocorre síntese de adenosina que se liga a receptores acoplados a proteína Gi, que diminui a atividade da adenilato-ciclase e consequentemente a cascata da lipólise. As metilxantinas (teofilina e cafeína) tem a capacidade de bloquear o receptor de adenosina, e podem potencializar a queima de gordura.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;3.3) Fosfodiesterases&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Fosfosdiesterases são enzimas que hidrolisam o AMPc em fragmentos inativos, tornando o controle hormonal sob segundo mensageiros mais rápido. O estímulo beta-adrenérgico, devido essa degradação, necessita de regeneração constante de AMPc. As metilxantinas (cafeína e teofilina) inibem essa enzima e previnem a recaptura de noradrenalina(17), potencializando a queima de gordura.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4) Agonistas Adrenérgicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Discutirei agora os agonistas mais utilizados com o objetivo de queima de gordura.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;4.1) Efedrina&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
A efedrina é um alcalóide que tem ação simpatomimética (MV de 3-4 horas), funcionando como termogênico e anorexígeno. Sua utilização na terapêutica é como broncodilatador, no tratamento de asma e bronquite principalmente. Sua principal capacidade consiste no estímulo ao sistema nervoso simpático, através da liberação de noradrenalina pelos neurônios pré-sinápticos, que interagem com os receptores adrenérgicos levando a formação de AMPc e ativando a cascata de lipólise discutida acima. Além disso possui a capacidade da aumentar a quantidade de adrenalina circulante.&lt;br /&gt;
A efedrina é um agonista adrenérgico não-específico (age tanto nos receptores beta quanto nos alfa) e seu efeito lipolítico depende da proporção entre esses receptores no tecido alvo (quanto mais receptor beta maior a lipólise). Outra desvantagem é a sua capacidade de interagir com os receptores beta cardíacos, podendo levar a uma estimulação excessiva do órgão. Sua potência também é afetada, pois ela depende da secreção de noradrenalina para ter ação, e essa secreção é dose-dependente somente até determinado ponto.&lt;br /&gt;
Porém, o fato dela ser um agonista não-específico, também apresenta vantagens. Por se ligar a uma variedade maior de receptores adrenérgicos, ela parece ser mais eficiente no desenvolvimento de efeitos adrenérgicos benéficos, como a termogênese, durante uso crônico(9)(10). Esse uso crônico também parece levar a uma maior ação das deiodinases tireoideanas, levando a uma maior conversão periférica de T4 (inativo) em T3 (ativo), como observado em estudos durante tratamentos de 4 semanas(9). Além dos benefícios ja esperados na queima de gordura, altos níveis de T3 são capazes de aumentar a sensibilidade adrenérgica a adrenalina e noradrenalina.&lt;br /&gt;
Outra vantagem é que, embora sua potência seja menor, sua capacidade de dessensibilizar os receptores também é (como regra geral, quanto maior é o estímulo, maior e mais rápida é a dessensibilização). Apesar de estudos mostrarem que a administração de efedrina em apenas 24h diminuiu a concentração de receptores em 32%(14), outros estudos mostram efeitos visíveis da efedrina por até 20 semanas(13)&lt;br /&gt;
Você deve estar confuso, lendo ora eu falar sobre uso crônico, ora falar de dessensibilização em 24 horas. Vamos entender esse processo. A efedrina parece ter sua ação realizada, em grande parte (40%), pelos receptores beta-3(12). Esses receptores não apresentam propriedades estruturais que são responsáveis pela dessensibilização dos receptores beta-2(15), sendo resistentes a esse evento. Então realmente a efedrina vai ter sua eficácia diminuida sob os receptores beta-2 em um curto período de tempo, porém ela continuará tendo atividade através dos receptores beta-3.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;4.2) Agonistas seletivos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Os agonistas seletivos, clembuterol/salbutamol/cimaterol, agem diretamente e somente sob os receptores beta, sem necessidade de atividade simpática e de forma dose-dependente. Isso torna essas drogas muito mais potentes, sendo o clembuterol a mais efetiva devido sua longa meia vida (34-35 horas), fato esse ocorrido devido ao não metabolismo de primeira passagem da droga. A grande maioria dos outros compostos possui meia vida próxima a 6 horas(16). Como citado acima, por serem mais potentes, os agonistas seletivos promovem uma dessensibilização mais rápida.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5) Anabolismo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estudos em animais, usando 4mg/kg de clembuterol por 10 dias, mostram um potente efeito anabólico dessa droga, sendo ele dependente de um longo e constante período de ativação do receptor pelo agonista(18). A relação entre atividade anabólica e a meia vida dos beta agonistas indicam que todos tem potencial para o anabolismo, sendo isso notado em ganhos musculares dependentes do tempo que a forma ativa da droga interage com o receptor beta no tecido muscular. O salbutamol mostrou-se capaz de aumentar a força muscular voluntária em homens saudáveis(19)(20) e a efedrina, apesar de sua MV curta, preservou a massa magra e melhorou a deposição proteica durante um período de dieta hipocalórica(21).&lt;br /&gt;
De fato, o tecido muscular apresenta muitos receptores beta-adrenérgicos (principalmente do tipo 2) e sua ativação parece aumentar a taxa de síntese proteica através do mesmo sistema de segundo mensageiro que estimula a lipólise. Além disso, o exercício intenso aumenta a densidade dos receptores beta-2, criando um sinergismo potente. O próprio efeito dos beta-agonistas em disponibilizar mais gordura para oxidação tem um efeito anti-catabólico.&lt;br /&gt;
Um uso paradoxal dos beta-agonistas é a sua capacidade, em altas dosagens, de provocar catabolismo muscular. Autores defendem que, assim como o próprio treinamento, a lesão de células musculares por esse composto leva ao aumento da concentração de protentes fatores de crescimento, como IGF, FGF, prostaglandinas e MGF. Esse protocolo funcionaria como um treino “mais potente”, lesando mais células e provocando um período de supercompensação mais potente. Porém ele só é recomendado DURANTE o uso de esteróides anabólicos, por períodos curtos de tempo (algo como uma semana) e com uma dieta rica em proteínas.&lt;br /&gt;
Porém esse efeito anabólico ainda é muito discutido. O único composto que realmente mostrou esses efeitos em humanos foi o salbutamol, que mostrou-se capaz de aumentar força e resistência(22)(23).&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6) Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O uso de beta-agonistas para a queima de gordura ja está bem estudado e provado. O clembuterol, devido sua MV mais longa, parece ser o composto mais potente. Porém o que realmente importa não é a MV da droga, mas sim a sua capacidade de se manter em atividade com o receptor, e os outros agonistas também possuem uma eficácia bastante grande.&lt;br /&gt;
A efedrina apresenta vantagens porém, em minha opinião, não é uma escolha válida, sendo o uso dos agonistas específicos mais eficiente e seguro.&lt;br /&gt;
O uso dessas substâncias como anabólicos não tem valia, o máximo que pode-se ter é um colateral desejável.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/4262990962308801135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/4262990962308801135' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/4262990962308801135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/4262990962308801135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/receptores-beta-adrenergicos.html' title='Receptores Beta-Adrenérgicos'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJJr0U4yE9_y52FwqykbAlpmLc8-U1KRnJpRTk0J9MhwzFYSF-5VbZERykqOc9z5LY6NXXkjgEgaHO6JGhnexZ8kQd-XAgr7vUagLqxcn_nul-d9XWMp5VvFVOxwOm9alOy3CJrF4UN4k/s72-c/abs2-300x300.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-4366968558700208418</id><published>2010-05-26T23:05:00.009-03:00</published><updated>2012-01-14T05:14:43.468-02:00</updated><title type='text'>ÓXIDO NÍTRICO</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjmLvOsxp6sgV5y7Ul-9nznafwQvUs-YT3qo1DzoJr_3e7mUKxlO-EQVCpCs_8pKbrxU5-yaigeim7_5dM-rScqK957A7aypaUYKPEo7wB2OWJlIK9-t6yxctBC5wYA1TiC79RPiqOGFE/s1600/no2-oxido-nitrico.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjmLvOsxp6sgV5y7Ul-9nznafwQvUs-YT3qo1DzoJr_3e7mUKxlO-EQVCpCs_8pKbrxU5-yaigeim7_5dM-rScqK957A7aypaUYKPEo7wB2OWJlIK9-t6yxctBC5wYA1TiC79RPiqOGFE/s320/no2-oxido-nitrico.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é Óxido Nítrico (NO2) ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suplementos geradores de Óxido Nítrico (NO2), foi inventado pelo mesmo cientista que introduziu a Creatina no mercado em 1993 - Ed Byrd, co-fundador de EAS™ e agora o presidente de MRI™ (Medical Research Institute).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o Óxido Nítrico, (NO2), criou-se uma nova e revolucionária categoria de construtores de músculos conhecida como HEMODILATADORES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Óxido Nítrico (No2) atua no músculo como molécula sinalizadora responsável pelo fluxo de sangue (hemodilatação), transporte de oxigênio, equilíbrio da glicose, velocidade de contração muscular, produção de energia e crescimento do músculo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gerando e dando sustentação aos níveis de óxido nítrico (No2) no organismo você poderá obter benefícios duradouros para o incremento muscular, este benefícios incluem: aumento dos indicadores de crescimento-muscular para obter ganhos mais rápidos de massa magra, aumento da velocidade de contração da fibra muscular gerando maior força, completa recuperação muscular após exercício e aumento do Índice de Resistência (EI) física.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o óxido nítrico (No2) contido nos suplementos de hoje provê uma hemodilatação sustentável (forte e contínuo bombeamento sanguíneo para os músculos) onde seus músculos ficam mais cheios e &quot;bombeados permanentemente&quot;, mesmo após o término do treino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes da introdução dos suplementos geradores de óxido nítrico (No2), a hemodilatação só acontecia durante a sessão de musculação intensa e que permanecia por um tempo relativamente breve, quando você pára de treinar, o músculo fica &quot;frio&quot; e diminui de tamanho. Agora, com as pesquisas e formulações de hoje, é possível obter a hemodilatação durante o dia todo! Isso significa maiores resultados e ganhos mais rápidos para você. E é claro, um &quot;bombeado permanente&quot;. A sensação é como se você ficasse com o &quot;músculo quente&quot; o dia todo, mesmo muito tempo depois de ter terminado o treinamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A L-Arginina é precursora na gênese do Óxido Nítrico (No2). O No2 é uma molécula que apresenta múltiplas funções no organismo. Dentre estas funções, temos a estimulação da resposta imunológica mediada por linfócitos e macrófagos; a redução da hiperagregabilidade plaquetária e a manutenção do tônus vascular na regulação da pressão arterial que envolve um equilíbrio dinâmico entre o Óxido Nítrico (No2) e as endotelinas. O Óxido Nítrico (No2), produzido nas células endoteliais a partir da L-Arginina, determina uma vasodilatação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A L-Arginina aumenta a liberação do hormônio do crescimento que se encontra diminuída em indivíduos idosos. Existem evidências, também, demonstrando a ação benéfica da L-Arginina nos processos de cicatrização. A L-Arginina age como defatigante e nos diversos tipos de astenia. Age também como coadjuvante no tratamento dos processos infecciosos em geral, inclusive nos causados pelo estresse. A L-Arginina reforça, ainda, a capacidade muscular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, o óxido nítrico (No2) está envolvido diretamente no controle e manutenção da ereção do pênis, e por isso ele é a substância chave dos medicamentos utilizados para isso, como o VIAGRA, CIALIS e LEVITRA.&lt;br /&gt;
Por que eu deveria usar Óxido Nítrico (NO2) ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até a criação de uma tecnologia para a liberação gradual de óxido nítrico (No2) no organismo, gerar e manter os níveis de óxido nítrico (No2) eram praticamente impossíveis. O pH do corpo humano literalmente dissolve qualquer agente ou substância que poderia ajudar a gerar óxido nítrico (no2) no organismo. Agora, com o pH controlado através dos modernos sistemas de administração encontrados nos novos suplementos de hoje, o organismo não só aceita os agentes que liberam óxido nítrico (no2), mas também pode manter altos os níveis de óxido nítrico (no2) nos músculos ao longo do dia todo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/quadrado.gif&quot; /&gt; Hemodilatação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/musculos_hemodilatados.jpg&quot; /&gt;Finalmente, todos os atletas e bodybuilders podem agora obter os fortes benefícios da hemodilatação durante o dia todo! Ganhos mais rápidos de massa muscular, aumento de força e resistência e um &quot;bombeado permanente&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hemodilatação significa alargar o calibre dos vasos sanguíneos dos músculos. Dessa forma, quando os vasos sanguíneos relaxam, eles se expandem, permitindo que uma taxa maior de sangue entre nos músculos. Com um maior fluxo sangüíneo, uma maior quantidade de oxigênio e nutrientes flui para os músculos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A hemodilatação é iniciada através da síntese de óxido nítrico (no2). Óxido Nítrico (No2) é a molécula responsável pelo fluxo sanguíneo, pelo transporte do oxigênio, por manter os níveis de glicose (açúcar) no sangue, pela velocidade da contração muscular e pela produção de força e crescimento de músculo. Mantendo os níveis ótimos de de óxido nítrico (no2) no músculo você gera uma hemodilatação permanente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Figura 1 - Demonstração da dilatação sanguínea e volumização muscular. Figura 2 - Demonstra como o NOXI2 induz a maior vascularização. Isso permite maior aporte de nutrientes no músculo. Isso significa que você terá mais energia e recuperação mais rápida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/quadrado.gif&quot; /&gt; Bombeado Permanente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Bombeado permanente&quot; é aquela volumização muscular que acontece no momento que você está malhando e que, com o uso de NO, permanece mesmo após terminado a sua sessão de exercício, você fica sempre com o &quot;músculo quente&quot; virtualmente durante o dia todo! O músculo mais cheio e mais bombeado alcançado pelo exercício não enfraquecem com tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &quot;bombeado permanente&quot; é um fenômeno novo. É o efeito marcante da hemodilatação contínua que você adquire com o óxido nítrico (no2). Podemos dizer que os resultados físicos e psicológicos desse efeito são extraordinários para todo e qualquer atleta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aumento de fluxo sanguíneo é causa principal desse &quot;bombeado&quot;. Seu corpo responde para se exercitar lançando mais óxido nítrico (no2) na corrente sanguínea, pois o óxido nítrico (no2) é a molécula sinalizadora e responsável pelo aumento do fluxo de sangue para o músculo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você treina pesadamente, o óxido nítrico (no2) abre as comportas de sangue, permitindo uma maior circulação sanguínea. Isto é hemodilatação e é por isso que você fica com aquele &quot;bombeado&quot;. Mas o &quot;bombeado&quot; induzido pelo exercício é temporário e desaparece logo em seguida quando o corpo percebe que o exercício terminou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, com o Óxido Nítrico (no2), o &quot;bombeado&quot; que você adquire não vai mais desaparecer. Agora seus músculos vão ficar cheios, bombeados e vascularizados e não vão mais mostrar sinais que irão desaparecer. Isso porque o óxido nítrico (NO2) gera uma onda contínua de sangue para os músculos durante o dia todo. Assim os músculos permanecem &quot;quentes&quot; e cheios o dia todo! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/quadrado.gif&quot; /&gt; Contração Muscular &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Óxido Nítrico (NO2) também age como um acelerador da contração da fibra muscular. Aceleradores são agentes ou substâncias que tem a capacidade de aumentar a velocidade contração da fibra muscular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aumentando produção de óxido nítrico (NO2), você pode aumentar ao máximo a velocidade de contração de todos os tipos de músculos: fibras de contração rápida se tornam mais rápida e as fibras de contração lenta levam um tempo menor para entrar em ação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados são imediatos e notáveis: incremento da sua capacidade de carga nos exercícios, mais força e mais contração muscular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/quadrado.gif&quot; /&gt; Índice de Resistência (EI) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Índice de Resistência (EI) é uma nova forma de medir o aumento da resistência física durante uma atividade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos atuais indicam que os ácidos-keto, como o que existe no Óxido Nítrico (NO2), pode ajudar significativamente a postergar o cansaço e melhorar sensivelmente seu Índice de Resistência (EI). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, muitos atletas estão relatando que após tomar Óxido Nítrico (No2) eles estão sentindo a mesma sensação/resistência de quando correm em altitudes ao nível do mar, mesmo competindo em altitude altas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resumindo, usando Óxido Nítrico (NO2) você provê os seguintes benefícios, tanto para musculação e quanto para atletismos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/setaverm.gif&quot; /&gt; Ganhos contínuos de massa magra pela ação do crescimento forçado; &lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/setaverm.gif&quot; /&gt; Um &quot;bombeado permanente&quot; através do forte efeito da hemodilatação; &lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/setaverm.gif&quot; /&gt; Maior velocidade nas contrações musculares;&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/setaverm.gif&quot; /&gt; Rápida e completa recuperação muscular após treinamento; &lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.vitabrasilnet.com.br/setaverm.gif&quot; /&gt; Treinamentos mais longos pela melhora do seu Índice de Resistência (EI). &lt;br /&gt;
Que Resultados eu posso esperar com o Óxido Nítrico (NO2)? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro resultado que a maioria dos bodybuilders nota (em 5-7 dias) é o &quot;bombeado permanente&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &quot;bombeado permanente&quot; é uma volumização do músculo que literalmente não desaparece. Ao contrário da volumização induzida pelo exercício que rapidamente desaparece, o &quot;bombeado permanente&#39; é virtualmente perpétuo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de 2-3 dias do aparecimento do &quot;bobeado permanente&quot;, você começará a notar aumentos de força e resistência. Ao mesmo tempo, você verá aumentos no volume de todos os seus músculos. &lt;br /&gt;
Posso comparar a &quot;Hemodilatação&quot; do NO2 com a &quot;Volumização Celular&quot; da Creatina ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que foi Ed Byrd que introduziu a Creatina no mercado e foi também o primeiro a lançar um suplemento NO, ele tem como explicar melhor isto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Como você provavelmente sabe, a Creatina causa &#39;volumização celular´ puxando água para dentro da célula do músculo. Dessa forma, aumenta o tamanho, mas você pode parecer um pouco &#39;inchado&#39;. Hemodilatadores à base de estimuladores de NO, por outro lado, criam um tamanho real, forçando mais sangue para os espaços vastos e volumosos entre as células do músculo – e não dentro das célula. Este super-alagamento sanguíneo cria um bombeado permanente. O que é mais importante é que o sangue fica entre as células do músculo e não dentro delas, o músculo fica cheio, duro e bombeado – não inchado&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E com o sistema de liberação gradual (timed-release) dos novos suplementos de hoje, o bombeado não desaparece. Você adquire o que é conhecido como &quot;bombeado permanente&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Francamente,&quot;, diz Byrd, &quot;minha recomendação para bodybuilders seria tomar Creatina e NO juntos. Eu penso assim, pois comecei com Creatina e aperfeiçoei com o NO&quot;. &lt;br /&gt;
Que dose de Óxido Nítrico (NO2) deverei tomar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por enquanto não há nenhum guia definitivo de quanto NO deverá ser tomado, as empresas de suplementos recomendam algo em torno de 3-9 gramas de NO diariamente, preferencialmente antes e depois de treinar. &lt;br /&gt;
Que efeitos colaterais são causados pelo Óxido Nítrico (NO2) ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora, nenhum efeito colateral conhecido foi atribuído ao uso de Óxido Nítrico (NO2). Óxido Nítrico (No2) é um nutriente natural produzido pelo nosso corpo e é acreditado ser seguro. &lt;br /&gt;
Devo ciclar o uso de Óxido Nítrico (NO2)? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há nenhuma evidência que possa sugerir que ciclando NO seja mais vantajoso. Porém, alguns atletas experimentaram vários &quot;esquemas&quot; de ciclos para adquirir mais benefícios com a suplementação de NO. Estes incluem um período prolongado de uso, de 4-6 semanas, seguida de uma fase de descanso e depois repete o ciclo. Como é o caso com toda suplementação, o bom senso é a chave do sucesso. Conhecer seu corpo e seus limites é tão decisivo para a própria suplementação como é para o próprio treinamento.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/4366968558700208418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/4366968558700208418' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/4366968558700208418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/4366968558700208418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/oxido-nitrico.html' title='ÓXIDO NÍTRICO'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjmLvOsxp6sgV5y7Ul-9nznafwQvUs-YT3qo1DzoJr_3e7mUKxlO-EQVCpCs_8pKbrxU5-yaigeim7_5dM-rScqK957A7aypaUYKPEo7wB2OWJlIK9-t6yxctBC5wYA1TiC79RPiqOGFE/s72-c/no2-oxido-nitrico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-8342322619582413986</id><published>2010-05-20T03:35:00.001-03:00</published><updated>2012-01-14T05:18:21.263-02:00</updated><title type='text'>ZMA</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;smller&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPD7eTI6BHBURML0gy257lo_NBkK_pmwzp7bWlwTx-Yvati9hbNBxP6NLKc7wjJF2mjb0UaEvwH9vJFBauF57f8sQdEPqFja0Wl2lrqEL03c0mBeC2YAvRCmaHlRoTbqprAn96XGfHSRs/s1600/7_zma_caixa_f__23250.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;301&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPD7eTI6BHBURML0gy257lo_NBkK_pmwzp7bWlwTx-Yvati9hbNBxP6NLKc7wjJF2mjb0UaEvwH9vJFBauF57f8sQdEPqFja0Wl2lrqEL03c0mBeC2YAvRCmaHlRoTbqprAn96XGfHSRs/s320/7_zma_caixa_f__23250.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class=&quot;smller&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;smller&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;h3 class=&quot;smller&quot;&gt;ZMA- Zinco, Magnesio, Vit. B6&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;para&quot;&gt;ZMA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ZMA é uma revolucionária fórmula patenteada que  combina zinco, magnesio e vitamina B6 em concentrações específicas e em formas  especiais que ajudam a aumentar os hormônios anabólicos e a força em  atletas.&lt;br /&gt;
Por causa da eficácia documentada no aumento dos níveis de  testosterona esse suplemento é utilizado por milhares de atletas em todo mundo  como uma alternativa segura e natural ao uso de pró-hormônios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falta de  magnésio é uma das carências nutricionais mais comuns entre adultos saudáveis,  especialmente mulheres e idosos. Isso é ainda mais comum entre os atletas que  praticam musculação devido a grande perda desse nutriente durante os treinos com  pesos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As reservas de zinco e vitamina B6 são também consumidas durante  os exercícios intensos. Em um estudo com 160 atletas, 23% dos homens e 43% das  mulheres tiveram níveis baixos de zinco de forma significativa. A boa notícia é  que o ZMA pode agir contra essas deficiências e trazer benefícios reais em  termos de performance e de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ZMA pode aumentar os ganhos musculares  e a recuperação física da seguinte forma:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Aumento da produção de  hormônios anabólicos, tais como a testosterona, para ganhos de força e de massa  muscular;&lt;br /&gt;
* Melhora do relaxamento muscular durante o sono, o que pode ajudar  no processo de recuperação do tecido muscular no pós-treino.&lt;br /&gt;
Pesquisas  indicam que o ZMA pode ser útil nas seguintes situações:&lt;br /&gt;
* Câimbras e tensões  musculares;&lt;br /&gt;
* Insônia e problemas do sono;&lt;br /&gt;
* Catabolismo;&lt;br /&gt;
* Níveis  baixos de testosterona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ZMA também mostrou sua importância no auxílio da  melhora da qualidade do sono. Uma boa noite de sono é fundamental para promover  a recuperação do tecido muscular e ativar a liberação de hormônio do crescimento  (hGH).&lt;br /&gt;
O corpo libera a quantidade máxima de hGH a cada noite por volta de 90  minutos depois de dormir, e sendo assim é fundamental que todos esses  importantes minerais e elementos (zinco, magnésio e vitamina B6) estejam  disponíveis para serem usados pelo organismo nessa hora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;para&quot;&gt;De outra forma você estará limitando sua capacidade de aumentar  a liberação de hGH, que é o principal elemento responsável pelos ganhos  musculares.&lt;br /&gt;
Se você faz musculação ou pratica outra atividade esportiva, essa  combinação de nutrientes é INDISPENSÁVEL para atingir seus objetivos de  performance e de ganhos musculares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que faz do ZMA um suplemento tão  especial?&lt;br /&gt;
Essa fórmula cientificamente projetada e patenteada de minerais e  elementos especiais é composto de quantidades e formas muito precisas e  selecionadas de zinco, magnesio e vitamina B6, especialmente “Aspartato de  Monometionina de Zinco”, “Aspartato de Magnésio” e vitamina B6 (piridoxina  HCL).&lt;br /&gt;
Essa combinação precisa é o que torna o ZMA diferente do zinco e  magnésio encontrados em outras fórmulas de suplementos multivitamínicos e  multiminerais consumidos no dia-a-dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque usar o ZMA em vez de  pró-hormônios?&lt;br /&gt;
Existem algumas razões para considerar o ZMA mais atrativo do  que alguns produtos pró-hormonais. Vamos ver:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro que não existe a  necessidade de usar o ZMA em ciclos como acontece com os pró-hormônios para  reduzir a probabilidade de efeitos negativos à saúde. Você pode fazer uso do ZMA  continuamente, sem intervalos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo que os pró-hormônios tem sido  banidos por muitas organizações de atletas, tais como o comitê olímpico  norte-americano, a liga de futebol americano dos EUA (NFL) e a associação de  baskete dos EUA (NBA), enquanto que o ZMA não. De fato, o ZMA é usado por  milhares de atletas de elite, e muitos tem relatado resultados fantásticos na  construção de tecido muscular e ganhos de performance.&lt;br /&gt;
É bom lembrar que o  uso de pró-hormônios aqui no Brasil é proibido por lei, e até mesmo nos EUA  alguns deles já foram expressamente proibidos por trazerem riscos graves à  saúde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;para&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;para&quot;&gt;E as evidências são concretas sobre o ZMA: Estudos sugerem que o  ZMA aumenta os níveis de testosterona em mais de 30% sem criar metabólitos  esteróides que poderiam ser facilmente acusados em testes anti-dopping. E o mais  importante, a suplementação com ZMA não causará nenhum dos efeitos negativos  frequentemente associados ao uso de pró-hormonais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Melhor hora para tomar  o ZMA:&lt;br /&gt;
Especialistas recomendam a ingestão de ZMA 30 minutos antes dos  treinos e novamente 30 minutos antes de dormir, de preferência de estômago  vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dica:&lt;br /&gt;
Não use o ZMA em conjunto ou imediatamente antes ou  depois de consumir alimentos e suplementos contendo alta concentração de cálcio  (ex: leite, iogurte, etc.) porque o cálcio pode reduzir a absorção dos  nutrientes no ZMA. &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;para&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/8342322619582413986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/8342322619582413986' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/8342322619582413986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/8342322619582413986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/zma.html' title='ZMA'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPD7eTI6BHBURML0gy257lo_NBkK_pmwzp7bWlwTx-Yvati9hbNBxP6NLKc7wjJF2mjb0UaEvwH9vJFBauF57f8sQdEPqFja0Wl2lrqEL03c0mBeC2YAvRCmaHlRoTbqprAn96XGfHSRs/s72-c/7_zma_caixa_f__23250.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-8017072210460766092</id><published>2010-05-20T03:29:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T03:29:50.560-03:00</updated><title type='text'>OXANDROLONA</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As  Características&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Tempo de ação: 8 horas&lt;br /&gt;
Dosagem relatada (homens): 20mg a 150mg por  dia&lt;br /&gt;
Dosagem relatada (mulheres): 5mg a 30mg por dia&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Converte-se em DHT: não&lt;/span&gt;, é derivado do  DHT&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: raro&lt;br /&gt;
Retenção hídrica:  não&lt;br /&gt;
Pressão Alta: não&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: sim, pouco&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica: sim, pouco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A  História&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A oxandrolona fez sua primeira aparição em  1964, fabricada pela Searle Laboratories (hoje Pfizer Inc.) e comercializada sob  o nome de Anavar. Essa droga se tornou uma opção segura para aqueles que não  desejavam utilizar o Dianabol (metandrostenolona, droga mais procurada na  época), e se manteve como uma das drogas mais vendidas por mais de 20 anos.  Apesar de ser aplicada em tratamentos contra a osteoporose e, para surpresa de  alguns, para estimular o crescimento em crianças, nos anos 80 a reputação dos  esteróides começou a mudar devido aos casos de abuso dessas drogas por parte dos  fisioculturistas, de forma que em 1989 o Anavar foi descontinuado e os direitos  sobre a oxandrolona foram adquiridos pela Bio-Technology General Corporation  (hoje Savient Pharmaceuticals Inc.), que em 1995, após testes clínicos  bem-sucedidos, passou a comercializar a oxandrolona sob o nome de Oxandrin.  A reputação da oxandrolona tem mudado muitos nos dias de hoje, graças a sua  aplicação em tratamentos contra a perda de peso decorrente do HIV e de alguns  casos de câncer, na recuperação de pessoas que sofreram queimaduras graves,  anemia, síndrome de Turner, dentre outros. Atualmente, a oxandrolona tem se  mostrado tão bem aceita que não é raro encontrar médicos que prescrevem esta  droga com finalidade unicamente estética, mesmo para pessoas do sexo feminino.  Considerando a imagem dos esteróides anabolizantes forjada pela comunidade  médica até alguns anos atrás, temos que concordar que isto é uma grande  evolução.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os  Efeitos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A oxandrolona é uma droga branda em todos os sentidos, tanto nos efeitos  desejados quanto nos colaterais, de forma que resultados radicais não são nada  comuns com o uso desta droga. Promovendo aumento na síntese de proteínas (1), a  oxandrolona promove também aumento de massa muscular, ainda que pouca quando  comparado à outras drogas mais fortes como a testosterona ou a trembolona. Mesmo  quando comparado à drogas semelhantes, como estanozolol e turinabol, a  oxandrolona parece ser a droga menos eficaz entre elas quando o quesito é a  construção muscular. Contudo, sendo um derivado do DHT, a oxandrolona não é  convertida em estrógeno, o que faz com que os músculos obtidos durante o uso  desta droga sejam sólidos e de boa qualidade. Além disso, muitos usuários e  autores defendem que os resultados adquiridos com a oxandrolona são mantidos por  bastante tempo, e de forma relativamente fácil. É fato conhecido que a  facilidade de manter os resultados é maior quando a massa muscular obtida é  dotada de boa qualidade, como acontece também com o estanozolol, turinabol e  trembolona. Porém, no caso da oxandrolona, além da facilidade natural na  manutenção dos resultados, ocorre também um efeito rebote após cessado o uso  desta droga, fazendo com que a produção de LH e testosterona, que normalmente se  encontram suprimidos devido à utilização da oxandrolona, seja elevada para  níveis maiores que aqueles registrados antes da supresão (6). A essa propriedade  também tem sido atribuída a alta taxa de manutenção dos resultados obtidos com  essa droga, uma vez que o “crash” hormonal tende a ser menor com a  oxandrolona.&lt;br /&gt;
Mesmo não sendo um forte andrógeno a oxandrolona promove queima de gordura, e  essa característica é particularmente interessante em ciclos de definição. Em um  estudo comparou-se a queima de gordura abdominal e viceral obtida com o uso de  oxandrolona e de enantato de testosterona, mostrando que a oxandrolona é mais  eficaz nesse sentido (2). Em um outro estudo, a oxandrolona foi responsável por  reduzir a gordura total, viceral e abdominal após o uso de 20mg durante 12  semanas (3). A perda de gordura deste último estudo perdurou por pelo menos  outras 12 semanas após o tratamento ser descontinuado. Esses dados não seriam  tão impressionantes se não fosse o fato de que não foram realizados exercícios  físicos durante o tratamento com oxandrolona, ou mesmo depois dele.&lt;br /&gt;
Curiosamenente, a despeito do seu baixo valor androgênico, a oxandrolona  promove um aumento de força significativo. Esse efeito acontece graças ao  elevado aumento na síntese de fosfocreatina gerado por esta droga, maior do que  aquele promovido pela maioria dos outros EAAs (4). A elevação na síntese de  fosfocreatina permite que o usuário tenha a sua reserva de ATP recuperada mais  rapidamente, ou mesmo que tenha mais ATP disponível para ser utilizado,  possibilitando que o usuário treine com mais intensidade durante o uso desta  droga. A oxandrolona também parece melhorar a capacidade respiratória (5),  fazendo com que ela seja uma boa escolha para atletas que necessitem de força e  um bom condicionamento respiratório, como é o caso dos praticantes de MMA, boxe,  e outras lutas.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O  Uso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Assim como a ação de todos os EAAs orais, a ação da  oxandrolona também é bastante rápida. Em cerca de 8 horas, a dosagem que foi  administrada já não exerce quase nenhum efeito no organismo, fazendo com que  sejam necessárias várias administrações da droga durante o dia, no intuíto de  não permitir que a droga perca ação. Desta forma, a dosagem diária deve ser  dividida em várias administrações, com intervalos de tempo iguais entre elas,  afim de que a droga tenha a ação durante as 24hrs do dia, de maneira mais  homogênea possível. De forma geral costuma-se dividir a dosagem diária em 3 ou  4, administrando cada uma destas partes a cada 8 ou 6 horas. Contudo, devido a  alguma impossibilidade, dividir a dosagem em 2 e administra-las a cada 12hrs  também é uma prática comum e que não parece comprometer os resultados de forma  significativa.&lt;br /&gt;
A dosagem usual da oxandrolona se encontra na faixa entre 20mg e 100mg por  dia. No entanto, em um ciclo contendo apenas oxandrolona, acredito que dosagens  inferiores a 40mg/dia não trariam resultados satisfatórios, já que se trata de  uma droga fraca. Assim, caso seja feita a opção de um ciclo apenas de  oxandrolona, 50mg/dia ou mais serão necessários (na maioria dos casos, excluíndo  aqueles que estão desnutridos ou próximos disso) para que os ganhos obtidos no  ciclo sejam significativos ao ponto de valer a pena o despêndio de tempo,  dinheiro e saúde. Para pessoas que já tenham uma boa evolução, peso elevado e já  tenham feito pelo menos um ciclo, diria que menos de 70mg/dia desta droga iria,  no mínimo, deixar a desejar. Mesmo não sendo muito tóxica ao fígado, é  preferível manter o tempo de uso da oxandrolona limitado ao intervalo entre 6 e  8 semanas, ainda que existam usuários que tenham usado essa droga por mais tempo  sem maiores complicações. Quando levamos em conta que existem outras drogas além  da oxandrolona no ciclo, dosagens entre 40 e 60mg por dia são as mais  comuns.&lt;br /&gt;
Em ciclos de definição, onde o foco é a perda de gordura, drogas com forte  ação androgênica como a drostonolona e a trembolona podem ser associadas à  oxandrolona. O propionato de testosterona e&lt;br /&gt;
a boldenona também são escolhas  viáveis desde que seja feito o controle de estrógeno necessário. Ainda assim, o  propionato de testosterona e a boldenona também podem ser utilizados sem  controle de estrógeno quando o objetivo for ganho de massa muscular sem  comprometer a qualidade dos resultados. Quando falamos de combinação entre as  drogas, o estanozolol e o turinabol não gerammuita sinergia quando utilizadas em  conjunto com a oxandrolona, já que todas tem características semelhantes e  também são 17aa, ocasionando uma sobrecarga hepática desnecessária. Para ciclos  que buscam grande aumento de massa muscular a oxandrolona é uma droga pouco  eficaz, já que não é sua característica promover grande aumento de peso ou  volume muscular, de forma que existem outras opções mais interessantes para  estes casos.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os  Colaterais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Em relação aos colaterais, a oxandrolona é a droga mais leve disponível  atualmente, sendo considerada uma esteróide seguro ao ponto de ser prescrita  para mulheres e crianças que necessitem de tratamento onde esta droga pode ser  utilizada, ou mesmo para pessoas de ambos os sexos que procuram apenas por uma  pequena melhora estética sem correr muitos riscos.&lt;br /&gt;
Antes de mais nada é preciso deixar claro que a oxandrolona, bem como  qualquer outro EAA, causa supressão ao eixo HPT. Por muito tempo, e em muitos  círculos, acreditou-se que a oxandrolona não afetava a produção endógena de  testosterona, porém isso não é verdade. Ainda que a supressão causada pela  oxandrolona seja leve e facilmente revertida, ela existe (6)(7). Assim, mesmo  contando com o efeito rebote na produção de LH e testosterona, é necessário que  se faça a TPC ao final do ciclo, podendo ser esta uma TPC mais leve que a  usualmente utilizada em ciclos com drogas mais fortes.&lt;br /&gt;
Já que não se converte em estrógeno, a oxandrolona não causa colaterais como  ginecomastia, retenção hídrica, aumento na pressão arterial ou acumulo acelerado  de gordura. Por não ter alto valor androgênico, colaterais como agressividadade,  oleosidade na pele e acne também não são comuns. Apesar disso, sendo a  oxandrolona um derivado do DHT, ela também pode ocasionar queda de cabelo em  pessoas com essa predisposição genética, ainda que de forma bem mais branda que  outras drogas como o estanozolol e a drostonolona.&lt;br /&gt;
Bem como todas as outras drogas 17aa, a oxandrolona é tóxica ao fígado.  Porém, a oxandrolona apresenta hepatotoxidade inferior à outras drogas como a  oximetolona ou o estanozolol, já que a maior parte dela é metabolizada nos rins,  e não no fígado (8)(9)(10). Assim, mesmo que os valores de TGO e TGP sejam  temporariamente elevados durantes o seu uso (11), a oxandrolona parece não  manifestar maiores complicações (12). Não existem casos documentados sobre  qualquer efeito nocivo da oxandrolona sobre os rins.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mulheres e a  Oxandrolona&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A oxandrolona tem sido a droga mais utilizada por mulheres nos dias de hoje.  A sua popularidade entre esse grupo parece ter aumentado graças ao baixo efeito  androgênico que ela tem sobre os seus usuários. Para as mulheres, isso significa  ter sob controle o seu maior medo, a virilização. Seguindo a dosagem normalmente  utilizada, que está situada entre 5mg e 30mg por dia, colaterais como  aparecimento de pelos pelo corpo, alterações no timbre da voz e hipertrofia no  clitóris não são comuns. No entanto, mesmo dentro da dosagem que é considerada  normal nos dias de hoje a virilização pode acontecer. Para minimizar esta  possibilidade, é preciso utilizar o bom senso e respeitar a individualidade de  cada um. Levando em conta um ciclo com 30mg/dia de oxandrolona, não fica difícil  perceber que as chances de virilização de uma mulher que pesa 45kg e que nunca  ciclou na vida, são bem maiores que a de outra mulher que pesa 75kg e com uma  quantidade considerável de ciclos nas costas.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/8017072210460766092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/8017072210460766092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/8017072210460766092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/8017072210460766092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/oxandrolona.html' title='OXANDROLONA'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-9131029697812144359</id><published>2010-05-20T03:20:00.003-03:00</published><updated>2010-05-20T03:36:18.987-03:00</updated><title type='text'>HCG (Gonadotrofina)</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As  Características&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Tempo de ação: entre 48 e 72hrs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 100iu-500ui a cada  1-7 dias; 1500ui-5000ui a cada 4-7 dias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: não&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;, porém pode aumentar a quantidade de  aromatase&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retenção  hídrica: possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pressão Alta: possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT:  possível&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica:  não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A  História&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;HCG é a abreviação em inglês de &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Human Chorionic Gonadotrofin&lt;/span&gt;, que em português  significa Gonadotrofina Coriônica Humana. Esta é uma glicoproteina produzida  naturalmente no corpo da mulher durante o período de gestação, e tem como  principal função manter alta a produção de progesterona, que é vital para  sustentar o crescimento do feto. Nas mulheres, a utilização exógena de HCG induz  a ovulação, de forma que esta droga tem sido utilizada em tratamentos de  fertilidade nas pessoas do sexo feminino (1).  Já nos homens, o HCG apresenta um efeito interessante. Por ter quase a mesma  seqüência de aminoácidos do LH, o HCG acaba mimetizando este hormônio e induz a  produção de testosterona nos testículos (2)(3). Dada esta característica, o HCG  tem sido utilizado em homens para o tratamento de hipogonadismo (1).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Uso e os  Efeitos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Durante o uso de esteróides anabolizantes, em resposta à grande quantidade de  hormônios sexuais presentes no organismo, afim de evitar um acumulo ainda maior  destas substâncias, o eixo HPT reduz a produção de LH (4)(10)(11), hormônio  responsável por estimular a produção de testosterona nos testículos. Assim,  durante um ciclo de EAAs, a ausência de LH faz com que os testículos cessem a  produção de testosterona. A má notícia é que a partir deste momento se inicia um  processo degenerativo nos testículos, reduzindo o volume das células de Leydig e  de outros biomarcadores importantes para a produção de testosterona, como a  testosterona intratesticular (ITT), o &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Insulin-like Factor 3&lt;/span&gt; (INSL3) e os peroxisomas  (3-9). Em ciclos longos (12 ou mais semanas), o volume das células de Leydig  diminuem 90%, o ITT é reduzido em 94%, o INSL3 em 95% e a produção endógena de  testosterona é reduzida em 98% (3-8). Este processo degenerativo faz com que os  testículos percam a sensibilidade ao LH, de forma que uma vez retomada a  produção deste hormônio os testículos não responderão da mesma maneira que  responderiam anteriormente. Em outras palavras, será necessário mais LH do que  se precisou antes do ciclo para produzir uma mesma quantidade de testosterona.  Graças a isso, costumamos ouvir que a parte de cima do eixo HPT (hipotálamo e  pituitária) se recupera mais rápido que a parte de baixo (testículos), já que  nos exames pós-ciclo não é raro encontrar os valores de GnRH e LH dentro da  normalidade enquanto os de testosterona ainda não se normalizaram. A boa notícia  é que a presença do LH desencadeia o processo regenerativo das funções dos  testículos (5), que gradualmente irá recuperar a sensibilidade ao LH e assim,  com o passar do tempo, normalizar a produção endógena de testosterona. Como o  HCG mimetiza o LH no organismo masculino, você já deve ter ligado A e B, e  percebido que utilizar o HCG pós-ciclo (mais precisamente na TPC) é a melhor  opção para acelerar a regeneração dos testículos, evitando assim um &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;crash&lt;/span&gt; hormonal prolongado, certo? Errado.&lt;br /&gt;
Para avaliar o protocolo mais difundido nos dias de hoje, que defende a  administração de 1500-5000ui de HCG a cada 4-5 dias, por 2-3 semanas no final do  ciclo e/ou no início da TPC (1)(2), precisamos entender a sua origem. Este  protocolo tem a estrutura muito similar aos protocolos usados em estudos dos  anos 60 (12)(13), utilizando altas doses de HCG, em períodos curtos e em  individuos com a sensibilidade testicular reduzida pela ausência prolongada de  LH. Desta forma, devido à grande redução na sensibilidade testicular, doses  elevadas de HCG são necessárias para causar um estimulo suficientemente forte.  Contudo, até que ponto vai a eficácia do HCG quando aplicado em pessoas que tem  a sensibilidade ao LH reduzida? Um estudo com 6 &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;powerlifters&lt;/span&gt; que utilizaram doses altas de  EAAs durante 16 semanas, avaliou a resposta ao HCG destes atletas após o ciclo.  Em comparação aos homens normais que não utilizaram EAAs, a resposta dos  individuos estudados foi 20 vezes menor (14). Em outro estudo, após a utilização  de doses baixas de EAAs por 12 semanas, a administração de 5000ui/semana de HCG  por outras 12 semanas não foi capaz de normalizar a produção de testosterona e  INSL3 (8). Esses estudos nos mostram que utilizar o HCG apenas no final do ciclo  faz com que uma dose maior da droga seja necessária, e também reduz as chances  do usuário recuperar totalmente a produção de testosterona.&lt;br /&gt;
O protocolo analisado acima foi criado para tratar casos crônicos de falta de  LH e conseqüente dessensibilização dos testículos. Na maioria dos casos, os  individuos que se encontram nessa situação não tem conhecimento que sofrem deste  mal até que os exames necessários sejam feitos. Apenas após ser constatada o  hipogonadismo é que ele pode ser combatido, e quanto mais tempo levar para se  iniciar o tratamento menores são as chances de sucesso. Felizmente este não é o  nosso caso. A pessoa que decide se aventurar por um ciclo de EAAs já deve ter  consciência que ao administrar esteróides anabolizantes a produção de LH será  reduzida e a capacidade de produção de testosterona será prejudicada. Como o  usuário já sabe que os testículos perderão sensibilidade antes mesmo de ela  acontecer, porque não utilizar o HCG durante o ciclo, afim de evitar a  dessensibilização e, quando o ciclo acabar, ter os testículos funcionando com  plena capacidade? Obviamente, essa é uma alternativa bem mais eficaz.&lt;br /&gt;
Os usuários que optam por usar o HCG como uma forma de prevenção, devem  lembrar que é fundamental utiliza-lo antes que a dessensibilização ocorra. Este  processo degenerativo tem inicio em cerca de 2 ou 3 semanas, quando o corpo  começa a buscar a homeostase diminuindo a liberação de LH e, consequentemente, a  produção de testosterona (15)(16). É importante ressaltar que o tamanho dos  testículos não está ligado a sua capacidade de produzir testosterona (6), já que  as células de Leydig são responsáveis por apenas 10% do volume testicular. Por  isso não espere pela atrofia testicular para iniciar o uso do HCG, pois os  testículos podem estar apenas 5-10% menores enquanto a produção de testosterona  já foi reduzida em 98% (5-7). Em todo caso, alguns autores defendem o uso do HCG  já nos primeiros dias do ciclo (17).&lt;br /&gt;
Com o HCG sendo utilizado antes da dessensibilização testicular ocorrer,  doses elevadas desta droga não são necessárias. Na verdade, parece que a  produção máxima de testosterona pelos testículos é de 140% a mais que a produção  normal (18-24), com aumento pequeno entre a dose de 250ui e 500ui, ou mesmo  entre 250ui e 5000ui (4)(25). Dessa forma, a dosagem tradicionalmente usada  (1500-5000ui) é totalmente desnecessária quando o HCG é utilizado já no início  do ciclo. Um estudo demonstrou que durante a utilização de EAAs (200mg de  enantato de testosterona por semana), a utilização de 250ui de HCG a cada dois  dias conseguiu manter as funções testiculares e preservar a quantidade de ITT,  sem causar qualquer dessensibilização às células de Leydig (4). Outra opção, que  acredito ser uma melhor escolha, seria administrar 100-150ui de HCG diariamente.  Se por qualquer motivo existir a impossibilidade de administrar o HCG a cada um  ou dois dias, a simples administração de 500ui uma vez por semana deve ajudar.  Em todo caso, sempre é preferível optar por administrações mais freqüentes e com  doses menores.&lt;br /&gt;
Enquanto o HCG estiver sendo administrado, o eixo HPT não irá se recuperar,  mesmo após o final do ciclo. Assim, caso o HCG seja utilizado durante o ciclo,  não existe a necessidade de usa-lo também durante toda a TPC. Dessa forma, o HCG  pode ser descontinuado cerca de duas semanas antes dos EAAs saírem do organismo  (26), ou mesmo após a primeira semana da TPC (17). Não existe um consenso sobre  o momento ideal para que o HCG seja descontinuado, de forma que, no presente  momento, qualquer ponto neste intervalo de tempo é aceitável.&lt;br /&gt;
A apresentação do HCG geralmente é feita de forma semelhante pelos  fabricantes, em um pó liofilizado que deve ser reconstituído em solvente que  acompanha o produto. Um dúvida muito comum é se existe a possibilidade de  armazenar o HCG depois de reconstituído. De um lado, produtos como o Choragon e  o Choriomon trazem em suas bulas avisos como “após a sua reconstituição, o uso  deve ser imediato”, “o conteúdo remanescente deve ser descartado” ou “a solução  reconstituída não deve ser armazenada”. Do outro lado, produtos como o Pregnyl  afirmam que “a solução reconstituída permanece estável por 30 dias quando  refrigerada (2° a 8°C)”. Para sanar a dúvida, precisamos analisar a diferença  entre os produtos e assim entender o motivo pelo qual as recomendações sobre o  armazenamento do HCG já reconstituído são tão divergentes entre os fabricantes.  Partindo do ponto que não há diferença entre o HCG liofilizado dos diferentes  fabricantes (salvo, claro, o grau de pureza), fica evidente que a variável que  procuramos está no solvente utilizado para reconstituir o produto. No caso do  Choragon e Choriomon, marcas que desencorajam o armazenamento, o solvente  utilizado é a solução fisiológica. Já o Pregnyl usa a água bacteriostática, que  trás consigo 0.9% de álcool benzílico, sendo este o composto em que estamos  interessados.&lt;br /&gt;
O álcool benzílico é uma substância utilizada como solvente e também por sua  ação bacteriostática (por isso o nome água bacteriostática). Dessa forma, o  Pregnyl conta com um ingrediente que combate a contaminação do produto  reconstituído, permitindo que o usuário utilize-o em momentos posteriores à sua  reconstituição. Em todo caso, para aqueles que não tem acesso ao Pregnyl (que é  muito difícil de encontrar no Brasil) e desejam estocar o produto para usa-lo em  doses menores após a reconstituição, alguns usuários tentam manter a  esterilidade do HCG por conta própria. É importante deixar claro que as práticas  a seguir foram criadas por usuários desta substância e, sendo assim, não  garantem de fato a esterilidade do produto. Como dito anteriormente, é apenas  uma tentativa.&lt;br /&gt;
A primeira medida seria reconstituir o HCG com água bacteriostática, bem como  é feito com o Pregnyl, garantindo a presença do álcool benzílico na solução.  Caso o acesso a essa substância não seja possível, outra medida seria  reconstituir o HCG com água de injeção, juntamente com álcool benzílico, de  forma que a quantidade desta corresponda a 0.9% da quantidade total da solução.  Obviamente, a quantidade de água bacteriostática ou água de injeção a ser  adicionada depende da concentração que se deseja obter. Como estas são práticas  informais, não há como estipular um tempo limite para o armazenamento. Contudo,  ao que parece, o HCG não perde as suas propriedades com o passar do tempo após  reconstituído, de maneira que a única função do álcool benzílico seria preservar  a esterilidade do produto após a reconstituição. Seguindo esta linha, ainda que  não seja possível adicionar álcool benzílico a solução, o HCG pode ser  administrado após ser reconstituído. Armazenar a solução final, seja ela com ou  sem álcool benzílico, em um recipiente estéril e fechado com rolha de borracha  apropriada também estéril, garante que o HCG não ficará em contato com ar,  diminuindo as chances de contaminação em ambos os casos. Manter a solução  refrigerada entre 2° e 8°C também é uma prática recomendável.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;Colaterais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Além de ser uma prática não recomendável pela sua falta de eficácia, a  utilização de grandes doses de HCG trás consigo alguns colaterais. Um destes  colaterais é o aumento desproporcional de estradiol em relação à testosterona.  Enquanto a produção de testosterona é aumentada em 140%, a de estradiol se eleva  em 165%. Com a presença excessiva de estrógeno, a recuperação do eixo HPT é  prejudicada e as chances de desenvolver ginecomastia aumentam (25). Como se não  fosse o bastante, altas doses de HCG também são responsáveis por degradar  enzimas responsáveis por sintetizar a testosterona nos testículos e por reduzir  a concentração de receptores de LH (9)(18)(19), induzindo assim o hipogonadismo  primário na tentativa de tratar o hipogonadismo secundário.&lt;br /&gt;
Dosagens pequenas e frequentes não parecem trazer qualquer colateral (4), uma  vez que essa prática se assemelha muito ao funcionamento natural do organismo.  Ainda assim é importante ressaltar que uma vez que o nível de testosterona se  encontre acima do normal em decorrência do HCG, os colaterais inerentes a essa  prática são os mesmos da administração exógena de testosterona.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/9131029697812144359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/9131029697812144359' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/9131029697812144359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/9131029697812144359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/hcg-gonadotrofina-corionica-humana.html' title='HCG (Gonadotrofina)'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-7900775331318231523</id><published>2010-05-20T03:19:00.004-03:00</published><updated>2010-05-20T03:26:57.936-03:00</updated><title type='text'>STANAZOLOL</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As  Características&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;Tempo de ação (oral): 8 horas&lt;br /&gt;
Tempo de ação (injetável): 2-4  dias&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 50-100mg a cada 1-2 dias&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Converte-se em DHT: não, é derivada do  DHT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: raro&lt;br /&gt;
Retenção hídrica:  não&lt;br /&gt;
Pressão Alta: não&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: sim, pouco&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica: sim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A  História&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estanozolol apareceu pela primeira vez em  1962, registrado e comercializado pela Sterling &lt;i&gt;&lt;/i&gt;Winthrop Research  Institute, sob o nome de Winstrol. Ao longo dos anos os vários casos de dopping  confirmados pelo uso de estanozolol colocaram esta droga no topo da lista de  EAAs mais procurados, e junto com a sua popularidade esse esteróide também  ganhou alguns mitos e lendas relacionados ao seu uso, bem como ao uso de  falsificações que se passam (ou pelo menos tentam se passar) por estanozolol.  Atualmente, o nome Winstrol continua sendo utilizado pela Desma Pharma Group  para a comercialização do estanozolol na espanha.  Toda essa popularidade teve inicio com Ben Jonhson, em 1988. Naquele ano, Ben  Jonhson quebrou o próprio recorde dos 100m livres nas Olimpíadas de Seoul,  conquistando a medalha de ouro nesta modalidade. Porém, três dias depois,  Jonhson perdeu sua medalha quando os exames anti-dopping acusaram o uso de uma  substância proibida, o estanozolol. Desde então o uso do estanozolol cresceu  muito, e isso é facilmente comprovado seja por atletas que eventualmente (e  claro, não publicamente) admitem usar esta droga para melhorar sua performance,  ou mesmo por aqueles que tem a substância detectada nos exames anti-dopping. A  lista é longa, porém os casos mais famosos são dignos de serem  lembrados:&lt;/div&gt;&lt;ul style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;li&gt;1988: Ben Jonhson perde a medalha de ouro dos 100m livres (Jogos Olímpicos  de Seoul).  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1997: Olimpiada Ivanova perde a medalha de prata na caminhada de 10km (WCA).   &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;1999: Vita Pavlysh perde a medalha de ouro no arremesso de disco (IAAF-WIC).   &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2003: Tim Sylvia perde o título de campeão dos pesos-pesados no MMA (UFC).  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2004: Vita Pavlysh é pega no anti-dopping novamente e banida do esporte para  sempre.  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2005: Rafael Palmeiro é suspenso por 10 dias (Major League Baseball).  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2006: Halina Karnatsevich perde a medalha de ouro (Grandma’s Marathon)  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;2007: John Hennigan, é suspenso por 30 dias (WWE) &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muitos outros casos de testes positivos para o  estanozolol poderiam ser incluídos nessa lista, porém, ainda que faltando vários  casos presentes na história dos exames anti-dopping (com muita ênfase no  vários), essa pequena lista ilustra bem como o uso dessa substância está  amplamente difundida em muitas modalidades esportiva, sejam elas fundamentadas  na apresentação artística, na força, na velocidade, na resistência ou nas lutas  marciais.&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os  Efeitos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O estanozolol é um derivado direto do DHT,  possuíndo duas alterações distintas. Uma é a alquilação no carbono 17, que torna  esta uma droga resistente à primeira passagem quando administrada oralmente. A  outra alteração é a adição do incomum grupo pirazol ao quarto anel da molécula  de DHT. Por ser um derivado do DHT, o estanozolol não se converte em estrógeno,  já que a molécula da sua droga mãe carece da dupla ligação entre os carbonos 4 e  5 que é necessária para que ocorra a aromatização. Apesar de o estanozolol se  ligar sem muita força aos receptores androgênicos (1), não ser por si só um  forte andrógeno e não apresentar nenhum mecanismo específico que favoreça a  queima de gordura, esta droga vem sendo muito utilizada em ciclos de definição  por não ocasionar retenção hídrica ou diminuição da lipólise, bem como por  aumentar a relação andrógeno/estrógeno, ambas características que agem em favor  de um físico mais denso e definido, de forma que não é difícil encontrar pessoas  que se sintam mais “secas” durante o seu uso. Alguns autores, como Anthony  Roberts, afirmam que a perda de líquido subcutâneo durante o uso de estanozolol  se explica por esta ser um derivado do DHT, e agindo como tal o estanozolol  também teria propriedades anti-estrogênicas (3). Porém, por não existirem  estudos específicos sobre essa suposta propriedade do estanozolol e por saber  que mesmo pequenas alterações em um determinado EAA podem ocasionar em ações  completamente diferentes, eu não seria tão categórico ao afirmar que estanozolol  e DHT compartilham as mesmas propriedades anti-estrogênicas, porém tudo aponta  nesta direção. Outra teoria para explicar a perda de liquido subcutâneo é a ação  do estanozolol como antagonista da progesterona (4). A progesterona inibe a  produção da enzima 5-alfa-reductase, reduzindo assim os níveis de DHT (5).  Então, ao bloquear a ação da progesterona, bloqueia-se também o seu efeito  inibitório sobre a produção da enzima 5-alfa-reductase, o que por sua vez  aumenta os níveis de DHT e com isso consegue-se uma ação anti-estrogênica  indireta através do estanozolol. Ambas as teorias da ação anti-estrogênica do  estanozolol, seja ela direta ou indireta, aguardam por validação científica,  sendo que a validação de uma não excluí a eventual validação da outra. De fato,  os dois efeitos podem ocorrer em conjunto.  Mesmo sendo o estanozolol visto muitas vezes como uma droga específica para  ciclos de definição, muitos usuários relatam que tiveram sucesso ao inclui-lo em  ciclos que visam ganho de massa muscular. Ainda que não proporcione grande  aumento de volume muscular, o estanozolol promove aumento na retenção de  nitrogênio (2), que é a peça chave para a construção muscular. Sem se converter  em estrógeno e, conseqüentemente, sem retenção hídrica, os músculos construídos  com estanozolol costumam ser de ótima qualidade e facilmente mantidos no  pós-ciclo. Quando comparamos o estanozolol à outras drogas com características  semelhantes (majoritariamente anabólicas com baixo potencial androgênico) como a  oxandrolona e o turinabol, é quase uma unanimidade entre os autores e usuários  que o estanozolol apresenta o melhor desempenho dentre elas quando levamos em  conta os ganhos de massa muscular. Em conjunto, um moderado aumento de força  costuma ser atribuído à esta droga.&lt;br /&gt;
Uma característica interessante desta droga é a sua ação direta sobre o  músculo aplicado (6), de forma que alguns usuários relatam um melhor  desenvolvimento nas regiões que receberam injeções de estanozolol, e alguns  afirmam também ter conseguido uma aparência mais seca e definida nestes  grupamentos. Porém esta não é uma propriedade exclusiva do estanozolol e sim de  todos os injetáveis não esterificados, como testosterona em suspensão e dianabol  injetável. As drogas esterificadas para exercer seus efeitos precisam primeiro  ser separadas do éster e esse processo é mediado pela enzima esterase, que se  encontra predominantemente na corrente sanguínea. Assim, as drogas esterificadas  necessitam primeiro entrar na corrente sanguinea para então serem liberadas do  seu éster. Sem a presença do éster, as drogas não esterificadas começam a sua  ação já no local de aplicação. É importante lembrar que o efeito do estanozolol  não é exclusivamente local, nem mesmo majoritariam&lt;br /&gt;
ente local, e sim global  como todos os outros EAAs, contando com uma pequena ajuda localizada. Drogas com  ésteres curtos, como o propionato de testosterona, parecem possuir o mesmo  efeito localizado, ainda que em menor grau (6).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;Oral vs Injetável&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Tão logo alguém se interesse pelo estanozolol e se depare com as duas  apresentações disponíveis, surge a questão: Qual é a melhor? Esta pergunta já  foi feita muitas e muitas vezes, e como você deve imaginar, é uma pergunta sem  resposta. Porém, podemos enumerar aqui algumas diferenças que permitem ao  usuário tomar uma decisão mais sábia no momento de fazer a escolha entre uma das  duas opções.&lt;br /&gt;
Se você deseja construir músculos utilizando estanozolol, a versão injetável  é a melhor escolha, já que ela promove maior aumento na retenção de nitrogênio  que a versão oral (16). Ao que tudo indica, isto ocorre pois parte da droga  administrada oralmente é metabolizada durante o processo da primeira passagem  pelo fígado, fazendo com que uma quantidade menor que a dosagem administrada  chegue intacta na corrente sanguínea. Muito se fala sobre a quantidade de droga  perdida durante este processo, e convencionou-se dizer que a perda gira entre  10% e 20%, porém no presente momento não encontrei nenhum estudo ou referência  que sustente estes números, ou mesmo que comprove que aumentar a dosagem em  10-20% irá igualar a diferença na retenção de nitrogênio entre as duas  apresentações.&lt;br /&gt;
No entanto, a forma oral do estanozolol também tem a sua vantagem sobre a  forma injetável. Durante a primeira passagem pelo fígado, através de um  mecanismo ainda desconhecido, o estanozolol é capaz de reduzir os níveis de  SHBG. Assim, caso outras drogas estejam sendo utilizadas em conjunto com o  estanozolol, a redução no nível de SHBG irá deixar mais “espaço” para que essas  outras drogas exerçam sua função, uma vez que qualquer andrógeno ligado ao SHBG  é incapaz interagir com os receptores androgênicos. Ainda melhor, mesmo uma  pequena dose de estanozolol oral, como 0.2mg/kg/dia (o que para uma pessoa de  100kg seria 20mg/dia), pode reduzir os níveis de SHBG em cerca de 50% (8).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;O Uso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Com tempo de ação de 8 horas, a apresentação oral do estanozolol exige que a  sua administração seja espalhada ao longo do dia, na tentativa de manter os  nível da droga na corrente sanguínea o mais estável possível. Assim, se um  usuário opta por utilizar a dosagem de 30mg diários, a administração de 10mg a  cada 8 horas (totalizando então 30mg durante o dia) deve atender a este  objetivo. Da mesma forma, pode-se utilizar administrações com intervalos mais  curtos (como a cada 6 horas por exemplo), ou no caso de alguma impossibilidade a  cada 12hrs, sendo que esta deve ser a última opção por apresentar um intervalo  muito longo entre as administrações.&lt;br /&gt;
Sem a presença de um éster, o estanozolol tem baixa solubilidade tanto na  água como no óleo. Tradicionalmente, a versão injetável do estanozolol é  convertida em base aquosa, fazendo com que a droga fique suspensa no veículo  aquoso quando agitada e se acumule lentamente no fundo do frasco após um período  de repouso. Então, nunca é demais lembrar: agite antes de usar - acredite,  algumas pessoas se esquecem deste detalhe. Graças a diferença no tamanho das  particulas de cada fabricante, o tempo de ação do estanozolol vária entre 2 e 4  dias. Produtos que utilizam sal com particulas grandes apresentam meia-vida  superior aos produtos que utilizam sal mais refinado, com partículas menores, e  isso trás alguns prós e contras para ambos. De um lado, os produtos com  particulas menores dispensam as agulhas largas que estamos acostumados a usar  para administrar drogas com base oleosa. Alguns produtos tem a matéria-prima tão  refinada que é possível administrar a droga usando agulha de insulina. Porém,  particulas menores são mais facilmente dissolvidas e entram com maior velocidade  na corrente sanguínea, de forma que se faz necessário administrar esse tipo de  produto todos os dias ou ao menos uma vez a cada dois dias. Já as particulas  maiores levam mais tempo para serem dissolvidas e entrar na corrente sanguinea,  aumentando a meia-vida da droga e tornando o ciclo mais confortável, já que as  aplicações não precisam ser tão freqüentes, podendo ser feitas uma vez cada três  ou quatro dias. Por outro lado, particulas maiores necessitam ser administradas  através de agulhas mais grossas, bem como os produtos de base oleosa. Ainda  assim, não é incomum ter a agulha entupida no momento da administração com este  tipo de produto, o que gera um enorme desconforto ao usuário pois se faz  necessário realizar uma nova aplicação (e lógico, com uma nova agulha) (7).&lt;br /&gt;
Não há diferença entre a substância que compõe a versão oral e a injetável,  de forma que a versão injetável também pode ser administrada oralmente. Essa é  uma informação que pode ser útil no final de alguns ciclos, quando de posse da  versão injetável da droga e cansado das dores da aplicação (e diga-se de  passagem, o estanozolol é uma das drogas que carrega mais queixas em relação as  dores decorrentes da aplicação), o usuário pode optar por administrar a droga  via oral, que é uma forma indolor (porém não tão saborosa) de se utilizar o  estanozolol. Caso essa opção seja feita, a forma de administração deve ser feita  várias vezes ao dia, de maneira similar à versão oral. Para facilitar a dosagem,  é possível misturar 1ml de estanozolol em 9mls de água, resultando em um  composto contendo 5mg/ml para os produtos com concentração de 50mg/ml e 10mg/ml  para aqueles que contém 100mg/ml.&lt;br /&gt;
Em ciclos de definição, o estanozolol pode ser associado à drogas mais  androgênicas e que se ligam fortemente aos receptores androgênicos, como a  trembolona e a drostonolona, completando assim as lacunas presentes no  estanozolol. Outras drogas também podem ser utilizadas em conjunto para este  fim, como o propionato de testosterona e a boldenona, desde que feito o controle  de estrógeno necessário para maximizar os resultados do ciclo. Drogas como  turinabol e oxandrolona não formam uma boa combinação com o estanozolol, já que  são opções com características muito semelhantes, que não se completam, e por  também serem drogas 17aa, apresentam uma sobrecarga ao fígado desnecessária.  Para ciclos que visam aumento de massa muscular e manutenção da qualidade,  drogas que possuem baixa taxa de aromatização como boldenona e propionato de  testosterona podem ser utilizados em conjunto, aqui dispensando o controle de  estrógeno que nesse caso séria benéfico. Adicionalmente, a trembolona ou mesmo a  drostonolona também podem ser utilizadas para esse propósito. Pela sua grande  capacidade de construção muscular, o estanozolol muitas vezes é utilizado em  ciclos que buscam grande aumento de peso, juntamente com drogas mais fortes como  o enantato ou cipionato de testosterona. A metandrostenolona e a oximetolona,  por terem hepatotoxidade muito elevada, não são boas escolhas para serem  utilizadas junto ao estanozolol. Ainda assim, graças a sua capacidade de reduzir  a produção de SHBG, a forma oral do estanozolol pode ser utilizada em qualquer  ciclo, com o único intuito de gerar sinergia entre as drogas (8).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Colaterais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Sem ser convertido em estrógeno, colaterais desta natureza como ginecomastia,  retenção hídrica e pressão alta não são um problema com estanozolol. Com relação  aos colaterais androgênicos, o estanozolol parece exibir uma determinada  potência para cada colateral específico. O baixo valor androgênico do  estanozolol, cerca de 30, não faz com que a tendência ao comportamento agressivo  se agrave durante o seu uso (15). No entanto, sendo um derivado direto do DHT, o  estanozolol pode atuar&lt;br /&gt;
com mais força em alguns tecidos específicos, da mesma  forma que a sua droga mãe. Assim, um aumento na oleosidade da pele e o  aparecimento de acne são colaterais possíveis, ainda que brandos quando se  manifestam. Pelo mesmo motivo, a queda de cabelo também pode ocorrer durante o  uso de estanozolol, sendo que este colateral é bem mais severo naqueles que tem  predisposição genética para tal.&lt;br /&gt;
Como já dito anteriormente, não existe diferença entre a substância que  compõe a versão oral e a versão injetável do estanozolol, de maneira que as duas  apresentações são tóxicas ao fígado, graça à alquilação presente na sua  molécula. Ainda assim, a versão injetável parece ser mais branda que a versão  oral neste quesito (9). Não existem estudos comparativos sobre a diferença entre  a hepatotoxidade do estanozolol e das outras drogas, porém, é consenso entre a  maioria dos autores e usuários que a hepatotoxidade do estanozolol estaria  situada entre a hepatotoxidade da oxandrolona e da oximetolona, demarcando assim  uma espécie de meio termo entre os dois extremos.&lt;br /&gt;
A reversão lipídica costuma ser severa quando se utiliza estanozolol. Quando  o assunto é colesterol, esta droga parece ser a maior vilã entre os esteróides  anabolizantes. Um estudo comparando os efeitos de 200mg de enantato de  testosterona por semana e 6mg de estanozolol por dia, durante 6 semanas, trás à  tona a força com que esse colateral se manifesta (11). Nele, o estanozolol  reduziu o HDL e HDL-2 (popularmente conhecidos como colesterol bom) em 33% e 71%  respectivamente, e aumentou o LDL (vulgo colesterol ruim) em 29%. Enquanto isso,  o enantato de testosterona reduziu o HDL-3 em apenas 9% e reduziu também o LDL  em 16%. O período de 6 semanas a que foram submetidos os atletas deste estudo é  considerado normal nos dias de hoje, porém o que assusta é a profundidade da  reversão lipídica em relação à dosagem. Assim, fica claro que são necessários  exames específicos para verificar o colesterol antes de iniciar um ciclo  contendo estanozolol, para ter certeza que os valores do HDL, LDL e colesterol  total estão dentro da normalidade e assim diminuir os riscos de contrair um  problema cardíaco no longo prazo. Outros efeitos cardíacos, como hipertrofia do  coração e alteração no controle reflexo da pressão arterial, também tem sido  associados ao uso de estanozolol (12).&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar do estanozolol aumentar a produção de  colágeno (13)(14), proteína que tem papel vital na formação do tecido  conjuntivo, alguns usuários relatam passar por dores nas articulações durante o  uso desta droga. A sensação de ter as articulações “ressecadas” originou uma  teoria dizendo que o estanozolol elimina a água presente nas articulações da  mesma forma que faz com a água subcutânea, criando uma pseudo-relação de causa e  efeito para este colateral, já que geralmente quando as dores aparecem o usuário  também exibe um visual mais “seco”. Porém, o mesmo acontece durante o uso de  inibidores de aromatáse, como o letrozol, tanto em relação às dores nas  articulações quanto à aparência mais bem definida, com menos água entre a pele e  os músculos. Dessa forma, parece sensato afirmar que as dores decorrentes do uso  de estanozolol estão mais ligadas ao baixo nível de estrógeno do que à falta de  liquido nas articulações. Como base para essa teoria, precisamos antes fazer uma  breve explicação sobre o funcionamento das células TH1 e TH2 que fazem parte do  sistema imunológico. As células TH1 são responsáveis por produzir citocinas  pró-inflamatórias, enquanto as células TH2 desencadeiam a produção de  anticorpos. Hormônios como o estrógeno e a progesterona ativam a resposta das  células TH2 enquanto antagonizam a ação das células TH1, de forma que quando  existe mais estrógeno ou progesterona (ou mesmo progestinas) também se tem mais  citocinas anti-inflamatórias circulando, bem como menos citocinas  pró-inflamatórias, iniciando então um efeito analgésico semelhante ao que se tem  quando são administrados medicamentos anti-inflamatórios como o ácido  acetilsalicílico, o ibuprofeno ou o paracetamol. Efeito semelhante acontece com  mulheres que sofrem de artrite e engravidam, de forma que durante a gravidez a  produção de estrógeno e progesterona se eleva naturalmente, fazendo com que as  dores nas articulações diminuam ou mesmo desapareçam. É por este motivo que a  nandrolona é famosa por aliviar as dores nas articulações, uma vez que ela se  converte em estrógeno (ainda que em baixo grau) e atua como uma progestina. E  onde o estanozolol entra nessa história? No início do perfil, na parte sobre os  efeitos da droga, foram citadas as ações anti-estrogênicas e anti-progestênicas  do estanozolol, lembra? Seguindo essa linha, o estanozolol diminui a produção  das citocinas anti-inflamatórias e, consequentemente, aumenta a sensação de dor.  O mesmo colateral ocorre durante o uso da drostonolona.  Infelizmente a habilidade de se ligar aos receptores da progesterona, o que  em algumas situações é uma característica favorável, parece também ativar alguns  efeitos androgênicos secundários e isto pode levar à perda da libido em alguns  casos. Para combater este colateral, muitos usuários costumam utilizar uma  testosterona em conjunto, ainda que em doses baixas, com o objetivo de manter “a  moral em dia” e as garotas felizes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;WINSTROL BULA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;COMPOSICION&lt;/span&gt; COMPOSIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;WINSTROL  COMPRIMIDOS&lt;/b&gt;: Cada comprimido contiene: Stanozolol 2 mg, excipientes: Lactosa,  Magnesio estearato, Calcio fosfato dibásico, Carboximetil almidón, Goma arábiga,  Colorante rojo (E 127) y Agua desionizada cs&lt;/span&gt; - WINSTROL COMPRIMIDOS: Cada  comprimido contém: Stanozolol 2 mg Excipientes: lactose, estearato de magnésio,  fosfato de cálcio dibásico, amido carboximetilcelulose, goma arábica, corante  vermelho (E 127) e água deionizada cs&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- &lt;b&gt;WINSTROL DEPOT&lt;/b&gt;:  Cada ampolla de 1 ml contiene: Stanozolol 50 mg, excipientes: Sodio fosfato  dibásico, Polisorbato 80, sodio mertiolato, Sodio cloruro y Agua para inyección  cs&lt;/span&gt; - Winstrol Depot: Cada ampola de 1 ml contém: Stanozolol 50 mg  Excipientes: fosfato dibásico de sódio, polissorbato 80, merthiolate sódio,  cloreto de sódio e água para injeção cs&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;PROPIEDADES&lt;/span&gt; PROPRIEDADES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;El principio es  el Stanozolol, que es el 17-alfa-hidroxi-17-beta-metil androstano (3,2-c)  pirazol, moderno anabolizante, eficaz tanto por via oral como parenteral y  potente estimulante de la síntesis protéica.&lt;/span&gt; O princípio é o Estanozolol,  que é de 17-alfa-hidroxi-17-beta-androstano metil (3,2-c) pirazol, moderno  anabolizante, eficaz tanto por via oral ou parenteral e potente estimulante da  síntese protéica.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;El efecto del fármaco (que en el caso  de WINSTROL DEPOT se prolonga durante 2 ó 3 semanas) se manifiesta con un  aumento del apetito y del peso corporal y con una notable recuperación de las  condiciones generales al mejorar la utilización de las proteínas.&lt;/span&gt; O  efeito da droga (no caso de Winstrol Depot continua por 2 ou 3 semanas) se  manifesta por um aumento do apetite e do peso corporal e uma notável recuperação  das condições gerais para melhorar a utilização da proteína.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;INDICACIONES&lt;/span&gt; INDICAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Estados de  desmejoramiento general, delgadez de diverso origen, anorexia rebelde,  convalecencia, enfermedades crónicas y debilitantes.&lt;/span&gt; - Estados na  deterioração geral, magreza de origem diversa, anorexia rebelde, convalescença,  doenças crónicas e incapacitantes.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Síndromes  nefróticos, asmáticos, artritis reumatoide, etc., para contrarrestar el efecto  catabólico de los cortisónicos.&lt;/span&gt; - Síndrome nefrótica, asma, artrite  reumatóide, etc. Para neutralizar os efeitos catabólicos da cortisona.&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Como  coadyuvante en el tratamiento de llagas de decúbito, fracturas de lenta  consolidación, osteoporosis, quemaduras extensas, períodos pre y  post-operatorio.&lt;/span&gt; - Como adjuvante no tratamento de úlceras de pressão,  fraturas de lenta consolidação, osteoporose, queimaduras extensas, pré e  pós-operatório.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- En pediatría,  en los retardos del crecimiento estatural y ponderal, en los hipoevolutismos  somáticos, en las distrofias y en la inmadurez.&lt;/span&gt; - Em pediatria, retardo  de crescimento em peso e altura e no hipoevolutismos somática em distrofias e  imaturidade.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;POSOLOGIA&lt;/span&gt;  DOSAGEM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;WINSTROL  comprimidos:&lt;/span&gt; WINSTROL comprimidos:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Adultos: 1  comprimido dos o tres veces al día, antes o durante las comidas.&lt;/span&gt; -  Adultos: 1 comprimido duas ou três vezes por dia, antes ou durante as  refeições.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Ninos: Hasta  los 2 anos: 1/2 comprimido una vez al día.&lt;/span&gt; - Crianças: Até 2 anos: 1 / 2  comprimido uma vez por dia.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;De 2 a 6 anos:  1/2 comprimido dos veces al día.&lt;/span&gt; De 2 a 6 anos: 1 / 2 comprimido duas  vezes ao dia.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;WINSTROL DEPOT  inyectable intramuscular:&lt;/span&gt; Intramuscular injetáveis Winstrol Depot:&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Adultos: 1  ampolla cada dos o tres semanas.&lt;/span&gt; - Adultos: 1 ampola cada duas ou três  semanas.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;- Ninos: Hasta  los 2 anos: 1/2 ampolla cada dos o tres semanas.&lt;/span&gt; - Crianças: Até 2 anos:  1 / 2 ampola cada duas ou três semanas.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;De 2 a 6 anos:  1/2 - 1 ampolla cada dos o tres semanas, según juicio médico.&lt;/span&gt; De 2 a 6  anos: 1 / 2 a 1 ampola cada duas ou três semanas, segundo a opinião  médica.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;WINSTROL DEPOT es  una suspensión acuosa particularmente estudiada para una absorción prolongada  ausente de efectos irritativos locales.&lt;/span&gt; Winstrol Depot é uma suspensão  aquosa a absorção especialmente estudado para um tempo ausente do local efeitos  irritantes.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Su uso es  preferible siempre que el médico crea conveniente las administraciones  parenterales distanciadas en el tiempo, más seguras o más idóneas que las  diarias, orales.&lt;/span&gt; Seu uso é preferível se o médico achar conveniente,  administrações parenterais espaçadas no tempo, mais seguro e mais provável do  que oral diária.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Agitar la ampolla  antes de inyectaria.&lt;/span&gt; Agitar o frasco antes de injetados.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;oportuno integrar  el tratamiento anabolizante con una dieta rica y equilibrada.&lt;/span&gt; tratamento  de anabolizantes deve ser integrado com uma dieta equilibrada.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;PRECAUCIONES&lt;/span&gt; PRECAUÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;En pacientes  sensibles a fenómenos colaterales endocrinos o hidroelectrolíticos (tendencia al  edema), es oportuna una vigilancia periódica durante los tratamientos  prolongados.&lt;/span&gt; Em pacientes sensíveis aos fenómenos de desregulação  endócrina e eletrólitos garantia (tendência ao edema), é necessário um  acompanhamento regular durante tratamentos prolongados.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;En pacientes con  hepatopatías, se aconseja vigilar los índices de colestasis.&lt;/span&gt; Em pacientes  com doença hepática são aconselhados a monitorar as taxas de colestase.&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;WINSTROL  COMPRIMIDOS contiene lactosa.&lt;/span&gt; WINSTROL comprimidos contém lactose.&lt;/span&gt;  &lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Se han descrito casos de intolerancia a  este componente en ninos y adolescentes.&lt;/span&gt; Houve relatos de intolerância a  este componente em crianças e adolescentes.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Aunque la cantidad presente en el  preparado no es, probablemente, suficiente para desencadenas los síntomas de  intolerancia, en caso de que aparecieran diarreas debe consultarse al  médico.&lt;/span&gt; Embora a quantidade presente na preparação não é provavelmente  suficiente para desencadear os sintomas de intolerância, onde apareceu diarréia  deve consultar um médico.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;ADVERTENCIAS&lt;/span&gt; AVISOS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Los esteroides  anabólicos tienen la capacidad potencial de producir efectos masculinizantes,  que pueden manifestarse en las ninas, por lo que, en estos casos, el tratamiento  debe ser estrictamente vigilado por el médico.&lt;/span&gt; Os esteróides anabólicos  têm o potencial para produzir efeitos de virilização, que pode manifestar-se nas  meninas, por isso, nestes casos, o tratamento deve ser estritamente controladas  pelo médico.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Los tratamientos  muy prolongados para favorecer el crecimiento, deben ser interrumpidos cuando la  edad esquelética (a controlar radiológicamente cada semestre) se acerque a la  edad cronológica.&lt;/span&gt; A muito prolongado de crescimento deve ser interrompido  quando a idade óssea (para controle radiológico a cada semestre) se aproxima da  idade cronológica.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Se informa a los  deportistas que este medicamento contiene un componente que puede establecer un  resultado analítico de control de dopaje como positivo.&lt;/span&gt; Os atletas foram  informados de que este medicamento contém um ingrediente que pode resultar da  análise de controle de doping como positivo.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;INTERACCIONES&lt;/span&gt; INTERAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;La administración  contemporánea de corticosteroides o ACTH puede provocar edema  ocasionalmente.&lt;/span&gt; A administração contemporânea de corticóides ou ACTH pode  provocar edema ocasionalmente.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;En tratamientos  con anticoagulantes, se puede registar un aumento de la respuesta a estos  fármacos, por lo que puede ser necesario reducir su dosis para obtener el mismo  efecto terapéutico.&lt;/span&gt; Durante o tratamento com anticoagulantes podem  registar um aumento na resposta a estas drogas, por isso pode ser necessário  reduzir a dose para conseguir o mesmo efeito terapêutico.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;EFECTOS  SECUNDARIOS&lt;/span&gt; EFEITOS COLATERAIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Aunque muy raros  y siempre reversibles, pueden aparecer: náuseas, vómitos, excitación, insomnio,  acné.&lt;/span&gt; Embora muito raros e sempre reversível, pode ocorrer: náuseas,  vómitos, agitação, insônia, acne.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;INTOXICACION Y SU  TRATAMIENTO&lt;/span&gt; INTOXICAÇÃO E SEU TRATAMENTO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;A las dosis  terapéuticas indicadas, no cabe esperar ningún tipo de toxicidad aguda.&lt;/span&gt;  Um dado doses terapêuticas não podemos esperar nenhuma toxicidade aguda.&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;En caso de  sobredosis o ingestión accidental, consultar al Servicio de Información  Toxicológica.&lt;/span&gt; Em caso de sobredosagem ou ingestão acidental, consultar o  Serviço de Toxicologia.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;Teléfono (91) 562 04 20.&lt;/span&gt;  Telefone (91) 562 04 20.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;PRESENTACIONES&lt;/span&gt;  APRESENTAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;WINSTROL  comprimidos&lt;/b&gt;: envase con 20 comprimidos.&lt;/span&gt; WINSTROL comprimidos: embalagem  de 20 comprimidos.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span onmouseout=&quot;_tipoff()&quot; onmouseover=&quot;_tipon(this)&quot;&gt;&lt;span class=&quot;google-src-text&quot; style=&quot;direction: ltr; text-align: left;&quot;&gt;&lt;b&gt;WINSTROL DEPOT&lt;/b&gt;  inyectable: envase con 1 ampolla de 1 mL, envase con 3 ampollas de 1 mL.&lt;/span&gt;  Injectable Winstrol Depot: uma embalagem com 1 frasco de 1 ml, embalagem com 3  ampolas de 1 ml.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/7900775331318231523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/7900775331318231523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/7900775331318231523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/7900775331318231523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/stanazolol.html' title='STANAZOLOL'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-2054918402379579061</id><published>2010-05-20T03:18:00.001-03:00</published><updated>2010-05-20T03:18:17.686-03:00</updated><title type='text'>TESTOSTERONA</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As  Características&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;Tempo de ação: 3 dias (propionato); 8 dias (enantato); 14 dias  (cipionato)&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 200-2000mg por semana&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: sim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Converte-se em DHT: sim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: sim&lt;br /&gt;
Retenção hídrica: sim&lt;br /&gt;
Pressão Alta:  sim&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: muito&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica: não (apenas na versão  metilada)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
A História&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
Em paris, um médico de 72 anos afirmou para os seus colegas que havia  descoberto um tratamento para rejuvenescer o corpo e a mente. Dizia ele que  dentre vários benefícios, havia aumentado sua força física e desempenho  intelectual. Para conseguir estes resultados, tudo o que o médico precisou fazer  foi injetar um líquido extraido dos testículos de cães e porcos da índia. Este  foi Charles-Édouard Brown-Séquard, em 1889, que apesar de não conhecer a  existência da testosterona, atestava que aquela “secreção interna” (termo usado  para se referir ao fluido que era administrado) trazia uma série de benefícios  quando injetada no corpo humano. Contudo, na época, os especialistas na área não  deram muito crédito para Charles-Édouard, e alegaram que os efeitos positivos  alcançados por ele foram simples fruto da auto-sugestão. Infelizmente Charles se  deixou levar pela zombaria de seus colegas e abandonou suas pesquisas neste  campo (1).&lt;br /&gt;
Quase 40 anos depois, em 1927, Fred Koch descobriu que animais castrados eram  remasculinizados após receberem uma substância isolada, proveniente de  testículos de boi. Contudo, o trabalho para obter isolar essa substância era  enorme, fazendo com que fosse quase impossível conseguir quantidades suficientes  para a realização de estudos em humanos. Naquele momento, eram necessários mais  de 80kg de testículos bovinos para extrair cerca de 20mg da substância. No  entanto, haviam interesses por trás dessa descoberta, especialmente de grandes  indústrias farmacêuticas como a Schering, Organon e a Ciba. Nos anos 30, essas  três empresas iniciaram um trabalho de pesquisa em grande escala nesta área,  culminando com a identificação da molécula de testosterona pela Organon, em maio  de 1935. Ainda em 1935, no mês de agosto, dois métodos para a síntese da  testosterona a partir do colesterol foram desenvolvidos, um por Butenandt e  outro por Ruzicka. Para ilustrar a grandiosidade deste feito, é preciso lembrar  que ambos ganharam o prêmio Nobel de química pelas seus descobertas.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;Os Efeitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Muita confusão é feita quando se fala de testosterona, e grande parte disso é  proveniente do incontável número de ésteres desta droga que estão disponíveis  nos dias de hoje. Para que os efeitos da testosterona e seus ésteres sejam  melhor compreendidos, precisamos entender que toda testosterona esterificada  (propionato de testosterona, cipionato de testosterona, etc) é uma pró-droga, ou  seja, uma susbtância inativa que será metabolizada no organismo após  administrada, produzindo metabólitos ativos que irão proporcionar os efeitos  desejados. Em outras palavras, a testosterona esterificada não promove efeito  algum. Dessa forma, é preciso que a testosterona seja separada do seu éster para  que ela exerça qualquer função no organismo. Esse fato levou muitos autores e  usuários a acreditar que o éster atrelado à testosterona seria responsável  apenas por alterar a sua meia-vida, de forma que os efeitos da testosterona  seriam os mesmos, independente de qual fosse o éster (2). Desta crença se  originou a tão famosa frase “testosterona é testosterona”. Contudo, na prática,  a utilização de ésteres diferentes resulta em efeitos diferentes, e essa  diferença de ação é bem conhecida há algumas décadas, tanto pelos usuários  quanto por alguns pesquisadores que se interessaram pelo assunto. No entanto,  testosterona continua sendo testosterona e a maioria dos seus efeitos são comuns  a todos os ésteres. Dessa maneira, os efeitos comuns da testosterona serão  enumerados e, em seguida, as diferenças decorrente dos diferentes ésteres. Então  vamos ao que interessa.&lt;br /&gt;
A testosterona promove a construção muscular através de uma série de  mecanismos distintos Aumentando a retenção de nitrogênio, que é o indicador  primário do poder anabólico de uma droga, a testosterona disponibiliza mais  material para que os músculos sejam construídos (3). A testosterona também é  responsável por aumentar a produção de GH e IGF-1 (4)(5), duas substâncias que  tem papel fundamental no anabolismo muscular, sendo este último intimamente  ligada ao processo de hiperplasia, evidênciando os efeitos da testosterona sobre  a maturação das células satélites (7), seja para reparação do tecido muscular ou  para a formação de novas fibras. Além disso, a testosterona atua como um  antagonista dos glucocorticóides, fazendo desta uma ótima droga anti-catabólica  (8), propriedade especialmente importante nos ciclos definição, quando o usuário  se encontra em déficit calórico. Por falar em definição, a testosterona também  se liga muito bem aos receptores androgênicos, promovendo a perda de gordura  (9). A ligação com os receptores androgênicos também é responsável pelo aumento  na síntese e armazenamento de glicogênio muscular (10), o que resulta em um  treino mais intenso e melhor recuperação após o treino. Aumentando a quantidade  de hemácias (11), a testosterona aumenta a vascularização e a resistência ao  exercício aeróbico. Além dos vários benefícios ligados à estética e à  performance, a testosterona pode prevenir (ou retardar) o mal de Alzheimer,  infartos e ataques cardiácos, exibindo também uma série de efeitos positivos  sobre a memória, o apetite, o humor, os ossos, os nervos e unidades motoras  (17-20).&lt;br /&gt;
Com todos esses mecanismos agindo simultaneamente, muitos consideram a  testosterona como a base para todo e qualquer ciclo. Ainda que existam alguns  casos onde a testosterona não precisa necessariamente ser aplicada, aqueles que  optam por colocar uma droga mais forte em seu ciclo certamente devem optar pela  testosterona. De fato, a testosterona é a melhor opção custo benefício  disponível, e se compararmos os resultados absolutos veremos que poucas drogas  tem o mesmo potencial da testosterona. A versatilidade da testosterona faz com  que ela possa ser aplicada tanto em ciclos de definição quanto em ciclos de  volume. Porém, diferentes ésteres conferem à testosterona diferentes  propriedades, principalmente no que tange a conversão da testosterona em  estrógeno, de forma que mesmo sendo a testosterona aplicável em qualquer ciclo,  alguns ésteres atendem melhor à alguns objetivos do que outros.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os  Ésteres&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Inicialmente a esterificação foi criada para tornar o uso de uma determinada  droga mais confortável. Aumentando o tempo de liberação, o éster faz com que o  usuário precise administrar a droga em intervalos de tempos maiores, ou fazer  menos administrações em um mesmo intervalo de tempo. Considerando que geralmente  a testosterona é administrada através de injeção intramuscular profunda, a  esterificação poupa os usuários de alguns momentos de dor e desconforto.  Contudo, aqueles que tiveram a oportunidade de utilizar ésteres de testosterona  diferentes são categóricos ao afirmar que os ésteres mais curtos (como o  propionato) tem ação diferente dos ésteres mais longos (como o enantato e o  cipionato). Segundo estes usuários, o propio&lt;br /&gt;
nato de testosterona trás mais  qualidade muscular e moderado aumento de peso, enquanto o enantato ou cipionato  de testosterona promovem um maior aumento de peso no geral, ainda que boa parte  seja de retenção hídrica, o que por sua vez reduz a qualidade muscular. Esse  conhecimento empírico se estabeleceu ao longos dos anos, de forma que é natural  ouvir recomendações sobre ésteres curtos em ciclos de definição e ésteres longos  em ciclos de volume. Ainda que não houvessem estudos científicos comprovando  essas diferenças, a simples observação dos resultados já seria uma base  suficientemente forte para sustentar a aplicação dos diferentes ésteres em  ciclos com objetivos distintos.&lt;br /&gt;
O ponto central na diferença entre as ações dos ésteres é a taxa de  aromatização que ele confere à testosterona. Um estudo concluiu que ésteres mais  longos ocasionam maior presença de estrógeno no organismo que os ésteres mais  curtos (12). O mesmo estudo mostra que os individuos submetidos à ésteres curtos  também tiveram maior contagem de espermatozóides, recuperação do eixo HPT mais  acelerada, e pior perfil lipídico quando comparados aos individuos que foram  expostos aos ésteres longos. Sabendo que o estrógeno é um grande supressor do  eixo HPT e atua positivamente no perfil lipídico, fica fácil perceber que estes  últimos parâmetros decorrem de uma menor taxa de aromatização por parte dos  ésteres curtos. Ainda que o estudo em questão tenha sido realizado com macacos  (&lt;i&gt;Macaca&lt;sup&gt; &lt;/sup&gt;fasicularis)&lt;/i&gt;, os resultados convergem com o  conhecimento empírico que foi acumulado com os anos de experiência dos usuários.  Assim, com menos estrógeno no organismo, os ésteres curtos promovem melhora na  qualidade muscular do usuário, já que a retenção hídrica com ésteres de  testosterona mais curtos costuma ser branda ou mesmo inexistente.&lt;br /&gt;
Porém, os ésteres longos também tem suas vantagens. Ainda que a qualidade  muscular fique comprometida graças à retenção hídrica decorrente do alto nível  de estrógeno, os ésteres longos são superiores quando o quesito é a retenção de  nitrogênio (13). Além disso, o estrógeno também tem propriedades anabólicas, já  que este hormônio estimula a produção de GH e IGF-1 (14)(15)(16), aumenta a  concentração de receptores androgênicos e atua positivamente sobre os mecanismos  de utilização de glicose pelos músculos (10). Dessa forma, a presença de uma  quantidade de estrógeno elevada pode ser benéfica para a construção  muscular.&lt;br /&gt;
Outra diferença entre os ésteres reside sobre o seu peso molecular. Apesar de  muito importante, esse fator costuma ser negligenciado pela maioria dos  usuários. Como o peso molecular do éster influência diretamente na quantidade de  testosterona que será liberada no organismo, o peso do éster deve ser levado em  consideração quando a dosagem do ciclo for estabelecida. Dessa forma, quanto  maior o éster atrelado à testosterona, menos testosterona será liberada na  corrente sanguinea, necessitando assim de uma maior quantidade de testosterona  esterificada para atingir uma determinada dosagem. Para ilustrar melhor este  conceito, vamos tomar como exemplo dois ciclos, sendo um deles com 500mg de  propionato de testosterona por semana e outro com 500mg de enantato de  testosterona por semana. Nos ciclos citados, ambos estão usando quantidades  iguais de testosterona esterificada, dando uma falsa impressão que a quantidade  de testosterona administrada é igual nas duas situações. Contudo, no ciclo com  propionato de testosterona, o peso molecular do éster corresponde a cerca de 20%  da quantidade total administrada na semana, enquanto que no ciclo contendo  enantato de testosterona, esta porcentagem sobe para 30%. Desta maneira, o  primeiro ciclo conta com algo em torno de 400mg de testosterona por semana. Já o  segundo ciclo conta com apenas 350mg de testosterona por semana. Assim, é  importante que o usuário ajuste a quantidade de testosterona esterificada a ser  administrada de acordo com o peso do éster. Para efeito de cálculos futuros,  para cada 100mg de testosterona atrelada aos ésteres propionato, enantato e  cipionato, você terá respectivamente 83.7mg, 69.9mg e 69.6mg de testosterona  pura.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O  Uso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Por força do hábito, convencionou-se entre a maioria  dos usuários que a dosagem mínima para que a administração exógena de  testosterona ofereça resultados significativos é de 500mg por semana. No  entanto, usuários com menos experiência e tempo de treino podem conseguir  resultados expressivos mesmo com doses mais baixas, como 200-300mg por semana,  uma vez que estas pessoas tendem a ser mais leves e ter histórico de EAAs  reduzido ou inexistente. Considerando que o corpo humano (homens) produz  naturalmente cerca de 50mg de testosterona por semana, mesmo uma dosagem pequena  como 200mg oferece uma quantidade de testosterona quatro vezes maior que a  normal. Contudo, os usuários mais avançados parecem precisar de doses maiores  para obter resultados expressivos, sendo que a dosagem normalmente utilizada por  estas pessoas fica entre 500 e 1g. Ainda assim, existem usuários que optam por  dosagens elevadas, podendo chegar a 1,5g ou 2g.&lt;br /&gt;
As propriedades da testosterona fazem com ela possa ser aplicada em qualquer  ciclo, seja qual for o objetivo. Como você deve ter percebido até aqui, alguns  ésteres se aplicam melhor em certo ciclos. Para ciclos de definição os ésteres  curtos, como o propionato de testosterona, são uma melhor opção por resultar em  menos estrógeno. Para maximizar os resultados do ciclo, um inibidor de aromatase  é necessário, reduzindo ao máximo a aromatização, afim de que se possa  aproveitar todo o potencial da testosterona no quesito queima de gordura. Em  ciclos com esse objetivo, drogas mais androgênicas e não aromatizáveis podem ser  associadas à testosterona, como a trembolona ou drostonolona, ou mesmo drogas  com perfil mais anabólico, como o estanozolol por exemplo. Ésteres curtos também  podem ser aplicados em ciclos que visam aumento de massa muscular sem perda da  qualidade, já que um leve aumento no nível de estrógeno é aceitável e bem-vindo  neste tipo de ciclo. Para os ciclos que buscam este objetivo, drogas não  aromatizáveis (como estanozolol, oxandrolona, trembolona, etc) ou as que tem  baixa taxa de aromatização (como boldenona e fenilpropionato de nandrolona) são  opções que tendem a maximizar os resultados. Nos ciclos que buscam aumento de  volume, os ésteres longos (enantato, cipionato, etc) trazem melhor resultado,  uma vez que proporcionam maior retenção de nitrogênio e a alta taxa de conversão  em estrógeno favorece a construção muscular. Drogas como oximetolona,  metandrostenolona e decanoato de nandrolona são opções válidas para se combinar  com a testosterona nos ciclos que visam grande aumento de massa muscular.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os  Colaterais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Por ser a droga mãe de todos os outros EAAs, a testosterona recebeu o valor  androgênico 100, e esse valor é usado como parâmetro para estipular o potencial  androgênico de todas as outras drogas. Assim, quando você se deparar com uma  droga cujo valor androgênico é 200, isso quer dizer que ela é duas vezes mais  androgênica que a testosterona. Ainda que o valor androgênico da testosterona  seja bem menor que o de outras drogas, como a trembolona (valor androgênico  500), ela é capaz de provocar colaterais desta natureza, como oleosidade da  pele, acne e queda de cabelo. Além disso, a testosterona é reduzida pela enzima  5-alfa-reductase, gerando a dihidrotestosterona (DHT), que é um EAA ainda mais  androgênico que a própria testosterona. Outros colaterais de natureza  androgênica como o comportamento agressivo também podem surgir durante um ciclo  contendo testosterona.&lt;br /&gt;
Por ser convertida em estrógeno quando em contato com a enzima aromatase,  colaterais como ret&lt;br /&gt;
enção hídrica, aumento na pressão arterial e ginecomastia  são possíveis. É importante observar que, como visto anteriormente, ésteres  curtos tendem a causar menos colaterais de origem estrogênica que os ésteres  longos, já que resultam em menores níveis de estrógeno. Sendo assim, os usuários  mais sensíveis aos colaterais estrogênicos devem optar por ésteres curtos, como  o propionato, afim de evitar complicações futuras. Contudo, paradoxalmente,  algumas pessoas são sensíveis à ação rápida dos ésteres curtos (22), e aqueles  que fazem parte deste grupo costumam relatar febre, cansaço e falta de  disposição para treinar e se alimentar corretamente.&lt;br /&gt;
Durante o uso de testosterona exógena, o eixo HPT é suprimido rapidamente  (2), sendo necessário fazer a TPC adequada com o objetivo de minimizar o &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;crash&lt;/span&gt; hormonal ao final do ciclo. O perfil  lipídico também pode ser alterado nos ciclos contendo testosterona. Um estudo  com 61 homens saudáveis, onde foram utilizadas diferentes dosagens de  testosterona durante 20 semanas, mostrou um redução no HDL proporcional à  dosagem utilizada, concluindo que este é um colateral dose-dependente (21).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/2054918402379579061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/2054918402379579061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/2054918402379579061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/2054918402379579061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/testosterona.html' title='TESTOSTERONA'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-2129062870100773943</id><published>2010-05-20T03:17:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T03:17:30.324-03:00</updated><title type='text'>DIANABOL</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As Características&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Tempo de ação: de 6  a 8 horas (oral); de 48 a 72 horas (injetável)&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 10-70mg por  dia&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: sim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Converte-se em DHT: &lt;/span&gt;não&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: sim&lt;br /&gt;
Retenção hídrica: sim&lt;br /&gt;
Pressão Alta:  sim&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: muito&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica: sim&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na década de 50, os russos dominavam o cenário  quando a questão eram as modalidades esportivas em que a força fosse o fator  preponderante. Descontentes com a situação, os Estados Unidos solicitaram que os  médicos da equipe americana de levantamento de pesos descobrissem como os russos  estavam conseguindo tanta vantagem sobre os americanos. A história oficial diz  que os médicos americanos contaram com a ajuda de um atleta russo que aceitou  ser submetido a uma série de exames, porém, nos bastidores se comenta que o  segredo foi entregue de bandeja pelo treinador da equipe russa durante uma  bebedeira. Independente da veracidade de uma ou outra história, o fato é que os  americanos descobriram o que estava acontecendo: a administração exógena de  testosterona sintética. Foi neste contexto que John Ziegler, médico da equipe  americana de levantamento de peso, desenvolveu o primeiro EAA derivado da  testosterona, feita especialmente para os atletas americanos, em 1960. A  substância recebeu o nome de metandrostenolona e a sua patente foi vendida para  a &lt;em&gt;Ciba Pharmaceutical Company&lt;/em&gt; (que hoje faz parte da Novartis) por 100  dólares. Dianabol, o nome comercial desta droga usado pela &lt;em&gt;Ciba&lt;/em&gt;, se  popularizou e é conhecido até os dias de hoje, em todas as partes do mundo. O  advento da metandrostenolona tornou possível o desenvolvimento de vários outros  EAAs (1).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A facilidade da administração oral aliada aos  fantásticos efeitos fez com que o dianabol ganhasse adeptos em várias  modalidades esportivas. Se a testosterona ocupa o primeiro lugar na lista de  EAAs mais usados na história, certamente o dianabol se encontra na segunda  posição.&amp;nbsp; Apesar da comunidade médica utilizar no passado o dianabol&amp;nbsp; como um  “tônico para mulheres” (!!!) , com o passar do tempo a falta de aplicação desta  droga para combater problemas reais fez com que ela fosse retirada de circulação  em 1980. Contudo, a metandrostenolona ainda é produzida legalmente em países  como México, Rússia, Bulgária e Tailândia. Estes países são responsáveis por boa  parte da distribuição de dianabol ao redor do mundo. Apesar da metandrostenolona  não ser comercializada legalmente no Brasil, a oferta desta droga no mercado  paralelo é grande, partindo principalmente dos laboratórios undergrounds  situados no pais.&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os Efeitos&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A metandrostenolona é uma droga de ação forte e  rápida. De forma geral, os efeitos obtidos com o dianabol são grandes em todos  os sentidos, sejam eles para o bem ou para o mal. A sua ação rápida promove  grande aumento de peso em um curto espaço de tempo. A construção muscular é  beneficiada graças a maior retenção de nitrogênio promovida pela droga (2),  porém nem todo o peso obtido com o seu uso ocorre por conta do desenvolvimento  muscular.&amp;nbsp; Apesar da presença de uma dupla ligação entre os carbonos 1 e 2, e da  metilação no carbono 17, ambos fatores que diminuem a taxa de aromatização, a  metandrostenolona quando em contato com a enzima aromatase é convertida em  metil-estradiol, que é um estrógeno bem mais ativo que o próprio estradiol (7),  resultando em uma maior ação estrogênica durante o uso desta droga do que se  teria com o uso de testosterona, por exemplo. Dessa forma, boa parte do peso e  volume muscular obtido são resultados não só do acumulo de músculos, mas também  do acumulo de líquido, fazendo com que os músculos pareçam maiores e mais  cheios, e na grande maioria dos casos prejudicando também a definição muscular a  medida que parte do fluido é alocada fora dos músculos, mais especificamente  entre os músculos e a pele. Ainda neste sentido, a metandrostenolona possui um  interessante mecanismo de retenção de potássio (2), o que serve como um  contra-peso para a grande retenção de sódio&amp;nbsp; proveniente do metil-estradiol. É  valido lembrar que, apesar dos efeitos colaterais, o estrógeno possui alguns  efeitos positivos sobre o anabolismo muscular, como a maior liberação de GH e  IGF-1,&amp;nbsp; proliferação de receptores androgênicos&amp;nbsp; (3).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além de tudo, o dianabol é responsável por um  grande aumento de força (2), tornando possível treinos muito mais intensos. A  soma geral desses fatores faz com que a metandrostenolona seja uma das melhores  drogas para construção muscular, miligrama por miligrama.&amp;nbsp; A metandrostenolona  atua também como um excelente anti-catabólico, reduzindo a quantidade de  cortisol em até 70%. A presença do grupo metil no carbono 17 da sua molécula,  além de possibilitar a administração desta droga pela via oral, diminui a sua  afinidade com o SHBG (6), tornando-a uma substância bastante ativa no organismo.  A maioria dos usuários que estão em um ciclo com dianabol tem a sua libido e  auto-estima aumentada, e também sentem como se estivessem bombeados durante todo  o dia. Paradoxalmente, a metandrostenolona se liga com pouca força aos  receptores androgênicos (4), sugerindo que ela exerce seus efeitos por vias não  mediadas por estes receptores. Por não se ligar com força suficiente aos  receptores androgênicos, o dianabol não é exatamente uma boa droga para queima  de gordura.&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Uso&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A metandrostenolona é uma droga bastante forte  quando a comparamos com outras drogas. Normalmente os usuários alcançam ótimos  resultados utilizando aproximadamente 1mg/dia para cada 2kg de peso (3)(5). Isso  significa cerca de 50mg/dia para um atleta pesando 100kg (dividindo o peso por 2  se tem a dosagem diária em miligramas). Ao que tudo indica, dosagens superiores  a 1mg/dia para cada 2kg não causam aumento dos resultados na mesma proporção, a  não ser pelos colaterais. É importante lembrar que esta dosagem é citada com  base em produtos autênticos e com concentração acurada. Produtos falsos ou  subdosados podem não proporcionar os mesmos efeitos, ou mesmo não ocasionar  qualquer efeito. Então repito, a metandrostenolona é efetiva mesmo em dosagens  baixas como 20mg ou 30mg.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A meia-vida da metandrostenolona é de cerca de  3-4 horas, iniciando sua ação em 1-3 horas (3)(8). Isso faz com que a  administração da dosagem diária necessite ser dividida ao longo do dia, afim de  manter o nível da droga na corrente sanguinea tão estável quanto possível. Via  de regra, como na maioria das drogas orais, quanto mais frequentes forem as  administrações, melhor. No entanto, alguns usuários optam por&amp;nbsp; 3-4  administrações diárias sem nenhum prejuízo aparente nos resultados. Além da  versão oral, alguns laboratórios undergrounds também comercializam esta droga na  versão injetável. A meia-vida da metandrostenolona na versão injetável é de  cerca de&amp;nbsp; 24-36horas, fazendo com que a droga precise ser administrada  diariamente ou pelo menos uma vez a cada dois dias. Da mesma forma que o  estanozolol, a versão injetável do dianabol também pode ser administrada  oralmente.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como você deve imaginar, a metandrostenolona não  é uma boa droga para ciclos de definição. Sem nenhum mecanismo que favoreça a  lipólise e com forte ação estrogênica, esta droga pode ter o efeito contrário do  que se deseja em um ciclo de definição, já que o metil-estradiol decorrente da  aromatização da molécula de metandrostenolona tende a inibir a lipólise e  provocar retenção hídrica, escondendo a definição muscular. É possível utilizar  a metandrostenolona em um ciclo de definição se associado à um inibidor de  aromatáse. Como os inibidores de aromatáse reduzem bastante a taxa de  aromatização, os “malefícios” do estrógeno seriam minimizados. Contudo, vamos  ser lógicos. Porque utilizar a metandrostenolona em ciclo de definição quando  você pode substitui-la por&amp;nbsp; uma droga mais favorável a esse objetivo? Não faz  sentido. Isto também se aplica para os ciclos que buscam ganho de massa muscular  sem perda de definição.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por outro lado, a metandrostenolona é uma ótima  escolha para os ciclos que visam grande aumento de massa muscular. Sendo uma  droga de ação forte e rápida, ela é muito utilizada na fase inicial desses  ciclos como uma droga de arranque, enquanto outras drogas mais lentas atingem o  seu pico de ação. Para estes casos, drogas como a testosterona e nandrolona  costumam ser as melhores opções de combinação para a metandrostenolona, dando  preferência para os ésteres longos em ambos os casos. Combinar a  metandrostenolona com oximetolona não é uma boa opção, já que as duas drogas são  bastante tóxicas ao fígado.&lt;/div&gt;Infelizmente a manutenção dos resultados obtidos com um ciclo de dianabol é  muito complicada. Alguns usuários chegam a perder 80% dos resultados em poucas  semanas após o fim do ciclo, apenas para perder os 20% restantes nas semanas  subseqüentes. Na tentativa de manter o máximo dos resultados no pós-ciclo,  algumas estratégias foram criadas ao longo dos anos, como terminar os ciclos com  drogas mais anabólicas (oxandrolona e metenolona, por exemplo) e com um inibidor  de aromatase, para entrar na TPC com o mínimo de estrógeno possível. Este tópico  será discutido a fundo na seção Ciclando.&lt;br /&gt;
&lt;h2 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Colaterais&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O valor androgênico da metandrostenolona está  situado entre 40 e 60, o que faz desta uma droga não muito androgênica. Ainda  assim, colaterais como oleosidade da pele, acne e queda de cabelo podem ocorrer.  Apesar de ser reduzida para dihidrometandrostenolona quando em contato com a  enzima 5-alfa-reductase, esta redução acontece a uma taxa muito pequena, e a  própria dihidrometandrostenolona parece não ter muita afinidade com os  receptores androgênicos (9), fazendo com drogas como a finasterida não sejam  muito efetivas no controle de colaterais androgênicos da metandrostenolona, como  queda de cabelo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Graças ao metil-estradiol, resultado da  aromatização da metandrostenolona, colaterais de origem estrogênica podem surgir  durante o ciclo. O mais comum destes colaterais, e que atinge a grande maioria  dos usuários, é a retenção hídrica, podendo ocasionar em perda da definição  muscular e pressão alta. Outros colaterais de origem estrogênica&amp;nbsp; como  ginecomastia e acumulo de gordura localizada podem se manifestar, ainda que  estes últimos não sejam tão comuns. Por outro lado, graças a essa forte ação  estrogênica a metandrostenolona não altera os níveis de colesterol quando usada  em dosagens moderadas (11).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Durante o uso da metandrostenolona as enzimas do  fígado se alteram rapidamente (10), indicando hepatotoxidade mais elevada que  outros esteróides anabolizantes 17aa, como a oxandrolona e o estanozolol. O  consenso geral entre os usuários diz que, por este motivo, não é prudente  utilizar a metandrostenolona por períodos maiores que 6 semanas. A capacidade  aeróbica (5) e a produção endógena de testosterona também ficam comprometidas  com o uso desta droga (5)(12).&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/2129062870100773943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/2129062870100773943' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/2129062870100773943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/2129062870100773943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/dianabol.html' title='DIANABOL'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-8611619155911416308</id><published>2010-05-20T03:15:00.004-03:00</published><updated>2010-05-20T03:16:23.442-03:00</updated><title type='text'>TURINABOL</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As  Características&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Tempo de ação: 16 horas&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 10-150mg por dia&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Converte-se em DHT: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: sim&lt;br /&gt;
Retenção hídrica: não&lt;br /&gt;
Pressão Alta:  não&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: pouco&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica: sim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;A História&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A idéia de misturar o clostebol  (4-clorotestosterona) e o dianabol (metandrostenolona) veio de Albert  Stachowiak. Essa nova molécula recebeu o nome de turinabol oral, popularmente  conhecido nos dias de hoje como turinabol ou simplesmente “t-bol”, esta droga  foi o primeiro produto original da Jenapharm, uma empresa farmacêutica alemã  focada na criação e produção de EAAs. A sua patente data do ano de 1961, e o seu  uso clínico foi iniciado em 1965 (1).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na República Democrática Alemã (Alemanha  oriental), havia um programa patrocinado pelo estado para melhorar o desempenho  dos atletas alemães nos jogos olímpicos. Atuando entre os anos 60 e 80, o  programa chamado de “Plano de Estado 14.25″ tinha um único propósito: enganar os  testes anti-dopping. Nesse período mais de 10 mil atletas (incluindo homens,  mulheres e menores) receberam EAAs, e a maioria dos participantes do programa  sequer desconfiavam. Ora, quem iria imaginar que existia algo além de vitaminas  naqueles comprimidos azuis que os treinadores distribuíam? Muitas dessas pílulas  azuis continham turinabol, uma droga que até então não era detectável nos testes  anti-dopping e que rendeu muitas medalhas para a Alemanha oriental, bem como  alguns recordes mundiais. Este programa alemão foi um dos maiores experimentos  farmacológicos da história.  Atualmente o turinabol não é mais comercializado em nenhum medicamento, porém  é possível encontrar esta droga sendo vendida por laboratórios underground.  Apesar de ser muito mais conhecida nos países europeus, a oferta de turinabol já  começa a dar as caras no mercado brasileiro, mesmo que de forma tímida e com  preços altos.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os  Efeitos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
O turinabol nada mais é que a adição de cloro no carbono 4 da molécula de  dianabol. Apesar da pouca diferença estrutural entre turinabol e dianabol, não  se deve confundir os seus efeitos. Vejo em muitos lugares pessoas falando que os  efeitos desta droga são os mesmos do dianabol, porém sem retenção hídrica. Isso  seria uma maravilha, não é? Ganhar todo aquele volume e força, sem reter água.  No mundo real, turinabol e dianabol são drogas totalmente diferentes, a despeito  da grande semelhança estrutural. Enquanto o dianabol é uma droga muito  androgênica e com fortíssima ação estrogênica, o turinabol tem valor androgênico  próximo a zero (3)(4) e não se converte em estrógeno (2). Assim, fica fácil  entender que o mais correto é colocar o turinabol ao lado de outras drogas com  características semelhantes, como o estanozolol e a oxandrolona, e não o  dianabol.&lt;br /&gt;
Como já dito, o turinabol não se converte em estrógeno, graças à presença da  molécula de cloro que impede essa conversão. Sem a presença de estrógeno o  turinabol se torna uma boa opção para um ciclo de definição, já que a presença  de estrógeno neste tipo de ciclo é contraproducente. Por outro lado, o baixo  valor androgênico do turinabol associado à impossibilidade de redução de sua  molécula pela enzima 5a-reductase à um metabólito mais androgênico (mais uma  vez, graças ao cloro), não permite que o turinabol ocupe as primeiras posições  na lista de “melhor droga para cutting”. Mesmo não tendo forte ação androgênica,  o turinabol altera favoravelmente a relação andrógeno/estrógeno, o que  proporciona aos seus usuários um aspecto mais sólido, denso e bem definido. Esta  alteração na relação andrógeno/estrógeno ocorre por dois mecanismos distintos.  Primeiramente, o turinabol tem muita afinidade com o SHBG (5), de forma que ao  entrar na corrente sangüínea o SHBG tem mais chances de se ligar ao turinabol do  que à testosterona, resultando então em mais testosterona livre. Depois, o  turinabol reduz a produção natural de testosterona, que é o principal substrato  para a formação de estrógeno. Este último mecanismo é comum a muitas outras  drogas.&lt;br /&gt;
Para ciclos que objetivam o aumento de massa muscular, não vejo o turinabol  como uma boa droga para se usar sozinha. Obviamente, que ela pode ser utilizada  em conjunto com outras drogas para este fim, e esse tema será abordado mais a  frete. Me deparei com alguns sites e fóruns estrangeiros com informações do tipo  “turinabol tem o mesmo poder anabólico que a testosterona”. O embasamento para  essa afirmação é que o turinabol tem o valor anabólico igual ou próximo ao da  testosterona, cerca de 100. Porém, esses dados são feitos a partir de estudos  &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;in vitro&lt;/span&gt;, e não devemos levar essas  informações à risca quando discutimos a ação das drogas no mundo real. Para  efeito ilustrativo, o estanozolol tem o valor anabólico de 320, três vezes mais  que a testosterona, e todos sabem que a testosterona é muito mais anabólica que  o estanozolol. Além do mais, as referências sobre o valor anabólico do turinabol  variam entre 53 e 113 (3)(6), o que seria uma faixa inferior aos 100 pontos da  testosterona. Então, em um ciclo de turinabol pode se esperar um pequeno aumento  de massa muscular com boa qualidade, ainda que de forma lenta se comparada à  outros EAAs.&lt;br /&gt;
Os alemães encontraram no turinabol uma ótima droga para competições onde a  velocidade é a habilidade primaria. A relação força/peso dos resultados que essa  droga proporciona tende a melhorar a performance do atleta, já que o turinabol  promove um moderado aumento de força sem adicionar muito peso extra para ser  carregado (pouco músculo, nenhuma água). Atletas de modalidades que envolvem  força também melhoraram seu desempenho com o turinabol, porém as dosagens  utilizadas para esta finalidade eram extremamente altas. No arremesso de peso,  os homens conseguiram adicionar 2.5-4m às suas marcas, 10-12m no arremesso de  discos e 6-10m no arremesso de martelo. As mulheres conseguiram resultados ainda  melhores, sendo que uma delas que anteriormente sequer chegava a marca dos 18m,  com o uso do turinabol conseguiu ultrapassar a marca dos 20m (7).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;O Uso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Como essa droga atinge o pico de ação cerca de 3 horas após a administração e  tem a taxa de liberação na corrente sanguinea irregular (5), é fortemente  recomendável que a dosagem diária seja dividida ao máximo ao longo do dia.  Apesar da eliminação bifásica do turinabol conferir meia-vida terminal de 16hrs  (5), dividir a dosagem total em 2-6 doses menores e espalhadas durante o dia,  com intervalos iguais entre uma administração e outra, se torna uma boa prática  na tentativa de manter o nível de turinabol na corrente sanguínea o mais estável  possível.&lt;br /&gt;
A dosagem normalmente utilizada na alemanha oriental era de 20-40mg. Porém,  para os homens que desejam alcançar um razoável aumento de massa magra aliado à  melhora na qualidade muscular e aumento de força, acredito que 40mg por dia  seria a dosagem mínima para alcançar esse objetivo. Nesta dosagem, em um ciclo  só com turinabol, os resultados não tendem a ser grandes, porém são resultados  sólidos, aparentes e mantidos com facilidade. Para aqueles que desejam  resultados maiores, acredito que aumentar a dosage&lt;br /&gt;
m não seria a melhor  saída. Dependendo dos objetivos almejados, uma outra droga pode ser escolhida  para completar o ciclo de turinabol. Se o objetivo for ganhar mais definição,  drogas mais androgênicas como a drostonolona e a trembolona são boas opções para  se usar em conjunto. Para um razoável aumento de massa muscular, sem abrir mão  da qualidade, propionato de testosterona, boldenona, estanozolol, oxandrolona e  metenolona são drogas que podem ser associadas ao turinabol, bem como qualquer  outra que tenha caráter majoritariamente anabólico e não se converta em  estrógeno (ou tenha baixa taxa de conversão). O turinabol não é uma boa escolha  para ciclos que objetivam ganhos substanciais de massa muscular. Ainda assim,  doses pequenas de turinabol (cerca de 10-20mg por dia) podem ser utilizadas em  qualquer ciclo com o objetivo de aumentar a quantidade de andrógenos livres na  corrente sanguínea, uma vez que o turinabol tem grande afinidade com o SHBG  (5).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;Os Colaterais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
De forma geral o turinabol é uma droga leve, sem grandes complicações.  Apesar, da grande quantidade de atletas que sofreram efeitos colaterais durante  o programa alemão, ainda assim o turinabol é uma droga muito segura. Não podemos  esquecer que em sua grande maioria, os atletas alemães utilizavam doses  extremamente elevadas. Algumas nadadoras chegaram a utilizar 150mg por dia (3) e  um basista ciclou durante 5 anos sem intervalo algum, com doses de até 100mg por  dia. Este mesmo basista teve um tumor testicular confirmado 9 anos após o fim do  ciclo (8). Contudo, sabemos que essas não são praticas comuns nos dias de hoje.  Por outro lado, doses de 10mg por dia durante 6 semanas parecem não trazer  nenhum risco à saúde ou efeitos colaterais (5).&lt;br /&gt;
Sem se converter em estrógeno, colaterais como ginecomastia, retenção hídrica  e pressão alta não são um problema. A fraca ação androgênica do turinabol faz  com que os colaterais dessa natureza, como aumento da oleosidade da pele, acne e  queda de cabelo, não se manifestem na maioria dos casos, ou se manifestem de  forma branda. A produção endógena de testosterona é levemente comprometida  durante um ciclo com turinabol. Sendo este um colateral dose-dependente, baixas  doses de turinabol (10-20mg por dia) parecem ter pouca ou nenhuma influência  sobre o eixo HPT.&lt;br /&gt;
O turinabol também atua como uma droga fibrinolítica (9)(10). Isso significa  que o turinabol aumenta a a conversão de plasminogênio inativo em plasmina, que  é a enzima responsável pela destruição das fibrinas. Estas tem papel fundamental  no processo de coagulação sanguínea e hemostasia, e a sua ausência faz com que  os cortes e hemorragias sejam reparados mais lentamente. Com isso em mente, não  acredito ser uma boa idéia passar por uma cirurgia durante um ciclo com  turinabol. Como contrapeso para este colateral, a ação fibrinolítica do  turinabol pode diminuir a pressão arterial causada por outras drogas.&lt;br /&gt;
Sendo uma droga 17aa o turinabol apresenta certa hepatotoxidade, porém em  baixo grau, sendo muitas vezes comparada à oxandrolona neste quesito. Apesar de  ser uma droga branda em relação a sua hepatotoxidade, não devemos descartar esse  colateral ou toma-lo como nulo. Ciclos contendo outras drogas 17aa além do  turinabol, ou mesmo ciclos onde o tempo de exposição à esse tipo de droga seja  muito longo, devem ser acompanhados de perto através de exames de sangue  específicos, como TGO, TGP e Gama GT.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/8611619155911416308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/8611619155911416308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/8611619155911416308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/8611619155911416308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/turinabol-4-clorodehidrometiltestostero.html' title='TURINABOL'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-3740620806165013771</id><published>2010-05-20T03:14:00.000-03:00</published><updated>2010-05-20T03:14:11.416-03:00</updated><title type='text'>ACETATO DE TREMBOLONA</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;As  Características&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;Tempo de ação: 2-3 dias&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 200-700mg por  semana&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Aromatiza: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Converte-se em DHT: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Acne: sim&lt;br /&gt;
Retenção hídrica: não&lt;br /&gt;
Pressão Alta:  sim&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: sim, muito&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt;Hepatotóxica: não&lt;br /&gt;
Nefrotóxica: não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 100%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;A História&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;
O primeiro contato dos culturistas com a trembolona aconteceu nos anos 80,  através do medicamento de uso veterinário chamado Finajet, distribuída nos  Estados Unidos e Europa, e produzida pela empresa Hoechst and Roussel, que hoje  faz parte da Sanofi-Aventis. Vendida em bujões de 50ml (!!!) e concentração de  30mg/ml, logo essa droga virou sucesso, sendo considerada como a droga perfeita  para ciclos pré-competição. Porém em 1988 a Hoechst and Roussel retirou o  Finajet do mercado, acabando com a oferta de trembolona por alguns anos e  criando o cenário perfeito para moldar a reputação dessa droga. O forte impacto  causado entre aqueles que usaram somado à impossibilidade de consegui-la fez da  trembolona um mito. Quando ela reapareceu no mercado, agora sob o nome de  Finaplix, a demanda era enorme.&lt;br /&gt;
O Finaplix era comercializado na forma de pequenas bolotas para implante  bovino. As bolotas eram implantadas no gado para que a droga fosse absorvida  mais lentamente. Apesar da apresentação desfavorável do Finaplix, muitos  usuários se superaram, sendo tão brilhantes quanto corajosos. Nesta época se  tornou prática comum transformar as bolotas em pó (amassando-as) e então diluir  o pó em água ou óleo afim de criar uma solução que pudesse ser injetada.  Obviamente, no início de tudo, poucos contavam com ambiente e conhecimento  técnico suficientes para preparar uma solução estéril. Outra forma de se  utilizar o Finaplix era transformar as bolotas em pó e misturar este pó à uma  solução contendo metade água e metade DSMO (veículo para aplicação transdermal),  fazendo com que a droga fosse absorvida pela corrente sanguínea com perdas de  10% a 25% após aplicada a solução sobre a pele. Esta também não é uma prática  sem riscos, já que permite que muitas toxinas presentes na pele entrem na  corrente sanguínea também. Ainda assim, também existiram - ou quem sabe existam  até hoje em dia - aqueles que inalavam o pó (sim, como se fosse cocaína) ou que  injetavam as bolotas direto no glúteo (sim, como se fossem gados), sem falar  daqueles que afirmam categoricamente que as bolotas de Finaplix são próprias  para a absorção retal (mais uma vez sim, como se fosse supositório!!!). O  Finaplix continua a ser vendido hoje em dia nos Estados Unidos, bem como kits  contendo todo o material necessário para conversão das bolotas em produto final  para aplicação totalmente esterilizado. No Brasil, muitos laboratórios  underground fornecem esta droga, geralmente em bujões de 10ml contendo entre  70mg e 110mg por ml.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;Os Efeitos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Apesar de ser um derivado direto da nandrolona, não se deve confundir os  efeitos dessas duas drogas. Estruturalmente a diferença entre os dois esteróides  são as ligações duplas presentes na molécula da trembolona nos carbonos 9 e 11,  ligações essas que não estão presentes na molécula de nandrolona. Essas ligações  duplas são responsáveis pela diferença nos efeitos das duas drogas,  especialmente a ligação dupla situada no carbono 9, que impede que a molécula de  trembolona seja convertida em estrógeno pela enzima aromatase, diferente da  nandrolona que apesar de ser um substrato fraco para essa enzima, pode aumentar  os níveis de estrógeno durante o uso.&lt;br /&gt;
Sem os colaterais estrogênicos (como retenção hídrica, rápido acumulo de  gordura, diminuição na lipólise) e sendo um potente andrógeno a trembolona é uma  ótima escolha para os ciclos de definição. A ação androgênica da trembolona é  muito mais forte que da nandrolona - na verdade ela é muito mais androgênica que  a própria testosterona (4) - por dois motivos. Em primeiro lugar, a trembolona  se fixa muito bem aos receptores androgênicos, sendo esta uma característica das  19nor. As ligações duplas nos carbonos 9 e 11 aumentam a fixação da molécula de  trembolona nos receptores androgênicos (2), tornando-a um agonista mais potente  que a sua droga mãe. Depois, e ainda mais importante, a trembolona não é  reduzida pela enzima 5-alfa-reductase (1), isso faz com que ela entre nas  células de vários tecidos com o mesmo poder de fixação que entra nas células  musculares. Isso explica o porque da nandrolona (que é reduzida pela  5-alfa-reductase) ser bem menos androgênica.&lt;br /&gt;
Assim como as células musculares, as células de gorduras também possuem  receptores androgênicos (5), e sendo a trembolona um forte agonista desses  receptores, é responsável pela excepcional queima de gordura que já é bem  conhecida entre os seus usuários e comprovada em estudos científicos (3)(6). Ao  que tudo indica, quanto mais forte o andrógeno se liga aos receptores, maior é a  queima de gordura (6). No entanto é válido observar que a perda de gordura  proporcionada pela trembolona não ocorre quando ela está competindo com  estrógeno circulante (3), que é um metabólito usual de drogas como  metandrostenolona e testosterona. Some a isso o aspecto muscular sólido e  compacto decorrente da forte ação androgênica da trembolona e entendemos porque  muitos culturistas a consideram indispensável em um ciclo de cutting. Como  muitos autores e usuários, acredito também que não exista droga melhor para esta  finalidade.&lt;br /&gt;
No entanto não devemos relegar a trembolona aos ciclos de cutting e esquecer  suas propriedades anabólicas. Quando se fala em construção muscular, muitas  vezes vemos a trembolona ser colocada lado a lado com drogas como a testosterona  e a metandrostenolona, porém esta é uma comparação falha. O fato de não se  converter em estrógeno tem influência negativa sobre os resultados, uma vez que  o estrógeno também é esteróide com propriedades anabolizantes, agindo  diretamente nos mecanismos de utilização de glicose pelo músculo, na produção de  GH e IGF-1, e na proliferação de receptores andrógenos (7)(8). No entanto, se  compararmos miligrama por miligrama, a trembolona certamente proporciona mais  músculos que a nandrolona ou qualquer outra droga que não tenha ação  estrogênica. Assim, o que podemos esperar quando usamos apenas trembolona são  ganhos razoáveis de massa muscular, com ótima qualidade e mantidos  facilmente.&lt;br /&gt;
Os mecanismos pelos quais a trembolona promove a construção muscular ainda  não são entendidos na íntegra, porém vale enumerar aquilo que já conhecemos  sobre eles. Como você deve imaginar, a trembolona aumenta a retenção de  nitrogênio no organismo (9), o que significa mais material para a formação de  músculos. A trembolona também aumenta a proliferação e maturação das células  satélite, como resultado do aumento da sensibilidade dessas células ao IGF-1  (10). Sinergicamente, ela também aumenta a liberação do próprio IGF-1 (11). Com  grande efeito sobre a força e recuperação dos músculos pós-treino, a trembolona  promove aumento na síntese de glicogênio e fosfocreatina (8).&lt;br /&gt;
Do outro lado da equação, a trembolona combate os efeitos do cortisol em  vários níveis, atuando como um inibidor deste hormônio (12), bloqueando seus  receptores (13) e alterando-os durante e após o seu uso (14). Isso significa que  mesmo depois de encerrada a administração&lt;br /&gt;
de trembolona você ainda contará  com menor atividade catabólica. Isso explica em partes o porque dos resultados  obtidos com esta droga serem mantidos com maior facilidade do que aqueles  obtidos com outras drogas.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;O Uso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A  trembolona é uma droga muito versátil, podendo ser colocada em praticamente  qualquer ciclo, independente do objetivo. Como já dito anteriormente, a  trembolona sozinha é uma droga fantástica para ciclos de definição. Porém,  quando outras drogas muito androgênicas e sem ação estrogênica (como a  drostonolona) são utilizadas em conjunto os resultados são muito mais visíveis.  A medida que a relação andrógenos/estrógenos aumenta, a presença de líquido  subcutâneo diminui, favorecendo ainda mais a definição e a queima de gordura.  Drogas mais anabólicas, como o estanozolol, também se encaixam bem para este  objetivo ou mesmo para ciclos em que o objetivo é ganhar massa magra com pouca  ou nenhuma retenção hídrica.&lt;br /&gt;
Alias, o estanozolol tem se mostrado uma ótima combinação para a trembolona  por dois motivos. Em primeiro lugar, a trembolona é um agonista dos receptores  de progesterona (mais sobre este assunto a seguir) e o estanozolol age no  sentido contrário, como um antagonista destes mesmos receptores. E depois, a  trembolona como já sabemos se liga com muita força aos receptores androgênicos,  promovendo assim os efeitos mediados por esta ligação. Já o estanozolol se liga  de maneira muito fraca aos receptores androgênicos, exercendo sua ação  majoritariamente por outras vias que não a dos receptores. Apesar deste tipo de  ação ainda não ser bem compreendido já se sabe que ele existe. Assim, quando  trembolona e estanozolol se encontram em um mesmo ciclo, você conta com ação nos  dois sentidos: mediados e não mediados pelos receptores androgênicos.&lt;br /&gt;
Se o objetivo é ganhar massa muscular sem muita retenção hídrica, drogas que  possuam pouca ação estrogênica são as escolhas ideais. Entre elas estão o  propionato de testosterona e a boldenona. A presença de quantidades controladas  de estrógeno irá favorecer o anabolismo sem prejudicar tanto a qualidade  muscular. Estas drogas ainda podem ser utilizadas em um ciclo de definição,  desde que utilizada em conjunto com um inibidor de aromatase afim de  reduzir/eliminar a conversão em estrógeno.&lt;br /&gt;
Quando o que se deseja é ganhar muito volume, drogas como enantato ou  cipionato de testosterona, oximetolona ou metandrostenolona irão adicionar a  ação estrogênica necessária para obter grandes resultados, porém sem contar com  muita qualidade muscular.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 130%; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Os  Colaterais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo não sendo atingida pela enzima 5-alfa-reductase,  que normalmente reduz os esteróides à formas mais androgênicas, a trembolona por  si só é capaz de produzir efeitos colaterais desta natureza, como pele oleosa,  acne, queda de cabelo e hipertrofia da próstata. Comparando o valor androgênico  da testosterona (100) e da trembolona (500) fica mais fácil entender porque a  redução não é necessária para que estes colaterais se manifestem, de forma que o  uso de finasterida para evitar alguns desses colaterais é ineficaz. Ainda sobre  os colaterais androgênicos, a trembolona pode induzir os usuários a se comportar  de forma agressiva. Este colateral costuma ser relatado em sua maioria por  pessoas que estão sob os efeitos da trembolona durante longos períodos e com  doses excessivas. Apesar de este ser considerado por alguns um efeito colateral,  outros se beneficiam desta agressividade aplicando-a durante o treino para  aumentar o desempenho. Por certo você já percebeu que os pesos costumam ficar  mais leves quando você vai treinar depois de uma briga com a patroa ou quando  alguém consegue te tirar do sério a caminho da academia (neste ponto sempre  encontramos uma pessoa disposta a ajudar!).&lt;br /&gt;
Quanto aos colaterais estrogênicos a preocupação deve ser mínima. A  trembolona não é convertida em estrógeno, logo não induz efeitos colaterais como  ginecomastia, retenção hídrica ou ganho acelerado de gordura por esta via. Então  porque a preocupação deve ser &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;mínima&lt;/span&gt; e  não &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;nula&lt;/span&gt;? A molécula de trembolona  (assim como a nandrolona) é parecida com a molécula de progesterona, sendo capaz  de se ligar aos seus receptores (15)(16). Um efeito conhecido da progesterona é  a sua capacidade de potencializar os efeitos do estrógeno (17). Assim, o cuidado  deve ser redobrado quando a trembolona é usada em conjunto com outra droga de  ação estrogênica. A progesterona, tecnicamente, é capaz de induzir por si só  efeitos colaterais estrogênicos, porém quando a trembolona é usada sem a  presença de estrógeno raramente é associada à retenção hídrica, e mais raramente  ainda à ginecomastia e acumulo de gordura acelerado. Apesar de não existirem  estudos comprovando que a ação progestênica da trembolona por si só é incapaz de  produzir colaterais estrogênicos, as evidências apontam nesta direção. Mesmo  sendo a progesterona um estrógeno, seus receptores também mediam alguns efeitos  androgênicos secundários. Drogas como a trembolona, nandrolona e estanozolol  parecem ativar estes efeitos quando se ligam aos receptores da progesterona,  podendo causar perda de libido e disfunção erétil (8), sendo o estanozolol muito  mais brando quanto a este efeito se comparado às drogas da família 19-nor. Em  todo caso, existem drogas que podem ser utilizadas em conjunto para combater o  efeito progestênico da trembolona, como o estanozolol e o citrato de tamoxifeno  que agem como leves antagonistas dos receptores de progesterona. Para uma ação  anti-progestênica mais eficaz existem também outras duas opções, que são o  fulvestrante e a droga conhecida por RU-486 (pílula abortiva), porém essas duas  drogas também possuem seus efeitos colaterais, são muito caras e de difícil  acesso.&lt;br /&gt;
A trembolona inibe a produção endógena de testosterona. Apesar de não se  converter em estrógeno, que o maior vilão quando o assunto é inibição do eixo  HPT, o poder androgênico da trembolona suprime o eixo hormonal muito  rapidamente. Como todos os esteróides sexuais tem efeitos negativos sobre o  eixo, não podemos eliminar a ação progestênica da trembolona sobre este  colateral.&lt;br /&gt;
Em muitos lugares se comenta sobre a nefrotoxidade da trembolona, no entanto  não existem evidências que confirmem este colateral. Ao que parece o rumor sobre  este colateral se originou graças a coloração da urina que costuma ficar mais  escura, normalmente em um tom de cor entre o laranja e o marrom. Porém isto não  acontece por sobrecarga renal e sim devido à molécula de trembolona sofrer pouca  alteração antes de ser excretada, e assim modificando a cor natural da urina. Já  notou que a trembolona tem a cor mais escura que as outras drogas? E que a cor  da urina fica bem parecida? A urina costuma ficar muito escura quando a  trembolona é usada em doses excessivas, o que assusta os usuários induzindo-os a  pensar que existe sangue sendo excretado em conjunto ou que indica a  nefrotoxidade da droga, mas como já explicado, isto é um erro. Mesmo não  provocando retenção de água e sal a trembolona é conhecida por aumentar a  pressão sanguínea de seus usuários, e isto sim pode gerar problemas renais,  juntamente com a perda rápida de água causada pelo aumento no metabolismo basal,  de forma que durante o uso de trembolona é uma boa pratica checar a pressão  sanguínea regularmente e aumentar a ingestão de água.&lt;br /&gt;
A questão da toxidade ao fígado causada pela trembolona também tem sido  levantada com muita freqüência. No entanto, isso parece ser mais um mito. A  trembolona não é um 17aa, logo não deve apresentar riscos ao fígado. A única  referência séria que encontrei até o momento afirmando que a trembolona é  hepatotóxica foi do autor L. Rea (8), porém&lt;br /&gt;
recentemente ele voltou atrás no  teor da sua publicação e apontou o excesso de álcool benzílico presente em  algumas conversões, bem como as soluções não estéreis de Finaplix, como  causadores desta toxidade (18).&lt;br /&gt;
Alguns usuários sofrem de um ataque súbito de tosse após as injeções de  trembolona. Ela se manifesta de forma violenta e incontrolável na maioria das  vezes, por um período de no máximo um minuto ou dois, e depois some. Existem  usuários que manifestam este colateral todas as vezes que administram a droga,  alguns o manifestam exporadicamente e outros sofrem com a tosse raramente ou  nunca sofreram. Esta tosse ainda não tem uma explicação definitiva, apesar de  existirem várias teorias para explicar este colateral. Uma delas alega que a  trembolona possui um mecanismo único que causa bronquioconstrição, porém esse  mecanismo não teria uma ação tão rápida para provocar a tosse logo após a  injeção de trembolona. Além do mais, esta tosse não parece ser exclusiva da  trembolona, já que alguns usuários alegam ter sofrido este colateral ao usar  outros EAAs como boldenona ou cipionato de testosterona. Outra possibilidade  seria a quantidade excessiva de álcool benzílico presente nas conversões de  alguns laboratórios underground. Contudo, sendo esta teoria verdadeira, a tosse  ocorreria com o uso de outras substâncias que levam a mesma quantidade de álcool  benzílico, como o propionato de testosterona, fato que não acontece. A teoria  mais aceita, e que parece fazer mais sentido, atribui este efeito à pureza da  droga. A trembolona é uma substância muito difícil de ser refinada (bem como a  boldenona e o cipionato de testosterona), então dependendo do grau de sua  pureza, a solução contém uma parcela menor ou maior detrembolona oxidada, que  seria o agente causador deste colateral, procando uma espécie de anafilaxia.  Esta teoria se valida pela experiência de alguns usuários ao relacionar este  colateral à cor da solução de trembolona, que quanto mais clara (ou seja, mais  pura) menos chances tem de se manifestar.&lt;br /&gt;
Infelizmente, a trembolona reduz a produção de T3 (19). Apesar da trembolona  ser uma ótima droga para definição, este é um colateral contraproducente.  Adicionar T3 exógena ao ciclo é uma pratica eficaz para maximizar os efeitos da  trembolona.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/3740620806165013771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/3740620806165013771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/3740620806165013771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/3740620806165013771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/acetato-de-trembolona.html' title='ACETATO DE TREMBOLONA'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-7993390910308818486</id><published>2010-05-20T03:08:00.002-03:00</published><updated>2010-05-20T03:12:05.830-03:00</updated><title type='text'>METENOLONA  (Primobolan)</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;entry&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h1 id=&quot;post-126&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;h3&gt;As Características&lt;/h3&gt;Tempo de ação: 4-6 horas (acetato oral); 4-5 dias (acetato injetável); 10-14  dias (enantato)&lt;br /&gt;
Dosagem relatada: 50-300mg por dia (oral); 200-700mg por  semana (injetável)&lt;br /&gt;
Aromatiza: não&lt;br /&gt;
Converte-se em DHT: não&lt;br /&gt;
Acne:  sim&lt;br /&gt;
Retenção hídrica: não&lt;br /&gt;
Pressão Alta: não&lt;br /&gt;
Inibe o eixo HPT: sim,  pouco&lt;br /&gt;
Hepatotóxica: não&lt;br /&gt;
&lt;h3&gt;Os Efeitos&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A metenolona é uma droga derivada do DHT (mais  precisamente da dihidroboldenona ou DHB, resultado da redução da boldenona  quando em contato com a enzima 5-alfa-reductase), e como toda droga derivada de  um EAA já reduzido, ela não se converte em estrógeno. Na verdade, a metenolona  já foi usada com sucesso em tratamentos de câncer de mama (5), e considerando  que estes tratamentos geralmente são feitos através de anti-estrógenos, podemos  afirmar (ao menos teoricamente) que a metenolona possui propriedades  anti-estrogênicas, explicando porque muitos usuários sentem menor retenção  hídrica, tendência à ginecomastia e acumulo de gordura localizada quando  associam a metenolona à alguma outra droga que possua ação estrogênica.&amp;nbsp; Apesar  de possuir baixo valor androgênico (algo entre 44 e 55), a metenolona se fixa  aos receptores androgênicos com mais força que a própria testosterona (1),  fazendo dela um excelente queimador de gordura. Além disso, a metenolona atua  positivamente sobre a retenção de nitrogênio (2), sendo ela uma das poucas  drogas capaz de manter o seu potencial anabólico mesmo em períodos de restrição  calórica (6). Some essas três características e temos uma excelente droga para  ciclos de definição.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O aumento no balanço nitrogenado promovido pela  metenolona também favorece a construção muscular. Dois estudos, realizados com  ovelhas, concluíram que os animais que receberam metenolona desenvolveram mais  massa muscular quando comparados aos animais que não foram submetidos à  administração desta droga (3)(4). Infelizmente, não existem estudos sobre o  potencial anabólico da metenolona em humanos, porém, os resultados obtidos em  ovelhas confirmam os relatos de inúmeros usuários que fizeram ou fazem uso deste  EAA em seus ciclos, de forma que a probabilidade dos resultados dos estudos com  ovelhas se repetirem quando realizados em humanos é grande. Outro fato  interessante é que as ovelhas submetidas à administração de metenolona  desenvolveram mais força que suas colegas que permaneceram “puras”. É preciso  dizer que fenômeno também se repete em humanos?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A massa muscular construída durante o uso da  metenolona costuma ser de ótima qualidade. Sem a presença de estrógeno e  retenção hídrica, os músculos adquirem maior definição à medida que se tornam  maiores e mais aparentes. Contudo, a metenolona não é exatamente a melhor droga  quanto o assunto é a construção muscular. Ainda que ela possua um valor  anabólico considerável&amp;nbsp; (88% da testosterona, &lt;i&gt;in vitro&lt;/i&gt;), a metenolona  não é uma droga própria para grandes ganhos de massa muscular, mas sim para  aqueles que buscam resultados moderados e com boa qualidade. Como toda a droga  que exibe estas características, os resultados adquiridos com a metenolona  costumam&amp;nbsp; ser mantidos com facilidade no pós-ciclo (6).&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os Ésteres&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De forma geral, a metenolona é encontrada sob a  forma de duas pró-drogas distintas: enantato de metenolona ou acetato de  metenolona. Apesar de não ser tão comum quanto o enantato de metenolona, esta  droga na sua versão acetato possuí algumas características, no mínimo,  interessantes. Ainda que o acetato de metenolona possa ser administrado por via  injetável, ela é uma das poucas drogas que não são 17-alfa-alquiladas e que  podem ser administradas oralmente, sem perder toda a sua eficácia. A sua  alquilação no carbono 1&amp;nbsp; e a beta esterificação do carbono 17 fazem com que a  metenolona seja transformada em um metabólito ativo após a passagem pelo fígado  permitindo que ela entre na corrente sanguinea e exerça os seus efeitos, ainda  que boa parte da dosagem administrada seja desativada nesse processo. Trocando  em miúdos, o acetato de metenolona pode ser administrado via oral sem causar  malefícios ao fígado (a não ser em grandes doses)(6). Contudo, por ser  necessário uma dosagem maior para atingir a mesma efetividade, a administração  oral do acetato de metenolona é mais onerosa que a sua administração injetável.  Quando falamos da administração oral&amp;nbsp; do acetato de metenolona, ainda que a  faixa de dosagem para esta droga tenha sido desenhada ao longo do tempo, não  existem estudos ou mesmo um consenso a respeito da quantidade de droga que entra  na corrente sanguinea, fazendo com que o ajuste de uma dosagem específica seja  quase um “tiro no escuro”. A única referência sobre este ponto vem de Bill  Roberts, que baseado no conhecimento empírico diz que “talvez a administração  oral tenha apenas a metade da potência da administração injetável” (7).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As diferenças na ação da metenolona para os  ésteres acetato e enantato são muito pequenas, uma vez que a metenolona não se  converte em estrógeno e não sofre alterações decorrentes da enzima 5a-reductase.  Dessa forma, não se deve esperar muita diferença nos resultados (ou mesmo nos  colaterais) entre um éster e outro.&amp;nbsp; Entretanto é preciso lembrar que o éster  enantato é mais pesado que o éster acetato, fazendo com que em uma mesma  quantidade de pró-droga (acetato ou enantato de metenolona) se tenha mais  metenolona livre na sua versão acetato do que não sua versão enantato. Para  ilustrar o quadro, cerca de&amp;nbsp; 70mg de metenolona serão liberadas na corrente  sanguinea para cada 100mg de enantato de metenolona administrados, enquanto  aproximadamente 85mg de metenolona são liberados para cada 100mg de acetato de  metenolona administrados. Obviamente, aqui estamos considerando a administração  por via injetável, já que pelos motivos expostos acima qualquer comparação do  gênero &lt;i&gt;oral vs injetável &lt;/i&gt;seria, com grande probabilidade, falha.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao longo do tempo, surgiu a idéia de que o  acetato de metenolona promove maior queima de gordura que o enantato de  metenolona. Segundo os defensores dessa corrente, o éster acetato é responsável  por aumentar o efeito &lt;i&gt;fat burner&lt;/i&gt; da metenolona. Apesar de esta idéia já  estar ultrapassada nos dias de hoje, seja por falta de suporte científico&amp;nbsp; ou  por falta de lógica, este conceito se popularizou nos idos passados e ainda se  encontra em alguns sites e fóruns&amp;nbsp; ao redor do globo, de forma que é necessário  reforçar a falta de suporte desta afirmação afim de que o leitor não se confunda  futuramente ao se deparar com este conceito, que na verdade é mais um dos vários  mitos presentes nesse meio.&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Uso&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Durante a administração oral do acetato de  metenolona, a carência da alquilação no carbono 17 faz com que a sua meia-vida  fique muito reduzida, girando em torno de 2-3 horas. Com isso, para evitar  lacunas na ação da droga, é preferível que a administração da metenolona seja  feita com bastante frequência, como algo em torno de uma administração a cada 2  horas, na tentativa de manter os níveis de metenolona na corrente sanguinea o  mais estável possível. A falta da alquilação também faz necessária administração  de uma dosagem diária elevada, já que uma parte considerável da droga será  desativada durante a primeira passagem no fígado. Apesar de a menor dose eficaz  ser de 50mg por dia (valor encontrado em muitas referências), acredito que é  muito difícil mesmo para um usuário iniciante obter resultados satisfatórios com  menos de 80-100mg por dia. Considerando que a metenolona por si só é uma droga  branda e que sem a 17-alfa-alquilação a biodisponibilidade oral do acetato de  metenolona fica comprometida, não é difícil entender porque 50mg por dia não é o  suficiente para promover bons resultados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A versão injetável do acetato de metenolona  possuí meia-vida de cerca de 2 dias. Com isso, é necessário que a droga seja  administrada a cada 2 dias (um dia sim, um dia não). Já o enantato de metenolona  possuí meia-vida entre 5 e 7 dias, fazendo com que a administração desta droga  seja bem mais confortável, já que serão necessárias menos aplicações. Apesar da  possibilidade de administrar o enantato de metenolona uma vez a cada 5 dias (ou  mesmo apenas uma vez por semana), a maioria dos usuários opta por administra-lo  duas vezes por semana. Como normalmente o enantato de metenolona não causa dores  além daquela gerada pela perfuração da agulha, administrar esta droga (como  muitas outras) duas vezes por semana não chega a ser um incomodo.&amp;nbsp; Com a  administração injetável da metenolona, independente do éster, a droga atinge a  corrente sanguinea sem maiores prejuizos. Ainda que seja uma droga leve, cerca  de 200-250mg por semana são suficientes para promover resultados satisfatórios  em um usuário iniciante e sem histórico de EAAs. Contudo, usuários mais  avançados podem precisar de doses maiores como cerca de 300-500mg por semana  para alcançarem o resultado esperado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nos ciclos de definição, com o foco na perda de  gordura, drogas como oxandrolona, drostonolona e trembolona podem ser associadas  à metenolona para potencializar os resultados. Com o devido controle de  estrógeno, o propionato de testosterona e a boldenona também são boas opções.  Para os ciclos em que se busca aumento de massa muscular sem comprometer a  qualidade, é possível combinar a metenolona com drogas que não aromatizam (ou  que tem baixa taxa de aromatização) como estanozolol, turinabol, propionato de  testosterona, boldenona ou fenilpropionato de nandrolona. Nos ciclos que visam  grande aumento de volume muscular, a metenolona não costuma ser usada já que ela  não promove resultados drásticos de peso, força ou volume.&lt;/div&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os Colaterais&lt;/h3&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lado a lado com a oxandrolona, a metenolona  disputa o topo da lista das drogas mais seguras, com menos colaterais. Graças ao  menor custo de aquisição e a maior biodisponibilidade oral, a oxandrolona é bem  mais popular que a metenolona nos dias de hoje, ainda que as duas drogas sejam  praticamente equivalentes no quesito segurança. Por não manifestar muitos  colaterais e por proporcionar resultados sólidos e de fácil manutenção, criou-se  a teoria de que a metenolona causa pouquíssima supressão ao eixo HPT. Contudo,  um estudo utilizando dosagens de acetato de metenolona (oral) entre 30mg e 45mg  por dia mostrou uma redução na produção de LH/FSH entre 15% e 65% (8). Sabendo  que, de forma geral, é necessário uma dosagem maior do que a utilizada neste  estudo para se alcançar resultados satisfatórios, pela lógica, pode-se esperar  também por uma supressão do eixo HPT ainda maior. Porém, sendo um EAA brando e  que não se converte em estrógeno, a supressão ocasionada pela metenolona&amp;nbsp; não  chega a ser tão grande quando comparada à outras drogas como a testosterona,  metandrostenolona ou trembolona. Essa mesma propriedade (pouca ou nenhuma  supressão ao eixo HPT) foi atribuída à oxandrolona, e também foi derrubada por  estudos subseqüentes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como não se converte em estrógeno, colaterais  como ginecomastia, retenção hídrica e pressão alta não são um problema durante o  uso da metenolona. Como já dito anteriormente, a metenolona parece possuir  propriedades anti-estrogênicas, o que ajudaria a combater este tipo de  colateral, e não o contrario. Apesar de não possuir um grande potencial  androgênico, colaterais como queda de cabelo, acne, oleosidade da pele e  crescimento de pelos pelo corpo são possíveis, ainda que de forma branda.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Até o presente momento não encontrei estudos a  respeito dos efeitos da metenolona sobre o colesterol. Contudo, aqueles usuários  que se submeteram à exames após ciclos contendo metenolona, relataram apenas  leves alterações nos valores do HDL e LDL, indicando que a metenolona pode atuar  de forma branda sobre estes indicadores&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/7993390910308818486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/7993390910308818486' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/7993390910308818486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/7993390910308818486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/metenolona-primobolan.html' title='METENOLONA  (Primobolan)'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-5542463422627673660</id><published>2010-05-20T02:59:00.000-03:00</published><updated>2010-05-20T02:59:52.584-03:00</updated><title type='text'>MEDICINA ESTETICA E ENVELHECIMENTO</title><content type='html'>Os chamados &quot;procedimentos ancilares&quot;, em sua maioria ambulatoriais e menos  invasivos que os cirúrgicos, tornaram-se populares nas duas últimas décadas do  século XX, com o objetivo de proporcionar resultados mais estéticos na prática  clínica da Cirurgia Plástica, em condições tais como o rejuvenescimento facial.  Compreendem várias modalidades diferentes de tratamento, geralmente agrupadas  sob a denominação &quot;Medicina Estética&quot;. A origem etimológica deste termo não é  adequada, visto a dificuldade em diferenciar termos tais como &quot;estético&quot; e  &quot;reconstrutivo&quot;. Todo procedimento reparador visa resultado o mais estético  possível, enquanto qualquer procedimento dito estético visa modificar alguma  insatisfação quanto à morfologia e elevar a auto-estima. Entretanto, o termo  &quot;Medicina Estética&quot; já está consagrado tanto no meio médico quanto pela mídia,  sendo difícil no momento atual discutir mudança de nomenclatura. Características  tratadas incluem condições fisiológicas, patológicas, e intermediárias entre as  duas, desde os sinais de envelhecimento, manchas, telangiectasias, pele seca,  pele oleosa, acne, presença de pêlos, hipertricose, hiperidrose, ou  cicatrizes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O conceito de beleza variou na história da humanidade de acordo com a  época ou a civilização dominante. Entretanto, esteve sempre estreitamente  relacionado com a manutenção do aspecto juvenil. A maior longevidade conseguida  nos tempos modernos levou à necessidade de aumento no tempo de produtividade.  Com isso, a manutenção da aparência jovem tem adquirido importância pessoal e  econômica cada vez maior, exigindo avanços na compreensão da fisiopatologia do  envelhecimento, com a intenção de retardá-lo o máximo possível.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nas décadas de 70 e 80 do século XX popularizou-se a cirurgia facial  ou ritidoplastia. Inicialmente buscava-se a diminuição da flacidez e das rugas  através do aumento de tensão ou tração da pele, e a cirurgia era realizada  principalmente em indivíduos acima dos 60 anos de idade. Posteriormente, ao lado  da melhora da técnica, com atuação em diversos planos teciduais, observou-se a  procura pelo rejuvenescimento por indivíduos mais jovens. Atualmente, a  preocupação com a prevenção e tratamento dos primeiros sinais de envelhecimento  é comum em indivíduos a partir de 30 anos de idade. Neste contexto ocorreu a  popularização das técnicas de Medicina Estética.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Dentre os elementos que caracterizam uma face jovem, seja ela  masculina ou feminina, destacam-se coloração homogênea e viva da pele e do  cabelo, lábios de contornos bem definidos, com volume, supercílios bem  demarcados e arqueados (mais na mulher que no homem), projeção malar adequada e  linha da mandíbula linear. Com o envelhecimento, observam-se alterações  morfológicas e funcionais não apenas na pele, mas também no tecido celular  subcutâneo, no plano músculo-aponeurótico e nos ossos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Dois fenômenos distintos são individualizados em relação ao  envelhecimento cutâneo, o envelhecimento cronológico ou intrínseco, presente em  todos os indivíduos e sujeito a influências genéticas, e o envelhecimento  extrínseco, causado por fatores ambientais tais como a exposição solar,  tabagismo, &quot;stress&quot;, contrações musculares recorrentes e flutuações grandes de  peso. É muitas vezes denominado fotoenvelhecimento, por ser a exposição solar  crônica o principal fator etiológico a acelerar a degeneração dos tecidos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ao redor dos 30 anos de idade inicia-se a diminuição progressiva da  espessura e da extensibilidade da pele. A sequência mais comum de aparecimento  de sinais de envelhecimento inicia-se com a evidenciação de rugas dinâmicas  peri-orbiculares, ptose do supercílio, acúmulo de excesso de pele palpebral,  herniação das bolsas de gordura palpebrais, e acentuação do sulco naso-geniano.  Estes elementos acentuam-se progressivamente com o passar dos anos. Somam-se a  eles o aparecimento de rugas dinâmicas glabelares e frontais, flacidez  cérvico-facial com acúmulo de excesso de pele e gordura na região mandibular,  queda da ponta nasal, atrofia e herniação das bolsas de gordura malares. A  partir dos 60 anos de idade, a atrofia dermo-gordurosa, a alteração das  propriedades mecânicas da pele e a diminuição da função endócrina cutânea, ou  seja, a produção de vitamina D, são bastante significativas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As principais características clínicas do envelhecimento cronológico  cutâneo no idoso são o aspecto desidratado da pele, a presença de rugas,  flacidez, neoplasias benignas, retardo na restauração após lesões, perda da  extensibilidade e turgor cutâneos, e maior transparência do tegumento,  decorrente da atrofia da epiderme, que permite visualizar vasos ou o tecido  celular subcutâneo. O aparecimento destas características é mais precoce em  indivíduos de pele seca quando comparados aos pacientes de pele oleosa, nos  quais a maior produção de manto hidro-lipídico promove maior proteção contra os  agentes externos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A análise histológica da epiderme de indivíduos idosos em áreas não  expostas ao sol evidencia diminuição da espessura, queratinócitos heterogêneos,  achatamento das cristas dermo-epidérmicas e diminuição dos microvilos das  células basais, estes dois últimos justificando a maior fragilidade do epitélio  nestes indivíduos. Neles, a taxa de renovação epidérmica é mais lenta, e há  diminuição do número de melanócitos ativos e células de Langerhans, com  consequente diminuição da resposta imune cutânea. Na derme, há diminuição da  espessura, da celularidade, da vascularização e da quantidade de matriz  extra-celular, incluindo-se aqui as fibras colágenas, as elásticas e a  substância fundamental. O colágeno, diminuído no conteúdo, encontra-se mais  desorganizado, compactado, e mais rígido, por maior número de ligações cruzadas.  A menor vascularização é um dos prováveis fatores responsáveis pela atrofia dos  anexos cutâneos, resultando na diminuição da produção de secreção sebácea e em  sua diluição, o que aumenta a freqüência de dermatite seborréica e comedões. Há,  também, diminuição da sudorese, prejudicando a função de termorregulação.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em relação aos folículos pilosos, aos 50 anos de idade, metade dos  indivíduos terá metade dos seus folículos pilosos amelanóticos, processo que se  inicia aos 34 ± 9 anos e caracteriza-se por inibição da atividade da tirosinase,  ou seja, alteração funcional dos melanócitos foliculares. Os folículos estão  diminuídos em número, na espessura do pêlo, têm o crescimento mais lento, e a  fase telógena é maior. A calvície piora progressivamente com a idade, com  aumento do recesso bitemporal em homens e mulheres, e occipital principalmente  em homens.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Quanto às terminações nervosas, ocorre diminuição dos corpúsculos de  Pacini e Meissner, com conseqüente diminuição da percepção sensorial e da  discriminatória entre dois pontos, além de aumentar o limiar de dor, que pode  predispor a lesões nos idosos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As alterações relacionadas ao fotoenvelhecimento se superimpõem a este  quadro, sendo mais intensas em indivíduos caucasianos, devido à menor quantidade  de melanina, cuja principal função é a proteção das estruturas profundas contra  a ação dos raios solares. Já está bem documentado que a exposição solar é a  causa mais significativa de aceleração do processo de envelhecimento cutâneo. A  exposição ao ultravioleta causa lesão do genoma celular, diminui a reparação do  mesmo, libera proteases lisossômicas, além de produzir dano oxidativo direto na  matriz dérmica. O dano é cumulativo e deve-se principalmente à radiação  ultravioleta B (UVB: comprimento de onda entre 290 e 320 nm), mas também aos  raios ultravioleta A (UVA: 320-400 nm), que chegam à superfície terrestre em  maior abundância, e apresentam efeito sinérgico e aditivo. Por isso enfatiza-se  a importância da fotoproteção diária de amplo espectro (UVA/UVB) em todos os  indivíduos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A característica histológica mais específica do fotoenvelhecimento  está relacionada com a maior deposição de fibras elásticas anômalas e  disfuncionais na derme, processo conhecido como elastose. A quantidade de  colágeno está diminuída, e o mesmo está mais fragmentado. Por outro lado, há  aumento do número de fibroblastos, mastócitos, histiócitos e na quantidade de  glicosaminoglicanas, caracterizando inflamação dérmica crônica. A epiderme, no  estágio inicial, está espessada, com aumento do número de camadas celulares e de  atipias. Em estágios avançados às vezes evolui com atrofia. Há aumento do número  de melanócitos e alteração na sua função, alternando hiper com hipoatividade. Os  vasos da microcirculação tornam-se obliterados e tortuosos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em relação ao tabagismo, há relação diretamente proporcional entre o  número de maços/anos fumados e a quantidade de rugas profundas. A elastose em  pacientes tabagistas estende-se mais profundamente, chegando até a derme  reticular. Entre outras alterações clínicas, são freqüentes o aparecimento de  coloração acinzentada da pele, o maior ressecamento e o aumento do número de  neoplasias malignas cutâneas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A diminuição dos níveis de estrógeno após a menopausa influencia e  acelera o envelhecimento cutâneo, pois promove diminuição da síntese de  colágeno, paralelamente à maior reabsorção óssea, maior perda trans-epidérmica  de água, menor produção sebácea e muitas vezes hirsutismo.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/5542463422627673660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/5542463422627673660' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/5542463422627673660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/5542463422627673660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/medicina-estetica-e-envelhecimento.html' title='MEDICINA ESTETICA E ENVELHECIMENTO'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-687359743629430820</id><published>2010-05-20T02:57:00.000-03:00</published><updated>2010-05-20T02:57:16.579-03:00</updated><title type='text'>PROPRIEDANDES FISICAS DA PELE</title><content type='html'>&lt;div id=&quot;titulo&quot;&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;h3&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto&quot;&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As propriedades físicas da pele variam entre diferentes indivíduos,  regiões do corpo, e em diferentes idades. Dependem principalmente das redes  fibrosas de colágeno e elastina, as quais constituem a matriz dérmica, com sua  arquitetura entrelaçada e envolvida pela substância intersticial.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A epiderme, barreira que varia de 0,07mm a 0,12mm de espessura,  contribui pouco para as propriedades mecânicas. A derme, de espessura entre 1 mm  e 4 mm, contém 15% de colágeno tipo III, em sua maioria na derme papilar, ou  seja, nos cerca de 10% mais superficiais da derme, onde se observam as fibrilas  e fibras mais finas. A fração restante refere-se ao colágeno tipo I, encontrado  predominantemente na camada reticular, na qual se observam fibrilas e fibras  mais espessas. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O colágeno é o principal componente da derme. Na estrutura de tripla  hélice do procolágeno, excretado pelos fibroblastos, destacam-se os aminoácidos  glicina, hidroxiprolina e hidroxilisina. Várias moléculas são agregadas  progressivamente em tropocolágeno, filamentos de colágeno, fibrilas e fibras, as  quais encontram-se espiraladas no estado de relaxamento. A tração da pele  provoca o estiramento destas fibras na direção da força de tração, até um ponto  limite em que as mesmas se alinham paralelamente umas às outras, em estrutura  muito resistente à extensão adicional.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As fibras elásticas da derme são bem mais finas que as colágenas, e  diferentemente destas, apresentam junções látero-terminais. Sua função é  retornar a rede de colágeno deformada por forças de tração à condição de  relaxamento. As fibras elásticas, também sintetizadas pelos fibroblastos, são  compostas de elastina e proteínas microfibrilares, sendo em parte responsáveis  pela tensão natural da pele. O estiramento excessivo crônico ou o excesso de  exposição aos raios ultravioleta podem causar fragmentação das fibras elásticas,  resultando em perda da capacidade de retorno ao estado original de repouso,  tornando a pele mais viscosa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A substância fundamental amorfa ocupa os espaços entre as fibras  elásticas e colágenas, funcionando como lubrificante para esta microarquitetura  móvel. É formada pelo fluido intersticial e complexos de glicosaminoglicanas e  proteínas, denominados proteoglicanas e glicoproteínas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Glicosaminoglicanas, antes denominadas mucopolissacarídeos, são  carbohidratos lineares de peso molecular elevado, formados pela polimerização de  uma unidade constituída por um ácido urônico e uma hexosamina, geralmente  glicosamina ou galactosamina. São poliânions extremamente hidrófilos, sendo que  a água de solvatação forma ao redor destas macromoléculas várias camadas  ordenadas e fixas. Quanto mais polimerizadas as glicosaminoglicanas, maior a  viscosidade da substância amorfa. A glicosaminoglicana mais comum é o ácido  hialurônico ou hialuronan. As demais são na maioria sulfatadas, e encontram-se  ligadas covalentemente às proteínas da matriz. Incluem o sulfato de condroitina,  sulfato de dermatana, queratossulfato e sulfato de heparitina.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As proteoglicanas influenciam a morfologia das fibrilas de colágeno,  sua organização e estabilização em fibras e feixes de fibras, e previnem a  calcificação de tecidos conectivos. A principal proteoglicana dérmica é a  decorina, de estrutura simples, uma única cadeia de sulfato de dermatana ligada  a uma cadeia polipeptídea. É encontrada na superfície do colágeno; pode ligar-se  e neutralizar o fator transformador de crescimento beta (TGF-b), citoquina  fibrogênica associada a diversos fenômenos fibroproliferativos, inclusive  cicatrizes hipertróficas pós-queimaduras. Outras proteoglicanas de importância  produzidas por fibroblastos incluem a biglicana, molécula de estrutura  semelhante à decorina, porém contendo duas glicosaminoglicanas, e uma grande  proteoglicana conhecida como versicana, que contém entre 12 e 15 cadeias de  sulfatos de condroitina e dermatana. O TGF-b estimula a expressão de biglicana e  versicana, enquanto ao mesmo tempo reduz a expressão de decorina.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A fisiopatologia de variadas situações clínicas pode ser influenciada  por alterações do metabolismo das proteoglicanas. Como exemplo, a síntese de  ácido hialurônico e outras glicosaminoglicanas encontra-se diminuída no  envelhecimento, explicando o menor turgor da pele do idoso.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Entremeadas às redes de colágeno e elastina estão outras três, os  vasos sangüíneos, linfáticos e as fibras nervosas. Estas não contribuem para as  propriedades físicas da pele, porém podem sofrer interferência quando as redes  fibrosas são deformadas. Assim, sob tração excessiva continuada, a constrição  dos vasos sanguíneos pode levar à necrose; a constrição dos nervos causar dor e  a interrupção dos linfáticos provocar edema. As redes fibrosas são transfixadas  ainda por folículos pilosos, os quais provavelmente restringem a mobilidade da  derme.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As propriedades físicas da pele foram caracterizadas inicialmente por  DUPUYTREN (1834). LANGER (1861), analisando as variações direcionais na tensão e  extensibilidade cutânea no organismo, descreveu suas famosas linhas de clivagem,  também chamadas de máxima tensão, ou de extensibilidade mínima.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Com fins descritivos as propriedades físicas da pele são divididas em  propriedades visco-elásticas, tensão cutânea, e extensibilidade.&lt;br /&gt;
Materiais elásticos recuperam sua dimensão ou forma inicial após uma  deformação sem nenhum gasto energético. Por outro lado, materiais puramente  viscosos cedem continuamente sob a ação de uma força, e não retornam ao estado  original espontaneamente após a retirada desta última, requerendo para isto uma  força adicional. A pele apresenta uma combinação destas duas propriedades, sendo  visco-elástica. Após uma deformação, retorna ao estado original pelo componente  elástico; entretanto, nesta recuperação segue uma curva diferente, menos linear,  devido ao consumo de parte da energia aplicada na pele. A energia é parcialmente  dissipada no escorregamento viscoso das fibrilas de colágeno durante o  alinhamento com a direção da força.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O comportamento “stress-strain” (alongamento &lt;em&gt;versus&lt;/em&gt; força de  tração) da pele é composto de três fases. Sob forças de tensão menores a rede  fibrosa oferece pouca resistência à deformação, sendo o comportamento  determinado predominantemente pelas fibras elásticas. Esta porção inicial,  rápida e quase linear da curva aparentemente envolve o alongamento das regiões  flexíveis e espiraladas das moléculas de colágeno. A deformação puramente  elástica inicial é seguida pela fase de deformação visco-elástica e finalmente  uma fase puramente viscosa. Sob forças de tensão intermediárias, as fibrilas de  colágeno passam a oferecer resistência à deformação, predominando então o  elemento viscoso. Na zona de falha, ou seja, sob influência de forças elevadas,  ocorre a desfibrilação do colágeno.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Sob a ação de uma força constante, mantida através do tempo, a pele  continua a estirar, conforme as fibras progressivamente se alinham,  concomitantemente ao deslocamento da substância intercelular. Esta  extensibilidade intrínseca e inerente caracteriza o estiramento mecânico, sendo  a magnitude proporcional à quantidade de fluido intersticial presente na derme.  O estiramento mecânico não deve ser confundido com o estiramento biológico, que  compreende a geração de novo tecido secundariamente a forças de estiramento  crônicas, como observado em técnicas de expansão tecidual, na gestação, ou na  obesidade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Por mecanismo semelhante, quando a pele é estirada a uma determinada  distância, mantida constante, a força requerida para manter esta distância  decresce gradualmente. Esta propriedade explica a possível melhora, após algumas  horas, de um retalho inicialmente suturado sob grande tensão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A tensão e a extensibilidade naturalmente existentes na pele são  freqüentemente confundidas e chamadas de “elasticidade”. Estas propriedades se  inter-relacionam, a pele se estende se maior tensão é aplicada e, da mesma  maneira, a pele estirada está sob maior tensão. Porém, são conceitos distintos e  normalmente discutidos separadamente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A tensão cutânea varia nos diferentes sítios anatômicos e em  diferentes direções, sendo importante na cicatrização. Determina o  posicionamento preferencial de incisões de maneira que a tensão através das  mesmas seja mínima, sob pena de evolução com cicatriz hipertrófica. A tensão  cutânea diminui com a idade, explicando por que os idosos evoluem com cicatrizes  de boa qualidade. Por outro lado, em algumas áreas, como ombros e pré-esternal,  a tensão existente é grande em todas as direções, e cicatrizes alargadas ou  hipertróficas são muito comuns. A tensão naturalmente existente na pele é  presumivelmente uma função do estado de tensão da rede de fibras elásticas, pois  as fibras colágenas não têm capacidade de retração. A gravidade contribui para o  aumento da tensão cutânea em algumas áreas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;As tensões às quais a pele é submetida podem ser de origem estática ou  dinâmica. Tensões estáticas são as naturalmente existentes na pele, dependentes  das características estruturais dérmicas. As tensões dinâmicas são causadas pela  combinação de forças relacionadas a ações musculares voluntárias, como o  movimento das articulações e a mímica facial, e com a gravidade. Alteram a  magnitude e a direção das tensões cutâneas locais. Os músculos da mímica facial,  por exemplo, se inserem diretamente nas camadas profundas da pele. A pele se  adapta ao encurtamento provocado pela contração muscular por meio da formação de  rugas e sulcos perpendiculares ao eixo longo das fibras do músculo. As linhas de  Langer descrevem as tensões cutâneas estáticas predominantes em determinado  local, sem nenhuma referência às influências dinâmicas do sistema  músculo-esquelético.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Rupturas dérmicas ou estrias podem resultar quando a tensão é aplicada  em velocidade maior que a capacidade de expansão cutânea. Ocorre freqüentemente  no abdome durante a gestação, na doença de Cushing, ou no estirão do  crescimento. Como regra geral, as estrias posicionam-se perpendiculares às  linhas de Langer, que representam a direção de mínima extensibilidade. Não foi  determinado se as fibras realmente se rompem ou simplesmente perdem o arranjo  quaternário.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A pele sã é extensível a fim de não limitar qualquer movimento  possível ao sistema músculo-esquelético. Na maioria das regiões, a pele se  estende mais em determinadas direções que outras, assim como a tensão. Com o  passar dos anos a habilidade da matriz de tecido elástico em retornar a pele do  estado estendido ao completamente relaxado é gradualmente perdida, e a  extensibilidade cutânea é substituída por flacidez, que cumpre a mesma função de  permitir a liberdade de movimentos.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O fotoenvelhecimento refere-se aos efeitos específicos da exposição  crônica ou aguda à irradiação ultravioleta, superimpostos aos efeitos do  envelhecimento intrínseco ou cronológico. Enquanto o envelhecimento cronológico  puro apresenta atrofia dermo-epidérmica, com diminuição das fibras elásticas e  colágenas, glicosaminoglicanas, vascularização, número de fibroblastos e  capacidade de biossíntese, o fotoenvelhecimento evolui com atipia de células  basais, lesão endotelial, degradação de colágeno e acúmulo de grande quantidade  de elastina anômala (elastose), contribuindo para a perda de elasticidade. Horas  após exposições sub-eritematosas ao UVB já são detectadas na pele humana  metaloproteases de degradação da matriz ativas.&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/687359743629430820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/687359743629430820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/687359743629430820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/687359743629430820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/propriedandes-fisicas-da-pele.html' title='PROPRIEDANDES FISICAS DA PELE'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-3069981342397803405</id><published>2010-05-20T02:50:00.001-03:00</published><updated>2010-05-20T02:54:42.720-03:00</updated><title type='text'>REPARACAO TECIDUAL</title><content type='html'>&lt;div id=&quot;titulo&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A compreensão do processo de reparação tecidual tem aumentado  dramaticamente na última década. Aproxima-se uma época na qual o controle das  complexas interações entre as células, a matriz e os fatores de crescimento será  corriqueiro na prática clínica. Identificam-se três fases no processo da  cicatrização, a inflamatória ou inicial, a proliferativa ou de fibroplasia, e a  maturação ou remodelação. Estas fases são separadas apenas didaticamente,  ocorrendo na realidade superposição e transição contínua e gradual de uma fase  para outra.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A fase inflamatória inicia-se imediatamente após a lesão, e envolve  fenômenos vasculares, coagulação sangüínea, migração de células inflamatórias e  liberação de fatores de crescimento. Há duas categorias de fatores de  crescimento, os quimiotáticos e os hormonais. O fator de crescimento derivado de  plaquetas (PDGF - “platelet derived growth factor”), por exemplo, é um fator  quimiotático que atrai fibroblastos e células musculares lisas para o local de  agregação plaquetária. Os chamados “hormônios das feridas” incluem o TGF-β, que  estimula angiogênese, atrai fibroblastos e estimula a produção de colágeno.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A fase de fibroplasia é caracterizada pela formação do tecido de  granulação e pela contração tecidual. O tecido de granulação é formado na área  de lesão a partir do 4º dia, e contém numerosos capilares neo-formados,  macrófagos, fibroblastos e matriz extracelular. Inicialmente, os fibroblastos  produzem fibronectina e colágeno tipos I, III, V e VI. A fibronectina é uma  glicoproteína secretada em associação à fibrina que serve de substrato para a  migração celular e a fibrilogênese do colágeno, e como sítio de ligação para os  miofibroblastos exercerem a contração tecidual. O ácido hialurônico é encontrado  em grande quantidade; proporciona hidratação à matriz assegurando a fácil  penetração das novas células parenquimatosas. O colágeno tipo V, abundante no  tecido de granulação, apresenta relação proporcional à vascularização tecidual e  às células endoteliais. É encontrado em grande quantidade em cicatrizes  hipertróficas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Gradualmente passa-se à remodelação desta matriz por meio da contração  tecidual, processo biológico que diminui a dimensão dos tecidos conectivos  envolvidos na lesão. O processo de contração pode levar a graves contraturas  funcionais e seqüelas estéticas no caso de queimaduras. Já em 1944, CONVERSE;  ROBB-SMITH observaram que a intensidade da contração é proporcional ao tempo  necessário para a epitelização. Uma semana após a lesão, os fibroblastos  diferenciam-se em miofibroblastos e já preenchem toda a ferida, apresentando  ligações entre si e com a matriz. A descoberta dos miofibroblastos, células  mesenquimais especializadas, deu-se em 1971 e representou um avanço na  compreensão da contração da ferida. Apresentam retículo endoplasmático bem  desenvolvido e várias características de células musculares lisas, tais como  morfologia sugestiva de contração celular, com grande quantidade de feixes de  microfilamentos intra-citoplasmáticos, conexões entre a célula e o estroma e  denteações nucleares. Muitos autores acreditam que a contração tecidual seja um  processo inteiramente celular, independente da síntese ou deposição de colágeno.  Por outro lado, o colágeno fornece a força tênsil para manutenção da contratura  ocorrida. &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A partir do 10º dia vários fibroblastos e células endoteliais evoluem  com picnose nuclear, marcador que sugere morte celular programada, achado  coerente com o aspecto final relativamente acelular da cicatriz. O fenômeno da  fibroplasia na reparação tecidual tem, portanto, controle rígido, e a quebra  desta regulação é observada em patologias como a cicatrização hipertrófica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A terceira fase da reparação tecidual compreende a remodelação da  matriz. Com a maturação da mesma, a fibronectina e o ácido hialurônico diminuem,  os feixes de colágeno e a força tênsil aumentam, e proteoglicanas são  depositadas aumentando a elasticidade frente a deformações. As  glicosaminoglicanas sulfato de condroitina e sulfato de dermatana, componentes  das proteoglicanas decorina, biglicana e versicana, aumentam a partir da segunda  semana de lesão. A remodelação do colágeno compreende síntese continuada e  catabolismo. A degradação do colágeno é controlada por variadas enzimas  denominadas colagenases, derivadas de granulócitos, macrófagos, células  epidérmicas e fibroblastos. Até o final de terceira semana sítios de reparação  apresentam cerca de 20% da força tênsil final. Até a oitava semana a taxa de  aumento da mesma é lenta e progressiva, refletindo o estabelecimento de ligações  cruzadas entre as moléculas de colágeno.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A super-família de moléculas do colágeno está envolvida nas fases  inflamatória, proliferativa e de remodelação da resposta cicatricial da pele  humana. São descritos dezenove isotipos de colágeno geneticamente distintos;  destes, os tipos I, III, IV, V, VI, VII, XII, XIV e XVII foram detectados na  pele humana. Cicatrizes representam a fase final da resolução de lesões  cutâneas, nas quais a matriz colágena sintetizada rapidamente é re-organizada em  uma matriz densa e relativamente acelular que restaura a integridade da pele e  parcialmente a força tênsil. A cicatrização ou reparação tecidual é um processo  dinâmico, caracterizado por síntese e degradação de matriz por períodos  prolongados.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Em relação à epiderme, lesões de espessura dérmica parcial  re-epitelizam espontaneamente em semanas pela migração de queratinócitos  provenientes das margens da lesão ou dos anexos cutâneos remanescentes  localizados abaixo do plano da lesão, na derme reticular ou no subcutâneo. Como  fonte de epitélio, os anexos mais importantes são os folículos pilosos, seguidos  pelas glândulas sebáceas e em menor grau, pelas sudoríparas. Na presença da  lesão cutânea, as células epiteliais desdiferenciam-se, sofrem mitoses e migram,  até encontrarem uma célula similar, ocorrendo então adesão entre as mesmas e  reversão do processo devido ao fenômeno denominado “inibição por contato”.  Iniciam então intensa proliferação e diferenciação, em movimento vertical.  Quando a epitelização ocorre sobre lesões de espessura total, com ausência total  de derme, não resulta em tegumento eficiente, oferecendo pouca resistência  mecânica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Enxertos de espessura parcial em malha também epitelizam com a  migração dos queratinócitos do enxerto sobre os interstícios. Estes  queratinócitos têm sua morfologia alterada, com retração dos filamentos de  queratina intra-celulares, dissolução dos desmossomos e formação de filamentos  periféricos de actina a fim de aumentar a mobilidade. Acredita-se que o  movimento lateral dos queratinócitos é estimulado pelo contato com elementos da  matriz de tecido conectivo da lesão, enquanto o movimento vertical dos mesmos  seja estimulado pelo contato com célula semelhante ou com a membrana basal. A  função de barreira protetora da epiderme relaciona-se com sua organização em  estratos de células diferenciadas progressivamente. A ausência do estrato  córneo, a camada mais externa, está associada a aumento da perda  trans-epidérmica de água. Os queratinócitos envolvidos na migração lateral  perdem a capacidade plena de organização e não formam células granulares  diferenciadas, ou células corneificadas. Para a adesão firme da epiderme  neo-formada ao tecido conectivo, elementos da membrana basal devem também ser  restaurados, processo que se inicia pelas bordas da lesão e somente se completa  após alguns meses. Neste período, o tegumento pós-queimadura tem tendência à  formação de bolhas ou erosões após mínimos traumas mecânicos, refletindo a  fragilidade do epitélio. O padrão normal de interdigitação dermo-epidérmica,  também responsável por maior adesão, encontra-se retificado no tegumento  pós-queimadura. Estudos de imunofluorescência da zona de reconstituição da  membrana basal detectam progressivamente laminina, fibronectina e colágeno tipo  IV no quarto dia, hemidesmossomos no sexto dia, e colágeno tipo VII no oitavo  dia. Entretanto, as fibrilas de ancoragem não são equivalentes às da pele normal  até um ou dois anos após a lesão.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O colágeno tipo VII, ao lado do tipo IV, é um dos principais  componentes das fibrilas de ancoragem que estabilizam a membrana basal da derme,  sendo considerado um equivalente do ancestral comum dos colágenos fibrilares (I,  II, III, V e XI). Sua importância pode ser inferida pela instabilidade da  membrana basal observada em pacientes com epidermólise bolhosa distrófica,  patologia freqüentemente associada a mutações do gene do colágeno VII. A  deposição precoce do colágeno VII pode ter importância na modulação do  comportamento celular e interações da matriz responsáveis pelo fechamento de  úlceras. A síntese e incorporação de colágeno VII às fibrilas de ancoragem é  provavelmente pré-requisito para a síntese de membrana basal estável. A síntese  de colágeno VII persiste por alguns anos após o fechamento das lesões, indicando  a remodelagem tardia da membrana basal em regiões aparentemente quiescentes.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os lípides superficiais do manto hidro-lipídico são provenientes de  duas fontes, secretados pelas células epidérmicas ou pelas glândulas sebáceas.  Queratinócitos provenientes de migração lateral não formam a camada granular que  elabora os lípides epidérmicos por período de dois meses ou mais. Quanto ao  número de glândulas sebáceas, haverá diminuição ou mesmo ausência tanto em  lesões de espessura parcial quanto em áreas enxertadas, especialmente após  enxertos em malha, reforçando a necessidade de hidratação tópica permanente.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na pele normal, cada melanócito da camada basal é responsável pela  distribuição de melanossomos, organelas contendo a melanina produzida, a  aproximadamente 36 queratinócitos vizinhos. Esta unidade  melanócito/queratinócitos correspondentes é chamada de unidade melânica  epidérmica. A principal causa das alterações pigmentares durante e após o  processo de reparação tecidual é a dissolução da unidade melânica epidérmica e o  comportamento diferenciado das células envolvidas na re-epitelização. Os  queratinócitos reagem à lesão com aumento do número de mitoses e migração  lateral em lâmina até o fechamento da ferida. Os melanócitos aumentam menos sua  taxa de mitoses, já normalmente mais baixa, seguindo os queratinócitos com algum  atraso, e demorando mais a atingir o centro da lesão. O número de melanócitos em  áreas doadoras de enxertos cutâneos de espessura parcial é menor que na pele sã,  mesmo após alguns anos de evolução. Por outro lado, enxertos antigos podem  apresentar maior número de melanócitos que a área doadora original. Mais  importante que o número de melanócitos, entretanto, são as alterações  morfológicas e funcionais sofridas pelos mesmos durante o processo da reparação  tecidual, responsáveis pela alteração da coloração da pele.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Até a restauração adequada da função de barreira, dermatites de  contato por maior susceptibilidade a agentes irritantes são comuns. Após um ano,  por outro lado, a densidade de células de Langerhans encontra-se aumentada, e  falhas na interação entre estas células, os queratinócitos e as células T  parecem reduzir a eficiência da sensibilização alérgica, podendo aumentar a  tolerância a alérgenos aos quais a pele possa ser exposta, em fenômeno ainda não  bem elucidado.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A produção exagerada de matriz extracelular pelos fibroblastos da área  em cicatrização, possivelmente sob a influência de níveis elevados anormalmente  persistentes de citoquinas fibrogênicas, como o TGF-β, seria uma das causas das  cicatrizes hipertróficas. Segundo à microscopia observa-se desorganização das  fibrilas de colágeno, diferente da cicatriz normal, na qual as fibrilas  encontram-se dispostas paralelamente à superfície.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nas cicatrizes hipertróficas as fibrilas de colágeno são  freqüentemente arranjadas em espirais ou nódulos. Os nódulos podem medir de 7 a  8mm de profundidade por até 20mm de extensão. As áreas nodulares de cicatrizes  hipertróficas apresentam fibrilas colágenas relativamente mais finas e mais  espaçadas entre si, indicando presença de matriz inter-fibrilar mais abundante,  com ausência de estruturas supra-fibrilares (fibras e feixes).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Para a maioria dos autores, a realização de enxertia inibe a contração  cicatricial do leito receptor. Entretanto, o padrão da deposição de colágeno no  leito de enxertos e a força mecânica dos mesmos foram pouco estudados. JORGENSEN  &lt;i&gt;et al.&lt;/i&gt; (1993) verificaram que, tardiamente, a extensibilidade de  enxertos é quantitativamente semelhante à de incisões em resposta às mesmas  forças. Por outro lado, incisões realizadas em animais que simultaneamente foram  submetidos a enxertos cutâneos à distância apresentam força tênsil menor, após  21 dias, quando comparados a animais submetidos apenas às incisões. Este achado  sugere que fatores sistêmicos de inibição da cicatrização encontram-se presentes  quando da realização da enxertia, afetando outros sítios com diminuição da força  tênsil.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O colágeno é responsável pela força tênsil dos tecidos conectivos,  enquanto as glicosaminoglicanas são as principais responsáveis por outras  propriedades físicas, como hidratação cutânea, turgor e elasticidade. Estudos  com análises químicas de cicatrizes hipertróficas demonstraram poucas alterações  no conteúdo absoluto de colágeno, porém níveis significativamente mais altos de  ácido urônico e hexosaminas, medidas do conteúdo de glicosaminoglicanas.  Proteoglicanas têm, além dos efeitos diretos nas propriedades dos tecidos  conectivos, efeitos indiretos na organização e morfologia das fibrilas  colágenas. Esta organização, quando alterada, pode ser em parte responsável pela  qualidade rígida e inelástica das cicatrizes hipertróficas.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A distribuição do ácido hialurônico, por exemplo, varia em cicatrizes  maduras, hipertróficas e quelóides. Técnicas imunohistoquímicas demonstram, na  pele normal, a presença de camada homogênea e espessa de ácido hialurônico na  derme papilar, com cerca de três a quatro vezes a espessura da epiderme. Na  cicatriz madura, a espessura desta camada é aproximadamente igual à da epiderme.  Já na cicatriz hipertrófica, a camada de hialuronan restringiu-se a fina camada  abaixo da membrana basal, enquanto no quelóide nenhum acúmulo homogêneo foi  identificado na derme papilar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Outra análise demonstrou 30% menos hidroxiprolina (e, portanto, menos  colágeno) na cicatriz hipertrófica quando comparada à pele normal. O conteúdo de  glicosaminoglicanas, por outro lado, está aumentado 2,4 vezes, fator  provavelmente relacionado ao aumento em 12% de água. Cicatrizes “maduras”, ou  seja, com mais de um ano segundo estes autores, apresentam apenas leve aumento  nestes dois parâmetros, porém não significativo. Quanto à composição das  proteoglicanas, observa-se dramática redução no conteúdo de decorina nas  cicatrizes hipertróficas, correspondendo a apenas 25% dos níveis encontrados na  pele sã, enquanto biglicana e versicana, componentes presentes em menor  quantidade na pele normal, são os principais componentes da matriz da cicatriz  hipertrófica, com aumento de seis vezes, na série de 6, ou de 10% para 30%  segundo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Estes desequilíbrios do metabolismo das proteoglicanas não são  observados nas cicatrizes maduras, não patológicas. A maturação das cicatrizes  pós-queimaduras pode ser dependente do retorno às proporções relativas de  proteoglicanas características da pele normal 6&amp;nbsp; A diminuição da decorina pode  ser causa direta da desorganização das fibrilas colágenas, ou alterar a  sequestração e neutralização de fatores de crescimento, como o TGF-β, que  poderiam resultar nas alterações do colágeno observadas. O TGF-β é encontrado em  cicatrizes hipertróficas e quelóides, não sendo detectável na derme normal. Já  foi relacionado a fibrose hepática, pulmonar, renal, esclerodermia e quelóides.  Em culturas de fibroblastos, além de estimular diferencialmente a expressão de  proteoglicanas, ou seja, aumento de versicana e biglicana e diminuição de  decorina, causa aumento no tamanho das cadeias de glicosaminoglicanas, outra  característica de cicatrizes hipertróficas. Estimula, ainda, a formação de  colágeno e fibronectina, e inibe a colagenase. A acumulação de suficiente  quantidade de decorina pode ser um dos fatores envolvidos na maturação do  processo cicatricial.&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/3069981342397803405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/3069981342397803405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/3069981342397803405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/3069981342397803405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/reparacao-tecidual.html' title='REPARACAO TECIDUAL'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-77351242956212876</id><published>2010-05-20T02:48:00.004-03:00</published><updated>2010-05-20T02:54:24.521-03:00</updated><title type='text'>PREENCHEDORES CUTÂNEOS</title><content type='html'>&lt;div id=&quot;titulo&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;texto&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div id=&quot;biblio&quot;&gt;&lt;br /&gt;
As técnicas de preenchimento representam uma tecnologia nova e ainda  configuram um desafio aos cirurgiões plásticos. Através deles, rugas e  cicatrizes deprimidas podem ser atenuadas e lábio, região malar e mento podem  ser aumentados, propiciando características associadas à beleza e juventude. A  busca por materiais seguros, duradouros e de efeitos previsíveis é contínua.  (ref.1,2, 3)&lt;br /&gt;
Muitos preenchedores têm sido usados mundialmente. Os principais  compostos empregados são: colágeno bovino, colágeno suíno, colágeno autólogo,  fibroblastos cultivados, ácido hialurônico, silicone, fáscia lata de cadáveres,  derme de cadáver, polimetilmetacrilato (PMMA), poliacrilamida, ácido  poli-L-láctico, poli-oxi-etileno, poli-oxi-propileno, dextran e combinações  destes agentes.&lt;br /&gt;
O preenchedor ideal deve: ser seguro, biocompatível, estável  após injetado, prover resultado natural, não migrar, ser resistente a fagocitose  ou induzir mínima reação de corpo estranho ou ser autólogo, ser não  teratogênico, não alergênico, não necessitar de teste pré-preenchimento, ser não  doloroso, ser de baixo custo e ser estável a temperatura ambiente. (3,4)&lt;br /&gt;
Para  motivos didáticos, os preenchedores podem ser divididos em três grupos  principais de acordo coma duração de seu efeito: permanentes, semi-permanentes  ou absorvíveis de longa duração e absorvíveis. Também podem ser divididos em  três grupos quanto a origem de seu componente principal: aloplásticos, sintético  ou natural.&lt;br /&gt;
Dois fatores principais estão associados ao sucesso do  tratamento: biocompatibilidade do agente e técnica de aplicação adequada.  (5)&lt;br /&gt;
Nessa aula, abordaremos mais detalhadamente quatro preenchedores,  colágeno bovino, ácido hialurônico, ácido poli-L-láctico (PLLA) e  polimetilmetacrilato (PMMA). Esses preenchedores correspondem aos principais  compostos utilizados no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;COLÁGENO BOVINO – ZYDERM I E II E ZYPLAST&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Como foi um dos  primeiros preenchedores utilizados, há 25 anos, é usado como preenchedor padrão  (grupo controle) para estudos clínicos que testam e comparam novos  preenchedores. &lt;br /&gt;
É considerado um preenchedor natural, extraído a partir da  derme bovina. Devido a sua origem animal, é passível de deflagrar reações  alérgicas em indivíduos susceptíveis.&lt;br /&gt;
É de curta duração, seu efeito dura em  média três meses.&lt;br /&gt;
Atualmente, o colágeno bovino vem sendo substituído por  preenchedores mais modernos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Formulação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Zyderm I é composto por 3,5% de colágeno  bovino suspenso em solução salina. Constitui-se de 96% de colageno tipo I e 4%,  tipo III. Zyderm II possui 6.5% de colágeno bovino. Zyplast, o mais resistente a  biodegradação, é formado de 3.5% de colageno bovino ligado ao glutaraldeído.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Características Clínicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Acondicionados em seringas de  0,5, 1 ou 2 ml cada. São injetados através de agulhas de 30-gauge. Zyderm I é  usado para rugas finas e superficiais e para cicatrizes rasas de acne, é  injetado na derme papilar. Zyderm II é usado para rugas médias e cicatrizes de  acne mais fundas, também é injetado na derme papilar. Zyplast é injetado na  derme profunda ou no plano subdérmico/subcutâneo, é utilizado em rugas fundas,  por exemplo, no sulco nasogeniano. Resultados duram em média 2 a 3 meses.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Vantagens&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Seguro, de eficácia clínica comprovada, é  versátil e tem poucos efeitos colaterais. &lt;br /&gt;
Desvantagens&lt;br /&gt;
Precisam de teste  alérgico pré-preenchimento. Geralmente, são feitos dois testes (aplicação de  pequena quantidade do produto em antebraço), com intervalo de duas semanas entre  eles. O último teste precisa ser feito 4 semanas antes da aplicação. Mesmo após  testes negativos, 3% dos pacientes desenvolvem sensibilidade ao produto.  &lt;br /&gt;
Efeitos adversos locais: eritema, endurecimento, prurido, hipocromia,  granulomas, reativação de herpes, necrose cutânea. &lt;br /&gt;
Reações de  hipersensibilidade sistêmica podem aparecer entre 48 e 72 horas após a aplicação  incluindo, febre, mal-estar e urticária. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ÁCIDO HIALURÔNICO – RESTYLANE, JUVEDERM, HYLAFORM&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
O gel de ácido hialurônico não animal estabilizado injetável (NASHA), é  implante biossintético absorvivel, composto por um polissacarídeo presente em  todos os organismos vivos. O ácido hialurônico é molécula que dá volume à pele,  ao globo ocular e elasticidade às articulações. A molécula de ácido hialurônico  na derme tem a propriedade de reter água sem modificar a estrutura da pele.  Diferentemente dos colágenos, as moléculas de ácido hialurônico são idênticas em  todas as espécies.&lt;br /&gt;
A mudança histórica de preenchedores biológicos para  sintéticos, derivados de matriz extracelular, foi de grande impacto na  propagação e divulgação dos métodos de preenchimento tornando o procedimento  mais seguro.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Composição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Produzido sinteticamente por fermentação  bacteriana em culturas de Streptococcos e estabilizado por ligação de cadeias de  glicosaminoglicanos de forma a ser imunologicamente inerte. &lt;br /&gt;
O ácido  hialurônico propriamente dito pode ser rapidamente degradado na derme tendo sua  metabolização final no fígado. Porém, a medida que o ácido hialurônico injetado  é degradado, mais moléculas de água tendem a se ligar ao ácido hialurônico  restante, levando a um processo chamado de degradação isovolêmica, ou seja,  apesar do preencheddor esstar sendo absorvido o efeito cosmético permanece por  um tempo maior. O efeito dura aproximadamente de 6 a 12 meses, dependendo do  tamanho da molécula utilizada, da profundidade e do local da  aplicação.&lt;br /&gt;
Atualmente, já existem preenchedores a base de ácido hialurônico  de longa duração, entre um ou dois anos. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Características Clínicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Gel transparente, aplicado  intradérmico através de agulhas de 27 gauge. Utilizado para reduzir rugas  superficiais e profundas, cicatrizes e para aumento de lábio.&lt;br /&gt;
Suas partículas  podem ser fabricadas em diferentes tamanhos: fine lines, 18, 24 e 30; é  necessário adequar o tamanho da partícula injetada à densidade da matriz do  tecido, assim, quanto menor a partícula (fine lines), mais superficial deve ser  a aplicação. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Vantagens&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não é necessário realizar teste  pré-preenchimento. Durabilidade maior, técnica de aplicação simples através de  agulhas finas (menos doloroso).&lt;br /&gt;
Desvantagens&lt;br /&gt;
Efeitos adversos locais:  eritema, endurecimento, prurido, hipocromia, granulomas, necrose cutânea. Foram  descritos raros casos de cegueira após injeção em rugas glabelares.&lt;br /&gt;
Mais caro  que preenchedores de colágeno bovino.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ÁCIDO POLI-L-LÁCTICO – NEW FILL, SCULPTRA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O ácido poli-L-láctico é um material sintético desenvolvido nos anos 60,  utilizado em próteses cirúrgicas, fios de sutura e como carreador de  medicamentos de liberação prolongada. Pertence à classe dos poliésteres  alifáticos e mantém efeito clínico por 24 a 40 meses.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Composição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Sculptra é composto por partículas de ácido  poli-L-láctico associado à carboximetilcelulose sódica e manitol apirogênico. É  considerado preenchedor aloplástico semipermanente e, atualmente, é o único  preenchedor modulador do colágeno. &lt;br /&gt;
O efeito preenchedor decorre de estímulo  direto à produção de colágeno dos fibroblastos da derme. Este efeito depende da  repetição de aplicações, e não do volume injetado, ao menos duas sessões são  necessárias para se obter o efeito de aumento de volume.&lt;br /&gt;
Na metabolização do  ácido poli-L-láctico, o material é despolimerizado em 4 etapas: hidratação,  clivagem das ligações covalentes, perda de peso molecular e degradação com  eliminação sob a forma de CO2 através das vias respiratórias. O ácido  poli-L-láctico desaparece completamente da derme até 6 meses após a injeção.  &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Características Clínicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
É disponível na forma de pó que  deve ser diluído com água destilada 24 horas antes do procedimento. Deve ser  aplicado na derme profunda ou no subcutâneo, através de agulhas de 26 a 30  gauge. É utilizado para tratamento do envelhecimento facial dos terços médio e  inferior da face, assim sendo, trata sulco nasogeniano e mentoniano, hipoplasia  malar e perda de contorno da mandíbula. Também é utilizado para tratar a  lipoatrofia facial associada ao HIV.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Vantagens&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não precisa de teste pré preenchimento. Efeito  duradouro em média por três anos. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Desvantagens&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não pode ser reconstituído no momento da  aplicação. Maior dificuldade técnica, curva de aprendizado mais longa, necessita  conhecimento sobre anatomia da face, conceitos de beleza e envelhecimento.  &lt;br /&gt;
Alto custo.&lt;br /&gt;
Efeitos adversos locais: eritema, endurecimento, prurido,  hipocromia, granulomas, necrose cutânea. Potencial para complicações mais  duradouras, como granulomas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;POLIMETILMETACRILATO – ARTECOLL, METACRILL, BIOPLASTIA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Preenchedor permanente, aloplástico. O polimetilmetacrilato (PMMA) é usado em  próteses cirúrgicas ortopédicas há maiss de 50 anos. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Composição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Microesferas de PMMA suspensas em colágeno bovino, ácido hialurônico ou gel  de gluconato de magnésio, dependendo do fabricante. O tamanho das esferas também  varia de acordo com os fabricantes sendo que o Artecoll tem esferas de tamanho  mais uniforme entre 30 e 40 ?m. &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Características Clínicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
PMMA é usado em preenchimento de rugas profundas como sulco nasogeniano e em  tratamento da lipoatrofia facial associada ao HIV. Deve ser injetado através de  microcânulas de 30 gauge no plano subcutâneo ou mais profundo, próximo dos  ossos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Vantagens&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Baixo custo. &lt;br /&gt;
Desvantagens&lt;br /&gt;
Não aprovado  pelo FDA americano. Necessita de teste pré-preenchimento quando suspenso em  colágeno bovino. Muito denso e viscoso, impossibilitando aplicações superficiais  ou em mucosas, Aplicação dolorosa. &lt;br /&gt;
Risco de irregularidades na área  preenchida e de endurecimento local. Risco de reações imunológicas de ccorpo  estranho com formação de granulomas e reações inflamatórias crônicas incluindo  hiperemia e edemas crônicos, linfedema de lábio, e reações auto imune-like.  &lt;br /&gt;
Poucos estudos clínicos sérios conduzidos, poucos dados sobre sua evolução a  longo prazo. &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/77351242956212876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/77351242956212876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/77351242956212876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/77351242956212876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/preenchedores-cutaneos-as-tecnicas-de.html' title='PREENCHEDORES CUTÂNEOS'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8225598145345536878.post-617132062701190946</id><published>2010-05-19T22:51:00.009-03:00</published><updated>2010-05-20T02:53:59.407-03:00</updated><title type='text'>FOTOENVELECIMENTO, ACNE E RUGAS</title><content type='html'>&lt;h3 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=8225598145345536878&amp;amp;postID=617132062701190946&quot; name=&quot;TOC-1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;h3&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=8225598145345536878&amp;amp;postID=617132062701190946&quot; name=&quot;TOC-2&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;h3 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=8225598145345536878&amp;amp;postID=617132062701190946&quot; name=&quot;TOC-AGENTES-DE-TRATAMENTO-T-PICO&quot;&gt;&lt;/a&gt;AGENTES DE TRATAMENTO TÓPICO&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 180%;&quot;&gt;&lt;b&gt;Tretinoína&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retinóides são necessários para  diversos processos biológicos vitais, como a visão, reprodução, metabolismo,  diferenciação, desenvolvimento ósseo e embriogênese. Na literatura, o termo  ácido retinóico foi utilizado como sinônimo da configuração ácido all-trans  retinóico, atualmente conhecida como tretinoína 1&lt;br /&gt;
A tretinoína é molécula  multi-funcional, que regula direta ou indiretamente processos biológicos em  diversos tipos celulares, ou seja, tem atividade pleotrópica. Na pele do  indivíduo adulto, os eventos induzidos incluem a expansão da epiderme e a  produção de nova matriz extracelular. Tanto a epiderme como a derme são  órgãos-alvo independentes. As duas populações celulares respondem com  proliferação, crescimento e produção de fatores de crescimento 2,3&lt;br /&gt;
Existem  diferentes tipos de receptores aos retinóides (RARs), com diferentes códigos  genéticos correspondentes, e funções. O termo retinóide é utilizado para  qualquer molécula que, por si mesma ou após conversão metabólica, liga-se e  ativa os receptores, levando à transcrição de determinados genes que resultam em  respostas biológicas específicas. Inclui os compostos com vitamina A  naturalmente encontrados, e os análogos sintéticos do retinol. 4&lt;br /&gt;
Como exemplo  da ação direta dos retinóides, identificou-se no gene promotor do procolágeno  dos fibroblastos uma seqüência genética específica à qual se ligam fatores de  transcrição produzidos pela ligação dos retinóides aos RARs. Este é um dos  mecanismos de modulação da produção de colágeno pela tretinoína 5&lt;br /&gt;
A vitamina  A é também chamada de all-trans retinol. A sua oxidação resulta na formação de  um aldeído (all-trans retinaldeído), que pode ser então oxidado a ácido  carboxílico, o all-trans ácido retinóico. Os termos 9-cis e 13-cis ácido  retinóico referem-se a estereoisômeros nos quais a ligação dupla tem  configuração cis e não trans no carbono correspondente. Os três isômeros do  ácido retinóico podem ser isolados dos tecidos, e aplicados topicamente. A forma  predominante na pele é o all-trans ácido retinóico 4.&lt;br /&gt;
A tretinoína foi  utilizada a partir da década de 1960 em distúrbios da queratinização,  demonstrando-se em seguida sua eficácia no tratamento da acne. No final da  década de 1970, a tretinoína passou a ser utilizada no tratamento do  fotoenvelhecimento, promovendo a diminuição de rugas e da pigmentação após  poucos meses de tratamento. Vários estudos se seguiram, levando à aprovação da  tretinoína tópica para tratamento da acne e fotoenvelhecimento pelo FDA (“Food  and Drug Administration”) nos Estados Unidos. 4&lt;br /&gt;
Os retinóides tópicos  apresentam atividade comedolítica e de normalização da descamação do epitélio  folicular, conferindo, portanto, efeito profilático por meio da inibição da  formação de novas lesões de acne. Retinóides inibem a síntese de lípides e  queratina nas células das glândulas sebáceas humanas. Podem ser utilizados em  pacientes com acne comedogênica ou inflamatória, pois a alteração do microclima  dos folículos pilosos torna-os menos susceptíveis à colonização pelo  Propionibacterium acnes 4.&lt;br /&gt;
No tratamento do fotoenvelhecimento, estudos  multicêntricos demonstraram redução significativa de rugas finas superficiais,  bem como melhora da hiperpigmentação, aspereza e flacidez da pele após 24  semanas de tratamento com creme de tretinoína a 0,05% 6 Pode promover a remoção  de queratoses actínicas 7 Rugas finas diminuem com quatro meses de uso, e  continuam a melhorar progressivamente, sendo os efeitos duradouros 8&lt;br /&gt;
Outras  condições melhoradas pelos retinóides em estudos bem controlados são  hiperpigmentação pós-inflamatória em negros, discromia em orientais, melasma e  estrias recentes. Negros e asiáticos toleram bem a tretinoína tópica. Patologias  com aparente melhora com retinóides, porém em estudos não tão rigorosos, são  molusco contagioso, verruga, psoríase, e ictiose 4&lt;br /&gt;
O pré-tratamento com  retinóides tópicos antes de esfoliação química ou dermabrasão aceleraria a  restauração epitelial, sendo comumente realizado 9&lt;br /&gt;
O “peeling” de ácido  retinóico é utilizado para obter esfoliação superficial (nível epidérmico), e  potencializa os efeitos da tretinoína. CUCÉ et al. (2001) demonstraram que a  realização de uma série de cinco “peelings” de tretinoína em concentração de 1 a  5% alcança em pacientes com fotoenvelhecimento, melasma e acne melhora clínica  na textura e aparência cutânea correspondente a quatro a seis meses de  tratamento tópico domiciliar. 10&lt;br /&gt;
HARRIS et al. (1991) descreveram o caso de  paciente com pigmentação racial na qual a aplicação diária de tretinoína a 0,05%  promoveu melhora nas cicatrizes secundárias à acne após quatro meses de uso  diário, com aumento da elasticidade cutânea. 11&lt;br /&gt;
Em relação aos efeitos  biológicos a nível celular, os retinóides afetam o crescimento e diferenciação  celular, têm ações imunomodulatórias e alteram a coesividade celular. O efeito  do ácido all-trans retinóico mais bem documentado na literatura é o estímulo à  proliferação e diferenciação dos queratinócitos da camada basal, levando à  descamação e renovação do epitélio 4. KLIGMAN et al. (1993) observaram aumento  do número de camadas celulares epidérmicas de quatro a seis para 12 a 20 após  tratamento tópico com tretinoína em pacientes com envelhecimento intrínseco,  sendo os queratinócitos de tamanho e características uniformes. 12 Há dois  mecanismos para o estímulo da proliferação, direto nos queratinócitos da camada  basal, ou por meio da modulação de fatores de crescimento mitogênicos para as  células epidérmicas 13&lt;br /&gt;
Efeitos da tretinoína na epiderme com  fotoenvelhecimento incluem compactação do estrato córneo, deposição de  glicosaminoglicanas, aumento da espessura epidérmica de 54 para 131?m,  eliminação de displasias e atipias tais como queratoses actínicas microscópicas,  e diminuição ou dispersão dos grânulos de melanina 11,12 Outros achados  histológicos descritos incluem melhor organização do estrato de Malpighi e  aumento da profundidade das cristas dermo-epidérmicas previamente retificadas  10, 12&lt;br /&gt;
VARANI et al. (1994), analisando a síntese da matriz extra-celular,  observaram aumento maior da síntese de fibronectina em comparação ao aumento da  síntese protéica como um todo. 3&lt;br /&gt;
A tretinoína tópica aumenta, ainda, o fluxo  sanguíneo cutâneo, acompanhado por aumento do antígeno do fator de Von  Willebrand na pele tratada, sugerindo fortemente aumento no conteúdo de células  endoteliais na pele, ou seja, angiogênese 12&lt;br /&gt;
BHAWAN (1998) discute que as  alterações histológicas observadas na pele tratada com tretinoína em modelos  experimentais de fotoenvelhecimento são tempo-dependentes, e podem ser divididas  em precoces, intermediárias e tardias. A melhora inicial das rugas finas e da  textura cutânea correlaciona-se com o aumento de glicosaminoglicanas epidérmicas  e compactação do estrato córneo. A hiperplasia epidérmica retorna tardiamente  aos níveis pré-tratamento. Alterações dos componentes da matriz dérmica, tais  como a neo-síntese do colágeno, que poderia contribuir para a manutenção do  efeito benéfico observado nas rugas finas, foram observadas com tratamento  prolongado. Após 24 meses, persiste a organização progressiva do colágeno, bem  como a diminuição da elastose. As alterações epidérmicas precoces, portanto,  revertem para o normal antes do aparecimento dos efeitos dérmicos. Estes últimos  compreendem, no fotoenvelhecimento, a síntese de colágeno e elastina,  componentes da matriz com ciclos biológicos mais longos na pele e, portanto, com  efeitos clínicos percebidos apenas tardiamente, após um ano de uso. Em  contraste, o conteúdo de glicosaminoglicanas na epiderme e derme continua a  aumentar cronicamente, enquanto a melanina continua a diminuir 14&lt;br /&gt;
De acordo  com VARANI et al. (1991) e BHAWAN (1998), as alterações provocadas pela  tretinoína tenderiam à “normalização” do metabolismo e estrutura da pele. 3,14  As alterações estruturais aparentemente são direcionadas à restauração da pele  ao estado pré-fotoenvelhecimento, por exemplo. Em populações celulares já  proliferando rapidamente, a tretinoína não aumenta mais esta taxa.&lt;br /&gt;
Os efeitos  adversos da tretinoína tópica são geralmente limitados à pele. O efeito mais  comum é irritação cutânea local caracterizada por eritema, descamação,  ressecamento e prurido. A reação é temporária, também chamada dermatite por  retinóides, e mais comumente ocorre no primeiro mês de uso, sendo geralmente  moderada e bem tolerada. O tratamento consiste em diminuição da freqüência de  aplicação ou da dose, e associação de emolientes. 4&lt;br /&gt;
A reação inflamatória com  a utilização de tretinoína em doses elevadas pode ser intensa, sugerindo a  importância de se iniciar o tratamento com doses baixas, progredindo a  concentração gradualmente. Fatores que predispõem à irritação são antecedentes  atópicos e tendência a rosácea. 4,8 A concentração de 0,025% está próxima ao  pico da curva de dose-resposta para o fotoenvelhecimento. Concentrações maiores  podem aumentar a dermatite, sem aumentar significativamente o grau de melhora  clínica 8.&lt;br /&gt;
Entre os efeitos adversos descritos do ácido retinóico incluem-se  exacerbação temporária leve das pústulas acnéicas nas primeiras duas semanas de  uso, hiperpigmentação e aumento de telangiectasias. Alguns pacientes referem  sensação desagradável, como queimação, em exposição ao calor 11.&lt;br /&gt;
A exposição  a retinóides sistêmicos é causa de aborto e malformações congênitas bem  documentada. A potencial teratogenicidade da tretinoína tópica é preocupação  justificada. Entretanto, a absorção sistêmica de retinóides de aplicação tópica  é desprezível, correspondendo a apenas 1% do que é aplicado, e não causa  alteração dos níveis plasmáticos ou efeitos adversos sistêmicos. Estudos com  mulheres que por desconhecimento utilizaram tretinoína tópica no primeiro  trimestre de gestação não alteraram a ocorrência de malformações. Entretanto,  como nenhuma das indicações clínicas habituais oferece morbi-mortalidade para a  mãe ou o feto, é prudente suspender o uso durante o período gestacional  11.&lt;br /&gt;
Retinóides tópicos não são carcinogênicos em humanos. Não foram  observados na histopatologia efeitos adversos ou atipias na pele, mesmo após  exposição prolongada 4,14.&lt;br /&gt;
A tretinoína pode ser formulada em emulsão ou gel  de acordo com o tipo de pele do paciente. Formulações em gel-creme ou creme  emoliente são bem toleradas pela maioria dos pacientes 8. A tretinoína é  fotolábil, e por isso a aplicação deve ser preferencialmente noturna.  Recentemente foi também formulada em veículo com microesponjas, as quais  liberariam a tretinoína após localizarem-se nos folículos pilosos, com menor  efeito irritativo na pele 11.&lt;br /&gt;
A concentração em produtos domiciliares pode  variar de 0,01% a 0,1%. A dose ideal para cada paciente deve ser titulada de  acordo com o grau de reação cutânea. A freqüência e a concentração podem ser  aumentadas gradativamente. Para alguns indivíduos são necessárias apenas duas  aplicações por semana, enquanto outros utilizam o produto diariamente 4.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; ANTES&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0WpUDrh_ZsJmArx9dsBQwFsPIEN5ZgcI38wCnvJOvY7uX58p3VIfMxFzJ7gj9xj9GeTSMyLzGlyA9SndhzA-pRgshcfz3NHtFTjBj8P6IXmebzw7fN7wVBoYuBM-Rnt190zkDfPPxOHE/s1600/antes_213.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;115&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0WpUDrh_ZsJmArx9dsBQwFsPIEN5ZgcI38wCnvJOvY7uX58p3VIfMxFzJ7gj9xj9GeTSMyLzGlyA9SndhzA-pRgshcfz3NHtFTjBj8P6IXmebzw7fN7wVBoYuBM-Rnt190zkDfPPxOHE/s200/antes_213.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/feeds/617132062701190946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/8225598145345536878/617132062701190946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/617132062701190946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8225598145345536878/posts/default/617132062701190946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://picoplasmatico.blogspot.com/2010/05/agentes-para-tratamento-de.html' title='FOTOENVELECIMENTO, ACNE E RUGAS'/><author><name>pico plasmatico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08914385702228862766</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzufyd2SKgOLc0w3o8oIXcWTq2S1LnkE42LOt5oUihtN2djU30GiEI6-GdLgqX6L74HskMhEazDD3d8cPJcE67dvoyUWzNwn_xIKAZp-6fzfd3bIpxQImZzIx-kEwaUg/s220/PQAAAOsp80jwphYVTI2fmE4tahdVt7VWgpTm4ke4WR72UWPsZA_dF70FhNXC7ku_EHETkBQYlP_gKl3zY7LIHvgULT8Am1T1UM8L7u0SE-4fDOtSeHghcSrRjJj2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0WpUDrh_ZsJmArx9dsBQwFsPIEN5ZgcI38wCnvJOvY7uX58p3VIfMxFzJ7gj9xj9GeTSMyLzGlyA9SndhzA-pRgshcfz3NHtFTjBj8P6IXmebzw7fN7wVBoYuBM-Rnt190zkDfPPxOHE/s72-c/antes_213.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>