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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;D0MFR3w9eSp7ImA9WhRaFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-35742150</id><updated>2012-02-16T16:03:36.261-02:00</updated><title>Poesia Crônica Urbana</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://desencantoracional.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://desencantoracional.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Raphael Davoglio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07907067696324120898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://1.bp.blogspot.com/_-ibb5PEzAxI/SgdLM_Z0RPI/AAAAAAAAAjk/C9-gXsJSwOA/S220/4.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>88</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PoesiaCrnicaUrbana" /><feedburner:info uri="poesiacrnicaurbana" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CEQDQH0yfip7ImA9WhdbFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-35742150.post-2072795545515960534</id><published>2011-10-14T10:05:00.002-03:00</published><updated>2011-10-14T11:26:11.396-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-14T11:26:11.396-03:00</app:edited><title>Tempo Obstruído</title><content type="html">Estruturava pensamentos de acordo com os pingos da chuva, calculava toda ação e não me ausentava de qual reação física seria tomado, passava se o tempo e o tempo navegava por dentro de olhos embaraçados que insistiam em causar o medo do afago do fel, sabia eu que não podia recuar das parábolas do cotidiano ou tão quanto medir forçar com o superior das energias ocultas, horas adentro não entendia o curso das linhas tortas escritas pelas mãos certas. Sonhava mas não imaginava que a realidade pudesse ser tão tétrica a ponto de sacudir toda poeira deixada pela obra que dentro do ser prosseguia, imaginava a lentidão dos passos da mente que quase psicografava as letras no papel, mão que corria e não tinha tanta certeza das recordações que teria após finalizar sua obra, essas do qual fazem do ser humano o maior Deus de todos os tempos, dividia o pão e transformava a matéria aos olhos nus, sempre observando à barca que caminhava para delatar todos aqueles que persistiam em pensar algo fora da realidade obstruída, nem sabíamos que todo o tempo tomado se repetia em cada frase dita, repetição que ardia dentro dos ouvidos daquele quem em vão escrevia as frases do fim que podia ser o começo de uma nova era.&lt;br /&gt;Atentava ao pudor das misturas engrenadas de parafusos desmiolados dos relógios da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba que a cada passo a vida lhe toma o que temos de mais precioso; O Tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35742150-2072795545515960534?l=desencantoracional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Nem pensar, paixão? Nem louco e muito menos rouco, não consigo gritar a plenos pulmões aquilo que já gritei em vão, até por que o globo sempre leva meus amores para bem longe, deixando sempre um ar do que poderia ter sido ou até mesmo do que não, seja o frio de Moscou ou os dias ensolarados no Central Park tudo já passou deixando um pequeno gosto nostálgico em minha taça de Merlot. De todos os amores os que mais recordam são dos curtos, os longos só me deixaram a razão de não ter sido reais o suficiente para serem imortalizadas, marcas alguns deixaram, mas essa se quer são lembradas, acordo todos e ao me olhar nu nos espelhos convexos vejo apenas uma distorcida imagem daquele homem que já se retrucou muitas vezes diante da vida, passageira e rápida como um lobo atrás da sua presa, agora se torna vegetariano e não corre mais com a mesma vontade, anda solitário mais sempre cercado de pessoas interessantes, algumas nem tanto, mas é com essas que aprendemos a conhecer o reconhecível mundo.&lt;br /&gt;Dissonantes no tempo de oito fazem a aurora boreal ser apenas um pequeno colorido diante da diversificação humana, sem gosto deixa apenas a marca do batom barato, os brilhos e afins ficam na iluminação contemporânea, vejo amigos presos e amigos a sumir, alguns andam de trás pra frente e voltam para tentar suprir o tempo que perderam quando ainda podiam dar o luxo de virar as madrugadas sobre a nebulosa cidade de São Paulo, perigosa e escura à noite sempre me chamou mais que o dia, mas viver entre carros, ruas e putas sempre foi algo tétrico vindo de alguém que cresceu a meio disso, algo que para alguns mortais é apenas diversão para nós foi por muito tempo a realidade, e nessa sociedade burguesa é de fato possível ver o quanto aquelas luzes vermelhas não se distanciam dos flashes das revistas que esbanjam em suas capas; casamentos, festas e toda a banalidade, quantos casamentos? Ali podemos visualizar um plano familiar sem questões morais, o que vale é o quanto se paga pela comodidade financeira, que orgulho das famílias em qual vemos relações duradouras, verdadeiras.&lt;br /&gt;Mas se engana você que agora pode achar que não me agrada esse tipo de vinculo, é culturalmente incrível adentrar nesse mundo perverso, o coração palpita e por mais demagogo que pareça é maravilhoso, consigo visualizar toda a potencia cerebral que dentro de mim cabe, e por muitas vezes chego à conclusão que o que me faltou no passado foi por muito tempo o que me torna sustentável e camaleônico ao ponto de poder interferir em toda humanidade, mando e desmando e quando menos espero os lugares de destaque são os meus, sem perceber minha diferença abutre cego os olhos do luxo, a chaleira apita e o meu mate está pronto para ser degustado, abro a primeira folha do jornal, olho apenas as manchetes, a vida é calma e cama quando consegue controlar o ritmo, compasso por compasso atrai aquelas que do qual busca o tempo todo, algumas dessas pessoas diferentes do qual não imaginava estar segurando suas mãos, mas no fundo consegue ver um potencial, algo que agregue com sua inteligência, como um freio que vai te puxar bruscamente quando você se perder na lisérgica e rotineira pílula noturna, mais um gole? Acho que não, já deu por hoje? No fundo ela manda mais e você apenas obedece por que sabe que seu limite chegou e sua companheira também, o amor? Quem vive de sonhos não acorda para a realidade e muito menos paga o mínimo do cartão de credito, singular como Deus somos nós na terra do divino.&lt;br /&gt;- Amor  que vai querer para o jantar?&lt;br /&gt;- Bem, aquela pasta, não se esquece de abrir o vinho, desliga o radio que essa musica está me dando dor de cabeça e liga a TV que a novela já vai começar.&lt;br /&gt;- Claro, já estou indo, coloque a mesa.&lt;br /&gt;- Te amo meu amor.&lt;br /&gt;- Eu também te adoro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raphael Davoglio&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35742150-2261736379365962210?l=desencantoracional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eGTvLaoumpVi5MxYXUbzSgBKlGQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eGTvLaoumpVi5MxYXUbzSgBKlGQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~4/UHtJ9O5OAy4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://desencantoracional.blogspot.com/feeds/1751127414914667799/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35742150&amp;postID=1751127414914667799" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/1751127414914667799?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/1751127414914667799?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~3/UHtJ9O5OAy4/curtos-e-prolongados.html" title="Curtos e Prolongados" /><author><name>Raphael Davoglio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07907067696324120898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://1.bp.blogspot.com/_-ibb5PEzAxI/SgdLM_Z0RPI/AAAAAAAAAjk/C9-gXsJSwOA/S220/4.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://desencantoracional.blogspot.com/2010/01/curtos-e-prolongados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcEQXc7cSp7ImA9WxBQE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-35742150.post-6882590230979703956</id><published>2010-01-13T02:09:00.001-02:00</published><updated>2010-01-13T02:13:20.909-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-13T02:13:20.909-02:00</app:edited><title>Tenho 27 anos e dois dedos sem gelo no copo alto</title><content type="html">Bastardo é o filho da puta que insiste em ser uma contravenção medíocre da sustentação do molde que obtém um macaco e um galo enjaulados por um crime que foi cometido pelos cachorros do Senado de nossa exuberante República.&lt;br /&gt;A sanfona que agora toca Novos Baianos mostra a verdade tão antiga quanto a missa que espera um campo e uma renda melhor. Do campo vejo uma aurora boreal pelos morros da Cidade Olímpica de 2016, que continua linda e cada dia mais vem agregar adjetivos, e o pejorativo agora rogado por nossa geração como valor, assim caminha parado rumo ao sucesso medieval. &lt;br /&gt;Na sala de noite calço minhas meias, chinelas, bermudas e uma linda camisa social. Agora coloco meus óculos escuros e ligo a TV; pronto, acompanho qualquer reality show, sem gelo mesmo e puro, meu whisky derrete com o fino e claro que tudo abre em grande visão sobre a estupidez contraditória dos animais.&lt;br /&gt;Mas como todo ano que entra, eu penetro em um ser de confiança sem camisinha.Mas com a plena consciência de fazer algo limpo, nos entregamos aos vícios e limpamos toda a sujeira. Enquanto corre a barca declaremos a guerra contra essa sociedade injusta do nosso mundo particular, não queremos mais ver o que brota em nosso jardim sem plantação, quero alfaces, cebolinhas e o abraço de quem fala a verdade em sua cara, enquanto a mistura de dois rádios toca canções tão distintas quanto Vila Lobos e Jefferson Airplane, mas isso não vai importar se quem fala tem tanta sede ou fome de ouvir. Assim vamos partindo para a evolução material de quem gira em caixa alta o tom de sua voz emburricada pelos solitários e sedados malucos do cotidiano ordinário, assim completo mais um ano e você completa o meu copo com uma dose a mais.&lt;br /&gt;Sem Gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raphael Davoglio&lt;br /&gt;Revisado Por Chu Mataveli&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35742150-6882590230979703956?l=desencantoracional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ATEN1v5j4kiJKZNEx2qzfVnxFAc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ATEN1v5j4kiJKZNEx2qzfVnxFAc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~4/IOqef465YzU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://desencantoracional.blogspot.com/feeds/6882590230979703956/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35742150&amp;postID=6882590230979703956" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/6882590230979703956?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/6882590230979703956?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~3/IOqef465YzU/tenho-27-anos-e-dois-dedos-sem-gelo-no.html" title="Tenho 27 anos e dois dedos sem gelo no copo alto" /><author><name>Raphael Davoglio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07907067696324120898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://1.bp.blogspot.com/_-ibb5PEzAxI/SgdLM_Z0RPI/AAAAAAAAAjk/C9-gXsJSwOA/S220/4.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://desencantoracional.blogspot.com/2010/01/tenho-27-anos-e-dois-dedos-sem-gelo-no.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQERHsyfip7ImA9WxBRFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-35742150.post-6317800169164690173</id><published>2010-01-03T23:21:00.001-02:00</published><updated>2010-01-03T23:25:05.596-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-03T23:25:05.596-02:00</app:edited><title>Perspicaz e antônimo grito de libertação</title><content type="html">Andando pelas ruas e sabendo de todo o mal que aflige a ignorância de quem não se dá ao luxo de torcer o braço, segue achando que o mundo é apenas o seu ego e seu centralizador poder de sedução. Penso logo e assim como o tal existo dentro de uma velha garrafa, vejo em cenas o pulso de quem já não bate em meu coração e o desespero de ter se tornado apenas mais uma na estante que agora está repleta de futilidade, baseada em questões sociais e econômicas que já não me agradam tanto, olho as fotos e vejo que ali em seu lugar está alguém que só vai me satisfazer momentaneamente e nessa escalada pela parceria ideal olho com outros olhos quem já me olhava com certo carinho há muito tempo, vejo a transformação das idéias apocalípticas sendo tomada por um tentador e culto desejo de sabedoria.&lt;br /&gt;Já é possível a visualização do dia em que chego a um tumultuado e apertado apartamento repleto de imagens e braços múltiplos que se estendem nas taças de vinho e do desejo de enfim ter encontrado nos tapetes a sensibilidade do grande e generoso amor recíproco. Entre salas e cozinha é possível sentir o gosto e a sintonia, tudo que é tocado é majestosamente ironizado nas palavras de quem achava impossível acontecer, porém a vida, como o rato traiçoeiro que se esconde nos bares mudou tudo e o todo daquilo que já não passava de um sonho. Não é o Dolce &amp; Gabana e sim o simples pano sobre sua cuca fresca e suas idéias a respeito da vida, seu olhar e seus olhos amendoados prontos para os novos e fiéis aos velhos, ao continente e suas torres, praças e vinhos, que sempre serão saboreados com o digno amor que você merece. Vem a nosso reino, mas seja feita só a vontade daqueles que merecem a vida e seus reais amores, dramaturgia é boa pra se ver e não viver, não viverá ao lado de uma atriz da vida, mas sim de uma nos palcos com saborosos lábios de interpretação. E como o Tango de Gardel deixará tudo o que passou apenas nas lembranças amargas daquilo que talvez fosse o correto de não se fazer, prezei pela minha realidade e racionalidade e assim deixei você ir e deixei vir também essa enorme e calorosa luz de divina mulher, aceitei o meu posto e achei o meu lugar.  Sobre seu caminho ele dirá que sua “piscina está cheia de ratos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raphael Davoglio&lt;br /&gt;Revisado por Chu Mataveli&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35742150-6317800169164690173?l=desencantoracional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6wX9F4j-AZvcmQoI8lDfIZlhtN0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6wX9F4j-AZvcmQoI8lDfIZlhtN0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~4/G8KwvVj8cTk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://desencantoracional.blogspot.com/feeds/3836877161021733123/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35742150&amp;postID=3836877161021733123" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/3836877161021733123?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/3836877161021733123?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~3/G8KwvVj8cTk/sei-quem-foi.html" title="Sei quem foi?" /><author><name>Raphael Davoglio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07907067696324120898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://1.bp.blogspot.com/_-ibb5PEzAxI/SgdLM_Z0RPI/AAAAAAAAAjk/C9-gXsJSwOA/S220/4.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://desencantoracional.blogspot.com/2009/11/sei-quem-foi.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIHSHY8fCp7ImA9WxNUE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-35742150.post-8394860154642017460</id><published>2009-11-04T01:48:00.001-02:00</published><updated>2009-11-04T01:48:59.874-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-04T01:48:59.874-02:00</app:edited><title>Deixei aí</title><content type="html">Eu sou aquele que caminha na linha do vento e que persegue o caminho da luz, beirando quase a paz e suas ondas que quebram junto aos batimentos cardíacos, que aceleram ao seu lado de forma sincronizada. Caminho no meio do mato e vejo só os pássaros a cantarolar uma velha e linda canção; Eles perseguem, pois sabem que a energia de que emano é a mais clara forma de compaixão. Paro, acendo o cigarro de palha na minha bolsa pego a térmica com o chá, sento à beira do caminho que me leva a iluminação, em um tronco aprecio o festejar da natureza, só mas acompanhado. Não vejo mais futuro numa sociedade infundada, a violência aqui ainda não chegara e o ciclo natural das coisas me transforma em um ser humano mais calmo e esperançoso. Milhares de perguntas atingem meu cérebro e de repente me pego anos atrás numa cozinha fria e solitária lendo o jornal e tomando meu café, minha filha correndo por uma casa infeliz e tudo que deixei de fazer, mas se nunca tive um filho e nunca fui o Pai, ainda sou o filho que corre pelos bosques buscando o melhor da vida, esse melhor que só se acha nas pequenas coisas dessa vida, não abdicarei o valor do dinheiro, pois assim teria que perder todo meu discernimento pra sobreviver nesse mundaréu de informações.&lt;br /&gt;Após o chá sigo a trilha do dia feliz em toda sua esplendorosa graça contida em cada galho, em cada folha caída pela primavera, minha favorita estação, que só toca aquilo que realmente aprecio junto ao paladar dos meus ouvidos – sim, eu disse paladar, pois é isso que contém agora em meus ouvidos atento ao gosto surdo das palavras de ofensiva à vida humana. Nada de armas, nada de roupas, caio no rebento da água salgada e me purifico de todo o mal, tomo um passe de energia e caminho minha jornada e nem todo sangue derramado pelo caminho pode me deter, nem um tiro poderá me conter, pois estou sem saída para a civilização e nem sequer tenho as chaves do meu velho Del Rey ano 1989 completo. Tanto ele, quanto eu somos ainda movidos ao álcool que deprecia nosso interior, mas sofistica nossas mentes sujas e perversas, completamente tomadas pela pornografia do mundo atual. Que saudades do campo e suas flores, que saudade da civilização descontrolada, acredito em nossa geração, sei que seremos melhores e que colocaremos o ponto no fim, nem que o fim seja o ponto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Davoglio&lt;br /&gt;Revisado por Chu Mataveli&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35742150-8394860154642017460?l=desencantoracional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/imrkSK5doLVaMiX8jmInqH945Vo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/imrkSK5doLVaMiX8jmInqH945Vo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~4/dpwU_msQ33I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://desencantoracional.blogspot.com/feeds/8394860154642017460/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=35742150&amp;postID=8394860154642017460" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/8394860154642017460?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/35742150/posts/default/8394860154642017460?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/PoesiaCrnicaUrbana/~3/dpwU_msQ33I/deixei-ai.html" title="Deixei aí" /><author><name>Raphael Davoglio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07907067696324120898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://1.bp.blogspot.com/_-ibb5PEzAxI/SgdLM_Z0RPI/AAAAAAAAAjk/C9-gXsJSwOA/S220/4.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://desencantoracional.blogspot.com/2009/11/deixei-ai.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcARnw9fip7ImA9WxNWGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-35742150.post-2132368613203150817</id><published>2009-10-19T21:44:00.001-02:00</published><updated>2009-10-19T21:47:27.266-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-10-19T21:47:27.266-02:00</app:edited><title>Troca</title><content type="html">Sonoro prazer de viver a vida e seus contos mais belos, seguindo adiante um traçado que só o destino pode curvar. Em meio à tempestade vejo o sorriso de pessoas que vivem a alegria de serem felizes e sem medo do amanhã continuam com toda a energia positiva em seus braços. Acordar e poder agradecer por mais um belo dia nesse lugar, que é maravilhoso, seria um milagre repleto de sensibilidade e os toques do piano de Amadeus Mozart refletem o dom de guiar o amor e toda sua graça.&lt;br /&gt;Reféns de nós mesmos estão dentro da matéria e sua consciência plena é apenas uma forma de transmitir todo seu eu, o céu já está azul e ao longe o campo é avistado junto sua natureza soberba. O cheiro do campo é tão gratificante, quanto olhar em seus olhos castanhos e sua maneira de ser tão bela. Seu sotaque inflama o gosto do rir e faz de todos ao seu redor  simples mortais. Seu delicado e grande corpo é a controvérsia, e nele o prazer aflora de forma bruta, algo vivo pulsa em suas palavras, toca o bandolim que é pra desmistificar o clássico do popular, entre à esquerda quando o certo é fazer direito, seja o mais popular dos populares no meio desconhecido do prazer.&lt;br /&gt;Então comece a brincar com o nosso vocabulário, faça como quem transa sem pudor e depois mude o “s” pelo “c” e tranca meu corpo em sua alma, adicione o cedilha e trança nossos corpos diante do soneto de amor, adorável e imortal é a noite ao seu lado, quando o relógio fisiológico desponta o som do meu cansaço me pego em luta com meu eu só para aproveitar mais alguns momentos ao seu lado, pego no sono e me apego a sua pessoa, abraço o vazio e vejo que não posso mais ficar, cultivando a energia rego com pequenas doses de felicidade a flor que é chamada você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R. Davolgio&lt;br /&gt;Revisado por Chu Mataveli&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/35742150-2132368613203150817?l=desencantoracional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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