<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032</id><updated>2024-10-07T02:57:31.618-03:00</updated><category term="Estudo de Desenho: objetos"/><category term="estudo de desenho: infantil"/><category term="figura humana"/><category term="A COR"/><category term="A habilidade para desenhar"/><category term="ESTUDO DE DESENHO: Letras"/><category term="ESTUDO DE DESENHO: Perspectiva"/><category term="Etapas de representação do desenho"/><category term="Introdução ao desenho"/><category term="Pré-requisitos para desenhar"/><category term="desenhar"/><category term="estudo de desenho"/><title type='text'>Portifório de Artes</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-2173087125984420641</id><published>2010-06-22T22:46:00.001-03:00</published><updated>2010-06-22T22:46:35.483-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho: infantil"/><title type='text'>Tipos de desenhos segundo a idade da criança</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O desenho evolui paralelamente ao desenvolvimento da criança.&lt;/strong&gt;  O desenho não se ensina, sai de dentro da criança. Pode-se estimular um  bebê de um ano e meio, por exemplo, deixando-o ter contato com algum  lápis. Convém utilizar os de cera que tem a ponta arredondada e são mais  gordinhos. Nessa idade, muitas crianças já poderão segurar um lápis e  fazer seus primeiros rabiscos.  &lt;p&gt;A orientação sim, é importante nesta etapa, nem que seja para não  deixar a criança pintar as paredes, portas, chão, etc., nem tentar  colocar o lápis na boca. Se puder, compre uma mesinha adequada à sua  altura para que possa desenhar mais tranquilamente. No princípio, ela  fará traços desordenados, irregulares, e sem nenhum tipo de controle. Os  rabiscos parecerão sem sentido, mas funcionam como uma grande  manifestação de prazer e diversão para a criança. &lt;/p&gt;&lt;h1&gt;As idades das  crianças e os desenhos&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aos 18 meses&lt;/strong&gt; a criança  fará rabiscos sem parar, sem sentido e desordenado, mas se divertirá  muito ao descobrir o mundo das cores e os traços. Mostrará a todos o que  fez, e é importante que seu público lhe responda positivamente. Sua  coordenação motora nesta etapa ainda é muito precária. Essa etapa se  denomina auto-expressão. Sentirá curiosidade pelas paredes, o chão, as  revistas, e tentará rabiscá-los de todas as formas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aos 2  anos de idade&lt;/strong&gt;, o rabisco passará a ser mais controlado e já  terá outro sentido para a criança que passará a notar que existe uma  relação entre os rabiscos e o movimento que faz sua mão. Irá querer  desenhar sem parar e usará mais de um lápis de cor para preencher a  folha. Os traços do seu desenho ocuparão partes antes desocupadas do  papel. A criança, nessa idade, começará a sentir curiosidade e querer  provar outros tipos de lápis e materiais. O vivenciamento predominará  sobre a expressão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aos 30 meses de idade&lt;/strong&gt;, a  criança já será capaz de controlar um pouco mais os movimentos de sua  mão, e de, inclusive, manejar o lápis. Seus traços, agora um pouco mais  firmes, já não sairão da folha. A criança gozará de uma melhor  coordenação e é aí que aparecerá o desenho simbólico. Cada rabisco ou  desenho que consiga fazer, terá um nome e um sentido para ela. Em razão  disso, a criança passará a desenhar muito mais, já que passa a ver sua  criação como algo real. Um quadrado para ela pode representar uma casa. E  um círculo, ainda que mal feito, pode simbolizar uma cabeça ou outra  coisa. Nessa idade, a criança descreverá aos demais o que desenhou, e  esperará que a entendam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A partir dos três ou quatro  anos,&lt;/strong&gt; o desenho da criança se aproximará mais da realidade.  Sentirá especial interesse em desenhar seu papai ou sua mamãe, ou seu  amiguinho, irmão, primo, ou outra figura humana. O uso de cada cor terá  um significado para ela. Há crianças que já demonstram preferência por  algumas cores. Essa é uma etapa pré-esquemática. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aos  cinco anos&lt;/strong&gt;, começará a desenhar mais detalhes em seus  personagens e a utilizar mais cores adequadamente. Desenhará pessoas com  roupa, levando algum objeto. Já a partir dos seis anos, seus desenhos  terão pormenores importantes como mão com cinco dedos, orelhas, cabelos  diferenciados, pessoas sentadas, etc. Também se encontrará preparada  para desenhar paisagens, flores no campo, frutas nas árvores, chaminés  nas casas, rios, e tudo a que se proponha. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;É lógico que essas  etapas servem apenas de orientação. Sempre devemos considerar que cada  criança é um mundo e que cada um tem sua própria habilidade além do seu  devido tempo para desenvolvê-la. E isso deve-se respeitar e não forçar. &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/2173087125984420641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/tipos-de-desenhos-segundo-idade-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/2173087125984420641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/2173087125984420641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/tipos-de-desenhos-segundo-idade-da.html' title='Tipos de desenhos segundo a idade da criança'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-8206032615097754874</id><published>2010-06-22T22:41:00.000-03:00</published><updated>2010-06-22T22:42:21.813-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho: infantil"/><title type='text'>Desenho infantil</title><content type='html'>O desenho é uma representação gráfica de um objeto real ou de uma  idéia abstrata. O desenho é uma das formas de expressão mais antigas da  humanidade. Utiliza-se o desenho como uma forma de comunicação desde a  pré-história, quando os primeiros homens, através de pequenas figuras  desenhadas nas rochas e nas paredes das cavernas, manifestavam suas  idéias e pensamentos entre si.  &lt;p&gt;A princípio usavam os desenhos para comunicar-se, expressar opiniões,  já que todo o mundo era praticamente iletrado. Os desenhos funcionavam  como escrita. Com o tempo, o desenho foi ganhando novas formas, novos  traços, e foi-se aperfeiçoando até a realidade atual. O desenho é,  portanto, uma representação gráfica de um objeto real ou de uma idéia  abstrata. &lt;/p&gt;&lt;h1&gt;O desenho e as etapas das crianças&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;O desenho é  quase sempre, a primeira grande obra das crianças. Representa seu  primeiro tesouro expressivo, já que através dos desenhos dizem muitas  coisas de si mesmas. Pode ser que esta seja a razão pela qual muitos  pais estão cada dia mais interessados pelos desenhos que fazem seus  filhos. O desenho pode-se converter, em alguns casos, no termômetro do  estado de ânimo da criança, já que traduz o que a criança sente, pensa,  deseja, o que a deixa inquieta, alegre ou triste. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Cada  criança é um mundo, e isso se vê em seus desenhos. Se você pede a um  grupo de crianças que desenhe uma casinha de campo, todos os desenhos  sairão diferentes. Podem parecer-se em algo, mas jamais serão iguais.  Além disso, deve-se considerar que os desenhos também seguem algumas  etapas que poderíamos apontar como: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;- a etapa do rabisco  (garatujas) - dos 3 aos 6 anos de idade&lt;br /&gt;- a etapa do realismo  fortuito - dos 6 aos 9 anos de idade&lt;br /&gt;- a etapa do realismo falhado -  dos 9 aos 12 anos de idade&lt;br /&gt;- a etapa do realismo intelectual - dos 12  aos 14 anos de idade&lt;br /&gt;- a etapa do realismo virtual - a partir dos 14  anos de idade&lt;/p&gt;&lt;h1&gt;Psicomotricidade&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;O desenho é uma atividade  espontânea e como tal, deve-se respeitá-la e considerá-la como a grande  obra das crianças. Se a criança tem vontade de desenhar, anime-a sempre  que o faça. O ideal seria que todas as crianças pudessem ter, desde  cedo, algum contato com o lápis e o papel. Começarão com rabiscos e logo  estarão desenhando formas mais reconhecíveis. Quanto mais a criança  desenhar, ela se aperfeiçoará, e mais benefícios se notará no seu  desenvolvimento. O desenho facilita e faz evoluir a criança na: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;1-  psicomotricidade fina&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2- escrita e a leitura &lt;/p&gt;&lt;p&gt;3- confiança  en sí misma&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4-exteriorização de suas emoções, sentimentos e  sensações &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5- comunicação com os demais e consigo mesma&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6-  criatividade&lt;/p&gt;&lt;p&gt;7- formação da sua personalidade&lt;/p&gt;&lt;p&gt;8- maturidade  psicológica&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/8206032615097754874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/desenho-infantil_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8206032615097754874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8206032615097754874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/desenho-infantil_22.html' title='Desenho infantil'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-2206092808795286510</id><published>2010-06-22T22:37:00.000-03:00</published><updated>2010-06-22T22:38:54.812-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho: infantil"/><title type='text'>Como estimular uma criança a desenhar</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;É  importante respeitar a espontaneidade e a naturalidade das crianças.&lt;/span&gt;  Nessas primeiras etapas dos desenhos é aconselhável que não lhes  corrija nem lhes imponham regras nem técnicas de desenho. Podem  apresentar-lhes vários tipos de materiais. Além do lápis, a criança pode  desenhar e pintar com lápis de cera, com marca-texto, e inclusive com  pintura de dedo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;h1&gt;O desenho deve ser expressado com liberdade e não como uma  obrigação&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;O desenho infantil deve ser expressado com  liberdade e não como obrigação. Não freie a criatividade do seu filho. A  censura só limitará sua criatividade nesta etapa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quase todas as  idéias das crianças podem expressar-se em seus desenhos. As atividades  gráficas e plásticas representam uma autêntica linguagem para as  crianças. As ensinarão a desenvolver suas habilidades motoras, darão  mais liberdade de expressão e enriquecerão seu mundo. O contato com  diferentes materiais estimulará suas idéias e sua expressividade. &lt;/p&gt;&lt;h1&gt;O  material e a técnica&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Quando existe um interesse especial da  criança pelo desenho, pode-se orientá-la acerca de algumas técnicas,  oferecendo-lhe diferentes materiais para que os prove. A técnica, no que  ser refere ao domínio instrumental, não necessita ser ensinada.  Adquire-se com a prática e experiência. A criança que gosta muito de  desenhar, cada vez se sentirá atraída por outros materiais, e assim irá  crescendo neste mundo tão mágico que é o desenho. Conheça alguns  matreriais: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lápis de cera por seu manejo cômodo, é o lápis ideal  para os primeiros “garranchos’ das crianças. Pode-se encontrar lápis de  cera de distintas formas. Com pontas finas ou arredondadas, e de todas  as cores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Giz é um material suave, leve e se quebra com  facilidade. Portanto, exige algo de habilidade nas crianças para sua  utilização. Normalmente a partir dos dois anos é interessante que  ofereça giz e um quadro-negro à criança. O ajudará a controlar a  intensidade do seu traço. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Marcadores de texto  são de distintas  cores e grossuras. São ideais para os traços e contornos, e podem ser  utilizados em todo tipo de papel. Permite controlar a pressão muscular,  desenvolver a coordenação e exercitar o sentido de responsabilidade. É  difícil de apagar, e por isso exige mais responsabilidade.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pintura   Com o pincel à mão, é muito divertida sua utilização para as crianças.  Permitem-lhes criar novos efeitos, descobrir as mesclas de cores,  adquirir novos movimentos de coordenação, exercer distintas pressões do  traço, etc. Ao pintar com a mão, a criança estará criando uma interação  física e direta com o material. Desfrutará de sentidos como o tato e  aroma. E favorecerá seu sentido de exploração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot; class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;O papel  é tão  importante como os lápis&lt;/span&gt;. Seu formato, tamanho, bem como sua cor,  irão determinar os limites das crianças quanto ao desenho. A textura  determinará o tipo de lápis que a criança vai utilizar.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em todo  caso, as crianças sempre reagirão de diferentes maneiras dependendo do  tipo de material que utilizem. &lt;/p&gt;&lt;h1&gt;Como estimular a criança a  desenhar&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Quando se estimula a criança a desenhar, a estará  ajudando para que desenvolva sua percepção, emoção e inteligência. A  criança contará com mais meios para expressar-se e adquirirá mais  prática e experiências. A potencialidade criativa que tem uma criança é  enorme, mas nem sempre se reconhece isso a não ser que lhes ofereçam a  oportunidade de colocá-las em prática. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma boa forma para  estimular a seu filho que desenhe é criando um espaço, um cantinho para  pendurar seus desenhos. Convide-o a criar um espaço para uma exposição  dos seus desenhos preferidos. Assim, quando vierem os amigos e  familiares, poderão “visitar” a exposição. O local pode ser num quadro  de cortiça, na porta do armário do quarto, atrás da porta da entrada da  casa, ou em qualquer outro lugar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/2206092808795286510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/como-estimular-uma-crianca-desenhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/2206092808795286510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/2206092808795286510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/como-estimular-uma-crianca-desenhar.html' title='Como estimular uma criança a desenhar'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-9086395639618533172</id><published>2010-06-22T22:35:00.000-03:00</published><updated>2010-06-22T22:36:27.608-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho: infantil"/><title type='text'>Como interpretar os desenhos das crianças</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O desenho pode ser, na infância, um canal de comunicação da  criança e seu mundo exterior.&lt;/strong&gt; Segundo os psicólogos da Unidade  de Desenvolvimento Psicológico e Educativo de San Salvador, por ética,  só uma pessoa especializada, como alguns psicólogos, pode interpretar os  desenhos, seguindo protocolos estabelecidos para esse fim.  &lt;p&gt;O especialista deve levar em conta a condição biográfica e familiar  da pessoa que desenhou, bem como sua história pessoal, que servirá como  marco de referência de quem está fazendo o desenho. Além disso, é  necessário levar em conta que um desenho é importante, mas não define  tudo. É uma expressão de sentimentos e de desejos que podem ajudar a  saber, por exemplo, como se sente a criança a respeito da sua família,  sua escola, etc. Através dos desenhos das crianças, pode-se observar  detalhes que para uma pessoa adulta pode passar despercebido. O desenho  pode ser, na infância, um canal de comunicação entre a criança e seu  mundo exterior. A primeira porta que a criança abre o seu interior. &lt;/p&gt;&lt;h1&gt;Formas de  interpretação do desenho infantil&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;Existem algumas pistas que  podem orientar os pais sobre o que diz o desenho do seu filho. No  entanto, são puramente orientações. Segundo a especialista canadense,  Nicole Bédard, o desenho diz muitas coisas. Exemplos: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Posição  do desenho&lt;/strong&gt; – Todo desenho na parte superior do papel, está  relacionado com a cabeça, o intelecto, a imaginação, a curiosidade e o  desejo de descobrir coisas novas. A parte inferior do papel nos informa  sobre as necessidades físicas e materiais que pode ter a criança. O lado  esquerdo indica pensamentos que giram em torno ao passado, enquanto o  lado direito, ao futuro. Se o desenho se situa no centro do papel,  representa o momento atual. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dimensões do desenho&lt;/strong&gt;  -  Os desenhos com formas grandes mostram certa segurança, enquanto os  de formas pequenas parecem ser feitas por crianças que normalmente  precisam de pouco espaço para se expressar. Podem também sugerir uma  criança reflexiva, ou com falta de confiança. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Traços do  desenho&lt;/strong&gt; -  Os contínuos, sem interrupções, parecem denotar um  espírito dócil, enquanto o apagado ou falhado, pode revelar uma criança  um pouco insegura e impulsiva. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A pressão do desenho&lt;/strong&gt;  - Uma boa pressão indica entusiasmo e vontade. Quanto mais forte seja o  desenho, mais agressividade existirá, enquanto as mais superficiais  demonstra falta de vontade ou fadiga física. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As cores do  desenho&lt;/strong&gt; – O vermelho representa a vida, o ardor, o ativo; o  amarelo, a curiosidade e alegria de viver; o laranja, necessidade de  contato social e público, impaciência; o azul, a paz e a tranquilidade; o  verde, certa maturidade, sensibilidade e intuição; o negro representa o  inconsciente; o marrom, a segurança e planejamento. É necessário  acrescentar que o desenho de uma só cor, pode denotar preguiça ou falta  de motivação.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses tipos de interpretação, são apenas uma  pincelada dentro do grande mundo que é o desenho infantil. Não devemos  generalizá-los. Cada criança é um mundo, assim como as regras de  interpretação do desenho infantil. Se alguma coisa te preocupa no seu  filho, e se for necessário, busque um especialista. &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/9086395639618533172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/como-interpretar-os-desenhos-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/9086395639618533172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/9086395639618533172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/como-interpretar-os-desenhos-das.html' title='Como interpretar os desenhos das crianças'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-8644203581695877466</id><published>2010-06-22T21:51:00.001-03:00</published><updated>2010-06-22T21:51:38.797-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho: infantil"/><title type='text'>Desenho Infantil</title><content type='html'>&lt;div id=&quot;singlePost&quot;&gt;          &lt;div id=&quot;singleText&quot;&gt;      &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Destingue-se 5  estágios:&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1- &lt;strong&gt;Garatuja&lt;/strong&gt;:  &lt;span style=&quot;font-family: verdana,arial,helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;simples riscos ainda desprovidos de controlo motor,  a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar,  avançando os traçados pelas paredes e chão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2 - &lt;strong&gt;&lt;span&gt;Realismo fortuito&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:  &lt;/strong&gt;põe fim ao período chamado rabisco. A criança que começou por  traçar signos sem desejo de representação descobre por acaso uma  analogia com um objecto e passa a nomear seu desenho.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;3- &lt;strong&gt;&lt;span&gt;Realismo fralhado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;  descoberta da identidade forma-objecto, a criança procura reproduzir  esta forma, onde a crinaça vai modificando a sua intenção inicial à  medida que vai desenhando.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;4- &lt;strong&gt;&lt;span&gt;Realismo intelectual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;  caracteriza-se pelo facto de tudo ter que ter o máximo rigor possível,  em que a criança desenha do objecto não aquilo que vê, mas aquilo que  sabe.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;5- &lt;strong&gt;&lt;span&gt;Realismo visual&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:  &lt;/strong&gt;cresce o empobrecimento, desenha o que vê.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Influencias do desenho na  criança, por Luquet&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul style=&quot;margin-top: 0cm;&quot; type=&quot;square&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caracteriza a sua  relação com os outros&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Contem  características dos objectos&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tentativa de colocar  todas as características do      objecto gerando uma desordem espacial&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Influência cultural&lt;/li&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existência de uma  tendência natural e voluntária da      criança para o realismo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;     &lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/8644203581695877466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/desenho-infantil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8644203581695877466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8644203581695877466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/desenho-infantil.html' title='Desenho Infantil'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-1522311327537443807</id><published>2010-06-22T21:34:00.001-03:00</published><updated>2010-06-22T21:37:24.302-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desenhar"/><title type='text'>OS PROCESSOS MENTAIS ENVOLVIDOS NO ATO DE DESENHAR</title><content type='html'>Uma das funções do  desenho é evocar a forma, a estrutura, a essência dos objetos e dar  forma a lembranças, sonhos, emoções. Eisner observa que a “imagem  visual” aspira, não a uma réplica do mundo lá fora, mas aquele mundo  muito mais real, que se situa na mente do homem.”(Pillar .1996 - pg. 20)       &lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; Para Luquet (1969),  uma das atribuições universalmente citadas, e justamente para o ensino  do desenho, é o desenvolvimento do sentido de observação. É certo que,  fazendo desenhar a criança, se atrai a sua atenção para motivos que  talvez nunca a tenham interessado e do ponto de vista mais geral, não  somente gráfico mas psíquico.&lt;/p&gt;   &lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; Conforme Luquet seja  qual for o fato que evoca a representação de um objeto, e a intenção de  desenha-lo; o desenho da criança nunca é uma reprodução servil dos  objetos pois a criança desenha conforme um modelo interno, a  representação mental que possui o objeto à ser desenhado. Tal modelo é  traduzido pela linguagem gráfica de duas dimensões, tomando a forma de  uma imagem visual e todo esse processo resulta de uma elaboração muito  complicada apesar da sua espontainedade.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; Já na teoria de Piaget  sobre aquisição de conhecimento, a criança, ao se apropriar do real,  busca reconstruí-lo em termos de objeto, espaço, tempo e causalidade.  Tal reconstrução se faz inicialmente via ação do sujeito sobre objetos  concretos e depois se estende para o plano da representação, da  simbolização, do pensamento. Ela tem estágios. Se não houvesse  reconstrução, reorganização por parte do sujeito, não haveria níveis do  desenho. (Pillar, 1996,pg.20)&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; De acordo com Piaget,  “as relações entre o sujeito e o seu meio consistem numa interação  radical, de modo tal que a consciência não começa pelo conhecimento dos  objetos nem pelo da atividade do sujeito, mas por um estado  indiferenciado e é desse estado que derivam dois movimentos  complementares, um de incorporação das coisas ao sujeito, o outro de  acomodação às próprias coisas.(Pillar, 1996, Pg 20-21)&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; Assim, o sujeito,  inicialmente indiferenciado do objeto conhecer, assimila, extrai  informações do meio e necessita integrá-las, organizá-las num todo  coerente. Ele necessita acomodar-se, transformar-se para integrar os  novos dados. Tal fato acontece ao desenhar, onde são extraídas  informações do meio e estruturadas em sistemas, os quais são  modificados, reestruturados para dar conta de novos tipos de  representação. (Pillar,1996, Pg.21)&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot; align=&quot;right&quot;&gt; &lt;img src=&quot;http://fases-do-desenho.pbworks.com/f/1183639347/carro2.jpg&quot; width=&quot;185&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;110&quot; /&gt;        &lt;img src=&quot;http://fases-do-desenho.pbworks.com/f/1183639366/barco.jog.gif&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;               &lt;img src=&quot;http://fases-do-desenho.pbworks.com/f/1183639324/carro.jpg&quot; width=&quot;427&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;297&quot; /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;background-color: rgb(153, 204, 255);&quot;&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/1522311327537443807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/os-processos-mentais-envolvidos-no-ato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1522311327537443807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1522311327537443807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/os-processos-mentais-envolvidos-no-ato.html' title='OS PROCESSOS MENTAIS ENVOLVIDOS NO ATO DE DESENHAR'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-1381830491951823342</id><published>2010-06-22T21:00:00.005-03:00</published><updated>2010-06-22T21:18:14.051-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho: infantil"/><title type='text'>Etápas gráficas</title><content type='html'>Vários estudiosos observaram e procuraram identificar e descrever as  etapas gráficas do desenvolvimento do desenho, entre os mais conhecidos  estão Luquet, Piaget e Lowenfeld. &lt;p&gt;    Luquet, por exemplo, dividiu as etapas gráficas em &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Realismo Fortuito, Realismo Falhado e  Realismo intelectual e realismo visual&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;no &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Realismo Fortuito&lt;/span&gt;,  a criança começa a fazer traços sem qualquer objetivo (não há intenção  para uma representação gráfica), mesmo sabendo que os traços realizados  por outrem podem querer determinar um objeto determinado e representa-lo  efetivamente, a criança não considera a idéia de também possuir a mesma  habilidade.É nesta fase também que podemos identificar as famosas  &quot;garatujas&quot;, e de acordo com as definições de Piaget, este é o período  sensório-motor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;    &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255); font-style: italic;&quot;&gt;A  princípio, para a criança, o desenho não é um traçado executado para  fazer uma imagem mas um traçado executado simplesmente para fazer linhas&lt;/span&gt;.  (Luquet, 1969 pg.145)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;    Em certo ponto, a criança produzirá mesmo acidentalmente uma  parecença não procurada. A partir daí ela passará por uma série de  transições até adquirir a totalidade das faculdades gráficas (intenção,  execução e a interpretação correspondente à intenção) chegando  consequentemente ao &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;realismo  intencional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgI6G1XYiJYtnBkqBy3Saa0LcuG3jOUdPo2IawAwY0NCPexjpEOdNmoOfQyYfhFt-wPghlZJcEg0Er5Dg7LnojoiI6Y6PzO6CeMv1BD5EXsTZtzSYkDdvVDM3USUkZ8E3WF9C7le7dokp4q/s1600/desenho+feito+por+V.+3+anos.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 254px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgI6G1XYiJYtnBkqBy3Saa0LcuG3jOUdPo2IawAwY0NCPexjpEOdNmoOfQyYfhFt-wPghlZJcEg0Er5Dg7LnojoiI6Y6PzO6CeMv1BD5EXsTZtzSYkDdvVDM3USUkZ8E3WF9C7le7dokp4q/s320/desenho+feito+por+V.+3+anos.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5485753899104404290&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; A Segunda Fase descrita por Luquet é o &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Realismo Falhado&lt;/span&gt;; quando a criança chega ao desenho  propriamente dito, quer ser realista mas a sua intenção choca-se com  obstáculos gráficos e psíquicos, que dificultam a sua manifestação. São  exemplos de obstáculos a incapacidade para dirigir seus movimentos  gráficos, o caráter limitado e descontínuo da atenção infantil e  principalmente a incapacidade sintética – quando a criança não chega a  sintetizar num conjunto coerente os diferentes pormenores que desenha  com a preocupação exclusiva de os representar cada um por si.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A terceira fase, é a do &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;realismo  intelectua&lt;/span&gt;l, onde a criança pretende deliberadamente reproduzir  do objeto representado não só o que se pode ver mas tudo o que ali  existe e dar a cada um dos elementos a sua forma exemplar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqZQfsTjiaCPu-RX98GO1GBNuFRmioHsHfQW3L1T2uP9Z-KGF0Q_3Oks3Jr6p3vgQ0BfZMBWKCqItHV4uULdDnHhtJRqhNlkDT6oFjhMKKoCRR8Yh-zJ5sjRgNAV9x_jjvCIM71QrFURe4/s1600/desenho+feitopor+V.+8+anos+m%C3%A3e+que+joga+capoeira.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 234px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqZQfsTjiaCPu-RX98GO1GBNuFRmioHsHfQW3L1T2uP9Z-KGF0Q_3Oks3Jr6p3vgQ0BfZMBWKCqItHV4uULdDnHhtJRqhNlkDT6oFjhMKKoCRR8Yh-zJ5sjRgNAV9x_jjvCIM71QrFURe4/s320/desenho+feitopor+V.+8+anos+m%C3%A3e+que+joga+capoeira.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5485754564968572722&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 255); font-style: italic;&quot;&gt;Enfim, aos  quatro anos, a criança chega ao &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;realismo visual&lt;/span&gt; cuja principal manifestação é a  submissão mais ou menos infeliz na execução à perspectiva&lt;/span&gt;.  (Luquet, Pg.212) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;     De acordo com Piaget, é neste ponto que a criança se encontra no  estágio pré-esquemático, que inicia-se por volta dos 4 anos e se  estende até os 7 anos mais ou menos. Após esta fase a criança com idade  entre 7 e 9 anos entra no estágio esquemático, e após os 9 anos passa  para o estágio do realismo nascente, vale ressaltar que estes estágios  compreendidos entre os 7 e 11 anos estão dentro do período das operações  concretas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;    É claro que estes estágios não são estáticos, imutáveis, existem  crianças que pulam alguns estágios de desenvolvimento, e existe crianças  que param de se desenvolver devido a vários fatores que influenciam em  sua vida, como família, situação social e econômica,disturbios  psicológicos e gosto particular.&lt;/p&gt;&lt;h2 style=&quot;text-align: center; font-family: Comic Sans MS; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;POR QUE PARAMOS DE DESENHAR ????????&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; A medida que a criança cresce, desenvolve seu espírito crítico em  relação aos seus trabalhos. Muitas vezes essa consciência crítica supera  seu desejo de expressar-se criativamente; principalmente nos casos em  que a criança passa com rapidez da infância para a adolescência em um  prazo demasiado curto, não podendo ajustar-se com suficiente brevidade à  sua nova consciência crítica e ficando assim, insatisfeita com suas  realizações. Acha tudo “infantil e mal feito”.&lt;br /&gt;Quando isto sucede com muita frequência e nada se faz para  remediar, a criança perde interesse pela arte e suspende completamente,  as suas atividades artísticas. Já não pode desenhar coisa alguma, porque  devido à sua repentina “tomada de consciência” crítica passa a perceber  a pobreza dos seus meios infantis de expressão. Seus desenhos lhe  parecem até ridículos, da mesma maneira como certos folguedos infantis,  por exemplo, o “esconde-esconde”, lhe parecem indignos da sua atual  “maturidade”.(Lowenfeld, 203).&lt;br /&gt;Também Luquet exemplifica como se dá o abandono da criança pela  atividade do desenho. Conforme sua teoria, esse desinteresse é produzido  na idade em que a criança chega à concepção do realismo visual – com a  sua conseqüência fundamental: a perspectiva; os desenhos que executava  anteriormente de acordo com o realismo intelectual já não satisfazem o  seu espírito crítico desenvolvido, e sente-se incapaz de fazer desenhos  como quereria fazer.&lt;br /&gt; Porém Luquet em sua obra “O Desenho Infantil”, além de  exemplificar como se dá o abandono do interesse do ato de desenhar pela  criança, também propõe sugestões de como evitar esse abandono. Conforme  Luquet, o ensino do desenho deve visar não a acelerar artificialmente a  evolução espontânea do desenho, a fazer desenhar em realismo visual  quando a criança ainda quer desenhar em realismo intelectual, mas por a  criança em estado de desenhar convenientemente em realismo visual quando  tenha esta intenção.&lt;br /&gt; Isso deve ser feito preferencialmente ensinando os principais  efeitos da perspectiva, mostrando-lhes fatos em objetos de seu  quotidiano e exercitando o desenho tanto quanto possível ao natural.&lt;br /&gt; Mas para Luquet, a principal atitude do educador deve ser a de  “apagar-se”, deixar a criança desenhar o que quer, propondo-lhe temas  sempre que ela necessite e sobretudo quando lhe pede, fazendo sempre com  que estas sugestões não soem como imposições e sobretudo DEIXÁ-LA  DESENHAR COMO QUER, A SEU MODO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpC7jLjjCUZjsn18S6rq7p2ypo-tcyceXGuWAQdU9jfaC0KnPmpmjbnlmcJqh1kWUrLXXwmScWUJnCKAqIu4cR45rJKNpqknXufN1ifJrrdQX-_lcbluZP9yNqnyysVfBuEjMh3Uxzv5wv/s1600/desenho+aula+de+hist%C3%B3ria+em+quadrinhos.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpC7jLjjCUZjsn18S6rq7p2ypo-tcyceXGuWAQdU9jfaC0KnPmpmjbnlmcJqh1kWUrLXXwmScWUJnCKAqIu4cR45rJKNpqknXufN1ifJrrdQX-_lcbluZP9yNqnyysVfBuEjMh3Uxzv5wv/s320/desenho+aula+de+hist%C3%B3ria+em+quadrinhos.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5485756029168980738&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/1381830491951823342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/etapas-graficas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1381830491951823342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1381830491951823342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/etapas-graficas.html' title='Etápas gráficas'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgI6G1XYiJYtnBkqBy3Saa0LcuG3jOUdPo2IawAwY0NCPexjpEOdNmoOfQyYfhFt-wPghlZJcEg0Er5Dg7LnojoiI6Y6PzO6CeMv1BD5EXsTZtzSYkDdvVDM3USUkZ8E3WF9C7le7dokp4q/s72-c/desenho+feito+por+V.+3+anos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-4154404331925932424</id><published>2010-06-20T18:57:00.002-03:00</published><updated>2010-06-20T19:10:44.463-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estudo de desenho"/><title type='text'>SOMBREAMENTO e COR</title><content type='html'>Estou colocando aqui endereço de um site de como trabalhar com luz e sombra, muito legal!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.sobrearte.com.br/desenho/sombreamentoecor/aulas/031_esfera_sombra/index.htm</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/4154404331925932424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/sombreamento-e-cor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4154404331925932424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4154404331925932424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/sombreamento-e-cor.html' title='SOMBREAMENTO e COR'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-6587408175639734413</id><published>2010-06-20T18:51:00.003-03:00</published><updated>2010-06-20T18:57:15.819-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A COR"/><title type='text'>ESTUDO DAS CORES</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;As cores             fazem parte do nosso dia a dia impregnadas de simbologia e            significados. Na natureza estão distribuídas harmoniosamente            inspirando o homem na hora de sua aplicação nas artes, na  moda,            publicidade, etc. Para melhor dominar o seu uso enquanto  pigmento,            identifique suas características, efeitos, harmonia e  temperatura.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;table style=&quot;border-collapse: collapse;&quot; id=&quot;AutoNumber12&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; bordercolor=&quot;#111111&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td valign=&quot;top&quot; width=&quot;64%&quot;&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Círculo                 cromático: &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;As                cores que estudaremos a seguir são baseadas nas  demonstradas no                círculo cromático disponível ao lado.&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;Veja o  código das cores                de acordo com os números:&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;1ª =  primárias&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;2ª =  secundárias&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;3ª =  terciárias&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;36%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/circulo191.png&quot; width=&quot;191&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;190&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           PRINCIPAIS CORES&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cores             Primárias:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           O amarelo, o azul e o vermelho são cores primárias.            Ou seja, elas são puras, sem mistura. É a partir delas que são  feitas            as outras cores.&lt;/p&gt;           &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;             &lt;center&gt;             &lt;table style=&quot;border-collapse: collapse;&quot; id=&quot;AutoNumber10&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; bordercolor=&quot;#111111&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                 &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;                 &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;                 &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/primaria_amarela1.png&quot; width=&quot;99&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;85&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;                 &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;                 &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/primaria_azul2.png&quot; width=&quot;96&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;82&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td width=&quot;34%&quot;&gt;                 &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;                 &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/primaria_vermelho3.png&quot; width=&quot;91&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;76&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                 &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;           Amarelo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;i&gt;&lt;b&gt;Azul &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td width=&quot;34%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;i&gt;&lt;b&gt;Vermelho&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;/center&gt;           &lt;/div&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;          &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cores            secundárias:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; O verde, o            laranja e o roxo são cores            secundárias. Cada uma delas é formada pela mistura de duas  primárias.&lt;/p&gt;           &lt;table style=&quot;border-collapse: collapse;&quot; id=&quot;AutoNumber8&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; bordercolor=&quot;#111111&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/secundaria_verde120.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;105&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/secundaria_laranja.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;104&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;34%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/seundaria_roxo120.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;i&gt;(Amarelo + Azul) &lt;b&gt;Verde&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;i&gt;(Amarelo + Vermelho)&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&lt;b&gt;Laranja&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;34%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;i&gt;(Azul + Vermelho) &lt;b&gt;Roxo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cores            terciárias:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;As cores terciárias são resultante da mistura de            cores primárias com secundárias como exemplificado nas  misturas            abaixo.&lt;/p&gt;           &lt;table style=&quot;border-collapse: collapse;&quot; id=&quot;AutoNumber9&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; bordercolor=&quot;#111111&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/terciaria_vermelho_arroxeado.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;102&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/terciaria_vermelho_alaranjado.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;111&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;34%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/terciaria_azul_arroxeado.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;109&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;(Vermelho  + Roxo) &lt;b&gt;               Vermelho arroxeado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;(Vermelho  + Laranja)                &lt;b&gt;Vermelho alaranjado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;34%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;(Azul +  roxo)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Azul  arroxeado&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/terciaria_laranja_amarelado.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;95&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/terciaria_amarelo_esverdeado.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;109&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;34%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/terciaria_azul_esverdeado.png&quot; width=&quot;120&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;108&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;i&gt;(Amarelo + Laranja) &lt;b&gt;Amarelo                 alaranjado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;33%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;i&gt;(Amarelo + Verde) &lt;b&gt;Amarelo                 esverdeado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;34%&quot; align=&quot;center&quot;&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;(Azul +  verde)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Azul  esverdeado&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cores            neutras:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;O preto o branco e o cinza, em todas as suas            tonalidades, claras ou escuras formam as cores neutras. As  demais            cores, quando perdem o seu colorido pela excessiva mistura com  o            preto, o branco ou o cinza, também se tornam cores neutras. As  mais            comuns são o marrom e o bege.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/cor_netra_tinta.png&quot; width=&quot;345&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;87&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;           EFEITOS CROMÁTICOS&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Manipulando            as cores é possível obter diversos efeitos cromáticos. Entre  eles            destacam-se os seguintes:&lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           Monocromia:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Corresponde à variação tonal de apenas uma cor com            nuanças para o claro quando misturada ao branco ou para o  escuro com a            obtenção do acréscimo do preto.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/monocromia.png&quot; width=&quot;379&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;76&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           Tonalidade:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;É a variação tonal de uma cor, que pode ser            conseguida num processo de escala ou dégradé.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/tons_cinza.png&quot; width=&quot;379&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;67&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           Policromia:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Ocorre numa composição com a combinação de mais de            três cores organizadas separadamente.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/policromia.png&quot; width=&quot;380&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;64&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           Matiz:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Matiz é a            característica que define e distingue uma cor. Vermelho, verde  ou            azul, por exemplo, são matizes. Para se mudar o matiz de uma  cor,            acrescenta-se a ela outro matiz.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/matiz.png&quot; width=&quot;380&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;58&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;left&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           HARMONIA CROMÁTICA&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cores            análogas:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;São as cores que não apresentam contraste entre si.            Elas são constituídas de uma base cromática em comum. São  vizinhas no            disco cromático.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/analogas380.png&quot; width=&quot;380&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cores            complementares:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;São cores contrastantes entre si. Nelas não há            pigmentos em comum, por isso quando misturadas formam,  completam a            soma de todas as cores. No disco cromático estão localizadas  em            posição oposta.&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/complementares380.png&quot; width=&quot;380&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;126&quot; /&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;            &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;left&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;           TEMPERATURA DAS CORES&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;left&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;table style=&quot;border-collapse: collapse;&quot; id=&quot;AutoNumber11&quot; width=&quot;100%&quot; border=&quot;0&quot; bordercolor=&quot;#111111&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td width=&quot;48%&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cores quentes:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; São as cores  que transmitem calor, alegria e luz, a            exemplo do amarelo, laranja e vermelho.&lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;5%&quot;&gt; &lt;/td&gt;               &lt;td width=&quot;47%&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cores frias:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Caracteriza-se  pelas cores menos vibrantes,            melancólicas, calmas comum do verde, roxo e azul&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;             &lt;tr&gt;               &lt;td colspan=&quot;3&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;               &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/cor/cores/cores_imagens/cores_quentes_frias348.png&quot; width=&quot;348&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;145&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;             &lt;/tr&gt;           &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/6587408175639734413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/estudo-das-cores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/6587408175639734413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/6587408175639734413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/estudo-das-cores.html' title='ESTUDO DAS CORES'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-7095817748364848858</id><published>2010-06-20T18:38:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:40:40.485-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estudo de Desenho: objetos"/><title type='text'>EFEITO DE PROFUNDIDADE</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Alguns            recursos permitem visualizar a composição como um espaço            tridimensional tornando-a mais realista. Entre eles estão:&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Planos compositivos:&lt;/b&gt; Estão localizados entre a margem  inferior            e&lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/efeito_de_profundidade_imagens/23_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;129&quot; /&gt;            a linha de fundo da composição. Quando um objeto se distancia  do            observador sua base parece ocupar um degrau acima (efeito  degrau)            saindo do primeiro deslocando-se para o segundo ou terceiro  plano ate            se aproximar da linha de fundo.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Sobreposição de formas:&lt;/b&gt; Com os objetos menores na  frente a           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/efeito_de_profundidade_imagens/24a_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;127&quot; /&gt;sobreposição            de formas é um recurso fundamental para ajudar na ilusão de            profundidade do espaço compositivo. Facilita na percepção dos            elementos que estão no primeiro, segundo ou terceiro plano.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;b&gt;Variação de escala:&lt;/b&gt; É percebida quando vários objetos  com&lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/efeito_de_profundidade_imagens/25_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;129&quot; /&gt;            dimensões iguais estão dispostos em distâncias diferentes em  relação            ao observador. Os mais próximos parecem maiores e os distantes  menores            como se a escala de suas proporções fosse alterada.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/efeito_de_profundidade_imagens/26_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;128&quot; /&gt;Quando            aplicado conjuntamente o efeito degrau, gerado pelos planos            compositivos, a sobreposição de formas, e a variação de  escala, estes            recursos proporcionam ao espectador a idéia de maior  profundidade na            composição.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;b&gt;ATENÇÃO!&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/efeito_de_profundidade_imagens/27_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;129&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Evitar objetos sobrepostos e enfileirados lateralmente sem o  uso do            efeito degrau. Este procedimento passará, ao observador, a  idéia de            que os objetos estão ocupando o espaço físico uns dos outros.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/efeito_de_profundidade_imagens/28_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;141&quot; /&gt;Se            o objeto do primeiro plano estiver com sua base acima da base  do            objeto do segundo plano, dará a idéia de que está flutuando.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/7095817748364848858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/efeito-de-profundidade.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/7095817748364848858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/7095817748364848858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/efeito-de-profundidade.html' title='EFEITO DE PROFUNDIDADE'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-3140233841474790628</id><published>2010-06-20T18:37:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:38:23.576-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estudo de Desenho: objetos"/><title type='text'>EQUILÍBRIO</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Na composição artística cada forma representada tem seu peso  expresso            por suas dimensões, distância e valores. Portanto, a busca do            equilíbrio é conseguida pela compensação entre as formas.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Como veremos nas ilustrações abaixo, a idéia de gangorra ajuda  na            compreensão do equilíbrio compositivo.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/equilibrio_compositivo_imagens/30_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;Evite            acumular objetos, num dos lados da composição. Descentraliza e  sugere            falta de equilíbrio.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/equilibrio_compositivo_imagens/31_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;195&quot; /&gt;Objetos            maiores distantes do centro de equilíbrio compositivo precisam  de            contrapeso equivalente.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/equilibrio_compositivo_imagens/32_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;191&quot; /&gt;Objetos            maiores próximos ao centro compositivo facilita muito no  equilíbrio.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/3140233841474790628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/equilibrio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/3140233841474790628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/3140233841474790628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/equilibrio.html' title='EQUILÍBRIO'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-4261722428052624708</id><published>2010-06-20T18:36:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:37:09.311-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estudo de Desenho: objetos"/><title type='text'>UNIDADE COMPOSITIVA</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Uma            composição deve ser entendida como um corpo onde todos os seus             elementos estão interligados formalmente.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/unidade_compositiva_imagens/41_composicao.png&quot; width=&quot;179&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;129&quot; /&gt;Objetos            distantes uns dos outros mostram-se confusos e eliminam a  idéia de que            fazem parte de um conjunto, perdendo a unidade.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/unidade_compositiva_imagens/42_composicao.png&quot; width=&quot;180&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;275&quot; /&gt;Uma            proposta que não permite erros de unidade formal é interligar  os            objetos usando o recurso da sobreposição de formas, na qual os  menores            ficam na frente.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/4261722428052624708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/unidade-compositiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4261722428052624708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4261722428052624708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/unidade-compositiva.html' title='UNIDADE COMPOSITIVA'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-7080613190519608586</id><published>2010-06-20T18:35:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:36:15.122-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estudo de Desenho: objetos"/><title type='text'>ENQUADRAMENTO COM MAIS DE UM OBJETO</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Além do  uso            das margens, a maioria dos procedimentos de enquadramento  compositivo            com mais de um objeto seguem os mesmos critérios orientados no             enquadramento com apenas um elemento. Veja as  particularidades:&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Posição do papel: &lt;/b&gt;Dependendo da distribuição dos  objetos a sua            representação gráfica deve ser feita num papel em posição  horizontal            ou vertical.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/posicao_papel_140_1.png&quot; width=&quot;139&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;Objetos            organizados horizontalmente, para melhor se ajustar ao  enquadramento            compositivo, precisam ser representados num papel em posição            horizontal.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/posicao_papel_140_1a.png&quot; width=&quot;101&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;140&quot; /&gt;Numa            composição com diversos objetos, o artista pode escolher a  posição que            pretende usar o papel de desenho. Para isso, basta  redistribuir os            motivos, como mostra o exemplo ilustrativo ao lado. No  interior do            papel vertical estão representados os objetos organizados            verticalmente.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Proporção figura e fundo:&lt;/b&gt; Numa composição encontram-se  objetos            pequenos e grandes. Por esse motivo a proporção figura e fundo             considera o conjunto da obra.&lt;br /&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/proporcao_figura_fundo_140_1.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;&lt;br /&gt;          Quando representados muitos pequenos os objetos ficam  desvalorizado,            sem destaque no contexto compositivo. Além de não se  harmonizar figura            e fundo, também não há aproveitamento do espaço disponível.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/proporcao_figura_fundo_140_2.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;Objetos            exageradamente grandes no enquadramento, violando os limites  das            margens, tornam-se agressivos visualmente. Parecem sufocados,            inadequados ao espaço que ocupam.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/proporcao_figura_fundo_140_3.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;A            harmonia do conjunto em relação ao espaço de representação  torna-se            evidente quando a proporção dos motivos se ajustam ao  enquadramento. A            ilustração ao lado é um exemplo ideal de proporção figura e  fundo.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Centralização do conjunto:&lt;/b&gt; Idêntico aos objetos  individuais é            preciso saber centralizar o conjunto segundo os critérios de            equilíbrio.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/centralizacao_140_2.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O            conjunto centralizado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; com os objetos maiores próximos  ao            centro compositivo facilita no equilíbrio.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/centralizacao_140.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Evite&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;            acumular objetos, num dos lados da composição. Descentraliza e  sugere            falta de equilíbrio.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/centralizacao_140_3.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;102&quot; /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Objetos            maiores&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; num dos lados da composição mesmo com o  conjunto            centralizado impede o equilíbrio.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Linha de fundo: &lt;/b&gt;Por representar a borda posterior do  suporte            que sustenta os objetos, a linha de fundo sempre deve estar  atrás de            todos os elemento do conjunto compositivo.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/linha_fundo_370_2.png&quot; width=&quot;369&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;195&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Nenhum componente da composição deve ser representado sobre a  linha de            fundo. Assim transmitirá a idéia de que estão prestes a cair.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/linha_fundo_370_3.png&quot; width=&quot;370&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;196&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Em alguns casos, um ou outro motivo pode aproximar-se da linha  de            margem inferior ou ser cortado por ela. Só não é indicado  ficar sobre            a mesma como mostra a ilustração a baixo.&lt;/p&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_conjunto_imagens/linha_fundo_370_1.png&quot; width=&quot;370&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;196&quot; /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/7080613190519608586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/enquadramento-com-mais-de-um-objeto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/7080613190519608586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/7080613190519608586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/enquadramento-com-mais-de-um-objeto.html' title='ENQUADRAMENTO COM MAIS DE UM OBJETO'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-3580529017292714544</id><published>2010-06-20T18:33:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:35:07.608-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estudo de Desenho: objetos"/><title type='text'>ENQUADRAMENTO DE UM OBJETO</title><content type='html'>&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Tão            importante quanto à representação gráfica de um objeto, é o  seu            correto enquadramento no espaço compositivo.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;i&gt;           &lt;b&gt;Sobre as margens:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Após o traçado das margens que  definem os            limites do enquadramento, o espaço de representação deve ser  analisado            considerando o motivo ou o conjunto de motivos que vão  ocupá-lo. Para            obter o melhor resultado, considere as orientações a seguir:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;A  posição            do papel&lt;/b&gt; deve ser ajustada a posição vertical ou  horizontal,            proporcional ao objeto:&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/03_composica.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;Objeto            com a forma predominantemente horizontal deve ser representado  num            papel em posição horizontal.&lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/04_composica.png&quot; width=&quot;100&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;140&quot; /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Objeto  com a            forma predominantemente vertical deve ser representado num  papel em            posição vertical.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/posicao_3.png&quot; width=&quot;139&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;98&quot; /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Quando  a            posição (vertical ou horizontal) do objeto não obedece à  posição            (vertical ou horizontal) do papel ocorre desperdício do espaço             compositivo.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;b&gt;Proporção figura e fundo:&lt;/b&gt; Para que o motivo apresente  proporção            coerente ao espaço compositivo, ele não pode ser representado  muito            pequeno nem muito grande.&lt;br /&gt;           &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/proporcao1.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Objeto            pequeno&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, em relação ao todo do enquadramento, sugere            desperdício do espaço de representação.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/proporcao2.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;i&gt;&lt;b&gt;Objetos grandes&lt;/b&gt;,&lt;/i&gt; bem próximo ou tocando nas  margens            parecem sufocados pelos limites do enquadramento.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/proporcao3.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Buscar            sempre &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;uma proporção ideal, deixando áreas livres em  todos os            lados do objeto.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;b&gt;Centralização:&lt;/b&gt; É necessário centralizar o objeto no  contexto do            enquadramento, para ajudar na idéia de equilíbrio.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/centralizacao1.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;A            centralização impede que o objeto fique em posição lateral,  como visto            ao lado, prejudicando o equilíbrio.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/centralizacao_2.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;A            linha de margem inferior não pode ser usada como suporte para a             representação de objetos. Compromete a centralização do  enquadramento.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/centralizacao3.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;Qualquer            objeto representado predominantemente no espaço superior do            enquadramento afeta negativamente as orientações de  centralização.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/centralizacao4.png&quot; width=&quot;139&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;98&quot; /&gt;No            exemplo ao lado temos um objeto corretamente centralizado.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;b&gt;Linha de Fundo:&lt;/b&gt; É a linha horizontal que passa por traz  de um            ou mais objetos numa composição artística e representa a borda             superior do suporte (mesa ou qualquer outro móvel) sobre o  qual o            objeto foi colocado.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Evite&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;             colocar a base do objeto sobre a linha de fundo para não dar a  idéia            de que está prestes a cair (ver ilustração abaixo).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/linhadefundo_3b.png&quot; width=&quot;342&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;238&quot; /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A  melhor            proposta&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; é situar o objeto em qualquer espaço entre a  linha de            margem inferior e a linha de fundo.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/linhadefundo_2b.png&quot; width=&quot;335&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;237&quot; /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;É  bom            lembrar&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; que além da linha de fundo, a linha de margem  inferior            também não pode ser usada como suporte de apoio para a  representação            de objetos. Como já visto anteriormente, esta situação  compromete a            centralização do enquadramento.&lt;/p&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/enquadramento_imagens/linhadefundo_1b.png&quot; width=&quot;340&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;237&quot; /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/3580529017292714544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/enquadramento-de-um-objeto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/3580529017292714544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/3580529017292714544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/enquadramento-de-um-objeto.html' title='ENQUADRAMENTO DE UM OBJETO'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-521502642735505107</id><published>2010-06-20T18:26:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:33:08.980-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estudo de Desenho: objetos"/><title type='text'>COMPOSIÇÃO VISUAL COM OBJETOS</title><content type='html'>&lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;                                             &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt; COMPOSIÇÃO VISUAL COM  OBJETOS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;           &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:100%;&quot;&gt;Ao representarmos            formas figurativas ou abstratas, organizadas numa superfície            bidimensional, estamos criando uma composição visual. &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;E p&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Arial;&quot;&gt;ara            obter um bom resultado no arranjo entre as formas dessa  composição é            indispensável analisar o espaço disponível, considerando os  critérios            de enquadramento, proporção, unidade e equilíbrio entre  outros.            Vejamos, portanto, os mais importantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h4 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;MARGENS&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Embora às            vezes não pareçam as margens, no papel de desenho, têm funções  de            grande importância.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/margem_imagens/quadro_140.png&quot; width=&quot;139&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Um dos objetivos das margens, assim como a moldura de um  quadro, é a            valorização do resultado compositivo.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/margem_imagens/margem1.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;É            aconselhável iniciar um desenho pelo traçado das margens do  papel. É            ela que define os limites do enquadramento.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/margem_imagens/margem2.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;99&quot; /&gt;Sem            as margens como proteção, muitas vezes o desenho é executado  sem            planejamento e acidentalmente interrompido pelas bordas do  papel.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/composicao/objetos/margem_imagens/margem.png&quot; width=&quot;140&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;Em            trabalhos escolares, as margens são um espaço ideal para  registrar os            comandos das atividades artísticas e a identificação do aluno.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/521502642735505107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/composicao-visual-com-objetos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/521502642735505107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/521502642735505107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/composicao-visual-com-objetos.html' title='COMPOSIÇÃO VISUAL COM OBJETOS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-1667540985181039020</id><published>2010-06-20T18:23:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T18:25:14.141-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ESTUDO DE DESENHO: Letras"/><title type='text'>Desenho de Letras</title><content type='html'>&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Apresentação&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/desenho/letras/index_imagens/letrasapresentacao001.jpg&quot; width=&quot;300&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;156&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;A            letra, que é própria da comunicação escrita, também está  presente na            comunicação visual. Nesta última, muitas vezes é constituída  de uma            imagem interativa entre a escrita e a estética como acontece  no            exemplo das letras título do cartaz sobre o dia internacional  da            mulher visualizado a cima. Outras vezes fazem parte de  contextos            simbólicos como em monogramas ou logotipos (ilustração  abaixo).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;                      &lt;img style=&quot;width: 288px; height: 162px;&quot; src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/desenho/letras/index_imagens/letrasapresentacao002.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/1667540985181039020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/desenho-de-letras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1667540985181039020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1667540985181039020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/desenho-de-letras.html' title='Desenho de Letras'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-8039244514030540653</id><published>2010-06-20T15:06:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T16:32:18.557-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ESTUDO DE DESENHO: Perspectiva"/><title type='text'>1. Compreensão da Perspectiva</title><content type='html'>O conhecimento sobre perspectiva de observação, também denominada de            cônica ou linear, é indispensável para quem pretende desenhar            corretamente a aparência de volume dos objetos, profundidade e  espaço            de ambientes ou paisagens e todo tipo de esquemas gráficos que  busquem            reproduzir as características tridimensionais da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpRrg7YlJS37PrHyWTu1JdR6yRNKt2GC6l92YTJlM-4UEfVyJTaZnVZDKxef6sCjJ37xafW1Uv6g1_jclmc3Rhz4nTUb7sYnD6OVWLUxiCHUuahANw75VGRTZTvQCqhxmrNfSycEmWpaFw/s1600/05compreensao.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 370px; height: 194px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpRrg7YlJS37PrHyWTu1JdR6yRNKt2GC6l92YTJlM-4UEfVyJTaZnVZDKxef6sCjJ37xafW1Uv6g1_jclmc3Rhz4nTUb7sYnD6OVWLUxiCHUuahANw75VGRTZTvQCqhxmrNfSycEmWpaFw/s400/05compreensao.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5484919261241079938&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           1.1. Definição de perspectiva:&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;        No desenho            artístico a perspectiva pode ser definida como um recurso  gráfico que            utiliza o efeito visual de linhas convergentes para criar a  ilusão de            tridimensionalidade do espaço e das formas quando estas são            representadas sobre uma superfície plana como a do papel de  desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;1.2. O  efeito            visual das linhas convergentes:&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJHulgrO9sQaMhy3jmxVpq-jfxpruvUXZ8MqW7tEUyiOQfsHZq4owHwqq3WgcCQFS_2TgUxutMig8DExPykQ89h3zR6dO9hgxGhrCBKmSBNa3bzTGbvoUohZRnYHQa36vPPwmwoUMDOp5n/s1600/03compreensao.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 121px; height: 120px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJHulgrO9sQaMhy3jmxVpq-jfxpruvUXZ8MqW7tEUyiOQfsHZq4owHwqq3WgcCQFS_2TgUxutMig8DExPykQ89h3zR6dO9hgxGhrCBKmSBNa3bzTGbvoUohZRnYHQa36vPPwmwoUMDOp5n/s200/03compreensao.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5484939924562621714&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Para            compreender como ocorre a influência das linhas convergentes  na            representação gráfica em perspectiva, observe o exemplo  ilustrativo do            cubo a esquerda. A aplicação das linhas pontilhadas &lt;b&gt;1&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;2&lt;/b&gt;             e &lt;b&gt;3&lt;/b&gt; convergentes para o ponto &lt;b&gt;P&lt;/b&gt; constroem as  arestas de            suas faces &lt;b&gt;A&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;B&lt;/b&gt; causando afunilamento a medida  que se            distanciam do primeiro plano, gerando um efeito visual de  volume.            Reproduzindo com isso as características que são próprias da            perspectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;1.3.  Cômoda em            perspectiva:&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;Enquanto            exemplo de representação gráfica de objetos com o &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/desenho/perspectiva/perspectiva_imagens/04compreensao.jpg&quot; width=&quot;226&quot; align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;198&quot; /&gt;&lt;br /&gt;uso das  linhas            convergentes, temos            à direita uma cômoda simulando a mesma posição e situação do  cubo.            Note que na sua face frontal os detalhes das gavetas são  desenhados            normalmente como são observados, sem o uso da perspectiva.  Somente as            faces superior e lateral direita seguem as linhas convergentes  nos            convencendo da aparência de tridimensionalidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;1.4.  Ambiente            em perspectiva:&lt;/h5&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;O mesmo            esquema gráfico com linhas convergentes deslocando-se para um  ponto            pode ser aplicado em qualquer tipo de desenho. No exemplo do  ambiente            abaixo elas são as responsáveis pela sensação de espaço  existente            entre o primeiro e o último plano dando efeito de  profundidade.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;           &lt;img src=&quot;http://www.sobrearte.com.br/desenho/perspectiva/perspectiva_imagens/01compreensao.gif&quot; width=&quot;370&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;168&quot; /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;As  linhas que            representam as arestas dos objetos, citadas como convergentes,             tecnicamente no estudo da perspectiva são denominadas de  linhas de            fuga. Elas fazem parte de um conjunto de recursos gráficos            classificados como elementos da perspectiva, indispensáveis na             construção esquemática de formas e do espaço imitando a  percepção            visual do olho humano.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/8039244514030540653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/1-compreensao-da-perspectiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8039244514030540653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8039244514030540653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/1-compreensao-da-perspectiva.html' title='1. Compreensão da Perspectiva'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpRrg7YlJS37PrHyWTu1JdR6yRNKt2GC6l92YTJlM-4UEfVyJTaZnVZDKxef6sCjJ37xafW1Uv6g1_jclmc3Rhz4nTUb7sYnD6OVWLUxiCHUuahANw75VGRTZTvQCqhxmrNfSycEmWpaFw/s72-c/05compreensao.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-2958865388590473075</id><published>2010-06-20T14:53:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T15:06:21.508-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="figura humana"/><title type='text'>O desenho da cabeça frontal e de perfil</title><content type='html'>Disponibilizamos para o nosso estudo de figura humana, o desenho da            cabeça frontal e de perfil. Por ela ser o módulo de referência             proporcional das diversas partes do corpo, isso a torna um  elemento            primordial e servirá de base para quem pretende evoluir no  estudo            anatômico de corpo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aqui esta o passo a passo:&lt;br /&gt;cabeça frontal&lt;br /&gt;http://www.sobrearte.com.br/desenho/figurahumana/aulas/001_cabeca_frontal/index.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cabeça perfil&lt;br /&gt;http://www.sobrearte.com.br/desenho/figurahumana/aulas/002_cabeca_perfil/index.htm</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/2958865388590473075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/o-desenho-da-cabeca-frontal-e-de-perfil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/2958865388590473075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/2958865388590473075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/o-desenho-da-cabeca-frontal-e-de-perfil.html' title='O desenho da cabeça frontal e de perfil'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-1731507572409084094</id><published>2010-06-20T14:52:00.001-03:00</published><updated>2010-06-20T14:53:19.534-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="figura humana"/><title type='text'>Introdução ao desenho da figura humana</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ34JRddD-VkPZs4opOR5mV0WklJCbvTnnngkQ8iR_GWZ3-LZPNj-ppkaHVAJsl8imMG39VPxGcjo1T1WPly_WTTVZxSHCF7T7MSybxKaUL_8W0o0nStDZUmdKg0CQ0nlpIHggHd4HxV6l/s1600/corpo.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 160px; height: 264px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ34JRddD-VkPZs4opOR5mV0WklJCbvTnnngkQ8iR_GWZ3-LZPNj-ppkaHVAJsl8imMG39VPxGcjo1T1WPly_WTTVZxSHCF7T7MSybxKaUL_8W0o0nStDZUmdKg0CQ0nlpIHggHd4HxV6l/s400/corpo.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5484915284126502866&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para ser bem sucedido no desenho da figura humana, é necessário            bastante atenção nas proporções entre as suas partes. Foi  considerando            estas questões que elaboramos este estudo obedecendo a  determinadas            etapas de representação. Através das explicações passo a passo             descritas aqui, se seguidas rigorosamente, nos levará a  resultados            satisfatórios.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          Vale lembrar que um estudo mais aprofundado da figura humana,            inevitavelmente, deve ser feito a partir de um modelo vivo.  Portanto,            as orientações a seguir são teorias, por esse motivo, servem  apenas            como estudo preliminar que o ajudarão a compreender e analisar  melhor            a estrutura do corpo humano. Principalmente quando,  oportunamente, for            o caso de estar diante do modelo vivo.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/1731507572409084094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/introducao-ao-desenho-da-figura-humana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1731507572409084094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1731507572409084094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/introducao-ao-desenho-da-figura-humana.html' title='Introdução ao desenho da figura humana'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ34JRddD-VkPZs4opOR5mV0WklJCbvTnnngkQ8iR_GWZ3-LZPNj-ppkaHVAJsl8imMG39VPxGcjo1T1WPly_WTTVZxSHCF7T7MSybxKaUL_8W0o0nStDZUmdKg0CQ0nlpIHggHd4HxV6l/s72-c/corpo.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-4628899601573201261</id><published>2010-06-20T14:49:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T14:50:31.144-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Etapas de representação do desenho"/><title type='text'>Etapas de representação do desenho</title><content type='html'>Engana-se  quem acha que o desenho de acabamento profissional é            resultado de uma única etapa de execução. O primeiro traçado  não é o            definitivo. Ele é o ponto de partida, uma busca com vários  ajustes ate            atingir a forma desejada. Basicamente são necessárias três  etapas para            obter o resultado final.&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;a) Esboço: &lt;/b&gt;É o traçado inicial em busca da forma ideal  do            motivo a ser desenhado. Na execução do esboço são riscadas  linhas de            construção elaborando esquemas gráficos geradores da forma  final.            Neste momento também é considerado o espaço de representação            obedecendo aos critérios próprios da composição visual.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;b) Delineamento: &lt;/b&gt;É a definição linear da forma com  maior            clareza e nitidez em relação ao esboço. Após o delineamento o  traçado            do esboço pode ser apagado para limpar os excessos da imagem.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;c) Arte final: &lt;/b&gt;É neste momento que o desenhista fará a            finalização da imagem recorrendo a uma técnica gráfica de seu  domínio.            Entre as principais técnicas pode ser utilizado o grafite,  tinta ou            recursos modernos vinculados a computação gráfica. A partir  daqui o            próximo passo será a exposição da obra ou a sua reprodução em  série            por meio do processo de impressão.&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/4628899601573201261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/etapas-de-representacao-do-desenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4628899601573201261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4628899601573201261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/etapas-de-representacao-do-desenho.html' title='Etapas de representação do desenho'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-1936843294550076995</id><published>2010-06-20T14:46:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T14:48:35.960-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pré-requisitos para desenhar"/><title type='text'>Pré-requisitos para desenhar</title><content type='html'>A  habilidade para desenhar requer alguns fatores indispensáveis que            podem ser adquiridos. Entre eles citamos os seguintes:&lt;br /&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;b&gt;a)  Cálculo            visual e mental de proporções:&lt;/b&gt; Durante o processo do  desenho são            realizadas mensurações entre as partes e o todo do motivo. As            dimensões de altura largura e profundidade são analisadas de  modo            espontâneo, na maioria das vezes restringindo-se a cálculos  mentais.            Nas representações mais complexas são utilizados instrumentos  de            mensuração direta ou a distância.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;b) Conhecimento sobre perspectiva linear:&lt;/b&gt; O  conhecimento sobre            perspectiva é imprescindível para quem pretende desenhar  corretamente            a aparência de volume dos objetos, profundidade e espaço de  ambientes            ou paisagens e todo tipo de esquemas gráficos que buscam  reproduzir as            características tridimensionais da realidade. O uso da  perspectiva se            faz necessário desde o esboço ate o delineamento final das  formas de            estrutura plana ou tridimensional.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;c) Habilidade gráfica de luz e sombra:&lt;/b&gt; Para melhor  imitar a            realidade o desenhista deve conhecer como ocorrem os efeitos  da luz e            seus reflexos sobre os objetos. A partir daí, através do  esfumado do            grafite, tracejados de canetas ou manchas chapadas e em  degrades das            tintas é possível reproduzir as texturas, atmosferas e climas  dos            motivos. O sombreamento trabalha a estrutura visível do  desenho.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;d) Domínio do espaço compositivo:&lt;/b&gt; De que adianta ser um  exímio            desenhista com habilidades para representar formas, ditas,  perfeitas e            belas, se na hora de plasmar essas formas sobre o papel de  desenho            elas mostram-se desproporcionais, fora de enquadramento, sem            equilíbrio ou unidade no espaço compositivo. O resultado de  uma            imagem, nestas condições, será o infortúnio de não cumprir o  seu            propósito no contexto da cena em que foi colocada.&lt;/p&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;e) Técnicas de desenho:&lt;/b&gt; São muitas as técnicas de  desenho.            Entre elas citamos o grafite, responsável pelos esfumados, o  bico de            pena que recorre a traçados para contornos e efeitos de  sombreamento            com hachuras e ainda o pincel com tinta utilizado na  representação de            traçados e manchas permitindo um aspecto mais espontâneo ao  desenho.            Não importa qual dessas técnicas sejam usadas. Ao dominar pelo  menos            uma delas, juntando aos demais pré-requisitos já citados, o  desenhista            está apto para encerrar sua obra com apresentação  profissional.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/1936843294550076995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/pre-requisitos-para-desenhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1936843294550076995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/1936843294550076995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/pre-requisitos-para-desenhar.html' title='Pré-requisitos para desenhar'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-4944663145576445852</id><published>2010-06-20T14:40:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T14:46:26.112-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Introdução ao desenho"/><title type='text'>Introdução ao desenho</title><content type='html'>&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           &lt;b&gt;1 - Características do desenho:&lt;/b&gt;&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;          &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           Diferente da pintura que usa a mancha para preencher  superfícies com a            cor, o desenho caracteriza-se pela representação gráfica de  traços. O            seu uso isolado ou na construção de formas, dependendo do  propósito,            pode gerar sobre uma superfície física ou em meios virtuais,  imagens            figurativas ou abstratas.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZH4yCR4NJw_DYkV7ceRGOrsmKeubvdQYFcluNad9-s6svhkw6RWtPYPb6nMt3NauiQfMOM7_6Is-yt9d2Da0Ghx-2jQUrXUjwi2yGKm5m4jPaBRsFghp2Zx_k7ZpQaZqk4ffJwyzDxADd/s1600/riscos014b.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 80px; height: 90px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZH4yCR4NJw_DYkV7ceRGOrsmKeubvdQYFcluNad9-s6svhkw6RWtPYPb6nMt3NauiQfMOM7_6Is-yt9d2Da0Ghx-2jQUrXUjwi2yGKm5m4jPaBRsFghp2Zx_k7ZpQaZqk4ffJwyzDxADd/s400/riscos014b.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5484913191409969858&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;2 - O desenho quanto à forma&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Como desenho, propriamente dito, pode ser reconhecido desde um  simples            risco ate configurações complexas. E ao desenhista não deve  ser            responsabilizada a obrigação de imitar unicamente a natureza  visível            com a perfeição esperada. O seu universo gráfico pode  transitar pela            figuração abstrata que habita a imaginação humana ou os  motivos            invisíveis, a olho nu, pertencentes a realidade microscópica.  Em            síntese, identificamos a forma do desenho em duas categorias a  saber:&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;a) Desenho figurativo:&lt;/b&gt; Tem a finalidade de representar  formas            que reproduzem a aparência da realidade. Tanto as naturais  quanto as            criadas pelo homem. A sua execução pode ser a partir da  observação, de            memória ou de criação.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;b) Desenho abstrato:&lt;/b&gt; Representação gráfica não  figurativa que            tem como motivo de referencia, formas orgânicas (formas da  natureza) e            geométricas (composição com linhas, planos e ou sólidos  geométricos).&lt;/p&gt;&lt;h5 style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;3 - Tipos de desenho&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;&lt;br /&gt;          &lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;           O desenho pode ter, como ponto de partida, vários enfoques. Há  os que            reproduzem o mundo real, outros que revelam a memória do seu  autor e            ainda os que são propostas originais de novas formas. Vejamos  sobre            cada uma dessas facetas nos três tópicos a seguir:&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;a) Desenho de observação:&lt;/b&gt; É a representação, na maioria  das            vezes figurativa, a partir da observação de um modelo se  propondo a            transferir para o papel de desenho sua forma, textura,  iluminação,            cor, etc., com auxílio de instrumentos de mensuração visual a            distância ou medidas e cálculos mentais por meio da observação  direta.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;b) Desenho de memória:&lt;/b&gt; Representação gráfica que se  espelha na            forma de elementos da realidade visualizada anteriormente.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;c) Desenho de criação:&lt;/b&gt; Apresenta configuração original.  Pode            ser obra da pura imaginação, abstração ou o resultado da  combinação de            outras formas já existentes, inspiradas nos elementos da  realidade.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/4944663145576445852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/introducao-ao-desenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4944663145576445852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/4944663145576445852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/introducao-ao-desenho.html' title='Introdução ao desenho'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZH4yCR4NJw_DYkV7ceRGOrsmKeubvdQYFcluNad9-s6svhkw6RWtPYPb6nMt3NauiQfMOM7_6Is-yt9d2Da0Ghx-2jQUrXUjwi2yGKm5m4jPaBRsFghp2Zx_k7ZpQaZqk4ffJwyzDxADd/s72-c/riscos014b.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4594415937889556032.post-8954172223034273376</id><published>2010-06-20T14:38:00.000-03:00</published><updated>2010-06-20T14:39:50.792-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A habilidade para desenhar"/><title type='text'>A habilidade para desenhar:</title><content type='html'>O  desenho é uma habilidade de expressão gráfica natural do ser humano,            ocorrendo o seu aparecimento ainda na infância. É por isso que  as            crianças ao empunharem qualquer instrumento que lhes permitam            rabiscar, imediatamente sentem-se impulsionadas a representar  linhas            ou formas. Elas constroem o seu imaginário num ato espontâneo e  mágico            deixando sua marca no mundo. São capazes disso muito antes de            aprenderem a escrever.&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          Enquanto habilidade natural, o desenho da criança passa por  várias            fases de desenvolvimento desde os primeiros rabiscos ate sua            estagnação com o realismo visual por volta dos dez anos de  idade. A            partir daí a representação de formas feitas por jovens ou  adultos de            qualquer idade tendem a regredir ou permanecem inalteradas,  mantendo            as mesmas características do desenho infantil.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          Para superar a estagnação do seu desenho e avançar para além  do            realismo visual, a criança precisaria da participação direta  da            escola. Seriam indispensáveis aulas mesmo básicas sobre a  habilidade            de ver e representar graficamente a forma dos motivos  visualizados.            Mas essa realidade não existe. O desenho não é considerado  como parte            integrante da formação comum do educando. Não é visto como uma             necessidade que deva prosseguir da pura expressão rumo ao            conhecimento. É deixado a margem do ensino, em vez de  acompanhar a            evolução cognitiva da criança, como ocorre com os demais  conteúdos            ministrados na sala de aula.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          Devido a inexistência de preparo escolar na área da  visualidade e            representação de imagens temos adolescentes e adultos  inseguros quanto            ao seu desenho. A maioria acha que não tem potencial para o  mesmo. E            quando insistem nos seus traços espontâneos e simbólicos para            representar objetos, ambientes e demais figurações da  realidade,            sentem-se insatisfeitos. Reconhecem que algo não esta bem, mas             falta-lhes as informações necessárias para identificar e  resolver o            problema. Por questões como estas que jovens e adultos, em  alguma            situação, quando interrogados sobre suas aptidões para o  desenho,            respondem quase sempre a mesma frase: Eu não sei desenhar.  Apesar da            afirmação corresponder à negação de pelo menos uma das  capacidades            naturais do homem, ela também soa como uma autodefesa. Assim  não será            necessário provar nada.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;          &lt;br /&gt;          Se verificarmos sobre o nível de desenvolvimento do desenho  entre as            pessoas, identificaremos basicamente três categorias. Na  primeira            delas estão os indivíduos que constroem suas imagens  eventualmente,            num fazer espontâneo sem preocupar-se com o aperfeiçoamento  dessa            habilidade. Na segunda categoria fazem parte os que superam os  seus            próprios limites e mesmo sem o apoio da escola conquistam o  domínio do            traço pela observação e dedicação ou ainda com a ajuda dos  livros e a            insistência da prática diária. Alguns, destes, tornam-se  exímios            desenhistas. Na terceira categoria encontram-se os que fizeram  cursos,            oficinas ou são profissionais na arte do desenho mediante  formação            acadêmica. Uma parte, dentre estes, exercem essa prática como  um modo            de vida.&lt;/p&gt;          &lt;br /&gt;          Como resultado dessas observações sobre as habilidades para o  desenho,            concluímos que não importa o nível de conhecimento e  experiência, no            fundo todos desenham. Alguns permanecem no traçado básico  enquanto            outros são mais aprimorados. Todavia, reconhecidos como  desenhistas            são apenas os que sobressaem nessa habilidade pelos caminhos  da            superação ou dos estudos.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/feeds/8954172223034273376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/habilidade-para-desenhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8954172223034273376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4594415937889556032/posts/default/8954172223034273376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portiforiodeartes.blogspot.com/2010/06/habilidade-para-desenhar.html' title='A habilidade para desenhar:'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>