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	<title>Plínio Bortolotti</title>
	
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	<description>jornalismo, novos talentos, o povo, jornal, comunicação, fortaleza, terra de ninguém, ceará, política, e-books de jornalismo</description>
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		<title>Dom José Luís, bispo auxiliar de Fortaleza, visita O POVO</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 21:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[bispo]]></category>
		<category><![CDATA[jornada da juventude]]></category>

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		<description><![CDATA[Visitou hoje (9/2/2012) O POVO o bispo auxiliar de Fortaleza, dom José Luís Ferreira Sales. Ele estava acompanhado de Vanderlúcio Sousa (assessoria de comunicação) e Yuri Soares, ambos do movimento católico Sahalom. Dom José Luís está divulgando os preparativod para a Jornada Mundial da Juventude, que será em julho de 2013, com a presença do papa Bento XVI. As atividades em Fortaleza começam em em 3 de março deste ano, com celebração no aterro da Praia de Iracema, organizada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14512" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/02/Encontro-Juventude.jpg" rel="lightbox[14511]"><img class="size-medium wp-image-14512 " src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/02/Encontro-Juventude-300x189.jpg" alt="" width="300" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">A partir da esquerda: bispo dom José Luís Ferreira Sales, Vanderlúcio Sousa, Yuri Soares, Tânia Alves, eu. Foto Fco Fontenele (clique para ampliar)</p></div>
<p>Visitou hoje (9/2/2012) <strong>O POVO</strong> o bispo auxiliar de Fortaleza, dom José Luís Ferreira Sales. Ele estava acompanhado de Vanderlúcio Sousa (assessoria de comunicação) e Yuri Soares, ambos do movimento católico Sahalom.</p>
<p>Dom José Luís está divulgando os preparativod para a <strong><a href="http://www.rio2013.com/pt" target="_blank">Jornada Mundial da Juventude</a></strong>, que será em julho de 2013, com a presença do papa Bento XVI.</p>
<p>As atividades em Fortaleza começam em em 3 de março deste ano, com celebração no aterro da Praia de Iracema, organizada pelo movimento <strong><a href="http://www.facebook.com/BoteFeFortaleza" target="_blank">Bote Fé</a></strong>.</p>
<p>Eles foram recebidos por mim e pela editora-executivo do Núcleo de Cotidiano, Tânia Alves</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dfDN986ftXTP4ikTr5QiTdzaF_8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dfDN986ftXTP4ikTr5QiTdzaF_8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dfDN986ftXTP4ikTr5QiTdzaF_8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dfDN986ftXTP4ikTr5QiTdzaF_8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/3lTTgWfEVZs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Pinheirinho: “A justiça perfeita”</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/pinheirinho-a-justica-perfeita/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 03:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[a justiça pefeita]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[pinheirinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu artigo publicado na edição de 8/2/2012, no O POVO. A justiça perfeita Plínio Bortolotti Comecei a ler “A ideia de justiça”, de Amartya Sen. Na introdução ele expõe as linhas gerais do que tratará no livro: “O que nos move [...] não é a compreensão de que o mundo é privado de uma justiça completa – coisa que poucos de nós esperamos –, mas a de que à nossa volta existem injustiças claramente remediáveis que queremos eliminar”. De outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu artigo publicado na edição de 8/2/2012, no <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_14504" class="wp-caption alignleft" style="width: 348px"><strong><a href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/02/DJoca.jpg" rel="lightbox[14503]"><img class="size-full wp-image-14504 " src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/02/DJoca.jpg" alt="" width="338" height="396" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Foto de Drawlio Joca, do ensaio &quot;Centro Invisível&quot;. Veja mais em http://www.flickr.com/photos/drawliojoca (clique para ampliar)</p></div>
<p><strong>A justiça perfeita</strong><br />
Plínio Bortolotti</p>
<p>Comecei a ler “A ideia de justiça”, de Amartya Sen. Na introdução ele expõe as linhas gerais do que tratará no livro: “O que nos move [...] não é a compreensão de que o mundo é privado de uma justiça completa – coisa que poucos de nós esperamos –, mas a de que à nossa volta existem injustiças claramente remediáveis que queremos eliminar”.</p>
<p>De outro modo: “O objetivo é esclarecer como podemos proceder para enfrentar questões sobre a melhoria da justiça e a remoção da injustiça, em vez de oferecer soluções para questões sobre a natureza da justiça perfeita”.</p>
<p>Lembrei do livro ao ler matéria na Folha de S.Paulo (5/2/2012), na qual, segundo o jornal, o advogado Toninho Pereira, ligado ao PSTU, considera uma vitória o que aconteceu no bairro Pinheirinho (São José dos Campos, SP), por terem eles conseguido “unificar o movimento operário e camponês”.  Como se sabe, sob ordem judicial, duas mil famílias foram expulsas do terreno, com violência, pela Polícia Militar. (Brutalidade injustificável sob qualquer aspecto.)</p>
<p>Segundo a reportagem, uma empresa especializada em regularização fundiária teria procurado o PSTU (que lidera os moradores ou parte deles), propondo acordo em que os lotes seriam comprados por prestações até R$ 100 mensais. A proposta teria sido rejeitada. &#8220;Nosso papel é impulsionar a luta do povo, não entregá-lo para a especulação imobiliária&#8221;, disse Zé Maria, presidente nacional do PSTU.</p>
<p>Pelo jeito, o PSTU é adepto da “justiça perfeita”, coisa que nos prometem as religiões, no céu, ou adeptos de certas teorias políticas que ofertam o paraíso na terra. Terrenos férteis para fanáticos, que descambam para “guerras santas”, ou para ditaduras, tipo Coreia do Norte.</p>
<p>Portanto, identificam-se duas correntes cantando vitória no caso Pinheirinho: o governo de São Paulo (com seus adeptos) e os militantes do PSTU. Os moradores, para ambos, são mero detalhe: para serem removidos com um estorvo ou para serem usados como instrumento de interesse partidário.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t4KSv_crS12iUeq_H5Rm7oPY948/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t4KSv_crS12iUeq_H5Rm7oPY948/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t4KSv_crS12iUeq_H5Rm7oPY948/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t4KSv_crS12iUeq_H5Rm7oPY948/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/Q7-NFTbdZVs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>CNI: R$ 40 mil no prêmio principal de jornalismo</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/cni-premio-principal-de-jornalismo-da-r-40-mil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 23:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos - Prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[cni]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas inscrições para o prêmio CNI de Jornalismo. A Confederação Nacional da Indústria distribuirá R$ 240 mil em prêmios, sendo R$ 40 mil para a categoria principal. José Alencar Serão contempladas com R$ 10 mil as melhores matérias regionais e com R$ 25 mil aquelas voltadas à educação profissional e à inovação. As categorias jornal, rádio, revista, TV e internet vão distribuir R$ 20 mil aos vencedores. O melhor entre todos os trabalhos inscritos levará o Grande Prêmio José [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas inscrições para o prêmio CNI de Jornalismo. A Confederação Nacional da Indústria distribuirá R$ 240 mil em prêmios, sendo R$ 40 mil para a categoria principal.</p>
<p><strong>José Alencar</strong></p>
<p>Serão contempladas com R$ 10 mil as melhores matérias regionais e com R$ 25 mil aquelas voltadas à educação profissional e à inovação. As categorias jornal, rádio, revista, TV e internet vão distribuir R$ 20 mil aos vencedores. O melhor entre todos os trabalhos inscritos levará o Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo e R$ 40 mil. No total, serão distribuídos R$ 240 mil brutos aos vencedores. [Não confundir José Alencar, que foi vice-presidente da República, e está sendo homenageado pela CNI com o escritor José <strong>de</strong> Alencar.]</p>
<p><strong>Matérias</strong></p>
<p>Poderão concorrer matérias publicadas/veiculadas em veículos de empresas jornalísticas entre 1º de abril de 2011 e 31 de março de 2012. <strong>As inscrições vão até 5 de abril de 2012.</strong> A premiação ocorrerá em 25 de maio do próximo ano, Dia da Indústria. A comissão julgadora será mista, tendo representantes da academia, do mercado e do setor produtivo.</p>
<p><strong><a href="http://www.premiocnidejornalismo.com.br/" target="_blank">Mais informação e inscrições.</a></strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B2ioVW3DIJgDsLq7IeuHODVH9Sc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B2ioVW3DIJgDsLq7IeuHODVH9Sc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B2ioVW3DIJgDsLq7IeuHODVH9Sc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/B2ioVW3DIJgDsLq7IeuHODVH9Sc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/wiF9a8cULvI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Correios abrem inscrição para concurso de redação de cartas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PlinioBortolotti/~3/glnvEQRYiA0/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/correios-abrem-inscricao-para-concurso-de-cartas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 22:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos - Prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[cartas]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[correios]]></category>

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		<description><![CDATA[O Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens é promovido anualmente pela UPU (União Postal Universal). No Brasil, este concurso é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional. A participação se dá por meio das escolas (rede pública e privada), que selecionam, entre as redações de seus alunos, as duas melhores cartas para representá-las. Podem participar estudantes com até 15 anos de idade. Fase estadual Na fase estadual são premiadas as 3 melhores redações de cada estado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-14490" href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/correios-abrem-inscricao-para-concurso-de-cartas/correios/"><img class="aligncenter size-full wp-image-14490" src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/02/Correios.jpg" alt="" width="594" height="191" /></a></p>
<p>O Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens é promovido anualmente pela UPU (União Postal Universal). No Brasil, este concurso é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional.</p>
<p>A participação se dá por meio das escolas (rede pública e privada), que selecionam, entre as redações de seus alunos, as duas melhores cartas para representá-las. <strong>Podem participar estudantes com até 15 anos de idade</strong>.</p>
<p><strong>Fase estadual</strong></p>
<p>Na fase estadual são premiadas as 3 melhores redações de cada estado e na fase nacional é escolhida apenas uma carta que irá representar o Brasil na fase internacional.</p>
<p><strong>Tema do concurso:</strong> &#8220;Escreva uma carta para um atleta ou a uma personalidade esportiva que você admira para lhe dizer o que significam os Jogos Olímpicos para você&#8221;.</p>
<p><strong>Premiação</strong></p>
<p><strong>Fase Estadual</strong> – 1º colocado: um notebook (2 GB de memória RAM e 320GB de disco rígido, leitor de cartões, wireless, webcam, monitor de 14”) e certificado. 2º e 3º colocados: um Som Portátil com CD, MP3 e Rádio AM/FM e certificado.<br />
<strong>Fase Nacional</strong> – Vencedor nacional: 1 TV de LED 32’’</p>
<p><strong>UPU</strong></p>
<p>A UPU é sediado em Berna, na Suíça, com o objetivo de desenvolver a habilidade de composição dos jovens; contribuir para o estreitamento das relações de amizade internacionais e aprimorar a comunicação por meio da escrita. Participam estudantes com até 15 anos de idade, previamente selecionados nas etapas nacionais.</p>
<p><strong>Inscrições até 16 de março de 2012.</strong><br />
<strong><a href="http://www.correios.com.br/sobreCorreios/sustentabilidade/vertenteSocial/concursoInternacionalRedacao.cfm" target="_blank"> Mais informações, regulamento e inscrição.</a></strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XMisBxbnF6R9Sr5G97mqy4HJj9M/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XMisBxbnF6R9Sr5G97mqy4HJj9M/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XMisBxbnF6R9Sr5G97mqy4HJj9M/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XMisBxbnF6R9Sr5G97mqy4HJj9M/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/glnvEQRYiA0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Rita Lee e a “relativização” das leis</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/PlinioBortolotti/~3/_bYHup67Qu0/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/rita-lee-e-a-relativizacao-das-leis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 03:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[leis]]></category>
		<category><![CDATA[rita lee]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu artigo publicado na edição de quinta-feira (2/2/2012) no O POVO. Rita Lee e a “relativização” das leis Plínio Bortolotti Fábio Campos, em sua coluna de domingo, neste jornal, escreveu em uma das notas que “nenhum indivíduo, presidente ou cidadão comum, está acima da lei” (concordo), afirmando ainda que a “relativização da lei põe em risco a democracia” (depende). Esta afirmativa gostaria de pôr em debate – e o episódio evolvendo a cantora Rita Lee, em seu show em Aracaju [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu artigo publicado na edição de quinta-feira (2/2/2012) no <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong>Rita Lee e a “relativização” das leis</strong><br />
Plínio Bortolotti</p>
<p>Fábio Campos, em sua coluna de domingo, neste jornal, escreveu em uma das notas que “nenhum indivíduo, presidente ou cidadão comum, está acima da lei” (concordo), afirmando ainda que a “relativização da lei põe em risco a democracia” (depende). Esta afirmativa gostaria de pôr em debate – e o episódio evolvendo a cantora Rita Lee, em seu show em Aracaju (SE), se presta à polêmica.</p>
<p>Rita Lee se irritou, pois os policiais estavam revistando jovens, em frente ao palco, em busca de cigarros de maconha. A cantora se excedeu, xingando os policiais, e insuflando a multidão, o que é um risco. “É rock and row”, gritou ela: talvez quisesse como parte do show. <strong><a href="http://migre.me/7IZUD" target="_blank">Veja aqui</a></strong>.  (Observe o momento em que o governador Marcelo Déda se retira do evento.)<span style="color: #ff0000"><strong>*</strong></span></p>
<p>Pois bem, os policiais agiam legalmente ao buscar drogas. Mas pensemos um pouco, em termos de prioridades. Onde os policiais (pelo que se pôde ver eram muitos) eram mais necessários, dando o velho “baculejo” em busca de um baseado ou cuidando da segurança do show, prevenindo crimes graves? (Inda mais que a posse de drogas para consumo deixou de ser crime, segundo muitos juristas.)</p>
<p>Jogar lixo na rua é crime ambiental. Mas alguém gostaria que policiais militares deixassem de perseguir criminosos para abordar os ignorantes que jogam lixo pelas janelas de seu carro (apesar da vontade que dá de ver um sujeito desses ser punido exemplarmente)? Imagine se a Secretaria da Fazenda do Ceará, por exemplo, em vez de se preocupar com os grandes sonegadores, dispersasse seus fiscais para cada uma das bodegas da periferia, arrastando cada um dos pequenos infratores às barras da Justiça. Perderia a própria sociedade.</p>
<p>Quase todas as pessoas cometem pequenas contravenções. Fazer “vista grossa” a infrações de pequeno ou nenhum poder ofensivo é uma forma de priorizar temas mais importantes.</p>
<p>PS. Quem abordou o tema com propriedade, em outra circunstância, foi Hélio Schwartsman, na Folha de S. Paulo, cujos textos seguem abaixo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000"> *</span></strong>Correção: aos jornais o governador Marcelo Deda (PT) explicou que não deixou o local do show. Ele disse que saiu de seu lugar para pedir ao comandante da PM para que retirasse os policiais da frente do palco de modo a evitar um problema de maiores proporções (acréscimo feito às 17h14min do dia 2/2/2012).<span id="more-14478"></span></p>
<p><span style="font-weight: bold">Artigos de Hélio Schwartsman</span></p>
<p>O autor é articulista da Folha de S. Paulo e bacharel em Filosofia</p>
<p><strong>Quando é preciso ignorar a lei</strong></p>
<p>Na semana passada, perpetrei para a versão impressa da Folha uma coluna em que mostrava a importância da polícia para a redução da criminalidade ao longo da história. &#8220;En passant&#8221;, como sugestão para reduzir as tensões na USP, defendi que os policiais lotados no campus fizessem vistas grossas para o consumo de maconha. Foi uma chuva de e-mails. O pessoal da esquerda me recriminou por ter perdido uma oportunidade para advogar pela descriminalização da erva. A turma da direita, um pouco mais truculenta, para não trair o estereótipo, me desancou porque afirmei que agentes da lei devem às vezes desrespeitá-la.</p>
<p>Tolo que sou, dois dias depois, voltei à carga numa segunda coluna, em que procurei esclarecer minha posição. Foi uma nova enxurrada de e-mails. Como a teimosia é uma característica do ser humano, vou para a terceira tentativa, desta vez com um público ligeiramente diferente e sem as limitações de espaço. O tema é importante e não devemos ter medo de abordá-lo.</p>
<p>No fundo, o que eu afirmo é que o legalismo estrito é uma posição inconsistente. Tanto por razões teóricas como práticas, policiais necessariamente fecham os olhos para dezenas de violações à lei todos os dias.</p>
<p>Para começar, normas que assumem a forma de comandos legais não dão conta das complexidades do mundo real. Não conseguimos traduzir para o formato de regras discretas (leis) o conjunto dos comportamentos sociais que desejamos promover.</p>
<p>Essa impossibilidade fica clara na inteligência artificial. Na hora de programar um computador, atividades que humanos tiramos de letra revelam-se extremamente difíceis de transportar para as máquinas. Um caso relativamente simples, como o de não enquadrar o sujeito que cede um comprimido para o colega com dor de cabeça por tráfico de drogas ou exercício ilegal da medicina, exige familiaridade com um amplo conjunto de regras não escritas de sociabilidade que chamamos de bom-senso. São essas normas que nos permitem reconhecer diferentes contextos sociais e por eles navegar. Mesmo que fôssemos capazes de formulá-las de modo inequívoco, elas atuam em tantos níveis simultaneamente que tornariam a programação um problema intratável.</p>
<p>Entre humanos, falhas para reconhecer ou gerenciar esse sistema de normas sociais resulta no autismo, cujo grau de penetrância determina desde uma leve inabilidade para lidar com pessoas (síndrome de Asperger) até o colapso completo da sociabilidade e da própria linguagem (autismo clássico).</p>
<p>Ainda que tivéssemos leis perfeitas no sentido de afastar qualquer ambiguidade, nosso pobre policial teria dificuldades para aplicá-las a todos os casos. A questão aqui é material. Os recursos à disposição da segurança são finitos &#8212; e duvido que a maioria dos contribuintes esteja disposta a aumentá-los para muito além de um determinado teto. Isso em tese forçaria a corporação a eleger prioridades, isto é, a definir os tipos de crime que vai combater com mais afinco e relegar os demais a posições inferiores, no limite, fechando os olhos para algumas violações. Embora os códigos penais não cheguem a estabelecer explicitamente uma hierarquia da repressão aos crimes (em teoria o policial deveria estar atento a tudo), a sociedade decerto o faz. Numa análise utilitária, acho que (quase) todos concordarão que cometer um assassinato é mais grave do que dirigir embriagado que é pior do que fumar um baseado permanecendo bem longe do carro.</p>
<p>O tamanho do problema material fica claro com o seguinte experimento mental: podemos sinceramente desejar que todos os assassinatos do Brasil (algo perto dos 50 mil por ano) sejam elucidados, seus autores capturados, julgados e condenados. Eles representariam uma administrável fatia de 10% dos cerca de 500 mil presos brasileiros. Mas será que alguém sinceramente deseja que todas as mulheres que fazem um aborto (número estimado em 1 milhão por ano pelos demógrafos Mario Francisco Giani Monteiro e Leila Adesse num trabalho de 2006 leia aqui em PDF) vão para a cadeia? Quem não acredita na cifra de 1 milhão sinta-se livre para escolher a fração que desejar: 700 mil, 500 mil, 200 mil&#8230; Receio que nem o Vaticano realmente queira prender tanta gente. Na mais modesta das hipóteses (as 200 mil), seria necessário construir 1 presídio feminino (unidades de 500 vagas) por dia.</p>
<p>Gostemos ou não, temos de escolher alguns crimes para coibir com seriedade, deixando os demais num plano inferior, a tal da &#8220;vista grossa&#8221;. A alternativa é ir encarcerando parcelas crescentes da sociedade, muitas vezes por delitos sem vítima ou ofensas menores. Não faz sentido econômico, social, criminológico e muito menos humanitário. É a rota que os norte-americanos adotaram e, mesmo assim, apresentam índices de violência bem piores que os dos mais liberais europeus.</p>
<p>É até razoável arguir que fazemos pouca &#8220;vista grossa. Um dos fatores que tornam nossas polícias ineficientes é que elas não conseguem estabelecer prioridades. Dada a limitação de recursos, cada vez que a PM leva garotos que fumam maconha para levar o sabão do delegado (e ser liberados em seguida) ou se dedica a alguma outra picuinha, rouba-se o tempo de alguns soldados e de um delegado que poderiam estar em patrulha ou investigando crimes mais sérios. Some-se a isso a quantidade absurda de burocracia e a redundância burra dos procedimentos judiciais e temos um início de explicação para o fato de as nossas autoridades esclarecerem apenas 8% dos homicídios.</p>
<p>Tendo respondido ao que me parece mais essencial das objeções levantadas pela turma da direita, passemos às críticas da esquerda. Evidentemente, eu não pretendo que os policiais tratem os filhinhos da elite branca na USP melhor do que tratam os favelados. Se dei a sensação de que coloco alunos ªde bemº numa categoria especial, expressei-me mal. Posso ser acusado de várias coisas, mas não de anti-republicano. Defendo a igualdade de todos perante a lei. O que eu sugeri é que policiais utilizem o seu poder discricionário para ignorar o que não é importante e concentrar-se no mais urgente.</p>
<p>Em relação à discriminação da maconha, venho já há muitos anos a defendendo neste espaço, por acreditar que não cabe ao Estado definir o que cada cidadão pode ou não ingerir. Na verdade, não me restrinjo à maconha. Para uma política dessas fazer sentido, ela precisa abarcar todas as drogas e não pode ficar na descriminalização, sendo necessário partir para a legalização, isto é, permitindo a produção e o comércio com a devida cobrança de impostos, a exemplo do que ocorre com o álcool e o tabaco. A redução do número de fumantes mostra que é perfeitamente possível combater sem criminalizar. E, quanto mais leio sobre a neurociência por trás da dependência, mais me convenço de que o paradigma proibicionista é uma maluquice.</p>
<p>Voltemos a nossos estudantes. A descriminalização e a legalização, se vierem, ainda vão levar muitos e muitos anos. Já o &#8220;fechar de olhos&#8221; da polícia é um dado da realidade. Se o objetivo da corporação é garantir a segurança no campus, como todos esperamos que seja, então ela deveria fazer um certo populismo, admitindo tacitamente a política de vistas grossas. Isso a ajudaria a conquistar a simpatia da comunidade universitária, o que favoreceria enormemente seu trabalho. Na pior das hipóteses, teria evitado o pretexto para as ridículas invasões da FFLCH e da Reitoria. (do blog do autor – 10/11/2011: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/1004010-quando-e-preciso-ignorar-a-lei.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/1004010-quando-e-preciso-ignorar-a-lei.shtml</a>)</p>
<p><strong>Polícia e civilização</strong></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Alunos da USP ocuparam um prédio administrativo com o objetivo de forçar a polícia a não atuar mais no campus. Ou eles são jovens e não sabem o que fazem, ou estamos diante de um movimento profundamente reacionário.</p>
<p>Uma das melhores coisas que aconteceram à humanidade foi a criação da polícia. Como mostra Steven Pinker em seu novo livro sobre a violência, o surgimento de Estados fortes na Europa do século 16, com suas milícias e o monopólio do uso da força, fez com que as taxas de homicídio ficassem de 10 a 50 vezes menores.</p>
<p>A provável origem da confusão da garotada é que, vencida essa fase, o principal perpetrador de violência deixou de ser a rivalidade entre clãs e bandos rivais para tornar-se o próprio Estado, que não raro se punha a perseguir, a torturar e a executar cidadãos por motivos às vezes tão banais como abraçar uma religião minoritária, fazer oposição política ou apenas ser diferente.</p>
<p>Precisamos avançar mais na marcha civilizacional, mas seria um contrassenso tentar fazê-lo revertendo nossos principais acertos.</p>
<p>O caminho é educar os agentes da lei e a própria sociedade, o que, como sugere Pinker, vem ocorrendo paulatinamente por meio de novas visões de mundo que acabam sendo incorporadas ao &#8220;Zeitgeist&#8221;, o espírito da época. Dois exemplos eloquentes são o Iluminismo do século 18, que está na origem da democracia e da abolição da escravatura, e a era dos direitos, que, desde 1948, alimenta o feminismo, a igualdade racial etc.</p>
<p>Em resumo, o Estado é nosso amigo, ainda que tenhamos que mantê-lo sob vigilância para eliminar-lhe toda e qualquer recaída despótica.</p>
<p>Nesse contexto, seria bom que os policiais que operam no campus fizessem vista grossa para quem fuma maconha. É verdade que, em teoria, eles não têm escolha que não seguir a lei, mas a melhor receita para criar o pior dos mundos é aplicar com máximo zelo todas as normas vigentes. (Folha de S.Paulo, 2/11/2011: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0211201103.htm">http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0211201103.htm</a>)</p>
<p><strong>Maconha, leis e bom-senso</strong></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Alguns leitores ficaram bravos com minha coluna de anteontem, na qual eu sugeria que a polícia fizesse vista grossa para quem fuma maconha na USP. Vale, portanto, desenvolver a ideia.</p>
<p>No mundo real, policiais fecham os olhos diariamente para dezenas de violações à lei. E o fazem porque não é possível nem desejável implementar todas as normas em todos os casos. Aplicar a lei do aborto, por exemplo, exigiria a construção de 5,5 novos presídios femininos (unidades de 500 vagas) por dia só para abrigar cerca de 1 milhão de ex-futuras mamães que interrompem ilegalmente a gravidez a cada ano.</p>
<p>Qualquer Código Penal do planeta traz um bom número de dispositivos absurdos ou inócuos, alguns artigos às vezes úteis, mas que em várias situações precisam ser &#8220;esquecidos&#8221;, e umas poucas leis fundamentais, para cujo cumprimento a sociedade deve, de fato, se esforçar.</p>
<p>Exemplos da primeira categoria são a norma da Tailândia que proíbe pisar em cédulas e moedas e o estatuto do Estado da Virgínia (EUA) que veta caçar animais selvagens aos domingos, &#8220;exceto guaxinins, que podem ser abatidos até as 2 h&#8221;.</p>
<p>No segundo grupo, o das regras às vezes úteis, encontramos normas que têm uma racionalidade, mas que não devem ser aplicadas de modo draconiano, sob pena de gerar injustiças. É o caso dos artigos 280 e 282 do Código Penal brasileiro, que vedam fornecer remédio em desacordo com receita médica e o exercício ilegal da medicina. Na teoria, fazem sentido, mas podem converter-se numa ameaça se aplicados contra alguém que ceda um anti-inflamatório a colega com dor de cabeça.</p>
<p>Por fim, existem normas realmente importantes, como as que proíbem assassinatos, agressões, roubo e desvio de dinheiro público.</p>
<p>O policial sabe quase automaticamente quais leis ignorar com base num amplo conjunto de regras não escritas de sociabilidade, ao qual damos o nome de &#8220;bom-senso&#8221;. (Folha de S.Paulo, 4/11/2011: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0411201103.htm">http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0411201103.htm</a>)</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yljdkN5gyTdZToehReoberdCuJg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yljdkN5gyTdZToehReoberdCuJg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yljdkN5gyTdZToehReoberdCuJg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yljdkN5gyTdZToehReoberdCuJg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/_bYHup67Qu0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Cearense vaia até o Sol</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 13:49:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[vaia ao sol]]></category>
		<category><![CDATA[vaiando o sol]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornal O POVO publica hoje matéria referente a um fato ocorrido há 70 anos: o dia em que os cearenses vaiaram o Sol na Praça do Ferreira, em Fortaleza. Um repórter do O POVO, que passava pelo local registrou o fato para os anais da história, como mais um feito da famosa molecagem cearense. Registro histórico O repórter relata que, depois de alguns dias de chuva, o &#8220;sol ia conseguindo varar as grossas nuvens, lá no alto, num esforço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14470" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Vaiando-o-Sol11.jpg" rel="lightbox[14468]"><img class="size-medium wp-image-14470 " src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Vaiando-o-Sol11-300x333.jpg" alt="" width="210" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira página do O POVO de 30/1/1942, um exemplo da molecagem cearense: o Sol recebe &quot;tremenda vaia&quot; (clique para ampliar)</p></div>
<p>O jornal <strong>O POVO</strong> publica hoje matéria referente a um fato ocorrido há 70 anos: o dia em que os cearenses vaiaram o Sol na Praça do Ferreira, em Fortaleza. Um repórter do O POVO, que passava pelo local registrou o fato para os anais da história, como mais um feito da famosa molecagem cearense.</p>
<p><strong>Registro histórico</strong></p>
<p>O repórter relata que, depois de alguns dias de chuva, o &#8220;sol ia conseguindo varar as grossas nuvens, lá no alto, num esforço desesperado para aparecer, os alegres circundantes, olhando para o alto e apontando, começaram uma estrondosa demonstração estrondosa, vaiando o astro vencido&#8230;&#8221; O titulado não perdoou: &#8220;O Sol recebeu tremenda vaia&#8221;. [Explicação para quem não é nordestino: por aqui, chuva é tempo bom, diz-se, inclusive que o tempo está "bonito pra chover", por isso a vaia ao "astro rei".]</p>
<p><strong>Vida &amp; Arte</strong></p>
<p>Para comemorar  a data, o jornal publicou na edição de hoe 30/1/2012 depoimentos ficcionais de seus jornalistas sobre o evento e matéia no caderno Vida &amp; Arte, <strong><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2012/01/30/noticiasjornalvidaearte,2775144/o-dia-em-que-o-cearense-vaiou-o-sol.shtml" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p><strong>O POVO</strong> foi o único jornal a registrar o fato. Uma curiosidade: a data registrada na edição é de 30 de fevereiro de 1942, em vez de 30 de janeiro &#8211; ou foi erro ou foi molecagaem do editor.</p>
<p><a href="http://www3.opovo.com.br/extra/OITD_19420130aa06.pdf" target="_blank">Veja aqui a primeira página completa.</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t1UtP5H5To10__ItbsMkokb_JuU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t1UtP5H5To10__ItbsMkokb_JuU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t1UtP5H5To10__ItbsMkokb_JuU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/t1UtP5H5To10__ItbsMkokb_JuU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/RYEENWIOOuk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Pinheirinho: sobre decisões insensatas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 03:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo O POVO]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[pinheirinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu artigo publicado na edição de hoje (26/1/2012) do O POVO. Pinheirinho Plínio Bortolotti Duas mil famílias, seis mil pessoas, foram expulsas com violência de suas casas, em São José dos Campos (SP), em um bairro chamado Pinheirinho. A Polícia Militar, apoiada por helicópteros e acompanhada de seu aparato bélico, fez o trabalho, escudada em uma ordem judicial, expedida pela juíza da 6ª Vara Cível de São José dos Campos. Cerca de dois mil policiais e guardas municipais iniciaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu artigo publicado na edição de hoje (26/1/2012) do <strong>O POVO</strong>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_14455" class="wp-caption alignleft" style="width: 362px"><a href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Hélio-Rôla_.jpg" rel="lightbox[14454]"><img class="size-full wp-image-14455 " src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Hélio-Rôla_.jpg" alt="" width="352" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração de Hélio Rôla (clique para ampliar)</p></div>
<p><strong>Pinheirinho</strong><br />
Plínio Bortolotti</p>
<p>Duas mil famílias, seis mil pessoas, foram expulsas com violência de suas casas, em São José dos Campos (SP), em um bairro chamado Pinheirinho.</p>
<p>A Polícia Militar, apoiada por helicópteros e acompanhada de seu aparato bélico, fez o trabalho, escudada em uma ordem judicial, expedida pela juíza da 6ª Vara Cível de São José dos Campos. Cerca de dois mil policiais e guardas municipais iniciaram a ação às 6 horas de domingo passado.</p>
<p>O resultado pode ser visto nos jornais e TVs – e também pelas redes sociais da internet. Digitando “Pinheirinho” no Youtube, poder-se-á ter uma ideia de como se deu a expulsão dos moradores.</p>
<p>A área de um milhão de metros quadrados – que começou a ser ocupada há oito anos – pertence à massa falida da Selecta, uma empresa do “investidor” Naji Nahas (preso em 2008 na Operação Satiagraha) – e está avaliada em quase R$ 200 milhões.</p>
<p>É incompreensível o que se passa na cabeça de um juiz, no caso uma juíza, ao dar uma ordem dessas, aparentemente sem levar em conta as consequências de sua decisão. Desconhecimento da realidade? Arrogância? Inépcia? Falta de senso de justiça? Apego formal à lei?</p>
<p>Havia negociação em curso, incluindo representantes do governo federal, buscando uma saída pacífica &#8211; e havia um conflito de competência entre a Justiça federal e a estadual, o que recomendava cautela e um pouco de paciência. A Justiça estadual optou pelo uso da força, e muita.</p>
<p>Dito isso, revelou-se no caso Pinheirinho uma situação que se repete a cada polêmica, a cada conflito que se estabelece no país: um verdadeiro Fla-Flu. Exige-se alistamento automático e acrítico – e lança-se mão do argumento <em>ad hominem</em> (contra a pessoa) a qualquer um que questione qualquer “verdade” estabelecida por um dos lados.</p>
<p>A democracia tem dessas conseqüências: a tentativa de interditar o pensamento deixou de ser privilégio da direita.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vDtXSWaFC7FYultHkPs9tdw3uIg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vDtXSWaFC7FYultHkPs9tdw3uIg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vDtXSWaFC7FYultHkPs9tdw3uIg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vDtXSWaFC7FYultHkPs9tdw3uIg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/2s0hkDqAQnI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Youtube promove “Seu Festival de Filmes” e dá prêmio de 500 mil dólares</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 21:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos - Prêmios]]></category>
		<category><![CDATA[seu festival de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[yutube]]></category>

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		<description><![CDATA[O Seu Festival de Filmes é uma competição mundial que busca encontrar os melhores contadores de histórias, apresentá-los aos espectadores ao redor do mundo e oferecer uma verdadeira oportunidade para começar uma carreira brilhante. Para participar basta inscrever um curta em vídeo de 15 minutos de qualquer formato, estilo ou gênero. Você pode enviar um curta, um episódio de web-série, um piloto de TV ou algo diferente, contanto que seja uma história. Após a seleção de 50 semifinalistas, os espectadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-14451" href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/youtube-promove-seu-festival-de-filmes-e-da-premio-de-500-mil-dolares/youtube/"><img class="alignleft size-medium wp-image-14451" src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Youtube-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>O <strong>Seu Festival de Filmes</strong> é uma competição mundial que busca encontrar os melhores contadores de histórias, apresentá-los aos espectadores ao redor do mundo e oferecer uma verdadeira oportunidade para começar uma carreira brilhante.  Para participar basta inscrever um curta em vídeo de 15 minutos de qualquer formato, estilo ou gênero.</p>
<p>Você pode enviar um curta, um episódio de web-série, um piloto de TV ou algo diferente, contanto que seja uma história. Após a seleção de 50 semifinalistas, os espectadores ao redor do mundo começarão a votar, escolhendo 10 finalistas. Os finalistas viajarão a Itália, onde seu trabalho abrirá o Festival de Veneza de 2012 e o grande vencedor será escolhido por um júri especial, formado pelos profissionais da indústria, e receberá um prêmio de 500 mil dólares para a produção com a Scott Free Films de um novo trabalho para ser apresentado ao mundo inteiro. <span style="color: #888888">[Reproduzido do site do festival.]</span></p>
<p><strong>O filme pode ser narrado em português ou qualquer outra língua.</strong><br />
<strong> Inscrições:</strong> de 2/2/2012 a 31/3/2012.<br />
<strong><a href="http://www.youtube.com/user/yourfilmfestival?feature=inp-bl-yff" target="_blank"> Mais informações e inscrição.</a></strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hN4LPVc_6hKNhS73Eqz3z9r7eZU/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hN4LPVc_6hKNhS73Eqz3z9r7eZU/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hN4LPVc_6hKNhS73Eqz3z9r7eZU/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hN4LPVc_6hKNhS73Eqz3z9r7eZU/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/9ybbq49PeVg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Curso Novos Talentos O POVO para Estudantes de Jornalismo: www.opovo.com.br/novostalentos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 21:15:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Talentos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14443" class="wp-caption aligncenter" style="width: 534px"><a href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Novos-talentos.jpg" rel="lightbox[14440]"><img class="size-large wp-image-14443 " src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Novos-talentos-550x236.jpg" alt="" width="524" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vu_zXrrSd2VD0_cQw_bMTIrNgxA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vu_zXrrSd2VD0_cQw_bMTIrNgxA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vu_zXrrSd2VD0_cQw_bMTIrNgxA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vu_zXrrSd2VD0_cQw_bMTIrNgxA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PlinioBortolotti/~4/KWLxGNAGNm0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Férias no Ceará &amp; estorvo acústico</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plínio Bortolotti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fortaleza terra de ninguém]]></category>
		<category><![CDATA[hélio rôla]]></category>
		<category><![CDATA[lagoa redonda]]></category>

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		<description><![CDATA[Do artista plástico Hélio Rôla, que refugiou-se na Lagoa Redonda em busca de sossego, mas encontrou barulho nos céus e terras, recebi o texto abaixo e o mapa acima. «Férias no Ceará&#8230; Por conta de som excessivo oriundo do Recreio Clube de Campo (Av Recreio, 1090 &#8211; Lagoa Redonda, Fortaleza &#8211; Ceará) certas áreas da Lagoa sofrem, ultimamente, com o som abusivo &#8220;dos forrós do domingo&#8221; que somente terminam na madrugada de segunda-feira em meio à uma barulheira infernal bradando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14436" class="wp-caption aligncenter" style="width: 534px"><a href="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Lagoa-Redonda-Mapa.jpg" rel="lightbox[14435]"><img class="size-large wp-image-14436 " src="http://blog.opovo.com.br/pliniobortolotti/files/2012/01/Lagoa-Redonda-Mapa-550x214.jpg" alt="" width="524" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p>Do artista plástico <strong>Hélio Rôla</strong>, que refugiou-se na Lagoa Redonda em busca de sossego, mas encontrou barulho nos céus e terras, recebi o texto abaixo e o mapa acima.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">«</span></strong>Férias no Ceará&#8230; Por conta de som excessivo oriundo  do Recreio Clube de Campo (Av Recreio, 1090 &#8211; Lagoa Redonda, Fortaleza &#8211; Ceará)  certas áreas da Lagoa sofrem, ultimamente, com o som abusivo &#8220;dos forrós do domingo&#8221; que somente terminam na madrugada de segunda-feira em meio à uma barulheira infernal bradando aos céus e uma gritaria sem fim, chegando mesmo a incomodar, pela sua duração de horas, mais do que os aviões da madrugada. Que coisa, não é?&#8230;</p>
<p>Enfim, pela distância entre a casa de show &#8230; e onde resido, 1,5 km, como pode ser visto no mapa Google,  fica claro que o clube comete abuso socioambiental de expressiva abrangência&#8230; É muito provável que, fora a falta de alvarás e outras exigências, o estabelecimento não disponha de instalações adequadas para esse tipo de show, isto é, com tanto som à solta  e, por isso,  não obedeça as Leis Municipais quanto a conveniência do silêncio urbano no viver humano&#8230;</p>
<p>As casas de show de Fortaleza quase sempre  deixam que   seu &#8220;negócio cultural&#8221; se torne, como é de praxe, um estorvo para a vizinhança inocente que não tem nada a ver com os esses negócios&#8230; É  uma história antiga, e por se tratar de  um franco desrespeito aos direitos da humanidade dei ciência do fato à Semam em uma denúncia de Poluição sonora. Hoje, dia 24 de janeiro de 2012.</p>
<p>&#8220;O silêncio é um bem comum, o barulho, não&#8221;&#8230;</p>
<p>Poluição Sonora &#8211; Semam 3452.6923/6927<strong><span style="color: #ff0000">»</span></strong></p>
<p><span style="color: #ff0000"><strong> </strong></span></p>
<p>*<span style="color: #c0c0c0">O título do post também é de autoria de Hélio Rôla.</span></p>

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