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		<title>CINEMA: A ÚNICA SAÍDA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 13:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Man-su tem a vida perfeita. Chegando a meia-idade, conquistou uma família adorável, uma esposa amorosa e uma carreira estável de décadas na mesma fábrica de papel. Uma vida tão plena, que permite a ele afirmar com conviccão: “Tenho tudo o que preciso”. E então, em uma súbita série de cortes na fábrica, ele é demitido. Na via crucis de tentar voltar a se inserir no mercado de trabalho e diante de uma perspectiva sombria para seu futuro financeiro e de sua famíla, Man-Su toma uma decisão drástica: “Se não existe uma vaga para mim, vou ter que criá-la. Eu não tenho outra saída”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-85507 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/NOC_Key-Artwork_OS_PT-BR_Jan22-scaled.png" alt="" width="389" height="555" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/NOC_Key-Artwork_OS_PT-BR_Jan22-scaled.png 1434w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/NOC_Key-Artwork_OS_PT-BR_Jan22-768x1097.png 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/NOC_Key-Artwork_OS_PT-BR_Jan22-1075x1536.png 1075w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/NOC_Key-Artwork_OS_PT-BR_Jan22-1433x2048.png 1433w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/NOC_Key-Artwork_OS_PT-BR_Jan22-350x500.png 350w" sizes="(max-width: 389px) 100vw, 389px" />Em uma escalada vertiginosa de acontecimentos tanto dramáticos quanto involutariamente hilários, o diretor <span class="LrzXr kno-fv wHYlTd z8gr9e">Park Chan-wook nos traz <em><strong>A Única Saída</strong></em>, thriller vencedor do BAFTA e com uma ótima caminhada na temporada de premiações, sendo considerado um potencial concorrente do nosso <em><strong>O Agente Secreto</strong></em> na categoria Filme Internacional no Oscar desse ano. </span></p>
<p>Em que se leve em conta os méritos do diretor para esse feito, conhecido por obras irretocáveis como <em><strong>Old Boy </strong>e</em> <em><strong>A Criada</strong></em>, é preciso destacar também a atuação de Lee Byung-hun. Conhecido no Brasil como o vilão da série <em><strong>Round 6</strong></em>, em <span class="LrzXr kno-fv wHYlTd z8gr9e"><em><strong>A Única Saída </strong></em>Byung-hun entrega um protagonista carismático e imprevisível, que conduz com mão firme os eventos delirantes da trama. </span></p>
<p>Ao falar de encruzilhadas em que a vida nos coloca, e os caminhos nada ortodoxos que podemos seguir para tentar sair delas, <span class="LrzXr kno-fv wHYlTd z8gr9e"><em><strong>A Única Saída</strong></em> se consagra como uma obra-prima pelo humor sombrio com que envelopa a crítica social que carrega. Mesmerizados pelo dinamismo e acidez do longa, chegamos a pensar que só existe mesmo uma única saída para os problemas que o capitalismo nos dá. Será? De qualquer forma, é um excelente motivo para ir ao cinema e considerar. Com moderação, é claro.</span></p>
<p><iframe class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/egnEnLdfFxY?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Com direção de Park Chan-wook, que divide os créditos de roteiro com Lee Kyoung-mi e Jahye Lee, <em><strong>A Única Saída</strong></em> tem distribuição Mubi e Mares Filmes e chega aos cinemas brasileiros em 22 de janeiro.</p>
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		<title>CINEMA: MARTY SUPREME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Diamond Films]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Até onde você iria para conquistar seus sonhos mais grandiosos? Marty Mauser tem a firme convicção de que a alguém obstinado o suficiente, nada é impossível. Prodígio do tênis de mesa vivendo uma vida humilde como vendedor de calçados, ele decide partir em uma jornada intensa de Nova York a Tóquio e, ao longo do caminho, coloca tudo o que possui em jogo ao desafiar seus próprios limites.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-85520 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/152a01c7-8475-40c0-a56e-c2ca16382e65.webp" alt="" width="350" height="514" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/152a01c7-8475-40c0-a56e-c2ca16382e65.webp 640w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/152a01c7-8475-40c0-a56e-c2ca16382e65-340x500.webp 340w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2026/01/152a01c7-8475-40c0-a56e-c2ca16382e65-170x250.webp 170w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p>Grande destaque da temporada de premiações, <em><strong>Marty Supreme</strong></em> é o filme sensação do ano e o grande assunto do momento. Tanto por sua campanha de marketing viral que foi alvo de análises infinitas nas redes sociais quanto pela postura do interpréte de seu protagonista, Timothée Chalamet, que parece ter bebido da mesma poção de autoestima de Marty e chamou atenção pelos discursos megalomaníacos nas premiações pelas quais o filme já passou em sua rodagem.</p>
<p>Tudo o que envolve <em><strong>Marty Supreme</strong></em> tem uma grandiosidade que <em>parece</em> exagerada, mas que faz certo sentido quando a gente assiste ao longa. Um privilégio que o público brasileiro finalmente começa a ter, partindo das sessões antecipadas desde o começo de janeiro.</p>
<p>Ambientado nos anos 50 e vagamente inspirado na vida e carreira do jogador americano de tênis de mesa Marty Reisman, o longa não tem medo de desafiar o telespectador e surpreende-lo a cada esquina da trama.</p>
<p>É difícil não se contagiar com a atmosfera caótica e energizante que o diretor Josh Safdie, em um de seus raros voos solo sem o irmão Benny, impõe à trama. <em><strong>Marty Supreme </strong></em>é tanto um convite ao hedonismo quanto um incentivo ao trabalho duro para conquistar o que se quer na vida. Essa dualidade se manifesta em um filme ágil, vigoroso, com diálogos cristalinos de humor ferino e, mais uma vez, caos. Muito caos. Mas é uma bagunça criativa, uma festa de genialidade, que culmina em um filme divertido, improvável e que fica impregnado em você por um bom tempo.</p>
<p><em>&#8220;Sonhe alto&#8221;</em>, é o convite imperativo da divulgação, algo que ressoa com muito mais clareza quando você sai da sessão e sabe que jamais será o mesmo depois de <em><strong>Marty Supreme</strong></em>.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/jlufghPi_y4?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Com direção de Josh Safdie, elenco contando com Timothée Chalamet, Gwyneth Paltrow, Odessa A&#8217;zion, Fran Drescher, Tyler Okonma e o cineasta Abel Ferrara, <em><strong>Marty Supreme</strong></em> chega aos cinemas brasileiros em 22 de janeiro, com distribuição da Diamond Films.</p>
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		<title>CINEMA: SOMBRAS NO DESERTO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Imagem Filmes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se trata de Nicolas Cage, a gente já sabe que o projeto mais inusitado dele vai ser sempre o próximo. Essa máxima se mostra verdadeira com o lançamento de <em><strong>Sombras no Deserto, </strong></em>um improvável longa de terror baseado em apócrifos biblícos que foi censurado em diversos países ainda na fase de produção. Mas qual a razão de tanta polêmica?</p>
<p>Transitando entre o profano e o sagrado, <em><strong>Sombras no Deserto</strong></em> traz uma trama onde, no Egito antigo, uma família vive escondida, tentando escapar de um passado que não pode ser revelado. O Carpinteiro (Nicolas Cage), sua esposa (FKA twigs) e o Menino (Noah Jupe) sobrevivem entre a fé e o medo de serem encontrados. Quando uma presença sombria cruza seu caminho, o Menino começa a questionar tudo o que acredita, despertando forças que nem ele é capaz de compreender. À medida que seu dom cresce, o confronto do sagrado com o desconhecido se inicia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-84263 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/11/Sombras_no_Deserto_Poster_Oficial-scaled.jpg" alt="" width="493" height="731" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/11/Sombras_no_Deserto_Poster_Oficial-scaled.jpg 1382w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/11/Sombras_no_Deserto_Poster_Oficial-768x1138.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/11/Sombras_no_Deserto_Poster_Oficial-1037x1536.jpg 1037w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/11/Sombras_no_Deserto_Poster_Oficial-338x500.jpg 338w" sizes="auto, (max-width: 493px) 100vw, 493px" /></p>
<p>Baseado no evangelho apócrifo Pseudo-Tomé, o longa mergulha em um capítulo obscuro e quase esquecido da tradição cristã. Diferente dos evangelhos canônicos, o Evangelho da Infância segundo Tomé retrata um Jesus adolescente dotado de poderes divinos que ainda não compreende.</p>
<p>Essa figura contraditória e ainda em formação inspira o filme a construir um retrato radicalmente novo do messias: não como o salvador plenamente consciente de sua missão, mas como um garoto confrontado com dons que não entende, cercado pelo medo e pela incompreensão dos que o rodeiam, inclusive de seus próprios pais.</p>
<p>Além de se passar no Egito, o filme foi escrito e dirigido por um cineasta egípcio cristão, Lotfy Nathan. Desde o anúncio, a produção gerou forte reação pública no Egito, com muçulmanos e cristãos considerando a obra ofensiva à Sagrada Família. Diante da controvérsia, o governo egípcio negou autorização para as filmagens, e a equipe precisou transferir a produção para a Grécia.</p>
<p>Outro detalhe de bastidores é que o filme surgiu como oportunidade e só aconteceu porque Nicolas Cage pediu ao seu agente que encontrasse um roteiro que se parecesse o máximo possível com algo que Robert Eggers faria — tudo porque o diretor havia comentado que não conseguia imaginá-lo em um de seus filmes. Ofendido, Cage decidiu provar o contrário da melhor forma que sabe: atuando.</p>
<p>Afinal, se tem outra coisa que sabemos sobre Cage, além de que ele entrega o inusitado, é que ele também costuma entregar talento. A atmosfera sombria e mística de <em><strong>Sombras no Deserto</strong></em> casa perfeitamente com a atuação do astro, que consegue se destacar em um filme onde o protagonista é outro. Falando no protagonista, Noah Jupe, o Menino, também é uma boa surpresa. E se você nunca pensou que um dia veria FKA Twigs e Nicolas Cage contracenando juntos, bom, saiba que essa é mais uma improbalidade maravilhosa que Cage traz para as telonas.</p>
<p>Ou seja, entre a curiosidade e o profano, <em><strong>Sombras no Deserto</strong></em> vale o ingresso e garante o entretenimento.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/NslOeaFKKtE?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe><br />
<em><strong>Sombras no Deserto</strong></em> estreia nos cinemas em 13 de novembro com distribuição nacional da Imagem Filmes.</p>
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		<title>CANAL BRASIL: PRIMAVERA NOS DENTES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 16:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Documentários]]></category>
		<category><![CDATA[Outras Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Seriados]]></category>
		<category><![CDATA[Canal Brasil]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um registro histórico renovado em esperança e sonoridade, <em><strong>Primavera nos Dentes – A História do Secos &amp; Molhados </strong></em>chega ao Canal Brasil para celebrar o legado de uma das bandas mais importantes do nosso país.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-84144 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-scaled.jpg" alt="" width="500" height="734" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-scaled.jpg 1394w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-768x1128.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-1046x1536.jpg 1046w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-1395x2048.jpg 1395w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-340x500.jpg 340w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/PND_Cartaz-170x250.jpg 170w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Mais de 50 anos após o fim do Secos &amp; Molhados, o interesse pela banda nunca esmoreceu, pelo contrário, e cresceu bastante recentemente. Para além da mensagem política atemporal da banda, também entra nessa conta a ótima recepção do público para o filme biográfico sobre seu vocalista, Ney Matogrosso, lançado esse ano, <strong><em>Homem com H.</em></strong></p>
<p>Em coletiva de imprensa na ocasião do lançamento da docusérie, o próprio Ney Matogrosso falou um pouco sobre esse fenômeno, apontando a quantidade surpreendente de postagens em que é marcado nas redes sociais com adolescentes e crianças cantando e &#8220;performando&#8221; Secos &amp; Molhados. Segundo o artista, essa atenção que a banda recebe das geração mais novas acontece porque as anteriores, pais e avós desses jovens, ainda seguem ouvindo a banda, tantas décadas depois do último álbum.</p>
<p>Aproveitando esse <em>hype,</em> vamos colocar assim, a mística sobre a banda e sua trajetória meteórica que chocou a TV brasileira em pleno horário nobre de domingo, levou mais de 20 mil pessoas a um show no Maracanãzinho e chegou a superar Roberto Carlos em vendas segue viva e recebe calorosa celebração com <em><strong>Primavera nos Dentes – A História do Secos &amp; Molhados</strong></em><em><strong>. </strong></em></p>
<p>Baseada no livro homônimo de Miguel De Almeida, a série documental traz depoimentos exclusivos de Ney Matogrosso e Gerson Conrad, entre outros, em um mosaico afetivo de colaboradores e fãs que reconstroem a trajetória de um grupo que, em plena ditadura militar, provocou uma revolução estética e comportamental no Brasil dos anos 1970.</p>
<p>Ecoando o cenário desafiador da origem da banda, a docusérie também precisou lidar com algumas questões espinhosas em sua produção. Impedidos de tocar os maiores clássicos do grupo — que não foram liberados por João Ricardo, o cofundador da formação original — a produtora decidiu convidar o pianista Emilio Carrera e o contrabaixista Willy Verdaguer, músicos que fizeram parte da banda em 1973 e 1974, para voltarem aos estúdios e criarem novas canções originais inspiradas na sonoridade do “Secos &amp; Molhados” para a obra, em um gesto especial aos fãs.</p>
<p>Complementando, Gerson Conrad e Paulo Mendonça, autores de grandes sucessos da banda, criaram “Ouvindo o Silêncio”, trazendo Ney e Gerson nos vocais da música que encerra a série e que ganhou um videoclipe especial. Ao todo, sete músicas foram criadas pelos artistas, no que eles brincaram, em coletiva, sobre ser um &#8220;novo álbum&#8221; do Secos &amp; Molhados em pleno 2025. Será?</p>
<p>Por si só, essas novas músicas já seriam motivo suficiente para conferir a docusérie, mas o apelo vai além. Ao resgatar a história dessa banda tão emblemática da música nacional, a produção acaba por trazer à reflexão como os temas abordados pela Secos &amp; Molhados em suas canções seguem atuais e merecedores da nossa atenção. Tanto para as gerações atuais, quanto para as próximas.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/t4L_tXsyOGw?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p><em><strong>Primavera nos Dentes – A História do Secos &amp; Molhados </strong></em>teve sua estreia na <strong>49ª Mostra Internacional de Cinema, </strong>e chega para o grande público em 31 de Outubro no Canal Brasil. Com 4 episódios a serem veiculados semanalmente às sextas, 21h30, a docusérie é produzida pela Santa Rita Filmes.</p>
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		<title>CINEMA: A MEIA-IRMÃ FEIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 12:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[body horror]]></category>
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					<description><![CDATA[Contos de fadas são sombrios em sua origem, pesando na dramaticidade e horror, pelo menos a maioria deles. Foram suavizados e tiveram sua moral ajustada para o público infantil há...<a class="more-link" href="https://smiletic.com/2025/10/27/cinema-a-meia-irma-feia/" title="CINEMA: A MEIA-IRMÃ FEIA">&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Contos de fadas são sombrios em sua origem, pesando na dramaticidade e horror, pelo menos a maioria deles. Foram suavizados e tiveram sua moral ajustada para o público infantil há tantos séculos que vê-los mais próximos sua abordagem original é sempre impactante. Por isso, <em><strong>A Meia-Irmã Feia,</strong></em> releitura de um conto de fadas icônico<em><strong>,</strong></em> é um lançamento que causa estranheza, ao mesmo tempo que desperta um interesse quase mórbido ao remeter a elementos da história que foram sublimados há muito tempo.</p>
<p>Em <em><strong>A Meia-Irmã Feia</strong></em> temos uma provocativa releitura da clássica história da<em> Cinderela. </em>Na trama, Elvira luta contra sua linda meia-irmã, a Cinderela em questão, em um reino onde a beleza suprema reina. Ela recorre a medidas extremas para cativar o príncipe, em meio a uma competição implacável pela perfeição física.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-83996 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/A-Meia-Irma-Feia-Poster-Oficial-RGB-scaled.jpg" alt="" width="414" height="608" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/A-Meia-Irma-Feia-Poster-Oficial-RGB-scaled.jpg 1394w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/A-Meia-Irma-Feia-Poster-Oficial-RGB-768x1128.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/A-Meia-Irma-Feia-Poster-Oficial-RGB-1046x1536.jpg 1046w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/A-Meia-Irma-Feia-Poster-Oficial-RGB-340x500.jpg 340w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/A-Meia-Irma-Feia-Poster-Oficial-RGB-170x250.jpg 170w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" /></p>
<p>Recontando uma história secular, o filme se atualiza ao focar em temas que permanecem em debate na nossa realidade contemporânea. A pressão por padrões estéticos, a necessidade compulsória de ser amada, o ridículo que não encontrar espaço para ser quem se é. Ao trabalhar esses pontos em uma abordagem de <em>body horror</em>, Emilie Blichfeldt, em sua estreia como diretora, acrescenta ainda mais uma camada de atualidade na história.</p>
<p>O corpo como causa de horror é um gênero cinematográfico definitivamente em alta. Pense em <em>A Substância</em> (2024), <em>Juntos</em> (2025) e <em>Titane</em> (2021), por exemplo. Grandes títulos recentes do gênero onde o mais aterrador para a protagonista é algo que acontece com seu corpo. Não por acaso, são todas histórias de protagonismo feminino. Como diz o meme que circula por aí, às vezes um filme de <em>body horror</em> é apenas um filme sobre uma mulher.</p>
<p><em><strong>A Meia-Irmã Feia </strong></em>conecta todas essas pontas, origem e releitura, clássico e atualidade, com grande maestria. Com algum humor, essa história é (re)contada em uma execução cuidadosa e estéticamente encantadora. É impossível ver a escalada vertiginosa de obsessão pela beleza de Elvira e não sentir algo de cômico, enternecedor e angustiante. A vontade é de sacudi-la pelos ombros e dizer &#8220;Mulher, pare de se cobrar tanto!&#8221;. Mas sendo honestas, nós mesmas conseguimos deixar de lado essa cobrança interna? A resposta você já sabe. Por isso, é tão natural se conectar com essa história. Inevitável, eu diria.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/2GMXhwCv6W8?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p style="font-weight: 400;">Destaque no <strong><em>Festival de Cinema de Sundance </em></strong>e <strong><em>Berlin International Film Festival 2025</em></strong>, <em><strong>A Meia-Irmã Feia</strong></em> levou mais de 700 mil pessoas aos cinemas do México e estreia exclusivamente nos cinemas brasileiros no dia 23 de outubro, com cópias dubladas e legendas, com distribuição da Mares Filmes e a Alpha Filmes.</p>
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		<title>CINEMA: THE MASTERMIND</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 16:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um canto tranquilo de Massachusetts, nos anos 70, um carpinteiro desempregado se torna ladrão de arte amador. Ao planejar seu primeiro grande assalto, tudo sai dos trilhos, e sua...<a class="more-link" href="https://smiletic.com/2025/10/15/cinema-the-mastermind/" title="CINEMA: THE MASTERMIND">&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um canto tranquilo de Massachusetts, nos anos 70, um carpinteiro desempregado se torna ladrão de arte amador. Ao planejar seu primeiro grande assalto, tudo sai dos trilhos, e sua vida começa a desmoronar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-83912 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/The_Mastermind_Poster-scaled.jpg" alt="" width="356" height="525" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/The_Mastermind_Poster-scaled.jpg 1388w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/The_Mastermind_Poster-768x1133.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/The_Mastermind_Poster-1041x1536.jpg 1041w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/The_Mastermind_Poster-339x500.jpg 339w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/10/The_Mastermind_Poster-170x250.jpg 170w" sizes="auto, (max-width: 356px) 100vw, 356px" />Com papeis em títulos que rapidamente se tornam cult, Josh O&#8217; Connor tem trabalhado para construir uma carreira onde consegue dosar com inteligência os <em>blockbusters</em> com as entregas com ar de cinema independente. Vemos isso ser lapidado com suas atuações memoráveis em longas como <em><strong>Rivais</strong></em> (2024), <em><strong>La Chimera</strong></em> (2023), <em><strong>Emma</strong> </em>(2020), <em><strong>O Reino de Deus</strong></em> (2017) e tantos mais que estão por vir ainda em 2025. Em <em><strong>The Mastermind</strong></em>, onde Josh interpreta o protagonista, um adorável ladrão quase acidental, parece que é a vez do cinema arte ser prioridade novamente.</p>
<p>Em mais um filme muito coerente com a construção de carreira de Josh, temos em <em><strong>The Mastermind</strong> </em>uma história simples e cativante, contada com ares de fábula. Escrito e dirigido por Kelly Reichardt, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Cannes deste ano e chega para o público geral ainda em outubro.</p>
<p>Se valendo de uma história que se ambienta em um mundo onde tudo era mais simples, Kelly consegue criar uma atmosfera intimista que retrata sob uma lupa sentimental uma época que já não existe mais. <em><strong>The Mastermind </strong></em>vibra em uma frequência diferente. Ao sentar na poltrona do cinema, você é imediatamente absorvido pela história, sua execução minimalista, mas de trilha sonora grandiosa, e pelas angustias que o protagonista vivencia em uma escala que fica mais dramática a cada cena.</p>
<p>É uma história até um pouco cômica, o que se credita por esse véu de inocência que a diretora joga na trama. Algo doce e encantador, um ladrão inexperiente em meio a museus e galerias de arte. Rende lindas cenas, e Kelly sabe disso, caprichando nos closes no protagonista. É um clássico instantaneo, que você vai querer rever com calma em casa.</p>
<p>E aí, quando o Josh O&#8217;Connor aparecer com outro <em>blockbuster</em> duvidoso, você vai assistir, porque gosta dele nesses filmes mais cult. Ou seja, realmente um<em> mastermind.</em></p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/6n5WqcsxNuY?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Estrelado por Josh O’Connor, Alana Haim, John Magaro, Gaby Hoffmann, Bill Camp e Hope Davis, <em><strong>The Mastermind </strong></em>chega aos cinemas brasileiros em 16 de outubro em uma produção e distribuição da MUBI e Imagem Filmes.</p>
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		<title>CINEMA: CONCLAVE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 18:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos grandes favoritos à temporada de premiações, inclusive ao Oscar 2025, o novo filme do diretor Edward Berger (&#8220;Nada de Novo no Front&#8221;), Conclave promete trazer muito burburinho, tal...<a class="more-link" href="https://smiletic.com/2025/01/20/cinema-conclave/" title="CINEMA: CONCLAVE">&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes favoritos à temporada de premiações, inclusive ao Oscar 2025, o novo filme do diretor Edward Berger (<em>&#8220;Nada de Novo no Front&#8221;</em>), <em><strong>Conclave</strong></em> promete trazer muito burburinho, tal qual a trama que vemos na telona.</p>
<p>Além das numerosas indicações e da vitória como Melhor Roteiro no Globo de Ouro, o thriller protagonizado por Ralph Fiennes concorre em 11 categorias do Critics Choice Awards. E a boa notícia é que finalmente está chegando aos cinemas brasileiros, estreando dia 23 de janeiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-79312 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/01/Conclave_64x94_RGB-scaled.jpg" alt="" width="460" height="676" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/01/Conclave_64x94_RGB-scaled.jpg 1394w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/01/Conclave_64x94_RGB-768x1128.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/01/Conclave_64x94_RGB-1046x1536.jpg 1046w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/01/Conclave_64x94_RGB-340x500.jpg 340w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2025/01/Conclave_64x94_RGB-170x250.jpg 170w" sizes="auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px" />Adaptado do best-seller homônimo de Robert Harris, <em><strong>Conclave</strong></em> concilia suspense e fofoca ao revelar os bastidores de um dos eventos mais antigos e secretos do mundo: a escolha do novo Papa da Igreja Católica.</p>
<p>A trama acompanha o Cardeal Lawrence (Ralph Fiennes), que se vê a contragosto encarregado de coordenar a eleição do novo líder da Igreja, após a morte inesperada do antigo Sumo Pontífice. Para sua surpresa, porém, sua tarefa é ainda mais complicada do que apenas equilibrar seu luto pessoal com sua preocupação em garantir a lisura durante todo o processo. De repente, Lawrence se vê no meio de uma rede de segredos e conspirações, que ameaça sua fé e os próprios alicerces da Igreja.</p>
<p>Com fotografia belíssima e direção firme de Berger, o drama se transforma em algo muito maior, onde todo silêncio e todos os olhares são o prenúncio de mais reviravolta vindo aí. De sagrado, o rito solene de escolher um novo Papa assume ares de politicagem e crises de fé.</p>
<p>Ralph Fiennes e Stanley Tucci são os grandes destaques de um elenco impecável, conduzindo os dilemas de seu personagem e nos colocando no centro do drama. Ao mostrar os bastidores da igreja, <em><strong>Conclave </strong></em>acaba por nos mostrar muito da natureza humana, contando uma história que fala de fé, mas sobretudo sobre a influência dela em nossa busca pelo poder.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/_V_bX7Gs7v8?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>Com direção de Edward Berger, roteiro de Peter Straughan e elenco com Ralph Fiennes, Stanley Tucci, John Lithgow, Sergio Castellito e Carlos Diehz, <em><strong>Conclave</strong></em> chega aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro, com distribuição da Diamond Films.</p>
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		<title>CINEMA: STING: ARANHA ASSASSINA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 13:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversão e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
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					<description><![CDATA[Achou que os sustos no cinema tinham terminado? Que nada. Com o mercado do terror aquecido, temos mais um lançamento antes que o ano acabe. Sting: Aranha Assassina, novo longa...<a class="more-link" href="https://smiletic.com/2024/12/03/cinema-sting-aranha-assassina/" title="CINEMA: STING: ARANHA ASSASSINA">&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Achou que os sustos no cinema tinham terminado? Que nada. Com o mercado do terror aquecido, temos mais um lançamento antes que o ano acabe. <em><strong>Sting: Aranha Assassina</strong></em>, novo longa do diretor australiano Kian Roache-Turner, promete mexer com os nervos do público em um subgênero clássico dos filmes de medo: animais como ameaça. E provoca: o que aconteceria se o pet pouco convencional da sua filha se transformasse em um monstro?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-78591 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/12/Sting-Aranha-Assassina_Diamond-Films_Poster-scaled.jpg" alt="" width="436" height="641" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/12/Sting-Aranha-Assassina_Diamond-Films_Poster-scaled.jpg 1394w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/12/Sting-Aranha-Assassina_Diamond-Films_Poster-768x1128.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/12/Sting-Aranha-Assassina_Diamond-Films_Poster-1046x1536.jpg 1046w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/12/Sting-Aranha-Assassina_Diamond-Films_Poster-340x500.jpg 340w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/12/Sting-Aranha-Assassina_Diamond-Films_Poster-170x250.jpg 170w" sizes="auto, (max-width: 436px) 100vw, 436px" />Na trama, uma garota de 12 anos decide adotar uma aranha para lhe fazer companhia, uma decisão inocente para lidar com a falta de atenção dos pais desde o nascimento do seu irmão mais novo.</p>
<p>Porém, quando o bichinho começa a crescer de forma desenfreada e desenvolve apetite pela carne humana, a pequena protagonista percebe que colocou sua família em risco.</p>
<p>Embora situado em nossa época atual, <em><strong>Sting: Aranha Assassina </strong></em>consegue contar sua história em uma narrativa e &#8220;aura&#8221;, se podemos chamar assim, que remete àqueles filmes de terror dos anos 80. Nem tão assustador, só o suficiente, e com o carisma que torna algumas cenas inesperadamente hilariantes, quebrando assim a tensão e trazendo o público para perto.</p>
<p>O que acaba sendo o maior mérito do longa. Com uma atmosfera convidativa e trazendo uma ameaça mortal que vai escalando e literalmente crescendo no decorrer da trama, <em><strong>Sting: Aranha Assassina </strong></em>é mais um bom título do ano. Para assistir e sair feliz do cinema, ainda que meio ressabiado de encontrar uma aranha pelo caminho depois.</p>
<p><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="1025" height="577" src="https://www.youtube.com/embed/bg78U1DT7wk?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com direção e roteiro de Kiah Roache-Turner, elenco com Noni Hazlehurst, Jermaine Fowler e Alyla Browne, e produção Pictures in Paradise Pty. Ltd., <em><strong>Sting: Aranha Assassina </strong></em>tem distribuição nacional da Diamond Films e chega aos cinemas nacionais em 5 de dezembro.</p>
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		<title>As minhas aberturas favoritas das séries da Apple TV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Apple TV]]></category>
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					<description><![CDATA[Tenho meia dúzia de rascunhos de resenhas sobre as séries da Apple TV &#8211; já te disse que a considero a melhor produtora de conteúdo da atualidade? &#8211; que não...<a class="more-link" href="https://smiletic.com/2024/11/28/as-minhas-aberturas-favoritas-das-series-da-apple-tv/" title="As minhas aberturas favoritas das séries da Apple TV">&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho meia dúzia de rascunhos de resenhas sobre as séries da Apple TV &#8211; já te disse que a considero a melhor produtora de conteúdo da atualidade? &#8211; que não consigo terminar. Aí ontem, assistindo ao último episódio de <em>Shrinking</em> me toquei que tem algo de que não estou falando em nenhum deles e é muito importante: a qualidade das aberturas das séries da plataforma. São todas incríveis, sempre perfeitas para o conteúdo que será entregue, inteligentes mesmo. Impossível &#8220;pular a abertura&#8221;. As minhas favoritas:</p>
<p><em><strong>Shrinking</strong></em>: começar por aquela que me deu a ideia deste post. A série centra suas tramas em três psicólogos que dividem uma clínica, suas famílias e pacientes. Harrison Ford e Jason Segel interpretam os personagens principais e a cada episódio me arrancam risos e lágrimas em mesma medida, me fazendo refletir sobre a vida por horas &#8211; algo que pode ser considerado raro para uma série de comédia de episódios de 30 minutos.</p>
<p>Em sua abertura o cérebro é representado por um imenso labirinto e quem assiste a série vai pouco a pouco reconhecendo os personagens tentando sair dali ou ajudando a alguém a sair do buraco.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/PLtokejktoY?si=AKd4Cn3igZDygCEQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em><strong>Severance</strong></em>: nós, fãs da série, não aguentamos mais de ansiedade a espera da segunda temporada. Se você não é fã é porque não assistiu ainda. A série tem direção de Ben Stiller (que eu AMOOOO) e é centrada na vida de Mark (Adam Scott), um funcionário das Indústrias Lumon que concorda em participar de um programa de &#8220;ruptura&#8221; no qual suas memórias sem relação com o trabalho são separadas de suas memórias com o trabalho. Talvez o mais fascinante de tudo é que, ao mesmo tempo em que soa absurdo algo assim ser realizado, parece perto demais da realidade para não termos medo de que aconteça.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/NmS3m0OG-Ug?si=WHFBxNqXs2BtvA10" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em><strong>Slow Horses</strong></em>: Ainda não que não tenha algo de realmente novo &#8211; mostra os principais personagens surgindo e sumindo entre paredes com um toque noir &#8211; a abertura da minha série de espionagem favorita desta década tem música da Rolling Stones escrita especialmente para acompanhar a adaptação dos livros Mick Herron. E só isso, meus amigos, já vale não pular.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/FR1CnBo71C8?si=aU7lRJr19e-v_0Qy" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em><strong>Las Azules</strong></em>: <em>As Mulheres de Azul</em> por aqui, a minissérie mexicana conta a história das primeiras mulheres na polícia mexicana. Aquilo que seria apenas uma ação de marketing do governo acabou por ser a forma perfeita de um grupo de mulheres reverem sua posição em uma sociedade incrivelmente machista. Junte-se isso a uma boa trama de assassino em série e pronto. A abertura traz a cantora Ximena Sariñana cantando uma versão linda de You Don&#8217;t Own Me de Lesley Gore.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/K7Y6vqN4Yhk?si=1D0bonAWrgeyZ0zW" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>CINEMA: WICKED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tati Lopatiuk]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 19:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversão e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>
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					<description><![CDATA[Wicked é daqueles filmes cuja produção levou tanto tempo, e teve tanto burburinho nas redes sociais, que corre o risco de se tornar menor do que o esperado quando finalmente...<a class="more-link" href="https://smiletic.com/2024/11/19/cinema-wicked/" title="CINEMA: WICKED">&#8594;</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Wicked</strong> </em>é daqueles filmes cuja produção levou tanto tempo, e teve tanto burburinho nas redes sociais, que corre o risco de se tornar menor do que o esperado quando finalmente chega ao telespectador. Com o filme entrando em cartaz essa semana, o público terá a chance de decidir se toda a expectativa valeu a pena. Dando um pequeno spoiler: para a felicidade de todos os envolvidos, a chance de se surpreender positivamente é imensa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-78302 alignleft" src="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/11/wicked-novo-poster-1405-1225.jpg" alt="" width="477" height="597" srcset="https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/11/wicked-novo-poster-1405-1225.jpg 1080w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/11/wicked-novo-poster-1405-1225-768x960.jpg 768w, https://smiletic.com/wp-content/uploads/2024/11/wicked-novo-poster-1405-1225-400x500.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px" />Sucesso atemporal do teatro, levado para as telonas com admirável paixão por parte do diretor Jon M. Chu e de seu elenco escolhido a dedo, <em><strong>Wicked </strong></em>traz a história não contada das bruxas de Oz.</p>
<p>Nesse conto de fadas, Cynthia Erivo é Elphaba, uma jovem incompreendida por conta de sua pele verde incomum, que ainda não descobriu seu verdadeiro poder;  já Ariana Grande é Glinda, uma jovem popular, ambiciosa, que só quer saber de privilégios e ainda não conhece a sua verdadeira alma. Ao se encontrarem na Universidade de Shiz, elas se tornam amigas, apesar de suas personalidades e visão de mundo totalmente opostas.</p>
<p>Aqui, preciso voltar a falar de paixão. É possível sentir transbordar da tela a devoção com que esse filme foi feito, o que nos atinge direto no coração e contagia imediatamente. Desde a primeira cena, desde a primeira música, somos embalados por essa história, em uma produção verdadeiramente sem defeitos. Em <em><strong>Wicked</strong></em>, tudo é feito para encantar, no mínimo detalhe, e funciona perfeitamente. Erivo e Grande formam um poderosa dupla que se complementa com generosidade, nos entregando diversão, carisma e um poder vocal assombroso.</p>
<p>E isso se estende à versão dublada do filme. Para a versão brasileira, temos a dupla que se tornou um sucesso nos palcos nacionais interpretando Glinda e Elphaba, nas montagens teatrais mais recentes: Fabi Bang e Myra Ruiz. Esse cuidado mostra como <em><strong>Wicked</strong></em> é uma produção pensada não só em agradar o fã de longa data, mas em respeitar a tradição desse universo tão rico e amplo.</p>
<p>Dublado ou no original, a verdade é que <em><strong>Wicked</strong></em> conseguiu o que poucos conseguem nesses tempos em que nossa atenção é fragmentada e nossa aptidão para criticar é altíssima: uma obra tocante, que se conecta perfeitamente com sua obra original e eleva o legado dessa história. Assistir no cinema é mais do que indicado, é obrigatório.</p>
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<p>Com direção de Jon M. Chu, roteiro de Winnie Holzman e Dana Fox baseado na obra original de Gregory Maguire, Stephen Schwartz e Winnie Holzman, <em><strong>Wicked</strong> </em>tem produção e distribuição da Universal Pictures e chega aos cinemas nesta quinta 21 de novembro.</p>
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