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	<title>Por Dentro do 9 de Julho</title>
	
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	<description>Novidades e notícias do Hospital 9 de Julho</description>
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		<title>Conjuntivite: o que é e como evitar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[conjuntivite]]></category>
		<category><![CDATA[doença de verão]]></category>
		<category><![CDATA[o que é conjuntivite]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas doenças são famosas por atrapalharem o verão, uma delas é a conjutivite. Comum neste período – principalmente em crianças – a inflamação pode comprometer a córnea e causar danos à visão, se não for devidamente tratada. Piscina, exposição prolongada ao sol, sauna, ar condicionado, exposição a aglomerados de pessoas e poeira facilitam a propagação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas doenças são famosas por atrapalharem o verão, uma delas é a <strong>conjutivite</strong>. Comum neste período – principalmente em crianças – a inflamação pode comprometer a córnea e causar danos à visão, se não for devidamente tratada. Piscina, exposição prolongada ao sol, sauna, ar condicionado, exposição a aglomerados de pessoas e poeira facilitam a propagação da doença.</p>
<p>Olhos vermelhos e lacrimejantes, sensíveis à luz; pálpebras inchadas; sensação de areia ou de ciscos nos olhos; secreção e coceira são alguns dos sintomas.</p>
<p>Fique de olho nas dicas que separamos para você e tenha um verão saudável!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3108" title="Conjuntivite" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/conjuntivite.jpg" alt="" width="590" height="996" /></p>
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		<title>Entenda a importância do atendimento imediato em casos de queimaduras</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 13:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trauma]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital 9 de Julho]]></category>
		<category><![CDATA[oxigenoterapia hiperbárica]]></category>
		<category><![CDATA[Renato Poggetti]]></category>
		<category><![CDATA[trauma em queimados]]></category>

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		<description><![CDATA[Os números são alarmantes: 5 milhões de mortes por ano causadas por  traumas, 12% dos gastos mundiais consumidos por este tipo de ocorrência  e, no Brasil, é a segunda maior causa de morte, principalmente nos  primeiros 40 anos de vida. Informações de prevenção para a população é o  melhor meio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os números são alarmantes: <strong>5 milhões de mortes por ano causadas por  traumas</strong>, 12% dos gastos mundiais consumidos por este tipo de ocorrência  e, no Brasil, é a segunda maior causa de morte, principalmente nos  primeiros 40 anos de vida. Informações de prevenção para a população é o  melhor meio de reduzir o número de incidências, além de evitar o  agravamento do quadro clínico no caso de explosões ou lesões causadas  pelo calor.</p>
<p>Segundo o <strong>Dr. Renato Poggetti</strong>,<em> </em>especialista em trauma do <a href="http://www.hospital9dejulho.com.br/Default.aspx"><strong>Hospital 9  de Julho</strong></a>, o atendimento imediato na primeira hora após o trauma pode  minimizar edemas e complicações eminentes, além de tratar a primeira  maior ameaça à vida. <em>“Urgência no tratamento é primordial em casos  assim. Na segunda hora do trauma o risco de morte aumenta mais de 50%”</em>,  afirma. Lesões desta natureza podem compreender um alto grau de  periculosidade, podendo atingir vários tecidos – pele, músculo e até  ossos. No caso da queimadura, pode chegar até o 3º grau, sendo que mais  de 20% de área corpórea atingida é indicação de internação. <em>“Para ter  uma noção, a palma da mão corresponde a 1% da superfície corpórea. A mão  inteira, a 2%”</em>, explica.</p>
<p>Conhecidas também como lesões térmicas, queimaduras não são causadas  somente por calor (fogo), como é de costume associá-la. Outros fatores  que podem levar a este trauma são: frio, eletricidade, produtos  químicos, radiação, atrito ou fricção.</p>
<p><strong>Dados preocupantes</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-3105" title="Trauma em queimados" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/queimados1.jpg" alt="" width="590" height="782" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Sabedoria popular pode agravar quadro clínico</strong></p>
<p>Inúmeras crenças populares costumam vir à tona quando as pessoas se  deparam com este tipo de acontecimento. Pasta de dentes, manteiga, pó de  café, clara de ovo, folha de bananeira, açúcar etc. O Dr. Poggetti  alerta que nada deve ser utilizado antes do acompanhamento médico.<em> “Além  de piorar o local da lesão, estas substâncias podem agravar o quadro  clínico do paciente, retardando o tratamento e a cicatrização”</em>, diz.</p>
<p><strong>Tratamento avançado através de oxigenoterapia hiperbárica</strong></p>
<p>Ideal para agilizar a recuperação dos pacientes acometidos por  queimaduras e acelerar seu processo de cicatrização, o tratamento  conhecido como oxigenoterapia hiperbárica (OHB) emprega um método  simples, porém muito eficaz. Na câmara hiperbárica o oxigênio, elemento  fundamental na respiração e na combustão, também pode ser usado como um  recurso importante para este tratamento, bem como para outros problemas  de saúde, como as infecções de tratamento demorado e difícil. Para as  queimaduras, a oxigenoterapia hiperbárica tem tido enorme contribuição  para a redução do edema, em muitos casos diminuindo o processo de  cicatrização em até um terço do tempo que levaria em outros processos.</p>
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		<title>Incontinência urinária atinge um terço da população feminina brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bexiga caída]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Paulo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[incontinência urinária]]></category>
		<category><![CDATA[urologia]]></category>

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		<description><![CDATA[De cada 10 mulheres, quatro sofrem com este mal após os 55 anos. Porém, somente uma revela o problema ao médico, quando perguntada. A consulta médica que caracteriza os sintomas aliada a exames específicos, esclarecem de maneira adequada o motivo das perdas urinárias, que podem ser não somente a vulgarmente conhecida: “bexiga caída”.
Cerca de 50% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De cada 10 mulheres, quatro sofrem com este mal após os 55 anos. Porém, somente uma revela o problema ao médico, quando perguntada. A consulta médica que caracteriza os sintomas aliada a exames específicos, esclarecem de maneira adequada o motivo das perdas urinárias, que podem ser não somente a vulgarmente conhecida: “bexiga caída”.</p>
<p><strong>Cerca de 50% a 70% das mulheres com incontinência não procuram seus médicos por não acreditarem que haja cura</strong>, têm o conceito de que este processo se associa ao processo natural de envelhecimento e, portanto aceitam-no passivamente, ou simplesmente se adaptam ao problema. Além disso, 30% das mulheres têm infecções urinárias de maneira repetida e 12% sofrem de dor pélvica recorrente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3096" title="incontinência urinária" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/foto4.jpg" alt="" width="590" height="504" /></p>
<p>Esses dados dão a dimensão do problema, que cresce a cada dia, no contexto de que a população vive cada vez mais, e procura fazê-lo com a máxima preservação da qualidade de vida, onde a perda involuntária e indesejada de urina, não têm espaço. De acordo com o <strong><a href="http://www.hospital9dejulho.com.br/site.aspx/Centro-do-Rim-">urologista</a> do <a href="http://www.hospital9dejulho.com.br/Default.aspx">Hospital 9 de Julho</a>, Dr. Paulo Rodrigues</strong>, as causas mais freqüentes de perda de urina na mulher são causadas por esforço ou bexiga hiperativa. Quando por esforço, ocorre deslocamento e, até, queda da bexiga, que acaba sendo pressionada, causando a incontinência. Tudo deve ser considerado: pular corda, tossir, falar alto e tudo o que cause repetido esforço da região. É a chamada perda de urina por estresse. O médico explica que a nossa engenharia é mal desenhada para andarmos em duas pernas. <em>“O fato de andarmos em duas pernas, faz com que ao longo da vida haja um desgaste do assoalho pélvico”, esclarece. A perda de urina é a manifestação clínica da “bexiga caída”</em>.</p>
<p>Outro fator causador da incontinência urinária é a bexiga hiperativa, uma disfunção miccional, em que a bexiga não tem sua capacidade elástica preservada e possui espasmos involuntários. <em>“O cérebro não consegue ter controle sobre a bexiga para permitir ou abortar a vontade de urinar. É uma situação que não é por bexiga caída, mas uma disfunção neurológica”</em>, explica. Nesse caso, os motivos ocorrem por derrame, diabetes, envelhecimento, infecção urinária e cistite.</p>
<p>Felizmente, o problema tem cura e o tratamento pode ser feito por aplicação de Botox, e/ou reconstrução do assoalho pélvico com telas, reposicionando a região da uretra de forma permanente. Antigamente havia um alto índice de retorno dessas correções, de até 70% em 10 anos. Porém, hoje a cirurgia já alcança 98% dos casos de sucesso.</p>
<p><strong>Urodinâmica define tratamento </strong><br />
O exame de urodinâmica é capaz de detectar as causas da incontinência urinária. O procedimento é realizado a partir de um catéter inserido dentro da bexiga para infundir soro, que simula o enchimento natural da bexiga. O equipamento compreende o estudo da micção, pressão interna e fluxo urinário. A avaliação do fluxo urinário observa o seu jato, por meio de um registro gráfico, que controla o volume de urina que passa pela uretra em uma unidade de tempo (ml/s). Os fluxos mais representativos e reproduzíveis são aqueles com volumes entre 200 e 400 ml. É avaliada a pressão ao longo da uretra e a pressão de fechamento uretral. O procedimento também é capaz de monitorar os músculos do assoalho pélvico, por meio da eletromiografia. Dr. Paulo explica que o exame é muito simples, e enfatiza sua necessidade para verificar as causas da incontinência urinária. <em>“A mulher dispõe de poucos minutos para o diagnóstico, para viver bem para o resto da vida”</em>, conclui.</p>
<div class="feedflare">
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		<title>Pé diabético: prevenção e adoção de protocolos médicos reduzem a incidência e risco de amputações</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital 9 de Julho]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>

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		<description><![CDATA[A amputação de membros é um dos maiores medos dos portadores de diabetes. No mundo existem 120 milhões de pacientes com a doença, desses, 4% a 10% desenvolvem lesões no pé. No Brasil, um estudo realizado em nove capitais encontrou uma prevalência de 7,6% entre pessoas de 30 a 69 anos de idade, sendo que, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A amputação de membros é um dos maiores medos dos portadores de diabetes. No mundo existem 120 milhões de pacientes com a doença, desses, 4% a 10% desenvolvem lesões no pé. No Brasil, um estudo realizado em nove capitais encontrou uma prevalência de 7,6% entre pessoas de 30 a 69 anos de idade, sendo que, destas, quase a metade ainda desconhecia ser portadora da doença, e aproximadamente 25% dos diabéticos previamente diagnosticados não realizavam qualquer tipo de tratamento. Além disso, cerca de 60% das amputações ocorrem em pacientes diabéticos e a principal causa é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A9_diab%C3%A9tico"><strong>Pé Diabético</strong></a>.</p>
<p>Estudos revelam que educação, exame regular do pé e categorização do risco pode alcançar uma redução na ocorrência de lesões de pé em mais de 50% e reduzir a taxa de amputação de membros inferiores de 49% a 85%. Embora nem todas as alterações do Pé Diabético possam ser prevenidas, é possível reduzir a incidência e risco de morte por meio da prevenção e da adoção de protocolos médicos para o tratamento da patologia. Por isso, o <strong>Hospital 9 de Julho criou um <a href="http://www.hospital9dejulho.com.br/site.aspx/Nucleo-de-Diabetes">setor de atendimento e orientação para o paciente diabético</a>, onde montaram um protocolo que caracteriza a gravidade do problema do pé diabético.</strong></p>
<p>De acordo com o Dr. José Resende Neto, cirurgião vascular e endovascular do <a href="http://www.hospital9dejulho.com.br/Default.aspx"><strong>Hospital 9 de Julho</strong></a>, com isso, a instituição pretende padronizar e sistematizar o curativo de lesões e ulcerações de acordo com procedimentos já existentes. “O protocolo classifica todos os pacientes com grau de risco de acordo com a presença de sintomas e sinais: de baixo a alto risco e doença ativa no pé”, explica.</p>
<p>Esse tipo de tratamento com base na prevenção traz resultados satisfatórios. Segundo o Consenso Internacional sobre Pé Diabético, de maio de 1999, um programa de cuidados dos pés de pacientes diabéticos, incluindo educação, exame regular do pé e categorização do risco pode alcançar uma redução na ocorrência de lesões de pé em mais de 50% dos pacientes. O mesmo documento registra ainda que uma estratégia que inclui prevenção, educação de pacientes e profissionais de saúde, tratamento multidisciplinar de úlcera do pé e monitoração pode reduzir a taxa de amputação de membros inferiores de 49% a 85%.</p>
<p>Para todos os casos, há o acompanhamento anual, mensal ou diário do Centro de Referência, dependendo da complexidade. “Esse serviço conta com uma equipe multiprofissional, que compreende desde ortopedista especialista em pé, oftalmologista, endocrinologista até enfermagem (treinada em educação e cuidados com feridas e “home care”) e fisiatra”, esclarece.</p>
<p>No que tange o suporte ao paciente e à família, há a participação do serviço social, para que sejam orientados a assumirem regras de prevenção e cuidados primários que representem controle de glicemia, administração de insulina, dieta, inspeção e cuidados diários com os pés, uso de sapato adequado e pronto tratamento de novas lesões.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3089" title="Diabetes" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/DIABETES.jpg" alt="" width="590" height="808" /></p>
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		<item>
		<title>Você está em condições saudáveis para ‘por o pé na estrada’?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 17:33:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital 9 de Julho]]></category>
		<category><![CDATA[infectologia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina do viajante]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem  se programa para viajar, seja a lazer ou a negócio, sabe que precisa  fazer um check list de todos os passos para dar tudo certo: pesquisar  preço de passagens, reservar hotel, montar o roteiro da viagem, arrumar  as malas, revisar o carro – se a viagem for por terra, etc. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Quem  se programa para viajar, seja a lazer ou a negócio, sabe que precisa  fazer um <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/manual-do-viajante/">check list</a> de todos os passos para dar tudo certo: pesquisar  preço de passagens, reservar hotel, montar o roteiro da viagem, arrumar  as malas, revisar o carro – se a viagem for por terra, etc. Mas não é só  isso. Muita gente esquece que durante uma viagem, podem ocorrer  complicações de saúde mais graves e que resultam até em óbito, em alguns  casos. Para isso, o recomendável é consultar um médico antes de viajar e  saber as condições de saúde.</p>
<p dir="ltr">Para  quem procura os serviços da <a href="http://viagem.hsw.uol.com.br/viagem-tranquila.htm"><strong>medicina do viajante</strong></a>, primeiramente é  submetido a uma triagem onde são obtidas informações sobre o itinerário,  tempo de estada, tipo de viagem (negócios, lazer, missão etc.),  histórico de saúde e de <a href="http://viajeaqui.abril.com.br/materias/vacinas-obrigatorias-antes-de-viajar-pelo-brasil-ou-exterior"><strong>vacinação do viajante</strong></a>. <em>“Com esses dados é  possível traçar um programa preventivo, fornecer orientações e indicar  vacinas. Se as condições de saúde estiverem boas e o histórico vacinal  em ordem, o paciente está apto para sair do país”</em>, afirma Dra. Sumirê  Sakabe, infectologista.</p>
<p dir="ltr">A  medicina do viajante atua não só na parte de imunização, mas também na  medicina de altitude, aplicada ao mergulho, prevenção de trombose venosa  profunda, prevenção de doenças tropicais, entre outros. Recomenda-se  não ingerir água que não seja industrializada (ou fervida, ou com  hipoclorito de sódio) e não ingerir alimentos crus. Inclusive, em todo  país é preciso cuidar da dieta, evitar excessos na ingestão de bebidas  alcoólicas, contato com animais, proteger-se de mosquitos e não entrar  no mar ou em locais sem sinalização de perigo, entre outras medidas.</p>
<p dir="ltr"><em>“Infelizmente,  a maioria das pessoas desconhece essa área da medicina e não procura  assistência médica. Isso talvez deva ocorrer por ignorar os riscos reais  aos quais estará submetido e ou por desconhecimento de serviços de  orientação de saúde do viajante”</em>, conclui a médica.</p>
<p dir="ltr"><img class="alignnone size-full wp-image-3080" title="medicina do viajante" src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/medicina_viajante.jpg" alt="" width="590" height="655" /></p>
<p dir="ltr">Algumas dicas:</p>
<p dir="ltr"><strong>Durante a viagem: o que posso levar?</strong></p>
<p dir="ltr">Para  quem vai viajar fora do país, o mais indicado é levar os medicamentos  habituais, de preferência na bagagem de mão. A recomendação é levar  analgésicos comuns, antieméticos e antialérgicos, desde que estejam  acompanhados da prescrição médica em inglês, que pode ser feita pelo  próprio médico, se ele souber o idioma ou pelo médico do serviço de  viajante.</p>
<p dir="ltr"><strong>Onde posso fazer a triagem de prevenção?</strong></p>
<p dir="ltr">Tanto  serviços públicos como privados, fazem a triagem para o viajante.  Entretanto, os serviços públicos são a maioria por estarem ligados,  geralmente, a universidades e centros de vacinação.</p>
<p dir="ltr"><strong>Quais as orientações para quem vai viajar?</strong></p>
<p dir="ltr">Primeiro  consultar um médico do viajante, de preferência, com um mês de  antecedência, depois procurar orientações sobre os locais a serem  visitados, possíveis doenças comuns e, se houver indicação, vacinas a  ser tomadas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Quais vacinas devo tomar?</strong></p>
<p dir="ltr">É  muito importante que procure um serviço de medicina do viajante para  esclarecer as vacinas que devem ser aplicadas para cada destino. De  acordo com o Dra. Sumirê Sakabe, são múltiplas as possibilidades de  indicação de vacinas. “As mais indicadas são para febre amarela,  hepatite A e as que compõem o calendário básico de vacinação”,  esclarece.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira algumas vacinas e em quais países são mais indicadas:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Febre Amarela</strong></p>
<p>Brasil:  regiões Norte e Centro-Oeste, Maranhão, Minas Gerias, Bahia, sudoeste  do Paraná (inclusive Foz do Iguaçu) e oeste de São Paulo. Exterior:  Países da África e América do Sul, onde a doença é endêmica. Alguns  países da Ásia e da Europa exigem dos viajantes procedentes de áreas  endêmicas</p>
<p><strong>Febre Tifoide</strong><br />
Principalmente para a África e sudoeste asiático</p>
<p><strong>Hepatite A</strong><br />
África, Ásia e América Latina, com exceção do Chile e Argentina</p>
<p><strong>Poliomielite</strong><br />
Angola, Índia, Bangladesh, Timor Leste e Paquistão</p>
<p><strong>Sarampo</strong><br />
Reino Unido, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Paquistão, Filipinas, Venezuela, República Dominicana e Haiti</p>
<p><strong>Tétano e difteria</strong><br />
O risco de tétano existe em qualquer lugar do mundo. Quanto à difteria, há surtos ocasionais no mundo</p>
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		<title>Boas festas!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 15:01:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O Hospital 9 de Julho e toda sua equipe lhe deseja um fim de ano cheio de festas, saúde, paz e confraternizações. Que você aproveite o momento para ficar próximo das pessoas que ama e que o ano que vem seja repleto de boas surpresas e realizações.   No dia 2 de janeiro, continuamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/12/h9j_mmkt_07_12-250x472.jpg" alt="" title="h9j_mmkt_07_12" width="250" height="472" class="alignnone size-medium wp-image-3074" /></p>
<p>O Hospital 9 de Julho e toda sua equipe lhe deseja um fim de ano cheio de festas, saúde, paz e confraternizações. Que você aproveite o momento para ficar próximo das pessoas que ama e que o ano que vem seja repleto de boas surpresas e realizações. <img src='http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  No dia 2 de janeiro, continuamos a dar informações e dicas sobre a sua saúde. Até lá!</p>
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		<title>II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho – Parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acompanhe a segunda parte da II Jornada de Trauma do Hospital Nove de Julho, que ocorreu no dia 10 de Dezembro de 2011, discutindo novas perspectivas no atendimento pré-hospitalar ao traumatizado.
Neste segundo vídeo conversamos com os profissionais internacionais presentes no evento, as Enfermeiras Connie Mattice (EUA), Katheleen Martin (EUA) e Dr Hugo Alberto Madrigal Vargas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhe a segunda parte da II Jornada de Trauma do Hospital Nove de Julho, que ocorreu no dia 10 de Dezembro de 2011, discutindo novas perspectivas no atendimento pré-hospitalar ao traumatizado.</p>
<p>Neste segundo vídeo conversamos com os profissionais internacionais presentes no evento, as Enfermeiras Connie Mattice (EUA), Katheleen Martin (EUA) e Dr Hugo Alberto Madrigal Vargas (Costa Rica).</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/6aMe-Hhf1OI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho aconteceu no dia 10 de Dezembro de 2011, discutindo novas perspectivas no atendimento pré-hospitalar ao trauma.
Neste vídeo tivemos a participação de grandes especialistas brasileiros no assunto como a Dra. Marisa Aparecida Malvestio (Consultora do Ministério da Saúde e Assistente de urgência e emergência), Dr. Pedro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A II Jornada de Trauma no Hospital Nove de Julho aconteceu no dia 10 de Dezembro de 2011, discutindo novas perspectivas no atendimento pré-hospitalar ao trauma.</p>
<p>Neste vídeo tivemos a participação de grandes especialistas brasileiros no assunto como a Dra. Marisa Aparecida Malvestio (Consultora do Ministério da Saúde e Assistente de urgência e emergência), Dr. Pedro Jair Rozolen Jr. (Coordenador do GRAU &#8211; Grupo de Resgate e Atendimento de Urgências), Dr. Jorge Ribeira (Gerente operacional do GRAU), Dr Renato Poggetti (Coordenador do Centro de Trauma do H9J), Dr Claus Robert Zeefried (Coordenador de urgência e emergência) e a Dra. Junia Sueoka (medica plantonista do GRAU).</p>
<p>Veja como foi:</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/x3UBJAUVUCA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>AIDS</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 18:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sua Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aids]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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		<description><![CDATA[
1o de dezembro foi o Dia Mundial de Combate à Aids. A doença, que já foi estigmatizada como capaz de atingir somente homossexuais, usuários de drogas e prostitutas, está na verdade presente em todos os setores da sociedade &#8211; não so no chamado ‘grupo de risco’.  Aids ainda é a sexta causa de morte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pordentrodo9dejulho.com.br/wp-content/uploads/2011/12/shutterstock_86267719.jpg" alt="" title="shutterstock_86267719" width="590" height="393" class="alignnone size-full wp-image-3057" /></p>
<p>1o de dezembro foi o Dia Mundial de Combate à Aids. A doença, que já foi estigmatizada como capaz de atingir somente homossexuais, usuários de drogas e prostitutas, está na verdade presente em todos os setores da sociedade &#8211; não so no chamado ‘grupo de risco’.  Aids ainda é a sexta causa de morte entre pessoas de 25 a 44 anos nos EUA. Em 1995, a doença era a primeira causa de morte para pessoas nessa faixa etária no país.</p>
<p>Um relatório divulgado em novembro pela Unaids, organização da ONU que compila dados sobre a síndrome, indicou que o número de infecções e de mortes pela doença caiu 21% nos últimos 13 anos. Isso não significa que os cuidados de prevenção devam ser mantidos.</p>
<p>A Aids deteriora o sistema imunológico, responsável por combater as doenças. “O HIV pode causar dano direto a alguns órgãos, como o cérebro, o rim, a medula óssea. Além disso, o HIV interefere diretamente no funcionamento de uma célula fundamental do sistema imunológico, chamada de linfócito T CD4. Ao atacar estas células, o HIV faz com que a imunidade do portador seja comprometida”, explica a infectologista do Hospital 9 de Julho, doutora Sumire Sakabe.</p>
<p>Sem essa defesa, nosso organismo fica debilitado e pode sucumbir diante de infecções que seriam facilmente combatidas no corpo de alguém sem a síndrome. Mas é importante dissociar o portador do vírus do portador da doença: quem contrai o vírus muito provavelmente terá Aids se não fizer tratamento. Mas é exatamente esse tratamento que evita que o organismo, mesmo com o vírus, desenvolva a Aids, e protege o indivíduo dessas chamadas ‘infecções oportunistas’. </p>
<p>O vírus HIV, responsável pela Aids, pode ser transmitido por meio de qualquer tipo de contato sexual, pelo sangue e de mãe pra filho, durante a geração do feto ou na amamentação. É importante esclarecer que picadas de mosquito, contato físico em esportes ou casual &#8211; como abraços e beijos &#8211; e usar objetos tocados pela pessoa infectada não transmitem o vírus.</p>
<p>Os sintomas são difíceis de detectar, porque um portador do vírus pode permanecer por 10 anos ou até mais sem manifestar nenhum sintoma, e mesmo assim, poderá transmitir a doença nesse período. Febre, manchas pelo corpo, gânglios aumentados e diarreia podem aparecer logo depois da infecção, mas esses sintomas podem ser confundidos com outra infecção, e a maioria dos pacientes fica um longo tempo sem apresentar sintomar depois disso.</p>
<p>Por isso, é fundamental o uso de preservativo em todas as relações sexuais, não compartilhar nunca agulhas ou seringas, não dispensar o acompanhamento pré-natal durante a gravidez e evitar contato com o sangue de outras pessoas.</p>
<p>“O tratamento antirretroviral permite, até o momento, apenas o controle da doença e não a sua cura. Assim, se o tratamento for suspenso ou realizado de forma irregular, ele poderá não surtir o melhor efeito e além disso, o HIV pode ficar resistente aos medicamentos”, explica a doutora Sakabe. Para detectar o HIV, é preciso realizar exames específicos para isso. O governo brasileiro mantém os CTA, Centros de Testagem e Aconselhamento, onde qualquer um pode fazer exame gratuito para detectar o HIV e receber orientação sobre a doença. Ligue para o Disque DST/Aids: 0800 16 25 50 para descobrir o CTA mais próximo da sua casa.</p>
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		<title>AIDS: esclareça suas dúvidas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 19:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hospital 9 de Julho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem muitos mitos sobre a AIDS: maneiras de contágio, prevenção, tratamento.

A Dra. Sumire Sakabe, Especialista em Infectologia do Hospital 9 de Julho, esclarece algumas dúvidas sobre a doença no #seegravee9.

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Existem muitos mitos sobre a AIDS: maneiras de contágio, prevenção, tratamento.</div>
<p></p>
<div>A Dra. Sumire Sakabe, Especialista em Infectologia do Hospital 9 de Julho, esclarece algumas dúvidas sobre a doença no #seegravee9.</div>
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