<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971</id><updated>2024-10-08T18:58:36.520-07:00</updated><title type='text'>Portal Maçônico Orvalho do Hermon</title><subtitle type='html'>O Portal Maçônico Orvalho do Hermon destina-se, exclusivamente, aos temas Maçônicos de relevância para os membros da Maçonaria Universal.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>248</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-4682171227529684413</id><published>2014-07-12T10:38:00.001-07:00</published><updated>2014-07-12T10:38:47.078-07:00</updated><title type='text'>A LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-q48r59ecjZI/U8Fw2vo71_I/AAAAAAAAAiA/PM3sDqBfOrA/s1600/app.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-q48r59ecjZI/U8Fw2vo71_I/AAAAAAAAAiA/PM3sDqBfOrA/s1600/app.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.6pt; margin: 1.5pt 2.2pt 1.5pt 0cm; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: 2.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/orvalhodohermon/info&quot;&gt;GrupoMaçônico Orvalho do Hermon&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 15.6pt; margin-bottom: 1.5pt; margin-left: -18.0pt; margin-right: -51.8pt; margin-top: 1.5pt;&quot;&gt;



&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: 2.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Platão,
chamado a ensinar a arte de conhecer os homens, assim se expressou: “os homens
e os vasos de terracota se conhecem do mesmo modo: os vasos, quando tocados,
têm sons diferentes; os homens se distinguem facilmente pelo seu modo de
falar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pensamento do filósofo Iniciado nos oferece excelente oportunidade para uma
profunda reflexão, principalmente para os que integram a Ordem Maçônica. Nem
sempre nos damos conta de como nos tornamos prisioneiros das palavras que
proferimos. Por serem a expressão do nosso pensamento, por traduzirem as idéias
e os sentimentos, as palavras se tornam um centro emissor de vibrações, tanto
positivas quanto negativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra é o elemento que identifica o Homem e é a síntese de todas as forças
vitais; é o elemento que interliga todos os planos, do mais denso ao mais
sutil. A palavra está intimamente ligada ao silêncio, outra sublime expressão
da psique humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No mundo profano a palavra - falada ou escrita - é usada indiscriminadamente. A
sociedade humana está cheia de palavras que ofendem, que humilham, que magoam e
que denigrem a honra do próximo. Se se trabalhasse mais e se falasse menos, com
certeza que a humanidade seria mais evoluída e mais civilizada. Infelizmente
existem palavras em excesso, não só no mundo profano como também nos Templos
Maçônicos. Tal situação é inconcebível &lt;st1:personname productid=&quot;em um Ma￧om&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em um Maçom&lt;/st1:personname&gt;, pois no estudo dos símbolos ele aprende
a refletir sobre o conteúdo oculto das palavras que, em última análise,
refletem a essência interior do ser humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não por acaso a doutrina Maçônica reserva o silêncio aos seus membros, de
acordo, aliás, com a Tradição Pitagórica. A Escola Iniciática de Pitágoras
tinha um sistema de três graus: o de Preparação, o de Purificação e o de
Perfeição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os neófitos do grau de Preparação, equivalente ao grau maçônico de Aprendiz,
eram proibidos de falar; eram só ouvintes e cumpriam um período de observação
de três anos, durante o qual a regra era calar e pensar no que ouviam. No grau
de Purificação, equivalente ao de Companheiro Maçom, o silêncio se estendia por
mais dois anos, adquirindo estes Irmãos o direito de ouvir as palestras do
Mestre Pitágoras. Assim, para atingir o grau de Perfeição, equivalente ao de
Mestre Maçom, quando então os Irmãos podiam fazer uso da palavra, era
necessário praticar o silêncio durante cinco anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas reuniões maçônicas, sem dúvida, constitui uma prova de sabedoria saber
ouvir e manter o silêncio. Chílon, um dos sete sábios da Grécia Antiga, quando
perguntado sobre qual a virtude mais difícil de praticar, respondia: “calar”.
No Zend Avesta, que contém toda a sabedoria da antiga Pérsia, encontramos
normas e regras sobre o uso e o controle da palavra, cuja universalidade
desafia os séculos. No mundo maçônico, a dimensão da palavra falada e escrita
não é diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao entrar &lt;st1:personname productid=&quot;em nossa Sublime Institui￧￣o&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em
 nossa Sublime Instituição&lt;/st1:personname&gt; encontramos, na ritualística,
referências à sacralidade da palavra que, como meio de expressão dos
pensamentos e dos sentimentos, deve ser sempre dosada, moderada, e deve
espelhar o equilíbrio interno do orador. &lt;st1:personname productid=&quot;Em nossa Ordem&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;Em nossa Ordem&lt;/st1:personname&gt;, a palavra
deve ser usada no mesmo sentido &lt;st1:personname productid=&quot;em que Dante Alighieri&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em que Dante Alighieri&lt;/st1:personname&gt;
exortava o seu personagem Metelo, na Divina Comédia: “usa a tua palavra como um
ornamento”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À primeira vista, o silêncio poderia parecer um condicionamento e um castigo.
Na realidade, o silêncio, a meditação e o raciocínio, são a única via que leva
à libertação das paixões e dos maus pensamentos. Além de exercitar a
autodisciplina, em seu silêncio o Maçom apreende com muito maior intensidade
tudo o que ouve e tudo o que vê. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, a voz do Irmão que se mantém em silêncio é a sua voz interior, quando
ele dialoga consigo mesmo e, neste diálogo, analisa, critica, tira suas
próprias conclusões e aprimora o seu caráter. Em suma, pelo silêncio, a
Maçonaria estimula os Irmãos a desenvolver a arte de pensar, a verdadeira e
nobre Arte Real. Deste modo, o silêncio em Maçonaria não é meramente simbólico
e não é também um meio de castrar a iniciativa dos Irmãos. O silêncio é
indispensável e decisivo no processo de lapidação da Pedra Bruta e no
aperfeiçoamento interno dos Irmãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao cruzar as portas de uma Loja Maçônica, trazendo consigo a liberdade total de
expressão, um direito natural que lhe é garantido pela Declaração dos Direitos
Humanos, sem as restrições que lhe impõem a moral e a razão, o novo Maçom
aprende a controlar os seus impulsos, pela prática espartana do silêncio. Assim
ele aprimora o seu caráter e prepara-se para ser um líder, numa sociedade na
qual prevaleçam a Liberdade responsável, a Igualdade de oportunidades e a
Fraternidade solidária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se tiver de falar, que o maçom siga o conselho de Dante e use a sua palavra
como um ornamento. Tudo se resume na prática da Lei do Amor e da Tolerância.
Certamente que o Grande Arquiteto do Universo ilumina e abençoa a todos os que
pensam mais do que falam, pois estes espiritualizam a sua matéria, e são os
Seus filhos mais diletos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;i&gt;EM
TEMPO:&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O Irmão Aprendiz não só pode como precisa e deve usar a palavra quando
apresentar os seus trabalhos, quando for questionado por outro Irmão, quando
tiver informação relevante sobre qualquer candidato à Iniciação, ou quando
tiver informação fundamental para a Loja ou para a Ordem. Basta pedir a palavra
ao Vigilante de sua Coluna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;ANTÓNIO
ROCHA FADISTA&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;M.&#39;.I.&#39;., Loja Cayrú 762 GOERJ / GOB - Brasil&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: 2.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-G41LgKJQSzo/U8Fyka_urBI/AAAAAAAAAiQ/pUvLRKLV3y8/s1600/Orvalho+do+Hermon_Pequeno.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-G41LgKJQSzo/U8Fyka_urBI/AAAAAAAAAiQ/pUvLRKLV3y8/s1600/Orvalho+do+Hermon_Pequeno.png&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-right: 2.2pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/4682171227529684413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/4682171227529684413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4682171227529684413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4682171227529684413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2014/07/a-lei-iniciatica-do-silencio.html' title='A LEI INICIÁTICA DO SILÊNCIO'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-q48r59ecjZI/U8Fw2vo71_I/AAAAAAAAAiA/PM3sDqBfOrA/s72-c/app.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-2397745055604986500</id><published>2013-09-01T11:19:00.001-07:00</published><updated>2013-09-01T11:19:51.704-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b&gt;A ÁRVORE DA VIDA E OS CARGOS SIMBÓLICOS EM LOJA Ir Ulf Jermann Mondl Os 10 cargos originais e fundamentais das Lojas maçônicas são idênticos e homólogos às “Sephiroth” da Árvore da Vida, que são formas elementares da emanação divina, visado através de seus ocupantes quando atuarem em Loja, bem como para todos os demais presentes aos trabalhos, tomar mais perceptíveis as verdades que estão encobertas atrás dos véus da iluminação divina (Ain-Ain soph - Ain Soph Aur), e serem abençoados pelas forças astrais invocadas. Uma perfeita compreensão pelo ocupante destes diversos cargos em Loja, com suas correspondentes “Sephiroth”, ajudará muito a seus titulares no desempenho perfeito de suas funções individuais e coletivas, contribuindo para o sucesso de uma Sessão Maçônica, com a obtenção das influências benéficas das forças astrais que invocamos em nossas reuniões, durante o desenrolar de nossa ritualística nas suas diversas etapas. Iniciemos no Oriente da Loja que corresponde ao Triângulo Supremo, ocupados pelo Venerável, pelo Secretário e pelo Orador, além dos antigos Mestres Instalados, que conhecem a palavra sagrada do simbolismo: 1. O Venerável corresponde à Sephirah Kether ou à Coroa, numerada com o algarismo &quot;um&quot; equivalendo a origem primordial, procurando simbolicamente a proximidade do som cósmico, ou seja, a do nome de Deus Eheieh - Eu sou o que sou, o Incognoscível, sendo sempre acompanhado do Arcanjo Metatron, o Anjo da Presença, buscando liderar a experiência espiritual da união com Deus, objetivando a realização de sua grande obra, que é, na Maçonaria, a construção do Edifício Social dentro e fora do Templo. Ao Venerável cabe dirigir com prudência e sabedoria as atividades da Loja dentro e fora do Templo. 2. O Secretário corresponde à Sephirah Chokmah, ou à Sabedoria, numerada com o algarismo &quot;dois”, equivalendo à inteligência inspiradora ou ao Segundo Esplendor, simbolizando seu número o início da gênese universal, ou seja, um dos nomes de Deus, Jehovah, o Senhor, sendo sempre acompanhado pelo Arcanjo Taziel, o Arauto da Divindade, além do inicio do Tetragrama Sagrado com a sua letra “Yod”, buscando concentrar toda a sabedoria emanada de Deus. Sua pena deve buscar a inspiração para a máxima fidelidade e sacralidade dos registros, das atividades desenvolvidas em Loja, bem como para as outras comunicações que fizer. De sua função, derivou mais o cargo do Primeiro Diácono, que leva a Palavra Sagrada do Venerável para o Primeiro Vigilante, ao qual corresponde a Sephirah Hot, a Glória. 3. O Orador corresponde à Sephirah Bínah, ou à Compreensão, ou O Entendimento, numerada com o algarismo “três”, equivalendo à Justiça e ao Ensino da Verdade, simbolizando o seu número a vida formada e criada, ou seja, um dos nomes de Deus, Jehovah Elohin, o Deus dos Deuses, sendo sempre acompanhado do Arcanjo Aralim, o Observador de Deus, além da segunda letra do Tetragrama Sagrado com sua letra “Heh”, a janela da visão aberta à vida. Sua atuação visa as instruções e a aplicação da justiça mais perfeita dentro da Loja, pois é o Guarda da Lei e de sua pureza. Têm assento também no Oriente os outros Mestres Instalados, que já sentaram no Trono de Salomão, e sua proximidade visa reforçar, com sua energia pessoal, a atuação do Venerável, Secretário e Orador, secundados de seus respectivos anjos. Os cargos de Porta-Espada e Porta-Bandeira são funções honoríficas, porém simbolicamente meramente decorativas, enquanto o Primeiro Diácono é derivado do Secretário, o qual, antigamente, tinha também a função de mensageiro. Deste conjunto emana a Luz da Loja, que inspira e orienta suas atividades. Em Lojas novas, muitas vezes Aprendizes e Companheiros desempenham funções no Oriente, porém isso sempre deve ser a título precário, pois a rigor, no Oriente. devem ter apenas assento os Mestres Maçons. Continuando-se na fronteira do Oriente com o Ocidente, existe a região denominada Daath, ou o Conhecimento, um abismo na qual ocorre uma mudança da expressão da força para a forma, não sendo este abismo uma percepção objetiva. Nesta região, na realidade, encontra-se o segredo não revelado da Arvore da Vida, e muitas vezes, ao transitarmos por ela, não temos uma percepção de seu verdadeiro significado. Temos três posições ou cargos que fazem a perfeita transição para as Colunas do Norte e Sul, que são o Hospitaleiro, o Tesoureiro e o Mestre de Cerimônias. 4. O Hospitaleiro corresponde à Sephirah Chesed, ou à Misericórdia, numerada com o algarismo “quatro”, equivalendo à Bondade, ao Amor aos semelhantes, simbolizando o seu número a Inteligência Coesiva ou Receptiva advinda dos Poderes Sagrados emanados das virtudes espirituais, ou seja a um dos nomes de Deus, EI, o Deus Todo-Poderoso, sendo sempre seguido do Arcanjo Tzadkkiel, o Anjo do Deus Justo. Sua atuação visa o amparo e assistência aos Irmãos da Loja, lembrar sempre que o amor é uma das forças cósmicas fundamentais e que, necessariamente, este sentimento está associado à misericórdia, a qual sempre tem que estar presente aos trabalhos em Loja. 5. O Tesoureiro corresponde à Sephirah Geburah, ou à Força, numerada com o algarismo “cinco”, equivalendo à Vassoura Cósmica que extingue a desigualdade e elimina o supérfluo, simbolizando seu número a Severidade que emana de Chokmah, a Sabedoria, ou seja, um dos nomes de Deus, Elohin Gebor, o Deus da Severidade, sendo sempre seguido do Arcanjo Khamael, o Anjo da Severidade Divina. O simbolismo do cargo visa a seriedade que tem de haver com o trato dos valores da Loja, tanto na arrecadação como nos dispêndios dos metais, os quais devem servir essencial-mente à Misericórdia com os Irmãos e os Profanos, bem como a manutenção do Templo e nada mais, evitando-se os luxos e as dissipações advindas da vaidade e de outros defeitos da alma humana. 6. O Mestre de Cerimônias corresponde à Sephirah Tipharej, ou à Beleza, numerada com o algarismo “seis”, equivalendo à Luz que se transforma no Amor Radiante, simbolizando o número o equilíbrio que a Beleza confere à Sabedoria e à Força, as quais, isoladas, se antagonizam, mas juntas se completam, ou seja, um dos nomes de Deus, Aloah Va Daath, o Deus Forte do Entendimento, sendo sempre seguido do Arcanjo Rafael, o Anjo do Espírito que está no Sol, localizado na Coluna do Equilíbrio, situada sobre o Altar da Loja. Sua atuação visa essencialmente a perfeição e a beleza dos movimentos em Loja, pois ele é o elo de ligação entre o Ocidente e o Oriente, sendo que sua atuação é vital para a perfeição que deve haver nos trabalhos, resultando na beleza equilibradora. Os seis cargos iniciais formam geometricamente o Selo de Salomão da Loja, pois são o resultado da intersecção do Triângulo Supremo, formado pelas Sephiroth Kether-Chokmah-Binah, com o Triângulo Ético formado pelas Sephiroth Chesed-Geburah-Tiphareth, o elo entre o Ocidente e o Oriente. O Ocidente da Loja forma com os dois Vigilantes e o Experto o Triângulo Astral, formado pelas Sephirot Netzachj-Hod-Yesod, formando a ligação de seu vértice inferior com a posição correspondente à Sephirath Yesod, a porta para o Mundo Profano, guardada pelo Cobridor, simbolicamente o Guardião do Tesouro da Ciência Oculta ou dos Segredos da Maçonaria. Os Triângulos Supremo e Ético formam a parte espiritual e latente da Loja, enquanto o Triângulo Astral forma a parte potente e terrena da Loja. A região compreendida entre o Triângulo Astral e o Mestre de Cerimônias, corresponde simbolicamente à Terra e aos seus correspondentes elementos primordiais, ou seja, o Ar, a Terra, a Água e o Fogo. 7. O Segundo Vigilante corresponde à Sephírah Netzach, ou à Vitória, numerada com o algarismo “sete”. equivalente à Inteligência Oculta, simbolizando o Esplendor refulgente percebido pelos Olhos do Intelecto e pela. Contemplação da Fé, ou seja, um dos nomes de Deus, Jehovah Tzaboath, o Deus dos Exércitos, sendo seguido pelo Arcanjo Uriel, o Anjo Mensageiro da Graça de Deus. Sua atuação em Loja visa preparar os companheiros para a vitória advinda da elevação ao Mestrado, recebendo através do Mestre de Cerimônias as orientações gerais; do Segundo Diácono a Palavra Sagrada advinda do Venerável Mestre, por intermédio do Primeiro Vigilante até sua Coluna. 8. O Primeiro Vigilante corresponde à Sephirah Hod, ou à glória em Esplendor, numerada com o algarismo “oito”, equivalendo à Inteligência Absoluta ou Perfeita, simbolizando a Formação das Hierarquias Celestes, ou seja, no caso o mesmo nome de Deus em Netzach, o Jehovah Tzaboath, o Deus dos Exércitos, secundado, todavia, pelo Arcanjo Rafael, o Anjo Médico Celestial. Sua atuação em Loja consiste em receber os neófitos e assisti-los nas curas de suas enfermidades e defeitos espirituais, preparando-os para a Elevação a Companheiro, recebendo, através do Mestre de Cerimônias, as orientações gerais, do Primeiro Diácono a Palavra Sagrada advinda do Venerável Mestre até sua Coluna, bem como transmiti-la através do Segundo Diácono para sua Coluna. 9. O Experto corresponde à Sephirah Yesod, ou o Fundamento. numerada com o algarismo “nove”, equivalendo à Inteligência Purificada estabelecedora da Unidade, simbolizando o Tabernáculo Sagrado, ou seja, um dos nomes sagrados de Deus, Shadai El Chai, o Deus Vivo Todo-Poderoso, secundado pelo Arcanjo Gabriel, o Chefe das Hostes Celestes. Sua atuação consiste em conduzir as Iniciações no Ocidente, visando com seu trabalho gerar o equilíbrio perfeito com .o Venerável Mestre, que fica no Oriente, devendo sempre este cargo ser ocupado por um Mestre Instalado. 10. O Cobridor Externo corresponde à Sephírah Malkuth, ou o Reino, numerada com o algarismo “dez. equivalendo à Alma da Terra. através de suas múltiplas portas como a da Morte, a das Trevas da Morte. das Lágrimas, da Justiça, da Oração, da Filha dos Poderosos e a do Jardim do Éden, ou seja, um dos nomes sagrados de Deus, Adonai Malekh. ou Adonai Ha Aretz, o Senhor e Rei. secundado pelo Arcanjo Sandalphon, o Anjo Salvador (Messias). Sua atuação consiste em filtrar e impedir as influências do Mundo Profano sobre a Loja. verificar e admitir profanos às Iniciações, bem como manter a ordem interna quando necessário, devendo o cargo, ao contrário do que muitos pensam, ser ocupado por mestres muito experientes e com alto tirocínio político. Os Vigilantes também têm como função manter os Obreiros em ordem nas suas respectivas Colunas, além de trabalhar para o aperfeiçoamento dos seus correspondentes Aprendizes e Companheiros. Como Malkut não forma parte do Triângulo Astral, alguns acham erroneamente que o Cobridor não tem função definida, esquecendo-se que o Cobridor sempre tem que opinar em Loja quando houver envolvimentos com o mundo externo, pois sua função simbólica está na base da ÁRVORE DA VIDA, no meio das raízes da terra, dando sustento a toda árvore. Hoje, como nossos Templos estão a salvo de indiscrições profanas, normalmente esta função é desenvolvida pelo Guarda do Templo. O cargo de Segundo Diácono é um desdobramento do cargo de Primeiro Diácono no Ocidente, pois uma de suas principais funções é levar a Palavra Sagrada do Primeiro Vigilante, que a recebeu do Primeiro Diácono, para o Segundo Vigilante, sendo também o cargo de Chanceler, igualmente, um desdobramento do cargo de Secretário. As outras funções muito honoríficas como o Arquiteto, que têm que manter o Templo em condições de culto e o Mestre de Banquetes relacionam com aspectos exteriores da Loja e derivaram do Cobridor. O cargo de Mestre de Harmonia é uma função que desdobrou-se do Mestre de Cerimônias, pois tem relação intrínseca com a beleza dos trabalhos, devendo o ocupante deste cargo ter grande sensibilidade musical e mística, para com a execução de músicas adequadas durante os trabalhos, propiciar a harmonia necessária para o desenvolvimento da Egrégora e boa Harmonia da Loja. Embora hoje em dia não haja muita conscientização do simbolismo dos cargos em Loja, acreditamos que seja necessário um despertar para as realidades primordiais que originaram a razão de ser das Lojas Simbólicas e de seus verdadeiros objetivos, que são através de um trabalho coletivo chegar-se à Verdadeira Luz e cumprir na terra a grande obra do Grande Arquiteto do Universo, que é a construção do Edifício Social, quando atuarmos no mundo profano. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BALLOW, Robert. The Nature of Religion. Basic Book Publisher, New York, 1968. HOME, Alexander. King’s Salomon Temple in the Masonic Tradition. The Aquarian Press. Welligborough England, 1983. FOME, Dion. A Cabala Mística. Ed. Pensamento, São Paulo, 1993. WILLJAMS-HELLER, Ann. Cabala. Ed. Pensamento, São Paulo, 1990. BONDER, Nilton. A Cabala da Inveja. Ed. Imago, Rio de Janeiro, 1992. A BÍBLIA SAGRADA. Tradução de João Ricardo de Almeida. ALCORÃO SAGRADO. Tradução de Mansur El-Hayek. Ed. Tangará, São Paulo, 1979. BOUCHER, Jules. A Simbólica Maçônica. Ed. Pensamento, São Paulo, 1979. FIGUEIREDO, Joaquim Gervásio. Dicionário de Maçonaria. Ed. Pensamento, São Paulo, 1990. DA CAMINO, Rizzardo. Simbolismo do Primeiro Grau. RITUAIS DE APRENDIZ E MESTRE MAÇOM. GLSC, Ed. IOESC, Florianópolis. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/2397745055604986500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/2397745055604986500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/2397745055604986500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/2397745055604986500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/09/a-arvore-da-vida-e-os-cargos-simbolicos_9257.html' title=''/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-4278168762706435703</id><published>2013-08-10T11:51:00.001-07:00</published><updated>2013-08-10T11:58:02.098-07:00</updated><title type='text'>EX-VENERÁVEL, DONO DA LOJA!!!</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 align=&quot;center&quot; style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-kFDBv-SbFU8/UgaLW-eOviI/AAAAAAAAAcs/YvpfpIEDTFM/s1600/Ex-Vener%C3%A1vel,+dono+da+Loja.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-kFDBv-SbFU8/UgaLW-eOviI/AAAAAAAAAcs/YvpfpIEDTFM/s1600/Ex-Vener%C3%A1vel,+dono+da+Loja.bmp&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h1 align=&quot;center&quot; style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;É uma situação que ocorre com
frequência na Maçonaria brasileira e quiçá na mundial. O que vem a ser esta
situação?&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Simplesmente,
conforme o titulo do trabalho já sugere, é um Irmão que exerceu sua gestão como
venerável de uma loja e que seu desempenho pode ter sido muito bom ou muito
mau, mas seu mandato se esgotou, e ele esquecendo que já passou o seu momento
como principal gestor da loja e que deveria ficar quieto no seu canto, insiste
em se intrometer nos trabalhos da nova liderança quedemocraticamente surgiu na
sua loja através do voto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Apegado ao poder, chega aos limites
da hipocrisia que como se sabe é o ato de fingir qualidades, ideias ou
sentimentos que em realidade ele não tem e isso às vezes se torna uma verdade
para ele ainda que falsa, um verdadeiro sofisma, e ele acreditando ser o que
sabe tudo, que sabe mais que os outros, em fim é o dono da verdade.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Ele não sabe se conter, não consegue
ficar sem dar palpites, ou dar ordens ao novo venerável, ou criticar o novo
líder, não somando as suas forças com as da nova gestão, pelo contrário,
atrapalhando-a. Se o novo venerável não for um líder pragmático, pulso forte,
que não saiba se impor, ficará a mercê do antecessor, não podendo exercer a sua
gestão a contento como planejou.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Todavia, numa loja democrática, não
faltarão Irmãos que com coerência e bom senso, tomarão partido do novo líder e
os mais habilidosos, chegam ao ex e com muito jeito, com parcimônia tentam
fazê-lo compreender a nova situação, o que às vezes não conseguem havendo até
em certos casos uma cisão na loja. Muitas novas lojas foram fundadas por ex-veneráveis
que não souberam respeitar a nova liderança. Este é um fato inconteste.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Este apego ao poder é algo que o
ex-venerável às vezes não pode se controlar, porque ele não estava preparado
quando exerceu seu mandato para um dia deixa-lo como soe acontece nos regimes
democráticos e uma loja maçônica não tem dono justamente por ser uma
democracia. Ele se achou venerável, e não entendeu que apenas estava venerável.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Acha que continua venerável.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Este tema abre um leque mais
profundo em relação a análise do poder nas lojas e como ele é manipulado.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Este tipo de dono da loja não é o
pior entrave para uma loja. O pior ex-venerável é aquele tipo de irmão
matreiro, político, de fala mansa, que sorri para todo mundo, abraça a todos
três vezes e que se derrete em falsos elogios aos Irmãos do quadro e procede
assim porque é uma das suas estratégias para se manter no poder eternamente.
Ele se vale de bonecos ou títeres para cobrir uma gestão que por imposições das
constituições das potências ele não pode se reeleger mais de uma ou duas vezes.
Em seguida ele volta gloriosamente na próxima. Mas durante a gestão de seu
preposto, quem dirigirá a loja de fato, será ele. Não de direito, mas de fato.
Ele tomará todas as decisões e o venerável de plantão cumprirá rigorosamente o
que o seu chefe determinar. Geralmente ele tem o seu grupo, formado por
comparsas que são coniventes que antecipadamente já decidiu quem será o
venerável para os próximos seis ou oito anos, mas sempre ele voltando após as
gestões de seus substitutos arranjados ou então apenas preferirá ser o chefe
por trás, nos bastidores, mandando em tudo e por muito tempo.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;No fundo a sede de poder, nada mais
que uma autoafirmação, insegurança, incapacidade de ser transparente com seus
semelhantes e com o meio em que vive vaidoso mentiroso geralmente tendo uma
visão unilateral dos processos de interação entres os Irmãos, tornando sua
personalidade a de um verdadeiro psicopata social. Não sabe mais discernir os
seus limites. Não tem&amp;nbsp; sentimentos. Chega a ser uma doença um desvio de
personalidade, e de comportamento.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Isto não é bazofia ou piada. Isto
realmente acontece na Maçonaria brasileira num índice maior do que se pode
imaginar, mas não como rotina. Infelizmente esta situação vem ocorrendo e
muitos irmãos fingem não vê-la ou senti-la, porque os membros das lojas com
exceção de verdadeiros maçons agem passivamente como cordeiros, esquecendo que
uma loja aberta em sessão é uma tribuna livre onde ideias são criadas, sonhos
são idealizados que podem mover o mundo, um verdadeiro laboratório social que
pode mudar tudo para melhor e por isso todos os problemas devem ser discutidos
e todos devem participar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Uma situação esdrúxula aconteceu em
uma loja que será omitido o nome da cidade, onde isso ocorreu. Um Irmão desses
tipos de donos da sua loja, fez a sua loja votar o título de “venerável
perpétuo” para ele. Até aí, nada de mais, a loja votou, está votado. Mas ele
exigia que a loja só abrisse os trabalhos em suas sessões normais quando ele
estivesse presente. E ele atrasava sempre cerca cinco a dez minutos. E aí a
sessão começava. Isso é o cúmulo da hipocrisia, tanto deste sociopata
ex-venerável como da loja que aceitava tal situação.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Pasmem! Parece uma estória
inventada, mas não é. Isto é verídico!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Mas é bom que se frise que a maioria
dos ex-veneráveis não se enquadra nesta descrição. Existem ainda muitos bons
maçons na Ordem. Felizmente a maioria. São. Irmãos excelentes, preparados,
humildes, sabem qual é o seu lugar dentro de uma loja, bons conselheiros,
conhecem o peso de um malhete, porque já o manejaram quando foram veneráveis.
Aprenderam mais ouvir que falar.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;A Maçonaria valoriza a Dialética,
que é a arte do dialogo, ou a discussão, como força de argumentação permite que
se contrariem ideias, que elas sejam discutidas em todos os sentidos e que
dessa situação nasça uma ideia concreta, inteligente, e perfeita, uma
verdadeira síntese de tudo o que foi tratado, desde que venha em favor da Ordem
e da humanidade. Ela prega a igualdade e a liberdade de pensamento entre seus
adeptos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Esta situação de dono de loja é uma
das causas maiores do afastamento de muitos honrados irmãos da Ordem. Se um
irmão, sem medo, com coragem falar em nome da democracia e dos verdadeiros
princípios da Ordem, e isto ferir os desígnios destes déspotas, este será
marcado, perseguido e descriminado.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Considerando-se que temos cerca de
seis ou sete mil lojas no Brasil, imagine-se o número de Irmãos que agem desta
forma, considerando-se que a natureza humana é complexa e estranha, que muitos
homens possuem a síndrome do poder em função de seu DNA animalesco onde um quer
ser o dominante sobre o outro, ou sobre os outros.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Geralmente estas pessoas são
inseguras, não são felizes, não estão de bem com a vida e esta forma de querer
exercer um suposto poder sobre os outros é sua maneira de tentar equilibrar
seus próprios defeitos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;A síndrome do poder também chamada
de síndrome do pequeno poder é uma atitude de autoritarismo por parte de um
individuo que recebeu um poder e tenta usá-lo de forma absoluta e imperativa
sem se preocupar com os problemas dicotomizados que possam vir a ocasionar. A
síndrome do pequeno poder pode se tornar uma patologia, quando se torna
crônico. Existem aqueles Irmãos que mesmo longe do poder pensam que o possui.
Quando a realidade lhe é mostrada, entram &lt;st1:personname productid=&quot;em depress￣o. Mas&quot; w:st=&quot;on&quot;&gt;em depressão. Mas&lt;/st1:personname&gt; a
Maçonaria prega justamente o contrário. Ela é democrática. Quando se fala em
vencer as paixões significa que o maçom deve fazer prevalecer em seu consciente
racional sobre as programações erradas de seu subconsciente, ou seja, sobre a
parte ruim que o ser humano tem dentro de si. Segundo São Francisco de Assis, é
o “burro” ou a “besta” que o ser humano carrega dentro de sua consciência. Uma
das condições mais exigidas pelos princípios maçônicos é justamente você fazer
prevalecer seu lado bom, vencendo o seu lado mau.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;A condição para um irmão ser
venerável em primeiro lugar é que ele tenha merecimentos pessoais e que tenha
um conhecimento profundo da ciência maçônica em todos os seus segmentos, tais
como história da Ordem, ritualística, simbologia, administração, legislação e
justiça sendo tudo isso associado à sua capacidade de liderança.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Evidentemente a Maçonaria terá que
renovar seus líderes, para que novas ideias, novos postulados, novos rumos e
até novos paradigmas sejam estudados, adotados e postos em ação.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Todavia correrá o famoso risco: VOCÊ
QUER CONHECER UM MAÇOM? DÊ-LHE PODER.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Por fim, enfatiza-se que este
trabalho foi escrito para uma minoria de Irmãos, que são gananciosos do poder.
Ressalve-se aqueles Irmãos ex-veneráveis pessoas intocáveis que não se
enquadram neste contexto. Felizmente, a maioria. Estes são os sustentáculos da
Ordem.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;COMENTÁRIO – O enunciado acima se
aplica, ainda, a tantos outros dirigentes maçônicos que, sem qualquer
escrúpulo, vêm fazendo da Ordem, pasmem!!! uma propriedade pessoal sua,
causando um descontentamento generalizado!!!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Autor: Hercule Spoladore –&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Loja de Pesquisas Maçônicas
“Brasil”-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background: #F5F5F1; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;Londrina –PR.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #181818; font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/4278168762706435703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/4278168762706435703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4278168762706435703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4278168762706435703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/08/ex-veneravel-dono-da-loja.html' title='EX-VENERÁVEL, DONO DA LOJA!!!'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-kFDBv-SbFU8/UgaLW-eOviI/AAAAAAAAAcs/YvpfpIEDTFM/s72-c/Ex-Vener%C3%A1vel,+dono+da+Loja.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8318558098166649449</id><published>2013-06-08T13:46:00.000-07:00</published><updated>2013-06-08T13:46:19.437-07:00</updated><title type='text'>A MAÇONARIA DE HOJE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-TjvIFAM74mo/UbOX73nF_RI/AAAAAAAAAcQ/AZYeC3s-4Hk/s1600/399470_227121357368407_100002116332341_515719_694205338_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-TjvIFAM74mo/UbOX73nF_RI/AAAAAAAAAcQ/AZYeC3s-4Hk/s1600/399470_227121357368407_100002116332341_515719_694205338_n.jpg&quot; yya=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quem, por acaso, quiser obter informações sobre o que é a maçonaria nos dias atuais não terá muita oportunidade de ver, ouvir ou ler senão pronunciamentos, comentários ou crônicas superficiais oriundas de maçons que se encontram, de certa forma, preocupados com o futuro da sua instituição. Dentre os ditos manifestos estão alguns que trazem em seus conteúdos sérias conclusões, dando conta de que a Ordem Maçônica está em declínio porque, embora tendo um passado de importantes lutas e de muitas glórias, enfrenta um presente sem afirmações, à espera de um futuro incerto. De alto custo financeiro para os seus membros, ela caminha para a sucumbência por não ter mais bandeiras de luta e também porque em nada evoluiu ao longo de toda a sua história. O que faz atualmente não passa de sessões monótonas, improdutivas e sem atrativos, com os seus dirigentes mais interessados em promover banquetes em ambientes suntuosos, onde o que mais se vê é a farta distribuição de diplomas e medalhas condecorativas, em vez de trabalharem no sentido de colocar a Ordem nos trilhos da sobrevivência e conduzi-la por rumos capazes de resgatarem a sua verdadeira identidade.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Há meses atrás tornou-se conhecido um extenso trabalho divulgado pela Internet, de autoria do valoroso irmão J.. L.. Cerqueira, membro da ARLS UNIÃO E SABEDORIA, da obediência da GRANDE LOJA, Oriente de Salvador-BA. De forma clara, bastanteexpressiva e franca, aquele sapiente irmão afirma que a maçonaria brasileira, entre outras circunstâncias, está morrendo porque não tem mais objetivos a alcançar como o fazia no passado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por tudo isso e muito mais, os convictos partícipes dessa linha de entendimento, afirmam: “O grau de evasão vem crescendo de ano para ano e, a continuar assim, a falência da maçonaria será inevitável se nada for feito.”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Extra oficialmente sabe-se que os índices de evasão de iniciados nas últimas décadas vêm se elevando e é fato inconteste que pode estar ocorrendo não só pela simples falta de uma bandeira de luta, ou pelo alto custo que se paga pela permanência no seio da maçonaria. O fenômeno vem se verificando em razão de uma série de fatores, dentre eles destacam-se também o desinteresse e a desmotivação. Além do mais, no que diz respeito aos processos de admissão adotados pela maçonaria, há um rigoroso critério de seleção onde os valores éticos e morais são o que mais pesa e o que mais representa na escolha e aprovação de seus candidatos. O fator qualidade é outra determinante sempre seguida, que perdura há séculos e que, em tempo algum, facilitou ou permitiu o inchaço de seus Templos. Mas, no dinamismo imprescindível da sua existência, sem o qual seria impossível qualquer evolução, é natural que o seu quadro de obreiros passe a cada mês por constantes alterações. Ela foi, é e sempre será renovação. Obviamente, devido a essa característica peculiar que deixa a maçonaria renovada a cada dia é que, para afirmar-se em que consiste a sua finalidade nos dias atuais, necessário se torna uma volta ao começo da sua história e, a partir de então, principiar a desvendar seus mistérios e descobrir que entre tantas afirmativas existem muitas divergências e polêmicas contradições. É preciso conhecer bem a sua origem, as causas que motivaram o seu surgimento, para que existe e só depois poder-se afirmar o que ela significa, na atualidade, para o mundo profano e também para nós, maçons, inclusive aqueles que a dirigem.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não há quem discorde de que a maçonaria brasileira dos nossos dias se apresente mais tímida, mais retraída em relação àquela aguerrida e combativa instituição de outrora, de tantos enfrentamentos e muitas vitórias. No passado, suas constantes lutas em defesa dos direitos do povo, asseguraram-lhe prestígio e importância, nas na contramão de suas ações, deparou-se com inúmeros adversários, detratores e inimigos irreconciliáveis que se opuseram às suas aspirações, mas não conseguiram forças suficientes para detê-la. E assim, enfrentando e vencendo desafios de toda ordem, ela chegou a conquistas importantes que passaram a fazer parte da nossa própria história.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Hoje, depois de tantos anos já transcorridos, não é necessário muito esforço para se perceber o quanto a sociedade brasileira evoluiu. Nos três primeiros séculos após o descobrimento do Brasil, quase todos os fatos ligados ao relacionamento humano, que aconteceram e tiveram influência na transformação deste País, não têm mais para os nossos dias nenhuma aplicabilidade prática, nenhuma prevalência senão como valioso acervo que passou a fazer parte de um contexto histórico. Nem mesmo a maçonaria teria sido capaz de resistir a tantas mudanças sem se modificar. Consciente das mutações politicossociais que a nossa nação passou a sofrer, ela também tratou de evoluir. Teve que mudar as suas formas de luta, adaptando-as aos avanços da sociedade, das leis e da política, até chegar ao que vivemos na atualidade. Agora, os desafios que nos cercam são outros bem maiores e mais complexos, como por exemplo, a falta de infraestrutura dos serviços públicos colocados à disposição da população, a desigualdade social, a violência urbana, o narcotráfico, o tráfico de armas, as calamidades públicas etc. Tais desafios por suas dimensões e impetuosidade têm sido causa do surgimento das mais variadas espécies de crime, mal que se alastra no seio da sociedade brasileira, com requinte de violência cada vez maior, desafiando a lei, a justiça e o poder executivo em todas as suas esferas administrativas (federal, estadual, distrital e municipal).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como se não bastasse, o território brasileiro passou a ser também alvo de repetidas calamidades públicas, provocadas por alterações climáticas desfavoráveis, cuja força descomunal tem deixado muita gente desamparada e até mesmo sem vida, como aconteceu há alguns meses atrás no Estado de Santa Catarina e agora, recentemente, no norte do País. Em ocasiões como estas a maçonaria dá prova de estar sempre presente com a sua solidariedade e até oferecendo ajuda material e financeira às pessoas atingidas, repetindo um gesto que há séculos se repete de modo peculiar e nato.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desta feita, num balanço sucinto e comparativo entre o que construiu a maçonaria no passado e o que faz ela atualmente, dá para se chegar pelo menos a uma conclusão segura: a Arte Real, não só no Brasil, mas no mundo inteiro, mudou de tática e de estratégia de ação, porém, suas idéias e convicções permanecem como antes. Aqui, em nosso país, ela não possui mais em suas fileiras tantos vultos como os que teve no passado, mas continua atuante e operativa. Continua respeitada e presente em quase todos os momentos da vida nacional.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em que pese amaçonaria brasileira aparentar-se para alguns maçons uma entidade quase morta, de outra forma, é ledo engano acreditar que ela esteja cumprindo o seu desiderato de maneira justa e perfeita. Às vezes, para que algo possa vir a ser notado torna-se imprescindível uma manifestação contrária a seu respeito. Um grito de alerta, uma crítica de cunho construtivo, em dado momento, talvez ressoem dentro das lojas maçônicas como o efeito de um salutar remédio capaz de contribuir para que omissões de nossa parte, que são freqüentes, deixem de ocorrer. Como é sabido, a omissão, o comodismo e o desânimo em que se coloca boa parcela dos maçons, são, hoje, um mal de elevadas proporções no seio da maçonaria que a impede de progredir e de alcançar seus mais nobres objetivos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Diante de tantos problemas sociais próprios dos nossos dias, isto é, que não se assemelham aos do passado, todavia, bem mais numerosos, o conceito da maçonaria brasileira tem tudo para manter-se elevado ante os olhos do mundo profano se nós, maçons, continuarmos sendo os mentores e os verdadeiros articuladores dos ideais de mudança (característica que foi marcante em nossos irmãos do passado), relativamente a fatos cuja realidade não esteja correspondendo aos anseios da sociedade, principalmente, em áreas de atividades relevantes como as que aqui são lembradas, entre outras.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No campo da saúde pública, o sistema de atendimento é algo indigno do ser humano. A imprensa não cessa de denunciar acontecimentos lamentáveis que ocorrem quase todos os dias e que atingem só os mais pobres e necessitados, justamente quem não tem poder de ação para reagir e exigir o que lhe cabe por direito. È um sistema desestruturado e falho. Muitas pessoas que a ele recorrem, por não terem outra alternativa, depois de muita humilhação e constrangimentos, acabam morrendo sem alcançarem atendimento. Isto porque os recursos médicos são escassos, condições de trabalho precárias e medicamentos estão sempre em falta. Cirurgias, mesmo as denominadas de emergentes, não são realizadas a tempo de salvar vidas. E para justificar o caos reinante na saúde pública, seus responsáveis alegam sempre a mesma coisa: falta de recursos orçamentários. Há anos o povo vê a mesma cena se repetir. Mudam-se governantes, mudam-se autoridades públicas e nada muda no referido sistema. Não muda porque nessa história antiga há também um velho jogo de empurra que todos conhecem bem: A União afirma que faz as parte dela, os Estados culpam os Municípios e estes culpam os Estados. Dessa forma, ignorando seus maléficos efeitos, a roleta segue girando sem nenhuma perspectiva de melhora, sem ninguém fazer nada, sem ninguém cobrar. O descaso e a falta de vontade política parece que estão se perpetuando, enquanto que os princípios consagrados em nossa Constituição Federal continuam sendo flagrantemente desrespeitados, apesar de sua clareza: “A saúde é direito de todos e dever do Estado.” O acesso às ações e serviços a ela inerentes é universal e igualitário. Há anos nós, maçons, assistimos a tudo isso e ficamos em silêncio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No campo dos delitos, embora não tão adequada para os dias atuais, temos uma legislação penal e processual que define os crimes, estabelece as respectivas penas, traça regras processuais, determina as formas de julgamento e a aplicação da pena cabível em cada caso. Por fim, temos ainda um outro instituto jurídico que é a chamada Lei de Execuções Penais. Questionável e discutível porque quando da sua elaboração esqueceu-se de quem erra tem sempre uma dívida a ser resgatada. Sua maior finalidade acabou sendo a devolução do condenado à liberdade o mais rápido possível. Hoje, um condenado a doze anos de reclusão, seja por que crime for, não ficará mais que dois anos na prisão se o seu comportamento for avaliado como bom. Tanto benefício assim torna a pena numa condenação quase nula. Ela perde o seu caráter punitivo e, consequentemente, perde também o poder coibitivo e intimidador que toda lei penal deve ter. Não se sabe por que, ao serem estabelecidos tantos benefícios a favor do réu preso, o legislador não tenha pensado em resguardar também os direitos da sociedade que é quem paga impostos e dá sustentação a todo o aparato estatal. Ele, do mesmo modo, não pensou em se colocar no lugar da vítima ou de seus familiares para poder avaliar melhor a intensidade da dor e dos danos irreparáveis que lhes podem ser causados. Pensou-se apenas no quanto custa para o Estado um longo período de prisão. Para resolver o problema das superlotações de modo prático, imediato e barato, não se pensou na construção de mais presídios. Foi mais fácil a opção pela diminuição do tempo da pena, até para os mais periculosos elementos, tendo-se como premissa as possibilidades de recuperação e de ressocialização do condenado preso como se isso fosse algo possível de se atingir dentro de qualquer presídio como os que temos aqui no Brasil. O resultado é que, grande parte dos que são beneficiados por essa lei volta a delinqüir. Para a sociedade, para o cidadão de bem, fica sempre a sensação de impunidade, de medo e de insegurança. No Brasil há cerca de quinhentos mil condenados presos. Nos Estados Unidos há dois milhões. Por que essa diferença tão grande entre duas nações cujos índices populacionais são mais ou menos iguais? Será que é porque aqui ocorrem menos crimes? Não! É porque os sistemas penal e prisional de lá são muito mais rígidos. Lá, quem erra age sabendo que não escapará das garras da justiça. Aqui, muitos crimes são cometidos porque a lei e a justiça não intimidam ninguém. Lá, é cobrada do condenado a efetiva reparação do dano causado, na medida justa, para não deixar que a sociedade sinta a horrível sensação de impunidade. Lá há mais presídios e menos benefícios. Aqui, as regras para acabar com a impunidade exigem mudanças, principalmente, na lei de execuções penais. Nós, maçons, estamos conscientes de que sem mudanças nada poderá melhorar, mas preferimos ficar em silêncio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No campo dos tributos, nossa sociedade conta com um sistema arcaico, portanto, superado, demasiadamente oneroso e injusto o que, sem dúvida, são fatores que estimulam a prática da sonegação e da corrupção. Além do mais, impõe ao povo brasileiro uma das mais pesadas cargas tributárias do mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Devido aos múltiplos interesses econômicos, financeiros e políticos ligados a essa questão, as disputas são acirradas em torno dela. No Congresso Nacional, sempre que se fala em reforma tributária, o clima se agita abrindo espaço para discussões que não se esgotam e, sem consenso, a matéria não segue adiante, nem vai a votação alguma. Em meio a esse conturbado jogo de interesse que parece ser sem solução, está a sociedade querendo mudanças, mas a necessária reforma tributária não sai. Nós, maçons, temos consciência de que um novo sistema tributário precisa ser aprovado, mas preferimos ficar em silêncio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por fim, o sistema de educação pública, aqui implantado, que vai do ensino fundamental ao superior. Em todo o território nacional, exceto no Distrito Federal, o sistema público de ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) está a cargo dos municípios, com os Estados, atualmente compartilhando dessa responsabilidade do 6º ao 9º ano. Esse sistema, tanto na rede provada como na pública, é regido pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB), um instrumento legal que surgiu tendo como motivação a reforma do ensino, a erradicação do analfabetismo, a inclusão social etc., mas que não correspondeu plenamente aos anseios da sociedade brasileira porque, na tentativa de alcança seus objetivos, quis inovar demais e tais inovações, no geral não estão dando certo. No “rank” mundial de qualidade de ensino, divulgado anualmente, o Brasil vem figurando, há alguns anos, entre as três piores nações em matéria de educação, numa relação de mais de cem países. Além do mais, veio também o Estatuto da Criança e do Adolescente que causou sério agravo às escolas públicas ao tirar delas, de forma ampla e irrestrita, a competência que lhes cabia para impor punições a alunos indisciplinados. Com isso, a escola e o professor de hoje não têm no que se basearem para fazer com que suas orientações sejam cumpridas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Com a falta de autoridade dos educadores, com a ausência de poder coercitivo para impor e fazer cumprir pelo menos regras disciplinares básicas aumentaram nas escolas os atos de insubordinação, de desrespeito, de provocações, de ameaças e outros até mais graves que são frequentemente noticiados pela imprensa como, por exemplo, a venda e o consumo de drogas dentro do próprio estabelecimento escolar, agressões físicas de aluno contra aluno, de aluno contra professor, de aluno contra funcionário e, vez por outra, até homicídios, coisa que no passado ninguém imaginava que um dia pudesse acontecer.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A maçonaria precisa sair do silêncio e agir em defesa da camada mais pobre da população, pois é ela a maior usuária do sistema público de ensino e trabalhar no sentido de fazer com que a lei em questão seja modificada e, assim, serem eliminados seus pontos falhos. Uma de suas principais metas é a erradicação do analfabetismo e, para alcançar esse objetivo, o atual sistema de ensino chega ao absurdo de orientar as escolas a promoverem a qualquer custo o maior número possível de aprovações até mesmo daqueles alunos que não lograrem aproveitamento suficiente no final do ano letivo. E essa conduta faz com que a referida lei passe a ser o instrumento causador de um dano incalculável ao futuro da criança que passa de ano sem sabe4r, pois tira dela a oportunidade de se desenvolver intelectualmente e de competir pelo alcance de um “status” social mais elevado. Quando conclui o ciclo intermediário, o estudante oriundo de escola pública vai para a faculdade onde ingressa pelo sistema de cotas e depois de alguns anos, sai para o mercado de trabalho sem ter adquirido a aptidão necessária. Desta feita, a Lei de Diretrizes e Bases, que foi instituída tendo como objetivo promover também a inclusão social, o faz de modo errado gerando efeito contrário. Em um futuro não muito distante será ela a responsável pela baixa qualidade profissional de muita gente. Então, os riscos decorrentes de tudo isso, quem irá pagar será a própria sociedade se nada for mudado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por parte dos maçons, seria também uma utopia acreditar que as injustiças sociais, hoje em evidência, possam como se num toque de mágica, acabarem, de vez, um dia. Seria igualmente um grave equívoco acreditar que essas mesmas injustiças não venham a aumentar ainda mais ou acabarem espontaneamente, sem que para isso haja uma bandeira de luta como força propulsora direcionada no rumo daquilo que precisa ser mudado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nestes longos séculos já passados desde que o Brasil foi descoberto o mundo inteiro se transformou. E esse notável acontecimento nos trouxe uma qualidade de vida bem melhor. Graças às mudanças, a sociedade de hoje é outra e a maçonaria também. A Ordem Maçônica está muito diferente do que foi no passado e isso faz com que alguns maçons a entendam como uma instituição em decadência. Porém, de modo quase imperceptível, o que lhe ocorreu foi a imposição natural de uma necessidade absoluta. A maçonaria teve que se modificar para não morrer. Mudou suas estratégias de ação sem alterar seus princípios basilares e a sua doutrina. Foi sábia ao mudar os rumos do seu comportamento o que não a inviabilizou de continuar escrevendo a sua história, lutando sempre pela liberdade, pela igualdade e pela fraternidade entre os seres humanos. Com sua nova roupagem ela seguiu atraindo adeptos de todas as crenças religiosas. Deixou de colecionar inimigos, de ser perseguida, de ser obrigada a fechar suas portas e de ter que renascer das próprias cinzas como conta a sua história.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Até certo tempo não muito distante a maçonaria foi considerada pelos profanos uma instituição pactuada com o demônio, voltada à prática do mal. Em razão dessa falsa imagem ela chegou a ser fortemente discriminada, principalmente nos meios religiosos, mas hoje, o que se nota é que ela passou a ser compreendida e aceita da forma como realmente é, uma instituição cujo fim principal se constitui na prática desinteressada do bem.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Finalmente, há que se considerar também que a maçonaria ao ser vista e definida de forma bem simples e objetiva, como pessoa jurídica e instituição que é, nada mais representa senão aquilo que ela sempre foi, uma atuante escola de aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual do ser humano, ensinando-o a domar seus impulsos negativos e suas próprias paixões, sendo essência da sua razão de ser o preparo dos seus membros mediante a transmissão de ensinamentos ligados às suas idéias e aspirações, conforme recomendam seus seculares postulados e a sua doutrina universal.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É da inteligência e das mãos de todos os seus iniciados, de modo individual ou coletivo, que depende o êxito da maçonaria em qualquer parte do mundo. O que idealizarem, o que produzirem ou deixarem de fazer, será obra da própria Ordem Maçônica porque ela é o seu obreiro. Na realidade, ela, somos todos nós, maçons. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Crônica de&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;ANESTOR PORFíRIO D SILVA - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mestre Instalado e Conselheiro do GOEG - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Membro da ARLS Adelino Ferreira Machado - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Oriente de Hidrolândia – GO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;Grupo Maçônico Orvalho do Hermon &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON destina-se &lt;br /&gt;
aos debates de assuntos relevantes para a maçonaria universal&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/8318558098166649449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/8318558098166649449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8318558098166649449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8318558098166649449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/06/a-maconaria-de-hoje.html' title='A MAÇONARIA DE HOJE'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-TjvIFAM74mo/UbOX73nF_RI/AAAAAAAAAcQ/AZYeC3s-4Hk/s72-c/399470_227121357368407_100002116332341_515719_694205338_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8263863735497893281</id><published>2013-05-10T07:26:00.001-07:00</published><updated>2013-05-10T07:26:10.667-07:00</updated><title type='text'>A LOJA MAÇÔNICA IDEAL</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Ir.´.Valdemar Sansão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-VlNtLIoYJeI/UY0DY2PFYHI/AAAAAAAAAa0/6jWd6fWyxLw/s1600/espiritualidade.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; mwa=&quot;true&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-VlNtLIoYJeI/UY0DY2PFYHI/AAAAAAAAAa0/6jWd6fWyxLw/s320/espiritualidade.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Trabalhamos em Loja com o objetivo definido da construção da Sociedade Humana.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Temos como alvo neste trabalho desenvolver comentários sobre o estudo da LOJA MAÇÔNICA – sua forma, seu interior, sua representação simbólica, sua sustentação, seu teto, piso, - para ampliar os conhecimentos administrados pela 5ª. (Quinta) e parte da 2ª (segunda) Instrução do Ritual do Aprendiz Maçom (1° Grau).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Chama-se Loja o local em que uma sociedade maçônica realiza suas Sessões e, por extensão, qualquer corporação maçônica (na realidade, prefere-se falar em Templo, para designar o local de reunião, que é LOJA, a corporação maçônica, quando os seus membros reúnem-se num Templo; ao final de uma Sessão, a Loja é considerada fechada ou “coberta”, mas o Templo continua aberto, inclusive para outras Lojas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Loja provém de Ioga, que em sânscrito significa mundo ou o universo. Efetivamente o Templo Maçônico é uma reprodução, em ponto pequeno, do planeta, com sua abóboda azul, com seu sol, sua lua e suas constelações de astros que contam incessantemente a grandeza do Arquiteto incriado.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A universalidade da Instituição Maçônica, seu cosmopolitismo, sua moral e salutares princípios, eternamente belos como a criação, estão representados de maneira compreensível na Loja, cujos atributos e símbolos, falam sem cessar da alma humana, do idioma da razão, do dever e do cumprimento exato de sua missão sobre a terra. Só o ar livre, a luz do Sol que nos da vida entre as angústias tenebrosas da noite, pode representar o Templo Maçônico. Só em sítio consagrado a representar a majestade do infinito cabem perfeitamente os homens de boa vontade, agrupados para fazer sacrifícios de todo o gênero em prol de seus semelhantes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;É a Loja o retiro silencioso dos homens de boa vontade, o Templo augusto da caridade, onde se cultiva a fraternidade sinônima de amor sem condições, perdão sem restrições e da educação cívica, onde se congregam os espíritos honrados para elaborarem a redenção dos povos e o progresso da humanidade em todas as suas manifestações. Onde se afastam as lendas que nos ocultam a verdade, olvidam as preocupações, que se calam os receios, se perdoam os agravos, se consolam os muitos sofrimentos e se avivam as esperanças. Ali se caminha sem curvas, se dedica uma recordação a todo o grande, derrama-se uma lágrima por todo o prazer legítimo, envia-se um prêmio ou um aplauso a toda ação nobre. Neste lugar se trabalha buscando o pão da ciência, o prazer da caridade, o apoio desinteressado e o carinho fraternal. Também ali se conciliam desencontradas idéias, interesses opostos, contrárias crenças, suavizando as asperezas da vida com o bálsamo da temperança. Este lugar, portanto, não pode ser a casa do homem, a igreja de mera religião errônea, um cassino ou teatro, nada mesquinho. Ali está o mundo, laboratório permanente do bem, de meditação e de elevação espiritual. Daí a ausência do luxo. Tanto assim que seus Ornamentos, Paramentos e Jóias são simples. Porém ricos em significado e nas suas expressões.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A Loja é um centro de solidariedade, onde todos sofrem as aflições e comemoram o justo regozijo de cada um. A Loja é livre, que ajuda a libertar; é igual, onde todos realmente se igualam. O Pavimento Mosaico encerra uma grande lição. Nos ensina que não devemos olhar as “diversidades de cores e raças, o antagonismo das religiões e os princípios que regem os diferentes povos” e nos conclama a viver em perfeita fraternidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Na Loja se educam os caracteres, se aviva a inteligência e se cultiva o espírito, onde todos juntos aprendem a compreender os desígnios do Grande Arquiteto do Universo. É ela aonde vamos todas as semanas, ouvir idéias e ouvir críticas às nossas idéias em busca da paz da alma, onde cada Irmão chora quando quiser e sorri com os olhos, o coração franqueado à compreensão e à razão predispostas ao diálogo. Onde se pode divergir e, assim, convergir no mesmo ideal. É a escola misteriosa que conduz aos Céus, sem nuvem em toda a grandeza infinita. Ama-se a Loja porque ela é o símbolo da pátria. Ama-se a pátria porque ela é um pedaço desse todo harmonioso que se chama Humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Loja é o mundo. O Maçom é o homem em toda plenitude: a família, a honra, a ciência, a liberdade; todas as grandes concepções, todos os amores e todas as esperanças. Na Loja está Deus, que nos ensina a solidariedade mais pura e fraternal com os que praticam o bem e sofrem os espinhos da vida, a dar e não a pedir, sem justa necessidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Na Loja Maçônica ideal não prevalece apenas a vontade de alguns. A maioria respeita as convicções da minoria. Não é uma Loja de maçons perfeitos, pois esses são os que nunca erram, porque jamais acertam; nunca odeiam, porque jamais amam. Nela há erros e acertos, há equívocos, contradições e, até mesmo, ilusões. Cada Irmão perdoa os defeitos alheios, na mesma medida em que lhes são desculpados os próprios senões.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Todos a freqüentam pelo puro prazer de vir. Pode ser de pequenas dimensões, uma Oficina humilde, mas de grandes obras, onde um dia, possa fazer de meus filhos, de meus netos, meus Irmãos. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A Loja Regular não pode funcionar sem a presença, no mínimo, de sete irmãos. Uma Loja regular é aquela que, sendo justa e perfeita, obedece a uma Potência maçônica e que pratica, rigorosamente, todos os princípios básicos da Maçonaria. Sete é o número que simboliza a harmonia, a justiça e a prudência.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Além da forma, extensão e orientação próprias, ela deve conter ornamentos (pavimento de mosaico, estrela flamígera, borda dentilada), o Mobiliário (Volume da Ciência Sagrada, Esquadro e Compasso), e as Jóias que são: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;a) – as fixas: a prancheta da Loja, a Pedra Bruta e a Pedra Polida;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;b) - as móveis: o Esquadro, o Nível e o Prumo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;São necessários, no mínimo, sete Oficiais para se proceder a abertura dos trabalhos da Loja. Dizem os antigos rituais que três Maçons formam uma Loja simples; cinco, uma Loja justa, e sete, uma Loja perfeita, ou seja, para que uma Loja seja justa e perfeita, é preciso que três a governem, cinco a componham e sete a completem. Neste caso, os três da Loja simples são o Venerável e os dois Vigilantes; os cinco da Loja justa são os três precedentes e mais dois Mestres, e afinal uma Loja perfeita compreende mais um Companheiro e um Aprendiz. Só pode trabalhar a Loja que é “justa, perfeita e regular”. É justa se tem o Mobiliário devidamente colocado sobre o Altar; perfeita, se estão presentes sete ou mais membros, e regular, se possui a Carta Constitutiva outorgada por uma Potência regularmente investida de autoridade maçônica.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Oficinas azuis (ou simbólicas) são as Lojas que agrupam os Maçons do 1° ao 3° grau.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Loja-Mãe ou Mater. Loja onde um maçom recebeu sua Iniciação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/8263863735497893281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/8263863735497893281' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8263863735497893281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8263863735497893281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/05/a-loja-maconica-ideal.html' title='A LOJA MAÇÔNICA IDEAL'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-VlNtLIoYJeI/UY0DY2PFYHI/AAAAAAAAAa0/6jWd6fWyxLw/s72-c/espiritualidade.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-7886369234561463496</id><published>2013-04-14T15:16:00.002-07:00</published><updated>2013-04-14T15:16:24.142-07:00</updated><title type='text'>O Perfil Maçônico </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt; 
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Irm Ambrósio Peters ( * ) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A través da história tem o homem manifestado uma tendência, que diríamos inata, de lutar e trabalhar em grupos, de se compor em organizações e formar associações, quer procurando a satisfação de seus anseios individuais, quer buscando alcançar suas metas grupais, a que isoladamente não poderia jamais chegar. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Houve, até, agrupamentos humanos, como os colégios funerários romanos, que visavam unicamente dar a seus membros, no final de suas vidas, um enterro e uma campa decentes. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Floresceram as guildas e corporações intensamente durante toda a Idade Média, estendendo?se quase até o final da Idade Moderna. Essas associações tinham o escopo principal de agregar os profissionais de uma determinada atividade, tanto para se protegerem mutuamente, como para tratar da defesa dos interesses gerais da classe. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais recentemente, os historiadores concluíram através de suas pesquisas que esses colégios, corporações ou guildas, além de sua finalidade material e ostensiva, também tinham entre seus membros ligações mais íntimas de caráter religioso, e que suas reuniões, de um modo geral, ser realizavam acobertadas pelo segredo e obedeciam a determinados rituais e esquemas rígidos de trabalho. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É inegável, porém, que todas tinham sempre o fato de um interesse comum ligado ao modo de vida dos associados, principalmente sob o aspecto profissional. Os rituais e senhas de reconhecimento eram unicamente um elemento de ligação entre os membros, mantendo não somente o grupo unido, mas também tornando as reuniões mais rigidamente ordenadas e produtivas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Qualquer cidadão que quisesse pleitear seu ingresso deveria identificar-se com o grupo, e assumir o compromisso de trabalhar incansavelmente pelo bem comum. A identificação de interesses com os dos futuros companheiros era essencial, e cada candidato era rigorosamente submetido a uma sindicância prévia para analisar suas verdadeiras intenções e capacidades. Tentava-se evitar, a todo custo, que um iniciado viesse a prejudicar a harmonia do grupo. Por isso, cada associação estabelecia um perfil avaliativo do cidadão a ser iniciado, e somente quem a ele perfeitamente se adaptasse lograria ser aceito. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A definição desse perfil era considerada uma necessidade indispensável para que a organização pudesse seguir homogênea e ativa na luta por seus ideais. A fixação das características essenciais do candidato e sua exata definição não poderiam ser desprezados sob nenhuma forma sem o perigo de graves danos à comunidade. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Temos aí uma premissa básica a ser seguida se quisermos um grupo unido e coeso, capaz de atingir suas finalidades, grupais ou individuais. Não se pode permitir a existência de vozes contrárias e destoantes comprometedoras da boa ordem dos trabalhos. A história nos diz que as guildas, corporações e colégios seguiam rigorosamente esse estatuto, observância que lhes deu vida por mais de mil anos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É muito natural, portanto, que a Maçonaria, como toda e qualquer sociedade que se proponha altas finalidades sociais, estabeleça um rígido perfil para enquadramento dos candidatos à iniciação, perfil esse que deve delinear com precisão as qualidades básicas mínimas e indispensáveis desejadas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Já é nosso hábito dizer que somente damos ingresso a homens 1ivres e de bons costumes&quot;. Essas qualidades, contudo, nos parecem absolutamente vagas e imprecisas, por não serem capazes de definir a verdadeira personalidade de alguém. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É mister procurar com denodado empenho uma elaboração mais exata para o perfil das pessoas que queremos trazer para o nosso meio e engajar na luta pelos ideais maçônicos. Necessitamos, na realidade, de verdadeiros homens de iniciativa, com decisão de luta pelo bem comum de nossa sociedade, que possam efetivamente envolver-se com o nosso grupo, com disposição também de dedicar-se sem esmorecimento à elevação de seu nível cultural individual. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ser &quot;livre e de bons costumes&quot; seria apenas um poluo de partida para analisar um candidato; porém em segundo lugar, mas não secundariamente, aquilatar outras qualidades imprescindíveis como disposição para o estudo sério, para a filantropia, para a luta pela solução de problemas sociais, disposição para lutar, enfim, por uma boa causa. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em suma, queremos homens &quot;livres e de bons costumes&quot; sim, mas também culturalmente avançados, verdadeiros líderes sociais, intensamente dedicados à busca da perfeição não somente em si mesmo mas em toda a humanidade. É neste ponto que se origina a maior parte dos problemas internos de nossa Ordem. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É notoriamente difícil encontrar candidatos que se ajustem com perfeição a esse perfil, ainda mais porque essa exigência tolhe o desejo de muitas Lojas que querem a todo custo aumentar os seus quadros, como se isso representasse algum fato positivo em seus trabalhos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas, analisemos mais pormenorizadamente as duas qualidades referidas inicialmente, e que sempre mencionamos em nossos trabalhos: &quot;Livre e de bons costumes&quot;. Verificaremos que se prestam a interpretações ambíguas, pois têm um sentido demasiadamente amplo e indefinido. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que é um homem livre? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Livre para ir e vir conforme assegura a Constituição Brasileira? Livre em contraposição a escravo? Livre de laços de juramento com outras associações similares? Livre das imposições do seu meio social? Livre de pressões de parentes e amigos? Livre de pensamento? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Seria, ainda, ser livre contar com a coragem suficiente para arrostar com a reprovação da sociedade para com todo aquele que tenha a ousadia de ser diferente, diferente apenas, do pensar da maioria? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Provavelmente naqueles primeiros tempos em que a Maçonaria Especulativa começou a substituir a antiga Maçonaria Operativa, quando as guildas de pedreiros vinham perdendo sua finalidade em virtude da vulgarização dos segredos de construção, a expressão &quot;livre&quot; era entendida em seu sentido literal, ou seja, livre da peia de ser escravo ou servo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Evidentemente não é mais essa a conotação de liberdade que hoje referimos, eis que no oriente, no sentido estrito da palavra, não temos mais escravos, embora devamos admitir que uma família que receba apenas um salário mínimo esteja em piores condições do que um escravo, pois a este se garantiam a comida, a moradia e o vestuário. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O termo livre tem hoje uma interpretação muito mais nobre em nossas sindicâncias,, sendo definida em sentido mais de liberdade mental do que física. Entendemos como homem livre, ou deveríamos sempre entender, aquele com coragem suficiente e evidente capacidade de escolher livremente os seus passos, e determinar ele próprio os rumos de sua vida. Homem livre é um homem de iniciativa, dono de seu próprio destino, que ousa pensar sem imposição de limites para isso. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas, poderá um homem livre assim praticar alguma religião carregada de afirmações dogmáticas, e ser ao mesmo tempo um maçom convicto? Evidentemente que sim, desde que ele adote essa fé e seus dogmas como uma livre escolha sua, como urna conclusão de seu processo cognitivo, como um ponto de chegada de sua busca intelectual; desde que ele aceite esses dogmas como uma verdade plausível perante sua consciência. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Certa vez, em viagem, identifiquei-me junto a alguém que de antemão sabia ser maçom. Ele correspondeu, mas imediatamente esclareceu que abandonara nossos trabalhos porque seu pároco, ele era católico, lhe dissera que teria de optar entre Maçonaria e Igreja, pois as duas se excluíam mutuamente. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Evidentemente esse ex-Irmão não chegou a conhecer nossa Ordem, como não conhecia sua própria religião. Não era tampouco, seu procedimento o denunciava, um homem livre; tinha necessidade de alguém a pensar por ele. Possivelmente teria sido mais uma vítima da preocupação que algumas Lojas têm de aumentar os seus quadros. Uma sindicância um pouco mais rigorosa teria mostrado que ele não deveria ter sido iniciado. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Liberdade não é uma aparência externa do indivíduo, é antes uma condição interna que permite agir sem condicionamento e sem constrangimento, sem limitações impostas por outrem. Liberdade é uma posição conscientemente assumida, tolerada apenas a limitação da própria capacidade intelectual. Essa posição não será revelada pelo comportamento visível de um candidato, somente o seu passado o revelará. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas, há um segundo quesito&#39; que costumamos exigir dos que desejam a Iniciação: ser um homem de bons costumes. Esta é uma expressão muito mais ambígua ainda. Tentemos defini?Ia e veremos quantas dificuldades se nos depararão. &quot;De bons costumes&quot; é popularmente considerado aquele hábito que leva o cidadão a proceder de acordo com a maioria de seu meio social, a seguir os usos gerais de procedimento adotados como corretos pelo grupo dominante. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conheço homens que são considerados &quot;de bons costumes&quot; apenas porque publicamente se comportam segundo um padrão preestabelecido. Não têm títulos protestados, são pontuais no pagamento de suas dívidas, têm ficha policial sempre limpa, mantêm oficialmente um lar com esposa e filhos, em suma, na aparência externa, nada se provará contra eles, e uma sindicância superficial não os condenará. Mas no seu foro íntimo, são verdadeiros tiranos com seus inferiores e seus familiares, fazem quaisquer negócios escusos quando podem esconder a mão, aceitam e dão propinas e subornos; são cidadãos que pensam exclusivamente em seu próprio bem-estar e posição social. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não se pode naturalmente definir um homem por suas aparências sociais. Ser realmente livre e de bons costumes são facetas muito íntimas de foro interno de cada um, que não podem ser aquilatadas por uma mera e superficial análise externa, muitas vezes eivada de considerações e influências pessoais. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Há que se recorrer a outros meios que não esses prismas para analisar corretamente o perfil moral de um homem. O seu passado deve ser percorrido. Como disse muito sabiamente o escritor grego Políbio, não é o presente que define um homem, mas sim os atos e fitos de sua vida pregressa. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Percorramos a estrada da vida de nossos candidatos. Procuremos ver o que eles já fizeram pelos seus semelhantes, se eles têm efetivamente participado de atividades sociais, se já têm voluntariamente assumido trabalhos comunitários, se têm demonstrado espírito de iniciativa. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Se um homem já se aproxima da metade de sua vida e nunca participou ativamente da solução dos problemas de sua comunidade, se é adepto de uma religião e se limitou a assistir passivamente aos cultos em ocasiões obrigatórias, se em matéria de cultura nunca foi além da leitura superficial de jornais e revistas, poderemos afirmar com certeza que é assim que ele será em nossas Lojas. Jamais nossa Ordem poderá contar com ele. Não é por entrar para a Maçonaria que alguém se tornará homem atuante do dia para a noite, ou virá a ser um homem interessado em seu desenvolvimento pessoal. Jamais será um verdadeiro Maçom. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não poderemos aceitar como digno de Iniciação alguém que de positivo apresente apenas a característica de ser um bom cidadão, ou que seja considerado de bons costumes por não ter feito mal a ninguém. Essa máquina com que datilografo estas linhas também pode ser considerada boa porque não faz mal a ninguém; ela é exatamente como aquele cidadão, apenas bom, mas que para produzir algo proveitoso deve ser permanentemente manejado. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ao acolhermos a apresentação de novos candidatos, deveremos fazer prevalecer sempre o bom senso e a responsabilidade, tanto dos apresentantes como dos sindicantes, do corpo da Loja, da Administração Central do Grande Oriente. A análise dos dados apresentados deve ser profunda e cuidadosa. O passado do apresentado deve ser a base de uma pesquisa muito ampla e conscienciosa. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As liberalidades para com amigos e pessoas por ocuparem cargos de destaque têm permitido que entrem para nossa Ordem muitos candidatos que nada mais são do que simplesmente livres (não escravos) e de bons costumes (apenas bons cidadãos), mas cujo passado nada mais mostra do que um caminho deserto sem nada de positivo a ser anotado. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A condescendência, as liberalidades, os precedentes são o grande mal que afligem o funcionamento de muitas associações, e principalmente não poucas de nossas Lojas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como são raros os candidatos que poderiam se enquadrar no perfil de perfeição que tentamos delinear, e como muitas Lojas deixam entrever um desusado interesse em ampliar o quadro de seus obreiros, possivelmente para encobrir a falta de outras iniciativas mais substanciosas, verifica?se um apressamento dos cerimoniais de Iniciação. Freqüentemente, por isso, são iniciadas pessoas que nada trarão para nossa Instituição, muito ao contrário, sua inércia será muito prejudicial e contagiante. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E a observância do perfil rigoroso antes estabelecido vai se abrandando. As considerações de amizade e uma indisfarçada admiração por quem ocupa cargos públicos importantes, forçam um relaxamento do processo de seleção. De concessão em concessão se inicia uma reação em cadeia. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os mesmos que foram iniciados em virtude de uma sindicância facilitada, quando por sua vez apresentarem os seus candidatos usarão um perfil ainda mais diluído. O nível geral da Ordem, como estamos assistindo nesse momento histórico, vai decaindo, não no sentido moral evidentemente, mas pela ausência de homens dinâmicos com quem a Maçonaria necessita contar para poder atingir os seus altos objetivos. A própria freqüência aos trabalhos, por vezes muito aquém do desejado, é um atestado desse fenômeno. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Embora devamos admitir que a condescendência se tomou quase universal, afetando em todo mundo as associações de qualquer natureza, ela não deveria existir na Maçonaria, dada a seriedade com que costumamos encarar nossos trabalhos. Essa reação em cadeia também vem nos atingindo, levando para baixo o nível de nossa eficiência, tão decantada em outros tempos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nossa atenção a esse fato social deverá ser dobrada, agora, para que não deixemos chegar esse nível a um patamar perigoso, pois a experiência evidencia que quando isso ocorre a própria existência da associação se vê ameaçada. Muitos membros de nível cultural mais elevado poderão se afastar silenciosamente por não encontrarem guarida para seus esforços pela dinamização da luta por ideais que tanto apregoamos serem nossos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Qualquer associação que se permita cair no conceito de seus próprios membros está chegando a um limiar indesejável e perigoso para a sua própria sobrevivência. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nossa Ordem nunca poderá ser maior ou melhor do que o forem os Irmãos que a constituem. Nem se aceitará aquela observação de alguns pusilânimes que dizem querer deixar a Instituição porque não encontraram nela o que procuravam, pois habitualmente nada fizeram ou fazem para modificar a situação. A Maçonaria será tão grande e boa quanto nós, os Irmãos, se formos grandes e bons individualmente. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Esses que assim pensam são exatamente aqueles que em sua vida pregressa nada fizeram de grandioso e meritório, e entraram na Maçonaria pensando que ela faria isso por eles; pretendiam apenas engrandecer-se às custas dos Irmãos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Cuidemos para que não entrem para o nosso grupo aqueles que Cristo já rejeitou como nem frios nem quentes: os medíocres. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os pusilânimes não fazem história, são apenas levados de roldão. Percorramos a trilha da história da humanidade e veremos que ficaram apenas os nomes dos que foram ou muito bons ou muito maus. Procuremos ficar na evidência por termos sido muito bons, muito grandes em nossa luta por uma vida melhor, por uma MAÇONARIA GRANDE E UNIDA. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/7886369234561463496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/7886369234561463496' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/7886369234561463496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/7886369234561463496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/04/o-perfil-maconico.html' title='O Perfil Maçônico '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-1931704478388067747</id><published>2013-04-14T15:07:00.001-07:00</published><updated>2013-04-14T15:07:21.122-07:00</updated><title type='text'>Vitrúvio - o Microcosmo e o Gnómon</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_0b59-DpyW7o/SnjW4P6oi3I/AAAAAAAAAE0/Y0vOX11Wx6I/s1600-h/vitruvio.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5366275217845422962&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_0b59-DpyW7o/SnjW4P6oi3I/AAAAAAAAAE0/Y0vOX11Wx6I/s400/vitruvio.jpg&quot; style=&quot;cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 232px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«O Número é a alma das coisas» (Pitágoras)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;1 - O Templo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Até ao advento do cristianismo, a construção de templos aos deuses no mundo greco-romano obedecia a cânones arquitecturais precisos, que só vieram a ser expostos por escrito por Vitrúvio no século I a.C. na sua obra monumental “De Architectura”. Deste extenso tratado de Vitrúvio, expomos em seguida os quatro primeiros artigos do capítulo terceiro, que expõem sucintamente esses cânones para a construção de templos (1):&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«A planta dos Templos depende da Simetria, cujas regras devem ser cuidadosamente observadas pelos Arquitectos. A Simetria nasce da proporção, que os gregos chamam ἀναλογία. A Proporção é a devida regulação das dimensões das diferentes partes, entre si e com o conjunto; da harmonia desta regulação depende a Simetria. Assim, de nenhum edifício se poderá dizer que foi bem desenhado, se não atendermos à sua simetria e proporções. Em verdade, elas são necessárias para a beleza do edifício, assim como para uma bem proporcionada figura humana» (Capítulo III, 1).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«O que a natureza estabeleceu é que, na cara, desde o queixo até o alto da testa, ou das raízes do cabelo, correspondem a uma décima parte da altura do corpo todo. Desde o queixo para a coroa da cabeça é uma oitava parte de toda a altura e, a partir da nuca do pescoço à coroa da cabeça, o mesmo. Desde a parte superior do peito às raízes do cabelo um sexto; à coroa da cabeça, um quarto. A terça parte da altura da face é igual à distância compreendida à que medeia entre o queixo e a parte inferior das narinas, outro terço até ao meio das sobrancelhas; e daqui às raízes do cabelo, onde termina a testa, o terceira parte restante. O comprimento do pé é uma sexta parte da altura do corpo. O antebraço, uma quarta parte. A largura do peito uma quarta parte. Da mesma forma os seus membros têm outras devidas proporções, em respeito às quais, os antigos Pintores e escultores granjearam tanta reputação» (Capítulo III, 2).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«Assim, as partes dos Templos devem corresponder entre si, e com o todo. O umbigo é, naturalmente, colocado no centro do corpo humano e, no caso de um homem deitado com o rosto para cima, e as mãos e os pés estendidos, e tendo o seu umbigo como centro, um círculo será descrito, que tocará os seus dedos das mãos e dos pés. Não é só por um círculo que o corpo humano é circunscrito, como pode ser visto se o figurarmos dentro de um quadrado. Medindo desde os pés à coroa da cabeça e, em seguida, à largura dos braços bem estendidos, constatamos que estas medidas são iguais às anteriores; de modo que duas linhas com ângulos rectos entre si, encerrando a figura, formarão um quadrado» (Capítulo III, 3).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«Se a Natureza constituiu o corpo humano de forma que os diferentes membros do mesmo são medidas do conjunto, assim, os antigos, com grande propriedade, determinaram o mesmo na perfeição das suas obras, cada parte deve ser uma parte alíquota do todo; e desde que o estabeleceram, tem vindo a ser observado em todas as suas obras, e de forma mais rigorosa, nos templos dos deuses, onde as suas falhas, tal como as suas belezas, permanecerão até ao fim dos tempos» (Capítulo III, 4).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O ideal greco-romano para a construção de templos cumpre assim um denso esoterismo: o homem é a medida de todas as coisas (Protágoras), e as suas proporções geométricas certificam que o Homem Individual (Microcosmo) presente na arquitectura sagrada é uma projecção do Homem Cósmico (Macrocosmo), divino e perfeito. O templo, tendo o Homem como modelo, enfatizava a sua função de ponte entre o indivíduo e as potências cósmicas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A forma rectangular dos templos gregos e romanos, representava assim o corpo do homem e, por analogia, os céus. O rectângulo é uma extensão geometricamente proporcional do quadrado (2), e o quadrado ou quaternário, a expressão mais pura do espaço e do tempo: quatro regiões, Idades do homem, Eras do Mundo, estações do ano, fases da lua, etc.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Homo Quadratus encarnado na arquitectura sagrada, é um símbolo pleno de significado. O seu centro assinala o ponto axial do mundo (o umbigo), uma cruz desenhada no interior do quadrado, e a divisão dos quatro quadrados resultantes em oito triângulos, resultam no seccionamento do quadrado em oito linhas que divergem do seu centro, e que apontam para os pontos cardeais e para os quatro cantos do mundo – divisão óctupla do espaço sagrado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Assinalemos que o templo em forma de quadrilátero e a valorização religiosa das formas e volumes geométricos, não é uma criação dos gregos, mas que estes prolongam uma tradição milenar perpetuada nas margens do Nilo, onde podem ser encontradas as raízes do orfismo, e onde Pitágoras e Platão foram instruídos por sacerdotes egípcios.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Para a escola de Pitágoras, o quaternário era a origem da natureza divina e a raiz da tétractis (1+2+3+4), de cuja soma resultava o 10, a Década, o Número da Perfeição, e unindo com um traço a cabeça e os membros do Homem de Vitrúvio, obtém-se o Pentagrama, que era para a escola de Pitágoras, o símbolo do homem enquanto microcosmo, síntese do homem e do cosmos (número nupcial, matrimónio do número dois, masculino, e do número três, púbico e feminino). A geometria religiosa dos pitagóricos escalonava assim os números da tétractis: o um era a origem, a fonte da divindade e de todos os números; dois, o desdobramento do um, fonte da dualidade criadora; três, o universo vertical, céu, terra e inferno; quatro a justiça, a estabilidade; cinco o número nupcial; dez a perfeição absoluta. Ou, numa perspectiva espacial, um é o ponto (o ponto axial, do círculo ou do quadrado), dois, a linha, três a superfície, quatro, o volume (3). Todos estes números, mais o seis, o Número da Inteligência, repetem-se nas proporções acima transcritas da tratadística de Vitrúvio, e o seu Homem inscrito num quadrado (homo ad quadratum) interior a um círculo (homo ad circulum), não deixa de evocar a cosmologia pitagórica (4).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Continuemos com Vitrúvio:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«Os antigos consideravam o dez, um número perfeito, porque os dedos são dez em número, e o palmo deriva dele, e do palmo deriva o pé. Platão, atendendo a isso, chamou ao dez, um número perfeito; a Natureza formou as mãos com dez dedos, e também porque o dez é composto por unidades chamadas μονάδες em Grego» (III, 1).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2 – A Cidade Ideal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Para Vitrúvio, a planificação de uma cidade requeria tantos cuidados como a construção de um templo, e dedica grande parte da sua dissertação à disposição da cidade em função dos oito ventos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«Com uma laje de mármore cria-se um nível fixo no espaço encerrado pelas muralhas, ou faz-se com que o terreno seja aplainado e nivelado de modo que a laje de mármore não seja necessária. No centro deste terreno plano, com o propósito de marcar correctamente a sombra, deve ser erigido um gnómon metálico. Os Gregos chamam a este gnómon cσκιαθήρας. Por volta da quinta hora da manhã, deve ser determinada a extremidade da sombra projectada pelo gnómon, e marcada com um ponto. Do ponto central do terreno, onde o gnómon está fixo ao solo, como um centro, descrever um círculo a partir do ponto assinalado pela extremidade da sombra. Depois do Sol ter passado o meridiano, observar a sombra que o gnómon continua a produzir até ao momento em que a sua extremidade toque novamente no círculo já traçado (5).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«A partir dos dois pontos obtidos na circunferência do círculo, descrever dois arcos interseccionantes entre si, e através da sua intersecção e do círculo inicialmente descrito, traçar uma linha até à sua extremidade – e obtém-se o diâmetro que deve separar os quartos do norte e do sul. A décima sexta parte da circunferência do círculo completo será medida para a direita e para a esquerda dos pontos norte e sul, e desenhadas linhas dos pontos obtidos para o centro do círculo, temos uma oitava parte da circunferência para a região norte e outra oitava parte para a região do sul. Divide-se o que resta da circunferência em cada lado em três partes iguais, e obtemos a divisão das regiões dos oito ventos, então projectar as direcções das ruas em função das linhas que separam as diferentes regiões dos ventos» (Capítulo I, 6, 7).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Vitrúvio descreve a planificação de uma cidade como era tradição no mundo antigo, mas acrescenta-lhe uma dimensão teórica, ideal, não cumprida até então: a cidade deveria não só ser orientada nas oito direcções (pontos cardeais e cantos do mundo), mas ter além disso, a forma de um octógono, a sua forma perfeita, com cada uma das faces voltada para um dos oito ventos dos geógrafos gregos e latinos: Setêntrio (norte), Áquilo, (nordeste), Solanus (Este), Eurus (sudeste), Auster (sul), Africus (sudoeste), Favonius (Oeste) e Corus (Noroeste).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O centro da cidade de Atenas, o seu umbigo, era uma torre com a forma octogonal, a torre dos Ventos de Andronicus Cirrestes, profusamente descrita por Vitrúvio, com faces no término dos oito raios do compasso, cada uma delas decorada com uma alegoria do vento que enfrentava (7).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Esta insistência de Vitrúvio nos oito ventos, dissimula um sentido esotérico subjacente.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tudo começa com a “escolha” de um centro (o umbigo do microcosmo), muitas vezes, decerto, com rituais divinatórios para auscultar a vontade dos deuses ou perpetuando um lugar sagrado pré-existente. Nesse centro ergue-se o gnómon, que é a unidade sagrada, o ponto de irrupção de divino, eixo que unirá os três mundos na vertical.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A parir do gnómon traça-se o círculo, que delimita a fronteira do espaço cósmico, e desse círculo solar se obterá, com dois círculos interseccionantes, os quatro ângulos do quadrado interno que pode ser esquartelado pela cruz que aponta os pontos cardeais. Círculo, quadrado, cruz, que produzem o octógono, expressão da união da terra (o Quadrado) e do Céu (o círculo). Á divisão óctupla do espaço podemos acrescentar a divisão em oito do dia e do ano que eram praticados na Europa e Mediterrâneo e que persistiu na roda celta das oito festividades anuais. Para os pitagóricos, o oito seria considerado o Número da Igualdade, porque colocava no mesmo plano o mundo terrestre e o mundo celeste, os deuses e os homens (8).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Encontrei um texto de Réne Guenon, no qual ele reforça a ideia de que na arquitectura religiosa, ao quadrado corresponderia o edifício quadrangular em si, enquanto a esfera presidia a construção da abóbada do templo. Ainda que seja um anacronismo falar de abóbadas para o mundo grego, a sua explanação sobre o esoterismo do octógono merece ser seguida:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«As formas quadradas ou cúbicas referem-se à terra, e as formas circulares ou esféricas ao céu; o significado destas duas partes resulta imediatamente disto, e acrescentemos que a terra e o céu não designam aí, apenas, os dois pólos entre os quais se produz toda a manifestação, como ocorre particularmente com a Grande Tríade extremo-oriental, mas que correspondem igualmente, como no Tribhúvana hindú, aos aspectos dessa mesma manifestação que estão mais próximos, respectivamente, dos ditos pólos e que, por essa razão, se designam por mundo terrestre e mundo celeste. Há um ponto sobre o qual tivemos oportunidade de insistir anteriormente, mas que merece ser tomado em consideração: enquanto o edifício representa a realização de um &quot;modelo cósmico&quot;, o conjunto da sua estrutura, se a reduzirmos exclusivamente a essas duas partes, seria incompleto no sentido de que, na sobreposição dos &quot;três mundos&quot;, faltaria um elemento correspondente ao &quot;mundo intermédio&quot;. De facto, esse elemento existe também, pois o domo ou abóbada não pode assentar directamente sobre a base quadrada, e para permitir a passagem de uma forma à outra é necessária uma forma de transição que seja, de certo modo, intermédia entre o quadrado e o círculo, forma que é, geralmente, a do octógono.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;«(...) Na construção, a forma do octógono pode realizar-se, naturalmente, de maneiras diferentes, e especialmente, por meio de oito pilares que suportam a abóbada; encontramos um exemplo na China, no caso do Ming-Tang (...), cujo &quot;tecto redondo está suportado por oito colunas que repousam sobre uma base quadrada, com a terra, pois, para realizar esta quadratura do círculo, que vai da unidade celeste da abóbada ao quadrado dos elementos terrestres, é necessário passar pelo octógono, que se encontra em relação com o mundo intermédio das oito direcções, da oito portas e dos oito ventos&quot; (Luc Bennoist, &quot;Art du Monde&quot;, p. 90). O simbolismo das &quot;oito portas&quot;, que se menciona também nesta passagem, explica-se pelo facto de que a porta é essencialmente um lugar de passagem e representa, como tal, a transição de um estado a outro, especialmente, de um estado &quot;exterior&quot; a outro &quot;interior&quot;, pelo menos relativamente, porque essa relação do &quot;exterior&quot; e do &quot;interior&quot; é sempre comparável, em qualquer nível que se situe, à do mundo terrestre e o mundo celeste».&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ŋ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ŋ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ŋotas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(1) Servimo-nos da edição online da obra, em língua inglesa, do portal LacusCurtius de autores gregos e romanos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(2) ”O sistema da proporção definida que os gregos empregavam no desenho dos seus templos foi outra causa do efeito que eles produzem sobre as mentes incultas. Para eles não só a altura deveria ser igual à largura, ou comprimento duas vezes a largura - mas toda e qualquer parte devia ser proporcional a todas as partes com que ela se relacionava, em alguma razão tal como 1 para 6, 2 para 7, 3 para 8, 4 para 9, ou 5 para 10, etc. A medida que o esquema avança, esses números tornam-se consideravelmente altos. Nesse caso, eles revertem para alguma razão simples, tal como 4 para 5, 5 para 6, 6 para 7, e assim por diante” (James Ferguson, citado por Nigel Pennick, v. Fontes).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(3) Adaptado da tese “Números para Pitágoras” de Christian Quintana Pinedo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(4) «Alexandre, no seu “A Herança dos Filósofos” diz ter achado também nos escritos pitagóricos as coisas seguintes: O princípio de todas as coisas é a unidade, e desta procede a dualidade, que é indefinida e depende, como matéria, da unidade que a origina. Assim, a numeração provém da unidade e da dualidade indefinida. Dos números provém os pontos, destes as linhas; das linhas, as figuras planas; e das figuras planas, os sólidos; e destes os corpos sólidos, os quais se compõem de quatro elementos, fogo, água, terra e ar, estes quatro elementos combinam-se entre si e transformam-se completamente uns nos outros, e delas se engendra o universo animado, inteligente, esférico, que tem a terra como seu centro, e a terra também é esférica e habitada no seu interior. Também há antípodas, e o nosso abaixo é o seu acima» (Diógenes Laércio, “Vidas, opiniones y sentencias de los filósofos más ilustres ”, tomo II, Livro VIII – o negrito é meu)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(5) Dito doutro modo, a distância máxima da sombra do gnómon de manhã e à tarde, fornece os pontos cardeais leste e oeste.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(6) «Por isso, Deus tornou o Todo em forma esférica e circular, sendo todas as distâncias iguais, do centro à extremidade. É esta, de todas as figuras, a mais perfeita e a mais completamente semelhante a si mesma» (Platão, &quot;Timeu&quot;, 33).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(7) Não nos parece que a torre seja uma mera Rosa dos Ventos, mas um centro, um eixo, construído e respeitado como símbolo do equilíbrio cósmico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(8) «O octógono resulta da união entre o quadrado da terra e do quadrado do céu, simbolizando a comunicação entre ambos», escreve Paulo Alexandre Loução no quinto capítulo de &quot;Os Templários na Formação de Portugal&quot; (Ésquilo, 2001), capítulo que abre com uma citação de Pitágoras: «O número oito, ou a octóada, é o primeiro cubo, vale dizer, quadrado em todos os sentidos, como um dado, que precede de sua base, o dois, ou de qualquer número; assim, o homem é quadrado ou perfeito&quot;. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/1931704478388067747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/1931704478388067747' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/1931704478388067747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/1931704478388067747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/04/vitruvio-o-microcosmo-e-o-gnomon.html' title='Vitrúvio - o Microcosmo e o Gnómon'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_0b59-DpyW7o/SnjW4P6oi3I/AAAAAAAAAE0/Y0vOX11Wx6I/s72-c/vitruvio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-105557884509333064</id><published>2013-04-14T15:00:00.001-07:00</published><updated>2013-04-14T15:00:11.941-07:00</updated><title type='text'>RITUAL: QUEM PRECISA DELE?</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A resposta é curta: “nós precisamos.”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Tz8gtBgXdrw/UWsm0_44wOI/AAAAAAAAAaQ/QP0bTMS-IM4/s1600/companheiro1,.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; bua=&quot;true&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-Tz8gtBgXdrw/UWsm0_44wOI/AAAAAAAAAaQ/QP0bTMS-IM4/s1600/companheiro1,.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Explicar porque, requer um pouquinho mais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em um sentido muito real, é o ritual da Maçonaria que faz o trabalho da Maçonaria. Ritual é o canal através do qual a Maçonaria ensina.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas é mais que isto.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Porque o ritual é tão importante para a Maçonaria, é valioso tomar um pequeno tempo para falar acerca da natureza do ritual em si mesmo e porque é tão central para a vivência Maçônica.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Primeiro de tudo, ritual é uma virtual necessidade para todos os humanos, de fato para quase todos os animais. Isto é tão verdadeiro que todos cérebros humanos vem “equipados com circuitos” para responder a ritual. (Maravilhoso, ao seu próprio modo. Muito poucas coisas em seres humanos são instintivas – quase tudo é comportamento aprendido. Mas a resposta para ritual foi localizada por anatomistas na parte mais antiga e primitiva do cérebro, bem acima da estrutura central do cérebro, na mesma área que controla a atenção e as emoções. É tão “natural” para nós como o amor, ou a agressão, ou a cooperação.)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Todos estamos engajados em ritual todo o tempo – nós somente não o reconhecemos sempre. A maioria de nós tem uma rotina matinal, por exemplo. Alguns de nós fazemos a barba antes do banho, alguns fazem a barba após o banho e alguns se barbeiam enquanto se banham, mas, qualquer que seja o modo, usualmente fazemos sempre do mesmo modo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;+ Ritual é uma ferramenta poderosa de ensinar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;De fato, foi provavelmente a primeira ferramenta de ensinar. Sabemos de rituais de caça entre algumas tribos, cujo propósito era ensinar os jovens como caçar efetivamente. Mnemônicos (frases ou logos que nos ajudam a lembrar coisas através de associações) são rituais, como é aprender o alfabeto por cantar a canção do alfabeto. Os militares desenvolvem muitos rituais (padrões de comportamento repetidos) para ensinar os recrutas como manter armas.)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;+ Ritual ajuda a nos dar um senso de identidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pode parecer estranho, mas pessoas freqüentemente definem a si mesmo pelas suas ações (sou um vendedor, um mecânico, um professor, projetista de moinhos, etc). Isto não é limitado ao que fazemos para viver. Nossos rituais, nossas ações, dão um senso destacado de realidade para nossas vidas. Nos sentimos “certos” ou “completos” quando seguimos certos rituais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;+ Ritual ajuda o nosso preparo – nos ajuda a “entrar no clima” do que vem a seguir&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Se o evento é uma missa na igreja ou se é um jogo de futebol, a maioria dos eventos repetitivos tem um ritual de algum tipo que ajuda a dar o tom emocional.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E nos podemos ter um forte sendo de “erro” se estes foram violados – se uma missa na igreja iniciou com uma banda de musica e dançarinas ou se um jogo de futebol começou com uma procissão litúrgica, por exemplo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;+ Ritual nos deixa condensar muito em pouco tempo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ritual enriquece uma vivência por concentrá-la. Ao invés de envolver a exposição completa, como uma palestra, ritual faz referencias a coisas e nos deixa pensar acerca dela e preencher os detalhes por nós mesmos. Para ilustrar com uma porção do ritual da igreja, considere última linha da Doxologia – “Louvar o Pai, o Filho e o Espírito Santo.”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O conceito de Trindade é um conceito muito difícil para a “fazer a cabeça”. Ao invés de dar muitas horas de discussão que seria necessário para explorar este tópico, o ritual simplesmente o menciona, e o deixa para nós elaborarmos o pensamento se estivermos assim inclinados.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O ritual da Maçonaria envolve tudo isto e mais...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;• O ritual da Maçonaria – a abertura e o fechamento, os Gráus, até o ritual de votar – organiza os eventos e assegura que tudo aconteça como deveria. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;• Nos ajuda a definir nós mesmos como Maçons e estreita os laços fraternais que nos unem como Irmãos. E este efeito é internacional e trans-cultural. Sabemos que temos vivencias compartilhadas com Maçons de todo o mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;• É uma ferramenta de ensinar – as lições e os valores da Maçonaria são ensinados através do ritual e de símbolos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;• Ajuda a montar o tom e o clima da reunião – nos ajuda a remover da mente as preocupações do mundo exterior e colocar foco nas grandes verdades de natureza humana e espiritual.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;• Ritual Maçônico obviamente condensa vivência. Contém elementos que levantam questões importantes mas que deliberadamente são deixados inexplorados porque quer que o Maçom pense sobre eles através de si mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;• Ritual Maçônico proporciona uma total extensão para os Maçons explorarem os seus próprios interesses. Muitos dos meus melhores amigos amam aprender e apresentar o ritual.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Eu mesmo me interesso em lidar com a interpretação do ritual e dos símbolos que usa – e especialmente com os efeitos que o ritual é projetado para produzir nas mentes dos iniciados e os modos nos quais estes efeitos são produzidos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Outros são especialmente interessados na história do ritual e os modos que ele mudou e se desenvolveu através dos anos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Um Maçom que conheço é interessado no ritual do ponto de vista de um antropólogo cultural, e tem prazer em traçar os modos que o ritual se relaciona com as grandes tradições iniciáticas da história. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E o ritual é grande o bastante e complexo o bastante para acomodar todos estes interesses e muito mais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Então, novamente, a resposta para a questão “De qualquer modo, quem precisa de ritual?” é “Todos nós precisamos”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O ritual da Maçonaria atende muitas necessidades e muitos interesses.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não é a mesma coisa que Maçonaria&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- não mais quanto um sermão é a mesma coisa que uma igreja&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- mas é um modo primário que nós ensinamos e aprendemos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É a cola (cimento) que nos mantémos juntos. É importante. Nos faz sermos, nós.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;W. Bro. Jim Tresner&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/105557884509333064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/105557884509333064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/105557884509333064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/105557884509333064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/04/ritual-quem-precisa-dele.html' title='RITUAL: QUEM PRECISA DELE?'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Tz8gtBgXdrw/UWsm0_44wOI/AAAAAAAAAaQ/QP0bTMS-IM4/s72-c/companheiro1,.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8352731488603397515</id><published>2013-04-14T14:50:00.002-07:00</published><updated>2013-04-14T14:50:28.515-07:00</updated><title type='text'>DESBASTANDO A PEDRA BRUTA </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/--Jphafd9HFg/UWskVomyztI/AAAAAAAAAaI/JEGvyzjuFZ0/s1600/piedra-bruta.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; bua=&quot;true&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/--Jphafd9HFg/UWskVomyztI/AAAAAAAAAaI/JEGvyzjuFZ0/s320/piedra-bruta.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;(Benemário Lins da Silva -Aprendiz Maçom) Nesses meus singelos versos, Louvo o GR:. ARQ:.DO UNIV:.. Hoje sou aprendiz, amanhã companheiro, Buscando sempre a perfeição do pedreiro. São João, justo e perfeito, é o meu patrono, Exemplo de homem livre, sem desabono. E ser livre e de costumes bons, Deve ser o ideal de todos os maçons. Entre CCol:., nesta peça de arquitetura, Em profundidade, largura e altura, Mostro como foi árdua a minha labuta Para lapidar e desbastar a Pedra Bruta. No dia em que fui iniciado, Meus olhos estavam vendados, E de metais eu estava despojado. Nem nu nem vestido, assim fui recebido. Tateando no escuro, despojado, carente, Fui levado por caminhos diferentes, Do Oc:. ao Or:., do Or:. ao Oc:., Sob o olhar dos IIr:. mais experientes. Na primeira viagem, ouvi trovões, foi atordoante, Na segunda, um tilintar de armas incessante, Por fim, um caminho silencioso, tranquilizante. No caminho do trovão, o meu caos, minhas paixões, No do ruído das armas, minhas lutas e ambições, No caminho do silêncio, a paz e maduras reflexões. Ao findar cada viagem, portas bati, respectivamente, No S:., no Oc:. e no Or:., Sempre com três pancadas, ritmicamente. Deixaram-me passar e fui purificado, na água e na pira ardente. Ser conduzido ao Altar dos JJur:. foi um solene momento. Ajoelhado no chão duro, sobre o J:. D:., E com pontas de um Comp:. no meu despido P:., Eu jurei, com a M:. D:. sobre o L:. da L:.. Jurei cumprir com os meus direitos e deveres, Contidos nos Códigos e na Magna Constituição, E nos 25 inquebrantáveis landmarks, Inspirados nos Provérbios de Salomão. Só me desvendaram os olhos depois de jurar solenemente, E só então a Luz em mim se fez presente. As espadas, empunhadas por amados e queridos IIr:., Eram raios de Luz, apontados na minha direção. De tão cintilantes, ofuscaram a minha visão. Nesse momento, grande foi a minha emoção. Nessa inesquecível e sublime consagração, Foi-me concedido U:.L:.E:.V:.. E sobre o que se passa nessa Aug:. Instituição, Jurei calar para sempre a minha voz. Como aprendiz, do meio-dia à meia noite, em intenso labutar, E sempre de avental branco com abeta triangular, Sete instruções recebi, as quais vou já comentar, Além da primeira, chamada complementar. Nesta instrução, dividida em três partes, Muito me foi ensinado sobre a Real Arte. Inicialmente, todo o Templo me foi descrito, Com a sua simbologia e como se conduz o Rito. Depois, os segredos do meu grau me foram comunicados, E o S:., o T:. e a P:. serão sempre lembrados. A esq:. do nível e do prumo são essenciais nessa labuta De desbastar, nos meus três anos, a Pedra Bruta. Por último, me foram mostradas duas verdades, A Carta Constitutiva da Loj:., atestando sua regularidade, E as bolsas, de PProp:. e IInf:. e do Tr:. de Sol:. Que circulam sempre com a mais profunda formalidade. Na primeira instrução, me foi revelada a simbologia Dos meus instrumentos de trabalho na Maçonaria. Simbologia esta ligada ao Egito, cheia de alegorias, Com os quais, como Apr:., a Pedra Bruta eu desbastaria. O Ven:. M:. me mostrou a Régua com a qual eu trabalharia, Meditaria e descansaria, em equilíbrio, nas 24 horas do dia. Na Pedra Bruta, a Régua é a Altura, a Exaltação, a Maestria, Símbolo da Ciência, de Minerva, deusa da Sabedoria. O Ir:. 1º Vig:. me mostrou o Maço, sem o qual nada faço. Desbasto com ele a Pedra Bruta – Apr:. – na sua Profundidade. É o meu Querer, minha Iniciação nessa Aug:. Irmandade, E simboliza a Força de Hércules, que é a Força da Vontade. O Ir:. 2º Vig:. me mostrou o Cinzel, que me lembra o meu papel De dar forma à Pedra Bruta na sua Largura, com firmeza. É a Elevação a Companheiro, que tem lugar ao sul, com certeza, E é símbolo da Consciência e de Vênus, deusa da real Beleza Na rica segunda instrução, repleta da mais profunda simbologia, O Painel da Loj:. me foi descrito, com esmerada maestria. A forma da Loj:., de cima a baixo, do norte ao sul, de leste a oeste, Bem como as Colunas, Jônica, Dórica e Coríntia, e a Abóbada Celeste. Também o Sol, a Gl:. do Criador, símbolo da Caridade, E o Pavimento Mosaico, a harmonia da Fraternidade. Além da Orla Dentada, símbolo do Amor que tudo movimenta, Vi a Escada de Jacó, e o Livro da Lei que a sustenta. O Compasso, e as três Joias móveis, com seu significado – Esquadro, Nível e Prumo –, tudo me foi muito bem explicado. E as 3 Joias fixas: a Prancheta da Loj:., da Arte Real o traçado, A Pedra Bruta, homem a ser desbastado, e a Cúbica, à prova do Esquadro. Como já falei algo sobre a minha iniciação, Que é tema central da terceira instrução, Repetir tal instrução redundante seria. Vou então à quarta, que fala sobre o que é a Maçonaria. Sua base é Deus, e sua regra a Lei Natural. Sua causa é a Verdade, a Liberdade e a Lei de Moral. Seus princípios são a Igualdade, a Fraternidade e a Caridade, E seus os frutos a Virtude, o Progresso e a Sociabilidade. É preciso, nesta justa e perfeita Loj:. de São João, Que três governem, cinco componham e sete completem. E são pelo S:., T:. e P:., que não são em vão, Que como Maç:. MM:. IIr:. M:. R:.. Das duas CCol:., ocas e de bronze, vi a dimensão, E antes de ir para a quinta instrução, Vi que as CCol:. são encimadas por romãs. Por isso, afirmo: as simbologias não são vãs. Na quinta instrução, a magnitude do quadrilongo T:., Cujas medidas não se deformam com o tempo. Sua altura é da Terra ao firmamento, E do Or:. ao Oc:. é o seu comprimento. Sua largura é do N:. ao S:., a bem da Verdade, E da superfície ao centro da Terra é a sua profundidade. Eis a universal Maçonaria, em sua majestosa imensidade. Porém, mais mistérios me foram revelados sobre essa realidade. É no Or:., símbolo da Luz do Sol, que vem do Leste ao Oeste, Que se situa, em nossa Loj, o pilar da Sabedoria, o Ven:. M:. No Oc:., tem assento a Força, Luz do 1º Vig:., Aquele que paga o salário, nobre hierofante. O 2º observa o Sol no meridiano, na Col:. da Beleza. Guardião do trabalho e da recreação, zela pela ordem e exatidão. C:. Apr:., n:. s:. l:. n:. e:., s:. a:. s:. Por isso, não posso a P:. S:. pronunciar. Este tema inicia a sexta instrução, junto com o T:. e o S:., Além da explicação sobre a roupa do pedreiro, o Avental. Além disso, muito mais esta sexta instrução nos ensina, Como as CCol:. que sustentam a Abóbada da Of:., Doze dos signos zodiacais, três dos Pilares das Luzes, capitais, E mais os dois à entrada, J e B, chamados solsticiais. Nessa A:. R:. L:. S:., com solicitude, Aprendi a levantar TT:. à Virtude E cavar profundas masmorras ao Vício, Seja nos equinócios ou nos solstícios. Na sétima e última instrução do meu Grau, A importância dos números na Arte Real. Na história mundial, Oriental e Ocidental, E nas relações com o mundo físico e o espiritual. Primeiro o número 1, símbolo da real Unidade, Que está em sentimento, na nossa intimidade. Ponte do Absoluto para a relatividade, Para a diversidade, multiplicidade. Depois, o terrível 2, do antagonismo, da separatividade, Que divide as coisas em Bem e Mal, Falso e Verdade, Dia e Noite, Luz e Trevas, Inércia e Mobilidade. Por isso passo adiante, falando sobre a Trindade. A inúmeros símbolos o número 3 está relacionado. No T:., aos 3 pilares, às 3 Luzes, ao Delta Sagrado. Na Ordem, aos 3 graus, do aprendizado ao mestrado. No maçom, às três qualidades das quais nunca deve estar separado. Qualidades da Vontade, do Amor e da Inteligência. Mas 3 também é símbolo de Religião, Filosofia e Ciência, Da Trindade Cristã, das Gunas e da Trimurti do Hinduísmo, E das Trindades que sustentam todos os demais ismos. Por fim, o número 4, IOD-HE-VAU-HE do Delta, cheguei a estudar, Nesse Tetragrama de 3 letras, muito ocultismo sei que há, Simboliza a Evolução, “tudo o que existiu, existe e existirá”. E 4 são os elementos que enfrentei, Terra, Fogo, Água e Ar. Ainda como Apr:., as Escolas Maçônicas estudei, de forma avulsa, Tanto a Autêntica, quanto a Antropológica, a Mística e a Oculta. A Autêntica é histórica, só considera o que tem ata, o que é documental. A Antropológica, mais ampla, pinturas, esculturas, tudo o que é pictorial. Já a Mística investiga os mistérios divinos, para o despertar espiritual. E a Oculta liga-se mais ao sacramento, ao cerimonial, ao ritual. Trabalhando do meio-dia à meia-noite, como fazia Zoroastro, Aprendi o que me foi ensinado, e já tendo a idade de t:. a:., Solicito permissão para observar o Sol, nosso astro, Como Comp:., do ponto de vista do meridiano. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VIII&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Rio de Janeiro – RJ – Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/8352731488603397515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/8352731488603397515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8352731488603397515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8352731488603397515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/04/desbastando-pedra-bruta.html' title='DESBASTANDO A PEDRA BRUTA '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/--Jphafd9HFg/UWskVomyztI/AAAAAAAAAaI/JEGvyzjuFZ0/s72-c/piedra-bruta.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8127211238850891128</id><published>2013-04-14T14:43:00.002-07:00</published><updated>2013-04-14T14:43:20.533-07:00</updated><title type='text'>0 MESTRE INTERIOR – NO TEMPLO</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-MR-lYF3Apto/UWsizMk18GI/AAAAAAAAAaA/-FBMe20udoc/s1600/templo_hermes_frontal.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; bua=&quot;true&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-MR-lYF3Apto/UWsizMk18GI/AAAAAAAAAaA/-FBMe20udoc/s320/templo_hermes_frontal.jpg&quot; width=&quot;222&quot; /&gt;&lt;/a&gt;﻿&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A porta do Templo é um símbolo de acesso ao interior, onde está oculta a verdade e outros tesouros. Quando solicitamos a entrada no Templo interior, somos questionados “Quem é o temerário que ousa interromper as nossas meditações”, e o nosso guia interior responde que é um candidato que não é escravo das paixões e desejos e que não é de maus costumes, pois, no Templo da verdade e da sabedoria, não entra quem é preconceituoso e possui péssimos costumes. Caso não tenhamos o desejo sincero de buscar a verdade, poderemos ser impedidos pela espada do guardião, que impede a entrada de curiosos temerários, invasores profanos e dos mercadores do santuário. Fazemos uma oração para solicitar o auxílio nos momentos de perigo, durante o trajeto na senda. Sabemos que o vício nos arrasta para o mal e que devemos ter disposição na alma para a prática do bem. As coisas boas da vida, a doçura, podem se transformar de uma hora para outra em amargor, em decepções, e temos que estar preparados para isso, Cristo passou por dores e momentos insuportáveis, os momentos difíceis nos deixam vulneráveis. Ao curioso que pensa somente em adquirir poderes, estabilidade financeira com riquezas e auxílios mútuos, e se esquecem do desenvolvimento espiritual, sentem a desilusão, porque, os espera um cálice de amargura, que ao ser apresentado a Cristo, este exclamou: “Pai, se é possível, afasta de mim este cálice”. O verdadeiro postulante, consegue absorver a mudança das doçuras da vida em amargor, e tem fé que o amargor se transforme novamente em doçura pela conhecimento da verdade. Temos que percorrer um caminho difícil e tortuoso, os obstáculos e a instabilidade do tempo (ar), com chuvas e trovoadas, e nessa viagem, começamos o trajeto na realidade exterior (ocidente), e passamos pela noite escura do norte utilizando apenas a visão intelectual, caminhamos com dificuldade, até podermos chegar ao lugar de luz (oriente), após conseguirmos a iluminação da consciência, não poderemos ficar parados neste local, não podemos guardar a luz, temos que levá-la aos que ainda se encontram no mundo material sem luz (ocidente). Temos que ter ciência que representamos o símbolo da sociedade, onde a inteligência de um pequeno grupo conduz as massas ignorantes que não podem se governar. O processo de busca da luz é contínuo, quando estivermos mais esclarecidos poderemos percorrer um caminho mais plano, ainda poderemos ouvir o som dos combates da vida, tinir de espadas, mas, ao final deste caminho, o nosso guia nos leva a uma fonte de água para purificarmos a alma. Novamente temos a demonstração da solidariedade humana. Então, seguimos por um caminho livre de obstáculos, podemos ouvir o crepitar das chamas durante este trajeto e sentimos o calor do fogo, que, além de purificador é o símbolo da descida do Espírito sobre a matéria. Estaremos aptos a nos submeter à terrível prova do batismo do heroísmo, do mártir, oferecemos o nosso fluido vital (sangue). Então, poderemos receber o selo da fé e da caridade em nosso peito. Devemos procurar auxiliar e socorrer os necessitados, os miseráveis e deserdados da fortuna, não podemos ser vaidosos e fazer doações com orgulho, humilhando a quem recebe as nossas dádivas, sentimos a angústia em nosso coração diante da impossibilidade de socorrer os miseráveis e necessitados. Com a prática da caridade, juramos fidelidade ao dever, e retiramos a venda material que nos cobria os olhos, podemos finalmente ver a luz. Somos consagrados e nos tornamos justos e perfeitos. Nascemos de novo, cumprimos o que disse o Divino Mestre Jesus: “O REINO DE DEUS ESTÁ DENTRO DE VÓS” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Pedro Neves .’. M.’. I.’. 33.’. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (&quot;você deve citar a autoria de Pedro Neves e o e-mail, neves.pedro@gmail.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/8127211238850891128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/8127211238850891128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8127211238850891128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8127211238850891128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/04/0-mestre-interior-no-templo.html' title='0 MESTRE INTERIOR – NO TEMPLO'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-MR-lYF3Apto/UWsizMk18GI/AAAAAAAAAaA/-FBMe20udoc/s72-c/templo_hermes_frontal.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-4880465550618518127</id><published>2013-04-14T14:19:00.002-07:00</published><updated>2013-04-14T14:19:39.440-07:00</updated><title type='text'>A FREQÜÊNCIA AOS TRABALHOS </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt; 
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-4CnuyrLajBQ/UWsdMdJJkFI/AAAAAAAAAZ4/KKGanQluO04/s1600/fogo.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; bua=&quot;true&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-4CnuyrLajBQ/UWsdMdJJkFI/AAAAAAAAAZ4/KKGanQluO04/s1600/fogo.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ir. José Soares Barbosa, 33°, M\ I\ &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As parábolas sempre ilustram com muita força e até com certa dramaticidade os ensinamentos morais. A freqüência dos irmãos aos trabalhos é um dos itens constantes de todas as pautas das reuniões. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Há os que não vão aos trabalhos da oficina, porque acham que a mesma nada mais tem a lhes ensinar. São os presunçosos. Se forem telhados, não sabem fazer o sinal de Aprendiz. Há os que não vão à Oficina porque acham que as reuniões se tornaram desinteressantes e monótonas. Estes fazem parte daquele grande grupo que entraram para à Maçonaria, mas a Maçonaria não entrou neles. Acham as reuniões desinteressantes mais nada fazem para torná-las melhores. São os reformistas e críticos de palavras, nada fazem porque faltam-lhes luzes para fazer, ou porque são egoístas, não querem dividir os seus conhecimentos, quando raramente possuem algum, são os verdadeiros inoperantes da Ordem. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os argumentos, de todos os grupos de faltosos, são extremamente frágeis e na realidade se baseiam, também com a Maçonaria em três colunas, ou melhor, três antes coluna: a ignorância, o desinteresse e o perjúrio. Ser perjúrio não é somente quem revela os nossos segredos Iniciáticos, mas também é perjúrio aquele que não cumpre com as obrigações contraídas para com a sublime Ordem no Cerimonial da Iniciação. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Outro dia encontramos um destes pseudo irmão e perguntei-lhe: por que não tens mais ido à Loja? – ao que ele me respondeu de pronto: para que, só para bater malhetes? – Então lhe repliquei: sabes o que significa “bater malhetes”? – Ele se coçou todo, gaguejou, desculpou-se e se escafedeu-se deixando atrás de si a poeira ofuscante da sua ignorância. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Aprendemos com um Mestre, a quem respeitamos e admiramos uma parábola que vamos aqui tentar reproduzir aos irmãos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Londres, fria, úmida, nevoenta e cinzenta, havia num bairro um templo religioso, possivelmente Anglicano, no qual pregava um mesmo pastor há mais de vinte anos. E os Londrinos, como os ingleses de um modo geral, são extremamente tradicionalistas e naquele Templo, vinham fiéis das redondezas, sempre os mesmos, sempre ocupando os mesmos lugares, a sucessão de cada semana e desta forma todos já se conheciam pelos nomes conforme devem ser os Maçons em Loja. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Num certo final de semana, o pastor notou ausente, uma cadeira que estava vazia e era a cadeira de um dos mais assíduos fiéis.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O pastor preocupou-se, mas passado o culto, o fato foi esquecido, absorvido que foi o pastor pelas suas outras atividades. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Nova semana, novo culto, e novamente a mesma cadeira vazia, o pastor perguntou aos fiéis: alguém viu o fulano, estaria doente, estaria acontecendo alguma coisa? – Ninguém soube responder. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Na semana seguinte o fato se repetiu pela terceira vez e o pastor, após o culto resolveu visitar o fiel. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Chegando lá, encontrou-o à beira da lareira, em frente ao fogo. Então o pastor lhe perguntou: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Estás doente? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O fiel lhe respondeu: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Não, estou muito bem de saúde. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E o pastor replicou: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Estás com algum outro problema? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O fiel lhe respondeu: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Não, não estou com problema nenhum, muito pelo contrário, estou muito bem: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Então o pastor lhe admoestou: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Mas não tens ido mais ao culto... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dito isso o fiel dirigindo-se ao pastor disse: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Eu frequento aquele culto há mais de vinte anos, sento naquela cadeira, efetuo as orações e entôo os mesmos hinos, durante todo este tempo eu já aprendi tudo de culto, sei todo o livro do culto de cór. Então eu acho que não preciso mais ir lá, por isso não estou indo. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Atônito, o pastor pensou um pouco, dirigiu-se à lareira, atiçou o fogo e de lá retirou a maior das brasas que se encontrava na lareira, colocando-a sobre a saleira de mármore da janela, ante o olhar curioso do fiel. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A brasa, em questões de minutos, perdeu o brilho, se revestiu de uma túnica cinzenta, transformando-se em carvão e cinza, fora do convívio com as outras brasas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O fiel levantou-se colocando as mãos na cabeça, disse: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por favor, homem para com isso, eu compreendi a lição. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Doravante não mais faltarei ao culto. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tornando-se, a partir daquele dia, a cadeira, novamente ocupada. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Meus irmãos, os Maçons são como as brasas, para manterem a luz dos conhecimentos, o calor da fraternidade e a chama do ideal, necessário é, que estejam no convívio permanente das outras brasas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não faz Maçonaria fora do Templo. A Maçonaria que se pratica na vida profana é uma obrigação do iniciado e é reativada à cada Sessão, como uma espécie de bateria que precisa ser recarregada. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Se algum irmão acha que nada mais tem aprender, então ele dever ter atingido a Gnose perfeita e é chegado o momento dele começar a ensinar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;Grupo Maçônico Orvalho do Hermon&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/4880465550618518127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/4880465550618518127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4880465550618518127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4880465550618518127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/04/a-frequencia-aos-trabalhos.html' title='A FREQÜÊNCIA AOS TRABALHOS '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-4CnuyrLajBQ/UWsdMdJJkFI/AAAAAAAAAZ4/KKGanQluO04/s72-c/fogo.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-6671188687216063115</id><published>2013-03-30T15:09:00.003-07:00</published><updated>2013-03-30T15:09:54.007-07:00</updated><title type='text'>A   I N I C I A Ç Ã O</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-zGyTxTIfrn0/UVdig-mFsaI/AAAAAAAAAZk/4fRIudQB1yg/s1600/1360847553_2elias_gop.jpg&quot; usa=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que de mais valioso e precioso o ser humano pode buscar na superfície deste planeta é a sua liberdade de ser. Para ser livre dos aborrecimentos, das tristezas, das mágoas, do desequilíbrio, da dor, dos pensamentos obscuros, para ter uma mente limpa e livre, para poder apreciar o espetáculo da vida e, depois, o espetáculo fantástico de ser livre, pela consciência, pela ação consciente, pela Iniciação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A iniciação é uma ciência absoluta que conduz o Ser ao autoconhecimento, ao auto domínio e à auto realização, que é igual à conquista da Luz que é. A Iniciação ocorre através de transformações constantes dentro do seu universo interior que significa escalada de níveis de consciência.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Com o uso preciso e constante da vigilância é possível conhecer-se a si mesmo e, desse modo, conhecer o Universo, seus mistérios e suas Leis. Esta é a escalada iniciática Real, que em nosso meio se faz por meio da escolha consciente, não por um impulso da dor, mas por exercício do direito de ser, por meio da Iniciação, um Infinito Realizado gradativamente pelo exercício do Ousar Querer Saber Ser, e no Silêncio da Consciências Ser um Universo Infinito dentro do Eu. Isto representa conhecer Deus e seus Mistérios.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A escalada rumo a uma elevação espiritual se faz através da Iniciação – aqui na Terra – nesta vida, ou por meio dos Planos Planetários, com suas Raças e sub-raças, e deste modo em longo tempo, e por meio da recorrência e da Inconsciência, do esquecimento. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;São sete as Iniciações Reais até a Libertação do Ser, como Cidadão do Todo, consciente de si, de sua essência, de sua procedência e da sua função e finalidade na Vida Verdadeira e Eterna de Bem aventurança.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Portanto são sete as Iniciações reais que nossa Escola de Consciência ensina, assim como sete são os sete principais chakras ou sete são as portas. A primeira é a plataforma da Serenidade, a segunda do Equilíbrio, a quarta chama-se Amor e a sétima chama-se Divindade.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As três primeiras Iniciações simbolizam, quase o ápice da pirâmide, a conscientização da sua origem, da essência e da procedência, e daquilo que é, e depois, como atua de modo ordenado no mundo manifestado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As quatro iniciações seguintes significam a atuação no mundo da ação: a mente, o som, a ação e a sutileza. Aí consolida a pirâmide fantástica que o Ser é, e consolida o estar no ápice da pirâmide. A partir de então, começa a exercitar a consciência da terra e de mundos interplanetários, até da conscientização de ser o Princípio Inteligente, com plena condição de se expandir com seu formador Mestre, de se engrandecer e elevar-se como uma Luz Maior.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Das sete grandes Iniciações que configuram uma primeira grande etapa Ascencional (Autorrealização ou Pleno Despertar), a primeira Iniciação seria a Consciência de Ser. Antes a pessoa não tem consciência de Ser. Pensa que é, mas não sabe o que é. É um sono profundo e a completa identificação com a vida transitória. Pensa que sabe, mas não sabe, pois acha que é a forma, ou a persona, ou mesmo algum dos papéis que assume no mundo das formas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas um dia constata que É. Mais do que a forma, mais do que os pensamentos, mais do que as emoções, mais do que os papéis, mais do que os egos. Constata que é uma Consciência, um Ser. Sente que existe. Indescritível Despertar que é proporcionado pela Primeira Iniciação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Vida é Ser. Se você constatar que você É, de fato e verdadeiramente É o Ser, significa que você é Vida. Começa a apreciar a Vida e a conhecer a Vida Verdadeira. A Iniciação proporciona este estado de percepções e sentires. Se quer Saber, se se sente disposto, eis a oportunidade: Nós somos a Ordem dos Filhos da Sabedoria, somos Formadores Consciências. Somos metodologia para sua disposição. Unamo-nos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Iniciado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ser Iniciado significa um vigiar permanente, ter discernimento do posicionamento do certo e do errado (relativamente abordado) para não cometer erros, para não pensar por ilusão que seria o mundo manifestado, o mundo temporário, ilusório, o irrealisável. Jamais aderir a uma ilusão que é como uma fenda na qual entra, pois jamais era para entrar em fendas. Não poderia entrar porque Iniciado significa vigilância permanente, de segundo em segundo, para não deixar uma brecha, para entrar uma ilusão, que seria uma antimeta, cujo custo são os efeitos desordenados das causas desordenadas do desvio, da fenda, da brecha da ilusão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O homem é idealizador e executor de seu próprio destino. O destino humano, sua felicidade ou infelicidade dependem do livre arbítrio, não por mandamento obrigatório, mas pelo impulso da sua consciência – que se chama Iniciação. Quando o homem realiza-se em si mesmo, todas as coisas fora dele são realizadas. E para chegar a uma realização, necessita da fonte de Sabedoria que reside em seu mundo interior. Um Mestre, uma união de Iniciados e uma Tradição Iniciática, são somados facilitadores e até mesmo produtores de meios e oportunidades, além da experiência adquirida e do método, que viabilizam a Iniciação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em nosso meio você encontrará, diretamente proporcional à sua disposição, o que necessita para o desenvolvimento consciencial; para a Ascensão Dirigida, para a Iniciação Real e para Ser um Universo Infinito dentro do Eu.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Somente no mundo interior, o mundo esotérico é que se encontra a realização do Ser. No mundo exterior ou mundo empírico, mundo dos sentidos e o mundo analítico da inteligência, não realiza, pois esta só se desenvolve, só se concretiza por meio da Iniciação. O mundo dos sentidos, em realidade, é o mundo do Estar, afetivo, material e até o mecânico espiritual, que servem de meios. Mas meios são meios e não Razão. Esta é o mundo Consciencial, o mundo interior.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quem em primeiro lugar busca o Reino de Deus e sua Harmonia, verá que todas as coisas lhe serão dadas por acréscimo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Abençoado o Ser que chega em um ponto de um dia saber que teve a oportunidade de vir à Terra, assimilar conhecimento, transformar conhecimento em experiências ou mesmo as experiências em conhecimento e chegar ao resultado de saber para constatar que é aquele Ser indestrutível, absoluto, real, eterno, divino. E, apartir desta constatação assumir que não há outra forma de agir uma vez sendo divino: agir como divino ser, agir de uma forma digna de ser, não por conceitos ou valores efêmeros, mas pelos Reais Valores da Vida de um Ser.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Cônscio, o Iniciado faz por amor aquilo que especificamente veio fazer. Não por obrigação, ou por ter que fazer por mandamento da Iniciação, mas por identificação com sua função e sua finalidade; sua missão é a Justa Medida, e assim o Iniciado age, de acordo com os desígnios da Razão, a fim de realizar sua sagrada obra na superfície do planeta, até chegar a plantar um sorriso, aliviar o sofrimento de alguém, desenvolver sua Missão, e amar, pois não há outro meio de realizar sua missão consciente como Iniciado, a não ser por Amor e Saber.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No seu mundo de harmonia não vive sacrifícios. Não existe obrigação. Há o Justo cumprimento do dever que a Iniciação esclarece, e isso se realiza por amor, pois vive a bem aventurança.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; 
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;GRUPO MAÇONICO ORVALHO DO HERMON&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;﻿&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/6671188687216063115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/6671188687216063115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/6671188687216063115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/6671188687216063115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/03/a-i-n-i-c-i-c-o.html' title='A   I N I C I A Ç Ã O'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-zGyTxTIfrn0/UVdig-mFsaI/AAAAAAAAAZk/4fRIudQB1yg/s72-c/1360847553_2elias_gop.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-3607532765844029905</id><published>2013-03-30T14:40:00.001-07:00</published><updated>2013-03-30T15:03:10.175-07:00</updated><title type='text'>O F I C I N A  M A Ç Ô N I C A</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(Di Prinzio – 1980)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-QMUgzRoqiHQ/UVdbK8t2pVI/AAAAAAAAAZY/Hk4QhxmUtgc/s1600/!cid_0A6917E4F8FB48A1AF3A2365997790A3@home4de804e0cf.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;239&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-QMUgzRoqiHQ/UVdbK8t2pVI/AAAAAAAAAZY/Hk4QhxmUtgc/s320/!cid_0A6917E4F8FB48A1AF3A2365997790A3@home4de804e0cf.jpg&quot; usa=&quot;true&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;“As duas torres marcam a passagem no recinto sagrado, do pavimento de Mosaico, no sentido de uma meta distante do agora, supervisionada por 7 energias retratadas como olhos”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Interpretação livre da obra de Alfredo Di Prinzio, por Pedro Neves. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Representa o lugar de trabalho, a construção do templo Perfeito. Onde devemos cavar masmorras ao vício e levantar templos à virtude.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desbastando a pedra bruta, símbolo das imperfeições humanas com o malho e o cinzel, chegaremos à pedra cúbica polida que representa a perfeição.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os obreiros do bem e da paz usam como argamassa o “Cimento Místico” para unir as pedras perfeitas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Temos que saber fazer o bom uso do esquadro; utilizar o ângulo reto em nossas vidas para o aperfeiçoamento da matéria. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Com o compasso temos a medida justa para o aprimoramento espiritual através da prática das virtudes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A régua símbolo da retidão, mostra que devemos traçar um caminho reto para atingir nossos objetivos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O prumo serve para verificar se as paredes do Templo a ser erigido estão perfeitas e alinhadas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O malho símbolo da vontade bem dirigida, da força que deve ser conduzida pelo juízo representado pelo cinzel, ambos trabalham em perfeito equilíbrio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A alavanca como dizia Arquimedes “dê-me uma alavanca e um ponto de apoio e eu moverei o mundo”, ela representa o esforço humano que não deve perder a coragem.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os três pontos são a representação do triângulo símbolos da divindade, são usados nos escritos maçônicos podendo simbolizar o amor, luz e pureza.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;As letras A G D G A D U, significam: À Glória do Grande Arquiteto Do Universo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A oficina está sobre o pavimento de mosaico, que simboliza a dualidade na vida humana, o bem e o mal, amor e ódio, virtude e vício, positivo e negativo. Ela tem o formato de uma chave, parecendo-se com uma ponte símbolo de transição de um estado para outro. Em psicologia onírica, a imagem de uma ponte pode representar um desejo inconsciente de mudança. Na simbologia mística, a ponte é o emblema de ligação entre aquilo que pode ser percebido e aquilo que está além da percepção.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O nível simboliza a igualdade que deve reinar entre os seres humanos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Os três focos de chamas simbolizam as três luzes que governam a oficina, é princípio divino, a vida e a morte, transformação e regeneração, calor e energia vital, o fogo é o purificador supremo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Somente seguindo a nossa jornada rumo ao oriente, poderemos alcançar a perfeição simbolizada na estrela de cinco pontas, também chamada de pentagrama, feita de um só traço, símbolo de rica significação, a qual tem sido mudada no decorrer da história, geralmente representa os cinco sentidos com os quais o ser humano se comunica com o mundo. Também o próprio homem ideal unificado, onde cada ponta representa a cabeça, e os quatro membros do corpo humano. Poderemos então, conhecer a verdadeira pronúncia da palavra perdida, o verdadeiro nome do Supremo Criador dos Mundos que se encontra dentro do delta, o triângulo representa o perfeito equilíbrio entre os três aspectos da divindade. Os ternários ou tríades sagradas, conceito comum à maioria das religiões (Brahma-shiva-Vishnu, Yang-Ying-Tao, Pai-Filho-Espírito Santo), tudo isto entre as colunas representativas do que é justo e perfeito, de onde se origina a criação do universo, aqui representado pelas esferas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A escada que segue paralela à oficina simboliza a ascensão na vida de quem não tem o conhecimento esotérico, aquele que só conhece o exotérico, aquele que ainda não viu a luz, este caminho não leva a lugar algum, existirá sempre um muro a impedir o seu progresso.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sete olhos supervisionam tudo, simbolizando a energia vital que tudo domina.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Temos também sete seres em seu trabalho incessante que formam a oficina justa e perfeita. - PEDRO NEVES M .’. I .’. 33&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;Grupo Maçônico Orvalho do Hermon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana;&quot;&gt;Visite-nos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;﻿&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/3607532765844029905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/3607532765844029905' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/3607532765844029905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/3607532765844029905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/03/o-f-i-c-i-n-m-c-o-n-i-c-a.html' title='O F I C I N A  M A Ç Ô N I C A'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-QMUgzRoqiHQ/UVdbK8t2pVI/AAAAAAAAAZY/Hk4QhxmUtgc/s72-c/!cid_0A6917E4F8FB48A1AF3A2365997790A3@home4de804e0cf.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-857723526591964566</id><published>2013-03-22T17:57:00.000-07:00</published><updated>2013-03-23T10:57:41.615-07:00</updated><title type='text'>O ÊXITO OU FRACASSO DE UMA LOJA MAÇÔNICA DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DO SEU VENERÁVEL MESTREA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Helio P. Leite&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-s1pC1T1LN94/UUz9M8m1hYI/AAAAAAAAAZI/2Rb_Ahlx_1U/s1600/untitled5.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-s1pC1T1LN94/UUz9M8m1hYI/AAAAAAAAAZI/2Rb_Ahlx_1U/s1600/untitled5.bmp&quot; ssa=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Evolução pelo voto no Meio Maçônico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quanto mais você souber, menos você temerá!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Votação – A votação é um dos atos mais importantes e transcendentais da Maçonaria e expressa a vontade soberana de seus membros, dada a conhecer livremente, em todas as ocasiões, através do sufrágio. O caráter eminentemente democrático da Maçonaria e do regime representativo por que se governam Lojas e Obediências fazem das votações uma constante manifestação entre os Maçons. As votações se verificam na ocasião das eleições dos Oficiais das Lojas e dos Altos Corpos, na admissão de profanos na Maçonaria e nos Graus, e nas deliberações sobre assuntos nos quais a Loja é chamada a se pronunciar. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Formação de Veneráveis Mestres – Alguns começam o trabalho de dirigente da Loja depois de um aprendizado teórico e outros se iniciam na tarefa sem qualquer estudo específico do cargo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não há como se propor ou se dedicar ao estudo das atribuições gerais e específicas do Venerável Mestre, sem antes conceituar e definir com clareza o que ele é. Constitui um corpo especial de dirigente responsável pela Oficina maçônica – é, na expressão mais sagrada do termo, autêntico &quot;guias da Fraternidade&quot; e como tal precisa estar altamente preparado para exercer com competência e dignidade essa sagrada função. É obrigação do Mestre Maçom estudar para que possa transmitir aos outros o que tenha aprendido. É dever da Loja fornecer ao Aprendiz, ao Companheiro, os meios necessários ao seu pleno desenvolvimento, zelar e se esforçar para transmitir a doutrina maçônica, exigindo pesquisas, trabalhos, preparando-os devidamente para elevações e exaltações.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Além dos seus conhecimentos adquiridos como Mestre Maçom (Ritualística – Liturgia – História da Maçonaria –Filosofia Maçônica etc., cabe ao Venerável Mestre para bem dirigir uma Loja Maçônica, aprender muito mais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Lembramos alguns conceitos essenciais e atributos necessários de um Venerável Mestre: Competência,Conhecimento, energia, experiência, Humanidade, Tolerância, Resignação, Ética, Respeito, Justiça, Afabilidade,Fé, Esperança, Caridade e Amor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Também significa a capacidade de trabalhar com afinco, a despeito da adversidade. O sentido de equilíbrio, como subproduto de autocontrole, é tão importante como a diplomacia. Outra característica de verdadeiro líder é ser sempre justo, honesto e não ter favoritos. A essas qualidades pode-se acrescentar a empatia, a profunda compreensão do outro. Empatia é fundamental em qualquer posição. Isso se aplica ao Venerável de uma Loja com sete obreiros, quanto ao primeiro malhete da maior Potência do Universo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não será um bom Venerável Mestre, o obreiro que não tiver condições de reunir toda esta fórmula, e assim, não terá possibilidades de conduzir a sua Loja por destinos gloriosos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não se deve, absolutamente, eleger um Irmão para este cargo tão importante, apenas baseado na sua antiguidade ou na sua humildade. O cargo de Venerável, assim como qualquer outro cargo na Oficina, não é prêmio ou compensação; é obrigação de trabalho e produção.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Iniciamos a compilação de algumas informações úteis ao bom desempenho de suas atribuições na direção de uma Loja Maçônica:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Na qualidade de líder, o Venerável Mestre, além do conhecimento da ritualística e da liturgia, deve compreender o comportamento humano, expressar-se bem e com eloqüência.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No seu trabalho, lidará com recurso humano com diversos níveis de cultura, capacidade de trabalho, capacidade de aprendizado e vontade de cooperar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Logo percebe que as ações não se transformam em realidade significativa através de um trabalho isolado, mas sim, com o envolvimento de outros, com muito trabalho, esforço incessante, firmeza de propósitos, competência, planejamento, e atenção aos detalhes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como líder é o guia, a pessoa que conduz. É alguém responsável pelo seu grupo de Irmãos (e não de ‘panelinhas’). Além disso, deve ser um homem experiente e digno de confiança, um ser humano que nunca desistiu diante da pior das tempestades e, principalmente, um entusiasta.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sem entusiasmo, jamais se alcança um grande objetivo. A maioria das pessoas bem-sucedidas descobriu que o entusiasmo pelo trabalho e pela vida são os ingredientes mais preciosos de qualquer receita para o homem e para os empreendimentos de sucesso. O aspecto mais importante a respeito desse ingrediente é que ele está à disposição de qualquer um – dentro de si mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A quem é dado o título de Venerável Mestre?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dado ao dirigente máximo de uma Loja. É originário do século XVII, onde foi usado pelas guildas inglesas (no original, Worshipful). Ele atinge este cargo porque se torna o maçom que pode orientar e dirigir com total independência, preso apenas a preceitos e Rituais para tomar suas decisões.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Preparação para o Veneralato (não confundir com Venerança que mais parece pajelança) - O Venerável Mestre deve ter estudado a ciência maçônica e desempenhado os postos e dignidades inferiores. È necessário que possua um conhecimento profundo do homem e da sociedade, além de um caráter firme, mas razoável. As atribuições e deveres dos Veneráveis são muitos e de várias índoles e acham-se definidos e detalhados com precisão, de acordo com o Rito e a Constituição da Potência de sua jurisdição.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Todos nós precisamos muito de quem nos ensine a viver tendo como norma de conduta os Rituais da Ordem e que, independente da religião de cada um, saiba dar orientação que vai além deste pequeno tempo em que nos mantemos em nossas Oficinas. Mas que não fale, apenas, nos mostre. Em vez de levar a mensagem que seja a própria mensagem!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sabemos que tudo o que recomendamos temos de realizar primeiro em nós. Relembremos Gandhi: &quot;Façamos em nós as mudanças que cobramos nos outros&quot;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Se tivéssemos um mínimo de bom senso, saberíamos que a maior tarefa do homem é a sua evolução, o que ninguém consegue combatendo os defeitos alheios, mas os próprios.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Venerável Mestre é o divulgador da doutrina.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Precisa ter bom senso e investir na busca incessante da mensagem embutida nas palavras, a qual, geralmente, é interpretada ao revés. Para ler a letra basta ser alfabetizado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Para ler o espírito da letra é preciso ser sábio. Inclusive quando nos referimos aos nossos problemas ou às nossas metas, dizemos que algo é importante para a Loja, quando devíamos afirmar que é importante para nós, porque nós somos a Loja. Quando perdoamos a nós próprios é quando desculpamos as faltas alheias. Quando amamos, é a nós mesmos que amamos, porque, para oferecer afeto e bondade, o homem precisa estar em paz primeiro consigo mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sabedoria para governar – Vemos que alguns ao conseguirem posições elevadas, perdem a cabeça e se consideram acima de tudo, dos Irmãos, das leis, donos e fabricantes da verdade (recentemente uma Grande Benfeitora Loja do Oriente de Brasília foi obrigada a tornar desnecessário um Venerável truculento que permaneceu no cargo uns 4 ou 5 meses, apenas). Tornam-se arrogantes, olham de cima para baixo o seu próximo e exigem-lhe submissão, honra e obediência absoluta.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A arrogância por si mesma inclui orgulho, presunção de superioridade. Não foi por nada que o Rei Salomão pediu a Deus sabedoria para governar. A sabedoria é definida como saber regular retamente a própria vida conforme as normas da honestidade e da virtude.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&quot;Grandes são aqueles que se fazem pequenos diante da pequenez dos que se fazem grandes&quot;!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Aprender um pouco de humildade, saber dizer &quot;Obrigado&quot;, ter cuidado com os bajuladores (que não são poucos, incluídos certos irmãozinhos “visitantes” que apenas atrapalham ao fomentarem discórdia, na clássica trilogia – irmãos que trabalham, irmãos que não trabalham e irmão que dão trabalho), desencorajar a disputa por posições, evitar o espírito de grandeza, ser justo com todos e generoso quando apropriado, arriscar-se mais com a prudência, ser líder inspirador, não tentar servir a dois senhores, acabar com as disputas rapidamente, seguir pelo caminho estreito, preparar-se para os dias difíceis, preparar o seu sucessor, etc.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Creio que se esses princípios fossem conhecidos e praticados, muito sofrimento e prejuízos seriam evitados e os dirigentes seriam mais felizes e tornariam seus governados mais felizes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E, resumindo, seriam respeitados. Naturalmente o lema &quot;Liberdade, Igualdade e Fraternidade&quot; de nossa Sublime Instituição não seria simples utopia positivista vazia.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Muitos, felizmente, uma vez eleitos e empossados se tornam ainda melhores, se caracterizando por serem magnânimos, compreensivos, verdadeiros, tolerantes sem ser permissivo, como bons ritualistas, sabem que o conhecimento dos Rituais não lhes permite mudanças e alterações grosseiras, inventando procedimentos ritualísticos. Estes, por serem verdadeiros líderes, além de sábios, muitas vezes são reeleitos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quando se recebe um cargo, seja ele qual for, o melhor que se deve fazer é reconhecer todos os seus atributos e passar a exercê-lo com garra e desprendimento, para valorizá-lo ao máximo, por que cada um é o elo da corrente e se este não funciona o conjunto estará prejudicado. Todo cargo tem sua dignidade, só o seu ocupante o torna nobre ou indigno.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quando o Venerável é desnecessário – Uma das situações, talvez a mais dolorosa para o Venerável Mestre, é quando ele se conscientiza de que é totalmente desnecessário para a nossa Sublime Instituição: quando decorrido algum tempo de sua instalação e posse, os obreiros já demonstram desinteresse pelas sessões, faltando constantemente; quando não entende que junto com os Vigilantes, deve constituir uma unidade de pensamento; quando constata que sua Loja, recolhe um Tronco de Beneficência insignificante. No caso todos são desnecessários, pois a benemerência é um dever do maçom; quando a Chancelaria não dá importância aos natalícios dos Irmãos, Cunhadas, Sobrinhos e de outras Lojas; quando deixa o caos se abater sobre a Loja, não sendo firme o suficiente para exercer sua autoridade; não tendo uma programação pré-definida; não cobrando dos auxiliares a consecução das tarefas determinadas, e não se importando com a educação maçônica, que é primordial para o aperfeiçoamento dos obreiros, quando procura revogar atos e decisões de administrações anteriores, com o nítido propósito de incomodar os seus legítimos antecessores.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sem cometer qualquer equivoco, com base na observação pessoal, podemos afirmar: &quot;O êxito ou fracasso de uma Loja Maçônica depende exclusivamente do seu Venerável Mestre; nenhuma outra razão, influência ou fator interveniente de ordem interna ou externa pode prevalecer ou prosperar no sentido de enodoar uma administração, prejudicando-a, sem que o administrador dê para isso margem. Se isso acontecer, o ponto fraco é o administrador&quot;. Na hipótese contrária, o êxito resultante também deve ser a ele creditado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É uma dupla irresponsabilidade a eleição de um Venerável Mestre sem a necessária implementação para o exercício do cargo. Dupla, pois é irresponsável quem desta maneira aceita a incumbência, como também, irresponsável o plenário que o elege.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Grupo Maçônico Orvalho do Hermon&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Grupo Maçônico ORVALHO DO HERMON destina-se &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;aos &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;debates de assuntos relevantes para a maçonaria universal.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/857723526591964566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/857723526591964566' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/857723526591964566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/857723526591964566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/03/o-exito-ou-fracasso-de-uma-loja.html' title='O ÊXITO OU FRACASSO DE UMA LOJA MAÇÔNICA DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DO SEU VENERÁVEL MESTREA'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-s1pC1T1LN94/UUz9M8m1hYI/AAAAAAAAAZI/2Rb_Ahlx_1U/s72-c/untitled5.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8097648150233276032</id><published>2013-01-10T12:45:00.002-08:00</published><updated>2013-01-10T12:45:51.921-08:00</updated><title type='text'>SIMBOLOGIA DO NÚMERO 7 E A ESCADA DE JACÓ</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: -54.0pt; margin-right: -60.8pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 11.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-list: Ignore;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font: 7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
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&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-J2j5_Cy2LI0/UO8oVsNff8I/AAAAAAAAAY0/MD5d2Iaz-xU/s1600/clip_image002.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-J2j5_Cy2LI0/UO8oVsNff8I/AAAAAAAAAY0/MD5d2Iaz-xU/s1600/clip_image002.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 2.2pt 5pt 9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Principio neutro dominando os
elementos da natureza, aliança da ideia e da forma; a unidade em equilíbrio;
paciência desenvolvendo a inteligência. Vitória: ligada à natureza e ao amor,
simboliza o triunfo do iniciado ao fim da sua busca ( entendimento, compreensão
e conhecimento)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;Poder espiritual vivificante, o aconselhamento fornecido ao
iniciado por Deus. Poder final do espírito sobre a matéria. Reintegração da
matéria no espírito e do tempo na eternidade. Número de poder mágico com sua
força plena, onde estão compreendidos os estados de evolução física e
espiritual que se completam; poder adquirido pelo iniciante nos dois mundos
(material e espiritual). Misterioso. Profundo. Estranho e indefinível aos olhos
do profano.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 2.2pt 5pt 9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Número que representa a energia
mais perfeita que Deus concedeu para utilização dos iniciados nos rituais. O
sete, diz os seguidores de Pitágoras, era assim chamado em função do verbo
grego &quot;sebo&quot;, - venerar e deriva do hebraico Shbo, set, ou satisfeito,
abundância, sendo Septos, em grego &quot;santo, divino, de mãe virgem&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 2.2pt 5pt 9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Assim como a Escada de Jacó
está envolvida nos mistérios e instituições que a tradição nos dá conhecer,
temos a árvore da vida, no jardim do Éden nos mostrando caminhos entre um estágio
inferior para um estágio superior. O verso da carta do tarô - o arcanjo maior -
O julgamento - aonde vemos uma escada de sete degraus um arcanjo com sua
trombeta , tendo à sua volta uma serpente que engole seu rabo com uma árvore ao
seu redor. Além de figuras humanas na base da escada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;

&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;margin: 5pt 2.2pt 5pt 9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Esta carta mostra a
ressurreição sob influência do Verbo. A Arvore da Vida carrega a seiva para
Ourobus, a serpente que morde sua própria cauda, que é o símbolo da eternidade.
A misteriosa escada dourada (escada de Jacó) que é o veículo para o homem
ascender a um plano superior, atendendo ao chamado do arcanjo. A compreensão
desta linguagem simbólica implica o conhecimento de questões que estão
diretamente ligadas ao estudo e análise do nosso subconsciente, dos arquétipos e
do nosso inconsciente coletivo descrito por Carl Gustav Jung.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;È a Escada de Jacó um símbolo religioso nos mostrando que só
chegaremos à morada de Deus se galgarmos degrau por degrau a escada da vida. È
o símbolo do caminho para a perfeição. Sua colocação no painel do aprendiz
indica que o neófito colocou o pé no primeiro degrau da escada, iniciando sua
busca para o aperfeiçoamento moral. Outra visão - a esotérica - da escada de
Jacó, onde anjos subiam e desciam por ela, nos mostra, simbolicamente os ciclos
evolutivos e involutivos da vida num perpétuo fluxo e refluxo através dos
sucessivos nascimentos e mortes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;A citação bíblica &quot;a casa de meu pai tem muitas
moradas&quot; também nos reporta ao seu sentido esotérico, dizendo-nos que há
muitos níveis para as criaturas dentro do seu grau de evolução e progresso. Que
possamos, na nossa ignorância, atinar para a grande inteligência do Plano de
Evolução da Vida, que nos é sugerido no painel da Loja de Aprendiz, pois após a
estrela de sete pontas, que simboliza a verdadeira sabedoria e a perfeição
moral, ainda poderemos transcender rumo às nuvens, Lua, Sol e demais estrelas
do firmamento, incorporando-nos no grande e glorioso Céu, contido na abóbada
celeste, para verdadeiramente nos reencontramos com o G.`.A.`.D.´.U.´.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text&quot;&gt;Ir:. Emidio&lt;/span&gt; - Publicado por
Emidio Campos .&#39;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 5pt 2.2pt 5pt 9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 9.0pt; margin-right: 2.2pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -54.0pt; margin-right: -60.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -54.0pt; margin-right: -60.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -54.0pt; margin-right: -60.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -54.0pt; margin-right: -60.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666;&quot;&gt;GRU &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/8097648150233276032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/8097648150233276032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8097648150233276032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8097648150233276032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/01/simbologia-do-numero-7-e-escada-de-jaco.html' title='SIMBOLOGIA DO NÚMERO 7 E A ESCADA DE JACÓ'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-J2j5_Cy2LI0/UO8oVsNff8I/AAAAAAAAAY0/MD5d2Iaz-xU/s72-c/clip_image002.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-455806337062447848</id><published>2013-01-06T14:17:00.002-08:00</published><updated>2013-01-06T14:28:25.282-08:00</updated><title type='text'>OS CARGOS NA ADMINISTRAÇÃO DE UMA LOJA MAÇÔNICA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-rZTd-4nf05E/UOn50XtKU8I/AAAAAAAAAYk/CLkJWR4jUmU/s1600/a_maconaria.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;227&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-rZTd-4nf05E/UOn50XtKU8I/AAAAAAAAAYk/CLkJWR4jUmU/s320/a_maconaria.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;leading&quot; style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Uma Oficina tem como um de seus pontos primordiais
para um funcionamento justo e perfeito a troca de vibrações harmônicas entre os
OObr.’.. Por isso quanto mais conhece a administração de uma Loja, mais
competente torna-se o Maçom para exercer cada um de seus cargos. É essencial,
assim, que o Maçom tenha pleno conhecimento dos cargos ocupados em Loja, bem
como conheça as atribuições de cada um de seus ocupantes.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O número e a denominação dos cargos variam de Rito para Rito, sendo
alguns cargos, no entanto, integrantes de todos Ritos. Dentre os Ritos adotados
em nosso País,
daremos mais ênfase neste trabalho ao RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO, adotado por
esta Augusta e Respeitável Loja Simbólica. Esse Rito organiza seus cargos desta
forma:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Ven.’.M.’., 1º Vig.’., 2º Vig.’., Orad.’., Secret.’., Tesour.’.,
Chanc.’., Hospit.’., M.’.de CCerim.’., 1º Diac.’., 2º Diac.’., 1º Exp.’., 2º
Exp.’., Porta-Band.’., Porta-Estand.’., Porta-Esp.’., Cobr.’.Int.’.,
Cobr.’.Ext.’., M.’.de Banq.’., M.’.de Harm.’.M.’.Bibliotecário e M.’.Arq.’.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Vale deixar bem claro que, tanto a definição de cargos, como a
localização física dos ocupantes em Loja ainda hoje são motivo de divergência
entre os estudiosos. Adotamos aqui o entendimento dos especialistas Francisco
de Assis Carvalho, Walter Pacheco Junior e José Castellani. Essa visão pode ser
diferente daquela de outros Maçons.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Todos sabemos que os cargos em Loja são enormemente carregados de
simbolismo. É aliás próprio da essência maçônica tal simbolismo. Temos a mais
firme convicção disso. Entretanto, neste modesto e despretensioso trabalho,
procuramos agrupar os cargos em Loja em função da condução administrativa de
uma Oficina. Nunca é demais enfatizar que, mesmo com esse enfoque burocrático-
-administrativo, não podemos nem devemos esquecer o sentido esotérico que cada
Dignidade e Oficial devem imprimir a sua função. Afinal, somos uma Loja, e não
uma repartição pública.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Fique bem claro que não é pretensão nossa dissecar de forma definitiva
os atributos de cada cargo e todas as inúmeras obrigações das dignidades e
Oficiais de Loja. Existe uma extensa literatura, de competentes autores,
nacionais e estrangeiros, tratando desse assunto. A nossa ideia é definir
parâmetros que permitam montar uma estrutura na qual os processos
administrativos possua fluir sem solução de continuidade.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Pode-se visualisar essa estrutura como um conjunto de células de ação
agrupadas em torno de um eixo coordenador central. Note-se que, nas células
definidas a seguir, um ocupante de determinado cargo pode atuar em mais de uma
área. Essa flexibilidade é particularmente bem-vinda em Lojas cujo pequeno
Quadro de OObr.’. não permite que todos os cargos sejam efetivamente ocupados.
Uma estrutura a adotar seria a seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;COORDENAÇÃO GERAL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;É muito comum considerar-se que a administração de uma Loja cabe
inteiramente a seu Venerável. Data vênia, não concordamos com essa premissa.
Entendemos a Loja como um corpo com diversos órgãos que, embora tenham
funcionamento distinto, interagem uns com os outros, todos sob o controle do
cérebro – o Ven.’.M.’. – que tudo coordena. Ou seja, indiscutivelmente, o
Ven.’.M.’.deve imprimir sua marca pessoal em todas as áreas, mas jamais
procurar tolher ou inibir os ocupantes dos cargos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Atuantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Ven.’.M.’.&lt;br /&gt;
1º Vig.’.&lt;br /&gt;
2º Vig.’.&lt;br /&gt;
Venerável Mestre&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Uma Oficina é reconhecida pela atuação de seu Venerável e ele deve
obter de forma espontânea o reconhecimento de seus pares, realizando-se, assim,
todas as Reuniões em comunhão fraternal. Não é a rigidez na condução da Loja que
a faz crescer, mas sim uma perfeita distribuição de atividades, sempre
supervisionadas pelo Ven.’.M.’..&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Dessa forma, sendo atividades como as de Controle, Orientação,
Coordenação e Planejamento, inerentes ao cargo do Venerável, deve essa
dignidade exercer esse munus definindo atividades para todos os Oobr.’., seja
designando-os para Comissões, seja solicitando-lhes trabalhos maçônicos. Um
Ven.’.M.’. não deve permitir o ócio entre seus Oobr.’.. pugnando para que todos
sem exceção, do Ap.’.M.’. ao M.’. M.’., enfronhem-se nas atividades da Oficina.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Primeiro e Segundo Vigilantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Sendo os substitutos do Ven.’.M.’., devem os VVig.’.estar sempre a par
do modelo administrativo posto em prática pelo Venerável de sua Loja, para que
nos impedimentos desse, aqueles possam dar seguimento, sem rupturas, à
administração da Loja, consoante o estilo que vinha sendo adotado. Os
VVig.’.devem dividir com o Venerável a tarefa de Instrução e cobrança de
trabalhos dos OObr.’.da Loja.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;SETOR ADMINISTATIVO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Atuantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Sec.’.&lt;br /&gt;
Orad.’.&lt;br /&gt;
Chanc.’.&lt;br /&gt;
Arquit.’.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Sec.’. atua na escrituração e conservação dos Livros e Arquivos da
Loja, assim como coordena o fluxo de correspondência e expedição de certidões
Ao Orad.’.cabe receber do Irm.’.Sec.’. Decretos e Leis expedidos pelos
Grãos-Mestrados, para serem lidos em Loja; fiscalizar a leitura da cédula de
eleição, conferir a coleta do Tronc.’.de Benef.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Irm.’.Chanc.’.Guarda Fiel do Timbre e do Selo da Loja tem a seu
cargo Manutenção do Livro de Frequência.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;É bom lembrar que os Livros de Frequência devem ser dois, um para
OObr.’. do Quadro da Loja, e outro para registro dos visitantes; emissão de
Certificados de Presenças de Visitantes; elaboração de Mapa Mensal de
Freqüência para definição daqueles IIr.’. que podem exercer o direito de voto
nas eleições; mantêm sob sua vigilância os Livros Amarelo e Negro.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O primeiro onde são lançados os nomes daqueles profanos que tiveram
seu ingresso na Ordem recusado, por motivos transitórios, e o segundo onde
anotam-se os nomes dos profanos que foram recusados por motivos de ordem moral
ou algum outro mote insanável.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Arq.’. controla o material de expediente; em Livro de Carga
inventário das alfaias, móveis e utensílios do T.’.zelando por sua conservação.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;SETOR FINANCEIRO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Todo o trânsito de metais na Loja é controlado pelos Oficiais dessa
célula.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Atuantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Tes.’.&lt;br /&gt;
Hospit.’.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Ao Tes.’.cabe elaborar balanços e balancetes, arrecadar as taxas
devidas pelos OObr.’. pagar despesas, desde que autorizadas pelo Venerável. O
Ir.’.Hospit.’. vela para que os metais arrecadados pelo Tronc.’.de Benef.’.
sejam utilizados de acordo com as normas maçônicas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;SETOR SOCIAL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;A área Social tem ingerência tanto sobre as relações internas da Loja
– frequência, participação, evolução maçônica dos OObr.’.- como as relações
externas da Loja, suas coirmãs, e com a comunidade onde se insere.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Atuantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Chanc.’.&lt;br /&gt;
Hospit.’.&lt;br /&gt;
M.’.de Banq.’.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Ir.’.Chanc.’.mantém o fichário de OObr.’. contendo datas as mais
gratas aos IIr.’. inclusive de seus parentes mais chegados; programa visitas a
Lojas coirmãs e de outras Obediências; incentiva o congraçamento feminino,
promovendo a união de mães, esposas, filhas, etc. dos IIr.’.do quadro; atualiza
o Quadro de IIr.’. da Loja para repassar a cada Sessão, ao Ir.’. Hosp.’. os
nomes dos IIr.’. faltosos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Irm.’. Hospit.’. deverá ser um Ir.’. que goze da simpatia de todos
os outros OObr.’.. Isso porque o trabalho do Hospit.’.dentro do T.’. é
relativamente fácil, pois ali cabe-lhe fazer girar o Tronc.’. de Benf.’.. A sua
missão, fora do T.’., é muito preciosa , pois deve agir como se fosse um
parente chegado de cada Obr.’. visitando periodicamente lares e tomando
conhecimento de seus problemas, de saúde, conjugais ou financeiros.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Ao Hospit.’. cabe levar ao Ven.’.M.’. os problemas dos demais IIr.’.
para que juntos possam definir uma solução.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Em caso de falecimento de um Ir.’. do Quadro cabe ao Hospit.’.
comunicar o desenlace a todas as outras Lojas de seu Oriente, assinando as
PPranc.’. com o Ven.’. M.’. e o Ir.’. Sec.’. com o Irm.’. Tes.’. cabe-lhe velar
para que os metais arrecadados pelo Tronc.’. de Benef.’. sejam utilizados de
acordo com as normas maçônicas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Ir.’.M.’. de Banq.’. tem a seu cargo a logística da preparação de
Banquetes e Festas, ritualísticas ou não.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;SETOR CULTURAL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Cultura maçônica não é passatempo nem exibicionismo. É obrigação!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;É comum que livros, revistas, jornais, boletins, discos, fitas, e
outras peças que possam trazer mais conhecimento maçônico, passem à guarda
pessoal do Venerável da Loja ou de seu Secretário. Isso é intolerável porque
todo esse material é destinado à Loja e não a um de seus Membros.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Atuantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Orad.’., M.’. de Harm.’. , Bibliotec.’., Orad.’.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Manutenção de fichário atualizado de palestrantes de outras Lojas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;M.’. de Harm.’. mantém o controle, por meio de Livro de Carga, de
discos, fitas e aparelhos reprodutores destinados a abrilhantar as Sessões e
Banquetes.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Bibliotec.’. Guarda acervo literário da Loja. Na falta de Bibliotec.’.
o acervo literário da Loja deve ser controlado pelo Irm.’. Orad.’. e posto à
disposição dos OObr.’. da Loja.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h2 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;SETOR LITÚRGICO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Os cargos agrupados nesse setor são de primordial importância para a
Loja e já foram gastos rios de tinta em livros tratando deles. Como estamos
tratando de estrutura administrativa a abordagem desses cargos será “en
passant”, nunca, no entanto, olvidando-se o seu imenso valor e fenomenal
conteúdo maçônico.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Atuantes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Orad.’., M.’. Cer.’., DDiac.’., EExp.’., CCob.’.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O Ir.’. Orad.’. é o Guarda da Lei e como tal obra por cumprir e fazer
cumprir os deveres maçônicos. Quanto ao M.’. Cer.’. para ilustrar sua
importância, basta transcrevermos o Ir.’. Castellani: “Nota-se … que o
M.’.Cer.’. é um Oficial importantíssimo, devendo ser um perfeito conhecedor da
Ritualística. Ele é tão importante que tem o direito de, estando Entre Colunas,
pedir a Palavra diretamente ao Ven.’.M.’. através de uma simples pancada com as
palmas das mãos.”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Há ainda os DDiac.’., que transmitem as ordens em Loja, o 1º Diac.’.
levando a palavra do Ven.’.M.’. ao 1º Vig.’. e o 2º Diac.’., do 1º Vig.’. ao 2º
Vig.’. às CCl.’. Os Ir.’. responsáveis pelo acompanhamento dos iniciados em
suas viagens templárias.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Embora seja do conhecimento de poucos, é o Ir.’.1º Exp.’. que arbitra
os conflitos maçônicos entre o Ven.’.M.’. e seus VVig.’.. A célula abriga
também os CCob.’. , nossos guardiões do T.’., interna e externamente de espada
em punho guardando nosso Sagrado Local, de impertinentes e curiosos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;As ações litúrgicas especiais pedem também presença dos
Porta-Estandartes e Porta-Bandeiras. Já o Porta-Espada exerce seus deveres nas
Sessões Magnas de Iniciação, Elevação e Exaltação. É bom lembrar que o cargo de
Porta-Espada não existe nos Ritos Brasileiros, Francês (ou Moderno), de York e
Schroeder. É utilizado nos Ritos, Escocês Antigo e Aceito, e Adonhiramita.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;E, assim findamos nossa exposição de uma estrutura administrativa em Loja. Para que não
pairem dúvidas confessamos nossa mais absoluta fé na ortodoxia dos cânones
maçônicos. Esse trabalho sugere tão somente que há reais possibilidades de se
aliar ao formalismo dos regulamentos e rituais, a flexibilidade de técnicas
modernas de administração.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Tudo para promover o crescimento intelectual, aperfeiçoar o perfil
moral e promover o insumo social na Augusta e Respeitável Loja a que
pertencemos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Enviado pelo Ir.’. Moisés Ramos Pimentel M.’.M.’. ARLS Vigilância e
Justiça 2132 • GOB/CE • Fortaleza • CE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;ygrp-grdescr&quot;&gt;Grupo Maçônico Orvalho do Hermon &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;


&lt;span class=&quot;corner-bottom&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corner-left&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;h1 style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -45.0pt; margin-right: -51.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
O&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;ygrp-grdescr&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;corner-bottom&quot;&gt;&lt;span class=&quot;corner-left&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -45.0pt; margin-right: -51.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-right: -6.8pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1 style=&quot;margin-bottom: 5.0pt; margin-left: -45.0pt; margin-right: -51.8pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/455806337062447848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/455806337062447848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/455806337062447848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/455806337062447848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2013/01/cargos-na-administracao-da-loja.html' title='OS CARGOS NA ADMINISTRAÇÃO DE UMA LOJA MAÇÔNICA'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-rZTd-4nf05E/UOn50XtKU8I/AAAAAAAAAYk/CLkJWR4jUmU/s72-c/a_maconaria.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-340758638809660190</id><published>2012-09-01T07:49:00.002-07:00</published><updated>2012-09-01T07:49:39.110-07:00</updated><title type='text'>0 MESTRE INTERIOR – NO TEMPLO </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-tcSQCCpRDp8/UEIgYVHiKVI/AAAAAAAAAWg/etdhbzlgFaQ/s1600/escadadejaco-k.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; fea=&quot;true&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-tcSQCCpRDp8/UEIgYVHiKVI/AAAAAAAAAWg/etdhbzlgFaQ/s1600/escadadejaco-k.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A porta do Templo é um símbolo de acesso ao interior, onde está oculta a verdade e outros tesouros. Quando solicitamos a entrada no Templo interior, somos questionados “Quem é o temerário que ousa interromper as nossas meditações”, e o nosso guia interior responde que é um candidato que não é escravo das paixões e desejos e que não é de maus costumes, pois, no Templo da verdade e da sabedoria, não entra quem é preconceituoso e possui péssimos costumes. Caso não tenhamos o desejo sincero de buscar a verdade, poderemos ser impedidos pela espada do guardião, que impede a entrada de curiosos temerários, invasores profanos e dos mercadores do santuário. Fazemos uma oração para solicitar o auxílio nos momentos de perigo, durante o trajeto na senda. Sabemos que o vício nos arrasta para o mal e que devemos ter disposição na alma para a prática do bem. As coisas boas da vida, a doçura, podem se transformar de uma hora para outra em amargor, em decepções, e temos que estar preparados para isso, Cristo passou por dores e momentos insuportáveis, os momentos difíceis nos deixam vulneráveis. Ao curioso que pensa somente em adquirir poderes, estabilidade financeira com riquezas e auxílios mútuos, e se esquecem do desenvolvimento espiritual, sentem a desilusão, porque, os espera um cálice de amargura, que ao ser apresentado a Cristo, este exclamou: “Pai, se é possível, afasta de mim este cálice”. O verdadeiro postulante, consegue absorver a mudança das doçuras da vida em amargor, e tem fé que o amargor se transforme novamente em doçura pela conhecimento da verdade. Temos que percorrer um caminho difícil e tortuoso, os obstáculos e a instabilidade do tempo (ar), com chuvas e trovoadas, e nessa viagem, começamos o trajeto na realidade exterior (ocidente), e passamos pela noite escura do norte utilizando apenas a visão intelectual, caminhamos com dificuldade, até podermos chegar ao lugar de luz (oriente), após conseguirmos a iluminação da consciência, não poderemos ficar parados neste local, não podemos guardar a luz, temos que levá-la aos que ainda se encontram no mundo material sem luz (ocidente). Temos que ter ciência que representamos o símbolo da sociedade, onde a inteligência de um pequeno grupo conduz as massas ignorantes que não podem se governar. O processo de busca da luz é contínuo, quando estivermos mais esclarecidos poderemos percorrer um caminho mais plano, ainda poderemos ouvir o som dos combates da vida, tinir de espadas, mas, ao final deste caminho, o nosso guia nos leva a uma fonte de água para purificarmos a alma. Novamente temos a demonstração da solidariedade humana. Então, seguimos por um caminho livre de obstáculos, podemos ouvir o crepitar das chamas durante este trajeto e sentimos o calor do fogo, que, além de purificador é o símbolo da descida do Espírito sobre a matéria. Estaremos aptos a nos submeter à terrível prova do batismo do heroísmo, do mártir, oferecemos o nosso fluido vital (sangue). Então, poderemos receber o selo da fé e da caridade em nosso peito. Devemos procurar auxiliar e socorrer os necessitados, os miseráveis e deserdados da fortuna, não podemos ser vaidosos e fazer doações com orgulho, humilhando a quem recebe as nossas dádivas, sentimos a angústia em nosso coração diante da impossibilidade de socorrer os miseráveis e necessitados. Com a prática da caridade, juramos fidelidade ao dever, e retiramos a venda material que nos cobria os olhos, podemos finalmente ver a luz. Somos consagrados e nos tornamos justos e perfeitos. Nascemos de novo, cumprimos o que disse o Divino Mestre Jesus: “O REINO DE DEUS ESTÁ DENTRO DE VÓS” Pedro Neves .’. M.’. I.’. 33.’. Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (&quot;você deve citar a autoria de Pedro Neves e o e-mail, neves.pedro@gmail.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Grupo Maçônico Orvalho do Hermon&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/340758638809660190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/340758638809660190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/340758638809660190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/340758638809660190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/09/0-mestre-interior-no-templo.html' title='0 MESTRE INTERIOR – NO TEMPLO '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-tcSQCCpRDp8/UEIgYVHiKVI/AAAAAAAAAWg/etdhbzlgFaQ/s72-c/escadadejaco-k.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-3517096975997492395</id><published>2012-08-29T18:02:00.002-07:00</published><updated>2012-08-29T18:02:23.435-07:00</updated><title type='text'>DEZ CONDUTAS MAÇÔNICAS </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-eLQD384ao5Q/UD67f2nLugI/AAAAAAAAAWM/hRgoCoHzk6Y/s1600/!cid_6EB334BF-6EDB-4016-9DD9-8D243B38919D.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; fea=&quot;true&quot; height=&quot;173&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-eLQD384ao5Q/UD67f2nLugI/AAAAAAAAAWM/hRgoCoHzk6Y/s320/!cid_6EB334BF-6EDB-4016-9DD9-8D243B38919D.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&quot;Dez condutas maçônicas que, certamente, contribuem positivamente e protegem a nossa ordem das ações e das influências dos infiltrados. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;1) Sirva à instituição e não à pessoas; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2) Quando for divergir, seja de idéias, propostas e condutas, mantenha-se imparcial e com honestidade, deixando de lado simpatias ou antipatias pessoais;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;3) Chame sempre para você a responsabilidade de proteger e defender a instituição, não esquecendo que os nossos maiores inimigos, infelizmente, vestem avental; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;4) Não se venda por medalhas, títulos, cargos, alfaias e elogios; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;5) Quando for indicar um candidato, não seja um corretor de avental; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;6) Seja parceiro fiel e leal da verdade e da justiça, assumindo a inteira responsabilidade do que falar, escrever ou fazer; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;7) Nunca se esqueça que os exemplos falam mais do que palavras e que os Aprendizes, Companheiros e Mestres mais novos precisam de referências; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;8) Não seja Maçom oportunista ou inconsequente, pois baixaria, truculência e contestação infundada e mentirosa não são compatíveis com as nossas virtudes e princípios, maculando os Templos Maçônicos; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;9) Não olhe para um Irmão como se fosse seu superior hierárquico, porém respeite as autoridades maçônicas legalmente constituídas, bem como, se for necessário, exija delas, usando os caminhos e meios legais maçônicos, que desempenhem os seus cargos com dignidade, probidade, humildade e competência, pois não estarão fazendo mais do que sua obrigação; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;10) Seja um obreiro útil, humilde, dedicado, competente, de atitude e instruído nos augustos mistérios da Arte Real, pois, caso contrário, poderá ser manipulado e inconscientemente prestar serviços para aqueles pseudo maçons que representam a anti-maçonaria. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conclusão Por entender que a conclusão tem caráter pessoal, convido os Irmãos leitores para que sejam co-autores deste artigo, pois, na Maçonaria, entre outras coisas, vim submeter minha vontade. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;span id=&quot;goog_886701088&quot;&gt;&lt;/span&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON&lt;span id=&quot;goog_886701089&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Rio de Janeiro&amp;nbsp;- RJ&amp;nbsp;- Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/3517096975997492395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/3517096975997492395' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/3517096975997492395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/3517096975997492395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/08/dez-condutas-maconicas.html' title='DEZ CONDUTAS MAÇÔNICAS '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-eLQD384ao5Q/UD67f2nLugI/AAAAAAAAAWM/hRgoCoHzk6Y/s72-c/!cid_6EB334BF-6EDB-4016-9DD9-8D243B38919D.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-4512867917437283412</id><published>2012-08-17T14:47:00.001-07:00</published><updated>2012-08-17T14:48:58.888-07:00</updated><title type='text'>A BELEZA DE NOSSA LOJA! </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-GOll5h8T_Zs/UC675HBWFaI/AAAAAAAAAV0/TIkX6iVLXFY/s1600/48979_100002030713835_2058563678_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-GOll5h8T_Zs/UC675HBWFaI/AAAAAAAAAV0/TIkX6iVLXFY/s1600/48979_100002030713835_2058563678_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Ir. Valdemar Sansão - MI São Paulo SP. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O bom Venerável não pensa em reeleição. Prepara uma Loja melhor para seu substituto! A beleza de nossa Loja não é dizer que tem um Deus que zela por ela, é sim dizer que ela tem um grande Deus. A beleza de nossa Loja não está só em nós, seus obreiros, trabalharmos para a construção da Sociedade Humana, mas se quisermos realmente mudar o mundo, comecemos por mudar uma pequena parcela dele: esta parcela que chamamos de “Eu”, ou seja, começar por nós mesmos. E ainda que a nossa pretensão não seja essa, mas tão somente a de manter a paz e a serenidade em nossos corações, o caminho é o mesmo: procurar tais recursos dentro de nós. Se pensássemos menos em disputas e mais em compartilhar, viveríamos em um mundo bem melhor, construído por nós mesmos. Nós não precisamos de muita coisa, só precisamos uns dos outros, pois somos a soma das nossas decisões. Consideremos o que nos ensinou Charles Chaplin: “cuidado com as palavras pronunciadas em discussões e brigas, que revelem sentimentos e pensamentos que na realidade você não sente e não pensa… Pois minutos depois, quando a raiva passar, você delas não se lembrará mais… Porém, aquele a quem tais palavras foram dirigidas, jamais as esquecerá” As palavras nunca ofendem, o que ofende é o tom com que elas são ditas. As pessoas esquecerão do que foi dito, esquecerão do que foi feito, mas nunca esquecerão do que sentiram. Sejam quais forem as suas raivas contra um Irmão, ao invés de esmerar-se em criticá-lo, farejando defeitos, apedrejando-o, rasgando sua reputação, continue a vê-lo e amá-lo. Aprendamos com as cordas do violão, que são independentes, mas cada uma fazendo a sua parte, juntas constroem as mais belas melodias. Os Irmãos se completam não por serem metades, mas por serem pessoas inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida! Por isso nunca nos dispersemos. A beleza de nossa Loja está na maturidade de cada Irmão falar “eu errei”. E ter a ousadia para dizer: “perdoe-me”. E ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. E ter a capacidade de dizer: “eu o amo meu Irmão”. A beleza de nossa Loja não está na fachada de seu templo, nem no esplendor de seu interior, nem em sua ornamentação, ou na grandeza de sua Sala dos PP\PP\, nem mesmo em seu espaçoso Átrio. A beleza de nossa Loja não está no seu quadro de obreiros cultos, pois nem sempre um homem culto é um homem sábio. Cultura são conhecimentos adquiridos. Sabedoria são as experiências vividas. Mesmo poucos ou muitos, ricos, grandes ou sábios, o importante é que sejamos honrados, estejamos sempre unidos, um ao lado do outro, apesar das diferenças, os obstáculos sempre foram transpostos, tanto nos momentos de dificuldade como nos momentos de esforço maior. A beleza de nossa Loja se realiza quando os Irmãos mais idosos, mesmo não tendo mais a força da juventude, oferecem sua simpatia à dor e seus ombros para apoiar a cabeça de um Irmão quando ele chora. Todos precisam de um ombro para chorar em algum momento da vida. Com os anos não se fica mais culto ou mais sábio: fica-se mais simples. E na simplicidade são obtidas sínteses significantes da visão do mundo. A sabedoria não está no que pensamos saber e sim naquilo que ainda não sabemos. Existirá sempre algo para aprendermos. Somos Aprendizes, alunos em formação. A beleza de nossa Loja não está em não poder realizar grandes coisas, está apenas em fazer dia a dia, pequenas coisas com um grande amor, gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão. Cada Irmão põe quanto é no mínimo que faz, porque assim a Loja brilha acima de cada um. O todo é maior que a soma das partes. A maior beleza do Aprendiz de nossa Loja, não está só nas Instruções do Ritual que os tornam infinitamente melhores, mas no caminho que percorre e nos momentos que compartilha com os verdadeiros Irmãos, nos ingredientes que vão além da amizade, na confiança, na alegria de “estar junto”, no respeito, na admiração, na tranquilidade. Para que o desabrochar da dignidade de cada um possa tornar-se uma realidade viva e completa, “antes de jurar silêncio sobre tudo quanto se passou”, se houver alguma coisa para enterrar (esquecer) sejam as palavras ásperas que disse, os gestos solidários que não fez, os preconceitos que externou, porque, ao julgar os outros, colocamos em nossas críticas o amargor de nossos próprios fracassos. Em nossas necessidades, sempre seguimos as três abençoadas regras: “Corrigir em nós o que nos desagrada nos outros; Amparar-nos mutuamente; Amar-nos uns aos outros. Agradeço a Deus, ter me concedido a alegria de ao ter deixado meu veneralato e ter sido promovido a obreiro comum, falar mais uma vez dos laços que nos unem, porque não é sem razão que nos encontramos, nos reunimos e irmanados no mesmo trabalho e ideal, fundamos nossa Loja. E como um círculo, não tem começo e fim. Reitero, aqui, meu agradecimento comovido e sincero a todos. Vale a pena trabalhar para um fim, quando não se está só. E quando lá fora o mundo se prepara para as lutas mais dolorosas e mais rudes devemos agradecer ao Grande Arquiteto do Universo a felicidade de nos conservarmos em paz em nossa Oficina, sob a égide do Seu divino amor. Permita-nos SENHOR continuarmos por Vós guiados e abençoados, conservando a tranqüilidade sagrada em nossos lares e corações e que também cubra de bênçãos, de vida abundante, feliz, repleta de Luz, Beleza, Bondade e Amor, toda a Humanidade. Assim, esperamos em Sua infinita misericórdia, criar um mundo sem exploração do homem pelo homem, sem as contundentes diferenças de classes sociais e de compreensão, bondade, paz, harmonia, belezas e de amor com que tanto sonhamos. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VII &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Rio de Janeiro - RJ - Brasil&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/4512867917437283412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/4512867917437283412' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4512867917437283412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4512867917437283412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/08/a-beleza-de-nossa-loja.html' title='A BELEZA DE NOSSA LOJA! '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-GOll5h8T_Zs/UC675HBWFaI/AAAAAAAAAV0/TIkX6iVLXFY/s72-c/48979_100002030713835_2058563678_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-4604032044444980462</id><published>2012-08-14T12:06:00.001-07:00</published><updated>2012-08-14T12:06:26.955-07:00</updated><title type='text'>MAÇONARIA: A ESCOLHA DO VENERÁVEL MESTRE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-5K82ybA6CqI/UCqhhJWtpfI/AAAAAAAAAVg/ylYFIWwSiuw/s1600/trabalho_2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;207&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-5K82ybA6CqI/UCqhhJWtpfI/AAAAAAAAAVg/ylYFIWwSiuw/s320/trabalho_2.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Escrito por Jeronimo Borges &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que caracteriza um estudo sério é a continuidade com que é encaminhado. O estudo de Maçonaria, é todo um novo mundo que se descortina diante de nossos olhos, subitamente nos lança numa ordem de coisas novas e grandiosas, só pode ser feito de maneira proveitosa por homens perseverantes, isentos de idéias preconcebidas e impulsionados por um firme e sincero propósito de alcançar um resultado sério, onde reine uma perfeita comunhão de pensamentos ao amor ao Grande Arquiteto do Universo (Deus) e de sentimentos voltados à prática do bem. Mas ela faz mais: mostra os efeitos inevitáveis do mal e, por conseqüência, a necessidade do bem. Se desejarmos coisas sérias, sejamos nós mesmos sérios. Eleições - Entendemos que a Maçonaria tem por norma a prática da democracia que outra coisa não é senão o consenso da maioria. Votar é, ao mesmo tempo, um direito e um dever do Maçom: votar nos que pretendem ser os seus dirigentes; votar na idéia que eles representam, e não em suas figuras pessoais; votar na coerência pelo que achamos certo, votar nos que pretendem bem representar a Loja. Só através do voto é que pode o Obreiro, escolher o melhor caminho de sua Loja e de dar aos preparados a incumbência de dirigi-la. Os cargos eletivos na Grande Loja e nas Lojas serão preenchidos por eleição em escrutínio secreto, no grau de Mestre, em uma única Sessão, não podendo ser adiada, suspensa ou prorrogada, a não ser por ausência da metade ou mais dos eleitos constantes na lista de votantes. No caso de adiamento, suspensão ou prorrogação, a votação deverá ocorrer dentro dos próximos oito dias, atendendo o mesmo “quorum”. O direito de voto será exercido pessoalmente. É requisito para votar e ser votado ter 50% (cinquenta por cento) de frequência em sua Loja, nos 12 (doze) meses que antecederem a eleição, excluídas as duas últimas Sessões, estar em pleno gozo de direitos e prerrogativas. É vedado concorrer a mais de um cargo administrativo na mesma chapa.Para o cargo de Venerável Mestre, ou de Vigilantes, exige-se ser mestre ativo da própria Loja há mais de 3 (três) anos, contados a partir da data do placet de exaltação ou de filiação, até a data designada para a eleição; ter 75% (setenta e cinco por cento) de frequência nos 12 (doze) meses que antecederem a eleição, excluídas as duas últimas Sessões e estar em pleno gozo de direitos e prerrogativas. Para os demais cargos, 50% (cinquenta por cento) de frequência, sob as mesmas condições. Constitui requisito de elegibilidade para os cargos de Venerável, Vigilantes, Orador e Tesoureiro, ser Mestre ativo na própria Loja há mais de (três) anos, contados a partir da data do placet de exaltação ou de filiação, até a data designada para a eleição. A Loja que possui o Quadro de Ex-Veneráveis, esse Colégio indicará os futuros candidatos.Na eleição somente votam os Mestres, e a votação é majoritária e realizada por escrutínio secreto, elaborada uma chapa prévia que é submetida à Loja; podem concorrer quantas chapas forem organizadas, mas via de regra, apresentam-se apenas duas, sendo uma da situação, ou seja, indicada pelo Colégio dos ExVeneráveis e outra da oposição, elaborada por um grupo de Mestres. (Louvado na CONSTITUIÇÃO E REGULAMENTO GERAL DA GLESP). O Venerável Mestre – Muitos Irmãos intimamente aspiram ao cargo de Venerável Mestre e, na sua grande maioria, inconscientes das responsabilidades que o mesmo envolve. Repassamos alguns lembretes indispensáveis ao bom desempenho das funções. O Venerável Mestre é a primeira Luz, o primeiro Oficial e o Presidente da Loja. Ele não tem qualquer poder, ele é o resultado da vontade dos Irmãos. O Venerável, embora sendo o resultado da vontade dos demais Irmãos, é o responsável pela atividade ou inatividade; pelo brilho ou mediocridade; pela participação ou inércia; pela cooperação ou indiferença; pela união ou desunião; pela igualdade ou complexos; pelo entusiasmo ou falta de interesse; pela humildade ou prepotência dos Irmãos, pelo ambiente de harmonia ou choque, enfim, pelo êxito ou fracasso de sua Loja. Para alcançar tais objetivos, o Venerável Mestre deve compenetrar-se pela própria relevância do cargo, que a dignidade, a decência e a lisura moral constituem predicados, inapelavelmente exigidos para uma gestão tranquila e produtiva. O Venerável Mestre deve ser o orientador, pois, Faz-se necessário que o Venerável Mestre tenha exercido alguns cargos precedentes, como o de Orador, de Vigilantes ou de Secretário, adquirindo, assim, passo a passo, a experiência suficiente para desempenhar sua gestão. A escolha para Venerável é relevante que caia em Irmão esclarecido, conhecedor da Arte Real e que tenha franquia entre os Irmãos, pessoa estimada e que seja, ao mesmo tempo, propenso a ser um líder. Requisitos - Os requisitos essenciais para o seu bom desempenho são múltiplos. Consoante a tradição o Venerável Mestre deve cumprir os seguintes deveres: 1º.) Sentir-se Maçom, de preferência a qualquer outra formação doutrinária; 2º.) Pregar a Verdade, atuar com equidade, ser discreto, justo, e pensar com retidão; 3º.) Deve participar, ser entusiasmado e incentivador, e por esses exemplos envolver os demais Irmãos para que não pensem que só os administradores têm obrigações de trabalhar; 4º.) Ser disciplinado, tolerante e apaziguador, ético e digno, pois, caso contrário, não poderá exigir essas virtudes de seus Irmãos; 5º.) Não ser invejoso, dominado por paixão, rancoroso e intrigante; 6º.) Ser estudioso e meticuloso; 7º.) Ser planejador, pois, se uma boa programação não for bem elaborada, os Irmãos de sua Loja tornar-se-ão indiferentes, dispostos a criticar e nunca apresentar soluções; 8º.) Ser humilde e inteligente; 9º.) Nas eleições ter o comportamento de Magistrado; 10º.) Não pleitear cargos ou posições dos Escalões Superiores; 11º.) Obedecer os Landmarks, cumprir e fazer cumprir os Estatutos, Regulamentos e Constituições, a Legislação da Grande Loja (GLESP), a Ritualística adotada pela Loja. 12º.) Zelar pela observância dos bons princípios, perfeita harmonia e Fraternidade. 13º.) Reunir o que está disperso. Conclusão - Todos são chamados a atuarem corajosos e sinceramente, dando de si próprios o melhor. Os fracos, os licenciosos, os levianos, nada poderão fazer de útil e verdadeiro; o maçom nasceu para fazer o bem e lutar contra o mal, para isso lhe foi dada a grandeza da alma, objetivando uma expressão mais alta da vida. Durante muito tempo, os homens se distanciaram uns dos outros e a Maçonaria é o laço que um dia unirá os homens, porque lhes mostrará onde está a verdade e onde está o erro. Mas muitos ainda assim, a negarão. Julgue-a por suas obras e seus princípios. A Maçonaria nunca instigou ao mal; nunca aconselhou nem legitimou o erro e a violência, tampouco a avidez de bens terrenos. Somente os que são humildes, bons, humanitários e são seus preferidos, pois trilham o caminho que esta lhes mostrou para chegar até ela. No seu aspecto científico e filosófico, a Maçonaria será sempre um campo nobre de investigações humanas, como outros movimentos coletivos de natureza intelectual, que visam ao aperfeiçoamento da humanidade. Todavia, estabelece a renovação definitiva do homem, para a grandeza de seu imenso futuro, começando pela ESCOLHA DO VENERÁVEL MESTRE. “Todas as máximas já foram escritas, falta apenas aplicá-as” (Pascal) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VII&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Rio de Janeiro – RJ – Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/4604032044444980462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/4604032044444980462' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4604032044444980462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/4604032044444980462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/08/maconaria-escolha-do-veneravel-mestre.html' title='MAÇONARIA: A ESCOLHA DO VENERÁVEL MESTRE'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-5K82ybA6CqI/UCqhhJWtpfI/AAAAAAAAAVg/ylYFIWwSiuw/s72-c/trabalho_2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-1617540407045795531</id><published>2012-08-14T10:26:00.000-07:00</published><updated>2012-08-14T10:26:11.679-07:00</updated><title type='text'>FORMAÇÃO DE VENERÁVEIS MESTRES: </title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-osbT-POk23c/UCqJVxuCmaI/AAAAAAAAAVM/vN3xhstwNMo/s1600/ajc_veneravel.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-osbT-POk23c/UCqJVxuCmaI/AAAAAAAAAVM/vN3xhstwNMo/s1600/ajc_veneravel.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #4c1130; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Os Veneráveis Mestres constituem um corpo especial de dirigentes responsáveis pelas Oficinas maçônicas – são, na expressão mais sagrada do termo, autênticos “ guias da Fraternidade” e como tais precisam estar altamente preparados para exercer com competência e dignidade essa sagrada função. Na qualidade de líder, o venerável deveria dominar (ou pelo ser instruído) alguns aspectos do saber humano. Condutores de homens precisam compreender o comportamento humano (Psicologia), raciocinar corretamente (Lógica), expressar-se bem e com eloqüência (Retórica) e como vivem num contexto social é imprescindível compreender os fatos sociais (Sociologia). O domínio mesmo que relativo desses ramos do saber, constituirá numa ajuda considerável para a devida formação de construtores sociais. Além disso, ele precisará possuir uma compreensão profunda da Tradição Maçônica em seus múltiplos aspectos. Não podemos nos iludir quanto à elaboração de um curriculum de altíssimo nível para a formação de dirigentes maçônicos (formadores de opinião, construtores sociais, estadistas e condutores anônimos da sociedade). Reunir mestres maçons para ensinar o obvio sobre a maçonaria, como segurar no malhete, como preencher propostas e outras coisas dessa natureza é uma insensatez. Não podemos nos esquecer que a maçonaria é inspirada e movida pelo Arquétipo da Sabedoria e que os maiores estadistas, chefes revolucionários e grandes lideres mundiais foram preparados nos Templos da Ordem. Lembremo-nos que o pragmatismo do mundo moderno não permite mais a perda de tempo com questões simplórias e triviais. Muito pelo contrário, ele exige que mergulhemos no coração do conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;strong&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
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</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/1617540407045795531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/1617540407045795531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/1617540407045795531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/1617540407045795531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/08/formacao-de-veneraveis-mestres.html' title='FORMAÇÃO DE VENERÁVEIS MESTRES: '/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-osbT-POk23c/UCqJVxuCmaI/AAAAAAAAAVM/vN3xhstwNMo/s72-c/ajc_veneravel.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8862362622114137759</id><published>2012-08-09T18:13:00.002-07:00</published><updated>2012-08-09T18:13:57.848-07:00</updated><title type='text'>EX-VENERÁVEL DONO DA LOJA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-gCBe3vWX_gY/UCRgIRPrFvI/AAAAAAAAAU4/mB6lRWLcjbY/s1600/Martelo-malho.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; kda=&quot;true&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-gCBe3vWX_gY/UCRgIRPrFvI/AAAAAAAAAU4/mB6lRWLcjbY/s1600/Martelo-malho.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;* Irmão Hercule Spoladore &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;É uma situação que ocorre com frequência na Maçonaria brasileira e quiçá na mundial. O que vem a ser esta situação? Simplesmente, conforme o titulo do trabalho já sugere, é um Irmão que exerceu sua gestão como venerável de uma loja e que seu desempenho pode ter sido muito bom ou muito mau, mas seu mandato se esgotou, e ele esquecendo que já passou o seu momento como principal gestor da loja e que deveria ficar quieto no seu canto, insiste em se intrometer nos trabalhos da nova liderança que democraticamente surgiu na sua loja através do voto. Apegado ao poder, chega aos limites da hipocrisia que como se sabe é o ato de fingir qualidades, ideias ou sentimentos que em realidade ele não tem e isso às vezes se torna uma verdade para ele ainda que falsa, um verdadeiro sofisma, e ele acreditando ser o que sabe tudo, que sabe mais que os outros, em fim é o dono da verdade. Ele não sabe se conter, não consegue ficar sem dar palpites, ou dar ordens ao novo venerável, ou criticar o novo líder, não somando as suas forças com as da nova gestão, pelo contrário, atrapalhando-a. Se o novo venerável não for um líder pragmático, pulso forte, que não saiba se impor, ficará a mercê do antecessor, não podendo exercer a sua gestão a contento como planejou. Todavia, numa loja democrática, não faltarão Irmãos que com coerência e bom senso, tomarão partido do novo líder e os mais habilidosos, chegam ao ex e com muito jeito, com parcimônia tentam faze-lo compreender a nova situação, o que às vezes não conseguem havendo até em certos casos uma cisão na loja. Muitas novas lojas foram fundadas por ex-veneráveis que não souberam respeitar a nova liderança. Este é um fato inconteste. Este apego ao poder é algo que o ex-venerável às vezes não pode se controlar, porque ele não estava preparado quando exerceu seu mandato para um dia deixa-lo como soe acontecer nos regimes democráticos e uma loja maçônica não tem dono justamente por ser uma democracia. Ele se achou venerável, e não entendeu que apenas estava venerável. Acha que continua venerável. Este tema abre um leque mais profundo em relação a analise do poder nas lojas e como ele é manipulado. Este tipo de dono da loja não é o pior entrave para uma loja. O pior ex-venerável é aquele tipo de irmão matreiro, político, de fala mansa, que sorri para todo mundo, abraça a todos três vezes e que se derrete em falsos elogios aos Irmãos do quadro e procede assim porque é uma das suas estratégias para se manter no poder eternamente. Ele se vale de bonecos ou títeres para cobrir uma gestão que por imposições das constituições das potências ele não pode se reeleger mais de uma ou duas vezes. Em seguida ele volta gloriosamente na próxima. Mas durante a gestão de seu preposto, quem dirigirá a loja de fato, será ele. Não de direito, mas de fato. Ele tomará todas as decisões e o venerável de plantão cumprirá rigorosamente o que o seu chefe determinar. Geralmente ele tem o seu grupo, formado por comparsas que são coniventes que antecipadamente já decidiu quem será o venerável para os próximos seis ou oito anos, mas sempre ele voltando após as gestões de seus substitutos arranjados ou então apenas preferirá ser o chefe por trás, nos bastidores, mandando em tudo e por muito tempo. No fundo a sede de poder, nada mais que uma autoafirmação, insegurança, incapacidade de ser transparente com seus semelhantes e com o meio em que vive vaidoso mentiroso geralmente tendo uma visão unilateral dos processos de interação entres os Irmãos, tornando sua personalidade a de um verdadeiro psicopata social. Não sabe mais discernir os seus limites. Não tem sentimentos. Chega a ser uma doença um desvio de personalidade, e de comportamento. Isto não é bazofia ou piada. Isto realmente acontece na Maçonaria brasileira num índice maior do que se pode imaginar, mas não como rotina. Infelizmente esta situação vem ocorrendo e muitos irmãos fingem não vê-la ou sentila, porque os membros das lojas com exceção de verdadeiros maçons agem passivamente como cordeiros, esquecendo que uma loja aberta em sessão é uma tribuna livre onde ideias são criadas, sonhos são idealizados que podem mover o mundo, um verdadeiro laboratório social que pode mudar tudo para melhor e por isso todos os problemas devem ser discutidos e todos devem participar. Uma situação esdrúxula aconteceu em uma loja que será omitido o nome da cidade, onde isso ocorreu. Um Irmão destes tipos de donos da sua loja, fez a sua loja votar o título de “venerável perpétuo” para ele. Até aí, nada de mais, a loja votou, está votado. Mas ele exigia que a loja só abrisse os trabalhos em suas sessões normais quando ele estivesse presente. E ele atrasava sempre cerca cinco a dez minutos. E aí a sessão começava. Isso é o cúmulo da hipocrisia, tanto deste sociopata ex-venerável como da loja que aceitava tal situação. Pasmem! Parece uma estória inventada, mas não é. Isto é verídico! Mas é bom que se frise que a maioria dos ex-veneráveis não se enquadram nesta descrição. Existem ainda muitos bons maçons na Ordem. Felizmente a maioria. São. Irmãos excelentes, preparados, humildes, sabem qual é o seu lugar dentro de uma loja, bons conselheiros, conhecem o peso de um malhete, porque já o manejaram quando foram veneráveis. Aprenderam mais ouvir que falar. A Maçonaria valoriza a Dialética, que é a arte do dialogo, ou a discussão, como força de argumentação permite que se contrariem ideias, que elas sejam discutidas em todos os sentidos e que dessa situação nasça um idéia concreta, inteligente e perfeita, uma verdadeira síntese de tudo o que foi tratado, desde que venha em favor da Ordem e da humanidade. Ela prega a igualdade e a liberdade de pensamento entre seus adeptos. Esta situação de dono de loja é uma das causas maiores do afastamento de muitos honrados irmãos da Ordem. Se um irmão, sem medo, com coragem falar em nome da democracia e dos verdadeiros princípios da Ordem, e isto ferir os desígnios destes déspotas, este será marcado, perseguido e descriminado. Considerando-se que temos cerca de seis ou sete mil lojas no Brasil, imagine-se o número de Irmãos que agem desta forma, considerando-se que a natureza humana é complexa e estranha, que muitos homens possuem a síndrome do poder em função de seu DNA animalesco onde um quer ser o dominante sobre o outro, ou sobre os outros. Geralmente estas pessoas são inseguras, não são felizes, não estão de bem com a vida e esta forma de querer exercer um suposto poder sobre os outros é sua maneira de tentar equilibrar seus próprios defeitos. A síndrome do poder também chamada de síndrome do pequeno poder é uma atitude de autoritarismo por parte de um individuo que recebeu um poder e tenta usa-lo de forma absoluta e imperativa sem se preocupar com os problemas dicotomizados que possam vir a ocasionar. A síndrome do pequeno poder pode se tornar uma patologia, quando se torna crônica. Existem aqueles Irmãos que mesmo longe do poder pensam que o possui. Quando a realidade lhe é mostrada, entram em depressão. Mas a Maçonaria prega justamente o contrário. Ela é democrática. Quando se fala em vencer as paixões significa que o maçom deve fazer prevalecer em seu consciente racional sobre as programações erradas de seu subconsciente, ou seja, sobre a parte ruim que o ser humano tem dentro de si. Segundo São Francisco de Assis, é o “burro” ou a “besta” que o ser humano carrega dentro de sua consciência. Uma das condições mais exigidas pelos princípios maçônicos é justamente você fazer prevalecer seu lado bom, vencendo o seu lado mau. A condição para um irmão ser venerável em primeiro lugar é que ele tenha merecimentos pessoais e que tenha um conhecimento profundo da ciência maçônica em todos os seus segmentos, tais como história da Ordem, ritualística, simbologia, administração, legislação e justiça sendo tudo isso associado à sua capacidade de liderança. Evidentemente a Maçonaria terá que renovar seus líderes, para que novas ideias, novos postulados, novos rumos e até novos paradigmas sejam estudados, adotados e postos em ação. Todavia correrá o famoso risco: VOCÊ QUER CONHECER UM MAÇOM? DÊ-LHE PODER. Por fim, enfatiza-se que este trabalho foi escrito para uma minoria de Irmãos, que são gananciosos do poder. Ressalve-se aqueles Irmãos ex-veneráveis pessoas intocáveis que não se enquadram neste contexto. Felizmente, a maioria. Estes são os sustentáculos da Ordem. * Hercule Spoladore -Loja de Pesquisas Maçônica.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VI &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Rio de Janeiro - RJ - Brasil &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/8862362622114137759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/8862362622114137759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8862362622114137759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/8862362622114137759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/08/ex-veneravel-dono-da-loja.html' title='EX-VENERÁVEL DONO DA LOJA'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-gCBe3vWX_gY/UCRgIRPrFvI/AAAAAAAAAU4/mB6lRWLcjbY/s72-c/Martelo-malho.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-6791281358040647106</id><published>2012-08-09T17:29:00.000-07:00</published><updated>2012-08-09T17:29:03.392-07:00</updated><title type='text'>MAÇONS IMPRODUTIVOS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; kda=&quot;true&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-jS9ZVW89nhQ/UCRVXcKfb-I/AAAAAAAAAUk/8WIgGPUPxn0/s1600/criador_quebra1.jpg&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Em nosso pouco tempo de maçonaria temos visto que não há fórmulas para gerir uma Loja ou a si próprio. O que funciona para algumas oficinas gera verdadeiro fracasso em outras. O que vale para motivar o irmão “X” é capaz de desmotivar o irmão “Y”. Então como fazer para que sua Loja e você mesmo se desenvolva? Apesar da inexistência de equações mágicas, a criatividade do Venerável e a qualificação dos obreiros ainda parecem ser poderosas ferramentas para o desenvolvimento da instituição maçônica. É preciso motivar o maçom a fazer parte da maçonaria, pois estar nela é fácil, basta ser iniciado. Comprometer-se com ela é que é o calcanhar de Aquiles. Também é necessário qualificá-lo para que ele possa compreender seu verdadeiro papel como integrante da Arte Real e assim se tornar um maçom produtivo e apto ao trabalho de construção do Templo. O que estamos tentando dizer é que preciso unir o binômio saber fazer e querer fazer. Nesse contexto, a Loja maçônica deixa de ser mais que uma peça no gigantesco tabuleiro da maçonaria e passa a ser um conjunto de maçons, uma coleção de potências individuais e produtivas que tornam a oficina num verdadeiro santuário do Grande Arquiteto do Universo onde todos têm como objetivo o bem estar da humanidade. Para alcançar esse nível de excelência, é necessário sacrifícios, reaprender a trabalhar em equipe, deixar de ser vagão e transformar-se em locomotiva, sair de cima do piano e ajudar a carregá-lo. Talvez isso seja utopia, mas se não ousarmos sair da realidade crua para sonharmos com um maçom melhor, com uma instituição melhor e com um mundo melhor, então é porque já morremos e não nos enterraram. É hora de ousar, mudar (com responsabilidade) os métodos que nos ensinaram até aqui. Isso requer visão, ambição, autonomia e iniciativa. O maçom que não tem ou que perde essas capacidades é como o sal insípido, para nada mais serve a não ser para fazer número. Queridos Irmãos, maçom não é um número para estatística da Loja. Pedreiros é o que somos. É necessário relembrar esse detalhe para que possamos ter em mente que o trabalho do maçom é na pedra, batendo, cinzelando, carregando, criando calo nas mãos, sujando a roupa, suando para, ao final do dia, receber seu justo salário por haver contribuído na construção do grande templo interior, e no aperfeiçoamento da humanidade. Pense e faça! para que, em passando pelos corredores ou na própria Loja os aprendizes, companheiros ou mestres não venham a dizer: Maçom improdutivo! ARLS MARCUS ANTONIO BARROS CORDEIRO Nº 127 ♦ GLOMEC - Fortaleza &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;GRUPO MAÇÔNICO ORVALHO DO HERMON&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VI I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Rio de Janeiro - RJ - Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/6791281358040647106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/6791281358040647106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/6791281358040647106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/6791281358040647106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/08/macons-improdutivos.html' title='MAÇONS IMPRODUTIVOS'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-jS9ZVW89nhQ/UCRVXcKfb-I/AAAAAAAAAUk/8WIgGPUPxn0/s72-c/criador_quebra1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-3342272959334163396</id><published>2012-07-29T10:48:00.000-07:00</published><updated>2012-07-29T10:48:34.569-07:00</updated><title type='text'>VIVENCIEMOS PLENAMENTE A MAÇONARIA:</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-C8GlTtEj8Bk/UBV2_8P8NqI/AAAAAAAAAUI/87qtFUVWbnQ/s1600/395617_241154052631804_100002116332341_547996_1076487184_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; sda=&quot;true&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-C8GlTtEj8Bk/UBV2_8P8NqI/AAAAAAAAAUI/87qtFUVWbnQ/s1600/395617_241154052631804_100002116332341_547996_1076487184_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;Meus Estimados Irmãos, Antes de tudo, permitam-me contar uma breve história, até para que todos possam entender onde quero chegar com essa reflexão. Desde que me entendi como um ente social, ainda na adolescência, passei a ter um grande interesse pelas questões sócio-políticas e humanitárias. Acredito que o berço espírita de minha mãe, o berço político de meu pai e a profissão que abracei como forma de trabalho, em muito contribuíram para esse direcionamento de idéias e de ações. Até porque, na área médica os grandes focos de minha atuação sempre foram a saúde pública e a saúde coletiva e, dentro desse contexto, sempre cuidei de não me deixar levar pelo sentimento de filantropia e, sobretudo, pela prática do assistencialismo. Iniciei meu caminhar maçônico no ano de 1996, aos 36 anos de idade e, desde o princípio manifestei muito interesse pela pesquisa acerca do simbolismo e da ritualística e busquei estudá-los de forma bastante consistente, com foco na tradução do simbolismo para a realidade do homem, da vida, da sociedade e das ciências. Acredito que desvendar o simbolismo existente em um Templo Maçônico e os seus desdobramentos na ritualística, qualquer que seja o Rito, é compreender o que é a Maçonaria. E, traduzir o significado do simbolismo em nossas vidas maçônicas, é compreender o que é ser maçom. Também aqui, da mesma maneira que na vida profissional, sempre cuidei de não me deixar levar pelo academicismo e nem por interpretações dúbias ou achismos. A Maçonaria Simbólica, por vários motivos, não cabe aqui discuti-los, se organiza administrativamente em Potências Maçônicas e em Lojas Maçônicas (células): - A Potência Maçônica direciona o seu foco de trabalho para a gestão dos processos inerentes à administração do universo maçônico, ou seja, &quot;do &quot;negócio maçonaria&quot; - o papel e as resposabilidades e de um Grão-Mestre são extraordinariamente complexas. A Obediência deve implementar, de maneira eficiente, mecanismos de gestão que possibilitem a consolidação plena dos diversos objetivos e metas da Organização chamada Maçonaria. Pode e deve aplicar em seus processos, todos os conceitos de gestão empresarial, tal como fazem as grandes corporações, em especial no que diz respeito ao planejamento estratégico do &quot;negócio&quot;, pois, e em especial nos dias de hoje, é questão de credibilidade e sobrevivência. - A Loja Maçônica direciona seu foco de trabalho para o nascimento, a formação e a capacitação do homem maçom e, nesse aspecto, cabe à Loja implementar todas as ações necessárias para que o homem iniciado possa consolidar uma vida plena no seio da maçonaria, da família e da sociedade, ou seja, em todos os ambientes onde estiver inserido. Tudo dentro dos preceitos da ética, da moral e dos bons costumes, valorizando e respeitando a vida em todas as suas manifestações e, especialmente, na busca da elevação espiritual e do desprendimento das materialidades primárias que o caracterizavam como um homem &quot;comum&quot;. Dito isso, entendo que os três maiores objetivos da Maçonaria são: 1 - Tornar feliz a humanidade, pelo aperfeiçoamento dos costumes (...): Promovendo a educação do homem, através do simbolismo, do emprego correto da ritualística e da compreensão da filosofia maçônica, mostrando a ele acerca da necessidade do aperfeiçoamento moral e intelectual, como passo primordial para a melhoria constante do ambiente ao qual pertence - o homem maçom deve exercer o seu livre pensar com responsabilidade e discernimento e, através do pleno conhecimento de si mesmo = Edificação do Templo Interior, tornar-se o senhor absoluto de seus atos, transformando aqueles que o cercam em pessoas melhores e mais comprometidas com a solidariedade humana. 2 - Fazer do homem maçom um líder nas comunidades onde ele esteja inserido, através da capacitação contínua e permanente, buscando prepará-lo para estar à frente das instituições e organizações, inclusive políticas, no sentido de que ele atue proativamente em prol da sustentabilidade social, econômica, cultural, educacional e ambiental da humanidade. Para tal, precisa instruí-lo, estimulando o seu raciocínio, o seu senso crítico e, sobretudo, possibilitando que ele liberte o seu pensamento, sempre na busca da justiça, da verdade e do bem comum. 3 - Implementar ações concretas em favor de si mesma e de tudo que a cerca, em especial da família. Desenvolvendo e colocando em prática projetos que possibilitem o crescimento sustentado da sociedade humana e de todas as formas de vida que a cercam. Participando com as demais organizações da sociedade civil, sejam elas do mundo empresarial, do mundo político / governamental ou ONG&#39;s, de ações ordenadas que possibilitem a consolidação e o fortalecimento da ética, da preservação do meio ambiente, da harmonia nas relações humanas e do respeito à diversidade de idéias, fatores indispensáveis ao crescimento sócio-econômico e a evolução da humanidade. Para tal, nobres irmãos, é preciso: - Fé e confiança inabaláveis; - Vontade de fazer a diferença; - Empreender sem medo; - Liderança focada em resultados; - Trabalho em equipe; - Ousadia; - Cultura organizacional e valores corporativos bem consolidados e; - RECIPROCIDADE. Até agora tudo muito bonito e fácil! Grande engano, pois a realidade é um pouco diferente. Assim como no mundo profano, ainda que menos, somos vaidosos, apegado a honrarias e tendemos ao comodismo e ao imobilismo social, cada um dentro de sua zona de conforto. Não é fácil romper algumas barreiras e enfrentar os &quot;acadêmicos&quot; e os &quot;conservadores extremados&quot; que pregam e defendem uma Maçonaria submissa e subserviente à regras de não externalização de seus princípios. Defendem a filantropia convencional das Fraternidades Femininas, como o objetivo maior de ação sócio-política e impõem como regra de vida aos demais, os seus vícios e defeitos. E, por fim, obstruem discussões atinentes à Ordem, entre estas, as relativas à família, à mulher e, em especial, à política. Com isso, por falta de conteúdo maçônico, promovem um verdadeiro esvaziamento das Lojas e dos trabalhos a elas relacionados. Fico perplexo, ao perceber o grande número de Mestres que, após serem Exaltados acham, &quot;coitados&quot;, que atingiram a plenitude maçônica, prejudicando assim a formação de Aprendizes e Companheiros e, o pior: gerando lá na frente, dentro de suas Lojas, Veneráveis Mestres sem identidade com o Cargo, ou seja, despreparados para a liderança de uma Oficina e de seus Homens Livres e de Bons Costumes. Querem saber o que fazem esses &quot;veneráveis&quot;? Permitem que homens sem perfil sejam &quot;iniciados&quot; na Sublime Ordem, e estes iniciam o ciclo que ora descrevi. Cuidemos, portanto, das Pedras, sobre as quais as nossas Sublimes Ferramentas irão trabalhar! Tenho acompanhado de perto muitas abordagens e questionamentos acerca do Simbolismo e da Ritualística Maçônica, e que circulam através de e-mails, tanto de forma individual como nos diversos Grupo de discussão organizados, tais como: porquê o Aprendiz não pode se deslocar/circular/dirigir até a Coluna da Sul e ao Oriente? Porquê ele não pode representar a sua Loja, por exemplo, em uma Sessão Magna de Iniciação? Porquê ele não pode ser recebido com honras ritualísticas? Quem pode e deve ser recebido com as devidas honras ritualísticas? Aliás, se dependensse de mim somente o Pavilhão Nacional seria recebido com as devidas Saudações Honoríficas. Entre outras questões que fogem ao propósito dessa reflexão. O fato é que as vaidades profanas ainda ocupam um lugar de destaque em nossas mentes e corações. Voltemos à circulação do Simbolismo e da Ritualística na rede mundial de computadores, uma das mais magníficas ferramentas que o homem construiu e construirá - É preciso cuidado para não profanarmos, entretanto, não é esse o aspecto principal - alguns vão me crucificar com o que vou dizer agora: cadê o Quarto de Hora de Estudos e que deve durar muito mais do que 15 minutos? E a discussão e comentários das Instruções Básicas contidas nos Rituais de Aprendiz, Companheiro e Mestre? Cadê os Ciclos de Estudos Maçônicos? Todos devendo acontecer dentro do recinto apropriado para tal, ou seja, o Templo Maçônico. Onde estão os Veneráveis Mestres - GESTORES DAS LOJAS e principais responsáveis pela capacitação maçônica do homem? Vamos usar e abusar da Internet para agilizarmos os nossos diversos processos administrativos e de comunicação, bem como para disseminarmos os nossos princípios e valores corporativos. No entanto, não podemos utilizar, de forma aleatória, essa ferramenta como meio de fazermos e praticarmos a Maçonaria em sua ESSÊNCIA (podem me chamar de retrógrado e careta), sob pena de BANALIZARMOS o que há de mais nobre na prática da ARTE REAL, a PUREZA da LUZ que nos foi concedida. - Volto a insistir: o homem maçom precisa voltar a TRAMAR, no interior dos Templos Maçônicos, contra tudo e contra todos que prejudicam a felicidade e o bem-estar do gênero humano. Portanto, libertemos os nossos pensamentos em prol de ações concretas, no presente e no futuro, antes que o tempo leve com ele a nossa capacidade de agir e de fazer aquilo que tem que ser feito. Quebremos as muitas barreiras que impedem uma maior participação da Maçonaria na vida pública e social de nosso amado Brasil e atentemo-nos para a existência de dois tipos de homens, maçons ou não: 1 - Existem aqueles que aproveitam o TEMPO e fazem o que tem que ser feito e; 2 - Existem aqueles que não querem fazer o que tem que ser feito. Estes, simplesmente alegam falta de TEMPO! Que cada um possa olhar para dentro de si e perceber em qual deles se classifica - Vivenciemos Plenamente a Maçonaria, somente assim deixaremos as nossas marcas pelo caminho! Leonel Ricardo de Andrade Grande Segundo Vigilante da GLMMG &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://br.groups.yahoo.com/group/orvalhodohermon/&quot;&gt;GRUPO MAÇÔNICO “ORVALHO DO HERMON&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d;&quot;&gt;Fundado em 31 de maio de 2006 - ANO VII &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/feeds/3342272959334163396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/7133753536406533971/3342272959334163396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/3342272959334163396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7133753536406533971/posts/default/3342272959334163396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://orvalhodohermon.blogspot.com/2012/07/vivenciemos-plenamente-maconaria.html' title='VIVENCIEMOS PLENAMENTE A MAÇONARIA:'/><author><name>Hugo R. Pimentel - Grupo Maçônico Orvalho do Hermon</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18084606823836496799</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwx1Erx94tPolwUKhBghoIGfiDXMqSqauQQTdM-rPLX8gc6H71QhBvrzUeqXC-P39jvVQahBS2NXQPL-CYhzOcntNBxxMq-4spqyyOi0oCOAoTzmUpjNFateIN6tm5Aw/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-C8GlTtEj8Bk/UBV2_8P8NqI/AAAAAAAAAUI/87qtFUVWbnQ/s72-c/395617_241154052631804_100002116332341_547996_1076487184_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7133753536406533971.post-8640173070239284965</id><published>2012-07-23T12:21:00.001-07:00</published><updated>2012-07-23T12:21:44.768-07:00</updated><title type='text'>A COLUNA DA FORÇA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-3dls9hYD7zE/UA2kM99t6RI/AAAAAAAAATM/v65CLodheKk/s1600/523378_361568517249342_2128349289_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;216&quot; sda=&quot;true&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-3dls9hYD7zE/UA2kM99t6RI/AAAAAAAAATM/v65CLodheKk/s320/523378_361568517249342_2128349289_n.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Ordem Maçônica baseia os seus muitos princípios e os seus diversos ensinamentos em símbolos e rituais. Podemos afirmar que uma das principais características da Maçonaria, seja justamente aquela de procurar velar e proteger os seus muitos segredos dos olhos daqueles que ainda sejam considerados profanos. A maneira encontrada pela Ordem Maçônica para ministrar os seus muitos segredos e ensinamentos aos seus Iniciados, é procurar sempre faze-lo utilizando-se de símbolos e metáforas. Esta Simbologia Maçônica, sua interpretação e o seu entendimento são as ferramentas utilizadas pelos maçons para os seu constante escavar de masmorras ao vício e no seu permanente edificar e levantar de templos às virtudes. O G.A.D.U em sua imensurável bondade concedeu ao Homem primitivo uma inteligência capaz de construir, modificar e destruir componentes dos três reinos da natureza ao longo dos tempos. Mas, para que o homem pudesse manipulá-los, necessário se fez que ele inventasse ferramentas que o ajudasse em seu objetivo. A Maçonaria através de sua simbologia concebeu no ferramental de pedreiros uma forma inteligente de difundir sua doutrina filosófica, de tal modo que cada um dos Maçons pudesse entender suas metas, tirar suas conclusões e usar esses instrumentos de trabalho na construção de seu Templo interior. No primeiro Grau simbólico encontramos o Esquadro, a Régua, o Compasso, o Nível, o Prumo, o Malho e o Cinzel, utensílios fundamentais ao Maçom no seu trabalho de lavrar, esquadrejar, medir e polir a P.: B.: com a finalidade de transformá-la em P.:P.: O Esquadro é o Símbolo da Justiça e da Gratidão, seu ângulo reto simboliza a conduta irrepreensível que o Maçom sempre deverá manter perante a sociedade, pautando todos os seus atos e decisões dentro da mais absoluta retidão e equidade no trato de seus semelhantes. Em conjunto com o Compasso representa o &quot;Escudo Maçônico&quot;, signo mais conhecido da Maçonaria. É composto de dois ramos de comprimento igual e provém da metade de um quadrado que é o Símbolo da Terra onde se desencadeiam as paixões humanas e, o verdadeiro Maçom encontrando-se entre o Esquadro e o Compasso está entre o Céu e a Terra, ou ainda, entre a matéria e o espírito. Sendo o Esquadro o instrumento que se destina a dar forma regular a todo material, serve simbolicamente, para indicar ao Maçom que sob o ponto de vista moral, deve ser empregado para corrigir as falhas e as desigualdades do caráter humano. Como Símbolo da justeza que conduz o homem à perfeição, o Esquadro torna-se o Emblema da Sabedoria e, como tal, além de figurar sobre o Alt.: dos JJur.: figura também no Colar do V.: M.: para indicar que ele deve ter como sentimentos os Estatutos da Ordem e agir de uma única forma que é a retidão. Na posição da Ordem do Grau de Apr.: a qual ostenta quatro Esquadros e cuja interpretação é astronômica, porque nesta forma está contida quatro vezes no ponto onde se cortam os diâmetros do círculo zodiacal, que os dividem em quatro partes, correspondendo cada uma à estação do ano respectiva, de conformidade com a inclinação do Sol em sua carreira O Compasso quase que inseparável do Esquadro é o Compasso. Enquanto aquele serve para regular as nossas ações, este deve traçar os justos limites a conservar em nossa conduta para com os nossos semelhantes. É o Compasso um instrumento de dois ramos de madeira ou metal, reunidos por uma de suas extremidades de maneira a poder afastar-se ou aproximar-se uma da outra para medir ângulos, traçar círculos de dimensões diferentes. Estes diversos círculos nos dão a idéia do pensamento nos vários círculos de raciocínio que podem atingir, ora largas e abundantes posições, ora a raras e estreitas conclusões, mas todas elas sempre claras e positivas. O Compasso da Justiça é a própria razão que determina, não só a origem, mas ainda a legitimidade do direito. Representa as radiações da inteligência e da consciência do homem. No Grau de Apr.: tem suas pontas voltadas para o Oc.: e colocadas sob os ramos do Esquadro que são voltados para o Or.:, simbolizando assim que o Apr.: só trabalha na P.: B.: e, então dela não poderá fazer uso enquanto não estiver perfeitamente polida e esquadrejada. Podendo-se abrir em diversos ângulos ele passa a ser um instrumento valiosíssimo na simbologia maçônica, assim, a 60° a espiritualidade vai dar no cosmos, a 9Oº torna-se o Esquadro indicando que, com esta abertura máxima os limites de espírito humano não poderiam ser transpostos. A Régua como ferramenta usada para medir e delinear os trabalhos, assim como, para traçar linhas retas, deve servir como utensílio de meditação, de consciência, de inteligência e de cautela ao Maçom na execução de seus afazeres, ou na tomada de decisões, que o permitam traçar na P.:B.:, retas que a tornem Cúbica. Antigo Símbolo da retidão, do método e da lei, a Régua é considerada o emblema do aperfeiçoamento e, Como a reta não tem começo nem fim, ela também é vista como Símbolo do Infinito. Significa ainda o meio de assegurar o cumprimento das normas do comportamento humano -sem as quais não pode haver ordem. Estas normas constituem o equilíbrio de todas as ações, assim, elas consubstanciam uma medida que pode ser avaliada pelos módulos da Régua. Mas qual destas ferramentas deve ser inicialmente usada pelo Apr.:? Claramente o neófito deve escolher a régua, dada a sua simplicidade e conhecimento vulgar. Mas a escolha deve ir além da comodidade. Primeiramente deve-se que o neófito não conseguirá se apoiar no esquadro, pois sua retidão e senso de justiça exigem maior sabedoria e beleza do aprendiz. Considera-se que o operador do esquadro tenha uma conduta irrepreensível, o que dificulta o início da carreira maçônica, pois claramente ficará o neófito acanhado pelo medo de errar. O compasso com todos os seus círculos que demonstram uma perfeição e lógica perfeita do raciocínio humano é por demais complexo para ser operado pelo novo maçom. O que resta é a régua, um instrumento simples e fácil de se reconhecer, que já demonstra os limites que o maçom deve estabelecer para iniciar sua jornada. A simplicidade e o marco zero da régua devem ser considerados parâmetros para que o maçom agregue valores antes desconhecidos. Inicialmente o profano selecionado para entrar na maçonaria é livre e de bons costumes, o que permite a sua entrada em uma loja maçônica. Mas como todos irmãos sabem, a maçonaria é uma filosofia de vida, que objetiva um mundo melhor e com homens melhores, por isso a P.:B.: (alma do neófito) deve ser trabalhada. Todo trabalho exige uma ação, que só se concretiza com a vontade de se iniciar a viagem do conhecimento. Mas cada um prepara sua mala como pode, sendo que iniciar um caminho tortuoso quando existe uma melhor opção é certamente um erro. Por isso deve ser escolhida a régua. Muitas obras maçônicas apontam que a régua é o símbolo da Retidão. Representa a boa administração do tempo que deve ser divido no auto-conhecimento, meditação, estudo e repouso. Ou seja, nada ação apenas reflexão, estipulando-se quando para, quando começar, quando ir em frente, quando recuar. Mas a simples delimitação do ímpeto humano já é suficiente para o inicio da jornada? Claro que não precisamos de um impulso, e tal catalisador está na Coluna Dórica. É a mais pesada e robusta de todas. Possui caráter masculino e austero. O capitel é mais simples e geométrico e a ordem guarda relação de proporção entre largura e altura menor, o que faz com que a coluna e conseqüentemente a construção sejam mais baixos, robustos. Esta coluna obscura, que se encontra à esquerda da porta de entrada, frente ao norte, ostenta no centro da face voltada para o oriente, a letra B, que é a primeira do hebraico Bohaz ou Bongaz, ou seja in fortitudine , que quer dizer no valor e na coragem. Era o nome do esposo da moabita Rute, pai de Davi e avô de Salomão. Na maçonaria prática do rito escocês antigo e aceito esta palavra é traduzida para Boaz. O trolhador e o trolhado têm , portanto, cada um, uma letra vogal e uma consoante a dizer. Segundo os antigos rituais, esta coluna foi posta no pórtico do templo para lembrar aos filhos de Israel que iam ou vinham da adoração, a coluna da nuvem que obscureceu o caminho do faraó e seu exercito, que os perseguiam, quando fugiam da escravidão do Egito. Não obstante, segundo afirma um autor, o seu significado original remonta a tempo muito mais remotos, assegurando-se que esta coluna representa a estrela polar do norte e era então camada a estrela de horus, nome que posteriormente foi mudado para pelo de TAT ou TA-AT, que significa em fortaleza e foi considerado como emblema da força, daí muitos autores atribuírem a isto a origem da Palavra Sagrada do Aprendiz. Sobre a coluna do norte deve estar constantemente em observação o olho do 2º Vigilante, que em linha reta cai sobre este ponto cardeal e pode dirigir-se de norte a sul. O símbolo B no centro da referida coluna mostra a linha de SHU que assinala a divisão equinocial e forma um triangulo em Horus, e por isso se diz que TAT representa a Terra e o Triangulo o primeiro grau da maçonaria simbólica em relação ao mundo. Existe outra interpretação para a inicial B, a que significa em e O. A. Z fortaleza e como se diz Deus impôs ao povo de Israel o seu domínio em fortaleza, resulta a sua justa aplicação com relação ao símbolo B, que ostenta a grande Coluna no centro e que atualmente constitui a inicial da Palavra Sagrada do Aprendiz Maçom. Pelo que diz respeito ao material que foi construída, a Bíblia nos diz que esta coluna era de bronze, resulta porém que o seu aspecto denotava que o material com que estava construída superava ao que hoje chamamos de bronze; a respeito da cor escura, está manifesto, porque se trata de recordar ao povo de Israel, como já foi dito antes, a coluna da fumaça que cegou aos seus perseguidores, quando fugiu da escravidão. A interpretação atual consiste em que recebe a pálida luz do sul, circunstanciada pela qual forçosamente vê-se obscura. Muitos afirmam que a coluna era oca e havia compartimentos dentro dos quais estavam guardados os tesouros, as ferramentas e o Livro da Lei. O significado filosófico da coluna B refere-se a que representa a força, o repouso, a fêmea, o negativo, o conservador, o receptor, a matriz, a matéria, o concreto, o principio, a virtude e etc; e por conseguinte simboliza ao conjunto de forças e princípios que a natureza necessita para o seu desenvolvimento de vida eterna. Refere-se também aos poderes de firmeza e coesão que sustentam o mundo no espaço, ou seja, na gravitação universal. Verifica-se desta foram que a filosofia entranha nos ensinamentos da Coluna B se reduzem ao estado do que principia, do que se define origem das coisas e do que deve ser executado materialmente com a força de vontade. Ao pé da grande coluna B e do lado norte, vê-se a pedra bruta, objeto do trabalho a que se devem dedicar os aprendizes maçons. Diz-se simbolicamente, que a débil luz que ilumina a coluna do norte ou coluna B, representa a ação gradual da ciência que se inculca nos irmãos aprendizes, para não fracassarem com a difusão de falsas teorias e ensinamentos torcidos. Moralmente, essa luz débil protege o iniciado, para que não fique cego e volte a cair nos erros e preocupações vulgares. Indica-nos também que devemos fazer uso do sacrifício pessoal , porque a Constancia e o trabalho moderado nos faz atingir o aperfeiçoamento intelectual e espiritual dentro dos nossos escassos conhecimentos sobre a arte real. Assim podemos ver que a referida coluna tem um simbolismo especial tendente a chamar inicialmente a atenção do neófito, e apesar dela se encontrar na escuridão deve o aprendiz aprender inicialmente a sair das trevas para atingir a luz. Mas tal mudança só pode ser realizada mediante uma vontade exteriorizada pela força, que deve ser regulada pela régua, para que posteriormente possa o obreiro se preocupar com instrumentos mais complexos e que possam levar a um novo desenvolvimento. Não se propõe que o aprendiz ignore os outros instrumentos de trabalho do maçom, que são igualmente importantes, mas o neófito deve ter em sua mente suas limitações, pois o egocentrismo é um vicio que já devia ter sido superado com a câmara das reflexões. As colunas representativas da sabedoria e beleza são importantes como ponto referencial de valores maiores a serem atingidos, pois não se pode cobrar que o aprendiz tenha sua alma dotada de beleza e sabedoria em um primeiro momento, haja visto que inicialmente ele é apenas livre e de bons costumes, devendo galgar pelos graus maçônicos e pelos degraus da escada de Jacó, com o fim de adquiri beleza e sabedoria. A beleza e sabedoria tratadas na maçonaria não se confundem com o conhecimento vulgar, são altos valores, embasados em estudos e conhecimentos maçônicos adquiridos durante o tempo. Mas a força está junta ao neófito, afinal ele é livre e de bons costumes, tendo apenas que direcionar tal força pelo caminho certo, e para isso deve usar inicialmente a força e a régua. Mas para que tanta cautela ao iniciar o estudo dos ensinamentos maçônicos? Esta resposta esta no painel alegórico de aprendiz. No painel da loja de aprendiz, observamos em primeiro plano as três colunas mestras dispostas de maneira a formar um triângulo, símbolo máximo da perfeição e do equilíbrio, representando, por conseguinte os três mundos inteligíveis, que correspondem pela analogia: O mundo físico ou natural representado pela coluna da força; o mundo espiritual ou metafísico, simbolizado pela coluna da beleza e o mundo divino ou religioso, expresso pela coluna da sabedoria, qualificando a onipotência e onisciência e a onipresença do Grande Arquiteto do Universo, que constitui a tela de fundo de toda a meditação porque tudo está ligado e unido num mesmo todo. As colunas projetadas dentro do painel mostram-nos ainda seu apoio no pavimento de mosaico, que é a personificação da dualidade ou pares opostos, como dia e noite, a dor e o prazer, a honra e a calúnia, o êxito e a desilusão, pois é na dualidade que repousam todos os caminhos de nossa existência, porquanto são os dias dos homens que fazem o julgamento de sua própria conduta. Na coluna da força, repousa o punhal, símbolo da força bruta, utilizado para decapitar e cortar a cabeça de São João - Juan que etimologicamente significa Graça Divina. Iniciando, pois nossa jornada, auxiliada e conferida pela retidão do prumo, encontramos à nossa direita a lâmpada que é a imagem da iniciação, a razão esclarecida pela inteligência e sua chama ilumina o saber ou o ser interno, pois só se pode caminhar nas trevas em direção à luz, a qual atrai nossa natureza espiritual e material, indicando-nos a necessidade de superar o estado de desordem que caracteriza o homem, escravo de suas paixões, vícios e erros, ensejando-nos a trabalhar nosso ser para que se manifeste a perfeição sublime. Continuando, encontramos o esquadro, que representa a faculdade do juízo e que permite comparar a retidão, a direção do ideal, segundo nos mostra a própria marcha do aprendiz. Desta maneira, chega-se à coluna da beleza, onde encontramos a pedra bruta, já com os instrumentos de trabalho postos às nossas mãos a fim de que iniciemos o trabalho árduo de desbastá-la, utilizando-se do malho e do cinzel que vêm a ser, vontade e julgamento. O malho representa a força inconsciente, a vontade bruta maciça, enquanto que o cinzel, é o juízo, a força criadora do espírito e juntos, utilizados com presteza e exatidão, têm o objetivo de definir, que o homem deve dominar seus impulsos e tornar-se firme e semelhante a um metal purificado no cadinho de modo que as suas impulsividades habilmente orientadas possam, com energia e firmeza, realizar o ato desejado com precisão. Pela ação combinada dos dois instrumentos, comprovada pelo esquadro, colocamo-nos em harmonia com nossos semelhantes, o que nos permite progredir na senda do bem, pois da pedra bruta conseguimos a pedra cúbica que é, na realidade, a pedra filosofal dos alquimistas. Continuando nessa busca incessante, dirigimo-nos à coluna da sabedoria, que representa o Venerável Mestre, do qual recebemos a palavra sagrada que significa &quot;Na Força&quot;, ou seja, reconhecemos através da palavra sagrada, isto é, do Verbo Divino, que a força verdadeira não se encontra no exterior, no mundo dos efeitos, porém, internamente, ficando aqui patente um profundo sentido esotérico onde o mestre não dá a todos a chave de suas parábolas: &quot;a fim de que vendo não vejam; ouvindo, não ouçam&quot;, portanto procurai e achareis, batei e abrirse-vos-á. Neste exato momento é - nos possível adentrar o círculo com o ponto no centro, representação da unidade princípio (o ponto) no centro da eternidade (o círculo, linha sem começo nem fim), porque chegamos ao domínio pela ciência e pela sabedoria da natureza, pensamento e verdade, pois o homem é o microcosmo ou pequeno mundo e conforme o dogma das analogias, tudo o que está no grande mundo (macro) reproduz?se no pequeno (micro). Por sobre o círculo sagrado, encontramos exposto no altar, o livro da lei que é o símbolo máximo da elevação de nossos pensamentos, por meio do qual conhecemos a verdade, que é o propósito de toda experiência. Suportada pelo livro da lei fica a escada de Jacó, cujo cimo toca os céus, descrita com propriedade no livro de Gênesis - Capítulo 28, versículo 1O a 13, onde Jacó viu anjos que desciam e subiam por ela e Jeová disse-lhe: &quot;Eu sou Jeová, Deus de teu Pai Abraão e de lsaac&quot;. &quot;A terra em que estás deitado, a darei a ti e à tua posteridade; a tua posteridade será como o pó da terra e se dilatará para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Por ti e por tua descendência serão benditas todas as famílias da terra&quot;. &quot;Eis que estou contigo e te guardarei por onde quer que vá e te reconduzirei para esta terra; porque não te abandonarei até ter Eu cumprido aquilo de que te hei falado&quot;. A interpretação da escada de Jacó é que este é o único caminho para atingirmos o êxtase total, a plenitude, entretanto, devemos mais uma vez superar os obstáculos que encontramos em nossa ascensão, pela fé renovadora, simbolizada e identificada pela Cruz. A âncora aqui não representa tão somente a esperança, todavia sua colocação nos degraus da escada de Jacó, significa o elemento que deve ser ultrapassado, pois a âncora tem a finalidade precípua de nos fixar à matéria. O cálice representa a provação, o juízo final, transposto este obstáculo, atingimos a luz maior, a estrela de sete pontas ou dos magos conforme o arcano XVIII do livro de Thot. A estrela de sete pontas é o grande pináculo da luz eterna, síntese da unidade a que respondem as sete vozes da análise, o Apocalipse, onde os sete anjos, com as sete trombetas, suas sete espadas, etc., caracterizam o absoluto da luta do bem contra o mal, pela palavra, pela associação religiosa e pela força. Assim, os sete selos do livro oculto são abertos sucessivamente e a iniciação universal se realiza porque atingimos o grau máximo de perfeição e estamos aptos a achar a paz do coração, o desvanecimento do espírito, o ritmo da evolução e em comunhão perfeita e consciente com o ser Supremo. O céu é a imagem do infinito, as estrelas representam a idéia Divina que nos descobrem o mundo da realidade e da verdade, porque a perfeição é infinita, representada pelo sol que nasce no Oriente, fonte natural de luz e da sabedoria e do princípio criador. Este é o horizonte apresentado ao aprendiz, um caminho de estudos e ações que levam ao G. A. D. U., em contraponto ao que foi realizado pelos profanos durante os mal fadados anos da humanidade. A incansável busca por poder gera grandes homens e grandes déspotas, cabe ao ser humano escolher qual deles ele deseja ser. O sucesso não se alcança de forma fácil e aqueles que o alcançam tem problemas em mantê-lo, pois o caminho mais fácil não instrui o ser para manter suas conquistas. Temos vários exemplos destes viços que corroeram a alma de vários homens; Napoleão, Hitler, Alexandre o Grande, O Império Romano e outros que tentaram usar a força desmedida e nunca atingiram a beleza e a sabedoria que se encontram no topo da Escada de Jacó, uma grande alegoria da teoria dos valores de Platão, onde há um bem maior e o homem deve buscá-lo. Mas hoje tal busca se encontra suspensa, o homem está mais preocupado em agredir a natureza do que viver em harmonia dentro de um sistema natural. Mas lembramos que todo sistema natural se regula, e para tanto é necessária a eliminação do agente causador do desequilibro, e daí perguntamos seria tal agente o homem? Não é apenas uma grande força desmedida. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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