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    <title>Pontos de Vistas</title>
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      <title>Pontos de Vistas</title>
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        <title>Semear e colher [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Semeei-o e ele cresceu saudável. Nesta altura já está a dar flor e daqui a uns tempos, irão começar a surgir as vagens. Depois das vagens ficarem maduras, começarem a ficar meio secas, será tempo de as colher e arrancar a planta da terra. As vagens serão debulhadas, já que somente o seu conteúdo interessa. No final, as sobras das vagens como as plantas irão para a pilha de compostagem e para o ano servirá de composto para a próxima sementeira. Será que preciso dizer de que planta eu estou a mencionar? :-D &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-26 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-26]
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        <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 09:30 +0000</pubDate>
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        <title>Olhos de cego</title>
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	&lt;br /&gt;«Janelas fechadas são olhos de cego.» Provérbio popular. Tal como os olhos são essenciais para ver, as «janelas» da nossa vida (a curiosidade, o diálogo, a disponibilidade para ouvir,...) são fundamentais para compreender o mundo. Ao fechá-las, limitamos a nossa visão, não por falta de capacidade, mas por falta de abertura ou disponibilidade. Este é um convite a manter as «janelas» abertas: a escutar mais, a aceitar novas perspectivas e a não viver isolado. Porque quem se fecha, mesmo tendo olhos, acaba por ficar cego. Alcobaça
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        <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:18 +0000</pubDate>
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        <title>Creio no mundo como num malmequer [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190427151446_aaab0176.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;O meu olhar é nítido como um girassol. Tenho o costume de andar pelas estradas Olhando para a direita e para a esquerda, E de, vez em quando olhando para trás... E o que vejo a cada momento É aquilo que nunca antes eu tinha visto, E eu sei dar por isso muito bem... Sei ter o pasmo essencial Que tem uma criança se, ao nascer, Reparasse que nascera deveras... Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo... Creio no mundo como num malmequer, Porque o vejo. Mas não penso nele Porque pensar é não compreender... O Mundo não se fez para pensarmos nele (Pensar é estar doente dos olhos) Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, Mas porque a amo, e amo-a por isso, Porque quem ama nunca sabe o que ama Nem sabe por que ama, nem o que é amar... Amar é a eterna inocência, E a única inocência não pensar... Poema «O Meu Olhar» de Alberto Caeiro, heterónimo de Fernando Pessoa, in &quot;O Guardador de Rebanhos - Poema II&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-05-01 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-05-01]
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        <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:05 +0000</pubDate>
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        <title>Voltas que o mundo dá [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190622151707_aabq0025.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;É engraçado como por vezes pensamos que podemos enganar a vida ou fugir das voltas que o mundo dá. É impressionante como tudo pode mudar num segundo, seja uma vida, uma história, um pensamento. Basta uma palavra, um sinal ou uma acção para modificar por completo o que se achava que era o certo. Mas é aí que nos enganamos, nada nesta vida é certo, e é aí que está a graça de viver. Viver é uma aventura onde somente os corajosos são capazes de ir adiante, sem medo das metamorfoses. O que ontem era, hoje já não é. E o que hoje é, amanhã já não mais será. E se achares que vives, quando na verdade te escondes do mundo, do novo e das mudanças, sinto muito em te dizer que tu não estás a viver. Viver requer se desapegar do mundo material, desapegar das ideias fixas e estar sempre adepto às mudanças. Ser um amante sem medo das voltas que o mundo dá. Estar aberto ao novo sempre, ao que pode acontecer. Adaptação de uma reflexão de Carolina Grein Xavier. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-25 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-25]
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        <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 05:53 +0000</pubDate>
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        <title>Luz fica</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260404151256_img_20240816_224139.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;«A sombra passa e a luz fica.» Provérbio popular. As dificuldades não são eternas: elas vêm e vão, como uma sombra que move-se com o tempo. A luz, por outro lado, permanece, mesmo que por momentos esteja escondida. No final, é ela que acaba por prevalecer. São as memórias positivas que tendem a ofuscar os momentos mais sombrios da vida. Porto
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        <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 20:40 +0000</pubDate>
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        <title>Debaixo da arcada [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190427151355_29a10021.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Bem... Vou ter que confessar, porque sou uma pessoa honesta: Esta fotografia não foi tirada por mim. Foi tirada pelo meu pai, durante um passeio em família que fizemos ao Cabo Espichel, no concelho de Sesimbra. Para quem não conhece, por lá existe o Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, também conhecido por Santuário de Nossa Senhora da Pedra de Mua, local onde esta fotografia foi tirada. O meu genitor, apesar de fotografar ao calhas e sem grandes cuidados, por vezes consegue fazer fotografias interessantes. Penso que esta é uma dessas fotografias. Acho que ele valorizou muito bem o ponto de fuga, e dentro do possível realçou a simetria do lugar. Mas é claro que vocês podem ter uma opinião diferente. E acho que ele não vai amuar se a opinião for negativa. :-P &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-04-29 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-04-29]
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        <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 11:28 +0000</pubDate>
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        <title>Energia calórica [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190622151616_aaaq0174.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;A energia calórica que adquirimos nos alimentos provém de três tipos de nutrientes: as proteínas, as gorduras e os hidratos de carbono (amido e açúcares). Não é o açúcar o que mais engorda, mas sim as gorduras: 1 grama de gorduras tem 9 calorias enquanto 1 grama de proteínas ou 1 grama de hidratos de carbono tem 4 calorias. A maioria dos alimentos que engordam e são mais apetecíveis ao paladar contêm gorduras e açúcares; é o caso do chocolate, sorvetes, dos croissants e outros folhados, queques, bolos e etc.. Dito isto, podemos perceber que nesta fotografia estão muitas calorias. Mas não quer dizer que eu tenha consumido todas essas calorias. :-D &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-24 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-24]
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        <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 02:15 +0000</pubDate>
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        <title>Trapaceiros visuais</title>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260404151200_aab40163.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Espremida entre dois autocarros, a realidade multiplica-se como estivesse em promoção: leve um, pague dois... ou três, quem sabe. Os reflexos têm esse talento especial: duplicam o mundo sem pedir autorização. São pequenos trapaceiros visuais. Não mentem... mas também não dizem a verdade toda. Já a basílica lá ao fundo, imponente e serena, não quer saber do caso. Contudo, é uma forma de tentar garantir que ninguém a perde de vista. Viana do Castelo
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        <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:03 +0000</pubDate>
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        <title>O vazio do prato [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3538</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190419211457_aabj0202.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;No redemoinho que galopa o medo, No relâmpago que impressiona o fraco, Na fumaça, que sufoca também a vida, Um homem vê triste, o vazio do prato. Nas reminiscências que alegram a vida, No idealismo que um dia ficou pra trás, Na expectativa que acompanha o jovem, Falta sempre comida ao filho e tudo mais. Na velocidade incrível do cometa Halley, Na potência inexaurível que gera Itaipu, No aumento impressionante delinqüência, Passo fome quieto pra não ser mais um. Nos abusos insensatos e cruéis do poder Na miséria lamentável que se vê na rua, Na fortuna que se gastam sem dó à toa, Fome terrível na terra e foguetes na lua Poema «Desperdício» de Antônio Antunes Almeida. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-04-28 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-04-28]
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        <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 07:50 +0000</pubDate>
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        <title>Abertura da Época Balnear 2019 [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3580</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190615155308_aabw0222.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Está aberta a época balnear de 2019. Mas o que é isto de abrir a época balnear? Será que alguém anda a abrir as portas e janelas das praias portuguesas? Todos os anos existe uma portaria publicada pelo Governo em Diário da República, onde define o período da época balnear bem como à identificação das águas balneares e à qualificação, como praias de banhos, das praias marítimas e das praias de águas fluviais e lacustres. Este ano, a época balnear decorre entre 1 de Maio e 15 de Outubro para efeitos da “exploração e funcionamento de concessões de apoio balnear e seus serviços acessórios”. Abrange todas as praias de banhos, sejam marítimas ou fluviais, que são vigiadas por nadadores-salvadores. Mas compete às câmaras municipais definir a época balnear em cada praia do seu concelho, desde que se enquadre dentro no intervalo definido pelo governo central. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-22 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-22]
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        <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 22:37 +0000</pubDate>
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        <title>Na vila, na aldeia e na cidade</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=5620</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20260404151108_o5a02217.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Que esta Páscoa floresça de alegria em cada canto: no ritmo acolhedor da vila, na tranquilidade da aldeia e na energia viva da cidade. Que os sinos ecoem esperança, que os encontros tragam sorrisos e que a partilha aqueça os corações. Mas, acima de tudo, que a verdadeira magia da Páscoa aconteça em sua casa, no conforto do lar, no abraço sincero e nos momentos simples que se tornam inesquecíveis. Feliz Páscoa! Cascais
	</description>
        <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 13:25 +0000</pubDate>
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        <title>Corcunda peral [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3537</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190419211418_29a02262.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Esta fotografia foi realizada na mesma altura de uma outra fotografia que já foi publicada por aqui, a «Pêra-balão». Ambas surgiram, porque na altura o Flinpo lançou o desafio mensal de apresentar uma fotografia «que de alguma forma faça tributo ao trabalho do fotógrafo espanhol Chema Madoz». A outra fotografia acabou por ficar melhor e ser a escolha mais certeira para o tal desafio fotográfico. Mas acabei por também guardar esta fotografia, por causa da sombra, mesmo que em termos de harmonia e da luminosidade não serem o melhor. Basicamente achei piada à sombra e à sua semelhança com uma pessoa meia corcunda. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-04-27 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-04-27]
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        <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 04:12 +0000</pubDate>
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        <title>«Papilio Machaon» [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
        <link>https://www.pontosdevistas.net/pv/?showimage=3579</link>
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	&lt;img src=&quot;https://www.pontosdevistas.net/pv/thumbnails/thumb_20190615155224_aac50088.jpg&quot;&gt;
	&lt;br /&gt;Posso estar completamente enganado, já que do assunto percebo muito pouco, mas penso que esta seja a Borboleta-cauda-de-andorinha (Papilio machaon), uma das espécies de borboletas mais comuns no nosso país. Tem uma envergadura que vai dos 8 cm aos 10 cm. Nas asas posteriores possui um par de caudas semelhante à das andorinhas, daí o seu nome comum. Alimenta-se de umbelíferas, especialmente arruda (Ruta chalepensis), salsa (Petroselinum crispum) e funcho (Foeniculum vulgare). A crisálida é verde ou castanha e hiberna. Vive em pradarias, encostas floridas, terrenos incultos e jardins. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-21 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-21]
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        <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 19:00 +0000</pubDate>
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        <title>Era uma flor branca</title>
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	&lt;br /&gt;Eu abria o rádio eu abria o aparelho era uma flor branca que eu abria de sopro eu soprava e eu abria a flor A flor tocava música com as várias mãos das pétalas A flor tocava uma simbolização dum tempo caído podre de espera de cor branca O tempo espera-se em pintar-se de branco para cegar uma cor mas a minha flor abria-se de pétalas e as várias mãos escreviam um piano por cima de teclas grãos vários seguidos uns aos outros. Era assim uma harmonia entre flor tempo a querer-se de cor branca em cegar era assim umas teclas cantarem filhos de grãos por dentro dos grãos mesmos unidos que eram em dimensão de lado era assim um cantar-me o tempo todo não era assim um cantar-me o tempo todo era assim um pairar-me o tempo todo em Nijinsky o tempo em um fazer-me ballet pelo quarto inteiro quando eu tinha aberta a cabeça que imagino da música Abria a pétala favorita do harém onde no centro um sultão da flor no centro que era o amarelo da flor abria a pétala favorita da flor e então e era então que me soava dentro da manhã do quarto uma música desfibrada de tempo serôdio como se tudo me fosse em longe como se a música levasse longe o céu. Poema «Abertura» de António Gancho, in &quot;O Ar da Manhã&quot;.
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        <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 09:47 +0000</pubDate>
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        <title>Paisagens... Recordações [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Paisagens, quero-as comigo. Paisagens, quadros que são... Ondular louro do trigo, Faróis de sóis que sigo, Céu mau, juncos, solidão... Umas pela mão de Deus, Outras pelas mãos das fadas, Outras por acasos meus, Outras por lembranças dadas... Paisagens... Recordações, Porque até o que se vê Com primeiras impressões Algures foi o que é, No ciclo das sensações. Paisagens... Enfim, o teor Da que está aqui é a rua Onde ao sol bom do torpor Que na alma se me insinua Não vejo nada melhor. Poema «Paisagens, quero-as comigo» de Fernando Pessoa, in &quot;Poesias Inéditas (1930-1935)&quot;. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-04-25 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-04-25]
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        <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 00:35 +0000</pubDate>
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        <title>Sinal H3 [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Segundo o código da estrada, este é o sinal de informação H3 - Indicação de trânsito de sentido único. Indicação de via em que o trânsito se faz apenas num sentido ou indicação de que terminou o troço de via em que o trânsito se fazia nos dois sentidos. Ou seja, nesta rua de Santa Clara só se vai... não se volta. Por isso é que não lá entrei. Tive medo de ir e depois não conseguir voltar. :-D &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-20 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-20]
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        <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 15:22 +0000</pubDate>
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        <title>Falésias onde o aguardo</title>
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	&lt;br /&gt;Poder-me-ão encontrar, trago um rapaz na minha memória, a casa a uma janela da qual ele vem como um sabor à boca, falésias onde o aguardo à hora do crepúsculo. Regresso assim ao mar de que não posso falar sem recorrer ao fogo e as tempestades ao longe multiplicam-nos os passos. Onde eu não sonhe a solidão fá-lo por mim. Poema «Falésias» de Luís Miguel Nava, in &quot;Como Alguém Disse&quot;. Odemira
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        <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 06:10 +0000</pubDate>
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        <title>Viver em 30 dias [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;As moscas, em média, vivem cerca de 30 dias. E durante esses 30 dias, passam por uma grande metamorfose, do ovo à forma adulta. Elas integram a ordem Díptera (que quer dizer literalmente &quot;duas asas&quot;), estão divididas em cerca de 150 mil espécies, entre elas a mosca-varejeira, a mosca-da-fruta e a mosca-doméstica (Musca domestica), uma das mais comuns no mundo. Há evidências de que as moscas surgiram há cerca de 65 milhões de anos, no tempo dos dinossauros. São activas durante o dia e dormem à noite e adoram ambientes sujos, onde exista matéria orgânica em decomposição. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-04-24 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-04-24]
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        <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:57 +0000</pubDate>
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        <title>Barragem de Miranda [Revisitar o passado do Pontos de Vistas]</title>
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	&lt;br /&gt;Esta barragem em Miranda do Douro, fazendo parte do Douro Internacional, é utilizada para produção de energia eléctrica e está em exploração desde 1960 possuindo uma potência total de 363MW e produz em média cerca de 1103 GWh/ano. A albufeira da barragem tem uma extensão de 14 km, armazenando o máximo de 28 milhões de metros cúbicos, dos quais apenas cerca de 6,4 milhões são turbináveis em  exploração normal e descarregando no máximo 11.000 m³/s. O cimo da barragem está a 80 metros acima das fundações e está equipada, na sua parte central, com quatro vãos descarregadores providos de comportas. &lt;hr&gt;Fotografia publicada em: 2019-06-19 &lt;br/&gt;[Pontos de Vistas old photo | Posted: 2019-06-19]
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        <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:45 +0000</pubDate>
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        <title>Missão descartável</title>
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	&lt;br /&gt;Durante séculos, barbear foi um ritual que implicava navalhas afiadas, mãos firmes e um certo nível de coragem. Um pequeno erro e... pronto, lá se ia um pedaço de dignidade junto com a barba. Foi então que apareceu King Camp Gillette, um homem que olhou para a lâmina tradicional e pensou: «E se isto fosse mais seguro... e, já agora, descartável?» Na essência, ele teve a inteligência de perceber que vender lâminas, que precisavam de ser substituídas regularmente, era um excelente negócio. No início do século XX, ele lançou a primeira máquina de barbear com lâminas substituíveis. A ideia parecia simples e foi revolucionária: em vez de afiar a mesma lâmina infinitamente, as pessoas podiam simplesmente trocar por uma nova. Durante a Primeira Guerra Mundial, o exército dos Estados Unidos distribuiu kits de barbear aos soldados, o que ajudou a popularizar ainda mais o uso das giletes. Hoje, apesar de toda a evolução tecnológica, elas ainda continuam a cumprir a sua missão com eficiência.
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        <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 02:32 +0000</pubDate>
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