<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-32013505</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 09:26:27 +0000</lastBuildDate><category>Papo Cabeça</category><category>Papo Di Edi</category><category>Imbecilidades</category><category>Não Quero Ser Pobre pra Sempre</category><category>Legaaalll aeeeê...</category><category>Profecias</category><title>Plebeblog</title><description>Vamos valorizar e difundir o olhar da Plebe, a sua crítica incontestável, o seu poder de desmascarar o óbvio disfarçado. Vamos eliminar a falsidade das aparências coloridas e, em suma, atirar incessantemente quilos e quilos de detritos digestivos humanos contra as hélices do aparelho destinado a produzir vento!</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>156</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-6514664369952292539</guid><pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-07T19:48:29.922-03:00</atom:updated><title>Ciclo dos Caixotes</title><description>&lt;div xmlns=&#39;http://www.w3.org/1999/xhtml&#39;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&#39;350&#39; width=&#39;425&#39;&gt;&lt;param value=&#39;http://youtube.com/v/OP6oGho14yc&#39; name=&#39;movie&#39;/&gt;&lt;embed height=&#39;350&#39; width=&#39;425&#39; type=&#39;application/x-shockwave-flash&#39; src=&#39;http://youtube.com/v/OP6oGho14yc&#39;/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/09/ciclo-dos-caixotes.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-3879282172953319461</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-24T21:37:18.968-03:00</atom:updated><title>Revelação: Serra e Agripino armaram o &quot;caso Lina&quot;</title><description>&lt;br&gt;&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;  Num dia Serra e Agripino se encontra. No outro Lina é chamada a Natal para conversar com Agripino. No dia seguinte, Lina aparece com a denúncia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No dia 19, Lina teria se encontrado com Dilma. Mas nem Dilma nem Lina estavam em Brasília.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Blogosfera vai desvendando a tentativa de golpe.&lt;br&gt;&lt;br&gt;1.O encontro de Serra com Agripino.&lt;br&gt;2. O encontro de Agripino com LIna&lt;br&gt;3. O dia da &amp;quot;denúncia&amp;quot; de LIna&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;h3&gt; &lt;a href=&quot;http://blogdojuliofalcao.blogspot.com/2009/08/reuniao-em-sp-pode-ter-acontecido-para.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Reunião em SP pode ter acontecido para preparar o factóide Lina Vieira&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;   Será que foi nesta reunião sem assunto específico que acertaram a acusação feita pela ex-secretária Lina Vieira?&lt;br&gt;&lt;br&gt;A farsa estourou na Folha di&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;a 08.08.09, cinco dias após essa reunião sem assunto e muito mal explicada.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Agripino se reúne com José Serra em São Paulo&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 78%;&quot;&gt;Segunda-feira, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;03/08/2009 às 15h54&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt;Líder do Democratas tem encontro com o governador e com o presidente nacional tucano, Sérgio Guerra; &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;não há assunto específico no encontro&lt;/span&gt;.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Por Júlio Pinheiro&lt;br&gt;Geraldo Magela - Agência Senado&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;&quot;São reuniões de rotina&amp;quot;&lt;/span&gt;, disse o senador José Agripino (DEM)&lt;br&gt;&lt;br&gt;O senador José Agripino (DEM) mantém a sintonia com os membros do PSDB do país. Na tarde desta segunda-feira (3), o parlamentar potiguar terá encontro com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e com o presidente nacional da legenda, o senador pernambucano Sérgio Guerra. De acordo com o democrata, &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;não há um tema específico&lt;/span&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acompanhado pelos deputados ACM Neto e Rodrigo Maia (presidente do DEM) na visita, Agripino diz que a cada dois meses ocorrem esses encontros com líderes tucanos, como forma de &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;&quot;colocar os assuntos em dia&quot;&lt;/span&gt;. No entanto, a pauta das discussões não é 2010, quando Serra deverá ser o candidato do PSDB à Presidência da República com o apoio do DEM.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&quot;São reuniões de rotina. Estive com Aécio (Neves, governador de Minas Gerais) também há poucos dias. Rogério (Marinho, deputado federal) me avisou que Serra também vai a Natal no próximo mês, aí decidi vim visitá-lo, mas &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;sem um assunto em especial&lt;/span&gt;&quot;, explicou Agripino.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os governadores José Serra e Aécio Neves confirmaram presença na finalização da campanha RN 45, que é um movimento para conseguir mais filiados e ampliar o debate dentro do PSDB para a eleição de 2010. O senador José Agripino já garantiu que estará no palanque tucano no estado na próxima eleição.&lt;br&gt;&lt;div class=&quot;hm&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/08/revelacao-serra-e-agripino-armaram-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-5340107124255094675</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2009 22:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-20T19:34:17.745-03:00</atom:updated><title>Fwd: Quem mandou negão ter Ecosport? Apanhou no Carrefour</title><description>O caso de racismo em São Paulo gerou uma concorrência curiosa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Jornal Nacional deu. O que é quase impossível, pois este é um assunto tabu no jornalismo da Globo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas desta vez ficou com medo da Record cobrir melhor. Aí no dia seguinte, a Record correu atrás e deu também.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;Ou seja: a concorrência fez Ali Kamel descobrir que há racismo no Brasil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/08/19/homem-negro-confundido-com-bandido-espancado-por-seguranca-de-supermercado-na-grande-sp-757483440.asp&quot;&gt;Homem negro é confundido com bandido e espancado por segurança de supermercado na Grande SP&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/08/fwd-quem-mandou-negao-ter-ecosport.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-4457065500333059146</guid><pubDate>Wed, 17 Jun 2009 15:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-17T12:27:23.112-03:00</atom:updated><title>Tiro pela culatra contra as cotas</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;  &lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Comentário: se racismo no Brasil não existe, por que causa tanta &amp;quot;surpresa&amp;quot; um homem negro passeando de mãos dadas com uma mulher branca (o inverso é &amp;quot;permitido&amp;quot;, é &amp;quot;normal&amp;quot;)? &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot;&gt;  &lt;/font&gt;&lt;h1 style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Rodrigo Vianna e racismo:´Estadão´ queria alguém contra as cotas, errou na fonte&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;                  &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Atualizado  em 16 de junho de 2009 às 22:21 | Publicado em 16 de junho de 2009 às 21:45&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;                                     &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Racismo: ´Estadão´ queria alguém contra as cotas, mas errou na fonte; gringo defendeu cotas e Cuba&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;i&gt;por &lt;b&gt;Rodrigo Vianna&lt;/b&gt;, em Escrevinhador &lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Parte da elite brasileira detesta essa história de cotas. Há um jornalista, à frente da Redação da TV Globo, que jura não haver racismo no Brasil. Até aí é problema dele. Mas o sujeito insiste em pautar &amp;quot;reportagens&amp;quot; que comprovem essa tese.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;A Globo tem duas ou três &amp;quot;fontes marcadas para falar&amp;quot; exatamente aquilo que o diretor de jornalismo quer ver no ar. São &amp;quot;especialistas&amp;quot; que defendem a mesma tese: o racismo no Brasil não existe, e estabelecer cotas é que vai &amp;quot;insuflar&amp;quot; o racismo nessa nossa sociedade doce, tranquila, onde impera a &amp;quot;democracia racial&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Entenderam? Racismo não existe. Cotas é que vão criar racismo.&lt;br&gt; A &amp;quot;tese&amp;quot; é exposta seguidamente, nas &amp;quot;reportagens&amp;quot; da Globo, por uma socióloga do Rio de Janeiro e por um geógrafo paulista que tem opinião sobre tudo!&lt;br&gt; Para não parecerem insensíveis, esses &amp;quot;especialistas&amp;quot; (sob patrocinio permanente do Ratzinger do jornalismo global) costumam defender que o certo é &amp;quot;educação de qualidade para todos&amp;quot;, assim brancos pobres e negros pobres ganhariam o direito a um futuro melhor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Então, tá. A gente vai ficar esperando. Ou melhor: a gente não vai esperar, porque a sociedade brasileira resolveu investir nas cotas. Para horror da turma do Leblon e Higienópolis.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;A idéia dos que defendem cotas é a seguinte: educação de qualidade é pressuposto, serve para negros e brancos. Serve no longo prazo. E serviria mais ainda se essa fosse uma sociedade menos desigual. As cotas, por outro lado, dão um empurrãozinho a mais para aqueles que saem em desvantagem nessa corrida: os negros e seus descendentes, que foram escravizados durante mais de 3 séculos. Trata-se de fazer Justiça: trata-se de oferecer ferramentas diferentes para quem parte de condições diferentes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;A turma anticotas aceita, no máximo, no máximo, &amp;quot;umas cotas para pobres&amp;quot;.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Até entendo: assim, não se mexe na velha ferida do racismo, nas memórias dos navios negreiros. Assim, não se atiçam velhas culpas, nem velhas perversidades. Assim, brancos e negros seguem irmanados pela &amp;quot;lei&amp;quot;, que  trata a todos com igualdade nessa doce terra. Certo?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;O &amp;quot;Estadão&amp;quot; (aquele jornal meio decadente de São Paulo), que eu saiba, também é contra as cotas. Mas isso não impediu o jornal de entrevistar um professor dos Estados Unidos que desmonta a tese de Ratzinger e seus asseclas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Veja um trecho (a pergunta do repórter embute a tese da turma anti-cotas; e a resposta, direta,  ajuda a desmontar a tese).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;quot;(P) - Críticos das cotas para negros dizem que elas teriam o efeito colateral de &amp;quot;fomentar o ódio racial&amp;quot;. O Brasil correria o risco de ser repartido em etnias. O sr. concorda?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Conforme dados oficiais do IBGE nos últimos 30 anos, o Brasil efetivamente já é uma sociedade bicolor. Pardos e pretos experimentam níveis de desigualdade e discriminações bastante parecidos e o IBGE juntou os dois grupos numa só categoria de ?negros?. Criar um sistema de cotas dividido em brancos e negros seria reconhecer a realidade social e racial do país. A sociedade brasileira não pode deixar de responder às marcadas e seculares desigualdades raciais que a afligem. &quot;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Sugiro que vocês leiam a entrevista na íntegra. Até para notar como é confusa a edição feita pelo jornal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;O título (e o texto de abertura) dão a entender que o especialista é contra as cotas para os pobres. Mas o que ele afirma é diferente: &amp;quot;cota para pobres não vai resolver os problemas enormes dos afro-brasileiros que estão na luta para entrar, ou avançar, na classe média&amp;quot;. Ou seja: cota para pobre não basta, seria preciso ir mais longe, combinar vários tipos de ação afirmativa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;O título escolhido pelo jornal deixa tudo na dúvida. Foi proposital?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&amp;#39;&amp;#39;COTA PARA POBRE NÃO RESOLVE PROBLEMA&amp;#39;&amp;#39; &lt;br&gt; George Reid Andrews, historiador e autor de livros sobre o Brasil, defende ações afirmativas e concorda com as decisões judiciais, mas faz algumas ressalvas. &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://rodrigovianna.com.br/outras-palavras/racismo-estadao-queria-alguem-contra-as-cotas-mas-errou-na-fonte-gringo-defendeu-cotas-e-cuba&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;PARA LER A ENTREVISTA  NO BLOG DO RODRIGO, CLIQUE &lt;/b&gt;&lt;b&gt;AQUI &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;. &lt;i&gt;HÁ UMA CHARGE IMPERDÍVEL&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;  &lt;div class=&quot;hm&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/06/tiro-pela-culatra-contra-as-cotas.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-181480012852877469</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2009 04:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-29T01:28:33.911-03:00</atom:updated><title>comentário de Luiz Carlos Prates no Jornal do Almoço da RBS TV SC</title><description>&lt;object id=&quot;playerFlash&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;376&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; data=&quot;http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=59705///channel=47&amp;color=0x7684B3&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/646255.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=46&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_RBSTV_SC.gif&amp;channelColor=0x48278F&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://mediacenter.clicrbs.com.br/skins/default/swf/playerChannel.swf?mediaXML=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/RequestUrlPlayer.aspx;contentId=59705///channel=47&amp;color=0x7684B3&amp;autoStart=false&amp;thumb=http://mediacenter.clicrbs.com.br/medias/IMAGES/646255.jpg&amp;channelLink=http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/home.aspx?channel=46&amp;channelImage=http://mediacenter.clicrbs.com.br/includes/topo_RBSTV_SC.gif&amp;channelColor=0x48278F&quot;/&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;quality&quot; value=&quot;high&quot; /&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/04/comentario-de-luiz-carlos-prates-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-6675111497183828772</guid><pubDate>Fri, 24 Apr 2009 01:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-23T22:39:46.898-03:00</atom:updated><title>MINISTRO JOAQUIM BARBOSA - DIZ O QUE O POVO TEM VONTADE DE DIZER</title><description>&lt;div xmlns=&#39;http://www.w3.org/1999/xhtml&#39;&gt;&lt;p&gt;&lt;object height=&#39;350&#39; width=&#39;425&#39;&gt;&lt;param value=&#39;http://youtube.com/v/sIUdUsPM2WA&#39; name=&#39;movie&#39;/&gt;&lt;embed height=&#39;350&#39; width=&#39;425&#39; type=&#39;application/x-shockwave-flash&#39; src=&#39;http://youtube.com/v/sIUdUsPM2WA&#39;/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/04/ministro-joaquim-barbosa-diz-o-que-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-7634714810212915411</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2009 20:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-21T17:00:39.495-03:00</atom:updated><title>Prender banqueiro é crime. Torturar empregada, não.</title><description>Coment&amp;#225;rio: Marcelo Itagiba declarou ontem que Paulo Lacerda,&lt;br&gt;ex-diretor da Pol&amp;#237;cia Federal, &amp;#233; o mandante do crime de &amp;quot;escutas&lt;br&gt;ilegais&amp;quot; no caso Satiagraha. A ilegalidade destas escutas nunca foi&lt;br&gt;provada (ent&amp;#227;o, se p&amp;#245;e a culpa em quem permitiu, os ju&amp;#237;zes).&lt;p&gt;J&amp;#225; o atual diretor da Pol&amp;#237;cia Federal tem em seu curr&amp;#237;culo um caso de&lt;br&gt;tortura contra a pr&amp;#243;pria empregada. A CPI ignora.&lt;p&gt;Mas mais do que a CPI, a imprensa, nossa grande imprensa, condena&lt;br&gt;Paulo Lacerda e silencia sobre Luiz Fernando Corr&amp;#234;a.&lt;p&gt;&lt;br&gt;Mino Carta/Carta Capital (a exce&amp;#231;&amp;#227;o)&lt;p&gt;Que plano republicano &amp;#233; este em um pa&amp;#237;s que se diz Rep&amp;#250;blica? At&amp;#233;&lt;br&gt;parece que as maiores amea&amp;#231;as rondam o Brasil, republicano h&amp;#225; 120&lt;br&gt;anos, e sua atual Constitui&amp;#231;&amp;#227;o, velha de 21. O simples an&amp;#250;ncio de que&lt;br&gt;os representantes dos Tr&amp;#234;s Poderes democr&amp;#225;ticos se reuniram para&lt;br&gt;assinar o tal imponente e caudaloso documento presta-se a despertar,&lt;br&gt;muito al&amp;#233;m de perplexidades, espanto e temores. Ou n&amp;#227;o, melhor cair na&lt;br&gt;gargalhada?&lt;p&gt;Fosse este, ao contr&amp;#225;rio do que entendia De Gaulle, um pa&amp;#237;s s&amp;#233;rio,&lt;br&gt;ter&amp;#237;amos fartas raz&amp;#245;es para recear uma ruptura institucional, a impor&lt;br&gt;a urg&amp;#234;ncia de um acordo por cima. Sim, convenhamos: a na&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o parece&lt;br&gt;incomodar-se com a solene encena&amp;#231;&amp;#227;o. Mas, assim como cabe a pergunta&lt;br&gt;&amp;quot;que Rep&amp;#250;blica &amp;#233; esta?&amp;quot;, tamb&amp;#233;m vale outra: que na&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; esta?&lt;p&gt;Interpreta&amp;#231;&amp;#227;o vi&amp;#225;vel. O presidente do STF, Gilmar Mendes, denuncia h&amp;#225;&lt;br&gt;tempo a amea&amp;#231;a de um &amp;quot;Estado policial&amp;quot; pronto a se instalar no Pa&amp;#237;s,&lt;br&gt;se j&amp;#225; n&amp;#227;o teria tomado posse. N&amp;#227;o falta quem, do lado oposto, aponte a&lt;br&gt;tentativa do ministro Mendes de submeter o Brasil a um &amp;quot;Estado&lt;br&gt;judicial&amp;quot;. Estaria a&amp;#237; o confronto em andamento?&lt;p&gt;Pode ser. Mas n&amp;#227;o se desenrola tamb&amp;#233;m uma luta surda, por&amp;#233;m acirrada,&lt;br&gt;dentro da pr&amp;#243;pria PF? Remonto, talvez instintivamente, &amp;#224; Opera&amp;#231;&amp;#227;o&lt;br&gt;Satiagraha como a um divisor de &amp;#225;guas, momento fatal que separa o&lt;br&gt;antes do depois. A partir da&amp;#237; o circo arrisca-se ao inc&amp;#234;ndio, a&lt;br&gt;despeito da tentativa bombeira da m&amp;#237;dia. Com os habeas corpus a Daniel&lt;br&gt;Dantas, Mendes ganha dimens&amp;#227;o extraordin&amp;#225;ria, refor&amp;#231;ada pela hist&amp;#243;ria&lt;br&gt;fantasiosa do pretenso grampo da sua in&amp;#243;cua conversa com o senador&lt;br&gt;Dem&amp;#243;stenes, o que o leva a &amp;quot;chamar &amp;#224;s falas&amp;quot; o presidente da&lt;br&gt;Rep&amp;#250;blica. E o presidente? Acede ao chamado.&lt;p&gt;Decorrem implacavelmente o desterro do diretor da Abin, Paulo Lacerda,&lt;br&gt;e as diversas vicissitudes sofridas pelo delegado Prot&amp;#243;genes e pelo&lt;br&gt;juiz Fausto De Sanctis. Recordo que na manh&amp;#227; do dia em que foi&lt;br&gt;deflagrada a Satiagraha, figura important&amp;#237;ssima do governo (escolho o&lt;br&gt;superlativo, embora avise n&amp;#227;o se tratar do presidente Lula) ligou-me&lt;br&gt;para dizer: &amp;quot;Viu, viu o que a gente fez?&amp;quot;&lt;p&gt;Ca&amp;#237; das nuvens, nada sabia. Ouvi todas as explica&amp;#231;&amp;#245;es do outro lado da&lt;br&gt;linha, a come&amp;#231;ar pela frase: &amp;quot;Prendemos o orelhudo&amp;quot;. A figura,&lt;br&gt;sublinho important&amp;#237;ssima, estava euf&amp;#243;rica. Com o decorrer dos dias e&lt;br&gt;dos meses mudou o tom. Quem sabe a manada tenha entrado na linha.&lt;br&gt;Encontro motivos, contudo, para acreditar no delegado Prot&amp;#243;genes&lt;br&gt;quando afirma que a Satiagraha recebeu o aval do Pal&amp;#225;cio do Planalto.&lt;p&gt;Seria o destino do banqueiro do Opportunity t&amp;#227;o decisivo para a sa&amp;#250;de&lt;br&gt;da Rep&amp;#250;blica? Haja surpresa. De todo modo, enxergo no pacto&lt;br&gt;republicano o en&amp;#233;simo arreglo para oferecer aos privilegiados do&lt;br&gt;Brasil ulteriores e mais amplos privil&amp;#233;gios. Acerto a bem da patota,&lt;br&gt;da turma, do grupo. Do estamento, diria Raymundo Faoro, de viv&amp;#237;ssima&lt;br&gt;mem&amp;#243;ria nesta reda&amp;#231;&amp;#227;o. Algo bem mais med&amp;#237;ocre do que a c&amp;#233;lebre&lt;br&gt;concilia&amp;#231;&amp;#227;o das elites, mas de efeitos igualmente delet&amp;#233;rios para a&lt;br&gt;maioria dos cidad&amp;#227;os, sufragado pelo apoio, diria mesmo a prote&amp;#231;&amp;#227;o, da&lt;br&gt;m&amp;#237;dia.&lt;p&gt;Sim, que Rep&amp;#250;blica &amp;#233; esta, que na&amp;#231;&amp;#227;o, que elites... E qual seria o&lt;br&gt;pa&amp;#237;s s&amp;#233;rio, democr&amp;#225;tico e civilizado em que a m&amp;#237;dia n&amp;#227;o repercute uma&lt;br&gt;grave acusa&amp;#231;&amp;#227;o contra o chef&amp;#227;o da pol&amp;#237;cia, suspeito de atentado aos&lt;br&gt;direitos humanos?&lt;p&gt;CartaCapital, com uma reportagem de Leandro Fortes, acusou o diretor&lt;br&gt;da PF, Luiz Fernando Corr&amp;#234;a, de ter torturado a empregada dom&amp;#233;stica da&lt;br&gt;av&amp;#243; da mulher nas depend&amp;#234;ncias da pol&amp;#237;cia de Porto Alegre, quando l&amp;#225;&lt;br&gt;prestava servi&amp;#231;o. Corr&amp;#234;a n&amp;#227;o soube produzir explica&amp;#231;&amp;#245;es convincentes&lt;br&gt;para o fato, e muito menos o desmentiu categoricamente. Contou,&lt;br&gt;entretanto, com o costumeiro sil&amp;#234;ncio do jornalismo p&amp;#225;trio. Normal,&lt;br&gt;normal&amp;#237;ssimo. Estamos &amp;#233; no Brasil.</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/04/prender-banqueiro-e-crime-torturar.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-152703260614454884</guid><pubDate>Sun, 22 Mar 2009 16:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-22T13:33:20.803-03:00</atom:updated><title>Para o Datafolha, população do Nordeste é igual à do Sul</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;table cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign=&quot;top&quot; style=&quot;font:inherit&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;Comentário: Há algo estranho na última pesquisa do Datafolha, que mereceu quatro páginas na Folha de sexta-feira. Pelos cálculos do instituto, a população do Nordeste é igual à população do Sul, consequentemente o número de eleitores é parecido. Pelo menos é o que se constata pelo número de entrevistados em cada região.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt; &lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;Segundo o IBGE, a população do Sul é de 25 milhões de pessoas, ou 15% da população brasileira, enquanto o Nordeste responde por 45 milhões ou 28% do total. Mas entre os entrevistados do Datafolha (que  mereceu nada mais nada menos do que quatro páginas na edição de sexta da Folha), 28% moravam na Região Sul.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;&lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;Ainda assim, a pesquisa mostrou queda ínfima de Lula e crescimento de Dilma. &lt;span style=&quot;font-weight:bold&quot;&gt;Agora, podemos perguntar para que um Instituto precisa se queimar por algo tão idiota?&lt;/span&gt; Para piorar o vexame, o Datafolha constatou que Lula caiu mais no Nordeste (81% para 77%) do que no Sul (59% para 57%). Ou seja, se tivesse respeitado a proporcionalidade, a diferença poderia ter sido &lt;span style=&quot;font-weight:bold&quot;&gt;um pouco maior a favor do instituto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt; &lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt;Chega ser infantil.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family:times new roman,new york,times,serif&quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold&quot;&gt;Do blog Vi o Mundo.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight:bold&quot;&gt;&lt;br&gt;Mesmo com os efeitos da crise atingindo o Brasil, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua mantendo altos índices de aprovação. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (20), mostra que 65% consideram o governo ótimo ou bom, contra apenas 8% que o vêem como ruim ou péssimo. Para 27%, o governo é regular.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A pesquisa traz um diferencial importante em relação às avaliações anteriores do mesmo Datafolha: nesta rodada, foram entrevistadas 11.204 pessoas, três vezes mais do que a média do instituto nos três levantamentos realizados em 2008. T&lt;span style=&quot;font-weight:bold&quot;&gt;ambém chama a atenção o peso dado agora à Região Sul, que responde por 27% dos entrevistados. Nas edições anteriores (março, setembro e novembro de 2008), eles eram, respectivamente, 9%, 15% e 11%.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Além disso, o peso do Nordeste desta vez ficou igual ao do Sul: 28%. Nas três edições de 2008, tinha mais ou menos ou o dobro: 18%, 28% e 20%.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Com o universo bastante ampliado e a proporcionalidade regional alterada, os números registraram pequena modificação em relação à pesquisa de novembro de 2008, quando foram ouvidas 3.486 pessoas. Assim, diminuiu o percentual de ótimo e bom (70% para 65%), aumentou o de regular (23% para 27%) e ficou praticamente estável o de ruim e péssimo (de 7% para 8%), considerando-se a margem de erro de dois pontos percentuais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A nota média atribuída ao desempenho do presidente Lula quase não sofreu variação. Era de 7,6 em novembro e está em 7,4 agora.&lt;br&gt;&lt;div class=&quot;hm&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;font class=&quot;Apple-style-span&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 16px;&quot;&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/03/para-o-datafolha-populacao-do-nordeste.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-4648974088295937798</guid><pubDate>Sat, 21 Mar 2009 03:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-21T00:30:40.467-03:00</atom:updated><title>Gilmar Mendes ameaça jornalista e impõe censura</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;span dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;blockquote style=&quot;border-left: 2px solid rgb(16, 16, 255); margin-left: 5px; padding-left: 5px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Comentário: &amp;quot;Tome cuidado com este tipo de pergunta, disse ao jornalista acreano&amp;quot;. Depois disse a seguranças:  &amp;quot;fica de olho nele que é perigoso&amp;quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Antes, porém pediu a censura de um programa inteiro da TV Câmara. O que foi prontamente atendido por Temer.&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;h3&gt;Por Leandro Fortes&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;CARTA ABERTA AOS JORNALISTAS DO BRASIL&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com cópias para:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj);&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado &quot;Comitê de Imprensa&quot;, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e &quot;aterradoras&quot; revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do &quot;Comitê de Imprensa&quot;, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesta carta, contudo, falo somente por mim.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalistas, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico - de áudio nunca revelado - envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Terminada a gravação, o programa foi colocado no ar, dentro de uma grade de programação pré-agendada, ao mesmo tempo em que foi disponibilizado na internet, na página eletrônica da TV Câmara. Lá, qualquer cidadão pode acessar e ver os debates, como cabe a um serviço público e democrático ligado ao Parlamento brasileiro. O debate daquele dia, realmente, rendeu audiência, tanto que acabou sendo reproduzido em muitos sites da blogosfera.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação.&lt;/span&gt; &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta&quot;. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br&gt;Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O vídeo censurado&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot; href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=Ml_h0wAOJgE&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Ml_h0wAOJgE&lt;br&gt; &lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;hm&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class=&quot;hm&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/03/gilmar-mendes-ameaca-jornalista-e-impoe.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-7399945498481669379</guid><pubDate>Thu, 19 Feb 2009 12:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-19T09:33:46.958-03:00</atom:updated><title>A lista dos partidos mais corruptos</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Comentário: interessante estes dados recuperados na web. Entre os grandes, o primeiro colocado em corrupção é o PMDB (com 30 parlamentares citados). Depois vem o PSDB (com 20), o DEM (com 19) e finalmente o PT (16).&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;Um terço dos parlamentares tem problemas com Justiça e Tribunais de Conta, aponta Projeto Excelências&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt; 						&lt;p&gt;&lt;span&gt;15/06&lt;/span&gt; - &lt;span&gt;09:50&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, atualizada às 16:21 15/06&lt;/span&gt; - &lt;font&gt;Nara Alves, repórter iG no Rio&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 						 						&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;					 						&lt;div&gt; 							&lt;p&gt;&lt;b&gt;RIO DE JANEIRO – Cerca de um terço dos parlamentares brasileiros, entre deputados e senadores, tem problemas com a Justiça e com Tribunais de Contas. É o que aponta a pesquisa realizada pelo &lt;a href=&quot;http://www.excelencias.org.br/casa.php?cs=26&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Projeto Excelências&lt;/a&gt;, da organização não-governamental &lt;a href=&quot;http://www.transparencia.org.br/index.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Transparência Brasil&lt;/a&gt;. O site do projeto, hospedado no Portal iG, disponibiliza as ocorrências com o nome e a legenda de cada representante. &quot;É deprimente que haja esse número exagerado de gente com ocorrências em processos criminais&quot;, avalia o diretor-executivo da ONG, Cláudio Abramo.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dos 80 senadores, 28 (ou 35%) são citados em ocorrências. Na Câmara dos Deputados, 160 dos 513 (ou 31%) estão envolvidos em algum escândalo ou denúncia. Na Assembléia Legislativa de São Paulo, a porcentagem sobe para 39%, atingindo 37 dos 94 deputados estaduais. A maior parte das ocorrências são processos criminais por peculato e compra de votos, processos em Tribunais de Contas por multas e licitações irregulares. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&quot;É espantoso que os partidos políticos dêem guarita a esses parlamentares. Como aceitam candidatos assim?&quot;, questiona Abramo. Para o diretor-executivo da ONG, as legendas deveriam proibir um político de se candidatar a um cargo público enquanto estivesse com problemas na Justiça ou com Tribunais de Contas. &quot;Não é uma questão legal, mas deveria ser uma questão dos partidos&quot;, sugere.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Na Câmara&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O diretor-executivo da ONG Transparência Brasil ressaltou a gravidade de algumas das acusações envolvendo parlamentares. &quot;Eles respondem a processos gravíssimos na Justiça&quot;, afirmou. O deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA), por exemplo, é acusado de fazer laqueaduras em troca de votos. Já Beto Mansur (PP-SP) responde por manter trabalho escravo. Paulo Magalhães (DEM-BA) responde por lesão corporal. Muitos são investigados, ainda, por denúncias feitas pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) como as do mensalão e sanguessuga.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os deputados Neudo Campos (PP-RR) e Paulo Maluf (PP-SP) são um dos que mais apresentam ocorrências com a Justiça, com acusações de corrupção, formação de quadrilha e peculato. Abelardo Camarinha (PSB-SP) é indiciado por licitação ilegal e responde a diversas ações&amp;nbsp; no&amp;nbsp; TRE-SP. Já Alexandre Silveira (PPS-MG) responde a diversas ações e deve esclarecimentos ao Tribunal de Contas da União por irregularidades em sua passagem pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit). &lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O parlamentar Antonio Thame (PSDB-SP) tem 18 contratos sob investigação em Piracicaba, onde foi prefeito. Outros ex-prefeitos, Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP), de Sorocaba, e Francisco Rossi (PMDB-SP), de Osasco, Severiano Alves (PDT-BA), de Saúde, Zé Gerardo (PMDB-CE), de Caucaia, e&amp;nbsp; Reinaldo Nogueira (PDT-SP), de Indaiatuba, também repondem por crime de responsabilidade. Jader Barbalho (PMDB-PA) responde a quatro ações no STF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O ex-ministro dos Transportes Eliseu Padilha (PMDB-RS) reponde a um processo sigiloso no STF. A lista cita, ainda, Clodovil Hernandes (PTC-SP), indiciado por crime ambiental.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;No Senado&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Entre os senadores, as legendas com mais políticos citados são PMDB, com nove parlamentares, PSDB, com seis, e o DEM, com quatro. O PTB tem três senadores listados, o PR tem dois. Já PSB, PP, PCdoB e PT&amp;nbsp; têm um.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os senadores mais comprometidos com a Justiça são Cícero Lucena (PSDB-PB), com processos no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes contra a administração pública, Expedito Júnior (PR-RO), com ações por compra de votos, Fernando Collor (PTB-AL), por peculato, corrupção e crime contra administração pública, João Ribeiro (PR-TO), por manter trabalho escravo&amp;nbsp; e&amp;nbsp; Raimundo Colombo (DEM-SC), por improbidade administrativa. Já o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) deve ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Os partidos que mais contam com deputados federais comprometidos com a Justiça são: PMDB, com 30 nomes, PSDB, com 20, DEM, com 19, e PT, com 16. &lt;/span&gt;As demais legendas somaram 69 parlamentares, com mais ocorrências no PP, PTB, PR e PDT. As ocorrências mais recorrentes são de irregularidades acusadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE) de origem do parlamentar, além de processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por crimes contra administração pública. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;WgoR0d&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/02/lista-dos-partidos-mais-corruptos.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-1542184860570713815</guid><pubDate>Sun, 01 Feb 2009 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-31T22:10:19.163-02:00</atom:updated><title>ORKUT: Racismo tem divulgação disfarçada</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Comentário: Matéria perdida na rede. Interessante.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Reporter Socia&lt;font style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot; color=&quot;#ff6633&quot;&gt;&lt;b&gt;L&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;.29/08/2005 17:32h&lt;br&gt;&lt;br&gt;                         &lt;font color=&quot;#ff6633&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff6633&quot;&gt;&lt;b&gt;ORKUT SEM LEI - Racismo tem divulgação disfarçada&lt;/b&gt;&lt;/font&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt; O controle de comunidades assumidamente racistas no Orkut vem ocorrendo com um certo sucesso. Diante da vigilância dos negros, ou mesmo da Justiça, elas são obrigadas a sobreviver com perfis falsos e duram poucos dias ou semanas. Mas o racismo prossegue a todo vapor no sítio com 6 milhões de brasileiros:&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; ele aparece nas comunidades contra &quot;manos&quot; e disfarçado de brincadeira em comunidades que em tese não propagam a discriminação.&lt;/span&gt; Em muitos casos, o preconceito tem nome e sobrenome. &lt;br&gt;&lt;br&gt; A carioca Alessandra Salles participa de uma discussão na comunidade &lt;i&gt;Eu odeio a Preta Gil&lt;/i&gt; sobre &quot;qual bicho ela parece&quot;. &quot;Saca só o nariz na foto da comunidade, agora olhe a boca dela... na hora eu lembrei de um gorila&quot;, afirma. Vanessa Siqueira também participa e compara a cantora a um &quot;macaco&quot;. A filha do Ministro da Cultura é comparada por 53 brancos, dois negros e quatro pessoas sem foto a inúmeros outros bichos, em comentários que reproduzem o rebaixamento histórico dos afrodescendentes à condição de animais.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Essa comunidade tem mais de 20.000 pessoas, quase o mesmo número da &lt;i&gt;Anti-cotas Raciais&lt;/i&gt;. Um direito legítimo, o de ser contra as cotas. Mas que vira porta de entrada para avaliações como a do carioca Eduardo Chueri:&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; &quot;Na cultura negra balançar a bunda é legal. Se você é um negro preguiçoso, então é um cara maneiro e sangue bom. O dia que os negros começarem a pensar como japoneses, vão notar o como é fácil passar no vestibular.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Eles odeiam &quot;manos&quot;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Mas os racistas utilizam como maior recurso a criação ou utilização de comunidades contra &quot;manos&quot;. Esse termo está ligado a jovens de periferia, em boa parte adeptos da cultura hip-hop, mas é utilizado pelos jovens de classe média em relação aos pobres e negros que, segundo eles, &quot;invadem os shoppings&quot;. Nas fotos de apresentação dessas dezenas de comunidades aparece sempre um jovem negro. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Algumas delas, como &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mate um mano/plante uma árvore&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;, pregam explicitamente a violência.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Em &lt;i&gt;Eu odeio as Minas Mano&lt;/i&gt;, o paulista Fernando Rabello avalia: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;quot;O mais engraçado das minamano é quando elas vão sair e usam aqueles cabelos cheios de creme. Ô racinha pra ter cabelo ruim!&amp;quot;&lt;/span&gt; Michael Pires, que declara ter 19 anos, escancara, na comunidade com mais de 30.000 pessoas: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;quot;Sou preconceituoso, sim. E quero que todos os manos vão se foder.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Em uma mídia com 6 milhões de pessoas, o preconceito se espalha. Há comunidades com nomes como &lt;i&gt;Manos estragam Sorocaba e Manos estragam Poços&lt;/i&gt;. Poços, no caso, é a mineira Poços de Caldas. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mas são os paulistas que estão à frente da discriminação no Orkut. Bauru, Rio Claro, São Carlos, Valinhos e Botucatu são outras cidades do interior paulista onde milhares de jovens declaram seu preconceito contra os &quot;manos&quot; e discutem &quot;como acabar com eles&quot;. &lt;/span&gt;A comunidade sorocabana &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;tem quase 2.000 membros.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Há um desejo recorrente de ver &quot;os manos fora dos shoppings&quot;. Na verdade, mais do que isso.&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; &quot;Devíamos fazer que nem os nazistas&lt;/span&gt;&quot;, diz na comunidade &lt;i&gt;Eu odeio os manos de shopping&lt;/i&gt; o título de um tópico postado por P. R. C. Junior, de Marília (SP). Ele não tem o nome divulgado aqui por aparentemente ter menos de 18 anos.&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; &quot;Fiquei pensando em como essa raça miserável é um soco na cara da sociedade... aí me veio na cabeça que eles podem ser o que está atrasando o Brasil, assim como Hitler pensou que os judeus estavam acabando com a economia alemã...&quot;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; O jovem prossegue em sua avaliação: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Mas no caso de Hitler ele estava errado... no nosso caso é verdade&lt;/span&gt;! Pense bem: são eles que assaltam, traficam drogas, picham muros, destroem patrimônio público e quando são pegos pela polícia somos nós que temos que pagar a estadia dos vagabundos na prisão. Imaginem se pegassem&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; toda essa raça e começarem a jogar na câmara de gás?&lt;/span&gt; Sei que &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;estou sendo utópico&lt;/span&gt;, mas seria uma bela solução.&quot; Nove outros internautas concordaram com Junior.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Influência do dono&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Os moderadores influenciam diretamente o andamento das comunidades. A começar da escolha das fotos. Uma das descrições é repetida em vários fóruns. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Se você é que nem eu e quer exterminar essa raça entre na comunidade e discuta sobre esse lixo que são os manos&quot;&lt;/span&gt;, escreve o dono da comunidade &lt;i&gt;Eu odeio manos&lt;/i&gt;. O dono do fórum &lt;i&gt;BS- Black Service&lt;/i&gt; (em referência à expressão racista &quot;serviço de preto&quot;) é o mesmo de &lt;i&gt;Mate um mano/plante uma árvore&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Em &lt;i&gt;Eu odeio o Alexandre Pires&lt;/i&gt;, o moderador avisa que ali não há espaço para racismo mas mesmo assim há várias tentativas nesse sentido – como um tópico na quinta-feira, onde o cantor, a exemplo de Preta Gil, é também comparado a um macaco. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Foi por ter supostamente chamado de &quot;macaco&quot; o jogador Grafite, do São Paulo, que o argentino DeSabato foi preso este ano após jogo no Morumbi. Em junho, o promotor Christiano Jorge Santos, denunciou em São Paulo &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Leonardo Viana da Silva, de 20 anos, por racismo praticado no Orkut. No seu caso, o perfil dizia: &quot;Odeio preto&quot;. Segundo Santos, Silva confirmou ser racista no depoimento à promotoria. O crime praticado através de meio de comunicação prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, mais multa. Como ele fez quatro depoimentos racistas no Orkut, foi denunciado cinco vezes. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Segundo o Ministério Público, qualquer internauta pode ser punido.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Alceu Luís Castilho, Jéssika Torrezan e Lígia Ligabue&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Lista de comunidades:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio as &amp;quot;Minas Mano&amp;quot; &lt;/i&gt;- 31.323 membros – (Nº da comunidade 267420)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;P.q.Pariu,eu odeio a Preta Gil &lt;/i&gt;- 20.167 membros – (Nº 79266)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Anti-cotas raciais &lt;/i&gt;- 18.031 membros – (Nº 40260)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio mina q paga de mano &lt;/i&gt;- 6.556 membros – (Nº 1379753)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu não comeria a Preta Gil &lt;/i&gt;- 5.580 membros (Nº 92727) &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio os manos de shopping! &lt;/i&gt; - 3.532 membros – (Nº 774201)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio mano &amp;amp; maloqueiro &lt;/i&gt;- 1.991 membros – (Nº1321197)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Manos Estragam Sorocaba! &lt;/i&gt;1.836 membros – (Nº 902121)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Já arranjei briga com mano &lt;/i&gt;- 951 membros – (Nº 1326410)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Os Manos estragam Poços! &lt;/i&gt;- 930 membros – (Nº 1444511)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio os manos de Bauru &lt;/i&gt;- 598 membros – (Nº 705014)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio mano!! &lt;/i&gt; 565 membros – (Nº 665182)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Nós odiamos manos! &lt;/i&gt;- 553 membros – (Nº 879665) &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Odiamos Os Manos De São Carlos &lt;/i&gt;- 484 membros – (Nº 1689532)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Mate um mano/plante uma árvore &lt;/i&gt;- 454 membros – (Nº 2866537)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Manos da Catedral... Sucks! &lt;/i&gt; (Botucatu) - 443 membros – (Nº 431265)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Odeio os manos do shops de Rc&lt;/i&gt; (Rio Claro) - 359 membros – (Nº 945736)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio &amp;quot;Manos&amp;quot; &lt;/i&gt;- 325 membros – (Nº 866303)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Odeio os manos de Rolândia &lt;/i&gt;- 200 membros – (Nº &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Odeio mano&lt;/i&gt; - 369 membros – (Nº 233749)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio &quot;Mano Fucker&quot; &lt;/i&gt; - 279 membros – (Nº 701800)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio mano&lt;/i&gt; - 240 membros – (Nº 1142216)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Seja um humano, não um mano &lt;/i&gt;- 217 membros – (Nº 4217930)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Os manos tomaram conta de TB&lt;/i&gt; (Telêmaco Borba) – 152 membros – (Nº 3273580)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Odeio os manos de Valinhos &lt;/i&gt;- 125 membros – (Nº 1854510)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;BS – Black Service &lt;/i&gt;- 69 membros – (Nº 2421397)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Eu odeio os manos de Marília &lt;/i&gt;- 48 membros – (Nº 1980847)&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;i&gt;Odeio os manos de Arapongas &lt;/i&gt;- 46 membros – (Nº 3602584)&lt;br&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/01/orkut-racismo-tem-divulgacao-disfarcada.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-1244621065991681651</guid><pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:20:01.131-02:00</atom:updated><title>Pode ser uma &quot;pessoa de cor&quot;?</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold;&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Divirta-se. Ou vomite.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obs. Rodrigo Vianna é branco!&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;h1&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;VIANNA: CLASSE MÉDIA NÃO QUER BABÁ &amp;quot;DE COR&amp;quot;&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;                   &lt;p&gt;Atualizado  em 24 de novembro de 2008 às 20:13 | Publicado em 24 de novembro de 2008 às 20:09&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;                                     &lt;p&gt;&lt;b&gt;CLASSE MÉDIA NÃO QUER BABÁ &amp;quot;DE COR&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.rodrigovianna.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;de Rodrigo Vianna, em seu blog&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;i&gt;sexta-feira, 21 de novembro de 2008 às 13:10&lt;/i&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Véspera do feriado da Consciência Negra. Minha mulher liga para uma agência de empregos, pedindo indicação de uma babá pra trabalhar em casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A coordenadora da agência, muito solícita, engata de primeira: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&amp;quot;pode ser uma pessoa &amp;quot;de cor&amp;quot;, &lt;/span&gt;ou a senhora tem alguma restrição?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 191); font-weight: bold;&quot;&gt;Desculpe, mas muita gente que liga pra cá não quer babá &amp;quot;de cor&amp;quot;, por isso eu tô perguntando&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Minha mulher disse que não tinha problema com isso, não. A moça do outro lado deu uma risada sem graça. Eu não dei risada quando minha mulher contou o episódio.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Achei patético. Essa é a classe média brasileira, pensei com meus botões.&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; A mesma classe média que escreve livros - também patéticos - para &amp;quot;provar&amp;quot; que &amp;quot;Não Somos Racistas&lt;/span&gt;&amp;quot;. Freud explica esse título na negativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Já reparou nas crianças que cometem uma traquinagem? Quando o pai chega perto, sem perguntar nada, a criança já se entrega: &amp;quot;não fui eu&amp;quot;, &amp;quot;não fiz nada&amp;quot;. É o famoso processo da negação. &amp;quot;Não Somos racistas&amp;quot;... Sei.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Um dos argumentos desse povo que diz não haver racismo no Brasil chega a ser hilariante: &amp;quot;racismo não pode haver, porque raça não existe; é um conceito equivocado, que não se sustenta biologicamente&amp;quot;. Percebem a sutileza?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como não existe raça, então não pode haver racismo. Pronto, está resolvido. Com isso, evita-se a discussão sobre preconceito, sobre nossa história de Escravidão, sobre a tradição de nossas elites que sempre trataram os negros como mercadoria.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Certa vez, troquei umas mensagens com esse personagem sinistro que, na direção do jornalismo da Globo, tenta provar sua tese de que &amp;quot;Não Somos Racistas&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eu escrevi pra ele, reclamando de uma reportagem sobre racismo, que fiz para o Jornal Nacional , mas que nunca foi ao ar (já contei esse episódio, numa entrevista para o Marcelo Salles, no site &amp;quot;Fazendo Media&amp;quot; &lt;a href=&quot;http://www.fazendomedia.com/novas/entrevista120407b.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.fazendomedia.com/novas/entrevista120407b.htm&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Travei com esse personagem sinistro da Globo, por e-mail, um pequeno debate sobre o tema do racismo. Tentei lembrar a ele as raízes históricas do racismo no Brasil...&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; O sujeito teve o desplante de afirmar que nem na época Colonial o problema era tão sério, já que negros, muitas vezes, podiam ser proprietários de escravos... É de doer!&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Negros podiam ser proprietários de escravos (em casos raríssimos), desde que escondessem sua condição de negros. Era a estratégia do branqueamento, que já foi estudada por dezenas de pesquisadores. Esse é o tipo do argumento que tenta provocar confusão: &amp;quot;olha, tanto faz a cor, havia negro escravo, negro proprietário de escravos...&amp;quot; Tenha dó.&lt;br&gt; &lt;br&gt; É gente assim que tenta derrubar as quotas para negros nas universidades, argumentando que isso - sim - provocaria &amp;quot;racismo&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Felizmente, essa foi &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;uma das poucas áreas&lt;/span&gt; em que governo Lula avançou, sem medo. E avançou porque o movimento social pressionou. O fato é que as quotas se consolidam (apesar da gritaria dos &amp;quot;jornalistas&amp;quot; e &amp;quot;geógrafos&amp;quot; muito bem pagos para defender as teses de nossas elites), vão virar até lei nas Universidades Federais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para a gloriosa classe média brasileira, restará o papel patético (desculpem a repetição , mas é o adjetivo perfeito para esse povo) de estabelecer quotas ao contrário, vetando gente &amp;quot;de cor&amp;quot; para cuidar das criancinhas brancas do Leblon e de Higienópolis.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/01/pode-ser-uma-pessoa-de-cor.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-1978558863284933315</guid><pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.190-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Porque Alexandre Garcia foi demitido da Globo</title><description>&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/rwZ3EWrFwJ0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/rwZ3EWrFwJ0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/01/porque-alexandre-garcia-foi-demitido-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-3537310140357028650</guid><pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.191-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Direito de Resposta Brizola x Globo</title><description>&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/ObW0kYAXh-8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/ObW0kYAXh-8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/01/direito-de-resposta-brizola-x-globo.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-3168438289954767587</guid><pubDate>Sat, 10 Jan 2009 02:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.192-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Israel nasceu de uma campanha terrorista</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;div&gt; 			&lt;div&gt;Ou: as voltas que o mundo dá.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;			&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; 			&lt;h1&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.campodemarte.com/israel-nacio-de-una-campana-terrorista.html&quot; rel=&quot;bookmark&quot; title=&quot;Enlace permanente a Israel nació de una campaña terrorista&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Israel nació de una campaña terrorista&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;  			&lt;div&gt;El terrorismo indiscriminado moderno comenzó con una campaña de los grupos sionistas judíos en Palestina contra la población árabe&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;		&lt;/div&gt; 		 		 		 		&lt;div&gt;Por &lt;a href=&quot;http://www.campodemarte.com/author/alvaropb/&quot; title=&quot;Entradas de Alvaro Peredo&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Alvaro Peredo&lt;/a&gt;, en 18 de Agosto de 2008&lt;/div&gt; 		 		 			&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;La fundación del Estado de &lt;a href=&quot;http://es.wikipedia.org/wiki/Israel&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Israel &lt;/a&gt;estuvo &lt;b&gt;precedida de una tremenda campaña terrorista ejecutada por diversas organizaciones, entre cuyos miembros se encontraban personas que se convirtieron con el tiempo en destacadas y respetadas personalidades de la política israelí&lt;/b&gt;. Y todo ello en vísperas de la Segunda Guerra Mundial.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img style=&quot;float: left;&quot; title=&quot;declaration_of_state_of_israel_1948&quot; src=&quot;http://www.campodemarte.com/files/2008/06/declaration_of_state_of_israel_1948.jpg&quot; alt=&quot;&quot;&gt;El terrorismo indiscriminado moderno comenzó con una campaña de los grupos sionistas judíos en Palestina contra la población árabe en un intento de aterrorizar a todo aquel que se opusiese a la creación de un Estado judío en la región.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Los primeros atentados indiscriminados contra la población árabe se sucedieron a finales de los años 30&lt;/b&gt;. El 16 d julio un individuo provisto de una kufia y túnica, entra en un mercado repleto de gente con dos cantaros de leche que deposita en el suelo para marcharse a continuación. Tras unos minutos, los cantaros estallaron y sembraron el mercado con los cadáveres de 21 personas. 52 más se encontraban heridas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;La Irgun, una de las organizaciones judías mas extremistas habían inaugurado una nueva era, la del terrorismo indiscriminado. Tan sólo una semana más tarde, otro mercado de la Ciudad Vieja de Jerusalén, fue victima de una mina. La explosión se produjo en el momento en el que los fieles salían de orar de la mezquita. Ocho personas murieron y treinta mas resultaron heridas. No contentos con los resultados, una nueva bomba colocada en un mercado de Haifa mató a 39 árabes y dejó a 70 más heridos. Al día siguiente otra bomba acababa con la vida de 24 personas. Masacre tras masacre.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;El historiador israelí Benny Morris, profesor de la Universidad Ben Gurion de Beersheba, explica que antes de aquella ola de atentados &quot;los árabes y en menor medida judíos disparaban a vehículos y peatones&quot;. A veces &quot;utilizaban granadas matando a unos pocos transeúntes y pasajeros&quot;&lt;/b&gt;. &quot;Ahora, por vez primera, se colocaban bombas en centros árabes llenos de gente y docenas de personas eran asesinadas y mutiladas indiscriminadamente&quot;. Los árabes no tardaron en copiar los mismos métodos y este tipo de actos &quot;se convirtió en algo así como una tradición: en el futuro, mercados, estaciones de autobuses, cines y otros edificios públicos de Palestina serían los objetivos de rutina, dándole un tinte brutal al conflicto&quot;. &lt;p&gt;Las dos principales organizaciones paramilitares judías fueron la &lt;a href=&quot;http://es.wikipedia.org/wiki/Hagan%C3%A1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Haganna &lt;/a&gt;y la &lt;a href=&quot;http://es.wikipedia.org/wiki/Irg%C3%BAn&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Irgun&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;  &lt;b&gt; La Haganna había sido constituida al principio como organización de autodefensa de las colonias judías en Palestina. Esta cambió a una táctica más agresiva a raíz de los levantamientos árabes de 1929 contra de la inmigración masiva&lt;/b&gt;. Estaba dirigida por Abraham Tahomi, emigrante ruso veterano de los grupos defensivos contra los pogromos en Odessa y próximo ideológicamente al fascismo. La Agenda Judía pasaría a dirigir la organización.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img style=&quot;float: left;&quot; title=&quot;is-wb-gs-gh_v3&quot; src=&quot;http://www.campodemarte.com/files/2008/06/is-wb-gs-gh_v3-187x300.png&quot; alt=&quot;&quot; height=&quot;300&quot; width=&quot;187&quot;&gt;Por otro lado se encontraba el aún mas extremista Irgun, que para la década de los 30 recibiría el apoyo de diversas organizaciones como de &lt;b&gt;el Betar&lt;/b&gt; (de ideología fascista), de miembros de la organización deportiva Macabi, del Partido General Sionista de carácter ultraortodoxo, el Mizrahi &lt;b&gt;y del Partido Revisionista de Jabotinsky&lt;/b&gt; (miembro del ala ultraderechista del sionismo).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde 1936 el Irgún y la Haganna actuaron frecuentemente cometiendo asesinatos en venganza por otros asesinatos cometidos por árabes o en acciones de terror de mayor envergadura contra la población árabe. Hacia 1939, la Haganna al mando de Ben Gurion, cambió de táctica ante la presión de los ingleses y la necesidad de este de dar una imagen mas moderada. &lt;b&gt;En los primeros meses de ese año Ben Gurion encargo la formación de tres grupos ultrasecretos, que se encargarían de realizar los trabajos mas sucios y dichos trabajos no se hicieron esperar&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Las luchas entre las facciones árabes y judías, aumentaba la represión británica y a finales de 1937, Londres cancelaba su proyecto de partición para Palestina. El secretario de Colonias, William Ormsby-Gore, antiguo partidario del sionismo, dimitió desengañado y comento que &quot;Los árabes son traidores e indignos de confianza, los judíos son codiciosos y, cuando se los libera de la persecución, agresivos. A los árabes no puede confiarse el gobierno de los judíos del mismo modo que a los judíos no puede confiarse el gobierno de los arabes&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;En 1944, el líder de la Irgun, David Raziel, moría a manos de los alemanes en Irak, durante un misión secreta encargada por los británicos. &lt;b&gt;Le sucedió el futuro primer de Israel, el polaco Menahem Begin, un partido predilecto del ultraderechista Jabotinsky&lt;/b&gt;. Begin reorganizó la Irgun. El grupo se lanzó a una serie de ataques y atentados contra comisarías y oficinas de inmigración e impuestos del Gobierno británico. En una de sus acciones, voló el edificio de la inteligencia inglesa en Jerusalen, un atentado que se volvió contra él a los propios judíos revisionistas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Otro de los &lt;b&gt;grupos judío mas extremistas judías sino el más, la banda &lt;a href=&quot;http://es.wikipedia.org/wiki/Abraham_Stern&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Stern&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, nombró a otro futuro primer ministro, Yitzak Shamir, como jefe de operaciones. El Stern &lt;b&gt;fue el grupo que asesino al enviado de la ONU, Folke Bernadotte en 1948&lt;/b&gt;. Ben Gurion ilegaliz6 al Stern tras el asesinato y ordenó a la Haganna capturar y eliminar a miembros del Stern y la Irgun. Shamir también envió a dos asesinos a El Cairo para que asesinasen a Lord Moyne, ministro de Estado británico para el Próximo Oriente. Los asesinos capturados y juzgados en Egipto, fueron ahorcados pero Shamir se mantuvo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A mediados del año 1945, la Hagana interrumpió la persecución de los miembros del Stern y la Irgun. &lt;b&gt;Los tres grupos unieron sus fuerzas para iniciar una nueva escalada contra Gran Bretaña y a mediados de 1946, la Irgun demolió sin previo aviso un ala del Hotel King David de Jerusalen, en el cual se encontraba la sede administrativa civil y militar inglesa. 90 personas fueron asesinadas&lt;/b&gt;. La Haganna condenó el atentado…&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img style=&quot;float: left;&quot; title=&quot;225px-yitzhak_shamir&quot; src=&quot;http://www.campodemarte.com/files/2008/06/225px-yitzhak_shamir-159x300.jpg&quot; alt=&quot;&quot; height=&quot;300&quot; width=&quot;159&quot;&gt;Con los británicos ya fuera de Palestina la Haganna, con 35.000 hombres se unió de nuevo al Irgun que poseía 3.000. 50 hombres mas del Stern se unieron y desde entonces hasta el fin de la primera guerra árabe – israelí, llevaron adelante una estrategia basada en el terror.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Matanzas indiscriminadas y guerra psicológica contra poblados árabes desarmados fue el método para practicas la &quot;limpiar&quot; la &quot;Tierra prometida&quot; de impuros. &lt;b&gt;El peor de estos actos ocurrió en la aldea de Deir Yassin&lt;/b&gt;, donde familias enteras murieron sepultadas dentro de sus viviendas dinamitadas. Los que salían de las casas eran abatidos y los algunos mujeres, nifios y ancianos supervivientes fueron trasladados en un camión a la parte judia de Jerusalen para ser exhibidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Tres días después de la masacre de Deir Yassin, en la que &lt;a href=&quot;http://es.wikipedia.org/wiki/Isaac_Shamir&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Yitzhak Shamir&lt;/a&gt; había jugado un papel fundamental, el comandante Levy del Shai, del servicio de inteligencia de la Haganna comentó… &quot;Familias enteras fueron asesinadas y había pilas de muertos en varios sitios. Algunos de los prisioneros, incluyendo mujeres y niños, fueron asesinados por sus captores. Los miembros del LHI (Stern) relataron que los de la Irgun violaron a algunas jóvenes árabes y luego las asesinaron&quot;&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Un mes después de Deir Yassin, se fundaba el Estado de Israel. Dos terroristas de las organizaciones judías mas extremistas, que participaron en algunos de los atentados más brutales de su tiempo, llegaron a lo más alto de la política y desde sus puestos continuaron ejecutando las mismas estrategias de terror en Palestina y el vecino Líbano.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2009/01/israel-nasceu-de-uma-campanha.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-1042772891434306411</guid><pubDate>Sat, 27 Dec 2008 09:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.192-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>AS COTAS PARA NEGROS: POR QUE MUDEI DE OPINIÃO</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;br /&gt;Comentário: A imprensa não faz seu papel de ouvir todas as vozes. Opiniões como as do William só escapam assim - pelos blogs.&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Do Azenha&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;AS COTAS PARA NEGROS: POR QUE MUDEI DE OPINIÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;William Douglas*&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Lyra, Promotor de Justiça, um dos autores do Código Penal de 1940, ao lado de Alcântara Machado e Nelson Hungria, recomendava aos colegas de Ministério Público que &quot;antes de se pedir a prisão de alguém deveria se passar um dia na cadeia&quot;. Gênio, visionário e à frente de seu tempo, Lyra informava que apenas a experiência viva permite compreender bem uma situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem procurar meus artigos, verá que no início era contra as cotas para negros, defendendo – com boas razões, eu creio – que seria mais razoável e menos complicado reservá-las apenas para os oriundos de escolas públicas. Escrevo hoje para dizer que não penso mais assim. As cotas para negros também devem existir. E digo mais: a urgência de sua consolidação e aperfeiçoamento é extraordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora juiz federal, não me valerei de argumentos jurídicos. A Constituição da República é pródiga em planos de igualdade, de correção de injustiças, de construção de uma sociedade mais justa. Quem quiser, nela encontrará todos os fundamentos que precisa. A Constituição de 1988 pode ser usada como se queira, mas me parece evidente que a sua intenção é, de fato, tornar esse país melhor e mais decente. Desde sempre as leis reservaram privilégios para os abastados, não sendo de se exasperarem as classes dominantes se, umas poucas vezes ao menos, sesmarias, capitanias hereditárias, cartórios e financiamentos se dirigirem aos mais necessitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me valerei de argumentos técnicos nem jurídicos dado que ambos os lados os têm em boa monta, e o valor pessoal e a competência dos contendores desse assunto comprovam que há gente de bem, capaz, bem intencionada, honesta e com bons fundamentos dos dois lados da cerca: os que querem as cotas para negros, e os que a rejeitam, todos com bons argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, em texto simples, quero deixar clara minha posição como homem, cristão, cidadão, juiz, professor, &quot;guru dos concursos&quot; e qualquer outro adjetivo a que me proponha: as cotas para negros devem ser mantidas e aperfeiçoadas. E meu melhor argumento para isso é o aquele que me convenceu a trocar de lado: &quot;passar um dia na cadeia&quot;. Professor de técnicas de estudo, há nove anos venho fazendo palestras gratuitas sobre como passar no vestibular para a EDUCAFRO, pré-vestibular para negros e carentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo, por ideologia, contra um pré-vestibular &quot;para negros&quot;, aceitei convite para aulas como voluntário naquela ONG por entender que isso seria uma contribuição que poderia ajudar, ou seja, aulas, doação de livros, incentivo. Sempre foi complicado chegar lá e dizer minha antiga opinião contra cotas para negros, mas fazia minha parte com as aulas e livros. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;E nessa convivência fui descobrindo que se ser pobre é um problema, ser pobre e negro é um problema maior ainda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai foi lavrador até seus 19 anos, minha mãe operária de &quot;chão de fábrica&quot;, fui pobre quando menino, remediado quando adolescente. Nada foi fácil, e não cheguei a juiz federal, a 350.000 livros vendidos e a fazer palestras para mais de 750.000 pessoas por um caminho curto, nem fácil. Sei o que é não ter dinheiro, nem portas, nem espaço. Mas tive heróis que me abriram a picada nesse matagal onde passei. E conheço outros heróis, negros, que chegaram longe, como Benedito Gonçalves, Ministro do STJ, Angelina Siqueira, juíza federal. Conheço vários heróis, negros, do Supremo à portaria de meu prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Apenas não acho que temos que exigir heroísmo de cada menino pobre e negro desse país&lt;/span&gt;. Minha filha, loura e de olhos claros, estuda há três anos num colégio onde não há um aluno negro sequer, onde há brinquedos, professores bem remunerados, aulas de tudo; sua similar negra, filha de minha empregada, e com a mesma idade, entrou na escola esse ano, escola sem professores, sem carteiras, com banheiro quebrado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Minha filha tem psicóloga para ajudar a lidar com a separação dos pais, foi à Disney, tem aulas de Ballet. A outra, nada, tem um quintal de barro, viagens mais curtas. A filha da empregada, que ajudo quanto posso, visitou minha casa e saiu com o sonho de ter seu próprio quarto, coisa que lhe passou na cabeça quando viu o quarto de minha filha, lindo, decorado, com armário inundado de roupas de princesa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Toda menina é uma princesa, mas há poucas das princesas negras com vestidos compatíveis, e armários, e escolas compatíveis, nesse país imenso. A princesa negra disse para sua mãe que iria orar para Deus pedindo um quarto só para ela, e eu me incomodei por lembrar que Deus ainda insiste em que usemos nossas mãos humanas para fazer Sua Justiça. Sei que Deus espera que eu, seu filho, ajude nesse assunto. E se não cresse em Deus como creio, saberia que com ou sem um ser divino nessa história, esse assunto não está bem resolvido. O assunto demanda de todos nós uma posição consistente, uma que não se prenda apenas à teorias e comece a resolver logo os fatos do cotidiano: faltam quartos e escolas boas para as princesas negras, e também para os príncipes dessa cor de pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que tenha nada contra o bem estar da minha menina: os avós e os pais dela deram (e dão) muito duro para ela ter isso. Apenas não acho justo nem honesto que lá na frente, daqui a uma década de desigualdade, ambas sejam exigidas da mesma forma. Eu direi para minha filha que a sua similar mais pobre deve ter alguma contrapartida para entrar na faculdade. Não seria igualdade nem honesto tratar as duas da mesma forma só ao completarem quinze anos, mas sim uma desmesurada e cruel maldade, para não escolher palavras mais adequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não se diga que possamos deixar isso para ser resolvido só no ensino fundamental e médio. É quase como não fazer nada e dizer que tudo se resolverá um dia, aos poucos. Já estamos com duzentos anos de espera por dias mais igualitários. Os pobres sempre foram tratados à margem. O caso é urgente: vamos enfrentar o problema no ensino fundamental, médio, cotas, universidade, distribuição de renda, tributação mais justa e assim por diante. Não podemos adiar nada, nem aguardar nem um pouco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi vendo meninos e meninas negros, e negros e pobres, tentando uma chance, sofrendo, brilhando nos olhos uma esperança incômoda diante de tantas agruras, que fui mudando minha opinião. Não foram argumentos jurídicos, embora eu os conheça, foi passar não um, mas vários &quot;dias na cadeia&quot;. Na cadeia deles, os pobres, lugar de onde vieram meus pais, de um lugar que experimentei um pouco só quando mais moço. De onde eles vêm, as cotas fazem todo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém discorda das cotas, me perdoe, mas não devem faze-lo olhando os livros e teses, ou seus temores. Livros, teses, doutrinas e leis servem a qualquer coisa, até ao nazismo. Temores apenas toldam a visão serena. Para quem é contra, com respeito, recomendo um dia &quot;na cadeia&quot;. Um dia de palestra para quatro mil pobres, brancos e negros, onde se vê a esperança tomar forma e precisar de ajuda. Convido todos que são contra as cotas a passar conosco, brancos e negros, uma tarde num cursinho pré-vestibular para quem não tem pão, passagem, escola, psicólogo, cursinho de inglês, ballet, nem coisa parecida, inclusive professores de todas as matérias no ensino médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é contra as cotas para negros, eu o respeito. Aliás, também fui contra por muito tempo. Mas peço uma reflexão nessa semana: na escola, no bairro, no restaurante, nos lugares que freqüenta, repare quantos negros existem ao seu lado, em condições de igualdade (não vale porteiro, motorista, servente ou coisa parecida). Se há poucos negros ao seu redor, me perdoe, mas você precisa &quot;passar um dia na cadeia&quot; antes de firmar uma posição coerente não com as teorias (elas servem pra tudo), mas com a realidade desse país. Com nossa realidade urgente. Nada me convenceu, amigos, senão a realidade, senão os meninos e meninas querendo estudar ao invés de qualquer outra coisa, querendo vencer, querendo uma chance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, &quot;os negros vão atrapalhar a universidade, baixar seu nível&quot;, conheço esse argumento e ele sempre me preocupou, confesso. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Mas os cotistas já mostraram que sua média de notas é maior, e menor a média de faltas do que as de quem nunca precisou das cotas&lt;/span&gt;. Curiosamente, negros ricos e não cotistas faltam mais às aulas do que negros pobres que precisaram das cotas. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;A explicação é simples: apesar de tudo a menos por tanto tempo, e talvez por isso, eles se agarram com tanta fé e garra ao pouco que lhe dão, que suas notas são melhores do que a média de quem não teve tanta dificuldade para pavimentar seu chão. Somos todos humanos, e todos frágeis e toscos: apenas precisamos dar chance para todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos confirmar as cotas para negros e para os oriundos da escola pública. Temos que podemos considerar não apenas os deficientes físicos (o que todo mundo aceita), mas também os econômicos, e dar a eles uma oportunidade de igualdade, uma contrapartida para caminharem com seus co-irmãos de raça (humana) e seus concidadãos, de um país que se quer solidário, igualitário, plural e democrático. Não podemos ter tanta paciência para resolver a discriminação racial que existe na prática: vamos dar saltos ao invés de rastejar em direção a políticas afirmativas de uma nova realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não concorda, respeito, mas só se você passar um dia conosco &quot;na cadeia&quot;. Vendo e sentindo o que você verá e sentirá naquele meio, ou você sairá concordando conosco, ou ao menos sem tanta convicção contra o que estamos querendo: igualdade de oportunidades, ou ao menos uma chance. Não para minha filha, ou a sua, elas não precisarão ser heroínas e nós já conseguimos para elas uma estrada. Queremos um caminho para passar quem não está tendo chance alguma, ao menos chance honesta. Daqui a alguns poucos anos, se vierem as cotas, a realidade será outra. Uma melhor. E queremos você conosco nessa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não creio que esse mundo seja seguro para minha filha, que tem tudo, se ele não for ao menos um pouco mais justo para com os filhos dos outros, que talvez não tenham tido minha sorte&lt;/span&gt;. Talvez seus filhos tenham tudo, mas tudo não basta se os filhos dos outros não tiverem alguma coisa. Seja como for, por ideal, egoísmo (de proteger o mundo onde vão morar nossos filhos), ou por passar alguns dias por ano &quot;na cadeia&quot; com meninos pobres, negros, amarelos, pardos, brancos, é que aposto meus olhos azuis dizendo que precisamos das cotas, agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, financiar os meninos pobres, negros, pardos, amarelos e brancos, para que estudem e pelo conhecimento mudem sua história, e a do nosso país comum pois, afinal de contas, moraremos todos naquilo que estamos construindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, como diria Roberto Lyra, em uma de suas falas, &quot;O sol nascerá para todos. Todos dirão – nós – e não – eu. E amarão ao próximo por amor próprio. Cada um repetirá: possuo o que dei. Curvemo-nos ante a aurora da verdade dita pela beleza, da justiça expressa pelo amor.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiça expressa pelo amor e pela experiência, não pelas teses. As cotas são justas, honestas, solidárias, necessárias. E, mais que tudo, urgentes. Ou fique a favor, ou pelo menos visite a cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*juiz federal (RJ), mestre em Direito (UGF), especialista em Políticas Públicas e Governo (EPPG/UFRJ), professor e escritor. Site do autor: (&lt;a href=&quot;http://www.williamdouglas.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.williamdouglas.com.br/&lt;/a&gt;).&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/as-cotas-para-negros-por-que-mudei-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-8158198591872400520</guid><pubDate>Fri, 26 Dec 2008 01:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.192-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Dica: &quot;Bar Bodega, um crime de imprensa&quot;</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;font style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;Comentário: Jovens negros são presos e apresentados pela polícia à mídia como assassinos de dois jovens brancos num bar frequentado pela elite paulistana. O suficiente para a imprensa fotografá-los, incriminá-los e execrá-los em praça pública. Em meio ao tom de revolta da classe média e sensacionalismo de imprensa, a colunista Barbara Gancia , da Folha, bradava em alto e bom tom: &amp;quot;a vontade é &lt;/font&gt;&lt;font style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;span&gt;é enfiar o cano do revólver na boca dessa sub-raça e mandar ver&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os rapazes foram libertados por falta de provas.&lt;br&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Bar Bodega. Um crime de Imprensa. De Carlos Dornelles, agora na Record.&lt;/font&gt;&lt;br style=&quot;font-family: times new roman,new york,times,serif;&quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;&lt;/span&gt;Resenha&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;span&gt;Livro-reportagem sobre um crime que mobilizou a opinião pública brasileira, Bar Bodega mostra como a violência e a barbaridade podem ser amplificadas pelo arbítrio das autoridades e pela ação negligente e sensacionalista da imprensa. A partir de um levantamento minucioso (entrevistas com os envolvidos nas investigações, exames de laudos processuais), o jornalista Carlos Dorneles reconstitui as circunstâncias do assassinato de dois jovens de classe média alta num bar de São Paulo, na madrugada do dia 10 de agosto de 1996, e do escândalo jurídico que o sucedeu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Naquela noite, um bando de homens armados entrou no bar Bodega, no bairro de Moema, iniciando um assalto que teria como desfecho os dois tiros a queima-roupa contra o dentista José Renato Tahan, de 26 anos (que entrara desavisadamente na choperia), e a morte da estudante de odontologia Adriana Ciola, de 23 anos (que estava no Bodega desde o início do assalto e foi alvejada de maneira gratuita no momento em que os assassinos fugiam). &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O fato de o crime ter ocorrido num bar freqüentado pela elite paulistana, de propriedade de atores conhecidos (Luis Gustavo e os irmãos Tato e Cássio Gabus Mendes), logo levou o caso para as primeiras páginas dos jornais. As manchetes falavam em pânico coletivo e epidemia de violência; os editoriais contestavam os defensores dos direitos humanos, descrevendo seus argumentos como catequese ideológica.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Paralelamente, os familiares de Adriana Ciola lideraram a formação do movimento Reage São Paulo, com apoio da Fiesp, da Federação do Comércio e personalidades como Hebe Camargo, o rabino Henry Sobel e o presidente da Força Sindical, Luís Antonio Medeiros, promovendo passeatas, manifestações no Ibirapuera e protestos em frente ao Palácio dos Bandeirantes.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Nesse clima, com a polícia pressionada pela opinião pública, começam as primeiras prisões de suspeitos, imediatamente identificados como culpados por boa parte da imprensa: enquanto um jornal da capital anuncia &quot;Presos assassinos do Bar Bodega&quot;, uma colunista de outro grande diário escreve que os assaltantes são animais que matam por esporte, sentenciando: &quot;São veneno sem antídoto, nenhum presídio recuperaria répteis dessa natureza. A vontade de qualquer pessoa normal é enfiar o cano do revólver na boca dessa sub-raça e mandar ver&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dentre os nove detidos estava Cléverson, menor infrator envolvido com drogas, acusado de assassinato e com passagem pela Febem. E é por meio da trajetória desse jovem delinqüente, atormentado e em busca de reconciliação com a vida familiar, que Carlos Dorneles consegue dar dramaticidade ao livro, sem prejuízo do rigor documental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Repórter da TV Globo desde 1983, o jornalista gaúcho acompanha nuances da biografia de Cléverson e mostra não apenas como a exclusão pode levar à criminalidade – mas como a condição de marginal pode levar à acusação por crimes não cometidos e à supressão dos direitos jurídicos mais elementares. Mostra, ainda, como o caso Bodega arrebatou as vidas de outros rapazes da periferia paulistana, jovens trabalhadores inocentes que, em meio a acusações e ao terror policial, tornam-se também delatores, alimentando a violência em espiral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O clímax do episódio ocorre quando, alguns meses depois da detenção dos suspeitos e de sua execração pública, a verdade começa a vir à tona: sete dos nove presos são libertados por insuficiência de provas,&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; constatando-se que confissões haviam sido obtidas sob tortura e com a conivência de uma população sedenta de vingança.&lt;/span&gt; Esta verdade, porém, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;seria reconhecida de maneira discreta pela imprensa, q&lt;/span&gt;ue omitiu seu próprio papel na legitimação do disparate jurídico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando finalmente são identificados e processados os autores dos assassinatos, verifica-se que &quot;nas matérias telegráficas que a imprensa publicou, nenhum comentário sobre o fato de que &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;os acusados anteriores eram negros ou mulatos, e não brancos como os verdadeiros assaltantes&quot;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;WgoR0d&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/dica-bar-bodega-um-crime-de-imprensa.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-7581679674623070393</guid><pubDate>Wed, 24 Dec 2008 03:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.193-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Verissimo compara avanços na luta contra o racismo no Brasil e nos EUA; leia artigo</title><description>23/12/2008 &lt;div class=&quot;ad1&quot;&gt;&lt;br&gt; &lt;object classid=&quot;clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0&quot; id=&quot;flashad&quot; height=&quot;150&quot; width=&quot;180&quot;&gt; &lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://bn.i.uol.com.br/0811/cyrela/folha/13/cyrela_180x150_guarda-chuva-zn.swf&quot;&gt;&lt;param name=&quot;flashvars&quot; 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      &lt;div id=&quot;articleBy&quot;&gt; &lt;p&gt; da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt; As primárias do Partido Democrata ainda não estavam decididas quando Luís Fernando Verissimo escreveu o artigo &amp;quot;A Questão&amp;quot;, usando a candidatura de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos como ponto de partida para comparar os avanços de Brasil e EUA na luta contra o racismo. &lt;/p&gt;  &lt;table class=&quot;fe175&quot;&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;fo1c&quot;&gt;Divulgação&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/08324343.jpg&quot; alt=&quot;Verissimo analisa temas atuais em crônicas breves e contundentes&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;fo1l&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/&quot;&gt;Verissimo analisa temas atuais em crônicas breves e contundentes&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p&gt;Verissimo afirma no artigo que, ao contrário do que acontece no Brasil, a guerra por direitos iguais nunca foi &amp;quot;disfarçada ou desconversada&amp;quot; nos EUA. &amp;quot;A miscigenação entre nós não tem significado integração por vias naturais, e sim apenas outra forma de despolitizar e adiar a questão&amp;quot;, diz. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O artigo, que pode ser lido na íntegra abaixo, faz parte da coleção de crônicas de Luís Fernando Verissimo selecionadas para o livro &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;O Mundo É Bárbaro - E o que Nós Temos a Ver Com Isso&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, da editora Objetiva, disponível &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/&quot;&gt;na Livraria da Folha&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Em textos breves, Verissimo exibe olhar crítico sobre temas como racismo, política, economia, a ascensão chinesa, a guerra contra o terror, o passado e o futuro do Brasil e da América Latina. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Leia abaixo o artigo do autor sobre como os EUA e o Brasil lidam com o racismo. &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;star&quot;&gt; * &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;A Questão&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É difícil imaginar um negro como Barack Obama sendo eleito presidente - do Brasil. Dos Estados Unidos, talvez. Lá um negro já chegou a secretário de Estado, e foi substituído no cargo por uma negra. Desculpe: afro-descendente. Pelo menos não escrevi &amp;quot;um negão como Barack Obama&amp;quot;, ou, para mostrar que não sou racista, &amp;quot;um negrinho&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A diferença entre um país e outro é essa. Lá o racismo é uma questão nacional. Aqui uma ficção de integração dilui a questão racial. E se a questão não existe, se ninguém é racista, por que nos preocuparmos com denominações corretas ou incorretas? Só quando a ficção é desafiada, como no caso das cotas universitárias, é que aparece o apartheid que não se reconhece. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos marcos das relações raciais nos Estados Unidos não foi a primeira vez em que um negro interpretou um herói no cinema, provavelmente o Sidney Poitier. Nem a primeira vez em que um negro e uma branca, ou vice-versa, namoraram na tela. Foi a primeira vez em que um negro foi o vilão do filme. Colin Powell e Condoleezza Rice, que chegaram a secretários de Estado, e o próprio Obama, devem suas carreiras a esse vilão histórico, que significou o fim dos estereótipos e a aceitação, sem melindres, de que negro também pode ser ruim, igual a branco. Se a cor da pele não determinava mais que ele fosse sempre retratado como um inferior virtuoso ou uma vítima, também não o descriminava de outras maneiras. Powell e Rice levaram essa reversão de esteréotipos ainda mais longe. Os dois são do partido republicano. Como Clarence Thomas, único juiz negro da Suprema Corte americana que também é um dos seus membros mais conservadores. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Claro que a cor da pele vai ser um fato na eleição ou não do Obama, como o fato de ser mulher vai ajudar ou não a Hillary. Por isso mesmo, sua possível eleição seria uma prova dessa transformação da questão racial no país, uma vitória numa guerra por direitos iguais que lá - ao contrário do Brasil - nunca foi disfarçada, ou desconversada. Aqui a miscigenação significou que alguns quase-negros, ou só um pouco afro-descendentes, chegassem ao poder, mas miscigenação entre nós não tem significado integração por vias naturais, e sim apenas outra forma de despolitizar e adiar a questão. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Obama será o candidato dos democratas? Estão comparando sua campanha com a de Bob Kennedy, pelo entusiasmo que provoca numa faixa de idade que não se interessava tanto por política desde a mobilização contra a guerra do Vietnã. Li que 40 por cento dos americanos que podem votar este ano nunca conheceram outro presidente que não fosse um Bush ou o Clinton, e Hillary seria outro Clinton nessa dança de dinastias. Assim, Obama seria uma novidade em mais do que o sentido racial. Como se precisassem outros. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na comparação com Bob Kennedy, claro, ninguém ainda lembrou (pelo menos não sem bater na madeira) que aquela novidade terminou numa poça de sangue, no chão de uma cozinha de hotel. Batamos todos na madeira. &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;star&quot;&gt; * &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;O Mundo É Bárbaro - E o que Nós Temos a Ver Com Isso&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Luis Fernando Verissimo&lt;br&gt; &lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Objetiva&lt;br&gt; &lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 160&lt;br&gt; &lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 29,90&lt;br&gt; &lt;b&gt;Onde comprar&lt;/b&gt;: pelo telefone 0800-140090 ou &lt;a href=&quot;http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/&quot;&gt;no site da Livraria da Folha&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;b&gt;Leia mais&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u451586.shtml&quot;&gt;Cientista propõe a &amp;quot;desinvenção&amp;quot; do CONCEITO DE RAÇAS&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u469443.shtml&quot;&gt;Brasil era visto como &amp;quot;LABORATÓRIO RACIAL&amp;quot; no século 19&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u469488.shtml&quot;&gt;Gilberto Freyre rejeitou IDÉIAS RACISTAS em ensaio de interpretação do Brasil&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u469589.shtml&quot;&gt;Saiba explicar para as crianças por que as pessoas têm DIFERENTES CORES de pele&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/verissimo-compara-avanos-na-luta-contra.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-3282662079147704200</guid><pubDate>Tue, 23 Dec 2008 02:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.193-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Protógenes comeu jornalistas com farinha!</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;br&gt;Comentário:&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; Ao contrário do Roda Viva de Gilmar Mendes, só com amigos, desta vez chamaram críticos do entrevistado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Foram três momentos interessantes. Fernando Rodrigues, da Folha, pergunta porque os agentes secretos da ABIN esconderam suas identidades. Protógenes de forma didática responde que estranho seria que agentes secretos revelassem suas identidades.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fernando poderia dormir sem essa.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Segundo: Noblat se confunde e chama Gilmar Mendes de Gilmar Dantas em rede nacional&lt;/span&gt;. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O inconsciente é fogo.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Houve perguntas sobre porque Dantas é chamado de  bandido por Protógenes. O delegado calmamente responde: porque já foi condenado, ora.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Com imprensa assim, fica fácil para o delegado.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;3&quot; cellspacing=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign=&quot;bottom&quot; width=&quot;400&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font color=&quot;#cc3300&quot;&gt;PROTÓGENES QUEIROZ&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;                   &lt;font color=&quot;#cc3300&quot;&gt;Delegado da Polícia Federal&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;3&quot; cellspacing=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;             &lt;/table&gt;             &lt;br&gt;                          &lt;span&gt;A Operação Satiagraha teve início há 3 anos, como desdobramento do caso do mensalão. O trabalho da CPI dos Correios levou a Polícia Federal a iniciar uma investigação, que acabou apresentando indícios dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, sonegação fiscal, formação de quadrilha, gestão fraudulenta, alem de uso indevido de informação privilegiada. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A Operação Satigraha foi realizada dia 8 de julho nas cidades de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador e contou com a participação de 300 policiais federais, que executaram 24 mandados de prisão e 56 mandados de busca e apreensão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O juiz do caso, Fausto de Sanctis, autorizou a prisão do banqueiro Daniel Dantas, duas vezes e, em ambas, o dono do Banco Opportunity recebeu um habeas corpus do Supremo Tribunal Federal poucas horas depois. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Atualmente, as investigações estão sob a responsabilidade do delegado Ricardo Saadi. Ele assumiu o posto depois que Protógenes Queiroz, responsável pela investigação e pela Operação, deixou o caso 8 dias após as prisões. Ele é alvo de um processo administrativo que apura desvio de conduta e quebra de sigilo funcional.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além da Satiagraha, Protógenes Queiroz foi responsável por outras grandes operações da PF, como as que resultaram nas prisões do ex-prefeito Paulo Maluf e do contrabandista chinês Law Kin Chong e investigou também crimes financeiros realizados com o uso de contas CC5 e a organização criminosa comandada pelo ex-deputado Hildebrando Pascoal.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br&gt;                          &lt;span&gt;&lt;u&gt;Entrevistadores&lt;/u&gt;: Ricardo Noblat, colunista do jornal O Globo e titular do Blog do Noblat; Renato Lombardi, comentarista do Jornal da Cultura; Fernando Rodrigues, colunista e repórter do jornal Folha de S. Paulo em Brasília e Fausto Macedo, repórter de política do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;br&gt;&lt;b&gt;Twitters no estúdio:&lt;/b&gt; Sérgio Amadeu, sociólogo, (&lt;a href=&quot;http://twitter.com/samadeu&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://twitter.com/samadeu&lt;/a&gt;); Paula Signorini, bióloga, (&lt;a href=&quot;http://twitter.com/paulabio&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://twitter.com/paulabio&lt;/a&gt;) e Murilo Machado, estudante de jornalismo (&lt;a href=&quot;http://twitter.com/murilomachado&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://twitter.com/murilomachado&lt;/a&gt;).&lt;br&gt;&lt;b&gt;Fotógrafo convidado:&lt;/b&gt; Fernando Mafra (&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/f_mafra&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.flickr.com/photos/f_mafra&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br&gt;              &lt;br&gt;                          &lt;span&gt;&lt;u&gt;Apresentação&lt;/u&gt;: Lillian Witte Fibe&lt;/span&gt;     &lt;br&gt;&lt;div class=&quot;WgoR0d&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/protgenes-comeu-jornalistas-com-farinha.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-3289518141066160114</guid><pubDate>Fri, 19 Dec 2008 22:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.193-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>NOBLAT: quem grampeou foi a Veja!</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;br&gt;Comentário: há informações de que as redações estão cada vez mais convictas da irresponsabilidade da Veja na montagem do tal grampo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um jornalista que é até pouco crítico da revista disparou hoje cedo:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt; DO NOBLAT&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&quot;A VEJA diz ter recebido de um agente da ABIN a transcrição da conversa entre Mendes e Torres. Os dois leram a transcrição e disseram que de fato haviam travado aquela conversa - e naqueles termos. Não é razoável imaginar que o presidente do Supremo e o senador tenham se juntado à VEJA para inventar uma história que quase provocou uma crise institucional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a ABIN não grampeou Mendes ou Torres, alguém pode ter grampeado.)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;OU SEJA, SE NÃO FOI A ABIN ENTÃO FOI A REVISTA VEJA&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Isso dentro do portal Globo&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/noblat-quem-grampeou-foi-veja.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-288859346602235506</guid><pubDate>Fri, 19 Dec 2008 03:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.193-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Como votaram os senadores na sessão do Senado que aprovou a PEC dos Vereadores</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/12/18/confira-como-votaram-os-senadores-na-sessao-do-senado-que-aprovou-pec-dos-vereadores-587354008.asp&quot;&gt;O GLOBO&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;BRASÍLIA  - Abaixo, como votaram os senadores na   &lt;a target=&quot;_self&quot; href=&quot;http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/12/18/senadores-aprovam-aumento-do-numero-de-vereadores-sem-reducao-de-gastos-587346374.asp&quot;&gt;sessão do Senado que aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC)&lt;/a&gt;  que recria 7.343 dos 8 mil cargos de vereadores cortados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).   &lt;a target=&quot;_self&quot; href=&quot;http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/12/18/mesa-da-camara-se-nega-promulgar-pec-dos-vereadores-exige-nova-analise-dos-deputados-587350603.asp&quot;&gt;(Leia mais: Mesa da Câmara se nega a promulgar PEC dos vereadores e exige nova análise dos deputados)&lt;/a&gt;  	&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No primeiro turno o placar a favor registrou 54 votos a favor, cinco contrários e uma abstenção. No segundo turno, o número de votos a favor subiu para 58. &lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Votaram contra&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;No primeiro turno foram Álvaro Dias (PSDB-PR), João Pedro (PT-AM), Kátia Abreu (DEM-TO), Raimundo Colombo (DEM-SC) e Tião Viana (PT-AC). No segundo turno Álvaro Dias não votou e Cristovam Buarque (PDT-DF) completou os cinco votos contrários. &lt;/p&gt;&lt;strong&gt;Votaram a favor&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;Ada Mello (PTB-AL)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Adelmir Santana (DEM-DF)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aloizio Mercadante (PT-SP)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antônio Carlos Junior (DEM-BA)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antônio Carlos Valadares (PSB-SE)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Arthur Virgílio (PSDB-AM)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Augusto Botelho (PR-RR)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;César Borges (PR-BA)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cícero Lucena (PSDB-PB)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Delcídio Amaral (PT-MS)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Demóstenes Torres (DEM-GO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eduardo Azeredo (PSDB-MG)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eduardo Suplicy(PT-SP)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Expedito Júnior (PR-RO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fátima Cleide (PT-RO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Flávia Arns (PT-PR)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Flexa Ribeiro (PSDB-PA)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Francisco Dornelles (PP-RJ)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gerson Camata (PMDB-ES)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gilberto Goellner (DEM-MT)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gilvam Borges (PMDB-AP)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gim Argello (PTB-DF)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Heráclito Fortes (DEM-PI)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ideli Salvatti (PT-SC)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inácio Arruda (PCdoB-CE)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jayme Campos (DEM-MT)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jefferson Praia (PDT-AM)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;João Vicente Claudino (PTB-PI)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;João Ribeiro (PR-TO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;José Agripino (DEM-RN)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;José Nery (PSOL-PA)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lúcia Vânia (PSDB-GO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Leomar Quintanilha (PMDB-TO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Magno Malta (PR-ES)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mão Santa (PMDB-PI)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Marcelo Crivella (PRB-RJ)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Marco Maciel (DEM-PE)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Marconi Perillo (PSDB-GO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neuto do Conto (PMDB-SC)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Osmar Dias (PDT-PR)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Papaléo Paes (PSDB-AP)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Patrícia Saboya (PDT-CE)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paulo Duque (PMDB-RJ)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Paulo Paim (PT-RS)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pedro Simon (PMDB-RS)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Renato Casagrande (PSB-ES)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Renan Calheiros (PMDB-AL)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Romero Jucá (PMDB-RR)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rosalba Ciarlini (DEM-RN)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Roseana Sarney (PMDB-MA)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sérgio Zambiasi (PTB-RS)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Serys Slhessarenko (PT-MS)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tasso Jereissati (PSDB-CE)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Valdir Raupp (PMDB-RO)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Valter Pereira (PMDB-MS)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Virgílio de CArvalho (PSC-SE)  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Wellington Salgado (PMDB-MG)  &lt;/p&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/como-votaram-os-senadores-na-sesso-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-7552630655862570659</guid><pubDate>Fri, 12 Dec 2008 23:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.194-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Grande Ato Público Pacífico Contra a Violência no Rio - 13 de Dezembro</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;Wj3C7c&quot;&gt;&lt;div vlink=&quot;purple&quot; link=&quot;blue&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot; lang=&quot;PT-BR&quot;&gt;        &lt;br&gt; &lt;div&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.riodepaz.com.br/principal.asp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: windowtext; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Faixa e-mail.jpg&quot; src=&quot;cid:E365FF6E05694AA4977F167A571E1DBE@carballo&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;198&quot; width=&quot;919&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Grande  Ato Público Pacífico contra a Violência - 13 de dezembro - Praia de  Copacabana&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Para  encerrar 2008, a ONG Rio de Paz promove mais um grande ato público na Praia de  Copacabana (Princesa Isabel), neste sábado 13/12, a partir das 6h. Mais de 200  ativistas irão espalhar 16 mil cocos verdes pelas areias de Copacabana,  representando as vítimas de mortes violentas durante os dois últimos  anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;A  estimativa é de 16 mil homicídios(*), considerando homicídios dolosos,  latrocínios, autos de resistência e policiais mortos. Sem contar com as 9 mil  pessoas desaparecidas sem esclarecimentos. Desta vez, a dramatização do cenário  será através dos cocos. O trabalho dos voluntários nesta ação começará a  meia-noite de sexta-feira.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;O  manifesto começa às 6h e será encerrado às 12h30 de Sábado, com um minuto de  silêncio de todos os envolvidos, inclusive familiares das vítimas.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Agenda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;06h  - junto com nascer do sol, os 16 mil cocos estarão espalhados na areia da  praia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;09h  - será estendida uma faixa entre os cocos com a palavra VERGONHA nos idiomas  português, inglês, francês e espanhol. Abaixo os números dos homicídios e  desaparecidos nos últimos dois anos no Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;11h  - três crianças ficarão por cinco minutos entre cocos para representar o descaso  das autoridades. Uma delas com as mãos na boca, outra com as mãos nos olhos e a  terceira com as mãos nos ouvidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;12h  - os cocos serão empilhados e ficarão ao lado de uma grande cruz preta. O  encerramento será com todos sentados na areia da praia em um minuto de  silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;(*)  dados do Instituto de Segurança Pública.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;ATENÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;É  muito importante que os voluntários levem suas camisetas de futebol (Flamengo,  Fluminense, Botafogo ou Vasco), pois queremos mostrar a união entre diferentes  torcidas no combate à violência do Rio de Janeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Não  aceitamos – em hipótese alguma – o argumento derrotista de que não há o que  fazer para evitar que a inacreditável quantidade de homicídios de 2008 volte a  ocorrer nos próximos anos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Faixa ARTIGO III e-mail 3.jpg&quot; src=&quot;cid:436BAA2BF4754981BD00509B7B1AC28F@carballo&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;204&quot; width=&quot;924&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Desejamos  levar os cidadãos a considerarem os seguintes fatos:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;I.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  Não devemos esperar a tragédia alcançar a nossa família para começar a luta pela  pacificação do país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;II.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  O jogo político-eleitoral tem reduzido a liberdade de ação dos nossos  governantes. Muitos sabem o que devem fazer, mas não podem ou têm outros  compromissos como prioridade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;III.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  Sem participação e cobrança da população não haverá mudança significativa no  grave quadro que pesa no cotidiano de todos. Temos que acompanhar de perto as  ações do governo, apoiá-lo em iniciativas que visem à defesa da vida e o  cumprimento da Constituição federal, mas sem tolerar o engano, e as medidas  superficiais ou de desrespeito a direitos de parte da população.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;IV.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  O protesto nas ruas é um meio democrático e eficaz de transformação. Nações  desenvolvidas sabem disso e o praticam regularmente. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot; lang=&quot;PT&quot;&gt;O  Greenpeace, por exemplo, surgiu de um protesto contra testes nucleares dos EUA  no Alasca, em 1971. Os testes nucleares no local foram suspensos, e a região foi  transformada em um santuário do meio ambiente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;V.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  A organização da sociedade para a participação pacífica dá-se de modo simples.  Igrejas, associações de moradores, grupos de estudantes, empresários, donas de  casa e até torcidas de futebol podem ser organizar para a batalha em favor da  vida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;VI.&lt;/b&gt; Estamos certos de que este estado  de coisas deve-se ao fato da consciência da população estar adormecida,  individualizada, desesperançada. Se os cidadãos se levantarem a uma só voz será  possível prevenir tanta violência e injustiça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;VII.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  Povos do passado, unidos, venceram conflitos mais graves do que os nossos. O  país agora, mais do que nunca, carece da mobilização de todos nós, homens e  mulheres que reconhecem o valor incalculável da vida  humana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Faixa ARTIGO V e-mail.jpg&quot; src=&quot;cid:33DC8C9861864068B565542417D1FE15@carballo&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;162&quot; width=&quot;926&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Faça  parte da Rede Social &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Rio  de Paz&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; text-transform: uppercase; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Como  funciona a Rede?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;É  muito simples.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;  &lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 102, 0);&quot;&gt;NING&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style=&quot;color: rgb(51, 51, 51);&quot;&gt;é uma plataforma online que proporciona ao usuário  criar a sua própria rede social. Sendo assim, o Rio de Paz criou a sua também,  facilitando o canal de conhecimento entre os voluntários. Lá todos poderão  debater criando fóruns de discussão e interagir de forma rápida com todos que  querem contribuir para a redução da violência e na defesa dos direitos humanos  no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background: white none repeat scroll 0% 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; margin-bottom: 12pt; line-height: 14.25pt; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Para  ser membro clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(0, 102, 0); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Para  que o mal triunfe, é necessário apenas que os homens de bem permaneçam inativos.  &lt;b&gt;— Edmund Burke&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;A  luta contra a criminalidade organizada é muito difícil, porque a criminalidade é  organizada, mas nós não. &lt;b&gt;— A.  Amaurri&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Não  é a violência de poucos que me assusta, mas a omissão de muitos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;.  &lt;b&gt;— Martin Luther  King&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; color: rgb(51, 51, 51); letter-spacing: 0.75pt;&quot;&gt;Equipe  do Rio de Paz. Um Movimento Pela Vida.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/grande-ato-pblico-pacfico-contra.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-2410894921778580089</guid><pubDate>Fri, 12 Dec 2008 21:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.194-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Ana Maria Praga?</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;No último dia 24, revoltada com a traição de Marcelo, a apresentadora defendeu a amiga Susana no ar: &quot;Esse cara é um vagabundo, mau-caráter. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Se você desaparecesse da face da Terra, ia fazer um favor para todo mundo&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A vítima acabou de cumprir o desejo da apresentadora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=qYpfUI2MMeU&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;br&gt;A praga da Ana Maria&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Credo em Cruz. Sai pra lá bicho loiro. Ou seria o louro bicho?&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/ana-maria-praga.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-202526116401343091</guid><pubDate>Thu, 11 Dec 2008 10:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.194-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>NY Times sobre Cuba: uma aula de jornalismo</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;Comentário: Uma bela matéria de um jornal que insiste em estar acima das disputas rasteiras. Um exemplo de jornalismo. Põe vantagens e desvantagens do sistema cubano. Mostra todos os erros americanos em relação à Ilha, mesmo sendo um jornal americano, pertencente a uma das maiores empresas capitalistas da mídia no mundo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Não é a toa que é o melhor do mundo. No Brasil, não se lê uma matéria que não seja parcial, apaixonada e muitas vezes mentirosa sobre Cuba. O que o NYTimes pratica pode-se, sem medo, chamar de jornalismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obs. O Washington Post foi quem revelou as arbitrariedades de Guantânamo. Também é outro gigante do jornalismo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Pobre jornalismo brasileiro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br&quot; shape=&quot;rect&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ULTIMO SEGUNDO&lt;/a&gt;               &lt;div&gt; &lt;a href=&quot;http://adserver.ig.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/www.ultimosegundo.com.br/nyt/internas/434036898/x05/default/empty.gif/62643138373061653437656166336630&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://image.ig.com.br/RealMedia/ads/Creatives/default/empty.gif&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;2&quot; width=&quot;2&quot;&gt;&lt;/a&gt;               &lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;div&gt;&lt;h1&gt;NY Times&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin: 0pt auto 10px; width: 438px;&quot;&gt;                                    &lt;/div&gt;                 &lt;p&gt;&lt;span&gt;08/12&lt;/span&gt; -                    &lt;span&gt;12:20&lt;/span&gt;                     -                    &lt;font&gt;The New York Times&lt;/font&gt;                 &lt;/p&gt;                 &lt;div&gt;                    &lt;br&gt;                 &lt;/div&gt; &lt;div&gt;                 &lt;div&gt;                                      &lt;p&gt;                      &lt;b&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por ROGER COHEN&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em meu primeiro dia em Havana, perambulei pelo Malecon, o passeio urbano à beira-bar mais movimentado do planeta. Um vento norte rugia enquanto ondas quebravam violentamente sobre o dique de pedras construído em 1901, durante o curto período de domínio americano.&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;                   &lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu estava praticamente sozinho naquela manhã de domingo na capital cubana de 2,2 milhões de habitantes. Uns dois ou três carros passavam a cada minuto, geralmente os lindos &quot;rabo de peixe&quot; dos anos 50, velhos e extravagantes Studebakers e Chevrolets. Eu olhava o oceano ao longe buscando por um barco, em vão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não era sempre assim a apenas 90 milhas dali, na costa da Flórida. Em 1859, o advogado americano Richard Henry Dana Jr., autor do clássico &quot;To Cuba and Back&quot;, velejou até Havana. Mas tarde ele escreveu: &quot;Que mundo de navegação! Os mastros formam um cinturão de floresta densa margeando a cidade, todas as embarcações com a proa voltada para a rua, como cavalos em seus estábulos&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;No século seguinte, Cuba se tornaria o parque de diversões de inverno para os americanos. A máfia adorava a ilha, a maior do Caribe, assim como os empresários americanos que controlavam a indústria açucareira e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, no dia 1 de janeiro de 1959, Fidel Castro derrubou o ditador Fulgencio Batista. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Era o fim da era da farra e do comércio em Cuba para os americanos.&lt;/span&gt; Centenas de milhares de cubanos fugiram do domínio comunista para Miami, fazendo desta a segunda principal cidade Cubana.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesdesktopcubafidel_ap.jpg&quot;&gt;&lt;br&gt; Fidel liderou a guerrilha contra Fulgêncio Batista / AP&lt;/font&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vazio que via diante dos meus olhos capturou a sombra confinadora da cortina tropical de Fidel. Ao longo de meus dias seguintes na ilha, me dei conta que os cubanos que se empoleiravam no muro à beira-mar raramente olhavam para o mundo exterior. Quando perguntei a Yoani Sanchez, uma &lt;a href=&quot;http://www.desdecuba.com/generaciony&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blogueira dissidente&lt;/a&gt;, sobre minha constatação, ele me respondeu: &quot;Vivemos de costas para o mar porque ele não nos conecta, ele nos encarcera. Se fosse permitido comprar barcos as pessoas iriam para a Flórida. Como escreveu um de nossos poetas: &amp;#39;Fomos deixados com a circunstância infeliz de estar cercado de água por todos os lados&amp;#39;&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não é natural conceber que o mar e o horizonte longínquo imponham limites. Aos 82 anos, o enfermo Fidel ainda mantém os cubanos sob rédeas curtas, mesmo tendo formalmente passado a presidência em 2006 para Raul Castro, seu irmão mais novo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;EUA x Cuba&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o confronto entre os EUA e Cuba se encontra em um tenso estado de paralisia infrutífera, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;o qual &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-weight: bold;&quot; href=&quot;http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2008/12/08/sera+que+a+podre+cuba+esta+madura+para+barack+obama+3147953.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Barack Obama prometeu superar&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;. &lt;/span&gt;As relações diplomáticas entre os dois países têm sido severas desde 1961: um embargo comercial americano vem vigorando por quase todo este período, mesmo que e a Guerra Fria já tenha terminado quase duas décadas atrás.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mudar isso não vai ser fácil. Ainda no Malecon, me encontrei com Josefina Vidal, diretora do departamento de América do Norte do Ministério de Relações Exteriores de Cuba. Sua raiva me pareceu tão vivaz quanto seu elegante vestido em tom violeta. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Os Estados Unidos querem punir Cuba com seu bloqueio&quot;, disse-me ela. &quot;Eles não nos aceitam da maneira que somos. Eles não conseguem perdoar nossa independência. Eles não conseguem nos deixar escolher nosso próprio modelo&lt;/span&gt;. E agora vem Obama dizendo que irá suspender algumas restrições, mas, para que possa seguir adiante, é preciso que Cuba mostre que está fazendo mudanças democráticas. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, nós não aceitamos que Cuba tenha de mudar para merecer manter relações normais com os Estados Unidos&quot;. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Durante a campanha presidencial, Obama anunciou uma &quot;nova estratégia&quot;, centrada em duas mudanças imediatas: a suspensão de todas as restrições de viagens para visitas familiares (limitadas por Bush a uma a cada três anos) e a liberação de remessas familiares (atualmente limitadas a US$ 300 por trimestre por domicilio recebedor).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Obama também falou de &quot;diplomacia direta&quot;, dizendo que ele próprio estaria preparado para encabeçar este processo &quot;em um momento e local de minha escolha&quot;, contanto que houvesse avanço para os interesses americanos e para a &quot;causa da liberdade para o povo cubano&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ele disse que sua mensagem para Fidel e Raul seria: &quot;Se vocês derem passos importantes em direção à democracia, começando com a libertação de todos os presos políticos, daremos passos para começar normalizar as relações entre os dois países&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cuba se encontra em um importante momento de mudança de gerações: daquela formada por Fidel para aquela que mal o conhecerá. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Aproveitar esta oportunidade vai demandar um pouco de humildade por parte dos americanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As raízes do conflito remetem à intervenção militar dos EUA, ocorrida em 1898, que deixou os cubanos com a leve impressão de que eles tinham sido destituídos da independência conquistada da Espanha a duras penas. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O que se seguiu foram quatro anos de controle direto dos EUA e o surgimento de Cuba como uma república quase independente em 1902 – &quot;quase&quot;, pois através do dispositivo legal denominado Platt Amendement os Estados Unidos mantiveram o direito de intervir nos negócios da ilha. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cuba também foi levada a ceder eternamente a Baía de Guantánamo, uma área de 45 milhas quadradas localizada no sul da ilha. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esta é a história que permitiu a Fidel alegar que sua revolução, na verdade, foi uma segunda guerra de independência. Esta é a história que causa reviravoltas em cabeças racionais de Washington e Havana. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Embargo e racionamento&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Rua Lealtad parte do bairro de Malecon e chega a um distrito densamente habitado chamado Centro Habana. Parei em um armazém que vende alimentos racionados - frango, ovos e peixe - que se encontrava completamente vazio. Antonio Rodriguez, o amável cubano de 50 anos que cuida do armazém, me explicou o funcionamento do racionamento. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo mês, cada cubano tem o direito de adquirir 10 ovos (os cinco primeiros pelo valor de 0,15 pesos cada e os outros cinco por 0,90 pesos cada); meio quilo de frango por 0,70 pesos; meio quilo de peixe com cabeça por 0,35 pesos; e 250 gramas de um substituto de picadinho de carne por 0,17 pesos. Com o dólar cotado a 27 pesos, o lote todo não saia por mais de 25 centavos de dólar. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto pode parecer um bom negócio, mas tem ressalvas. O salário mensal médio é de cerca de US$ 20. Perguntei a Rodriguez quando o frango e os ovos iriam chegar. Sei lá, disse ele.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro homem se aproximou. &quot;Isso tudo é por causa do bloqueio dos Estados Unidos&quot;, disse Luiz Jorrin, apontando o dedo para mim e usando o termo exagerado que os cubanos preferem para definir o embargo. &quot;Olhe para a crise financeira de seu país! Talvez vocês consigam superá-la com o tempo. Bem, nós também vamos superar isso com o tempo. Não acredito em capitalismo, é uma coisa destrutiva! Veja o que ele causou na África e na América Latina!&quot;. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesdesktopcubacuba1_ap.jpg&quot;&gt;&lt;br&gt; Carros antigos e cartazes da revolução fazem parte da paisagem cubana / AP&lt;/font&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquilo passava da conta para Javier Aguirre, o camarada magro que ajudava Rodriguez. &quot;Estamos naufragados e depois de três furacões afundamos ainda mais&quot;, disse ele. &quot;Simplesmente não acredito no sistema. Dê-me a Suíça! De todos os cubanos que partiram para os Estados Unidos, quantos querem voltar?&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pergunta levou a conversa ao silêncio imediato. O próprio Aguirre já tinha tentado escapar e por duas vezes fora pego: uma pelos cubanos e outra pela Guarda Costeira dos EUA. Atualmente a maioria dos cubanos que alcança o solo americano é autorizada a ficar, enquanto grande parte daqueles interceptados no mar são repatriados – prática conhecida como &quot;pé seco, pé molhado&quot;. Vai saber...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aquela conversa que tive em frente à pequena loja me pareceu bastante típica: o diálogo franco e aberto, a menção ao embargo americano como a fonte da miséria da ilha e a referência ao colapso da economia global. É preciso dizer que Cuba é um dos pouquíssimos lugares do mundo que praticamente não foi afetado pelo derretimento do índice Dow Jones.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Bagunça na economia&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, a economia centralizada cubana é uma bagunça. O país tem duas moedas, uma para o comunismo e outra para um capitalismo limitado, dominado pelo Estado. Os pesos recebidos através do salário não podem comprar nada além de itens racionados ou indesejáveis. Por outro lado, os pesos conversíveis atrelados ao dólar, conhecidos por &quot;CUCs&quot;, podem ser usados para adquirir produtos estrangeiros.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passe em frente a uma loja mal iluminada, onde a moeda aceita é o peso, e você provavelmente verá uma roda de bicicleta, um sutiã amarelado ou um jogo de colheres de plástico. Passe em frente a uma loja onde a moeda é o peso convertido e você verá celulares, garrafas de uísque Jameson e de cerveja Heineken dispostas em um ambiente claro e refrigerado. O resultado disso é que muitos cubanos passam a vida toda se virando para conseguir ingressar na economia do peso convertido, que depende basicamente de ter acesso a visitantes estrangeiros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo cubano me recebeu com cordialidade. Fui escoltado a algumas reuniões oficiais, por outro lado fui deixado circular sem um vigia (pelo que eu saiba) para fazer o que quisesse. Um de meus compromissos oficiais foi com Elena Alvarez, que tinha 15 anos quando a revolução de Fidel se instalou e hoje, aos 65 anos, ocupa um cargo de alto escalão no Ministério da Economia. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A seguir, relato o que ela quis me fazer entender. A Cuba da época da revolução era &quot;uma das sociedades mais injustas, desiguais e exploradas do planeta&quot;. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O índice de analfabetismo beirava os 40%, um quarto das terras de maior valor estava nas mãos dos EUA e uma burguesia corrupta mandava em tudo e todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alvarez me forneceu alguns dados. Na época da revolução, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;havia 6 mil médicos em Cuba; hoje eles são quase 80 mil para uma população de 11,3 milhões - uma das taxas per capita mais elevadas do mundo. O embargo dos EUA custou a Cuba cerca de US$ 200 bilhões em termos reais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Saúde e educação&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Apesar da escassez, em grande parte atribuída ao embargo, trata-se de uma sociedade que quer proteger a todos. O sistema de racionamento garante que todo cidadão tenha as necessidades básicas. Todo mundo recebe alimentação a baixo custo no trabalho. Saúde e educação gratuitas representando um salário mensal de US$ 20 não é a maneira correta de ver a qualidade de vida cubana. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O sistema produziu resultados. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a expectativa de vida para homens e mulheres em Cuba é de 76 e 80 anos, respectivamente, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;nível similar ao dos EUA.&lt;/span&gt; Os dados comparativos no Haiti são de 59 e 63 anos, e na República Dominicana são de 66 e 74 anos. O analfabetismo foi eliminado. Estatísticas da ONU – Organização das Nações Unidas - demonstram que 93,7% das crianças cubanas completam o ciclo secundário; muito acima dos índices americanos ou de qualquer outro país caribenho. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isto levanta uma questão: por que educar tão bem as pessoas e mais tarde negar a elas o acesso à internet, viagens e a oportunidade de utilizar suas habilidades? Porque dar a elas uma excelente educação e lhes negar a vida? Porque não oferecer, pelo menos, o modelo chinês ou vietnamita, com uma economia de mercado sob o controle de um único partido?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alvarez respondeu que &quot;o mercado tinha algum espaço&quot;. Ela insistiu: &quot;Não somos fundamentalistas&quot;. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Será que Fidel realmente empreendeu a guerra de guerrilhas nas montanhas de Sierra Maestra para que inúmeros cubanos talentosos acabassem desocupados, tramando maneiras de escapar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alvarez admitiu que os desafios eram enormes. Ela destacou a joint-venture de exploração de petróleo na costa norte e a crescente &quot;economia do conhecimento&quot;, que já produziu vacinas e medicamentos patenteados vendidos no mundo todo. Cuba iria agora exportar produtos, como os 30 mil profissionais da área médica enviados para a Venezuela em um acordo de permuta inovador - que traz 90 mil&amp;nbsp;barris de petróleo por dia. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&quot;Somos um exemplo para os outros&quot;, disse ela, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;um exemplo para todos aqueles que buscam uma alternativa ao capitalismo&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu certamente percebi algo difícil de quantificar, um tipo de consciência socialista, especialmente entre os médicos. Conversei com o Dr. Juan Carrizo, reitor da Escola Latino Americana de Medicina, fundada uma década atrás com o intuito de educar médicos sem condições financeiras suficientes para cursar uma universidade em outros países das Américas. Ele me falou sobre o direito universal à saúde como a nova bandeira humanitária da revolução cubana: fora com as guerrilhas angolanas, dentro com a brigada médica. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Dentre os estudantes há mais de 100 cidadãos norte-americanos. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Repressão na ilha&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os dissidentes de Cuba são marginalizados. A imprensa é amordaçada. O veículo impresso do regime, o jornal Granma, é um estudo em oficialês do Estado totalitário, ao estilo George Orwell. A televisão estatal é uma máquina grandiloquente de panfletagem política.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesdesktopcubagranma_ap.jpg&quot;&gt;&lt;br&gt;O jornal &amp;quot;Granma&amp;quot; é o veículo de imprensa oficial do Estado / AFP&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&quot;Há uma repressão muito inteligente aqui, uma repressão científica&quot;&lt;/span&gt;, contou-me Yoani Sanchez, dissidente cujo blog é atualmente traduzido em 12 idiomas. &quot;Eles nos mataram enquanto cidadãos, para que não precisem nos matar fisicamente. A polícia está dentro de nosso cérebro, nos censurando antes mesmo de proferirmos uma idéia crítica&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aos 33 anos, Sanchez representa algo novo: a dissidência digital. As autoridades parecem não ter certeza de como lidar com isso. Sanchez, uma mulher pequena e vivaz, iniciou seu blog em 2006. Hoje suas dissecações mordazes dos infortúnios da vida cubana têm um vasto séquito de seguidores internacionais – em tais proporções que &quot;os serviços de inteligência sabem que se tocarem em mim haverá uma explosão online&quot;. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mesmo assim, eles a assediam. Quando ganhou o prestigiado prêmio espanhol Ortega Y Gasset por jornalismo digital em abril, a blogueira foi impedida de receber o prêmio pessoalmente. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Perguntei se ela era otimista em relação a mudanças. Ela disse ser uma pessimista em curto prazo, &quot;Porque a apatia entrou em nossa corrente sanguínea e um monte de gente está simplesmente esperando a morte de um bando de líderes de mais de 70 anos&quot;. Mas, ela também afirmou ser otimista em longo prazo, &quot;Pois somos um povo criativo e capaz - sem quaisquer conflitos étnicos, religiosos ou de outros tipos - que desenvolveu uma alergia ao que temos: um sistema totalitário&quot;. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sanchez me fitou – seus olhos castanhos refletindo intensidade e inteligência com um toque de humor em sua superfície. &quot;Acho que vai haver alívio quando Fidel morrer&quot;&lt;/span&gt;, disse ela. &quot;Iremos respirar aliviados. O peso místico e simbólico de sua presença é muito forte, para seus oponentes e até para seus partidários. É difícil consertar seus erros enquanto ele ainda esta presente&quot;. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando voltei para a Rua Lealtad, deparei-me com um alvoroço total: tinha chegado o frango! Rodriguez estava desembalando cochas de frango em pedaços. Peito de frango só é vendido no mercado de peso convertido. Ele segurava a caixa com um grande sorriso estampado no rosto. Na embalagem estava escrito: &quot;Made in USA&quot;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Época de mudanças&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde o ano 2000, quando o congresso americano se curvou diante do lobby dos fazendeiros, vender produtos agrícolas e alimentícios para Cuba se tornou legal. O que significa qualquer coisa, desde coxas de frango até postes telefônicos. Na verdade, os Estados Unidos são atualmente os maiores exportadores de alimentos para Cuba, com ganhos que superam os US$ 600 milhões anuais. O país está entre os cinco maiores parceiros comerciais de Cuba (os outros são a Venezuela, a China, a Espanha e o Canadá).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tanta coisa em função do embargo:&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt; ele é tão arbitrário&lt;/span&gt; quanto a política do &quot;pé seco, pé molhado&quot; em relação aos cubanos em fuga. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Enquanto a América tirou centenas de milhões de dólares de Cuba, ela mandou de volta 2.086 refugiados por via marítima no ano fiscal de 2008. Princípios não têm nada a ver com a atual política externa em relação a Cuba. Tudo não passa de uma bagunça incoerente. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Obama deveria propor a abertura total das relações diplomáticas com Cuba imediatamente&lt;/span&gt;. Isto poria pressão no país e, caso a oferta fosse aceita, permitiria que negociações conduzidas pessoalmente começassem no alto escalão. Nestas conversações, Obama não deveria ficar tocando na mesma tecla dos princípios democráticos, pelo menos não imediatamente, mas deveria insistir na libertação de todos os presos políticos como primeiro passo em direção à suspensão do embargo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tony Lake, conselheiro sênior em políticas estrangeiras da campanha de Obama, disse: &quot;Com a nova maioria democrática no Congresso, e alguns movimentos cubanos claros em relação aos direitos humanos, seria possível alterar a Helms-Burton&quot;, a legislação que determinou o formato da política externa americana em relação a Cuba desde 1996. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois disso, a bola iria continuar rolando com uma força cinética que o passar das gerações deveriam sustentar. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;(Roger Cohen, colunista dos jornais The International Herald Tribune e The New York Times, é o autor de &amp;quot;Hearts Grown Brutal: Sagas of Sarajevo&quot;)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/ny-times-sobre-cuba-uma-aula-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-32013505.post-1239743465443461005</guid><pubDate>Wed, 10 Dec 2008 11:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-10T01:13:09.195-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Papo Cabeça</category><title>Da série: notícia ruim é sempre a melhor!</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;&quot; valign=&quot;top&quot;&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Comentário: O extraordinário PIB brasileiro para o terceiro semestre gerou esperanças de que a crise não bata tão forte no país. Mas qual foi a ênfase dos jornais?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Lógico. Apostar no pior. O Globo, por exemplo, não mancheteia o PIB, mas sim o freio no melhor momento. E entre um índice de 0.4 e 1.0 % de retração, adivinha qual ele escolhe para o título?&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mesmo que a ênfase da matéria seja o índice menos pior. Observe.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;h3&gt;Economia pode recuar até 1% no 4º trimestre&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;RIO - O anúncio nesta terça-feira de que   &lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/12/09/consumo_das_familias_investimento_puxaram_pib_do_brasil_no_3_trimestre-586909618.asp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 1,8% no terceiro trimestre,&lt;/a&gt; frente ao período imediatamente anterior, e 6,8%, na comparação anual, mais do que o esperado, está obrigando os analistas a refazerem suas previsões de variação negativa para o quarto trimestre. A maioria acredita agora que a economia ainda vai crescer nos últimos três meses do ano, mas não há consenso sobre os números, devido às incertezas sobre o tamanho do impacto da crise financeira global no Brasil. Entretanto, todos prevêem resultado menor do que o registrado no terceiro trimestre. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bancos e consultorias receberam os dados sobre o bom desempenho da economia no terceiro trimestre como a última boa notícia após a piora da crise global. Isso porque, afirmam os analistas ouvidos pelo Globo, os impactos sobre a confiança dos consumidores e a oferta de crédito para compra de produtos vão provocar a retração do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre deste ano. Segundo reportagem do Globo, nesta terça-fdeira, as previsões são de que a economia vai encolher de 0,4% a 1% entre outubro e dezembro deste ano, frente aos três meses anteriores. Para 2008 como um todo, apostam em alta de 4,9% a 6% e, para 2009, de 1,08% a 3%. &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;  			&lt;span&gt;  Ainda vamos refazer as contas, mas agora a projeção deve ficar em torno de estabilidade e crescimento de 0,4%  &lt;/span&gt;  			&lt;span&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Segundo Marcela Prada, economista da Tendências, a queda do PIB no quarto trimestre será de 0,4%. Segundo ela, o resultado será puxado para baixo pelo consumo das famílias, que deve desacelerar após a alta de 7,3% de julho a setembro deste ano ante igual período de 2007. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- A crise não afetou os resultados do PIB do último trimestre. Mas, agora, a demanda está em forte desaceleração. Com a crise e a desconfiança, o consumo tende a recuar como um todo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Até ontem, antes da divulgação do PIB do 3º trimestre e também da revisão dos anteriores, a gente trabalhava com um retração do 4º trimestre de 0,5%. Ainda vamos refazer as contas, mas agora a projeção deve ficar em torno de estabilidade e crescimento de 0,4% - explicou o economista Bráulio Borges, da LCA Consultoria, em entrevista ao &lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/economia/miriam/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;blog da Míriam Leitão&lt;/a&gt;  . Ele prevê que a  recessão pode ficar para segundo trimestre de 2009.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Infelizmente, esses números excelentes, muito melhores do que qualquer um podia imaginar, são um retrato do passado... A última projeção que temos é que estamos caminhando em território negativo (no quarto trimestre) - acrescentou Joel Bogdanski, consultor de análise econômica do Itaú. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dos dados positivos do terceiro trimestre, o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, continuou com as projeções pessimistas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- O quarto trimestre, a gente sabe que não está indo nada bem. É um dado totalmente &amp;#39;retrovisor&amp;#39; (o PIB do 3o trimestre) e pode fazer com que a queda esperada no quarto trimestre (no dado sazonal) seja ainda pior porque a base de comparação ficou maior - afirmou. &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;  			&lt;span&gt;  O quarto trimestre, a gente sabe que não está indo nada bem  &lt;/span&gt;  			&lt;span&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;O governo, por sua vez, manteve a postura otimista. Ao comemorar os números do terceiro trimestre divulgados nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, projetou que o crescimento da economia no último trimestre do ano ficará entre 3% a 3,5% em relação ao mesmo período de 2007. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Mantega, o PIB deve ficar entre 5% e 5,5 % no ano, semelhante ao mesmo desempenho do ano passado que na sua avaliação é um dado ainda muito expressivo diante da crise internacional que já dura há mais de um ano. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/12/09/pib_meireles_faz_projecoes_positivas_para_economia_brasileira-586912066.asp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Leia também: Meireles faz projeções positivas para economia brasileira.&lt;/a&gt;  	&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;  			&lt;span&gt;  Para chegar a um crescimento de 5,7%, o mesmo de 2007, a expansão teria que ficar em 3,7%  &lt;/span&gt;  			&lt;span&gt;&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) evitou fazer projeções, mas informou que se a economia ficar estagnada no quarto trimestre, na comparação com o mesmo período de 2007, o país terá crescido 4,8% em 2008. Para alcançar uma taxa de 6% este ano, seria necessário que o avanço de outubro a dezembro ficasse em 4,9%, o que já representaria uma desaceleração forte frente ao terceiro trimestre que cresceu 6,8%. &lt;p&gt;- Para chegar a um crescimento de 5,7%, o mesmo de 2007, a expansão teria que ficar em 3,7% - disse Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do IBGE.&lt;/p&gt;  	&lt;form action=&quot;#11e1f24989ce34c1_&quot; name=&quot;frmdadosmateria&quot; method=&quot;post&quot; target=&quot;_blank&quot; onsubmit=&quot;return window.confirm(&amp;quot;Você está enviando informações para uma página externa.\nTem certeza?&amp;quot;);&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;categoria&quot; value=&quot;Economia&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;titulo&quot; value=&quot;Economia pode recuar até 1% no 4º trimestre&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;autor&quot; value=&quot;O Globo, com agências&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;dtcriacao&quot; value=&quot;09/12/2008 15:40:20&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;dtenvio&quot; value=&quot;09/12/2008 23:37:49&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;id&quot; value=&quot;586911928&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  		&lt;input name=&quot;habilitaComentarios&quot; value=&quot;1&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt;  	&lt;/form&gt;  	  	  	  	 &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; </description><link>http://plebeblog.blogspot.com/2008/12/da-srie-notcia-ruim-sempre-melhor.html</link><author>noreply@blogger.com (Edi Torrrr)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>