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	<title>Plínio Bortolotti</title>
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		<title>MUDEI DE ENDEREÇO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 13:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[o povo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros e eventuais leitores. A partir de hoje (18/5/2020) meus textos serão publicados no O POVO+, a área exclusiva para assinantes. Estou na espaço dos colunistas. Agradeço a quem esteve comigo por aqui &#8211; concordando ou discordando &#8211; e espero encontrá-los lá: https://mais.opovo.com.br/.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Caros e eventuais leitores.</h3>
<h3>A partir de hoje (18/5/2020) meus textos serão publicados no O POVO+, a área exclusiva para assinantes. Estou na espaço dos colunistas. Agradeço a quem esteve comigo por aqui &#8211; concordando ou discordando &#8211; e espero encontrá-los lá: <a href="https://mais.opovo.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://mais.opovo.com.br/</a>.</h3>
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		<title>Governo é pequeno para dois salvadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 13:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião do O POVO, edição de 14/5/2020. Governo é pequeno para dois salvadores Bolsonaro e Moro se merecem. De maneira geral, comungam das mesmas ideias políticas na extrema direita ou na suas circunvizinhanças. Ambos considerando-se “escolhidos”. Um quer livrar o mundo da “ideologia de gênero”, do comunismo, do... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/05/14/governo-e-pequeno-para-dois-salvadores/">Ver artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião do <strong>O POVO</strong>, edição de 14/5/2020.</p>
<p><strong>Governo é pequeno para dois salvadores</strong></p>
<p>Bolsonaro e Moro se merecem. De maneira geral, comungam das mesmas ideias políticas na extrema direita ou na suas circunvizinhanças. Ambos considerando-se “escolhidos”. Um quer livrar o mundo da “ideologia de gênero”, do comunismo, do esquerdismo, do globalismo e do petralhismo. Outro, se apresenta como proprietário do cálice sagrado do combate à corrupção. (Mas, para dele beber, teve de chutar várias bolas nas costas da senhora Têmis.)</p>
<p>Como o governo é pequeno demais para dois salvadores, o atrito era inevitável. Moro ousou desafiar o “mito” da malta bolsonariana e foi expulso do Hades (pois aquela barafunda chamada governo está longe de constituir-se um Éden). Agora, anjo caído, é apedrejado pelas mesmas mãos que ontem o afagavam.</p>
<p>Os dois ex-aliados, habituados a atirar pedras no telhado do vizinho, agora trocam tijoladas entre eles. É uma disputa de “narrativas”, que fará Bolsonaro afastar-se ainda mais da possibilidade de coordenar (o que nunca fez) a batalha contra o coronavírus, pois terá de preocupar-se exclusivamente em proteger a sua retaguarda. Para isso, já foi à feira no Centrão, para mercadejar apoios, que jurou nunca fazer, durante a eleição. Mas, como dizem os boleiros: treino é treino e jogo é jogo.</p>
<p>Bolsonaro conta com fiéis generais, subordinados à sua vontade, convenientemente esquecidos do que disseram e ouviram na famosa reunião ministerial acontecida há poucos dias. Conta ainda com fanáticos seguidores, dispostos a repastar qualquer justificativa do “chefe”, por mais alucinada que seja.</p>
<p>Moro parece ter sido abandonado pela claque que o cobria de aplausos como se fora um ídolo pop e o exaltava como super-herói. Os lavajatistas de “raiz” parecem meio tímidos ou temerosos com a violência da milícia digital (ou não) inimiga. Mas não se pode menosprezar a capacidade morista de fazer política. Ele aprendeu rapidamente.</p>
<p>Ainda não se sabe quem sairá vivo desse duelo ao pôr do sol, sem o lado do mocinho. Mas, independentemente do resultado, uma coisa é certa: ambos os contendores sairão escoriados.</p>
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		<title>Nos braços do Centrão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 11:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[centrão]]></category>
		<category><![CDATA[moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, O POVO, edição de 7/5/2020. Nos braços do Centrão O depoimento de Sergio Moro à Polícia Federal é uma versão estendida da entrevista coletiva com a qual ele se despediu do Ministério da Justiça. Não há (aparentemente) nenhuma bomba, capaz de explodir (ou implodir já que Moro... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/05/07/nos-bracos-do-centrao/">Ver artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, <strong>O POVO</strong>, edição de 7/5/2020.</p>
<p dir="ltr"><strong>Nos braços do Centrão</strong></p>
<p dir="ltr">O depoimento de Sergio Moro à Polícia Federal é uma versão estendida da entrevista coletiva com a qual ele se despediu do Ministério da Justiça. Não há (aparentemente) nenhuma bomba, capaz de explodir (ou implodir já que Moro era associado ao bolsonarismo) irremediavelmente o governo. Mas há muita coisa ali capaz de complicar o presidente Jair Bolsonaro, que fica devendo, no mínimo, justificativas pela sua obsessão em trocar o superintendente da Polícia Federal no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p dir="ltr">A frase atribuída pelo ex-ministro a Bolsonaro: “Moro, você tem 27 Superintendências (da Polícia Federal), eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”, demonstra apenas a pequenez da figura humana que habita o Palácio do Planalto. Um sujeito sem a mínima noção de institucionalidade, pois trata os organismos de Estado como se fossem uma fazenda particular, cujos lotes ele pode dividir com seus parceiros no poder.</p>
<p dir="ltr">Claro que a fixação do presidente pela superintendência da PF no Rio nada tem a ver com as belezas naturais da Cidade Maravilhosa. Mas, para constituir crime, serão necessárias mais provas, além das apresentadas até agora. Porém, é mentira afirmar que a Polícia Federal não investiga ninguém da família do presidente, como vem apregoando Bolsonaro.</p>
<p dir="ltr">Há processos em curso que podem implicá-lo e à sua família, como é o caso da “rachadinha” (Flávio), e o processo das “fake news” (Carlos e Eduardo), aberto pelo Supremo Tribunal Federal. Além do inquérito para investigar os patrocinadores dos atos postulando o fechamento da Corte Suprema e do Congresso Nacional, com a consequente instalação de uma ditadura no Brasil (que podem implicar o próprio presidente).</p>
<p dir="ltr">O depoimento de Moro, mesmo sem o poder de uma carga fatal, deu uma boa chacoalhada no governo. Bolsonaro, desesperado, corre agora para os braços do famigerado Centrão, na tentativa de espantar o fantasma do impeachment, que assombra o seu cercadinho.</p>
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		<title>Está (quase) tudo dominado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 12:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
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		<category><![CDATA[generais]]></category>
		<category><![CDATA[militares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, edição de 30/4/2020, do O POVO. Está (quase) tudo dominado Os polianistas, com a doce esperança de que a “ala dos generais” enquadraria o mau militar, retirado do Exército pela porta dos fundos, estão refazendo os seus cálculos. O tenentinho, promovido a capitão somente quando foi para... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/30/esta-quase-tudo-dominado/">Ver artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, edição de 30/4/2020, do <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong>Está (quase) tudo dominado</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os polianistas, com a doce esperança de que a “ala dos generais” enquadraria o mau militar, retirado do Exército pela porta dos fundos, estão refazendo os seus cálculos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O tenentinho, promovido a capitão somente quando foi para a reserva, fez os generais arrodilharem-se a seus pés. Servem-no como “explicadores” de seus despautérios, justificadores de suas ações destrambelhadas, como “embaixadores da boa vontade” para corrigir suas ofensas. Enfim, agem como faxineiros, que correm atrás do chefe, limpando a sujeira deixada por onde ele anda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As Forças Armadas perderam a oportunidade histórica &#8211; após a redemocratização &#8211; de se recolherem à função constitucional, deixando a política para os civis, como ocorre em países democráticos. Preferiram insistir no papel de “tutores” da pátria, agitando o desbotado boneco do “comunismo”, agora representado pelo PT e pela “esquerda”, à falta de um inimigo palpável. Os militares entraram voluntariamente na arapuca e não mais sabem como sair do labirinto, sem arcar com o custo da desmoralização inevitável do presidente Jair Bolsonaro, qualquer que seja o destino de seu governo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com as coisas nesse pé, há colunistas dizendo ter sido um “erro” Bolsonaro nomear Alexandre Ramagem (da copa cozinha da família presidencial) como diretor-geral da Polícia Federal, devido ao desgaste que sofreria. Mas se Bolsonaro pagou o preço de afastar Sergio Moro da Justiça, justamente para fazer a substituição, por que não a faria? Tudo já estava “precificado”, como gostam de dizer os liberais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mesmo o revertério imposto pelo Supremo Tribunal Federal &#8211; com o ministro Alexandre de Moraes suspendendo a nomeação de Ramagem &#8211; já estava na conta. Bolsonaro terá mais um motivo para se dizer vítima do “sistema”. E vai insistir no homem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente governa apenas para os fanáticos que o obedecem cegamente. Tanto é que, de herói Moro passou a malfeitor, de um dia para o outro &#8211; bastou o chefe apontar o dedo. Essa choldra o seguirá até o fim, mesmo que suas ações levem o País a um conflito de consequências imprevisíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No mais, o termo entre parênteses no título, justifica-se porque ainda há juízes em Berlim.</span></p>
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		<title>É hora de considerar o impeachment</title>
		<link>https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/23/e-hora-de-considerar-o-impeachment/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 13:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[autoritarismo]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na edição de 23/4/2020 do O POVO, editoria de Opinião. É hora de considerar o impeachment Nunca me enganei sobre o caráter do governo de Bolsonaro, nem dele próprio, um dos mais baixos a encarnar em um ser humano. Falei bastante sobre o abismo no qual o País despencaria com um... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/23/e-hora-de-considerar-o-impeachment/">Ver artigo</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na edição de 23/4/2020 do <strong>O POVO</strong>, editoria de Opinião.</p>
<p><strong>É hora de considerar o impeachment</strong></p>
<p>Nunca me enganei sobre o caráter do governo de Bolsonaro, nem dele próprio, um dos mais baixos a encarnar em um ser humano. Falei bastante sobre o abismo no qual o País despencaria com um presidente, cujos atributos &#8211; em seus 30 anos de Parlamento &#8211; foram ofender mulheres, fazer declarações racistas e homofóbicas e defender a ditadura: seu principal gozo sempre foi exaltar um dos mais abjetos torturadores, Brilhante Ustra, que levava crianças às masmorras para verem os pais sendo torturados.</p>
<p>Quem achou que um sujeito dessa qualidade poderia elevar-se a um patamar minimamente civilizado ou foi muito ingênuo (raro em política) ou agiu de má-fé, em defesa de seus mesquinhos interesses. Da mesma forma que fez o “sr. Mercado”, cuja religião é o lucro a qualquer preço, a ser pago pelos explorados de sempre.</p>
<p>Quando fazia esses comentários nos Debates do Povo (rádio O POVO/CBN), a pergunta de meus interlocutores era: “Então você já está defendendo o impeachment? Minha resposta, com uma dose de ironia: “Não, agora é preciso tomar o copo de veneno até o fim, como forma de aprendizado”.</p>
<p>Mas chegou a hora de considerar o impedimento. Bolsonaro já deu dezenas de motivos que justificam um pedido de impeachment, e reforçou essa necessidade ao participar do ato no domingo, pedindo um golpe militar, fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal. Sob um acesso de tosse seca, o homúnculo moral avisou que não vai “negociar nada” (reafirmando seu desprezo ao Congresso), pois “agora é o povo no poder”. Por óbvio, o representante da suposta vontade popular seria, ele, o candidato a ditador.</p>
<p>Muita gente fala em “prudência”, pois Bolsonaro seria uma espécie de cachorro que late, mas não pode morder, pois o Parlamento e o STF estariam cuidando de serrar-lhe os dentes. Engana-se quem pensa assim. Quanto mais espaço ele tem para agir, mais se fortalece, ganhando tempo para que os fanáticos se organizem em milícias, tipo uma SS tupiniquim. Os recuos e juras à Constituição são movimentos táticos. Bolsonaro só não golpeia a democracia porque não tem, até agora, força suficiente. Mas o risco é grande. É preciso frear logo a alternativa autoritária.</p>
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		<title>O vírus e o novo mundo</title>
		<link>https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/16/o-virus-e-o-novo-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 12:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[filósofos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, edição de 16/4/2020 do O POVO. O vírus e o novo mundo Tornou-se lugar comum afirmar que, ao fim da crise do coronavírus, encontraremos uma sociedade transformada. O virologista Atila Iamarino, cruzando ciência e filosofia, tornou-se umas das vozes mais ouvidas sobre o assunto. Para ele, as... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/16/o-virus-e-o-novo-mundo/">Ver artigo</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, edição de 16/4/2020 do <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong>O vírus e o novo mundo</strong></p>
<p>Tornou-se lugar comum afirmar que, ao fim da crise do coronavírus, encontraremos uma sociedade transformada. O virologista Atila Iamarino, cruzando ciência e filosofia, tornou-se umas das vozes mais ouvidas sobre o assunto. Para ele, as pessoas que pedem o fim do isolamento querem voltar a “um mundo que não existe mais”.</p>
<p>Em recente entrevista, o jornalista americano Thomas Friedman disse ter aprendido uma coisa na profissão: nunca começar uma notícia ou artigo com a frase “o mundo nunca mais será o mesmo”. No entanto &#8211; em aparente contradição &#8211; ele diz que passaremos a separar as eras como AC (antes do coronavírus) e DC (depois do coronavírus).</p>
<p>Filósofos do mundo inteiro abordam o assunto em artigos e palestras, muitas vezes com posições antagônicas. É o caso do esloveno Slavoj Zizek (o “filósofo pop”) e do sul-coreano Byung-Chul Han. O site chileno “lapeste.org” montou um quadro, a partir de textos de ambos, mostrando como eles veem a situação.</p>
<p>Enquanto Zizek afirma que a pandemia “deu um golpe mortal no capitalismo”, Byung-Chun anota que “depois da pandemia o capitalismo continuará com mais força.</p>
<p>O esloveno preconiza uma nova era de solidariedade planetária, uma espécie de novo “comunismo”. Que surgirá, diz ele, não por idealismo, mas por um ato racional, pois a cooperação é o único modelo que “poderá nos salvar”. Porém, Byung é pessimista. Ele afirma que a crise não vai gerar nenhum sentimento de coletividade forte, pois cada um tem como preocupação a própria sobrevivência. E continua: seguirá uma era de regimes autoritários, pois pandemia fez com que os cidadãos passassem a concordar com maior vigilância digital, permitindo o controle policial por parte do Estado. Por fim Byung expõe que o capitalismo não entrará em colapso por um vírus e sim por uma “revolução humana”.</p>
<p>Nesse aspecto, talvez o esloveno concorde com o colega sul-coreano, pois todas as mudanças no mundo são feitas pelos homens. O que o vírus fez foi trazer à luz do sol todas as contradições de um regime que produz cada vez mais desigualdade e milhões de seres humanos considerados descartáveis.</p>
<p>O que surgirá a partir daí é uma equação aberta.</p>
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		<title>Os liberais e o mundo despedaçado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 13:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[liberais]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado no O POVO, editoria de Opinião, edição de 9/4/2020 Os liberais e o mundo aos pedaços Ou nenhum deles teve ainda coragem de expressar discordância ou todos esqueceram o discurso sobre o “Estado mínimo”. Estou falando de uma cepa de economistas liberais com ou sem o prefixo “neo”, que arquivaram o... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/09/os-liberais-e-o-mundo-aos-pedacos/">Ver artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado no <strong>O POVO</strong>, editoria de Opinião, edição de 9/4/2020</p>
<p><strong>Os liberais e o mundo aos pedaços</strong></p>
<p>Ou nenhum deles teve ainda coragem de expressar discordância ou todos esqueceram o discurso sobre o “Estado mínimo”. Estou falando de uma cepa de economistas liberais com ou sem o prefixo “neo”, que arquivaram o discurso de ontem.</p>
<p>Argumentam eles que alguns dogmas têm de ser deixados para trás, devido à crise do coronavírus, pelo menos por ora: até mesmo a intocável defesa do “equilíbrio” entre receitas e despesas. Ocorre que essa “nova situação” é velha conhecida. Qualquer crise que tivermos de enfrentar – econômica ou de saúde pública –  será agravada pelo apartheid social que separa super-ricos de miseráveis neste País. Esse é o nosso pecado original, e a ninguém é dado o direito de desconhecê-lo.</p>
<p>Henrique Meirelles, secretário da Fazenda e Planejamento do estado de São Paulo, é um desses convertidos provisórios. Ele acredita, que passado o vendaval, tudo voltará à “normalidade”, tornando a girar os eixos liberais. (Eu conto ou você conta para ele que nada será como antes?)</p>
<p>Falando ao portal de notícias BBC Brasil, Meirelles – que também foi presidente do Banco Central (Lula) e ministro da Fazenda (Temer) – é radical nas suas propostas. Para ele, o governo tem de gastar e, para isso, pode até “imprimir dinheiro”. Ele também defende a emissão de títulos do Tesouro, mesmo com aumento da dívida pública, admitindo que o endividamento chegar a cerca de 90% do PIB (hoje 76%).</p>
<p>Mas, em uma coisa o secretário erra feio. Ele não encontrará mais um ambiente propício às prédicas liberais. Ou alguém que sempre precisou de complementação de renda &#8211; e a recebeu agora devido à pandemia – abrirá mão de continuar a recebê-la, aceitando pacificamente o discurso da “meritocracia”? O “autônomo”, que labuta para levar a comida do dia para casa, e o entregador de aplicativo, vão continuar crendo na fantasia de que são “empreendedores”, cujos problemas têm de resolver sozinhos? Não. Assim, um fantasma de outro tipo vai rondar o impossível sonho dos liberais, a quimera de voltar a um mundo despedaçado.</p>
<p>Entrevista completa com Meirelles na <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-52212033" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BBC Brasil</a>.</p>
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		<title>Os limites do “Estado mínimo”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 12:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[estado mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[neoliberalismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, O POVO, edição de 2/4/2020. Os limites do “Estado mínimo” Dia desses ouvi de uma comentarista de economia de TV (cito de memória): “Como a situação mudou eu também mudo o meu pensamento”. Ela procurava justificar por que passou a defender a intervenção estatal na economia devido... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/04/02/os-limites-do-estado-minimo/">Ver artigo</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na editoria de Opinião, O POVO, edição de 2/4/2020.</p>
<p><strong>Os limites do “Estado mínimo”</strong></p>
<p>Dia desses ouvi de uma comentarista de economia de TV (cito de memória): “Como a situação mudou eu também mudo o meu pensamento”. Ela procurava justificar por que passou a defender a intervenção estatal na economia devido à crise provocada pelo novo coronavírus.</p>
<p>Antes, a preocupação da jornalista era com o “equilíbrio” das contas públicas. Por isso ficou a favor das reformas e do teto de gastos, limitante das despesas públicas. Porém, diante da circunstância emergencial, ela disse ter mudado de opinião, passando a defender o aporte de recursos públicos, principalmente para o pagamento de uma renda básica para os setores mais empobrecidos da população.</p>
<p>Vejam, se encontramos recursos para tomar tais medidas agora &#8211; em conjuntura de crise mundial -, qual era o impeditivo de fazê-lo antes, quando a situação era menos grave no Brasil e no mundo? Se tivéssemos um País sem pessoas vivendo na miséria, com empregos garantidos, morando em habitações decentes, providas de saneamento básico; além de saúde e educação de qualidade, estaríamos em melhores ou piores condições para enfrentar o novo coronavírus?</p>
<p>No entanto, deixamos de implementar as chamadas medidas “anticíclicas” por mera rejeição ideológica.</p>
<p>É que ainda sobrevive na imaginação de muitos economistas liberais &#8211; Paulo Guedes incluído &#8211; a máxima do ex-ministro da Economia, Delfim Netto: “O bolo precisa crescer primeiro para depois ser dividido”. Traduzindo, locupletem-se bancos e super-ricos que, lá na frente, vão sobrar alguns trocados para os pobres. Entretanto, ao mesmo tempo, aumenta o número de economistas abraçando a tese de que o crescimento só será possível e sustentado se houver redução das desigualdades econômicas e sociais.</p>
<p>Mas foi necessária uma pandemia para desnudar completamente os limites do chamado “Estado mínimo”, mostrando que a renda básica de cidadania não era apenas um devaneio do principal defensor dessa política, o ex-senador &#8211; hoje vereador em São Paulo, Eduardo Suplicy. Trata-se, na verdade, da correção de uma injustiça histórica. Mas é preciso que ela permaneça e se amplie, mesmo depois que tudo isso passar.</p>
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		<title>Bolsonaro, o advogado dos rentistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 12:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[corona vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na edição de 26/3/2020, editoria de Opinião do O POVO. Bolsonaro, o advogado dos rentistas Quando se trata da crise do coronavírus, em quem você acredita? No presidente da República, Jair Bolsonaro; no vice, Hamilton Mourão ou no ministro da Saúde, Henrique Mandetta? Bolsonaro vem atacando com com violência o distanciamento... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/03/26/bolsonaro-o-advogado-dos-rentistas/">Ver artigo</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na edição de 26/3/2020, editoria de Opinião do <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong>Bolsonaro, o advogado dos rentistas</strong></p>
<p>Quando se trata da crise do coronavírus, em quem você acredita? No presidente da República, Jair Bolsonaro; no vice, Hamilton Mourão ou no ministro da Saúde, Henrique Mandetta?</p>
<p>Bolsonaro vem atacando com com violência o distanciamento e o isolamento social, recomendado por médicos e cientistas de todo o mundo como forma de contenção da Covid-19. Mourão diz que “a posição do governo é uma só: o isolamento social”, afirmando que o presidente “não se expressou bem” ao condená-la. Mandetta age como se estivesse desviando dos tiros, porradas e bombas lançadas pelo presidente, tentando conciliar as declarações estapafúrdias de seu chefe às medidas que seu Ministério vem implementando.</p>
<p>O fato é que, independentemente da política a ser implementada, o governo perdeu a capacidade de liderar qualquer iniciativa de enfrentamento à epidemia. Antes, tornou-se um obstáculo para aqueles que estão na linha de frente trabalhando para minorar o sofrimento dos brasileiros.</p>
<p>No momento em que escrevo este artigo, divido a atenção com uma entrevista do presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Ele reconhece que os investidores vêm fazendo grande pressão devido a perdas na Bolsa de Valores. Por isso querem suspender o isolamento, supondo que, assim, os índices passe a subir. Maia lembra que a Bolsa é investimento de risco, em que se pode ganhar ou perder. E que hora é de socorrer as pessoas e não os rentistas. Está mais do que certo.</p>
<p>Entende-se, portanto, a ânsia de Bolsonaro em pôr todo mundo na rua para trabalhar, mesmo em circunstâncias perigosas. Verifica-se que a preocupação dele não é com os trabalhadores autônomos e informais. Na verdade, está agindo como advogado dos rentistas e dos banqueiros.</p>
<p>Se esse fosse um governo sério, estaria trabalhando para preparar um amplo pacote de benefícios que atendesse a todos (mas todos mesmo) os brasileiros sem condições de atravessar essa quadra sem auxílio. Ao mesmo tempo, trataria de abrir linhas de crédito a juros baixos, com carência ou a fundo perdido, entre outras medidas, para atender as empresas, principalmente as micros, pequenas e médias.</p>
<p>Porém, duvido.</p>
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		<title>Coronavírus demole mundo de fantasia de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Plinio Bortolotti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2020 13:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[cornavírus]]></category>
		<category><![CDATA[guerra dos mundos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na edição de 19/3/2020, editoria de Opinião do O POVO. Coronavírus demole mundo de fantasia de Bolsonaro “Os invasores foram aniquilados &#8211; depois que todas as armas e equipamentos humanos fracassaram &#8211; pelas criaturas mais humildes que Deus, em sua infinita sabedoria, colocou na terra.” O filme “A guerra dos mundos”,... <a class="view-article" href="https://blogs.opovo.com.br/pliniobortolotti/2020/03/19/coronavirus-demole-mundo-de-fantasia-de-bolsonaro/">Ver artigo</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reprodução do artigo publicado na edição de 19/3/2020, editoria de Opinião do <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong>Coronavírus demole mundo de fantasia de Bolsonaro </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Os invasores foram aniquilados &#8211; depois que todas as armas e equipamentos humanos fracassaram &#8211; pelas criaturas mais humildes que Deus, em sua infinita sabedoria, colocou na terra.” O filme “A guerra dos mundos”, cujo tema é uma invasão alienígena à Terra, termina com essa narração. A voz em “off” explica que, onde os exércitos falharam, as bactérias fizeram o serviço, infectando os marcianos, cujos organismos não tinham defesas contra essas invisíveis criaturas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Situação parecida vive Jair Bolsonaro no confronto com o novo coronavírus. Não foi artilharia da imprensa, nem os comunistas e muito menos a petralhada que o fez recuar. Foi o minúsculo ser que conseguiu refrear algumas de suas sandices, levando-o a reunir uma ruma de ministros mascarados tentando explicar por que  vinha desdenhando a ameaça, mas ontem reconheceu o perigo que a Covid-19 representa. Tudo isso sem esquecer o autoelogio, pois ninguém é de ferro: “Nosso time está ganhando de goleada. (&#8230;) Então, se o time está ganhando, vamos fazer justiça, vamos elogiar seu técnico, e o seu técnico chama-se Jair Bolsonaro”. (Então, tá.)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas o problema de Bolsonaro &#8211; desnudado pelo vírus &#8211; é o penoso mundo de fantasia no qual ele vive.  Nele, os fatos podem ser completamente deformados e, ainda assim, serão tomados como verdade por uma subserviente claque de fanáticos. Isso lhe dá a oportunidade de falar uma coisa agora e negá-la em seguida, sem compromisso com a realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mas o vírus não está no campo da disputa política, nem admite versões: o corona contamina, espalha-se, mata. Bolsonaro deu um passo em falso ao menosprezar o inimigo, como mau militar que é. Depois, quis consertar o estrago, sem convencer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Termino o artigo sem saber como foi o panelaço contra o presidente, ontem às 20h30min. Porém, é sintomática o fato de os partidários de Bolsonaro terem marcado manifestação a favor do presidente, nos mesmos moldes, para as 21h, na tentativa de embaralhar a realidade. Hoje Bolso voltará ao normal, em seu mundo assombrado: dirá que o panelaço foi a favor dele.</span></p>
<p><strong>PS.</strong> O filme tem como base o livro do mesmo nome, do escritor H.G. Wells, publicado no século XIX.</p>
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